Você está na página 1de 12
N ÚCLEO P REPARATÓRIO P ARA C ONCURSOS CURSO DEFENSORIA PÚBLICA/CONCURSOS - PROF. RODRIGO BELLO

NÚCLEO PREPARATÓRIO PARA CONCURSOS

N ÚCLEO P REPARATÓRIO P ARA C ONCURSOS CURSO DEFENSORIA PÚBLICA/CONCURSOS - PROF. RODRIGO BELLO 1.

CURSO DEFENSORIA PÚBLICA/CONCURSOS - PROF. RODRIGO BELLO

1. (FCC-DPE/RS – 2010 – Defensor Público) Atenção: Nas questões 62 a 64 são apresentadas três assertivas, que podem ser corretas ou incorretas. Para responder a cada uma das questões, use a seguinte chave:

Está correto o que se afirma APENAS em

(A)

I.

(B)

I e II.

(C)

III.

(D)

I e III.

(E)

II e III.

Sobre prisão e liberdade, considere as seguintes assertivas:

I. Crimes envolvendo violência doméstica contra a mulher, ainda que punidos com detenção, poderão ensejar a decretação de prisão preventiva, desde que presentes elementos concretos que a autorizem. II. A prolação de sentença condenatória no Tribunal do Júri não impede a revogação da prisão preventiva do condenado, mesmo tendo este sido mantido preso durante a instrução do feito. III. Não se concede fiança nos crimes punidos com reclusão em que a pena mínima cominada for superior a 2 (dois) anos, devendo esta ser computada separadamente a cada delito na hipótese de concurso material.

2. (FCC-DPE/RS – 2010 – Defensor Público) Sobre provas ilícitas, é INCORRETO afirmar:

A) A vedação da utilização de provas ilícitas pode ser excepcionalmente afastada em favor do acusado.

B) A doutrina processual penal faz uma distinção conceitual entre a prova ilícita e a prova ilegítima, sendo aquela a obtida com violação ao direito substantivo e esta a obtida com violação ao direito adjetivo.

C) As provas derivadas das ilícitas não se considerarão contaminadas quando puderem ser obtidas de uma fonte independente destas, ou quando não evidenciado o nexo de causalidade entre umas e outras, segundo o disposto na norma processual penal.

D) Consoante previsto no Código de Processo Penal, preclusa a decisão de desentranhamento da prova declarada inadmissível, esta será inutilizada por de cisão judicial.

E) Contra a decisão interlocutória que não reconhece a ilicitude de prova cabe recurso em sentido estrito.

3. (FCC-DPE/RS – 2010 – Defensor Público) Nos termos do entendimento jurisprudencial consolidado no Superior

Tribunal de Justiça, a progressão de regime de apenado reincidente específico, condenado por crime equiparado a

hediondo (art. 12 da Lei no 6.368/76) praticado no ano de 2006, dar-se-á após o cumprimento no regime anterior (requisito objetivo) de qual prazo?

(A)

1/6 (um sexto) da pena.

(B)

1/3 (um terço) da pena.

(C)

2/5 (dois quintos) da pena.

1

@bellorodrigo

www.belloconcursos.blogspot.com

N ÚCLEO P REPARATÓRIO P ARA C ONCURSOS CURSO DEFENSORIA PÚBLICA/CONCURSOS - PROF. RODRIGO BELLO

NÚCLEO PREPARATÓRIO PARA CONCURSOS

N ÚCLEO P REPARATÓRIO P ARA C ONCURSOS CURSO DEFENSORIA PÚBLICA/CONCURSOS - PROF. RODRIGO BELLO (D)

CURSO DEFENSORIA PÚBLICA/CONCURSOS - PROF. RODRIGO BELLO

(D)

3/5 (três quintos) da pena.

(E)

2/3 (dois terços) da pena.

