P. 1
TCC-Tulio-Grizende

TCC-Tulio-Grizende

|Views: 276|Likes:
Publicado poriongeduardo993

More info:

Published by: iongeduardo993 on Feb 13, 2012
Direitos Autorais:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

05/19/2013

pdf

text

original

Sections

  • 1. INTRODUÇÃO
  • 1.1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS
  • 1.2 JUSTIFICATIVA
  • 1.3 ESCOPO DO TRABALHO
  • 1.4 FORMULAÇÃO DE HIPÓTESES
  • 1.5 ELABORAÇÃO DOS OBJETIVOS
  • 1.6 DEFINIÇÃO DA METODOLOGIA
  • 1.7 ESTRUTURA DO TRABALHO
  • 2. REVISÃO DE LITERATURA
  • 2.1 INVESTIMENTOS
  • 2.2 RISCO E RETORNO
  • 2.3 HIPOTÉSE DE MERCADOS EFICIENTES
  • 2.4 MODELO DE MARKOWITZ
  • Tabela 1 – Exemplo de dados para o modelo de Markowitz
  • 2.5 MODELO DE ÍNDICE ÚNICO
  • 2.6 CAPITAL ASSET PRICING MODEL (CAPM)
  • 2.7 ESTIMATIVAS DO BETA
  • Tabela 2 – Classificação das técnicas de previsão dos betas
  • 2.8 MODELO DE ELTON-GRUBER
  • 2.9 DESEMPENHO DE CARTEIRAS
  • 3. DESENVOLVIMENTO
  • 3.1 DESCRIÇÃO DO PROTOCOLO DE PESQUISA
  • 3.2 DESCRIÇÃO DAS UNIDADES DE ANÁLISE
  • 4. RESULTADOS
  • 4.1 RESULTADOS ALCANÇADOS
  • Tabela 3 – Composição da carteira para 2009 utilizando “betas históricos”
  • Tabela 4 – Composição da carteira para 2009 utilizando “média global”
  • Tabela 5 – Retornos atuais das carteiras 2009 e do Índice Bovespa durante 2010
  • 4.2 DISCUSSÃO DOS RESULTADOS
  • Tabela 6 – Retornos mensais e acumulados das carteiras durante 2010
  • 5. CONCLUSÕES
  • Tabela 7 – Retornos atuais das carteiras 2008 e do Índice Bovespa durante 2009
  • Tabela 8 – Valorizações em 2008 e 2009 e participações nas carteiras
  • REFERÊNCIAS
  • Tabela 9 – Carteira para o cálculo do IBOVESPA em 05/07/2007 (Parte 1)
  • Tabela 10 – Carteira para o cálculo do IBOVESPA em 05/07/2007 (Parte 2)
  • Tabela 11 – Cotações ajustadas das ações em 2008
  • Tabela 12 – Cotações ajustadas das ações em 2009
  • Tabela 13 – Cotações ajustadas das ações em 2010
  • Tabela 14 – Cálculos para as ações no ano de 2009 (Parte 1)
  • Tabela 15 – Cálculos para as ações no ano de 2009 (Parte 2)
  • Tabela 16 – Cálculos para as ações no ano de 2008 (Parte 1)
  • Tabela 17 – Cálculos para as ações no ano de 2008 (Parte 2)
  • ANEXO 7 – CARTEIRA PARA 2008/2009 UTILIZANDO “BETAS HISTÓRICOS”
  • Tabela 18 – Carteira para 2008/2009 utilizando “betas históricos”
  • ANEXO 8 – CARTEIRA PARA 2008/2009 UTILIZANDO “MÉDIA GLOBAL”
  • Tabela 19 – Carteira para 2008/2009 utilizando “média global”

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

TÚLIO GRIZENDE E ALMEIDA

OTIMIZAÇÃO DE CARTEIRAS DE INVESTIMENTOS UTILIZANDO O MODELO DE ELTON-GRUBER

JUIZ DE FORA 2010

TÚLIO GRIZENDE E ALMEIDA

OTIMIZAÇÃO DE CARTEIRAS DE INVESTIMENTOS UTILIZANDO O MODELO DE ELTON-GRUBER

Trabalho de Conclusão de Curso apresentado a Faculdade de Engenharia da Universidade Federal de Juiz de Fora, como requisito parcial para a obtenção do título de Engenheiro de Produção.

Orientador: DSc., Carlos Frederico da Silva Crespo

JUIZ DE FORA 2010

Almeida, Túlio Grizende e. Otimização de carteiras de investimentos utilizando o modelo de Elton-Gruber / Túlio Grizende e Almeida. – 2010. 58 f. : il. Trabalho de conclusão de curso (Graduação em Engenharia de Produção)-Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora, 2010. 1. Engenharia de produção. 2. Economia. I. Título. CDU 658.5

. Roberto Malheiros Moreira Filho Universidade Federal de Juiz de Fora . Carlos Frederico da Silva Crespo (Orientador) Universidade Federal de Juiz de Fora ___________________________________________________ DSc. Marcos Martins Borges Universidade Federal de Juiz de Fora ___________________________________________________ MSc. Aprovada em 09 de Novembro de 2010. BANCA EXAMINADORA ____________________________________________________ DSc.. como requisito parcial para a obtenção do título de Engenheiro de Produção.TÚLIO GRIZENDE E ALMEIDA OTIMIZAÇÃO DE CARTEIRAS DE INVESTIMENTOS UTILIZANDO O MODELO DE ELTON-GRUBER Trabalho de Conclusão de Curso apresentado a Faculdade de Engenharia da Universidade Federal de Juiz de Fora..

considerar efeitos inflacionários. foi eficaz na redução do risco. Embora o modelo não tenha sido capaz de obter retorno superior ao do índice Bovespa. com a formalização de um arcabouço teórico. o autor demonstra matematicamente como a diversificação do investimento. mas deve ser combinada com outras técnicas de análise de investimentos. de fácil utilização. verificando se. com a compra de diversas ações ou outros ativos (carteira). contudo. como o modelo de índice único e o modelo de EltonGruber. Este trabalho tem como objetivo estudar o modelo de formação de carteiras ótimas com a utilização de cotações históricas das ações. Foram utilizados dados históricos mensais do período compreendido entre os anos de 2009 e 2010. Modelo de Elton-Gruber. sem. Este modelo é uma ferramenta indispensável na gestão de investimentos. . Neste período. Palavras-chave: Engenharia financeira. É conduzida uma pesquisa de natureza aplicada e descritiva. diversos outros modelos para a seleção de carteiras tem sido desenvolvidos. Seleção de carteiras. criando a Teoria da Carteira (Portfolio). ajustados aos proventos distribuídos. com o uso do método de modelagem e simulação. pode ser usada de forma a reduzir os riscos de ações isoladas.RESUMO A década de 1950 marcou uma revolução nas pesquisas em finanças. Harry Markowitz publica no periódico Journal of Finance seu artigo “Portfolio Selection”. Desde então. com a utilização do modelo de seleção de carteiras de Elton-Gruber obter-se-ia um retorno maior que o Índice Bovespa. Nele. além de fornecer projeções do retorno esperado para uma dada carteira. com a área alcançando um caráter universal. abordada de forma quantitativa.

creating the Theory of Portfolio. This work aims to study the model of formation of optimal portfolios using historical stock quotes. verifying if the model of portfolio selection from Elton-Gruber would get a higher return than the Bovespa index. The author demonstrates mathematically how the diversification of the investment with the purchase of various stocks or other assets (portfolio) can be used to reduce the risk of isolated actions. as the single index model and the Elton-Gruber model. but must be combined with other techniques of investment analysis. however. Although the model has not been able to get higher returns than the Bovespa index. . several other models for portfolio selection have been developed. Portfolio selection. Since then. adjusted for any gains distributed without. It conducted a survey of descriptive and applied nature. Keywords: Financial engineering. with the formalization of a theoretical framework. easy to use. consider inflation effects. Elton-Gruber model. It have reached a universal character. Monthly historical data from the period between the years 2009 and 2010 where used. it was effective in reducing risk. using the modeling and simulation's method. and provides forecasts of expected return for a given portfolio. discussed in a quantitative manner.ABSTRACT The 1950’s marked a revolution in research in finance. Harry Markowitz published in the Journal of Finance his article "Portfolio Selection". During this period. This model is an indispensable tool for investment management.

................... 22 Figura 3 – Retorno esperado e risco para um ativo sem risco e um ativo com risco.........LISTA DE ILUSTRAÇÕES Quadro 1 – Ações utilizadas para seleção da carteira ........... 11 Figura 1 – Efeito do número de títulos sobre o risco da carteira (Estados Unidos) ... 24 ........................................................ 21 Figura 2 – Retorno esperado e risco para uma carteira com duas ações ...........................

............................................ 50 Tabela 13 – Cotações ajustadas das ações em 2010 ........................................ 55 Tabela 18 – Carteira para 2008/2009 utilizando “betas históricos” .................................. 37 Tabela 4 – Composição da carteira para 2009 utilizando “média global” ............................ 38 Tabela 5 – Retornos atuais das carteiras 2009 e do Índice Bovespa durante 2010 ................. 39 Tabela 6 – Retornos mensais e acumulados das carteiras durante 2010 ....... 52 Tabela 15 – Cálculos para as ações no ano de 2009 (Parte 2) ......................... 40 Tabela 7 – Retornos atuais das carteiras 2008 e do Índice Bovespa durante 2009 ......... 49 Tabela 12 – Cotações ajustadas das ações em 2009 .................................................... 19 Tabela 2 – Classificação das técnicas de previsão dos betas ................................................................................. 56 Tabela 19 – Carteira para 2008/2009 utilizando “média global” ............................. 54 Tabela 17 – Cálculos para as ações no ano de 2008 (Parte 2) .................................................................................... 57 ............................................................................................ 42 Tabela 8 – Valorizações em 2008 e 2009 e participações nas carteiras ............ 47 Tabela 10 – Carteira para o cálculo do IBOVESPA em 05/07/2007 (Parte 2) .... 29 Tabela 3 – Composição da carteira para 2009 utilizando “betas históricos” ...................... 42 Tabela 9 – Carteira para o cálculo do IBOVESPA em 05/07/2007 (Parte 1) ........ 51 Tabela 14 – Cálculos para as ações no ano de 2009 (Parte 1) ......................................................................... 48 Tabela 11 – Cotações ajustadas das ações em 2008 ................. 53 Tabela 16 – Cálculos para as ações no ano de 2008 (Parte 1) ...........................................LISTA DE TABELAS Tabela 1 – Exemplo de dados para o modelo de Markowitz ..........................................

....................................................7 ESTIMATIVAS DO BETA ........................................................................ 31 3 DESENVOLVIMENTO .......................2 RISCO E RETORNO .................................. 39 5 CONCLUSÕES........1 DESCRIÇÃO DO PROTOCOLO DE PESQUISA ........2 JUSTIFICATIVA .............................................................SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO .......................................................................................... 14 2.......................................................................... 10 1........................................................... 15 2...............4 FORMULAÇÃO DE HIPÓTESES ..................... 33 3.........................................4 MODELO DE MARKOWITZ .....9 DESEMPENHO DE CARTEIRAS ............................................................... 12 1..................... 29 2......................................................................................................6 DEFINIÇÃO DA METODOLOGIA .................................... 9 1..................................................... 34 4 RESULTADOS .....................................2 DISCUSSÃO DOS RESULTADOS ............6 CAPITAL ASSET PRICING MODEL (CAPM) ...8 MODELO DE ELTON-GRUBER ................................................................................................................ 9 1..................................................................................................................................................................................................................................................3 HIPOTÉSE DE MERCADOS EFICIENTES ..........................................................1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS ........ 16 2................................................................... 27 2..................................... 35 4............................ 33 3............................................................................ 14 2........................... 41 ..................................1 INVESTIMENTOS ..................................................... 10 1. 35 4..................................................... 12 1.....5 MODELO DE ÍNDICE ÚNICO .........1 RESULTADOS ALCANÇADOS ..................................................................................................................................................................................... 13 2 REVISÃO DE LITERATURA ..................2 DESCRIÇÃO DAS UNIDADES DE ANÁLISE ..................................... 17 2...............................3 ESCOPO DO TRABALHO ........................7 ESTRUTURA DO TRABALHO...... 24 2..... 12 1...........................................................5 ELABORAÇÃO DOS OBJETIVOS .............................................. 26 2................

....................................................................REFERÊNCIAS .............................................................................................................. 44 ANEXOS ..................................................... 47 .......

considerada um marco no estudo das finanças. Além do desenvolvimento da teoria da carteira. por Black e Scholes. desenvolveu-se também o estudo de análise de valor. a crescente complexidade dos mecanismos de cálculos utilizados nos estudos financeiros exige poder computacional que não existia na década de 1950. . existem diversas outras contribuições importantes. em 1952. INTRODUÇÃO 1. criar um conjunto de regras a serem utilizadas pelos gestores financeiros. A área tomou um caráter universal. com a formalização de um arcabouço teórico. em 1973. ou o modelo de precificação de derivativos. como Markowitz. Contudo. Dentre os primeiros trabalhos. não explicar o funcionamento do mercado. a partir dos trabalhos de economistas. como um ramo da economia institucional. marcou uma revolução nas pesquisas em finanças. e suas melhorias nas últimas décadas difundiram conceitos e técnicas financeiras ao público. Nesta época. Estes pesquisadores se utilizavam de suas experiências práticas para descrever o comportamento dos diversos agentes atuantes no mercado e. 2003). A “moderna teoria das finanças” formou-se com base na teoria econômica neoclássica e na preocupação em torná-la quantificável. pelo engenheiro Lawrence Dellos Miles na empresa General Eletric (LIMA e MATHIAS. Sharpe. iniciaram-se também os trabalhos na área de finanças comportamentais (Behavioral Finance). AMARAL e BRESSAN. ampliando o campo das finanças com a aplicação de conceitos da psicologia e sociologia (LIMA e MATHIAS. entre tantos outros (IQUIPAZA. 2009). que são utilizadas até hoje. por sua vez. Diversos estudos na área foram desenvolvidos por pesquisadores do período. Na década de 1940. Black. 2003).9 1. a década de 1950. Modigliani. na década de 1960. AMARAL e BRESSAN. É importante considerar ainda o desenvolvimento de computação como apoio para o estudo das finanças modernas. a partir disso. Estas. o que tomava suas pesquisas não universalmente aplicáveis (IQUIPAZA. Conforme artigo de Lima e Mathias (2003). Scholes. 2009). destinavam-se a descrever. como o modelo de formação de preços de ativos financeiros (CAPM).1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS O estudo das finanças iniciou-se no começo do século XX. Miller. verifica-se uma ênfase na análise da estrutura de capitais da empresa e políticas de dividendos.

