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Ferro fundido vermicular

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8º CONGRESSO IBEROAMERICANO DE ENGENHARIA MECANICA

Cusco, 23 a 25 de Outubro de 2007

ANÁLISE E SELEÇÃO DE FLUIDOS DE CORTE PARA A FURAÇÃO DE FERRO FUNDIDO VERMICULAR
Alves, S.M *, Bossardi, J. C. S.1, Deminicis, F. 2 e Pimentel, R.2 * Sociedade Educacional de Santa Catarina (SOCIESC), Rua Albano Schmidt, 3333 cep 89201-972 Joinville – SC Brasil, 1TUPY Fundição, Rua Albano Schmidt, 3.400 cep 89277-901 Joinville - SC – Brasil, 2 Sociedade Educacional de Santa Catarina (SOCIESC), Rua Albano Schmidt, 3333 cep 89201-972 Joinville – SC – Brasil.

RESUMO Atualmente o ferro fundido vermicular tem sido utilizado na fabricação de blocos de motores de veículos movidos a diesel. Este material possui uma resistência mecânica maior que o ferro fundido cinzento e possibilita a utilização de maiores pressões na câmara de combustão destes motores. Com isto, há uma queima mais eficiente do combustível e, conseqüentemente, menor quantidade de poluentes lançados à atmosfera. Porém, devido à sua maior resistência mecânica o ferro fundido vermicular também apresenta uma maior dificuldade na usinagem. Devido à utilização relativamente recente deste material, ainda não se dispõem de informações suficientes sobre as condições mais adequadas na sua usinagem. Considerando que a lubrificação exerce um papel importante nos processos de usinagem, um estudo e a correta seleção dos fluidos de corte é essencial para melhor o desempenho mecânico. Assim, o objetivo deste trabalho é avaliar e selecionar o fluido de corte mais adequado à furação do ferro fundido vermicular. Os parâmetros de saídas analisados foram desgaste da ferramenta, potência consumida pelo motor, rugosidade e tolerância dimensional dos furos. Os resultados mostraram que um fluido de corte semi-sintético que contém aditivos EP, formulado a base de óleo mineral e éster, apresentou o melhor desempenho. Palavras-chave: CGI, fluidos de corte, aditivos.

