AME - TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO - 12/02/12 1 01) Sabemos que os riscos, nas diversas áreas profissionais, são conhecidos como riscos

ocupacionais e sãoclassificados em grupos de acordo com sua natureza. As cores correspondem a cada um dos riscos ocupacionais.Assim, enumere a coluna da direita com base nos riscos listados na coluna da esquerda. 1riscos físicos ( ) cor azul 2riscos químicos ( ) cor vermelha 3riscos biológicos ( ) cor verde 4riscos ergonômicos ( ) cor marrom 5riscos de acidentes ( ) cor amarela- Assinale a alternativa que contém a sequência correta da coluna da direita, de cima para baixo. a) 5, 2, 1, 3, 4 b) 4, 3, 1, 5, 2 c) 1, 4, 3, 2, 5 d) 2, 3, 5, 1, 4 e) 3, 2, 4, 5, 1 02) Analisando o Anexo IV da NR-05:CIPA, são considerados riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos eriscos de acidentes, respectivamente: a) poeira, calor, bacilos, jornada de trabalho prolongada e animais peçonhentos. b) calor, gases, fungos, monotonia/repetitividade e esforço físico intenso. c) calor, gases, bacilos, jornada de trabalho prolongada e névoas. d) poeira, calor, fungos, arranjo físico deficiente e eletricidade. e) calor, gases, bacilos, jornada de trabalho prolongada e eletricidade. 03)

São várias as doenças originadas dos processos de trabalho conhecidas como doenças ocupacionais. A doençaocupacional decorrente da exposição do trabalhador ao chumbo, sem a proteção adequada aos fumos metálicos, échamada de a) saturnismo. b) absenteísmo. c) trombose. d) pneumonia. e) reumatismo. 04) A _____________________ é uma forma depneumoconiosecausada pela inalação de finas partículas desílica cristalina e caracterizada porinflamaçãoecicatrizaçãoem forma de lesões nodulares nos lóbulos superiores do pulmão.Portanto esta doença é compreendida como a) asbestose. b) silicose. c) berilose. d) cirrose. e) bursite. 05) É correto afirmar que NÃO é considerado objetivo da CIPA: a) observar e relatar condições de risco. b) solicitar medidas para redução dos acidentes. c) expedir advertência aos trabalhadores. d) eliminar e/ou neutralizar os riscos existentes. e) orientar os trabalhadores quanto à prevenção de acidentes. 06) Quanto aos métodos de extinção de fogo ou incêndio, analise os itens abaixo: Iabafamento II -

isolamento ou retirada do material III. - resfriamento- São considerados métodos de extinção de fogo os itens: a) I e II somente. b) II e III somente. c) III somente. d) I e III somente. e) I, II e III.

AME - TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO - 12/02/12 2 07) Em se tratando de extinção do fogo, relacione as classes de acordo com os conteúdos abaixo, numerado-os 1Classe A 2Classe B 3Classe C( ) Assim é identificado o fogo em materiais sólidos que deixam resíduos, como madeira, papel, tecido e borracha.( ) Classe de incêndio em equipamentos elétricos energizados. A extinção deve ser feita por agente extintor quenão conduza eletricidade.( ) Ocorre quando a queima acontece em líquidos inflamáveis, graxas e gases combustíveis.- A Sequência correta está na alternativa: a) 1, 3, 2 b) 3, 1, 2 c) 2, 3, 1 d) 2, 1, 3 e) 1, 2, 3 08) Analise as definições abaixo: ILimite de Tolerância é o nível de concentração máxima de um agente físico ou químico existente no ambientede trabalho sem causar danos à saúde dos trabalhadores.

c) Somente o item III é verdadeiro. 09) Em se tratando de avaliação do calor radiante pelo método IBUTG. b) Somente o item II é verdadeiro. b) I e III somente. em cujos anexos podemosencontrar os riscos. III Poeiras são partículas sólidas originadas de processos de ruptura mecânica de sólidos orgânicos.II Os limites de tolerância dos riscos quantitativos são estabelecidos pela NR 16. Itermômetro de bulbo úmido natural IItermômetro de globo IIItermômetro de bulbo seco. II e III são verdadeiros.Assinale a alternativa correta. d) II e III somente. a) Somente o item I é verdadeiro. c) I e II somente. II e III. d) Somente os itens II e III são verdadeiros. 10) Assinale a alternativa em que a forma por extenso não corresponde à respectiva sigla a) PCMSO . analise o instrumental utilizado para a mediçãodas temperaturas. e) Os itens I.Estão corretas as definições: a) I. e) III somente.

5ºC. d) Atos inseguros e inexistência do Engenheiro de Segurança. 12) Um técnico de segurança do trabalho realizou medições de sobrecarga térmica em um determinado ambiente detrabalho sem carga solar.. b) . encontrando os seguintes resultados: AME .Sabendo que o limite de tolerância é 28.2 tgonde:tbn = temperatura de bulbo úmido natural.5. c) Atos inseguros e inexistência do Técnico de Segurança. e) CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes. e) Condições inseguras e inexistência da CIPA e PPRA. c) PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambulatoriais. b) Inexistência da CIPA e do PPRA.– Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO .12/02/12 3 TemperaturaMédiaMetabolismo(Kcal/h)tbn 23220tg 33tbs 30OBS:Ambientes internos ou externos sem carga solar:IBUTG = 0.7 tbn + 0. calcule e responda: a) O IBUTG calculado é de 28.tg = temperatura de globo. b) CAT – Comunicação de Acidente de Trabalho.7 tbn + 0. 11) Quais são as principais causas dos acidentes de trabalho? a) Atos inseguros e condições inseguras. portanto esta atividade é insalubre. d) EPC – Equipamento de Proteção Coletiva.3 tgAmbientes externos com carga solar:IBUTG = 0.tbs = temperatura de bulbo seco.1 tbs + 0.

O IBUTG calculado é de 28,5, portanto esta atividade não é insalubre. c) O IBUTG calculado é de 26,0, portanto esta atividade é insalubre. d) O IBUTG calculado é de 26,0, portanto esta atividade não é insalubre. e) O IBUTG não pode ser calculado por falta de dados. 13) É de obrigatoriedade de todos os empregadores elaborar ordens de serviço sobre segurança e saúde no trabalho,dando ciência aos empregados por comunicados, cartazes ou meios eletrônicos.Esse Assunto: a) é regulamentado pela NR 02. b) segue regulamentado pela NR 12. c) não é regulamentado pela NR 01. d) apresenta regulamentado pela NRR 01. e) é estabelecido pela NR 01. 14) É correto afirmar que: a) O presidente do sindicato dos TST deverá ser informado antes da instalação de qualquer serviço de segurança dotrabalho em indústrias com grau de risco II. b) Todo estabelecimento novo antes de iniciar suas atividades, deverá solicitar aprovação de suas instalações aoInstituto Nacional de Seguridade Social, conforme NR 2. c) O órgão regional do MTb, juntamente com o INSS, após realizar a inspeção prévia, emitirá o Certificado deAprovação de Instalações – CAI, conforme NR 2. d) Todo estabelecimento novo, antes de iniciar suas atividades, deverá solicitar aprovação de suas instalações aoórgão regional do MTb, conforme determina NR 2. e) A norma regulamentadora NR 2 estabelece critério para embargo ou interdição. 15) Segundo a Portaria nº 3.214, de 08 de junho de 1978, Norma Regulamentadora - NR – 4, o que significa SESMT? a) Serviço Especializado em Segurança e em Medicina do Trabalho.

b) Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Matéria do Trabalho. c) Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. d) Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Maritima do Trabalho. e) Serviço Especializado em Saúde do Trabalho. 16) Dos casos abaixo, assinale em qual deles somente é exigido um profissional técnico de segurança do trabalho noquadro de trabalhadores ligados à segurança do trabalho. a) Empresa com grau de risco 1, com um quadro de funcionários entre 501 e 1001. b) Empresa com grau de risco 2, com um quadro de funcionários entre 501 e 1001. c) Empresa com grau de risco 3, com um quadro de funcionários entre 101 e 250. d ) Empresa com grau de risco 4, com um quadro de funcionários entre 31 e 100. e) Todas as alternativas estão corretas. 17) Segundo a NR 05, a CIPA será composta por representantes

AME - TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO - 12/02/12 1 01) Sabemos que os riscos, nas diversas áreas profissionais, são conhecidos como riscos ocupacionais e sãoclassificados em grupos de acordo com sua natureza. As cores correspondem a cada um dos riscos ocupacionais.Assim, enumere a coluna da direita com base nos riscos listados na coluna da esquerda. 1riscos físicos ( ) cor azul 2riscos químicos ( ) cor vermelha 3riscos biológicos ( ) cor verde 4riscos ergonômicos ( ) cor marrom 5-

riscos de acidentes ( ) cor amarela- Assinale a alternativa que contém a sequência correta da coluna da direita, de cima para baixo. a) 5, 2, 1, 3, 4 b) 4, 3, 1, 5, 2 c) 1, 4, 3, 2, 5 d) 2, 3, 5, 1, 4 e) 3, 2, 4, 5, 1 02) Analisando o Anexo IV da NR-05:CIPA, são considerados riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos eriscos de acidentes, respectivamente: a) poeira, calor, bacilos, jornada de trabalho prolongada e animais peçonhentos. b) calor, gases, fungos, monotonia/repetitividade e esforço físico intenso. c) calor, gases, bacilos, jornada de trabalho prolongada e névoas. d) poeira, calor, fungos, arranjo físico deficiente e eletricidade. e) calor, gases, bacilos, jornada de trabalho prolongada e eletricidade. 03) São várias as doenças originadas dos processos de trabalho conhecidas como doenças ocupacionais. A doençaocupacional decorrente da exposição do trabalhador ao chumbo, sem a proteção adequada aos fumos metálicos, échamada de a) saturnismo. b) absenteísmo. c) trombose. d) pneumonia. e) reumatismo. 04) A _____________________ é uma forma depneumoconiosecausada pela inalação de finas partículas desílica cristalina e caracterizada porinflamaçãoecicatrizaçãoem forma de lesões nodulares nos lóbulos superiores do pulmão.Portanto esta doença é compreendida como a) asbestose. b)

05) É correto afirmar que NÃO é considerado objetivo da CIPA: a) observar e relatar condições de risco. b) solicitar medidas para redução dos acidentes.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . 06) Quanto aos métodos de extinção de fogo ou incêndio.12/02/12 2 07) . II e III. e) bursite. . e) orientar os trabalhadores quanto à prevenção de acidentes.resfriamento. AME . c) berilose. analise os itens abaixo: Iabafamento II isolamento ou retirada do material III.São considerados métodos de extinção de fogo os itens: a) I e II somente. e) I. c) III somente. d) eliminar e/ou neutralizar os riscos existentes. d) cirrose.silicose. d) I e III somente. b) II e III somente. c) expedir advertência aos trabalhadores.

. relacione as classes de acordo com os conteúdos abaixo. 1. 3 e) 1. e) III somente. 2 b) 3. 2 c) 2. 3 08) Analise as definições abaixo: ILimite de Tolerância é o nível de concentração máxima de um agente físico ou químico existente no ambientede trabalho sem causar danos à saúde dos trabalhadores. II Os limites de tolerância dos riscos quantitativos são estabelecidos pela NR 16. em cujos anexos podemosencontrar os riscos. 3. 3. 09) .( ) Ocorre quando a queima acontece em líquidos inflamáveis.Estão corretas as definições: a) I.Em se tratando de extinção do fogo. III Poeiras são partículas sólidas originadas de processos de ruptura mecânica de sólidos orgânicos. como madeira. papel. A extinção deve ser feita por agente extintor quenão conduza eletricidade. b) I e III somente. II e III. 1 d) 2. numerado-os 1Classe A 2Classe B 3Classe C( ) Assim é identificado o fogo em materiais sólidos que deixam resíduos. graxas e gases combustíveis. tecido e borracha. d) II e III somente.( ) Classe de incêndio em equipamentos elétricos energizados.A Sequência correta está na alternativa: a) 1. 1. 2. c) I e II somente.

a) Somente o item I é verdadeiro. b) CAT – Comunicação de Acidente de Trabalho. b) Somente o item II é verdadeiro. II e III são verdadeiros. . c) PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambulatoriais. analise o instrumental utilizado para a mediçãodas temperaturas. Itermômetro de bulbo úmido natural IItermômetro de globo IIItermômetro de bulbo seco. e) Os itens I. d) EPC – Equipamento de Proteção Coletiva. 10) Assinale a alternativa em que a forma por extenso não corresponde à respectiva sigla a) PCMSO – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional. d) Somente os itens II e III são verdadeiros. c) Somente o item III é verdadeiro. e) CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.Em se tratando de avaliação do calor radiante pelo método IBUTG.Assinale a alternativa correta.

5. calcule e responda: a) O IBUTG calculado é de 28.11) Quais são as principais causas dos acidentes de trabalho? a) Atos inseguros e condições inseguras. e) Condições inseguras e inexistência da CIPA e PPRA. e) O IBUTG não pode ser calculado por falta de dados. b) Inexistência da CIPA e do PPRA.0. cartazes ou meios eletrônicos. c) não é regulamentado pela NR 01.7 tbn + 0. b) segue regulamentado pela NR 12.Sabendo que o limite de tolerância é 28.tbs = temperatura de bulbo seco. portanto esta atividade não é insalubre. encontrando os seguintes resultados: AME . c) O IBUTG calculado é de 26.tg = temperatura de globo.0.7 tbn + 0.12/02/12 3 TemperaturaMédiaMetabolismo(Kcal/h)tbn 23220tg 33tbs 30OBS:Ambientes internos ou externos sem carga solar:IBUTG = 0.5. c) Atos inseguros e inexistência do Técnico de Segurança.5ºC. 12) Um técnico de segurança do trabalho realizou medições de sobrecarga térmica em um determinado ambiente detrabalho sem carga solar.2 tgonde:tbn = temperatura de bulbo úmido natural. 13) É de obrigatoriedade de todos os empregadores elaborar ordens de serviço sobre segurança e saúde no trabalho.1 tbs + 0. portanto esta atividade é insalubre.dando ciência aos empregados por comunicados. d) . d) O IBUTG calculado é de 26. b) O IBUTG calculado é de 28. d) Atos inseguros e inexistência do Engenheiro de Segurança. portanto esta atividade é insalubre.3 tgAmbientes externos com carga solar:IBUTG = 0. portanto esta atividade não é insalubre.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO ..Esse Assunto: a) é regulamentado pela NR 02.

b) . o que significa SESMT? a) Serviço Especializado em Segurança e em Medicina do Trabalho. d) Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Maritima do Trabalho. com um quadro de funcionários entre 501 e 1001. deverá solicitar aprovação de suas instalações aoInstituto Nacional de Seguridade Social. a) Empresa com grau de risco 1. b) Todo estabelecimento novo antes de iniciar suas atividades. e) é estabelecido pela NR 01. após realizar a inspeção prévia. conforme NR 2. antes de iniciar suas atividades. b) Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Matéria do Trabalho. conforme NR 2. assinale em qual deles somente é exigido um profissional técnico de segurança do trabalho noquadro de trabalhadores ligados à segurança do trabalho.214. Norma Regulamentadora . deverá solicitar aprovação de suas instalações aoórgão regional do MTb. conforme determina NR 2. emitirá o Certificado deAprovação de Instalações – CAI.apresenta regulamentado pela NRR 01. e) A norma regulamentadora NR 2 estabelece critério para embargo ou interdição. c) Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. d) Todo estabelecimento novo. de 08 de junho de 1978. 14) É correto afirmar que: a) O presidente do sindicato dos TST deverá ser informado antes da instalação de qualquer serviço de segurança dotrabalho em indústrias com grau de risco II.NR – 4. 15) Segundo a Portaria nº 3. e) Serviço Especializado em Saúde do Trabalho. c) O órgão regional do MTb. juntamente com o INSS. 16) Dos casos abaixo.

c) Empresa com grau de risco 3. d ) Empresa com grau de risco 4.. cabe ao empregadorquanto ao EPI: IAdquirir o adequado ao risco de cada atividade. d) do sindicato. c) do empregador e dos empregados. b) dos empregados. com um quadro de funcionários entre 101 e 250. empregados e empregador. II Responsabilizar-se pela higiene e manutenção periódica.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO .Empresa com grau de risco 2.12/02/12 4 a) do empregador. quando danificado ou extraviado. 17) Segundo a NR 05.Assinale a alternativa correta. a CIPA será composta por representantes AME . 18) Segundo a NR 6 que regulamenta o uso de equipamentos de proteção individual. com um quadro de funcionários entre 501 e 1001. b) . e) todas as alternativas estão erradas. com um quadro de funcionários entre 31 e 100. e) Todas as alternativas estão corretas. IIIResponsabilizar-se pela guarda e conservação IVSubstituir imediatamente. a) Somente o item III está correto.

inclusive as ordens deserviço expedidas pelo empregador.Estão corretas a) Somente o item IV b) Somente os itens I.. II e IV estão corretos. e) NR18. II. d) Nenhum dos itens está correto. b) NR 24. Vcumprir e fazer cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho. é correto afirmar que cabe ao empregado: Icumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e saúde do trabalho.NR. d) NR 9. 20) De acordo com a NR 01. c) NR 17. III.Somente os itens I e II estão corretos.NR. IIIsubmeter-se aos exames médicos previstos nas Normas Regulamentadoras . 19) O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais é estabelecido pela Norma Regulamentadora nº a) NR 28. IVcolaborar com a empresa na aplicação das Normas Regulamentadoras . e) Somente os itens I. IIusar o EPI fornecido pelo empregador. III. IV e V d) Somente os II. III e IV c) Somente os itens I. c) Todos os itens estão corretos. IV e V e) .

12/02/12 5 e) Somente afirmativas III e IV são verdadeiras. norma regulamentadora voltada à sinalização de segurança. qual foi a ultima alteração? a) . IV – O empregado deve garantir a elaboração e efetiva implementação do PCMSO.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . assistida por profissional do órgão regional competente em segurança e saúdeno trabalho.Somente o item V 21) Sobre a NR 7 é possível afirmar: IFicam obrigadas de indicar médico coordenador às empresas de grau de risco 1 e 2. II As empresas com mais de 25 (vinte e cinco) empregados e até 50 (cinqüenta) empregados. poderão estar desobrigadas de indicar médico coordenador emdecorrência de negociação coletiva. com até 25 (vinte e cinto) empregados e aquelas de grau de risco 3 e 4. AME . enquadradas no grau de risco3 ou 4.Assinale a alternativa correta: a) Somente as afirmativas I e IV são verdadeiras. enquadradas no graude risco 1 ou 2. d) Somente as afirmativas I. poderão estar desobrigadas de indicar médico do trabalho coordenador emdecorrência de negociação coletiva. b) Somente afirmativas II e III são verdadeiras. segundo o Quadro 1 da NR 4. com até10(dez) empregados. III As empresas com mais de 10 (dez) empregados e com até 20 (vinte) empregados. c) Somente a afirmativa IV é verdadeira. II e IV são verdadeiras. bem como zelar pela suaeficácia. 22) Em se tratando de NR 26. segundo o Quadro 1 da NR 4.. segundo o Quadro 1 da NR 4. segundo o Quadro 1 da NR4.

III. empurrarou arrastar pesos. IV e V . observe as siglas abaixo: ISSST . e) Desde sua criação. c) Redação dada pela Portaria SIT n.º 119. b) Redação dada pela Portaria SIT n. 23) A taxa de metabolismo de um trabalho pesado.Programa de Assistência ao Trabalhador .º 339. de 24 de maio de 2010. nunca mais foi alterada.º 229.Há correspondência correta entre sigla e significado a) somente no item IV b) somente nos itens I. II e III c) somente nos itens I.Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho II CANPAT .Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho III PAT . através de trabalho intermitente de levantar. d) Redação dada pela Portaria SIT n. é: a) 440 Kcal b) 540 Kcal c) 640 Kcal d) 740 Kcal e) 300 Kcal 24) De acordo com a norma regulamentadora nº 1.Programa de Alimentação do Trabalhador IV SSST .Serviço de Segurança e Saúde no Trabalho VPAT .º 229. de 24 de maio de 2011.Redação dada pela Portaria SIT n. de 24 de maio de 2011. de 24 de maio de 2010.

NR17. o que significa GHS?a) Grupo de sinalização de cores homogêneas.d) somente nos itens II. NR 07. NR 07. III possuir comprovação de pelo menos 3 (três) anos de experiência nessa atividade. 26) O que significa A.S. d) Atestado Selecionado para Oftalmologista. 27) Para efeito desta NR________ . podemos encontrá-lo? a) Atestado Saudável Operacional. c) Atestado de Saúde Ocupacional. c) NR 13. NR 11. em qual NR. III. será considerado operador de caldeira aquele que satisfizer pelo menos uma dasseguintes condições: Ipossuir certificado de "Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras" e comprovação de estágio prático. c) Grupo homogêneo de exposição. . b) Atestado de Saúde Ocupacional.O e. IV V e) somente no item V 25) De acordo com a NR 26. e) Atestado de Saúde Ocupacional. IIpossuir certificado de "Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras" previsto na NR ____ aprovadapelaPortaria 02.. e) Sistema Globalmente Harmonizado de Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos. de 08/05/84. b) NR 08. d) Sistema que gerencia direitos humanos. NRR 04. b) Grupos de higienistas e de segurança do trabalho.Estamos falando da a) NR 03. até 08 de maio de 1984.

NR 09 estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação. do . e) NR 19. um lavatório para cada a) 30 trabalhadores. Onde houver rede de abastecimento de água.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . através__________________________. AME . e) 20 trabalhadores. e na proporção de 01(um) bebedouro para cada a) 50 trabalhadores. visando à preservação dasaúde e da integridade dos trabalhadores. poeiras ou substâncias que provoquem sujidade. em condições higiênicas. no conjunto em instalaçõessanitárias.12/02/12 6 28) Em todos os locais de trabalho. b) 25 trabalhadores. irritantes. c) 10 trabalhadores. _______________________________e consequente_________________________da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente detrabalho. deverão existirbebedouros de jato inclinado e guarda protetora. alergizantes. b) 25 trabalhadores.___________________________. 30) A Norma Regulamentadora . por parte de todosos empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados. d) 80 trabalhadores. ou nos trabalhos com exposição a substâncias tóxicas. d) 45 trabalhadores. deverá ser fornecido água potável aos trabalhadores. proibida sua instalação em pias ou lavatórios.. será exigido.PPRA. 29) Nas atividades ou operações insalubres. e) 15 trabalhadores.infectantes. tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais.sendo proibido o uso de recipientes coletivos. c) 100 trabalhadores.d) NR14.As lacunas do texto devem ser preenchidas correta e respectivamente por: .

CLT. bem como pelosórgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário. 4. 1. 31) As Normas Regulamentadoras . 4. b) 10% (dez por cento) sobre o salário mínimo da região. da avaliação. controle. 2. 4.1) NR 9 ( ) Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional2) NR 28 ( ) Fiscalizações e Penalidades3) NR 17 ( ) Proteção contra incêndio4) NR 23 ( ) Programa de Prevenção de Riscos Ambientais5) NR 7 ( ) ErgonomiaAssinale a alternativa que contêm a sequência correta da coluna da direita.a) do reconhecimento. 1. da avaliação. o controle. c) 20% (vinte por cento) sobre o salário mínimo da região. que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis doTrabalho . c) da antecipação. são de observância obrigatóriapelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta. . relativas à Segurança e Medicina do Trabalho. 1. da avaliação. assim podemos considerar a atividade como insalubre. 4. 5. Com base na NR 15. Seu tempo de exposição ao risco é 100% da sua jornada e ainda a empresa não fornece nenhum tipo de equipamento de proteção individual para a eliminação ouneutralização do agente. 3 b) 5. d) 30% (trinta por cento) sobre o salário total do trabalhador. 1. qual é odevido adicional de insalubridade a esse trabalhador? a) 40% (quarenta por cento) sobre o total do trabalhador. da antecipação. 5 e) 2. de cima para baixo. 2. a) 5. 1.NRs. b) da antecipação. 2. 4. e) da avaliação. reconhecimento. do reconhecimento. 3 32) Em uma determinada empresa. sendo que a suaatividade principal e única é de lavar panelas. controle. pratos e talheres. 2. numere a coluna da direita de acordo com as respectivas Normas Regulamentadoraslistadas na coluna da esquerda. antecipação. do reconhecimento. da avaliação. Assim. controle. d) do reconhecimento. do controle. 3 c) 5. um trabalhador desenvolve suas atividade na cozinha industrial. 3 d) 3. da antecipação.

c) do empregador e dos empregados. b) dos empregados. e) .Assinale a alternativa correta. d) do sindicato. 18) Segundo a NR 6 que regulamenta o uso de equipamentos de proteção individual.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . empregados e empregador. d) NR 9. d) Nenhum dos itens está correto. II Responsabilizar-se pela higiene e manutenção periódica. b) Somente os itens I e II estão corretos.12/02/12 4 a) do empregador. 19) O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais é estabelecido pela Norma Regulamentadora nº a) NR 28. IIIResponsabilizar-se pela guarda e conservação IVSubstituir imediatamente. quando danificado ou extraviado. c) Todos os itens estão corretos. a) Somente o item III está correto. b) NR 24.AME . cabe ao empregadorquanto ao EPI: IAdquirir o adequado ao risco de cada atividade. c) NR 17. II e IV estão corretos. e) Somente os itens I. e) todas as alternativas estão erradas..

III e IV c) Somente os itens I. segundo o Quadro 1 da NR 4. assistida por profissional do órgão regional competente em segurança e saúdeno trabalho. IVcolaborar com a empresa na aplicação das Normas Regulamentadoras . IV . segundo o Quadro 1 da NR 4. IV e V d) Somente os II.. com até 25 (vinte e cinto) empregados e aquelas de grau de risco 3 e 4. Vcumprir e fazer cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho. IV e V e) Somente o item V 21) Sobre a NR 7 é possível afirmar: IFicam obrigadas de indicar médico coordenador às empresas de grau de risco 1 e 2. inclusive as ordens deserviço expedidas pelo empregador. segundo o Quadro 1 da NR4. II. III. III As empresas com mais de 10 (dez) empregados e com até 20 (vinte) empregados. segundo o Quadro 1 da NR 4.NR18. é correto afirmar que cabe ao empregado: Icumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e saúde do trabalho.Estão corretas a) Somente o item IV b) Somente os itens I. poderão estar desobrigadas de indicar médico coordenador emdecorrência de negociação coletiva. enquadradas no grau de risco3 ou 4. enquadradas no graude risco 1 ou 2. com até10(dez) empregados. III.NR. IIusar o EPI fornecido pelo empregador. 20) De acordo com a NR 01. II As empresas com mais de 25 (vinte e cinco) empregados e até 50 (cinqüenta) empregados.NR. poderão estar desobrigadas de indicar médico do trabalho coordenador emdecorrência de negociação coletiva. IIIsubmeter-se aos exames médicos previstos nas Normas Regulamentadoras .

b) Redação dada pela Portaria SIT n..º 229.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . de 24 de maio de 2010. c) Redação dada pela Portaria SIT n. norma regulamentadora voltada à sinalização de segurança. c) Somente a afirmativa IV é verdadeira. bem como zelar pela suaeficácia. empurrarou arrastar pesos.12/02/12 5 e) Somente afirmativas III e IV são verdadeiras. b) Somente afirmativas II e III são verdadeiras. de 24 de maio de 2011. é: a) 440 Kcal .Assinale a alternativa correta: a) Somente as afirmativas I e IV são verdadeiras. II e IV são verdadeiras. de 24 de maio de 2010. d) Somente as afirmativas I.– O empregado deve garantir a elaboração e efetiva implementação do PCMSO. 22) Em se tratando de NR 26. e) Desde sua criação. d) Redação dada pela Portaria SIT n.º 119.º 339. de 24 de maio de 2011.º 229. 23) A taxa de metabolismo de um trabalho pesado. através de trabalho intermitente de levantar. AME . qual foi a ultima alteração? a) Redação dada pela Portaria SIT n. nunca mais foi alterada.

d) Sistema que gerencia direitos humanos. III. III. 26) O que significa A. b) Grupos de higienistas e de segurança do trabalho.b) 540 Kcal c) 640 Kcal d) 740 Kcal e) 300 Kcal 24) De acordo com a norma regulamentadora nº 1. em qual NR.Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho III PAT .O e.Serviço de Segurança e Saúde no Trabalho VPAT . II e III c) somente nos itens I.Programa de Alimentação do Trabalhador IV SSST .S.Há correspondência correta entre sigla e significado a) somente no item IV b) somente nos itens I. e) Sistema Globalmente Harmonizado de Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos. c) Grupo homogêneo de exposição.Programa de Assistência ao Trabalhador . observe as siglas abaixo: ISSST .Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho II CANPAT . IV V e) somente no item V 25) De acordo com a NR 26. o que significa GHS?a) Grupo de sinalização de cores homogêneas. IV e V d) somente nos itens II. podemos encontrá-lo? .

IIpossuir certificado de "Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras" previsto na NR ____ aprovadapelaPortaria 02. AME .Estamos falando da a) NR 03. 27) Para efeito desta NR________ . até 08 de maio de 1984. NRR 04. e) Atestado de Saúde Ocupacional.a) Atestado Saudável Operacional. d) NR14.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . c) . NR 07. e) NR 19. b) Atestado de Saúde Ocupacional. c) NR 13. NR 07. b) NR 08. e na proporção de 01(um) bebedouro para cada a) 50 trabalhadores. d) Atestado Selecionado para Oftalmologista.. NR 11.sendo proibido o uso de recipientes coletivos. será considerado operador de caldeira aquele que satisfizer pelo menos uma dasseguintes condições: Ipossuir certificado de "Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras" e comprovação de estágio prático.12/02/12 6 28) Em todos os locais de trabalho. b) 25 trabalhadores. Onde houver rede de abastecimento de água. em condições higiênicas. de 08/05/84. proibida sua instalação em pias ou lavatórios. NR17. deverá ser fornecido água potável aos trabalhadores. deverão existirbebedouros de jato inclinado e guarda protetora. III possuir comprovação de pelo menos 3 (três) anos de experiência nessa atividade. c) Atestado de Saúde Ocupacional.

através__________________________. c) da antecipação. da avaliação. d) do reconhecimento.CLT. irritantes. que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis doTrabalho . e) 15 trabalhadores. do reconhecimento. e) 20 trabalhadores. são de observância obrigatóriapelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta.infectantes. reconhecimento. visando à preservação dasaúde e da integridade dos trabalhadores. numere a coluna da direita de acordo com as respectivas Normas Regulamentadoraslistadas na coluna da esquerda. bem como pelosórgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário. alergizantes. e) da avaliação. d) 45 trabalhadores. poeiras ou substâncias que provoquem sujidade. será exigido.NR 09 estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação. antecipação. ou nos trabalhos com exposição a substâncias tóxicas. do controle.PPRA. um lavatório para cada a) 30 trabalhadores. c) 10 trabalhadores.NRs.100 trabalhadores. d) 80 trabalhadores.. Assim. por parte de todosos empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados. do . o controle.1) NR 9 ( ) Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional2) NR 28 ( ) Fiscalizações e Penalidades3) NR 17 ( ) Proteção contra incêndio4) NR 23 ( ) Programa de . tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais. b) da antecipação. 30) A Norma Regulamentadora . da avaliação. controle. da avaliação. da avaliação. 31) As Normas Regulamentadoras . _______________________________e consequente_________________________da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente detrabalho. relativas à Segurança e Medicina do Trabalho.___________________________. no conjunto em instalaçõessanitárias.As lacunas do texto devem ser preenchidas correta e respectivamente por: a) do reconhecimento. do reconhecimento. 29) Nas atividades ou operações insalubres. controle. da antecipação. b) 25 trabalhadores. da antecipação. controle.

