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Exercicios de Saude e Seguranca Do Trabalho

Exercicios de Saude e Seguranca Do Trabalho

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AME - TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO - 12/02/12 1 01) Sabemos que os riscos, nas diversas áreas profissionais, são conhecidos como riscos

ocupacionais e sãoclassificados em grupos de acordo com sua natureza. As cores correspondem a cada um dos riscos ocupacionais.Assim, enumere a coluna da direita com base nos riscos listados na coluna da esquerda. 1riscos físicos ( ) cor azul 2riscos químicos ( ) cor vermelha 3riscos biológicos ( ) cor verde 4riscos ergonômicos ( ) cor marrom 5riscos de acidentes ( ) cor amarela- Assinale a alternativa que contém a sequência correta da coluna da direita, de cima para baixo. a) 5, 2, 1, 3, 4 b) 4, 3, 1, 5, 2 c) 1, 4, 3, 2, 5 d) 2, 3, 5, 1, 4 e) 3, 2, 4, 5, 1 02) Analisando o Anexo IV da NR-05:CIPA, são considerados riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos eriscos de acidentes, respectivamente: a) poeira, calor, bacilos, jornada de trabalho prolongada e animais peçonhentos. b) calor, gases, fungos, monotonia/repetitividade e esforço físico intenso. c) calor, gases, bacilos, jornada de trabalho prolongada e névoas. d) poeira, calor, fungos, arranjo físico deficiente e eletricidade. e) calor, gases, bacilos, jornada de trabalho prolongada e eletricidade. 03)

São várias as doenças originadas dos processos de trabalho conhecidas como doenças ocupacionais. A doençaocupacional decorrente da exposição do trabalhador ao chumbo, sem a proteção adequada aos fumos metálicos, échamada de a) saturnismo. b) absenteísmo. c) trombose. d) pneumonia. e) reumatismo. 04) A _____________________ é uma forma depneumoconiosecausada pela inalação de finas partículas desílica cristalina e caracterizada porinflamaçãoecicatrizaçãoem forma de lesões nodulares nos lóbulos superiores do pulmão.Portanto esta doença é compreendida como a) asbestose. b) silicose. c) berilose. d) cirrose. e) bursite. 05) É correto afirmar que NÃO é considerado objetivo da CIPA: a) observar e relatar condições de risco. b) solicitar medidas para redução dos acidentes. c) expedir advertência aos trabalhadores. d) eliminar e/ou neutralizar os riscos existentes. e) orientar os trabalhadores quanto à prevenção de acidentes. 06) Quanto aos métodos de extinção de fogo ou incêndio, analise os itens abaixo: Iabafamento II -

isolamento ou retirada do material III. - resfriamento- São considerados métodos de extinção de fogo os itens: a) I e II somente. b) II e III somente. c) III somente. d) I e III somente. e) I, II e III.

AME - TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO - 12/02/12 2 07) Em se tratando de extinção do fogo, relacione as classes de acordo com os conteúdos abaixo, numerado-os 1Classe A 2Classe B 3Classe C( ) Assim é identificado o fogo em materiais sólidos que deixam resíduos, como madeira, papel, tecido e borracha.( ) Classe de incêndio em equipamentos elétricos energizados. A extinção deve ser feita por agente extintor quenão conduza eletricidade.( ) Ocorre quando a queima acontece em líquidos inflamáveis, graxas e gases combustíveis.- A Sequência correta está na alternativa: a) 1, 3, 2 b) 3, 1, 2 c) 2, 3, 1 d) 2, 1, 3 e) 1, 2, 3 08) Analise as definições abaixo: ILimite de Tolerância é o nível de concentração máxima de um agente físico ou químico existente no ambientede trabalho sem causar danos à saúde dos trabalhadores.

c) Somente o item III é verdadeiro. III Poeiras são partículas sólidas originadas de processos de ruptura mecânica de sólidos orgânicos. Itermômetro de bulbo úmido natural IItermômetro de globo IIItermômetro de bulbo seco. 09) Em se tratando de avaliação do calor radiante pelo método IBUTG. d) Somente os itens II e III são verdadeiros. d) II e III somente. e) III somente. b) I e III somente. 10) Assinale a alternativa em que a forma por extenso não corresponde à respectiva sigla a) PCMSO . II e III. II e III são verdadeiros. em cujos anexos podemosencontrar os riscos.II Os limites de tolerância dos riscos quantitativos são estabelecidos pela NR 16.Assinale a alternativa correta. analise o instrumental utilizado para a mediçãodas temperaturas. a) Somente o item I é verdadeiro. e) Os itens I. b) Somente o item II é verdadeiro. c) I e II somente.Estão corretas as definições: a) I.

12) Um técnico de segurança do trabalho realizou medições de sobrecarga térmica em um determinado ambiente detrabalho sem carga solar. 11) Quais são as principais causas dos acidentes de trabalho? a) Atos inseguros e condições inseguras.7 tbn + 0. encontrando os seguintes resultados: AME . b) .tbs = temperatura de bulbo seco.Sabendo que o limite de tolerância é 28. c) PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambulatoriais. c) Atos inseguros e inexistência do Técnico de Segurança.12/02/12 3 TemperaturaMédiaMetabolismo(Kcal/h)tbn 23220tg 33tbs 30OBS:Ambientes internos ou externos sem carga solar:IBUTG = 0.5ºC. calcule e responda: a) O IBUTG calculado é de 28.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . d) Atos inseguros e inexistência do Engenheiro de Segurança. b) CAT – Comunicação de Acidente de Trabalho..– Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional. e) CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes. b) Inexistência da CIPA e do PPRA. e) Condições inseguras e inexistência da CIPA e PPRA.5.1 tbs + 0.2 tgonde:tbn = temperatura de bulbo úmido natural.tg = temperatura de globo.3 tgAmbientes externos com carga solar:IBUTG = 0. d) EPC – Equipamento de Proteção Coletiva. portanto esta atividade é insalubre.7 tbn + 0.

O IBUTG calculado é de 28,5, portanto esta atividade não é insalubre. c) O IBUTG calculado é de 26,0, portanto esta atividade é insalubre. d) O IBUTG calculado é de 26,0, portanto esta atividade não é insalubre. e) O IBUTG não pode ser calculado por falta de dados. 13) É de obrigatoriedade de todos os empregadores elaborar ordens de serviço sobre segurança e saúde no trabalho,dando ciência aos empregados por comunicados, cartazes ou meios eletrônicos.Esse Assunto: a) é regulamentado pela NR 02. b) segue regulamentado pela NR 12. c) não é regulamentado pela NR 01. d) apresenta regulamentado pela NRR 01. e) é estabelecido pela NR 01. 14) É correto afirmar que: a) O presidente do sindicato dos TST deverá ser informado antes da instalação de qualquer serviço de segurança dotrabalho em indústrias com grau de risco II. b) Todo estabelecimento novo antes de iniciar suas atividades, deverá solicitar aprovação de suas instalações aoInstituto Nacional de Seguridade Social, conforme NR 2. c) O órgão regional do MTb, juntamente com o INSS, após realizar a inspeção prévia, emitirá o Certificado deAprovação de Instalações – CAI, conforme NR 2. d) Todo estabelecimento novo, antes de iniciar suas atividades, deverá solicitar aprovação de suas instalações aoórgão regional do MTb, conforme determina NR 2. e) A norma regulamentadora NR 2 estabelece critério para embargo ou interdição. 15) Segundo a Portaria nº 3.214, de 08 de junho de 1978, Norma Regulamentadora - NR – 4, o que significa SESMT? a) Serviço Especializado em Segurança e em Medicina do Trabalho.

b) Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Matéria do Trabalho. c) Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. d) Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Maritima do Trabalho. e) Serviço Especializado em Saúde do Trabalho. 16) Dos casos abaixo, assinale em qual deles somente é exigido um profissional técnico de segurança do trabalho noquadro de trabalhadores ligados à segurança do trabalho. a) Empresa com grau de risco 1, com um quadro de funcionários entre 501 e 1001. b) Empresa com grau de risco 2, com um quadro de funcionários entre 501 e 1001. c) Empresa com grau de risco 3, com um quadro de funcionários entre 101 e 250. d ) Empresa com grau de risco 4, com um quadro de funcionários entre 31 e 100. e) Todas as alternativas estão corretas. 17) Segundo a NR 05, a CIPA será composta por representantes

AME - TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO - 12/02/12 1 01) Sabemos que os riscos, nas diversas áreas profissionais, são conhecidos como riscos ocupacionais e sãoclassificados em grupos de acordo com sua natureza. As cores correspondem a cada um dos riscos ocupacionais.Assim, enumere a coluna da direita com base nos riscos listados na coluna da esquerda. 1riscos físicos ( ) cor azul 2riscos químicos ( ) cor vermelha 3riscos biológicos ( ) cor verde 4riscos ergonômicos ( ) cor marrom 5-

riscos de acidentes ( ) cor amarela- Assinale a alternativa que contém a sequência correta da coluna da direita, de cima para baixo. a) 5, 2, 1, 3, 4 b) 4, 3, 1, 5, 2 c) 1, 4, 3, 2, 5 d) 2, 3, 5, 1, 4 e) 3, 2, 4, 5, 1 02) Analisando o Anexo IV da NR-05:CIPA, são considerados riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos eriscos de acidentes, respectivamente: a) poeira, calor, bacilos, jornada de trabalho prolongada e animais peçonhentos. b) calor, gases, fungos, monotonia/repetitividade e esforço físico intenso. c) calor, gases, bacilos, jornada de trabalho prolongada e névoas. d) poeira, calor, fungos, arranjo físico deficiente e eletricidade. e) calor, gases, bacilos, jornada de trabalho prolongada e eletricidade. 03) São várias as doenças originadas dos processos de trabalho conhecidas como doenças ocupacionais. A doençaocupacional decorrente da exposição do trabalhador ao chumbo, sem a proteção adequada aos fumos metálicos, échamada de a) saturnismo. b) absenteísmo. c) trombose. d) pneumonia. e) reumatismo. 04) A _____________________ é uma forma depneumoconiosecausada pela inalação de finas partículas desílica cristalina e caracterizada porinflamaçãoecicatrizaçãoem forma de lesões nodulares nos lóbulos superiores do pulmão.Portanto esta doença é compreendida como a) asbestose. b)

e) orientar os trabalhadores quanto à prevenção de acidentes. e) I. d) I e III somente. 05) É correto afirmar que NÃO é considerado objetivo da CIPA: a) observar e relatar condições de risco.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . c) berilose. d) eliminar e/ou neutralizar os riscos existentes. c) expedir advertência aos trabalhadores. II e III. AME . 06) Quanto aos métodos de extinção de fogo ou incêndio.silicose. analise os itens abaixo: Iabafamento II isolamento ou retirada do material III. c) III somente.resfriamento.São considerados métodos de extinção de fogo os itens: a) I e II somente. b) II e III somente. e) bursite. .12/02/12 2 07) . d) cirrose. b) solicitar medidas para redução dos acidentes.

b) I e III somente. II e III. A extinção deve ser feita por agente extintor quenão conduza eletricidade.. III Poeiras são partículas sólidas originadas de processos de ruptura mecânica de sólidos orgânicos. 1. 09) . em cujos anexos podemosencontrar os riscos. 2 c) 2. 2. como madeira. papel. 1 d) 2. 3. 3. tecido e borracha. II Os limites de tolerância dos riscos quantitativos são estabelecidos pela NR 16. c) I e II somente.Estão corretas as definições: a) I. 1. relacione as classes de acordo com os conteúdos abaixo. 2 b) 3. 3 e) 1. d) II e III somente.Em se tratando de extinção do fogo. numerado-os 1Classe A 2Classe B 3Classe C( ) Assim é identificado o fogo em materiais sólidos que deixam resíduos.A Sequência correta está na alternativa: a) 1. 3 08) Analise as definições abaixo: ILimite de Tolerância é o nível de concentração máxima de um agente físico ou químico existente no ambientede trabalho sem causar danos à saúde dos trabalhadores.( ) Classe de incêndio em equipamentos elétricos energizados.( ) Ocorre quando a queima acontece em líquidos inflamáveis. e) III somente. graxas e gases combustíveis.

c) Somente o item III é verdadeiro. . e) Os itens I. Itermômetro de bulbo úmido natural IItermômetro de globo IIItermômetro de bulbo seco. d) EPC – Equipamento de Proteção Coletiva. e) CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes. c) PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambulatoriais. a) Somente o item I é verdadeiro. 10) Assinale a alternativa em que a forma por extenso não corresponde à respectiva sigla a) PCMSO – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional. b) CAT – Comunicação de Acidente de Trabalho. analise o instrumental utilizado para a mediçãodas temperaturas. II e III são verdadeiros. b) Somente o item II é verdadeiro. d) Somente os itens II e III são verdadeiros.Em se tratando de avaliação do calor radiante pelo método IBUTG.Assinale a alternativa correta.

portanto esta atividade é insalubre. c) O IBUTG calculado é de 26. encontrando os seguintes resultados: AME .Esse Assunto: a) é regulamentado pela NR 02. c) Atos inseguros e inexistência do Técnico de Segurança.11) Quais são as principais causas dos acidentes de trabalho? a) Atos inseguros e condições inseguras. calcule e responda: a) O IBUTG calculado é de 28.7 tbn + 0. b) O IBUTG calculado é de 28. e) O IBUTG não pode ser calculado por falta de dados.12/02/12 3 TemperaturaMédiaMetabolismo(Kcal/h)tbn 23220tg 33tbs 30OBS:Ambientes internos ou externos sem carga solar:IBUTG = 0.2 tgonde:tbn = temperatura de bulbo úmido natural. b) Inexistência da CIPA e do PPRA.Sabendo que o limite de tolerância é 28.1 tbs + 0.0. portanto esta atividade não é insalubre.5. 12) Um técnico de segurança do trabalho realizou medições de sobrecarga térmica em um determinado ambiente detrabalho sem carga solar.tbs = temperatura de bulbo seco. d) O IBUTG calculado é de 26.5ºC. c) não é regulamentado pela NR 01..0. e) Condições inseguras e inexistência da CIPA e PPRA. b) segue regulamentado pela NR 12.tg = temperatura de globo.dando ciência aos empregados por comunicados.5.7 tbn + 0. d) . d) Atos inseguros e inexistência do Engenheiro de Segurança.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . portanto esta atividade é insalubre. portanto esta atividade não é insalubre.3 tgAmbientes externos com carga solar:IBUTG = 0. cartazes ou meios eletrônicos. 13) É de obrigatoriedade de todos os empregadores elaborar ordens de serviço sobre segurança e saúde no trabalho.

deverá solicitar aprovação de suas instalações aoInstituto Nacional de Seguridade Social. b) Todo estabelecimento novo antes de iniciar suas atividades.apresenta regulamentado pela NRR 01. d) Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Maritima do Trabalho. antes de iniciar suas atividades. com um quadro de funcionários entre 501 e 1001. 14) É correto afirmar que: a) O presidente do sindicato dos TST deverá ser informado antes da instalação de qualquer serviço de segurança dotrabalho em indústrias com grau de risco II. conforme NR 2. de 08 de junho de 1978. deverá solicitar aprovação de suas instalações aoórgão regional do MTb. c) Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. o que significa SESMT? a) Serviço Especializado em Segurança e em Medicina do Trabalho. conforme NR 2. 16) Dos casos abaixo. a) Empresa com grau de risco 1.214. b) Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Matéria do Trabalho. assinale em qual deles somente é exigido um profissional técnico de segurança do trabalho noquadro de trabalhadores ligados à segurança do trabalho. d) Todo estabelecimento novo. Norma Regulamentadora . e) Serviço Especializado em Saúde do Trabalho. conforme determina NR 2. c) O órgão regional do MTb. emitirá o Certificado deAprovação de Instalações – CAI. e) A norma regulamentadora NR 2 estabelece critério para embargo ou interdição.NR – 4. 15) Segundo a Portaria nº 3. b) . juntamente com o INSS. e) é estabelecido pela NR 01. após realizar a inspeção prévia.

. b) dos empregados. 18) Segundo a NR 6 que regulamenta o uso de equipamentos de proteção individual. com um quadro de funcionários entre 101 e 250. a CIPA será composta por representantes AME . quando danificado ou extraviado.Assinale a alternativa correta. c) do empregador e dos empregados.12/02/12 4 a) do empregador. II Responsabilizar-se pela higiene e manutenção periódica. com um quadro de funcionários entre 501 e 1001. IIIResponsabilizar-se pela guarda e conservação IVSubstituir imediatamente. b) . e) Todas as alternativas estão corretas. 17) Segundo a NR 05.Empresa com grau de risco 2. d ) Empresa com grau de risco 4. e) todas as alternativas estão erradas. com um quadro de funcionários entre 31 e 100. cabe ao empregadorquanto ao EPI: IAdquirir o adequado ao risco de cada atividade. a) Somente o item III está correto. empregados e empregador.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . c) Empresa com grau de risco 3. d) do sindicato.

d) Nenhum dos itens está correto. IV e V d) Somente os II. III. 20) De acordo com a NR 01. III. inclusive as ordens deserviço expedidas pelo empregador. Vcumprir e fazer cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho. e) Somente os itens I.NR. IIIsubmeter-se aos exames médicos previstos nas Normas Regulamentadoras . II e IV estão corretos. II. c) Todos os itens estão corretos. e) NR18.Somente os itens I e II estão corretos. c) NR 17. 19) O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais é estabelecido pela Norma Regulamentadora nº a) NR 28. IIusar o EPI fornecido pelo empregador. é correto afirmar que cabe ao empregado: Icumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e saúde do trabalho. III e IV c) Somente os itens I. IV e V e) .Estão corretas a) Somente o item IV b) Somente os itens I.NR. b) NR 24. IVcolaborar com a empresa na aplicação das Normas Regulamentadoras . d) NR 9..

segundo o Quadro 1 da NR 4.12/02/12 5 e) Somente afirmativas III e IV são verdadeiras.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . assistida por profissional do órgão regional competente em segurança e saúdeno trabalho. com até10(dez) empregados.Assinale a alternativa correta: a) Somente as afirmativas I e IV são verdadeiras. norma regulamentadora voltada à sinalização de segurança. qual foi a ultima alteração? a) . d) Somente as afirmativas I. 22) Em se tratando de NR 26. AME . II e IV são verdadeiras. c) Somente a afirmativa IV é verdadeira.. b) Somente afirmativas II e III são verdadeiras. III As empresas com mais de 10 (dez) empregados e com até 20 (vinte) empregados. poderão estar desobrigadas de indicar médico coordenador emdecorrência de negociação coletiva. segundo o Quadro 1 da NR 4. poderão estar desobrigadas de indicar médico do trabalho coordenador emdecorrência de negociação coletiva. segundo o Quadro 1 da NR 4. com até 25 (vinte e cinto) empregados e aquelas de grau de risco 3 e 4. II As empresas com mais de 25 (vinte e cinco) empregados e até 50 (cinqüenta) empregados.Somente o item V 21) Sobre a NR 7 é possível afirmar: IFicam obrigadas de indicar médico coordenador às empresas de grau de risco 1 e 2. enquadradas no grau de risco3 ou 4. segundo o Quadro 1 da NR4. bem como zelar pela suaeficácia. IV – O empregado deve garantir a elaboração e efetiva implementação do PCMSO. enquadradas no graude risco 1 ou 2.

II e III c) somente nos itens I. IV e V . c) Redação dada pela Portaria SIT n.º 229. b) Redação dada pela Portaria SIT n. através de trabalho intermitente de levantar.Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho III PAT .Serviço de Segurança e Saúde no Trabalho VPAT . de 24 de maio de 2010. e) Desde sua criação. de 24 de maio de 2011. observe as siglas abaixo: ISSST . empurrarou arrastar pesos. nunca mais foi alterada. III. de 24 de maio de 2011.Programa de Assistência ao Trabalhador .º 339. d) Redação dada pela Portaria SIT n. é: a) 440 Kcal b) 540 Kcal c) 640 Kcal d) 740 Kcal e) 300 Kcal 24) De acordo com a norma regulamentadora nº 1.Há correspondência correta entre sigla e significado a) somente no item IV b) somente nos itens I. 23) A taxa de metabolismo de um trabalho pesado.Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho II CANPAT . de 24 de maio de 2010.º 119.Redação dada pela Portaria SIT n.Programa de Alimentação do Trabalhador IV SSST .º 229.

. 27) Para efeito desta NR________ . em qual NR. c) Atestado de Saúde Ocupacional. III possuir comprovação de pelo menos 3 (três) anos de experiência nessa atividade. IV V e) somente no item V 25) De acordo com a NR 26.O e.S. 26) O que significa A. NR 11. d) Atestado Selecionado para Oftalmologista. d) Sistema que gerencia direitos humanos. NR 07. NR 07. até 08 de maio de 1984. de 08/05/84. b) NR 08. NR17. e) Atestado de Saúde Ocupacional. b) Grupos de higienistas e de segurança do trabalho. c) NR 13. III. e) Sistema Globalmente Harmonizado de Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos. c) Grupo homogêneo de exposição. NRR 04. IIpossuir certificado de "Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras" previsto na NR ____ aprovadapelaPortaria 02. .Estamos falando da a) NR 03.d) somente nos itens II. b) Atestado de Saúde Ocupacional. será considerado operador de caldeira aquele que satisfizer pelo menos uma dasseguintes condições: Ipossuir certificado de "Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras" e comprovação de estágio prático. podemos encontrá-lo? a) Atestado Saudável Operacional. o que significa GHS?a) Grupo de sinalização de cores homogêneas.

e) 15 trabalhadores. por parte de todosos empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados. em condições higiênicas. 30) A Norma Regulamentadora . ou nos trabalhos com exposição a substâncias tóxicas. b) 25 trabalhadores.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . e na proporção de 01(um) bebedouro para cada a) 50 trabalhadores. irritantes. _______________________________e consequente_________________________da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente detrabalho.infectantes.d) NR14. um lavatório para cada a) 30 trabalhadores. b) 25 trabalhadores. tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais.PPRA.NR 09 estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação. Onde houver rede de abastecimento de água. c) 100 trabalhadores. AME . do . será exigido. e) 20 trabalhadores. poeiras ou substâncias que provoquem sujidade.12/02/12 6 28) Em todos os locais de trabalho. no conjunto em instalaçõessanitárias.___________________________. c) 10 trabalhadores. 29) Nas atividades ou operações insalubres. deverão existirbebedouros de jato inclinado e guarda protetora. através__________________________. e) NR 19. d) 45 trabalhadores.sendo proibido o uso de recipientes coletivos. d) 80 trabalhadores.. visando à preservação dasaúde e da integridade dos trabalhadores. deverá ser fornecido água potável aos trabalhadores. proibida sua instalação em pias ou lavatórios.As lacunas do texto devem ser preenchidas correta e respectivamente por: . alergizantes.

da avaliação. da avaliação.a) do reconhecimento. 2. 2. 3 d) 3. reconhecimento. 5 e) 2. controle. 4. bem como pelosórgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário. da avaliação. que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis doTrabalho . 4. 3 32) Em uma determinada empresa. .NRs.1) NR 9 ( ) Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional2) NR 28 ( ) Fiscalizações e Penalidades3) NR 17 ( ) Proteção contra incêndio4) NR 23 ( ) Programa de Prevenção de Riscos Ambientais5) NR 7 ( ) ErgonomiaAssinale a alternativa que contêm a sequência correta da coluna da direita. 3 c) 5. controle. d) 30% (trinta por cento) sobre o salário total do trabalhador. e) da avaliação. 5. de cima para baixo. 2. d) do reconhecimento. antecipação. assim podemos considerar a atividade como insalubre. o controle. c) 20% (vinte por cento) sobre o salário mínimo da região. 1. c) da antecipação. pratos e talheres. 31) As Normas Regulamentadoras . do controle. 4.CLT. qual é odevido adicional de insalubridade a esse trabalhador? a) 40% (quarenta por cento) sobre o total do trabalhador. numere a coluna da direita de acordo com as respectivas Normas Regulamentadoraslistadas na coluna da esquerda. um trabalhador desenvolve suas atividade na cozinha industrial. da avaliação. Seu tempo de exposição ao risco é 100% da sua jornada e ainda a empresa não fornece nenhum tipo de equipamento de proteção individual para a eliminação ouneutralização do agente. sendo que a suaatividade principal e única é de lavar panelas. b) da antecipação. da antecipação. 1. 1. 4. Assim. 4. são de observância obrigatóriapelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta. da antecipação. 3 b) 5. Com base na NR 15. 1. 2. controle. b) 10% (dez por cento) sobre o salário mínimo da região. do reconhecimento. do reconhecimento. relativas à Segurança e Medicina do Trabalho. 1. a) 5.

b) dos empregados.12/02/12 4 a) do empregador. e) Somente os itens I. II Responsabilizar-se pela higiene e manutenção periódica. b) NR 24. b) Somente os itens I e II estão corretos.. 18) Segundo a NR 6 que regulamenta o uso de equipamentos de proteção individual. 19) O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais é estabelecido pela Norma Regulamentadora nº a) NR 28. e) . IIIResponsabilizar-se pela guarda e conservação IVSubstituir imediatamente. a) Somente o item III está correto. c) Todos os itens estão corretos. II e IV estão corretos. d) do sindicato. c) do empregador e dos empregados.Assinale a alternativa correta. cabe ao empregadorquanto ao EPI: IAdquirir o adequado ao risco de cada atividade.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . c) NR 17. quando danificado ou extraviado. e) todas as alternativas estão erradas. empregados e empregador. d) Nenhum dos itens está correto.AME . d) NR 9.

III. segundo o Quadro 1 da NR 4. segundo o Quadro 1 da NR 4. poderão estar desobrigadas de indicar médico do trabalho coordenador emdecorrência de negociação coletiva. IV e V e) Somente o item V 21) Sobre a NR 7 é possível afirmar: IFicam obrigadas de indicar médico coordenador às empresas de grau de risco 1 e 2.NR.Estão corretas a) Somente o item IV b) Somente os itens I. III. IV e V d) Somente os II. enquadradas no grau de risco3 ou 4.NR18. II As empresas com mais de 25 (vinte e cinco) empregados e até 50 (cinqüenta) empregados. IIusar o EPI fornecido pelo empregador. IIIsubmeter-se aos exames médicos previstos nas Normas Regulamentadoras . enquadradas no graude risco 1 ou 2. III As empresas com mais de 10 (dez) empregados e com até 20 (vinte) empregados. com até10(dez) empregados. Vcumprir e fazer cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho.. segundo o Quadro 1 da NR 4.NR. poderão estar desobrigadas de indicar médico coordenador emdecorrência de negociação coletiva. II. 20) De acordo com a NR 01. é correto afirmar que cabe ao empregado: Icumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e saúde do trabalho. IVcolaborar com a empresa na aplicação das Normas Regulamentadoras . IV . assistida por profissional do órgão regional competente em segurança e saúdeno trabalho. segundo o Quadro 1 da NR4. inclusive as ordens deserviço expedidas pelo empregador. com até 25 (vinte e cinto) empregados e aquelas de grau de risco 3 e 4. III e IV c) Somente os itens I.

º 229. c) Somente a afirmativa IV é verdadeira.º 119. através de trabalho intermitente de levantar.º 229.º 339. é: a) 440 Kcal .Assinale a alternativa correta: a) Somente as afirmativas I e IV são verdadeiras. nunca mais foi alterada. d) Somente as afirmativas I. norma regulamentadora voltada à sinalização de segurança. e) Desde sua criação. empurrarou arrastar pesos. bem como zelar pela suaeficácia. de 24 de maio de 2010. b) Somente afirmativas II e III são verdadeiras.12/02/12 5 e) Somente afirmativas III e IV são verdadeiras. 22) Em se tratando de NR 26. d) Redação dada pela Portaria SIT n. de 24 de maio de 2011. qual foi a ultima alteração? a) Redação dada pela Portaria SIT n. de 24 de maio de 2011.– O empregado deve garantir a elaboração e efetiva implementação do PCMSO. AME .TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . de 24 de maio de 2010. b) Redação dada pela Portaria SIT n. 23) A taxa de metabolismo de um trabalho pesado.. c) Redação dada pela Portaria SIT n. II e IV são verdadeiras.

Há correspondência correta entre sigla e significado a) somente no item IV b) somente nos itens I.Serviço de Segurança e Saúde no Trabalho VPAT . II e III c) somente nos itens I.Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho III PAT .O e. b) Grupos de higienistas e de segurança do trabalho. d) Sistema que gerencia direitos humanos.b) 540 Kcal c) 640 Kcal d) 740 Kcal e) 300 Kcal 24) De acordo com a norma regulamentadora nº 1. o que significa GHS?a) Grupo de sinalização de cores homogêneas. e) Sistema Globalmente Harmonizado de Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos.S. IV e V d) somente nos itens II.Programa de Assistência ao Trabalhador . em qual NR.Programa de Alimentação do Trabalhador IV SSST . III. observe as siglas abaixo: ISSST . 26) O que significa A. IV V e) somente no item V 25) De acordo com a NR 26. c) Grupo homogêneo de exposição. podemos encontrá-lo? .Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho II CANPAT . III.

27) Para efeito desta NR________ .. e) NR 19. em condições higiênicas. AME . será considerado operador de caldeira aquele que satisfizer pelo menos uma dasseguintes condições: Ipossuir certificado de "Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras" e comprovação de estágio prático. NR17. deverá ser fornecido água potável aos trabalhadores. e na proporção de 01(um) bebedouro para cada a) 50 trabalhadores. NRR 04. e) Atestado de Saúde Ocupacional. NR 11. NR 07. proibida sua instalação em pias ou lavatórios.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO .sendo proibido o uso de recipientes coletivos. c) .12/02/12 6 28) Em todos os locais de trabalho. NR 07. IIpossuir certificado de "Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras" previsto na NR ____ aprovadapelaPortaria 02. Onde houver rede de abastecimento de água. b) 25 trabalhadores. b) Atestado de Saúde Ocupacional. c) Atestado de Saúde Ocupacional. c) NR 13. III possuir comprovação de pelo menos 3 (três) anos de experiência nessa atividade. de 08/05/84. b) NR 08. deverão existirbebedouros de jato inclinado e guarda protetora.Estamos falando da a) NR 03.a) Atestado Saudável Operacional. d) Atestado Selecionado para Oftalmologista. até 08 de maio de 1984. d) NR14.

do .___________________________. e) 20 trabalhadores.NRs. da avaliação. controle. um lavatório para cada a) 30 trabalhadores. d) do reconhecimento. da avaliação.CLT. c) 10 trabalhadores.PPRA. do reconhecimento. visando à preservação dasaúde e da integridade dos trabalhadores. do controle. são de observância obrigatóriapelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta. d) 80 trabalhadores. da antecipação. por parte de todosos empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados. tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais.As lacunas do texto devem ser preenchidas correta e respectivamente por: a) do reconhecimento. alergizantes. da antecipação.1) NR 9 ( ) Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional2) NR 28 ( ) Fiscalizações e Penalidades3) NR 17 ( ) Proteção contra incêndio4) NR 23 ( ) Programa de . poeiras ou substâncias que provoquem sujidade. do reconhecimento. b) 25 trabalhadores. da avaliação. será exigido. no conjunto em instalaçõessanitárias. reconhecimento.100 trabalhadores. 31) As Normas Regulamentadoras . bem como pelosórgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário. ou nos trabalhos com exposição a substâncias tóxicas. 30) A Norma Regulamentadora . numere a coluna da direita de acordo com as respectivas Normas Regulamentadoraslistadas na coluna da esquerda. Assim.infectantes. 29) Nas atividades ou operações insalubres. irritantes. d) 45 trabalhadores. antecipação. que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis doTrabalho . da avaliação. e) da avaliação. c) da antecipação. relativas à Segurança e Medicina do Trabalho.NR 09 estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação. controle.. _______________________________e consequente_________________________da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente detrabalho. controle. b) da antecipação. através__________________________. o controle. e) 15 trabalhadores.