10 Contudo. tornou a área financeira um campo propício para a aplicação de técnicas da área de pesquisa operacional. com cada vez mais o emprego de técnicas oriundas da pesquisa operacional. Segundo dados da Bolsa de Valores. entre 1993 e 2009. possivelmente concentrada em setores mais dinâmicos da economia.588. 1. as finanças passaram a possuir uma importância crescente e. que por vezes era agrupado dentro das ciências econômicos. integrava as escolas de negócios. passando de 375.3 ESCOPO DO TRABALHO Estudou-se o modelo de formação de carteiras ótimas com a utilização de cotações históricas das ações. com o desenvolvimento da informática. conforme Iquipaza. uma das principais foi a necessidade de delimitar legalmente os mercados financeiros. Galesne e Ziegelmann (1987) é uma tendência a percepção da importância do risco na análise de investimentos. Segundo Fensterseifer. Outro ponto é o crescimento do valor negociado no mercado de ações. em particular aquelas quantitativas.40 pontos. Outro ponto de impedimento foi a dificuldade encontrada para a classificação desta área como campo de conhecimento. Também ocorreram barreiras a utilização destes conhecimentos nos próprios mercados. Dentre estas dificuldades. uma aplicação cada vez mais difundida.5 pontos no Índice Bovespa anual para 68. de modo a caracterizá-los como distintos dos jogos de azar. Embora sua utilização total ainda seja baixa. há uma conscientização dos gestores para sua importância. o crescimento médio foi de 38. em função da não compreensão dos conceitos básicos das finanças modernas pelos agentes do mercado. Foram utilizados dados passados das cotações das ações da Bolsa de . e conseqüente demanda por profissionais com conhecimentos na área e por pesquisas acadêmicas sobre sua dinâmica. diversos obstáculos dificultaram o desenvolvimento e aplicação das ciências financeiras. Amaral e Bressan (2009). Isso reflete a importância crescente deste mercado na economia brasileira. com a superação destes aspectos.5% ao ano. Mercadorias e Futuros de São Paulo (2010b). 1. tanto em mercados financeiros como investimentos de capital. em outros casos.2 JUSTIFICATIVA A presença da incerteza como fator preponderante das decisões de investimento. Contudo.

. Outras 11 ações não foram encontradas ou não apresentavam dados durante o período completo desta análise. o que é necessário para a precisão dos resultados a serem obtidos.com. 2010 (Adaptado) Outro ponto a ser considerado foi o foco na modelagem dos investimentos sem consideração de vendas a descoberto. Utilizou-se como universo de títulos aqueles que compõem o cálculo do Ibovespa na data de 05/07/2007 (Anexo 1). Os valores obtidos foram utilizados para o cálculo do retorno mensal das ações. Caso ocorra redução em seu valor. PETR4 VALE5 USIM5 BBDC4 ITAB4 TNLP4 GGBR4 PETR3 VALE3 CSNA3 CMIG4 ITSA4 BBAS3 ELET6 NETC4 ALLL11 TAMM4 TNLP3 BRAP4 ELET3 VIVO4 BRKM5 CSAN3 GOLL4 AMBV4 CPLE6 NATU3 GOAU4 CCRO3 CYRE3 BRTO4 TCSL4 EMBR3 CPFE3 CESP6 SBSP3 LREN3 ELPL6 KLBN4 TMAR5 TCSL3 CRUZ3 LIGT3 TRPL4 CLSC6 TLPP4 CGAS5 Quadro 1 – Ações utilizadas para seleção da carteira Fonte: Souza. para o trabalho foram consideradas 47 ações no total (Quadro 1). Não houve nenhum tratamento dos dados quanto às taxas de inflação brasileiras presentes no período considerado.guiainvest. o investidor obterá lucros na negociação. Mercadorias e Futuros de São Paulo (BM&FBovespa). duas delas (ITAU4 e UBBR11) se fundiram em uma única (ITUB4). para período compreendido entre 05/07/2007 e 05/07/2010. Isso permitiu uma análise do retorno obtido pelo investidor.11 Valores. Este processo consiste na venda de ativos que o investidor não tem posse. ajustadas de acordo com os proventos distribuídos. visando minimizar valores extremos obtidos na cotação diária (outliers). para comprá-lo em data futura. Estes dados foram coletados do site GuiaInvest (www. que poderiam distorcer os resultados.br). Dentre estas 59 ações. Logo.

1. mas sem excluir aspectos importantes que interfiram de maneira contundente nos resultados reais. dentro do universo de ações considerado.5 ELABORAÇÃO DOS OBJETIVOS Este trabalho estudou a seleção de carteiras pela aplicação do modelo de Elton- Gruber. visando compreender e. obter-se-ia um retorno maior que o próprio Ibovespa. da Bolsa de Valores. Conforme Morabito e Pureza (2010). utilizando-se de conhecimentos anteriores para aplicação prática. determinando qual apresenta maior acurácia para o período. Estes modelos devem ser simples o suficiente para poderem ser determinados pelos métodos de resolução conhecidos. otimizar o comportamento do sistema real. Comparou-se também a precisão entre duas técnicas distintas para estimativa do beta das ações. Conforme Bazzo e Pereira (2005). com foco principal no processo de simulação. Não se pretende desenvolver ou detalhar nenhuma relação causal para a seleção de carteiras. com o uso de dados históricos. com objetivo de avaliar seu . desenvolvidos para auxiliar sua análise de modo sistemático.12 1. analisando o desempenho da carteira obtida e comparando-a quantitativamente com o Índice Bovespa.6 DEFINIÇÃO DA METODOLOGIA O trabalho apresentou uma pesquisa de natureza aplicada e objetivos descritivos. os modelos quantitativos são representações da realidade. com o uso do método de modelagem e simulação. Mercadorias e Futuros de São Paulo (BM&FBovespa). apenas descrever o comportamento destas ao longo do período estudado. o processo de simulação consiste em submeter modelos a diversas condições. com a utilização do modelo de seleção de carteiras de Elton-Gruber. É utilizada uma abordagem quantitativa. Procurou-se verificar se. 1. A simulação pode ser definida como o processo de condução de experimentos utilizando um modelo pré-estabelecido. posteriormente. descritos em linguagem matemática e computacional.4 FORMULAÇÃO DE HIPÓTESES Considerou-se um universo de ações formado pelos títulos que compõem a “carteira” utilizada para o cálculo do Índice Bovespa (Ibovespa).

O segundo capítulo é destinado à revisão bibliográfica do tema selecionado. Engloba também aspectos como escopo. Serão utilizadas planilhas eletrônicas do aplicativo Microsoft Office Excel® versão 2007.13 comportamento. submetidas a distúrbios através dos dados de entrada. Eles o classificam em três formas principais: icônica. Entre as principais vantagens da simulação citadas. justificativas para a pesquisa. analógica e matemática. além da metodologia a ser empregada. temos o baixo custo associado. . O quarto capítulo relata os resultados obtidos no trabalho e discute os mesmos. replicação precisa da simulação e melhor controle sobre as variáveis. Para o desenvolvimento de um estudo de simulação. servindo-se de variáveis que. hipóteses e objetivos. representam o modelo real.7 ESTRUTURA DO TRABALHO O primeiro capítulo do trabalho apresenta as considerações iniciais acerca do tema. visando recriar computacionalmente o sistema real. O quinto capítulo fecha o trabalho com as conclusões obtidas durante o desenvolvimento da pesquisa. O terceiro capítulo envolve o protocolo de pesquisa e a descrição das unidades de pesquisa. Por fim. é apresentada a forma como a monografia está estruturada. Este trabalho emprega especificamente a simulação matemática. utilizando-se de modelos para isso. 1. registrado o referencial teórico necessário para o desenvolvimento posterior. é necessária a utilização de programas computacionais (softwares).

como ações. desde que o emissor deste título não seja declarado falido. as suas ações valorizarão. ou de qualquer outro recurso. Eles são geralmente classificados em três grupos (BODIE. compreendem o direito de exigibilidade sobre os ativos reais e a renda gerada por eles.14 2. embora a empresa possa distribuir parte de seu lucro (dividendos). imóveis. KANE E MARCUS. Estes investimentos podem ocorrer tanto em ativos reais como nos financeiros. Os ativos financeiros. Já os investimentos em patrimônio (ações). títulos de renda fixa com riscos baixos serão referidos como ativos livres de risco. Como principais títulos. como terra. KANE E MARCUS. obrigações. KANE E MARCUS. Os títulos de renda fixa correspondem a ativos que geram um fluxo fixo (ou determinado por alguma fórmula). garantindo retorno de suas ações. 2000). Os ativos financeiros são negociados no mercado financeiro. por outro lado. contratos de mercadoria e taxas de câmbio. O mercado de capitais é uma das quatro subdivisões estabelecidas.1 INVESTIMENTOS Um investimento pode ser caracterizado como um empenho (sacrifício) monetário. pois se configuram nos investimentos em ativos financeiros mais seguros presentes no mercado. patrimônio (ações ordinários) e títulos derivativos. embora possibilitem investimentos especulativos (BODIE. Por fim. compreendendo o financiamento de médio e longo prazo para o investimento dos agentes econômicos. Não há garantia de fluxo de renda direta. REVISÃO DE LITERATURA 2. com a finalidade de se obter algum ganho futuro. 2000). até aqueles com riscos moderados (obrigações de rendimento alto) (BODIE. segundo Bodie. maquinário e conhecimento (BODIE. KANE E MARCUS. os títulos derivativos têm pagamentos determinados pelo preço de outros ativos. como títulos do tesouro. por meio da aproximação com aqueles . que são utilizados principalmente como forma de transferência de riscos. Posteriormente neste trabalho. 2000): títulos de renda fixa. Os ativos reais compreendem recursos que podem ser utilizados para a produção de bens e serviços. 2000). O retorno deste investimento ocorre pelo próprio desempenho da organização em que se investe: se ela apresentar bom desempenho. temos as opções e os contratos futuros. Existem títulos de renda fixa variando desde riscos de inadimplência quase nulos. Kane e Marcus (2000) representam uma participação de propriedade da empresa.

15

que ofertam dinheiro no mercado, ou seja, que apresentam capacidade de poupança (NETO, 2005). Segundo Neto (2005), uma das principais formas de financiamento ocorre pela oferta pública de ações, na qual uma empresa constituída como sociedade anônima pode, segundo os trâmites legais, ofertar parcelas do seu capital social (ações). Com a venda, a organização obtém a verba necessária para sua operação ou novas expansões. Para os investidores, as ações são instrumentos de propriedade da empresa e seu retorno (rentabilidade) está associado ao desempenho da própria empresa, do mercado em que ela atua e do mercado financeiro como um todo (REIS e TRICHES, 2007). A interligação existente entre mercado de capitais com os demais mercados do sistema financeiro é elevada, seja internamente no Brasil ou com os sistemas financeiros de outros países. O capital se move rapidamente entre diversas nações, ampliando o volume, liquidez e diversificação dos investimentos (REIS e TRICHES, 2007).

2.2

RISCO E RETORNO Para se avaliar alternativas de investimentos, é usual a utilização de duas medidas: o

retorno e o risco daquele investimento. Um investidor sempre buscará minimizar a probabilidade de perdas, maximizando, simultaneamente, o retorno do capital investido (MOTTA JUNIOR, OLIVEIRA e GUTIERREZ, 2007). O retorno de uma ação é definido como o percentual da remuneração obtida por seu preço inicial. Segundo Samanez (2007), a remuneração é composta pelos ganhos de capital (o preço final menos o preço inicial) e os benefícios obtidos durante este período de tempo, como bonificações, dividendos, desdobramentos e direitos de subscrição. O risco, de maneira geral, é a probabilidade de algum acontecimento desfavorável ocorrer, como, por exemplo, retornos sobre o capital menores que o esperado. Tradicionalmente, o risco é quantificado com o emprego do desvio padrão (σ), como representação da divergência dos resultados em função do retorno esperado. Contudo, conforme Elton et al.(2004), diversas outras medidas tem sido utilizadas. Como exemplos, podemos citar o desvio absoluto, semivariãncia e a medida de “valor sujeito a risco”. Considerando uma única ação, o retorno e o risco esperados tendem a apresentar uma correlação positiva: quando o risco do investimento aumenta, o investidor tende a exigir maiores retornos (MONTEVECHI, PAMPLONA e GONÇALVES JUNIOR, 2002). Por isso,

16

um investidor racional sempre escolheria, para um mesmo valor de retorno esperado do ativo, a alternativa que apresente menor desvio padrão. O risco de uma ação se divide em duas partes principais, o risco diversificável (não sistemático) e o risco de mercado (sistemático). O risco diversificável, também chamado de específico, é composto por eventos aleatórios que afetam somente a empresa ou seu setor de atuação (os exemplos clássicos são mudanças de normas para o setor ou queda no preço de determinado produto). Já os riscos de mercado afetam toda a economia, estando todos os setores produtivos expostos a eles.

