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O TEXTO TÉCNICO-CIENTÍFICO- texto impessoal

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Projetos Acadêmicos de Pesquisa-Ação em Educação

L. A. G. Senna

O TEXTO TÉCNICO-CIENTÍFICO

O discurso científico, ou seja, a forma como se constrói o texto científico, tem características muito particulares e, às vezes, muito artificiais, quando comparadas ao discurso cotidiano. Do mesmo modo que o pensamento científico estruturado é um exercício, também o é seu relato no texto científico. Tenha sempre em mente o fato de que o texto científico não é uma redação ou um texto literário e sim, um recurso empregado para informar ou instruir. Assim sendo...

Pense antes de tudo em sua clareza e simplicidade e não, em sua estética!

Confira a seguir alguns procedimentos que se devem adotar na elaboração deste tipo de texto.

- 143 -

G. coma entre [garfo] / [grafo]. . mas dão alertas falhos sempre que desconhecem uma palavra (especialmente se composta). “contrariar”). ortográficos. A. quando a palavra grafada de forma incorreta toma a forma de outra palavra —por exemplo: homófonos como [seção] / [sessão] / [cessão]. ou “no interesse de”) e [vir de encontro a] (“colidir contra“. Além disso. coincidências. como no caso clássico de [vir ao encontro de] (“estar em consonância com". etc.Projetos Acadêmicos de Pesquisa-Ação em Educação L. [grifo] / [grilo]. Os editores de texto corrigem automaticamente a ortografia. Seu orientador tem obrigação de lhe auxiliar nestes detalhes se gramáticocensurando. os editores desprezam a ocorrência de erros.144 - . Há casos em que a troca de preposições pode ocasionar sérios prejuízos para a significação do texto. A regência verbo-nominal regula o uso das preposições em complementos de verbos ou nomes transitivos. Senna O Registro O texto científico só pode ser expresso no registro culto oficial da língua portuguesa escrita. Os editores de texto ainda não estão habilitados a analisar este tipo de fato gramatical. ou. devendo-se zelar para que a ortografia esteja correta e todas as regras de concordância e regência verbo-nominal sejam respeitadas. simplesmente. não fique desnecessariamente. ou “contradizer”. portanto. pois se restringem tão somente à análise da forma física das palavras. quanto a este tipo de coisa.

no texto científico.145 - . às vezes. Sujeito em primeira pessoa do singular Embora interpretada. Contudo. uma absoluta omissão da pessoa de quem o escreve. Exemplos e tipos de pessoas do discurso Formas de sujeito impessoal Forma clássica de expressão do autor. Uma vez escolhida a forma como o autor vai se denunciar no texto. não se pode adotar. ora no plural. • • • Observou-se que a situação das crianças submetidas a experiências concretas de vivência é mais favorável à construção de conhecimentos. como presunçosa ou vaidosa. é muito bem-vinda. ora uma posição impessoal. O experimento permitiu a observação de que a situação das crianças submetidas a experiências concretas de vivência é mais favorável à construção de conhecimentos. . é sempre a mais recomendável. ora um sujeito na primeira pessoa do singular. Senna Pessoa do discurso Não se exige do texto científico. quando usada de forma natural e nos momentos oportunos. G. atualmente.Projetos Acadêmicos de Pesquisa-Ação em Educação L. embora ainda se privilegie o discurso impessoal. deve-se respeitá-la até o final. atualmente. Foi observado que a situação das crianças submetidas a experiências concretas de vivência é mais favorável à construção de conhecimentos. A. ora uma posição pessoal.

marcada pela redundância. em si. G.. A.. Senna • • • Eu observei que a situação das crianças submetidas a experiências concretas de vivência é mais favorável à construção de conhecimentos. (Evite usar isso. a preservação de sua .) Observei que a situação das crianças submetidas a experiências concretas de vivência é mais favorável à construção de conhecimentos. • Nós observamos que a situação das crianças submetidas a experiências concretas de vivência é mais favorável à construção de conhecimentos. Não se esqueça de que na tradição acadêmica a oração é. (Forma vaidosa. portanto....) Sujeito em primeira pessoa do plural Tido como muito pedante e anacrônico.Projetos Acadêmicos de Pesquisa-Ação em Educação L.. merecedora de destaque.) Observamos que a situação das crianças submetidas a experiências concretas de vivência é mais favorável à construção de conhecimentos.) Pude observar que a situação das crianças submetidas a experiências concretas de vivência é mais favorável à construção de conhecimentos. quando se deseja enfatizar que se trata de uma constatação pessoal.. (Use isso apenas quando se desejar que. por favor.) • A retórica frasal As frases no texto técnico-científico não são reguladas pela estilística do texto narrativo e sim. (Forma um pouco menos vaidosa. esta alternativa pode ser usada em concomitância com a forma clássica. (Forma oportuna. a expressão de uma unidade do pensamento e. em um trecho ou outro do trabalho.. por uma estilística própria.146 - . atualmente. através da primeira pessoa do plural se chegue a um tipo indeterminado de sujeito.