2. 1. inclusive as ordens de serviço expedidas peloempregador. pratos e talheres. assim podemos considerar a atividade como insalubre. 2. AME . 1. 2. Cabe ao empregado( ) submeter-se aos exames médicos previstos nas NormasRegulamentadoras . de cima para baixo. d) 30% (trinta por cento) sobre o salário total do trabalhador. 4. 5 e) 2.Prevenção de Riscos Ambientais5) NR 7 ( ) ErgonomiaAssinale a alternativa que contêm a sequência correta da coluna da direita. 3 c) 5. 1. () cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurançae saúde do trabalho.1. um trabalhador desenvolve suas atividade na cozinha industrial. 3 b) 5. quanto às Disposições Gerais. a) 5. qual é odevido adicional de insalubridade a esse trabalhador? a) 40% (quarenta por cento) sobre o total do trabalhador. 4. () . 4.12/02/12 7 e) 20% (vinte por cento) sobre o salário total do trabalhador. 2.NRs.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . Com base na NR 15. c) 20% (vinte por cento) sobre o salário mínimo da região. 4. 1. Cabe ao empregador( ) cumprir e fazer cumprir as disposições legais e regulamentaressobre segurança e medicina do trabalho. b) 10% (dez por cento) sobre o salário mínimo da região. 33) Considerando o estabelecido na Norma Regulamentadora n° 1. relacione a coluna dadireita com os itens da coluna da esquerda . 3 32) Em uma determinada empresa. 3 d) 3. sendo que a suaatividade principal e única é de lavar panelas. 5. Seu tempo de exposição ao risco é 100% da sua jornada e ainda a empresa não fornece nenhum tipo de equipamento de proteção individual para a eliminação ouneutralização do agente. 2. 4. 1.

1.determinar procedimentos que devem ser adotados em caso deacidente ou doença relacionada ao trabalho. 1. conforme NR 15. 34) Um técnico de segurança de trabalho está com o seguinte problema: na empresa existe um colaborador que exercediversas atividades. b) 1. sendo que duas delas se enquadram como insalubres. 2. () elaborar ordens de serviço sobre segurança e saúde no trabalho. b) 10% (dez por cento) sobre o salário mínimo da região. 1. 1. de cima para baixo: a) 2. qual é o devido adicional deinsalubridade a esse colaborador? a) 40% (quarenta por cento) sobre o salário mínimo da região.. Nesse caso. 1. c) 1. 2. 1. 2. 1. d) 1. 1. 2. 35) Com relação aos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. 1. 2. 2. 2. cartazes ou meioseletrônicos. c) 50% (cinquenta por cento) sobre o salário mínimo da região. e) 20% (vinte por cento) sobre o salário total do trabalhador. 2.Assinale a sequência correta da coluna da direita.dando ciência aos empregados por comunicados. assinale aalternativa incorreta.a) . sendo a primeiraatividade em grau mínimo e a segunda atividade em grau máximo. 1. 2. d) 60% (sessenta por cento) sobre o salário mínimo da região. e) 2. 1.

a) IBUTG = 53. Calcule o IBUTG da atividade e assinale aalternativa correta. Engenheiro de Segurança do Trabalho.. deacordo com o estabelecido no Quadro II. Tbs ( Temperatura de bulbo seco ) = 31. Enfermeiro do Trabalho. b) O técnico de segurança do trabalho e o auxiliar de enfermagem do trabalho deverão dedicar 8 (oito) horas pordia para as atividades dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho.deverão ser registrados no órgão regional da DRT.0 . Técnico de Segurança doTrabalho e Auxiliar de Enfermagem do Trabalho.Técnico de segurança do trabalho: técnico portador de comprovação de registro profissional expedido peloMinistério do Trabalho.1 °C. 36) Durante uma avaliação quantitativa de calor para atividade de um operador de caldeira.Podemos considerar o ambiente como interno e sem carga solar. foram levantados osseguintes dados: Tbn ( Temperatura de bulbo úmido e natural ) = 23. Tg ( Temperatura de globo ) = 30.0 °C.0 °C. c) Os Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho deverão ser integrados porMédico do Trabalho. e) Os serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. d) Ao profissional especializado em Segurança e em Medicina do Trabalho é vedado o exercício de outrasatividades na empresa. de que trata esta NR 4. durante o horário de sua atuação nos Serviços Especializados em Engenharia deSegurança e em Medicina do Trabalho.

7 AME . 1. Vice-Presidente () Substituir o Presidente nos seus impedimentos eventuais ou nosseus afastamentos temporários. 2.1 37) Considerando as atribuições estabelecidas na Norma Regulamentadora n° 5. Secretário () Coordenar as reuniões da CIPA. e redigir as atas apresentando-as para aprovação e assinatura dos membros presentes. 3. () Coordenar e supervisionar as atividades de secretaria.1 d) IBUTG = 7. 1. de cima para baixo: a) 3. 3. as decisões da comissão.1. relacione a coluna dadireita com os itens da coluna da esquerda. c) .12/02/12 8 c) IBUTG = 54. 2.Assinale a sequência correta da coluna da direita.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . Presidente () Acompanhar as reuniões da CIPA. () Preparar as correspondências. encaminhando ao empregador eao SESMT. 3. 2. b) 2. 2. 1. .0 e) IBUTG = 25.b) IBUTG = 26. quanto à CIPA. quando houver.

porém. 38) Para elaboração do PPRA conforme estabelecido na NR 9. 3. os ajudantes e os setoresadministrativos. para todos os agentes existe um nível de ação. e) . 3. d) Somente os motoristas e os ajudantes. A empresa. você deverá definir. não paga o adicional de periculosidade para seus colaboradores. 3. Podemos considerar que o nível de ação para ruído é: a) 80 dB(A) b) 85 dB(A) c) 90 dB(C) d) 65 dB(C) e) 70 dB(C) 39) Uma empresa nacional e reconhecida mundialmente é responsável pela distribuição de líquidos inflamáveis egasosos liquefeitos em grande parte do território nacional. 1. 2. 2. O transporte é realizado em caminhão tanque. conforme a NR 16. ovalor acima do qual devem ser iniciadas ações preventivas. d) 1.3. 1. 3. quais as funções que devem receber oadicional de 30%? a) Somente os motoristas. e) 3. c) Somente o setor administrativo. Como Técnicode Segurança dessa empresa. 1. 1. Para essaatividade. b) Somente os ajudantes. ou seja. 3. a empresa conta com diversos colaboradores como: os motoristas. 2.

e) SIPATMIN – Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho na Mineração.Somente os motoristas e o setor administrativo. II . 40) Assinale a alternativa em que a correspondência entre sigla e forma por extensa está incorreta: a) SEPATR – Serviço Especializado em Prevenção de Acidentes de Trabalho Rural. devendo estar articulado com o disposto nas demais NR. em especial como PCMSO previsto na NR-7. sendo sua abrangência eprofundidade dependentes das características dos riscos e das necessidades de controle. 41) Sobre a NR 9. b) SESMT – Serviço Especializado em Saúde e Medicina do Trabalho. implementação. .As ações do PPRA devem ser desenvolvidas no âmbito de cada estabelecimento da empresa. sejam capazes dedesenvolver o disposto nesta NR. sob aresponsabilidade do empregador.A elaboração. c) SIPATP – Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho Portuária. acompanhamento e avaliação do PPRA poderão ser feitas pelo SESMT ou porTécnico de Segurança do Trabalho devidamente registrado no MTB.O PPRA é parte integrante do conjunto mais amplo das iniciativas da empresa no campo da preservação dasaúde e da integridade dos trabalhadores. a critério do empregador. com a participação do sindicato patronal da categoria. é possível afirmar: I . III . d) SESSTP – Serviço Especializado em Segurança e Saúde do Trabalhador Portuário.

sem os acréscimos de gratificação.Assinale a alternativa correta: a) Somente as afirmativas I. prêmios ouparticipação de lucros. d) insalubridade de 40% (quarenta por cento) sobre o salário mínimo da região. 42) Em uma pedreira.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . químicos e biológicos existentes nosambientes de trabalho que.. Ao colaborador responsável pela detonação dos explosivos. d) Somente as afirmativas I. Para a atividade de extração de pedras. b) insalubridade de 30% (trinta por cento) sobre o salário mínimo da região.AME . c) periculosidade de 30% (trinta por cento) incidente sobre o salário. em função de sua natureza. c) Somente a afirmativa IV é verdadeira. a atividade principal é a extração de pedras e britas. sãoutilizados explosivos. 43) Considerando o estabelecido na Norma Regulamentadora n° 6. e) Somente afirmativas III e IV são verdadeiras. guarda econservação. . II e III são verdadeiras. quanto aos Equipamentos de Proteção Individual. sãocapazes de causar danos à saúde do trabalhador.Para efeito desta NR. consideram-se riscos ambientais os agentes físicos. b) Somente afirmativas I. concentração ou intensidade e tempo de exposição. III e IV são verdadeiras. 1.12/02/12 9 IV . II e IV são verdadeiras. mesmo que mantenha umadistância segura e utilizando todos os EPIs necessários para sua segurança. mais os acréscimos de gratificação e prêmiosou participação de lucros. lhe é assegurado um adicional de a) periculosidade de 30% (trinta por cento) incidente sobre o salário. e) não lhe é devido nenhum adicional.relacione a coluna da direita com os itens da coluna da esquerda. Cabe ao empregador( ) Orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado.

III – Cor Preta .Assinale a alternativa correta: a) Somente as afirmativas I. 44) Baseando-se na NR 26 – Sinalização de Segurança. 1. () Responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica. 1.deverá ser usada para distinguir e indicar equipamentos e caracteriza “perigo”.Assinale a sequência correta da coluna da direita.). 3. 1. piche. d) 3. 1. 2. de cima para baixo: a) 2. 1. IV . 1. II – Cor Amarela – Em canalizações deve-se utilizar o amarelo para identificar gases não liquefeitos.será empregada para indicar as canalizações de inflamáveis e combustíveis de alta viscosidade (ex:óleo lubrificante. 1. Considere as afirmativas: I – Cor Vermelha . Cabe ao empregado( ) Comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne imprópriopara uso. c) 1. 3. 3.Cor Verde é a cor que caracteriza “segurança”. alcatrão. b) . 2. 3. II e II são verdadeiras. .. 2. 2. óleo combustível. 2. e) 2. b) 1. 3.2. 1. etc. 3. Cabe ao Fabricante( ) Cadastrar-se junto ao órgão nacional competente em matéria desegurança e saúde no trabalho. () Responsabilizar-se pela guarda e conservação. asfalto. 2. 2.

1.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . houve um curto circuito no quadro de distribuição elétrica. e) Somente as afirmativas III e IV são verdadeiras. Cabe ao empregador( ) cumprir e fazer cumprir as disposições legais e regulamentaressobre segurança e medicina do trabalho. () elaborar ordens de serviço sobre segurança e saúde no trabalho. () determinar procedimentos que devem ser adotados em caso deacidente ou doença relacionada ao trabalho.NRs. () cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurançae saúde do trabalho.Assinale a sequência correta da coluna da direita. d) Somente as afirmativas II. Cabe ao empregado( ) submeter-se aos exames médicos previstos nas NormasRegulamentadoras . Devido à precariedade dainstalação elétrica da empresa. 2. foi identificado um princípio de incêndiono depósito. 45) Em um dia normal de trabalho em uma empresa de reciclagem de papelão. de cima para baixo: a) . cartazes ou meioseletrônicos.dando ciência aos empregados por comunicados. inclusive as ordens de serviço expedidas peloempregador. 33) Considerando o estabelecido na Norma Regulamentadora n° 1. Nesse caso qual a classe do fogo identificado peloscolaboradores? a) Classe B AME . Imediatamente oscolaboradores da empresa identificaram que o princípio de incêndio era apenas no quadro de distribuição quefornecia energia elétrica a todos os maquinários da empresa.12/02/12 7 e) 20% (vinte por cento) sobre o salário total do trabalhador.Somente as afirmativas II e IV são verdadeiras.. III e IV são verdadeiras. c) Somente a afirmativa I é verdadeira. relacione a coluna dadireita com os itens da coluna da esquerda . quanto às Disposições Gerais. onde haviam armazenadas aproximadamente 2 (duas) toneladas de papelão.

1. 2. Nesse caso. e) 2. d) 60% (sessenta por cento) sobre o salário mínimo da região. 1. 1. assinale aalternativa incorreta. 2. 34) Um técnico de segurança de trabalho está com o seguinte problema: na empresa existe um colaborador que exercediversas atividades. 2. 1. b) 1. e) 20% (vinte por cento) sobre o salário total do trabalhador. 1. 2. sendo a primeiraatividade em grau mínimo e a segunda atividade em grau máximo.a) Técnico de segurança do trabalho: técnico portador de comprovação de registro profissional expedido peloMinistério do Trabalho. b) 10% (dez por cento) sobre o salário mínimo da região. 1. c) 50% (cinquenta por cento) sobre o salário mínimo da região. d) 1. 1. b) O técnico de segurança do trabalho e o auxiliar de enfermagem do trabalho deverão dedicar 8 (oito) horas pordia para as atividades dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. 1.2. deacordo com o estabelecido no Quadro II. 35) Com relação aos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. . 2. sendo que duas delas se enquadram como insalubres. 2. qual é o devido adicional deinsalubridade a esse colaborador? a) 40% (quarenta por cento) sobre o salário mínimo da região. 2. conforme NR 15. 1. 1. 2. 2. 1. c) 1.

0 °C.deverão ser registrados no órgão regional da DRT.. d) Ao profissional especializado em Segurança e em Medicina do Trabalho é vedado o exercício de outrasatividades na empresa. 36) Durante uma avaliação quantitativa de calor para atividade de um operador de caldeira. a) IBUTG = 53.1 °C. Tg ( Temperatura de globo ) = 30.0 b) IBUTG = 26. e) Os serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho.12/02/12 . Tbs ( Temperatura de bulbo seco ) = 31.Podemos considerar o ambiente como interno e sem carga solar. foram levantados osseguintes dados: Tbn ( Temperatura de bulbo úmido e natural ) = 23. Enfermeiro do Trabalho. durante o horário de sua atuação nos Serviços Especializados em Engenharia deSegurança e em Medicina do Trabalho.7 AME .0 °C. Calcule o IBUTG da atividade e assinale aalternativa correta. Técnico de Segurança doTrabalho e Auxiliar de Enfermagem do Trabalho. Engenheiro de Segurança do Trabalho.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . de que trata esta NR 4.c) Os Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho deverão ser integrados porMédico do Trabalho.

0 e) IBUTG = 25. 2. () Coordenar e supervisionar as atividades de secretaria. 1. e) 3. . 2. Vice-Presidente () Substituir o Presidente nos seus impedimentos eventuais ou nosseus afastamentos temporários. 1. 3.8 c) IBUTG = 54. 2. 1. e redigir as atas apresentando-as para aprovação e assinatura dos membros presentes.1 37) Considerando as atribuições estabelecidas na Norma Regulamentadora n° 5. d) 1. 3. 1. c) 3. quanto à CIPA. 3.Assinale a sequência correta da coluna da direita. Presidente () Acompanhar as reuniões da CIPA. 2. Secretário () Coordenar as reuniões da CIPA. 3.1 d) IBUTG = 7. 3. 1.1. 2. 2. encaminhando ao empregador eao SESMT. 3. 3. de cima para baixo: a) 3. 1. relacione a coluna dadireita com os itens da coluna da esquerda. as decisões da comissão. b) 2. . 3. quando houver. () Preparar as correspondências. 1. 2.

Como Técnicode Segurança dessa empresa. Para essaatividade. os ajudantes e os setoresadministrativos. Podemos considerar que o nível de ação para ruído é: a) 80 dB(A) b) 85 dB(A) c) 90 dB(C) d) 65 dB(C) e) 70 dB(C) 39) Uma empresa nacional e reconhecida mundialmente é responsável pela distribuição de líquidos inflamáveis egasosos liquefeitos em grande parte do território nacional. a empresa conta com diversos colaboradores como: os motoristas. b) Somente os ajudantes. ou seja. ovalor acima do qual devem ser iniciadas ações preventivas. não paga o adicional de periculosidade para seus colaboradores. quais as funções que devem receber oadicional de 30%? a) Somente os motoristas. c) Somente o setor administrativo. conforme a NR 16. e) Somente os motoristas e o setor administrativo. 40) Assinale a alternativa em que a correspondência entre sigla e forma por extensa está incorreta: a) .38) Para elaboração do PPRA conforme estabelecido na NR 9. d) Somente os motoristas e os ajudantes. porém. A empresa. para todos os agentes existe um nível de ação. O transporte é realizado em caminhão tanque. você deverá definir.

Para efeito desta NR. concentração ou intensidade . com a participação do sindicato patronal da categoria. e) SIPATMIN – Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho na Mineração. é possível afirmar: I .O PPRA é parte integrante do conjunto mais amplo das iniciativas da empresa no campo da preservação dasaúde e da integridade dos trabalhadores. devendo estar articulado com o disposto nas demais NR. em especial como PCMSO previsto na NR-7. acompanhamento e avaliação do PPRA poderão ser feitas pelo SESMT ou porTécnico de Segurança do Trabalho devidamente registrado no MTB. d) SESSTP – Serviço Especializado em Segurança e Saúde do Trabalhador Portuário.As ações do PPRA devem ser desenvolvidas no âmbito de cada estabelecimento da empresa. c) SIPATP – Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho Portuária. sejam capazes dedesenvolver o disposto nesta NR. químicos e biológicos existentes nosambientes de trabalho que.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO .A elaboração. II . consideram-se riscos ambientais os agentes físicos. sendo sua abrangência eprofundidade dependentes das características dos riscos e das necessidades de controle. 41) Sobre a NR 9. sob aresponsabilidade do empregador. b) SESMT – Serviço Especializado em Saúde e Medicina do Trabalho. III .12/02/12 9 IV . a critério do empregador. AME . implementação. em função de sua natureza.SEPATR – Serviço Especializado em Prevenção de Acidentes de Trabalho Rural.

II e III são verdadeiras. e) Somente afirmativas III e IV são verdadeiras. mesmo que mantenha umadistância segura e utilizando todos os EPIs necessários para sua segurança. 1. e) não lhe é devido nenhum adicional.Assinale a alternativa correta: a) Somente as afirmativas I. sãoutilizados explosivos. Ao colaborador responsável pela detonação dos explosivos. 43) Considerando o estabelecido na Norma Regulamentadora n° 6. d) insalubridade de 40% (quarenta por cento) sobre o salário mínimo da região.e tempo de exposição. sãocapazes de causar danos à saúde do trabalhador. () Responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica. b) Somente afirmativas I.. mais os acréscimos de gratificação e prêmiosou participação de lucros. Cabe ao empregador( ) Orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado. guarda econservação. 3. II e IV são verdadeiras. d) Somente as afirmativas I. prêmios ouparticipação de lucros. c) periculosidade de 30% (trinta por cento) incidente sobre o salário. 2. lhe é assegurado um adicional de a) periculosidade de 30% (trinta por cento) incidente sobre o salário. sem os acréscimos de gratificação. 42) Em uma pedreira.relacione a coluna da direita com os itens da coluna da esquerda. c) Somente a afirmativa IV é verdadeira. a atividade principal é a extração de pedras e britas. Para a atividade de extração de pedras. III e IV são verdadeiras. Cabe ao empregado( ) Comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne imprópriopara uso. quanto aos Equipamentos de Proteção Individual. b) insalubridade de 30% (trinta por cento) sobre o salário mínimo da região. Cabe ao Fabricante( ) Cadastrar-se junto ao órgão nacional competente em matéria desegurança e saúde no trabalho. () .

1. b) Somente as afirmativas II e IV são verdadeiras. 2. III e IV são verdadeiras. IV . 1. 2.Responsabilizar-se pela guarda e conservação. c) 1. c) Somente a afirmativa I é verdadeira. 1. b) 1. . 2. . Considere as afirmativas: I – Cor Vermelha . alcatrão. d) Somente as afirmativas II. 2. 1. 3.Cor Verde é a cor que caracteriza “segurança”. piche. 1.será empregada para indicar as canalizações de inflamáveis e combustíveis de alta viscosidade (ex:óleo lubrificante. II – Cor Amarela – Em canalizações deve-se utilizar o amarelo para identificar gases não liquefeitos. 2. 2.).Assinale a sequência correta da coluna da direita. de cima para baixo: a) 2. 44) Baseando-se na NR 26 – Sinalização de Segurança. 1.Assinale a alternativa correta: a) Somente as afirmativas I. 3. óleo combustível. 3. II e II são verdadeiras. 3. d) 3. 1. 1.deverá ser usada para distinguir e indicar equipamentos e caracteriza “perigo”. 2. 3.. asfalto. III – Cor Preta . etc. e) 2.

a saúde do trabalhador é definida como “um conjunto de atividades que se destina. Nesse caso qual a classe do fogo identificado peloscolaboradores? a) Classe B AME .e) Somente as afirmativas III e IV são verdadeiras.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO .12/02/12 10 b) Classe E c) Classe D d) Classe C e) Classe A 46) Segundo a Lei orgânica da saúde. houve um curto circuito no quadro de distribuição elétrica. a) Assistência ao trabalhador vítima de acidente de trabalho ou portador de doenças profissional e do trabalho. por meio de vigilância epidemiológica e vigilância sanitária.Assinale a alternativa que esse conjunto de atividades NÃO abrange. à promoção e proteção da saúde dotrabalhador. b) . onde haviam armazenadas aproximadamente 2 (duas) toneladas de papelão. Devido à precariedade dainstalação elétrica da empresa. Imediatamente oscolaboradores da empresa identificaram que o princípio de incêndio era apenas no quadro de distribuição quefornecia energia elétrica a todos os maquinários da empresa. 45) Em um dia normal de trabalho em uma empresa de reciclagem de papelão. assim como visa à recuperação e reabilitação dos trabalhadores submetidos aos riscos de agravos advindos das condições de trabalho”. foi identificado um princípio de incêndiono depósito. .

apenas. previsto pela Norma Regulamentadora nº. 49) As normas de biossegurança ou precauções universais contêm medidas de prevenção contra a exposição dotrabalhador da saúde a agentes patógenos de transmissão sanguínea. relacionadas a essas medidas. b) o levantamento de informações para determinar o controle do ambiente de trabalho após a identificação dosriscos ao usuário e familiares. em substituição aos equipamentos deproteção coletiva. c) Avaliação do impacto que as tecnologias provocam à saúde do trabalhador. c) causas de acidentes. avaliação ou controle. quando houver ótimas condições para a vida ou saúde do trabalhador . Dentre as diversas medidaspreventivas. uma vezque o trabalhador recebe o EPI necessário. e) Revisão periódica da listagem oficial das doenças originadas no processo de Trabalho. 48) A exigência do uso de EPI (Equipamentos de Proteção Individual). e) a utilização de equipamentos de proteção individual. 6. recomenda-se: a) a avaliação dos riscos potenciais para estabelecer as medidas preventivas após a ocorrência do primeiro caso dedoença ou acidente de trabalho. d) o planejamento das medidas de manuseio de agentes contaminantes em relação à fonte geradora. quando de alta gravidade. c) o reconhecimento de riscos mediante as condições climáticas. direção e intensidade de correntes de ar. e) realização de exames laboratoriais.Garantia ao sindicato dos trabalhadores de requerer ao órgão competente a interdição do serviço ou de todo oambiente de trabalho. prioritariamente.. . 47) A saúde do trabalhador influenciada por diferentes riscos no ambiente ocupacional. b) concentração do agente tóxico no ambiente. d) Participação na normatização. fiscalização e controle dos serviços de saúde do trabalhador nas instituições eempresas públicas e privadas.tem como objetivo a redução da(s) a) gravidade das lesões dos acidentes. de reconhecimento. d) necessidade de proteção coletiva.Analise as afirmativas abaixo.

c) Se o agente de exposição for um gás de fraca propriedade de alerta.12/02/12 11 a) Este programa deve ter um administrador designado pelo empregador. deve-se lavá-la com água e sabãodegermante. apenas.Estão corretas :a) I e II. Em relação a este programa.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . II Caso haja contato de sangue ou outros fluidos corpóreos com a pele. deve-se jogar hipoclorito de sódio a 10% nolocal. bancada ou mesa. 50) As empresas cujas atividades expõem.procedimentos operacionais e avaliação periódica do PPR. AME . escovando em movimentos circulares por dois minutos. recomenda-se um respirador de adução de ar. assinale a alternativa incorreta . devem ser sempre considerados a natureza da operação.IPara se executar punção venosa. III Durante procedimentos em que exista a possibilidade de que o sangue e outros fluidos corpóreos atinjam amucosa da boca e do nariz. o tipo de risco. . em seguida. IV Caso haja derramamento de sangue no chão. colher sangue. com conhecimento sobre o uso correto. III e IV. b) Na escolha do respirador. devemelaborar um Programa de Proteção Respiratória (PPR). deixá-lo reagir por 40 minutos e. e) I. executar a limpeza. apenas. d) II e III. as substânciasenvolvidas e o tempo de exposição. apenas. seus trabalhadores a riscos prejudiciais à saúde. apenas. b) I e III. deve-se usar máscara. passar sonda vesical ou nasogástrica e aspirar traqueostomiadeve-se usar luva. c) I. em algum grau. d) Todo usuário de Equipamento de Proteção Respiratória (EPR) deve receber treinamento inicial sobre osprocedimentos de uso e deve fazer uma reciclagem a cada seis meses. III e IV. II.

53) São exemplos de Equipamento de Proteção Individual: a) Protetor auricular. salvo quando se trata de água pulverizada. NR-23. óculos de segurança e exaustão. em que caso a água nunca deverá ser empregada? a) Nos fogos da classe A. e) a cada três anos. para-raio e capacete. e) Nos fogos da classe B. o exame médico deverá ser renovado a) mensalmente. salvo quando pulverizada sob a forma de neblina. e) Óculos de segurança. salvo quando se trata de água pulverizada. d) Nos fogos da classe D. salvo quando pulverizada sob a forma de neblina. analise as afirmativas a seguir: IA empresa deverá promover treinamento para os membros da CIPA até dez dias após a posse. para verificar seestão funcionando corretamente. II A CIPA terá reuniões ordinárias mensais de acordo com a data estabelecida na reunião anterior. b) Máscara para particulado. b) semestralmente. 51) Nas atividades de operações insalubres. c) anualmente. . c) Extintor de incêndio e cinto de segurança. c) Nos fogos da classe A. d) a cada dois anos. bota com biqueira de aço e luva nitrílica. d) Protetor auricular. capacete e guarda-copo. 54) Com base na CIPA. salvo quando pulverizada sob a forma de neblina. b) Nos fogos da classe D.e) Respiradores de emergência ou resgate devem ser inspecionados no mínimo uma vez por mês. 52) Em se tratando de proteção contra incêndios.

Na realização do exame periódico. classificada como asfixiante simples. c) Raio-X de tórax. pois também foi indicado peloempregador.Assim. o Médico do Trabalho identificou exposição a ruído acima do limite detolerância para um determinado grupo Homogêneo de exposição.12/02/12 12 b) o nível de particulado. deverá ser monitorado a) o nível de oxigênio. AME .. b) Exame de urina. IV O membro titular perderá o mandato quando faltar a quatro reuniões. b) se apenas as afirmativas I. e) Exame audiométrico. d ) se nenhuma afirmativa for verdadeira.III No caso de o presidente renunciar ao mandato.II.IV e V forem verdadeiras. c) . 55) Ao analisar o PPRA de uma empresa.II.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . o vice-presidente assumirá. realizar o seguinte exame complementar: a) Exame de sangue. 56) Em um determinado setor da empresa. essesempregados deverão. e) se todas as afirmativas forem verdadeiras. obrigatoriamente.III e V forem verdadeiras. em caso de empate entre dois candidatos.Assinale: a) se apenas as afirmativas I. VDurante o processo eleitoral. haverá uma nova votação entre eles paradeterminar o vencedor. é utilizada uma substância química. d) Ressonância magnética. c) se apenas as afirmativas II e III forem verdadeiras.

c) Somente II. 57) Atividades de atenção primária. II e V. b) Os serviços em instalações energizadas ou em suas proximidades devem ser suspensos de imediato na iminênciade ocorrência que possa colocar os trabalhadores em perigo. assinale a afirmativa INCORRETA. e) o IPVS (ILDLH). e) Somente I.o nível de ruído. III e V . cuja eliminação ou neutralização imediata não seja possível. diabetes e de saúde da mulher. secundária e terciária. d) Somente as III e V. fazem parte de ações preventivas de doenças ocupacionais ena IAmbiente de trabalho seguro e sadio. IIPrograma de imunização (vacinas). e) . d) É de responsabilidade dos trabalhadores se informar sobre os riscos a que estão expostos e quanto aosprocedimentos e medidas de controle contra os riscos elétricos a serem adotados. d) o consumo metabólico. c) O responsável pela execução do serviço deve suspender as atividades quando verificar situação ou condição derisco não prevista . II. VProgramas de prevenção de Hipertensão. b) Somente I e II. a) A capacitação só terá validade para a empresa que o capacitou e nas condições estabelecidas pelo profissionalhabilitado e autorizado responsável pela capacitação.São atividades de atenção primária os itens da alternativa: a) Somente I. III Programa de prevenção de doenças respiratórias IV Investigação clínica e exames complementares visando a diagnósticos precoces de doenças.. 58) Quanto à instalação e segurança em serviços de eletricidade. III e IV.

d) Verde.. b) 6 meses. III resíduo hospitalar. conforme a NR-5. trabalhador de uma empresa de bonés. d) Cada 2 anos. verde e amarelo.Os trabalhadores autorizados devem estar aptos a manusear e operar equipamentos de prevenção e combate aincêndios existentes nas instalações elétricas. de acordo comestabelecido na NR 7 (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional). marrom. azul. amarelo e azul. verde e amarelo. 60) O Senhor Antônio Carlos. amarelo. marrom. IV iluminação precária.Tomando como base as situações descritas e os riscos associados. amarelo. marrom e vermelho. e) Não há necessidade de se realizar exames periódicos. assinale a sequência correta de cores. marrom. verde. verde e azul. e) Azul. 59) Ao vistoriar um armazém para a elaboração do Mapa de Riscos Ambientais. azul. tem 47 anos de idade e. b) Vermelho. c) Vermelho. ele precisa realizar os examesperiódicos no intervalo de: a) 3 meses. marrom. verde. Vcaixas de madeira espalhadas. . de cimapara baixo. c) Anual. foram encontradasas seguintes situações: Iestocagem de gasolina. a) Vermelho. II gerador ligado.

de modo a alcançarmos patamares de excelência nesta área tão relevante ao desenvolvimento técnico e social de nosso país. bem como. buscaremos obter uma visão global e uma introdução da Higiene e Segurança do Trabalho. de 8 de junho de 1978. Entidades não Governamentais. saude e segurança do trabalho 1 . Normas Regulamentadora aprovadas pela Portaria nº 3. Consultas e Pesquisas na Internet. preparar e motivar todos os alunos a engajarem-se na busca de melhorias contínuas da Higiene. Saúde e Segurança do Trabalho. Estatísticas de Acidentes do Trabalho no Brasil e no Mundo. Normas Técnicas. Consultas à literatura técnica específica. Principais Órgãos Oficiais existentes relacionados a Segurança do Trabalho.Objetivo: O objetivo principal deste tema é o de transmitir e ensinar as principais noções básicas e fundamentais relativas ao assunto.214. sistêmica e holística da Segurança do Trabalho. Observação: . de modo a alicerçarmos uma base para uma atuação responsável e construtiva nesta especialidade tão importante em nossa vida profissional. de modo a progredirmos sempre na busca de resultados melhores. .Higiene. inclusive as relativas a Engenharia Elétrica que envolva a Segurança do Trabalho.Neste tema além da exposição em aulas. Demais meios didáticos possíveis. Pois como todos nós sabemos: “O trabalho dignifica o homem” e “O conhecimento o enobrece” Autor desconhecido! 2 – Programação do Tema: Para atingirmos os objetivos anteriormente colocados. Principais Leis que regem a Higiene e Segurança do Trabalho no Brasil. utilizaremos também métodos de aprendizado participativos tais como:     Trabalhos de pesquisa individuais e coletivos. Panorama da Situação da Segurança do Trabalho no Brasil e no Mundo. Assim sendo. dentro do período de tempo previsto e disponível do calendário escolar. abordaremos e transcorreremos os seguintes assuntos ligados a Segurança e Higiene e do Trabalho:         Visão Histórica.

Comissão Interna de Prevenção de Acidentes –CIPA. as Pirâmides do Egito antigo. além de muitas outras Construções Medievais de grande porte. tais como.1 – Resumo Histórico: . o Coliseu de Roma. a Acrópole de Atenas. Estrutura e Organização da Área de Segurança do Trabalho. visão histórica. verificamos que nos séculos XVIII e XIX. ocorreram importantes eventos e descobrimentos científicos que culminaram com o surgimento da consagrada Revolução Industrial. Em conseqüência de todos estes acontecimentos históricos ocorridos neste nosso “Admirável Mundo Novo” tiveram o desenvolvimento acelerado da tecnologia e da economia. Riscos Ambientais e Profissionais. siglas e abreviações mais utilizadas. Na história do mundo. dos Trens e Ferrovias. dos Motores de Combustão Interna. como as máquinas de Tecelagem e diversos outros inventos. PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. como podemos ver testemunhados em diversas obras históricos. Situações de Emergências. com os aspectos referentes a Segurança de todos estes trabalhadores anônimos e desconhecidos que se empenharam em promover toda a construção do nosso Mundo Civilizado. Cumpre lembrar ainda que grande parte destas obras monumentais utilizou Mão de Obra escrava. além de diversas máquinas para produção em larga escala.Origem.                Termos técnicos. contudo que. a qual. a Muralha da China. Combate a Incêndio. nascimento e oficialização da Segurança e a Higiene no Trabalho: Muito embora o trabalho organizado no mundo civilizado tenha surgido a milhares de anos. sistêmica e holística do assunto: 3. Monumentos e Túmulos. Equipamentos de Proteção Individual – EPIs. Segurança em Instalações Elétricas. PCMSO – Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional. ao longo da história. SESMT – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho. dos Motores Elétricos. Exemplo distofoi à descoberta e o desenvolvimento das Máquinas a Vapor. dos Barcos a Vapor. tais como as Catedrais. . seguindo a linha do tempo a partir das épocas remotas. Análises de Riscos e principais Técnicas Utilizadas. modernizando e modificando radicalmente toda uma antiga Civilização. parece não ter havido uma organização e preocupação maior das Nações e Povos daquelas épocas. 3 – Introdução ao tema. Gestão de Riscos e Emergências. Sistemas de Gestão de SST. Demais aspectos importantes relativos ao tema. apoiou-se na evolução técnica decorrente do advento das Novas Tecnologias. Castelos. OSHAS 18001 e BS 8800. verificamos.

Discovery. medidas organizadas de proteção ao trabalhador finalmente começaram a ser tomadas no mundo. National Geographic e outros canais de TV a Cabo. por incrível que pareça. Não faltam exemplos das condições de trabalho deploráveis que existiram nas épocas passadas. ainda hoje em dia encontramos casos de displicência. pela divulgação feita através dos diversos meios de comunicação. impressionam pelos fatos e cenas apresentadas. das Fábricas e Usinas. Respeitáveis obras literárias (Victor Hugo. Mesmo assim com toda da evolução tecnológica dos tempos atuais. de Veículos de transporte terrestre. da Construção Civil e outras tantas existentes. no final do século XIX e início do século XX. Documentários antigos mostrando as condições de trabalho existentes nos EUA. também abordou estas questões sociais ocorridas no Brasil. Naquelas épocas passadas as condições de trabalho conseqüentemente eram bastante precárias e inseguras. Inglaterra e demais países da Europa. Recentemente. a TV Globo. pois apesar de avanços tecnológicos e sociais ocorridos no mundo. naval e aéreo Indústrias Químicas e Metalúrgicas. preparo. J. a maioria dos trabalhadores daquela época não possuía formação. as quais infelizmente ocorrem ainda na época atual. na novela “Esperança”. as Indústrias de Tecelagem. A. além da decorrente pressão da opinião pública. bem como. treinamento e experiências adequadas e suficientes para as transformações tão intensas que ocorreram. Siderúrgicas. como provam as notícias divulgadas e as estatísticas de Acidentes do Trabalho publicadas. dos Portos e Estaleiros e os da Construção Civil em todo o mundo. como os que são apresentados no GNT.Todo este desenvolvimento tecnológico. além de diversos artigos publicados em livros e enciclopédias. Tendo em vista então ao grande número de acidentes desastrosos ocorridos naquelas épocas passadas. abusos e situações ilegais relativas ao Trabalho. encontramos ainda hoje em dia casos de Trabalho Infantil e Trabalho Escravo! . Além disto. líder em audiência. de Bebidas e Alimentícias. tais como. como por exemplo. ocasionando assim muitos e graves problemas sociais. Cronin. conhecimento. O agravamento da situação social deu-se principalmente pelo deslocamento em massa dos trabalhadores e da população envolvida que passaram do trabalho na agricultura e no campo para o trabalho nas diversas Indústrias que surgiram. Confecções. entretanto infelizmente não se fez acompanhar do correspondente desenvolvimento e equilíbrio sociais. os das Minas de Carvão na Inglaterra. Steinbeck e outros) também atestaram as condições de trabalho desumanas a que eram submetidos os trabalhadores.

 Ano de 1943: Criação da Consolidação das Leis do Trabalho . 21 anos após a recomendação feita pela OIT.1943.  Ano de 1934: Tempos depois. no Brasil: Getúlio Vargas.Em continuidade a este breve histórico. tomou uma decisão histórica recomendando e tornando obrigatória a constituição de Comissões. o Decreto – Lei nº 7.452 de 01. em 1919. Nesta época o Comitê da OIT estabelecido em Genebra na Suíça. em 10 de julho de 1934 foi promulgada a segunda Lei de Acidentes do Trabalho através do Decreto n o 24.Comissão Interna Para Prevenção de Acidentes.921.CLT conforme o Decreto Lei nº5.  Anos de 1919 até 1921: Fundação da Organização Internacional do Trabalho – OIT. compostas de representantes do empregador e dos empregados. na Suíça.724 de 15 de janeiro de 1919.  Ano de 1944: Oficialmente instituída a criação da CIPA . em Genebra. ocorridas no ano de 1.11. O Tratado de Versalhes que selou o fim da Primeira Grande Guerra Mundial incluiu em seu bojo ações para melhorias das condições de trabalho no mundo. com o objetivo de zelar pela prevenção dos acidentes do trabalho. quando a OIT organizou um Comitê para o Estudo de Assuntos referentes a Segurança e a Higiene no Trabalho. cronológica e resumidamente indicamos alguns fatos e acontecimentos de maior relevância relacionados com a Segurança do Trabalho:  Ano de 1911: Começa-se a implementar com maior amplitude o tratamento médico industrial.036. um dos políticos de maior expressão em nossa História. fixando a obrigatoriedade da criação de Comitês de Segurança em . Surgimentos oficiais de Ações Coordenadas e abrangentes ligadas a Segurança e Higiene do Trabalho. conhecido como o “Pai dos Trabalhadores”. estudando as condições de trabalho e vida dos trabalhadores no mundo. quando as empresas tivessem 25 ou mais empregados.637. promulgou em 10.05. a de n o 3.1944. No Brasil simultaneamente surge a primeira Lei sobre Acidentes do Trabalho.

a má distribuição da mão de obra e da renda.  Ano de 1953: Em 27. o artigo 164 da CLT. quanto às atribuições.  Ano 2000: Ainda hoje. § 2. título II. Este decreto ficou conhecido como Nova Lei de Prevenção de Acidentes. fatos estes que combinados . § 1. o qual dispunha de assuntos de Segurança e de Higiene no Trabalho.02.456: . a critério da autoridade competente em matéria de Segurança e Higiene no Trabalho. o Serviço Especializado em Segurança e em Higiene do Trabalho e constituir Comissões Internas de Prevenção de Acidentes – CIPAS.2 – Etapas intermediárias ocorridas no Brasil:  Ano de 1967: Em 26.456 reduziu o número de 100 para 50 empregados como o limite em que se torna obrigatório à criação das CIPAS em cada Empresa. no Governo do Presidente Costa e Silva. 3. estiverem enquadradas em condições estabelecidas nas normas expedidas pelo Departamento Nacional de Segurança e Higiene do Trabalho.  Ano de 1968: Portaria 3. Com esta modificação. a Portaria 3. 164 – As empresas que. º As Comissões Internas de Prevenção de Acidentes (CIPAS) serão compostas de representantes de empregadores e empregados e funcionarão segundo normas fixadas pelo Departamento Nacional de Segurança e Higiene do Trabalho. à qualificação e a proporção relacionada ao número de empregados das empresas compreendidas no presente artigo. deverão manter obrigatoriamente. causando em conseqüência o desemprego em massa. apesar de toda a legislação criada e existente.1953 a Portaria 155 oficializava a sigla CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes. o Decreto-Lei n o 229 modificou o texto do Capítulo V. da CLT.11. o desenvolvimento tecnológico continua defasado do desenvolvimento econômico e social.1967. º O Departamento Nacional de Segurança e Higiene do Trabalho definirá as características do pessoal especializado em Segurança e Higiene do Trabalho.Em 29 de novembro de 1968. que tratava de assuntos referentes a CIPA foi alterado e ficou conforme o seguinte texto: Art.Empresas que tivessem 100 ou mais empregados.

existindo empresas com um alto grau de desenvolvimento técnico e social. Como descreve Alvin Tofler em seu livro “A terceira onda”. buscando o desenvolvimento tecnológico acompanhado do desenvolvimento econômico. Em vista disto ocorrem os resultados tão ruins relativamente aos principais índices de Segurança do Trabalho. da educação. cujos resultados em termos da Segurança no Trabalho são excelentes. pagando com a sua saúde e a com a sua vida. . Isto requer de todos nós atitudes reconhecidas como as chaves de sucesso no alcance de objetivos maiores e marcas de excelência em termos de Segurança e Qualidade de Vida. a ponto do Brasil situar-se atualmente entre as 15 piores nações em termos de Segurança do Trabalho no mundo.com os programas educacionais. Execução. Constância de propósitos. Temos assim grandes contrastes. Coordenação. Comunicação. da saúde e habitacionais ainda deficientes. Esta situação. sem a mínima responsabilidade social. ao lado de empresas tecnicamente e socialmente não adequadamente estruturadas. Organização. tais como:           Ideais maiores. Planejamento permanente. atingem e prejudicam principalmente as trabalhadores e as classes sociais menos favorecidas. cujos trabalhadores sofrem as conseqüências. com ações modificadoras que revertam este quadro desfavorável para uma situação mais compatível comparativamente as nações econômica e socialmente mais desenvolvidas. E o desenvolvimento da Tecnologia da Informação. da habitação e do trabalho no Brasil e no mundo. mas sim motivar na busca de um desenvolvimento mais equilibrado. Ética e Humanismo. todavia não deve nos desestimular. Assim sendo. Treinamento constante. Decisão. O desenvolvimento Industrial. da saúde. o grande desafio a ser vencido em nossa Sociedade continua sendo o de progredirmos em harmonia e equilíbrio. no Brasil temos presentes simultaneamente as 3 ondas básicas de desenvolvimento que ocorreram nas principais nações do mundo:    O desenvolvimento Agrícola. social e da cidadania de modo a melhorarmos as condições de vida. Ciência.

(vide em anexo):          Responsabilidade Civil: Art.452 de 01. 132. Normas Regulamentadora Rurais (NRR). Capítulo V . de 08 de junho de 1978.067. atualizada pela Lei nº 6. (Decreto Lei nº 5. Decreto nº 4. Normas. Art. 160. art. de 12 de abril de 1988. a Recomendação nº 181 sobre a Prevenção de Acidentes Industriais Maiores. 1522. de 22 de janeiro de 1977 (D.12. 30. Demais Portarias. Responsabilidade Criminal: Artigos 15. 157 da CLT. Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. §1. Artigos 159.A regulamentação referente a Segurança e Medicina do Trabalho atualmente são regidas pelas seguintes Leis. aprovadas pela Portaria n0 3.1977).3.214.1 .514.3 – Situação Atual em termos das Leis. Decreto nº 2172/97.U. da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro. no Brasil e no mundo. Dados Estatísticos: 4. 1521. 1524 do Código Civil.Segurança e Medicina do Trabalho. aprovadas pela Portaria nº 3.O. aspectos Políticos.05. entre outras diversas tantas existentes:        Constituição Federal de 1988. 23. Súmula 229 do Supremo Tribunal Federal. Decretos e Leis vigentes constantes da Legislação Complementar. 157. Educativos. Lei nº 6. Portarias e Regulamentações: . do Código Penal. Decreto nº 2172/97. 129. Sociais. de 22 de janeiro de 1977). Normas Regulamentadora (NR).514.1943.Instituições Governamentais e Entidades não Governamentais ligadas a Segurança e Medicina do Trabalho: É de a máxima importância termos uma visão global das várias Instituições Governamentais e não Governamentais e das diversas Entidades que atuam e interagem nas questões relacionadas a Segurança e Medicina do Trabalho.085 de 15 de janeiro de 2002 o qual promulgou a Convenção nº 174 da OIT. Normas e Portarias abaixo colocadas. 121. inclusive no que tange as . Econômicos. art. bem como. * Responsabilidades Civil e Criminal por Acidente do Trabalho: Sob o aspecto das Responsabilidades Civil e Criminal por Acidente do Trabalho temos. 4 – Segurança no Trabalho.

Marinha e Aeronáutica) Ministro: Do Desenvolvimento Agrário Ministro: Do Desenvolvimento. Governo no Brasil: MINISTÉRIOS : Da Agricultura. das tendências que podemos verificar no panorama mundial da Segurança do Trabalho. Indústria e Comércio Exterior Ministro: Do Desenvolvimento Social e Combate à FomeMinistro: Da Educação Ministro: Do Esporte Ministro: Da Fazenda Ministro: . Pecuária e Abastecimento Ministro: Casa Civil da Presidência da República Ministra: Das Cidades Ministro: Da Ciência e Tecnologia Ministro:Das Comunicações Ministro: Controladoria-Geral da União Ministro Chefe: Da Cultura Ministro: Da Defesa (Comandos: Exército. bem como.recomendações mais recentemente indicadas.

atribuições de fiscalização e/ou orientação às empresas.SSST órgão de âmbito nacional competente para coordenar. Estaduais e Municipais: . controlar e supervisionar as atividades relacionadas com a Segurança e medicina do trabalho.gov.http://www. como por exemplo. . Secretaria de Segurança e Medicina do Trabalho – SSMT.br/. é muito importante conhecermos e acessarmos os seguintes Órgãos Governamentais e Não Governamentais em seus respectivos sites. mediante convênio autorizado pelo Ministro do Trabalho. orientar. os seguintes:          Ministério do Trabalho e Emprego – MTE (http://www.br/. Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho – DSST (Órgão do MTE).Podem ainda ser delegadas a outros Órgãos Federais. estaduais e municipais.mte. Ministério da Saúde – http://www.mpas.gov. Orçamento e GestãoMinistro: Da Previdência Social Ministro: Das Relações Exteriores Ministro: Da Saúde Ministro: Do Trabalho e EmpregoMinistro: Dos Transportes Ministro: Do TurismoMinistro: Observação: Para um melhor conhecimento e entendimento da matéria. MPT.gov. Órgãos Federais.Da Integração Nacional Ministro: Da Justiça Ministro: Do Meio AmbienteMinistro: De Minas e Energia Ministro: Do Planejamento.br/) e seus Órgãos Regionais do MTb. nos limites de sua jurisdição. Ministério da Previdência Social . quanto ao cumprimento dos preceitos legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho. órgão regional competente para executar as atividades relacionadas com a segurança e medicina do trabalho. Delegacias Regionais do Trabalho – DRT. Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho .saude.

br/.Federação Nacional dos Técnicos de Segurança do Trabalho.Associação Nacional de Enfermagem do Trabalho .org.000. Anent .br/).br/ Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.084. SOBES – Sociedade Brasileira de Engenharia de Segurança http://www. Hemus Editora Ltda” em 1965.creasp.fundacentro.br).Http://www.ibge.net/.abnt.gov.org.000 foram de acidentes fatais.Associação Nacional de Engenharia de Segurança do Trabalho Http://www. ANAMT – Associação Nacional de Medicina do Trabalho (http://www. 4. IBGE http://www.Associação Brasileira dos Profissionais de Higiene e Seg.abpa.886 acidentes do trabalho.br/.7 %) se referiam aos acidentes em Instalações Elétricas. 4.br/.org. FENATEST . cujos “Links” são encontrados nos diversos “Sites” e Portais de Segurança e Medicina do Trabalho que existem.abraphiset. Brasil. Abraphiset . 946 e 947 do livro “Instalações Elétricas.657 foram mortais. OIT – Organização Internacional do Trabalho (http://www. Antonio Bossi e Ezio Sesto.org.br/.189 (44.                 Fundacentro – Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Medicina e Segurança do Trabalho (http://www. ABMT – Associação Brasileira de Medicina do Trabalho. dos quais 2.2 – Dados Estatísticos relativos aos Acidentes do Trabalho no Brasil e no mundo: O Acompanhamento periódico dos dados Estatísticos referentes à Segurança do Trabalho é da máxima importância para analisarmos e verificarmos em que situação nos encontramos e quais as ações necessárias de serem tomadas.org. ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas (http://www. acidentes estes ocorridos nos diversos setores industriais.anest.opas. . transcrevemos abaixo alguns dados estatísticos e informações pesquisadas:  Ano de 1965: Conforme pgs. sendo que dentre estes. CREA – SP (http://www. no que se refere as medidas para melhoria das Condições de Saúde e Segurança no Trabalho.cjb. Várias outras entidades nacionais e internacionais. no período de 33 anos.oitbrasil. a média anual dos acidentes com lesão foram da ordem de 400.  Período de 1970 até 2003 (33 anos): Conforme estatísticas da Previdência Social.com.br/). Anest . ABHO – Associação Brasileira de Higienistas Ocupacionais (http://www.br/).sobes. conforme dados Instituto Nacional para Seguros contra Acidentes do Trabalho – INAIL foram denunciados 1.br/).abho. do Trabalho Http://www. SAUDE E TRABALHO ON LINE.com.org).org. OMS/OPAS – Organização Mundial da Saúde (http://www. 1.br/.gov.anent. ABPA – Associação Brasileira para Prevenção de Acidentes (http://www. Os dados acima não incluem acidentes domésticos. A título de exemplos. Destes acidentes ocorridos.anamt.org.

000 E= Dx1000/B Coeficiente de Letalidade A Ano Empregados Segurados B Acidentes Registrados Incidência N° de Óbitos (%) 1970 1975 1980 1985 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 (*) 2001 (*) 2002 (*) 2003 (**) 2004 2005 7.820 363.25 2.838.4 8.304 424.272.858 22.75 1.469 3.39 1.220.544.993.6 1.001 4. respectivamente colunas “C” e “E”.967 4.523 3.343 414.355 22.689 3.792.2 10.35 18.027 23.84 5.8 4.666 3.75 14.927 1.165.968 2.79 1.228.06 23.672 640.1 7.180 16.629 26.110 1.88 15.996.341 387.755.683.29 21.6 Observação:   Os dados indicados na Tabela supracitada acima são retirados de estatísticas oficiais.15 15.8 11.40 1.8 7.790 532.635 24.55 1.E´ = C= Bx100/A N° de D Óbitos por 100.36 3.241 23.35 1.06 16.187 1.69 1.5 6.106.251 393.896 3.582 (por 1000) trabalhadores 30.64 13.022 12.514 426.464.83 30.26 1.74 7.5 7.05 16.913 29.455 421.824 4.861 693.6 10.140.71 1.35 14.793 3.491.1 9.0 8.5 8.05 2.071 390.5 6.265 26.755.868 340.81 2.5 9.897 28.05 11.66 1.129 3.686.960 388.916.23 15.488 3.211 1.8 10.667.9 8. Nota-se haver uma incoerência de resultados no que se refere às curvas dos índices de Incidência e o do Coeficiente de Letalidade.094 2.7 9.384 5.355 4.843 23.84 1.232 4.72 19.312 24.736 23. .137 395.428 24.966.187 18.355 20.2 8.8 2.077.753 2.8 3.284.09 25.875 22.

000 ficaram inválidos. por ocasião do IX Encontro Nacional de Segurança.2 na Finlândia. ou seja. Cerca de 300. Espanha = 2. Nicarágua = 9.07. Brasil = 3. índice este comparativamente bastante acima dos índices dos demais países. EUA = 0.000 Acidentes de Trabalho (Coeficiente de Letalidade. E = Dx1000/B).01. em média 4. Esta cifra seria suficiente para construção de 1 (um) milhão de casas populares ou de 70. Ocorrência de mais de 30. cerca de 5.000.000 de acidentes do trabalho registrados neste período de período 30 anos.967*1.7 na Suécia.000. informe da Organização Internacional do Trabalho – OIT divulgado em Genebra na Suíça no dia Internacional do Trabalho mostra que as doenças e acidentes relacionados ao trabalho no mundo provocam a cada ano 2 milhões de óbitos.95. Além disto.480 mortes por . no Brasil de 1971 até 2000 (período de 30 anos). tivemos o seguinte quadro:     Perderam a Vida mais de 120. o Informações complementares: Conforme artigo recentemente publicado em “A TRIBUNA”. Portugal = 1.000 de acidentes por ano.5 na Alemanha.000 trabalhadores por ano. realizado em 2002 em Santos no Mendes Convention Center. Com um índice de 12.000 trabalhadores inválidos por ano.000 trabalhadores. 5. (**) Dados preliminares. De outro lado.35 (conforme os dados da tabela supracitada).137 = 9. (Ver artigo publicado em A Tribuna de 26.97.995 Mortos por 1.000 / 424. 2. tais como os seguintes: o o o o 7. México = 2.000 escolas. com uma média de 10.10.2003). o prejuízo anual no Brasil devido a indenizações e tratamentos médicos decorrentes dos acidentes do trabalho a que ocorrem é da ordem de R$ 20 bilhões.81. ou seja.6 registrados na França. ou seja. Ano de 1.6 acidentes para cada 100.  (*) Sujeito a revisão. 4. em média 1. Dados recentemente divulgados pelo Ministério do Trabalho indicam que o Brasil está entre as 15 nações com maior número de acidentes do trabalho no mundo. Saúde e Meio Ambiente.000 trabalhadores.

59 e 60 do livro “Prevenção de Acidentes nas Indústrias”. etc.dia onerando a economia global em pelo menos US$ 1. Observações:    O numerador da Taxa de Freqüência é expresso pelo Número Total de Acidentes ocorridos no período de avaliação. 4.  Taxa de Gravidade. com perda de tempo e sem perda de tempo).000. O denominador das duas expressões anteriores. mensalmente. . Observação: A NB 18 (ABNT. 1975). h. trabalhadas. W.3 – Principais Indicadores de Desempenho utilizados na Segurança do Trabalho. h. Ou seja: Taxa de Freqüência = nº total de acidentes * 1. Ou seja: Taxa de Gravidade = nº total de dias perdidos * 1. Taxas de Freqüência e de Gravidade é expresso em horas trabalhadas em um determinado período de tempo. sugere a elaboração e acompanhamento dos seguintes Indicadores:  Taxas de Freqüência (total.25 trilhões equivalente a 4% do Produto Interno Bruto do mundo.000 / nº total de h. Veja exemplo de cálculo nas pgs. (Ver artigo publicado em A Tribuna de 02/05/2003). trabalhadas. Ediouro. analise e acompanhe periodicamente as Taxas de Freqüência. 58. anualmente. R. e Taxas de Gravidade. O numerador da Taxa de Gravidade é expresso pelo Número Total de Dias Perdidos mais os Dias Computados devido aos acidentes no período de avaliação. Taxa de Freqüência e Taxa de Gravidade: Relativamente aos dados estatísticos é muito importante que se determine. Peixoto.000 / nº total de h. ou seja.

br/). suas principais causas e perdas de vidas decorrentes (Foram registrados os acidentes com mais de 20 mortes). inclusive caracterizando os tipos das instalações e das substâncias perigosas envolvidas. Data País Tipo de Acidente / Substância Mortes 1917 Escócia Explosão de Navio / Explosivos militares 1. envolvendo Produtos Químicos diversos. Isto nos possibilitará agir de forma mais direcionada e eficaz na solução dos problemas de segurança existentes. os quais também precisam ser pesquisados e conhecidos. Sob este aspecto é interessante que se consulte sempre as estatísticas e dados do Ministério da Previdência e Assistência Social – MPAS. número médio de dias perdidos em conseqüência de incapacidade permanente e tempo médio computado). Trinitrotoluol 1939 Romênia Vazamento em Indústria Química / Cloro 60 1942 Bélgica Explosão / Nitrato de Amônia 60-80 . bem como.gov. abaixo indicados. É muito importante estabelecer e conhecer a relação das causas e efeitos. ocorreram também acidentes de gravidade e conseqüências em diversos outros ramos de atividades perigosas existentes no mundo. Outras medidas de avaliação da gravidade (número médio de dias perdidos em conseqüência de incapacidade temporária total. É importante que conheçamos estas informações para que haja uma conscientização do alto poder de destruição revelado por estes acidentes. para os vários tipos de acidentes ocorridos.800 1921 Alemanha Explosão em Fábrica / de Nitrato e >500 1926 EUA Explosão em Depósito de Munições / Trinitrotoluol 21 EUA Vazamento de Tanques / Cloro 40 1929 EUA Incêndio com gases Tóxicos em / Nitrogênio. Semelhantemente aos acidentes ocorridos no ramo Químico.(http://www. inclusive combustíveis e explosivos. Assim sendo nas duas tabelas abaixo colocadas encontramos dados de Acidentes de Grande Porte ocorridos no mundo.Tabela 1 .Acidentes químicos ampliados em nível global com mais de 20 óbitos do início do século até 1969. bem como. ANEXO I: . do Ministério do Trabalho e Emprego – MTE . e Monóxido de Carbono 119 1930 Bélgica Gases Tóxicos na Atmosfera / Fluoreto de Hidrogênio. Ácido e Dióxido Sulfúrico 92 1933 Alemanha Explosão em Fundição / Gás 65 1934 China Incêndio em Gasômetro / Gás 42 1935 Alemanha Explosão em Fábrica de Explosivos / Dinitroluok.mte.

M.1943 Alemanha Explosão de Caminhão em ind. / Butadieno e 60-80 1944 EUA Explosão de Nuvem de Gás / GLN 130 1947 França Explosão de Navio Cargueiro / Nitrato de Amônia 21 EUA Explosão de Caminhão em Ind. C. / Éter Dimetílio 209 Alemanha Explosão em Metalúrgica / Poeira de Carvão 50 1950 México Vazamento em Fábrica / Sulfeto de Hidrogênio 22 1959 EUA Explosão de Caminhão em Rod. Nitrato e carbamide 1978 Espanha Acidente de Transporte Rodoviário / Propileno 216 México Explosão / Butano 100 México Explosão de Gasoduto / Gás 58 Explosão de um Vagão Tanque / GLP 25 1979 U.S. Químico 300 Irlanda Explosão de tanque de Óleo / Óleo 55 China Naufrágio de um Navio de / Óleo 72 EUA Explosão e Incêndio em Tanque / Óleo Cru 32 1980 Índia Explosão em 2 Fábricas / Explosivos 40+80 Irã Explosão em Depósito de Explosivos / Nitroglicerina 80 Espanha Explosão / Explosivos 51 .R. Acidente em Fábrica Prod. / Gás Líquido de Petróleo 26 1966 França Explosão em Refinaria / Propano e Butano 21 1968 Alemanha Explosão em Indústria / Cloreto de 24 Japão Contaminação da água por uma / Cádmio 100 Fonte: Freita.Acidentes químicos ampliados em nível global com mais de 20 óbitos de 1970 até 1984. de et al [1995] Tabela 2 . Data País Tipo de Acidente / Substância Mortes 1970 Japão Explosão / Gás 92 1972 EUA Explosão de Coqueria / Propano 21 Japão Vazamento em 6 indústrias / Desconhecido 76 Brasil Explosão em Refinaria / Propano e 38 1973 EUA Incêndio em / GLP 40 1974 Inglaterra Flixborough / Vazamento seguido de Explosão em / Ciclohexano 28 1976 Finlândia Explosão / Explosivos 43 1977 Coréia Sul Explosão de Trem / Explosivos 56 Colômbia Vazamento em Indústria de / Amônia.S.

explosão. vazamento.EUA. explosão. explosão. 6. Oppau. bola de fogo. Texas.EUA.Brasil. C. Beek. fogo. cidade do México. 317 mortes 1984 .Egito. 550 mortes . explosão. 81 feridos e 18 mortes 1972 . bola de fogo.400 feridos e 650 mortes 1984 . Duque de Caxias.França.Espanha. 245 mortes 1944 . de et al [1995]. intoxicação e dano ao meio ambiente 1978 . incêndio. explosão. rio Nilo. 104 feridos e 28 mortes 1975 . Feyzin. explosão de tanque de GLP. Seveso. 136 mortes 1947 . 4.Brasil. Cleveland. explosão barco. explosão. Cubatão. 3. M. 500 evacuados e 93 mortes 1984-Índia. 561 mortes 1943 – Alemanha.Holanda. 200 feridos e 206 mortes 1983 .Ver adiante a Convenção OIT 174 e o Decreto Lei 4085 de 15 de janeiro de 2002. San Juan.500 Paquistão Explosão de Gasoduto / Gás Natural 60 Romênia Explosão em Fábrica 100 Índia Transporte Rodoviário / Petróleo 60 Fonte: Freita. Vila Socó. Flixborough. 1921 . explosão. LISTAGEM DOS ACIDENTES AMPLIADOS / MAIORES OCORRIDOS ( *) : (*) . 53 feridos e 39 mortes 1974 – Inglaterra. Ludwigshaffen.México. 14 mortes 1976 – Itália.Alemanha. explosão de carga de GLP. 200.000 intoxicados e agressão ao Meio Amb.000 mortes 1984 . Bhopal.México.000 feridos e 552 mortes 1966 .Tailândia Explosão de Armamentos / Explosivos 54 1981 Venezuela Explosão / Hidrocarbureto 145 México Descarrilamento de Trem / Cloro 28 1982 Canadá Naufrágio em Navio de Óleo / Óleo 84 EUA Incêndio em Navio de Óleo / Óleo 51 Noruega Naufrágio de Navio de / Óleo 123 Espanha Explosão / Explosivos 51 Tailândia Explosão de Munições / Explosivos 54 Venezuela Explosão / Hidrocarbonos 145 1983 Brasil Explosão de Trem / Diesel e 45 1984 Brasil Explosão de Oleoduto / Petróleo (Vila Socó – Cubatão) 508 Brasil Explosão em Plataforma de Petróleo / Petróleo 40 México Explosão de Reservatório / Gás Líquido de 550 Índia Bophal / Vazamento em Indústria Química / Isocianato de Metila >2. San Carlos.

