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Como Funciona as Pilhas e Baterias

Como Funciona as Pilhas e Baterias

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Como funciona as pilhas e baterias (ART094) Site: http://www.newtoncbraga.com.br/index.

php/como-funciona/3208-art437.html
Escrito por Newton C. Braga

Usadas em uma infinidade de aparelhos elétricos e eletrônicos as pilhas e baterias consistem numa importante forma de fonte de fonte de energia. No entanto, se estamos acostumados e comprar qualquer pilha ou bateria para nossos aparelhos, sem observar suas características, podemos estar cometendo alguns erros que afetam o desempenho desses aparelhos e também nosso bolso. Uma pilha ou bateria mal escolhida prejudica o aparelho e dura menos, forçando-os a gastar mais. Como funcionam pilhas e baterias e como fazer a escolha certa é o que veremos neste artigo. As pilhas consistem em fontes químicas de energia elétrica, ou seja, dispositivos que convertem energia liberada numa reação química em energia elétrica. O nome "pilha" vem do primeiro dispositivo desse tipo que foi inventado po Alessandro Volta em 1800. O pesquisador italiano fez um empilhamento de discos de cobre e zinco tendo entre eles discos de tecido embebidos numa solução de ácido sulfúrico, conforme mostra a figura 1.

Entre cada par de discos era possível obter uma tensão de 0,75 volts. Assim, com muitos discos, as tensões se somavam e uma boa tensão era obtida dessa primeira pilha elétrica. A pilha de Volta teve vários aperfeiçoamentos atribuídos a cientistas como Zamboni, De Luc, Einhof, Ritter, Hachette isso no período entre 1800 e 1812. No entanto, o aperfeiçoamento maior desta pilha ocorreu somente em 1868 quando Georges Léclanché, um pesquisador francês, chegou a uma configuração que até hoje é usada com poucas modificações para fornecer energia para nossos aparelhos. A pilha de Volta.

A PILHA SECA Trata-se da "pilha seca" que tem a configuração mostrada na figura 2. Nesta pilha o eletrodo ou pólo negativo consiste num "copo" de 99,99% de zinco. O pólo positivo é formado por um bastão de carbono. A solução química ou eletrólito que vai reagir com o zinco para liberar a energia elétrica é formado por uma mistura de cloreto de amônia, dióxido de manganês, cloreto de zinco e algumas outras substâncias estabilizadoras que foram acrescentadas com o tempo e que dependem do fabricante da pilha. Quando essa pilha "funciona" o eletrólito ataca o zinco liberando energia elétrica que se manifesta numa tensão da ordem de 1,5 V entre seus pólos. Ocorre, entretanto que o zinco vai se gastando assim como o eletrólito até chegar um ponto em que ele pode furar. As pilhas modernas são protegidas por capas de aço e papelão, mas até elas podem "furar" ocorrendo então o vazamento das pilhas com perigo para os componentes do aparelho alimentado. A pilha seca ou pilha

comum.

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Outro problema a ser considerado é que, durante as reações que ocorrem no interior da pilha, é liberado hidrogênio que não deve ficar acumulado. Se esse hidrogênio formar bolhas, pode haver excesso de pressão o que poderia levar a pilha a "explodir". Além disso, o gás dificulta as reações e a própria circulação da corrente, devendo ser eliminado. Para eliminar o gás é que existe o despolarizante a base de manganês. Este manganês absorve o hidrogênio evitando que ele traga problemas de funcionamento para a pilha. As reações que ocorrem no interior de uma pilha seca são irreversíveis, ou seja, não podem ser invertidas para se devolver energia a ela. Isso significa que as pilhas secas não são recarregáveis. A possibilidade de se carregar células químicas de energia elétrica resultou no aparecimento dos acumuladores.

ACUMULADORES O acumulador foi descoberto por J. W. Ritter na Alemanha em 1803. O tipo atualmente mais usado é o acumulador chumbo-ácido que tem a estrutura mostrada na figura 3. Cada célula contém duas placas de chumbo que são submersas numa solução de ácido sulfúrico. Quando a célula se encontra descarregada, as duas placas são de chumbo metálico. No entanto, quando uma corrente de carga é forçada a circular pela bateria, ocorre uma transformação química das placas e uma tensão de ordem de 1,6 V se manifesta entre elas. A energia fica então acumulada e a célula pode ser usada para fornecer esta energia a um circuito externo. À medida que ela fornece energia, as O acumulador chumbo-ácido.

placas novamente se transformam voltando ao estado original. Com a descarga completa é preciso fazer a corrente de carga circular por um certo tempo para que a célula volte a armazenar energia.

BATERIAS Quando ligamos pilhas ou acumuladores em conjunto, obtemos associações denominadas "baterias". Assim, o conjunto de células ou pilhas secas que formam uma bateria de 9V como a que usamos para alimentar um radinho, do tipo mostrado na figura 4, é uma bateria de pilhas. Estrutura de uma bateria seca de 9 V.

Por outro lado, quando associamos acumuladores para obter uma bateria de 12V como a usada nos carros, o que temos uma é uma "bateria de acumuladores".

PILHAS ALCALINAS Além das pilhas secas, temos hoje disponíveis no mercado as denominadas pilhas alcalinas.

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Essas pilhas têm a estrutura mostrada na figura 5.

O eletrodo positivo é formado por dióxido de manganês enquanto que o eletrodo negativo também é o zinco. A solução, entretanto é de hidróxido de potássio (KOH) que é uma substância alcalina (daí a denominação dada a esta pilha). A tensão de cada célula e de 1,5 V e ela se caracteriza por ter maior capacidade de fornecimento de energia que as pilhas secas. Como as pilhas secas, as alcalinas não podem ser recarregadas, ou seja, as reações que liberam energia elétrica são irreversíveis. As pilhas secas e as alcalinas, por terem apenas um ciclo de descarga, ou seja, só poderem fornecer energia uma vez e já Estrutura alcalina. básica de uma pilha

virem de fábrica com toda energia que devem fornecer são denominadas primárias. Já os acumuladores são denominados fontes secundárias de energia, pois precisam ser carregados antes de entrarem em ação.

BATERIAS DE NICAD Outro tipo de fonte de energia química recarregável, e portanto secundária, é a bateria de Nicad ou Níquel-Cádmio, que tem a estrutura mostrada na figura 6.

Estrutura de uma célula de Nicad.

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Pela sua durabilidade (número elevado de recargas), grande capacidade de fornecimento de energia, estas células são utilizadas numa grande variedade de aplicações práticas que exigem potências elevadas. Nesta célula, que tem uma tensão em aberto de 1,2 V, o eletrodo positivo é feito com o metal cádmio (Cd) enquanto que o eletrodo negativo consiste no hidróxido de níquel. O eletrólito é formado por hidróxido de potássio. Para recarregar estas células, basta fazer circular uma corrente no sentido apropriado que é o inverso ao do fornecimento de energia.

AS CARACTERÍSTICAS DAS PILHAS E BATERIAS A escolha de um determinado tipo de pilha ou bateria para a alimentação de um equipamento está condicionada a diversos fatores. O primeiro fator a ser considerado é a tensão que deve ser mantida no circuito durante o tempo de funcionamento. As pilhas comuns fornecem uma tensão em aberto de 1,5 V assim como as alcalinas, enquanto que as baterias de Nicad fornecem 1,2V. No entanto, a maneira como esta tensão se mantém durante a vida útil da pilha ou bateria pode variar e isso pode afetar o desempenho de um circuito. Assim, conforme mostra a figura 7, enquanto que a tensão das pilhas comuns cai rapidamente durante seu uso, com uma curva irregular, para uma pilha alcalina depois de uma pequena queda, a tensão se mantém estável por um longo período, e muito mais no caso de uma célula de Nicad..