Exemplos: “As estratégias de ensino vivencial têm sido arroladas no âmbito da Educação há décadas. caso contrário. Resgatando a breve história do sujeito cognoscente de base sóciointeracionista. Senna estrutura sintática essencial é necessária em um texto que. mesmo que pareça uma perda de tempo ter de expressar na frase um sujeito ou um complemento que parecem estar evidentes no contexto.Projetos Acadêmicos de Pesquisa-Ação em Educação L. em principio. faça isto. está o tempo todo relacionado com a expressão do pensamento. basicamente do modo como nos esclarece ZEREZEU (1999). Para este” (supressão da redundância através do pronome). não os omita! Se for possível suprimir a repetição de termos através do uso de pronomes ou outras formas de substituição.” .147 - . ZEREZEU (1999)” (repetição intencional. empregada para evitar ambigüidade que provocaria o uso de um pronome cujo referente está no parágrafo anterior) “associa as estratégias de ensino vivencial” (idem) “aos recursos de construção de conhecimentos a partir do conceito de zona de desenvolvimento proximal. A. “tais estratégias” (repetição intencional) “vinham sendo tratadas ou como meros recursos motivacionais ou como protótipos universais de experiências desencadeadoras da construção de conhecimentos. G. Portanto. mas existe hoje uma tendência a redefinir sua função nos processos de ensino-aprendizagem. repita o termo sem medo de estar sendo redundante.

do sentido geral do texto para o esforço de interpretação. totalmente. Quanto ao vocabulário. conhecidas. caso se esteja criando uma nova categoria científica que não se deseje confundir com outras quaisquer que já sejam. Deve-se evitar. tradicionalmente.Projetos Acadêmicos de Pesquisa-Ação em Educação L. use sempre o bom senso e não saia inventando palavras ou estruturas que. G. expressas por palavras previamente . Senna O vocabulário O vocabulário do texto-científico é. o uso de sentido metafórico. apesar de todo o rigor exigido em sua elaboração. A. observe. mas não cabem no texto técnico-científico.148 - . também. palavras ambíguas ou construções frasais que desviem a atenção. Só se deve inventar uma palavra nova na língua. Portanto. que certos substantivos são semanticamente transitivos e SEMPRE devem vir acompanhados de um termo que lhes explique ou complemente o sentido. extremamente simples e cotidiano. até podem parecer elegantes.

A estranhice dos dados — em lugar de “A estranheza dos dados" [estranhice] é um neologismo. mesmo. ou. todavia. podendo-se. deve-se tratar APENAS de um único assunto. A distribuição das informações A distribuição das informações no texto científico deve ser tratada com muito rigor. por isso. fosse necessário distinguir. Senna Exemplos: “O humano tende a buscar o repouso mental” – em lugar de “O ser humano tende a buscar o estado mental de repouso” [humano] é tipicamente um adjetivo e. na fala ou textos escritos informais. no corpo do texto científico. G.149 - . é recomendável que se crie um parágrafo introdutório que alerte o leitor para isto. A. Se um assunto será abordado em vários parágrafos específicos. alocar vários temas interrelacionados. sem razão“ — em lugar de “Os dados causaram distorções nos resultados da análise. seja . “Os dados causaram distorções nos resultados. sem que se pudesse apontar a razão disto” Este é um dos casos mais típicos de especificidades do texto científico. embora todo falante do Português vá compreender que se trata da mesma coisa que [estranheza]. Em cada parágrafo. dificilmente alguém daria por falta do complemento semântico do substantivo [resultados]. seu referente deve ser sempre expresso na frase. caso estivesse sendo intencionalmente empregada para definir um determinado tipo de [estranheza] que.Projetos Acadêmicos de Pesquisa-Ação em Educação L. da oração que se emprega apenas para introduzir a expressão [sem razão]. somente se aceitaria sua utilização.