Petroquímica. Correa. 59 feridos e 9 mortes 1988 . Comunicação.000 aves mortas 1990 .1986 . E diversos outros ramos de atividade existentes em nossa Sociedade e Economia. Biologia.EUA. Recursos Humanos. Bangladesh.Tailândia. Alaska.Nagothane. Família.URSS.Zasiadko. Medicina. 23 mortes 1989 . explosão.Dhaka. 100. com 11 mortes 2001 . Psicologia. Saúde. Física. plataforma de petróleo. Organização. Estatística. inclusive Segurança em Instalações Elétricas: 5. explosão. Economia. fogo em fábrica de foguetes 2000 . Das descargas atmosféricas. Chernobyl 1987 . Direito. o risco e o alto grau de destruição dos acidentes com:        Vazamentos de produtos inflamáveis e/ou produtos tóxicos. as seguintes: Administração.Brasil. Pesquisas. mais de 17 feridos e 36 mortes Observação: Das ocorrências e dos exemplos acima colocados constatamos o perigo.Seul. Das ocorrências semelhantes às acima colocadas. Educação. Construção Civil. vazamento de 40 ton de petróleo. 60 feridos e 40 mortes 1991 . 39 feridos e 7 mortes 1991 . Transporte. China. as quais interagem entre si. Dos curtos-circuitos. Sociologia. Thailandia.EUA. Construção e Montagem. Ucrânia. Dos incêndios. como por exemplo. Índia.Guizhou. Chernobyl URSS.Sungei Buloh. Engenharia. Malásia. Segurança e Medicina do Trabalho inclui uma gama de conhecimentos bastante variada e extensa. Enfermagem. Dos naufrágios. explosão em mina de carvão. Energia. Observações: .Bagkok. explosão. Política. Ergonomia. Das explosões. 5 .Higiene e Segurança do Trabalho em geral. explosão de gás Metano em um mina de carvão 2001 .Hubei.Áreas de Conhecimentos envolvidas: A Higiene. incêndio e dano ao meio ambiente. Química. Processos Industriais.1 . Tecnologia. Finanças. incêndio. mais de 200 feridos e 5 mortes 1993 . Houston. 52 feridos 63 mortes 1993 . explosão. China. explosão. Gestão. Planejamento. envolvendo atividades das mais diversas áreas e especializações existentes. História. Matemática. 35 feridos e 35 mortes 1991 . explosão.

cujo resumo colocamos abaixo: Quadro I – Classificação Nacional das Atividades Econômicas – CNAE (Tabela parcial e resumida. os quais demandam e utilizam o trabalho das pessoas e o respectivo Grau de Risco é de suma importância. É importante. vide NR-4. SILVICULTURA E EXPLORAÇÃO FLORESTAL. Código Atividades Grau de Risco . por exemplo: * Pensarmos globalmente e atuarmos localmente (por razões econômicas). 5.Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE da Norma Regulamentadora – NR 4 – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. uma visão histórica. planejada e em equipe.Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE da NR 4 – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho: A visão e o conhecimento dos diversos e diferentes campos de atividades econômicas e sociais existentes no país. Além disto. para o bom conhecimento da Segurança do Trabalho é necessário que se tenha. * Trabalharmos com constância de propósitos. além de todos os conhecimentos técnicos envolvidos. A – AGRICULTURA. desde o chão de fábrica até a presidência da Empresa. PECUÁRIA. * Acessarmos e nos comunicarmos com todas as áreas da empresa e pessoal envolvido. * Trabalharmos de maneira organizada.2 – Quadro I . Para iniciar é muito útil então conhecermos e consultarmos o Quadro I . * Conhecermos o todo. Quadro I). holística e sistêmica dos acontecimentos. Segurança e a Medicina do Trabalho tem uma natureza multifacetada.   É por isto que se diz que a Higiene.

Pesca. Exploração Florestal e Serviços Relacionados com estas Atividades. PECUÁRIA E SERVIÇOS RELACIONADOS COM ESSAS ATIVIDADES.5 01.4 01.50-3 01. Silvicultura. Agricultura e Atividades dos 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 . PESCA. AQÜICULTURA E ATIVIDADE DOS SERVIÇOS RELACIONADOS COM ESTAS ATIVIDADES. Silvicultura Exploração florestal.15-5 01.32-5 01.13-9 01.44-9 01.11-9 02. Produção de Lavouras Permanentes Cultivo de frutas cítricas Cultivo de café Pecuária Criação de bovinos Criação de suínos Criação de aves Produção Mista: Lavoura e Pecuária Produção mista: lavoura e pecuária Atividades de Serviços Relacionada com a Agricultura e Pecuária.21-0 01. Exceto Atividades Veterinárias.61-9 01.2 01.01 01. Atividades de serviços relacionados com a agricultura Atividades de serviços relacionados com a pecuária.62-7 2 02.41-4 01. Produção de Lavouras Temporárias Cultivo de cana-de-açúcar Cultivo de soja Horticultura e Produtos de Viveiro Cultivo de hortaliças. exceto atividades veterinárias. PESCA.6 01.3 01.45-7 01.31-7 01.12-7 B5 05. legumes e especiarias hortícolas. SILVICULTURA.1 02. EXPLORAÇÃO FLORESTAL E SERVIÇOS RELACIONADOS COM ESTAS ATIVIDADES.1 AGRICULTURA.1 01.

29-0 D15 15.22-2 14.10-9 14.20-7 13 13.2 14. Extração de pedra.11-8 C10 10.21-8 13.25-0 14 14.1 11.04 11 11. Extração De Outros Minerais NãoMetálicos Extração e refino de sal marinho e salgema Extração de outros minerais NãoMetálicos INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO.2 11.2 13.23-4 13. FABRICAÇÃO DE PRODUTOS ALIMENTÍCIOS E BEBIDAS Abate e Preparação de Produtos de 3 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 .1 Serviços Relacionados com estas Atividades.1 13.10-2 13.Exceto a prospecção realizada por terceiros EXTRAÇÃO DE MINERAIS METÁLICOS.05. Extração de Minério de Ferro Extração de minério de ferro Extração de Minérios Metálicos NãoFerrosos Extração de minério de alumínio Extração de minério de manganês Extração de minerais radioativos EXTRAÇÃO DE MINERAIS NÃOMETÁLICOS Extração de Pedra. Areia e Argila. EXTRAÇÃO DE CARVÃO MINERAL Extração De Carvão Mineral.1 14. EXTRAÇÃO DE PETRÓLEO E SERVIÇOS CORRELATOS Extração de Petróleo e Gás Natural Extração de petróleo e Gás Natural Serviços Relacionados com a Extração de Petróleo e Gás . Pesca INDÚSTRIAS EXTRATIVAS. areia e Argila.10-04 11.Exceto a prospecção realizada por terceiros Serviços relacionados com a extração de petróleo e gás .

32-6 15.62-8 15.3 15.81-4 15.51-2 15.41-5 15. Fabricação de biscoitos e bolachas Fabricação de massas alimentícias Fabricação de outros produtos alimentícios Fabricação de Bebidas 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 . Legumes e Outros Vegetais.6 15. confeitaria e pastelaria.82-2 15.42-3 15. preparação de produtos de carne.8 15.11-3 15. Processamento. Preparação e preservação do pescado e fabricação de Conservas de peixes. crustáceos e moluscos.15. Preservação e Produção de Conservas de Frutas.71-7 3 15.4 15.9 Carne e de Pescado Abate de reses.53-9 15.7 15.14-8 15.2 15. Produção de sucos de frutas e de legumes Produção de Óleos e Gorduras Vegetais e Animais Produção de óleos vegetais em bruto Refino de óleos vegetais Laticínios Preparação do leite Fabricação de produtos do laticínio Beneficiamento de arroz e fabricação de produtos do arroz Moagem de trigo e fabricação de derivados Fabricação de farinha de mandioca e derivados Fabricação e Refino de Açúcar Usinas de açúcar Refino e moagem de açúcar Torrefação e Moagem de Café Torrefação e moagem de Café Fabricação de Outros Produtos Alimentícios Fabricação de produtos de padaria.89-0 15.12-1 15.31-8 15.52-0 15.61-0 15.84-9 15.23-7 15. Abate de aves e outros pequenos animais e preparação de produtos de carne.

Tecidos e Artigos Têxteis.3 – Acidentes no Trabalho: . cervejas e chopes.95-4 16 16.1 17. 3 Fabricação de refrigerantes e refrescos 3 FABRICAÇÃO DE PRODUTOS DO FUMO Fabricação de Produtos do Fumo Fabricação de produtos do fumo 3 FABRICAÇÃO DE PRODUTOS TÊXTEIS Beneficiamento de Fibras Têxteis Naturais Beneficiamento de algodão 3 Beneficiamento de outras fibras têxteis 3 naturais Fiação Fiação de algodão 3 Fiação de outras fibras têxteis naturais 3 Fiação de fibras artificiais ou sintéticas 3 Tecelagem . Transporte e diversos outros. inclusive com o seu respectivo Grau de Risco em uma escala de 1 (um) a 4 (quatro).00-4 17 17.2 17.5 17.19-1 17. Complementando esta linha de conhecimento o passo seguinte é o de conhecermos os diversos processos industriais existentes.23-0 17.32-9 17. 5.93-8 15. Na literatura técnica encontramos muitas obras publicadas.31-0 17.15.92-0 15.21-6 17. o Quadro I acima referido onde encontramos uma listagem completa de todos os ramos de Atividades Econômicas. Petroquímicos.Inclusive Fiação e Tecelagem Tecelagem de algodão 3 Tecelagem de fios de fibras têxteis 3 naturais Serviços de Acabamento em Fios.3 17.SESMT.6 Fabricação de vinho 3 Fabricação de malte. Químicos.22-1 17. Fabricação de Artefatos Têxteis a Partir de Tecidos – Inclusive Vestuário . Mecânica Pesada. Observações:   Vide na NR – 4: Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho .e de Outros Artigos Têxteis. Extração de Minérios. Siderúrgicos.11-6 17. como os da Refinação de Petróleo.0 16. Metalúrgicos.

3. revistas especializadas e pela televisão.4 – Definição Legal do Acidente no Trabalho: * Lei nº 8. tais como: jornais. de 24 de julho de 1991. os trabalhadores e suas famílias causam prejuízos de grande monta à Previdência Social e à Saúde do nosso país. nos termos do artigo anterior. Estas notícias descrevem e nos revelam os altos índices de Acidentes do Trabalho ocorridos no Brasil. da capacidade para o trabalho. .Diariamente. §1o Não são consideradas como doença do trabalho: 1.Doença do trabalho.213. assim entendida a adquirida ou desencadeada em função de condições especiais. Dispõe sobre os Planos de Benefícios da Previdência Social e dá outras providências. em que o trabalho é realizado e com ele se relacione diretamente. A doença endêmica adquirida por segurado habitante de região em que ela se desenvolva. 4. as seguintes entidades mórbidas: I .  Art. permanente ou temporária. II . constante da relação mencionada no inciso I.Doença profissional. relatando as ocorrências de Acidentes no Trabalho no Brasil e no mundo.  Art. conforme divulgado pelos diversos meios de comunicação. com estatísticas da situação em geral. 11 desta Lei. provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte ou a perda ou redução. umas abrangentes. salvo comprovação de que resultante de exposição ou contato direto determinado pela natureza do trabalho. índices estes bem acima dos índices das demais nações evoluídas do mundo. A inerente a grupo etário. 2. Doença degenerativa. assim entendida a produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar a determinada atividade e constante da respectiva relação elaborada pelo Ministério do Trabalho e da Previdência Social.20: Consideram-se Acidentes do Trabalho. outras mais breves. Estes acidentes além de vitimarem a parte mais fraca da cadeia produtiva. Que não produza incapacidade laborativa.19: Acidente do Trabalho: é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa ou pelo exercício do trabalho dos segurados referidos no inciso VII do art. encontramos notícias. ou seja. 5.

O acidente sofrido pelo segurado no local e no horário do trabalho. IV . c) .§2o Em caso excepcional constatando-se que a doença não incluída na relação prevista nos incisos I e II deste o artigo resultou das condições especiais em que o trabalho executado e com ele se relaciona diretamente. . ainda que fora do local e horário de trabalho: a) .A doença proveniente de contaminação acidental do empregado no exercício de sua atividade.  Art.O acidente ligado ao trabalho que.Na prestação espontânea de qualquer serviço a empresa para evitar-Ihe prejuízo ou proporcionar proveito.Ato de agressão.Ofensa física intencional. d) . d) . independentemente do meio de locomoção utilizado.Em viagem a serviço da empresa. incêndio e outros casos fortuitos ou decorrentes de força maior. e) .Desabamento. embora não tenha sido a causa única. em conseqüência de: a) .Ato de pessoa privada do uso da razão. inundação. a Previdência Social deve considerá-la acidente do trabalho.21: Equipara-se também ao acidente do trabalho. quando financiada por esta. inclusive veículo de propriedade do segurado.Na execução de ordem ou na realização de serviço sob a autoridade da empresa. para redução ou perda da sua capacidade para o trabalho. por motivo de disputa relacionada com o trabalho.No percurso da residência para o local de trabalho ou deste para aquela. de negligência ou de imperícia de terceiro ou de companheiro de trabalho. qualquer que seja o meio de locomoção. para melhor capacitação da mão-de-obra. sabotagem ou terrorismo praticado por terceiro ou companheiro de trabalho. III .O acidente sofrido pelo segurado. ou produzido lesão que exija atenção médica para a sua recuperação. inclusive para estudo. c) . b) . b) .Ato de imprudência. inclusive de terceiro. II . inclusive veículo de propriedade do segurado. haja contribuído diretamente para a morte do segurado. para efeitos desta Lei: I . dentro de seus planos.

alcoolismo.Inadaptação entre o Homem e a Função. E outros atos.Desconhecimento dos Riscos da Função e/ou Formas de Evitá-los: . B . no local do trabalho ou durante este. Como por exemplo: o o o Falta de atenção. §2o Não é considerado agravamento ou complicação de acidente do trabalho a lesão que. ou por ocasião da satisfação de outras necessidades fisiológicas. facilitando a compreensão das suas causas e possibilitando assim a atuação e a implantação de medidas preventivas que protejam e impeçam a ocorrência de novos acidentes. * Causas: As causas dos atos inseguras por sua vez podem ser devidas: A .ATOS INSEGUROS: Os atos inseguros são geralmente definidos como causas de acidentes do trabalho que residem exclusivamente no fator humano. Percepção. o empregado é considerado no exercício do trabalho. isto é. doenças. 5.§1o Nos períodos destinados a refeição ou descanso. se associe ou se superponha às conseqüências do anterior.5 – Causas Verificadas. resultante de acidente de outra origem. D . Sexo. De um modo restrito as causas dos acidentes do trabalho são classificadas como: I . Excesso de autoconfiança. aqueles que decorrem da execução de tarefas de forma contrária as normas de segurança. entre outros.Fatores Circunstanciais: o o Problemas familiares. C . Análise das Causas e Classificação das Causas dos Acidentes do Trabalho: A Análise das Causas dos Acidentes do Trabalho consta de estudos que nos levam ao conhecimento de como e por que os acidentes ocorreram. abalos emocionais.Fatores Constitucionais: o Idade. entre outros. Discussão com colegas.

predatório e socialmente desestruturadas. mas devido às necessidades e circunstâncias impostas por um mercado globalizado. fiação elétrica exposta. presente no local de trabalho. Como por exemplo. como as que ocorreram com a Cia.É comum um operário praticar atos inseguros por não ter conhecimento adequado sobre a forma recomendada de executar a operação. piso defeituoso. dado os elevados índices de desemprego ainda existentes em nosso pais. podemos constatar que os índices de acidentes do trabalho são mais elevado aonde o trabalho foi terceirizado. impostas pelos credores internacionais. Exemplo: Máquinas sem proteção. por desconhecer os riscos a que está sujeito. Sem generalizar. Vale do Rio Doce. causaram também o advento de políticas de terceirização da mão de obra. . Cabe aos técnicos e encarregados orientá-lo sobre as formas recomendadas e mais seguras de se realizar determinadas tarefas de risco envolvidas na função. estimulando o emprego de políticas econômicas não adequadas. com as Concessionárias de Telefonia e de Energia Elétrica e de Gás Natural. como as ocorridas no Brasil na década de 90. bem como. em conseqüência de períodos de crises da política e economia mundial. competitivo. entre outros. da diminuição do poder de negociação dos Sindicatos. devido à possibilidade de o mesmo acidentar. colocam em risco a integridade física e mental do trabalhador.CONDIÇÕES INSEGURAS: São aquelas condições que. não por sua própria escolha. A terceirização por sua vez quase sempre veio acompanhada pela perda dos direitos por parte dos trabalhadores. 5.6 – Demais causas desfavoráveis as quais não podem ser ignoradas: Além das causas primárias das ocorrências ligadas aos Acidentes do Trabalho como as acima colocadas podem identificar outros fatores que favoreceram a ocorrência e o incremento dos acidentes do trabalho. os quais não podem ser ignorados: Exemplo disto ocorreu no Brasil na década de 90: Conjunturas Econômicas bastante desfavoráveis. Estas privatizações. além causarem o desemprego em massa. Muitos trabalhadores terceirizados inclusive acabam trabalhando de modo informal. executadas precariamente. as quais foram bastante desvantajosas para o nosso país. tivemos os casos de diversas privatizações realizadas no Brasil. II . com raras exceções. ou mesmo. Estas condições repercutiram negativamente em nossa economia. os quais tinham antes condições de lutar e defender os direitos dos trabalhadores e atualmente encontramse enfraquecidos. Tais condições apresentam e como deficiências técnicas.

Conseqüentemente.Conforme acima referido as condições inseguras de trabalho são causadas na maioria das vezes por instalações irregulares e/ou obsoletas desrespeitando as recomendações ditadas pelas Normas Técnicas vigentes de instalações. em grande parte são causadas pela falta de investimentos que permitam a execução de manutenção adequada. desobedecendo as exigências das Normas Regulamentadora. aumentaram também os índices da violência e da criminalidade no Brasil. bem como. trabalhista. causando graves problemas sociais. principalmente os de menor qualificação e renda. além da falta de infra-estrutura no país. além de procedimentos impróprios executados na operação. da educação. prejudicando muito os trabalhadores. por exemplo. social. Estas condições inseguras por sua vez. em detrimento dos povos e economias das Nações emergentes e em desenvolvimento. Alguns países desenvolvidos. contínua. despreparo este. terceirização da mão de obra e desemprego em massa. causado por conjunturas políticas. preventiva e efetiva por parte dos Órgãos Públicos e Privados e pelos Sindicatos e o conseqüente descaso e desrespeito às leis específicas relativas Segurança no Trabalho por parte de empresas sem estrutura e sem qualquer compromisso social. além do seguro desemprego. Além disto. econômicas. tomam medidas mais adequadas no caso da ocorrência do desemprego: Ocorrendo o desemprego os trabalhadores recebem. à política da “globalização” dos mercados. contribuindo para a estagnação da economia. a da competividade desigual.  Falta de uma fiscalização mais intensa.  Condições Inseguras do Trabalho: . como no caso do Brasil. . ou seja. na produção e na manutenção. o que acaba distorcendo as estatísticas de acidentes de trabalho. educacional e da saúde ainda deficientes para as necessidades de nosso país. Isto tem levado ao agravamento do quadro econômico e social dos países em desenvolvimento. Freqüentemente atua-se mais nas conseqüências do que na prevenção. revelou-se agora em sua face oculta e mais cruel. a crise da saúde pública. severa. acontece na maioria das vezes da CAT – Comunicado de Acidente do Trabalho não ser emitida. na educação e na eliminação das causas dos Acidentes do Trabalho:  Despreparo educacional e profissional que atinge grande parte dos Trabalhadores. de melhorias e de modernização das instalações. como a falta de moradias. também cursos de especialização e de atualização profissional que os habilitam e capacitam a voltar mais rapidamente ao mercado de trabalho.Neste caso quando os acidentes ocorrem com dado a esta informalidade. tida como o “supra-sumo” da economia mundial. além do aumento dos índices de acidentes do trabalho. a qual favorece sobretudo as potências economicamente mais fortes.

Morosidade da Justiça no que se refere à apuração, julgamento, e punição dos responsáveis pelos acidentes do trabalho ocorridos, bem como, a indenização de direito a ser recebida pelos trabalhadores e suas famílias, situações estas que, para não prejudicar o trabalhador, não deveriam tardar para serem resolvidas.

5.7 – Normas e Princípios Básicos da Segurança do Trabalho: No Brasil os princípios básicos da Segurança do Trabalho são ditados e orientados pelas Normas Regulamentadora – NR. A partir das NR podemos e devemos nos guiar, verificando as diversas situações de riscos que ocorrem nas instalações de uma empresa. As Normas Regulamentadora – NR por sua vez apóiam-se e se relacionam com as Normas Técnicas oficiais, estabelecidas pelos órgãos competentes, como as da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas e das demais Normas Técnicas existentes no mundo, tais como a ISO, a ASTM, a API, a ASME, a DIN, a BS a NF e todas as demais. No que tange a Eletricidade, a Norma Regulamentadora a ser seguida é a NR – 10 – Instalações e Serviços em Eletricidade, a qual deve ser complementada pelas diversas Normas Técnicas específicas para a Eletricidade, tais como:
o o o o

NBR 5410 - Instalações de baixa tensão; NBR 14039:03 - Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV; NBR 5414 / Instalações Elétricas de Alta Tensão; E demais normas.

É muito importante também que sejam seguidas às recomendações técnicas relativas a Segurança da Instalação e a Segurança do Trabalhador encontradas nos livros técnicos que regem o assunto, nos manuais técnicos das instalações e de seus componentes, nos treinamentos específicos, entre outras. A experiência acumulada das pessoas, das firmas que trabalham com seriedade e competência e das técnicas utilizadas em Concessionárias de Serviço Público é de suma importância também. Outro meio atual e de extrema valia que deve ser sempre levado em conta são as informações disponíveis em Páginas e Endereços da INTERNET dedicados a Segurança e Saúde no Trabalho. Para obtê-las devemos acessar principalmente os “Sites” das Universidades, das Entidades Governamentais e não Governamentais e de Empresas comprometidas com a SEGURANÇA, HIGIENE e MEDICINA do TRABALHO. 5. 8 – Principais Conceitos e Objetivos em Higiene e Segurança do Trabalho: SAÚDE OCUPACIONAL - SO:

* Funções Básicas: Essencialmente, a vida do Homem transcorre, na sua maior parte, em dois tipos de ambientes:
o o

O ambiente ocupacional ou local de trabalho; O ambiente de sua comunidade.

Cada um destes ambientes possui suas características próprias e atua sobre o organismo humano, o qual procura adaptar-se às forças, aos agentes e às tensões. Este processo de adaptação é muito lento e limitado, diante das rápidas e constantes mudanças do meio físico e do sistema de vida, o que acaba por provocar o aparecimento das doenças. Os ambientes ocupacionais, onde o trabalhador permanece, praticamente 1/3 de cada um de seus dias, têm sido sempre considerados como potencialmente mais nocivos à saúde, do que o ambiente da comunidade. O ambiente industrial, por exemplo, é na maioria das vezes bastante artificial. Nele são operadas máquinas perigosas; estão presentes agentes químicos potencialmente tóxicos; podendo haver excesso de ruído; temperaturas elevadas e fontes de radiação, etc. e em muitas ocasiões estas exposições atingem também a comunidade, através da poluição da água, do ar e do solo; criando graves problemas de saúde pública. Por elementar direito de sua condição humana, tal como foi reconhecido pela ONU (Organização das Nações Unidas), o governo de cada país têm o dever de zelar pela saúde dos seus trabalhadores. A responsabilidade pela vida e saúde de um trabalhador deve recair sobre o trinômio ESTADO – EMPRESA – TRABALHADOR, seja porque o estado terá gastado para a recuperação do indivíduo (quando possível) ou para a sua manutenção ou de seus dependentes, quando da morte ou invalidez, seja porque a empresa perde seu investimento em qualificação e material ou porque o próprio trabalhador incapacitado terá seu futuro (e de seus dependentes) muitas vezes comprometido. * Conceitos:

SAÚDE OCUPACIONAL - SO:

Conforme a OIT – Organização Internacional do Trabalho e a OMS – Organização Mundial da Saúde, a Saúde Ocupacional é o ramo da saúde que tem por objetivos:
 

A Promoção e Manutenção no mais alto grau do bem-estar físico, mental e social dos trabalhadores em todas suas ocupações; A Prevenção, entre os trabalhadores, das doenças ocupacionais causadas pelas condições inadequadas e inseguras do trabalho;

 

A Proteção dos trabalhadores em seu labor, dos riscos resultantes de fatores adversos à saúde; A Colocação e Conservação dos trabalhadores em ambientes ocupacionais adaptados a suas aptidões fisiológicas e psicológicas;

* Em resumo:

A Adaptação do Trabalho ao Homem e de cada Homem ao seu próprio Trabalho.

MEDICINA OCUPACIONAL: É o campo da Medicina relacionado com:

 

A avaliação, manutenção, recuperação e melhoria da saúde do trabalhador, através da aplicação de princípios da Medicina Preventiva, da Medicina de Emergência, da Reabilitação e Medicina do Ambiente; A promoção de uma produtiva e satisfatória interação do trabalhador com seu trabalho, através de aplicação de princípios do comportamento humano; A ativa apreciação das necessidades e responsabilidades sociais, econômicas e administrativas do trabalhador e da Comunidade trabalhadora.

HIGIENE INDUSTRIAL (Segundo a “American Industrial Hygiene Association”): “É a ciência e a arte devotadas ao reconhecimento, avaliação e controle daqueles fatores ou condicionantes ambientais, provenientes do ambiente de trabalho, que podem causar doenças, danos à saúde e ao bem-estar, ou desconforto significativo e ineficiência entre trabalhadores ou entres os habitantes da Comunidade". SEGURANÇA OCUPACIONAL (Segundo o “National Safety Council”): “A Segurança Ocupacional visa à Prevenção dos Acidentes". FUNÇÕES BÁSICAS DA SAÚDE OCUPACIONAL: * Em Higiene do Trabalho: 1 - Adoção das características físicas dos ambientes no que se refere à iluminação, ventilação, conforto térmico e conforto acústico, radiação, entre outras. 2 - Adoção de normas higiênicas sobre os poluentes do ambiente atmosférico, encontrados na empresa. 3 - Estabelecimento das características toxicológicas de todos os materiais, produtos químicos, subprodutos e resíduos da empresa, assinalando a classe de proteção necessária que deve ser utilizada.

Estudo permanente das condições de trabalho que oferecem maior risco de acidentes.Estabelecimento e manutenção dos sistemas de controle para evitar a poluição das águas. 8 .4 . calculando os respectivos índices de freqüência e gravidade. discussão e informação dos acidentes ocorridos. adotando um tipo de relatório dos acidentes que ocorrem. . 5 . e de cada processo ou operação que apresentem risco para a saúde dos trabalhadores.Estabelecimento de medidas que conduzam a uma periódica avaliação da efetividade dos métodos de controle utilizados.Estabelecimento de sistemas ou métodos de controle para eliminar ou minimizar as condições perigosas conhecidas. 4 .Estabelecimento de um sistema de inspeção para a execução das recomendações.Estabelecimento das medidas para realizar a administração e manutenção dos equipamentos de proteção individual (EPI).Investigação.Programa de treinamento dos trabalhadores em primeiros socorros.Participação nas Comissões Internas de Prevenção de Acidentes (CIPA). 9 . 7 .Estabelecimento dos programas de sinalização. 6 .Estabelecimento da relação que poderia haver entre o ambiente de trabalho e seus efeitos sobre a saúde do trabalhador. 6 . 9 .Manutenção de um registro de acidentes com as estatísticas atualizadas.Estabelecimento de um programa preventivo e de controle no caso de incêndio.Estudo das condições da empresa. 11 . 3 . dinâmica de cores e manutenção (Ordem e Limpeza). ampliação e modificação das facilidades sanitárias em uso pelos trabalhadores. para evitar a repetição. 8 . * Em Segurança do Trabalho: 1 .Determinação quantitativa e qualitativa dos poluentes e outros agentes de doenças profissionais.Programação educativa para criação de uma consciência de segurança entre os trabalhadores. 10 . 7 . do ar e do solo da comunidade. 5 .Estabelecimento das medidas que concorrem a uma melhor manutenção. 2 . para decidir de que forma devem corrigir.

através de literatura. . etc sobre segurança. Ergonomia deriva da língua Grega “Ergos” significando Trabalho e “Nomos” significando Leis.Diagnóstico e tratamento de casos de acidentes ocupacionais e não ocupacionais. cartazes.Estímulos aos trabalhadores para a apresentação de sugestões para melhoramento da segurança. 11 .Aconselhamentos à gerência da empresa em todo assunto relacionando com a saúde dos trabalhadores.Seleção e colocação dos trabalhadores de acordo com suas aptidões físicas e emocionais. 7 . 2001. 3 .Participação no programa de educação sanitária.Participação das comissões internas de prevenção de acidentes. painéis.Manutenção e estudos das estatísticas de absenteísmo e outras. 36 até 41 do livro: Segurança do Trabalho & Gestão Ambiental. avisos. premiando as idéias práticas. estabelecendo. 2 . 9 – Ergonomia: Este tema é tratado pela Norma Regulamentadora NR-17. Editora Atlas. além disso.Manipulação dos casos de compensação segundo a lei. pgs. no Capítulo 2.Programas de imunização. 6 . 13 -Estabelecimento de regulamentos de segurança de acordo com o tipo de industria. 4 . e castigos. Etimologicamente. Antonio Nunes Barbosa Filho. se houver recorrência de violação a determinada norma.Divulgação.Exames Médicos Ocupacionais.Participação nas comissões internas de prevenção de acidentes (CIPA). 9 . um programa de prêmios de incentivo por recordes de segurança.Supervisão das facilidades de primeiros socorros e normas para o ensinamento dos mesmos. 8 . sendo. Conhecimentos Técnicos. 5. Além disto. * Em Medicina do Trabalho: 1 .10 . 5 . portanto Ergonomia o Estudo das Leis que regem o Trabalho. 12 . e alimentação. referenciado em nossa Bibliografia. e adequados às exigências legais. 10 . temos colocado os principais conceitos envolvidos neste termo.

ufpe. com uma perspectiva de aplicação. realizou-se o I Congresso Internacional de Ergonomia.br/near). sendo considerada o que há de mais atual em todo o mundo para a implantação de sistemas eficazes de gerenciamento das questões relacionadas à prevenção de acidentes e doenças ocupacionais. Trata-se de uma norma direcionada para os Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho . em Estrasburgo.957 nos EUA foi criada a “Human Factors Society”.000 tem para a área de Qualidade Total e ISO 14.970. Em 1. é muito comum o uso de abreviaturas e siglas.961 ainda nos EUA foi criada ainda a “International Ergonomics Association . Em 1. no qual foi definido o objeto da mesma como sendo o seguinte: “Elaborar.Conforme o livro supracitado.SST.IEA”. No Brasil em 1. este termo foi utilizado pela primeira vez em 1.998 foi lançado o Núcleo de Ergonomia Aplicada do Recife (NEAR) cujo site na Internet é encontrado no endereço (www. entidade congregando profissionais interessados na temática. bem como. que originalmente era numerada como BS 8750. APA: .857 na publicação intitulada “Ensaios de Ergonomia” escrito por Woitej Yastembowky.Acidente do Trabalho. um corpo de conhecimentos que. é uma norma de origem inglesa (“British Standards”).Atestado de Saúde Ocupacional (Ver NR – 7.Área de Proteção Ambiental.4 ). Siglas e Abreviaturas Utilizadas na Segurança Do Trabalho: Em Segurança do Trabalho. deve desembocar em uma melhor adaptação ao homem dos meios tecnológicos de produção e dos ambientes de trabalho”. Entidades. BS 8800: . AT: . a solução dos problemas resultantes dessa relação. a qual. Em 1. na Áustria. Para a área de saúde e segurança do trabalho esta norma tem a mesma importância que as Normas ISO 9.10 – Termos Técnicos Específicos.000 tem para a área de Gestão Ambiental. . 5. de nacionalidade Polonesa. bi-anualmente realiza Encontros para promoção da Ergonomia em todo Brasil.983 foi criada a Associação Brasileira de Ergonomia – ABERGO. como algumas das principais abaixo colocadas:     ASO: .4.A Norma BS 8800. item 7. com a contribuição das diversas disciplinas científicas que a compõem. Também no Brasil em 1. além de diversos termos técnicos específicos.949 na Inglaterra foi criada uma entidade pioneira nesta área denominada “Ergonomics Research Society” com o propósito de estudar o relacionamento entre o Homem e seu Trabalho. Em 1.