Curva de descarga dos diversos tipos de pilhas. Podemos dizer que para todos os tipos, exceto os acumuladores chumbo-ácido que a vida útil da pilha termina quando a tensão cai abaixo de 0,8 V ou 0,9 V. Um ponto importante a ser considerado é que esta queda ocorre pelo aumento da resistência interna da pilha que forma com o circuito externo um divisor de tensão, conforme mostra a figura 8.

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Perdas na resistência interna de uma pilha.

Outro fator importante que determina a escolha de uma pilha é a sua capacidade de fornecimento de energia. A quantidade de energia de uma pilha é dada pelo produto da tensão que ela mantém no circuito, pela corrente que ele exige e pelo número de horas em que isso ocorre. Assim, uma pilha de 15 VAh pode fornecer uma corrente de 1,0A sob corrente de 1,5V durante 10 horas. A mesma pilha fornecerá 100 mA de corrente a um circuito durante 100 horas. A capacidade de fornecimento de energia não depende apenas do tamanho da pilha, mas também de seu tipo. Assim, as pilhas que possuem maior densidade de energia são as alcalinas com 220 VAh por litro, contra 100 VAh das pilhas de comuns e 80 VAh das de Nicad. Esta capacidade refere-se ao conteúdo energético total da pilha e não à sua potência. Assim, a resistência interna baixa de uma pilha permite que ela seja capaz de operar em condições de alta corrente. Isso significa que as pilhas de NIcad podem fornecer correntes muito maiores que a alcalinas e que as comuns. Na verdade é até perigoso colocar em curto tais pilhas pela elevada corrente que pode até causar sua explosão. Isso não significa entretanto que, para um mesmo aparelho elas tenham maior durabilidade. O fato importante a ser considerado então é que, para um consumo fixo de energia as pilhas alcalinas têm até 2,5 vezes a durabilidade de uma pilha comum e até 3 vezes mais a de uma de Nicad.

ESCOLHENDO A PILHA IDEAL Os fabricantes de pilhas possuem em suas linhas de produtos variações de tipos, mesmo para as comuns, o que significa que, dependendo da aplicação o consumidor tem disponível aquela que apresenta o maior rendimento. Assim, para as pilhas comuns, temos unidades que levam em conta o regime de funcionamento do aparelho que devem alimentar de modo a proporcionar o melhor rendimento. O que ocorre é que ao alimentar um aparelho de maior rápido consumo exigindo (aparelhos assim outro uma lado, com ação uma motores maior pilha ou do que lâmpadas), a pilha tem um ciclo de descarga mais despolarizante. Por

alimente um equipamento de baixo consumo (um relógio, por exemplo) tem um ciclo de descarga mais lento. Estas pilhas devem ter características diferentes e isso realmente ocorre. Indo ao supermercado o leitor vai constatar que atrás das cartelas de pilhas existem as aplicações possíveis para aquele tipo, e isso deve ser levado em conta. Nas cartelas existem informações importantes sobre o uso das pilhas.

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Também, conforme o tipo de operação o leitor pode optar por outros tipos de pilhas, como por exemplo as de Nicad. As pilhas alcalinas, por exemplo, nos aparelhos de alto consumo como por exemplo aparelhos de som de boa potência, lanternas, flashes de máquinas fotográficas brinquedos que usam motores, podem ter uma duração até 3 vezes maior. Mesmo tendo um custo mais alto do que as pilhas comuns elas podem compensar perfeitamente o investimento pela durabilidade. Damos a seguir uma relação de aparelhos e os tipos de pilhas recomendadas: * Rádios de pequena potência (portáteis): pilhas comuns, alcalinas e nicad. * walkmans e CD-players portáteis: alcalinas e nicad * aparelhos de som portáteis: alcalinas e nicad * relógios e calculadoras de cristal de líquido: comuns * controles remotos: alcalinas e nicad * brinquedos com motores: alcalinas e nicad * lanternas: alcalinas e nicad * instrumentos de medida: comuns e alcalinas * flashes eletrônicos: alca;inas e nicad * transceptores (walk-talkies): alcalinas e nicad

Na tabela dada a seguir damos as características comparativas dos diversos tipos de pilhas e acumuladores para que o leitor tenha elementos para fazer sua melhor escolha.

Dados comparativos entre as pilhas e os acumuladores.

Na época em que foi escrito diversos tipos de pilhas mais modernas não foram incluídos.

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Como funcionam os carregadores de baterias (ART448)
Site: http://www.newtoncbraga.com.br/index.php/como-funciona/2630-art448.html?showall=1
Escrito por Newton C. Braga

Índice do Artigo Como funcionam os carregadores de baterias (ART448) Pilhas ou Células Recarregáveis O Carregador O Efeito Memória Todas as Páginas
Este é um artigo bastante interessante para quem deseja aprender como funcionam os carregadores de bateria. Trata-se de artigo bastante atua (2010) que merece ser lido pelos leitores que desejam saber mais sobre o princípio de funcionamento destes dispositivos presentes em todos os celulares, câmaras fotográficas, câmaras de vídeo e muito mais.

Os carregadores de baterias estão em toda parte. Dos Telefones celulares, câmeras fotográficas, laptops aos palmtops, Ipods, E-book readers que fazem uso de baterias recarregáveis todos precisam de um carregador. O princípio de funcionamento de um carregador de baterias é do que tratamos neste artigo destinado aos leitores que desejam se aprofundar no conhecimento desta tecnologia indispensável em nossos dias. As pilhas, baterias ou células recarregáveis consistem em fontes de energia elétrica de origem química. Em outras palavras, uma reação química libera energia na forma de eletricidade, a qual é utilizada por um circuito externo. Para entender como funciona uma célula recarregável e portanto um carregador, vamos partir do princípio de funcionamento de uma pilha ou célula comum não recarregáveis. Podemos tomar como exemplo as pilhas secas ou as alcalinas.

Pilhas e Baterias Comuns (Não Recarregáveis) Numa pilha ou bateria comum, existem dois eletrodos que fazem contato com uma substância química que possui um elevado potencial de reação, ou seja, dispõe de energia para liberar numa reação química. Esta substância é denominada eletrólito e tem as mais diversas composições, conforme o tipo de pilha ou bateria considerada. Para tornar as coisas mais simples, vamos tomar como exemplo uma pilha seca comum, que é vista em corte na figura 1.

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Estrutura de uma pilha seca Nela, um dos eletrodos, o ligado ao pólo positivo consiste num bastão de grafite ou carvão e o outro consiste num "copinho" de zinco. A substância reagente ou eletrólito é uma mistura que contém manganês, amônia, e outras substâncias que têm finalidades as mais diversas, por exemplo, na estabilização da reação. A substância reagente que seria o "combustível" da pilha, permanece inerte até o ponto em que um circuito externo seja ligado entre o pólo positivo e o pólo negativo da pilha "solicitando" assim a entrega de energia, conforme mostra a figura 2.

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Movimento de íons (corrente) no interior da pilha Quando a corrente é solicitada, a movimentação de cargas elétricas no circuito também passa a ocorre na forma de íons na substância e a reação química tem início. A substância começa então a reagir com o eletrodo negativo (copinho de zinco) de modo a liberar íons e com isso manter a corrente elétrica no circuito. O resultado é que nesta reação a substância se transforma entregando a energia de que dispõe e o copinho de zinco é consumido no processo. À medida que a pilha vai fornecendo sua energia, a substância do eletrólito vai se desgastando, o copinho de zinco consumido e com isso cada vez menos corrente vai se tornando disponível. Chega um determinado momento, em que a energia se reduz a tal ponto que a resistência interna da pilha aumenta e a corrente já não pode mais se fornecida ao circuito externo com a mesma intensidade. A tensão entre os pólos da pilha cai. A pilha está em sua fase final de esgotamento. A figura 3 mostra a curva típica de fornecimento de uma pilha seca comparada a de outros tipos.