2. a distribuição de temas em seções e subseções é sempre muito bem-vinda. posteriormente.Terceira seção do capítulo 1. os capítulos. é preciso avisar ao leitor que vai haver uma mudança de tema no corpo do texto. seja apresentando previamente o tema de cada parágrafo subseqüente. Senna denunciando o assunto a ser tratado. A.3 . a leitura. ou através de um “gancho” no final do último parágrafo relativo ao tema anterior.Segunda subseção da seção 1. ou através de um parágrafo introdutório. G. No texto técnico. que apresente o novo tema. Deve-se fazer isto.Primeira subseção da seção 1.Segunda subseção da seção . não basta mudar de parágrafo. a partir destes.2-Segunda seção do capítulo 1.3. todas as seções e subseções.150 - .1.Primeira seção do capítulo 1. Deve-se numerar todos os capítulos e.1.2.Projetos Acadêmicos de Pesquisa-Ação em Educação L. Se os parágrafos regulam o fluxo básico de informações.1. suas seções e subseções regulam o fluxo de temas em seu trabalho.2.Primeira subseção da seção 1. 1. Todas as vezes em que seu texto mudar de assunto. pois facilita.2.1.Segunda subseção da seção 1.Primeira subseção da seção 1.1.3.2. O padrão utilizado para identificar as partes do texto é o seguinte: 1-Título do Capítulo 1.

2.Primeira subseção da seção Um dos estudos mais consistentes sobre a influência do papel de X nos processos educacionais nos é apresentado em ZEREZEU (1999).Primeira subseção da seção 1... A.Segunda seção do capítulo Os fatores Y e Z descrevem-se como partes de um mesmo fenômeno..Primeira seção do capítulo O fator X explica-se como um conjunto de variáveis de natureza sócio-cultural e [.1.1.. G. cada um dos quais tratados como um dos problemas a serem levados em consideração no estudo dos processos educacionais.2.] 1.Projetos Acadêmicos de Pesquisa-Ação em Educação L.Segunda subseção da seção 1.] 1.. .3 – Sumarizando a relação entre X. Y e Z são.1. Senna Todo capítulo ou seção se inicia com um parágrafo introdutório. que comprove que se apresentou aquilo que fora previsto na introdução. . Ao final do capítulo. .. Exemplos: 1-Título do Capítulo Este capítulo tem por finalidade justificar o trabalho que ora se descreve.] 1.] . a introdução e a conclusão são desnecessárias.151 - . respectivamente os fatores X. . .. 1.1.. Y e Z e a Educação Como se observou X..... que se pode definir como [.. Y e Z.Segunda subseção da seção Nos dias atuais.2. ressaltando. ZEZEREU (1999) sofre profundas críticas de pesquisadores que [.2. deve-se apresentar um parágrafo conclusivo. que explique o que será tratado e a razão pela qual será tratado.] 1.2. cuja leitura nos ensina que [. [.. Quando se trata de uma subseção muito pequena ou de evidente relação com a seção...... 1. respectivamente..

a seguinte notação: • Referências a autores no corpo do texto só devem ser nominais.. pois são usadas. entretanto. à taxionomia de Verden (In: ZEREZEU.. também.: 445-6). prudente levar em consideração as restrições levantadas por Tictac (In: Id. G.. não apenas como comprovação de declarações feitas no texto.. A.sendo..Projetos Acadêmicos de Pesquisa-Ação em Educação L. usar apenas Cf.152 - .. poder-se-ia recorrer. • Referências internas. Caso se . então. mas. Senna As notações bibliográficas Bibliografia e referências têm formas muito particulares de apresentação nos textos científicos. .Ibd.. empregadas no corpo do texto: Com base na classificação apresentada em Zerezeu (1999:456-7) podemos. caso se refiram ao conjunto de sua obra. pp: 367-400.. Os exemplos abaixo dão referência dos principais tipos de notações bibliográficas empregadas no texto técnicocientífico. . 1999:444) para criticar. como fontes complementares de consulta para os leitores. ZEREZEU (1999). Em notas.

