AME - TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO - 12/02/12 1 01) Sabemos que os riscos, nas diversas áreas profissionais, são conhecidos como riscos

ocupacionais e sãoclassificados em grupos de acordo com sua natureza. As cores correspondem a cada um dos riscos ocupacionais.Assim, enumere a coluna da direita com base nos riscos listados na coluna da esquerda. 1riscos físicos ( ) cor azul 2riscos químicos ( ) cor vermelha 3riscos biológicos ( ) cor verde 4riscos ergonômicos ( ) cor marrom 5riscos de acidentes ( ) cor amarela- Assinale a alternativa que contém a sequência correta da coluna da direita, de cima para baixo. a) 5, 2, 1, 3, 4 b) 4, 3, 1, 5, 2 c) 1, 4, 3, 2, 5 d) 2, 3, 5, 1, 4 e) 3, 2, 4, 5, 1 02) Analisando o Anexo IV da NR-05:CIPA, são considerados riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos eriscos de acidentes, respectivamente: a) poeira, calor, bacilos, jornada de trabalho prolongada e animais peçonhentos. b) calor, gases, fungos, monotonia/repetitividade e esforço físico intenso. c) calor, gases, bacilos, jornada de trabalho prolongada e névoas. d) poeira, calor, fungos, arranjo físico deficiente e eletricidade. e) calor, gases, bacilos, jornada de trabalho prolongada e eletricidade. 03)

São várias as doenças originadas dos processos de trabalho conhecidas como doenças ocupacionais. A doençaocupacional decorrente da exposição do trabalhador ao chumbo, sem a proteção adequada aos fumos metálicos, échamada de a) saturnismo. b) absenteísmo. c) trombose. d) pneumonia. e) reumatismo. 04) A _____________________ é uma forma depneumoconiosecausada pela inalação de finas partículas desílica cristalina e caracterizada porinflamaçãoecicatrizaçãoem forma de lesões nodulares nos lóbulos superiores do pulmão.Portanto esta doença é compreendida como a) asbestose. b) silicose. c) berilose. d) cirrose. e) bursite. 05) É correto afirmar que NÃO é considerado objetivo da CIPA: a) observar e relatar condições de risco. b) solicitar medidas para redução dos acidentes. c) expedir advertência aos trabalhadores. d) eliminar e/ou neutralizar os riscos existentes. e) orientar os trabalhadores quanto à prevenção de acidentes. 06) Quanto aos métodos de extinção de fogo ou incêndio, analise os itens abaixo: Iabafamento II -

isolamento ou retirada do material III. - resfriamento- São considerados métodos de extinção de fogo os itens: a) I e II somente. b) II e III somente. c) III somente. d) I e III somente. e) I, II e III.

AME - TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO - 12/02/12 2 07) Em se tratando de extinção do fogo, relacione as classes de acordo com os conteúdos abaixo, numerado-os 1Classe A 2Classe B 3Classe C( ) Assim é identificado o fogo em materiais sólidos que deixam resíduos, como madeira, papel, tecido e borracha.( ) Classe de incêndio em equipamentos elétricos energizados. A extinção deve ser feita por agente extintor quenão conduza eletricidade.( ) Ocorre quando a queima acontece em líquidos inflamáveis, graxas e gases combustíveis.- A Sequência correta está na alternativa: a) 1, 3, 2 b) 3, 1, 2 c) 2, 3, 1 d) 2, 1, 3 e) 1, 2, 3 08) Analise as definições abaixo: ILimite de Tolerância é o nível de concentração máxima de um agente físico ou químico existente no ambientede trabalho sem causar danos à saúde dos trabalhadores.

II e III são verdadeiros. Itermômetro de bulbo úmido natural IItermômetro de globo IIItermômetro de bulbo seco. b) Somente o item II é verdadeiro. II e III. c) I e II somente.II Os limites de tolerância dos riscos quantitativos são estabelecidos pela NR 16. analise o instrumental utilizado para a mediçãodas temperaturas. e) Os itens I. d) Somente os itens II e III são verdadeiros. e) III somente.Assinale a alternativa correta.Estão corretas as definições: a) I. 10) Assinale a alternativa em que a forma por extenso não corresponde à respectiva sigla a) PCMSO . 09) Em se tratando de avaliação do calor radiante pelo método IBUTG. em cujos anexos podemosencontrar os riscos. d) II e III somente. a) Somente o item I é verdadeiro. c) Somente o item III é verdadeiro. b) I e III somente. III Poeiras são partículas sólidas originadas de processos de ruptura mecânica de sólidos orgânicos.

calcule e responda: a) O IBUTG calculado é de 28.3 tgAmbientes externos com carga solar:IBUTG = 0.12/02/12 3 TemperaturaMédiaMetabolismo(Kcal/h)tbn 23220tg 33tbs 30OBS:Ambientes internos ou externos sem carga solar:IBUTG = 0.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO .5ºC. e) Condições inseguras e inexistência da CIPA e PPRA. c) Atos inseguros e inexistência do Técnico de Segurança.tbs = temperatura de bulbo seco. 11) Quais são as principais causas dos acidentes de trabalho? a) Atos inseguros e condições inseguras. d) EPC – Equipamento de Proteção Coletiva. e) CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.7 tbn + 0..– Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional. encontrando os seguintes resultados: AME .1 tbs + 0.2 tgonde:tbn = temperatura de bulbo úmido natural.tg = temperatura de globo. c) PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambulatoriais. d) Atos inseguros e inexistência do Engenheiro de Segurança. b) .Sabendo que o limite de tolerância é 28. b) Inexistência da CIPA e do PPRA. b) CAT – Comunicação de Acidente de Trabalho.5. 12) Um técnico de segurança do trabalho realizou medições de sobrecarga térmica em um determinado ambiente detrabalho sem carga solar.7 tbn + 0. portanto esta atividade é insalubre.