Curvas típicas de descarga de alguns tipos de células, inclusive recarregáveis (Nicad) Se examinarmos a pilha esgotada, veremos que a substância de seu interior se modificou e que um dos eletrodos se encontra corroído. Veja que as pilhas secas, possuem uma proteção adicional de papelão e aço sobre o copinho de zinco, justamente para evitar que a substância "vaze" quando a pilha se esgota. Essa substância é corrosiva, podendo afetar os aparelhos em que ela se encontrar, se o vazamento ocorrer. É por esse motivo que se recomenda retirar as pilhas dos aparelhos que vão ficar muito tempo sem uso. Mesmo sem usar, a reação ainda ocorre de forma muito vagarosa, mas ao final de muito tempo, uma pilha deixada num aparelho, se esgota e pode vazar...

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Pilhas comuns não são recarregáveis Nas pilhas comuns (alcalinas, secas e outras) a reação que ocorre quando a energia é fornecida é irreversível, ou seja, "não tem volta". Uma vez que a substância reagente entregue a energia. Em alguns casos, aquecendo um pouco a pilha ou ainda deixando-a em repouso pode-se reativar o restante da substância que ainda pode reagir e assim prolongar a vida útil da pilha. A idéia de que colocar as pilhas na geladeira, adotada por muitos, não é válida, pois o que faz a pilha reativar um pouco não é o frio mas sim o repouso...

Pilhas ou Células Recarregáveis A idéia de se recarregar uma célula ou bateria é simples: se passarmos pela substância fornecedora de energia uma corrente no sentido contrário àquela que ela fornece normalmente, a reação se inverte e a substância "absorve" a energia liberada, voltando à sua condição inicial. A forma mais simples e mais tradicional de se fazer isso é com a bateria chumbo-ácido que é encontrada nos automóveis e que tem a estrutura mostrada na figura 4.

A estrutura da bateria de chumbo-ácido. Nela temos duas placas de chumbo que formam seus pólos e o eletrólito é uma solução de ácido sulfúrico (ácido sulfúrico diluído em água). Cada par de placas fornece uma tensão de 2 V quando carregada, o que significa que uma bateria de carro de 12 V tem 6 pares deste tipo. Quando a bateria está descarregada as duas placas são de chumbo puro. Ao se fazer circular uma corrente de carga nesta bateria, o ácido reage com uma das placas formando uma substância nova que é o óxido de chumbo que recobre a placa positiva. Esta substância contém a energia armazenada que a bateria pode fornecer depois numa reação química. Quando uma carga é ligada à bateria, uma lâmpada, por exemplo, conforme mostra a figura 5, a corrente começa a circular pela lâmpada e pelo eletrólito na forma de íons, dando início a uma reação que começa a consumir a substância em que a energia está armazenada.

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Ligando uma lâmpada como carga. Esse fornecimento continua até o momento em que a substância armazenada na placa seja consumida totalmente, com o eletrodo de chumbo voltando à sua condição inicial. Se uma corrente for agora forçada a circular no sentido inverso, a reação inversa ocorre, com a placa recompondo a substância com a energia disponível. Nos automóveis, o alternador fornece esta corrente de carga quando o motor está em funcionamento, recompondo continuamente a substância que fornece energia. Outros tipos de células recarregáveis operam segundo o mesmo princípio, mudando apenas as substâncias envolvidas. Assim, nas células de NíquelCádmio ou Nicad, são estes os metais envolvidos no processo de reações, conforme mostra a estrutura de uma dessas células na figura 6.

Veja que o número de vezes que uma célula pode ser recarregada, ou seja, o número de ciclos de carga e descarga não é ilimitado. A substância usada como eletrólito com o tempo perde suas propriedades químicas e até mesmo os eletrodos podem sofrer desgastes e rupturas. Nas baterias de carro, por exemplo, o efeito da dilatação e contração que ocorre no processo de carga e descarga pode acabar por trincar as placas, tornando assim inoperante a bateria. Todos que já tiveram um carro com baterias desses tipo, as que não são seladas do tipo antigo, onde era preciso completar com água destilada de tempos em tempos o nível do eletrólito, devem se lembrar do teste feito pelo eletricista de autos que, colocando uma forte carga na bateria para ela fornecer uma corrente intensa, fazia com que o eletrólito do par de placas danificadas fervesse. Estrutura de uma pilha de NiCad

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O Carregador Um carregador simples consiste numa fonte que estabelece uma corrente em sentido contrário na célula, pilha ou bateria que deve ser recarregada. Como a resistência interna de uma bateria varia com a carga e normalmente é muito pequena, é preciso agregar à essa fonte algum dispositivo para limitar a um valor seguro a corrente de carga, conforme mostra a figura 7.

Um carregador simples de bateria - G1 e G2 são ligados aos pólos da bateria e o resistor de 10 ohms serve como limitador de corrente. Nos carregadores mais simples, o que se tem é apenas um limitador de corrente com um valor que determine a corrente que no tempo indicado pelo fabricante consiga repor toda sua carga. Veja que não devemos (e não podemos) fazer circular uma corrente excessiva no processo de recarga. Ao circular, a corrente não só repõe a energia na célula como também, devido à sua resistência elétrica, gera calor aquecendo a bateria. O aquecimento excessivo pode ter conseqüências perigosas para a integridade da bateria indo desde o dano dos eletrodos e da própria substância química do eletrólito até a explosão da bateria pela formação de gases sob pressão! Nas células recarregáveis de todos os tipos é indicada a corrente recomendada pelo fabricante para uma carga segura, conforme mostra a figura 8.

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Nestas baterias a corrente de carga é normalmente 1/10 da capacidade (400 mA para uma bateria de 4000 mAh) e é indicado seu valor para 16 horas. Para carga rápida, a corrente é maior. No entanto, as baterias modernas e os carregadores exigem mais cuidados do que simplesmente aplicar uma corrente no sentido inverso por certo tempo. Isso nos leva aos carregadores "inteligentes".

Carregadores Inteligentes Para se obter uma carga mais rápida, mais eficiente (com menor gasto de energia) e que também prolongue a vida útil da célula, pilha ou bateria, são usados diversos recursos nos carregadores. Assim, um primeiro recurso simples para a carga consiste em se utilizar o regime de corrente constante. Numa célula completamente descarregada a tensão nos seus terminais é baixa. Assim, ao aplicarmos a tensão do carregador, a diferença entre sua tensão e a da bateria é elevada. Isso faz circular uma corrente inicial elevada, conforme mostra a figura 9.

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À medida que a bateria se carrega a corrente através dela diminui À medida que a bateria se carrega, a tensão nos seus terminais sobe se contrapondo à tensão do carregador. Com isso a corrente na bateria diminui gradualmente até que no final do processo ela é pequena. A curva de carga não é, portanto, linear, conforme mostra a figura 10.

Curva de carga para a tensão, numa bateria de carro Uma fonte de corrente constante faz circular uma corrente por uma carga com uma intensidade que independe da sua resistência ou da tensão que ela apresenta. Assim, o processo de carga de uma bateria com uma fonte de corrente constante se faz com a mesma intensidade do início ao final.

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Outro recurso encontrado em alguns carregadores consiste na temporização automática. O carregador interrompe a corrente depois de um certo tempo programado, que é o especificado. Mas os carregadores mais sofisticados são muito mais completos contendo recursos como o monitoramento constante da carga, da temperatura e outras características importantes da célula.