2.3

HIPOTÉSE DE MERCADOS EFICIENTES Para se obter os valores numéricos acerca do retorno e dos riscos das ações, é usual a

utilização de dados históricos como estimativa destes valores futuros. Porém, é necessário analisar como os preços das ações refletem verdadeiramente as informações econômicas sobre a empresa. Tal campo de estudos formalizou-se na década de 60, com a Hipótese de Mercados Eficientes (HME). Bodie, Kane e Marcus (2000) consideram três formas de mercados, de acordo com a eficiência destas informações: fraca, semi-forte e forte. Na forma fraca da HME, a cotação atual das ações reflete todas as informações históricas, como cotações passadas, volumes negociados, vendas a descoberto, entre outras. Logo, não haveria nenhuma informação presente na análise da série histórica de cotações que pudesse gerar um ganho anormal no mercado; caso contrário, os investidores já teriam compreendido e utilizado tais padrões. Na forma semi-forte, os preços atuais de mercado refletiriam tanto as informações históricas como aquelas tornadas públicas sobre perspectivas futuras da empresa (como demonstrativos financeiros, patentes e outras publicações) (BODIE, KANE E MARCUS, 2000). Já a forma forte do HME, de acordo com Bodie, Kane e Marcus (2000), o preço das cotações reflete todas as informações, históricas, públicas ou privadas. Geralmente, esta hipótese é considerada extrema, pois se acredita que gestores internos de uma organização, com informações restritas à organização, podem obter retornos extraordinários, antes que estas informações sejam tornadas públicas. Conforme Iquiapaza, Amaral e Bressan (2009) resumem, o preço de uma ação, em um mercado eficiente, reflete toda a informação disponível sobre ela e seu valor só se alterará

17

caso novas informações sejam disponibilizadas. Assim, como a ocorrência destes eventos é imprevisível, o preço das ações descreve o chamado “modelo de passeio aleatório”, ao longo do tempo. Santos, Coroa e Bandeira (2008) estudaram a eficiência de mercado brasileiro, considerando ações de empresas que compunham o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), no período de entre 2006 e 2007, comprovando a eficiência na forma fraca. Camargos e Barbosa (2003), compilando o resultado de 24 estudos no país sobre o tema, desenvolvidos entre 1973 e 2001, obtiveram que destas, somente 10 concluíram sobre a eficiência do mercado. Contudo, 70% das pesquisas que consideraram a forma fraca de eficiência a confirmaram, sendo a maioria destas de trabalhos recentes. Isso levou os autores à conclusão de que o mercado de capitais no Brasil apresenta-se atualmente na forma fraca de eficiência.

2.4

MODELO DE MARKOWITZ Em 1952, Harry Markowitz publica no periódico Journal of Finance seu artigo

“Portfolio Selection”, criando a Teoria da Carteira (Portfolio). Neste estudo, o autor demonstra matematicamente como a diversificação do investimento, com a compra de diversas ações ou outros ativos (carteira), pode ser usada de forma a reduzir os riscos de ações isoladas, além de fornecer projeções do retorno esperado para uma dada carteira. Ribeiro e Ferreira (2005) consideram que a principal contribuição deste trabalho foi analisar o retorno obtido em carteiras como variáveis aleatórias, sendo sua variabilidade o próprio risco da carteira. Logo, ele forneceu a compreensão de como a diversificação dos investimentos reduz o risco. Markowitz (1952) e Santos, Coroa e Bandeira (2008), apresentam os pressupostos utilizados para orientar seus estudos: a) Os investidores aceitariam os valores de retornos de cada ativo, de acordo com a distribuição de probabilidade de seus retornos; b) Os investidores decidiriam os investimentos com base somente no valor esperado e variância dos retornos; c) Custos de transação e impostos seriam desprezados; d) Para certa taxa de retorno, os investidores tenderiam a minimizar o risco do investimento;

Já o risco da carteira. mais especificamente programação quadrática.j = covariância entre os ativos i e j. podendo assim comprar qualquer valor de ações. 2004): Restrito a: . 2007): Onde: N = número de ativos na carteira. Ri = retorno esperado do ativo i. Considerando vendas a descoberto não permitida e buscando minimizar o risco para um retorno de carteira dado (R p). f) Os ativos seriam infinitamente divisíveis. Xi = porcentagem do valor da carteira aplicado no ativo i. é definido como (SAMANEZ.18 e) Existe uma taxa sem risco na qual os investidores podem aplicar ou captar recursos. O retorno esperado de uma carteira (Rc) é dado por (SAMANEZ. avaliado em termos da variância (σ c2). O problema de otimização de carteiras pode ser resolvido com o uso de programação matemática. temos que (MORETTI. σi. e não somente múltiplos do valor mínimo negociado. 2007): Onde: σi2 = variância do ativo i.

Conforme Samanez (2007). Igualando-se estas derivadas a zero e resolvendo o sistema de equações resultantes. Considerando como exemplo uma carteira com dois ativos (N = 2) e os seguintes dados. obtêm-se o ponto de mínimo risco da função obtida. 2007): Tabela 1 – Exemplo de dados para o modelo de Markowitz Retorno Esperado do ativo 1 Retorno Esperado do ativo 2 Risco (variância do ativo 1) Risco (variância do ativo 2) Covariância entre os ativos 1 e 2 Retorno esperado para a carteira Retorno esperado para os ativos sem risco Fonte: Samanez. composta pela função objetivo. com a presença de um ativo sem riscos na carteira. Restrito a: Este dois casos configuram-se como problemas de programação não linear. deve-se derivar a função L em função das variáveis Xi e em função do operador λ.19 Samanez (2007) apresenta uma abordagem alternativa. temos o método dos multiplicadores de Lagrange. 2007 (Adaptado) 12% 10% 4 3 0 9% 6% Temos como função objetivo então: . com variáveis Xi (porcentagem a ser investida em cada ação). Sendo L a função lagrangeana. subtraída das restrições multiplicadas pelo operador lagrangeano λ. conforme tabela 1 (SAMANEZ. Dentre as técnicas de resolução.

Desenvolvendo a fórmula. para garantir que a solução obtida seja a solução ótima global. adicionam-se restrições adicionais. Para evitar esta possibilidade. teremos a porcentagem a ser investida em cada ação: Para se obter a fração a ser alocada ao ativo sem risco (Rf): Samanez (2007) também observa que a única restrição para o último problema é a taxa de retorno desejada. caracterizando vendas a descoberto.20 Derivando esta função objetivo. 2007): Ou . temos que (SAMANEZ. Para análise da forma como a diversificação reduz a variabilidade. mas aumentaria a complexidade computacional da resolução do problema. forçando as variáveis a assumirem valores não negativos (X i 0). obteremos três equações: Substituindo os dados e resolvendo o sistema resultante. iremos considerar que cada ativo tem participação igual do total aplicado na carteira (X i = 1/N). Neste caso. Isso forçaria a utilização das técnicas de Karush-Kuhn-Tucker (KKT). poder-se-ia obter variáveis Xi com valores negativos.

é considerado que representa o risco diversificável da carteira. alternativamente. teríamos que a variância da carteira seria igual a covariância de seus títulos.21 Onde: = variância média da carteira. Considerando o pressuposto de que para dada taxa de retorno. ou. os investidores tenderiam a minimizar o risco do investimento.. Este representaria o maior retorno possível para qualquer taxa de risco. Figura 1 – Efeito do número de títulos sobre o risco da carteira (Estados Unidos) Fonte: Elton et al. Isso pode ser visto no gráfico comparativo entre o tamanho das carteiras e o risco correspondente (Figura 1). Por isso. No limite. 2004 (Adaptado) Outro ponto importante do trabalhado de Markowitz foi a definição de Fronteira Eficiente. Percebemos então que o fator da variância média da carteira se reduz com o aumento do número de ações. enquanto a covariância média permanece estável. e seu perfil dependeria principalmente do coeficiente de correlação entre os ativos (Figura 2). . observou-se que haveria um limite no gráfico entre retorno esperado e variância da carteira. enquanto é o risco de mercado. com N tendendo ao infinito. = covariância média da carteira. para um risco fixo. pois não se reduz com o aumento do tamanho da carteira. estes investidores buscariam o retorno máximo.

conforme a proporção de .B = 1). utilizando o desvio-padrão) são representados por: Onde: ρA. quando os ativos apresentam coeficiente de correlação igual a um (ρA. a fronteira eficiente é formada por uma reta. É obtido segundo a equação: Figura 2 – Retorno esperado e risco para uma carteira com duas ações Fonte: Montevechi.22 Analisando uma carteira composta por somente dois ativos. 2002. para apresentar os valores entre -1 e 1. A e B. pela figura. Percebe-se. O coeficiente de correlação é a forma normalizada da covariância. Pamplona e Gonçalves Junior. que. seu retorno (R c) e risco (σc) (no caso.B = coeficiente de correlação entre os ativos A e B.

Para valores intermediários da correlação (-1 ≤ ρA. o nível de risco.B ≤ 1). percebemos o efeito obtido pela seleção apropriada de títulos. mantendo o retorno constante. Quando o coeficiente de correlação é perfeitamente negativa (ρA. a fronteira eficiente se altera (Figura 3). a fronteira eficiente apresenta-se como não linear. a fronteira eficiente é formada por uma reta. podemos considerar a variação dos retornos esperados. é o mínimo possível. conforme Samanez (2007). conforme a equação: . Neste caso. Quanto menor o valor da correlação entre as ações consideradas. Assim. até o limite da correlação perfeitamente negativa (ρA. Isso representa uma combinação linear entre os retornos e desvios-padrão das ações (SAMANEZ. Neste caso. É importante notar que. temos a porcentagem do valor da carteira aplicado no ativo A: Desta forma. obteríamos o maior retorno quando a correlação fosse perfeitamente negativa e o retorno mínimo para a correlação perfeitamente positiva. haverá uma determinada proporção na qual o risco da carteira será nulo. podemos reduzir este risco. maior será a redução do risco e maior o ganho obtido com a diversificação. os coeficientes de correlação entre os títulos com risco e aquele títulos sem risco são nulos. Alternativamente. representada por σ c = 0. gerando reduções de risco inferiores ao obtido com a correlação perfeitamente negativa. na figura acima. 2007). Considerando a presença de um ativo livre de riscos (σ i2 = 0). dada determinado risco constante. Considerando um retorno de 15%. Neste caso.B = -1). na qual não haveria risco neste investimento. pois haverá outras proporções que apresentam retornos superiores para o mesmo nível de risco. Considerando títulos com correlação inferiores. com retorno esperado igual à Rf compondo a carteira. Analisando a figura 2. para um dado retorno. com uma carteira formada pelo ativo com risco A e um ativo sem risco.B = -1). temos uma taxa de risco de também 15%. com coeficiente linear igual à rentabilidade do ativo sem risco.23 cada ativo incluído na carteira. o segmento de reta delimitado entre os retornos de 10% e 15% não representa a fronteira eficiente desta combinação de dois ativos. o retorno e o risco esperados serão: Pela última fórmula.

As causas citadas são as dificuldades de estimação dos dados (principalmente a matriz de correlação). ao invés da correlação entre as diferentes ações. 2002. a dificuldade computacional de resolução da programação quadrática do modelo e a resistência dos gestores de fundos de investimento em compreender o próprio modelo corretamente. Este utiliza. Elton. Embora a proposta de Markowitz fosse essencialmente prática. uma correlação (beta) entre cada ação e um índice que represente o retorno médio das ações no mercado (SANTOS. investidores que buscam maiores retornos tendem a aumentar a participação dos ativos com risco em suas carteiras. em 1963. COROA E BANDEIRA. 2008). 2. Pamplona e Gonçalves Junior. Desta forma. o modelo de índice único considera sua rentabilidade (R i) e variância (σi2) como (ELTON et al. Por outro lado.24 Figura 3 – Retorno esperado e risco para um ativo sem risco e um ativo com risco Fonte: Montevechi. e conseqüentemente. 2004): Onde: αi = Componente do retorno da ação independente do mercado. . que exigia um grande esforço computacional para a época e grande equipe de analistas financeiros. a carteira se situará sobre a fronteira eficiente. Gruber e Padberg (1976) discorrem sobre os motivos da não utilização dos métodos expostos em seu artigo.5 MODELO DE ÍNDICE ÚNICO Para simplificar o modelo de Markowitz. Para uma única ação i. com investidores mais conservadores selecionando portfólios com menor risco. maiores participação de ativos sem risco.. foi desenvolvido o modelo de índice único por Sharpe.

d) A covariância entre os erros aleatórios entre dois ativos é nula. βi = constante que relaciona o retorno do título i a taxa de retorno do mercado R m. São usadas as seguintes premissas para o modelo de índice único (SAMANEZ. Assim. 2004): Então. 2004): O beta da carteira (ELTON et al. σei2 = variância do componente aleatório do preço.. assim. O retorno esperado da carteira (Rc) é dado por (ELTON et al. ei = componente aleatório do preço da ação.. c) O erro aleatório ei não é correlacionado a taxa de retorno do mercado Rm.. o problema de seleção da carteira ótima pode ser definido para o modelo de índice único. a variância da carteira é (ELTON et al. 2007): a) O retorno de um ativo é dado por uma equação de regressão linear relacionado-o com o retorno do mercado.25 Rm = taxa de retorno do índice de mercado escolhido. o retorno médio de cada ação pode ser dado por: E a covariância entre dois títulos por (ELTON et al.. σm2 = variância da taxa de retorno do índice R m. dois títulos somente variam de maneira similar é em função da correlação com o índice de mercado. 2004): Desta forma. b) O erro aleatório de um ativo apresenta distribuição normal e média zero. 2004): .

além disso. Lintner e Mossin. o modelo CAPM apresenta as seguintes premissas: a) Os investidores apresentam expectativas iguais quanto aos retornos e riscos.26 2. foi desenvolvido por Sharpe. considerando que o retorno é função da rentabilidade dos investimentos sem risco e também do retorno exigido para assumir o risco do ativo (chamado de prêmio de risco) (SAMANEZ. com retorno R m e risco σm². por isso. Diversos outros modelos. esta deverá conter todos os ativos que compõem o mercado. d) Existe uma taxa sem risco na qual os investidores podem aplicar ou captar recursos. Conforme Samanez (2007). na década de 1960. não apresentando custos de transação e de informação. pela ausência de impostos e outros custos. com base na igualdade entre os excessos de retorno. g) O mercado é perfeito. Conforme este modelo. somente o risco sistemático seria recompensado: Para Samanez (2007). O modelo quantifica o retorno esperado das ações de forma linear. como o IBOVESPA no Brasil. c) Não existem limites para os investimentos e empréstimos. com capacidade para análises . ou Capital Asset Pricing Model (CAPM). o excesso de retorno obtido (considerando como referência o retorno do ativo sem risco) para cada unidade de risco deverá ser igual para todos os ativos. considerando um mercado eficiente em condições de equilíbrio. Ela representará o próprio mercado. f) O único risco presente é o risco de mercado (por considerar as carteiras diversificadas). o risco diversificável não deverá ser remunerado pelo mercado. Assim. nenhum investidor isolado pode modificar o preço dos ativos. Embora o CAPM tenha difundido a utilização das ferramentas de avaliação de títulos e projetos de investimento. em função da possibilidade de sua eliminação em uma carteira. sendo geralmente aproximada pelos índices das bolsas de valores. temos que: O Modelo de Precificação de Ativos Financeiros. 2007). b) O retorno dos investidores é igual.6 CAPITAL ASSET PRICING MODEL (CAPM) Para uma carteira ser perfeitamente diversificada. ele se baseia na análise de títulos com somente um período de duração (modelo uniperiódico). e) Os investidores são avessos ao risco.

como o arbitrage price theory (APT) e uma versão mais abrangente do CAPM. O beta (β) representa seu coeficiente angular. 2007): Samanez (2007) explica a utilização do processo de regressão linear para o cálculo dos alfas (α) e betas (β). as principais anomalias são: o efeito tamanho. Observam-se também. é utilizada a técnica de regressão linear entre estas duas variáveis. que apresentam retornos maiores que o valor esperado obtido pelo modelo.27 multiperiódicas. foram desenvolvidos. no qual empresas com valor contábil do patrimônio líquido baixo em relação ao valor de mercado proporcionaram retornos também superiores ao previsto. de forma a minimizar o somatório do quadrado dos erros aleatórios. Ele representa a volatilidade de determinada ação em resposta a alterações do mercado (representado geralmente por seu índice) (SAMANEZ. por outro . é fundamental a precisão de sua estimativa para os resultados do modelo. com T observações para cada ação: O coeficiente α representa o ponto mais provável de intersecção da reta com o eixo das ordenadas. conhecida como CAPM Intertemporal (ICAPM) (SAMANEZ. (2004) utiliza das seguintes fórmulas para o cálculo. na literatura. observado em ações de empresas de pequeno porte. 2007). e o efeito valor.7 ESTIMATIVAS DO BETA O beta é parâmetro fundamental para a utilização do apreçamento de ativos pelo CAPM e para a seleção de carteiras utilizando índice único. Para estabelecer essa relação entre o retorno de determinada ação e o índice do mercado. 2007). A técnica consiste em ajustar uma reta ao conjunto de valores observados. indicando a volatilidade da ação em resposta às oscilações de mercado. Considerando as séries temporais dos ativos e do índice de mercado. Segundo Samanez (2007). se expressa à relação entre eles de acordo com a seguinte equação (SAMANEZ. um beta inferior a um (β < 1) representa que a ação aumenta proporcionalmente menos quando há um aumento no índice de mercado. diversas anomalias relacionadas ao CAPM. 2. Desta forma. Elton et al.

em uma eventual redução no valor do índice de mercado. Contudo. usando dados históricos e utilizar aquele valor como estimativa. mas que podem ser corrigidos. A ação com beta acima de um (β > 1) apresenta comportamento inverso. GRUBER E URICH. ela é utilizada neste trabalho como parâmetro de comparação (ELTON. Já na técnica de Blume. o modelo de média global e a matriz de correlação histórica. Gruber e Urich (1978). A partir daí. a técnica de Vasicek utiliza uma média ponderada entre o beta histórico de cada ação e a média dos betas de toda a amostra. esta ação terá o valor diminuído em uma razão menor do que a do mercado. ajustando o beta histórico do período considerado. visando minimizar as distorções provocadas. é realizada uma regressão entre o beta histórico calculado para um período e o beta histórico do período anterior. A técnica dos betas históricos consiste em uma regressão (método dos mínimos quadrados) realizada entre o retorno do ativo e um índice de mercado durante o período analisado. aliadas a melhorias de precisão das antigas. sem a realização de nenhum ajustamento adicional (ELTON. técnica de Blume. Seu valor irá se reduzir mais quando houver redução do índice. sejam constantes ao longo do tempo. obtendo resultados bastante satisfatórios em relação a outras técnicas .28 lado. ampliaram o leque de escolhas para previsão de carteiras ótimas. GRUBER E URICH. Gruber e Urich (1978) comparam a acurácia entre as técnicas de ajustamento dos betas (betas históricos. Para o ajustamento dos betas das ações. Isso leva a erros na estimação dos valores. Uma complicação ocorre quando se percebe que estes não apresentam valores perfeitamente estacionários ao longo do tempo (ELTON et al. alfa e beta. 2004). o modelo de betas iguais a 1 foi proposto ao comparar sua precisão com outros modelos. Elton. técnica de Vasicek.. Recentes desenvolvimentos de novas metodologias. quando este se elevar. esta regressão é utilizada para a previsão. e aumentará proporcionalmente mais. a utilização do método de regressão linear supõe que os parâmetros do modelo. Segundo Elton. 1978). Os pesos dependem do desvio padrão de cada um dos betas utilizados e do beta médio. Esta é a mesma técnica utilizada no modelo de Markowitz. betas iguais a 1). A matriz de correlação histórica consiste em calcular cada par do coeficiente de correlação entre as ações. estão disponíveis na literatura várias técnicas. Embora esta técnica não estime o valor do beta (não correlaciona o valor da ação ao índice de mercado). Por outro lado. 1978).

Gruber e Padberg (1976). A simplicidade deste modelo em relação aos anteriores. Gruber e Urich. Gruber e Urich. busca-se uma agregação destes valores. em seu artigo “Simple Criteria for Optimal Portfolio Selection”. Gruber e Urich (1978) estuda a precisão dos modelos tanto ajustando as previsões para o mesmo valor médio e quando não são ajustados. Desta forma.8 MODELO DE ELTON-GRUBER Elton. 2. o trabalho de Elton. Conjetura-se que os betas sejam constantes ao longo do tempo. com base em decisões estratégicas. 1978). Considerando que os diferentes modelos tendem a prever a média dos coeficientes de correlação em valores desviados dos dados históricos. mas se modificam pelos riscos de negócios e riscos financeiros da empresa. modificou seus riscos. E por último. baseadas na regressão linear. demonstraram matematicamente um procedimento de obtenção da carteira ótima. séries longas tendem a englobar períodos nos quais a empresa. buscando simplificar o processo de otimização da carteira de investimentos. sendo utilizada a média de todos os coeficientes.29 (Elton. sem a utilização de programação matemática. ao longo de cinco anos. a utilização de uma série histórica curta para prever os betas pode significar uma alta variabilidade do valor obtido. A classificação das técnicas utilizadas nos dois casos está ilustrada na tabela 2. o que leva o beta. Tabela 2 – Classificação das técnicas de previsão dos betas Modelo Média global Técnica de Vasicek Técnica de Blume Betas históricos Matriz de correlação histórica Betas iguais a 1 Coeficientes não ajustados 1º 3º 2º 4º 5º 6º Coeficientes ajustados 1º 2º 4º 3º 5º 6º Fonte: Elton. Contudo. Cada técnica foi analisada de acordo com a acurária das previsões acerca das correlações no período subseqüente. Desta forma. conseqüentemente. 1978 (Adaptado) Samanez (2007) reflete em relação às técnicas utilizadas para o cálculo dos betas. o modelo de média global assume que dados históricos para cada ação são instáveis e aleatórios demais. a se alterar. o que invalida as técnicas utilizadas. do mesmo modo que melhorou a eficiência computacional na resolução destes .

A seguir. Seguindo a classificação obtida. em ordem decrescente. devem-se comparar os excedentes de retorno sobre o beta com os valores calculados de Ci. todos que apresentarem excedentes de retorno sobre o beta maiores também deverão compor a carteira. percebe-se que. (R/V)i. o valor de C2 incluiria os dois primeiros títulos. até o valor de C n.. 2004). difundindo sua utilização.. que considera que a carteira deve ser composta pelos i primeiros títulos. facilitou a compreensão da própria teoria das carteiras pelos analistas e gestores financeiros. para calcular o valor de C1 usaríamos somente a primeira ação da lista (aquela que obteve o maior (R/V)i). se um determinado título participa da carteira. de cada ação de acordo com seu “excedente de retorno sobre o beta”. . todos os valores de (R/V) dos títulos entre “i” e “N” serão inferiores ao valor de C i. o índice “j” representa todas essas ações que seriam abrangidas pela carteira composta dos “i” primeiros títulos. calculam-se os valores Ci. Partindo do modelo de índice. Na fórmula. Teríamos então o valor de Ci utilizando em seu cálculo os “i” primeiros títulos. que compreenderia todo o universo das “N” ações. Exemplificando. A seguir. que é definido como (ELTON et al. Haverá um “i” para o qual todos os valores de (R/V) dos títulos compreendidos entre “1” e “i” serão superiores ou iguais a Ci e. 2007). este método se inicia na classificação.30 problemas. que o investidor recebe por incorrer em risco (ELTON et al. utilizado neste caso por facilidade matemática. simultaneamente. de acordo com a classificação das ações com base no excedente de retorno sobre o beta (SAMANEZ. 2004): Este valor identifica-se com a diferença entre o retorno esperado da ação e o retorno do título sem risco. Assim. Esta será a carteira ótima e o valor de Ci será a taxa de corte (C*).

9 DESEMPENHO DE CARTEIRAS Diversos métodos foram desenvolvidos para comparação entre diferentes carteiras. são recomendadas técnicas mais avançadas. entre outros. teremos que sua participação será zero (X = 0) (SAMANEZ. com um retorno esperado maior por unidade da taxa de risco assumida. como o índice de informação. calcula-se a participação (Xi) que cada uma terá no total do investimento. Para as demais.31 Definidas as ações que comporão o portfólio. índice de Sharpe generalizado. Conforme Samanez (2007). temos o índice de Sharpe e o índice de Treynor. estes métodos auxiliam na identificação dos pontos fortes das carteiras. que tem como base o desvio-padrão da própria carteira (SANTOS. Existem diversas técnicas. que são decorrentes de um retorno da carteira menor (Rc) que o retorno livre de riscos (Rf). Contudo. COROA e BANDEIRA. Outro ponto. Segundo Samanez (2007). ao contrário do IS. O índice de Sharpe (IS) ordena as carteiras de acordo com a chamada recompensa pela variabilidade (reward-to-variability). índice de Sortino. esta medida tem como pressuposto que a carteira é diversificada. 2. e áreas passiveis de melhorias. . para isso. objetivando auxiliar o analista financeiro na tomada de decisão. levantado por Vinod e Morey (2001) se refere à impossibilidade de se definir o risco da própria estimação do índice de Sharpe. O índice de Treynor (IT) utiliza o coeficiente beta (risco sistemático) como medida de risco. o IS não deve ser utilizado quando se obtiver valores negativos. 2007): Onde. 2008). que é definida pelo excesso de retorno por unidade de risco: O numerador é denominado prêmio de risco. é importante na análise da gestão da carteira. Entre os principais. o que justifica a utilização do beta como risco do investimento. Um IS maior significa melhor desempenho da carteira. Além disso.

32 Em seu trabalho. Eid Jr.. . Rochman e Taddeo (2005) concluem que devido às dificuldades computacionais para a utilização de medidas mais sofisticadas de desempenho de carteiras. só haveria necessidade de seu uso quando se desejasse calcular o risco de estimação ou quando este risco ou a volatilidade da carteira fossem muito elevados.

e comparações de seu retorno esperado em 2010 com o retorno obtido no mercado pelas ações que a compõem. Pretende-se. tanto das cotações das ações consideradas como do próprio Índice Bovespa. considerados mensalmente. é certo que pesquisas baseadas na aplicação deste modelo tomem deste a mesma característica. a dos “betas históricos” e o da “média global”. é possível realização comparações das ações ao longo do tempo. que. utiliza-se neste trabalho dados de mercado disponíveis no período compreendido entre 01/01/2009 e 31/12/2009. coletados e ajustados em função de todo o retorno obtido pelos investidores. que objetiva investimentos em prazos mais longos. reduzir a influência de movimentos especulativos no mercado. É importante a consideração da utilização de dados médios. Realizar-se-á também a comparações entre duas técnicas distintas de cálculo do beta das ações. entre 01/01/2010 e 05/07/2010 (carteira 2009/2010). Buscou-se verificar a aderência destes com a utilização de dados reais. Nos anexos. Com isso. embora importantes para avaliações de curto e médio prazo. com esta medida. como valorizações. DESENVOLVIMENTO 3. Logo. foi aplicada a mesma metodologia dos trabalho para os dados disponíveis entre 01/01/2008 e 31/12/2008. dividendos distribuídos e outras alterações no valor nominal da ação. Foi realizada uma pesquisa aplicada usando um modelo pré-existente.33 3. Posteriormente a seleção das carteiras. pode interferir na seleção de carteiras. para a seleção da carteira ótima no ano de 2009. analisando assim a viabilidade de utilização deste no mercado financeiro do Brasil. Somente com a utilização destes. busca-se comprovar as .1 DESCRIÇÃO DO PROTOCOLO DE PESQUISA Para a escolha da carteira de investimento. baseando-se no valor passado das cotações para a tomada de decisão. o modelo de Elton-Gruber. sem propostas de explicação de seus fenômenos ou criação de preceitos a serem seguidos. no caso. simplesmente expondo seu desempenho. Assim. estudar-se-á o comportamento do modelo utilizado. Serão realizadas simulações. o estudo desenvolverá com caráter descritivo. O próprio modelo apresenta abordagem puramente quantitativa. com retorno calculado para os períodos de 01/01/2009 até 31/12/2009 (carteira 2008/2009). será avaliado o retorno obtido pelo investidor durante o ano subseqüente. Assim.

No primeiro. e posteriormente os retornos mensais médios das carteiras. No segundo caso. Os dois cenários foram comparados com o retorno obtido pela carteira teórica do Índice Bovespa durante o ano de 2010.34 classificações obtidas por Elton. avaliando qual possui maior adequação para sua utilização. com o valor do beta individualizado para cada título. Foram avaliados inicialmente os retornos totais obtido durante o ano. Gruber e Urich (1978).2 DESCRIÇÃO DAS UNIDADES DE ANÁLISE Foram considerados dois cenários para a seleção da carteira de investimentos. procurando reduzir a variabilidade dos betas por meio de sua agregação. 3. . foi utilizada a média de todos os betas considerados. foi considerada a técnica dos “betas históricos”. segundo o modelo da “média global”.

. foi considerado uma taxa de retorno sem risco de 12 % ao ano.95 % ao mês. 3 e 4. e calculados para Para a definição das ações que irão compor a carteira selecionada. é necessária a definição do retorno do título sem risco ( . O valor do Índice Bovespa.35 4. respectivamente. estão disponíveis nos anexos 2. Na data de 06/06/2007. conforme detalhado na seção “2. foi utilizada a técnica de Elton-Gruber. A partir destes dados. ela foi fixada pelo Copom em 12% ao ano. são apresentados no anexo 5 deste trabalho. assim como as cotações das ações. RESULTADOS 4.1 RESULTADOS ALCANÇADOS Os valores utilizados para o retorno das ações ( ) do universo de seleção foram ) e do calculados pela variação percentual entre a cotação média mensal do mês atual ( anterior ( ).8 MODELO DE ELTONGRUBER”. além dos elas. Para isso. neste trabalho. para os anos de 2008. O próprio Índice Bovespa também teve seu retorno mensal ( ) calculado conforme os mesmos princípios. segundo as seguintes fórmulas. e . foram determinados os seguintes parâmetros necessários para a definição da carteira. Os retornos das ações durante o ano de 2009. Este valor foi definido a partir da taxa Selic (Sistema Especial de Liquidação e Custódia) vigente na época do início da série histórica das cotações. . como . que corresponde a aproximadamente 0. 2009 e 2010.

citadas abaixo. são mostrados os cálculos realizados para a seleção de carteiras com o beta determinado conforme a técnica dos “betas históricos” e na tabela a seguir (tabela 4).36 O valor do beta utilizado para o modelo de “média global” corresponde a média de todos os betas calculados segundo o modelo do “beta histórico”. Considerando os dados constantes do anexo 5. são utilizadas no modelo de seleção de carteiras de Elton-Gruber. . Na tabela 3. os mesmos cálculos para o modelo de “média global”. seu valor para a carteira de 2009/2010 foi: As fórmulas matemáticas.

014459 0.000221 0.034765 0.42079 36.023248 0.009969 0.036805 0.748556 1.007753 0.032459 0.0152 0.88789 70.005056 Fonte: Organizado pelo autor.35717 0.61495 24. .414237 0.32284 28.378355 3.914028 2.02439 0.082389 0.014194 0.6769 132.973478 0.643793 3.110301 1.44079 37.012969 0.987873 3.018819 0.013891 0.012841 0.034828 0.043335 0.092115 0.039824 0.064573 0.085885 0.069588 0.0373 109.342591 1.46064 11.01724 0.038912 0.454384 0.310612 3.57834 85.5079 225.025462 0.065223 0.59018 19.57158 55.3071 39.009289 0.413515 2.025801 0.959853 3.909517 2.21765 2.874081 3.037274 0.034316 0.025299 0.76398 53.0471 0.012654 0.015547 0.03541 47.166445 0.51576 33.108458 0.25004 49.110946 0.004137 0.074363 0.99391 80.37 Tabela 3 – Composição da carteira para 2009 utilizando “betas históricos” LIGT3 GOLL4 NETC4 ELET3 PETR4 PETR3 TAMM4 TNLP4 CESP6 TNLP3 NATU3 LREN3 CMIG4 BBAS3 AMBV4 CCRO3 BRAP4 VALE3 VALE5 ITSA4 CSNA3 CSAN3 USIM5 ELET6 ITUB4 CPLE6 CYRE3 BRKM5 ALL11 BBDC4 GGBR4 KLBN4 TCSL4 GOAU4 SBSP3 CPFE3 BRTO4 TMAR5 CLSC6 2895.061043 0.08832 0.64 464.35372 50.619461 2.72727 67.029072 0.031701 0.02495 0.96563 65.041181 0.014893 0.013916 0.174163 0.2179 120.019403 0.028518 0.063724 0.099671 0.032137 0.072761 0.012152 0.22376 0.002428 0.073676 0.717448 3.03531 97.952011 3.466842 0.065734 0.347905 0.029438 0.51116 38.051589 0.079341 0.02606 0.01417 43.310986 0.044329 0.048323 0.90151 1.001653 0.501963 3.964719 3.164517 0.92267 49.036187 0.103067 0.424 106.627956 0.088271 2.043149 0.004856 0.006077 0.019308 0.44425 45.636898 9.48685 25.33917 46.967526 3.066504 0.042 98.794159 2.73581 60.530259 1.13417 14.120116 0.5644 30.010108 0.129115 0.75167 9.754816 3.155128 3.047993 0.73756 40.035289 0.781544 2.878397 0.038041 0.011395 0.

005845 0.161084 0.282391 1.03642 0.11929 67.19132 26.2828 92.114867 0.512225 3.047359 0.456693 3.055981 0.72633 55.394408 4.34627 25.737556 1.3777 44.1005 111.035321 0.72833 7.009314 0.538032 1.084865 0.46433 49.78308 18.00749 0.155924 0.054613 0.033969 0.109041 0.036214 0.8199 85.035107 0.3473 77.023382 0.163294 0.032221 0.0376 0.217775 2.16187 0.280451 4.270963 0.972364 5.21514 23.110509 0.38 Tabela 4 – Composição da carteira para 2009 utilizando “média global” CYRE3 GOLL4 LREN3 BRKM5 CSNA3 CSAN3 BRAP4 BBAS3 USIM5 GGBR4 TAMM4 VALE3 GOAU4 PETR4 NATU3 VALE5 CCRO3 PETR3 VIVO4 AMBV4 CESP6 NETC4 ELPL6 ITSA4 ALL11 BBDC4 ITUB4 KLBN4 CPLE6 CRUZ3 TCSL4 ELET3 SBSP3 TNLP3 TNLP4 ELET6 TRPL4 CMIG4 LIGT3 BRTO4 CPFE3 TMAR5 135.608708 3.004023 0.882991 2.05654 0.041547 0.034186 0.46455 22.002518 0.039919 0.94768 15.038405 0.91888 49.041815 1.851513 3.023253 0.001398 0.008653 0.04203 61.386279 4.011805 0.031256 0.714935 3.01398 0.098261 1.142536 0.044381 0.0592 104.024898 0.91757 15.84087 66.95458 63.054188 0.443558 0.767231 3.000586 Fonte: Organizado pelo autor.007245 0.075835 0.103643 0.52978 30.101019 0.381677 4.021811 0.565492 0.001685 0.026802 0.022238 0.918533 3.1706 54.027812 0.067281 0.026355 0.44293 8.022783 0.50159 84.065558 0.1048 0.056254 0.35137 42.182368 6.080029 0.01226 0.055584 2.93208 45.01188 0.136516 4.709749 0.10565 47.097962 3.875395 0.03585 0.008081 0.1648 119.61895 59.056749 0.47351 49.2068 64.97557 1.6018 63.016626 0.136275 0.015424 0.06276 0.54884 44.42146 29.029493 0.035279 0.047196 4.428449 2.092715 0.395681 0.050646 0.025209 0.007728 0.012459 0.50072 40.676577 2.335443 0.082506 4. .04784 0.951994 3.22608 1.12658 0.08994 0.104204 0.017601 0.83679 3.040226 0.072539 0.036018 0.348618 4.112948 4.012275 0.014439 0.019649 0.016818 0.65551 53.983878 4.330886 3.04399 0.013067 0.021552 0.01069 83.61391 79.

0729 22. O retorno observado no Índice Bovespa foi de -0.1073 "Média global" -0.0224% ao mês e a carteira selecionada com o modelo da “média global” teve retorno mensal de -0. enquanto para a técnica de “média global”.3243 -1.36%).1519 "Betas históricos" -1. São analisados também o desempenho obtidos para as duas carteiras. superior as duas carteiras e ao Índice Bovespa.2089 -20.0000 -0. o ativo sem risco apresentou retornos de 0.7259%.7956% ao mês. Observa-se também que.3098 -1.39 A seguir. não devendo então ser utilizados como critério de comparação entre carteiras. e o outro modelo utilizou 42 títulos (89. Sua aplicação levaria a decisões não racionais. enquanto a carteira que utilizou os “betas históricos” apresentou retorno de -1.7259 -5.7296 % ao mês.7112 Fonte: Organizado pelo autor.7018 Sharpe Treynor -0.7296 0. respectivamente).3670 0. os retornos das duas carteiras durante o ano de 2009 são comparados com o aumento do Índice Bovespa no mesmo período (tabela 5). Em comparação.98% do total).7259% contra -0. observamos que a carteira utilizando a “média global” apresenta retorno superior ao Índice Bovespa (-0.7956 -6.0101 1.3375 -24. utilizando-se os Índices de Sharpe e de Treynor. eles apresentam valores negativos.2 DISCUSSÃO DOS RESULTADOS A aplicação do modelo de seleção de carteiras gerou resultados bastante próximos dos obtidos pela própria carteira que compõem o Índice Bovespa.973478.395681.2039 -1. 4. de . utilizando-se sua variação mensal e o retorno total obtido durante o ano. a carteira formada utilizando-se da técnica dos “betas históricos” apresentou 39 ações (82.7956%. Tabela 5 – Retornos atuais das carteiras 2009 e do Índice Bovespa durante 2010 Bovespa Retorno mensal (%) Retorno anual (%) (%) 1.0702 4. Como exemplo. o “excedente de retorno sobre o beta” mínimo (C*) foi de 3.3402 0.0224 -7.5252 1. e apresenta um risco menor (menor desvio padrão). este valor foi de 4. Para a técnica de “betas históricos”. Embora os indicadores de desempenho tenham sido calculados.

3098.80 % Ret.23 % -1.91 % 2.98 % 0. 0.01 % -10.61 % -3.0703).95 % 0.95 % 0.3243.59 % 0. acum. médio 0. Neste ponto. sem correlação estatística significativa entre os retornos.17 % -7.7018.18 % -6. .30 % 0.83 % 1. acum. A tabela a seguir (tabela 6) mostra a evolução dos retornos obtidos para as carteiras durante os sete primeiros meses de 2010. Tabela 6 – Retornos mensais e acumulados das carteiras durante 2010 I. Isso demonstra um melhor desempenho do modelo de “média global” em relação à Bovespa. acum.15 % -6. o que significa que tiveram retornos independentes daquele observado pelo Índice Bovespa.2039.95 % 0.31 % -7.85 % 4.31 % -8. médio 0.95 % 0.95 % 0.95 % Ret.84 % 5.60 % -7.52 % -4.55 % -5.2089.81 % -2. a carteira formada com os “betas históricos” obteve o valor de 1.37 % "Média global" Ret.11 % 1.74 % -5. acum.73 % Ret.15 % Fonte: Organizado pelo autor.95 % 0. Outro ponto a ser observado é a significativa redução da variabilidade da carteira.00 % 0.95 % 0.51 % -0. a carteira de mercado teria um desempenho superior de acordo com o índice de Sharpe. Contudo. médio 0.83 % Mês jan/10 fev/10 mar/10 abr/10 mai/10 jun/10 jul/10 Média Ret. Bovespa "Betas históricos" Ret.83 % 6.95 % 1.2039 para a carteira e de 4.0730 e 0. superior ao da “média global”. Enquanto o desvio padrão do erro aleatório médio do mercado foi de 4. 0.02 % Ret. nota-se que apresentaram betas próximos de zero (0.68 % -3. 0.15 % 1.86 % -0. com um valor de -0.81 % -2.a.37 % 1.59 % 3.00 % 4.95 % 1. comparando-os com o retorno do Índice Bovespa e com o ativo sem risco.7018 para a carteira de mercado (Bovespa).) Ret. Avaliando-se as carteiras. as carteiras mostraram redução expressiva dos riscos incorridos pelos investidores. para 1.22 % 1.61 % -3. 0.34 % Ativo sem risco (12% a.88 % -1. embora não tenha ocorrido retornos significativamente superiores ao mercado.52 % -3. comparada a seus títulos individuais.87 % 3.50 % 1.93 % 3.40 1.86 % 1. já no modelo de “média global” a redução foi ainda mais significativa.95 % -6. com -1.89 % -1.28 % 2. médio 0.89 % -5.

ocorreram repercussões desta nos períodos seguintes. Abaixo. a tabela 7 resume os desempenhos observados para estas carteiras. Para fins de comparação. É importante considerar a não utilização de técnicas estatísticas para a análise dos dados deste trabalho. é necessário estabilidade dos padrões a serem observados. embora neste estudo especificamente a “média global” tenha obtido desempenho superior. reduzindo o risco do investidor. em decorrência de uma crise mundial. não foi analisada a significância dos resultados obtidos. observa-se que somente uma das duas carteiras selecionadas obteve um retorno ligeiramente superior ao do próprio Índice Bovespa. Para a previsão de tendências com base em dados passados. embora tenha havido uma queda acentuada da variabilidade destas carteiras. Neste estudo. foi aplicado o modelo de Elton-Gruber com base nas cotações de 2008. foram consideradas séries temporais bastante curtas e. CONCLUSÕES Durante o período analisado. durante 2008. Outro ponto importante refere-se ao próprio horizonte das séries temporais utilizadas. o período estudado foi bastante atípico.41 5. beta e do erro para cada ação. nem um tratamento de erros e propagação de incertezas durante os cálculos realizados. Os procedimentos foram os mesmos utilizados para as carteiras de 2009/2010. alfa. respectivamente. No anexo 6 temos os cálculos de retorno. como fortes valorizações das cotações durante o ano de 2009. As carteiras formadas são apresentadas nos anexos 7 e 8. com fortes desvalorizações das ações no segundo semestre de 2008. Não foram realizados testes para verificação da aleatoriedade das séries temporais das cotações. . permitindo maior eficácia dos modelos utilizados. Além disso. Por isso. utilizando os modelos de “betas históricos” e “média global”. não é possível afirmar que o modelo de “média global” apresenta resultados melhores do que com a utilização dos “betas históricos”. somado-se a isto. Em conseqüência. tendo o retorno das carteiras avaliado para o ano de 2009.

0981 63.38 em janeiro para 37.5644 1.00% 0.53 -2.00% 6.1581 Fonte: Organizado pelo autor.35 -5.06 4.13 -1. a Bolsa de Valores.8%.52 4.00% 6. com a cotação média mensal caindo em 36. Valoriz.28% 0.00% 0. Tabela 8 – Valorizações em 2008 e 2009 e participações nas carteiras Cód.24 -2.4013 Sharpe Treynor 1.00% Carteira “média global” 0.9632 "Betas históricos" 2.00% 0.4596 1. Embora o modelo de seleção de carteiras também não tenha superado a valorização do Índice Bovespa durante o ano de 2009.77 1.47 Carteira “betas históricos” 0.614.1724 62.6222 1. Em 2008.5691 "Média global" 2. Ação/tipo Valoriz.1297 0.82 5.00% 0.44 -4. Ações com forte participação na composição do Índice Bovespa apresentaram desvalorização no período de 2008.0304 11.27 6.26% 0. passando de 59.5625 1.60 7. Mercadorias e Futuros de São Paulo teve uma forte desvalorização.44 5.00% 0.00% 0. e suas respectivas valorizações médias mensais nos anos de 2008 e 2009.00% 0.0272 3.00% 0.5147 0. 2008 -4.0000 5.3111 4.00% 0.00% PETR4 VALE5 USIM5 BBDC4 ITUB4 TNLP4 GGBR4 PETR3 VALE3 CSNA3 PETROBRAS PN VALE R DOCE PNA USIMINAS PNA BRADESCO PN EDJ ITAUUNIBANCO PN TELEMAR PN GERDAU PN PETROBRAS ON VALE R DOCE ON SID NACIONAL ON Fonte: Organizado pelo autor.33 -4.42 Tabela 7 – Retornos atuais das carteiras 2008 e do Índice Bovespa durante 2009 Bovespa Retorno mensal (%) Retorno anual (%) (%) 1.00% 0.00% 0.46 -5.1892 72. os dados mostram que o período na seleção das ações foi atípico.14 no último mês do ano.00% 0.4475 42.36 4.6315 45.86 2009 5.06 2.55 6.00% 0. .7296 0.518.28 -3. A tabela 8 lista a seguir ações com participação acumulada de aproximadamente 50% no Índice Bovespa em 05/07/2007.00% 0.

o que não definiria uma boa diversificação dos ativos. recomenda-se. previsões econômicas. Sua principal função consiste na redução da variabilidade da carteira e conseqüentemente. tornando as estimativas mais precisas. embora a aplicação do modelo de seleção de carteiras não tenha conseguido atingir os objetivos previamente traçados (superar o retorno do Índice Bovespa). com períodos mais longos. Ele configura-se. as quais possibilitam uma previsão mais acurada dos retornos futuros. obter retornos extraordinários. conforme tabela acima. Por isso. análises técnicas (gráficas). a utilização de métodos de seleção de carteiras não possibilita. a análise detalhada de diversos cenários na seleção de carteiras. buscando identificar e quantificar a influência destas variáveis na decisão de investimento. Portanto. com resultados positivos. Porém.43 Este período exemplifica a implicação de eventos não habituais sobre previsões baseadas em dados históricos. então. o impacto de eventos não habituais tende a se diluir. mesmo considerando as limitações expostas acima. como análise de balanços. O objetivo seria determinar diretrizes normativas para a utilização do modelo de Elton-Gruber. percebe-se a necessidade da utilização de períodos maiores para fins de análise das carteiras. foi alcançado um forte indicativo da eficácia do modelo. esta ferramenta deve ser utilizada de maneira conjunta com outras técnicas financeiras. de fácil utilização e baixo esforço computacional. em uma ferramenta indispensável na gestão de investimentos. para trabalhos futuros. de seu risco. As carteiras formadas apresentaram poucas ações selecionadas (6 e 7 ações). de maneira geral. . Assim. que busca maximizar o retorno do investimento em função do risco incorrido. Desta forma. buscando reduzir o efeito da variabilidade na determinação da carteira. Também os dados utilizados não apresentavam indicativo correto dos retornos que foram observados no período subseqüente. que produzam melhores resultados. Observando os aspectos limitantes do trabalho.

asp?file=2204070. L. 33. W. A. FENSTERSEIFER. R. p. 2005. n. J. V. Composição da Carteira Teórica Ibovespa.pdf >.bmf. Revista de Administração. BOLSA DE VALORES. ELTON. GALESNE. n. 8ª edição. TADDEO. Disponível em: < http://www. A. 2005.br/indices/ResumoTaxaMediaCrescimento. Princípios de Finanças Corporativas. PP 70-78. 2010.. 6ª edição. M.com.. 1341-1357. 1976. BARBOSA... Disponível em: < http://www2. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) – Departamento de . n. T. São Paulo: USP. J.asp >.com. MYERS. Are betas best? Journal of Finance.bmfbovespa. M. F.44 REFERÊNCIAS BAZZO. Introdução a engenharia. Medidas de Desempenho de Fundos Considerando o Risco de Estimação. A. V. BREALEY..br/pages/portal/bmfbovespa/boletim1/IndicadoresCarteiraTeoricaIbove spa1. ELTON. E. E. Porto Alegre: Bookman.. J. FILHO.aspx?Indice=Ibovesp a&idioma=pt-br >. A utilização de técnicas analíticas nas decisões de investimento de capital das grandes empresas no Brasil. 2005.. 5. DEMBOGURSKI. São Paulo: SBF. O modelo de simulação do gpcp-1: jogo do planejamento e controle da produção. C. 22. Juiz de Fora.. 2010b. São Paulo. 1375-1384. ALLEN. v.. A. 1. E.. 3ª edição. M. GRUBER. 2010. Análise multicritério como ferramenta no auxílio à aquisição de ações. ZIEGELMANN. PADBERG. MERCADORIAS E FUTUROS DE SÃO PAULO. J. A. n. R. PEREIRA. J. Acesso em: 05 mar. 1978. Teoria e Evidência da Eficiência Informacional do Mercado de Capitais Brasileiro. 31. XI. J. p. EID JR. M. M. Anais do V Encontro Brasileiro de Finanças.. W. XIII. Florianópolis: Editora da UFSC. N. MARCUS. URICH. J. 2003. 2010a. R. Moderna teoria de carteiras e análise de investimentos. 1987. Fundamentos de investimento. GRUBER. GRUBER. São Paulo. Universidade Federal de Juiz de Fora. A. S. KANE. Journal of Finance. 2010. Caderno de Pesquisas em Administração (USP). R. P. Z. A. BROWN. M. 2004. MERCADORIAS E FUTUROS DE SÃO PAULO. 2008. 5. W..rausp. Acesso em: 05 mar.br/download. 10. 2000. . W. p. J. São Paulo: Mc Graw-Hill. 2008. 4. In: V Encontro Brasileiro de Finanças. C. T. GOETZMANN.. 41-55.. S. J. Índice Bovespa – Ibovespa. F. ELTON. BODIE. v. São Paulo: Atlas. J. J.. ROCHMAN. v. Simple Criteria for Optimal Portfolio Selection.. Monografia (Graduação em Engenharia de Produção) – Departamento de Engenharia de Produção. Acesso em: 05 jul. Disponível em: < http://www. BOLSA DE VALORES. CAMARGOS. E.. v.usp.

Os fundos de ações e a alocação ótima de ativos proposta por Markowitz. In: MIGUEL. V. MOTTA JUNIOR.GuiaInvest. PERREIRA. Anais do IX SIMPEP. Resende: EADB. Monografia (Graduação em Engenharia de Produção) – Departamento de Engenharia de Produção. In: IV Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia . Minimização de riscos de investimentos em carteira de ações através da pesquisa operacional. 77-91. H. v. 2010. F. MORABITO.com. São Paulo:USP/SP. U.. Portfolio Selection. 2004. H. (Ed.br/lista-acoes/default. In: IX Simpósio de Engenharia de Produção . 2003. 2002. OLIVEIRA. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) – Departamento de Engenharia Industrial. 1998. 2007. p. 2007. GONCALVES JUNIOR. v. Resende: EADB. MORETTI. Revista O&S: Organizações & Sociedade. considerando custos de transação para o mercado de ações brasileiro de julho de 1999 a junho de 2003. M. 49. 2007.. Metodologia de pesquisa em engenharia de produção e gestão de operações.IV SEGET. In: VI SEMEAD. Lista de ações . Universidade Federal de Juiz de Fora. G. A. 2009 LIMA. 8. 2001.. C. 1. A. A. 2003. R. Disponível em: < http://www. 2007. São Paulo. H.. A. MONTEVECHI. Salvador. A. 16. A. A. MARKOWITZ. 2010. PERLINGEIRO. Cap. R. F.IV SEGET.45 Engenharia de Produção e Sistemas... Rio de Janeiro: Elsevier.guiainvest. G. R. Anais do IV SEGET. IQUIAPAZA. C. Um panorama geral sobre o gerenciamento ativo de carteiras de sucesso. São Paulo: Atlas. n. .. B. Dissertação (Mestrado profissional em Economia) – Faculdade de Ciências Econômicas. 2010. 2005. In: IV Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia . R. BRESSAN. Rio de Janeiro. A. 3ª edição. M. Gestão do risco de mercado em operações com derivativos no Brasil. M.aspx>. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. A eficiência da teoria de administração de portfólio de Markowitz. Acesso em: 05 jul. R. 2009. SILVA. Bauru: UNESP. 2002. E. PP 351-370. Mercado Financeiro. P. C. O. Anais do IV SEGET. C. B. Evolução da Pesquisa em Finanças: Epistemologia. Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. B. Evolução do estudo das finanças computacionais. 1952. n. Modelagem e simulação. 7. Universidade Federal de Santa Catarina. MATIAS. A. SILVEIRA. Anais do VI SEMEAD. GUTIERREZ.SIMPEP. LION. Bauru. PAMPLONA. J. . Seleção de Carteiras Utilizando o Modelo de Markowitz para Pequenos Investidores.). PUREZA. FURLANI.. E... Resende. N. Resende. A. Journal of Finance. NETO. Juiz de Fora. M. L. Paradigma e Críticas. Porto Alegre. A. AMARAL. Florianópolis. P. O. GUIAINVEST.

v. S. Advances in Investment Analysis and Portfolio Management. A. P. 1. Disponível em: < http://www. Uma contribuição ao problema de composição de carteiras de mínimo Valor em Risco. 2. C. COROA. H. . v.pace. R. D. A aplicação do modelo de formação de carteira eficiente de Elton-Gruber em empresas socialmente responsáveis no mercado de ações brasileiro. Perspectiva Econômica. 2008. In: V Congresso Virtual Brasileiro de Administração. n. São Leopoldo. n. In: LEE.perspectivaeconomica. Gestão e Produção (UFSCar). . Acesso em: 05 mar. São Paulo. C.br/pdfs/61. Seleção e composição de uma carteira de ações com base na técnica grafista. 2010. Acesso em 31 jun. D. 2005.. 1.pdf >. São Paulo: Convibra 08. PP 57-65. O. BANDEIRA. R. Anais do Convibra 08.46 REIS. G. 2007. MOREY. São Paulo: Editora Pearson – Prentice Hall. Gestão de investimentos e geração de valor. 295-304.pdf >. 2007. 2008. A. C. L. A. 2001. VINOD. U. T.edu/mmorey/publicationspdf/dsharpe. 42-60. . E.. RIBEIRO. PP 1-26. p. 3. TRICHES.unisinos. v. A “Double” Sharpe ratio. FERREIRA. SAMANEZ.). JAI Press. 12. F (Ed.. S. Disponível em: < http://webpage. São Carlos. C. M. SANTOS. p. 2010.

843 56.72539082 23.249 1.753.220 1.63228671 13.55654643 47.200 14.218.173 69.334 1.427 1.480 1.% Part.590 49. .967 1.380 73.08045646 35.% 14.029 76.21676453 25.0457554 44.701 1.04883072 20.733 1. PETR4 VALE5 USIM5 BBDC4 ITAU4 TNLP4 GGBR4 PETR3 VALE3 CSNA3 UBBR11 CMIG4 ITSA4 BBAS3 ELET6 NETC4 ALLL11 TAMM4 TNLP3 BRAP4 ELET3 VIVO4 BRKM5 CSAN3 GOLL4 AMBV4 CPLE6 PRGA3 NATU3 SUBA3 Ação/tipo PETROBRAS PN VALE R DOCE PNA USIMINAS PNA BRADESCO PN EDJ ITAUBANCO PN ED TELEMAR PN GERDAU PN PETROBRAS ON VALE R DOCE ON SID NACIONAL ON UNIBANCO UNT CEMIG PN ITAUSA PN BRASIL ON ELETROBRAS PNB* NET PN ALL AMER LAT UNT TAM S/A PN TELEMAR ON BRADESPAR PN ELETROBRAS ON * VIVO PN BRASKEM PNA COSAN ON GOL PN EDJ AMBEV PN * COPEL PNB* PERDIGAO S/A ON EJ NATURA ON SUBMARINO ON Quant.74 29.070 46.486 1.269 61.142 28.11015819 12.43 80.894 1.70939595 14.987441558 Part.16570188 534.960 1.885 1.693 1.55515389 7.989 52.721 24.970 63.60340602 18.0920496 15.05724254 87.728 58.62955625 10.23312533 31.59681505 15.599 2.500 78.222 1.9201216 23.046 72.036 3.368 35.693 68. Teórica 151.30067905 43.109 3.536 60.586 41.022 50.432 1.9810098 69.332 32.43976222 49.42967895 20.663 65. acum.619 71.1739495 21.520 2.709 75.161.11960714 26.190 4.477 38.278 77.329 1.109 2.720 79.885 2.47 ANEXO 1 – CARTEIRA PARA O CÁLCULO DO IBOVESPA EM 05/07/2007 Tabela 9 – Carteira para o cálculo do IBOVESPA em 05/07/2007 (Parte 1) Cód.808 1. Mercadorias e Futuros de São Paulo.721 9.41 18.16323205 11.446 1.421 4.207 66. 2010a.320 1.471 44.920 Fonte: Bolsa de Valores. rel.544 1.35872175 36.949 54.