Causa – É a origem de caráter humano ou material relacionado com o evento catastrófico (acidente ou falha). conf. não se aplicando. NR 4 e 5. propor a instituição de concursos e prêmios e tomar outras providências para a educar o empregado na prática de prevenir acidentes. NR-2. com representantes dos empregados. todavia aos casos de: A) Instalações nucleares e usinas que processem substâncias radioativas. Cerests . Nota: O Brasil ratificou a OIT nº 174 em 02 de agosto de 2001.8. n. item 6. Os empregadores.   CA: . CAI: . item 5.     Ver NR – 5. B) Instalações militares. Observação: . CAT: .16. apresentar sugestões quanto à orientação e fiscalização das medidas de proteção ao trabalhador. que tem por objeto a prevenção de acidentes industriais maiores que envolvam substâncias perigosas e a limitação das conseqüências desses acidentes. editada em 1993. A Convenção aplica-se a instalações sujeitas a riscos de acidentes maiores ou ampliadas.(Ver NR – 6.036. realizar palestras instrutivas. artigo 82).Comissão Interna de Prevenção de Acidentes: .(Ver NR – 5 ): A CIPA originou-se de uma recomendação da OIT (Organização Internacional do Trabalho) em 1921 e transformando-se em determinação legal no Brasil em 1944 (Decreto-Lei nº 7.Comunicado de Acidente do Trabalho. cujo número de empregados seja superior a 100.O CAT deve ser emitido e encaminhado no prazo de 1 (um) dia útil. deverão providenciar a organização em seus estabelecimentos de comissões internas.Certificado de Aprovação de Equipamentos de Proteção Individual (Secretaria de Inspeção do trabalho) .Classificação Nacional de Atividades Econômicas cf. provocando danos. . com o fim de estimular o interesse pelas questões de prevenção de acidentes.1 e 2).Centros de Referência em Saúde do Trabalhador.085 de 15 de janeiro de 2002: Refere-se à Prevenção de Acidentes Industriais Maiores de acordo com aConvenção da Organização Internacional do Trabalho. C) Transporte fora da instalação distinto do transporte por tubulações. Convenção nº 174 da OIT complementada pela Recomendação nº 181.   CNAE .Certificado de Aprovação de Instalação cf. Decreto nº 4. CIPA. à exceção dos setores dessas instalações nos quais se manipulam substâncias não radioativas. resultante da materialização de um risco.

Um operário desprotegido pode cair de uma viga a 3 m de altura. . a diferença reside na gravidade do dano que poderia ocorrer com a queda.I. estaria morto.Declaração de Instalações cf.  Efeito Toxicologicamente Sinérgico: De acordo com a NBR 14725:2001. São alguns exemplos de EPI: Capacete. COSAT: . ambiental ou financeira.    DI .  DANOS (“DAMAGE”) – É a gravidade (severidade) da perda humana. varas de manobra. DORT: .Equipamento de Proteção Coletiva. detectores de tensão. material. caso o controle sobre um risco seja perdido.Departamento de Controle de Uso de Imóveis. é o efeito que ocorre quando um agente tóxico tem seu efeito aumentado por agir simultaneamente com um agente não tóxico. .P.C. ele. é o efeito quantitativamente igual a soma dos efeitos produzidos individualmente de dois ou mais agentes tóxicos. .P. São exemplos de EPC: Chuveiros de Emergências. e sofrer um dano físico.  E.   CONTRU: . com certeza.Equipamento de Proteção Individual: (Ver NR – 6). é o efeito quantitativamente maior que a soma dos efeitos produzidos individualmente de dois ou mais agentes tóxicos.  Efeito de Potenciação: De acordo com a NBR 14725. (Ver NR – 2). que pode resultar. ao meio ambiente ou à propriedade. Se a viga estivesse a 90 m de altura. Entretanto. por exemplo. entre outros. O risco (possibilidade) e o perigo (exposição) de queda são os mesmos. O efeito é maior que o efeito aditivo. Efeito Aditivo: De acordo com a NBR 14725. uma fratura na perna.  E. Óculos de segurança.Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho.Coordenador de Saúde do Trabalho (Órgão do Ministério da Saúde) DANO: Lesão Física e/ou prejuízo que provoca prejuízo à saúde.

044 de 18 de maio de 1988. envolvimento de pessoas. à saúde e ao meio ambiente.. entre outros. Mascaras contra gases.. determinar os efeitos recorrentes e estabelecer mudanças para aumentar sua confiabilidade operacional de modo adequado e seguro. Cintos de Segurança. derramamento. à Segurança.   Emergência: . Aventais (PVC.  FICHA DE EMERGÊNCIA: Esta ficha informa sobre as características físico-químicas básicas do produto químico e/ou resíduo e as providências que devem ser tomadas em caso de acidente. Esta técnica permite analisar como podem ocorrer as falhas de um equipamento ou sistema. sendo. hexanol. A FISPQ fornece. A mesma deve sempre acompanhar o transporte de produtos químicos conforme Decreto Lei 96. entre outros. Protetores auriculares. látex. contra choque elétrico..Luvas (de raspa. Etimologicamente Ergonomia deriva da língua Grega “Ergos” significando Trabalho e “Nomos” significando Leis. .Artigo 22. estimando as taxas de falha. conhecimento básico sobre os produtos químicos. etc. e deve ser confeccionada de acordo com as NBR-7503/7504 e 8285.Sinistro ou risco iminente que requeira ação imediata. recomendações sobre medidas de proteção e ações em situação de emergência. portanto Ergonomia o Estudo das Leis que regem o Trabalho. Entre outros. vaqueta. Seção VI (Da Documentação) . Capítulo II. "Fail Mode & Effect Analysis" ou AMFE (Análise de Modos de Falhas e Efeitos) e deve ser aplicada para sistemas ou falhas simples. Botas e /ou sapatos de segurança com biqueira de aço. Ergonomia: (Ver NR – 17). para esses aspectos.  FISPQ – Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos: De acordo com a NBR 14725. Máscaras protetoras (Combitox). Em alguns países a mesma é denominada de “Material Safety Data Sheet” – MSDS.  FMEA: é uma abreviação do nome inglês. esta ficha fornece informações sobre vários aspectos desses produtos químicos (substâncias ou preparados) quanto à proteção..).).

OMS: . de forma direta ou por intermédio de companhias estrangeiras que operavam no Brasil.fundacentro.Foi criado em 1939. pela Portaria Número 25 de 29/12/1994. Os principais objetivos são identificar todos os desvios operacionais possíveis do processo e também identificar todos os perigos e/ou riscos associados a esses desvios operacionais. o resseguro e a retrocessão.S. LER: .1978). jurisdicionada ao Ministério do Trabalho. Naquela época.Organização Americana de Segurança e Saúde do Trabalho. Department of Labor” e tem sua sede em Washington. tornava urgente a organização de uma entidade nacional de resseguro.16.oitbrasil. o item 5.br/ Fundação Jorge Duprat de Segurança e Medicina do Trabalho. além de promover o desenvolvimento das operações de Seguros no País. uma sociedade de economia mista.org. DC.br/). A OSHA dedica-se a prevenir acidentes.  IRB: . Convenção OIT 174 e Decreto 4085 de 15 de janeiro de 2002 o qual Promulga a Convenção no 174 da OIT e a Recomendação no 181 sobre a Prevenção de Acidentes Industriais Maiores.    LT CAT . doenças e mortes relacionadas ao trabalho.Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho ( Ver Portaria Nº 3.nfpa. está vinculada ao “U. A necessidade de favorecer o aumento da capacidade seguradora das sociedades nacionais. NFPA – “National Fire Protection Association” ((http://www.Organização Internacional do Trabalho (http://www. com o objetivo de regular o cosseguro. S. Mapa de Riscos: Documento explicitado na NR – 5. NR: .214 de 08. "Hazard and Operability Study".07. Das Atribuições. (Ver pgs. para a retenção de maior volume de negócios em nossa economia.org. conf.         NIOSH . OSHA – “Occupational Safety and Health Administration”: . O Mapa de Risco quando bem executado é um instrumento da maior valia.gov. Esta técnica é utilizada quando precisamos estudar as possíveis maneiras de ocorrências de perigos e problemas operacionais através da utilização de grupos de trabalho. da Indústria e do Comércio. a atividade de resseguro no País era feita Quase totalmente no Exterior.Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalhado.). .br/).  HAZOP: é uma abreviação do nome inglês. bem como. Foi criada em 1971.Organização Mundial da Saúde. FUNDACENTRO: . – Associação Nacional de Proteção a Incêndios sediada nos U.Instituto de Resseguros do Brasil: . 60 e 575 do livro Segurança e Medicina do Trabalho da Editora Atlas). OIT: . graças ao então presidente Getúlio Vargas. Nasceu assim o IRB.Lesão por Esforços Repetitivos.National Institute for Occupational Safety and Health at Work (EUA).http://www. A.

Programa de Prevenção ao Alcoolismo. perda de material em processo. danos ao meio ambiente.  OSHAS 18001 – “Occupational Safety and Health Assessment Series”: .Programa de Prevenção à AIDS. é uma mistura ou solução composta de duas ou mais substâncias. PPAL: . PPAI: .“Norma” publicada pela BSI – British Standards Institution que entrou em vigor em 15/04/1999 com a finalidade da certificação de Sistemas de Gestão da SST. PCA: . RAO: . Havendo um risco.na cor laranja onde são alocados os números de identificação de risco (4 campos na cor preta) na parte superior e o número da ONU (Organização das Nações Unidas) na parte inferior com 4 algarismos na cor preta. RIMA:.Programa de Prevenção às Drogas. POO: . PPD: . persistem as possibilidades de efeitos adversos. Programa das Condições de Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção Civil. danos a equipamentos e instalações.Programa de Proteção Respiratória.   Risco: . PPS: . PPRA: (Ver NR – 9). RENAST – Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (órgão do Ministério da Saúde). PAINEL DE SEGURANÇA: São placas retangulares (dimensões: 30 cm de altura x 40 cm de comprimento). ou redução da capacidade de produção. Risco (“Hazard”): Uma ou mais condições de uma variável com o potencial necessário para causar danos. PCMAT: (Ver NR – 18). Esses danos podem ser entendidos como lesões as pessoas.Programa de Conservação Auditiva. Preparado: . que favorece a sua materialização em danos.    PAIR: . Plano de Controle Médico e Saúde Ocupacional.Perda Auditiva Induzida pelo Ruído.Programa de Prevenção do “Stress”.              Perigo (“Danger”) .Relatório de Impacto Ambiental.Expressa uma exposição relativa a um risco.Plano de Prevenção de Riscos Ambientais.Possibilidade de perda material ou humana. .Registro e Análise de Ocorrências. PPR: .  PCMSO: (Ver NR – 7). Líquido Inflamável que em contato com a água libera gases inflamáveis Metildiclorossilano.Programa de Prevenção Oftalmológico-Ocupacional.De acordo com a NBR 14725. Risco (“Risk”) – Expressa uma probabilidade de possíveis danos dentro de um período específico de tempo ou número de ciclos operacionais.

2000. causado por incêndio ou acidente.CNSP.Qualquer evento ou fato negativo com potencial para provocar danos. Entretanto. que estampam os símbolos e/ou expressões emolduradas. conjuntamente com o respectivo painel de segurança. Sinistro: . Segurança: -É freqüentemente definida como isenção de riscos. do qual fazem parte o Conselho Nacional de Seguros Privados . . Com a edição da Medida Provisória nº 1940-17. É também chamado de quase-acidente. de 06. que também instituiu o Sistema Nacional de Seguros Privados. RÓTULOS DE RISCO:  Estes são etiquetas.  SESMT:(Ver NR – 4 e 27). Uma das atribuições da CIPA é promovê-la anualmente. em conjunto com o SESMT(Serviços Especializados em Segurança e Medicina do Trabalho). no lado externo do caminhão. Perdas: -É o prejuízo sofrido por uma organização. É o antônimo de perigo. de 21 de novembro de 1966. – IRB Brasil Re. SST – Segurança e Saúde no Trabalho.01.Serviço Especializado em Segurança e Saúde no Trabalho Coletivo. manuseio ou identificação do produto. SUS–Sistema Único de Saúde. o IRB Brasil Resseguros S.    SEST: . SIPAT: (Ver NR – 5). sem garantia de ressarcimento por Seguro ou outros meios. Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho.A. na forma de losango. portanto. Incidente: . o CNSP teve sua composição alterada.          SIT: . Segurança é. previdência privada aberta. Semana Interna de Prevenção de Acidentes no Trabalho. é praticamente impossível a eliminação completa de todos os riscos.Ocorrência de prejuízo ou dano. Devem ser afixados em local de fácil visualização. Autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda foi criada pelo Decreto-lei nº 73. referentes à natureza. em algum bem. SUSEP: A SUSEP é o órgão responsável pelo controle e fiscalização dos mercados de seguro. um compromisso acerca de uma relativa proteção de exposição a riscos. Sinistro: . Chance de perda que uma empresa pode sofrer por causa de um acidente ou série de acidentes. SSO – Segurança e Saúde Ocupacional.  Incerteza quanta à ocorrência de um determinado evento.Secretaria de Inspeção do Trabalho. sem garantia de ressarcimento por Seguro ou outros meios. as sociedades autorizadas a operar em seguros privados e capitalização. as entidades de previdência privada aberta e os corretores habilitados. capitalização e resseguro.É o prejuízo sofrido por uma organização.

160 e 161. .Da Inspeção Prévia e do Embargo ou Interdição. 7 . Cálculos relativos a Taxa Freqüência – T F e da Taxa de Gravidade T G. 7 . Gestão de Riscos. Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho – SESMT (NR 4). Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. PCMSO – Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional (NR 7}. PPRA – Programas de Prevenção de Riscos Ambientais (NR 9). Causas dos Acidentes do Trabalho. Normas Técnicas nacionais e internacionais.CLT. passa a vigorar com a seguinte redação (simplificada): Capítulo V .U. 1º O Capítulo V do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho . Riscos Ambientais e Profissionais.12. O texto integral deve ser pesquisado. aprovada pelo Decreto-lei nº 5. Demais assuntos. CIPA (NR 5).514. Art. Lei nº 6.1977): . Normas. de 1 0 de maio de 1943.LEIS. Primeiros Socorros. Seção II . Observação: . 154 até art. Auditoria. Inspeções de Segurança. de 22 de janeiro de 1977 . Prevenção e Combate a Incêndios (NR 23 ). Normas Regulamentadora – NR.6 – Procedimentos principais utilizados na Segurança do Trabalho – Breve verificação: A título de exemplo.Esta lei altera o Capítulo V do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho . Campanhas de Segurança.Resumidamente transcreveremos aqui somente os títulos e subtítulos. Art. EPC –Equipamentos de Proteção Coletiva. segue abaixo uma breve verificação relativa a Segurança do Trabalho: Acidente do Trabalho.Disposições Gerais. EPI – Equipamentos de Proteção Individual (NR 6).452.23. Segurança em Instalações Elétricas (NR 10).159. Investigações dos Acidentes do Trabalho.Situação Atual em termos das Leis.(D. . PORTARIAS E NORMAS: (Ver item 3.CLT. O Presidente da república. Treinamento de pessoal. relativo à Segurança e Medicina do trabalho e dá outras providências. SST – Segurança e Saúde no Trabalho.DA SEGURANÇA E DA MEDICINA DO TRABALHO. Técnicas de Análise de Riscos de Acidente do Trabalho. Gestão de Emergências. Seção I .3 na pg.O. Portarias e Regulamentações).

Seção VI .Das Edificações. transmissão.Das Caldeiras.Da Movimentação. operar. Seção XI . em qualquer das fases de produção.O Ministério do Trabalho disporá sobre as condições de segurança e as medidas especiais a serem observadas relativamente às instalações elétricas.Dos Órgãos de Segurança e da Medicina do trabalho nas empresas. Art.Do Equipamento de Proteção Individual. Seção VIII . 186. 175. 180 .Do Conforto Térmico. 179 . Seção V .Das Máquinas e Equipamentos. 174. 176 até art. distribuição ou consumo de energia. Armazenagem e Manuseio de Materiais.Somente profissional qualificado poderá instalar.Os que trabalharem em serviços de eletricidade ou instalações elétricas devem estar familiarizados com os métodos de socorro a acidentados por choque elétrico. 184 até art.162 até art. Art. 181 . 170 até art. Seção IV .Das Medidas Preventivas de Medicina do Trabalho. Art. Seção XII . 178. 182 e art. . 168 e 169. Seção IX .Seção III . Seção X . Art. Art. 165.Das Instalações Elétricas: Art. 183. Art. Art. Fornos e recipientes sob Pressão. Art. 166 e 167. Seção VII .Da Iluminação. Art. Art. inspecionar ou reparar instalações elétricas.

Seção XIV .Vejam os textos completos nas páginas em anexo ou nas páginas 11 até 19 do livro Segurança e Medicina do Trabalho – São Paulo . 197.1 – Transcrição da Portaria nº 3.Editora Atlas S.NORMAS REGULAMENTADORAS – N R´s aprovadas pela Portaria nº 3. Art. Art. . . Art. Seção XV . de 08 de junho de 1978 e informações complementares: As Normas Regulamentadora – NR são fundamentais e obrigatórias para o exercício da Higiene e Segurança do Trabalho.Das Atividades Insalubres ou Perigosas. 2 até art. 5.214.Art. 187 e art. 200. 201 e art.Da Prevenção da fadiga. 189 até art. A. Seção XVI .06.1978 a qual regulamenta as Normas Regulamentadora – NR: Ministério do Trabalho – Gabinete do Ministro Portaria nº 3.2003 ou em demais obras já publicadas. As Normas Regulamentadora – NR complementadas com a aplicação das Normas Técnicas correspondentes servem para nortear as principais ações preventivas e de fiscalização indicadas nos assuntos da Higiene e Segurança do Trabalho nas Empresas. Ernesto Geisel Observação: .Das Outras Medidas Especiais de Proteção. Art.214 de 08. . 188. 198 e art. 8.Das Penalidades.214 de 8 .06.1978: . 199. 8 . Seção XIII . .

da Consolidação das Leis do Trabalho. NR – 16/ Atividades e Operações Perigosas. NR – 25 / Resíduos Industriais. NR – 23 / Proteção contra Incêndios. NR – 10 / Instalações e Serviços de Eletricidade. NR – 28 / Fiscalização e Penalidades. considerando o disposto no artigo 200. NR – 13 / Caldeiras e Vasos de Pressão. NR – 17 / Ergonomia. RESOLVE: Art. Armazenagem e Manuseio de Materiais. O MINISTRO DO ESTADO. NR – 2 / Inspeção prévia.do Capítulo V. NR – 3 / Embargo e interdição.12. NR – 24 / Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho. NR – 26/ Sinalização de Segurança.do Capítulo V. NR – 11 / Transporte. NR – 5 / Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA.Aprova as Normas Regulamentadora – NR . nº 53 de 17. NR – 9 / Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. NR – 27 / Registro Profissional do Técnico de Segurança do Trabalho no Ministério do Trabalho.1997). NR – 15 / Atividades e Operações Insalubres. NR – 8 / Edificações.SESMT. . com redação dada pela Lei n 0 6. no uso de suas atribuições legais. 1º Aprovar as Normas Regulamentadora . NR – 20 / Líquidos Combustíveis e Inflamáveis. da Consolidação das Leis do Trabalho. Port. relativas à Segurança e Medicina do Trabalho: Normas regulamentadora:                              NR – 1 / Disposições gerais. relativas à Segurança e Medicina do Trabalho. NR – 4 / Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho . de 22 de dezembro de 1977.NR . Título II.514 . NR – 21 / Trabalho a Céu Aberto. Movimentação. NR – 12 / Máquinas e Equipamentos. NR – 19 / Explosivos. da Consolidação das Leis do Trabalho. NR – 29 / Segurança e Saúde no Trabalho Portuário (Elaborada posteriormente conf. NR – 22 / Trabalho Subterrâneos. NR – 7 / Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional. Título II. NR – 6 / Equipamento de Proteção Individual – EPI. NR – 18 / Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção. NR – 14 / Fornos.

de uma forma introdutória. Observações:     Outro ponto a salientar é de que estas normas são revisadas periodicamente. Art.NR e informações complementares: A seguir. Art. . modificadas e complementadas com o acréscimo de novas NR conforme abaixo colocado: 8. . 2º Revigorado pela Portaria nº 3. . Posteriormente algumas das principais NR serão estudadas mais detalhadamente.Disposições Gerais: Determina que as Normas Regulamentadora. Art.2 – Resumo das Normas Regulamentadora . A fiscalização dos estabelecimentos pelos órgãos competentes é feita com base nas Normas Regulamentadora – NR. que o Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho – DSST é o órgão competente para coordenar. As Normas Regulamentadora – NR em seus textos fazem sempre referência às Normas Técnicas da ABNT vigentes.144. .Nos anos seguintes de 1978 em diante as Normas Regulamentadora foram sendo ampliadas.5. desde que possuam empregados celetistas. Art. .Art. . serão baixadas pela Secretaria de Segurança e Medicina do Trabalho. 5º Esta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação. orientar.144 de 2. deverão ser cumpridas por todas as empresas privadas e públicas. . Arnaldo Prieto. relativas à Segurança e Medicina do Trabalho. 2º As alterações posteriores. Nestas ocasiões as mesmas são colocadas para consulta pública antes de serem recolocadas. Art.1989. Determina.5.1989. 3º Ficam revogadas as Portarias MTIC. ou na possível falta destas. 4º As dúvidas suscitadas e os casos omissos serão decididos pela Secretaria de Segurança e Medicina do Trabalho. Deste fato concluímos que ao utiliza-las e emprega-las necessitamos sempre de dispor também das Normas Técnicas correspondentes. Observação: . principalmente aquelas de aplicação mais generalizada. também. . NR – 1 . 4º Revigorado pela Portaria nº 3. colocamos um resumo geral das NR. decorrentes da experiência e necessidade. às Normas Técnicas Internacionais. controlar e supervisionar todas as atividades inerentes. de 2. . obrigatoriamente.

clubes.Certificado de Aprovação de Instalações. desde que possuam empregados celetistas. cooperativas.Embargo ou Interdição: A DRT poderá interditar/embargar o estabelecimento. As novas determinações referem-se aos serviços terceirizados. determina as responsabilidades do empregador e a responsabilidade dos empregados. as máquinas. instituições beneficentes. Enfermeiro do Trabalho. NR – 2 . ser obrigado a participar do programa. que emitirá o CAI . Atualmente.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA: Todas empresas privadas. mesmo com um empregado. mediante laudo técnico. Auxiliar de Enfermagem do Trabalho. todos empregados da empresa. são obrigadas a constituir a CIPA e a manter em regular funcionamento. setor de serviços se os mesmos demonstrarem grave e iminente risco para o trabalhador.Sistema Integrado de Prevenção de Riscos do Trabalho. pela Portaria n º 10. sociedades de economia mista. e/ou exigir providências a serem adotadas para prevenção de acidentes do trabalho e doenças profissionais. NR – 5 . Técnico de Segurança do Trabalho.Dá competência às DRT regionais. de 6 de abril de 2000.Inspeção Prévia: Determina que todo estabelecimento novo deverá solicitar aprovação de suas instalações ao órgão regional do Ministério do Trabalho e Emprego. A nova NR4 . NR – 4 . o SEST coletivo e a obrigatoriedade de todo estabelecimento. NR – 2 .CNAE (Ver Quadro I) e do número total de empregados do estabelecimento (Ver Quadro II). Caso haja interdição ou embargo em um determinado setor. Dependendo desses elementos o SESMT deverá ser composto por um Engenheiro de Segurança do Trabalho. dependendo do grau de risco da empresa e do número mínimo de 20 empregados. os empregados receberão os salários como se estivessem trabalhando. um Médico do Trabalho. por meio de modelo pré-estabelecido. esta Norma está sendo revista pela Comissão Tripartite Paritária Permanente.Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho – SESMT: A implantação do SESMT depende da gradação do risco da atividade principal da empresa conforme os dados da Classificação Nacional de Atividades Econômicas . o SEST próprio. públicas. .

CIPA. ressalvadas as alterações disciplinadas em atos normativos para setores econômicos específicos. além da utilização do Quadro II – Agrupamento de setores econômicos pela Classificação Nacional de Atividades Econômicas . As principais atribuições da CIPA serão as seguintes: a) Identificar os riscos do processo de trabalho. b) ocorrer acidente do trabalho grave ou fatal. c) houver solicitação expressa de uma das representações. Os representantes dos empregados titulares e suplentes serão eleitos em escrutínio secreto. As reuniões extraordinárias deverão ser realizadas quando: a) houver denúncia de situação de risco grave e iminente que determine aplicação de medidas corretivas de emergência. A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho.Os trabalhos desenvolvidos pela CIPA são da maior importância para a segurança dos trabalhadores. de acordo com o calendário preestabelecido.CNAE. A CIPA será composta de representantes da empregador e representantes dos empregados. de acordo com o dimensionamento previsto no Quadro I da NR – 5 . c) Participar da implementação e do controle da qualidade das medidas de prevenção necessárias. b)Elaborar plano de trabalho que possibilite a ação preventiva na solução de problemas de segurança e saúde no trabalho. com mandato de um ano e direito a uma reeleição e mais um ano de estabilidade. titulares e suplentes serão por eles designados. do qual participem. onde houver. de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador. anexados a NR –5. exclusivamente os empregados interessados. e elaborar o mapa de riscos (*) com a participação do maior número de trabalhadores. independentemente de filiação sindical. com correspondente agrupamento para dimensionamento da CIPA. bem como da avaliação das prioridades de ação nos locais de trabalho. . O dimensionamento da CIPA é feito conforme o Quadro I – Dimensionamento da CIPA. e do Quadro III – Relação da Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE. com acessória do SESMT. A CIPA terá reuniões ordinárias mensais. Os representantes dos empregadores.

de Campanhas de Prevenção da AIDS. em conjunto com o SESMT.d) Realizar. onde houver. e) Realizar.16. avaliação do cumprimento das metas fixadas em seu plano de trabalho e discutir as situações de risco que foram identificadas. (Ver pgs. l) Participar. anualmente. conf. h)Requerer ao SESMT. anualmente. para avaliar os impactos de alterações no ambiente e processo de trabalho relacionados à segurança e saúde dos trabalhadores. a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho – SIPAT. ou com o empregador da análise das causas das doenças e acidentes de trabalho e propor medidas de solução dos problemas identificados. quando houver. f)Divulgar aos trabalhadores informações relativas à segurança e saúde no trabalho. em conjunto com o SESMT. g) Participar. j) Divulgar e promover o cumprimento das Normas Regulamentadora. p) Participar. i) Colaborar no desenvolvimento e implementação do PCMSO e PPRA e de outros programas relacionados à segurança e saúde no trabalho. verificações no ambiente e condições de trabalho visando a identificação de situações que venham a trazer riscos para a segurança e saúde dos trabalhadores. A Tabela I desta Portaria classifica os principais tipos de riscos ocupacionais existentes em grupos de acordo com a natureza dos mesmos. Das Atribuições. bem como cláusulas de acordos e convenções coletivas de trabalho. bem como. a paralisação de máquina ou setor onde considere haver risco grave e iminente à segurança e saúde dos trabalhadores. inclusive com a padronização de cores para utilização no Mapa de Risco. com o SESMT. a cada reunião. onde houver. (*) Mapa de Riscos: Ver definições e conceitos na NR – 5. m) Requisitar ao empregador e analisar as informações sobre questões que tenham interferido na segurança e saúde dos trabalhadores. ou ao empregador. o) Promover. n) Requisitar à empresa as cópias das CAT emitidas. CIPA. o item 5. em conjunto com a empresa. . Portaria Número 25 de 29/12/1994. das discussões promovidas pelo empregador. relativas à segurança e saúde no trabalho. 60 e 575 do livro Segurança e Medicina do Trabalho da Editora Atlas). onde houver. periodicamente.

Vermelho os riscos químicos. de modo a orientar. Azul os riscos mecânicos. bem como. NR – 6 . através de círculos coloridos. B – Possibilitar. sendo tanto maior quanto maior a gravidade do risco indicado. atividades e ambiente). estimular sua participação nas atividades de prevenção. F – Elaboração do Mapa de Riscos. Ele deve ser colocado num quadro e num lugar bem a vista de todos aqueles que trabalham naquele ambiente. No mapa de riscos o usam-se as seguintes cores convencionais:      Verde representa os riscos físicos. os diversos tipos de riscos existentes naquele ambiente do trabalho. B – Identificação dos Riscos existentes. Amarelo os riscos ergonômicos. E – Conhecimento dos Levantamentos Ambientais realizados. Os círculos coloridos indicando os riscos variam de tamanho. instrumentos. Mapa de Riscos vem a ser um mapa constituído de uma vista em planta do ambiente de trabalho. C – Identificação das Medidas de Prevenção e sua Eficácia. na qual estão indicados. materiais.De acordo com a NR-5. Marrom os riscos biológicos. a troca e divulgação de informações entre os trabalhadores. prevenir e a evitar possíveis Acidentes do Trabalho. durante as sua elaboração. sobre o “layout” da Empresa e Sinalização das Áreas de Riscos. Principais Etapas na elaboração de um Mapa de Risco: A – Conhecimento dos Processos de Trabalho (Trabalhadores. quais os principais objetivos visados na execução do Mapa de Riscos são os seguintes: A – Reunir as informações necessárias para estabelecer o diagnóstico da situação de segurança e saúde no trabalho na empresa.Equipamentos de Proteção Individual – EPI: . O Mapa de Risco objetiva indicar todos os riscos existentes no ambiente de trabalho. D – Identificação dos Indicadores de Saúde.

existindo para esse fim todo um processo administrativo. c) óculos de segurança. nas seguintes circunstâncias: A – Sempre que as medidas de proteção coletiva forem tecnicamente inviáveis ou não oferecerem completa proteção contra os riscos de acidentes do trabalho e/ou de doenças profissionais e do trabalho. g) capacetes de segurança para proteção do crânio nos trabalhos sujeitos a: 1. Todo equipamento deve ter o CA .Certificado de Aprovação do Ministério do Trabalho e Emprego e a Empresa que importa EPI também deverá ser registrada junto ao Departamento de Segurança e Saúde do Trabalho.Proteção para a cabeça: a) protetores faciais destinados à proteção dos olhos e da face contra lesões ocasionadas por partículas. d) óculos de segurança para trabalhos que possam causar irritação nos olhos. C – para atender as situações de emergência. agentes meteorológicos (trabalhos a céu aberto). b) óculos de segurança para trabalhos que possam causar ferimentos nos olhos. B – Enquanto as medidas de proteção coletivas estivem sendo implantadas. Equipamentos de Proteção Individual são empregados na proteção da saúde e integridade física do trabalhador. impactos provenientes de quedas. Equipamentos de Proteção Individual – EPI adequados aos riscos e em perfeito estado de conservação e funcionamento. da NR – 6. f) máscaras para soldadores nos trabalhos de soldagem e corte ao arco elétrico. vapores de produtos químicos e radiações luminosas intensas. respingos. 2. provenientes de impacto de partículas. Atendidas as peculiaridades de cada atividade profissional e respeitando-se o disposto no item 6. gratuitamente. projeção de objetos ou outros. As Empresas são obrigadas a fornecer aos seus empregados. o empregador deve fornecer aos trabalhadores os seguintes EPI: I . para trabalhos que possam causar irritação nos olhos e outras lesões decorrentes da ação de líquidos agressivos e metais em fusão. e) óculos de segurança para trabalhos que possam causar irritação nos olhos e outras lesões decorrentes da ação de radiações perigosas.Os EPI. contra respingos.2. provenientes de poeiras. .