Monitorando a Carga Diversos fabricantes de microcontroladores apresentam projetos de carregadores inteligentes de baterias que possuem recursos importantes. Estes recursos vão desde a adoção de regimes especiais para a carga em termos de tempo, como também a monitoração da tensão. Assim, damos como exemplo a curva de carga de um carregador sugerido pela Texas, que o leitor interessado pode encontrar em artigo completo no site em MIC008, utilizando o microcontrolador MSP430

Carga inteligente com o MSP430. Veja que neste circuito, a corrente varia com o tempo no processo de carga completa.Seu funcionamento pode ser explicado da seguinte forma: A capacidade de uma bateria é expressa como capacidade C, dada em mA-h. Por exemplo, uma bateria de 500 mAh tem uma taxa C de 500 mA. A correspondente da 1 C é 500 mA e a corrente de 0,1 C é de 50 mA. Assim, levando em conta essa informação, a carga de uma bateria Li-Ion deve ser feita em três etapas:

* Carga lenta - uma pré-carga feita com uma corrente de 0,1 C. * Carga rápida - uma carga com corrente constante feita com 1 C. * Etapa de tensão constante

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Durante a carga lenta, a bateria é carregada com uma corrente de 0,1 C. Isso vai ocorrer quando a bateria estiver com uma tensão menor do 2,5 V. Algumas baterias de Nicad são recarregadas sem que haja necessidade de uma descarga completa, o que faz com que elas passem a apresentar o "efeito memória". As baterias Li-Ion não têm esse problema, podendo ser totalmente carregadas antes de uma descarga total. Portanto, o procedimento de carga lenta raramente é empregado com esse tipo de bateria. A carga rápida (com corrente constante e tensão constante) é a fase mais importante no processo com esse tipo de bateria. Muitas baterias Li-ion estarão plenamente carregadas com uma tensão de 4,1 V ou 4,2 V. Assim, a bateria é carregada com corrente constante de 1 C até a tensão alcançar 4,1 V ou 4,2 V. O circuito mede continuamente a corrente de sensoriamento - a corrente num resistor sensor ligado em série (Rsense) ajustando o ciclo ativo do PWM com o Microcontrolador. Quando a tensão alcançar esse valor, o circuito passará a operar no modo de carga com tensão constante. Quando isso acontece, o circuito passa a funcionar como uma fonte de tensão fixa de 4,1 V ou 4,2 V. Nesse ponto, a resistência interna da bateria começa a cair, o que exige uma compensação para manter a corrente abaixo de0,1 C. Quando a bateria está completamente carregada, a maiort parte da energia será convertida em calor. Assim, uma sobrecarga pode causar um sobreaquecimento e até explosão. De qualquer forma, isso reduz a vida útil da bateria. As baterias Li-Ion são extremamente sensíveis a sobrecarga, o que significa a necessidade de se controlar com precisão de 50 mA a tensão de 4,1 V ou 4,2 V do processo de recarga. Alguns métodos permitem determinar quando uma bateria está completamente carregada. Esses métodos são: * Durante o processo de carga com tensão constante, quando a corrente cai para 0,1 C a bateria se encontra completamente carregada. * Determinar a temperatura da bateria de modo a se determinar quando começa a ocorrer o sobreaquecimento. * Usar um método de temporização seguro. Quanto mais o tempo passar de um valor considerado ideal para a carga, a bateria poderá ser considerada completamente recarregada. (veja mais no artigo da Texas Instruments MIC008)

O Efeito Memória O efeito-memória que pode aparecer em baterias recarregáveis (Nicad) de telefones sem fio, telefones celulares, e muitos outros aparelhos, sejam de tipos antigos quer sejam novas mas de marcas pouco recomendáveis é bastante desagradável. Este efeito consiste no fato de que a bateria "memoriza" a carga adquirida no último processo de carga e não consegue ultrapassá-lo. Se a bateria, uma vez que seja, foi carregada com apenas uma pequena parcela de sua carga total, nas cargas seguintes ela não consegue mais adquirir a carga completa por mais tempo que a deixemos no carregador, conforme mostram as curvas da figura 12.

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A terceira carga "memoriza" o nível da segunda carga e só vai até ele. As baterias modernas, principalmente as usadas nos telefones celulares não possuem mais este efeito e podem ser carregadas com facilidade até o máximo em qualquer condição. Existem também aquelas que podem ser recuperadas se, ao manifestarem o efeito memória, forem descarregadas completamente e depois submetidas a uma carga completa. A descarga completa pode ser feita com sua ligação a um dispositivo de certo consumo como, por exemplo, uma lâmpada incandescente comum, conforme mostra a figura 13.

Fazendo a descarga completa de uma bateria. No entanto, para os casos em que este procedimento não resolve existe uma possibilidade interessante que é a base de nosso artigo.

COMO FUNCIONA Quando a bateria não consegue mais ultrapassar certo valor de carga o que se pode fazer é forçar por um pequeno intervalo de tempo a passagem de uma corrente intensa através dela, o suficiente para "quebrar" o efeito-memória e a carga prosseguir. É claro que isso não pode ser feito de modo descontrolado, pois uma corrente muito intensa pode danificar a bateria que então ficará irremediavelmente perdida. Uma possibilidade é a explorada neste artigo e adotada por muitos técnicos: uma descarga de um eletrolítico de alto valor. Temos então o circuito simples da figura 14 que consiste num "recuperador de baterias com efeitomemória" e que usa pouquíssimos componentes.

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Um "recuperador" de baterias de Nicad com problema de "efeito memória". Quando ligamos o circuito em poucos segundos o capacitor de 2 200 µF se carrega com uma tensão da ordem de 16 volts (pico da tensão de 12 volts do transformador). Pressionando S1 por um instante este capacitor se descarrega pela bateria "quebrando" a barreira imposta pelo efeito memória. Para usar basta pressionar o interruptor algumas vezes em intervalos de 3 a 4 segundos (de modo a dar tempo para a carga do capacitor) e depois levar a bateria ao carregador normal. Não deixe o interruptor pressionado por muito tempo nem utilize o procedimento muitas vezes. Este procedimento também pode funcionar na recuperação de baterias que já não mais aceitam carga alguma. É importante também manter o resistor de qualquer maneira no circuito, pois ele limita a corrente na bateria mesmo quando o interruptor é fechado.

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Eliminador de efeito-memória (ART303)
Site: http://www.newtoncbraga.com.br/index.php/artigos/54-dicas/1956-art303.html

Escrito por Newton C. Braga
Sáb, 14 de Agosto de 2010 11:52

Baterias de Nicad que tenham adquirido o efeito-memória e por isso não mais são usadas podem ser recuperadas com um simples circuito eletrônico. Veja neste artigo como colocar em funcionamento baterias que tenham sido abandonadas por causa deste problema.

O efeito-memória que pode aparecer em baterias recarregáveis (Nicad) de telefones sem fio, telefones celulares, e muitos outros aparelhos quer sejam de tipos antigos quer sejam novas mas de marcas pouco recomendáveis é bastante desagradável. Este efeito consiste no fato de que a bateria "memoriza" a carga adquirida no último processo de carga e não consegue ultrapassá-lo. Se a bateria, uma vez que seja, foi carregada com apenas uma pequena parcela de sua carga total, nas cargas seguintes ela não consegue mais adquirir a carga completa por mais tempo que a deixemos no carregador, conforme mostram as curvas da figura 1.

As baterias modernas, principalmente as usadas nos telefones celulares não possuem mais este efeito e podem ser carregadas com facilidade até o máximo em qualquer condição. Existem também aquelas que podem ser recuperadas se, ao manifestarem o efeito memória, forem descarregadas completamente e depois submetidas a uma carga completa. A descarga completa pode ser feita com sua ligação a um dispositivo de certo consumo, como por exemplo uma lâmpada incandescente comum, conforme mostra a figura 2.

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No entanto, para os casos em que este procedimento não resolve existe uma possibilidade interessante que é a base de nosso artigo.

COMO FUNCIONA Quando a bateria não consegue mais ultrapassar certo valor de carga o que se pode fazer é forçar por um pequeno intervalo de tempo a passagem de uma corrente intensa através dela, o suficiente para "quebrar" o efeito-memória e a carga prosseguir. É claro que isso não pode ser feito de modo descontrolado pois uma corrente muito intensa pode danificar a bateria que então ficará irremediavelmente perdida. Uma possibilidade é a explorada neste artigo e adotada por muitos técnicos: uma descarga de um eletrolítico de alto valor. Temos então o circuito simples da figura 3 que consiste num "recuperador de baterias com efeitomemória" e que usa pouquíssimos componentes.

Quando ligamos o circuito em poucos segundos o capacitor de 2 200 uF se carrega com uma tensão da ordem de 16 volts (pico da tensão de 12 volts do transformador). Pressionando S1 por um instante este capacitor se descarrega pela bateria "quebrando" a barreira imposta pelo efeito memória. Para usar basta pressionar o interruptor algumas vezes em intervalos de 3 a 4 segundos (de modo a dar tempo para a carga do capacitor) e depois levar a bateria ao carregador normal. Não deixe o interruptor pressionado por muito tempo nem utilize o procedimento muitas vezes. Este procedimento também pode funcionar na recuperação de baterias que já não mais aceitam carga alguma. É importante também manter o resistor de qualquer maneira no circuito, pois ele limita a corrente na bateria mesmo quando o interruptor é fechado. LISTA DE MATERIAL

T1 - Transformador com primário de acordo com a rede de energia e secundário de 12V x 500 mA.

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D1, D2 - 1N4002 - diodos de silício S1 - Interruptor de pressão NA C1 - 2200 uF x 12 V - capacitor eletrolítico Diversos: ponte de terminais ou placa de circuito impresso, caixa para montagem, cabo de força, fios, solda, etc.
Última atualização em Seg, 13 de Dezembro de 2010 07:40

Testando um eliminador de pilhas (INS127) Site: http://www.newtoncbraga.com.br/index.php/instrumentacao/78-artigos-diversos/2657-ins127.html Escrito por Newton C. Braga Com este teste verificamos a tensão (aproximada) de um eliminador de pilhas, nas condições de carga. Isso é importante, pois estes eliminadores não são estabilizados, e por isso ocorrem variações de vários volts entre a tensão de saída em aberto e a tensão de saída sob carga. Para o teste precisamos de: a) Multímetro comum ou voltímetro b) R1 - Resistor de fio conforme a carga Procedimento Na figura abaixo temos o modo de se ligar o multímetro e o resistor na saída do eliminador de pilhas em teste.

Testando um eliminador de pilhas

* Medimos a tensão em aberto, ou seja, sem R1 no circuito. * Medimos a tensão com R1 no circuito. O valor de R1 é obtido dividindo-se a tensão que deve haver na saída pela corrente máxima. Por exemplo, para um eliminador de 9 V x 500 mA (0,5 A), R1 deve ter 9/0,5 = 18 Ω. A dissipação deve ser de pelo menos 2 W. * A tensão em aberto pode ser até 50% maior do que a tensão medida com R1. Com R1 a tensão deve estar próxima do valor nominal do eliminador, com uma tolerância de uns 10%. Pagina 21 de 35

Como funcionam as pilhas e baterias Site: http://casa.hsw.uol.com.br/baterias.htm

Introdução
As baterias estão em todos os lugares, carros, computadores, laptops , MP3 players e telefones celulares. Uma bateria é essencialmente uma lata cheia de químicos que produz elétrons. As reações químicas que produzem elétrons são chamadas de reações eletroquímicas. Neste artigo, aprenderemos tudo sobre baterias, desde o conceito básico de funcionamento, a verdadeira química que acontece dentro delas e o que o futuro reserva para as baterias e as possíveis fontes de energia que poderiam substituí-las. Se você examinar qualquer bateria, notará que ela tem 2 terminais. Um terminal está marcado (+), ou positivo, enquanto o outro terminal está marcado (-), ou negativo. Em uma bateria tipo AA, C ou D (baterias normais de lanternas), as pontas das baterias são os terminais. Em uma bateria grande de carro, existem 2 terminais de chumbo. Elétrons se agrupam no terminal negativo da bateria. Se você conectar um fio entre os terminais positivo e negativo, os elétrons fluirão do terminal negativo para o terminal positivo o mais rápido que eles puderem (descarregar a bateria muito rápido pode ser perigoso, especialmente com baterias grandes, então não o faça). Normalmente, você conecta algum tipo de carga para a bateria usando um fio. Esta carga pode ser algo como uma lâmpada, um motor ou um circuito eletrônico, como um rádio. Dentro da bateria, uma reação química produz os elétrons. A velocidade da produção de elétrons por esta reação química (a resistência interna da bateria), controla quantos elétrons podem fluir entre os terminais. Os elétrons fluem da bateria para dentro do fio e passam do terminal negativo para o terminal positivo para que a reação química aconteça. Esta é a razão pela qual a bateria pode ficar em uma prateleira por um ano e ainda estar cheia de energia. Uma vez conectado o fio, a reação começa.

A primeira bateria foi criada por Alessandro Volta em 1800. Para criar essa bateria, ele fez uma pilha de camadas alternadas de zinco, papel mataborrão ensopado em água salgada e prata, desse jeito: Este arranjo ficou conhecido como uma pilha voltaica. As camadas de cima e de baixo da pilha precisam ser de metais diferentes, como mostrado. Se você conectar um fio em cima e um embaixo da pilha, poderá medir a voltagem e a corrente geradas. A pilha pode ser sobreposta quantas vezes for preciso para obter a voltagem desejada.

No século 19, antes da invenção do gerador elétrico (o gerador não foi inventado e aperfeiçoado até 1870), a Célula de Daniell, que é conhecida por outros 3 nomes: "célula de Crowfoot" por causa do formato típico do zinco, "célula de gravidade" por que a gravidade mantém os 2 sulfatos separados e "célula molhada", oposta à "célula seca" moderna, porque usa líquidos para os eletrólitos, era extremamente comum para o funcionamento dos telegráfos e das campainhas das portas. A célula de Daniell consiste de placas de cobre e zinco e sulfatos de cobre e zinco. Para fazer a célula de Daniell, a placa de cobre é colocada no fundo de uma jarra de vidro. A solução de sulfato de cobre é colocada sobre a placa até a metade da jarra. Uma placa de zinco é então pendurada

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na jarra - como mostrado - e uma solução de sulfato de zinco é colocada cuidadosamente na jarra. O sulfato de cobre é mais denso que o sulfato de zinco, então o sulfato de zinco "flutua" sobre o sulfato de cobre. Obviamente, este arranjo não funciona bem em uma lanterna, mas funciona bem para aplicações fixas. Se você tiver acesso a sulfato de zinco e sulfato de cobre, pode tentar fazer a sua própria célula de Daniell.

