Esquemas de ligações básicas L1, L2, L3 – Condutores Fases N – Condutor Neutro PE – Condutor de proteção ( terra ) DR1 – Dispositivo DR – bipolar DR2 – Dispositivo

DR – tetrapolar R – Carga

possibilita a verificação do correto funcionamento e instalação do dispositivo DR. em redes bifásica ou trifásica (L1+L2+N ou L1+L2+L3 sem N). No exemplo foi interligado o terminal de conexão 3 ao terminal de conexão N para permitir a operação do botão de teste. verifique o diagrama no frontal do dispositivo DR para proporcionar a correta energização dos terminais utilizados por este teste.2.2) Seguem os esquemas de ligações mais utilizados Esquema TN-S As funções do condutor Neutro (N) e do condutor de Proteção (PE) são distintos na rede. pois é a garantia de funcionamento do Dispositivo DR). . gerando uma corrente de fuga interna entre dois terminais de conexão (acionar semestralmente.2.item 4. Portanto.2) O botão de teste T. Esquemas de aterramento padronizado (norma ABNT NBR 5410 .

Esquema TT .Esquema TN-C-S Em parte do sistema as funções do condutor Neutro (N) e do condutor de Proteção (PE) são combinadas em um único condutor (PEN).

. Notas: a) Em sistemas TN-C o dispositivo DR somente poderá ser instalado se o circuito protegido for transformado em TN-S. estando as massas da instalação ligadas a eletrodo(s) de aterramento eletricamente distinto(s) do eletrodo de aterramento da alimentação.O esquema TT possui um ponto da alimentação diretamente aterrado. Como montar os quadros de distribuição Abaixo segue um exemplo de montagem dos Dispositivos DR nos quadros de distribuição padrão IEC. consultar ABNT NBR 5410. b) Para sistemas IT. caracterizando-se um sistema TN-C-S.

1 . b) Para uma rede monofásica (1F + N + PE). foi possível realizar os exemplos de montagem sem a utilização de um disjuntor geral no quadro de distribuição.Trilho de fixação rápida 9 .DPS.terra (PE) 5 . instalados entre neutro (N) e terra (PE).Circuitos de saídas protegidos por disjuntores Dispositivo de proteção contra surtos . instalados entre fase (F) e terra (PE) 3A/3B . Nos casos onde não houver uma proteção prévia coordenada é recomendável .Barramento para condutores neutro (N) 6 .Isolador terminal (reserva) 10 .Circuitos de saída dos cabos terra 11 .Dispositivo de proteção contra surtos . o Dispositivo DR será bipolar e desconsiderar um dispositivo de proteção contra surtos .DPS da fase (F2) e o barramento isolado será monofásico.Circuitos de saída dos cabos neutro 12 .Barramento para condutores de proteção .DPS. realizando a entrada diretamente pelo Dispositivo DR.Terminal para derivação 8 . por esta premissa. não é necessário aplicação desse módulo. para outras possibilidades de redes considerar as seguintes alterações: a) Para uma rede trifásica (3F + N + PE).Barramento bifásico isolado para alimentação dos circuitos 7 .Dispositivo DR tetrapolar de 30 mA 2 . o Dispositivo DR permanecerá tetrapolar fazendo a ligação da fase (F3). Utilizar mais um dispositivo de proteção contra surtos .Cabos de interligações internas do quadro O exemplo de montagem acima é para uma rede bifásica (2F + N + PE). 4 . c) Todos os exemplos acima descritos consideram que junto ao medidor existe uma proteção realizada por meio de disjuntor IEC ou fusível Siemens. Nos casos onde a separação do condutor neutro (N) e terra (PE) ocorre dentro do Quadro de Distribuição.Cabos de entrada 13 .DPS para a fase adicional e barramento trifásico isolado.

.a utilização de um disjuntor geral no Quadro de Distribuição.

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