Resoluções da plenária final do nono ENUDS

Nova Escola Sede: Universidade Federal Rural do Rio de janeiro – Seropédica – RJ Escola sede do II Pré ENUDS – Universidade de Brasília - DF

Estrutura

1. 2.

Controle de acesso aos alojamentos; Melhoria na estrutura básica do evento (banheiros, chuveiros), além de

banheiros individuais para os encontristas que não se sentirem á vontade com os banheiros coletivos; 3. Deve haver uma “campanha”, durante o encontro, articulada pela CO, por uma

conscientização no uso dos banheiros (em questão de higiene), pois apesar das dificuldades estruturais cabe aos participantes do encontro a manutenção da limpeza dos banheiros; 4. Banheiros mistos com e sem divisórias, além dos banheiros convencionais

(feminino/masculino);

5.

Criação e divulgação de um manual de sobrevivência, sobre a cidade sede do

evento, incluindo números de telefones que poderiam ser acionados em caso de emergência; 6. Melhor estruturação na informação a fornecer ás delegações recém chegadas,

devido á diversos fatores: • Não conhecimento por parte das delegações dos espaços á serem utilizados; • 7. Déficit de informações acerca da própria programação do evento;

Maior nitidez na divulgação de onde ocorrerão as apresentações, bem como o

horário dos mesmos; 8. As atividades culturais que ocorrem no fim do dia têm que ter teto para

término, a fim de que as pessoas estejam aptas a participar das primeiras atividades da manhã do dia seguinte; 9. sede; 10. O ENUDS deve garantir comida vegetariana e/ou vegana para as pessoas com As atividades culturais sejam compostas por demonstrações culturais do estado

restrições alimentares; 11. 12. Melhor organização do evento com divulgação dos espaços e horários; Garantia de um espaço de preparação anterior ao ato, que explique a todos e

todas os/as enudianas/os questões básicas sobre segurança, informações sobre o local onde se realizará o ato, as pautas do ato, oficina de preparação do material (faixas, cartazes, gritos de ordem, material de batucada). 13. Repensar a logística do ato, para o deslocamento dos encontristas até o espaço

onde se ocorrerá de fato o ato; 14. Os atos precisam ser pensados para além do estereótipo das faixas, carros de

som e massas caminhantes (performances e intervenções urbanas, etc.); pensar numa estratégia de ato público; 15. Após as mesas e palestras devem ocorrer espaços de GT’s do tema discutido,

garantindo uma maior integração e discussão dos temas; 16. Os espaços políticos e acadêmicos continuem a ser garantidos: GD’s, GT’s, atos

públicos, etc.;

17.

Manter o formato de GDT dos últimos ENUDS em grupos menores ao invés de

um grande grupão em plenária; 18. 19. Oficinas com caráter lúdico e prático; Formação de base intensa: espaços de troca entre grupos, coletivos, etc. que

possam acarretar na criação de novos grupos; 20. Ampliação do número de rodas de conversa (apresentação de trabalhos/ troca

de experiências/articulações coletivas), diminuindo o número de mesas privilegiadas; 21. Buscar parcerias entre enudianas e pesquisadoras para avaliação dos trabalhos

submetidos e publicação com conselho editorial; 22. 23. Publicação de anais com textos completos; Emissão de passagens para os convidados, na medida de possível, emitidas

com ajuda dos grupos para o evento; 24. O ENUDS deve ocorrer em um feriadão nacional para oportunizar a participação

das delegações; 25. Procurar outras formas de financiamento que garantam uma melhor estrutura

para o encontro; 26. Criação de um espaço no ENUDS onde os movimentos, grupos, etc., façam

debates como foram suas atuações durante o ano, e como estas podem agir juntas nas suas realidades, levando a atuação do ENUDS para o encontro; 27. Converter as mesas de diálogos em rodas de conversa, a fim de propiciar uma

troca de saberes mais efetiva; 28. 29. Garantir dentro da programação do ENUDS um espaço de outgames; Espaços dos GT’s deve ser o eixo central do encontro, sendo mais valorizados e

com mais discussões; 30. Garantia de espaços distintos de oficinas e minicursos, de forma que haja

atividades de trocas práticas (nas oficinas) junto dos espaços de formação (minicurso); 31. Redefinição dos lugares das apresentações de trabalho pelos temas concretos

dos textos em vez do tema no qual se inscreveu; Metodologia

32. 33.

Garantir Enudianas como debatedores das apresentações de trabalhos; Fortalecimento de encontros locais, regionais, estaduais a exemplo do ERUDS.

Temática

34.

Retomada do espaço “troca de experiências” na programação do ENUDS com

metodologia a ser definida no 1º Pré-Enuds e que contemple uma síntese da discussão deste espaço; 35. Residência estudantil e homofobia

Coordenação Nacional indicada pelos estados Bahia
Rebeca Benevides – UFBA - Coletivo Kiu! Tiago Sant’Anna – UFRB - Coletivo Aquenda!

Ceará
Valdemar Vasconcelos de Oliveira - IFCE Shirlene da Silva Castro – UFC

Distrito Federal
Rodolfo Godoi Michele Rosa (Misha)

Espírito Santo
Jefferson Tavares dos Santos

Goiás

Elaine Gonzaga Fernando Matos

Maranhão
Thamyres Vieira Gomes – Odontologia – UFMA Victor Hugo Raposo Ferreira Relações Públicas – UFMA

Minas Gerais
David Marques Pereira – UFLA Luiza Cristina Silva Silva – UFV/ Primavera nos dentes

Pará
Osmar Reis Junior

Paraná
Jeferson Isaac – UFPR Litoral

Pernambuco
Pedro Ribeiro Jéssica Sampaio

Rio de Janeiro
Hebert dos Santos Eckhardt – UNIRIO Sara Bezerra Ribeiro – UFRRJ

Rio Grande do Sul
Lucas Boni Maróstica – UFRGS / PUC RS

Santa Catarina
Jorge Luiz Miguel - UDESC Daniela Sevegnani

São Paulo
Felipe Pegozzi – UNESP Gabriela Vasconcelos – USP

Sergipe
Ulisses Willy - UFS

Tocantins
Lucas Nunes – Enfermagem – UFT Carolina F. Lucena – Pedagogia – UFT

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful