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12. SERPENTES BRASILEIRAS

12. SERPENTES BRASILEIRAS

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Cobras brasileiras
Cobras brasileiras

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SERPENTES BRASILEIRAS Família Boidae

As serpentes da família Boidae se caracterizam por possuírem vestígios pélvicos externos claramente visíveis, chamados de "unhas anais". Têm maxilas com grandes dentes. São vivíparas. Principais espécies:
Corallus caninus - Cobra Papagaio

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Tamanho médio: 2m Seus filhotes nascem vermelhos ou alaranjados Na natureza se alimentam de aves Vivem nas árvores: arborícolas Pode ser encontrada nas florestas tropicais Apresenta dentes anteriores bem desenvolvidos

Epicrates cenchria cenchria - Salamanta da Amazônia • Hábitos terrestres, vivem próximas a troncos e pedras • São serpentes de clima quente • Gostam de permanecer longos períodos dentro d'água • Alimentam-se de roedores • Corallus hortulanus - Suaçubóia • • • • Tamanho médio: 2m Corpo fino, cabeça larga e bem destacada do corpo Arborícola, habita florestas úmidas Podem ser agressivas São muito agressivas, desferem botes com rapidez

Boa constrictor constrictor - Jibóia Amazônica

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Tamanho médio:2 a 2,5m Animais muito robustos Habitam florestas tropicais Alimentam-se de roedores

Eunectes murinus - Sucuri verde • • • • • • Uma das maiores serpentes do mundo Pode atingir até 9m Vivem boa parte do tempo na água e são excelentes nadadoras Alimentam-se de mamíferos, peixes e répteis (jacaré) Apresentam hábitos ofiófagos (se alimentam de outras serpentes) São agressivas e indóceis

Eunectes notaeus - Sucuri amarela

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Tamanho médio: 2-3m Menos agressiva do que a Sucuri verde

Família Colubridae
Na verdade Colubridae é uma sub-família que está dentro da família Caenophidia. A maioria das serpentes conhecidas são Colubridaes. No mundo existem aproximadamente 270 gêneros. Distinguem-se primariamente das outras famílias pelo tipo de dentição, sendo áglifas ou opistóglifas. São tidas normalmente como serpentes não peçonhentas, mas algumas espécies opistóglifas podem possuir veneno bastante potente. Evolutivamente são mais desenvolvidas que os Boidae, com apenas um pulmão funcional e sem vestígios pélvicos. A parte superior da cabeça apresenta 9 escamas características. As serpentes desta família são encontradas em diversos habitat, sendo normalmente terrestres, mas existem várias espécies arborícolas, bem como aquelas que ocorrem na água e tem seus hábitos intimamente ligados a ela. Apesar de serem em grande parte carnívoras generalistas, há espécies de hábitos alimentares extremamente especializados. São consideradas ovíparas. Principais espécies:
Waglerophis merremii - Boipeva • • • • Muito comum no Brasil Dentição áglifa Muito agressiva Caracteríza-se por achatar violentamente o corpo quando irritada ou ameaçada, faculdade que lhe confere o nome indígena que significa cobra-chata (Boi=cobra - Peva=achatada) Alimenta-se de anfíbios

• Hydrodinastes gigas - Boipevaçu • • •

Tamanho médio:2m Vivem próximas aos cursos de água Alimentam-se de peixes, anfíbios e pequenos mamíferos

Spilotes pullatus - Caninana

• • • •

Tamanho médio:3m Arborícola, encontrada próxima a cursos de água Alimentam-se de roedores e aves É ovípara e postam entre 6 e 20 ovos

Liophis miliaris - Cobra D'Água • • • • • • Encontrada em quase todo território nacional Vive próxima a cursos d'água Alimentam-se de anfíbios e peixes Tamanho médio:1m Temperamento dócil Põe entre 8 a 10 ovos

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Oxyrhopus guibei - Falsa Coral • • • • • Mastigodryas bifossatus - Jararacuçu do Brejo Levam este nome pois têm a aparência quase idêntica às corais verdadeiras São dóceis Dentição opistóglifa Vivem no solo Postam até 18 ovos.

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Tamanho médio:1,8m Agressivas Alimentam-se de anfíbios, mamíferos e aves

Boiruna maculata - Muçurana

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Tamanho médio:2,5m Hábitos noturnos São exclusivamente ofiófagas, ou seja, alimentamse exclusivamente de outras serpentes

Clelia plumbea - Muçurana

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Espécie terrestre encontrada em regiões florestais Tamanho médio: 2,5m Hábitos ofiófagos

Drymarchon corais - Papa-Pinto

• •

Tamanho médio:2,3m Alimentam-se de anfíbios, lagartos, aves, pequenos mamíferos e outras serpentes

Família Elapidae
Serpentes extremamente perigosas, representadas no Brasil pelo gênero Micrurus. Ocorrem em todo o território nacional. Caracteriza a família a ausência da fosseta loreal e a dentição proteróglifa. Possuem veneno de ação neurotóxica extremamente potentes. São ovíparas. Principais espécies
Micrurus corallinus - Coral Verdadeira • • • Alimentam-se de artrópodos, rãs, mamíferos, lagartos e particularmente outras serpentes Quando irritadas escondem a cabeça entre os anéis do corpo e levantam a cauda Põe em média 6 ovos

Micrurus frontalis - Coral Verdadeira

• • •

Alimentam-se de artrópodos, rãs, mamíferos, lagartos e particularmente outras serpentes Quando irritadas escondem a cabeça entre os anéis do corpo e levantam a cauda Põe em média 6 ovo

Cobras corais brasileiras
As cobras corais pertencem ao gênero Micrurus, que faz parte da família Elapidae. No Brasil existem dezenove espécies em vinte e oito formas. As Micrurus são serpentes de dentição proteróglifa. Na parte posterior do maxilar superior existem duas presas maiores, com sulcos, para conduzir o veneno para dentro da mordedura. A maioria das espécies são semi-fossoriais, vivendo em meio ao folhiço, embaixo de cascas de árvore, troncos, cupinzeiros, etc.

A maior parte da dieta das corais é constituída de outras serpentes e pequenos lagartos, sendo que a Micrurus surinamensis se alimenta de peixes. As corais são encontradas em praticamente todas regiões do Brasil, desde matas fechadas e úmidas até descampados e pradarias, sendo que a maioria das espécies se encontram na região amazônica. Sintomatologia de acidentes Elapídicos (cobras corais, gênero Micrurus) segundo o Instituto Butantã: "Fenômenos locais quase ausentes, dor, erupção escarlatiniforme e ínguas, perturbações da visão, queda de pálpebras, cansaço muscular, salivação abundante, diarréia. Os acidentes terminam freqüentemente com a morte, desde que a coral tenha inoculado quantidade elevada de peçonha". Segue agora a lista de todas espécies de corais que ocorrem no Brasil, sua descrição e sua distribuição geográfica: Micrurus albicinctus (Amaral 1926) Cobra coral preto e branco. Cabeça preta; corpo escuro com anéis brancos; mais do que 74 anéis pretos nos machos e mais de 80 nas fêmeas. Distribuição geográfica: conhecido somente no extremo noroeste do Mato Grosso e São Paulo de Olivença, Amazonas, Brasil. Micrurus annellatus bolivianus (Roze 1967) Cobra coral de anéis. Cabeça preta com uma larga faixa transversal branca sobre o occipício; corpo vermelho com mais do que 20 anéis pretos marginados fé amarelo esbranquiçado. Distribuição geográfica: Bolívia ocidental e Amazonas, Brasil. Micrurus averyi (Schmidt 1939) Cobra coral vermelha. Cabeça preta com algumas manchas brancas no occipício; os anéis vermelhos muito largos, o primeiro ocupando mais do que 23 escamas vertebrais; os anéis pretos são estreitos e marginados dos dois lados de amarelo-esbranquiçado. Distribuição geográfica: Região de Manaus, Amazonas, Brasil. Micrurus collaris (Schlegel 1837) Cobra coral de colar. Marrom escuro quase preto, com manchas cor de laranja no lado ventral e uma faixa branca na nuca. Distribuição geográfica: Sudeste da Venezuela, Guianas e Brasil (Pará)