4. (FCC-DPE/RS – 2010 – Defensor Público) Nos termos do art. 146-B da Lei de Execução Penal, o juiz poderá definir

a fiscalização por meio da monitoração eletrônica quando:

I. aplicar pena restritiva de liberdade a ser cumprida nos regimes aberto ou semiaberto, ou conceder progressão para tais regimes;

II. autorizar a saída temporária no regime semiaberto;

III. aplicar pena restritiva de direitos que estabeleça limitação de horários ou de frequência a determinados lugares;

IV. determinar a prisão domiciliar;

V. conceder o livramento condicional ou a suspensão condicional da pena.

Considerando exclusivamente as disposições da Lei de Execução Penal, estão corretas APENAS as hipóteses

a) I, II e III.

b) III, IV e V.

c) III e IV.

d) II e IV.

e) I e V.

5. (FCC–DPE/SP–2010–Defensor Público) Quando a denúncia do Ministério Público imputar a prática de delitos praticados, em tese, em continuidade delitiva, a suspensão condicional do processo

(A)

não será admissível.

(B)

será admissível quando a soma da pena mínima de qualquer das infrações imputadas e do aumento de 1/6 não

superar 1 (um) ano.

(C) será admissível quando a soma da pena mínima da infração mais grave imputada e do aumento de 1/6 não

superar 1 (um) ano.

(D)

será admissível quando a pena para cada um dos crimes não superar 1 (um) ano, computando-as isoladamente.

(E)

somente será admissível se a soma das penas mínimas de todas as infrações imputadas não superar 1 (um) ano.

6.

(FCC–DPE/SP–2010–Defensor Público) Atenção: Para responder às questões de números 26 a 30 assinale a

alternativa correta em relação ao assunto indicado. Decretação da prisão preventiva.

A)

A gravidade em abstrato do delito capitulado na denúncia, quando significativa, é fundamento que pode ser suficiente para fundamentar a prisão preventiva.

2

@bellorodrigo

www.belloconcursos.blogspot.com

N ÚCLEO P REPARATÓRIO P ARA C ONCURSOS CURSO DEFENSORIA PÚBLICA/CONCURSOS - PROF. RODRIGO BELLO

NÚCLEO PREPARATÓRIO PARA CONCURSOS

N ÚCLEO P REPARATÓRIO P ARA C ONCURSOS CURSO DEFENSORIA PÚBLICA/CONCURSOS - PROF. RODRIGO BELLO B)

CURSO DEFENSORIA PÚBLICA/CONCURSOS - PROF. RODRIGO BELLO

B) No acórdão confirmatório da condenação, é desnecessária a fundamentação acerca dos requisitos de cautelaridade da prisão preventiva porque os recursos especial e extraordinário não possuem efeito suspensivo por força de lei.

C) A primariedade e os bons antecedentes do acusado são elementos que impedem a decretação da prisão preventiva porque demonstram a baixa periculosidade do réu e afastam o risco à ordem pública.

D) A credibilidade da justiça afetada pela demora na solução das causas penais não pode ser elemento de fundamentação para a prisão preventiva decretada para a garantia da ordem pública.

E) No procedimento do júri, tendo o acusado respondido preso ao sumário da culpa, a manutenção de sua prisão provisória, quando o magistrado decide levar o réu a julgamento popular, é medida que não exige nova fundamentação.

7. (FCC–DPE/SP–2010–Defensor Público) Atenção: Para responder às questões de números 26 a 30 assinale a

alternativa correta em relação ao assunto indicado. Competência no processo penal.

A)

A

competência do tribunal do júri atrai os processos conexos e prevalece inclusive sobre o foro por prerrogativa de

 

função.

B)

Quando transitada em julgado a sentença penal condenatória, após recurso julgado pelo Tribunal de Justiça do Estado, a aplicação da lei penal nova mais benéfica ao condenado deverá se dar em revisão criminal, de competência do Grupo de Câmaras do Tribunal.

C)

Não se consumando o delito, a competência será determinada pelo lugar em que foi praticado o seu primeiro ato de execução.

D)

Na Lei Maria da Penha, compete ao Colégio Recursal o julgamento do recurso contra as decisões adotadas pelo Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher.

E)

Na sessão plenária do procedimento do júri popular, quando desclassificado o delito pelo conselho de sentença

para outro de competência do juiz singular, é o próprio juiz presidente do tribunal do júri aquele que deverá proferir

a sentença.

8. (FCC–DPE/SP–2010–Defensor Público) Atenção: Para responder às questões de números 26 a 30 assinale a

alternativa correta em relação ao assunto indicado. Recursos no processo penal.