Ferro Fundido Nodular [David.” A diferença entre os três tipos de ferro fundido – Cinzento. Enquanto as partículas de CGI aparecem em forma de vermes. resistência a choques térmicos. 2000]. e no nodular. como bolinhas ou nódulos.035% e 0. no ferro fundido. de 450 MPa.2000]. somente na região de baixa velocidade de corte (aproximadamente 300 m/min) é possível obter um acabamento similar ao ferro fundido cinzento [Luempic e Henkel. o cinzento.241 200 Nodular 750 160 5 28 217 – 255 250 . Sintercast. elas são menores e mais espessas e contêm pontos arredondados. não há magnésio. 1998. A presença de magnésio na quantidade exata faz com que se formem. condutividade térmica. aparecem individualmente em forma de vermes. Ferro Fundido Vermicular. seria necessário aumentar a espessura das paredes dos blocos de motor.INTRODUÇÃO O ferro fundido vermicular. devido a erros de composição química . Ferro cinzento é caracterizado pela grafita na forma lamelar. 2000]. o ferro fundido vermicular é mais difícil de ser usinado . O ferro fundido vermicular possui boas características de resistência mecânica. enquanto no nodular a mesma ocorre em forma de nódulos [Dawson. Na usinagem em alta velocidade (cerca de 1000 m/min).5 37 217 . ou 'vermes' de grafita – daí o nome vermicular. 2001].060% de magnésio em sua composição. tanto do ferro fundido cinzento quanto do ferro fundido nodular. Queiroz et al. Segundo Guesser e Guedes (1997) as propriedades mecânicas do vermicular são superiores e possibilitam a fabricação de motores mais potentes do mesmo tamanho ou mais compactos e que atingem a mesma potência. Entretanto. No ferro fundido cinzento. Para cumprir as exigências destas normas e usando o alumínio ou ferro fundido cinzento. 2001. por sua vez. No vermicular. Propriedade Resistência à Tração (MPa) Módulo de Elasticidade (GPa) Elongação (%) Condutividade Térmica (W/mK) Dureza (BHN 10/3000) Resistência à Fadiga (MPa) Cinzento 250 105 0 48 179 – 202 110 CGI 450 145 1. estrias grossas. O ferro fundido vermicular nos últimos anos vem sendo matéria-prima na fabricação de protótipos e blocos de motores de carros de corrida. além de aumentar o volume do bloco. o limite de resistência é de 250 MPa. tenacidade e ductilidade. o ferro deixa de ser vermicular e perde suas características. O ferro fundido nodular. 1999]. A junção de características tão importantes. também conhecido como Compacted Graphite Iron (CGI). Recentemente. As principais propriedades e características que diferenciam o ferro fundido cinzento. 1999. o elemento químico tem de ser mantido em uma faixa bastante estreita. ferro fundido vermicular e ferro fundido nodular estão ilustradas na Tabela 1. Outro fator que contribui para o desenvolvimento do CGI são as rígidas normas européias de controle da poluição atmosférica. O CGI tem sido produzido em componentes de geometria relativamente simples há mais de trinta anos. De acordo com Guesser e Guedes (1997). Propriedades da Grafita: Ferro Fundido Cinzento. o que acarretaria em problemas com o sistema de resfriamento. uma análise mais profunda mostra que os vermes individuais são conectados entre si em uma célula eutética [Dawson. vistas em duas dimensões. no entanto apenas nos últimos anos as fundições têm empregado essa tecnologia em componentes mais complexos [Dawson. No cinzento. E é esta microestrutura que determina a resistência do material. por exemplo – pode ter entre 0. ou há quantidade muito pequena. A grande diferença está na presença de magnésio. Por apresentar maior resistência à tração (75%) e maior tenacidade (30 – 40%) em relação ao ferro fundido cinzento. que tem outras propriedades.012%. As partículas são alongadas e orientadas aleatoriamente como no ferro cinzento. amortecimento. “a composição do ferro fundido vermicular é muito similar à do cinzento. no vermicular. o CGI tem sido usado na fabricação de motores a diesel substituindo o ferro fundido cinzento que até então era tradicionalmente utilizado. Vermicular e Nodular – consiste na forma da grafita. ou partículas vermiculares. No tradicional. foi descoberto por acaso durante a fabricação do ferro fundido nodular. de 700 Mpa. Tabela 1. a grafita aparece em forma de veios finos e. 2004]. é utilizado na fabricação de virabrequins. A combustão mais eficiente é uma característica dos blocos de motor fabricados com este material. Se houver mais do que isso. Wertheim et al. As partículas em grafita de CGI. entre 0. atribui ao ferro fundido vermicular uma grande importância para aplicação industrial [Marquard et al.010% e 0. o quadro se agrava ainda mais. no nodular.