O IBUTG calculado é de 28,5, portanto esta atividade não é insalubre. c) O IBUTG calculado é de 26,0, portanto esta atividade é insalubre. d) O IBUTG calculado é de 26,0, portanto esta atividade não é insalubre. e) O IBUTG não pode ser calculado por falta de dados. 13) É de obrigatoriedade de todos os empregadores elaborar ordens de serviço sobre segurança e saúde no trabalho,dando ciência aos empregados por comunicados, cartazes ou meios eletrônicos.Esse Assunto: a) é regulamentado pela NR 02. b) segue regulamentado pela NR 12. c) não é regulamentado pela NR 01. d) apresenta regulamentado pela NRR 01. e) é estabelecido pela NR 01. 14) É correto afirmar que: a) O presidente do sindicato dos TST deverá ser informado antes da instalação de qualquer serviço de segurança dotrabalho em indústrias com grau de risco II. b) Todo estabelecimento novo antes de iniciar suas atividades, deverá solicitar aprovação de suas instalações aoInstituto Nacional de Seguridade Social, conforme NR 2. c) O órgão regional do MTb, juntamente com o INSS, após realizar a inspeção prévia, emitirá o Certificado deAprovação de Instalações – CAI, conforme NR 2. d) Todo estabelecimento novo, antes de iniciar suas atividades, deverá solicitar aprovação de suas instalações aoórgão regional do MTb, conforme determina NR 2. e) A norma regulamentadora NR 2 estabelece critério para embargo ou interdição. 15) Segundo a Portaria nº 3.214, de 08 de junho de 1978, Norma Regulamentadora - NR – 4, o que significa SESMT? a) Serviço Especializado em Segurança e em Medicina do Trabalho.

b) Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Matéria do Trabalho. c) Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. d) Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Maritima do Trabalho. e) Serviço Especializado em Saúde do Trabalho. 16) Dos casos abaixo, assinale em qual deles somente é exigido um profissional técnico de segurança do trabalho noquadro de trabalhadores ligados à segurança do trabalho. a) Empresa com grau de risco 1, com um quadro de funcionários entre 501 e 1001. b) Empresa com grau de risco 2, com um quadro de funcionários entre 501 e 1001. c) Empresa com grau de risco 3, com um quadro de funcionários entre 101 e 250. d ) Empresa com grau de risco 4, com um quadro de funcionários entre 31 e 100. e) Todas as alternativas estão corretas. 17) Segundo a NR 05, a CIPA será composta por representantes

AME - TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO - 12/02/12 1 01) Sabemos que os riscos, nas diversas áreas profissionais, são conhecidos como riscos ocupacionais e sãoclassificados em grupos de acordo com sua natureza. As cores correspondem a cada um dos riscos ocupacionais.Assim, enumere a coluna da direita com base nos riscos listados na coluna da esquerda. 1riscos físicos ( ) cor azul 2riscos químicos ( ) cor vermelha 3riscos biológicos ( ) cor verde 4riscos ergonômicos ( ) cor marrom 5-

riscos de acidentes ( ) cor amarela- Assinale a alternativa que contém a sequência correta da coluna da direita, de cima para baixo. a) 5, 2, 1, 3, 4 b) 4, 3, 1, 5, 2 c) 1, 4, 3, 2, 5 d) 2, 3, 5, 1, 4 e) 3, 2, 4, 5, 1 02) Analisando o Anexo IV da NR-05:CIPA, são considerados riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos eriscos de acidentes, respectivamente: a) poeira, calor, bacilos, jornada de trabalho prolongada e animais peçonhentos. b) calor, gases, fungos, monotonia/repetitividade e esforço físico intenso. c) calor, gases, bacilos, jornada de trabalho prolongada e névoas. d) poeira, calor, fungos, arranjo físico deficiente e eletricidade. e) calor, gases, bacilos, jornada de trabalho prolongada e eletricidade. 03) São várias as doenças originadas dos processos de trabalho conhecidas como doenças ocupacionais. A doençaocupacional decorrente da exposição do trabalhador ao chumbo, sem a proteção adequada aos fumos metálicos, échamada de a) saturnismo. b) absenteísmo. c) trombose. d) pneumonia. e) reumatismo. 04) A _____________________ é uma forma depneumoconiosecausada pela inalação de finas partículas desílica cristalina e caracterizada porinflamaçãoecicatrizaçãoem forma de lesões nodulares nos lóbulos superiores do pulmão.Portanto esta doença é compreendida como a) asbestose. b)

II e III. 05) É correto afirmar que NÃO é considerado objetivo da CIPA: a) observar e relatar condições de risco. e) orientar os trabalhadores quanto à prevenção de acidentes. d) I e III somente.silicose. d) eliminar e/ou neutralizar os riscos existentes. . AME . b) II e III somente.12/02/12 2 07) . b) solicitar medidas para redução dos acidentes.São considerados métodos de extinção de fogo os itens: a) I e II somente.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . e) bursite.resfriamento. d) cirrose. c) expedir advertência aos trabalhadores. e) I. analise os itens abaixo: Iabafamento II isolamento ou retirada do material III. 06) Quanto aos métodos de extinção de fogo ou incêndio. c) berilose. c) III somente.

3 08) Analise as definições abaixo: ILimite de Tolerância é o nível de concentração máxima de um agente físico ou químico existente no ambientede trabalho sem causar danos à saúde dos trabalhadores. A extinção deve ser feita por agente extintor quenão conduza eletricidade. 2 c) 2. graxas e gases combustíveis. como madeira.( ) Classe de incêndio em equipamentos elétricos energizados. tecido e borracha. e) III somente. relacione as classes de acordo com os conteúdos abaixo. II e III. 1.A Sequência correta está na alternativa: a) 1..Em se tratando de extinção do fogo.Estão corretas as definições: a) I. 1 d) 2. em cujos anexos podemosencontrar os riscos. 3. II Os limites de tolerância dos riscos quantitativos são estabelecidos pela NR 16. 2 b) 3. b) I e III somente. 2. c) I e II somente. d) II e III somente. 3 e) 1. 09) . numerado-os 1Classe A 2Classe B 3Classe C( ) Assim é identificado o fogo em materiais sólidos que deixam resíduos.( ) Ocorre quando a queima acontece em líquidos inflamáveis. 1. III Poeiras são partículas sólidas originadas de processos de ruptura mecânica de sólidos orgânicos. papel. 3.

b) CAT – Comunicação de Acidente de Trabalho. II e III são verdadeiros. Itermômetro de bulbo úmido natural IItermômetro de globo IIItermômetro de bulbo seco. analise o instrumental utilizado para a mediçãodas temperaturas. c) Somente o item III é verdadeiro. e) CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes. d) EPC – Equipamento de Proteção Coletiva. 10) Assinale a alternativa em que a forma por extenso não corresponde à respectiva sigla a) PCMSO – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional. d) Somente os itens II e III são verdadeiros. c) PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambulatoriais. . a) Somente o item I é verdadeiro.Em se tratando de avaliação do calor radiante pelo método IBUTG. e) Os itens I. b) Somente o item II é verdadeiro.Assinale a alternativa correta.

encontrando os seguintes resultados: AME . portanto esta atividade é insalubre.dando ciência aos empregados por comunicados. d) Atos inseguros e inexistência do Engenheiro de Segurança. b) O IBUTG calculado é de 28. c) não é regulamentado pela NR 01. 13) É de obrigatoriedade de todos os empregadores elaborar ordens de serviço sobre segurança e saúde no trabalho..11) Quais são as principais causas dos acidentes de trabalho? a) Atos inseguros e condições inseguras.5. cartazes ou meios eletrônicos.0.Sabendo que o limite de tolerância é 28. portanto esta atividade é insalubre. calcule e responda: a) O IBUTG calculado é de 28.5.3 tgAmbientes externos com carga solar:IBUTG = 0.tbs = temperatura de bulbo seco. portanto esta atividade não é insalubre. 12) Um técnico de segurança do trabalho realizou medições de sobrecarga térmica em um determinado ambiente detrabalho sem carga solar. c) O IBUTG calculado é de 26.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO .7 tbn + 0. b) segue regulamentado pela NR 12.7 tbn + 0.Esse Assunto: a) é regulamentado pela NR 02.tg = temperatura de globo. d) .2 tgonde:tbn = temperatura de bulbo úmido natural.0. e) O IBUTG não pode ser calculado por falta de dados. portanto esta atividade não é insalubre.5ºC.12/02/12 3 TemperaturaMédiaMetabolismo(Kcal/h)tbn 23220tg 33tbs 30OBS:Ambientes internos ou externos sem carga solar:IBUTG = 0. b) Inexistência da CIPA e do PPRA. d) O IBUTG calculado é de 26.1 tbs + 0. e) Condições inseguras e inexistência da CIPA e PPRA. c) Atos inseguros e inexistência do Técnico de Segurança.

b) . 14) É correto afirmar que: a) O presidente do sindicato dos TST deverá ser informado antes da instalação de qualquer serviço de segurança dotrabalho em indústrias com grau de risco II. de 08 de junho de 1978. b) Todo estabelecimento novo antes de iniciar suas atividades. 16) Dos casos abaixo. antes de iniciar suas atividades.214. 15) Segundo a Portaria nº 3. emitirá o Certificado deAprovação de Instalações – CAI. b) Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Matéria do Trabalho. e) Serviço Especializado em Saúde do Trabalho. e) A norma regulamentadora NR 2 estabelece critério para embargo ou interdição. após realizar a inspeção prévia. o que significa SESMT? a) Serviço Especializado em Segurança e em Medicina do Trabalho. d) Todo estabelecimento novo. deverá solicitar aprovação de suas instalações aoInstituto Nacional de Seguridade Social. assinale em qual deles somente é exigido um profissional técnico de segurança do trabalho noquadro de trabalhadores ligados à segurança do trabalho. conforme NR 2. juntamente com o INSS. c) O órgão regional do MTb.apresenta regulamentado pela NRR 01. conforme determina NR 2.NR – 4. Norma Regulamentadora . com um quadro de funcionários entre 501 e 1001. c) Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. a) Empresa com grau de risco 1. e) é estabelecido pela NR 01. d) Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Maritima do Trabalho. conforme NR 2. deverá solicitar aprovação de suas instalações aoórgão regional do MTb.

Assinale a alternativa correta.. II Responsabilizar-se pela higiene e manutenção periódica. e) todas as alternativas estão erradas. empregados e empregador. c) do empregador e dos empregados.12/02/12 4 a) do empregador. quando danificado ou extraviado. com um quadro de funcionários entre 31 e 100. b) dos empregados. a) Somente o item III está correto. com um quadro de funcionários entre 501 e 1001. com um quadro de funcionários entre 101 e 250.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . IIIResponsabilizar-se pela guarda e conservação IVSubstituir imediatamente. e) Todas as alternativas estão corretas. 17) Segundo a NR 05.Empresa com grau de risco 2. a CIPA será composta por representantes AME . cabe ao empregadorquanto ao EPI: IAdquirir o adequado ao risco de cada atividade. c) Empresa com grau de risco 3. b) . 18) Segundo a NR 6 que regulamenta o uso de equipamentos de proteção individual. d) do sindicato. d ) Empresa com grau de risco 4.

IVcolaborar com a empresa na aplicação das Normas Regulamentadoras . Vcumprir e fazer cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho. IIusar o EPI fornecido pelo empregador. III. b) NR 24. e) Somente os itens I. III e IV c) Somente os itens I. IV e V d) Somente os II.Somente os itens I e II estão corretos. c) Todos os itens estão corretos. IV e V e) . 20) De acordo com a NR 01. inclusive as ordens deserviço expedidas pelo empregador. d) NR 9.NR.. d) Nenhum dos itens está correto. é correto afirmar que cabe ao empregado: Icumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e saúde do trabalho. III.Estão corretas a) Somente o item IV b) Somente os itens I. IIIsubmeter-se aos exames médicos previstos nas Normas Regulamentadoras . 19) O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais é estabelecido pela Norma Regulamentadora nº a) NR 28. II. II e IV estão corretos. c) NR 17.NR. e) NR18.

segundo o Quadro 1 da NR 4. II e IV são verdadeiras.Somente o item V 21) Sobre a NR 7 é possível afirmar: IFicam obrigadas de indicar médico coordenador às empresas de grau de risco 1 e 2. enquadradas no grau de risco3 ou 4. III As empresas com mais de 10 (dez) empregados e com até 20 (vinte) empregados. qual foi a ultima alteração? a) . poderão estar desobrigadas de indicar médico coordenador emdecorrência de negociação coletiva.. com até10(dez) empregados. norma regulamentadora voltada à sinalização de segurança. c) Somente a afirmativa IV é verdadeira. segundo o Quadro 1 da NR4. enquadradas no graude risco 1 ou 2. assistida por profissional do órgão regional competente em segurança e saúdeno trabalho.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . poderão estar desobrigadas de indicar médico do trabalho coordenador emdecorrência de negociação coletiva. II As empresas com mais de 25 (vinte e cinco) empregados e até 50 (cinqüenta) empregados. bem como zelar pela suaeficácia.12/02/12 5 e) Somente afirmativas III e IV são verdadeiras. 22) Em se tratando de NR 26. IV – O empregado deve garantir a elaboração e efetiva implementação do PCMSO. com até 25 (vinte e cinto) empregados e aquelas de grau de risco 3 e 4. segundo o Quadro 1 da NR 4. segundo o Quadro 1 da NR 4. d) Somente as afirmativas I.Assinale a alternativa correta: a) Somente as afirmativas I e IV são verdadeiras. b) Somente afirmativas II e III são verdadeiras. AME .