A) Contra a decisão do magistrado que rejeita a denúncia ou a queixa é cabível recurso em sentido estrito pelo Ministério Público ou pelo querelante, constituindo nulidade a falta de intimação pessoal do denunciado.

B) Em função do princípio da presunção de inocência, o recurso da sentença condenatória impede a concessão de progressão de regime segundo a quantidade de pena provisoriamente aplicada.

3

@bellorodrigo

www.belloconcursos.blogspot.com

N ÚCLEO P REPARATÓRIO P ARA C ONCURSOS CURSO DEFENSORIA PÚBLICA/CONCURSOS - PROF. RODRIGO BELLO

NÚCLEO PREPARATÓRIO PARA CONCURSOS

N ÚCLEO P REPARATÓRIO P ARA C ONCURSOS CURSO DEFENSORIA PÚBLICA/CONCURSOS - PROF. RODRIGO BELLO C)

CURSO DEFENSORIA PÚBLICA/CONCURSOS - PROF. RODRIGO BELLO

C) O duplo grau de jurisdição não consiste em direito fundamental por falta de previsão expressa do direito de recorrer do acusado na Constituição Federal.

D) A manifestação do acusado no sentido de não desejar recorrer da condenação impede que a defesa técnica interponha e arrazoe a apelação em razão do princípio da prevalência da autodefesa no processo penal.

E) No procedimento do tribunal do júri, por ser a apelação recurso de fundamentação vinculada, o Tribunal não pode declarar a nulidade da sentença condenatória quando o recurso atacar exclusivamente a decisão dos jurados manifestamente contrária à prova dos autos.

9. (FCC–DPE/SP–2010–Defensor Público) Atenção: Para responder às questões de números 26 a 30 assinale a alternativa correta em relação ao assunto indicado. Disciplina da prova no processo penal.

A) Considerando a repartição do ônus da prova, para que se alcance uma absolvição, à defesa incumbe a prova da alegação de ter agido o réu em situação que exclua a ilicitude da conduta.

B) Desistindo o Ministério Público das testemunhas arroladas porque estas não foram localizadas na fase judicial, o magistrado poderá condenar o acusado com base nos depoimentos de inquérito porque a prova colhida na investigação se tornou irrepetível.

C) O juiz que recebeu a denúncia com base em prova posteriormente declarada ilícita não pode ser o mesmo a prolatar a sentença, sob pena de nulidade.

D) A reforma parcial do código de processo penal permitiu que a prova ilícita por derivação seja considerada válida para a condenação quando obtida através de fonte independente ou quando, por raciocínio hipotético, sua descoberta teria sido inevitável.

E) No processo penal, é inadmissível uma condenação quando a prova da autoria é feita exclusivamente por indícios.

10. (FCC-DPE/RS – 2010 – Defensor Público) Considere a hipótese do cometimento de diversos crimes, todos conexos, mediante concurso de agentes, entre os dias 10 e 11 de novembro de 2010. Primeiramente, na Comarca de Guaíba, foram cometidos dois roubos qualificados contra pedestres e uma tentativa de homicídio contra Policial Militar. Em seguida, foi cometido um roubo qualificado na comarca de Cachoeirinha, onde os acusados foram presos em flagrante, tendo um deles sido vítima de tentativa de homicídio por parte de Policial Militar em serviço. Homologado o referido flagrante, foi também decretada prisão preventiva dos acusados do roubo pelo Juiz da 1a Vara Criminal de Cachoeirinha, mas, por força da vis attractiva do Tribunal do Júri, todos os delitos antes referidos acabaram distribuídos e processados na 1a Vara Criminal da Comarca de Guaíba, onde o juiz, ao final da instrução, entendeu por desclassificar as tentativas de homicídio, quanto aos civis, para o crime de resistência e, quanto ao Policial Militar, para lesão corporal dolosa. Segundo as regras de jurisdição e competência, onde deverão ser julgados os fatos antes mencionados?