Tabela 2. óleo disperso em água) e óleo de corte (óleos básicos aditivados ou não). Tabela 3: Composição Química (% peso) of CGI: Elemento % peso C 3. Este material foi fornecido pela Tupy Fundições. Ferramenta de corte Velocidade de corte (Vc) = 109.04 S 0. potência consumida pelo motor e rugosidade média (Ra) final. revestimento TiNAl. materiais usinados e compatibilidade do metal com o fluido.51 P 0. Condições de corte aplicadas nos testes de furação do ferro fundido vermicular. 2000]. Foram realizados ensaios de furação em corpos de prova de ferro fundido vermicular (CGI).01 Ti <0. Os fluidos de corte podem ser classificados em quatro categorias: sintético (soluções químicas constituídas por sais e isenta de óleo). da Sociedade Educacional de Santa Catarina. custos relacionados aos procedimentos de descarte. entre outros [Silva e Bianchi.95 m/min Profundidade de corte (ap) = 20 mm Velocidade de avanço (Vf) = 350 mm/min Desgaste de flanco (VBb).06 Mn 0. As condições de corte aplicadas foram as mesmas para todos os fluidos testados e estão apresentadas na Tabela 2.47 . saúde humana e contaminação. Os principais aspectos que influenciam o desempenho do fluido de corte são apresentados neste artigo. IST. tais como aspectos econômicos.1 Cu 0. Descrição Corpos de prova Característica Ferro fundido vermicular com 213 HB de dureza Dimensões dos corpos de prova: 400 mm x 300 mm x 45 mm Brocas de metal-duro. A composição química é demonstrada na Tabela 3. severidade da operação. óleo emulsionável (emulsões. meios de controle. Durante os ensaios foram avaliadas quais características dos fluidos de corte são importantes para a furação do ferro fundido vermicular. FMS. método de aplicação. Condições de corte Parâmetros de análise O material utilizado nos testes foi o ferro fundido vermicular usado na fabricação de blocos de motores. tipo de sistema de circulação. do Instituto Superior Tupy.Formas Ilustradas de Grafita A seleção correta de um fluido de corte dependerá de uma série de fatores.63 Si 2. tipos de operação. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL Os experimentos foram realizados no laboratório de Sistema Flexível de Manufatura. tipo de máquina-ferramenta. semi-sintético (pequenas quantidades de óleo). Broca com 10 mm de diâmetro. Os parâmetros de avaliação foram desgaste da ferramenta. rugosidade e potência consumida pelo motor. SOCIESC. Assim o objetivo deste trabalho é avaliar e comparar diferentes fluidos de corte utilizados na furação do ferro fundido vermicular aplicado na fabricação de bloco de motores.

A cada 5 furos o ensaio foi interrompido para a medição de desgaste da ferramenta. Este fato deve-se às altas temperaturas atingidas durante a furação. Fluido de Corte A B C D Óleo Base Óleo mineral (35%) + éster (10%) Éster (25%) Óleo mineral (45%) Polímero (20%) Aditivos Aditivo EP (5%) Aditivo EP (10%) Aditivo EP (15%) Sem aditivo EP Densidade (g/cm3) 0. A Figura 1 mostra as brocas utilizadas nos testes experimentais para os diferentes fluidos de cortes testados.3 mm.01 mm. uma maior quantidade de furos pode ser feita.8-9.941 0. que foi o desgaste de flanco máximo (VBbmax) de 0.3 mm para o desgaste de flanco máximo. Ambas observações são mais críticas para a furação a seco. A aquisição foi feita com o auxílio de uma placa de aquisição e de um software feito especialmente para este propósito. O desgaste foi medido em um microscópio óptico com aumento de 20 vezes e resolução de 0. Para alguns fluidos de corte pode ser observado que as curvas apresentadas no gráfico não atingiram VBbmax (0. Através desta figura pode-se verificar que quando fluidos de cortes são usados um aumento na produtividade é observado. o principal mecanismo de desgaste foi a abrasão. em LabView. A curva de vida da ferramenta foi construída em função do número de furos. Embora alguns sinais de adesão tenham sido observados. como apresentado na Figura 2. rugosidade dos furos e potência consumida pelo motor. concordando com os resultados obtidos por Andrade (2005). . duas de cada broca.011 PH 9.970 1. aditivos e algumas características químicas estão descritas também nesta tabela.0-9. Todos os fluidos avaliados são semi-sintéticos. Informações sobre óleo base. identificado nas regiões claras das imagens. tais como desgaste da ferramenta.2 9. Tabela 4: Descrição dos fluidos utilizados na furação do ferro fundido vermicular. alguns parâmetros de saída foram analisados. Desgaste da Ferramenta O desgaste de ferramenta foi analisado por análise visual da ferramenta através de um microscópico e foi adotado como critério de fim de vida o valor de 0. O desgaste foi medido a cada 5 furos. Foi possível observar o desgaste de flanco. e conseqüentemente há um aumento na vida da ferramenta.4 RESULTADOS E DISCUSSÕES Com o intuito de avaliar o fluido de corte com melhor desempenho durante a furação do ferro fundido vermicular. A dureza do material foi medida com um durômetro modelo Pan Tcc RB.3 mm). Também foi avaliada a rugosidade média (Ra) da superfície. a qual foi medida utilizando um rugosímetro Mitutoyo SJ. ou seja. Este procedimento foi adotado até a ferramenta atingir o critério de fim de vida pré-estabelecido. e o teste é encerrado quando um dos gumes atinge o desgaste de flanco máximo. Este fato ocorre pois os pontos são valores médios entre seis gumes.978 0.0-9.0 8. Também foi possível verificar sinais de oxidação do topo das brocas.5 9. Durante toda a usinagem foi adquirido o sinal de potência elétrica consumida pelo motor. Os fluidos de corte utilizados nos testes de furação estão apresentados na Tabela 4.