Micrurus corallinus (Merrem 1820) Cobra coral de cabeça preta. Cabeça preta com faixa transversal branca; menos de 20 anéis pretos com orlas branco-amareladas no corpo. Distribuição geográfica: Sudeste do Brasil até sudeste de Mato Grosso. Micrurus decoratus (Jan 1858) Cobra coral do centro-leste. Parte diante dos olhos preta, com uma faixa transversal brancoamarelada, resto da cabeça vermelho; primeira tríada representada por dois anéis; os anéis centrais pretos são mais largos do que os branco amarelados e os pretos externos; as escamas dos anéis brancoamarelados sem pontas pretas, as escamas dos anéis vermelhos com pontas pretas. Distribuição geográfica: Brasil, Rio de Janeiro até Santa Catarina. Micrurus donosoi (Hoge, Cordeiro e Romano, 1976) Cobra coral preta. preta com 16-18 machas vermelhas ventrais, lados da cabeça brancos; lado ventral da cabeça e da cauda com faixas brancas. Distribuição geográfica: 3 exemplares conhecidos no mesmo local, 60km ao norte de São Félix do Xingu, Pará, Brasil. Micrurus filiformis Cobra coral fina. 2 subespécies: M. f. filiformis (Guenter 1967) Aparentemente muito comprida e fina; cabeça preta com uma faixa branca no focinho e uma faixa vermelha na nuca; os anéis pretos são mais largos do que os esbranquiçados e os anéis pretos são mais largos do que os externos, os anéis vermelhos e brancos são quase iguais de largura; geralmente uma placa pós-ocular; placas ventrais nos machos. Distribuição geográfica: Sul da Colômbia até o Norte do Peru, Amazonas, Brasil. M f. subtilis (Roze 1967) Os anéis brancos mais estreitos do que os vermelhos; duas placas pósoculares; placas ventrais nos machos. Distribuição geográfica: Colômbia, Províncias de Vaupés e Amazonas; Brasil, Uaupés, Amazonas. Micrurus frontalis Cobra coral do sul. 3 subespécies:

M f. frontalis (Duméril, Bibron 1854) Parte diante dos olhos preta, placa do focinho e lábios com bordas amarelas; alto da cabeça preto, laterais da cabeça e occipício vermelhos; 14 anéis vermelhos, os pretos e amarelos de quase igual largura; as escamas dos anéis amarelados com pontas pretas; maxilar inferior claro com manchas escuras, placas ventrais nas fêmeas. Distribuição geográfica: Sul do Brasil, Paraguay e regiões limítrofes da Argentina. Exemplares do extremo sul do Brasil pertencem provavelmente à forma M. f. baliocoryphus, da Argentina. M f. altirostris Cabeça escura por baixo; 192-216 placas ventrais nos machos. Distribuição geográfica: Argentina, Uruguai e Sul do Brasil. M. f. brasiliensis(Roze 1967) 223-242 placas ventrais nos machos; 16-18 subcaudais nas fêmeas; focinho claro. Distribuição geográfica: Bahia e Minas Gerais, Brasil. Micrurus pyrrhocryptus (Cope, 1862) Cobra coral do sul. Anteriormente considerada uma subespécie de Micrurus frontalis (M. f. pyrrhocryptus). Menos de 9 tríadas; o primeiro anel vermelho do pescoço mais ou menos 7 escamas largo. Distribuição geográfica: Sudeste do Mato Grosso, Bolívia, Paraguai e Argentina. Micrurus hemprichii Cobra coral escura. 2 subespécies: M. h. hemprichii (Jan 1858) 7-10 tríadas pretas com estreitos anéis brancos e 8 de cor vermelha; 159-184 placas ventrais nos machos. Distribuição geográfica: Colômbia; Sul da Venezuela; Guianas e Brasil, Amazonas, Pará. M. h. ortoni (Schmidt 1953) 184- 191 placas ventrais; 5-6 tríadas. Distribuição geográfica: Vertentes Amazônicas da Colômbia, Equados e Peru, Alto do Amazonas, Brasil. Micrurus ibiboboca (Merrem 1820) Cobra coral, Ibiboboca.