4

@bellorodrigo

www.belloconcursos.blogspot.com

N ÚCLEO P REPARATÓRIO P ARA C ONCURSOS CURSO DEFENSORIA PÚBLICA/CONCURSOS - PROF. RODRIGO BELLO

NÚCLEO PREPARATÓRIO PARA CONCURSOS

N ÚCLEO P REPARATÓRIO P ARA C ONCURSOS CURSO DEFENSORIA PÚBLICA/CONCURSOS - PROF. RODRIGO BELLO (A)

CURSO DEFENSORIA PÚBLICA/CONCURSOS - PROF. RODRIGO BELLO

(A)

Todos os crimes deverão ser julgados na 1a Vara Criminal da Comarca de Guaíba.

(B)

Todos os delitos deverão ser julgados na 1a Vara Criminal de Cachoeirinha.

(C)

O delito de lesão corporal deverá ser julgado pela Justiça Militar e os demais na 1a Vara Criminal da Comarca de

Guaíba.

(D) O delito de lesão corporal deverá ser julgado pela Justiça Militar e os demais na 1a Vara Criminal da Comarca de

Cachoeirinha.

(E)

Todos deverão ser julgados pela Justiça Militar.

11.

(FCC–DPE/MT–2009–Defensor Público) O inquérito policial

(A)

pode ser presidido por membro do Ministério Público especialmente designado pelo Procurador-Geral de Justiça,

quando a apuração do delito for de interesse público.

(B) é mero procedimento preliminar preparatório e, por isso, o indiciado só poderá defender-se em juízo, não podendo

requerer diligências à autoridade policial. (C) referente a crime cuja ação penal é exclusivamente privada pode ser instaurado sem representação da vítima,

porque a representação é condição de procedibilidade da ação penal e não do inquérito.

(D) instaurado pela autoridade policial não pode ser por ela arquivado, ainda que não fique apurado quem foi o autor

do delito.

(E) só pode ser instaurado por requisição do Ministério Público quando a vítima de crime de ação pública for doente

mental, menor de 18 anos ou incapaz para os atos da vida civil.

12.

(FCC–DPE/MT–2009–Defensor Público) A ação civil

(A)

não poderá, após o trânsito em julgado da sentença penal condenatória, ser proposta pelos herdeiros do ofendido.

(B)

poderá ser proposta quando a sentença absolutória no juízo criminal decidir que o fato imputado não constitui

crime.

(C) não poderá ser proposta se o juízo criminal ordenar o arquivamento do inquérito policial relativo ao mesmo fato

por falta de prova da autoria.

(D)

não poderá ser proposta se o juízo criminal, no processo relativo ao mesmo fato, julgar extinta a punibilidade do

réu.

(E)

não poderá ser suspensa pelo juiz da ação civil até o julgamento definitivo da ação penal relativa ao mesmo fato.

13.

(FCC–DPE/MT–2009–Defensor Público) Nos crimes de tráfico de entorpecentes, oferecida a denúncia, o juiz

(A)

ordenará a notificação do acusado para oferecer defesa prévia, por escrito, no prazo de 10 dias.

5

@bellorodrigo

www.belloconcursos.blogspot.com

N ÚCLEO P REPARATÓRIO P ARA C ONCURSOS CURSO DEFENSORIA PÚBLICA/CONCURSOS - PROF. RODRIGO BELLO

NÚCLEO PREPARATÓRIO PARA CONCURSOS

N ÚCLEO P REPARATÓRIO P ARA C ONCURSOS CURSO DEFENSORIA PÚBLICA/CONCURSOS - PROF. RODRIGO BELLO (B)

CURSO DEFENSORIA PÚBLICA/CONCURSOS - PROF. RODRIGO BELLO

(B) receberá a denúncia e designará data para interrogatório do réu, após o qual passará a correr o prazo de 3 dias

para defesa prévia.

(C)

receberá a denúncia e ordenará a citação do réu para apresentar defesa prévia no prazo de 3 dias.

(D)

designará data para interrogatório do réu, após o qual decidirá pelo recebimento ou rejeição da denúncia.

(E)

ordenará a citação do réu para apresentar defesa prévia no prazo de 3 dias, após a qual decidirá pelo recebimento

ou rejeição da denúncia.