é: a) 440 Kcal b) 540 Kcal c) 640 Kcal d) 740 Kcal e) 300 Kcal 24) De acordo com a norma regulamentadora nº 1.Há correspondência correta entre sigla e significado a) somente no item IV b) somente nos itens I. d) Redação dada pela Portaria SIT n. nunca mais foi alterada. observe as siglas abaixo: ISSST .º 339. através de trabalho intermitente de levantar. de 24 de maio de 2010.Serviço de Segurança e Saúde no Trabalho VPAT . b) Redação dada pela Portaria SIT n. de 24 de maio de 2010. II e III c) somente nos itens I. empurrarou arrastar pesos.º 229.Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho II CANPAT . c) Redação dada pela Portaria SIT n.Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho III PAT .º 229. IV e V . de 24 de maio de 2011. e) Desde sua criação.Redação dada pela Portaria SIT n.Programa de Alimentação do Trabalhador IV SSST . 23) A taxa de metabolismo de um trabalho pesado. de 24 de maio de 2011.Programa de Assistência ao Trabalhador . III.º 119.

d) Sistema que gerencia direitos humanos. NR 11. o que significa GHS?a) Grupo de sinalização de cores homogêneas. e) Atestado de Saúde Ocupacional. será considerado operador de caldeira aquele que satisfizer pelo menos uma dasseguintes condições: Ipossuir certificado de "Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras" e comprovação de estágio prático. b) NR 08. até 08 de maio de 1984. IIpossuir certificado de "Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras" previsto na NR ____ aprovadapelaPortaria 02. de 08/05/84. IV V e) somente no item V 25) De acordo com a NR 26. III possuir comprovação de pelo menos 3 (três) anos de experiência nessa atividade.S. c) NR 13. b) Atestado de Saúde Ocupacional.Estamos falando da a) NR 03.. em qual NR. NR 07.O e. e) Sistema Globalmente Harmonizado de Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos. podemos encontrá-lo? a) Atestado Saudável Operacional. NR 07. NR17. NRR 04. c) Grupo homogêneo de exposição. . c) Atestado de Saúde Ocupacional. III. b) Grupos de higienistas e de segurança do trabalho.d) somente nos itens II. d) Atestado Selecionado para Oftalmologista. 27) Para efeito desta NR________ . 26) O que significa A.

___________________________. _______________________________e consequente_________________________da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente detrabalho.NR 09 estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação. deverá ser fornecido água potável aos trabalhadores. poeiras ou substâncias que provoquem sujidade. em condições higiênicas. do .sendo proibido o uso de recipientes coletivos. alergizantes. e) 15 trabalhadores. irritantes. no conjunto em instalaçõessanitárias. um lavatório para cada a) 30 trabalhadores. b) 25 trabalhadores.12/02/12 6 28) Em todos os locais de trabalho. b) 25 trabalhadores.. c) 10 trabalhadores.As lacunas do texto devem ser preenchidas correta e respectivamente por: . d) 80 trabalhadores. proibida sua instalação em pias ou lavatórios. visando à preservação dasaúde e da integridade dos trabalhadores. AME . 30) A Norma Regulamentadora . por parte de todosos empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados. tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais. e) 20 trabalhadores. c) 100 trabalhadores. 29) Nas atividades ou operações insalubres. d) 45 trabalhadores.d) NR14.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO .PPRA. ou nos trabalhos com exposição a substâncias tóxicas. Onde houver rede de abastecimento de água. será exigido.infectantes. através__________________________. e) NR 19. e na proporção de 01(um) bebedouro para cada a) 50 trabalhadores. deverão existirbebedouros de jato inclinado e guarda protetora.

5. são de observância obrigatóriapelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta. c) da antecipação. de cima para baixo. e) da avaliação. 5 e) 2. 3 32) Em uma determinada empresa. 3 b) 5. controle. 4. 4. do reconhecimento. b) 10% (dez por cento) sobre o salário mínimo da região. assim podemos considerar a atividade como insalubre. 1. . o controle.a) do reconhecimento. numere a coluna da direita de acordo com as respectivas Normas Regulamentadoraslistadas na coluna da esquerda. Assim. controle. da avaliação.1) NR 9 ( ) Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional2) NR 28 ( ) Fiscalizações e Penalidades3) NR 17 ( ) Proteção contra incêndio4) NR 23 ( ) Programa de Prevenção de Riscos Ambientais5) NR 7 ( ) ErgonomiaAssinale a alternativa que contêm a sequência correta da coluna da direita. c) 20% (vinte por cento) sobre o salário mínimo da região. 2. d) do reconhecimento. qual é odevido adicional de insalubridade a esse trabalhador? a) 40% (quarenta por cento) sobre o total do trabalhador. reconhecimento. 4. 31) As Normas Regulamentadoras . relativas à Segurança e Medicina do Trabalho. do reconhecimento. d) 30% (trinta por cento) sobre o salário total do trabalhador. antecipação.NRs. da antecipação. 1. 1. 4. sendo que a suaatividade principal e única é de lavar panelas. 2. Seu tempo de exposição ao risco é 100% da sua jornada e ainda a empresa não fornece nenhum tipo de equipamento de proteção individual para a eliminação ouneutralização do agente.CLT. um trabalhador desenvolve suas atividade na cozinha industrial. da antecipação. b) da antecipação. do controle. 2. 4. bem como pelosórgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário. pratos e talheres. 3 d) 3. a) 5. da avaliação. 3 c) 5. que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis doTrabalho . controle. 2. da avaliação. da avaliação. Com base na NR 15. 1. 1.