Parte diante dos olhos preta, com uma faixa transversal branca ; os anéis pretos e amarelos de largura quase igual. Menos do que 28 subcaudais, geralmente menos do que 25; 7-9 tríadas nos machos e 710 nas fêmeas. Distribuição: Nordeste do Brasil. Micrurus karlshmidti (Romano 1871) Cobra coral pequena. Marrom escuro quase preto, com 36 manchas de cor laranjaavermelhada no lado ventral; a borda traseira da faixa branca da cabeça (vista de lado) forma com a borda traseira branca no maxilar inferior uma única linha contínua (fig. 23); 219 placas ventrais. Distribuição geográfica: Tapurucuara, Amazonas, Brasil. Micrurus langsdorffi langsdorffi (Wagler 1824) Cobra coral amarela. Alto da cabeça preto; corpo e cauda com anéis amarelos e vermelhos sempre separados de um anel estreito branco, o qual nem sempre fecha no lado ventral; as escamas dorsais com pontas pretas, às vezes mais da metade da escama, que deixa o dorso quase preto; lado ventral sem preto. Distribuição geográfica: Cabeceiras do Amazonas, da Colômbia ao norte do Peru e Nordeste do Brasil. Micrurus lemniscatus Cobra coral. 3 subespécies: M. l. lemniscatus (Linnaeus 1758) Parte diante dos olhos preta, com uma faixa transversal branca; escamas vermelhas sem machas pretas; faixas brancas mais do que 2 escamas de largura; fêmea com mais do que 33 subcaudais; corpo com 11-14 tríadas. Distribuição geográfica: Trindad, Venezuela oriental; Guianas e Brasil, Amapá. M. l. carvalhoi (Roze 1967) Parte diante dos olhos preta, com uma faixa transversal branca; escamas com poucas manchas pretas irregulares ou ápice preto; faixas brancas estreitas (1-2 escamas); 27-33 subcaudais nas fêmeas. Distribuição geográfica: Brasil, Paraná, São Paulo, Minas gerais, Mato Grosso, Bahia, Pernambuco e Rio Grande do Norte. M. l. helleri (Schmidt e Schmidt 1925) 9-10 tríadas; faixas brancas mais do que 4 escamas de largura.

Distribuição geográfica: Colômbia, Vebezuela até Bolívia, região Amazônica do Brasil. Micrurus narducci (Jan. 1863) Cobra coral pintada. Marrom escuro com manchas arredondadas de cor laranja-avermelhada no lado ventral; a borda traseira da faixa branca de cabeça (vista de lado) localiza-se bem atrás do final da parte branca do maxilar inferior; 231-321 placas ventrais; encontram-se exemplares com anéis no pescoço. Distribuição geográfica: Vertentes Amazônicas; sul da Colômbia, Equador, Peru, Bolívia e Brasil (Acre). Micrurus paraensis (Cunha e Nascimento 1973) Cobra coral do Pará. Cabeça preta com uma faixa branca sempre interrompida e uma faixa estreita na nuca; os supralabiais são brancos; as escamas vermelhas tem ponta preta; 13-20 anéis negros estreitos, marginados por uma faixa branca de largura meia escama de cada lado. Distribuição geográfica: Brasil, região leste do Pará e oeste do Maranhão. Micrurus spixii Cobra coral de pescoço amarelo. 3 subespécies. M. s. spixii (Wagler 1824) Parte diante dos olhos esbranquiçada com bordas pretas nas placas, laterais da cabeça rosa, alto da cabeça preto; 6-7 anéis vermelhos que são mais largos do que os pretos e os brancos; os anéis brancoamarelados são mais largos do que os pretos; 4-6 tríadas no corpo e 212-224 placas ventrais nas fêmeas. Distribuição geográfica: Médio Amazonas, Brasil. M. s. martiusi (Schmidt 1953) 6 tríadas no corpo; 218-226 placas ventrais nas fêmeas. Distribuição geográfica: Baixo amazonas até Mato Grosso, Brasil. M. s. obscurus Primeiro anel preto cobrindo 8 ou mais fileiras vertebrais. Distribuição geográfica: Sul da Colômbia e Venezuela, até sul do Peru; Brasil, Uaupés, Amazonas. Micrurus surinamensis Cobra coral de cabeça vermelha. 2 subespécies:

