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A bruxa Deolinda Num dia de frias tarde estava a bruxa Deolinda a telefonar para casa dos amigos Gustavo

o e Mariana, para irem passarem l as suas frias. A bruxa Deolinda prometia que iriam ser umas frias em grande. Os irmos Gustavo e Mariana fizeram as malas, partiram para a floresta mgica, que era o local onde a bruxa Deolinda vivia. Para darem com a casa foi o mais difcil, pois a casa por fora era transparente mas por dentro era bem visvel. Enquanto a Mariana caminhava ouvia uma frigideira a fritar, at que bateu num muro que se sentia mas no se via, s quando a bruxa abriu a porta que ela se apercebeu que tinha tocado na campainha. - Entrem meus amigos tenho um lanche delicioso para vocs provarem! Exclamou a bruxa Deolinda. - A srio amiga!? Vou ser o primeiro a chegar. -Afirmou o Gustavo. - No te apresses Gustavo, pe os olhos na tua irm, est ali to sossegada. Disse a bruxa Deolinda. - O qu?! Exclamou o Gustavo. - Sim. Primeiro temos de ir dar uma volta de vassoura. A Mariana pediume primeiro o passeio, que tu me pediste para comer. Afirmou a bruxa. Enquanto voavam o Gustavo armou-se em esperto, ps-se de p em cima da vassoura e comeou a cantar: Estou a cantar de p Olarilol, olarilol! Passado algum tempo o Gustavo caiu e aterrou num lago onde existem piranhas, ele comeou a gritar de aflio: -Ajudem-me! Ajudem-me! A bruxa Deolinda lanou um feitio que o conseguiu salvar das piranhas.

-Ufa! Ufa! Gritou o Gustavo. Finalmente chegaram a casa e a bruxa perguntou ao Gustavo: -No queres comer? -No, no obrigado! -Mas eu aceito respondeu a Mariana. Assim acabou mais um dia de frias da Mariana e do Gustavo. Francisco Jos 4. ano EB1 do Guardo