3 32) Em uma determinada empresa. um trabalhador desenvolve suas atividade na cozinha industrial. b) 10% (dez por cento) sobre o salário mínimo da região. Cabe ao empregador( ) cumprir e fazer cumprir as disposições legais e regulamentaressobre segurança e medicina do trabalho.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . 4. Seu tempo de exposição ao risco é 100% da sua jornada e ainda a empresa não fornece nenhum tipo de equipamento de proteção individual para a eliminação ouneutralização do agente. () . () cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurançae saúde do trabalho. 4. Cabe ao empregado( ) submeter-se aos exames médicos previstos nas NormasRegulamentadoras . qual é odevido adicional de insalubridade a esse trabalhador? a) 40% (quarenta por cento) sobre o total do trabalhador.1.NRs. relacione a coluna dadireita com os itens da coluna da esquerda . assim podemos considerar a atividade como insalubre. 5 e) 2. pratos e talheres. 2. 3 d) 3. a) 5. d) 30% (trinta por cento) sobre o salário total do trabalhador. 4. 2. de cima para baixo.12/02/12 7 e) 20% (vinte por cento) sobre o salário total do trabalhador. 4. inclusive as ordens de serviço expedidas peloempregador. c) 20% (vinte por cento) sobre o salário mínimo da região. 3 c) 5. 1. 1. 2. 4. 5. 1. 1. Com base na NR 15. quanto às Disposições Gerais. 1. sendo que a suaatividade principal e única é de lavar panelas. 2.Prevenção de Riscos Ambientais5) NR 7 ( ) ErgonomiaAssinale a alternativa que contêm a sequência correta da coluna da direita. 3 b) 5. AME . 2. 33) Considerando o estabelecido na Norma Regulamentadora n° 1.

sendo que duas delas se enquadram como insalubres. cartazes ou meioseletrônicos.determinar procedimentos que devem ser adotados em caso deacidente ou doença relacionada ao trabalho. 1. b) 10% (dez por cento) sobre o salário mínimo da região. 1.a) . () elaborar ordens de serviço sobre segurança e saúde no trabalho. 2.Assinale a sequência correta da coluna da direita.dando ciência aos empregados por comunicados. e) 2.. de cima para baixo: a) 2. 2. assinale aalternativa incorreta. 2. 35) Com relação aos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. 2. b) 1. 1. 1. d) 60% (sessenta por cento) sobre o salário mínimo da região. 1. 2. 1. 1. qual é o devido adicional deinsalubridade a esse colaborador? a) 40% (quarenta por cento) sobre o salário mínimo da região. c) 50% (cinquenta por cento) sobre o salário mínimo da região. sendo a primeiraatividade em grau mínimo e a segunda atividade em grau máximo. 2. 1. 1. 2. 1. 34) Um técnico de segurança de trabalho está com o seguinte problema: na empresa existe um colaborador que exercediversas atividades. 2. d) 1. Nesse caso. 1. e) 20% (vinte por cento) sobre o salário total do trabalhador. 2. c) 1. conforme NR 15.

Engenheiro de Segurança do Trabalho.1 °C.Técnico de segurança do trabalho: técnico portador de comprovação de registro profissional expedido peloMinistério do Trabalho. c) Os Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho deverão ser integrados porMédico do Trabalho. de que trata esta NR 4.deverão ser registrados no órgão regional da DRT.0 °C. d) Ao profissional especializado em Segurança e em Medicina do Trabalho é vedado o exercício de outrasatividades na empresa. b) O técnico de segurança do trabalho e o auxiliar de enfermagem do trabalho deverão dedicar 8 (oito) horas pordia para as atividades dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho.. Enfermeiro do Trabalho. Técnico de Segurança doTrabalho e Auxiliar de Enfermagem do Trabalho.0 °C.0 . e) Os serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. foram levantados osseguintes dados: Tbn ( Temperatura de bulbo úmido e natural ) = 23. durante o horário de sua atuação nos Serviços Especializados em Engenharia deSegurança e em Medicina do Trabalho. Tbs ( Temperatura de bulbo seco ) = 31. Calcule o IBUTG da atividade e assinale aalternativa correta. a) IBUTG = 53. 36) Durante uma avaliação quantitativa de calor para atividade de um operador de caldeira. deacordo com o estabelecido no Quadro II.Podemos considerar o ambiente como interno e sem carga solar. Tg ( Temperatura de globo ) = 30.

quando houver. Secretário () Coordenar as reuniões da CIPA. 2.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . Vice-Presidente () Substituir o Presidente nos seus impedimentos eventuais ou nosseus afastamentos temporários. () Coordenar e supervisionar as atividades de secretaria. Presidente () Acompanhar as reuniões da CIPA.1 d) IBUTG = 7. quanto à CIPA.7 AME . as decisões da comissão. 3. e redigir as atas apresentando-as para aprovação e assinatura dos membros presentes. 1. b) 2. () Preparar as correspondências. c) .Assinale a sequência correta da coluna da direita.b) IBUTG = 26.1 37) Considerando as atribuições estabelecidas na Norma Regulamentadora n° 5. 2. . 3. de cima para baixo: a) 3. 1. encaminhando ao empregador eao SESMT.0 e) IBUTG = 25.12/02/12 8 c) IBUTG = 54. 2. 3. 2.1. relacione a coluna dadireita com os itens da coluna da esquerda. 1.

e) 3. 1. ovalor acima do qual devem ser iniciadas ações preventivas. e) . 1. b) Somente os ajudantes. 1. d) Somente os motoristas e os ajudantes. 3. 1. 2. 3. 2. os ajudantes e os setoresadministrativos. a empresa conta com diversos colaboradores como: os motoristas. para todos os agentes existe um nível de ação. ou seja. d) 1. 2. c) Somente o setor administrativo. não paga o adicional de periculosidade para seus colaboradores. O transporte é realizado em caminhão tanque. 3. 3. você deverá definir. Podemos considerar que o nível de ação para ruído é: a) 80 dB(A) b) 85 dB(A) c) 90 dB(C) d) 65 dB(C) e) 70 dB(C) 39) Uma empresa nacional e reconhecida mundialmente é responsável pela distribuição de líquidos inflamáveis egasosos liquefeitos em grande parte do território nacional. porém. A empresa. Como Técnicode Segurança dessa empresa. conforme a NR 16. 38) Para elaboração do PPRA conforme estabelecido na NR 9. Para essaatividade. quais as funções que devem receber oadicional de 30%? a) Somente os motoristas.3. 3.

II . a critério do empregador. sejam capazes dedesenvolver o disposto nesta NR. sendo sua abrangência eprofundidade dependentes das características dos riscos e das necessidades de controle.Somente os motoristas e o setor administrativo. acompanhamento e avaliação do PPRA poderão ser feitas pelo SESMT ou porTécnico de Segurança do Trabalho devidamente registrado no MTB.As ações do PPRA devem ser desenvolvidas no âmbito de cada estabelecimento da empresa. c) SIPATP – Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho Portuária. e) SIPATMIN – Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho na Mineração. implementação. .A elaboração.O PPRA é parte integrante do conjunto mais amplo das iniciativas da empresa no campo da preservação dasaúde e da integridade dos trabalhadores. sob aresponsabilidade do empregador. b) SESMT – Serviço Especializado em Saúde e Medicina do Trabalho. em especial como PCMSO previsto na NR-7. com a participação do sindicato patronal da categoria. 41) Sobre a NR 9. devendo estar articulado com o disposto nas demais NR. III . d) SESSTP – Serviço Especializado em Segurança e Saúde do Trabalhador Portuário. é possível afirmar: I . 40) Assinale a alternativa em que a correspondência entre sigla e forma por extensa está incorreta: a) SEPATR – Serviço Especializado em Prevenção de Acidentes de Trabalho Rural.

e) Somente afirmativas III e IV são verdadeiras.. e) não lhe é devido nenhum adicional.Para efeito desta NR.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . c) Somente a afirmativa IV é verdadeira. em função de sua natureza. sem os acréscimos de gratificação.12/02/12 9 IV . químicos e biológicos existentes nosambientes de trabalho que. b) Somente afirmativas I. c) periculosidade de 30% (trinta por cento) incidente sobre o salário. concentração ou intensidade e tempo de exposição. quanto aos Equipamentos de Proteção Individual. 1. mesmo que mantenha umadistância segura e utilizando todos os EPIs necessários para sua segurança. Ao colaborador responsável pela detonação dos explosivos. sãocapazes de causar danos à saúde do trabalhador. . III e IV são verdadeiras. consideram-se riscos ambientais os agentes físicos. d) Somente as afirmativas I.Assinale a alternativa correta: a) Somente as afirmativas I. a atividade principal é a extração de pedras e britas. guarda econservação.relacione a coluna da direita com os itens da coluna da esquerda. Para a atividade de extração de pedras. d) insalubridade de 40% (quarenta por cento) sobre o salário mínimo da região. lhe é assegurado um adicional de a) periculosidade de 30% (trinta por cento) incidente sobre o salário. 43) Considerando o estabelecido na Norma Regulamentadora n° 6. II e IV são verdadeiras. II e III são verdadeiras. 42) Em uma pedreira. prêmios ouparticipação de lucros.AME . Cabe ao empregador( ) Orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado. sãoutilizados explosivos. b) insalubridade de 30% (trinta por cento) sobre o salário mínimo da região. mais os acréscimos de gratificação e prêmiosou participação de lucros.

() Responsabilizar-se pela guarda e conservação. 1. () Responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica. óleo combustível. . 44) Baseando-se na NR 26 – Sinalização de Segurança. b) . 3.será empregada para indicar as canalizações de inflamáveis e combustíveis de alta viscosidade (ex:óleo lubrificante. 3. 1. Cabe ao Fabricante( ) Cadastrar-se junto ao órgão nacional competente em matéria desegurança e saúde no trabalho. e) 2. 2. alcatrão. de cima para baixo: a) 2. 2. 3.Assinale a sequência correta da coluna da direita. asfalto. 2.2. III – Cor Preta . 3.. 2. 3. 1. c) 1. Cabe ao empregado( ) Comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne imprópriopara uso.Cor Verde é a cor que caracteriza “segurança”.deverá ser usada para distinguir e indicar equipamentos e caracteriza “perigo”. etc. piche. 2. Considere as afirmativas: I – Cor Vermelha .Assinale a alternativa correta: a) Somente as afirmativas I. 1. 2. II – Cor Amarela – Em canalizações deve-se utilizar o amarelo para identificar gases não liquefeitos. 1. II e II são verdadeiras. d) 3.). 2. 3. 1. IV . 1. b) 1. 1.

1.12/02/12 7 e) 20% (vinte por cento) sobre o salário total do trabalhador.Somente as afirmativas II e IV são verdadeiras.dando ciência aos empregados por comunicados. e) Somente as afirmativas III e IV são verdadeiras. Imediatamente oscolaboradores da empresa identificaram que o princípio de incêndio era apenas no quadro de distribuição quefornecia energia elétrica a todos os maquinários da empresa. relacione a coluna dadireita com os itens da coluna da esquerda . 45) Em um dia normal de trabalho em uma empresa de reciclagem de papelão.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO .. inclusive as ordens de serviço expedidas peloempregador. d) Somente as afirmativas II. () elaborar ordens de serviço sobre segurança e saúde no trabalho. 2. de cima para baixo: a) . () determinar procedimentos que devem ser adotados em caso deacidente ou doença relacionada ao trabalho. cartazes ou meioseletrônicos. Cabe ao empregador( ) cumprir e fazer cumprir as disposições legais e regulamentaressobre segurança e medicina do trabalho. c) Somente a afirmativa I é verdadeira. houve um curto circuito no quadro de distribuição elétrica.NRs. foi identificado um princípio de incêndiono depósito. quanto às Disposições Gerais. III e IV são verdadeiras.Assinale a sequência correta da coluna da direita. () cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurançae saúde do trabalho. Cabe ao empregado( ) submeter-se aos exames médicos previstos nas NormasRegulamentadoras . onde haviam armazenadas aproximadamente 2 (duas) toneladas de papelão. Nesse caso qual a classe do fogo identificado peloscolaboradores? a) Classe B AME . Devido à precariedade dainstalação elétrica da empresa. 33) Considerando o estabelecido na Norma Regulamentadora n° 1.

2. 2. 1. 1. b) 1. 1. 1. 2. e) 20% (vinte por cento) sobre o salário total do trabalhador. 2. d) 60% (sessenta por cento) sobre o salário mínimo da região. 1. conforme NR 15. 1. 2. 1. qual é o devido adicional deinsalubridade a esse colaborador? a) 40% (quarenta por cento) sobre o salário mínimo da região. 35) Com relação aos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. b) O técnico de segurança do trabalho e o auxiliar de enfermagem do trabalho deverão dedicar 8 (oito) horas pordia para as atividades dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. assinale aalternativa incorreta. deacordo com o estabelecido no Quadro II. Nesse caso. 2. c) 1. c) 50% (cinquenta por cento) sobre o salário mínimo da região. sendo que duas delas se enquadram como insalubres. 1. 2. 2. 1. . 34) Um técnico de segurança de trabalho está com o seguinte problema: na empresa existe um colaborador que exercediversas atividades. 1. 2. d) 1. e) 2. b) 10% (dez por cento) sobre o salário mínimo da região. 1. sendo a primeiraatividade em grau mínimo e a segunda atividade em grau máximo. 2.a) Técnico de segurança do trabalho: técnico portador de comprovação de registro profissional expedido peloMinistério do Trabalho.

0 °C. durante o horário de sua atuação nos Serviços Especializados em Engenharia deSegurança e em Medicina do Trabalho.1 °C.Podemos considerar o ambiente como interno e sem carga solar.0 b) IBUTG = 26.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . 36) Durante uma avaliação quantitativa de calor para atividade de um operador de caldeira. de que trata esta NR 4. Enfermeiro do Trabalho.7 AME . Engenheiro de Segurança do Trabalho.. e) Os serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. Tbs ( Temperatura de bulbo seco ) = 31. d) Ao profissional especializado em Segurança e em Medicina do Trabalho é vedado o exercício de outrasatividades na empresa. foram levantados osseguintes dados: Tbn ( Temperatura de bulbo úmido e natural ) = 23. Calcule o IBUTG da atividade e assinale aalternativa correta.c) Os Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho deverão ser integrados porMédico do Trabalho. Técnico de Segurança doTrabalho e Auxiliar de Enfermagem do Trabalho.0 °C. a) IBUTG = 53.12/02/12 .deverão ser registrados no órgão regional da DRT. Tg ( Temperatura de globo ) = 30.

c) 3. 1. . 2. 3.0 e) IBUTG = 25. 1. Presidente () Acompanhar as reuniões da CIPA. 2. 3. 3. 3. 1. 1. 2.1. 2. de cima para baixo: a) 3. quanto à CIPA.1 37) Considerando as atribuições estabelecidas na Norma Regulamentadora n° 5. Secretário () Coordenar as reuniões da CIPA. 3.Assinale a sequência correta da coluna da direita. 3. quando houver. relacione a coluna dadireita com os itens da coluna da esquerda. 1. 1. () Coordenar e supervisionar as atividades de secretaria. 3. 2. .8 c) IBUTG = 54. d) 1. () Preparar as correspondências. 1.1 d) IBUTG = 7. Vice-Presidente () Substituir o Presidente nos seus impedimentos eventuais ou nosseus afastamentos temporários. as decisões da comissão. e) 3. 2. encaminhando ao empregador eao SESMT. 3. e redigir as atas apresentando-as para aprovação e assinatura dos membros presentes. 2. b) 2.

porém. para todos os agentes existe um nível de ação. O transporte é realizado em caminhão tanque. a empresa conta com diversos colaboradores como: os motoristas. c) Somente o setor administrativo. Podemos considerar que o nível de ação para ruído é: a) 80 dB(A) b) 85 dB(A) c) 90 dB(C) d) 65 dB(C) e) 70 dB(C) 39) Uma empresa nacional e reconhecida mundialmente é responsável pela distribuição de líquidos inflamáveis egasosos liquefeitos em grande parte do território nacional. e) Somente os motoristas e o setor administrativo. A empresa. os ajudantes e os setoresadministrativos. 40) Assinale a alternativa em que a correspondência entre sigla e forma por extensa está incorreta: a) . quais as funções que devem receber oadicional de 30%? a) Somente os motoristas. Para essaatividade. d) Somente os motoristas e os ajudantes. b) Somente os ajudantes. Como Técnicode Segurança dessa empresa. você deverá definir. não paga o adicional de periculosidade para seus colaboradores. ou seja.38) Para elaboração do PPRA conforme estabelecido na NR 9. conforme a NR 16. ovalor acima do qual devem ser iniciadas ações preventivas.

TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . c) SIPATP – Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho Portuária. sejam capazes dedesenvolver o disposto nesta NR. AME . 41) Sobre a NR 9. em especial como PCMSO previsto na NR-7.12/02/12 9 IV . químicos e biológicos existentes nosambientes de trabalho que. II . b) SESMT – Serviço Especializado em Saúde e Medicina do Trabalho. III . devendo estar articulado com o disposto nas demais NR. é possível afirmar: I .Para efeito desta NR. e) SIPATMIN – Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho na Mineração. em função de sua natureza. consideram-se riscos ambientais os agentes físicos. sendo sua abrangência eprofundidade dependentes das características dos riscos e das necessidades de controle. implementação. com a participação do sindicato patronal da categoria. d) SESSTP – Serviço Especializado em Segurança e Saúde do Trabalhador Portuário. concentração ou intensidade .O PPRA é parte integrante do conjunto mais amplo das iniciativas da empresa no campo da preservação dasaúde e da integridade dos trabalhadores.As ações do PPRA devem ser desenvolvidas no âmbito de cada estabelecimento da empresa. a critério do empregador. acompanhamento e avaliação do PPRA poderão ser feitas pelo SESMT ou porTécnico de Segurança do Trabalho devidamente registrado no MTB.SEPATR – Serviço Especializado em Prevenção de Acidentes de Trabalho Rural.A elaboração. sob aresponsabilidade do empregador.

Assinale a alternativa correta: a) Somente as afirmativas I. Cabe ao empregador( ) Orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado. 43) Considerando o estabelecido na Norma Regulamentadora n° 6. II e III são verdadeiras. 1. 3. lhe é assegurado um adicional de a) periculosidade de 30% (trinta por cento) incidente sobre o salário. mais os acréscimos de gratificação e prêmiosou participação de lucros.e tempo de exposição. d) Somente as afirmativas I. b) insalubridade de 30% (trinta por cento) sobre o salário mínimo da região. quanto aos Equipamentos de Proteção Individual. d) insalubridade de 40% (quarenta por cento) sobre o salário mínimo da região. c) periculosidade de 30% (trinta por cento) incidente sobre o salário. 2. () Responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica. Ao colaborador responsável pela detonação dos explosivos. () . guarda econservação.relacione a coluna da direita com os itens da coluna da esquerda. b) Somente afirmativas I. c) Somente a afirmativa IV é verdadeira. II e IV são verdadeiras. mesmo que mantenha umadistância segura e utilizando todos os EPIs necessários para sua segurança. Para a atividade de extração de pedras. 42) Em uma pedreira.. prêmios ouparticipação de lucros. Cabe ao empregado( ) Comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne imprópriopara uso. a atividade principal é a extração de pedras e britas. e) Somente afirmativas III e IV são verdadeiras. III e IV são verdadeiras. sãoutilizados explosivos. sãocapazes de causar danos à saúde do trabalhador. e) não lhe é devido nenhum adicional. sem os acréscimos de gratificação. Cabe ao Fabricante( ) Cadastrar-se junto ao órgão nacional competente em matéria desegurança e saúde no trabalho.

alcatrão. e) 2. 2. b) 1. 1. 1. b) Somente as afirmativas II e IV são verdadeiras. II e II são verdadeiras. 2. . de cima para baixo: a) 2. 1. óleo combustível. 1. asfalto. II – Cor Amarela – Em canalizações deve-se utilizar o amarelo para identificar gases não liquefeitos.Assinale a alternativa correta: a) Somente as afirmativas I. etc. 3. 1. 1. 3. 2. 3.. 2. 2. d) Somente as afirmativas II. III e IV são verdadeiras.será empregada para indicar as canalizações de inflamáveis e combustíveis de alta viscosidade (ex:óleo lubrificante. 1. piche. 3. 44) Baseando-se na NR 26 – Sinalização de Segurança. c) Somente a afirmativa I é verdadeira.Responsabilizar-se pela guarda e conservação. . 3.deverá ser usada para distinguir e indicar equipamentos e caracteriza “perigo”.Cor Verde é a cor que caracteriza “segurança”. 2. Considere as afirmativas: I – Cor Vermelha . 1. III – Cor Preta .). 2. c) 1.Assinale a sequência correta da coluna da direita. d) 3. IV .

a saúde do trabalhador é definida como “um conjunto de atividades que se destina. Imediatamente oscolaboradores da empresa identificaram que o princípio de incêndio era apenas no quadro de distribuição quefornecia energia elétrica a todos os maquinários da empresa. onde haviam armazenadas aproximadamente 2 (duas) toneladas de papelão. a) Assistência ao trabalhador vítima de acidente de trabalho ou portador de doenças profissional e do trabalho. 45) Em um dia normal de trabalho em uma empresa de reciclagem de papelão.Assinale a alternativa que esse conjunto de atividades NÃO abrange.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . houve um curto circuito no quadro de distribuição elétrica. à promoção e proteção da saúde dotrabalhador. Nesse caso qual a classe do fogo identificado peloscolaboradores? a) Classe B AME . Devido à precariedade dainstalação elétrica da empresa.12/02/12 10 b) Classe E c) Classe D d) Classe C e) Classe A 46) Segundo a Lei orgânica da saúde. . por meio de vigilância epidemiológica e vigilância sanitária.e) Somente as afirmativas III e IV são verdadeiras. foi identificado um princípio de incêndiono depósito. assim como visa à recuperação e reabilitação dos trabalhadores submetidos aos riscos de agravos advindos das condições de trabalho”. b) .

d) o planejamento das medidas de manuseio de agentes contaminantes em relação à fonte geradora. relacionadas a essas medidas.Garantia ao sindicato dos trabalhadores de requerer ao órgão competente a interdição do serviço ou de todo oambiente de trabalho. quando houver ótimas condições para a vida ou saúde do trabalhador . direção e intensidade de correntes de ar. b) o levantamento de informações para determinar o controle do ambiente de trabalho após a identificação dosriscos ao usuário e familiares. 48) A exigência do uso de EPI (Equipamentos de Proteção Individual). d) necessidade de proteção coletiva. apenas. quando de alta gravidade. de reconhecimento. . d) Participação na normatização. c) causas de acidentes. e) a utilização de equipamentos de proteção individual. c) o reconhecimento de riscos mediante as condições climáticas. recomenda-se: a) a avaliação dos riscos potenciais para estabelecer as medidas preventivas após a ocorrência do primeiro caso dedoença ou acidente de trabalho. c) Avaliação do impacto que as tecnologias provocam à saúde do trabalhador.Analise as afirmativas abaixo.. e) Revisão periódica da listagem oficial das doenças originadas no processo de Trabalho. 47) A saúde do trabalhador influenciada por diferentes riscos no ambiente ocupacional. prioritariamente. e) realização de exames laboratoriais.tem como objetivo a redução da(s) a) gravidade das lesões dos acidentes. uma vezque o trabalhador recebe o EPI necessário. b) concentração do agente tóxico no ambiente. Dentre as diversas medidaspreventivas. previsto pela Norma Regulamentadora nº. avaliação ou controle. em substituição aos equipamentos deproteção coletiva. fiscalização e controle dos serviços de saúde do trabalhador nas instituições eempresas públicas e privadas. 49) As normas de biossegurança ou precauções universais contêm medidas de prevenção contra a exposição dotrabalhador da saúde a agentes patógenos de transmissão sanguínea. 6.

deve-se jogar hipoclorito de sódio a 10% nolocal. bancada ou mesa. III e IV. b) I e III.Estão corretas :a) I e II. deve-se usar máscara. c) I. .IPara se executar punção venosa. 50) As empresas cujas atividades expõem. d) II e III. colher sangue. apenas. apenas. assinale a alternativa incorreta .procedimentos operacionais e avaliação periódica do PPR. apenas. deixá-lo reagir por 40 minutos e. em seguida. b) Na escolha do respirador. devemelaborar um Programa de Proteção Respiratória (PPR). escovando em movimentos circulares por dois minutos. II. com conhecimento sobre o uso correto. c) Se o agente de exposição for um gás de fraca propriedade de alerta. o tipo de risco. IV Caso haja derramamento de sangue no chão. devem ser sempre considerados a natureza da operação. executar a limpeza. e) I. II Caso haja contato de sangue ou outros fluidos corpóreos com a pele.12/02/12 11 a) Este programa deve ter um administrador designado pelo empregador. em algum grau. apenas. III Durante procedimentos em que exista a possibilidade de que o sangue e outros fluidos corpóreos atinjam amucosa da boca e do nariz. AME . as substânciasenvolvidas e o tempo de exposição. III e IV. d) Todo usuário de Equipamento de Proteção Respiratória (EPR) deve receber treinamento inicial sobre osprocedimentos de uso e deve fazer uma reciclagem a cada seis meses. seus trabalhadores a riscos prejudiciais à saúde. deve-se lavá-la com água e sabãodegermante. Em relação a este programa.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . recomenda-se um respirador de adução de ar. passar sonda vesical ou nasogástrica e aspirar traqueostomiadeve-se usar luva.

b) Nos fogos da classe D. NR-23. óculos de segurança e exaustão. em que caso a água nunca deverá ser empregada? a) Nos fogos da classe A. c) anualmente. 54) Com base na CIPA. salvo quando se trata de água pulverizada. analise as afirmativas a seguir: IA empresa deverá promover treinamento para os membros da CIPA até dez dias após a posse. bota com biqueira de aço e luva nitrílica. II A CIPA terá reuniões ordinárias mensais de acordo com a data estabelecida na reunião anterior. salvo quando se trata de água pulverizada. c) Extintor de incêndio e cinto de segurança. . d) Protetor auricular. salvo quando pulverizada sob a forma de neblina. salvo quando pulverizada sob a forma de neblina. c) Nos fogos da classe A. para-raio e capacete. 51) Nas atividades de operações insalubres. 53) São exemplos de Equipamento de Proteção Individual: a) Protetor auricular. e) Óculos de segurança. e) a cada três anos. capacete e guarda-copo.e) Respiradores de emergência ou resgate devem ser inspecionados no mínimo uma vez por mês. b) Máscara para particulado. b) semestralmente. d) a cada dois anos. 52) Em se tratando de proteção contra incêndios. para verificar seestão funcionando corretamente. salvo quando pulverizada sob a forma de neblina. e) Nos fogos da classe B. o exame médico deverá ser renovado a) mensalmente. d) Nos fogos da classe D.

II. AME .III No caso de o presidente renunciar ao mandato. c) Raio-X de tórax. haverá uma nova votação entre eles paradeterminar o vencedor. realizar o seguinte exame complementar: a) Exame de sangue. o Médico do Trabalho identificou exposição a ruído acima do limite detolerância para um determinado grupo Homogêneo de exposição. deverá ser monitorado a) o nível de oxigênio.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO .III e V forem verdadeiras. Na realização do exame periódico. pois também foi indicado peloempregador. e) Exame audiométrico.12/02/12 12 b) o nível de particulado.II. em caso de empate entre dois candidatos. d ) se nenhuma afirmativa for verdadeira.Assinale: a) se apenas as afirmativas I.. b) se apenas as afirmativas I. obrigatoriamente. b) Exame de urina. c) . c) se apenas as afirmativas II e III forem verdadeiras. 56) Em um determinado setor da empresa. 55) Ao analisar o PPRA de uma empresa. classificada como asfixiante simples. VDurante o processo eleitoral. IV O membro titular perderá o mandato quando faltar a quatro reuniões. é utilizada uma substância química. e) se todas as afirmativas forem verdadeiras.Assim. essesempregados deverão. o vice-presidente assumirá.IV e V forem verdadeiras. d) Ressonância magnética.

b) Os serviços em instalações energizadas ou em suas proximidades devem ser suspensos de imediato na iminênciade ocorrência que possa colocar os trabalhadores em perigo. II. IIPrograma de imunização (vacinas). 57) Atividades de atenção primária. fazem parte de ações preventivas de doenças ocupacionais ena IAmbiente de trabalho seguro e sadio. III e V .. c) Somente II. e) . c) O responsável pela execução do serviço deve suspender as atividades quando verificar situação ou condição derisco não prevista .o nível de ruído. VProgramas de prevenção de Hipertensão. e) o IPVS (ILDLH). d) o consumo metabólico. II e V. b) Somente I e II. assinale a afirmativa INCORRETA. diabetes e de saúde da mulher. d) Somente as III e V. e) Somente I.São atividades de atenção primária os itens da alternativa: a) Somente I. secundária e terciária. cuja eliminação ou neutralização imediata não seja possível. III Programa de prevenção de doenças respiratórias IV Investigação clínica e exames complementares visando a diagnósticos precoces de doenças. 58) Quanto à instalação e segurança em serviços de eletricidade. a) A capacitação só terá validade para a empresa que o capacitou e nas condições estabelecidas pelo profissionalhabilitado e autorizado responsável pela capacitação. d) É de responsabilidade dos trabalhadores se informar sobre os riscos a que estão expostos e quanto aosprocedimentos e medidas de controle contra os riscos elétricos a serem adotados. III e IV.

foram encontradasas seguintes situações: Iestocagem de gasolina. . c) Anual. b) 6 meses. d) Verde. 60) O Senhor Antônio Carlos. verde e amarelo. c) Vermelho. marrom. verde e azul. e) Não há necessidade de se realizar exames periódicos. assinale a sequência correta de cores. amarelo. de cimapara baixo. verde. Vcaixas de madeira espalhadas.Tomando como base as situações descritas e os riscos associados. trabalhador de uma empresa de bonés. b) Vermelho. IV iluminação precária. conforme a NR-5. verde e amarelo. tem 47 anos de idade e. azul. 59) Ao vistoriar um armazém para a elaboração do Mapa de Riscos Ambientais. verde. II gerador ligado.Os trabalhadores autorizados devem estar aptos a manusear e operar equipamentos de prevenção e combate aincêndios existentes nas instalações elétricas. amarelo e azul. ele precisa realizar os examesperiódicos no intervalo de: a) 3 meses. d) Cada 2 anos. amarelo. azul. marrom. e) Azul.. III resíduo hospitalar. marrom e vermelho. marrom. marrom. de acordo comestabelecido na NR 7 (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional). a) Vermelho.

Normas Técnicas. abordaremos e transcorreremos os seguintes assuntos ligados a Segurança e Higiene e do Trabalho:         Visão Histórica. bem como. de modo a alicerçarmos uma base para uma atuação responsável e construtiva nesta especialidade tão importante em nossa vida profissional. dentro do período de tempo previsto e disponível do calendário escolar. de modo a alcançarmos patamares de excelência nesta área tão relevante ao desenvolvimento técnico e social de nosso país. preparar e motivar todos os alunos a engajarem-se na busca de melhorias contínuas da Higiene. Pois como todos nós sabemos: “O trabalho dignifica o homem” e “O conhecimento o enobrece” Autor desconhecido! 2 – Programação do Tema: Para atingirmos os objetivos anteriormente colocados. Consultas e Pesquisas na Internet.Neste tema além da exposição em aulas. Panorama da Situação da Segurança do Trabalho no Brasil e no Mundo. Saúde e Segurança do Trabalho. saude e segurança do trabalho 1 . sistêmica e holística da Segurança do Trabalho.Higiene. Demais meios didáticos possíveis. de modo a progredirmos sempre na busca de resultados melhores. Consultas à literatura técnica específica. de 8 de junho de 1978. Estatísticas de Acidentes do Trabalho no Brasil e no Mundo. . inclusive as relativas a Engenharia Elétrica que envolva a Segurança do Trabalho. Observação: .214. Principais Órgãos Oficiais existentes relacionados a Segurança do Trabalho. Principais Leis que regem a Higiene e Segurança do Trabalho no Brasil. Normas Regulamentadora aprovadas pela Portaria nº 3. Assim sendo. utilizaremos também métodos de aprendizado participativos tais como:     Trabalhos de pesquisa individuais e coletivos.Objetivo: O objetivo principal deste tema é o de transmitir e ensinar as principais noções básicas e fundamentais relativas ao assunto. Entidades não Governamentais. buscaremos obter uma visão global e uma introdução da Higiene e Segurança do Trabalho.

dos Motores de Combustão Interna. Riscos Ambientais e Profissionais. além de diversas máquinas para produção em larga escala. parece não ter havido uma organização e preocupação maior das Nações e Povos daquelas épocas. 3 – Introdução ao tema. contudo que. Exemplo distofoi à descoberta e o desenvolvimento das Máquinas a Vapor. siglas e abreviações mais utilizadas. apoiou-se na evolução técnica decorrente do advento das Novas Tecnologias. Equipamentos de Proteção Individual – EPIs. a qual. Em conseqüência de todos estes acontecimentos históricos ocorridos neste nosso “Admirável Mundo Novo” tiveram o desenvolvimento acelerado da tecnologia e da economia.Origem. Combate a Incêndio. tais como as Catedrais. Comissão Interna de Prevenção de Acidentes –CIPA. Situações de Emergências. OSHAS 18001 e BS 8800. Segurança em Instalações Elétricas.                Termos técnicos. a Acrópole de Atenas. as Pirâmides do Egito antigo. dos Barcos a Vapor. ocorreram importantes eventos e descobrimentos científicos que culminaram com o surgimento da consagrada Revolução Industrial. seguindo a linha do tempo a partir das épocas remotas. Na história do mundo. Análises de Riscos e principais Técnicas Utilizadas.1 – Resumo Histórico: . nascimento e oficialização da Segurança e a Higiene no Trabalho: Muito embora o trabalho organizado no mundo civilizado tenha surgido a milhares de anos. sistêmica e holística do assunto: 3. Sistemas de Gestão de SST. Gestão de Riscos e Emergências. PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. além de muitas outras Construções Medievais de grande porte. o Coliseu de Roma. dos Trens e Ferrovias. Demais aspectos importantes relativos ao tema. verificamos. como podemos ver testemunhados em diversas obras históricos. Monumentos e Túmulos. . com os aspectos referentes a Segurança de todos estes trabalhadores anônimos e desconhecidos que se empenharam em promover toda a construção do nosso Mundo Civilizado. SESMT – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho. como as máquinas de Tecelagem e diversos outros inventos. Estrutura e Organização da Área de Segurança do Trabalho. tais como. Cumpre lembrar ainda que grande parte destas obras monumentais utilizou Mão de Obra escrava. verificamos que nos séculos XVIII e XIX. visão histórica. ao longo da história. Castelos. dos Motores Elétricos. a Muralha da China. modernizando e modificando radicalmente toda uma antiga Civilização. PCMSO – Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional.