d) do sindicato. b) dos empregados. IIIResponsabilizar-se pela guarda e conservação IVSubstituir imediatamente. cabe ao empregadorquanto ao EPI: IAdquirir o adequado ao risco de cada atividade. b) Somente os itens I e II estão corretos. empregados e empregador. d) NR 9. 18) Segundo a NR 6 que regulamenta o uso de equipamentos de proteção individual.12/02/12 4 a) do empregador. d) Nenhum dos itens está correto. e) todas as alternativas estão erradas. e) Somente os itens I. quando danificado ou extraviado. c) Todos os itens estão corretos.. II e IV estão corretos. c) NR 17. II Responsabilizar-se pela higiene e manutenção periódica. c) do empregador e dos empregados.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . e) . 19) O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais é estabelecido pela Norma Regulamentadora nº a) NR 28. a) Somente o item III está correto. b) NR 24.Assinale a alternativa correta.AME .

segundo o Quadro 1 da NR4. III. segundo o Quadro 1 da NR 4. III.Estão corretas a) Somente o item IV b) Somente os itens I. IV e V d) Somente os II. é correto afirmar que cabe ao empregado: Icumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e saúde do trabalho. segundo o Quadro 1 da NR 4. poderão estar desobrigadas de indicar médico coordenador emdecorrência de negociação coletiva. segundo o Quadro 1 da NR 4. assistida por profissional do órgão regional competente em segurança e saúdeno trabalho. IVcolaborar com a empresa na aplicação das Normas Regulamentadoras . IIIsubmeter-se aos exames médicos previstos nas Normas Regulamentadoras .. IV . com até 25 (vinte e cinto) empregados e aquelas de grau de risco 3 e 4. inclusive as ordens deserviço expedidas pelo empregador.NR. II. enquadradas no graude risco 1 ou 2. IIusar o EPI fornecido pelo empregador. com até10(dez) empregados. III As empresas com mais de 10 (dez) empregados e com até 20 (vinte) empregados. 20) De acordo com a NR 01.NR18.NR. IV e V e) Somente o item V 21) Sobre a NR 7 é possível afirmar: IFicam obrigadas de indicar médico coordenador às empresas de grau de risco 1 e 2. poderão estar desobrigadas de indicar médico do trabalho coordenador emdecorrência de negociação coletiva. Vcumprir e fazer cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho. enquadradas no grau de risco3 ou 4. II As empresas com mais de 25 (vinte e cinco) empregados e até 50 (cinqüenta) empregados. III e IV c) Somente os itens I.

AME . b) Somente afirmativas II e III são verdadeiras. de 24 de maio de 2011. é: a) 440 Kcal .– O empregado deve garantir a elaboração e efetiva implementação do PCMSO. através de trabalho intermitente de levantar. d) Redação dada pela Portaria SIT n. 22) Em se tratando de NR 26. de 24 de maio de 2011.º 229.12/02/12 5 e) Somente afirmativas III e IV são verdadeiras. empurrarou arrastar pesos. de 24 de maio de 2010. nunca mais foi alterada. norma regulamentadora voltada à sinalização de segurança.Assinale a alternativa correta: a) Somente as afirmativas I e IV são verdadeiras. 23) A taxa de metabolismo de um trabalho pesado.. c) Somente a afirmativa IV é verdadeira. d) Somente as afirmativas I. II e IV são verdadeiras. de 24 de maio de 2010. qual foi a ultima alteração? a) Redação dada pela Portaria SIT n. bem como zelar pela suaeficácia. e) Desde sua criação. b) Redação dada pela Portaria SIT n.º 339.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO .º 119. c) Redação dada pela Portaria SIT n.º 229.

IV e V d) somente nos itens II.Programa de Assistência ao Trabalhador . II e III c) somente nos itens I.Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho II CANPAT . III. IV V e) somente no item V 25) De acordo com a NR 26. 26) O que significa A.Programa de Alimentação do Trabalhador IV SSST .b) 540 Kcal c) 640 Kcal d) 740 Kcal e) 300 Kcal 24) De acordo com a norma regulamentadora nº 1. c) Grupo homogêneo de exposição. III. d) Sistema que gerencia direitos humanos.Há correspondência correta entre sigla e significado a) somente no item IV b) somente nos itens I.Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho III PAT . b) Grupos de higienistas e de segurança do trabalho. observe as siglas abaixo: ISSST . podemos encontrá-lo? . o que significa GHS?a) Grupo de sinalização de cores homogêneas.Serviço de Segurança e Saúde no Trabalho VPAT .O e. e) Sistema Globalmente Harmonizado de Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos.S. em qual NR.

TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . proibida sua instalação em pias ou lavatórios. deverão existirbebedouros de jato inclinado e guarda protetora. em condições higiênicas. NR17. até 08 de maio de 1984.. b) Atestado de Saúde Ocupacional. b) 25 trabalhadores. c) Atestado de Saúde Ocupacional. IIpossuir certificado de "Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras" previsto na NR ____ aprovadapelaPortaria 02. e) Atestado de Saúde Ocupacional. e na proporção de 01(um) bebedouro para cada a) 50 trabalhadores. será considerado operador de caldeira aquele que satisfizer pelo menos uma dasseguintes condições: Ipossuir certificado de "Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras" e comprovação de estágio prático.sendo proibido o uso de recipientes coletivos.12/02/12 6 28) Em todos os locais de trabalho. b) NR 08. NR 07. d) NR14. NRR 04. NR 11. c) . e) NR 19. NR 07. III possuir comprovação de pelo menos 3 (três) anos de experiência nessa atividade. c) NR 13. AME . deverá ser fornecido água potável aos trabalhadores. 27) Para efeito desta NR________ . d) Atestado Selecionado para Oftalmologista.Estamos falando da a) NR 03. Onde houver rede de abastecimento de água.a) Atestado Saudável Operacional. de 08/05/84.