Experiências Se você quiser aprender sobre as reações eletroquímicas usadas para criar baterias, é fácil fazer experiências em casa para tentar combinações diferentes. Para fazer estes experimentos corretamente, precisa comprar um voltímetro (US$ 10 a US$ 20) em uma loja de material eletrônico ou de construção. Esteja certo de que o voltímetro pode ler baixas voltagens (cerca de 1 volt) e baixas correntes (cerca de 5 a 10 miliampêres). Desta maneira, você será capaz de ver exatamente o que a sua bateria está fazendo. Você pode criar a sua própria pilha voltaica usando moedas e papel toalha. Misture sal com água (a maior quantidade de sal que a água suportar) e ensope o papel toalha nesta salmoura. Faça então uma pilha alternando moedas de cobre e de níquel. Veja que tipo de voltagem e corrente esta pilha produz. Tente um número de camadas diferentes e veja qual o efeito que isto tem na voltagem. Depois, tente alternar moedas de cobre e de prata e veja o que acontece. Tente também moedas de prata e de níquel. Outros metais que você pode tentar incluem o papel alumínio e o aço. Cada combinação metálica deverá produzir uma pequena diferença na voltagem. Um outro experimento simples que você pode tentar envolve um pote, ácido diluído, fio e pregos. Encha o pote com suco de limão ou vinagre (ácidos diluídos) e coloque um prego e um pedaço de fio de cobre dentro dele sem que um encoste no outro. Tente pregos revestidos de zinco (galvanizados) e pregos de ferro comuns. Meça a voltagem e a corrente conectando o seu voltímetro aos pedaços de metal. Substitua o suco de limão por água salgada e tente também com moedas e metais diferentes para ver o efeito na voltagem e na corrente. Provavelmente a bateria mais simples que você pode criar é chamada de bateria zinco-carbono. Entendendo a reação química que acontece dentro da bateria, você pode entender como as baterias funcionam. Imagine que você tenha um pote de ácido sulfúrico (H2SO4). Enfie uma varinha de zinco dentro do pote e o ácido imediatamente começa a corroer o zinco. Você verá as bolhas de gás hidrogênio formando-se no zinco e a varinha e o ácido começarão a esquentar. O que está acontecendo é:

as moléculas de ácido estão se quebrando em 3 íons: 2 H+ íons e 1 SO4- íon.

os átomos de zinco na superfície da varinha de zinco perdem 2 elétrons (2e-) para se tornar Zn++ íons.

o Zn++ íons combinados com o SO4-- íon para criar ZnSO4, o qual dissolve o ácido.

os elétrons dos átomos de zinco combinam com os íons de hidrogênio no ácido para criar moléculas de H2 (gás de hidrogênio). Nós vemos o gás de hidrogênio como as bolhas se formando na varinha de zinco.

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Nada acontece com uma varinha de carbono quando colocada no ácido. Mas se você conectar um fio entre a varinha de zinco e a varinha de carbono, 2 coisas mudarão: • os elétrons fluirão através do fio e se combinarão com o hidrogênio na varinha de carbono, então o gás de hidrogênio começa a borbulhar na varinha de carbono;

existe menos calor. Você pode fornecer energia para uma lâmpada ou carga similar, usando os elétrons que fluem através do fio e pode medir a voltagem e a corrente no fio. Alguma energia do calor é transformada em movimento de elétrons. Os elétrons movem-se para a varinha de carbono porque a combinação com o hidrogênio é mais fácil. Existe uma voltagem característica na célula de 0,76 volts. Eventualmente, a varinha de zinco se dissolverá completamente ou os íons de hidrogênio no ácido se desgastam e a bateria "morre".

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Site:

Baterias
Como funciona? Teste de bateria. Carga de bateria. Baterias novas. Segurança. Tabela de aplicação.

Baterias a acido são usadas como suprimento de energia independente da moto estar em funcionamento. Em motocicletas de enduro, como não há quase nenhum acessório, é usada principalmente para a partida do motor. Hoje em dia, os modernos motores 4T estão tomando o lugar dos nervosos 2T por causa das normas cada vez mais rigorosas de controle das emissões de poluentes. Mas, o motor 4T é mais difícil de ligar, então, as motos estão vindo com partida elétrica. Para não aumentar muito o peso da moto (outra desvantagem do 4T contra o simples 2T) as fábricas estão optando por retirar o sistema de partida a pedal. Por isso vê-se a necessidade de manter todo sistema elétrico em bom estado por quê se algo falhar vai ter que empurrar a moto e recorrer ao famoso "tranco" nem sempre possível nas trilhas da vida.

Mas como funciona? O que acontece quando uma bateria está descarregando?
No processo, o ácido sulfúrico (H2SO4) dissocia-se passando os SO4 ao chumbo (Pb) de ambas as placas (positiva e negativa) formando nelas o sulfato de chumbo (PbSO4); os H2 roubam o oxigênio do óxido de chumbo (PbO2) da placa positiva, formando água (H2O) que diminui a concentração ácida do eletrólito. A reação química gera a corrente elétrica (elétrons livres que lentamente se reúnem nas placas negativas). Se o processo continuar, o eletrólito pode se transformar em água pura e as placas podem ser cobertas de sulfatação (PbSO4) então a atividade elétrica dentro da bateria pode ser paralisada.

O que acontece quando uma bateria está carregando?
A carga elétrica fluindo ao contrário faz a sulfatação liberar seu sulfato para a solução eletrolítica. O processo faz a placa e a solução voltarem à sua composição original. Pode se ver bolhas que são formadas de oxigênio e hidrogênio. Estes gases são expelidos pelo respiro. A água é formada pela
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combinação dos gases oxigênio (O2) e hidrogênio(H) = (H2O), razão pela qual só se deve completar o nível somente com água destilada.

Reações de autodescarga.
As baterias têm tendência a descarregar. A energia armazenada na bateria se perde a uma razão de 0,01 a 0,30 volt por mês a 25°C. Caso a temperatura aumente, a bateria descarrega mais rápido. A 35°C a bateria descarrega duas vezes mais rápido que a 25°C. Alguns acessórios instalados nas grandes motos drenam energia mesmo com a chave desligada. Relógios e a memória de computadores de bordo estão entre os mais comuns. Para checar a corrente de descarga desses componentes ou se há alguma pequena fuga de corrente, desconecte o fio positivo da bateria e meça com o multímetro a corrente de descarga. (por exemplo, na Falcon a fuga máxima especificada é 0,1mA) Na falta de um multímetro coloque uma lâmpada pequena como as de painel. Se ela acender mesmo que fraquinho pode estar havendo alguma fuga de corrente.

Teste de baterias Quanto de carga tem na bateria?
Há dois métodos de verificar a carga na bateria. Usando um densímetro para verificar a concentração de acido na solução eletrolítica ou medindo a "voltagem" da bateria com um multímetro.

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Estado da carga 100% carga batera selada 100% carga sulfate stop 100% carga bateria comum 75% carga 50% carga 25% carga 0% carga

Volts Densidade 13,00V 12,80V 1.280 12,60V 1.265 12,40V 1.210 12,10V 1.160 11,90V 1.120 menos que 11.80 V menos que 1.100

. Ok Ok Ok Ok carregar carregar carregar

Há um segundo teste. Se os faróis da moto ligam com o motor desligado, ligue-os e meça a "voltagem" da bateria. Se estiver abaixo de 11,5V a bateria precisa de carga. Caso os faróis só funcionem com a moto ligada ou sua moto não tem farol ligue uma lâmpada de farol como abaixo.

Você pode construir um aparelhinho com um pouco de conhecimento de eletrônica para mostrar o estado da carga da bateria. Se a bateria possuir mais de 10V o LED verde acende. Caso contrário o LED vermelho acenderá.

Carregando a bateria

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A carga reverte o processo destrutivo da bateria que acontece quando ela descarrega. As placas e o eletrólito que tinham sido transformados em sulfatação e em água são restaurados em sua composição original. Se a bateria está muito ruim pode ser que ela não aceite a carga. 1) Retire as tampas da bateria. 2) Sempre coloque as garras do carregador primeiro na bateria. Depois ligue a corrente elétrica. 3) Carregue a bateria com 1/10 da capacidade nominal da bateria. (uma bateria de 7Ah deve ser carregada com 0,7Ah) 4) Teste a bateria com um multímetro ou com um densímetro até que a bateria atinja 100% da sua carga. Carregar mais que o tempo necessário corroi as placas. 5) Adicione água destilada caso o nível da solução esteja abaixo do máximo. Se a bateria aquecer durante o processo de carga, pare o carregamento e aguarde a bateria esfriar. Algumas vezes uma bateria não segura carga. É por que ela está excessivamente descarregada e o carregamento está ocorrendo somente na superfície das placas. Neste caso a bateria precisa de ser carregada à baixa corrente por um longo período. Esquema construir um carregador de baterias em casa (olha a foto do que eu fiz).