IV . j) perneiras de proteção contra radiações perigosas. i) perneiras de proteção contra riscos de origem térmica. radiações perigosas. 2. agentes biológicos. c) calçados impermeáveis e resistentes a agentes químicos agressivos. 6. produtos químicos corrosivos. choque elétrico. materiais ou objetos escoriantes.3. b) calçados impermeáveis para trabalhos realizados em lugares úmidos. abrasivos. d) calçados de proteção contra riscos de origem térmica. queimaduras ou choque elétrico. lamacentos ou encharcados. materiais ou objetos aquecidos.Proteção para os membros inferiores: a) calçados de proteção contra riscos de origem mecânica. alergênicos. g) calçados de proteção contra riscos de origem elétrica. 3. tóxicos. frio. oleosos. cáusticos. f) calçados de proteção contra agentes biológicos agressivos.Proteção para os membros superiores: Luvas e/ou mangas de proteção e/ou cremes protetores devem ser usados em trabalhos em que haja perigo de lesão provocada por: 1. cortantes ou perfurantes. e) calçados de proteção contra radiações perigosas. 7. h) perneiras de proteção contra riscos de origem mecânica. 5. III .Proteção contra quedas com diferença de nível: . 4. solventes orgânicos e derivados de petróleo. II . graxos.

agentes químicos. através de jateamento de areia. riscos de origem térmica. c) respiradores e máscaras de filtro químico para exposição a agentes químicos prejudiciais à saúde. umidade proveniente de operações de lixamento a água ou outras operações de lavagem. 4. VIII . jaquetas. quando a natureza do trabalho assim o indicar. riscos de origem radioativa. VII .a) cinto de segurança para trabalho em altura superior a 2 (dois) metros em que haja risco de queda. 2.Proteção respiratória. b) cadeira suspensa para trabalho em alturas em que haja necessidade de deslocamento vertical. para trabalhos que impliquem produção de poeiras. VI . 3. d) aparelhos de isolamento (autônomos ou de adução de ar). para locais de trabalho onde o teor de oxigênio seja inferior a 18 (dezoito) por cento em volume. c) trava-queda de segurança acoplada ao cinto de segurança ligado a um cabo de segurança independente. para os trabalhos realizados com movimentação vertical em andaimes suspensos de qualquer tipo. riscos de origem mecânica. V . de acordo com os limites estabelecidos na NR 15: a) respiradores contra poeiras.Proteção do corpo inteiro: . b) máscaras para trabalhos de limpeza por abrasão. 5. 6.Proteção do tronco: Aventais. agentes meteorológicos.Proteção auditiva Protetores auriculares para trabalhos realizados em locais em que o nível de ruído seja superior ao estabelecido na NR 15. Anexos I e II. capas e outras vestimentas especiais de proteção para trabalhos em que haja perigo de lesões provocadas por: 1. para exposições a agentes ambientais em concentrações prejudiciais à saúde do trabalhador.

na NR15. · Conjunto de aterramento temporário. existirão exames específicos para cada risco que o trabalho possa gerar. · Vara de manobra isolada. Exames complementares. · Cones e bandeirolas de sinalização.Aparelhos de isolamento (autônomos ou de adução de ar) para locais de trabalho onde haja exposição a agentes químicos.são aqueles que.água-resistente . ruídos. bem como. Exame periódico. não são facilmente removíveis com água. ou empresas que trabalhem com agentes químicos.cremes especiais . · Detectores de tensão. quando aplicados à pele do usuário. · Escadas com isolamento próprias para trabalho com eletricidade.CA do Ministério do Trabalho.óleo-resistente . benzeno etc. NR – 8 .são aqueles com indicações e usos definidos e bem especificados pelo fabricante. pelas vias respiratórias e digestivas. absorvíveis pela pele. Exame demissional. Dependendo do grau de risco da empresa. b) Grupo 2 . para o que serão enquadrados nos seguintes grupos: a) Grupo 1 . radiações ionizantes.Edificações: . Exame de mudança de função. c) Grupo 3 . Exame de retorno ao trabalho. a critério do médico do trabalho e dependendo dos quadros na própria NR7. mediante o Certificado de Aprovação . não são facilmente removíveis na presença de óleos ou substâncias apolares.São eles:       Exame admisisional.são aqueles que. prejudiciais à saúde. NR – 7 .Proteção da pele: Cremes protetores Os cremes protetores só poderão ser postos à venda ou utilizados como equipamentos de proteção individual..Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO: Este programa trata dos exames médicos obrigatórios para as empresas. quando aplicados à pele do usuário. IX . EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA COLETIVOS (EPC).

normalmente se utilizam os recursos do SESMT – Serviços Especializados em Engenharia de . através da antecipação. a fim de as empresas não sofrerem ações de natureza civil por danos causados ao trabalhador. C – Avaliação dos riscos e da exposição dos trabalhadores. Deve-se observar também as legislações pertinentes nos níveis federal.Esta norma define os parâmetros para as edificações. observando-se a proteção contra a chuva. ou que venham a existir no ambiente de trabalho. Leva-se em conta os Agentes:    FÍSICOS. destacamos também:   RISCOS ERGONÔMICOS. QUÍMICOS. RISCOS DE ACIDENTES. mantendo-se atualizados os Laudos Técnicos e o Perfil Profissiográfico Previdenciário. E – Monitoramento da exposição aos riscos. reconhecimento. BIOLÓGICOS. tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais. em termos de apoio às atividades a serem executadas. As etapas a serem seguidas no desenvolvimento do PPRA são as seguintes: A – Antecipação e reconhecimento dos riscos. É importante manter esses dados no PPRA. D – Implantação de medidas de controle e avaliação da sua eficácia. avaliação e conseqüente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente do trabalho. O objetivo visado pela mesma é o da preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores. F – Registro e divulgação dos dados. B – Estabelecimento de prioridades e metas de avaliação e controle. estadual e municipal. insolação excessiva ou falta de insolação. tendo em vista a proteção ao Meio Ambiente e aos Recursos Naturais. Além desses agentes. NR – 9 . No desenvolvimento do PPRA. avaliação e controle dos riscos ambientais existentes.Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA: Esta norma objetiva a preservação da saúde e integridade do trabalhador. através da antecipação.

Cilindros de Massa entre outros.Instalações e Serviços de Eletricidade: Trata das condições mínimas para garantir a segurança daqueles que trabalham em instalações elétricas. NR – 12 . ver no item 9 adiante colocado. Contém Anexos para o uso de moto-serras.01. A NR 10 foi recentemente atualizada e modificada após um período de consulta pública.Máquinas e Equipamentos: Determina as instalações e áreas de trabalho. ou então. Transportadores Industriais e Máquinas Transportadoras. maiores detalhes sobre a Segurança em Instalações e Serviços de Eletricidade. Observação: Complementando estas informações. distâncias mínimas entre as máquinas e os equipamentos. incluindo projeto. a NR – 10 e demais Normas Técnicas: NR – 11 . TRABALHO SEGURO COM MÁQUINAS – LISTA DE VERIFICAÇÃO – FATORES IMPORTANTES: 1 – As conexões elétricas estão seguras e a máquina está aterrada? A chave de acionamento é blindada? 2 – Existe proteção na transmissão de força (polias e correias. sendo então alterada conforme a Portaria 598 de 07 / 12 / 2004 .Segurança e de Medicina do Trabalho. Movimentação. que a critério do empregador sejam capazes de desenvolver os trabalhos relativos a todas as etapas de realização previstas no PPRA. o apoio de pessoa ou de equipes de pessoas qualificadas.Transporte. em vigência a partir de 28. conf. Injetoras de Plásticos e Tratamento Galvânico de Superfícies nas Indústrias Metalúrgicas no Estado de São Paulo. No Estado de São Paulo. manutenção. operação.11. engrenagens. partida e parada das máquinas e equipamentos. reforma e ampliação. NR – 10 . dispositivos de acionamento. em suas diversas etapas. Armazenagem e Manuseio de Materiais: Destina-se a Operação de Elevadores. Guindastes.03. as empresas devem observar a Convenção Coletiva para Melhoria das Condições de Trabalho em Prensas e Equipamentos Similares.02. assinada em 29. correntes)? 3 – Existe proteção mecânica no ponto de operação (barreira de acesso)? . incluindo terceiros e usuários. execução.

o ar comprimido. travar movimentos. devidas. Observação: . entre as diversas obras disponíveis ver artigo publicado na Revista C & I – Controle & Instrumentação de abril de 2003. nas especialidades. Além da lista supra é de suma importância conhecermos e aplicarmos também as Normas Técnicas de Instalações de Máquinas mais recentemente publicadas. NR – 12 . principalmente. entre outras). as Instalações de Máquinas.4 – Existe proteção mecânica no ponto de operação (cortinas de luz ou similar)? 5 – Existe comando bi-manual (no caso de prensas em geral)? 6 – Não se usam luvas na operação de máquinas com partes móveis? 7 – As distâncias entre máquinas respeitam a Norma Regulamentadora nº 12? 8 – Existem botões para parada de emergência ao alcance do operador nas máquinas grandes e em várias posições de operação? 9 – Existe prevenção do efeito estroboscópio (as partes móveis parecem lentas ou paradas sob iluminação fluorescente)? 10 – As manutenções e intervenções em geral só ocorrem dentro do princípio de energia zero (desativar a eletricidade. 14153 e 14154. inspeção e supervisão de inspeção periódica das caldeiras e vasos de pressão.Caldeiras e Vasos de Pressão: São de competência do Engenheiro especializado nas atividades referentes ao projeto de construção. Considerando a NR – 13. Caldeiras e Vasos de Pressão. ao seu elevado grau de risco. 80 – Tecnologia de Segurança Humana em MÁQUINAS. quais as principais exigências e recomendações de segurança são as seguintes: . com os comandos etiquetados e bloqueados fisicamente? 11 – Em caso de dúvida consulte sempre o pessoal especializado e as normas regulamentadora e técnicas. A Norma exige treinamento específico para os seus operadores. partes suspensas. contendo várias classificações e categorias. Saliente-se também que as Caldeiras e Vasos de Pressão e suas instalações demandam bastante cuidado tendo em vista os riscos de Incêndios e de Explosões. a pressão hidráulica. tais como as seguintes:   ABNT NBR 14152.Para maior conhecimento e aprofundamento da tecnologia ref. acompanhamento de operação e manutenção. pg. ABNT NBR 13930.

no estabelecimento onde estiver instalada. contendo no mínimo. credenciado e registrado sendo que o não . A qualidade da água deve ser controlada e tratamentos devem ser implementados. Além disto nunca operar e trabalhar com a Caldeira em condições de risco tais como no caso de mau funcionamento ou falta na falta dos seguintes componentes: 1. em caso caldeiras combustível sólido.Obediência a todas as exigências e recomendações de segurança especificadas na NR –13. o Projeto da Instalação. bem como. deverão seguir sempre todas as recomendações técnicas especificadas na NR –13 e demais normas técnicas oficiais.atendimento a esta exigência caracteriza condição de risco grave e iminente. Na operação e funcionamento da Caldeira ou Vaso de Pressão não ultrapassar jamais a Pressão Máxima de Trabalho Permitida – PMTP ou a Pressão Máxima de Trabalho Admissível – PMTA. Instrumento que indique a pressão do vapor acumulado. o Prontuário atualizado da Caldeira ou Vaso de Pressão. o Projetos de Alteração ou Reparos executados e os Relatórios de Inspeção emitidos por Inspetores credenciados no Ministério do Trabalho. Equipamentos de alimentação de água. 4. no que concerne ao atendimento desta NR-13 e das Normas Técnicas de Instalação. Válvula de segurança com pressão de abertura ajustada em valor igual ou inferior a PMTA. em língua portuguesa. As inspeções de segurança e a manutenção das caldeiras e seus acessórios. bem como. bem como. Sistema de indicação e controle do nível de água ou outro sistema que evite o superaquecimento por alimentação deficiente. em local de fácil acesso aos operadores. As Caldeiras e Vasos de Pressão instalados devem ter fixado em seu corpo Placas de Identificação com todas as informações requeridas nas normas. nas Normas Técnicas referentes àsCaldeiras e Vasos de Pressãoinstalados. independente do sistema principal. a exemplo dos seguintes:      Projeto da instalação deve ser feito por firma ou escritório de engenharia com profissionais devidamente habilitados e credenciados para execução e instalações caldeiras a vapor. saúde e meio ambiente previstos nas Normas Regulamentados. 2. quando necessários para compatibilizar suas propriedades físico-químicas com os parâmetros de operação da caldeira. o Registro de Segurança. convenções e disposições legais aplicáveis. Possuir "Manual de Operação" atualizado.       Possuir. na obediência aos aspectos de segurança. 3. Executar as inspeções de segurança e a manutenção das caldeiras e seus acessórios. dos vasos de pressão. As Caldeiras e Vasos de Pressão devem ser fabricados e fornecidos por empresas devidamente habilitadas e credenciadas para fabricação e fornecimento da Caldeira ou Vaso de Pressão a ser instalado. bem como dos vasos de pressão dentro dos prazos estabelecidos nas normas. Toda caldeira a vapor deve estar obrigatoriamente sob operação e controle de operador de caldeira. .

Inflamáveis e Energia Elétrica. a cargo do médico ou do engenheiro do trabalho. informações. Radiações Ionizantes. levando-se em conta os riscos de acidentes e doenças do trabalho e as suas respectivas medidas de segurança. quando ocorre além dos limites de tolerância. tomada de decisões.Doença Osteomuscular. máquinas. comunicações dos elementos do sistema. organização e conseqüências do trabalho. Tolerância para Exposição ao Calor. NR – 18 . que não causará dano a saúde do trabalhador. NR – 16 . constante hoje das relações de doenças profissionais da Previdência. NR – 17 . a exemplo da NR16 . O termo DORT é muito mais abrangente que o termo LER. devidamente credenciado junto ao Ministério do Trabalho e Emprego. durante a sua vida laboral. Tanto a NR15 quanto a NR16 dependem de perícia. reconhecidos pela sua relação laboral.Ergonomia: Esta norma estabelece os parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas. hoje denominada DORT . Agentes Químicos e Poeiras Minerais. Observe-se que as LER .Fornos: Define os parâmetros para a instalação de fornos: Deve-se observar as legislações pertinentes nos níveis federal. Além disto considerar que as fontes de aquecimento dos fornos podem ser obtidas pela queima de combustíveis. isto é intensidade.Atividades Perigosas. natureza e tempo de exposição ao agente. ambiente.NR – 14 .Atividades e Operações Perigosas: Também considerada quando ocorre além dos limites de tolerância.Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção – PCMAT: O Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção . estadual e municipal. relacionada ao trabalho constituem o principal grupo de problemas à saúde. NR – 15 . pela eletricidade ou pela recuperação de gases quentes e que. portanto devem ser tomados todos os cuidados seguidas as recomendados a respeito das mesmas. em função do cronograma de uma obra. Ruído de Impacto. . processamento.Atividades e Operações Insalubres: Considerada atividade insalubre.PCMAT equivale ao “PPRA” da Construção Civil. As atividades insalubres estão contidas nos anexos da Norma e são considerados os agentes: Ruído contínuo ou permanente.Lesões por Esforços Repetitivos. São as atividades perigosas àquelas ligadas a Explosivos.Resume-se no elenco de providências a serem executadas.

sp.defesacivil.NR–19 .defesacivil.gov.br/ Prefeitura de São Paulo: http://www6. beneficiamento de minerais e pesquisa mineral.br. água entre outros). garimpos.Trabalhos subterrâneos: Destina-se aos trabalhos em minerações subterrâneas ou a céu aberto. pessoal treinado e equipamentos.sp.Proteção contra Incêndios: Todas as empresas devem possuir proteção contra incêndio.gov.gov. Defesa Cível do Estado de São Paulo: http://www. As empresas devem observar as normas do Corpo de Bombeiros sobre o assunto.Explosivos: Determina parâmetros para o depósito. Esta atividade possui várias outras legislações complementares.sp.br/secretarias/habitacao/cartilha_prevencao/0001 . DADOS COMPLEMENTARES: RELAÇÃO DE ALGUNS DOS GRANDES INCÊNDIOS OCORRIDOS NO BRASIL: Incêndios e Explosões são tipos de acidentes com grande potencial de destruição e mortes conforme visto nas tabelas anteriormente colocadas com a relação dos Acidentes Maiores ou Ampliados. NR–20 .Líquidos Combustíveis e Inflamáveis: Define os parâmetros para o armazenamento de combustíveis e inflamáveis.gov. manuseio e armazenagem de explosivos. NR–23 . Daí a extrema importância do conhecimento e emprego das técnicas de Combate a Incêndios disponíveis atualmente.prefeitura.polmil. condições sanitárias. Nesses trabalhos é necessário ter um médico especialista em condições hiperbáricas. NR–22 . saídas para retirada de pessoal em serviço e/ou público. NR–21 -Trabalho a céu aberto: Define o tipo de proteção aos trabalhadores que trabalham sem abrigo.br/ Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo: http://www. Na Internet estão disponíveis diversos endereços e “Links” que devem ser consultados:     Secretaria Nacional de Defesa Civil: http: //www. contra intempéries (insolação.sp.

que atua na prevenção e fiscalização de instalações e sistemas de segurança de edificações do município.514 de 1977. regulamentada pela Portaria nº 3.br/revisao_cb24. apesar do crescimento urbano e industrial. LEGISLAÇÕES: No âmbito federal:A Brigada de Incêndio está prevista na Lei nº 6. a qual tem sido reforçada por uma atuação maior dos legisladores. que contempla a I.277/99. que dá as diretrizes sobre Segurança e Medicina do Trabalho. tem aplicado normas e exigências próprias.T (Instrução Técnica) 17 que passou a integrar os parâmetros para o programa de Brigadas de Incêndio previstos na NBR nº 14.org/itemDetail. que regulamenta a segurança contra incêndio nas edificações de áreas de risco no Estado de São Paulo. com a morte de 187 pessoas. Também houve uma maior conscientização prevencionista.asp? Ano Edifício Cidade Mortos Feridos 1961 Penitenciaria Taubaté 152 1966 Circo Niterói 350 1972 Andraus São Paulo 16 300 1974 Joelma São Paulo 187 400 1981 Grande Avenida São Paulo 17 52 1996 Plaza Shopping Osasco 42 400 A partir do incêndio do Joelma (1974).276/99 e para os Campos de Treinamento de Combate a Incêndio a NBR 14. que atendessem as exigências ambientais da CETESB.076 de 31. começou a haver maior conscientização e preocupação da população e de todos os órgãos. com locais apropriados para estes treinamentos. até com os Treinamentos de Brigadas de Incêndio. tem contribuindo para que as estatísticas de grandes incêndios sejam reduzidas ou neutralizadas.htm NFPA – “National Fire Protection Association” – em portugues: http://www. com a Prevenção de uma forma mais ampla.nfpa. inclusive.01. A implantação destes centros de Treinamentos para Brigadas de Incêndio.08.  ABNT: CB–24. em vigor a partir de 23 de Abril de 2002.214/78. No âmbito municipal:Cada Prefeitura através do seu CONTRU (Departamento de Controle de Uso de Imóveis). com Leis e Normas mais específicas. . através da NR 23. Comitê Brasileiro de Segurança contra Incêndio: http://www. No âmbito estadual:O programa de Brigada de Incêndio está previsto no Decreto Estadual nº 46.org. desde a especificação de materiais aos sistemas de proteção.abnt.

titânio. alumínio. acetileno. Casas de Força. querosene. Gasolina. tecidos. também contempla diretrizes que se satisfeitas. Eletricidade: Usinas Termoelétricas. couro. através do Instituto de Resseguros do Brasil (IRB) e da Circular 006/92 da SUSEP. resina. Casas de Máquinas. zircônio. transformadores. Portanto o CB-24 é o órgão responsável dentro da ABNT pelo planejamento. ceras. Metais pirofóricos: magnésio. CLASSES DE FOGO E EXTINTORES RECOMENDADOS DE SE USAR: Classes de Incêndio A B C D Tipos de material Combustível / área onde ocorre o incêndio. óleo. pois estas reduzem drasticamente riscos e conseqüentemente o custo dos seguros. com sede no Comando do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo. Tipos de Extintores Portáteis recomendados de serem utilizados: X => Principal. Madeira. coordenação e controle das atividades de elaboração de Normas relacionadas com os assuntos de Segurança contra Incêndio. cortinas. (X) => Condicionalmente. CERTIFICAÇÃO: Em 1970 é instalada a Comissão Brasileira de Proteção Contra Incêndio. borracha. gás de petróleo. papéis. Eletrodomésticos. gás de iluminação. recebendo a denominação de CB-24.No âmbito securitário: O legislador. bonifica o prêmio pela implantação de Brigadas de Incêndio. entre outros. tapetes. No âmbito Civil e Criminal:Vale aqui destacar: que o investimento preventivo na segurança e na manutenção minimiza possível ação judicial de responsabilidade Civil e/ou Criminal. graxas. álcool. como responsável dentro da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas – pela normalização do setor e que a partir de 1990 foi reformulada como Comitê Brasileiro de Segurança contra Incêndio. Subestações. A Água pressurizada ou água-gás Espuma CO 2 (Dióxido de Carbono) Químico Seco Químico Seco ABC ou especial Sistemas de Combate a Incêndios: Classes de Incêndio B X X (X) CD X XX XX X . éter. através da tarifação de seguros de Incêndio do Brasil (TSIB).

periculosidade. Principais tipos de Sistemas de Combate a Incêndios existentes:                 Sistemas de Extintores de Incêndios. evitando perdas de vida. Sistemas de Sinalização de Segurança contra Incêndios. Possibilitar a saída em tempo hábil das pessoas em condições seguras. Sistemas de Contenção para instalações de Reservatórios de Combustíveis. Minimizar as possibilidades de propagação do fogo.Os Sistemas de Combate a Incêndios são projetados e instalados com os seguintes objetivos principais:       Garantir a segurança das pessoas e de uma edificação em um nível adequado nos casos de ocorrência de um incêndio. a exemplo do césio em Goiás. Sistemas de Hidrantes. Deve-se observar.Resíduos Industriais: Trata da eliminação dos resíduos gasosos. sólidos. Os tipos de Sistemas acima referidos devem ser compatíveis com o tipo de instalação a que se destinam e inclusive para a Carga de Incêndio prevista e calculada. nas Convenções Coletivas de Trabalho de sua categoria se existe algum item sobre o assunto. NR–25 . Sistemas de Escadas de Segurança. radioativo. também. Sistemas de Iluminação de Emergência. Remete às disposições contidas na NR15 e legislações pertinentes nos níveis federal. Facilitar as ações de socorro. . estadual e municipal. líquidos de alta toxidade. Brigadas Contra Incêndios. Sistemas de “Sprinklers”. NR–24 .Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais do Trabalho: Todo estabelecimento deve atender as denominações desta norma. Bombeiros. Sistemas de Proteção contra Descargas Atmosféricas. Sistemas de Proteção para Resistência Estrutural. que o próprio nome contempla. Sistemas de Compartimentação. Sistemas Fixos de CO 2 e de Gases para Extinção do Fogo. Minimizar os danos ao patrimônio em casos de incêndios. risco biológico. Facilitar as ações de combate ao fogo. Sistemas de Espuma e de Resfriamento. se houver. a observância desta norma. Sistemas de Detecção e alarmes de Incêndio. Cabe a CIPA e/ou ao SESMT. Sistemas de Esvaziamento rápido para instalações de Fluídos Térmicos Orgânicos.

na navegação marítima de longo curso. através da Medida Provisória nº 1. assim como aos demais trabalhadores que exerçam atividades nos portos organizados e instalações portuárias de uso privativo e retro-portuárias. e embarcações de apoio marítimo e portuário. concede prazo para a regularização e/ou defesa. do artigo 200 da CLT.NR–26 .Sinalização de Segurança: Determina as cores na segurança do trabalho como forma de prevenção evitando a distração.Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho Portuário: Tem por objetivo Regular a proteção obrigatória contra acidentes e doenças profissionais.Fiscalização e Penalidades: Toda norma regulamentadora possui uma gradação de multas. A sua existência jurídica está assegurada em nível de legislação ordinária. com currículo do Ministério do Trabalho e Emprego.Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho Aquaviário. na cabotagem. risco na segurança e risco em medicina do trabalho. A observância desta Norma Regulamentadora não desobriga as empresas do cumprimento de outras disposições legais com relação à matéria e outras oriundas de convenções.5756. facilitar os primeiro socorros a acidentados e alcançar as melhores condições possíveis de segurança e saúde aos trabalhadores portuários. baseado em critérios técnicos. o Decreto nº 99.Registro Profissional do Técnico de Segurança no Ministério do Trabalho e Emprego: Todo técnico de segurança deve ser portador de certificado de conclusão do 2º grau de Técnico de Segurança e Saúde no Trabalho. acordos e contratos coletivos de trabalho. para cada item das normas. no serviço de reboque em alto-mar. As disposições contidas nesta NR aplicam-se aos trabalhadores portuários em operações tanto a bordo como em terra. de 19/09/90 que promulga a Convenção nº 152 da OIT.534. NR–28 . Estas gradações são divididas por número de empregados. autua o estabelecimento. O agente da fiscalização. confusão e fadiga do trabalhador. devidamente registrado através das DRT regionais. bem como em plataformas marítimas e fluviais. Quando constatar situações graves e/ou iminentes ao risco à saúde e à integridade física do trabalhador propõe à autoridade regional a imediata interdição do estabelecimento. situadas dentro ou fora da área do porto organizado. de 27/11/97. na navegação interior. NR–29 . faz a notificação. NR–27 . NR–30 . (NR em fase de Consulta Pública): Aplica-se aos trabalhadores de toda embarcação comercial utilizada no transporte de mercadorias ou de passageiros. . quando em deslocamento. bem como cuidados especiais quanto a produtos e locais perigosos.

bem como daqueles que exercem atividades de promoção e assistência à saúde em geral. de 8 de junho de 1973. NR–32 .EPI: .889. NRR-3 . bem como a falta de controle da concentração de oxigênio presente no ambiente. Normas Regulamentadora Rurais: Conforme Lei nº 5.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho Rural .Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados. (NR em fase de Consulta Pública): Tem como objetivo estabelecer os requisitos mínimos para identificação de espaços confinados. bem como. A sua existência jurídica é assegurada por meio do artigo 13 da Lei nº.889. a Portaria nº 3. 5.889. A sua existência jurídica é assegurada por meio do artigo 13 da Lei nº 5. NRR-1 . (NR em fase de Consulta Pública): Tem por finalidade estabelecer as diretrizes básicas para a implementação de medidas de proteção à segurança e à saúde dos trabalhadores em estabelecimentos de assistência à saúde. em função do número de empregados que possuam. 5. NRR-2 . A sua existência jurídica é assegurada por meio do artigo 13 da Lei nº. de 8 de junho de 1973. a qual institui Normas Reguladora do Trabalho Rural. a obrigatoriedade de organizar e manter em funcionamento uma Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.CIPATR: Estabelece para o empregador rural.Disposições Gerais: Estabelece os deveres dos empregados e empregadores rurais no tocante à prevenção de acidentes do trabalho e doenças ocupacionais.Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho em Estabelecimentos de Assistência à Saúde.SEPATR: Estabelece a obrigatoriedade para que as empresas rurais.067 de 12 de abril de 1. de forma a garantir permanentemente a segurança e saúde dos trabalhadores. monitoramento e controle dos riscos existentes. de 8 de junho de 1973.Serviço Especializado em Prevenção de Acidentes do Trabalho Rural .988. organizem e mantenham em funcionamento serviços especializados em Segurança e Medicina do Trabalho.Equipamento de Proteção Individual .NR–31 . de 8 de junho de 1973. seu reconhecimento. Espaço confinado é qualquer área não projetada para ocupação humana que possua ventilação deficiente para remover contaminantes. visando à prevenção de acidentes do trabalho e doenças ocupacionais no meio rural. NRR-4 .889.

A sua existência jurídica é assegurada por meio do artigo 13 da Lei nº 5. do grau de risco do porte da empresa.3 – Estrutura de pessoal necessária para compor a Gerência de Segurança em uma Empresa: A estrutura de pessoal de uma Diretoria.Estabelece a obrigatoriedade para que os empregadores rurais forneçam. alicerçando seus trabalhos nas áreas da Organização. conforme seja o Grau de Risco e o número de empregados no estabelecimento. Gerenciamento dos riscos. de 8 de junho de 1973. direta ou indiretamente impõem uma estrutura mínima de pessoal qualificado. a seus empregados Equipamentos de Proteção Individual adequados ao risco e em perfeito estado de conservação. além da política de Segurança seguida pelas Empresas é de fundamental importância para que os bons resultados sejam obtidos. do histórico além dos padrões internos e políticos de cada empresa. NRR-5 . As empresas estruturadas têm assim a possibilidade de planejar e trabalhar de modo preventivo. Contudo a obrigatoriedade do cumprimento ao estabelecido nas diversas Normas Regulamentadora acima mencionadas. tais como. com a execução de ações tais como:      Treinamento de pessoal em técnicas de prevenção de acidentes. visando à prevenção de acidentes do trabalho e doenças ocupacionais. Gerência ou Departamento de Segurança das Empresas varia de acordo com as características das mesmas. da Tecnologia e na de Recursos Humanos.889. gratuitamente. A sua existência jurídica é assegurada por meio do artigo 13 da Lei n o 5. 8. exige o emprego do seguinte quadro de pessoal (Vide Quadros I e II anexos a NR – 4): a) Engenheiro de Segurança do Trabalho . de 8 de junho de 1973.Produtos Químicos: Estabelece os preceitos de Segurança e Medicina do Trabalho Rural a serem observados no manuseio de produtos químicos.engenheiro ou arquiteto portador de certificado de conclusão de curso de especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho. a fim de protege-los dos infortúnios laborais. em nível de pósgraduação. E diversas outras atividades importantes voltadas para a Segurança e a Medicina do Trabalho. Gerenciamento das emergências.889. . Análises de riscos. Esta estrutura de Segurança do Trabalho. Exemplos:  A NR-4 / Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho – SESMT.

Para sua aplicação. A NR-9 / Programa de Prevenção dos Riscos Ambientais cuida do controle dos riscos ambientais que podem causar a ocorrência de acidentes do trabalho. NIOSH e outras) de acordo com os diversos itens e matérias indicadas.auxiliar de enfermagem ou técnico de enfermagem portador de certificado de conclusão de curso de qualificação de auxiliar de enfermagem do trabalho. ASTM. em nível de pós-graduação.enfermeiro portador de certificado de conclusão de curso de especialização em Enfermagem do Trabalho. NEC. d) Auxiliar de Enfermagem do Trabalho . c) Enfermeiro do Trabalho . conforme demonstra seu próprio conteúdo. Em geral o atendimento as exigências das diversas Normas Regulamentadora demanda o emprego de um pessoal técnico e qualificado em uma vasta gama de especialidades profissionais. em nível de pós-graduação. A NR – 23 / Proteção contra Incêndios por sua vez. ministrado por instituição especializada reconhecida e autorizada pelo Ministério da Educação. todavia. API. A NR-7 / Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional por sua vez cuida da execução dos diversos tipos de exames médicos a serem feitos para efeito do acompanhamento da saúde dos trabalhadores. acidentes ampliados e que podem também provocar as doenças profissionais e as doenças do trabalho. ministrado por universidade ou faculdade que mantenha curso de graduação em enfermagem. . dimensionada de acordo com as características das empresas (Vide Quadros I. OHSAS. exige que hajam pessoas adestradas no uso correto dos equipamentos de combate a incêndios. do Ministério da Educação. ver o caso da NR – 13 Caldeiras e Vasos de Pressão.médico portador de certificado de conclusão de curso de especialização em Medicina do Trabalho. faz-se necessário a consulta das Normas Técnicas específicas. II e III anexos a NR – 5). BS. e) Técnico de Segurança do Trabalho: técnico portador de comprovação de registro profissional expedido pelo Ministério do Trabalho. ASME. 9 – Seguranças em Instalações e Serviços de Eletricidade. NFPA.b) Médico do Trabalho . reconhecida pela Comissão Nacional de Residência Médica. ambos ministrados por universidade ou faculdade que mantenha curso de graduação em Medicina.     De outro lado a NR-5 / Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA exige a constituição de uma comissão formada por representantes dos empregadores e representantes dos empregados. Por exemplo. ou portador de certificado de residência médica em área de concentração em saúde do trabalhador ou denominação equivalente. NR – 10 e demais Normas Técnicas: As Normas Regulamentadora apontadas no item anterior aplicam-se ao exercício legal da matéria no que se refere a Segurança e Medicina do Trabalho. nacionais (ABNT) e/ou internacionais (ISO. entre outros diversos.

nas Instalações.Especificação. NBR 14039:03 . RECOMENDAÇÕES DA COPEL http://www.copel. Universidades. NBR 9518 / 97 . NBR 5420 – Equipamentos Elétricos para Atmosferas Explosivas – Invólucros com Pressurização ou Diluição Contínua – Tipo de Proteção “p” Especificação. NBR – 5414 / Instalações Elétricas de Alta Tensão. NBR – 5410 / 1990 / Instalações Elétricas de Baixa Tensão. nas pgs. Hemus Editora Ltda.0 kV a 36.Terminologia. NB .Equipamentos Elétricos para Atmosferas Explosivas . Operação e Manutenção: Relacionamos abaixo algumas das principais Normas Técnicas. Trata-se da aquisição do “know-how” e dos Conhecimentos Técnicos acumulados pelas Empresas. de acordo com o assunto e a necessidade. NBR 9883 . de Apresentação à Edição Brasileira.Instalações elétricas de média tensão de 1. NBR 8370 . Montagem.Especificação. NBR 5363 – Equipamentos Elétricos para Atmosferas Explosivas – Invólucros à prova de explosão – Tipo de Proteção “d” . A título de exemplo. NBR .79 / 67 Execução de Instalações Elétricas de Alta Tensão.Equipamentos Elétricos para Atmosferas Explosivas – Requisitos gerais – Especificação. Associações e Organizações existentes no Brasil e no mundo deverá ser considerada e assimilada. NBR – 5419 / Proteção de Edificações contra Descargas Elétricas Atmosféricas. tais como:                NB .3 / 60 Execução de Instalações Elétricas de Baixa Tensão. Fabricantes de Equipamentos. e procedimentos utilizados nos Projetos.nsf . NBR 14153 – Segurança Humana em Máquinas. Concessionárias de Serviços Públicos. ver as normas relacionadas no livro Instalações Elétricas.14039 / Instalações Elétricas de média Tensão.1 – Aspectos técnicos ligados a novos Projetos. na Operação e na Manutenção de Instalações Elétricas em geral. Fabricação.2 kV. Centros de Pesquisas. Além das normas acima referidas faz-se necessário. NBR – 5418 / Instalações Elétricas em Atmosferas Explosivas. especificamente os ligados a Segurança e Proteção das pessoas e das Instalações.com/pagcopel. além de diversos outros livros técnicos publicados.9. Por exemplo: 9. consultar também diversas outras Normas Técnicas. O Conhecimento Técnico e a Tecnologia utilizada por Fornecedores de Equipamentos.Equipamentos Elétricos para Atmosferas Explosivas de Segurança Aumentada – Tipo de Proteção “e” . NBR 8447 . Antonio Bossi e Ezio Sesto. os quais são da mais alta valia em termos da técnica e da segurança.2 – GUIA DE SEGURANÇA NAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS CONF.Equipamentos Elétricos para Atmosferas Explosivas de Segurança Intrínseca Tipo de Proteção “i” .Especificação. Empresas de Engenharia de Segurança do Trabalho e Medicina do Trabalho.