011 95.48 10.759 94.6506562 1.28251283 2.963.48 Tabela 10 – Carteira para o cálculo do IBOVESPA em 05/07/2007 (Parte 2) Cód.183 81.817 0.244 86.364 0.32290966 12. acum.907.127 96.27247695 12.827 0.364 0. Mercadorias e Futuros de São Paulo.22 46.32109028 82.ACUCAR-CBD PN * CESP PNB* SABESP ON LOJAS RENNER ON BRASIL T PAR PN ELETROPAULO PNB* KLABIN S/A PN TELEMAR N L PNA TIM PART S/A ON EG SOUZA CRUZ ON EJ BRASIL T PAR ON LIGHT S/A ON * TRAN PAULIST PN * CELESC PNB TELESP PN TELEMIG PART PN * IPIRANGA PET PN COMGAS PNA* ACESITA PN Quant.421375734 17.591 91.388 0.22 6.362 0.39 12.810 99.% Part. GOAU4 CCRO3 CYRE3 BRTO4 TCSL4 ARCZ6 EMBR3 SDIA4 CPFE3 VCPA4 PCAR4 CESP6 SBSP3 LREN3 BRTP4 ELPL6 KLBN4 TMAR5 TCSL3 CRUZ3 BRTP3 LIGT3 TRPL4 CLSC6 TLPP4 TMCP4 PTIP4 CGAS5 ACES4 Ação/tipo GERDAU MET PN CCR RODOVIAS ON CYRELA REALT ON BRASIL TELEC PN TIM PART S/A PN EG ARACRUZ PNB EJ EMBRAER ON SADIA S/A PN EJ CPFL ENERGIA ON V C P PN P.240 93.44439088 55.756 90.131 97.604 98.655 97.528 0.822 0.956177865 8.324.53006426 42.% 1.032 1.227 87.128 88.652 0. rel.670262928 27. .50272434 10.897 0.025 88.563.042 1. Teórica 9.39534621 21.901 0.476 0.82876764300 * Cotação em lote de mil ações Fonte: Bolsa de Valores.411 95.35 5.38847266 6.208 84.48421823 23.093892 6.372713212 312.057 93.174 99.44143757 38.166 83.600.64301913 15.453814086 Part.969 Quantidade Teórica Total: 134.058 98.473 0.983 0.068 82.240 85.418 92.588 96.913 89.098 1.539 0.97 7.004 0.454 0.250 0.544.148 1.888 0.600 0.843 0.835 0.536 99.109270255 4.120474317 40.908.31937294 5.577 0.489819103 3. 2010a.786 99.702 0.446 98.

637 47.166 26.548 22.065 25.183 28.295 13.647 16.869 51.039 nov/08 35960 9.112 5.005 39.896 41.750 25.985 15.244 39.059 51.488 36.024 22.094 26.693 9.259 25.777 11.693 15.610 28.723 13.198 17.688 32.088 53.217 27.494 26.803 14.088 19.970 7.796 29.851 20.580 20.781 13.898 42.822 24.813 37.893 29.592 25.232 5.946 35.781 7.286 35.020 13.309 8.110 25.281 21.487 33.135 10.153 35.270 28.365 17.477 53.011 25.374 19.906 38.321 36.786 37.004 13.558 27.585 14.222 23.180 17.463 8.381 24.904 mar/08 61595 18.468 43.728 22.412 fev/08 62485 20.762 42.648 23.042 Fonte: GuiaInvest.698 22.486 38.304 37.071 21.694 29.939 38.502 41.991 21.311 37.242 27.717 14.232 30.653 28.124 12.515 30.028 40.066 25.902 16.852 5.634 37.068 24.312 28.202 63.322 18.568 22.404 46.164 14.744 34.798 17.995 10.911 32.506 13.905 27.055 47.612 20.932 30.145 41.147 29.302 19.574 21.177 17.679 19.260 25.843 39.922 35.844 47.706 36.437 31.059 17.563 22.951 17.090 37.484 30.501 19.778 34.506 44.602 34.828 34.121 39.803 28.830 5.106 87.109 8.518 43.983 21.369 14.636 32.859 45.684 9.140 24.133 12.122 33.103 32.003 19.434 18.634 12.054 118.768 38.084 24.148 26.891 32.943 29.174 24.245 79.969 29.565 27.049 65.868 27.407 5.515 23.454 11.366 21.435 35.816 37.694 18.044 59.123 55.833 13.275 12.867 21.019 34.353 32.113 64.837 19.978 15.221 22.216 22.257 6.346 113.730 20.070 27.119 34.954 29.239 17.506 27.093 17.932 39.851 7.169 12.926 5.440 26.039 61.184 35.543 46.681 25.690 63.029 7.698 17.507 7.533 32.271 23.179 20.061 23. .596 56.040 20.095 24.470 3.652 34.753 43.798 jan/08 59518 20.484 20.308 17.270 3.977 6.657 64.658 17.567 18.414 26.323 41.991 17.138 24.916 15.921 12.945 jul/08 59944 20.688 38.506 22.078 37.790 14.706 42.851 34.329 13.328 30.067 37.447 20.034 12.642 38.748 28.849 19.310 5.342 3.913 27.515 35.278 38.184 26.987 38.937 24.421 17.917 46.752 18.184 14.248 22.261 28.134 26.305 4.228 31.516 30.180 27.203 38.400 41.620 9.907 4.465 6.336 76.432 46.182 21.386 17.301 11.973 20.284 14.131 28.549 42.530 19.044 4.441 37.658 42.994 14.880 8.955 21.581 6.964 jun/08 67332 21.537 3.620 17.646 19.369 30.049 out/08 38122 10.374 19.707 23.794 17.901 26.716 4.096 19.988 10.427 18.088 32.685 29.973 39.997 99.651 47.096 23.640 5.869 31.569 27.152 17.897 7.595 7.574 29.625 30.143 23.344 36.987 14.049 27.695 29.362 44.285 45.740 95.961 20.757 34.572 8.938 34.515 30.625 25.317 122.640 35.049 38.782 19.911 28.089 25.423 38.151 19.061 44.829 24.903 40.078 5.820 27.587 89.457 31.164 27.630 53.441 8.169 8.960 26.130 16.667 43.887 28.870 9.055 6.471 18.703 25.651 21.695 23.795 51.449 3.819 45.836 23.658 7.974 15.820 27.540 39.798 36.809 53. 2010 (Adaptado).757 28.224 18.076 38.963 29.418 37.681 37.678 28.719 18.638 24.308 41.454 mai/08 71075 22.226 20.446 8.651 43.714 31.650 41.974 96.409 29.079 31.800 20.687 38.255 28.774 28.732 34.140 12.730 37.688 16.956 19.301 18.361 46.49 ANEXO 2 – COTAÇÕES AJUSTADAS DAS AÇÕES EM 2008 Tabela 11 – Cotações ajustadas das ações em 2008 BOVESPA ALL11 AMBV4 BBAS3 BBDC4 BRAP4 BRKM5 BRTO4 CCRO3 CESP6 CGAS5 CLSC6 CMIG4 CPFE3 CPLE6 CRUZ3 CSAN3 CSNA3 CYRE3 ELET3 ELET6 ELPL6 EMBR3 GGBR4 GOAU4 GOLL4 ITSA4 ITUB4 KLBN4 LIGT3 LREN3 NATU3 NETC4 PETR3 PETR4 SBSP3 TAMM4 TCSL3 TCSL4 TLPP4 TMAR5 TNLP3 TNLP4 TRPL4 USIM5 VALE3 VALE5 VIVO4 dez/08 37614 9.939 35.107 31.617 3.414 18.163 12.144 28.030 7.327 25.288 37.238 57.727 28.375 25.520 44.346 3.968 31.359 22.658 28.687 15.583 14.121 17.960 24.289 28.570 18.185 28.913 30.172 15.404 95.789 12.949 24.193 34.187 35.960 22.239 5.466 40.834 25.652 40.420 5.658 23.612 31.813 21.212 28.161 29.468 21.766 24.309 19.548 29.144 36.866 35.969 32.921 16.729 13.883 39.247 29.397 20.423 5.548 32.791 43.185 34.038 30.746 27.466 17.609 35.870 26.651 18.487 62.238 23.846 17.015 21.305 10.597 13.363 6.470 23.561 22.182 24.007 23.408 63.554 6.819 27.544 23.487 19.397 23.627 36.225 33.989 114.515 19.655 39.698 25.122 set/08 50586 16.872 24.089 42.735 64.066 93.431 23.169 19.747 10.908 58.491 40.471 34.031 17.326 24.286 24.940 11.538 5.262 19.013 26.655 12.368 38.447 20.250 41.540 12.128 24.293 19.855 28.455 27.237 18.169 122.201 40.171 52.373 24.587 24.165 35.921 8.607 21.716 48.083 16.592 21.280 35.578 8.311 30.350 42.557 33.529 ago/08 55608 19.096 49.283 63.420 53.440 26.369 37.025 36.606 25.478 5.786 26.526 20.290 33.324 14.820 21.073 33.233 38.514 15.931 18.509 abr/08 64111 19.771 7.905 17.001 37.657 3.885 17.529 21.201 24.771 14.705 25.264 31.296 30.095 41.622 47.570 29.648 21.593 19.459 23.719 18.559 3.

175 nov/09 65917 14.703 20.992 22.253 21.182 21.010 27.070 7.148 20.242 20.024 22.971 21.491 36.692 28.854 13.648 28.865 31.382 29.606 28.620 41.106 abr/09 45141 10.168 19.760 52.528 166.413 33.762 31.523 25.891 3.771 48.811 48.32 27.137 22.472 29.608 23.221 22.582 33.517 94.667 26.254 12.905 38.129 9.060 43.206 19. .280 31.203 31.856 13.195 15.469 14.889 31.856 33.315 27.578 3.436 12.965 37.389 9.801 30.892 14.363 37.606 29.094 18.486 6.008 26.729 38.707 34.202 jul/09 52001 11.975 30.688 22.510 28.016 28.303 41.962 17.915 12.298 48.596 29.580 14.690 19.779 3.280 10.034 23.379 63.960 37.678 7.187 137.207 29.341 41.042 27.631 11.010 36.539 5.833 43.855 13.002 28.710 11.537 34.149 30.20 29.904 42.154 2.938 8.663 16.306 33.580 49.610 24.543 34.629 16.153 34.125 2.362 23.470 19.410 22.125 35.282 122.27 16.965 7.389 35.706 jan/09 39438 8.337 28.574 6.132 2.557 6.469 17.535 22.718 33.022 26.793 24.919 14.862 set/09 59118 13.530 38.712 8.886 33.667 21.772 36.793 28.523 9.431 27.131 5.026 23.933 58.779 34.203 40.937 18.304 30.152 55.017 33.871 12.736 21.309 25.511 50.049 22.724 22.085 6.725 14.884 19.159 14.30 19.838 8.465 31.521 13.324 14.780 32.885 28.023 20.557 22.101 19.382 20.541 22.001 29.763 39.766 10.377 27.835 49.020 21.016 120.553 21.209 23.060 20.409 39.404 31.075 39.292 24.816 30.277 41.895 20.195 46.708 11.522 31.516 39.954 32.609 7.134 27.948 23.098 29.142 3.959 48.669 32.624 21.728 35.493 48.359 23.276 18.462 6.329 11.030 mai/09 50792 12.998 30.159 13.104 19.534 22.523 16.946 20.504 30.866 8.777 19.479 23.342 13.829 33.660 36.687 45.011 43.322 3.966 4.829 62.344 5.502 27.560 23.071 31.067 25.427 30.365 3.981 27.256 18.565 25.513 26.973 30.159 26.125 7.254 30.612 23.550 41.373 15.659 59.665 27.182 22.584 13.884 41.470 4.071 fev/09 40243 8.998 33.320 15.61 28.580 34.000 16.947 110.105 19.407 18.550 ago/09 56572 13.598 19.931 37.763 38.577 40.686 13.113 16.163 38.052 9.065 28.134 26.757 5.971 36.227 38.526 21.503 25.875 6.607 34.380 29.054 31.274 34.057 28.927 28.073 28.940 18.005 37.640 28.310 26.522 6.412 33.004 25.192 38.786 48.714 18.279 15.990 22.051 23.667 17.358 out/09 64030 13.472 29.596 37.908 39.376 39.089 8.834 25.862 35.906 31.375 33.091 22.150 20.242 8.783 37.131 20.190 23.078 31.437 8.278 17.929 15.150 38.309 17.450 40.507 23.471 44.550 10.735 9.513 22.988 39.714 Fonte: GuiaInvest.185 23.051 30.755 21.796 9.193 18.475 39.871 20.234 21.633 26.001 jun/09 52049 12.920 28.038 5.142 11.682 10.014 32.748 37.292 132. 2010 (Adaptado).498 28.018 32.805 26.201 20.240 24.409 26.813 13.25 18.106 31.884 10.910 15.016 32.304 47.327 29.910 27.656 20.667 25.633 19.60 29.789 6.658 28.568 40.799 22.217 19.431 21.272 24.186 33.272 24.316 10.573 38.232 5.658 19.166 5.562 26.768 40.412 32.284 40.800 20.251 17.715 37.745 23.371 9.50 ANEXO 3 – COTAÇÕES AJUSTADAS DAS AÇÕES EM 2009 Tabela 12 – Cotações ajustadas das ações em 2009 BOVESPA ALL11 AMBV4 BBAS3 BBDC4 BRAP4 BRKM5 BRTO4 CCRO3 CESP6 CGAS5 CLSC6 CMIG4 CPFE3 CPLE6 CRUZ3 CSAN3 CSNA3 CYRE3 ELET3 ELET6 ELPL6 EMBR3 GGBR4 GOAU4 GOLL4 ITSA4 ITUB4 KLBN4 LIGT3 LREN3 NATU3 NETC4 PETR3 PETR4 SBSP3 TAMM4 TCSL3 TCSL4 TLPP4 TMAR5 TNLP3 TNLP4 TRPL4 USIM5 VALE3 VALE5 VIVO4 dez/09 68214 15.171 40.559 16.810 10.157 24.564 28.837 46.638 23.609 19.919 163.661 31.851 28.500 40.738 8.883 93.241 36.945 25.617 38.839 31.564 17.156 45.847 22.404 32.514 31.971 25.292 40.185 13.027 42.557 30.587 8.809 50.369 13.631 23.832 29.113 17.611 21.712 30.701 6.685 25.406 7.735 15.032 56.554 30.588 31.695 2.494 31.843 37.980 26.477 35.78 23.222 36.930 23.461 47.418 25.480 125.608 27.575 25.490 25.035 3.980 25.230 19.714 45.091 7.373 24.999 21.179 21.396 18.964 27.152 21.936 28.757 31.076 9.901 28.743 41.094 15.158 25.858 58.261 27.004 20.269 15.965 41.763 31.328 4.500 27.910 19.555 16.443 2.836 30.503 31.353 27.619 21.885 17.692 13.580 17.074 27.715 26.993 22.539 3.675 30.650 23.926 12.914 19.110 10.140 3.123 4.279 14.794 23.016 29.452 22.452 22.035 35.904 58.102 18.825 33.964 21.893 23.352 26.633 24.449 18.948 22.989 23.604 63.728 4.883 36.087 33.812 4.805 32.037 29.335 20.253 13.424 31.678 3.000 42.796 20.806 31.783 10.424 7.607 32.549 18.795 43.987 33.022 49.667 23.705 13.284 31.158 32.695 31.828 22.929 24.078 96.091 33.598 24.555 14.032 32.104 48.049 mar/09 39466 9.993 9.270 5.247 3.562 45.786 34.040 23.623 6.891 43.616 2.40 20.750 31.300 28.998 7.937 23.597 61.290 8.526 45.227 22.044 32.281 51.493 4.062 18.164 155.219 12.294 7.519 26.607 30.083 28.050 29.