O agravamento da situação social deu-se principalmente pelo deslocamento em massa dos trabalhadores e da população envolvida que passaram do trabalho na agricultura e no campo para o trabalho nas diversas Indústrias que surgiram. J. as Indústrias de Tecelagem. além de diversos artigos publicados em livros e enciclopédias. Confecções. naval e aéreo Indústrias Químicas e Metalúrgicas.Todo este desenvolvimento tecnológico. como os que são apresentados no GNT. Tendo em vista então ao grande número de acidentes desastrosos ocorridos naquelas épocas passadas. Cronin. das Fábricas e Usinas. a maioria dos trabalhadores daquela época não possuía formação. a TV Globo. Discovery. Não faltam exemplos das condições de trabalho deploráveis que existiram nas épocas passadas. os das Minas de Carvão na Inglaterra. tais como. encontramos ainda hoje em dia casos de Trabalho Infantil e Trabalho Escravo! . Steinbeck e outros) também atestaram as condições de trabalho desumanas a que eram submetidos os trabalhadores. treinamento e experiências adequadas e suficientes para as transformações tão intensas que ocorreram. Respeitáveis obras literárias (Victor Hugo. de Bebidas e Alimentícias. Siderúrgicas. National Geographic e outros canais de TV a Cabo. conhecimento. ainda hoje em dia encontramos casos de displicência. de Veículos de transporte terrestre. Documentários antigos mostrando as condições de trabalho existentes nos EUA. também abordou estas questões sociais ocorridas no Brasil. abusos e situações ilegais relativas ao Trabalho. no final do século XIX e início do século XX. Naquelas épocas passadas as condições de trabalho conseqüentemente eram bastante precárias e inseguras. Mesmo assim com toda da evolução tecnológica dos tempos atuais. na novela “Esperança”. preparo. A. Recentemente. pois apesar de avanços tecnológicos e sociais ocorridos no mundo. como provam as notícias divulgadas e as estatísticas de Acidentes do Trabalho publicadas. bem como. impressionam pelos fatos e cenas apresentadas. ocasionando assim muitos e graves problemas sociais. as quais infelizmente ocorrem ainda na época atual. líder em audiência. Inglaterra e demais países da Europa. medidas organizadas de proteção ao trabalhador finalmente começaram a ser tomadas no mundo. entretanto infelizmente não se fez acompanhar do correspondente desenvolvimento e equilíbrio sociais. da Construção Civil e outras tantas existentes. por incrível que pareça. como por exemplo. dos Portos e Estaleiros e os da Construção Civil em todo o mundo. Além disto. pela divulgação feita através dos diversos meios de comunicação. além da decorrente pressão da opinião pública.

no Brasil: Getúlio Vargas.Em continuidade a este breve histórico. No Brasil simultaneamente surge a primeira Lei sobre Acidentes do Trabalho.  Ano de 1943: Criação da Consolidação das Leis do Trabalho . ocorridas no ano de 1. tomou uma decisão histórica recomendando e tornando obrigatória a constituição de Comissões.036. 21 anos após a recomendação feita pela OIT. um dos políticos de maior expressão em nossa História.452 de 01.CLT conforme o Decreto Lei nº5. quando a OIT organizou um Comitê para o Estudo de Assuntos referentes a Segurança e a Higiene no Trabalho. cronológica e resumidamente indicamos alguns fatos e acontecimentos de maior relevância relacionados com a Segurança do Trabalho:  Ano de 1911: Começa-se a implementar com maior amplitude o tratamento médico industrial. fixando a obrigatoriedade da criação de Comitês de Segurança em . na Suíça. o Decreto – Lei nº 7.1943. promulgou em 10.921. com o objetivo de zelar pela prevenção dos acidentes do trabalho. em 1919.724 de 15 de janeiro de 1919.637. compostas de representantes do empregador e dos empregados.  Ano de 1934: Tempos depois. a de n o 3. conhecido como o “Pai dos Trabalhadores”. Nesta época o Comitê da OIT estabelecido em Genebra na Suíça. O Tratado de Versalhes que selou o fim da Primeira Grande Guerra Mundial incluiu em seu bojo ações para melhorias das condições de trabalho no mundo.  Anos de 1919 até 1921: Fundação da Organização Internacional do Trabalho – OIT. Surgimentos oficiais de Ações Coordenadas e abrangentes ligadas a Segurança e Higiene do Trabalho.05. estudando as condições de trabalho e vida dos trabalhadores no mundo.Comissão Interna Para Prevenção de Acidentes. quando as empresas tivessem 25 ou mais empregados. em 10 de julho de 1934 foi promulgada a segunda Lei de Acidentes do Trabalho através do Decreto n o 24.11.1944.  Ano de 1944: Oficialmente instituída a criação da CIPA . em Genebra.

o artigo 164 da CLT. o Serviço Especializado em Segurança e em Higiene do Trabalho e constituir Comissões Internas de Prevenção de Acidentes – CIPAS. 164 – As empresas que.02.  Ano 2000: Ainda hoje. § 2.456: .1953 a Portaria 155 oficializava a sigla CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.  Ano de 1953: Em 27. à qualificação e a proporção relacionada ao número de empregados das empresas compreendidas no presente artigo.11. estiverem enquadradas em condições estabelecidas nas normas expedidas pelo Departamento Nacional de Segurança e Higiene do Trabalho. que tratava de assuntos referentes a CIPA foi alterado e ficou conforme o seguinte texto: Art. o Decreto-Lei n o 229 modificou o texto do Capítulo V. o qual dispunha de assuntos de Segurança e de Higiene no Trabalho. o desenvolvimento tecnológico continua defasado do desenvolvimento econômico e social. º As Comissões Internas de Prevenção de Acidentes (CIPAS) serão compostas de representantes de empregadores e empregados e funcionarão segundo normas fixadas pelo Departamento Nacional de Segurança e Higiene do Trabalho. da CLT. a Portaria 3. 3.1967.Em 29 de novembro de 1968.Empresas que tivessem 100 ou mais empregados. título II. deverão manter obrigatoriamente. quanto às atribuições.  Ano de 1968: Portaria 3. a má distribuição da mão de obra e da renda. § 1. causando em conseqüência o desemprego em massa. apesar de toda a legislação criada e existente. a critério da autoridade competente em matéria de Segurança e Higiene no Trabalho. fatos estes que combinados . Com esta modificação.2 – Etapas intermediárias ocorridas no Brasil:  Ano de 1967: Em 26.456 reduziu o número de 100 para 50 empregados como o limite em que se torna obrigatório à criação das CIPAS em cada Empresa. no Governo do Presidente Costa e Silva. Este decreto ficou conhecido como Nova Lei de Prevenção de Acidentes. º O Departamento Nacional de Segurança e Higiene do Trabalho definirá as características do pessoal especializado em Segurança e Higiene do Trabalho.

Esta situação. atingem e prejudicam principalmente as trabalhadores e as classes sociais menos favorecidas. com ações modificadoras que revertam este quadro desfavorável para uma situação mais compatível comparativamente as nações econômica e socialmente mais desenvolvidas. Planejamento permanente. existindo empresas com um alto grau de desenvolvimento técnico e social. sem a mínima responsabilidade social. Assim sendo. Como descreve Alvin Tofler em seu livro “A terceira onda”. tais como:           Ideais maiores. cujos trabalhadores sofrem as conseqüências. Organização. da saúde e habitacionais ainda deficientes. a ponto do Brasil situar-se atualmente entre as 15 piores nações em termos de Segurança do Trabalho no mundo. no Brasil temos presentes simultaneamente as 3 ondas básicas de desenvolvimento que ocorreram nas principais nações do mundo:    O desenvolvimento Agrícola.com os programas educacionais. cujos resultados em termos da Segurança no Trabalho são excelentes. Comunicação. Ética e Humanismo. Temos assim grandes contrastes. social e da cidadania de modo a melhorarmos as condições de vida. Execução. . Decisão. O desenvolvimento Industrial. buscando o desenvolvimento tecnológico acompanhado do desenvolvimento econômico. da saúde. mas sim motivar na busca de um desenvolvimento mais equilibrado. ao lado de empresas tecnicamente e socialmente não adequadamente estruturadas. Ciência. Constância de propósitos. E o desenvolvimento da Tecnologia da Informação. pagando com a sua saúde e a com a sua vida. da educação. Em vista disto ocorrem os resultados tão ruins relativamente aos principais índices de Segurança do Trabalho. o grande desafio a ser vencido em nossa Sociedade continua sendo o de progredirmos em harmonia e equilíbrio. Coordenação. Treinamento constante. todavia não deve nos desestimular. da habitação e do trabalho no Brasil e no mundo. Isto requer de todos nós atitudes reconhecidas como as chaves de sucesso no alcance de objetivos maiores e marcas de excelência em termos de Segurança e Qualidade de Vida.

de 22 de janeiro de 1977). 1521. art. Artigos 159. aprovadas pela Portaria nº 3.214.Instituições Governamentais e Entidades não Governamentais ligadas a Segurança e Medicina do Trabalho: É de a máxima importância termos uma visão global das várias Instituições Governamentais e não Governamentais e das diversas Entidades que atuam e interagem nas questões relacionadas a Segurança e Medicina do Trabalho. de 08 de junho de 1978. Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. art. aspectos Políticos. da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro. Econômicos. Demais Portarias. Decreto nº 2172/97. 160. Decretos e Leis vigentes constantes da Legislação Complementar. aprovadas pela Portaria n0 3.A regulamentação referente a Segurança e Medicina do Trabalho atualmente são regidas pelas seguintes Leis. Normas e Portarias abaixo colocadas.12. 157. 129.1943.O. Educativos. Art.514.3 – Situação Atual em termos das Leis. entre outras diversas tantas existentes:        Constituição Federal de 1988. Decreto nº 4. (vide em anexo):          Responsabilidade Civil: Art. inclusive no que tange as . de 22 de janeiro de 1977 (D. Portarias e Regulamentações: . §1.Segurança e Medicina do Trabalho. 132. 157 da CLT. a Recomendação nº 181 sobre a Prevenção de Acidentes Industriais Maiores. 30.514. Normas Regulamentadora (NR).3. do Código Penal. 23. atualizada pela Lei nº 6. no Brasil e no mundo. 121. Normas.1977). 1522. Responsabilidade Criminal: Artigos 15.452 de 01. de 12 de abril de 1988. 1524 do Código Civil. Lei nº 6. Capítulo V . (Decreto Lei nº 5. Decreto nº 2172/97. Súmula 229 do Supremo Tribunal Federal.05.067.085 de 15 de janeiro de 2002 o qual promulgou a Convenção nº 174 da OIT. bem como.U. * Responsabilidades Civil e Criminal por Acidente do Trabalho: Sob o aspecto das Responsabilidades Civil e Criminal por Acidente do Trabalho temos. Normas Regulamentadora Rurais (NRR). Dados Estatísticos: 4.1 . Sociais. 4 – Segurança no Trabalho.

bem como. Marinha e Aeronáutica) Ministro: Do Desenvolvimento Agrário Ministro: Do Desenvolvimento.recomendações mais recentemente indicadas. Indústria e Comércio Exterior Ministro: Do Desenvolvimento Social e Combate à FomeMinistro: Da Educação Ministro: Do Esporte Ministro: Da Fazenda Ministro: . Governo no Brasil: MINISTÉRIOS : Da Agricultura. das tendências que podemos verificar no panorama mundial da Segurança do Trabalho. Pecuária e Abastecimento Ministro: Casa Civil da Presidência da República Ministra: Das Cidades Ministro: Da Ciência e Tecnologia Ministro:Das Comunicações Ministro: Controladoria-Geral da União Ministro Chefe: Da Cultura Ministro: Da Defesa (Comandos: Exército.

br/) e seus Órgãos Regionais do MTb.br/. atribuições de fiscalização e/ou orientação às empresas.gov.gov. Orçamento e GestãoMinistro: Da Previdência Social Ministro: Das Relações Exteriores Ministro: Da Saúde Ministro: Do Trabalho e EmpregoMinistro: Dos Transportes Ministro: Do TurismoMinistro: Observação: Para um melhor conhecimento e entendimento da matéria. nos limites de sua jurisdição.Podem ainda ser delegadas a outros Órgãos Federais. Órgãos Federais. . órgão regional competente para executar as atividades relacionadas com a segurança e medicina do trabalho.mpas.br/. controlar e supervisionar as atividades relacionadas com a Segurança e medicina do trabalho. Estaduais e Municipais: .SSST órgão de âmbito nacional competente para coordenar. Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho . como por exemplo. Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho – DSST (Órgão do MTE). Secretaria de Segurança e Medicina do Trabalho – SSMT. Ministério da Previdência Social . MPT. os seguintes:          Ministério do Trabalho e Emprego – MTE (http://www.Da Integração Nacional Ministro: Da Justiça Ministro: Do Meio AmbienteMinistro: De Minas e Energia Ministro: Do Planejamento.gov.http://www.mte.saude. estaduais e municipais. quanto ao cumprimento dos preceitos legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho. Delegacias Regionais do Trabalho – DRT. orientar. é muito importante conhecermos e acessarmos os seguintes Órgãos Governamentais e Não Governamentais em seus respectivos sites. Ministério da Saúde – http://www. mediante convênio autorizado pelo Ministro do Trabalho.

Brasil.cjb.oitbrasil.gov.abho.anamt.com.org. ABHO – Associação Brasileira de Higienistas Ocupacionais (http://www.000 foram de acidentes fatais.org. FENATEST . OIT – Organização Internacional do Trabalho (http://www. .Federação Nacional dos Técnicos de Segurança do Trabalho.fundacentro. sendo que dentre estes.189 (44. IBGE http://www.org. 4.br/.anest.br/).Http://www.creasp.br/ Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.org.Associação Nacional de Engenharia de Segurança do Trabalho Http://www. transcrevemos abaixo alguns dados estatísticos e informações pesquisadas:  Ano de 1965: Conforme pgs.886 acidentes do trabalho.org.ibge.net/.084. no período de 33 anos. A título de exemplos.abraphiset.org).Associação Brasileira dos Profissionais de Higiene e Seg.657 foram mortais.opas.2 – Dados Estatísticos relativos aos Acidentes do Trabalho no Brasil e no mundo: O Acompanhamento periódico dos dados Estatísticos referentes à Segurança do Trabalho é da máxima importância para analisarmos e verificarmos em que situação nos encontramos e quais as ações necessárias de serem tomadas.  Período de 1970 até 2003 (33 anos): Conforme estatísticas da Previdência Social. Anest . 4. Destes acidentes ocorridos. Anent .                 Fundacentro – Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Medicina e Segurança do Trabalho (http://www. ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas (http://www. Os dados acima não incluem acidentes domésticos.br/. 946 e 947 do livro “Instalações Elétricas.abnt.abpa. OMS/OPAS – Organização Mundial da Saúde (http://www. Várias outras entidades nacionais e internacionais.org. cujos “Links” são encontrados nos diversos “Sites” e Portais de Segurança e Medicina do Trabalho que existem.Associação Nacional de Enfermagem do Trabalho . dos quais 2.com. ABMT – Associação Brasileira de Medicina do Trabalho.gov.br/). Abraphiset . SOBES – Sociedade Brasileira de Engenharia de Segurança http://www. Hemus Editora Ltda” em 1965.org. ABPA – Associação Brasileira para Prevenção de Acidentes (http://www.anent.7 %) se referiam aos acidentes em Instalações Elétricas. acidentes estes ocorridos nos diversos setores industriais. ANAMT – Associação Nacional de Medicina do Trabalho (http://www.br/.br/).br). no que se refere as medidas para melhoria das Condições de Saúde e Segurança no Trabalho. do Trabalho Http://www. SAUDE E TRABALHO ON LINE. 1.sobes.br/.br/). conforme dados Instituto Nacional para Seguros contra Acidentes do Trabalho – INAIL foram denunciados 1. Antonio Bossi e Ezio Sesto. CREA – SP (http://www.000.br/. a média anual dos acidentes com lesão foram da ordem de 400.

241 23.1 7.1 9.187 18.993.5 9.355 20.913 29.284.6 1.74 7.2 10.35 14.06 23.304 424.672 640.635 24.8 10.06 16.488 3.137 395.2 8.022 12. Nota-se haver uma incoerência de resultados no que se refere às curvas dos índices de Incidência e o do Coeficiente de Letalidade.966.968 2.05 16.84 1.110 1.491. .8 3.355 22.36 3.64 13.79 1.000 E= Dx1000/B Coeficiente de Letalidade A Ano Empregados Segurados B Acidentes Registrados Incidência N° de Óbitos (%) 1970 1975 1980 1985 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 (*) 2001 (*) 2002 (*) 2003 (**) 2004 2005 7.469 3.343 414.7 9.792.843 23.6 10.29 21.071 390.689 3.996.896 3.71 1.753 2.582 (por 1000) trabalhadores 30.736 23.077.667.838.84 5.5 7.8 2.05 2.4 8.858 22.927 1.5 6.6 Observação:   Os dados indicados na Tabela supracitada acima são retirados de estatísticas oficiais.39 1.E´ = C= Bx100/A N° de D Óbitos por 100.0 8.228.5 8.897 28.8 4.683.09 25.001 4.129 3.868 340.094 2.544.8 11.26 1.75 1.35 18. respectivamente colunas “C” e “E”.428 24.220.05 11.666 3.629 26.312 24.35 1.861 693.81 2.265 26.384 5.40 1.23 15.514 426.9 8.75 14.8 7.69 1.355 4.755.455 421.027 23.755.55 1.790 532.88 15.960 388.83 30.272.5 6.232 4.875 22.686.165.140.180 16.251 393.211 1.106.916.15 15.464.187 1.967 4.824 4.820 363.523 3.793 3.66 1.25 2.341 387.72 19.

4. (Ver artigo publicado em A Tribuna de 26.000 trabalhadores por ano.35 (conforme os dados da tabela supracitada).6 acidentes para cada 100.7 na Suécia. Nicarágua = 9. o Informações complementares: Conforme artigo recentemente publicado em “A TRIBUNA”. realizado em 2002 em Santos no Mendes Convention Center.480 mortes por .000. Com um índice de 12. por ocasião do IX Encontro Nacional de Segurança. ou seja.000 ficaram inválidos. EUA = 0.000 de acidentes do trabalho registrados neste período de período 30 anos.137 = 9. Dados recentemente divulgados pelo Ministério do Trabalho indicam que o Brasil está entre as 15 nações com maior número de acidentes do trabalho no mundo.000 trabalhadores. México = 2.07. Brasil = 3. em média 1.97.2003). informe da Organização Internacional do Trabalho – OIT divulgado em Genebra na Suíça no dia Internacional do Trabalho mostra que as doenças e acidentes relacionados ao trabalho no mundo provocam a cada ano 2 milhões de óbitos. Ocorrência de mais de 30.000 de acidentes por ano. Portugal = 1.10.000 escolas. cerca de 5.000 trabalhadores inválidos por ano. ou seja. em média 4. tivemos o seguinte quadro:     Perderam a Vida mais de 120. 5. 2. Esta cifra seria suficiente para construção de 1 (um) milhão de casas populares ou de 70. ou seja. tais como os seguintes: o o o o 7.2 na Finlândia.967*1. E = Dx1000/B). Cerca de 300.81. Saúde e Meio Ambiente. o prejuízo anual no Brasil devido a indenizações e tratamentos médicos decorrentes dos acidentes do trabalho a que ocorrem é da ordem de R$ 20 bilhões. com uma média de 10. Além disto.  (*) Sujeito a revisão. índice este comparativamente bastante acima dos índices dos demais países. Espanha = 2.995 Mortos por 1. De outro lado.000 / 424. no Brasil de 1971 até 2000 (período de 30 anos).01.000.95.000 Acidentes de Trabalho (Coeficiente de Letalidade. Ano de 1.6 registrados na França.000 trabalhadores. (**) Dados preliminares.5 na Alemanha.

58. Taxa de Freqüência e Taxa de Gravidade: Relativamente aos dados estatísticos é muito importante que se determine. O denominador das duas expressões anteriores.25 trilhões equivalente a 4% do Produto Interno Bruto do mundo.3 – Principais Indicadores de Desempenho utilizados na Segurança do Trabalho. Peixoto. trabalhadas. anualmente. ou seja. com perda de tempo e sem perda de tempo). Observações:    O numerador da Taxa de Freqüência é expresso pelo Número Total de Acidentes ocorridos no período de avaliação. R. h.dia onerando a economia global em pelo menos US$ 1. . 4. Veja exemplo de cálculo nas pgs. Ou seja: Taxa de Gravidade = nº total de dias perdidos * 1. W.000. e Taxas de Gravidade. O numerador da Taxa de Gravidade é expresso pelo Número Total de Dias Perdidos mais os Dias Computados devido aos acidentes no período de avaliação. trabalhadas. sugere a elaboração e acompanhamento dos seguintes Indicadores:  Taxas de Freqüência (total.000 / nº total de h. Ou seja: Taxa de Freqüência = nº total de acidentes * 1. mensalmente. etc.000 / nº total de h. Taxas de Freqüência e de Gravidade é expresso em horas trabalhadas em um determinado período de tempo. h.59 e 60 do livro “Prevenção de Acidentes nas Indústrias”. Observação: A NB 18 (ABNT. 1975). analise e acompanhe periodicamente as Taxas de Freqüência.  Taxa de Gravidade. Ediouro. (Ver artigo publicado em A Tribuna de 02/05/2003).

Semelhantemente aos acidentes ocorridos no ramo Químico.Tabela 1 .Acidentes químicos ampliados em nível global com mais de 20 óbitos do início do século até 1969. suas principais causas e perdas de vidas decorrentes (Foram registrados os acidentes com mais de 20 mortes). Isto nos possibilitará agir de forma mais direcionada e eficaz na solução dos problemas de segurança existentes.br/).gov. bem como. Assim sendo nas duas tabelas abaixo colocadas encontramos dados de Acidentes de Grande Porte ocorridos no mundo. Ácido e Dióxido Sulfúrico 92 1933 Alemanha Explosão em Fundição / Gás 65 1934 China Incêndio em Gasômetro / Gás 42 1935 Alemanha Explosão em Fábrica de Explosivos / Dinitroluok.(http://www. Sob este aspecto é interessante que se consulte sempre as estatísticas e dados do Ministério da Previdência e Assistência Social – MPAS. bem como. abaixo indicados.mte. ocorreram também acidentes de gravidade e conseqüências em diversos outros ramos de atividades perigosas existentes no mundo. para os vários tipos de acidentes ocorridos. É muito importante estabelecer e conhecer a relação das causas e efeitos. os quais também precisam ser pesquisados e conhecidos. inclusive caracterizando os tipos das instalações e das substâncias perigosas envolvidas. e Monóxido de Carbono 119 1930 Bélgica Gases Tóxicos na Atmosfera / Fluoreto de Hidrogênio. número médio de dias perdidos em conseqüência de incapacidade permanente e tempo médio computado). ANEXO I: . Trinitrotoluol 1939 Romênia Vazamento em Indústria Química / Cloro 60 1942 Bélgica Explosão / Nitrato de Amônia 60-80 . envolvendo Produtos Químicos diversos. do Ministério do Trabalho e Emprego – MTE . Outras medidas de avaliação da gravidade (número médio de dias perdidos em conseqüência de incapacidade temporária total. inclusive combustíveis e explosivos. É importante que conheçamos estas informações para que haja uma conscientização do alto poder de destruição revelado por estes acidentes. Data País Tipo de Acidente / Substância Mortes 1917 Escócia Explosão de Navio / Explosivos militares 1.800 1921 Alemanha Explosão em Fábrica / de Nitrato e >500 1926 EUA Explosão em Depósito de Munições / Trinitrotoluol 21 EUA Vazamento de Tanques / Cloro 40 1929 EUA Incêndio com gases Tóxicos em / Nitrogênio.

S.1943 Alemanha Explosão de Caminhão em ind. Data País Tipo de Acidente / Substância Mortes 1970 Japão Explosão / Gás 92 1972 EUA Explosão de Coqueria / Propano 21 Japão Vazamento em 6 indústrias / Desconhecido 76 Brasil Explosão em Refinaria / Propano e 38 1973 EUA Incêndio em / GLP 40 1974 Inglaterra Flixborough / Vazamento seguido de Explosão em / Ciclohexano 28 1976 Finlândia Explosão / Explosivos 43 1977 Coréia Sul Explosão de Trem / Explosivos 56 Colômbia Vazamento em Indústria de / Amônia.Acidentes químicos ampliados em nível global com mais de 20 óbitos de 1970 até 1984. / Butadieno e 60-80 1944 EUA Explosão de Nuvem de Gás / GLN 130 1947 França Explosão de Navio Cargueiro / Nitrato de Amônia 21 EUA Explosão de Caminhão em Ind. / Éter Dimetílio 209 Alemanha Explosão em Metalúrgica / Poeira de Carvão 50 1950 México Vazamento em Fábrica / Sulfeto de Hidrogênio 22 1959 EUA Explosão de Caminhão em Rod. Químico 300 Irlanda Explosão de tanque de Óleo / Óleo 55 China Naufrágio de um Navio de / Óleo 72 EUA Explosão e Incêndio em Tanque / Óleo Cru 32 1980 Índia Explosão em 2 Fábricas / Explosivos 40+80 Irã Explosão em Depósito de Explosivos / Nitroglicerina 80 Espanha Explosão / Explosivos 51 . C. Nitrato e carbamide 1978 Espanha Acidente de Transporte Rodoviário / Propileno 216 México Explosão / Butano 100 México Explosão de Gasoduto / Gás 58 Explosão de um Vagão Tanque / GLP 25 1979 U. de et al [1995] Tabela 2 .R. M. / Gás Líquido de Petróleo 26 1966 França Explosão em Refinaria / Propano e Butano 21 1968 Alemanha Explosão em Indústria / Cloreto de 24 Japão Contaminação da água por uma / Cádmio 100 Fonte: Freita.S. Acidente em Fábrica Prod.

Bhopal.000 mortes 1984 . Flixborough. 1921 . 200 feridos e 206 mortes 1983 . Seveso. Cubatão. 81 feridos e 18 mortes 1972 . explosão barco.Brasil.México. LISTAGEM DOS ACIDENTES AMPLIADOS / MAIORES OCORRIDOS ( *) : (*) . rio Nilo. explosão. 14 mortes 1976 – Itália.França. 550 mortes .Brasil. explosão. 200.Egito. 4. San Juan. cidade do México. intoxicação e dano ao meio ambiente 1978 . explosão.400 feridos e 650 mortes 1984 .EUA. 317 mortes 1984 .Espanha. C. explosão. 53 feridos e 39 mortes 1974 – Inglaterra. Oppau.000 feridos e 552 mortes 1966 . 245 mortes 1944 . 104 feridos e 28 mortes 1975 .500 Paquistão Explosão de Gasoduto / Gás Natural 60 Romênia Explosão em Fábrica 100 Índia Transporte Rodoviário / Petróleo 60 Fonte: Freita. fogo. 136 mortes 1947 . Beek. Cleveland. explosão. 561 mortes 1943 – Alemanha. bola de fogo. de et al [1995]. vazamento. explosão. explosão de carga de GLP. 500 evacuados e 93 mortes 1984-Índia. 6. Texas. San Carlos.Holanda. bola de fogo. explosão de tanque de GLP.000 intoxicados e agressão ao Meio Amb.Alemanha. 3. Ludwigshaffen.Tailândia Explosão de Armamentos / Explosivos 54 1981 Venezuela Explosão / Hidrocarbureto 145 México Descarrilamento de Trem / Cloro 28 1982 Canadá Naufrágio em Navio de Óleo / Óleo 84 EUA Incêndio em Navio de Óleo / Óleo 51 Noruega Naufrágio de Navio de / Óleo 123 Espanha Explosão / Explosivos 51 Tailândia Explosão de Munições / Explosivos 54 Venezuela Explosão / Hidrocarbonos 145 1983 Brasil Explosão de Trem / Diesel e 45 1984 Brasil Explosão de Oleoduto / Petróleo (Vila Socó – Cubatão) 508 Brasil Explosão em Plataforma de Petróleo / Petróleo 40 México Explosão de Reservatório / Gás Líquido de 550 Índia Bophal / Vazamento em Indústria Química / Isocianato de Metila >2. incêndio. Duque de Caxias. M.México.EUA. Vila Socó. explosão.Ver adiante a Convenção OIT 174 e o Decreto Lei 4085 de 15 de janeiro de 2002. Feyzin.

mais de 200 feridos e 5 mortes 1993 . explosão. Processos Industriais. 23 mortes 1989 .Tailândia. vazamento de 40 ton de petróleo. Engenharia. Dos incêndios. Biologia. Psicologia. as seguintes: Administração. Dos naufrágios. Família. Medicina. China. Houston. fogo em fábrica de foguetes 2000 . explosão de gás Metano em um mina de carvão 2001 . explosão. explosão. Das explosões. Recursos Humanos. Construção e Montagem. China. explosão em mina de carvão. Segurança e Medicina do Trabalho inclui uma gama de conhecimentos bastante variada e extensa.Bagkok. plataforma de petróleo. 52 feridos 63 mortes 1993 . Tecnologia. como por exemplo.Sungei Buloh. Índia. Direito. Comunicação. Física. mais de 17 feridos e 36 mortes Observação: Das ocorrências e dos exemplos acima colocados constatamos o perigo. Economia. as quais interagem entre si. explosão.Guizhou. incêndio e dano ao meio ambiente. E diversos outros ramos de atividade existentes em nossa Sociedade e Economia. Das descargas atmosféricas. envolvendo atividades das mais diversas áreas e especializações existentes.Zasiadko. o risco e o alto grau de destruição dos acidentes com:        Vazamentos de produtos inflamáveis e/ou produtos tóxicos. Pesquisas. Correa. Sociologia.1986 . 100. inclusive Segurança em Instalações Elétricas: 5. Química. Thailandia.Higiene e Segurança do Trabalho em geral. 35 feridos e 35 mortes 1991 .Seul. Construção Civil. 5 .EUA.Brasil. Alaska. Matemática. Chernobyl URSS.1 . Chernobyl 1987 . Ucrânia. 39 feridos e 7 mortes 1991 . com 11 mortes 2001 . Petroquímica.Áreas de Conhecimentos envolvidas: A Higiene. 60 feridos e 40 mortes 1991 . incêndio. Saúde. Enfermagem. Energia. Das ocorrências semelhantes às acima colocadas. Educação. explosão.Nagothane. História. Bangladesh. Dos curtos-circuitos. Transporte. Política.Dhaka. explosão. Ergonomia.URSS. Observações: . Finanças. Malásia. Planejamento. Estatística. Organização. Gestão. 59 feridos e 9 mortes 1988 .Hubei.EUA.000 aves mortas 1990 .

Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE da Norma Regulamentadora – NR 4 – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. os quais demandam e utilizam o trabalho das pessoas e o respectivo Grau de Risco é de suma importância. É importante.Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE da NR 4 – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho: A visão e o conhecimento dos diversos e diferentes campos de atividades econômicas e sociais existentes no país. vide NR-4. * Acessarmos e nos comunicarmos com todas as áreas da empresa e pessoal envolvido.2 – Quadro I . Segurança e a Medicina do Trabalho tem uma natureza multifacetada. Além disto. * Trabalharmos com constância de propósitos. além de todos os conhecimentos técnicos envolvidos. desde o chão de fábrica até a presidência da Empresa. * Trabalharmos de maneira organizada. A – AGRICULTURA. Quadro I). cujo resumo colocamos abaixo: Quadro I – Classificação Nacional das Atividades Econômicas – CNAE (Tabela parcial e resumida. 5. PECUÁRIA. Código Atividades Grau de Risco . uma visão histórica. planejada e em equipe. holística e sistêmica dos acontecimentos. Para iniciar é muito útil então conhecermos e consultarmos o Quadro I . por exemplo: * Pensarmos globalmente e atuarmos localmente (por razões econômicas). * Conhecermos o todo.   É por isto que se diz que a Higiene. para o bom conhecimento da Segurança do Trabalho é necessário que se tenha. SILVICULTURA E EXPLORAÇÃO FLORESTAL.

1 AGRICULTURA.13-9 01. Silvicultura Exploração florestal. PECUÁRIA E SERVIÇOS RELACIONADOS COM ESSAS ATIVIDADES. exceto atividades veterinárias. Agricultura e Atividades dos 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 .3 01. Exceto Atividades Veterinárias. SILVICULTURA.01 01.62-7 2 02. AQÜICULTURA E ATIVIDADE DOS SERVIÇOS RELACIONADOS COM ESTAS ATIVIDADES. Produção de Lavouras Permanentes Cultivo de frutas cítricas Cultivo de café Pecuária Criação de bovinos Criação de suínos Criação de aves Produção Mista: Lavoura e Pecuária Produção mista: lavoura e pecuária Atividades de Serviços Relacionada com a Agricultura e Pecuária.12-7 B5 05. PESCA. legumes e especiarias hortícolas.2 01.6 01. Exploração Florestal e Serviços Relacionados com estas Atividades. PESCA.61-9 01.44-9 01.5 01.41-4 01.31-7 01. Silvicultura.50-3 01.1 01. Produção de Lavouras Temporárias Cultivo de cana-de-açúcar Cultivo de soja Horticultura e Produtos de Viveiro Cultivo de hortaliças. Atividades de serviços relacionados com a agricultura Atividades de serviços relacionados com a pecuária. Pesca.11-9 02. EXPLORAÇÃO FLORESTAL E SERVIÇOS RELACIONADOS COM ESTAS ATIVIDADES.15-5 01.1 02.45-7 01.4 01.21-0 01.32-5 01.

Extração de pedra.22-2 14.Exceto a prospecção realizada por terceiros EXTRAÇÃO DE MINERAIS METÁLICOS.Exceto a prospecção realizada por terceiros Serviços relacionados com a extração de petróleo e gás .10-2 13.10-9 14. FABRICAÇÃO DE PRODUTOS ALIMENTÍCIOS E BEBIDAS Abate e Preparação de Produtos de 3 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 .10-04 11.29-0 D15 15.2 13.1 Serviços Relacionados com estas Atividades. Areia e Argila. areia e Argila.21-8 13. Extração de Minério de Ferro Extração de minério de ferro Extração de Minérios Metálicos NãoFerrosos Extração de minério de alumínio Extração de minério de manganês Extração de minerais radioativos EXTRAÇÃO DE MINERAIS NÃOMETÁLICOS Extração de Pedra.20-7 13 13.2 11.25-0 14 14. Pesca INDÚSTRIAS EXTRATIVAS.04 11 11.2 14.23-4 13. EXTRAÇÃO DE PETRÓLEO E SERVIÇOS CORRELATOS Extração de Petróleo e Gás Natural Extração de petróleo e Gás Natural Serviços Relacionados com a Extração de Petróleo e Gás . EXTRAÇÃO DE CARVÃO MINERAL Extração De Carvão Mineral.1 11. Extração De Outros Minerais NãoMetálicos Extração e refino de sal marinho e salgema Extração de outros minerais NãoMetálicos INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO.1 14.05.11-8 C10 10.1 13.

51-2 15.7 15.3 15.71-7 3 15.6 15.89-0 15.23-7 15. Abate de aves e outros pequenos animais e preparação de produtos de carne.81-4 15.41-5 15.8 15.53-9 15. Legumes e Outros Vegetais.11-3 15. preparação de produtos de carne. Produção de sucos de frutas e de legumes Produção de Óleos e Gorduras Vegetais e Animais Produção de óleos vegetais em bruto Refino de óleos vegetais Laticínios Preparação do leite Fabricação de produtos do laticínio Beneficiamento de arroz e fabricação de produtos do arroz Moagem de trigo e fabricação de derivados Fabricação de farinha de mandioca e derivados Fabricação e Refino de Açúcar Usinas de açúcar Refino e moagem de açúcar Torrefação e Moagem de Café Torrefação e moagem de Café Fabricação de Outros Produtos Alimentícios Fabricação de produtos de padaria. confeitaria e pastelaria.12-1 15.14-8 15. crustáceos e moluscos.62-8 15.42-3 15.61-0 15.15. Processamento.52-0 15.31-8 15.82-2 15. Fabricação de biscoitos e bolachas Fabricação de massas alimentícias Fabricação de outros produtos alimentícios Fabricação de Bebidas 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 . Preservação e Produção de Conservas de Frutas.32-6 15. Preparação e preservação do pescado e fabricação de Conservas de peixes.2 15.4 15.9 Carne e de Pescado Abate de reses.84-9 15.

0 16.5 17.31-0 17. 5.21-6 17. Petroquímicos. Mecânica Pesada.95-4 16 16.e de Outros Artigos Têxteis.1 17. cervejas e chopes. Extração de Minérios.19-1 17.92-0 15.2 17.11-6 17.22-1 17. Tecidos e Artigos Têxteis. Siderúrgicos.Inclusive Fiação e Tecelagem Tecelagem de algodão 3 Tecelagem de fios de fibras têxteis 3 naturais Serviços de Acabamento em Fios.6 Fabricação de vinho 3 Fabricação de malte. Na literatura técnica encontramos muitas obras publicadas. Observações:   Vide na NR – 4: Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho . inclusive com o seu respectivo Grau de Risco em uma escala de 1 (um) a 4 (quatro). o Quadro I acima referido onde encontramos uma listagem completa de todos os ramos de Atividades Econômicas. Transporte e diversos outros. Fabricação de Artefatos Têxteis a Partir de Tecidos – Inclusive Vestuário .23-0 17.32-9 17.00-4 17 17. 3 Fabricação de refrigerantes e refrescos 3 FABRICAÇÃO DE PRODUTOS DO FUMO Fabricação de Produtos do Fumo Fabricação de produtos do fumo 3 FABRICAÇÃO DE PRODUTOS TÊXTEIS Beneficiamento de Fibras Têxteis Naturais Beneficiamento de algodão 3 Beneficiamento de outras fibras têxteis 3 naturais Fiação Fiação de algodão 3 Fiação de outras fibras têxteis naturais 3 Fiação de fibras artificiais ou sintéticas 3 Tecelagem .SESMT. como os da Refinação de Petróleo.3 17.93-8 15.15. Químicos. Metalúrgicos. Complementando esta linha de conhecimento o passo seguinte é o de conhecermos os diversos processos industriais existentes.3 – Acidentes no Trabalho: .

de 24 de julho de 1991. assim entendida a adquirida ou desencadeada em função de condições especiais. assim entendida a produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar a determinada atividade e constante da respectiva relação elaborada pelo Ministério do Trabalho e da Previdência Social. revistas especializadas e pela televisão. constante da relação mencionada no inciso I. Doença degenerativa. as seguintes entidades mórbidas: I . provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte ou a perda ou redução. 2.20: Consideram-se Acidentes do Trabalho. tais como: jornais. índices estes bem acima dos índices das demais nações evoluídas do mundo. conforme divulgado pelos diversos meios de comunicação.  Art. 3.213. nos termos do artigo anterior.Doença do trabalho.4 – Definição Legal do Acidente no Trabalho: * Lei nº 8. 5.Diariamente. permanente ou temporária. da capacidade para o trabalho. . os trabalhadores e suas famílias causam prejuízos de grande monta à Previdência Social e à Saúde do nosso país. outras mais breves. A doença endêmica adquirida por segurado habitante de região em que ela se desenvolva. umas abrangentes. relatando as ocorrências de Acidentes no Trabalho no Brasil e no mundo.19: Acidente do Trabalho: é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa ou pelo exercício do trabalho dos segurados referidos no inciso VII do art. Estas notícias descrevem e nos revelam os altos índices de Acidentes do Trabalho ocorridos no Brasil. 4. A inerente a grupo etário. 11 desta Lei. Dispõe sobre os Planos de Benefícios da Previdência Social e dá outras providências. §1o Não são consideradas como doença do trabalho: 1. Estes acidentes além de vitimarem a parte mais fraca da cadeia produtiva. com estatísticas da situação em geral. ou seja.Doença profissional. Que não produza incapacidade laborativa.  Art. em que o trabalho é realizado e com ele se relacione diretamente. II . encontramos notícias. salvo comprovação de que resultante de exposição ou contato direto determinado pela natureza do trabalho.

O acidente ligado ao trabalho que.O acidente sofrido pelo segurado no local e no horário do trabalho. inclusive veículo de propriedade do segurado. ainda que fora do local e horário de trabalho: a) . IV . b) . embora não tenha sido a causa única.Ofensa física intencional.Desabamento. incêndio e outros casos fortuitos ou decorrentes de força maior. II . sabotagem ou terrorismo praticado por terceiro ou companheiro de trabalho. quando financiada por esta. em conseqüência de: a) . d) .O acidente sofrido pelo segurado. haja contribuído diretamente para a morte do segurado. inclusive veículo de propriedade do segurado. dentro de seus planos. inundação.Em viagem a serviço da empresa.Ato de pessoa privada do uso da razão. para efeitos desta Lei: I .Ato de agressão.§2o Em caso excepcional constatando-se que a doença não incluída na relação prevista nos incisos I e II deste o artigo resultou das condições especiais em que o trabalho executado e com ele se relaciona diretamente. c) . inclusive para estudo. para redução ou perda da sua capacidade para o trabalho. c) .Ato de imprudência.Na execução de ordem ou na realização de serviço sob a autoridade da empresa.21: Equipara-se também ao acidente do trabalho.Na prestação espontânea de qualquer serviço a empresa para evitar-Ihe prejuízo ou proporcionar proveito. por motivo de disputa relacionada com o trabalho. III . b) . inclusive de terceiro. d) . a Previdência Social deve considerá-la acidente do trabalho.No percurso da residência para o local de trabalho ou deste para aquela. ou produzido lesão que exija atenção médica para a sua recuperação. para melhor capacitação da mão-de-obra. independentemente do meio de locomoção utilizado. . qualquer que seja o meio de locomoção.  Art. e) . de negligência ou de imperícia de terceiro ou de companheiro de trabalho.A doença proveniente de contaminação acidental do empregado no exercício de sua atividade.

no local do trabalho ou durante este. o empregado é considerado no exercício do trabalho. B .Fatores Constitucionais: o Idade. Percepção. 5. §2o Não é considerado agravamento ou complicação de acidente do trabalho a lesão que. D .Desconhecimento dos Riscos da Função e/ou Formas de Evitá-los: . Excesso de autoconfiança. isto é. * Causas: As causas dos atos inseguras por sua vez podem ser devidas: A .Fatores Circunstanciais: o o Problemas familiares. Análise das Causas e Classificação das Causas dos Acidentes do Trabalho: A Análise das Causas dos Acidentes do Trabalho consta de estudos que nos levam ao conhecimento de como e por que os acidentes ocorreram. Discussão com colegas.5 – Causas Verificadas. alcoolismo. C . resultante de acidente de outra origem.§1o Nos períodos destinados a refeição ou descanso. facilitando a compreensão das suas causas e possibilitando assim a atuação e a implantação de medidas preventivas que protejam e impeçam a ocorrência de novos acidentes. ou por ocasião da satisfação de outras necessidades fisiológicas. Sexo. E outros atos. De um modo restrito as causas dos acidentes do trabalho são classificadas como: I .Inadaptação entre o Homem e a Função.ATOS INSEGUROS: Os atos inseguros são geralmente definidos como causas de acidentes do trabalho que residem exclusivamente no fator humano. Como por exemplo: o o o Falta de atenção. abalos emocionais. entre outros. aqueles que decorrem da execução de tarefas de forma contrária as normas de segurança. se associe ou se superponha às conseqüências do anterior. entre outros. doenças.

Cabe aos técnicos e encarregados orientá-lo sobre as formas recomendadas e mais seguras de se realizar determinadas tarefas de risco envolvidas na função. Sem generalizar. os quais não podem ser ignorados: Exemplo disto ocorreu no Brasil na década de 90: Conjunturas Econômicas bastante desfavoráveis. em conseqüência de períodos de crises da política e economia mundial. estimulando o emprego de políticas econômicas não adequadas. competitivo. Exemplo: Máquinas sem proteção. dado os elevados índices de desemprego ainda existentes em nosso pais. da diminuição do poder de negociação dos Sindicatos. Estas condições repercutiram negativamente em nossa economia. impostas pelos credores internacionais. fiação elétrica exposta. os quais tinham antes condições de lutar e defender os direitos dos trabalhadores e atualmente encontramse enfraquecidos. A terceirização por sua vez quase sempre veio acompanhada pela perda dos direitos por parte dos trabalhadores. por desconhecer os riscos a que está sujeito. mas devido às necessidades e circunstâncias impostas por um mercado globalizado. executadas precariamente. entre outros. devido à possibilidade de o mesmo acidentar. como as ocorridas no Brasil na década de 90.É comum um operário praticar atos inseguros por não ter conhecimento adequado sobre a forma recomendada de executar a operação. tivemos os casos de diversas privatizações realizadas no Brasil. Como por exemplo. com as Concessionárias de Telefonia e de Energia Elétrica e de Gás Natural. Estas privatizações. além causarem o desemprego em massa. Vale do Rio Doce.CONDIÇÕES INSEGURAS: São aquelas condições que. 5. podemos constatar que os índices de acidentes do trabalho são mais elevado aonde o trabalho foi terceirizado. . predatório e socialmente desestruturadas. bem como.6 – Demais causas desfavoráveis as quais não podem ser ignoradas: Além das causas primárias das ocorrências ligadas aos Acidentes do Trabalho como as acima colocadas podem identificar outros fatores que favoreceram a ocorrência e o incremento dos acidentes do trabalho. as quais foram bastante desvantajosas para o nosso país. como as que ocorreram com a Cia. II . Muitos trabalhadores terceirizados inclusive acabam trabalhando de modo informal. com raras exceções. Tais condições apresentam e como deficiências técnicas. piso defeituoso. não por sua própria escolha. presente no local de trabalho. ou mesmo. colocam em risco a integridade física e mental do trabalhador. causaram também o advento de políticas de terceirização da mão de obra.

como a falta de moradias. Alguns países desenvolvidos. econômicas. Estas condições inseguras por sua vez. tida como o “supra-sumo” da economia mundial. desobedecendo as exigências das Normas Regulamentadora. como no caso do Brasil. principalmente os de menor qualificação e renda. por exemplo.  Condições Inseguras do Trabalho: . social. terceirização da mão de obra e desemprego em massa. além de procedimentos impróprios executados na operação. ou seja.Neste caso quando os acidentes ocorrem com dado a esta informalidade.  Falta de uma fiscalização mais intensa. em detrimento dos povos e economias das Nações emergentes e em desenvolvimento. à política da “globalização” dos mercados. de melhorias e de modernização das instalações. despreparo este. além do aumento dos índices de acidentes do trabalho. contribuindo para a estagnação da economia. preventiva e efetiva por parte dos Órgãos Públicos e Privados e pelos Sindicatos e o conseqüente descaso e desrespeito às leis específicas relativas Segurança no Trabalho por parte de empresas sem estrutura e sem qualquer compromisso social. aumentaram também os índices da violência e da criminalidade no Brasil. trabalhista. . a crise da saúde pública. causado por conjunturas políticas. tomam medidas mais adequadas no caso da ocorrência do desemprego: Ocorrendo o desemprego os trabalhadores recebem. da educação. além da falta de infra-estrutura no país. prejudicando muito os trabalhadores. revelou-se agora em sua face oculta e mais cruel. causando graves problemas sociais. na produção e na manutenção. além do seguro desemprego. também cursos de especialização e de atualização profissional que os habilitam e capacitam a voltar mais rapidamente ao mercado de trabalho. Isto tem levado ao agravamento do quadro econômico e social dos países em desenvolvimento. educacional e da saúde ainda deficientes para as necessidades de nosso país. a da competividade desigual. Freqüentemente atua-se mais nas conseqüências do que na prevenção. contínua. a qual favorece sobretudo as potências economicamente mais fortes. Conseqüentemente. em grande parte são causadas pela falta de investimentos que permitam a execução de manutenção adequada.Conforme acima referido as condições inseguras de trabalho são causadas na maioria das vezes por instalações irregulares e/ou obsoletas desrespeitando as recomendações ditadas pelas Normas Técnicas vigentes de instalações. acontece na maioria das vezes da CAT – Comunicado de Acidente do Trabalho não ser emitida. o que acaba distorcendo as estatísticas de acidentes de trabalho. Além disto. na educação e na eliminação das causas dos Acidentes do Trabalho:  Despreparo educacional e profissional que atinge grande parte dos Trabalhadores. severa. bem como.

Morosidade da Justiça no que se refere à apuração, julgamento, e punição dos responsáveis pelos acidentes do trabalho ocorridos, bem como, a indenização de direito a ser recebida pelos trabalhadores e suas famílias, situações estas que, para não prejudicar o trabalhador, não deveriam tardar para serem resolvidas.

5.7 – Normas e Princípios Básicos da Segurança do Trabalho: No Brasil os princípios básicos da Segurança do Trabalho são ditados e orientados pelas Normas Regulamentadora – NR. A partir das NR podemos e devemos nos guiar, verificando as diversas situações de riscos que ocorrem nas instalações de uma empresa. As Normas Regulamentadora – NR por sua vez apóiam-se e se relacionam com as Normas Técnicas oficiais, estabelecidas pelos órgãos competentes, como as da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas e das demais Normas Técnicas existentes no mundo, tais como a ISO, a ASTM, a API, a ASME, a DIN, a BS a NF e todas as demais. No que tange a Eletricidade, a Norma Regulamentadora a ser seguida é a NR – 10 – Instalações e Serviços em Eletricidade, a qual deve ser complementada pelas diversas Normas Técnicas específicas para a Eletricidade, tais como:
o o o o

NBR 5410 - Instalações de baixa tensão; NBR 14039:03 - Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV; NBR 5414 / Instalações Elétricas de Alta Tensão; E demais normas.

É muito importante também que sejam seguidas às recomendações técnicas relativas a Segurança da Instalação e a Segurança do Trabalhador encontradas nos livros técnicos que regem o assunto, nos manuais técnicos das instalações e de seus componentes, nos treinamentos específicos, entre outras. A experiência acumulada das pessoas, das firmas que trabalham com seriedade e competência e das técnicas utilizadas em Concessionárias de Serviço Público é de suma importância também. Outro meio atual e de extrema valia que deve ser sempre levado em conta são as informações disponíveis em Páginas e Endereços da INTERNET dedicados a Segurança e Saúde no Trabalho. Para obtê-las devemos acessar principalmente os “Sites” das Universidades, das Entidades Governamentais e não Governamentais e de Empresas comprometidas com a SEGURANÇA, HIGIENE e MEDICINA do TRABALHO. 5. 8 – Principais Conceitos e Objetivos em Higiene e Segurança do Trabalho: SAÚDE OCUPACIONAL - SO:

* Funções Básicas: Essencialmente, a vida do Homem transcorre, na sua maior parte, em dois tipos de ambientes:
o o

O ambiente ocupacional ou local de trabalho; O ambiente de sua comunidade.

Cada um destes ambientes possui suas características próprias e atua sobre o organismo humano, o qual procura adaptar-se às forças, aos agentes e às tensões. Este processo de adaptação é muito lento e limitado, diante das rápidas e constantes mudanças do meio físico e do sistema de vida, o que acaba por provocar o aparecimento das doenças. Os ambientes ocupacionais, onde o trabalhador permanece, praticamente 1/3 de cada um de seus dias, têm sido sempre considerados como potencialmente mais nocivos à saúde, do que o ambiente da comunidade. O ambiente industrial, por exemplo, é na maioria das vezes bastante artificial. Nele são operadas máquinas perigosas; estão presentes agentes químicos potencialmente tóxicos; podendo haver excesso de ruído; temperaturas elevadas e fontes de radiação, etc. e em muitas ocasiões estas exposições atingem também a comunidade, através da poluição da água, do ar e do solo; criando graves problemas de saúde pública. Por elementar direito de sua condição humana, tal como foi reconhecido pela ONU (Organização das Nações Unidas), o governo de cada país têm o dever de zelar pela saúde dos seus trabalhadores. A responsabilidade pela vida e saúde de um trabalhador deve recair sobre o trinômio ESTADO – EMPRESA – TRABALHADOR, seja porque o estado terá gastado para a recuperação do indivíduo (quando possível) ou para a sua manutenção ou de seus dependentes, quando da morte ou invalidez, seja porque a empresa perde seu investimento em qualificação e material ou porque o próprio trabalhador incapacitado terá seu futuro (e de seus dependentes) muitas vezes comprometido. * Conceitos:

SAÚDE OCUPACIONAL - SO:

Conforme a OIT – Organização Internacional do Trabalho e a OMS – Organização Mundial da Saúde, a Saúde Ocupacional é o ramo da saúde que tem por objetivos:
 

A Promoção e Manutenção no mais alto grau do bem-estar físico, mental e social dos trabalhadores em todas suas ocupações; A Prevenção, entre os trabalhadores, das doenças ocupacionais causadas pelas condições inadequadas e inseguras do trabalho;

 

A Proteção dos trabalhadores em seu labor, dos riscos resultantes de fatores adversos à saúde; A Colocação e Conservação dos trabalhadores em ambientes ocupacionais adaptados a suas aptidões fisiológicas e psicológicas;

* Em resumo:

A Adaptação do Trabalho ao Homem e de cada Homem ao seu próprio Trabalho.

MEDICINA OCUPACIONAL: É o campo da Medicina relacionado com:

 

A avaliação, manutenção, recuperação e melhoria da saúde do trabalhador, através da aplicação de princípios da Medicina Preventiva, da Medicina de Emergência, da Reabilitação e Medicina do Ambiente; A promoção de uma produtiva e satisfatória interação do trabalhador com seu trabalho, através de aplicação de princípios do comportamento humano; A ativa apreciação das necessidades e responsabilidades sociais, econômicas e administrativas do trabalhador e da Comunidade trabalhadora.

HIGIENE INDUSTRIAL (Segundo a “American Industrial Hygiene Association”): “É a ciência e a arte devotadas ao reconhecimento, avaliação e controle daqueles fatores ou condicionantes ambientais, provenientes do ambiente de trabalho, que podem causar doenças, danos à saúde e ao bem-estar, ou desconforto significativo e ineficiência entre trabalhadores ou entres os habitantes da Comunidade". SEGURANÇA OCUPACIONAL (Segundo o “National Safety Council”): “A Segurança Ocupacional visa à Prevenção dos Acidentes". FUNÇÕES BÁSICAS DA SAÚDE OCUPACIONAL: * Em Higiene do Trabalho: 1 - Adoção das características físicas dos ambientes no que se refere à iluminação, ventilação, conforto térmico e conforto acústico, radiação, entre outras. 2 - Adoção de normas higiênicas sobre os poluentes do ambiente atmosférico, encontrados na empresa. 3 - Estabelecimento das características toxicológicas de todos os materiais, produtos químicos, subprodutos e resíduos da empresa, assinalando a classe de proteção necessária que deve ser utilizada.

Programação educativa para criação de uma consciência de segurança entre os trabalhadores. ampliação e modificação das facilidades sanitárias em uso pelos trabalhadores. para evitar a repetição.Estabelecimento de sistemas ou métodos de controle para eliminar ou minimizar as condições perigosas conhecidas.Estabelecimento da relação que poderia haver entre o ambiente de trabalho e seus efeitos sobre a saúde do trabalhador. 9 .Determinação quantitativa e qualitativa dos poluentes e outros agentes de doenças profissionais. discussão e informação dos acidentes ocorridos.Estabelecimento de medidas que conduzam a uma periódica avaliação da efetividade dos métodos de controle utilizados.Manutenção de um registro de acidentes com as estatísticas atualizadas. 6 . 2 .Estabelecimento e manutenção dos sistemas de controle para evitar a poluição das águas. 8 . 3 .Estudo permanente das condições de trabalho que oferecem maior risco de acidentes. 7 .Estabelecimento dos programas de sinalização.4 . .Estabelecimento de um programa preventivo e de controle no caso de incêndio.Estabelecimento das medidas para realizar a administração e manutenção dos equipamentos de proteção individual (EPI). 10 . 8 . do ar e do solo da comunidade.Participação nas Comissões Internas de Prevenção de Acidentes (CIPA). 5 .Estabelecimento das medidas que concorrem a uma melhor manutenção. 7 . * Em Segurança do Trabalho: 1 .Programa de treinamento dos trabalhadores em primeiros socorros. e de cada processo ou operação que apresentem risco para a saúde dos trabalhadores. 6 . 4 . dinâmica de cores e manutenção (Ordem e Limpeza). 11 .Estabelecimento de um sistema de inspeção para a execução das recomendações. 9 .Estudo das condições da empresa. adotando um tipo de relatório dos acidentes que ocorrem.Investigação. 5 . calculando os respectivos índices de freqüência e gravidade. para decidir de que forma devem corrigir.

9 – Ergonomia: Este tema é tratado pela Norma Regulamentadora NR-17. 10 . 2001.Estímulos aos trabalhadores para a apresentação de sugestões para melhoramento da segurança.Aconselhamentos à gerência da empresa em todo assunto relacionando com a saúde dos trabalhadores.Manipulação dos casos de compensação segundo a lei. painéis. 6 . estabelecendo. * Em Medicina do Trabalho: 1 .Divulgação. 4 .Programas de imunização. 5.Exames Médicos Ocupacionais. e castigos.Participação no programa de educação sanitária. Antonio Nunes Barbosa Filho. no Capítulo 2. Editora Atlas. cartazes. sendo. Além disto. 7 .Diagnóstico e tratamento de casos de acidentes ocupacionais e não ocupacionais. além disso.Manutenção e estudos das estatísticas de absenteísmo e outras.10 .Participação das comissões internas de prevenção de acidentes. 12 . portanto Ergonomia o Estudo das Leis que regem o Trabalho. . 3 . um programa de prêmios de incentivo por recordes de segurança. 2 . Ergonomia deriva da língua Grega “Ergos” significando Trabalho e “Nomos” significando Leis. Etimologicamente. temos colocado os principais conceitos envolvidos neste termo. premiando as idéias práticas. referenciado em nossa Bibliografia. etc sobre segurança. 8 . e alimentação. 11 . 5 . 36 até 41 do livro: Segurança do Trabalho & Gestão Ambiental.Participação nas comissões internas de prevenção de acidentes (CIPA). se houver recorrência de violação a determinada norma. Conhecimentos Técnicos. 9 . e adequados às exigências legais. 13 -Estabelecimento de regulamentos de segurança de acordo com o tipo de industria. pgs. avisos.Supervisão das facilidades de primeiros socorros e normas para o ensinamento dos mesmos. através de literatura.Seleção e colocação dos trabalhadores de acordo com suas aptidões físicas e emocionais.

IEA”. a qual.983 foi criada a Associação Brasileira de Ergonomia – ABERGO.857 na publicação intitulada “Ensaios de Ergonomia” escrito por Woitej Yastembowky.Conforme o livro supracitado. com a contribuição das diversas disciplinas científicas que a compõem. além de diversos termos técnicos específicos. este termo foi utilizado pela primeira vez em 1. APA: . um corpo de conhecimentos que. Para a área de saúde e segurança do trabalho esta norma tem a mesma importância que as Normas ISO 9.Atestado de Saúde Ocupacional (Ver NR – 7. que originalmente era numerada como BS 8750. sendo considerada o que há de mais atual em todo o mundo para a implantação de sistemas eficazes de gerenciamento das questões relacionadas à prevenção de acidentes e doenças ocupacionais. Trata-se de uma norma direcionada para os Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho .ufpe. Em 1.000 tem para a área de Qualidade Total e ISO 14. a solução dos problemas resultantes dessa relação. No Brasil em 1. é uma norma de origem inglesa (“British Standards”).Acidente do Trabalho. BS 8800: . na Áustria. Em 1. Em 1. deve desembocar em uma melhor adaptação ao homem dos meios tecnológicos de produção e dos ambientes de trabalho”. Siglas e Abreviaturas Utilizadas na Segurança Do Trabalho: Em Segurança do Trabalho.961 ainda nos EUA foi criada ainda a “International Ergonomics Association . AT: . é muito comum o uso de abreviaturas e siglas. em Estrasburgo. Também no Brasil em 1. Entidades. realizou-se o I Congresso Internacional de Ergonomia. item 7. entidade congregando profissionais interessados na temática.br/near). 5. de nacionalidade Polonesa.10 – Termos Técnicos Específicos.998 foi lançado o Núcleo de Ergonomia Aplicada do Recife (NEAR) cujo site na Internet é encontrado no endereço (www.949 na Inglaterra foi criada uma entidade pioneira nesta área denominada “Ergonomics Research Society” com o propósito de estudar o relacionamento entre o Homem e seu Trabalho.A Norma BS 8800.4 ). .SST. no qual foi definido o objeto da mesma como sendo o seguinte: “Elaborar.Área de Proteção Ambiental. como algumas das principais abaixo colocadas:     ASO: . bem como.4.957 nos EUA foi criada a “Human Factors Society”.000 tem para a área de Gestão Ambiental. Em 1. bi-anualmente realiza Encontros para promoção da Ergonomia em todo Brasil. com uma perspectiva de aplicação.970.

036. que tem por objeto a prevenção de acidentes industriais maiores que envolvam substâncias perigosas e a limitação das conseqüências desses acidentes. item 6.Classificação Nacional de Atividades Econômicas cf.16. Causa – É a origem de caráter humano ou material relacionado com o evento catastrófico (acidente ou falha).Comissão Interna de Prevenção de Acidentes: . provocando danos. Nota: O Brasil ratificou a OIT nº 174 em 02 de agosto de 2001.   CNAE .     Ver NR – 5. realizar palestras instrutivas. conf. CAI: .(Ver NR – 6. A Convenção aplica-se a instalações sujeitas a riscos de acidentes maiores ou ampliadas. NR 4 e 5.085 de 15 de janeiro de 2002: Refere-se à Prevenção de Acidentes Industriais Maiores de acordo com aConvenção da Organização Internacional do Trabalho. todavia aos casos de: A) Instalações nucleares e usinas que processem substâncias radioativas. . n. Os empregadores.Certificado de Aprovação de Instalação cf.(Ver NR – 5 ): A CIPA originou-se de uma recomendação da OIT (Organização Internacional do Trabalho) em 1921 e transformando-se em determinação legal no Brasil em 1944 (Decreto-Lei nº 7. à exceção dos setores dessas instalações nos quais se manipulam substâncias não radioativas. Convenção nº 174 da OIT complementada pela Recomendação nº 181. propor a instituição de concursos e prêmios e tomar outras providências para a educar o empregado na prática de prevenir acidentes. Cerests . com o fim de estimular o interesse pelas questões de prevenção de acidentes. NR-2. editada em 1993. CAT: . item 5.Certificado de Aprovação de Equipamentos de Proteção Individual (Secretaria de Inspeção do trabalho) . resultante da materialização de um risco. não se aplicando.8.O CAT deve ser emitido e encaminhado no prazo de 1 (um) dia útil.Centros de Referência em Saúde do Trabalhador. C) Transporte fora da instalação distinto do transporte por tubulações. deverão providenciar a organização em seus estabelecimentos de comissões internas. Decreto nº 4. B) Instalações militares. cujo número de empregados seja superior a 100. Observação: . com representantes dos empregados. CIPA. apresentar sugestões quanto à orientação e fiscalização das medidas de proteção ao trabalhador.Comunicado de Acidente do Trabalho.   CA: . artigo 82).1 e 2).