_______________________________e consequente_________________________da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente detrabalho. tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais. através__________________________. da avaliação. b) 25 trabalhadores. visando à preservação dasaúde e da integridade dos trabalhadores. alergizantes. c) da antecipação. 29) Nas atividades ou operações insalubres. numere a coluna da direita de acordo com as respectivas Normas Regulamentadoraslistadas na coluna da esquerda. poeiras ou substâncias que provoquem sujidade. Assim. do reconhecimento. reconhecimento. bem como pelosórgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário. e) 20 trabalhadores. irritantes. por parte de todosos empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados. no conjunto em instalaçõessanitárias.NR 09 estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação. será exigido. e) 15 trabalhadores.As lacunas do texto devem ser preenchidas correta e respectivamente por: a) do reconhecimento. d) 45 trabalhadores. ou nos trabalhos com exposição a substâncias tóxicas. o controle. controle.CLT. da avaliação.1) NR 9 ( ) Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional2) NR 28 ( ) Fiscalizações e Penalidades3) NR 17 ( ) Proteção contra incêndio4) NR 23 ( ) Programa de .. d) do reconhecimento. controle. que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis doTrabalho . d) 80 trabalhadores. b) da antecipação. e) da avaliação. do controle.___________________________. da antecipação. da avaliação. relativas à Segurança e Medicina do Trabalho. c) 10 trabalhadores. 30) A Norma Regulamentadora . controle. são de observância obrigatóriapelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta. um lavatório para cada a) 30 trabalhadores.NRs.infectantes.PPRA.100 trabalhadores. da antecipação. da avaliação. do . do reconhecimento. antecipação. 31) As Normas Regulamentadoras .

relacione a coluna dadireita com os itens da coluna da esquerda . 33) Considerando o estabelecido na Norma Regulamentadora n° 1. 5.NRs. 2. de cima para baixo.Prevenção de Riscos Ambientais5) NR 7 ( ) ErgonomiaAssinale a alternativa que contêm a sequência correta da coluna da direita. 4. 2. 1. 4. 5 e) 2. 1. AME .1. Com base na NR 15. qual é odevido adicional de insalubridade a esse trabalhador? a) 40% (quarenta por cento) sobre o total do trabalhador. pratos e talheres. 3 b) 5. quanto às Disposições Gerais. b) 10% (dez por cento) sobre o salário mínimo da região. 3 d) 3. a) 5. Cabe ao empregado( ) submeter-se aos exames médicos previstos nas NormasRegulamentadoras . assim podemos considerar a atividade como insalubre. 1. sendo que a suaatividade principal e única é de lavar panelas. Seu tempo de exposição ao risco é 100% da sua jornada e ainda a empresa não fornece nenhum tipo de equipamento de proteção individual para a eliminação ouneutralização do agente.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . 1. d) 30% (trinta por cento) sobre o salário total do trabalhador. 2.12/02/12 7 e) 20% (vinte por cento) sobre o salário total do trabalhador. 3 c) 5. inclusive as ordens de serviço expedidas peloempregador. 4. 3 32) Em uma determinada empresa. 1. () . 4. Cabe ao empregador( ) cumprir e fazer cumprir as disposições legais e regulamentaressobre segurança e medicina do trabalho. um trabalhador desenvolve suas atividade na cozinha industrial. () cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurançae saúde do trabalho. c) 20% (vinte por cento) sobre o salário mínimo da região. 2. 2. 4.

1. Nesse caso. 1. 2. sendo que duas delas se enquadram como insalubres. 1. 1. 1.. 2. d) 1.Assinale a sequência correta da coluna da direita. 1. 2. 1. 1. 2. b) 10% (dez por cento) sobre o salário mínimo da região. 34) Um técnico de segurança de trabalho está com o seguinte problema: na empresa existe um colaborador que exercediversas atividades. 35) Com relação aos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. 2. e) 20% (vinte por cento) sobre o salário total do trabalhador. 2. c) 1.dando ciência aos empregados por comunicados. 1.a) .determinar procedimentos que devem ser adotados em caso deacidente ou doença relacionada ao trabalho. conforme NR 15. 1. d) 60% (sessenta por cento) sobre o salário mínimo da região. 2. sendo a primeiraatividade em grau mínimo e a segunda atividade em grau máximo. e) 2. cartazes ou meioseletrônicos. b) 1. 1. de cima para baixo: a) 2. 2. () elaborar ordens de serviço sobre segurança e saúde no trabalho. qual é o devido adicional deinsalubridade a esse colaborador? a) 40% (quarenta por cento) sobre o salário mínimo da região. 2. assinale aalternativa incorreta. c) 50% (cinquenta por cento) sobre o salário mínimo da região.

Técnico de Segurança doTrabalho e Auxiliar de Enfermagem do Trabalho. Engenheiro de Segurança do Trabalho.0 °C.deverão ser registrados no órgão regional da DRT. deacordo com o estabelecido no Quadro II. b) O técnico de segurança do trabalho e o auxiliar de enfermagem do trabalho deverão dedicar 8 (oito) horas pordia para as atividades dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. foram levantados osseguintes dados: Tbn ( Temperatura de bulbo úmido e natural ) = 23. de que trata esta NR 4. Tg ( Temperatura de globo ) = 30. c) Os Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho deverão ser integrados porMédico do Trabalho. Enfermeiro do Trabalho.Técnico de segurança do trabalho: técnico portador de comprovação de registro profissional expedido peloMinistério do Trabalho.0 °C. Calcule o IBUTG da atividade e assinale aalternativa correta. 36) Durante uma avaliação quantitativa de calor para atividade de um operador de caldeira.. a) IBUTG = 53.1 °C.0 .Podemos considerar o ambiente como interno e sem carga solar. d) Ao profissional especializado em Segurança e em Medicina do Trabalho é vedado o exercício de outrasatividades na empresa. durante o horário de sua atuação nos Serviços Especializados em Engenharia deSegurança e em Medicina do Trabalho. Tbs ( Temperatura de bulbo seco ) = 31. e) Os serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho.