“à figura docente resta apenas o papel de certificar e registrar na ficha acadêmica dos alunos a posse de determinados níveis culturais. G. • Os quadros e gráficos. p. Na citação direta. 1998. 1. o texto de outro autor. se transcreve. de preferência. QUADRO 2 etc. utilizando-se “itálico”. literalmente. Havendo mais de uma obra do mesmo autor em um só ano.” (SANTOMÉ. na referência e na bibliografia — SOBRENOME (1999a).153 - . Senna reportem a um trabalho isolado.Projetos Acadêmicos de Pesquisa-Ação em Educação L. refira-se a ele como QUADRO 1. normalmente. para destacá-las: Assim. entre aspas. deve-se indexá-las com letras. e. A. 2. se reproduzem as idéias de um autor. Ao se reportar a um quadro no texto. nas escolas onde o livro-texto exerce hegemonia. SOBRENOME (1999b) etc. na indireta. etc. Faça o mesmo com as figuras (Fig.181) . sem recorrer à transcrição literal do texto. Fig. devem ser numerados e ter títulos. seqüencialmente.) • No corpo do texto. deve-se usar a notação SOBRENOME (ano de publicação). As citações diretas breves (até três linhas) devem ser incluídas no próprio texto. são empregados dois tipos de citação: direta e indireta.

após a leitura comentada das notícias. ainda. maior será sua utilidade. tendo em vista tratar-se. que impõe aos educandos conseqüências negativas. em nota de rodapé. (. utilizando “itálico”): Quanto à utilização de jornais em atividades escolares. por seu aspecto classificatório. Quanto maior o conjunto de informações trazidas pelo jornal.Projetos Acadêmicos de Pesquisa-Ação em Educação L. o jornal se torna um fabuloso recurso gerador de atividades. que permitem ao aluno desenvolver o seu conhecimento sobre as partes de mundo e do próprio país.. 89) No caso de citação indireta. Segundo Luckesi. a .. bem como a capacidade de interpretar a progressão de fatos narrados durante um período de tempo e outros tantos temas relevantes.” (1997. A. ou. “A leitura de jornais diariamente é uma obrigação da Escola.. para direcionar o aprendizado e o desenvolvimento do aluno. Ademais. ao invés de operar com avaliação. ao invés de operar com avaliação. 92-95). p. e sobretudo. Senna afirma que. Senna As citações com mais de três linhas devem figurar em parágrafo(s) destacado(s) do texto corrido (com recuo na margem esquerda. pois tais informações (. p. a fonte deverá ser citada no próprio texto ou ao final do período. G..) são responsáveis pela ampliação do universo de mundo do aluno. ou.. a escola tem se preocupado apenas com a verificação da aprendizagem escolar. principalmente. para direcionar o aprendizado e o desenvolvimento do aluno. de uma forma de expandir o universo cultural do aluno... não somente de uma atividade formadora do hábito de leitura.154 - . como.. sob forma de nota bibliográfica: Segundo LUCKESI (2000. gerando uma escolarização dinâmica e sempre atual.).

o ano de publicação da obra. Das notas bibliográficas devem constar: a indicação do último sobrenome do autor. na nota bibliográfica aparece a palavra latina apud: Em A importância do ato de ler. Conforme o segundo exemplo apresentado. ainda. no próprio texto. devem figurar no final da citação. 1988. e o número da(s) página(s) onde a citação se encontra. mas se antecipa e se alonga na inteligência do mundo. Paulo Freire afirma que “uma compreensão crítica do ato de ler não se esgota na decodificação pura da palavra escrita ou da linguagem escrita. 92-95). • As notas bibliográficas. também. • Para citar uma obra que não foi lida no original. Senna escola tem se preocupado apenas com a verificação da aprendizagem escolar. (2000.155 - .Projetos Acadêmicos de Pesquisa-Ação em Educação L. mas citada na obra de outro autor. em caixa alta. que impõe aos educandos conseqüências negativas. não é necessário repeti-lo na nota. a pontuação a ser seguida. 334) . ou em nota de rodapé ou. É importante observar. p. no caso de citação indireta. G.” (Apud GADOTTI. quando o nome do autor citado aparecer no texto. A. por seu aspecto classificatório. a menos que se opte pela utilização de nota de rodapé. como se pode observar nos exemplos acima. p. principalmente.