C. . O risco (possibilidade) e o perigo (exposição) de queda são os mesmos. ele. entre outros. caso o controle sobre um risco seja perdido. ambiental ou financeira. Um operário desprotegido pode cair de uma viga a 3 m de altura. estaria morto.  Efeito Toxicologicamente Sinérgico: De acordo com a NBR 14725:2001.Declaração de Instalações cf. DORT: . é o efeito que ocorre quando um agente tóxico tem seu efeito aumentado por agir simultaneamente com um agente não tóxico.  DANOS (“DAMAGE”) – É a gravidade (severidade) da perda humana. Se a viga estivesse a 90 m de altura. Efeito Aditivo: De acordo com a NBR 14725. . a diferença reside na gravidade do dano que poderia ocorrer com a queda. uma fratura na perna. é o efeito quantitativamente igual a soma dos efeitos produzidos individualmente de dois ou mais agentes tóxicos.  E.Coordenador de Saúde do Trabalho (Órgão do Ministério da Saúde) DANO: Lesão Física e/ou prejuízo que provoca prejuízo à saúde.Equipamento de Proteção Individual: (Ver NR – 6). com certeza.   CONTRU: . material.P. varas de manobra. .I.Departamento de Controle de Uso de Imóveis. é o efeito quantitativamente maior que a soma dos efeitos produzidos individualmente de dois ou mais agentes tóxicos.P. que pode resultar.  Efeito de Potenciação: De acordo com a NBR 14725.  E. (Ver NR – 2).    DI . detectores de tensão. O efeito é maior que o efeito aditivo. por exemplo.Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho. COSAT: . São exemplos de EPC: Chuveiros de Emergências. Entretanto. Óculos de segurança. ao meio ambiente ou à propriedade. e sofrer um dano físico.Equipamento de Proteção Coletiva. São alguns exemplos de EPI: Capacete.

látex.. . Capítulo II. entre outros. Ergonomia: (Ver NR – 17). à Segurança. entre outros. "Fail Mode & Effect Analysis" ou AMFE (Análise de Modos de Falhas e Efeitos) e deve ser aplicada para sistemas ou falhas simples.044 de 18 de maio de 1988. e deve ser confeccionada de acordo com as NBR-7503/7504 e 8285. vaqueta. Aventais (PVC. Máscaras protetoras (Combitox). derramamento.). Cintos de Segurança.Artigo 22. etc..  FMEA: é uma abreviação do nome inglês.  FICHA DE EMERGÊNCIA: Esta ficha informa sobre as características físico-químicas básicas do produto químico e/ou resíduo e as providências que devem ser tomadas em caso de acidente.Sinistro ou risco iminente que requeira ação imediata.).   Emergência: . Etimologicamente Ergonomia deriva da língua Grega “Ergos” significando Trabalho e “Nomos” significando Leis.. portanto Ergonomia o Estudo das Leis que regem o Trabalho. conhecimento básico sobre os produtos químicos. hexanol. Botas e /ou sapatos de segurança com biqueira de aço. Mascaras contra gases.  FISPQ – Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos: De acordo com a NBR 14725.Luvas (de raspa.. A mesma deve sempre acompanhar o transporte de produtos químicos conforme Decreto Lei 96. à saúde e ao meio ambiente. determinar os efeitos recorrentes e estabelecer mudanças para aumentar sua confiabilidade operacional de modo adequado e seguro. Entre outros. envolvimento de pessoas. Em alguns países a mesma é denominada de “Material Safety Data Sheet” – MSDS. estimando as taxas de falha. recomendações sobre medidas de proteção e ações em situação de emergência. Esta técnica permite analisar como podem ocorrer as falhas de um equipamento ou sistema. A FISPQ fornece. para esses aspectos. esta ficha fornece informações sobre vários aspectos desses produtos químicos (substâncias ou preparados) quanto à proteção. contra choque elétrico. Seção VI (Da Documentação) . sendo. Protetores auriculares.

LER: . NFPA – “National Fire Protection Association” ((http://www. tornava urgente a organização de uma entidade nacional de resseguro.Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalhado. Department of Labor” e tem sua sede em Washington.214 de 08.org. Esta técnica é utilizada quando precisamos estudar as possíveis maneiras de ocorrências de perigos e problemas operacionais através da utilização de grupos de trabalho.         NIOSH . OMS: . – Associação Nacional de Proteção a Incêndios sediada nos U. graças ao então presidente Getúlio Vargas. está vinculada ao “U. Nasceu assim o IRB. Foi criada em 1971.1978). OSHA – “Occupational Safety and Health Administration”: . 60 e 575 do livro Segurança e Medicina do Trabalho da Editora Atlas).br/ Fundação Jorge Duprat de Segurança e Medicina do Trabalho. DC.).oitbrasil. S. A.Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho ( Ver Portaria Nº 3.S. O Mapa de Risco quando bem executado é um instrumento da maior valia. de forma direta ou por intermédio de companhias estrangeiras que operavam no Brasil.br/).Instituto de Resseguros do Brasil: . Convenção OIT 174 e Decreto 4085 de 15 de janeiro de 2002 o qual Promulga a Convenção no 174 da OIT e a Recomendação no 181 sobre a Prevenção de Acidentes Industriais Maiores. OIT: .http://www. da Indústria e do Comércio. o resseguro e a retrocessão. doenças e mortes relacionadas ao trabalho.07. pela Portaria Número 25 de 29/12/1994. com o objetivo de regular o cosseguro. Das Atribuições. A OSHA dedica-se a prevenir acidentes. NR: .Foi criado em 1939.gov. Os principais objetivos são identificar todos os desvios operacionais possíveis do processo e também identificar todos os perigos e/ou riscos associados a esses desvios operacionais. a atividade de resseguro no País era feita Quase totalmente no Exterior. além de promover o desenvolvimento das operações de Seguros no País.Organização Mundial da Saúde. uma sociedade de economia mista.org.fundacentro.16.Organização Americana de Segurança e Saúde do Trabalho. jurisdicionada ao Ministério do Trabalho.  IRB: . . bem como.National Institute for Occupational Safety and Health at Work (EUA).Lesão por Esforços Repetitivos. o item 5.Organização Internacional do Trabalho (http://www. FUNDACENTRO: . A necessidade de favorecer o aumento da capacidade seguradora das sociedades nacionais. "Hazard and Operability Study". Naquela época. (Ver pgs.nfpa. para a retenção de maior volume de negócios em nossa economia.br/).    LT CAT .  HAZOP: é uma abreviação do nome inglês. conf. Mapa de Riscos: Documento explicitado na NR – 5.

que favorece a sua materialização em danos.Possibilidade de perda material ou humana.Relatório de Impacto Ambiental. PPD: .Programa de Prevenção à AIDS. PPR: .  OSHAS 18001 – “Occupational Safety and Health Assessment Series”: . danos a equipamentos e instalações.De acordo com a NBR 14725. PPRA: (Ver NR – 9).na cor laranja onde são alocados os números de identificação de risco (4 campos na cor preta) na parte superior e o número da ONU (Organização das Nações Unidas) na parte inferior com 4 algarismos na cor preta. Esses danos podem ser entendidos como lesões as pessoas.Registro e Análise de Ocorrências. persistem as possibilidades de efeitos adversos. PCMAT: (Ver NR – 18). Plano de Controle Médico e Saúde Ocupacional. RENAST – Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (órgão do Ministério da Saúde). PPAI: . .Expressa uma exposição relativa a um risco. PPS: .Programa de Prevenção do “Stress”.Programa de Proteção Respiratória. Risco (“Hazard”): Uma ou mais condições de uma variável com o potencial necessário para causar danos.“Norma” publicada pela BSI – British Standards Institution que entrou em vigor em 15/04/1999 com a finalidade da certificação de Sistemas de Gestão da SST. Risco (“Risk”) – Expressa uma probabilidade de possíveis danos dentro de um período específico de tempo ou número de ciclos operacionais.              Perigo (“Danger”) . Preparado: . RIMA:.    PAIR: . PAINEL DE SEGURANÇA: São placas retangulares (dimensões: 30 cm de altura x 40 cm de comprimento).Programa de Prevenção ao Alcoolismo.Perda Auditiva Induzida pelo Ruído. perda de material em processo. Líquido Inflamável que em contato com a água libera gases inflamáveis Metildiclorossilano. PCA: .  PCMSO: (Ver NR – 7). ou redução da capacidade de produção. PPAL: .Plano de Prevenção de Riscos Ambientais. POO: .   Risco: .Programa de Prevenção às Drogas.Programa de Prevenção Oftalmológico-Ocupacional. é uma mistura ou solução composta de duas ou mais substâncias. Programa das Condições de Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção Civil.Programa de Conservação Auditiva. Havendo um risco. danos ao meio ambiente. RAO: .

   SEST: . Incidente: .Serviço Especializado em Segurança e Saúde no Trabalho Coletivo. previdência privada aberta. SSO – Segurança e Saúde Ocupacional.  SESMT:(Ver NR – 4 e 27). na forma de losango.          SIT: . .  Incerteza quanta à ocorrência de um determinado evento.Qualquer evento ou fato negativo com potencial para provocar danos. o IRB Brasil Resseguros S.2000.É o prejuízo sofrido por uma organização. Chance de perda que uma empresa pode sofrer por causa de um acidente ou série de acidentes. de 21 de novembro de 1966. SST – Segurança e Saúde no Trabalho. Sinistro: . que também instituiu o Sistema Nacional de Seguros Privados. SUSEP: A SUSEP é o órgão responsável pelo controle e fiscalização dos mercados de seguro. em conjunto com o SESMT(Serviços Especializados em Segurança e Medicina do Trabalho).A. sem garantia de ressarcimento por Seguro ou outros meios.Ocorrência de prejuízo ou dano. Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho. as entidades de previdência privada aberta e os corretores habilitados. no lado externo do caminhão. capitalização e resseguro.01. referentes à natureza. SUS–Sistema Único de Saúde. Semana Interna de Prevenção de Acidentes no Trabalho. – IRB Brasil Re.Secretaria de Inspeção do Trabalho. É também chamado de quase-acidente. as sociedades autorizadas a operar em seguros privados e capitalização. o CNSP teve sua composição alterada. Autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda foi criada pelo Decreto-lei nº 73. é praticamente impossível a eliminação completa de todos os riscos. em algum bem. Com a edição da Medida Provisória nº 1940-17. Devem ser afixados em local de fácil visualização. causado por incêndio ou acidente. É o antônimo de perigo. Uma das atribuições da CIPA é promovê-la anualmente. SIPAT: (Ver NR – 5). um compromisso acerca de uma relativa proteção de exposição a riscos.CNSP. Entretanto. portanto. RÓTULOS DE RISCO:  Estes são etiquetas. do qual fazem parte o Conselho Nacional de Seguros Privados . Perdas: -É o prejuízo sofrido por uma organização. Segurança: -É freqüentemente definida como isenção de riscos. Segurança é. de 06. Sinistro: . manuseio ou identificação do produto. que estampam os símbolos e/ou expressões emolduradas. sem garantia de ressarcimento por Seguro ou outros meios. conjuntamente com o respectivo painel de segurança.

452. Investigações dos Acidentes do Trabalho. Prevenção e Combate a Incêndios (NR 23 ).6 – Procedimentos principais utilizados na Segurança do Trabalho – Breve verificação: A título de exemplo.LEIS. Cálculos relativos a Taxa Freqüência – T F e da Taxa de Gravidade T G. Art. Campanhas de Segurança. 154 até art. Riscos Ambientais e Profissionais. Auditoria. Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. aprovada pelo Decreto-lei nº 5. PPRA – Programas de Prevenção de Riscos Ambientais (NR 9). EPI – Equipamentos de Proteção Individual (NR 6). Normas Regulamentadora – NR. passa a vigorar com a seguinte redação (simplificada): Capítulo V . relativo à Segurança e Medicina do trabalho e dá outras providências. O texto integral deve ser pesquisado. 1º O Capítulo V do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho .159. . SST – Segurança e Saúde no Trabalho.Da Inspeção Prévia e do Embargo ou Interdição. . Normas. Gestão de Emergências. Treinamento de pessoal. Segurança em Instalações Elétricas (NR 10). Seção II .23. PORTARIAS E NORMAS: (Ver item 3. EPC –Equipamentos de Proteção Coletiva.Esta lei altera o Capítulo V do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho .DA SEGURANÇA E DA MEDICINA DO TRABALHO. segue abaixo uma breve verificação relativa a Segurança do Trabalho: Acidente do Trabalho. Gestão de Riscos. Normas Técnicas nacionais e internacionais. Causas dos Acidentes do Trabalho. de 22 de janeiro de 1977 .Situação Atual em termos das Leis. O Presidente da república. Observação: . 160 e 161. Inspeções de Segurança. CIPA (NR 5). Art.CLT. 7 . Lei nº 6.Resumidamente transcreveremos aqui somente os títulos e subtítulos. Demais assuntos.12. Primeiros Socorros.CLT.(D.U.3 na pg. Técnicas de Análise de Riscos de Acidente do Trabalho. de 1 0 de maio de 1943. Seção I .O.Disposições Gerais.514. Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho – SESMT (NR 4). 7 . PCMSO – Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional (NR 7}.1977): . Portarias e Regulamentações).

Art. Seção X . 184 até art. 183. 181 . Art. Art.Dos Órgãos de Segurança e da Medicina do trabalho nas empresas. inspecionar ou reparar instalações elétricas. em qualquer das fases de produção.Somente profissional qualificado poderá instalar.162 até art.Das Instalações Elétricas: Art. Art. 170 até art. Art. Seção IX .Da Movimentação.Seção III . 165.O Ministério do Trabalho disporá sobre as condições de segurança e as medidas especiais a serem observadas relativamente às instalações elétricas.Do Equipamento de Proteção Individual.Da Iluminação.Das Edificações. 179 . 182 e art. Seção VI . 186. operar. Art. Seção V . Art. Seção VII . 168 e 169. Armazenagem e Manuseio de Materiais. .Das Caldeiras.Das Medidas Preventivas de Medicina do Trabalho. 178. 166 e 167. Art.Os que trabalharem em serviços de eletricidade ou instalações elétricas devem estar familiarizados com os métodos de socorro a acidentados por choque elétrico. Art. Seção IV .Das Máquinas e Equipamentos. Art. Seção XI . distribuição ou consumo de energia. Seção VIII . transmissão. Seção XII . 175. 174. 180 .Do Conforto Térmico. Fornos e recipientes sob Pressão. 176 até art.

Da Prevenção da fadiga.1978: . 200. 5. Seção XIII .Das Outras Medidas Especiais de Proteção.1 – Transcrição da Portaria nº 3.Das Atividades Insalubres ou Perigosas. Art. . 198 e art.214 de 08. 189 até art.Vejam os textos completos nas páginas em anexo ou nas páginas 11 até 19 do livro Segurança e Medicina do Trabalho – São Paulo . . Seção XV .214 de 8 .06. Seção XIV . 2 até art.Editora Atlas S. Ernesto Geisel Observação: .1978 a qual regulamenta as Normas Regulamentadora – NR: Ministério do Trabalho – Gabinete do Ministro Portaria nº 3. 197.2003 ou em demais obras já publicadas. Seção XVI . A. 188. Art. de 08 de junho de 1978 e informações complementares: As Normas Regulamentadora – NR são fundamentais e obrigatórias para o exercício da Higiene e Segurança do Trabalho.06. 199. .Das Penalidades.NORMAS REGULAMENTADORAS – N R´s aprovadas pela Portaria nº 3. Art. Art. . 8. 201 e art.214.Art. As Normas Regulamentadora – NR complementadas com a aplicação das Normas Técnicas correspondentes servem para nortear as principais ações preventivas e de fiscalização indicadas nos assuntos da Higiene e Segurança do Trabalho nas Empresas. 187 e art. 8 .

1º Aprovar as Normas Regulamentadora . de 22 de dezembro de 1977. NR – 15 / Atividades e Operações Insalubres. da Consolidação das Leis do Trabalho. relativas à Segurança e Medicina do Trabalho. NR – 4 / Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho . . NR – 2 / Inspeção prévia. NR – 5 / Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA. NR – 11 / Transporte. NR – 6 / Equipamento de Proteção Individual – EPI.514 . Armazenagem e Manuseio de Materiais. NR – 29 / Segurança e Saúde no Trabalho Portuário (Elaborada posteriormente conf. NR – 24 / Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho. NR – 23 / Proteção contra Incêndios.SESMT. com redação dada pela Lei n 0 6.NR . NR – 27 / Registro Profissional do Técnico de Segurança do Trabalho no Ministério do Trabalho. considerando o disposto no artigo 200. NR – 10 / Instalações e Serviços de Eletricidade. NR – 19 / Explosivos. NR – 8 / Edificações. NR – 18 / Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção. O MINISTRO DO ESTADO. NR – 17 / Ergonomia. NR – 22 / Trabalho Subterrâneos. NR – 16/ Atividades e Operações Perigosas. NR – 28 / Fiscalização e Penalidades. Título II.do Capítulo V.1997). NR – 25 / Resíduos Industriais. Movimentação.do Capítulo V. NR – 3 / Embargo e interdição. NR – 14 / Fornos. NR – 13 / Caldeiras e Vasos de Pressão. RESOLVE: Art. no uso de suas atribuições legais. Port. NR – 21 / Trabalho a Céu Aberto. relativas à Segurança e Medicina do Trabalho: Normas regulamentadora:                              NR – 1 / Disposições gerais. NR – 12 / Máquinas e Equipamentos. NR – 9 / Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. NR – 20 / Líquidos Combustíveis e Inflamáveis.Aprova as Normas Regulamentadora – NR .12. Título II. NR – 26/ Sinalização de Segurança. da Consolidação das Leis do Trabalho. nº 53 de 17. NR – 7 / Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional. da Consolidação das Leis do Trabalho.

2º Revigorado pela Portaria nº 3. 4º Revigorado pela Portaria nº 3. .1989. As Normas Regulamentadora – NR em seus textos fazem sempre referência às Normas Técnicas da ABNT vigentes. Determina. Art. 4º As dúvidas suscitadas e os casos omissos serão decididos pela Secretaria de Segurança e Medicina do Trabalho.1989. Art. Observação: . decorrentes da experiência e necessidade. .NR e informações complementares: A seguir. principalmente aquelas de aplicação mais generalizada. . Art. relativas à Segurança e Medicina do Trabalho. . de 2. colocamos um resumo geral das NR. Art. controlar e supervisionar todas as atividades inerentes. 3º Ficam revogadas as Portarias MTIC. NR – 1 .Art. Deste fato concluímos que ao utiliza-las e emprega-las necessitamos sempre de dispor também das Normas Técnicas correspondentes. 5º Esta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação.Disposições Gerais: Determina que as Normas Regulamentadora. Arnaldo Prieto. Nestas ocasiões as mesmas são colocadas para consulta pública antes de serem recolocadas. Observações:     Outro ponto a salientar é de que estas normas são revisadas periodicamente. às Normas Técnicas Internacionais. .5. ou na possível falta destas. . que o Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho – DSST é o órgão competente para coordenar. . . A fiscalização dos estabelecimentos pelos órgãos competentes é feita com base nas Normas Regulamentadora – NR.5. orientar.144.Nos anos seguintes de 1978 em diante as Normas Regulamentadora foram sendo ampliadas. obrigatoriamente. Posteriormente algumas das principais NR serão estudadas mais detalhadamente.2 – Resumo das Normas Regulamentadora . de uma forma introdutória. serão baixadas pela Secretaria de Segurança e Medicina do Trabalho. desde que possuam empregados celetistas. deverão ser cumpridas por todas as empresas privadas e públicas. modificadas e complementadas com o acréscimo de novas NR conforme abaixo colocado: 8. 2º As alterações posteriores.144 de 2. . Art. também.

Certificado de Aprovação de Instalações. as máquinas.Dá competência às DRT regionais. Dependendo desses elementos o SESMT deverá ser composto por um Engenheiro de Segurança do Trabalho. mesmo com um empregado. o SEST coletivo e a obrigatoriedade de todo estabelecimento. A nova NR4 . que emitirá o CAI . Auxiliar de Enfermagem do Trabalho. NR – 5 . instituições beneficentes.Sistema Integrado de Prevenção de Riscos do Trabalho. sociedades de economia mista. os empregados receberão os salários como se estivessem trabalhando.Embargo ou Interdição: A DRT poderá interditar/embargar o estabelecimento. por meio de modelo pré-estabelecido.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA: Todas empresas privadas. NR – 2 . são obrigadas a constituir a CIPA e a manter em regular funcionamento. Técnico de Segurança do Trabalho. NR – 4 . Caso haja interdição ou embargo em um determinado setor.CNAE (Ver Quadro I) e do número total de empregados do estabelecimento (Ver Quadro II). e/ou exigir providências a serem adotadas para prevenção de acidentes do trabalho e doenças profissionais. públicas. clubes. cooperativas. todos empregados da empresa.Inspeção Prévia: Determina que todo estabelecimento novo deverá solicitar aprovação de suas instalações ao órgão regional do Ministério do Trabalho e Emprego.Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho – SESMT: A implantação do SESMT depende da gradação do risco da atividade principal da empresa conforme os dados da Classificação Nacional de Atividades Econômicas . desde que possuam empregados celetistas. Enfermeiro do Trabalho. determina as responsabilidades do empregador e a responsabilidade dos empregados. ser obrigado a participar do programa. Atualmente. mediante laudo técnico. setor de serviços se os mesmos demonstrarem grave e iminente risco para o trabalhador. de 6 de abril de 2000. NR – 2 . esta Norma está sendo revista pela Comissão Tripartite Paritária Permanente. dependendo do grau de risco da empresa e do número mínimo de 20 empregados. . um Médico do Trabalho. o SEST próprio. pela Portaria n º 10. As novas determinações referem-se aos serviços terceirizados.

exclusivamente os empregados interessados. de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador. anexados a NR –5. . de acordo com o dimensionamento previsto no Quadro I da NR – 5 . A CIPA terá reuniões ordinárias mensais. onde houver. Os representantes dos empregados titulares e suplentes serão eleitos em escrutínio secreto. A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho. do qual participem. com correspondente agrupamento para dimensionamento da CIPA. e do Quadro III – Relação da Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE. bem como da avaliação das prioridades de ação nos locais de trabalho. A CIPA será composta de representantes da empregador e representantes dos empregados. com acessória do SESMT.CNAE. O dimensionamento da CIPA é feito conforme o Quadro I – Dimensionamento da CIPA. além da utilização do Quadro II – Agrupamento de setores econômicos pela Classificação Nacional de Atividades Econômicas .CIPA. titulares e suplentes serão por eles designados. Os representantes dos empregadores. e elaborar o mapa de riscos (*) com a participação do maior número de trabalhadores. c) houver solicitação expressa de uma das representações. As principais atribuições da CIPA serão as seguintes: a) Identificar os riscos do processo de trabalho. As reuniões extraordinárias deverão ser realizadas quando: a) houver denúncia de situação de risco grave e iminente que determine aplicação de medidas corretivas de emergência.Os trabalhos desenvolvidos pela CIPA são da maior importância para a segurança dos trabalhadores. b)Elaborar plano de trabalho que possibilite a ação preventiva na solução de problemas de segurança e saúde no trabalho. c) Participar da implementação e do controle da qualidade das medidas de prevenção necessárias. com mandato de um ano e direito a uma reeleição e mais um ano de estabilidade. independentemente de filiação sindical. b) ocorrer acidente do trabalho grave ou fatal. ressalvadas as alterações disciplinadas em atos normativos para setores econômicos específicos. de acordo com o calendário preestabelecido.

j) Divulgar e promover o cumprimento das Normas Regulamentadora. (*) Mapa de Riscos: Ver definições e conceitos na NR – 5. p) Participar. Das Atribuições. onde houver. inclusive com a padronização de cores para utilização no Mapa de Risco. bem como cláusulas de acordos e convenções coletivas de trabalho. com o SESMT. relativas à segurança e saúde no trabalho. l) Participar. periodicamente. anualmente. ou ao empregador. em conjunto com a empresa. ou com o empregador da análise das causas das doenças e acidentes de trabalho e propor medidas de solução dos problemas identificados. a paralisação de máquina ou setor onde considere haver risco grave e iminente à segurança e saúde dos trabalhadores. A Tabela I desta Portaria classifica os principais tipos de riscos ocupacionais existentes em grupos de acordo com a natureza dos mesmos. verificações no ambiente e condições de trabalho visando a identificação de situações que venham a trazer riscos para a segurança e saúde dos trabalhadores. Portaria Número 25 de 29/12/1994. anualmente. g) Participar. onde houver. para avaliar os impactos de alterações no ambiente e processo de trabalho relacionados à segurança e saúde dos trabalhadores. . em conjunto com o SESMT. onde houver. f)Divulgar aos trabalhadores informações relativas à segurança e saúde no trabalho. n) Requisitar à empresa as cópias das CAT emitidas. das discussões promovidas pelo empregador. m) Requisitar ao empregador e analisar as informações sobre questões que tenham interferido na segurança e saúde dos trabalhadores.d) Realizar. i) Colaborar no desenvolvimento e implementação do PCMSO e PPRA e de outros programas relacionados à segurança e saúde no trabalho. o item 5. (Ver pgs. em conjunto com o SESMT. o) Promover. quando houver. a cada reunião. 60 e 575 do livro Segurança e Medicina do Trabalho da Editora Atlas).16. e) Realizar. conf. a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho – SIPAT. avaliação do cumprimento das metas fixadas em seu plano de trabalho e discutir as situações de risco que foram identificadas. h)Requerer ao SESMT. de Campanhas de Prevenção da AIDS. bem como. CIPA.

NR – 6 . bem como. sendo tanto maior quanto maior a gravidade do risco indicado. estimular sua participação nas atividades de prevenção. Ele deve ser colocado num quadro e num lugar bem a vista de todos aqueles que trabalham naquele ambiente. Marrom os riscos biológicos. os diversos tipos de riscos existentes naquele ambiente do trabalho. a troca e divulgação de informações entre os trabalhadores. de modo a orientar. Mapa de Riscos vem a ser um mapa constituído de uma vista em planta do ambiente de trabalho. quais os principais objetivos visados na execução do Mapa de Riscos são os seguintes: A – Reunir as informações necessárias para estabelecer o diagnóstico da situação de segurança e saúde no trabalho na empresa. Vermelho os riscos químicos.De acordo com a NR-5. No mapa de riscos o usam-se as seguintes cores convencionais:      Verde representa os riscos físicos. Principais Etapas na elaboração de um Mapa de Risco: A – Conhecimento dos Processos de Trabalho (Trabalhadores. Azul os riscos mecânicos. C – Identificação das Medidas de Prevenção e sua Eficácia. prevenir e a evitar possíveis Acidentes do Trabalho. instrumentos. durante as sua elaboração. B – Possibilitar. atividades e ambiente). Amarelo os riscos ergonômicos. Os círculos coloridos indicando os riscos variam de tamanho. B – Identificação dos Riscos existentes. materiais. na qual estão indicados. F – Elaboração do Mapa de Riscos. através de círculos coloridos. E – Conhecimento dos Levantamentos Ambientais realizados.Equipamentos de Proteção Individual – EPI: . D – Identificação dos Indicadores de Saúde. sobre o “layout” da Empresa e Sinalização das Áreas de Riscos. O Mapa de Risco objetiva indicar todos os riscos existentes no ambiente de trabalho.

impactos provenientes de quedas. Atendidas as peculiaridades de cada atividade profissional e respeitando-se o disposto no item 6. para trabalhos que possam causar irritação nos olhos e outras lesões decorrentes da ação de líquidos agressivos e metais em fusão. c) óculos de segurança. f) máscaras para soldadores nos trabalhos de soldagem e corte ao arco elétrico. Todo equipamento deve ter o CA . b) óculos de segurança para trabalhos que possam causar ferimentos nos olhos. gratuitamente. agentes meteorológicos (trabalhos a céu aberto).Certificado de Aprovação do Ministério do Trabalho e Emprego e a Empresa que importa EPI também deverá ser registrada junto ao Departamento de Segurança e Saúde do Trabalho. B – Enquanto as medidas de proteção coletivas estivem sendo implantadas. respingos. provenientes de impacto de partículas. g) capacetes de segurança para proteção do crânio nos trabalhos sujeitos a: 1. d) óculos de segurança para trabalhos que possam causar irritação nos olhos. existindo para esse fim todo um processo administrativo. . Equipamentos de Proteção Individual são empregados na proteção da saúde e integridade física do trabalhador. 2. da NR – 6. Equipamentos de Proteção Individual – EPI adequados aos riscos e em perfeito estado de conservação e funcionamento. projeção de objetos ou outros. o empregador deve fornecer aos trabalhadores os seguintes EPI: I . nas seguintes circunstâncias: A – Sempre que as medidas de proteção coletiva forem tecnicamente inviáveis ou não oferecerem completa proteção contra os riscos de acidentes do trabalho e/ou de doenças profissionais e do trabalho. C – para atender as situações de emergência.Proteção para a cabeça: a) protetores faciais destinados à proteção dos olhos e da face contra lesões ocasionadas por partículas.2. vapores de produtos químicos e radiações luminosas intensas. As Empresas são obrigadas a fornecer aos seus empregados. e) óculos de segurança para trabalhos que possam causar irritação nos olhos e outras lesões decorrentes da ação de radiações perigosas. provenientes de poeiras.Os EPI. contra respingos.

3. solventes orgânicos e derivados de petróleo. i) perneiras de proteção contra riscos de origem térmica. produtos químicos corrosivos. 5. frio.Proteção para os membros superiores: Luvas e/ou mangas de proteção e/ou cremes protetores devem ser usados em trabalhos em que haja perigo de lesão provocada por: 1. 7. 6. lamacentos ou encharcados. j) perneiras de proteção contra radiações perigosas.Proteção para os membros inferiores: a) calçados de proteção contra riscos de origem mecânica. e) calçados de proteção contra radiações perigosas. 2.Proteção contra quedas com diferença de nível: . III . alergênicos. queimaduras ou choque elétrico. c) calçados impermeáveis e resistentes a agentes químicos agressivos. abrasivos. oleosos. tóxicos. h) perneiras de proteção contra riscos de origem mecânica. cáusticos. 4. d) calçados de proteção contra riscos de origem térmica. g) calçados de proteção contra riscos de origem elétrica. materiais ou objetos escoriantes. choque elétrico. IV . b) calçados impermeáveis para trabalhos realizados em lugares úmidos. agentes biológicos. f) calçados de proteção contra agentes biológicos agressivos. radiações perigosas. cortantes ou perfurantes. II . materiais ou objetos aquecidos. graxos. 3.

Proteção do corpo inteiro: . Anexos I e II.Proteção do tronco: Aventais. jaquetas. para locais de trabalho onde o teor de oxigênio seja inferior a 18 (dezoito) por cento em volume. umidade proveniente de operações de lixamento a água ou outras operações de lavagem. para trabalhos que impliquem produção de poeiras. agentes químicos. 3. para os trabalhos realizados com movimentação vertical em andaimes suspensos de qualquer tipo. VII . agentes meteorológicos. b) máscaras para trabalhos de limpeza por abrasão.a) cinto de segurança para trabalho em altura superior a 2 (dois) metros em que haja risco de queda. c) respiradores e máscaras de filtro químico para exposição a agentes químicos prejudiciais à saúde. 6. riscos de origem radioativa. b) cadeira suspensa para trabalho em alturas em que haja necessidade de deslocamento vertical. capas e outras vestimentas especiais de proteção para trabalhos em que haja perigo de lesões provocadas por: 1. 4. 2. através de jateamento de areia. c) trava-queda de segurança acoplada ao cinto de segurança ligado a um cabo de segurança independente. V . d) aparelhos de isolamento (autônomos ou de adução de ar). riscos de origem térmica.Proteção auditiva Protetores auriculares para trabalhos realizados em locais em que o nível de ruído seja superior ao estabelecido na NR 15. riscos de origem mecânica. 5. para exposições a agentes ambientais em concentrações prejudiciais à saúde do trabalhador. de acordo com os limites estabelecidos na NR 15: a) respiradores contra poeiras.Proteção respiratória. VI . VIII . quando a natureza do trabalho assim o indicar.