b) IBUTG = 26. 3. () Coordenar e supervisionar as atividades de secretaria.12/02/12 8 c) IBUTG = 54. 2. b) 2. 2. 3. quanto à CIPA.Assinale a sequência correta da coluna da direita.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . () Preparar as correspondências. 2.1. encaminhando ao empregador eao SESMT.7 AME . as decisões da comissão.1 d) IBUTG = 7. Secretário () Coordenar as reuniões da CIPA. e redigir as atas apresentando-as para aprovação e assinatura dos membros presentes. 3. 1. 2. 1. Vice-Presidente () Substituir o Presidente nos seus impedimentos eventuais ou nosseus afastamentos temporários. c) .1 37) Considerando as atribuições estabelecidas na Norma Regulamentadora n° 5. relacione a coluna dadireita com os itens da coluna da esquerda. quando houver. . de cima para baixo: a) 3. 1. Presidente () Acompanhar as reuniões da CIPA.0 e) IBUTG = 25.

d) 1. 3. porém. 1. ou seja. quais as funções que devem receber oadicional de 30%? a) Somente os motoristas.3. e) . conforme a NR 16. 3. Como Técnicode Segurança dessa empresa. 3. 3. 2. 2. 1. d) Somente os motoristas e os ajudantes. ovalor acima do qual devem ser iniciadas ações preventivas. 1. não paga o adicional de periculosidade para seus colaboradores. c) Somente o setor administrativo. 2. os ajudantes e os setoresadministrativos. e) 3. você deverá definir. a empresa conta com diversos colaboradores como: os motoristas. 38) Para elaboração do PPRA conforme estabelecido na NR 9. b) Somente os ajudantes. Podemos considerar que o nível de ação para ruído é: a) 80 dB(A) b) 85 dB(A) c) 90 dB(C) d) 65 dB(C) e) 70 dB(C) 39) Uma empresa nacional e reconhecida mundialmente é responsável pela distribuição de líquidos inflamáveis egasosos liquefeitos em grande parte do território nacional. para todos os agentes existe um nível de ação. O transporte é realizado em caminhão tanque. 3. Para essaatividade. A empresa. 1.

acompanhamento e avaliação do PPRA poderão ser feitas pelo SESMT ou porTécnico de Segurança do Trabalho devidamente registrado no MTB. devendo estar articulado com o disposto nas demais NR. a critério do empregador. b) SESMT – Serviço Especializado em Saúde e Medicina do Trabalho. sendo sua abrangência eprofundidade dependentes das características dos riscos e das necessidades de controle. sejam capazes dedesenvolver o disposto nesta NR.O PPRA é parte integrante do conjunto mais amplo das iniciativas da empresa no campo da preservação dasaúde e da integridade dos trabalhadores. sob aresponsabilidade do empregador. 40) Assinale a alternativa em que a correspondência entre sigla e forma por extensa está incorreta: a) SEPATR – Serviço Especializado em Prevenção de Acidentes de Trabalho Rural. II . e) SIPATMIN – Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho na Mineração. com a participação do sindicato patronal da categoria. d) SESSTP – Serviço Especializado em Segurança e Saúde do Trabalhador Portuário.A elaboração. em especial como PCMSO previsto na NR-7. 41) Sobre a NR 9. é possível afirmar: I . . III . c) SIPATP – Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho Portuária. implementação.As ações do PPRA devem ser desenvolvidas no âmbito de cada estabelecimento da empresa.Somente os motoristas e o setor administrativo.

d) insalubridade de 40% (quarenta por cento) sobre o salário mínimo da região. sem os acréscimos de gratificação. c) Somente a afirmativa IV é verdadeira. b) insalubridade de 30% (trinta por cento) sobre o salário mínimo da região. Cabe ao empregador( ) Orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado.Para efeito desta NR. sãocapazes de causar danos à saúde do trabalhador. mais os acréscimos de gratificação e prêmiosou participação de lucros. e) Somente afirmativas III e IV são verdadeiras. e) não lhe é devido nenhum adicional. III e IV são verdadeiras. 42) Em uma pedreira.AME . sãoutilizados explosivos. químicos e biológicos existentes nosambientes de trabalho que. concentração ou intensidade e tempo de exposição. Ao colaborador responsável pela detonação dos explosivos. lhe é assegurado um adicional de a) periculosidade de 30% (trinta por cento) incidente sobre o salário..12/02/12 9 IV . 43) Considerando o estabelecido na Norma Regulamentadora n° 6. prêmios ouparticipação de lucros. guarda econservação. II e III são verdadeiras. c) periculosidade de 30% (trinta por cento) incidente sobre o salário. em função de sua natureza. II e IV são verdadeiras.relacione a coluna da direita com os itens da coluna da esquerda. Para a atividade de extração de pedras. a atividade principal é a extração de pedras e britas. d) Somente as afirmativas I. . 1.Assinale a alternativa correta: a) Somente as afirmativas I.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . mesmo que mantenha umadistância segura e utilizando todos os EPIs necessários para sua segurança. consideram-se riscos ambientais os agentes físicos. quanto aos Equipamentos de Proteção Individual. b) Somente afirmativas I.

c) 1. III – Cor Preta . Considere as afirmativas: I – Cor Vermelha . 1. 1. () Responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica. e) 2. 1. 3. II – Cor Amarela – Em canalizações deve-se utilizar o amarelo para identificar gases não liquefeitos. 1.será empregada para indicar as canalizações de inflamáveis e combustíveis de alta viscosidade (ex:óleo lubrificante. . alcatrão.deverá ser usada para distinguir e indicar equipamentos e caracteriza “perigo”. 1. b) . óleo combustível. etc. 44) Baseando-se na NR 26 – Sinalização de Segurança. 2. b) 1. 1. 3.Assinale a sequência correta da coluna da direita. 3. () Responsabilizar-se pela guarda e conservação.Cor Verde é a cor que caracteriza “segurança”. asfalto. Cabe ao empregado( ) Comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne imprópriopara uso.2.). de cima para baixo: a) 2. piche. 2. II e II são verdadeiras. Cabe ao Fabricante( ) Cadastrar-se junto ao órgão nacional competente em matéria desegurança e saúde no trabalho.Assinale a alternativa correta: a) Somente as afirmativas I. 1. IV . 3. 1.. 3. 3. d) 3. 2. 2. 2. 2. 2.