14. (FCC–DPE/MT–2009–Defensor Público) A ação penal

(A) privada subsidiária da pública poderá ser proposta pelo ofendido ou seu representante legal quando o juiz deferir

pedido de arquivamento tempestivamente formulado pelo Ministério Público.

(B)

nas contravenções penais será iniciada por portaria expedida pela autoridade policial.

(C)

pública será instaurada por denúncia do Ministério Público, que dela poderá desistir se convencer-se da inocência

do acusado.

(D)

pública condicionada à representação da vítima será julgada extinta se esta se retratar antes da sentença.

(E)

privada, quando o ofendido for declarado ausente por decisão judicial, poderá ser intentada por seu cônjuge,

ascendente, descendente ou irmão.

15.

(FCC–DPE/MT–2009–Defensor Público) A denúncia

(A)

nos crimes de ação pública condicionada à representação da vítima, deve ser subscrita pelo advogado desta.

(B)

não precisa expor o fato criminoso com todas as suas circunstâncias, porque isso já consta do inquérito e do

relatório da autoridade policial.

(C)

só poderá ser oferecida pelo Ministério Público se estiver embasada em inquérito policial.

(D)

pode ser rejeitada liminarmente pelo juiz.

(E)

pode ser substituída por portaria judicial quando ocorrer inércia do Ministério Público e houver risco de prescrição

da pretensão punitiva.

16. (FCC–DPE/MT–2009–Defensor Público) A respeito dos critérios de determinação e modificação da competência,

é correto afirmar que

(A) compete à Justiça Federal o processo e o julgamento unificado dos crimes conexos de competência federal e

estadual.

(B) o querelante, nos casos de exclusiva ação penal, não poderá preferir o foro do domicílio ou da residência do réu,

quando conhecido o lugar da infração.

(C)

no concurso entre a jurisdição comum e a especial, prevalecerá a competência da jurisdição comum.

(D)

a competência será determinada pelo lugar em que ocorreu a consumação, quando, iniciada a execução no

território nacional, a infração se consumar fora dele.

6

@bellorodrigo

www.belloconcursos.blogspot.com

N ÚCLEO P REPARATÓRIO P ARA C ONCURSOS CURSO DEFENSORIA PÚBLICA/CONCURSOS - PROF. RODRIGO BELLO

NÚCLEO PREPARATÓRIO PARA CONCURSOS

N ÚCLEO P REPARATÓRIO P ARA C ONCURSOS CURSO DEFENSORIA PÚBLICA/CONCURSOS - PROF. RODRIGO BELLO (E)

CURSO DEFENSORIA PÚBLICA/CONCURSOS - PROF. RODRIGO BELLO

(E) a competência será determinada pelo local em que tiver sido iniciada a continuação quando se tratar de infração

continuada praticada em território de duas ou mais jurisdições.

17. (FCC–DPE/MT–2009–Defensor Público) A respeito dos recursos em geral, considere:

I. O Ministério Público poderá desistir de recurso que haja interposto. II. Salvo a hipótese de má-fé, a parte não será prejudicada pela interposição de um recurso por outro. III. Não será admitido recurso da parte que não tiver interesse na reforma ou modificação da decisão.

Está correto o que se afirma SOMENTE em

(A)

II e III.

(B)

I e III.

(C)

I.

(D)

II.

(E)

I e II.

18.

(FCC–DPE/PA–2009–Defensor Público) No âmbito do inquérito policial instaurado para apuração de crime contra

os costumes, o direito ao contraditório pelo suposto autor é

(A) limitadamente exercido, apenas com o direito de requerer diligências que serão realizadas ou não a juízo da

autoridade.

(B)

assegurado plenamente, pois a defesa da intimidade não pode se contrapor ao direito à liberdade.

(C)

limitadamente assegurado, com direito exclusivo à participação na colheita de provas periciais.

(D)

absolutamente vedado para asseguramento do direito à intimidade da vítima.

(E)

assegurado sem qualquer restrição como garantia constitucional prevista no art. 5o, inc. LV.

19.

(FCC–DPE/PA–2009–Defensor Público) Nos casos em que somente se procede mediante queixa, considera-se

perempta a ação penal

(A)

quando, iniciada esta, o querelante deixar de promover o andamento do processo durante 60 dias seguidos.