São eles:       Exame admisisional. b) Grupo 2 . não são facilmente removíveis na presença de óleos ou substâncias apolares. pelas vias respiratórias e digestivas. radiações ionizantes. bem como. mediante o Certificado de Aprovação .Edificações: . · Cones e bandeirolas de sinalização. · Vara de manobra isolada.são aqueles que.são aqueles com indicações e usos definidos e bem especificados pelo fabricante. quando aplicados à pele do usuário. absorvíveis pela pele. não são facilmente removíveis com água. · Conjunto de aterramento temporário. Exame periódico.são aqueles que. EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA COLETIVOS (EPC). ruídos. Exame de retorno ao trabalho.. · Escadas com isolamento próprias para trabalho com eletricidade. prejudiciais à saúde. existirão exames específicos para cada risco que o trabalho possa gerar.óleo-resistente .CA do Ministério do Trabalho. benzeno etc.Aparelhos de isolamento (autônomos ou de adução de ar) para locais de trabalho onde haja exposição a agentes químicos. para o que serão enquadrados nos seguintes grupos: a) Grupo 1 . · Detectores de tensão. na NR15. c) Grupo 3 . Dependendo do grau de risco da empresa. Exames complementares.cremes especiais .água-resistente . ou empresas que trabalhem com agentes químicos. NR – 7 .Proteção da pele: Cremes protetores Os cremes protetores só poderão ser postos à venda ou utilizados como equipamentos de proteção individual. a critério do médico do trabalho e dependendo dos quadros na própria NR7. IX . Exame demissional. NR – 8 .Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO: Este programa trata dos exames médicos obrigatórios para as empresas. Exame de mudança de função. quando aplicados à pele do usuário.

em termos de apoio às atividades a serem executadas. E – Monitoramento da exposição aos riscos. a fim de as empresas não sofrerem ações de natureza civil por danos causados ao trabalhador. RISCOS DE ACIDENTES. tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais.Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA: Esta norma objetiva a preservação da saúde e integridade do trabalhador. Além desses agentes. QUÍMICOS. É importante manter esses dados no PPRA. através da antecipação. No desenvolvimento do PPRA. Leva-se em conta os Agentes:    FÍSICOS. D – Implantação de medidas de controle e avaliação da sua eficácia. O objetivo visado pela mesma é o da preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores. observando-se a proteção contra a chuva. estadual e municipal. insolação excessiva ou falta de insolação. ou que venham a existir no ambiente de trabalho. C – Avaliação dos riscos e da exposição dos trabalhadores. F – Registro e divulgação dos dados. através da antecipação. reconhecimento. As etapas a serem seguidas no desenvolvimento do PPRA são as seguintes: A – Antecipação e reconhecimento dos riscos. BIOLÓGICOS. avaliação e controle dos riscos ambientais existentes. Deve-se observar também as legislações pertinentes nos níveis federal. normalmente se utilizam os recursos do SESMT – Serviços Especializados em Engenharia de . B – Estabelecimento de prioridades e metas de avaliação e controle. avaliação e conseqüente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente do trabalho. NR – 9 .Esta norma define os parâmetros para as edificações. tendo em vista a proteção ao Meio Ambiente e aos Recursos Naturais. mantendo-se atualizados os Laudos Técnicos e o Perfil Profissiográfico Previdenciário. destacamos também:   RISCOS ERGONÔMICOS.

NR – 10 .03. Transportadores Industriais e Máquinas Transportadoras. as empresas devem observar a Convenção Coletiva para Melhoria das Condições de Trabalho em Prensas e Equipamentos Similares. Injetoras de Plásticos e Tratamento Galvânico de Superfícies nas Indústrias Metalúrgicas no Estado de São Paulo.Máquinas e Equipamentos: Determina as instalações e áreas de trabalho. dispositivos de acionamento. operação. que a critério do empregador sejam capazes de desenvolver os trabalhos relativos a todas as etapas de realização previstas no PPRA. Guindastes. em vigência a partir de 28. incluindo terceiros e usuários. No Estado de São Paulo. Cilindros de Massa entre outros. Movimentação.02.Instalações e Serviços de Eletricidade: Trata das condições mínimas para garantir a segurança daqueles que trabalham em instalações elétricas.01. maiores detalhes sobre a Segurança em Instalações e Serviços de Eletricidade. execução. a NR – 10 e demais Normas Técnicas: NR – 11 . Armazenagem e Manuseio de Materiais: Destina-se a Operação de Elevadores. ver no item 9 adiante colocado. sendo então alterada conforme a Portaria 598 de 07 / 12 / 2004 . o apoio de pessoa ou de equipes de pessoas qualificadas. Observação: Complementando estas informações. manutenção. Contém Anexos para o uso de moto-serras. correntes)? 3 – Existe proteção mecânica no ponto de operação (barreira de acesso)? . incluindo projeto.Segurança e de Medicina do Trabalho. A NR 10 foi recentemente atualizada e modificada após um período de consulta pública. em suas diversas etapas.11. NR – 12 .Transporte. conf. partida e parada das máquinas e equipamentos. assinada em 29. ou então. engrenagens. TRABALHO SEGURO COM MÁQUINAS – LISTA DE VERIFICAÇÃO – FATORES IMPORTANTES: 1 – As conexões elétricas estão seguras e a máquina está aterrada? A chave de acionamento é blindada? 2 – Existe proteção na transmissão de força (polias e correias. reforma e ampliação. distâncias mínimas entre as máquinas e os equipamentos.

80 – Tecnologia de Segurança Humana em MÁQUINAS.Para maior conhecimento e aprofundamento da tecnologia ref. Considerando a NR – 13. ABNT NBR 13930. Observação: . 14153 e 14154. principalmente. ao seu elevado grau de risco. contendo várias classificações e categorias. Além da lista supra é de suma importância conhecermos e aplicarmos também as Normas Técnicas de Instalações de Máquinas mais recentemente publicadas. Caldeiras e Vasos de Pressão. travar movimentos. nas especialidades. com os comandos etiquetados e bloqueados fisicamente? 11 – Em caso de dúvida consulte sempre o pessoal especializado e as normas regulamentadora e técnicas. Saliente-se também que as Caldeiras e Vasos de Pressão e suas instalações demandam bastante cuidado tendo em vista os riscos de Incêndios e de Explosões. entre as diversas obras disponíveis ver artigo publicado na Revista C & I – Controle & Instrumentação de abril de 2003. NR – 12 . as Instalações de Máquinas. acompanhamento de operação e manutenção. pg. inspeção e supervisão de inspeção periódica das caldeiras e vasos de pressão. o ar comprimido. quais as principais exigências e recomendações de segurança são as seguintes: . partes suspensas. A Norma exige treinamento específico para os seus operadores.Caldeiras e Vasos de Pressão: São de competência do Engenheiro especializado nas atividades referentes ao projeto de construção.4 – Existe proteção mecânica no ponto de operação (cortinas de luz ou similar)? 5 – Existe comando bi-manual (no caso de prensas em geral)? 6 – Não se usam luvas na operação de máquinas com partes móveis? 7 – As distâncias entre máquinas respeitam a Norma Regulamentadora nº 12? 8 – Existem botões para parada de emergência ao alcance do operador nas máquinas grandes e em várias posições de operação? 9 – Existe prevenção do efeito estroboscópio (as partes móveis parecem lentas ou paradas sob iluminação fluorescente)? 10 – As manutenções e intervenções em geral só ocorrem dentro do princípio de energia zero (desativar a eletricidade. entre outras). a pressão hidráulica. devidas. tais como as seguintes:   ABNT NBR 14152.

atendimento a esta exigência caracteriza condição de risco grave e iminente.Obediência a todas as exigências e recomendações de segurança especificadas na NR –13. o Prontuário atualizado da Caldeira ou Vaso de Pressão. dos vasos de pressão. 4. no estabelecimento onde estiver instalada.       Possuir. nas Normas Técnicas referentes àsCaldeiras e Vasos de Pressãoinstalados. 2. em local de fácil acesso aos operadores. bem como. independente do sistema principal. Executar as inspeções de segurança e a manutenção das caldeiras e seus acessórios. . Instrumento que indique a pressão do vapor acumulado. As Caldeiras e Vasos de Pressão devem ser fabricados e fornecidos por empresas devidamente habilitadas e credenciadas para fabricação e fornecimento da Caldeira ou Vaso de Pressão a ser instalado. credenciado e registrado sendo que o não . o Projetos de Alteração ou Reparos executados e os Relatórios de Inspeção emitidos por Inspetores credenciados no Ministério do Trabalho. o Registro de Segurança. em caso caldeiras combustível sólido. As Caldeiras e Vasos de Pressão instalados devem ter fixado em seu corpo Placas de Identificação com todas as informações requeridas nas normas. As inspeções de segurança e a manutenção das caldeiras e seus acessórios. Possuir "Manual de Operação" atualizado. bem como dos vasos de pressão dentro dos prazos estabelecidos nas normas. Válvula de segurança com pressão de abertura ajustada em valor igual ou inferior a PMTA. Além disto nunca operar e trabalhar com a Caldeira em condições de risco tais como no caso de mau funcionamento ou falta na falta dos seguintes componentes: 1. contendo no mínimo. A qualidade da água deve ser controlada e tratamentos devem ser implementados. bem como. no que concerne ao atendimento desta NR-13 e das Normas Técnicas de Instalação. Sistema de indicação e controle do nível de água ou outro sistema que evite o superaquecimento por alimentação deficiente. quando necessários para compatibilizar suas propriedades físico-químicas com os parâmetros de operação da caldeira. em língua portuguesa. o Projeto da Instalação. Toda caldeira a vapor deve estar obrigatoriamente sob operação e controle de operador de caldeira. saúde e meio ambiente previstos nas Normas Regulamentados. na obediência aos aspectos de segurança. Equipamentos de alimentação de água. a exemplo dos seguintes:      Projeto da instalação deve ser feito por firma ou escritório de engenharia com profissionais devidamente habilitados e credenciados para execução e instalações caldeiras a vapor. convenções e disposições legais aplicáveis. 3. bem como. Na operação e funcionamento da Caldeira ou Vaso de Pressão não ultrapassar jamais a Pressão Máxima de Trabalho Permitida – PMTP ou a Pressão Máxima de Trabalho Admissível – PMTA. deverão seguir sempre todas as recomendações técnicas especificadas na NR –13 e demais normas técnicas oficiais.

NR – 16 . NR – 18 . máquinas. a exemplo da NR16 . Agentes Químicos e Poeiras Minerais. informações. relacionada ao trabalho constituem o principal grupo de problemas à saúde. estadual e municipal. NR – 17 . reconhecidos pela sua relação laboral.Fornos: Define os parâmetros para a instalação de fornos: Deve-se observar as legislações pertinentes nos níveis federal.NR – 14 . O termo DORT é muito mais abrangente que o termo LER. Além disto considerar que as fontes de aquecimento dos fornos podem ser obtidas pela queima de combustíveis.Atividades e Operações Perigosas: Também considerada quando ocorre além dos limites de tolerância.Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção – PCMAT: O Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção .Atividades Perigosas. natureza e tempo de exposição ao agente. As atividades insalubres estão contidas nos anexos da Norma e são considerados os agentes: Ruído contínuo ou permanente. Ruído de Impacto.PCMAT equivale ao “PPRA” da Construção Civil. constante hoje das relações de doenças profissionais da Previdência. isto é intensidade.Resume-se no elenco de providências a serem executadas.Atividades e Operações Insalubres: Considerada atividade insalubre. que não causará dano a saúde do trabalhador. Tolerância para Exposição ao Calor. hoje denominada DORT . levando-se em conta os riscos de acidentes e doenças do trabalho e as suas respectivas medidas de segurança.Doença Osteomuscular. tomada de decisões. comunicações dos elementos do sistema. devidamente credenciado junto ao Ministério do Trabalho e Emprego. pela eletricidade ou pela recuperação de gases quentes e que. durante a sua vida laboral. processamento. em função do cronograma de uma obra.Lesões por Esforços Repetitivos. . portanto devem ser tomados todos os cuidados seguidas as recomendados a respeito das mesmas. Radiações Ionizantes. quando ocorre além dos limites de tolerância. ambiente. Tanto a NR15 quanto a NR16 dependem de perícia. organização e conseqüências do trabalho. Observe-se que as LER . São as atividades perigosas àquelas ligadas a Explosivos. NR – 15 . Inflamáveis e Energia Elétrica. a cargo do médico ou do engenheiro do trabalho.Ergonomia: Esta norma estabelece os parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas.

defesacivil. garimpos. Esta atividade possui várias outras legislações complementares.sp. As empresas devem observar as normas do Corpo de Bombeiros sobre o assunto.Proteção contra Incêndios: Todas as empresas devem possuir proteção contra incêndio.br/ Prefeitura de São Paulo: http://www6.sp.Explosivos: Determina parâmetros para o depósito.Trabalhos subterrâneos: Destina-se aos trabalhos em minerações subterrâneas ou a céu aberto. contra intempéries (insolação. condições sanitárias. pessoal treinado e equipamentos. Daí a extrema importância do conhecimento e emprego das técnicas de Combate a Incêndios disponíveis atualmente.gov.Líquidos Combustíveis e Inflamáveis: Define os parâmetros para o armazenamento de combustíveis e inflamáveis. Defesa Cível do Estado de São Paulo: http://www.sp.br/secretarias/habitacao/cartilha_prevencao/0001 . água entre outros).polmil.sp. NR–23 .gov.NR–19 .gov.br. saídas para retirada de pessoal em serviço e/ou público. beneficiamento de minerais e pesquisa mineral.prefeitura.defesacivil. DADOS COMPLEMENTARES: RELAÇÃO DE ALGUNS DOS GRANDES INCÊNDIOS OCORRIDOS NO BRASIL: Incêndios e Explosões são tipos de acidentes com grande potencial de destruição e mortes conforme visto nas tabelas anteriormente colocadas com a relação dos Acidentes Maiores ou Ampliados. NR–22 . Nesses trabalhos é necessário ter um médico especialista em condições hiperbáricas. Na Internet estão disponíveis diversos endereços e “Links” que devem ser consultados:     Secretaria Nacional de Defesa Civil: http: //www. manuseio e armazenagem de explosivos.gov. NR–21 -Trabalho a céu aberto: Define o tipo de proteção aos trabalhadores que trabalham sem abrigo. NR–20 .br/ Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo: http://www.

htm NFPA – “National Fire Protection Association” – em portugues: http://www. que regulamenta a segurança contra incêndio nas edificações de áreas de risco no Estado de São Paulo. LEGISLAÇÕES: No âmbito federal:A Brigada de Incêndio está prevista na Lei nº 6. A implantação destes centros de Treinamentos para Brigadas de Incêndio. tem aplicado normas e exigências próprias. No âmbito municipal:Cada Prefeitura através do seu CONTRU (Departamento de Controle de Uso de Imóveis). com a morte de 187 pessoas. com locais apropriados para estes treinamentos. até com os Treinamentos de Brigadas de Incêndio. .abnt. a qual tem sido reforçada por uma atuação maior dos legisladores. através da NR 23. inclusive.276/99 e para os Campos de Treinamento de Combate a Incêndio a NBR 14.org/itemDetail.T (Instrução Técnica) 17 que passou a integrar os parâmetros para o programa de Brigadas de Incêndio previstos na NBR nº 14. com Leis e Normas mais específicas.01. Comitê Brasileiro de Segurança contra Incêndio: http://www.08.277/99.asp? Ano Edifício Cidade Mortos Feridos 1961 Penitenciaria Taubaté 152 1966 Circo Niterói 350 1972 Andraus São Paulo 16 300 1974 Joelma São Paulo 187 400 1981 Grande Avenida São Paulo 17 52 1996 Plaza Shopping Osasco 42 400 A partir do incêndio do Joelma (1974). com a Prevenção de uma forma mais ampla. apesar do crescimento urbano e industrial. que atua na prevenção e fiscalização de instalações e sistemas de segurança de edificações do município.214/78.nfpa. começou a haver maior conscientização e preocupação da população e de todos os órgãos. que atendessem as exigências ambientais da CETESB. desde a especificação de materiais aos sistemas de proteção. Também houve uma maior conscientização prevencionista.  ABNT: CB–24.514 de 1977. regulamentada pela Portaria nº 3. que contempla a I. No âmbito estadual:O programa de Brigada de Incêndio está previsto no Decreto Estadual nº 46. que dá as diretrizes sobre Segurança e Medicina do Trabalho. em vigor a partir de 23 de Abril de 2002. tem contribuindo para que as estatísticas de grandes incêndios sejam reduzidas ou neutralizadas.076 de 31.org.br/revisao_cb24.

pois estas reduzem drasticamente riscos e conseqüentemente o custo dos seguros. entre outros. com sede no Comando do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo. coordenação e controle das atividades de elaboração de Normas relacionadas com os assuntos de Segurança contra Incêndio. Eletrodomésticos. Casas de Força. álcool. CLASSES DE FOGO E EXTINTORES RECOMENDADOS DE SE USAR: Classes de Incêndio A B C D Tipos de material Combustível / área onde ocorre o incêndio. CERTIFICAÇÃO: Em 1970 é instalada a Comissão Brasileira de Proteção Contra Incêndio. também contempla diretrizes que se satisfeitas.No âmbito securitário: O legislador. Metais pirofóricos: magnésio. óleo. Portanto o CB-24 é o órgão responsável dentro da ABNT pelo planejamento. A Água pressurizada ou água-gás Espuma CO 2 (Dióxido de Carbono) Químico Seco Químico Seco ABC ou especial Sistemas de Combate a Incêndios: Classes de Incêndio B X X (X) CD X XX XX X . Tipos de Extintores Portáteis recomendados de serem utilizados: X => Principal. transformadores. Eletricidade: Usinas Termoelétricas. como responsável dentro da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas – pela normalização do setor e que a partir de 1990 foi reformulada como Comitê Brasileiro de Segurança contra Incêndio. éter. Subestações. gás de petróleo. acetileno. Madeira. alumínio. querosene. borracha. (X) => Condicionalmente. bonifica o prêmio pela implantação de Brigadas de Incêndio. tapetes. Casas de Máquinas. gás de iluminação. cortinas. recebendo a denominação de CB-24. Gasolina. resina. papéis. titânio. No âmbito Civil e Criminal:Vale aqui destacar: que o investimento preventivo na segurança e na manutenção minimiza possível ação judicial de responsabilidade Civil e/ou Criminal. através da tarifação de seguros de Incêndio do Brasil (TSIB). couro. através do Instituto de Resseguros do Brasil (IRB) e da Circular 006/92 da SUSEP. tecidos. ceras. zircônio. graxas.

Sistemas de Escadas de Segurança. Os tipos de Sistemas acima referidos devem ser compatíveis com o tipo de instalação a que se destinam e inclusive para a Carga de Incêndio prevista e calculada. Brigadas Contra Incêndios. líquidos de alta toxidade. Remete às disposições contidas na NR15 e legislações pertinentes nos níveis federal. Sistemas de Sinalização de Segurança contra Incêndios. estadual e municipal. Sistemas de Proteção contra Descargas Atmosféricas. Sistemas Fixos de CO 2 e de Gases para Extinção do Fogo. NR–25 .Os Sistemas de Combate a Incêndios são projetados e instalados com os seguintes objetivos principais:       Garantir a segurança das pessoas e de uma edificação em um nível adequado nos casos de ocorrência de um incêndio. Sistemas de Compartimentação. Sistemas de Contenção para instalações de Reservatórios de Combustíveis. Cabe a CIPA e/ou ao SESMT. a observância desta norma. Sistemas de Esvaziamento rápido para instalações de Fluídos Térmicos Orgânicos. radioativo. Bombeiros. risco biológico. Sistemas de “Sprinklers”. periculosidade. se houver. Sistemas de Proteção para Resistência Estrutural. também. Sistemas de Detecção e alarmes de Incêndio. Facilitar as ações de combate ao fogo. Sistemas de Iluminação de Emergência. Facilitar as ações de socorro. Principais tipos de Sistemas de Combate a Incêndios existentes:                 Sistemas de Extintores de Incêndios. que o próprio nome contempla. nas Convenções Coletivas de Trabalho de sua categoria se existe algum item sobre o assunto. Possibilitar a saída em tempo hábil das pessoas em condições seguras.Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais do Trabalho: Todo estabelecimento deve atender as denominações desta norma. sólidos. Sistemas de Hidrantes. . Minimizar os danos ao patrimônio em casos de incêndios. a exemplo do césio em Goiás. Minimizar as possibilidades de propagação do fogo. evitando perdas de vida.Resíduos Industriais: Trata da eliminação dos resíduos gasosos. NR–24 . Deve-se observar. Sistemas de Espuma e de Resfriamento.

Estas gradações são divididas por número de empregados. devidamente registrado através das DRT regionais. quando em deslocamento. de 19/09/90 que promulga a Convenção nº 152 da OIT. risco na segurança e risco em medicina do trabalho. situadas dentro ou fora da área do porto organizado.5756. concede prazo para a regularização e/ou defesa. na navegação interior. NR–29 .Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho Aquaviário. NR–30 . através da Medida Provisória nº 1. confusão e fadiga do trabalhador. baseado em critérios técnicos. com currículo do Ministério do Trabalho e Emprego. do artigo 200 da CLT. no serviço de reboque em alto-mar. acordos e contratos coletivos de trabalho. bem como em plataformas marítimas e fluviais. As disposições contidas nesta NR aplicam-se aos trabalhadores portuários em operações tanto a bordo como em terra.Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho Portuário: Tem por objetivo Regular a proteção obrigatória contra acidentes e doenças profissionais. A sua existência jurídica está assegurada em nível de legislação ordinária. na navegação marítima de longo curso. autua o estabelecimento. faz a notificação. o Decreto nº 99.534. NR–27 . de 27/11/97. facilitar os primeiro socorros a acidentados e alcançar as melhores condições possíveis de segurança e saúde aos trabalhadores portuários. para cada item das normas.Sinalização de Segurança: Determina as cores na segurança do trabalho como forma de prevenção evitando a distração.Registro Profissional do Técnico de Segurança no Ministério do Trabalho e Emprego: Todo técnico de segurança deve ser portador de certificado de conclusão do 2º grau de Técnico de Segurança e Saúde no Trabalho.NR–26 . assim como aos demais trabalhadores que exerçam atividades nos portos organizados e instalações portuárias de uso privativo e retro-portuárias. e embarcações de apoio marítimo e portuário. (NR em fase de Consulta Pública): Aplica-se aos trabalhadores de toda embarcação comercial utilizada no transporte de mercadorias ou de passageiros. na cabotagem. O agente da fiscalização. . bem como cuidados especiais quanto a produtos e locais perigosos. A observância desta Norma Regulamentadora não desobriga as empresas do cumprimento de outras disposições legais com relação à matéria e outras oriundas de convenções. Quando constatar situações graves e/ou iminentes ao risco à saúde e à integridade física do trabalhador propõe à autoridade regional a imediata interdição do estabelecimento.Fiscalização e Penalidades: Toda norma regulamentadora possui uma gradação de multas. NR–28 .

de forma a garantir permanentemente a segurança e saúde dos trabalhadores.889.CIPATR: Estabelece para o empregador rural.EPI: . bem como daqueles que exercem atividades de promoção e assistência à saúde em geral. monitoramento e controle dos riscos existentes.988. 5. organizem e mantenham em funcionamento serviços especializados em Segurança e Medicina do Trabalho. NR–32 . seu reconhecimento. a Portaria nº 3. 5. visando à prevenção de acidentes do trabalho e doenças ocupacionais no meio rural. (NR em fase de Consulta Pública): Tem por finalidade estabelecer as diretrizes básicas para a implementação de medidas de proteção à segurança e à saúde dos trabalhadores em estabelecimentos de assistência à saúde. A sua existência jurídica é assegurada por meio do artigo 13 da Lei nº 5. NRR-1 . NRR-3 .889. a obrigatoriedade de organizar e manter em funcionamento uma Comissão Interna de Prevenção de Acidentes. de 8 de junho de 1973. NRR-2 . bem como a falta de controle da concentração de oxigênio presente no ambiente. (NR em fase de Consulta Pública): Tem como objetivo estabelecer os requisitos mínimos para identificação de espaços confinados.SEPATR: Estabelece a obrigatoriedade para que as empresas rurais. de 8 de junho de 1973.Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados.889. a qual institui Normas Reguladora do Trabalho Rural.Equipamento de Proteção Individual . NRR-4 . de 8 de junho de 1973.NR–31 .Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho em Estabelecimentos de Assistência à Saúde. bem como.889. Espaço confinado é qualquer área não projetada para ocupação humana que possua ventilação deficiente para remover contaminantes.Serviço Especializado em Prevenção de Acidentes do Trabalho Rural . A sua existência jurídica é assegurada por meio do artigo 13 da Lei nº.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho Rural .Disposições Gerais: Estabelece os deveres dos empregados e empregadores rurais no tocante à prevenção de acidentes do trabalho e doenças ocupacionais. de 8 de junho de 1973. A sua existência jurídica é assegurada por meio do artigo 13 da Lei nº.067 de 12 de abril de 1. Normas Regulamentadora Rurais: Conforme Lei nº 5. em função do número de empregados que possuam.

de 8 de junho de 1973. NRR-5 .889. Gerenciamento das emergências. E diversas outras atividades importantes voltadas para a Segurança e a Medicina do Trabalho. Gerência ou Departamento de Segurança das Empresas varia de acordo com as características das mesmas. alicerçando seus trabalhos nas áreas da Organização. gratuitamente. 8. A sua existência jurídica é assegurada por meio do artigo 13 da Lei nº 5. além da política de Segurança seguida pelas Empresas é de fundamental importância para que os bons resultados sejam obtidos. de 8 de junho de 1973. visando à prevenção de acidentes do trabalho e doenças ocupacionais. com a execução de ações tais como:      Treinamento de pessoal em técnicas de prevenção de acidentes. Análises de riscos.889. em nível de pósgraduação. do histórico além dos padrões internos e políticos de cada empresa. tais como. A sua existência jurídica é assegurada por meio do artigo 13 da Lei n o 5. Exemplos:  A NR-4 / Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho – SESMT.engenheiro ou arquiteto portador de certificado de conclusão de curso de especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho. As empresas estruturadas têm assim a possibilidade de planejar e trabalhar de modo preventivo. exige o emprego do seguinte quadro de pessoal (Vide Quadros I e II anexos a NR – 4): a) Engenheiro de Segurança do Trabalho . a fim de protege-los dos infortúnios laborais. Esta estrutura de Segurança do Trabalho.Estabelece a obrigatoriedade para que os empregadores rurais forneçam. da Tecnologia e na de Recursos Humanos.Produtos Químicos: Estabelece os preceitos de Segurança e Medicina do Trabalho Rural a serem observados no manuseio de produtos químicos. a seus empregados Equipamentos de Proteção Individual adequados ao risco e em perfeito estado de conservação.3 – Estrutura de pessoal necessária para compor a Gerência de Segurança em uma Empresa: A estrutura de pessoal de uma Diretoria. Gerenciamento dos riscos. . conforme seja o Grau de Risco e o número de empregados no estabelecimento. direta ou indiretamente impõem uma estrutura mínima de pessoal qualificado. Contudo a obrigatoriedade do cumprimento ao estabelecido nas diversas Normas Regulamentadora acima mencionadas. do grau de risco do porte da empresa.

ver o caso da NR – 13 Caldeiras e Vasos de Pressão.médico portador de certificado de conclusão de curso de especialização em Medicina do Trabalho. em nível de pós-graduação. BS. acidentes ampliados e que podem também provocar as doenças profissionais e as doenças do trabalho. API.enfermeiro portador de certificado de conclusão de curso de especialização em Enfermagem do Trabalho. A NR-7 / Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional por sua vez cuida da execução dos diversos tipos de exames médicos a serem feitos para efeito do acompanhamento da saúde dos trabalhadores. ministrado por universidade ou faculdade que mantenha curso de graduação em enfermagem. e) Técnico de Segurança do Trabalho: técnico portador de comprovação de registro profissional expedido pelo Ministério do Trabalho. faz-se necessário a consulta das Normas Técnicas específicas. A NR – 23 / Proteção contra Incêndios por sua vez. conforme demonstra seu próprio conteúdo.b) Médico do Trabalho . NFPA. . reconhecida pela Comissão Nacional de Residência Médica. Em geral o atendimento as exigências das diversas Normas Regulamentadora demanda o emprego de um pessoal técnico e qualificado em uma vasta gama de especialidades profissionais. entre outros diversos. ASME. 9 – Seguranças em Instalações e Serviços de Eletricidade. NEC. A NR-9 / Programa de Prevenção dos Riscos Ambientais cuida do controle dos riscos ambientais que podem causar a ocorrência de acidentes do trabalho. ASTM. NR – 10 e demais Normas Técnicas: As Normas Regulamentadora apontadas no item anterior aplicam-se ao exercício legal da matéria no que se refere a Segurança e Medicina do Trabalho. dimensionada de acordo com as características das empresas (Vide Quadros I. NIOSH e outras) de acordo com os diversos itens e matérias indicadas. ou portador de certificado de residência médica em área de concentração em saúde do trabalhador ou denominação equivalente. todavia. OHSAS.     De outro lado a NR-5 / Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA exige a constituição de uma comissão formada por representantes dos empregadores e representantes dos empregados. Para sua aplicação. II e III anexos a NR – 5). ministrado por instituição especializada reconhecida e autorizada pelo Ministério da Educação.auxiliar de enfermagem ou técnico de enfermagem portador de certificado de conclusão de curso de qualificação de auxiliar de enfermagem do trabalho. em nível de pós-graduação. ambos ministrados por universidade ou faculdade que mantenha curso de graduação em Medicina. nacionais (ABNT) e/ou internacionais (ISO. c) Enfermeiro do Trabalho . Por exemplo. exige que hajam pessoas adestradas no uso correto dos equipamentos de combate a incêndios. d) Auxiliar de Enfermagem do Trabalho . do Ministério da Educação.

1 – Aspectos técnicos ligados a novos Projetos. NBR 5363 – Equipamentos Elétricos para Atmosferas Explosivas – Invólucros à prova de explosão – Tipo de Proteção “d” .Especificação. especificamente os ligados a Segurança e Proteção das pessoas e das Instalações. NBR – 5419 / Proteção de Edificações contra Descargas Elétricas Atmosféricas. O Conhecimento Técnico e a Tecnologia utilizada por Fornecedores de Equipamentos. Associações e Organizações existentes no Brasil e no mundo deverá ser considerada e assimilada. os quais são da mais alta valia em termos da técnica e da segurança. e procedimentos utilizados nos Projetos. Além das normas acima referidas faz-se necessário. Montagem. Empresas de Engenharia de Segurança do Trabalho e Medicina do Trabalho. NBR . NBR 14039:03 .9.Especificação. NBR 9883 . NBR 5420 – Equipamentos Elétricos para Atmosferas Explosivas – Invólucros com Pressurização ou Diluição Contínua – Tipo de Proteção “p” Especificação.Equipamentos Elétricos para Atmosferas Explosivas .14039 / Instalações Elétricas de média Tensão.Especificação. de Apresentação à Edição Brasileira. NBR 9518 / 97 . Centros de Pesquisas. Fabricação. A título de exemplo. Antonio Bossi e Ezio Sesto. NBR – 5418 / Instalações Elétricas em Atmosferas Explosivas.3 / 60 Execução de Instalações Elétricas de Baixa Tensão.copel. ver as normas relacionadas no livro Instalações Elétricas. NBR 8447 . Fabricantes de Equipamentos. Universidades. de acordo com o assunto e a necessidade. RECOMENDAÇÕES DA COPEL http://www. na Operação e na Manutenção de Instalações Elétricas em geral.2 – GUIA DE SEGURANÇA NAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS CONF. nas Instalações.Instalações elétricas de média tensão de 1. além de diversos outros livros técnicos publicados.com/pagcopel.Terminologia. Concessionárias de Serviços Públicos.2 kV. Por exemplo: 9.79 / 67 Execução de Instalações Elétricas de Alta Tensão.Equipamentos Elétricos para Atmosferas Explosivas de Segurança Intrínseca Tipo de Proteção “i” . NBR 14153 – Segurança Humana em Máquinas. NBR – 5414 / Instalações Elétricas de Alta Tensão. NBR 8370 . Hemus Editora Ltda. tais como:                NB . nas pgs. Operação e Manutenção: Relacionamos abaixo algumas das principais Normas Técnicas.0 kV a 36. NB .Equipamentos Elétricos para Atmosferas Explosivas – Requisitos gerais – Especificação. consultar também diversas outras Normas Técnicas.Equipamentos Elétricos para Atmosferas Explosivas de Segurança Aumentada – Tipo de Proteção “e” . NBR – 5410 / 1990 / Instalações Elétricas de Baixa Tensão. Trata-se da aquisição do “know-how” e dos Conhecimentos Técnicos acumulados pelas Empresas.nsf .