35 0. As ferramentas usadas durante a furação com Fluido C e Fluido D apresentaram maior desgaste e praticamente o mesmo comportamento. 0.05 0 0 10 20 30 40 Numero de furos 50 60 70 80 Figura 2: Curva da vida da ferramenta para os diferentes fluidos de corte testados na furação do CGI.2 Fluido A Sem fluido Fluido D Fluido B 0.3 0.15 Fluido C 0. Quando a evolução do desgaste é comparada para os diferentes fluidos de cortes estudados. seguido pelo Fluido B. verifica-se que o desgaste quando se usou Fluido A foi sempre menor que o desgaste para os outros fluidos.25 0.1 0. altos desgastes foram observados nas brocas. . Também quando a furação foi realizada na ausência de lubrificantes.Figura 1: Vistas dos gumes e dos topos das brocas utilizadas nos testes.

provavelmente devido ao desgaste da ferramenta. que os valores da potência consumida para os fluidos de corte testados ficaram bem próximos. A Tabela 3 mostra que a produtividade aumenta quando Fluido A é usado como fluido de corte. Isto ocorre devido à maior área de contato entre a ferramenta e a peça causada pelo aumento do desgaste de flanco da ferramenta. .Comparando todos os fluidos testados é possível verificar que o Fluido A forneceu melhores resultados em termos de vida da ferramenta. Fluido de Corte B Fluido Corte A de ~15% Fluido de Corte C ~25% Fluido de Corte D ~25% Furação seco ~85% a Potência Consumida pelo motor A Figura 4 apresenta os dados de potência elétrica consumida pela máquina desde o primeiro até o último furo. também. sem variações bruscas. para todos os fluidos de corte estudados. 75 furos foram produzidos até que o critério de fim de vida fosse alcançado. Tabela 3: Aumento da produtividade com o uso do Fluido A em relação aos outros fluidos de corte testados. a potência elétrica consumida vai aumentando no decorrer dos ensaios. 80 70 60 50 Sem fluido Fluido A 40 Fluido C Fluido B Fluido D 30 20 10 0 1 Tipo de fluido de Corte Figura 3: Comparação da produtividade dos diferentes fluidos de corte estudados. A potência elétrica consumida com o Fluido B apresentou os resultados mais regulares. ter sido maior que nas outras para um mesmo percurso de avanço. A Figura 03 mostra a quantidade de furos realizados para cada fluido de corte estudado. A furação a seco apresentou um consumo de potência ligeiramente maior que as outras condições a partir do 15° furo. nesta condição. Nota-se. como esperado. A produtividade aumentou cerca de 85% em comparação com a furação a seco (sem fluido de corte). Pode-se observar que.

0000 0 10 20 30 40 Número de Furos 50 60 70 80 Figura 4: Potência consumida pela máquina durante os testes. Pode-se verificar que os diferentes fluidos de corte apresentam valores diferentes de rugosidade.8 2.1 3 2.4000 0. Portanto. 3.9 2. Rugosidade dos Furos Os valores médios de rugosidade obtidos durante os testes estão apresentados na Figura 5.6000 1.8000 1. os constituintes das formulações exercem influência sobre a rugosidade. . devido à lubrificação proporcionada por este fluido. devido ao menor coeficiente de atrito no contato cavaco-ferramenta.7 Fluido A Fluido B Tipo de Fluido de corte Fluido C Fluido D Figure 5: Rugosidade média dos furos em função do tipo de fluido de corte utilizado.3 3.4000 1.2000 0.8000 0.4 3.6000 0.1.2 3.0000 Sem fluido de Corte Fluido de Corte A Fluido de Corte B Fluido de Corte C Fluido de Corte D 0.2000 1. Assim o fluido de corte A proporcionou uma melhor qualidade superficial dos furos.