(B)

quando, falecendo o querelante, ou sobrevindo sua incapacidade, não comparecer em juízo, para prosseguir no

processo, dentro do prazo de 30 dias, qualquer das pessoas a quem couber fazê-lo.

(C) quando o querelante deixar de comparecer, sem motivo justificado, a qualquer ato do processo a que deva estar

presente, ou deixar de formular o pedido de condenação nas alegações finais.

(D)

quando, sendo o querelante pessoa jurídica, esta se extinguir.

(E)

quando houver perdão judicial.

7

@bellorodrigo

www.belloconcursos.blogspot.com

N ÚCLEO P REPARATÓRIO P ARA C ONCURSOS CURSO DEFENSORIA PÚBLICA/CONCURSOS - PROF. RODRIGO BELLO

NÚCLEO PREPARATÓRIO PARA CONCURSOS

N ÚCLEO P REPARATÓRIO P ARA C ONCURSOS CURSO DEFENSORIA PÚBLICA/CONCURSOS - PROF. RODRIGO BELLO 20.

CURSO DEFENSORIA PÚBLICA/CONCURSOS - PROF. RODRIGO BELLO

20. (FCC–DPE/PA–2009–Defensor Público) A Lei no 9.099/95 inaugura no sistema jurídico brasileiro a mitigação do

princípio da indisponibilidade da ação penal e inclui a vítima na resolução dos conflitos penais. A tendência mundial

simplificadora do procedimento criminal expressa no consenso amolda-se a qual categoria constitucional?

(A)

Ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória.

(B)

Ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei ou transação.

(C)

Excepciona a regra do devido processo legal sendo, portanto, inconstitucional.

(D)

O compromisso do Estado Brasileiro na resolução pacífica de controvérsias, contida no preâmbulo da Constituição

Federal.

(E) O compromisso do Estado Brasileiro em promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor,

idade e quaisquer outras formas de discriminação.

21. (FCC–DPE/PA–2009–Defensor Público) Na hipótese de julgamento pelo Tribunal do Júri, sendo a tese de

autodefesa e defesa técnica unicamente a de negativa de autoria pelo acusado, afirmando-se os quesitos de

materialidade e autoria, deverá o juiz

(A) considerar prejudicado o quesito “o jurado absolve o acusado?”, votando imediatamente eventual qualificadora

reconhecida na pronúncia.

(B) reconhecida a absolvição pela resposta afirmativa ao quesito “o jurado absolve o acusado?” proceder a nova

votação desse quesito.

(C)

dissolver o Conselho de Sentença, anulando a sessão de julgamento, sem proceder a nova votação dos quesitos.

(D)

reconhecida a absolvição pela afirmativa do quesito “o jurado absolve o acusado?” encerrar a votação, absolvendo

o acusado, pois o júri pode livremente decidir contra a evidência dos autos.

(E) reconhecida a absolvição pela resposta afirmativa ao quesito “o jurado absolve o acusado?” proceder a nova

votação dos quesitos relativos à autoria e “o jurado absolve o acusado?”.

22. (FCC–DPE/PA–2009–Defensor Público) Da sentença que impronuncia o réu por um dos crimes e desclassifica

para o juízo comum o outro delito que era de competência do júri cabe recurso

(A) de apelação quanto à impronúncia e recurso em sentido estrito quanto à desclassificação, devendo ser interpostos

separadamente pelo sucumbente.

(B)

em sentido estrito quanto a ambas as situações.

(C)

de apelação que absorve as duas situações.

(D) em sentido estrito quanto à impronúncia e de apelação quanto à desclassificação, devendo ser interpostos separadamente pelo sucumbente.

(E) em sentido estrito quanto à desclassificação e a impronúncia tornou-se irrecorrível.

8

@bellorodrigo

www.belloconcursos.blogspot.com

N ÚCLEO P REPARATÓRIO P ARA C ONCURSOS CURSO DEFENSORIA PÚBLICA/CONCURSOS - PROF. RODRIGO BELLO

NÚCLEO PREPARATÓRIO PARA CONCURSOS

N ÚCLEO P REPARATÓRIO P ARA C ONCURSOS CURSO DEFENSORIA PÚBLICA/CONCURSOS - PROF. RODRIGO BELLO 23.