Nas recomendações da COPEL abaixo colocadas temos os procedimentos de segurança para manutenção em sistemas elétricos em baixa tensão (BT) e alta tensão (AT). I. NORMAS ABNT, NR e COPEL: Normas Brasileiras que regulamentam a segurança no trabalho, em instalações elétricas: Associação Brasileira de Normas Técnicas - www.abnt.org.br; Ministério do Trabalho e Emprego - www.mte.gov.br; Normas Técnicas da COPEL - www.copel.com.br NR–6 - Equipamento de Proteção Individual - EPI (1006.000-7): Para os fins de aplicação desta norma, considera-se Equipamento de ProteçãoIndividual - EPI todo dispositivo de uso individual, de fabricação nacional ou estrangeira, destinado a proteger a saúde e a integridade física do trabalhador. NR–10 - Instalações e Serviços em Eletricidade: Esta norma, recentemente revisada, fixa as condições mínimas exigíveis para garantir a segurança dos empregados que trabalham em instalações elétricas, em suas diversas etapas, incluindo projeto, execução, operação, manutenção, reforma, ampliação e a segurança de usuários e terceiros. NBR–5410 - Instalações Elétricas de Baixa Tensão: Esta norma fixa as condições a que devem satisfazer as instalações elétricas de baixa tensão, a fim de garantir seu funcionamento adequado, a segurança de pessoas e animais domésticos e a conservação dos bens. NBR–14039 - Instalações Elétricas de Alta Tensão Esta norma fixa as condições exigíveispara o projeto e a execução de instalações elétricas de alta tensão, com tensão nominal de 1,0 kV a 36,2 kV, à freqüência industrial, de modo a garantir segurança e continuidade de serviço. II. EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA RECOMENDADOS: Para garantia de segurança dos profissionais envolvidos no projeto, a COPEL recomenda a aquisição dos seguintes equipamentos: a) EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA INDIVIDUAL – EPI utilizados em eletricidade:

Capacete de segurança com isolamento para eletricidade;

      

Meia bota isolada; Óculos de segurança incolor e com proteção contra raios ultravioletas; Roupas de algodão; Luvas de borracha isolantes BT e AT; Luvas de pelica para proteção das luvas de borracha; Luvas de raspa para trabalhos rústicos; Cinturão de segurança com talabarte para trabalhos em grandes alturas.

b) EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA COLETIVOS – EPC:
    

Vara de manobra isolada; Conjunto de aterramento temporário; Detector de tensão; Cones e bandeirolas de sinalização; Escadas com isolamento próprias para trabalho com eletricidade.

Saiba mais sobre equipamentos de segurança: Associação Brasileira da Indústria Elétrica Eletrônica - www.abinee.org.br Associação Nacional da Indústria de Materiais de Segurança e Proteção ao Trabalho www.animaseg.com.br III. PROCEDIMENTOS RECOMENDADOS PARA MANUTENÇÃO: A) Introdução: Execute as manutenções somente com pessoal capacitado. Efetue a análise de risco da tarefa com os envolvidos e exija a utilização de equipamentos de proteção e ferramentas adequadas. Nos desligamentos programados ou não programados, o responsável pelo trabalho deve tomar as providências necessárias à segurança da equipe e de terceiros. Sempre registre as alterações implementadas no sistemae mantenha os operadores dos equipamentos informados. Evite adaptações ou alterações das características originais dos equipamentos elétricos. B) Procedimentos: A COPEL recomenda os seguintes procedimentos para isolamento da área na qual será executada a intervenção: PROCEDIMENTOS PRELIMINARES EXECUÇÃO DA TAREFA:

1. Quando necessário solicite à COPEL que a COPEL faça o desligamento da unidade (a ligação telefônica é gratuita); 2. Trave mecanicamente, através de cadeado, as chaves seccionadoras; 3. Retire dos cartuchos das chaves fusíveis; 4. Bloqueie o religamento remoto de disjuntores; 5. Sinalize o poste com placas de advertência: “ATENÇÃO NÃO OPERE ESTE EQUIPAMENTO”; 6. Isole o local com cordas, bandeirolas e cones para delimitar a área; 7. Delimite as distâncias mínimas de segurança entre os locais de trabalho e partes energizadas com sinalização apropriada, levando em consideração o quadro abaixo: Tensão Nominal (kV) Distância Mínima (metros) 13,8 0,60 34,5 1,00 69,0 1,10 138,0 1,80 230,0 2,00 8. Teste a linha ou rede com o uso de detector de tensão: Observação: - Antes de efetuar testes elétricos ou abertura de equipamentoselétricos para manutenção, verifique que a umidade relativa do ar esteja inferior a 70%; 9. Instale o conjunto de aterramento temporário na BT e na AT; 10. Esteja certo de que todos compreendam o planejamento, e saibam exatamente seu papel dentro do processo; 11. Utilize ferramentas em perfeitas condições de uso e em quantidade suficientes; 12. Evite improvisações. Lembre-se que o planejamento serve para evitar problemas durante a execução do trabalho; 13. Faça supervisão constante;

RISCOS E EMERGÊNCIAS.PERIGOS. dos Riscos. Lembramo-nos principalmente das ocorrências de maior gravidade intituladas de ACIDENTES AMPLIADOS / MAIORES.14.e das Emergências que ocorrem.copel. evitando que outras pessoas os utilizem inadvertidamente. Da importância de exercermos o Espírito de Cidadania. Após a conclusão dos serviços. do Profissionalismo e da Autoestima.com. CONCLUSÃO DOS SERVIÇOS: 15. Sobre estes aspectos não podemos esquecer do alcance e da importância dos seguintes fatores:   Da extrema valia que tem o Instinto de Conservação das Pessoas. Dicas: Saiba mais sobre equipamentos de segurança: Para saber mais sobre segurança na manutenção de instalações elétricas. recolha sobras de materiais que ficarem pelo chão. Retire os aterramentos temporários. ou solicite que a COPEL o faça.1 – Conceitos: Ao considerarmos os diversos aspectos abrangidos pela Segurança do Trabalho imediatamente nos lembramos dos conceitos dosPerigos existentes. 18. o qual adquire e traz desde as mais remotas épocas da existência humana. 16. 19. 21. Faça uma inspeção nas instalações. GESTÃO DE RISCO E DE EMERGÊNCIAS: 10. 17. 10 . acesse o “Site” www. 20. Faça o religamento. IV. Retire a sinalização. Recoloque os cartuchos. Retire placas de sinalização.br ou entre em contato com o COPEL. . Afaste todas as pessoas das partes que deverão ser energizadas.

de modo que. Por exemplo: Sabemos dos riscos e perigos envolvendo os seguintes casos:           O risco do Trabalho nas alturas e o risco da queda. haja uma grande conscientização de todo o trabalho e dos meios de proteção necessários. Terremotos. os quais devem ser estudados e aprofundados. na maioria das pessoas. sob o ponto de vista racional. Da Aviação. Dos Combustíveis. bem como. Ocorre. no que se refere aos riscos derivados destas novas tecnologias. todavia que no mundo atual somente uma parte dos riscos existentes já foi assimilada e absorvida pelo Instinto de Conservação das pessoas. é de máxima importância proporcionar e executarmos os Programas de Treinamento. Da Energia Atômica. O risco dos raios nas tempestades. de modo que. podemos nos lembrar aqui das seguintes casos:        Da Eletricidade. Avalanches. existem riscos menos conhecidos e dominados. o aperfeiçoamento contínuo dos trabalhadores e de todos profissionais que atuam nas Empresas existentes. principalmente os relativos as novas e mais recentes tecnologias. Relativamente a estas Tecnologias historicamente mais recentes. O perigo de lesões por objetos ou ferramentas de corte. ao lado destes riscos e perigos mais conhecidos. E demais outras tantas Tecnologias historicamente recentes. Naufrágios. no que se refere à execução dos trabalhos com Segurança e Qualidade. pode ainda não ter sido assimilada por completo. E muitas diversas outras situações da vida. PRINCÍPIOS DE GESTÃO DE RISCOS: . O risco do afogamento das pessoas. Riscos de Inundações e dos deslizamentos de terras. Assim. natural e instintiva com reações de conservação rápidas e instantâneas. Só como exemplo.Não podemos nos esquecer. Os riscos de incêndios e de explosões. Da Bio – Tecnologia. mas mesmo assim. porém que. até podemos ter informações atualizadas a respeito. Dos Meios de Transporte. necessários. ficasse estabelecida uma autodefesa primária. o desenvolvimento de um instinto de autoconservação e segurança.

A. o acidente é um fenômeno de natureza multifacetada. Benedito Cardella. em contrapartida com a movimentação mecânica e dos ruídos diversos presentes nos processos industriais. nos CCM. os quais estimulam a ficar de alerta. esposa e toda a sua família. Relativamente à ocorrência dos acidentes. numa Instalação Industrial. o qual normalmente está colocado nas portas dos diversos painéis elétricos e cabines de força. . Consideremos também os demais avisos e alertas por escrito. bem como. 2 – Todos os acidentes podem ser evitados. Aos visitantes ou a alguém que não conheça ou trabalhe numa determinada instalação. É muito útil também o uso e o efeito provocado pelos Cartazes Admoestadores bastante utilizados em Instalações Elétricas.(Consultar o livro de Segurança no Trabalho e Prevenção de Acidentes. sociais e culturais. o perigo de choques elétricos. químicos. Editora Atlas S. para chamar a atenção das pessoas que se aproximam das partes de uma Instalação Elétrica. nas Instalações Elétricas. as quais servem para nos alertar dos perigos que rondam aquela instalação. entre outros. 3 – Um indivíduo sozinho não consegue controlar os riscos envolvidos na sua atividade. nos Quadros de Força. visitar estas partes de uma Instalação Elétrica. curtos-circuitos. técnicos. recomenda-se se manter sempre a distância dos diversos componentes e até a mesmo colocar as duas mãos no bolso. que resulta de interações complexas entre fatores físicos. que com a permissão e acompanhado de técnicos habilitados. não é difícil a compreensão das conseqüências tristes e adversas que ocorrem com a perda de vida do trabalhador e o sofrimento para seus filhos. existe um consenso com base na experiência acumulada dos especialistas quanto à validade dos seguintes princípios: 1 – Nas organizações e sociedades. No que se refere à Eletricidade. como “Proibido a Entrada de Pessoas não Autorizadas” ou aquele outro utilizando o símbolo de um Raio. psicológicos. 4 – Os acidentes ocorrem porque a mente se envolve tanto com o trabalho que se esquece do corpo. No entanto. o que mais desperta a nossa atenção é a movimentação relativamente silenciosa dos motores elétricos. biológicos. como o da Caveira com as duas Tíbias cruzadas. nos Painéis Elétricos. nas Salas de Despacho. educacionais e sociais: Para os que já vivenciaram de perto situações reais envolvendo Acidentes do Trabalho de maior gravidade. por exemplo. além do uso dos EPI e EPC necessários. Aspectos humanos. ergonômicos.. apesar do silêncio. as demarcações de área. de modo a não tocar em nada. 1. nas Cabines de Distribuição.999). com os dizeres “PERIGO DE MORTE”. incêndios e explosões estão bastantes presentes nas Subestações.

Perigo. Naturalmente isto só não é o bastante. mas deverá haver um baixo nível de perigo. devido às precauções tomadas para minimizá-lo. é da maior importância um enfoque especial de todos os aspectos ligados a Segurança dos Trabalhadores e de todas as pessoas possíveis ao redor. Assim. Causas. um banco de transformadores de alta tensão possui um risco inerente de eletrocussão. Efeitos. Um risco poderá estar presente. o risco de certa forma poderia passar despercebido para o trabalhador comum sem um treinamento específico. Em qualquer caso. comparativamente as demais partes das instalações industriais. sejam os de Instalações Elétricas mais simples até os de Instalações Elétricas mais complexas. O mesmo risco estará presente quando os transformadores estiverem trancados num cubículo sob o piso. dos avisos colocados e de toda a precaução envolvida. As Instalações Elétricas. uma vez que esteja energizado. . Riscos. Haverá um alto nível de perigo se o banco estiver desprotegido. servindo como alerta. Fatos. Vários outros conceitos e exemplos ligados à segurança podem ser citados:          Incidentes. Entretanto. seus componentes são bastante silenciosos e estáticos. Natureza. Testemunhos dados em reuniões e congressos realizados relatam e enfocam sempre este lado da questão. Exposição. no meio de uma área de pessoas. de modo que. Acidentes. o risco será menor para o pessoal. o impacto emocional destes símbolos é bastante profundo. além de toda dedicação e motivação. É preciso também que as instalações sejam executadas seguindo-se as recomendações indicadas nas Normas Técnicas e das Normas Regulamentadora existentes.Mesmo com todo o treinamento. daí a importância do uso dos EPI e dos EPC além do emprego dos símbolos acima referidos. Para que tenhamos sucesso nos assuntos ligados as Seguranças além de todo o estudo e formação envolvidos necessitam também do apoio por parte da hierarquia.

“RISK”. Trabalho em Redução da Dose de Ruído Dose maior que 1 ou 100% ambiente ruidoso Capacidade Auditiva Diária RISCO ou “HAZARD”: . É a exposição que favorece a “materialização” do risco como causa de um fato catastrófico (acidente) e dos danos resultantes .     Falhas humanas. RISCO: Probabilidade de possíveis danos dentro de um período de tempo definido ou ciclos operacionais . PERIGO: .Parâmetro que caracteriza uma relativa exposição a um risco. PERIGO = ____________________________ MEDIDAS DE CONTROLE D RISCO e outra maneira: Exemplo: Situação: Trabalho de limpeza e desengraxamento de peças com solventes. Falhas de instalação. Altura de Altura de trabalho muito maior Trabalho em altura Queda Fatal Trabalho que a altura do indivíduo. Neste caso:  Risco: Intoxicação.“DANGER”. Danos financeiros. MEDIDAS DE CONTROLE PERÍGO: . Danos humanos. Danos materiais. RISCO SITUAÇÃO Trabalho com chapas aquecidas VARIÁVEL CONDIÇÃO Temperatura da Temperatura da chapa muito Queimaduras Chapa maior que a temperatura da pele.Uma condição ou situação (de uma variável) com potencial para causar danos.

QUANTO
À EXPOSIÇÃO AO RISCO: Nenhuma Uso de máscara filtrante (EPI) Limitação do Tempo de exposição (se viável) Automatização do processo (não há necessidade do operador no recinto). Alto Moderado a baixo Baixo Praticamente nulo

Como podemos verificar no exemplo acima colocado em função das possíveis medidas tomadas o perigo diminui. Resumidamente então: Risco  Perigo ou Possibilidade de perigo. O Risco de eventos perigosos é função de 2 fatores: Da Freqüência com que estes eventos ocorrem e das Conseqüências destes eventos, tais como:
 

Ocorrência de Danos materiais; Ocorrência de vítimas, com lesões e/ou mortes.

As ações para minimização dos riscos demandam tempo e, portanto exigem estudos e planejamento constantes. Portanto temos: * Risco = f (Freqüência x Conseqüência). 10.2 - Emergência  Ocorrência de qualquer Situação perigosa ou Situação crítica: Nas situações de emergência os fatores de riscos emergem do campo virtual passando para a situação real e gerando danos e perdas, algumas vezes fatais. Quando ocorre uma Emergência geralmente temos a ocorrência de uma cadeia de eventos indesejáveis. O primeiro evento desta cadeia é chamado evento iniciador ou demanda. O Controle da emergência compreende das seguintes etapas:

Detecção; Mobilização; Intervenção.

Na intervenção por sua vez teremos as seguintes ações:

Recomposição da Contenção; Combate; e Defesa.

Todas estas ações demandam preparativos, treinamentos, testes e provas, os quais devem ser executados preventivamente e regularmente de modo a prepararmos as equipes para as possíveis emergências que porventura venham a ocorrer. O sucesso do combate e do controle das emergências dependerá da precisão das ações tomadas e da rapidez com que as mesmas são executadas. 10.3 – Segurança  Situação livre de perigo Segurança = função inversamente proporcional ao Risco = f (1 / Risco). 11 – Técnicas de Identificação de Perigos, de Análise e de Avaliação dos Riscos: 11.1 – INTRODUÇÃO. 11.2 – TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS. 11.2.1 – TÉCNICA DE INCIDENTES CRÍTICOS – TIC. 11.2.2 – WHAT-IF (WI). 11.2.3 – “BRAINSTORMING”. 11.2.4 – “CHECK LIST” – Lista de verificações. 11.3 – TÉCNICAS DE ANÁLISE DE RISCOS. 11.3.1 – ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS - APR. 11.3.2 – ANÁLISE DE MODOS DE FALHA E EFEITOS - AMFE. 11.3.3 – ANÁLISE DE OPERABILIDADE DE PERIGOS - HAZOP. 11.4 – TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS. 11.4.1 – ANÁLISE DE ÁRVORE DE EVENTOS – AAE. 11.4.2 – ANÁLISE POR DIAGRAMA DE BLOCOS – ADB. 11.4.3 – ANÁLISE DE CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS – ACC. 11.4.4 – ANÁLISE DE ÁRVORE DE FALHAS – AAF.

11.4.5 – MANAGEMENT OVERSIGHT AND RISK TREE – MORT. 11.4.6 – ANÁLISE COMPARATIVA. 11.4.7 – ANÁLISE PELA MATRIZ DAS INTERAÇÕES. 11.4.8 – INSPEÇÃO PLANEJADA. 11.4.9 – REGISTRO E ANÁLISE DE OCORRÊNCIAS – RAO. 11.1 – INTRODUÇÃO: Para termos uma visão geral do contexto, resumidamente é colocado abaixo o quadro da situação mundial no período compreendido entre o término da 2ª Guerra Mundial, passando pela Guerra Fria e pela Corrida Espacial e chegando aos tempos mais recentes, por ocasião da queda do muro de Berlim e do aparecimento da Política de Globalização dos mercados. Nesta época os graves acidentes ocorridos no mundo tiveram impacto sobre a opinião pública, levando os governos e as empresas a buscarem meios mais eficientes de proteção e segurança. (Ver quadros de acidentes maiores ou ampliados, tais como os acidentes aeroespaciais, os acidentes em Usina Nucleares, os acidentes em Industrias Químicas, como o ocorrido em Bhopal e outros tantos, conforme dados anteriormente tabelados). Os governos, a opinião pública e as entidades ligadas à tecnologia, as indústrias e a segurança do trabalho mobilizaram-se então objetivando o aumento da segurança das instalações industriais e a diminuição dos acidentes maiores ou ampliados. Houve a necessidade de melhorar e desenvolver novos instrumentos para a solução dos problemas ligados à segurança, como as Técnicas de Identificação de Perigos, de Análise e de Avaliação dos Riscos, bem como, de Sistemas de Gestão da Qualidade e Meio Ambiente. Portanto, foram desenvolvidas ferramentas de Análise dos Perigos, de Riscos e de Acidentes, para obtermos melhores e maiores níveis de segurança total em áreas como a da aeronáutica, aeroespacial e nuclear. Os conceitos de perigo, de risco, de confiabilidade, de modos de falha, MTBF (Tempo médio entre falhas), bem como, as técnicas e metodologias aplicadas pela Segurança de Sistemas, antes utilizadas principalmente nas áreas militar e espacial, evoluíram e progrediram a partir da década de 70 para aplicação nas áreas industriais e de serviços públicos, alavancando e auxiliando na solução dos problemas da engenharia, da produção industrial, da segurança no trabalho e do meio ambiente. Simultaneamente o desenvolvimento alcançado pela industrialização acelerada e pela competividade na busca dos mercados internos e dos globalizados, por sua vez estimulou o desenvolvimento de novas políticas industriais de produtividade, qualidade, meio ambiente e segurança do trabalho tais como:

Necessidade de realizar novas instalações devido a obsolescência dos equipamentos e processos existentes. Preservação do Meio Ambiente como as Normas ISO 14.800. sempre que houver oportunidade ou necessidade do serviço. A melhor forma de aprendizado destas técnicas. de Benedito Cardella. publicados em língua portuguesa. tais como as seguintes:         Políticas de Qualidade como as Normas ISO 9. buscando maior segurança. como por exemplo. Necessidade de equipes e estruturas adequadas de Segurança e Medicina do Trabalho. Além livro acima referido é encontrado outros livros. Normas OHSAS 1800. Normas BS 8. a Instrumentação. . No Livro intitulado “Segurança no Trabalho e Prevenção de Acidentes” . Aparecimento de Máquinas e instalações cada vez mais grandiosas e sofisticadas. Complementando este quadro. Necessidade de Fiscalização suficiente para evitar os acidentes inclusive os maiores ou ampliados. Demais ações de melhorias. encontramos também artigos de excelente qualidade no que se refere às Técnicas de Identificação de Perigos.A. principal bem de uma organização.   Pesquisando-se através de mecanismos de buscas como o da “Google”. 1. de Análise e de Avaliação dos Riscos. Políticas de Responsabilidade Social aplicadas nos países desenvolvidos deram maior atenção ao trabalhador. Surgiram daí novos métodos de trabalho. “Altavista” e diversos outros.000. Maior desenvolvimento da Engenharia de Controle de Perdas. Maior ênfase e preocupação com Segurança dos Processos Industriais e maior desenvolvimento da Engenharia de Segurança de Sistemas.Editora Atlas S. todavia é pelo estudo e participação de suas aplicações. Convenção OIT 174 e Decreto 4085 de 15 de janeiro de 2002 o qual Promulga a Convenção no 174 da OIT e a Recomendação no 181 sobre a Prevenção de Acidentes Industriais Maiores. do mais alto nível técnico.      Aparecimento de novas tecnologias. ações de melhorias e políticas. encontramos informações valiosas sobre as estas técnicas.999. Necessidade de treinamento adequado do pessoal e dos trabalhadores no que se refere a Segurança. indicado em nossa bibliografia. Observações:   As técnicas a seguir colocadas auxiliaram bastante na obtenção de melhorias para a Segurança dos Processos e Segurança do Trabalho. a Eletrônica e a Informática.000. eficiência e produtividade dos processos industriais além da melhoria de qualidade de seus produtos.

bem como. como no que se refere as condições inseguras que tenham ocorrido. 11. A aplicação destas técnicas exige o planejamento das etapas de execução. a preparação dos materiais e dados.br/disserta96/anete/index/indx_ane.Técnicas de Identificação de Perigos . Segurança no Trabalho e Prevenção de Acidentes. Esta técnica tem como objetivo a detecção de “Incidentes Críticos” ou “Quase Acidentes”. filmadoras. também conhecida como "Confissionário" ou como "Incident Recall". . procurando representar as diversas operações da mesma dentro das diferentes categorias de risco. projetor e entre outros. Um entrevistador interroga os observadores-participantes e os incita a lembrar.org. como desenhos.999 : http://www.TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS. Editora Atlas S. impressora. máquinas fotográficas.aspx. Os observadores-participantes devem ser selecionados dentre os principais departamentos da empresa. um calendário de reuniões.eps. além de auxiliar na correção e tratamento dos riscos correspondentes.br/manual_sst. 1. Consultar também: "Técnicas Modernas de Gerência de Riscos" e do livro "Introdução à Engenharia de Segurança de Sistemas". qualitativa. .htm.qsp. Este método possibilita a identificação de falhas e condições inseguras que contribuem para a ocorrência dos acidentes com lesões reais e potenciais. recordar e descrever os incidentes críticos.Resumo: Observações:     Para consulta ao texto integral ver o Artigo: . é uma técnica de identificação de perigos. além de demais materiais de apoio necessários como computador.br/Atlas/portal/homePortal. em todos os graus de conhecimento. especificações de materiais e componentes. ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE RISCOS: Acessar: http://www.shtml.Técnica de Incidentes Críticos (TIC): A Técnica de Incidentes Críticos. cujos procedimentos envolvem o pessoal das empresas.2 .2.ufsc. formulários e folhas adequadas para registro de dados levantados. tanto no que se refere aos atos inseguros que tenham cometido ou observado. de autoria de Francesco De Cicco e Mario Luiz Fantazzini: http://www. Benedito Cardella.A. a definição das pessoas que serão envolvidas no trabalho. de aplicação na fase operacional de sistemas.1 . recordar e registrar impressões e dados de acidentes já ocorridos. selecionados dentro de uma população de pessoas envolvidas. a disponibilização dos catálogos de equipamentos e componentes.edatlas.com. O processo demanda uma amostragem aleatória de observadores-participantes. os quais orientados por uma equipe de apoio passam a lembrar. 11.ctrl.

bem como. procedimentos e normas. 11. permitindo uma priorização das ações no que se refere a distribuição dos recursos disponíveis.. Observação:  A TIC é útil também na prevenção de acidentes. com o objetivo de proceder a identificação e tratamento de riscos. possíveis ocorrências de lesões de pessoal.? Se. A disponibilização de um apoio técnico. bem como. Sua aplicação é bastante útil e simples para uma abordagem inicial dos problemas. para verificar a eficiência das medidas que foram implementadas. evitando-se. sem a utilização de técnicas mais sofisticadas. quando restrição do tempo disponível para implantação das medidas de segurança cabíveis.): A técnica do “What-If” é utilizada para uma análise geral. pois além de servir para analisar os incidentes críticos já ocorridos.participantes de modo a detectarem-se novas áreas – problemas. antes que os mesmos venham a ocorrer. quantos possam recordar. A técnica do “What-If” se desenvolve através da realização de Reuniões de Questionamento entre duas equipes. e os processos em cada situação a ser analisada. A TIC é de grande valia. como na fase pré operacional. para aferir o comportamento e a capacitação do pessoal em seu ambiente de trabalho. reciclando-se os observadores . ou seja..2.Os observadores-participantes devem ser estimulados a descrever os incidentes críticos ocorridos. além da fase do processo. para o levantamento dos riscos existentes.2 – WHAT IF . ao invés de somente verificar os acidentes ocorridos. deverão então ser transcritos e classificados em categorias de risco. permite também a identificação e exame de possíveis acidentes em potencial. não sendo a sua utilização limitada unicamente ao processo.WI (O que. bem como. Os questionamentos devem englobar os procedimentos. sendo necessário para tal colocar os mesmos à vontade procurando. operacional e psicológico será de maior utilidade durante a aplicação desta técnica. .. bem como. qualitativa. as instalações. permite também evitar a ocorrência de novos acidentes. bem como. definindo-se a partir daí uma relação das áreas-problema. entretanto possíveis divagações. Os incidentes pertinentes. tanto nas fases de projeto. principalmente nos casos em que se deseja identificar perigos. Esta técnica deve ser periodicamente aplicada. prevenindo assim possíveis danos à propriedade. tanto para correção das situações existentes como para prevenção de possíveis problemas futuros. bem como.. A finalidade do “What-If” é testar possíveis omissões ocorridas nos projetos. descritos pelos entrevistados.

. cabe a responsabilidade individual para o desenvolvimento de respostas escritas às questões. Recomenda-se quando da sua aplicação da técnica: a) A formação do comitê de revisão e a montagem das equipes com seus integrantes. Além do mais os relatórios de procedimentos fornecem também um material de fácil entendimento servindo como fonte de treinamento e base para futuras revisões. bem como registrar as ações recomendadas para eliminação ou controle dos mesmos.resposta aceita pelo grupo tal como submetida.aceitação postergada. Para a aplicação o “What-If” utiliza-se sistemáticas técnico-administrativas que incluem princípios de dinâmica de grupo.. etapa por etapa.3 – Técnicas de Análise de Riscos: . . como as da produção. quanto à forma mais segura de operacionalizar a planta. processo e segurança. devendo a mesma formular uma série de questões com antecedência. onde a análise de riscos tende a se fortalecer. Da aplicação do “What-If” resulta uma revisão de um largo espectro de riscos. até alcançar o produto acabado colocado na planta do cliente. .”. A utilização periódica do procedimento é o que garante o bom resultado do mesmo no que se refere ao levantamento dos riscos e revisão dos processos.resposta aceita após discussão e/ou modificação.A equipe questionadora é a conhecedora e familiarizada com o sistema a ser analisado. b) Planejamento prévio das atividades e pontos a serem abordados na aplicação da técnica. 11. se estabelece um consenso entre as diversas áreas de atuação. Começando do início do processo e continuando ao longo do mesmo. d) Reunião de revisão de processo para os integrantes ainda não familiarizados com o sistema em estudo. e) Reunião de formulação das questões: O QUE? SE. bem como a geração de possíveis soluções para os problemas levantados. em dependência de investigação adicional. As respostas serão analisadas durante a reunião de resposta às questões. O consenso grupal é o ponto chave desta etapa. além disso. sendo cada resposta categorizada como: . com a finalidade de guiar os trabalhos. c) Reunião Organizacional com a finalidade de discutir procedimentos. f) Reunião de respostas às questões (formulação consensual): . programação de novas reuniões. g) Relatório de revisão dos riscos do processo: o objetivo é documentar os riscos identificados na revisão.Em seqüência à reunião de formulação das questões. definição de metas para as tarefas e informação aos integrantes sobre o funcionamento do sistema sob análise.

a APR tem sua importância maior no que se refere à determinação de uma série de medidas de controle e prevenção de riscos. Os princípios e metodologias da APR consistem em proceder-se uma revisão geral dos aspectos de segurança de forma padronizada:    Descrevendo todos os riscos e fazendo sua caracterização.1 – Análise Preliminar de Riscos (APR) – “Preliminary Hazard Analysis” (PHA) ou também chamada de Análise Preliminar de Perigos (APP). b) Revisão da missão a que se destina: . A Análise Preliminar de Riscos (APR) consiste do estudo. Enfim. etc. A APR teve seu desenvolvimento inicial na área militar. desenvolvida na fase de projeto e desenvolvimento de qualquer processo. já que os mesmos são geralmente definidos posteriormente. A partir da descrição dos riscos são identificados as causas (agentes) e efeitos (conseqüências) dos mesmos.3. quanto mais prejudicial ou maior for o risco. já que seu objetivo principal é determinar os riscos e as medidas preventivas antes da fase operacional. ou seja. principais funções e procedimentos. portanto para uma análise inicial "qualitativa". que neste caso. mais rapidamente deve ser solucionado. Apesar das características básicas de análise inicial. ou seja. com a finalidade de se determinar os possíveis riscos que poderão ocorrer na sua fase operacional. tomando como base à experiência passada. consiste . durante a fase de concepção ou desenvolvimento preliminar de um novo projeto ou sistema. produto ou sistema.. ambientes onde se darão as operações. o que permitirá a busca e elaboração de ações e medidas de prevenção ou correção das possíveis falhas detectadas. revelando aspectos que às vezes passariam despercebidos.Consiste na busca de analogia ou similaridade com outros sistemas. tendo especial importância na investigação de sistemas novos de alta inovação e/ou pouco conhecidos. desde o início operacional do sistema. permitindo revisões de projeto em tempo hábil.Atentar para os objetivos.11. além de definir responsabilidades no que se refere ao controle de riscos. conforme abaixo: a) Revisão de problemas conhecidos: . A APR não é uma técnica profunda de análise de riscos e geralmente precede a aplicação de outras técnicas mais detalhadas de análise. quando a experiência em riscos na sua operação é deficiente. com maior segurança. A priorização das ações é determinada pela caracterização dos riscos. exigências de desempenho. A APR é utilizada. é muito útil de se utilizar como uma ferramenta de revisão geral de segurança em sistemas já operacionais. Desta forma. a falta de informações quanto aos procedimentos será ainda maior. para determinação de riscos que poderão estar presentes no sistema que está sendo desenvolvido. No estágio em que é aplicado pode ainda ocorrer outros detalhes finais de projeto e.