M. s. surinamensis (Cuvier 1817) Cabeça vermelha, com bordas pretas nas placas; 9 anéis vermelhos pelo corpo; 162-174 placas ventrais nos machos e 173-187 nas fêmeas. Distribuição geográfica: Regiões Amazônicas da Colômbia, Equador. Peru, Bolívia, Guianas e Brasil. M. s. nattereri (Schmidt) 180-193 placas ventrais nos machos e 197-206 nas fêmeas. Distribuição geográfica: Sudeste da Venezuela e noroeste do Estado do Amazonas, Brasil. Fotos:

Micrurus corallinus Foto: www.ib.usp.br/~afh/index.html

Micrurus decoratus Foto: http://faculty.washington.edu/uetz/herp

Micrurus ibiboboca Foto: www.omnh.ou.edu/personnel/herpetology/vitt/Herps.html

Micrurus lemniscatus Foto: www.omnh.ou.edu/personnel/herpetology/vitt/Herps.html

Micrurus spixii Foto: http://faculty.washington.edu/uetz/herp

Micrurus frontalis Foto: http://faculty.washington.edu/uetz/herp Referência: As Cobras Venenosas do Brasil, Rolf Grantsau

Família Viperidae
Os representantes desta família são serpentes cujo aparelho inoculador de veneno é extremamente eficiente, dotados de presas móveis e canaliculadas. Entre a narina e o olho, em cada lado da cabeça, apresentam fossetas loreal, que têm a função de detectar calor. Por meio da fosseta loreal, podem ser percebidas variações de temperatura tão baixas quanto 0,003ºC. Este é importante instrumento na localização das presas e orientação no escuro. De hábitos crepusculares e noturnos, alimentam-se principalmente de pequenos mamíferos. São representadas no Brasil pelos gêneros Bothrops, Bothriopsis, Lachesis e Crotalus. Principais espécies:
Crotalus durissus terrificus - Cascavel • • • • Inconfundível pela presença do chocalho na extremidade da cauda Habita regiões de clima seco e quente, nos estados de MG, RJ, SP, PR, SC e RS Vivíparas Contrariamente à crença popular, o número de segmentos que compõe o chocalho não determina a idade da serpente

Bothrops bilineata - Jararaca Verde • • • • • Relativamente fina Cauda preênsil (funciona como um membro) Tamanho médio:70cm Habitam florestas úmidas São arborícolas

Bothrops jararacussu - Jararacuçu

• • •

Tamanho médio:2m Vivíparas Alimentam-se de roedores

Lachesis muta muta - Surucucu • • • • • Bothrops alternatus - Urutu Habitam florestas úmidas Uma das maiores serpentes peçonhentas do mundo: 4,5m Ovípara Seu bote é muito potente, podendo ultrapassar 1/3 do comprimento do seu corpo Muito agressivas

• • • •

Serpente curta e bastante grossa Hábitos crepusculares Vivíparas Alimentam-se de camundongos

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