CURSO DEFENSORIA PÚBLICA/CONCURSOS - PROF. RODRIGO BELLO

23. (FCC–DPE/PA–2009–Defensor Público) No processo penal a defesa apresenta-se sob dois

aspectos: defesa técnica e autodefesa. Há manifestação da autodefesa nos seguintes atos:

(A)

interrogatório, comparecimento no ato de produção de prova e possibilidade de recurso.

(B)

interrogatório, comparecimento à audiência de instrução e julgamento e possibilidade de recurso.

(C)

defesa preliminar, interrogatório e possibilidade de recurso.

(D)

defesa preliminar, interrogatório, comparecimento à audiência de instrução e julgamento.

(E)

defesa preliminar, interrogatório, comparecimento no ato de produção de prova e possibilidade de recurso.

24. (FCC–DPE/MA–2008–Defensor Público) A Constituição Federal estipula várias disposições pertinentes ao

processo penal, com eficácia imediata. A natureza jurídica da necessidade do decreto de uma prisão cautelar, sob este viés, é o de

(A)

pena antecipada, sendo considerada, em caso de condenação, no seu tempo de cumprimento.

(B)

medida excepcional.

(C)

instrumentalidade do processo penal justo.

(D)

medida necessária, ainda que não esteja previsto o requisito do periculum in mora.

(E)

medida necessária, ainda que não esteja previsto o requisito do fumus boni juris.

25.

(FCC–DPE/MA–2008–Defensor Público) A participação de Defensor Público no inquérito policial nos casos de

crimes hediondos onde há decretação de sigilo por interceptação telefônica é

(A)

inteiramente vedada por expressa disposição legal.

(B)

obrigatória para asseguramento do princípio constitucional do contraditório.

(C)

facultativa, se nomeado pelo juiz para acompanhar as investigações.

(D)

direito do investigado, se requerer ao Delegado de Polícia a nomeação de defensor.

(E)

direito do indiciado solicitar intervenção diretamente à Defensoria Pública.

26.

(FCC–DPE/MA–2008–Defensor Público) A competência fixada pela circunstância de duas ou mais pessoas serem

acusadas pela mesma infração é determinada

(A)

pela prevenção.

(B)

por conexão.

(C)

pela natureza da infração.

(D)

pela continência.

(E)

por distribuição.

9

@bellorodrigo

www.belloconcursos.blogspot.com

N ÚCLEO P REPARATÓRIO P ARA C ONCURSOS CURSO DEFENSORIA PÚBLICA/CONCURSOS - PROF. RODRIGO BELLO

NÚCLEO PREPARATÓRIO PARA CONCURSOS

N ÚCLEO P REPARATÓRIO P ARA C ONCURSOS CURSO DEFENSORIA PÚBLICA/CONCURSOS - PROF. RODRIGO BELLO 27.

CURSO DEFENSORIA PÚBLICA/CONCURSOS - PROF. RODRIGO BELLO

27. (FCC–DPE/MA–2008–Defensor Público) Para prolação de sentença condenatória o juiz formará sua convicção, de

acordo com o teor de nova regra processual penal trazida pela Lei no 11.719, de 20/06/2008, segundo

(A)

livre apreciação da prova produzida em contraditório judicial onde se garanta a ampla defesa do acusado.

(B)

apreciação controlada da prova produzida em contraditório judicial com desprezo ao teor de eventual confissão

prestada no inquérito policial.

(C) livre apreciação da prova produzida, não podendo fundamentar sua decisão exclusivamente nos elementos

informativos colhidos na investigação.

(D) apreciação discricionária da prova produzida em contraditório judicial, não podendo fundamentar sua decisão

exclusivamente nos elementos informativos colhidos na investigação.

(E) livre apreciação da prova produzida em contraditório judicial, não podendo fundamentar sua decisão

exclusivamente nos elementos informativos colhidos na investigação, ressalvadas as provas cautelares, não

repetíveis e antecipadas.