Nas recomendações da COPEL abaixo colocadas temos os procedimentos de segurança para manutenção em sistemas elétricos em baixa tensão (BT) e alta tensão (AT). I. NORMAS ABNT, NR e COPEL: Normas Brasileiras que regulamentam a segurança no trabalho, em instalações elétricas: Associação Brasileira de Normas Técnicas - www.abnt.org.br; Ministério do Trabalho e Emprego - www.mte.gov.br; Normas Técnicas da COPEL - www.copel.com.br NR–6 - Equipamento de Proteção Individual - EPI (1006.000-7): Para os fins de aplicação desta norma, considera-se Equipamento de ProteçãoIndividual - EPI todo dispositivo de uso individual, de fabricação nacional ou estrangeira, destinado a proteger a saúde e a integridade física do trabalhador. NR–10 - Instalações e Serviços em Eletricidade: Esta norma, recentemente revisada, fixa as condições mínimas exigíveis para garantir a segurança dos empregados que trabalham em instalações elétricas, em suas diversas etapas, incluindo projeto, execução, operação, manutenção, reforma, ampliação e a segurança de usuários e terceiros. NBR–5410 - Instalações Elétricas de Baixa Tensão: Esta norma fixa as condições a que devem satisfazer as instalações elétricas de baixa tensão, a fim de garantir seu funcionamento adequado, a segurança de pessoas e animais domésticos e a conservação dos bens. NBR–14039 - Instalações Elétricas de Alta Tensão Esta norma fixa as condições exigíveispara o projeto e a execução de instalações elétricas de alta tensão, com tensão nominal de 1,0 kV a 36,2 kV, à freqüência industrial, de modo a garantir segurança e continuidade de serviço. II. EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA RECOMENDADOS: Para garantia de segurança dos profissionais envolvidos no projeto, a COPEL recomenda a aquisição dos seguintes equipamentos: a) EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA INDIVIDUAL – EPI utilizados em eletricidade:

Capacete de segurança com isolamento para eletricidade;

      

Meia bota isolada; Óculos de segurança incolor e com proteção contra raios ultravioletas; Roupas de algodão; Luvas de borracha isolantes BT e AT; Luvas de pelica para proteção das luvas de borracha; Luvas de raspa para trabalhos rústicos; Cinturão de segurança com talabarte para trabalhos em grandes alturas.

b) EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA COLETIVOS – EPC:
    

Vara de manobra isolada; Conjunto de aterramento temporário; Detector de tensão; Cones e bandeirolas de sinalização; Escadas com isolamento próprias para trabalho com eletricidade.

Saiba mais sobre equipamentos de segurança: Associação Brasileira da Indústria Elétrica Eletrônica - www.abinee.org.br Associação Nacional da Indústria de Materiais de Segurança e Proteção ao Trabalho www.animaseg.com.br III. PROCEDIMENTOS RECOMENDADOS PARA MANUTENÇÃO: A) Introdução: Execute as manutenções somente com pessoal capacitado. Efetue a análise de risco da tarefa com os envolvidos e exija a utilização de equipamentos de proteção e ferramentas adequadas. Nos desligamentos programados ou não programados, o responsável pelo trabalho deve tomar as providências necessárias à segurança da equipe e de terceiros. Sempre registre as alterações implementadas no sistemae mantenha os operadores dos equipamentos informados. Evite adaptações ou alterações das características originais dos equipamentos elétricos. B) Procedimentos: A COPEL recomenda os seguintes procedimentos para isolamento da área na qual será executada a intervenção: PROCEDIMENTOS PRELIMINARES EXECUÇÃO DA TAREFA:

1. Quando necessário solicite à COPEL que a COPEL faça o desligamento da unidade (a ligação telefônica é gratuita); 2. Trave mecanicamente, através de cadeado, as chaves seccionadoras; 3. Retire dos cartuchos das chaves fusíveis; 4. Bloqueie o religamento remoto de disjuntores; 5. Sinalize o poste com placas de advertência: “ATENÇÃO NÃO OPERE ESTE EQUIPAMENTO”; 6. Isole o local com cordas, bandeirolas e cones para delimitar a área; 7. Delimite as distâncias mínimas de segurança entre os locais de trabalho e partes energizadas com sinalização apropriada, levando em consideração o quadro abaixo: Tensão Nominal (kV) Distância Mínima (metros) 13,8 0,60 34,5 1,00 69,0 1,10 138,0 1,80 230,0 2,00 8. Teste a linha ou rede com o uso de detector de tensão: Observação: - Antes de efetuar testes elétricos ou abertura de equipamentoselétricos para manutenção, verifique que a umidade relativa do ar esteja inferior a 70%; 9. Instale o conjunto de aterramento temporário na BT e na AT; 10. Esteja certo de que todos compreendam o planejamento, e saibam exatamente seu papel dentro do processo; 11. Utilize ferramentas em perfeitas condições de uso e em quantidade suficientes; 12. Evite improvisações. Lembre-se que o planejamento serve para evitar problemas durante a execução do trabalho; 13. Faça supervisão constante;

o qual adquire e traz desde as mais remotas épocas da existência humana. 18. 17. evitando que outras pessoas os utilizem inadvertidamente. 21.com. dos Riscos. 16. 20. Retire a sinalização. CONCLUSÃO DOS SERVIÇOS: 15. Sobre estes aspectos não podemos esquecer do alcance e da importância dos seguintes fatores:   Da extrema valia que tem o Instinto de Conservação das Pessoas. Faça uma inspeção nas instalações. Recoloque os cartuchos.copel. ou solicite que a COPEL o faça.PERIGOS. 19. Lembramo-nos principalmente das ocorrências de maior gravidade intituladas de ACIDENTES AMPLIADOS / MAIORES. Dicas: Saiba mais sobre equipamentos de segurança: Para saber mais sobre segurança na manutenção de instalações elétricas.1 – Conceitos: Ao considerarmos os diversos aspectos abrangidos pela Segurança do Trabalho imediatamente nos lembramos dos conceitos dosPerigos existentes. . Retire os aterramentos temporários. IV. Da importância de exercermos o Espírito de Cidadania. GESTÃO DE RISCO E DE EMERGÊNCIAS: 10.14. Retire placas de sinalização. do Profissionalismo e da Autoestima. Após a conclusão dos serviços.br ou entre em contato com o COPEL. acesse o “Site” www. Faça o religamento. RISCOS E EMERGÊNCIAS.e das Emergências que ocorrem. 10 . recolha sobras de materiais que ficarem pelo chão. Afaste todas as pessoas das partes que deverão ser energizadas.

pode ainda não ter sido assimilada por completo. todavia que no mundo atual somente uma parte dos riscos existentes já foi assimilada e absorvida pelo Instinto de Conservação das pessoas. E muitas diversas outras situações da vida. Naufrágios. necessários. Dos Meios de Transporte. o desenvolvimento de um instinto de autoconservação e segurança. Terremotos. Da Energia Atômica. podemos nos lembrar aqui das seguintes casos:        Da Eletricidade. Só como exemplo. Por exemplo: Sabemos dos riscos e perigos envolvendo os seguintes casos:           O risco do Trabalho nas alturas e o risco da queda. os quais devem ser estudados e aprofundados. no que se refere à execução dos trabalhos com Segurança e Qualidade. ficasse estabelecida uma autodefesa primária. Da Aviação. é de máxima importância proporcionar e executarmos os Programas de Treinamento. até podemos ter informações atualizadas a respeito. existem riscos menos conhecidos e dominados. Os riscos de incêndios e de explosões. O risco dos raios nas tempestades. sob o ponto de vista racional. O risco do afogamento das pessoas. PRINCÍPIOS DE GESTÃO DE RISCOS: . natural e instintiva com reações de conservação rápidas e instantâneas. de modo que. na maioria das pessoas. principalmente os relativos as novas e mais recentes tecnologias. Assim. bem como. Avalanches. ao lado destes riscos e perigos mais conhecidos. o aperfeiçoamento contínuo dos trabalhadores e de todos profissionais que atuam nas Empresas existentes. Relativamente a estas Tecnologias historicamente mais recentes. E demais outras tantas Tecnologias historicamente recentes. O perigo de lesões por objetos ou ferramentas de corte. Riscos de Inundações e dos deslizamentos de terras. Ocorre. Dos Combustíveis. porém que. haja uma grande conscientização de todo o trabalho e dos meios de proteção necessários. Da Bio – Tecnologia.Não podemos nos esquecer. no que se refere aos riscos derivados destas novas tecnologias. mas mesmo assim. de modo que.

que resulta de interações complexas entre fatores físicos. com os dizeres “PERIGO DE MORTE”. 4 – Os acidentes ocorrem porque a mente se envolve tanto com o trabalho que se esquece do corpo. o acidente é um fenômeno de natureza multifacetada. que com a permissão e acompanhado de técnicos habilitados. o perigo de choques elétricos. bem como. nos Painéis Elétricos. . No entanto.. incêndios e explosões estão bastantes presentes nas Subestações. como “Proibido a Entrada de Pessoas não Autorizadas” ou aquele outro utilizando o símbolo de um Raio. entre outros. É muito útil também o uso e o efeito provocado pelos Cartazes Admoestadores bastante utilizados em Instalações Elétricas. o qual normalmente está colocado nas portas dos diversos painéis elétricos e cabines de força. por exemplo. as demarcações de área. 3 – Um indivíduo sozinho não consegue controlar os riscos envolvidos na sua atividade. como o da Caveira com as duas Tíbias cruzadas. nas Cabines de Distribuição. psicológicos. químicos. existe um consenso com base na experiência acumulada dos especialistas quanto à validade dos seguintes princípios: 1 – Nas organizações e sociedades. ergonômicos. esposa e toda a sua família. numa Instalação Industrial. não é difícil a compreensão das conseqüências tristes e adversas que ocorrem com a perda de vida do trabalhador e o sofrimento para seus filhos. Editora Atlas S. técnicos. No que se refere à Eletricidade. Aspectos humanos. nas Instalações Elétricas. visitar estas partes de uma Instalação Elétrica. curtos-circuitos. as quais servem para nos alertar dos perigos que rondam aquela instalação. nos CCM. recomenda-se se manter sempre a distância dos diversos componentes e até a mesmo colocar as duas mãos no bolso. para chamar a atenção das pessoas que se aproximam das partes de uma Instalação Elétrica. nas Salas de Despacho. apesar do silêncio. além do uso dos EPI e EPC necessários. 1.A. nos Quadros de Força. Relativamente à ocorrência dos acidentes. biológicos. Consideremos também os demais avisos e alertas por escrito. o que mais desperta a nossa atenção é a movimentação relativamente silenciosa dos motores elétricos. Benedito Cardella. os quais estimulam a ficar de alerta. de modo a não tocar em nada. sociais e culturais. 2 – Todos os acidentes podem ser evitados.999).(Consultar o livro de Segurança no Trabalho e Prevenção de Acidentes. educacionais e sociais: Para os que já vivenciaram de perto situações reais envolvendo Acidentes do Trabalho de maior gravidade. Aos visitantes ou a alguém que não conheça ou trabalhe numa determinada instalação. em contrapartida com a movimentação mecânica e dos ruídos diversos presentes nos processos industriais.

sejam os de Instalações Elétricas mais simples até os de Instalações Elétricas mais complexas. As Instalações Elétricas. Em qualquer caso. Assim. Acidentes. Vários outros conceitos e exemplos ligados à segurança podem ser citados:          Incidentes. Para que tenhamos sucesso nos assuntos ligados as Seguranças além de todo o estudo e formação envolvidos necessitam também do apoio por parte da hierarquia. Efeitos. dos avisos colocados e de toda a precaução envolvida. seus componentes são bastante silenciosos e estáticos. Um risco poderá estar presente.Mesmo com todo o treinamento. . devido às precauções tomadas para minimizá-lo. uma vez que esteja energizado. Perigo. Entretanto. Exposição. Haverá um alto nível de perigo se o banco estiver desprotegido. o risco será menor para o pessoal. comparativamente as demais partes das instalações industriais. O mesmo risco estará presente quando os transformadores estiverem trancados num cubículo sob o piso. servindo como alerta. no meio de uma área de pessoas. Natureza. É preciso também que as instalações sejam executadas seguindo-se as recomendações indicadas nas Normas Técnicas e das Normas Regulamentadora existentes. o impacto emocional destes símbolos é bastante profundo. um banco de transformadores de alta tensão possui um risco inerente de eletrocussão. Causas. o risco de certa forma poderia passar despercebido para o trabalhador comum sem um treinamento específico. daí a importância do uso dos EPI e dos EPC além do emprego dos símbolos acima referidos. Riscos. Naturalmente isto só não é o bastante. Testemunhos dados em reuniões e congressos realizados relatam e enfocam sempre este lado da questão. mas deverá haver um baixo nível de perigo. de modo que. além de toda dedicação e motivação. é da maior importância um enfoque especial de todos os aspectos ligados a Segurança dos Trabalhadores e de todas as pessoas possíveis ao redor. Fatos.

Danos humanos.     Falhas humanas. RISCO: Probabilidade de possíveis danos dentro de um período de tempo definido ou ciclos operacionais . PERIGO = ____________________________ MEDIDAS DE CONTROLE D RISCO e outra maneira: Exemplo: Situação: Trabalho de limpeza e desengraxamento de peças com solventes.Uma condição ou situação (de uma variável) com potencial para causar danos. PERIGO: .“RISK”. Neste caso:  Risco: Intoxicação. Altura de Altura de trabalho muito maior Trabalho em altura Queda Fatal Trabalho que a altura do indivíduo. Trabalho em Redução da Dose de Ruído Dose maior que 1 ou 100% ambiente ruidoso Capacidade Auditiva Diária RISCO ou “HAZARD”: . Danos financeiros.Parâmetro que caracteriza uma relativa exposição a um risco. MEDIDAS DE CONTROLE PERÍGO: . É a exposição que favorece a “materialização” do risco como causa de um fato catastrófico (acidente) e dos danos resultantes . Falhas de instalação. Danos materiais. RISCO SITUAÇÃO Trabalho com chapas aquecidas VARIÁVEL CONDIÇÃO Temperatura da Temperatura da chapa muito Queimaduras Chapa maior que a temperatura da pele.“DANGER”.

QUANTO
À EXPOSIÇÃO AO RISCO: Nenhuma Uso de máscara filtrante (EPI) Limitação do Tempo de exposição (se viável) Automatização do processo (não há necessidade do operador no recinto). Alto Moderado a baixo Baixo Praticamente nulo

Como podemos verificar no exemplo acima colocado em função das possíveis medidas tomadas o perigo diminui. Resumidamente então: Risco  Perigo ou Possibilidade de perigo. O Risco de eventos perigosos é função de 2 fatores: Da Freqüência com que estes eventos ocorrem e das Conseqüências destes eventos, tais como:
 

Ocorrência de Danos materiais; Ocorrência de vítimas, com lesões e/ou mortes.

As ações para minimização dos riscos demandam tempo e, portanto exigem estudos e planejamento constantes. Portanto temos: * Risco = f (Freqüência x Conseqüência). 10.2 - Emergência  Ocorrência de qualquer Situação perigosa ou Situação crítica: Nas situações de emergência os fatores de riscos emergem do campo virtual passando para a situação real e gerando danos e perdas, algumas vezes fatais. Quando ocorre uma Emergência geralmente temos a ocorrência de uma cadeia de eventos indesejáveis. O primeiro evento desta cadeia é chamado evento iniciador ou demanda. O Controle da emergência compreende das seguintes etapas:

Detecção; Mobilização; Intervenção.

Na intervenção por sua vez teremos as seguintes ações:

Recomposição da Contenção; Combate; e Defesa.

Todas estas ações demandam preparativos, treinamentos, testes e provas, os quais devem ser executados preventivamente e regularmente de modo a prepararmos as equipes para as possíveis emergências que porventura venham a ocorrer. O sucesso do combate e do controle das emergências dependerá da precisão das ações tomadas e da rapidez com que as mesmas são executadas. 10.3 – Segurança  Situação livre de perigo Segurança = função inversamente proporcional ao Risco = f (1 / Risco). 11 – Técnicas de Identificação de Perigos, de Análise e de Avaliação dos Riscos: 11.1 – INTRODUÇÃO. 11.2 – TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS. 11.2.1 – TÉCNICA DE INCIDENTES CRÍTICOS – TIC. 11.2.2 – WHAT-IF (WI). 11.2.3 – “BRAINSTORMING”. 11.2.4 – “CHECK LIST” – Lista de verificações. 11.3 – TÉCNICAS DE ANÁLISE DE RISCOS. 11.3.1 – ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS - APR. 11.3.2 – ANÁLISE DE MODOS DE FALHA E EFEITOS - AMFE. 11.3.3 – ANÁLISE DE OPERABILIDADE DE PERIGOS - HAZOP. 11.4 – TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS. 11.4.1 – ANÁLISE DE ÁRVORE DE EVENTOS – AAE. 11.4.2 – ANÁLISE POR DIAGRAMA DE BLOCOS – ADB. 11.4.3 – ANÁLISE DE CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS – ACC. 11.4.4 – ANÁLISE DE ÁRVORE DE FALHAS – AAF.

11.4.5 – MANAGEMENT OVERSIGHT AND RISK TREE – MORT. 11.4.6 – ANÁLISE COMPARATIVA. 11.4.7 – ANÁLISE PELA MATRIZ DAS INTERAÇÕES. 11.4.8 – INSPEÇÃO PLANEJADA. 11.4.9 – REGISTRO E ANÁLISE DE OCORRÊNCIAS – RAO. 11.1 – INTRODUÇÃO: Para termos uma visão geral do contexto, resumidamente é colocado abaixo o quadro da situação mundial no período compreendido entre o término da 2ª Guerra Mundial, passando pela Guerra Fria e pela Corrida Espacial e chegando aos tempos mais recentes, por ocasião da queda do muro de Berlim e do aparecimento da Política de Globalização dos mercados. Nesta época os graves acidentes ocorridos no mundo tiveram impacto sobre a opinião pública, levando os governos e as empresas a buscarem meios mais eficientes de proteção e segurança. (Ver quadros de acidentes maiores ou ampliados, tais como os acidentes aeroespaciais, os acidentes em Usina Nucleares, os acidentes em Industrias Químicas, como o ocorrido em Bhopal e outros tantos, conforme dados anteriormente tabelados). Os governos, a opinião pública e as entidades ligadas à tecnologia, as indústrias e a segurança do trabalho mobilizaram-se então objetivando o aumento da segurança das instalações industriais e a diminuição dos acidentes maiores ou ampliados. Houve a necessidade de melhorar e desenvolver novos instrumentos para a solução dos problemas ligados à segurança, como as Técnicas de Identificação de Perigos, de Análise e de Avaliação dos Riscos, bem como, de Sistemas de Gestão da Qualidade e Meio Ambiente. Portanto, foram desenvolvidas ferramentas de Análise dos Perigos, de Riscos e de Acidentes, para obtermos melhores e maiores níveis de segurança total em áreas como a da aeronáutica, aeroespacial e nuclear. Os conceitos de perigo, de risco, de confiabilidade, de modos de falha, MTBF (Tempo médio entre falhas), bem como, as técnicas e metodologias aplicadas pela Segurança de Sistemas, antes utilizadas principalmente nas áreas militar e espacial, evoluíram e progrediram a partir da década de 70 para aplicação nas áreas industriais e de serviços públicos, alavancando e auxiliando na solução dos problemas da engenharia, da produção industrial, da segurança no trabalho e do meio ambiente. Simultaneamente o desenvolvimento alcançado pela industrialização acelerada e pela competividade na busca dos mercados internos e dos globalizados, por sua vez estimulou o desenvolvimento de novas políticas industriais de produtividade, qualidade, meio ambiente e segurança do trabalho tais como:

como por exemplo. ações de melhorias e políticas. Maior desenvolvimento da Engenharia de Controle de Perdas. eficiência e produtividade dos processos industriais além da melhoria de qualidade de seus produtos. de Benedito Cardella. Necessidade de equipes e estruturas adequadas de Segurança e Medicina do Trabalho. publicados em língua portuguesa. Complementando este quadro.000. “Altavista” e diversos outros. todavia é pelo estudo e participação de suas aplicações.      Aparecimento de novas tecnologias. sempre que houver oportunidade ou necessidade do serviço. Preservação do Meio Ambiente como as Normas ISO 14. Necessidade de realizar novas instalações devido a obsolescência dos equipamentos e processos existentes. Maior ênfase e preocupação com Segurança dos Processos Industriais e maior desenvolvimento da Engenharia de Segurança de Sistemas. principal bem de uma organização. Políticas de Responsabilidade Social aplicadas nos países desenvolvidos deram maior atenção ao trabalhador.   Pesquisando-se através de mecanismos de buscas como o da “Google”.A. Surgiram daí novos métodos de trabalho. 1. Necessidade de treinamento adequado do pessoal e dos trabalhadores no que se refere a Segurança. do mais alto nível técnico. buscando maior segurança.800.Editora Atlas S. No Livro intitulado “Segurança no Trabalho e Prevenção de Acidentes” . . A melhor forma de aprendizado destas técnicas. encontramos informações valiosas sobre as estas técnicas. a Eletrônica e a Informática. de Análise e de Avaliação dos Riscos. Normas OHSAS 1800.999. Necessidade de Fiscalização suficiente para evitar os acidentes inclusive os maiores ou ampliados. Além livro acima referido é encontrado outros livros. Demais ações de melhorias.000. Aparecimento de Máquinas e instalações cada vez mais grandiosas e sofisticadas. Convenção OIT 174 e Decreto 4085 de 15 de janeiro de 2002 o qual Promulga a Convenção no 174 da OIT e a Recomendação no 181 sobre a Prevenção de Acidentes Industriais Maiores. tais como as seguintes:         Políticas de Qualidade como as Normas ISO 9. indicado em nossa bibliografia. Observações:   As técnicas a seguir colocadas auxiliaram bastante na obtenção de melhorias para a Segurança dos Processos e Segurança do Trabalho. encontramos também artigos de excelente qualidade no que se refere às Técnicas de Identificação de Perigos. Normas BS 8. a Instrumentação.

11.eps. O processo demanda uma amostragem aleatória de observadores-participantes. a disponibilização dos catálogos de equipamentos e componentes.1 . Este método possibilita a identificação de falhas e condições inseguras que contribuem para a ocorrência dos acidentes com lesões reais e potenciais. a definição das pessoas que serão envolvidas no trabalho. é uma técnica de identificação de perigos.2.999 : http://www.qsp. bem como.Resumo: Observações:     Para consulta ao texto integral ver o Artigo: . 1. Editora Atlas S. filmadoras. além de demais materiais de apoio necessários como computador. também conhecida como "Confissionário" ou como "Incident Recall". recordar e registrar impressões e dados de acidentes já ocorridos. além de auxiliar na correção e tratamento dos riscos correspondentes. impressora. máquinas fotográficas. cujos procedimentos envolvem o pessoal das empresas. A aplicação destas técnicas exige o planejamento das etapas de execução.br/disserta96/anete/index/indx_ane. formulários e folhas adequadas para registro de dados levantados. 11. em todos os graus de conhecimento.Técnicas de Identificação de Perigos .shtml. de autoria de Francesco De Cicco e Mario Luiz Fantazzini: http://www.A.br/Atlas/portal/homePortal. procurando representar as diversas operações da mesma dentro das diferentes categorias de risco. ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE RISCOS: Acessar: http://www.TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS. selecionados dentro de uma população de pessoas envolvidas. como no que se refere as condições inseguras que tenham ocorrido. qualitativa. . tanto no que se refere aos atos inseguros que tenham cometido ou observado. Segurança no Trabalho e Prevenção de Acidentes. Os observadores-participantes devem ser selecionados dentre os principais departamentos da empresa. especificações de materiais e componentes. Consultar também: "Técnicas Modernas de Gerência de Riscos" e do livro "Introdução à Engenharia de Segurança de Sistemas". Benedito Cardella.aspx. Um entrevistador interroga os observadores-participantes e os incita a lembrar. um calendário de reuniões.com. . de aplicação na fase operacional de sistemas.Técnica de Incidentes Críticos (TIC): A Técnica de Incidentes Críticos. Esta técnica tem como objetivo a detecção de “Incidentes Críticos” ou “Quase Acidentes”. a preparação dos materiais e dados.htm. como desenhos.ufsc.ctrl.org. projetor e entre outros.br/manual_sst. os quais orientados por uma equipe de apoio passam a lembrar.edatlas.2 . recordar e descrever os incidentes críticos.

ou seja. 11. Os incidentes pertinentes. descritos pelos entrevistados. para verificar a eficiência das medidas que foram implementadas. sem a utilização de técnicas mais sofisticadas. A finalidade do “What-If” é testar possíveis omissões ocorridas nos projetos. tanto para correção das situações existentes como para prevenção de possíveis problemas futuros. operacional e psicológico será de maior utilidade durante a aplicação desta técnica. como na fase pré operacional. ao invés de somente verificar os acidentes ocorridos.. permite também a identificação e exame de possíveis acidentes em potencial.WI (O que. bem como. bem como. com o objetivo de proceder a identificação e tratamento de riscos.2 – WHAT IF . possíveis ocorrências de lesões de pessoal. reciclando-se os observadores .. as instalações. não sendo a sua utilização limitada unicamente ao processo. A disponibilização de um apoio técnico. permitindo uma priorização das ações no que se refere a distribuição dos recursos disponíveis.): A técnica do “What-If” é utilizada para uma análise geral.? Se. A TIC é de grande valia. Sua aplicação é bastante útil e simples para uma abordagem inicial dos problemas. sendo necessário para tal colocar os mesmos à vontade procurando. . quando restrição do tempo disponível para implantação das medidas de segurança cabíveis. tanto nas fases de projeto. Os questionamentos devem englobar os procedimentos. permite também evitar a ocorrência de novos acidentes. bem como..participantes de modo a detectarem-se novas áreas – problemas.Os observadores-participantes devem ser estimulados a descrever os incidentes críticos ocorridos.. A técnica do “What-If” se desenvolve através da realização de Reuniões de Questionamento entre duas equipes. antes que os mesmos venham a ocorrer. evitando-se. definindo-se a partir daí uma relação das áreas-problema. e os processos em cada situação a ser analisada. prevenindo assim possíveis danos à propriedade. Observação:  A TIC é útil também na prevenção de acidentes. entretanto possíveis divagações. deverão então ser transcritos e classificados em categorias de risco. para aferir o comportamento e a capacitação do pessoal em seu ambiente de trabalho. bem como. quantos possam recordar. pois além de servir para analisar os incidentes críticos já ocorridos. principalmente nos casos em que se deseja identificar perigos.2. para o levantamento dos riscos existentes. Esta técnica deve ser periodicamente aplicada. bem como. procedimentos e normas. além da fase do processo. bem como. qualitativa.

. b) Planejamento prévio das atividades e pontos a serem abordados na aplicação da técnica. Começando do início do processo e continuando ao longo do mesmo. bem como a geração de possíveis soluções para os problemas levantados.. onde a análise de riscos tende a se fortalecer.”. Da aplicação do “What-If” resulta uma revisão de um largo espectro de riscos. e) Reunião de formulação das questões: O QUE? SE.resposta aceita pelo grupo tal como submetida. d) Reunião de revisão de processo para os integrantes ainda não familiarizados com o sistema em estudo. c) Reunião Organizacional com a finalidade de discutir procedimentos. . Além do mais os relatórios de procedimentos fornecem também um material de fácil entendimento servindo como fonte de treinamento e base para futuras revisões. devendo a mesma formular uma série de questões com antecedência. Recomenda-se quando da sua aplicação da técnica: a) A formação do comitê de revisão e a montagem das equipes com seus integrantes. cabe a responsabilidade individual para o desenvolvimento de respostas escritas às questões. definição de metas para as tarefas e informação aos integrantes sobre o funcionamento do sistema sob análise. 11. . As respostas serão analisadas durante a reunião de resposta às questões. quanto à forma mais segura de operacionalizar a planta. g) Relatório de revisão dos riscos do processo: o objetivo é documentar os riscos identificados na revisão.resposta aceita após discussão e/ou modificação. bem como registrar as ações recomendadas para eliminação ou controle dos mesmos. em dependência de investigação adicional.3 – Técnicas de Análise de Riscos: . até alcançar o produto acabado colocado na planta do cliente. Para a aplicação o “What-If” utiliza-se sistemáticas técnico-administrativas que incluem princípios de dinâmica de grupo. programação de novas reuniões. com a finalidade de guiar os trabalhos. A utilização periódica do procedimento é o que garante o bom resultado do mesmo no que se refere ao levantamento dos riscos e revisão dos processos.Em seqüência à reunião de formulação das questões.aceitação postergada. se estabelece um consenso entre as diversas áreas de atuação. etapa por etapa. O consenso grupal é o ponto chave desta etapa. como as da produção. f) Reunião de respostas às questões (formulação consensual): . sendo cada resposta categorizada como: . processo e segurança. além disso.A equipe questionadora é a conhecedora e familiarizada com o sistema a ser analisado.

Os princípios e metodologias da APR consistem em proceder-se uma revisão geral dos aspectos de segurança de forma padronizada:    Descrevendo todos os riscos e fazendo sua caracterização. para determinação de riscos que poderão estar presentes no sistema que está sendo desenvolvido. permitindo revisões de projeto em tempo hábil.11. etc. consiste . tomando como base à experiência passada. ou seja. o que permitirá a busca e elaboração de ações e medidas de prevenção ou correção das possíveis falhas detectadas.1 – Análise Preliminar de Riscos (APR) – “Preliminary Hazard Analysis” (PHA) ou também chamada de Análise Preliminar de Perigos (APP). que neste caso. A APR teve seu desenvolvimento inicial na área militar. durante a fase de concepção ou desenvolvimento preliminar de um novo projeto ou sistema. A partir da descrição dos riscos são identificados as causas (agentes) e efeitos (conseqüências) dos mesmos. com a finalidade de se determinar os possíveis riscos que poderão ocorrer na sua fase operacional..Consiste na busca de analogia ou similaridade com outros sistemas. com maior segurança. quando a experiência em riscos na sua operação é deficiente. principais funções e procedimentos. A priorização das ações é determinada pela caracterização dos riscos. No estágio em que é aplicado pode ainda ocorrer outros detalhes finais de projeto e. produto ou sistema. A APR não é uma técnica profunda de análise de riscos e geralmente precede a aplicação de outras técnicas mais detalhadas de análise. ou seja. desde o início operacional do sistema. A APR é utilizada. portanto para uma análise inicial "qualitativa". é muito útil de se utilizar como uma ferramenta de revisão geral de segurança em sistemas já operacionais.Atentar para os objetivos. mais rapidamente deve ser solucionado. quanto mais prejudicial ou maior for o risco. conforme abaixo: a) Revisão de problemas conhecidos: . A Análise Preliminar de Riscos (APR) consiste do estudo. desenvolvida na fase de projeto e desenvolvimento de qualquer processo. revelando aspectos que às vezes passariam despercebidos. já que os mesmos são geralmente definidos posteriormente. tendo especial importância na investigação de sistemas novos de alta inovação e/ou pouco conhecidos. Apesar das características básicas de análise inicial. a falta de informações quanto aos procedimentos será ainda maior. Desta forma. além de definir responsabilidades no que se refere ao controle de riscos. exigências de desempenho. já que seu objetivo principal é determinar os riscos e as medidas preventivas antes da fase operacional. Enfim.3. b) Revisão da missão a que se destina: . ambientes onde se darão as operações. a APR tem sua importância maior no que se refere à determinação de uma série de medidas de controle e prevenção de riscos.

c) Determinação dos riscos principais: . para avaliação dos efeitos das falhas ocorridas em seus componentes. para cada unidade. A APR tem grande utilidade no seu campo de atuação.Identificar os riscos potenciais com potencialidade para causar lesões diretas e imediatas.Pesquisar os métodos possíveis que sejam mais eficientes para restrição geral. estimando ainda as taxas de falha e propiciando o estabelecimento de mudanças e alternativas que possibilitem a diminuição das probabilidades de falha.em estabelecer os limites de atuação e delimitar o sistema que a missão irá abranger: a que se destina. necessita às vezes de ser complementada por técnicas mais detalhadas e apuradas.Elaborar um “brainstorming” para levantamento dos meios passíveis de eliminação e controle de riscos.3. a fim de estabelecer as melhores opções. A AMFE foi desenvolvida por engenheiros de confiabilidade para permitir aos mesmos. etc. f) Analisar os métodos de restrição de danos: . desde que compatíveis com as exigências do sistema. o que e quem envolvem e. Posteriormente a análise é estendida ao produto no seu todo. ou seja. um avião. para a limitação dos danos gerados caso ocorra perda de controle sobre os riscos. cuja experiência acumulada conduz a um grande número de informações sobre riscos. uma máquina de produção.Elaborar séries de riscos. . esta técnica pode ser utilizada de modo auxiliar. g) Indicação de quem será responsável pela execução das ações corretivas e/ou preventivas: Indicar claramente os responsáveis pela execução de ações preventivas e/ou corretivas. e) Revisão dos meios de eliminação ou controle de riscos: . come será desenvolvida. as atividades a desenvolver. aumentando a confiabilidade do sistema.2 . Em sistemas que sejam já bastante conhecidos. como já foi colocado. danos a equipamentos e perda de materiais. podendo ser feita de forma qualitativa ou quantitativa. d) Determinação dos riscos iniciais e contribuintes: . que permite analisar as maneiras pelas quais um equipamento ou sistema pode falhar e os efeitos que poderão advir.Análise de Modos de Falha e Efeitos (AMFE) – “Failure Modes and Effects Analysis” (FMEA): A Análise de Modos de Falha e Efeitos é uma análise detalhada. um carro. porém. determinar a confiabilidade de produtos mais complexos. perda de função (valor). determinando para cada risco principal detectado. Lembramos que a confiabilidade é definida como a probabilidade de uma ação ser concluída com sucesso dentro de um tempo específico e sob condições específicas. 11. Por exemplo. Para isto é necessário conhecer como e em qual freqüência cada componente do produto pode falhar. os riscos iniciais e contribuintes associados. designando também.

Traçar diagramas de blocos funcionais do sistema e subsistemas.List” dos componentes de cada subsistema e sua função específica. sempre procurando garantir danos mínimos ao sistema como um todo. quer na determinação de seus efeitos em outros componentes e ainda na determinação dos componentes cujas falhas têm efeito crítico na operação do sistema. as restrições sob as quais se irá operar. inclusive pelo uso de componentes com confiabilidade alta ou pela verificação de redundâncias de componentes do projeto. é primordial que se conheça e compreenda o sistema em que se está trabalhando e qual a função e objetivos do mesmo. a AMFE é mais aplicável às Indústrias de Processos.O caso de funcionamento de uma Central Termelétrica. Os modos básicos de falha devem ser agrupados em quatro categorias: . O bom conhecimento do sistema em que se atua é o primeiro passo para o sucesso na aplicação de qualquer técnica. quando o sistema é colocado em risco e a probabilidade de erro devido à ações não estruturadas é alta. quer na revisão sistemática dos modos de falha dos componentes. além dos limites que podem representar sucesso ou falha. cabendo à empresa idealizar o modelo que melhor se adapte a ela. estudam-se e determinam-se possíveis alternativas mais seguras de projeto e de instalação de modo que o sistema e a instalação possa superar possíveis falhas dos seus componentes críticos. para determinar os inter-relacionamentos existentes. através do cálculo de probabilidades de falhas de montagens. a partir das probabilidades individuais de falha de seus componentes. Além disto. 4. Conhecido o sistema e suas particularidades podem-se dar seguimento a análise. Dividir o sistema em subsistemas que podem ser efetivamente controlados. A AMFE é realizada primeiramente de forma qualitativa. A técnica auxilia ainda na determinação e encadeamento dos procedimentos para contingências operacionais. subsistemas e sistemas. pode-se proceder à análise quantitativa para estabelecer a confiabilidade ou probabilidade de falha do sistema ou subsistema. os modos possíveis de falha que possam afetar outros componentes. e de seus equipamentos.Apesar de sua utilização ser geral. Determinar através da análise de projetos e diagramas. seja ela de identificação de perigos. dependendo da ação correta dos operadores. bem como na determinação de como poderiam ser reduzidas estas probabilidades. bem como. Posteriormente. Para proceder ao desenvolvimento da AMFE ou de qualquer outra técnica. Preparar um “Check . Método de aplicação indicado: 1. 3. permitindo no mínimo uma parada ordenada da instalação. dos seus sistemas. 2. principalmente quando o sistema ou instalação em estudo possui instrumentos de controle. de modo poder levantar necessidades adicionais e defeitos de projeto. Por exemplo: . de análise ou de avaliação dos riscos.

quando a complexidade é maior. Determinar as probabilidades de ocorrência de cada falha específica para possibilitar a análise quantitativa. Portanto. similar a AMFE.3 – Análise de Operabilidade e de Perigos – “HAZard and OPerability Studies” (HAZOP: O estudo de identificação de perigos e operabilidade é conhecido como HAZOP. Indicar os efeitos de cada falha sobre outros componentes e como esta afeta a operação do mesmo.I . a Análise de Árvore de Falhas. como por exemplo. Formular possíveis ações de compensação e reparos que podem ser adotadas para eliminar ou controlar cada falha específica e seus efeitos. para possibilitar a priorização de alternativas. Porém. O método HAZOP é principalmente indicado quando da implantação de novos processos. 1. inclusive seus sistemas diversos. a AMFE analisa de forma geral os modos de falha de um produto. Atualmente. recomenda-se o uso de outras técnicas..3. porém. sendo os mesmos analisados mais detalhadamente do que os demais. 11. . Estimar a gravidade de cada falha específica de acordo com as categorias de risco. a metodologia é aplicada também para equipamentos de processos. identificando os perigos e prevenindo a ocorrência de possíveis falhas. II . Tanto a AMFE como a FMECA são bastante eficientes quando aplicadas a sistemas mais simples e de falhas mais singelas. 2. é uma técnica de análise qualitativa desenvolvida com a finalidade de examinar as linhas de processos diversos. conforme o quadro 4. 4. na fase de projeto ou em modificações de processos já existentes. em um produto podem existir certos componentes ou conjunto deles que sejam especificamente críticos para a utilidade a que se destina o produto ou mesmo para a segurança do operador.Operação prematura. em uma refinaria de petróleo. 3. a estes componentes críticos deve ser dada atenção especial. IV . 5.1.Falha em operar no instante prescrito. ou em uma indústria química. que se preocupa com a análise detalhada destes componentes críticos é conhecida como FMECA – “Failure Modes and Criticality Analysis”.Falha em cessar de operar no instante prescrito. como por exemplo. Como acima descrito. III .Falha em operação. A análise. Indicar os métodos usados para detecção de cada falha específica.

O ideal na realização do HAZOP é que o estudo seja desenvolvido antes da fase de detalhamento e construção do projeto. As palavras . identificando os desvios que podem ocorrer caso a condição proposta pela palavra . evitando com isso a necessidade de se executar modificações de projeto. quando o resultado do HAZOP for mais bem conhecido. antes de se fazer uma análise completa e saber se existem efeitos secundários graves e difíceis de prever. composição. pode-se dizer que o HAZOP é bastante semelhante a AMFE.guias e os desvios respectivos a partir para a elaboração das alternativas cabíveis para que o problema não ocorra. o desenvolvimento do HAZOP alia a experiência e competência individual às vantagens indiscutíveis do trabalho em equipe. Vale ressaltar que o HAZOP pode ser aplicado em projetos e modificações de menor porte como de grande porte. analisar as alternativas quanto ao custo e operacionalidade. que nada mais são do que os perigos a serem examinados. Para evitar que algum detalhe seja omitido. sendo quase impossíveis estes diagnósticos. Para cada linha analisada são aplicadas as séries de palavras guias. temperatura. mínimo. as quais à primeira vista parecem insignificantes. Assim. trabalhando sozinha. estará sujeita a erros por desconhecer os aspectos alheios a sua área de trabalho. Às vezes.chaves ou palavras .guia ocorra. fixando a atenção nos perigos mais significativos para o sistema. quer no detalhamento ou ainda durante a instalação. nível. a reflexão deve ser executada de maneira sistemática. os esquecimentos evitados e a compreensão dos problemas das diferentes áreas e interfaces do sistema seja alcançada. Uma pessoa competente. ou seja. para cada tipo de desvio passível de ocorrer nos parâmetros de funcionamento. Convém. Em termos gerais. o caráter de trabalho em equipe que o HAZOP apresenta. no entanto. entre outras) gerando os desvios. onde pessoas de funções diferentes dentro da organização trabalham em conjunto e em equipe. analisando cada circuito. ou seja. Identificadas às palavras . . faz com que a criatividade individual seja estimulada. linha por linha. A técnica HAZOP permite que as pessoas liberem sua imaginação. contudo. fluxo. pensando em todos os modos pelo qual um evento indesejado ou problema operacional possa ocorrer. a análise realizada no HAZOP é feita através de palavras-chaves que guiam o raciocínio dos grupos de estudos multidisciplinares. evitando-se assim a revisões de projetos em etapas mais adiantadas as quais tornam-se cada vez mais caras de serem feitas. muitos acidentes ocorrem porque se subestima os efeitos secundários de pequenos detalhes ou de modificações de projeto ou de instalações em funcionamento.guias são aplicadas às variáveis identificadas no processo (pressão. Além disso.

a falha de um componente ou subsistema.1 – Análise de Árvore de Eventos (AAE) – “Event Tree Analysis” (ETA): A Análise da Árvore de Eventos (AAE) é um método lógico-indutivo para identificar as várias e possíveis conseqüências resultantes de certo evento indesejado inicial. calculando as probabilidades de sucesso ou falha do mesmo. Esta técnica procura determinar as freqüências e conseqüências decorrentes dos eventos indesejáveis. 11. calcularem as probabilidades associadas a cada ramo do sistema que conduz a alguma falha (acidente).4 – Técnicas de Avaliação de Riscos: 11. Combinar em uma árvore lógica de decisões as várias seqüências de acontecimentos que podem surgir a partir do evento inicial. porém a eliminação dos perigos. A eliminação dos problemas operacionais recai numa conseqüente diminuição do erro humano. pois a diminuição dos riscos está bastante ligada a eliminação de problemas operacionais. Geralmente neste tipo de estudo são detectados mais problemas do tipo operacional do que perigos propriamente ditos.No HAZOP a operabilidade é tão importante quanto à identificação dos perigos. É impossível. Nas aplicações de análise de risco. 2. o que pode ser obtido pela aplicação do método HAZOP. ao contrário. o evento inicial da árvore de eventos é. Uma vez construída a árvore de eventos. Na esquerda começa-se com o evento inicial e segue-se com os demais eventos seqüenciais. sendo os eventos subseqüentes determinados pelas características do sistema. Definir o evento inicial que pode conduzir ao acidente. pela análise das probabilidades de sucesso ou falha de cada bloco. 3. em geral. decrescendo assim o nível de risco. 4. aumenta sua importância do método.4. A linha superior é NÃO e significa que o evento não ocorre. Isto não é um ponto negativo. utilizando encadeamentos lógicos em cada etapa de atuação do sistema. 11. sem antes conhecê-los. Para o traçado da árvore de eventos as seguintes etapas devem ser seguidas: 1. A árvore de eventos deve ser lida da esquerda para a direita. a linha inferior é SIM e significa que o evento realmente ocorre. Definir os sistemas de segurança (ações) que podem amortecer o efeito do evento inicial.4. .2 .Análise por Diagrama de Blocos (ADB): Na análise por diagrama de blocos se utiliza um fluxograma em blocos do sistema.

da comunidade e de terceiros em geral. O processo começa pela escolha de um evento crítico. Posteriormente cada evento desenvolvido é questionado:      Em que condições o evento induz os outros eventos? Quais as alternativas ou condições que levam os diferentes eventos? Que outros componentes o evento afeta? Ele afeta mais do que um componente? Quais os outros eventos que este evento causa? A técnica segue a lógica que liga as causas as suas conseqüências.A técnica é útil para identificar o comportamento lógico de um sistema constituído por poucos componentes. Definidas as probabilidades de falha.4. com a descrição das conseqüências e do outro lado determinando e descrevendo as causas. O procedimento para construção de um diagrama de conseqüências se inicia por um evento inicial.A.4 – Análise de Árvore de Falhas (AAF) – “Fault Tree Analysis” (FTA): A Análise da Árvore de Falhas . Isto permite avaliar qualitativa e quantitativamente as conseqüências dos eventos catastróficos de ampla repercussão como os Acidentes Maiores ou Acidentes Ampliados e verificar a vulnerabilidade do meio ambiente. Ela .3 – Análise de Causas e Conseqüências (ACC): Já na Análise das Causas e Conseqüências (AAC) de falhas se utilizam as mesmas técnicas de construção da AAE e da Análise da Árvore de Falhas (AAF) que será vista detalhadamente a seguir.Watson dos Laboratórios Bell Telephone em 1961. partindo-se para um lado.4. A Árvore de Falhas enfoca as causas e a Árvore de Eventos mostra as conseqüências ambas seguindo a seqüência natural das ocorrências. juntando com estas. a pedido da Força Aérea Americana para avaliação do sistema de controle do Míssil Balístico Minuteman. A estruturação. 11. a exemplo da árvore de falhas. pode-se determinar o risco de cada sistema. 1. também é feita utilizando-se uma simbologia. A AAF é um método excelente para o estudo dos fatores que poderiam causar um evento indesejável (falha) e encontra sua melhor aplicação no estudo de situações complexas.AAF foi primeiramente concebida por H. as perdas previstas devido à ocorrência das mesmas. Dependendo do sistema a análise pode ser feita em série ou em paralelo.

obter resultados quantitativos não requer muitos esforços adicionais. erros operacionais ou outros defeitos podem causar o evento topo. já que na montagem da árvore de falhas o mesmo é colocado no nível mais alto. A partir deste nível o sistema é dissecado de cima para baixo. Já a . é certo supor que a árvore de falhas é um diagrama que mostra a inter-relação lógica entre estas causas básicas e o acidente. é um modelo gráfico que dispõe várias combinações de falhas de equipamentos e erros humanos que possam resultar em um acidente. Avaliação qualitativa e. que indicam o relacionamento casual entre eventos dos níveis inferiores que levam ao evento topo. ou seja. o analista começa com um acidente ou evento indesejável que deve ser evitado e identifica as causas imediatas do evento. O principal conceito na AAF é a transformação de um sistema físico em um diagrama lógico estruturado (a árvore de falhas). onde são especificadas as causas que levam a ocorrência de um específico evento indesejado de interesse. podem ser visualizados. Os eventos do nível inferior recebem o nome de eventos básicos ou primários. Consideram o método como "uma técnica de pensamento-reverso. a avaliação qualitativa pode ser usada para analisar e determinar que combinações de falhas de componentes. A AAF pode ser executada em quatro etapas básicas:     Definição do Sistema. indicando o relacionamento entre os eventos considerados. Assim. As duas unidades básicas ou comportas lógicas envolvidas são os operadores "E" e "OU". contudo. Embora tenha sido desenvolvida com o principal intuito de determinar probabilidades. deve ser realizada primeiramente a análise qualitativa. A AAF é uma técnica dedutiva que se focaliza em um acidente particular e fornece um método para determinar as causas deste acidente. A diagramação lógica da árvore de falhas é feita utilizando-se símbolos e comportas lógicas. Construção da Árvore de Falhas. cada uma examinada até que o analista tenha identificado as causas básicas de cada evento". sendo que muitos analistas crêem que deste modo. em qualquer situação a ser investigada. O evento indesejado recebe o nome de evento topo por uma razão bem lógica. os vários fatores. desta forma e de maneira sistemática. Nos resultados da análise quantitativa são necessárias certas situações. enumerando todas as causas ou combinações delas que levam ao evento indesejado. Portanto. como técnica quantitativa. As combinações seqüenciais destes eventos formam os diversos ramos da árvore.determina as freqüências de eventos indesejáveis (topo) a partir da combinação lógica das falhas dos diversos componentes do sistema. pois são eles que dão origem a todos os eventos de nível mais alto. é muito usada também por seu aspecto qualitativo porque. Avaliação quantitativa. chamado evento topo. para proceder à análise quantitativa.

o relacionamento entre os eventos é feito através das comportas lógicas. em última análise. À medida que se retrocede. causar tal fato. em segurança de sistemas. podendo ser traduzidas. ou seja. passo a passo. cuja probabilidade de ocorrência deve ser determinada. 2. a qual foi desenvolvida pelo matemático George Boole para o estudo da lógica. é necessário conhecer e relembrar algumas definições da Álgebra de Boole. dos eventos contribuintes e falhas levantadas nas etapas anteriores. O processo inicia com os eventos que poderiam. entre outros. são adicionadas as combinações de eventos e falhas contribuintes. outras vantagens e facilidades. propiciando uma visão bastante clara da questão e das possibilidades imediatas de ação no que se refere à correção e prevenção de condições indesejadas. É principalmente usada em áreas de computadores e outras montagens eletromecânicas e também em análise de probabilidades. que representam as entradas da árvore de falhas. Desenhada a árvore de falhas. por ações de adição ou multiplicação. Suas regras e expressões em símbolos matemáticos permitem simplificar problemas complexos. até o evento topo. dentre os ramos da árvore. mesmo ao se aplicar o procedimento de simples diagramação da árvore. quais sejam: a determinação da seqüência mais crítica ou provável de eventos. b) Revisão dos fatores intervenientes: no ambiente. mostrando o inter-relacionamento entre estes eventos e falhas. Cada comporta lógica tem implícita uma operação matemática. entretanto. A AAF não necessariamente precisa ser levada até a análise quantitativa. em relação ao evento topo.avaliação quantitativa é utilizada para determinar a probabilidade de falha no sistema pelo conhecimento das probabilidades de ocorrência de cada evento em particular. o método de AAF pode ser desenvolvido através das seguintes etapas: a) Seleção do evento indesejável ou falha. que levam ao evento topo. Notas: Simbologia lógica de uma árvore de falhas: 1. a identificação de falhas singulares ou localizadas importantes no . através da diagramação sistemática. em estudos que envolvem decisões e mais recentemente. eventos particulares ou falhas que possam vir a contribuir para ocorrência do evento topo selecionado. d) Através de Álgebra Booleana são desenvolvidas as expressões matemáticas adequadas. Desta forma. c) Montagem. ainda. determinando as condições. diretamente. O uso da árvore de falhas pode trazer. nos dados do projeto. é possível a obtenção de um grande número de informações e conhecimento muito mais completo do sistema ou situação em estudo. formando o primeiro nível . e) Determinação da probabilidade de falha de cada componente.o nível básico. Para proceder ao estudo quantitativo da AAF. e nas exigências do sistema. a probabilidade de ocorrência do evento topo será investigada pela combinação das probabilidades de ocorrência dos eventos que lhe deram origem.

sendo que as falhas de equipamentos ou condições ambientais não são consideradas. cálculo de confiabilidade. Geralmente. bem como.1978). ilustrando erros ou ações inadequadas de administração. como: solução de problemas diversos de manutenção. Para um melhor conhecimento da matéria. portanto. para que a probabilidade de ocorrência do evento topo diminua. o qual já tenha ocorrido.processo. investigação de acidentes. as principais diretrizes recomendadas de se realizar são as seguintes:   Verificar as Condições de Trabalho e as Situações de Riscos e Perigos em potencial. 11. 13 – PCMSO – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional: Fundamenta-se na NR – 7: Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional que estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação.12. existem certas seqüências de eventos centenas de vezes mais prováveis na ocorrência do evento topo do que outras e. é relativamente fácil encontrar a principal combinação ou combinações de eventos que precisam ser prevenidas.214 de 08. a AAF encontra aplicação para inúmeros outros usos.514 de 22. Verificar o funcionamento regular da CIPA conforme recomendações da NR . Nesta árvore cada evento é uma ação do operador ou administrador. alguns artigos e apresentações a respeito deste assunto. o descobrimento de elementos sensores (alternativas de solução) cujo desenvolvimento possa reduzir a probabilidade do contratempo em estudo. estimativas de riscos. no tema incluímos trabalho de pesquisa sobre a NR – 9.4.1977 e Portaria nº 3. 14 – Programas de redução dos Acidentes do Trabalho em uma Empresa – Diretrizes recomendadas: Para a implantação um Programa de redução dos Acidentes do Trabalho em uma Empresa. decisões administrativas.5 – “Management Oversight and Risk Tree” (MORT): O método conhecido como MORT é uma técnica que usa um raciocínio semelhante ao da AAF. entre outros. com base nas Leis existentes (Lei 6. com o objetivo de promoção e preservação da saúde do conjunto dos seus trabalhadores. 06. Além dos aspectos citados. só que com a particularidade de ser aplicado à estrutura organizacional e gerencial da empresa.Programa de Prevenção de Riscos Ambientais: Fundamenta-se na NR – 9: Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. . O método pode ser também usado para esquematizar ações administrativas que possam ter contribuído para um acidente. do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO.5. por parte dos empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados. Sobre este assunto um médico será convidado para proferir uma palestra sobre o referido tema. desenvolvendo uma árvore lógica. 12 – PPRA .

Desta forma a consulta direta as bibliotecas. a BS 8800. sem intenção de excluir as obras clássicas do maior valor. a OMS. artigos e endereços disponíveis que são de grande valia para o aprendizado da matéria: . Registrar. a OSHAS e demais organizações internacionais de alto nível. 15 – Bibliografia recomendada: Para o estudo da Higiene. Fornecer todos os EPI e EPC necessários. conforme orientações oficiais dos Ministérios do Trabalho e Emprego. não são encontradas com facilidade nas livrarias comuns. Ocorre. analisar e computar cada acidente ocorrido. Tratar e resolver todas as situações de Risco. Programar Treinamento de Segurança e capacitar todo o pessoal. Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho as fontes de estudos e informações abrangem um campo bastante extenso de publicações e trabalhos. para o estudo da matéria. relacionamos abaixo algumas das normas. é de maior valor e utilidade. na maioria das vezes. Elaborar Planos de Higiene e Segurança do Trabalho. Avaliar as diversas Áreas de Trabalho levantando os Riscos de Acidentes existentes. entretanto que muitas das obras já publicadas. além dos livros é da máxima importância e utilidade consultarem a Internet e as revistas periódicas. Assim sendo. inclusive as virtuais. obras. com testemunhos sobre os mais diversos temas. a Engenharia de Segurança e a Medicina do Trabalho. ou de uma Brigada contra Incêndios. Sinalizar todas as Áreas de Riscos. contendo uma gama extensa de trabalhos. os quais precisam ser conhecidos. precisamos quase sempre encomenda-las. orientações e princípios referentes a Segurança e Saúde no Trabalho – SST. Para serem adquiridas. Elaborar os Procedimentos de Segurança e Prevenção de Acidentes para realização dos trabalhos onde existam riscos em potencial. Neste contexto. Verificar as condições de funcionamento do Serviço de Segurança da Empresa. da Saúde. Analisar todos os Processos de Trabalho. onde encontramos informações. Comparar os Riscos existentes com o Risco Tolerado. Verificar os meios de Combate a Incêndio (Existência de Corpo de Bombeiros da Empresa. Promover Campanhas de Segurança. dados e artigos. conforme seja as situações de risco levantadas). pois contribuem muito para o aprofundamento e amadurecimento dos conhecimentos ligados a Higiene. Realizar Investimentos para Melhoria da Segurança e Higiene do Trabalho. do Instituto Nacional de Seguridade Social além das recomendações de órgãos internacionais reconhecidos como a OIT.                Levantar o histórico dos acidentes já ocorridos na Empresa. Aplicar as recomendações.

submarino.55ª Edição (2004) .ctrl. Benedito Cardella.Acessar: http://www.com. Petroquímicas e de Petróleo. Acessar: http://www.shtml. Peixoto. Hemus Editora Ltda.Normas Regulamentadora: . Prof.com. Livros Técnicos e Científicos Editora S.com.ctrl. Segurança e Medicina do Trabalho. Editora Globo.999 : http://www. Marcos Aurelio Pchek Laureano . Instalações Elétricas Industriais. Qualitymark Editora: http://www. Editora Atlas S. Curso de Eletrotécnica. Chester L. Editora Atlas. ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE RISCOS: .submarino.asp. Giovanni Moraes de Araujo.A.fundacentro. Segurança no Trabalho e Prevenção de Acidentes.eps. Ateneu.gov. 2001: http://www.br/manual_sst.aspx. Normas Regulamentadora Comentadas.2ª Tiragem: http://www.br/books. "Técnicas Modernas de Gerência de Riscos" e do livro "Introdução à Engenharia de Segurança de Sistemas".Gerenciamento de Riscos.br/disserta96/anete/index/indx_ane.pucpr.edatlas.ctrl. . . Dácio de Miranda Jordão. Antonio Nunes Barbosa Filho. Ediouro. Prevenção de Acidentes nas Indústrias. Artigo: . Manual de Instalações Elétricas em Indústrias Químicas.ufsc. João Mamede Filho.br/~laureano/puc_2004/gst/.ppgia. Artigo: . Manual de Higiene e Segurança do Trabalho – Ed. Editora Atlas S.com. 1.Acessar o Ministério do Trabalho e Emprego: http://www. Antonio Bossi e Ezio Sesto.aspx.org. Dawes.br/. Instalações Elétricas. de autoria de Francesco De Cicco e Mario Luiz Fantazzini: http://www.edatlas. W.br/books.qsp. Segurança em Eletricidade – Jorge Santos Reis & Roberto de Freitas – Fundacentro: http://www.com.TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS.Ultima Alteração: 20/05/2004. 4 a edição – 2003: http://www. Segurança do Trabalho & Gestão Ambiental.mte.br/Atlas/portal/homePortal.br/Atlas/portal/homePortal.ieles. R.br/Atlas/portal/homePortal.br/downloads/catalogo_qualitymark.: http://www.htm.xls.gov.A.com. .br/.aspx.A.edatlas.

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Todos os direitos reservados. a proteção das instalações contra sinistros.11.2005 Apontamentos de classe Legislação Instituições nacionais Incêndios e explosões Analise dos acidentes no trabalho Estatísticas de Acidentes do Trabalho no Brasil CAPÍTULO V .Técnicas de Análises de Riscos Investigar de Acidentes .Porque e Como Diretrizes para programas de segurança e saúde Lista de Perguntas e Respostas (18/11/04) A Atuação do MPT na Defesa do Meio Ambiente de Trabalho Diretrizes para programas de segurança e saúde NR01 NR02 NR03 NR04 NR05 NR06 . no que se refere à questão da segurança e da higiene do trabalho. Seu objetivo básico envolve a prevenção de riscos e de acidentes nas atividades de trabalho visando a defesa da integridade da pessoa humana. bem como. Ínicio Programação do curso Apostila do Curso Material de apoio Links Contato © Internet UNISANTA. Desenvolvido por Daniel Garcia Pajaro Material de Apoio                    Nova Lista perguntas e respostas 15.2004.Para melhor aproveitamento e conhecimento da matéria os Apontamentos de Classe acima colocados devem ser complementados com Artigos Técnicos e informações diversas disponibilizados em nossa página de Segurança e Higiene no Trabalho no Site da UNISANTA: O Objetivo da área de engenharia de segurança do trabalho é atuar na prevenção de acidentes do trabalho no intuito de preservar a integridade física dos trabalhadores.

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tão seguras quanto possível. foi elaborado diante das necessidades básicas e legais de levarmos os conhecimentos a todos os colaboradores da empresa. com o objetivo principal de proteger a integridade física. orgânica e mental e através de medidas práticas evitarmos a ocorrência de acidentes do trabalho. não conseguirão êxito. através de seus propostos em conjunto com o Departamento de Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho e a CIPA. se não houver o comprometimento e a colaboração irrestrita de todos os colaboradores engajados em um único objetivo . A empresa. Departamento de Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho 2 2 A Itaipu Binacional. doenças ocupacionais e perturbações funcionais.DE SEGURANÇA DO TRABALHO 1 1 OBJETIVO DO MANUAL O Manual de Segurança e Medicina do Trabalho. realiza este treinamento sobre Segurança do Trabalho nos . Nosso objetivo é tornar as condições de trabalho na empresa. para todos os colaboradores.A PREVENÇÃO. Para isso. visando a garantia e execução de suas atividades com segurança. nosso princípio baseia-se em que “ a prevenção de acidentes é uma responsabilidade de cada um na ITAIPU BINACIONAL”.

para a própria organização e para a sociedade. Em última análise. sob o ponto de vista de segurança e que as nossas instalações sejam as mais seguras possíveis. onde a saúde e integridade física é preservada. segurança é uma responsabilidade que precisa ser assumida por todos. vem desenvolver junto aos seus funcionários um programa de treinamento sobre Segurança do Trabalho que tem a finalidade de proporcionar um ambiente de trabalho sadio e seguro. na qualidade de empregadora acredita que investir no homem é a melhor maneira de trazer benefícios para o trabalhador. Para que isto seja possível. Assim. Informamos a seguir as recomendações que a Itaipu Binacional faz aos seus funcionários. A Empresa. um substancial investimento em tempo e dinheiro é dirigido no sentido de garantir que as ferramentas e equipamentos de nossa empresa sejam devidamente projetados. as quais deverão ser obrigatoriamente obedecidas. Porém. ferramentas e equipamentos são operados por seres humanos. No entanto. 1. empresa e seus funcionários. “a sua segurança e a segurança daqueles que o cercam depende de VOCÊ”. Cada ano. E A HISTÓRIA E SURGIMENTO DA SEGURANÇA DO 3 3 INTEGRAÇÃO DE SEGURANÇA TREINAMENTO EM PREVENÇÃO DE ACIDENTES DO TRABALHO . a Empresa através do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho – SEESMT .Aspectos Gerais. dentro de um compromisso de parceriaEmpresa . nada disso vai adiantar se não houver a participação constante de cada um de nós. ATIVIDADES LABORATIVAS DO HOMEM. Todas as dúvidas deverão ser sanadas antes da realização de qualquer serviço.Empregado. recomendamos a leitura deste manual que preparamos com o objetivo de tornar o seu trabalho mais seguro. Afinal.

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