Bianchi. E. Catálogo de produtos. REFERÊNCIAS 1. Este fluido é uma mistura de óleo mineral (35%) e éster (10%) com aditivo EP (5%).A. pode-se concluir que para o processo estudado a lubrificação atribuída à combinação de óleo mineral e éster tem um papel importante no desempenho do fluido de corte. base éster e polimérica. Revista Máquinas e Metais. C. v. com aproximadamente 5% de aditivos EP e a combinação de óleo mineral e éster. Análise da furação em ferro fundido vermicular com brocas de metal duro com canais retos revestidas com TiN e TiNAl. David. • Considerando os fluidos de corte estudados para a furação do CGI. E. 2. 1999. Henkel. Federal University of Santa Catarina. Brazil.L. diminuindo o atrito e geração de calor. In: Design e Machining Workshop – CGI. pág. Luempic e H. Máster Thesis. 2005. A. C. Goldberg. • O principal mecanismo de desgaste na furação do CGI é a abrasão. C. L. verificou-se que o fluido de corte com melhor desempenho foi o fluido de corte A. Developing In-the-Mold Treatment for CGI. Compacted graphite iron. Florianópolis. Wertheim. M. 7. F. 1998. Compacted Graphite Iron Offers a Viable Design Alternative. A. J. 8. 4. Dawson et al. pois a quantidade de furos realizados com uma mesma broca aumenta no mínimo 50% quando comparado com a furação a seco. 11. Os fluidos avaliados diferiam um do outro em termos do óleo base e aditivação EP. 5. Desenvolvimentos recentes em ferros fundidos aplicados à indústria automobilística. 10. L. Engine technology international. 1997. menores desgastes e melhor qualidade superficial foram obtidos com este fluido de corte. Spring 2000. • Para uma melhor escolha do fluido de corte para furação do CGI devem ser observadas as características lubrificantes (advindas do tipo de óleo base usado) e a presença de aditivos EP que ajuda na redução do atrito devido à formação de um filme. Procedimentos-padrão para o uso correto de fluidos de corte. Dawson. Mcdonald. L. São Paulo. Agosto 2004. Guedes. 6. S. não atingiram os requisitos de lubrificação necessários para garantir um bom desempenho do fluido de corte no processo. R. M. como por exemplo de óleo mineral por polímero. Tecnology in Progress. Littlefair. Abril de 1999. The effect of metallurgical Variables on the machinability of compacted graphite iron.Avaliando os resultados acima descritos pode-se selecionar o fluido de corte mais adequado à furação do ferro fundido vermicular. A melhor forma de usinar ferro fundido nodular austemperado e ferro fundido vermicular. Também para furação em ferro fundido vermicular os fluidos B e D. Guesser e L. G. Engineer Casting Solutions. SinterCast S. um pior desempenho foi observado. Proposta para aprimorar o manejo dos fluidos de corte. J. Revista Fundição e Serviços. Revista Máquinas e Metais. Sant’anna. SINTERCAST. Andrade. 2. Características do Motor BMW V8 Diesel feito em Ferro Fundido Vermicular. S.Queiroz. Helfried. . 3. CONCLUSÕES Baseado nos resultados obtidos para furação de ferro fundido vermicular. S. M. Boehs. Dezembro 2000. F. W. AEA. Marquard. Revista Máquinas e Metais. respectivamente. Layyous. Quanto se retira o aditivo EP e muda-se o óleo base. algumas conclusões podem ser destacadas: • A utilização de fluidos de corte na furação do CGI resulta num aumento de produtividade e redução de custos com ferramentas. De acordo com os resultados experimentais o fluido de corte mais apropriado e com melhor desempenho foi o fluido de corte A. 2001. March 2001. 250-255. Maior quantidade de furos. R. Considerando que o fluido C apresenta uma quantidade de óleo mineral (45%) e aditivo EP (15%). L. 9. Crank it up: New materials create new possibilities. In: Anais do IX Simpósio de Engenharia Automotiva. porém alguns sinais de adesão do material usinado foram observados nas ferramentas. da Silva e E. 58-60p.

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