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R2 determina a corrente de carga e pode ser aumentado para uma carga mais lenta. O LED indica que a bateria está em carga.

Ativação de baterias novas.
Uma bateria nova, após a colocação da solução, tem aproximadamente 80% da sua carga. Deve-se carregar a bateria com carga lenta após ativação para evitar que a bateria seja carregada pelo gerador da moto o que pode aquecer as placas. Quanto mais tempo a bateria ficou estocada, menor será sua carga inicial. Por isso devem-se preferir baterias com data de fabricação mais recente. 1) Teste o sistema de carga da moto e verifique possíveis fugas de corrente para ter certeza que o defeito é na bateria. 2) Remova a tampa do respiro da bateria. 3) Coloque a solução que vem com a bateria até o nível máximo. 4) Deixe a bateria descansar por 30 minutos. Balance a bateria gentilmente para expulsar bolhas de ar. Se necessário complete o nível com a solução eletrolítica. Não deve ser adicionada mais solução eletrolítica na bateria após essa etapa 5) Carregue a bateria com uma carga equivalente à 1/10 da carga nominal até que ela esteja com carga total. Se durante a carga o nível da solução abaixar, complete somente com água destilada. 6) Proteja os terminais da bateria com graxa ou vaselina. Conecte o tubo de respiro. Verifique se a ponta do tubo de respiro não está encostando na moto.

Informações sobre segurança.
Baterias basicamente possuem dois perigos: 1) Gases potencialmente explosivos (oxigênio e hidrogênio)
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-Não fume, não produza chamas ou faíscas próximo a baterias -Antes de dar carga em baterias convencionais, retire as tampas. -Só dê carga em locais ventilados. -Se a bateria ficar quente durante a carga pare a carga e espere a bateria esfriar. Calor estraga as placas e a bateria pode explodir. -Esteja certo que o tubo de respiro da bateria está desobstruído e sem dobras. 2) Acido sulfúrico que é extremamente corrosivo. -Sempre use óculos de proteção, luvas e roupas protetoras. -Lave qualquer respingo de ácido com água e sabão. -Em caso de ingestão, beba grandes quantidades de leite ou água com leite de magnésia, óleo vegetal ou ovos batidos. Procure ajuda médica. -Em caso de contato com os olhos lave com água durante vários minutos e procure ajuda médica. -Retorne sua bateria usada para a loja onde você comprou. Eles são obrigados por lei a receber a bateria e destinar ela para reciclagem. Baterias contêm chumbo e ácidos que podem contaminar o meio ambiente. Mantenha baterias fora do alcance de crianças. Alguns componentes elétricos podem ser danificados caso os terminais da bateria ou conectores sejam ligados ou desligados com a ignição ligada e houver presença de corrente elétrica. Remoção: Desacople primeiro o cabo negativo da bateria, depois o cabo positivo. Instalação: Acople primeiro o cabo positivo, depois o negativo.

Tabela de aplicação. Fonte: Yuasa Battery-chargers Battery Stuff Eurobat Saiba mais: Bosch Circuitos elétricos Velas

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fórum site: http://forum.clubedohardware.com.br/projeto-carregador-bateria/434578

O método de carga consiste em aplicar uma corrente constante igual a 0,7CmA, onde C é a capacidade da bateria em mAh, até que a tensão atinja 4,2v. A partir daí, aplica-se este valor de tensão constante até que a corrente cesse. Se a tensão inicial da bateria for inferior a 2,9v, é recomendado recarregar a 0,1CmA. A temperatura ambiente durante a carga deve estar entre 0 e 40ºC. Fonte: http://www.electronics-lab.com/artic...uct/index.html A bateria BL-5C tem uma capacidade de 850mAh. Obrigado amigo, deixa eu ver se entendi...Como a bateria BL-5C tem um C=850mAh tenho que carregar a bateria com uma corrente i=0,7x850 = 595mA a uma tensão igual a 4,2V. Como a bateria esta com uma tensão menor, ela vai crescer com a carga até atingir 4,2V. Logo quando igualar não tem mais DDP e não vai mais passar corrente... É ISSO?? Mas uma...Porque então que as baterias aquecem e até pegam fogo quando ficam ligadas diretas no carregador visto que a corrente cessa??? ou isso é folclore do povão. Hoje tenho medo de dormir com o carregador ligado... Se eu usasse uma voltagem de 12V o tempo iria diminuir. Isso estragaria a bateria? porque? Obrigado amigo Percebo que queira aprender. Mas a questão é que o telemovel já inclui um circuito de controlo de carga. Nãp faz sentido fazer outro circuito , salvo se desejar carregar a bateria externamente fora do telemóvel. As bateria aquecem demasiado por se ultrapassarem as correntes de carga correctas ou por serem demasiadamente carregadas. Além disso esse aumento demasiado indica que o carregador não contem sistema de controlo de temperatura de carga. Não ligue aos 12V directo . A bateria de litio vai explodir . Tem de ter um circuito correcto para carga desse tipo como indicou o claudomirorl. O circuito deve ainda ter um meio de parar a carga quando a bateria está completamente carregada. Se não fizer isso vai fazer "overcharge" e diminui o tempo de vida da bateria. Existem circuitos , CI´s , para controlar a carga desse tipo de baterias. PE : L6924D da ST Citação: Postado Originalmente por crocha1111 Obrigado amigo, deixa eu ver se entendi...Como a bateria BL-5C tem um C=850mAh tenho que carregar a bateria com uma corrente i=0,7x850 = 595mA a uma tensão igual a 4,2V. Como a bateria esta com uma tensão menor, ela vai crescer com a carga até atingir 4,2V. Logo quando igualar não tem mais DDP e não vai mais passar corrente... É ISSO?? Pagina 31 de 35

Na verdade, a corrente não cessa por completo. Quando a corrente atingir 0,07CmA é hora de terminar a carga. Citação: Postado Originalmente por crocha1111 Mas uma...Porque então que as baterias aquecem e até pegam fogo quando ficam ligadas diretas no carregador visto que a corrente cessa??? ou isso é folclore do povão. Hoje tenho medo de dormir com o carregador ligado... Dentro da caixa da bateria, há a bateria propriamente dita e um circuito que controla a tensão e a corrente e mede a temperatura da bateria. Se este circuito falhar ou se ocorrer um vazamento dentro da bateria ela pode se incendiar, mas, isto é muito raro em se tratando de baterias de boa qualidade. Isto ocorre geralmente com baterias falsificadas. Deixar a bateria ligada no carregador não deve produzir sua destruição, devido ao circuito de proteção. Citação: Postado Originalmente por crocha1111 Se eu usasse uma voltagem de 12V o tempo iria diminuir. Isso estragaria a bateria? porque? As células de Ion de Lítio não suportam uma tensão maior do que 4,2v e também não suportam carga mais rápida do que a recomendada. Mesmo que o pack da bateria possua a proteção contra sobretensão, não é bom facilitar. __________________ Um carregador inteligente é mais que isso . Controla a corrente e tensão de carga . Controla os diferentes modos de carga . Controla as formas de carga por exemplo usando PWM . Controla os tempos de carga. Controla a temperatura durante a carga. Controla os modos de alteracão dos modos de carga ( dV/dt , di/dt , dT/dt) Tudo isto de acordo com a bateria a carregar. Alguns incluem ainda função de descarga completa controlada o que é aconselhado para alguns tipos de baterias . Alguns fabricantes (ex Philips) incluem ainda um sistema diferente que controla toda a vida util da bateria . Desta forma pode ser registado todo o tempo de carga , de descarga , de standby. Assim é possivel otimizar a carga e prlongar a vida das baterias. Já tive o prazer (des) de pegar carregadores veiculares que não limitavam a tensão. Esquentava a bateria que dava medo. O ideal no teu caso, meu caro, seria pegar um limitador de tensão, com transistor e zener, e colocar um resistor alto na regulagem. Tem circuitos por aí na net e que você não gastará mais de 15 reais. Pegue um zenner de 5volts. Todas as baterias até agüentam um pouco. ou pegue um de 4,7. não vai ter erro. toda carga vai causar uma ligeira queda na ddp. A corrente não tem muito problema. Limite ela com o resistor. Como o regulador vai diminuir a tensão, não vai entrar mais corrente do que a bateria necessita. O que os colegas citaram é que, sem regulador, a bateria do carro empurra com seus 12 volts carga na bateria do carregador, de apenas 4,7. Podendo estourá-la, a nivel vulgar, ou explodí-la, a nivel real. O celular pode Pagina 32 de 35