a renda. 20) .156 - .” (GADOTTI. etc. p. Senna • De modo a evitar repetir os dados de uma obra que já foi citada anteriormente. 134) . cit.Projetos Acadêmicos de Pesquisa-Ação em Educação L.” (Ibid.. 135) • Quando citar a mesma obra e a mesma página. G.. p.. Santomé afirma que “Com um currículo assim concebido é possível verificar com clareza as implicações sociais da escolarização e do conhecimento promovidos pela instituição acadêmica. o saber produtivo.) A bibliografia tem um papel importante no texto técnico-científico e deve ser tratada com muito cuidado. 29) • Quando citar a mesma obra. o status profissional.” (Id.: “A burguesia propõe-se ‘socializar o saber’ e não cumpre o que promete porque.: Explanando os motivos do currículo integrado. A. [texto] “O saber valorizado pela classe dominante. [texto] “O sistema social se contenta com as notas obtidas nos exames. o saber julgado ‘universal’ por essa classe. usar a expressão Id. 2000... 1988. cit.” (LUCKESI. usar a expressão Ibid.: “O estabelecimento de ensino está centrado nos resultados das provas e exames.” (Op. não é necessariamente o que beneficia as classes oprimidas. deve-se usar a expressão Op. p. com a socialização do saber. Existe . seguidamente. teria que socializar o capital. p.

Embora a regra básica a ser seguida seja a do bom senso. em ordem alfabética pelo último sobrenome do autor. as quais devem ser levadas em consideração a fim de que não se gerem custos de referência para os leitores . cuja finalidade é a de assegurar ao leitor facilidade para localizar as obras citadas e distingui-las umas das outras. G. sublinhado (não sublinhar os espaços entre as palavras nem os sinais diacríticos) [ponto] cidade de publicação [dois pontos] editora [ponto] Existem inúmeras situações específicas de notações bibliográficas. A. As referências bibliográficas consistem em uma relação. Na apresentação da bibliografia. de todas as obras que concorreram para a elaboração do projeto. existe um conjunto de normas fixadas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) que deve ser seguido. Senna um certo protocolo padrão para organização e apresentação da bibliografia.Projetos Acadêmicos de Pesquisa-Ação em Educação L. a formatação e a pontuação exigida seguem o seguinte padrão: ÚLTIMO SOBRENOME DO AUTOR EM MAIÚSCULA [vírgula] nome do autor por extenso ou abreviado [ponto] (ano de publicação entre parênteses) [ponto] título da obra. os elementos indispensáveis.157 - .

. 5 (cinco) . et al. Rio de Janeiro: Marco Zero. Orientador: Prof. Ana Maria. (1995). Porto Alegre: Artes Médicas. C. CERQUETTI-ABERKANE. A. monografias e trabalhos científicos em geral KAUFMAN. Avaliação e planejamento: a prática educativa em questão. Dr. devendo ser substituído por um traço equivalente a. A formação do símbolo na criança. produção de textos. Dissertação (Mestrado em Educação). (1994). (1996). Rio de Janeiro: Zahar. M. LÉVY. (1978). Repensando a história. O juízo moral na criança. A. A leitura da imagem na educação formal. BERDONNEAU. Algumas destas situações encontram-se exemplificadas a seguir. (org. _____. In: SILVA. “Reflexões sobre o procedimento histórico”. Série Seminários.. Quando um mesmo autor for comum a dois ou mais documentos. Luiz Antonio Gomes Senna. 9: “A rede digital”. Porto Alegre: Artes Médicas. (1990). Livros. cap.Projetos Acadêmicos de Pesquisa-Ação em Educação L. 34. _____. J. FREIRE. dissertações. J. O ensino de matemática na educação infantil. Rio de Janeiro: Ed. Escola. (1993). RODRIGUEZ. G. São Paulo: Espaço Pedagógico. MARSON. Maria Helena. São Paulo: Summus. M. C. Ezequiel Rodrigues de. (1984).. Instrumentos Metodológicos II. 1997. Epistemologia genética.158 - . Pierre. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da informática. MARTINS. caracteres: PIAGET. mais ou menos. Senna do texto. seu nome não se repete. (2001). UERJ/Faculdade de Educação. A. leitura e OLIVEIRA. F.). Tradução de: Eunice Gruman. DAVINI. São Paulo: Martins Fontes. (1997). teses. M.

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