um carro. cuja experiência acumulada conduz a um grande número de informações sobre riscos. danos a equipamentos e perda de materiais. A AMFE foi desenvolvida por engenheiros de confiabilidade para permitir aos mesmos. f) Analisar os métodos de restrição de danos: . determinando para cada risco principal detectado. d) Determinação dos riscos iniciais e contribuintes: . A APR tem grande utilidade no seu campo de atuação. os riscos iniciais e contribuintes associados. designando também. Posteriormente a análise é estendida ao produto no seu todo. c) Determinação dos riscos principais: . etc. para avaliação dos efeitos das falhas ocorridas em seus componentes. como já foi colocado. Por exemplo. desde que compatíveis com as exigências do sistema.Pesquisar os métodos possíveis que sejam mais eficientes para restrição geral. as atividades a desenvolver.Elaborar séries de riscos. g) Indicação de quem será responsável pela execução das ações corretivas e/ou preventivas: Indicar claramente os responsáveis pela execução de ações preventivas e/ou corretivas.em estabelecer os limites de atuação e delimitar o sistema que a missão irá abranger: a que se destina. a fim de estabelecer as melhores opções. 11. determinar a confiabilidade de produtos mais complexos.Análise de Modos de Falha e Efeitos (AMFE) – “Failure Modes and Effects Analysis” (FMEA): A Análise de Modos de Falha e Efeitos é uma análise detalhada.Elaborar um “brainstorming” para levantamento dos meios passíveis de eliminação e controle de riscos. porém. necessita às vezes de ser complementada por técnicas mais detalhadas e apuradas. perda de função (valor). come será desenvolvida. um avião.3. ou seja. para cada unidade. aumentando a confiabilidade do sistema. Para isto é necessário conhecer como e em qual freqüência cada componente do produto pode falhar. Lembramos que a confiabilidade é definida como a probabilidade de uma ação ser concluída com sucesso dentro de um tempo específico e sob condições específicas. Em sistemas que sejam já bastante conhecidos. esta técnica pode ser utilizada de modo auxiliar. e) Revisão dos meios de eliminação ou controle de riscos: . estimando ainda as taxas de falha e propiciando o estabelecimento de mudanças e alternativas que possibilitem a diminuição das probabilidades de falha. que permite analisar as maneiras pelas quais um equipamento ou sistema pode falhar e os efeitos que poderão advir. para a limitação dos danos gerados caso ocorra perda de controle sobre os riscos. . o que e quem envolvem e. podendo ser feita de forma qualitativa ou quantitativa.Identificar os riscos potenciais com potencialidade para causar lesões diretas e imediatas.2 . uma máquina de produção.

a partir das probabilidades individuais de falha de seus componentes. Posteriormente. quer na revisão sistemática dos modos de falha dos componentes. e de seus equipamentos. 2. cabendo à empresa idealizar o modelo que melhor se adapte a ela. através do cálculo de probabilidades de falhas de montagens. A técnica auxilia ainda na determinação e encadeamento dos procedimentos para contingências operacionais. seja ela de identificação de perigos. quer na determinação de seus efeitos em outros componentes e ainda na determinação dos componentes cujas falhas têm efeito crítico na operação do sistema. estudam-se e determinam-se possíveis alternativas mais seguras de projeto e de instalação de modo que o sistema e a instalação possa superar possíveis falhas dos seus componentes críticos. dos seus sistemas.List” dos componentes de cada subsistema e sua função específica. para determinar os inter-relacionamentos existentes. quando o sistema é colocado em risco e a probabilidade de erro devido à ações não estruturadas é alta. Para proceder ao desenvolvimento da AMFE ou de qualquer outra técnica. permitindo no mínimo uma parada ordenada da instalação. as restrições sob as quais se irá operar. os modos possíveis de falha que possam afetar outros componentes.Apesar de sua utilização ser geral. inclusive pelo uso de componentes com confiabilidade alta ou pela verificação de redundâncias de componentes do projeto. bem como. além dos limites que podem representar sucesso ou falha. Por exemplo: . O bom conhecimento do sistema em que se atua é o primeiro passo para o sucesso na aplicação de qualquer técnica. Determinar através da análise de projetos e diagramas. a AMFE é mais aplicável às Indústrias de Processos. subsistemas e sistemas. Os modos básicos de falha devem ser agrupados em quatro categorias: . bem como na determinação de como poderiam ser reduzidas estas probabilidades. principalmente quando o sistema ou instalação em estudo possui instrumentos de controle. de modo poder levantar necessidades adicionais e defeitos de projeto. 4. de análise ou de avaliação dos riscos. Conhecido o sistema e suas particularidades podem-se dar seguimento a análise. Além disto. Traçar diagramas de blocos funcionais do sistema e subsistemas. Preparar um “Check . Dividir o sistema em subsistemas que podem ser efetivamente controlados. 3. dependendo da ação correta dos operadores. sempre procurando garantir danos mínimos ao sistema como um todo.O caso de funcionamento de uma Central Termelétrica. Método de aplicação indicado: 1. pode-se proceder à análise quantitativa para estabelecer a confiabilidade ou probabilidade de falha do sistema ou subsistema. é primordial que se conheça e compreenda o sistema em que se está trabalhando e qual a função e objetivos do mesmo. A AMFE é realizada primeiramente de forma qualitativa.

recomenda-se o uso de outras técnicas. II . como por exemplo. inclusive seus sistemas diversos. similar a AMFE. porém.Operação prematura. é uma técnica de análise qualitativa desenvolvida com a finalidade de examinar as linhas de processos diversos. 1. Como acima descrito. A análise. como por exemplo. quando a complexidade é maior. Indicar os efeitos de cada falha sobre outros componentes e como esta afeta a operação do mesmo. Atualmente. na fase de projeto ou em modificações de processos já existentes.Falha em cessar de operar no instante prescrito. a Análise de Árvore de Falhas. 5.3. Porém.Falha em operação. em uma refinaria de petróleo. para possibilitar a priorização de alternativas. Tanto a AMFE como a FMECA são bastante eficientes quando aplicadas a sistemas mais simples e de falhas mais singelas. 4. a AMFE analisa de forma geral os modos de falha de um produto. Estimar a gravidade de cada falha específica de acordo com as categorias de risco. 3. Indicar os métodos usados para detecção de cada falha específica. em um produto podem existir certos componentes ou conjunto deles que sejam especificamente críticos para a utilidade a que se destina o produto ou mesmo para a segurança do operador.3 – Análise de Operabilidade e de Perigos – “HAZard and OPerability Studies” (HAZOP: O estudo de identificação de perigos e operabilidade é conhecido como HAZOP. IV . III .I . conforme o quadro 4. 2. 11. . que se preocupa com a análise detalhada destes componentes críticos é conhecida como FMECA – “Failure Modes and Criticality Analysis”. ou em uma indústria química. Determinar as probabilidades de ocorrência de cada falha específica para possibilitar a análise quantitativa. Portanto.. Formular possíveis ações de compensação e reparos que podem ser adotadas para eliminar ou controlar cada falha específica e seus efeitos. a metodologia é aplicada também para equipamentos de processos. O método HAZOP é principalmente indicado quando da implantação de novos processos.1.Falha em operar no instante prescrito. a estes componentes críticos deve ser dada atenção especial. sendo os mesmos analisados mais detalhadamente do que os demais. identificando os perigos e prevenindo a ocorrência de possíveis falhas.

A técnica HAZOP permite que as pessoas liberem sua imaginação. evitando com isso a necessidade de se executar modificações de projeto. faz com que a criatividade individual seja estimulada.O ideal na realização do HAZOP é que o estudo seja desenvolvido antes da fase de detalhamento e construção do projeto. a análise realizada no HAZOP é feita através de palavras-chaves que guiam o raciocínio dos grupos de estudos multidisciplinares. linha por linha. ou seja. as quais à primeira vista parecem insignificantes. . temperatura. Além disso. antes de se fazer uma análise completa e saber se existem efeitos secundários graves e difíceis de prever. onde pessoas de funções diferentes dentro da organização trabalham em conjunto e em equipe. os esquecimentos evitados e a compreensão dos problemas das diferentes áreas e interfaces do sistema seja alcançada. o caráter de trabalho em equipe que o HAZOP apresenta. entre outras) gerando os desvios. As palavras . fluxo. Para cada linha analisada são aplicadas as séries de palavras guias. estará sujeita a erros por desconhecer os aspectos alheios a sua área de trabalho.chaves ou palavras . Assim. mínimo. no entanto. fixando a atenção nos perigos mais significativos para o sistema. pode-se dizer que o HAZOP é bastante semelhante a AMFE. Em termos gerais.guias são aplicadas às variáveis identificadas no processo (pressão.guia ocorra. Uma pessoa competente. identificando os desvios que podem ocorrer caso a condição proposta pela palavra . o desenvolvimento do HAZOP alia a experiência e competência individual às vantagens indiscutíveis do trabalho em equipe. composição. evitando-se assim a revisões de projetos em etapas mais adiantadas as quais tornam-se cada vez mais caras de serem feitas. nível. analisar as alternativas quanto ao custo e operacionalidade. Convém. Para evitar que algum detalhe seja omitido. para cada tipo de desvio passível de ocorrer nos parâmetros de funcionamento. Às vezes. quando o resultado do HAZOP for mais bem conhecido. ou seja.guias e os desvios respectivos a partir para a elaboração das alternativas cabíveis para que o problema não ocorra. muitos acidentes ocorrem porque se subestima os efeitos secundários de pequenos detalhes ou de modificações de projeto ou de instalações em funcionamento. trabalhando sozinha. sendo quase impossíveis estes diagnósticos. Vale ressaltar que o HAZOP pode ser aplicado em projetos e modificações de menor porte como de grande porte. analisando cada circuito. a reflexão deve ser executada de maneira sistemática. contudo. Identificadas às palavras . quer no detalhamento ou ainda durante a instalação. que nada mais são do que os perigos a serem examinados. pensando em todos os modos pelo qual um evento indesejado ou problema operacional possa ocorrer.

É impossível. calcularem as probabilidades associadas a cada ramo do sistema que conduz a alguma falha (acidente). A linha superior é NÃO e significa que o evento não ocorre. decrescendo assim o nível de risco. Geralmente neste tipo de estudo são detectados mais problemas do tipo operacional do que perigos propriamente ditos. 2.4. 3. sem antes conhecê-los. Definir os sistemas de segurança (ações) que podem amortecer o efeito do evento inicial. sendo os eventos subseqüentes determinados pelas características do sistema. 11.Análise por Diagrama de Blocos (ADB): Na análise por diagrama de blocos se utiliza um fluxograma em blocos do sistema. calculando as probabilidades de sucesso ou falha do mesmo. ao contrário. 11. pela análise das probabilidades de sucesso ou falha de cada bloco. Uma vez construída a árvore de eventos. . Combinar em uma árvore lógica de decisões as várias seqüências de acontecimentos que podem surgir a partir do evento inicial. a falha de um componente ou subsistema. Isto não é um ponto negativo. pois a diminuição dos riscos está bastante ligada a eliminação de problemas operacionais. Nas aplicações de análise de risco. 4. Definir o evento inicial que pode conduzir ao acidente. o evento inicial da árvore de eventos é. porém a eliminação dos perigos. a linha inferior é SIM e significa que o evento realmente ocorre. A eliminação dos problemas operacionais recai numa conseqüente diminuição do erro humano. Para o traçado da árvore de eventos as seguintes etapas devem ser seguidas: 1. utilizando encadeamentos lógicos em cada etapa de atuação do sistema. Na esquerda começa-se com o evento inicial e segue-se com os demais eventos seqüenciais. Esta técnica procura determinar as freqüências e conseqüências decorrentes dos eventos indesejáveis.No HAZOP a operabilidade é tão importante quanto à identificação dos perigos. em geral. aumenta sua importância do método.1 – Análise de Árvore de Eventos (AAE) – “Event Tree Analysis” (ETA): A Análise da Árvore de Eventos (AAE) é um método lógico-indutivo para identificar as várias e possíveis conseqüências resultantes de certo evento indesejado inicial. A árvore de eventos deve ser lida da esquerda para a direita.2 . o que pode ser obtido pela aplicação do método HAZOP.4.4 – Técnicas de Avaliação de Riscos: 11.

11. A AAF é um método excelente para o estudo dos fatores que poderiam causar um evento indesejável (falha) e encontra sua melhor aplicação no estudo de situações complexas. juntando com estas.A técnica é útil para identificar o comportamento lógico de um sistema constituído por poucos componentes. Posteriormente cada evento desenvolvido é questionado:      Em que condições o evento induz os outros eventos? Quais as alternativas ou condições que levam os diferentes eventos? Que outros componentes o evento afeta? Ele afeta mais do que um componente? Quais os outros eventos que este evento causa? A técnica segue a lógica que liga as causas as suas conseqüências.Watson dos Laboratórios Bell Telephone em 1961.AAF foi primeiramente concebida por H. a pedido da Força Aérea Americana para avaliação do sistema de controle do Míssil Balístico Minuteman. as perdas previstas devido à ocorrência das mesmas. partindo-se para um lado. também é feita utilizando-se uma simbologia. Ela . 1.4 – Análise de Árvore de Falhas (AAF) – “Fault Tree Analysis” (FTA): A Análise da Árvore de Falhas . Definidas as probabilidades de falha.4.A. A Árvore de Falhas enfoca as causas e a Árvore de Eventos mostra as conseqüências ambas seguindo a seqüência natural das ocorrências. O procedimento para construção de um diagrama de conseqüências se inicia por um evento inicial. Dependendo do sistema a análise pode ser feita em série ou em paralelo. Isto permite avaliar qualitativa e quantitativamente as conseqüências dos eventos catastróficos de ampla repercussão como os Acidentes Maiores ou Acidentes Ampliados e verificar a vulnerabilidade do meio ambiente. com a descrição das conseqüências e do outro lado determinando e descrevendo as causas. pode-se determinar o risco de cada sistema. da comunidade e de terceiros em geral.4.3 – Análise de Causas e Conseqüências (ACC): Já na Análise das Causas e Conseqüências (AAC) de falhas se utilizam as mesmas técnicas de construção da AAE e da Análise da Árvore de Falhas (AAF) que será vista detalhadamente a seguir. a exemplo da árvore de falhas. O processo começa pela escolha de um evento crítico. A estruturação.

A AAF é uma técnica dedutiva que se focaliza em um acidente particular e fornece um método para determinar as causas deste acidente. As combinações seqüenciais destes eventos formam os diversos ramos da árvore. ou seja. Avaliação qualitativa e. desta forma e de maneira sistemática. já que na montagem da árvore de falhas o mesmo é colocado no nível mais alto. em qualquer situação a ser investigada. contudo. é certo supor que a árvore de falhas é um diagrama que mostra a inter-relação lógica entre estas causas básicas e o acidente. A partir deste nível o sistema é dissecado de cima para baixo. enumerando todas as causas ou combinações delas que levam ao evento indesejado. pois são eles que dão origem a todos os eventos de nível mais alto. é muito usada também por seu aspecto qualitativo porque. A AAF pode ser executada em quatro etapas básicas:     Definição do Sistema. a avaliação qualitativa pode ser usada para analisar e determinar que combinações de falhas de componentes. onde são especificadas as causas que levam a ocorrência de um específico evento indesejado de interesse. para proceder à análise quantitativa. sendo que muitos analistas crêem que deste modo. o analista começa com um acidente ou evento indesejável que deve ser evitado e identifica as causas imediatas do evento. Os eventos do nível inferior recebem o nome de eventos básicos ou primários. deve ser realizada primeiramente a análise qualitativa. As duas unidades básicas ou comportas lógicas envolvidas são os operadores "E" e "OU". podem ser visualizados. A diagramação lógica da árvore de falhas é feita utilizando-se símbolos e comportas lógicas. Portanto. Embora tenha sido desenvolvida com o principal intuito de determinar probabilidades. cada uma examinada até que o analista tenha identificado as causas básicas de cada evento". chamado evento topo. é um modelo gráfico que dispõe várias combinações de falhas de equipamentos e erros humanos que possam resultar em um acidente. Assim. Consideram o método como "uma técnica de pensamento-reverso. como técnica quantitativa. Avaliação quantitativa. que indicam o relacionamento casual entre eventos dos níveis inferiores que levam ao evento topo. O evento indesejado recebe o nome de evento topo por uma razão bem lógica. Nos resultados da análise quantitativa são necessárias certas situações. O principal conceito na AAF é a transformação de um sistema físico em um diagrama lógico estruturado (a árvore de falhas). os vários fatores. Construção da Árvore de Falhas.determina as freqüências de eventos indesejáveis (topo) a partir da combinação lógica das falhas dos diversos componentes do sistema. erros operacionais ou outros defeitos podem causar o evento topo. indicando o relacionamento entre os eventos considerados. Já a . obter resultados quantitativos não requer muitos esforços adicionais.

em estudos que envolvem decisões e mais recentemente. Suas regras e expressões em símbolos matemáticos permitem simplificar problemas complexos. e nas exigências do sistema. causar tal fato. o método de AAF pode ser desenvolvido através das seguintes etapas: a) Seleção do evento indesejável ou falha. e) Determinação da probabilidade de falha de cada componente. a identificação de falhas singulares ou localizadas importantes no . cuja probabilidade de ocorrência deve ser determinada. é possível a obtenção de um grande número de informações e conhecimento muito mais completo do sistema ou situação em estudo. podendo ser traduzidas. mostrando o inter-relacionamento entre estes eventos e falhas.avaliação quantitativa é utilizada para determinar a probabilidade de falha no sistema pelo conhecimento das probabilidades de ocorrência de cada evento em particular. À medida que se retrocede. A AAF não necessariamente precisa ser levada até a análise quantitativa. O uso da árvore de falhas pode trazer.o nível básico. que representam as entradas da árvore de falhas. são adicionadas as combinações de eventos e falhas contribuintes. a probabilidade de ocorrência do evento topo será investigada pela combinação das probabilidades de ocorrência dos eventos que lhe deram origem. Desenhada a árvore de falhas. outras vantagens e facilidades. por ações de adição ou multiplicação. propiciando uma visão bastante clara da questão e das possibilidades imediatas de ação no que se refere à correção e prevenção de condições indesejadas. dos eventos contribuintes e falhas levantadas nas etapas anteriores. em segurança de sistemas. d) Através de Álgebra Booleana são desenvolvidas as expressões matemáticas adequadas. através da diagramação sistemática. passo a passo. b) Revisão dos fatores intervenientes: no ambiente. que levam ao evento topo. c) Montagem. dentre os ramos da árvore. É principalmente usada em áreas de computadores e outras montagens eletromecânicas e também em análise de probabilidades. diretamente. Para proceder ao estudo quantitativo da AAF. Notas: Simbologia lógica de uma árvore de falhas: 1. em última análise. Cada comporta lógica tem implícita uma operação matemática. ou seja. entretanto. eventos particulares ou falhas que possam vir a contribuir para ocorrência do evento topo selecionado. até o evento topo. nos dados do projeto. formando o primeiro nível . em relação ao evento topo. determinando as condições. O processo inicia com os eventos que poderiam. é necessário conhecer e relembrar algumas definições da Álgebra de Boole. entre outros. ainda. mesmo ao se aplicar o procedimento de simples diagramação da árvore. Desta forma. o relacionamento entre os eventos é feito através das comportas lógicas. quais sejam: a determinação da seqüência mais crítica ou provável de eventos. a qual foi desenvolvida pelo matemático George Boole para o estudo da lógica. 2.

como: solução de problemas diversos de manutenção. por parte dos empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados.5. só que com a particularidade de ser aplicado à estrutura organizacional e gerencial da empresa. no tema incluímos trabalho de pesquisa sobre a NR – 9. 12 – PPRA . estimativas de riscos. existem certas seqüências de eventos centenas de vezes mais prováveis na ocorrência do evento topo do que outras e. com base nas Leis existentes (Lei 6. Sobre este assunto um médico será convidado para proferir uma palestra sobre o referido tema.1978).4. Verificar o funcionamento regular da CIPA conforme recomendações da NR . . investigação de acidentes. Além dos aspectos citados.214 de 08. o descobrimento de elementos sensores (alternativas de solução) cujo desenvolvimento possa reduzir a probabilidade do contratempo em estudo. 06.5 – “Management Oversight and Risk Tree” (MORT): O método conhecido como MORT é uma técnica que usa um raciocínio semelhante ao da AAF. a AAF encontra aplicação para inúmeros outros usos. desenvolvendo uma árvore lógica. O método pode ser também usado para esquematizar ações administrativas que possam ter contribuído para um acidente. 14 – Programas de redução dos Acidentes do Trabalho em uma Empresa – Diretrizes recomendadas: Para a implantação um Programa de redução dos Acidentes do Trabalho em uma Empresa.processo.514 de 22. com o objetivo de promoção e preservação da saúde do conjunto dos seus trabalhadores. Geralmente. bem como. cálculo de confiabilidade. para que a probabilidade de ocorrência do evento topo diminua. portanto. sendo que as falhas de equipamentos ou condições ambientais não são consideradas.Programa de Prevenção de Riscos Ambientais: Fundamenta-se na NR – 9: Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. as principais diretrizes recomendadas de se realizar são as seguintes:   Verificar as Condições de Trabalho e as Situações de Riscos e Perigos em potencial. ilustrando erros ou ações inadequadas de administração. 13 – PCMSO – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional: Fundamenta-se na NR – 7: Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional que estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação. do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO. Para um melhor conhecimento da matéria. é relativamente fácil encontrar a principal combinação ou combinações de eventos que precisam ser prevenidas. o qual já tenha ocorrido.1977 e Portaria nº 3. decisões administrativas.12. entre outros. alguns artigos e apresentações a respeito deste assunto. Nesta árvore cada evento é uma ação do operador ou administrador. 11.

os quais precisam ser conhecidos. analisar e computar cada acidente ocorrido. conforme orientações oficiais dos Ministérios do Trabalho e Emprego. relacionamos abaixo algumas das normas. dados e artigos. Assim sendo. Verificar os meios de Combate a Incêndio (Existência de Corpo de Bombeiros da Empresa. Comparar os Riscos existentes com o Risco Tolerado. Realizar Investimentos para Melhoria da Segurança e Higiene do Trabalho. obras. Avaliar as diversas Áreas de Trabalho levantando os Riscos de Acidentes existentes. precisamos quase sempre encomenda-las. além dos livros é da máxima importância e utilidade consultarem a Internet e as revistas periódicas. a OMS.                Levantar o histórico dos acidentes já ocorridos na Empresa. a OSHAS e demais organizações internacionais de alto nível. ou de uma Brigada contra Incêndios. Analisar todos os Processos de Trabalho. Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho as fontes de estudos e informações abrangem um campo bastante extenso de publicações e trabalhos. Elaborar Planos de Higiene e Segurança do Trabalho. Registrar. conforme seja as situações de risco levantadas). 15 – Bibliografia recomendada: Para o estudo da Higiene. sem intenção de excluir as obras clássicas do maior valor. Neste contexto. contendo uma gama extensa de trabalhos. orientações e princípios referentes a Segurança e Saúde no Trabalho – SST. Sinalizar todas as Áreas de Riscos. na maioria das vezes. para o estudo da matéria. Para serem adquiridas. Promover Campanhas de Segurança. Ocorre. não são encontradas com facilidade nas livrarias comuns. inclusive as virtuais. Verificar as condições de funcionamento do Serviço de Segurança da Empresa. Tratar e resolver todas as situações de Risco. onde encontramos informações. Fornecer todos os EPI e EPC necessários. da Saúde. Elaborar os Procedimentos de Segurança e Prevenção de Acidentes para realização dos trabalhos onde existam riscos em potencial. a Engenharia de Segurança e a Medicina do Trabalho. entretanto que muitas das obras já publicadas. artigos e endereços disponíveis que são de grande valia para o aprendizado da matéria: . do Instituto Nacional de Seguridade Social além das recomendações de órgãos internacionais reconhecidos como a OIT. a BS 8800. Aplicar as recomendações. Programar Treinamento de Segurança e capacitar todo o pessoal. com testemunhos sobre os mais diversos temas. é de maior valor e utilidade. pois contribuem muito para o aprofundamento e amadurecimento dos conhecimentos ligados a Higiene. Desta forma a consulta direta as bibliotecas.

R. Dácio de Miranda Jordão. Chester L. Giovanni Moraes de Araujo.br/.ctrl.Acessar: http://www. Artigo: .br/manual_sst.pucpr.submarino. Editora Atlas.shtml. Manual de Higiene e Segurança do Trabalho – Ed.ctrl. 4 a edição – 2003: http://www. ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE RISCOS: .edatlas. .edatlas. Qualitymark Editora: http://www. Instalações Elétricas Industriais.qsp. Segurança em Eletricidade – Jorge Santos Reis & Roberto de Freitas – Fundacentro: http://www.fundacentro.htm.com. Editora Atlas S. . W.com. Peixoto.A.br/downloads/catalogo_qualitymark.: http://www.Gerenciamento de Riscos.submarino. Editora Globo.aspx.TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS.ctrl.org.br/books. Ateneu. Instalações Elétricas.Acessar o Ministério do Trabalho e Emprego: http://www. Livros Técnicos e Científicos Editora S.aspx. 1.br/. Prevenção de Acidentes nas Indústrias. Segurança no Trabalho e Prevenção de Acidentes.55ª Edição (2004) . Benedito Cardella.xls.A.eps.Ultima Alteração: 20/05/2004.br/disserta96/anete/index/indx_ane.2ª Tiragem: http://www. Prof.br/books.com.br/Atlas/portal/homePortal. Segurança e Medicina do Trabalho.A. João Mamede Filho. Curso de Eletrotécnica. Segurança do Trabalho & Gestão Ambiental.com. Marcos Aurelio Pchek Laureano . Hemus Editora Ltda. Antonio Bossi e Ezio Sesto.com. "Técnicas Modernas de Gerência de Riscos" e do livro "Introdução à Engenharia de Segurança de Sistemas".gov. Acessar: http://www.999 : http://www.Normas Regulamentadora: .br/~laureano/puc_2004/gst/. Editora Atlas S. Petroquímicas e de Petróleo.edatlas.com. Manual de Instalações Elétricas em Indústrias Químicas.ieles. de autoria de Francesco De Cicco e Mario Luiz Fantazzini: http://www. Artigo: .asp.aspx. Ediouro. Dawes.gov.br/Atlas/portal/homePortal. Antonio Nunes Barbosa Filho.ufsc.br/Atlas/portal/homePortal. . 2001: http://www.ppgia. Normas Regulamentadora Comentadas.mte.

.br/. .Ver página: http://www.Ver página: http://www.com/index.com.br/. Gerenciamento de Riscos e Acessibilidade na Universidade Federal do Rio de Janeiro: . ABPA – Associação Brasileira para Prevenção de Acidentes. SEGRAC Núcleo de Pesquisa em Engenharia de Segurança.br/ufrj/capa.areaseg.Sociedade Brasileira de Engenharia de Segurança: http://www.ambientec. .br/gt/gtbv/gtbv.br/. . .int/index.abraphiset.Ver página: http://www.br/.Ver página: http://www. .br/.org.com/. Companhia de Energia Elétrica do Paraná – COPEL.copel. DIESAT .Ver página: http://www.br/bvtematicas/.br/aleph/por/.Ver página: http://europe.Ver página: http://www.Ver página: http://www.saudeetrabalho.unisanta.osha.org. .eu. GT Bibliotecas Virtuais Brasileiras.prossiga. .com. A Associação Brasileira dos Profissionais de Segurança e Saúde no Trabalho e do Meio Ambiente – ABRAPHISET.Ver página: http://www.Ver página: http://www.php?lang=pt.abpa.htm.com/pagcopel.Departamento Intersindical de Estudos e Pesquisas de Saúde e dos Ambientes de Trabalho.com.org.sobes.com. . 16 – Anexos diversos: .usp.nsf. Agência Européia para a Segurança e a Saúde no Trabalho.Ver página http://www.asp. Ver página: http://www.diesat.cipanet.html. .Ver página: http://www. Segurança e trabalho “Online”.cg. Ambientec.htm.Informações sobre a legislação específica da Engenharia de Segurança e demais assuntos da área: . Area Seg . Revista Proteção. Grupo CIPA – Portal de Segurança: . Prossiga (Bibliotecas Virtuais Temáticas).br.org.all.br/alunos/sites/index.Consultar página da SOBES .com. Universidade Santa Cecília – UNISANTA – Higiene e Segurança no Trabalho.com. Universidade de São Paulo – Sistema Integrado de Bibliotecas: Ver página: http://www. Ver página: http://www.protecao.br/.sibi.

Todos os direitos reservados. Seu objetivo básico envolve a prevenção de riscos e de acidentes nas atividades de trabalho visando a defesa da integridade da pessoa humana.2005 Apontamentos de classe Legislação Instituições nacionais Incêndios e explosões Analise dos acidentes no trabalho Estatísticas de Acidentes do Trabalho no Brasil CAPÍTULO V . Desenvolvido por Daniel Garcia Pajaro Material de Apoio                    Nova Lista perguntas e respostas 15. a proteção das instalações contra sinistros. no que se refere à questão da segurança e da higiene do trabalho.Técnicas de Análises de Riscos Investigar de Acidentes .Porque e Como Diretrizes para programas de segurança e saúde Lista de Perguntas e Respostas (18/11/04) A Atuação do MPT na Defesa do Meio Ambiente de Trabalho Diretrizes para programas de segurança e saúde NR01 NR02 NR03 NR04 NR05 NR06 .Para melhor aproveitamento e conhecimento da matéria os Apontamentos de Classe acima colocados devem ser complementados com Artigos Técnicos e informações diversas disponibilizados em nossa página de Segurança e Higiene no Trabalho no Site da UNISANTA: O Objetivo da área de engenharia de segurança do trabalho é atuar na prevenção de acidentes do trabalho no intuito de preservar a integridade física dos trabalhadores.2004. Ínicio Programação do curso Apostila do Curso Material de apoio Links Contato © Internet UNISANTA.11. bem como.

Scribd Carregar um documento ano do sur Pesquisar Documentos Explorar    Registre-se | Logon / 13 Baixar este documento gratuitamente MANUAL .                   NR07 NR09 NR10 NR13 NR15 NR16 NR17 NR18 NR19 NR20 NR23 NR26 NR27 NR28 NR29 NR30 NR31 NR32 NR33.

Nosso objetivo é tornar as condições de trabalho na empresa. orgânica e mental e através de medidas práticas evitarmos a ocorrência de acidentes do trabalho. foi elaborado diante das necessidades básicas e legais de levarmos os conhecimentos a todos os colaboradores da empresa. se não houver o comprometimento e a colaboração irrestrita de todos os colaboradores engajados em um único objetivo .DE SEGURANÇA DO TRABALHO 1 1 OBJETIVO DO MANUAL O Manual de Segurança e Medicina do Trabalho. para todos os colaboradores. nosso princípio baseia-se em que “ a prevenção de acidentes é uma responsabilidade de cada um na ITAIPU BINACIONAL”. visando a garantia e execução de suas atividades com segurança. tão seguras quanto possível. A empresa. Para isso. não conseguirão êxito. realiza este treinamento sobre Segurança do Trabalho nos . através de seus propostos em conjunto com o Departamento de Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho e a CIPA. doenças ocupacionais e perturbações funcionais. Departamento de Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho 2 2 A Itaipu Binacional. com o objetivo principal de proteger a integridade física.A PREVENÇÃO.

onde a saúde e integridade física é preservada. a Empresa através do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho – SEESMT . Porém. segurança é uma responsabilidade que precisa ser assumida por todos. 1. ferramentas e equipamentos são operados por seres humanos. recomendamos a leitura deste manual que preparamos com o objetivo de tornar o seu trabalho mais seguro. Todas as dúvidas deverão ser sanadas antes da realização de qualquer serviço.Empregado. A Empresa. Assim. as quais deverão ser obrigatoriamente obedecidas. empresa e seus funcionários.Aspectos Gerais. nada disso vai adiantar se não houver a participação constante de cada um de nós. Informamos a seguir as recomendações que a Itaipu Binacional faz aos seus funcionários. vem desenvolver junto aos seus funcionários um programa de treinamento sobre Segurança do Trabalho que tem a finalidade de proporcionar um ambiente de trabalho sadio e seguro. “a sua segurança e a segurança daqueles que o cercam depende de VOCÊ”. ATIVIDADES LABORATIVAS DO HOMEM. Cada ano. sob o ponto de vista de segurança e que as nossas instalações sejam as mais seguras possíveis. Para que isto seja possível. No entanto. Em última análise. na qualidade de empregadora acredita que investir no homem é a melhor maneira de trazer benefícios para o trabalhador. E A HISTÓRIA E SURGIMENTO DA SEGURANÇA DO 3 3 INTEGRAÇÃO DE SEGURANÇA TREINAMENTO EM PREVENÇÃO DE ACIDENTES DO TRABALHO . Afinal. para a própria organização e para a sociedade. dentro de um compromisso de parceriaEmpresa . um substancial investimento em tempo e dinheiro é dirigido no sentido de garantir que as ferramentas e equipamentos de nossa empresa sejam devidamente projetados.

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22 p. 3.53 p. . 7 p. 28 p. 47 p. 2.

6 p. 12 p. . 99 p. 66 p. 4.

99 p. 99 p. 99 p. 6. . 5. 99 p. 99 p.

6 p. 27 p. 6 p. . 16 p. 7.

11 p.92 p. . 35 p. 8. 92 p. 92 p. 9.

10.37 p. 12 p. 21 p. 1 p. .

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