28. (FCC–DPE/MA–2008–Defensor Público) O direito ao silêncio do acusado e o valor da confissão harmonizam-se,

segundo a sistemática atual do Código de Processo Penal, com fundamento nas seguintes regras:

(A) o valor da confissão se aferirá pelos critérios adotados para os outros elementos de prova, e para a sua

apreciação o juiz deverá confrontá-la com as demais provas do processo, estabelecendo escala de preponderância

para as provas periciais e verificando se entre ela e estas existe compatibilidade ou concordância, sendo que o silêncio do acusado não importará confissão e nem poderá constituir elemento para a formação do convencimento do juiz.

(B) o silêncio, que não importará em confissão, não poderá ser interpretado em prejuízo da defesa, sendo ao juiz

vedada qualquer alusão ao silêncio do acusado na sentença que venha a proferir.

(C) o valor da confissão se aferirá pelos critérios adotados para os outros elementos de prova, e para a sua

apreciação o juiz deverá confrontá-la com as demais provas do processo, verificando se entre ela e estas existe compatibilidade ou concordância, sendo que o silêncio do acusado não importará confissão, mas poderá constituir elemento para a formação do convencimento do juiz.

(D) o valor da confissão deverá ser compatibilizado exclusivamente com a prova colhida sob princípio do contraditório,

sendo vedada qualquer alusão a eventual silêncio do réu na sentença condenatória.

(E) o princípio constitucional da presunção de inocência impede que o juiz faça qualquer consideração na sentença a

interrogatório e/ou confissão extrajudicial, não podendo nem mesmo tal circunstância interferir na sua livre apreciação

das provas.

29. (FCC–DPE/MA–2008–Defensor Público) A recente reforma processual penal ocorrida pela publicação de três leis

no ano de 2008, em relação ao sistema anterior, aboliu

10

@bellorodrigo

www.belloconcursos.blogspot.com

N ÚCLEO P REPARATÓRIO P ARA C ONCURSOS CURSO DEFENSORIA PÚBLICA/CONCURSOS - PROF. RODRIGO BELLO

NÚCLEO PREPARATÓRIO PARA CONCURSOS

N ÚCLEO P REPARATÓRIO P ARA C ONCURSOS CURSO DEFENSORIA PÚBLICA/CONCURSOS - PROF. RODRIGO BELLO (A)

CURSO DEFENSORIA PÚBLICA/CONCURSOS - PROF. RODRIGO BELLO

(A)

o recurso em sentido estrito e a carta testemunhável.

(B)

o agravo e o protesto por novo júri.

(C)

apenas a carta testemunhável.

(D)

apenas o protesto por novo júri.

(E)

a carta testemunhável e o protesto por novo júri.

30. (FCC–DPE/MA–2008–Defensor Público) Pela nova sistemática aplicada ao Tribunal do Júri, se os defensores exercerem o seu direito de recusar o número máximo de jurados sorteados para a composição do Conselho de Sentença, comparecendo o número total de jurados previsto pelo Código de Processo Penal, quantos acusados poderão ser julgados em uma sessão sem que haja cisão do julgamento?

(A)

No máximo 6.

(B)

No mínimo 5.

(C)

No máximo 4.

(D)

No mínimo 4.

(E)

No mínimo 3.

Gabarito:

1. B

2. e

3. a

4. d

5. c

6. d

7. e

8. a

9. d

10. c

11. d

12. b

13. a

14. e

15. d

16. a

11

@bellorodrigo

www.belloconcursos.blogspot.com

N ÚCLEO P REPARATÓRIO P ARA C ONCURSOS CURSO DEFENSORIA PÚBLICA/CONCURSOS - PROF. RODRIGO BELLO

NÚCLEO PREPARATÓRIO PARA CONCURSOS

N ÚCLEO P REPARATÓRIO P ARA C ONCURSOS CURSO DEFENSORIA PÚBLICA/CONCURSOS - PROF. RODRIGO BELLO 17.

CURSO DEFENSORIA PÚBLICA/CONCURSOS - PROF. RODRIGO BELLO

17. a

18. a

19. c

20. e

21. e

22. c

23. a

24. b

25. e

26. d

27. e

28. c

29. d

30. a

12

@bellorodrigo

www.belloconcursos.blogspot.com