limitar a corrente, mas não faz milagres. Ele não irá gastar muito dela para proteger a bateria (quanto tempo leva para ele gastar toda ela? é so pensar). Acredito que usando um zenner de 5 volts, e deixando o celular ligado daria, sem problemas. um circuito regulador (com 1 transistor um zener, um capacitor e um resistor de 470ohms) de conta do recado. Vale a pena testar a voltagem. A 4.7 VOLTS o celular não terá, a princípio, problemas, já que a corrente se limita a o que necessita. Mais que isso, O EMISSOR DE TENSÃO, bateria, carregador, VAI FORÇAR A CORRENTE, daí, claro, o sistema vai falir já que forçou a resistencia interna dele, ocasionando aquecimento e depois... LEMBRE-SE: A VAZIO, a tensão vai cair e depois subirá gradualmente. No caso da bateria do carro, não vai cair muito, já que a bateria "nem sentirá o drama", então limite apenas a tensão para não "abrir" a bateria. Uma comprovação da minha tese. Uma bateria de carro tem 12v nominal, mas agüenta entre 12 e 14.4. Acima disso fede, e abaixo não carrega Espero ter auxiliado Senhores Montei um circuito para uma fonte de alimentação para um celular utilizando o LM317 e um 741. A idéia era bem simples! Através de um cabo com um plug na ponta enviar a carga do LM317 para o celular através de um resistor de fio. O LM741 deveria receber o valor de voltagem presente da bateria, comparar com um Valor de referencia e ligar ou desligar o carregador . Só isso! Ai o problema aconteceu! Ao ligar o circuito ao celular, percebi que o carregador não desligava e continuava tentando colocar carga ....Ao medir o ponto na frente do resistor de fio percebi que o valor da voltagem era "ZERO". Deixei a bateria descarregar com o uso no celular, pluguei de novo e medi na frente do resistor de fio e la estava o "ZERO" DE NOVO! Conclusão na interface: CARREGADOR -> RESISTOR FIO > PONTO DE LEITURA -> CELULAR , eu não consigo ler uma voltagem no ponto de leitura. vocês saberiam me dizer o porque e como faço para pegar um valor de referencia da bateria do celular...Desculpem-me mas estou tentando postar o circuito mas não consigo por ele ter 2MB. Aguardo e agradeço pois agora falta pouco.... Quanto a dar zero na leitura do multímetro, provavelmente deve haver um diodo ou algum componente semicondutor entre o plug e a bateria (dentro do celular) que impede o retorno do positivo e consequentemente a leitura externa. Faça um teste de continuidade entre as pontas do cabo e os polos da bateria para confirmar essa hipótese. Se confirmado, você deverá eliminar tal componente. Mas depois lembre-se que todo controle da carga ficará por conta do seu carregador. Também não haverá proteção contra inversão de polaridade do carregador. POIS É SOSCHIP! ... mas não queria controlar a carga apenas desligar o carregador ao atingir 4.7V mas para isso preciso saber o valor da carga da bateria a cada instante...como posso fazer isso...rapaz to desanimando....voce ja viu o tamanho deste forum....e eu ainda nao consigui montar o carregador .....o negocio é brabo! Então, crocha1111, pelo que li nos posts desse tópico, você quer fazer um carregador porém não quer alterar o celular do seu cliente. É isso? Se você deseja realmente desligar a carga porém não tem uma amostra da tensão, só há um jeito: Faça uma fonte fixa de 12V e verifique a corrente que ela fornece ao celular (somente carregando) com a bateria já totalmente carregada. Essa corrente seria a indicação de que sua bateria estaria carregada e portanto pararia de fornecê-la por um determinado tempo.Ex. 1hora. Após esse tempo começaria novamente a carga até atingir novamente essa corrente de referência. Parece complicado mas é fácil de implementar um circuito assim. Pagina 33 de 35

Conforme prometido e baseado nas informações disponíveis cheguei a um circuito que funciona da seguinte forma: Com a bateria precisando de carga ele manda uma corrente limitada a um valor máximo por tempo indeterminado até atingir uma corrente mínima indicando que a bateria está carregada. Ao atingir esse valor, o circuito para de enviar carga por um tempo pré-determinado (ex.20mim) voltando a carregar também por um tempo determinado sempre verificando se a bateria precisa de um tempo maior de carga. Eu só preciso que você me diga a corrente máx. de carga, mínima para parar de carregar, tempo desligado e tempo ligado com carga mínima após carga completa. Com esses parâmetros posso determinar os componentes do circuito que é baseado em componentes muito comuns --------------------------------------------------------------------------------

Cara ...show de bola! Será que seria pedir muito se voce pudesse me enviar este arquivo pelo e-mail crocha1111@uol.com.br e CAOlive3@scj.com num formato work ou powerpoint,excel.... porque estou na empresa e o firewall não esta deixando eu ler este arquivo no link. Conforme informações acima dos meus amigos, uma bateria BL-5C - 3,7V pode ser alimentada com 5V e uma corrente maxima 70% da capacidade dela que é 850mAh ou com uma corrente minima quando ela esta descarregada de 10% desta capacidade. também, meu problema é projetar...se voce me der um circuito com estes dados por exemplo, depois eu me viro em entender para prover mudanças.. Cara te agradeço muito sua atenção e vou usar este projeto no meu em definitivo...pois não tenho mais opção nem conhecimento...se voce me der ele hoje ainda começo ainda hoje a fazer a placa principal e te mando noticias....Eu ja tava até desanimado! Um grande abraço! Cláudio Conforme nossos colegas do forum o carregamento obedece o seguinte diagrama de bloco: CARREGADOR VEICULAR 12V [ISQUEIRO] -> entrega 5 a 6V [PLUG] CIRCUITO SEGURANÇA DE CORRENTE E VOLTAGEM E TEMPERATURA -> BATERIA LI O circuito de segurança e administração recebe a tensão regulada pelo carregador e administra seus valores. Tanto que se deixarmos o carregador ligado direto a carga para sozinha depois de um tempo. Os pontinhos no visor do celular param.....E ai é que esta o meu problema...Não posso me arriscar a deixar um celular dentro de Pagina 34 de 35

um carro por um periodo indeterminado de meses ligado ao carregador direto pois também estraga a bateria. Tem que haver um desligamento porque senão se torna perigoso visto que o proprietario do carro não ta nem ai e nem ta afim de administrar a coisa. Por isso gostei muito da sua idéia pois já havia criado um circuito regulador com o LM317 mas não sabia como parar....

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