950 23.582 31.138 26.758 36.192 31.51 ANEXO 4 – COTAÇÕES AJUSTADAS DAS AÇÕES EM 2010 Tabela 13 – Cotações ajustadas das ações em 2010 BOVESPA ALL11 AMBV4 BBAS3 BBDC4 BRAP4 BRKM5 BRTO4 CCRO3 CESP6 CGAS5 CLSC6 CMIG4 CPFE3 CPLE6 CRUZ3 CSAN3 CSNA3 CYRE3 ELET3 ELET6 ELPL6 EMBR3 GGBR4 GOAU4 GOLL4 ITSA4 ITUB4 KLBN4 LIGT3 LREN3 NATU3 NETC4 PETR3 PETR4 SBSP3 TAMM4 TCSL3 TCSL4 TLPP4 TMAR5 TNLP3 TNLP4 TRPL4 USIM5 VALE3 VALE5 VIVO4 jul/10 64017 14.996 33.369 43.623 51.060 33.001 49.593 34.048 12.319 49.083 39.554 34.722 abr/10 69788 15.978 33.476 4.945 43.768 33.583 20.846 44.555 25.799 22.719 25.69 26.920 35.542 23.299 32.86 26.295 50.686 28.572 33.077 29.825 31.380 21.457 41.069 49.287 10.882 6.669 21.110 36.053 48.923 12.463 34.439 33.418 5.51 26.305 34.420 39.620 38.439 4.102 47.357 38.810 46.823 34.899 36.796 21.664 jan/10 68568 16.144 37.474 32.049 29.201 31.191 4.168 38.534 38.378 11.858 19.291 25.044 32.220 29.808 33.139 36.718 7.406 42.908 36.961 42.839 32.760 17.272 4.650 44.293 4.038 38.148 33.470 36.215 34.866 48.536 mai/10 62654 14.727 30.635 24.930 28.408 51.820 23.793 37.152 37.413 35.893 26.107 fev/10 65827 15.457 46.909 37.780 35.142 22.234 14.647 mar/10 69088 16.883 31.009 29.797 32.355 178.96 28.699 34.333 33.776 32.161 24.950 9.029 4.460 31.120 4.203 173.846 33.010 35.880 35.513 30.077 35.181 67.267 33.670 7.542 59.583 19.202 31.050 9.860 64.062 22.719 181.431 35.255 4.673 26.415 10.499 7.143 29.698 37.702 22.853 36.84 29.306 52.510 37.863 11.226 48.225 29.499 7.595 11.085 47.583 48.867 18.606 53.020 24.582 35.045 32.259 35.858 40.227 30.110 21.556 171.354 22.093 34.197 15.366 34.358 24.280 27.798 6.264 5.763 37.057 35.441 23. 2010 (Adaptado).288 34.737 40.952 35.265 23.243 25.481 26.881 34.954 27.615 37.948 11.315 24.702 35.760 57.829 38.535 11.718 11.430 22.408 23.785 46.951 25.508 26.347 9.666 32.571 22.405 36.62 29.640 68.107 60.685 47.771 49.958 30.776 31.637 46.470 27.987 39.453 50.505 11.471 31.387 59.500 28.335 22.358 168.582 22.403 37.515 26.335 38.567 35.965 48.093 55.195 24.965 26.023 23.670 168.501 38.561 28.794 13.252 9.630 26.381 34.594 31.763 26.424 39.998 46.484 26.540 38.466 37.794 48.633 12.803 52.118 12.963 20.600 4.301 27.978 39.661 10.485 20.793 25.080 32.875 42.110 28.138 33.175 28.235 4.524 11.197 26.756 40.730 31.196 21.079 20.899 47.610 28.165 11.397 39.567 66.727 41.114 46.924 25.128 27.988 35.152 47.956 47. .453 9.961 38.105 12.729 25.231 33.245 29.478 29.735 jun/10 63469 14.221 23.956 49.053 34.959 37.347 176.542 27.788 30.704 32.945 21.734 23.988 36.847 13.951 36.450 5.597 61.398 46.670 45.893 34.835 37.970 34.988 36.913 21.719 11.754 35.917 12.086 21.489 5.554 22.945 37.847 39.156 24.752 Fonte: GuiaInvest.373 23.645 34.914 23.211 22.892 49.759 41.211 27.84 28.683 23.388 18.150 21.928 59.399 7.795 26.325 35.

146296 4.071187 0.000000 0.43475 180.165626 2.425753 0.461236 -0.087662 0.067632 6.072089 -0.756977 9.53431 62.43888 3.453638 5.52 ANEXO 5 – CÁLCULOS PARA AS AÇÕES NO ANO DE 2009 Tabela 14 – Cálculos para as ações no ano de 2009 (Parte 1) BOVESPA ALL11 AMBV4 BBAS3 BBDC4 BRAP4 BRKM5 BRTO4 CCRO3 CESP6 CGAS5 CLSC6 CMIG4 CPFE3 CPLE6 CRUZ3 CSAN3 CSNA3 CYRE3 ELET3 ELET6 ELPL6 EMBR3 GGBR4 5.66038 35.738163 6.361188 3.280474 4.129377 0.472028 10.015968 0.14201 43.189201 4.137796 0.65921 12.195847 0.79721 3.09352 21.69504 4.441138 22.230751 4.701775 6.951307 1.122489 4.800429 2.261326 1.014004 0.0771 Fonte: Organizado pelo autor.194999 2.277613 1.4944 124.368629 1.1073 78.1217 71.77387 54.423125 3.178735 0.01817 270.00489 33.03417 1.01182 0.58693 27.58546 6.075271 0.030445 -0.086823 6.43281 20.74422 93.149938 4.61045 16.089391 0.957716 7.35502 63.72776 2.96384 27.092918 0.413533 6.062559 0.204417 0.825054 4.110659 0.278709 7.110352 1.042952 0.6076 59.85294 8.035632 0.247108 0.399901 0.263043 3.70066 175.033885 0.026143 0.190554 6.240854 0.755699 4.35898 5.01999 0.059336 1.2014 31.479759 1.44792 2.09008 54.00000 3.13051 75. .28635 6.

087927 -0.10485 0.184629 0.24317 Fonte: Organizado pelo autor.83901 18. .110353 0.240353 5.9528 57.935723 1.465265 2.08009 0.035433 0.077329 0.00865 74.091371 0.561185 8.59791 62.597909 2.317425 4.35401 55.166283 3.525208 5.6107 36.44406 1.58477 -0.960947 3.065782 3.5622 76.483257 0.2585 33.037502 0.379315 4.31043 1.345175 4.425108 4.530856 9.015404 0.9628 127.66744 26.016332 -0.04496 0.067526 6.791204 121.664507 3.000212 0.31903 75.53 Tabela 15 – Cálculos para as ações no ano de 2009 (Parte 2) GOAU4 GOLL4 ITSA4 ITUB4 KLBN4 LIGT3 LREN3 NATU3 NETC4 PETR3 PETR4 SBSP3 TAMM4 TCSL3 TCSL4 TLPP4 TMAR5 TNLP3 TNLP4 TRPL4 USIM5 VALE3 VALE5 VIVO4 5.123879 0.66687 34.00643 8.84427 2.054773 0.068696 0.127585 4.037443 0.025753 0.00775 0.019176 0.882373 5.1812 5.062054 0.753844 5.279304 4.147892 84.90953 19.92996 13.310284 2.720936 5.115678 2.225457 3.716565 1.63271 54.488931 9.018019 0.391636 1.64177 32.00025 4.095089 4.318962 4.562284 8.000372 -0.57346 39.4984 2.8312 43.550017 2.823032 4.601727 5.64226 5.789931 0.249146 2.092612 0.107731 5.443446 2.6373 113.04 238.82613 5.8511 26.

415846 1.13903 -5.000000 0.08006 36.30095 -7.06194 -2.307271 0.084837 0.076128 0.81301 -4.8658 79.85558 53.211557 -0.025582 0.087614 0.062758 0.13027 -5.029389 0. .48153 108.04475 -6.44691 1.109015 0.036082 0.06138 -0.030943 0.103833 0.14575 0.815 Fonte: Organizado pelo autor.65009 136.30934 405.73428 -0.017669 0.02683 -0.70019 1.37358 118.64111 -3.058346 0.44378 -7.13221 -6.021 235.53856 -1.6109 57.1852 182.8628 48.07254 -3.51084 -0.018884 0.089989 0.349522 0.546284 1.13855 123.224167 -1.150127 0.44577 0.16546 -1.9E-05 -4.54 ANEXO 6 – CÁLCULOS PARA AS AÇÕES NO ANO DE 2008 Tabela 16 – Cálculos para as ações no ano de 2008 (Parte 1) BOVESPA ALL11 AMBV4 BBAS3 BBDC4 BRAP4 BRKM5 BRTO4 CCRO3 CESP6 CGAS5 CLSC6 CMIG4 CPFE3 CPLE6 CRUZ3 CSAN3 CSNA3 CYRE3 ELET3 ELET6 ELPL6 EMBR3 GGBR4 -3.050735 0.56744 98.03202 0.29529 -2.11962 -1.033943 0.9932 49.105255 -1.51985 90.86999 80.40349 -4.1699 240.20533 43.104046 0.024907 0.31327 -2.12368 -1.86105 -7.85429 38.94844 0.3818 57.059814 0.72524 -2.28662 -0.1626 26.26893 -5.00000 -5.47139 -4.038464 0.062597 0.117488 -0.06045 -2.64074 0.69224 35.90235 -6.4343 42.30035 1.447831 0.53732 254.84291 -5.

9761 61.66505 -2.359709 1.96276 1.94002 1.092509 0.28638 -5.02741 -4.09059 98.032439 -0.088628 0.083566 0.046471 2.737 169.068902 2.1901 46.075885 0.54375 -3.152369 0.15073 -5.8381 1.024435 0.35807 -4.00584 0.845392 -3.25506 75.086045 0.63902 1.49226 -4.16101 -5.48021 102.55 Tabela 17 – Cálculos para as ações no ano de 2008 (Parte 2) GOAU4 GOLL4 ITSA4 ITUB4 KLBN4 LIGT3 LREN3 NATU3 NETC4 PETR3 PETR4 SBSP3 TAMM4 TCSL3 TCSL4 TLPP4 TMAR5 TNLP3 TNLP4 TRPL4 USIM5 VALE3 VALE5 VIVO4 -2.17828 223.004458 0.23044 -6.77039 -4.461 191.33037 -0.46106 -3. .090418 0.5347 -5.6366 Fonte: Organizado pelo autor.141379 0.084389 0.92985 66.052899 0.12047 -2.246841 1.013032 0.6133 -0.028399 0.92066 114.83089 1.70084 -5.98287 165.28213 261.2291 102.8296 -5.795313 -3.32168 -0.93999 -10.16669 93.0503 96.0448 84.930019 -3.46475 -4.34842 -1.836119 -4.28351 1.070629 0.43364 -2.072376 0.70345 87.097241 0.4038 81.44481 138.374038 -1.6016 110.52662 -3.2843 -1.48329 -10.13222 -4.577323 -1.61984 -1.060217 0.93136 34.92752 98.086531 0.6166 75.100419 -1.02937 0.56418 0.92207 39.09551 -6.6318 -1.00607 -0.03511 0.

062766 0.170951 0.014304 0. .151407 0.14496 5.006971 0.121658 0.345459 0.053663 0.95259 36.085896 Fonte: Organizado pelo autor.016877 0.17626 0.75757 10.31085 26.160504 0.014362 0.129582 0.56 ANEXO 7 – CARTEIRA PARA 2008/2009 UTILIZANDO “BETAS HISTÓRICOS” Tabela 18 – Carteira para 2008/2009 utilizando “betas históricos” NATU3 TRPL4 TMAR5 ELET3 TNLP4 ELET6 64.065261 0.009873 0.005094 0.207962 0.94117 13.028036 0.

007215 0.213202 0.008895 0.372521 0. .360144 0.83417 13.154179 4.59298 12.079588 0.315998 0.062585 0.016905 0.57 ANEXO 8 – CARTEIRA PARA 2008/2009 UTILIZANDO “MÉDIA GLOBAL” Tabela 19 – Carteira para 2008/2009 utilizando “média global” TMAR5 TRPL4 NATU3 ELET3 TNLP4 ELET6 TLPP4 21.030622 0.341199 0.006065 0.016293 0.091788 0.564928 2.322556 0.112601 0.282636 0.168132 0.838809 0.395762 1.174445 0.074451 Fonte: Organizado pelo autor.96782 7.010912 0.

184. atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais e dá outras providências. sem citação do autor ou de sua fonte. Violar direitos de autor e os que lhe são conexos: Pena – detenção. por fim. _____ de _______________ de 20____. Altera. Declaro. .58 ANEXO 9 – TERMO DE AUTENTICIDADE UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENGENHARIA Termo de Declaração de Autenticidade de Autoria Declaro. além das cominações administrativas e acadêmicas que poderão resultar em reprovação no Trabalho de Conclusão de Curso. através das sanções civis previstas na lei do direito autoral1 e criminais previstas no Código Penal 2 . ou multa. de minha única e exclusiva autoria. _______________________________________ NOME LEGÍVEL DO ALUNO (A) _______________________________________ ASSINATURA ________________________ Matrícula ________________________ CPF 1 LEI N° 9.610. ter total conhecimento e compreensão das punições decorrentes da prática de plágio. DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998. junto à Universidade Federal de Juiz de Fora. Juiz de Fora. Declaro ainda ter total conhecimento e compreensão do que é considerado plágio. digital. eletrônico. mas também de parte dele. não apenas a cópia integral do trabalho. E não se trata de cópia integral ou parcial de textos e trabalhos de autoria de outrem. sob as penas da lei e para os devidos fins. inclusive de artigos e/ou parágrafos. áudio-visual ou qualquer outro meio. que meu Trabalho de Conclusão de Curso do Curso de Graduação em Engenharia de Produção é original. 2 Art. de 3 (três) meses a 1 (um) ano. seja em formato de papel.

You're Reading a Free Preview

Descarregar
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->