inclusive as ordens de serviço expedidas peloempregador. Cabe ao empregador( ) cumprir e fazer cumprir as disposições legais e regulamentaressobre segurança e medicina do trabalho. 33) Considerando o estabelecido na Norma Regulamentadora n° 1..NRs. III e IV são verdadeiras. () elaborar ordens de serviço sobre segurança e saúde no trabalho. cartazes ou meioseletrônicos.dando ciência aos empregados por comunicados. foi identificado um princípio de incêndiono depósito.Assinale a sequência correta da coluna da direita.Somente as afirmativas II e IV são verdadeiras. relacione a coluna dadireita com os itens da coluna da esquerda . houve um curto circuito no quadro de distribuição elétrica. 45) Em um dia normal de trabalho em uma empresa de reciclagem de papelão. () determinar procedimentos que devem ser adotados em caso deacidente ou doença relacionada ao trabalho.1. 2.12/02/12 7 e) 20% (vinte por cento) sobre o salário total do trabalhador. c) Somente a afirmativa I é verdadeira. onde haviam armazenadas aproximadamente 2 (duas) toneladas de papelão. Cabe ao empregado( ) submeter-se aos exames médicos previstos nas NormasRegulamentadoras . de cima para baixo: a) . quanto às Disposições Gerais.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . () cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurançae saúde do trabalho. Imediatamente oscolaboradores da empresa identificaram que o princípio de incêndio era apenas no quadro de distribuição quefornecia energia elétrica a todos os maquinários da empresa. e) Somente as afirmativas III e IV são verdadeiras. Nesse caso qual a classe do fogo identificado peloscolaboradores? a) Classe B AME . Devido à precariedade dainstalação elétrica da empresa. d) Somente as afirmativas II.

1. b) 1. 1. 2. 1. 2. 35) Com relação aos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. 1. sendo que duas delas se enquadram como insalubres. 1. conforme NR 15. deacordo com o estabelecido no Quadro II. e) 20% (vinte por cento) sobre o salário total do trabalhador. 34) Um técnico de segurança de trabalho está com o seguinte problema: na empresa existe um colaborador que exercediversas atividades.a) Técnico de segurança do trabalho: técnico portador de comprovação de registro profissional expedido peloMinistério do Trabalho. 1. d) 60% (sessenta por cento) sobre o salário mínimo da região. b) O técnico de segurança do trabalho e o auxiliar de enfermagem do trabalho deverão dedicar 8 (oito) horas pordia para as atividades dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. . 2. 2. 2. 1. 1. 1. 1. 2. b) 10% (dez por cento) sobre o salário mínimo da região. Nesse caso. qual é o devido adicional deinsalubridade a esse colaborador? a) 40% (quarenta por cento) sobre o salário mínimo da região. c) 1. 2. 2.2. e) 2. sendo a primeiraatividade em grau mínimo e a segunda atividade em grau máximo. c) 50% (cinquenta por cento) sobre o salário mínimo da região. d) 1. assinale aalternativa incorreta. 1. 2.

deverão ser registrados no órgão regional da DRT. Tg ( Temperatura de globo ) = 30. Técnico de Segurança doTrabalho e Auxiliar de Enfermagem do Trabalho. Calcule o IBUTG da atividade e assinale aalternativa correta..0 °C. 36) Durante uma avaliação quantitativa de calor para atividade de um operador de caldeira. Enfermeiro do Trabalho.1 °C. Engenheiro de Segurança do Trabalho.Podemos considerar o ambiente como interno e sem carga solar.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO .0 °C. de que trata esta NR 4. d) Ao profissional especializado em Segurança e em Medicina do Trabalho é vedado o exercício de outrasatividades na empresa. durante o horário de sua atuação nos Serviços Especializados em Engenharia deSegurança e em Medicina do Trabalho.7 AME . Tbs ( Temperatura de bulbo seco ) = 31. a) IBUTG = 53.12/02/12 .c) Os Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho deverão ser integrados porMédico do Trabalho.0 b) IBUTG = 26. foram levantados osseguintes dados: Tbn ( Temperatura de bulbo úmido e natural ) = 23. e) Os serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho.

. 3. b) 2. de cima para baixo: a) 3.0 e) IBUTG = 25. 3. Vice-Presidente () Substituir o Presidente nos seus impedimentos eventuais ou nosseus afastamentos temporários. e) 3. 3. 2.1 37) Considerando as atribuições estabelecidas na Norma Regulamentadora n° 5. 1. 3. 2. 1. encaminhando ao empregador eao SESMT. 1.Assinale a sequência correta da coluna da direita. as decisões da comissão. c) 3. 3. e redigir as atas apresentando-as para aprovação e assinatura dos membros presentes. 1. Presidente () Acompanhar as reuniões da CIPA. 3. 2.8 c) IBUTG = 54.1. relacione a coluna dadireita com os itens da coluna da esquerda. 2. 3. quando houver.1 d) IBUTG = 7. 3. () Coordenar e supervisionar as atividades de secretaria. 1. 2. Secretário () Coordenar as reuniões da CIPA. 1. . quanto à CIPA. 2. 2. d) 1. () Preparar as correspondências. 1.

ou seja. Para essaatividade. O transporte é realizado em caminhão tanque. não paga o adicional de periculosidade para seus colaboradores. Como Técnicode Segurança dessa empresa.38) Para elaboração do PPRA conforme estabelecido na NR 9. a empresa conta com diversos colaboradores como: os motoristas. quais as funções que devem receber oadicional de 30%? a) Somente os motoristas. conforme a NR 16. d) Somente os motoristas e os ajudantes. e) Somente os motoristas e o setor administrativo. porém. você deverá definir. c) Somente o setor administrativo. Podemos considerar que o nível de ação para ruído é: a) 80 dB(A) b) 85 dB(A) c) 90 dB(C) d) 65 dB(C) e) 70 dB(C) 39) Uma empresa nacional e reconhecida mundialmente é responsável pela distribuição de líquidos inflamáveis egasosos liquefeitos em grande parte do território nacional. os ajudantes e os setoresadministrativos. A empresa. para todos os agentes existe um nível de ação. ovalor acima do qual devem ser iniciadas ações preventivas. 40) Assinale a alternativa em que a correspondência entre sigla e forma por extensa está incorreta: a) . b) Somente os ajudantes.

AME .TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . é possível afirmar: I . em função de sua natureza. com a participação do sindicato patronal da categoria. acompanhamento e avaliação do PPRA poderão ser feitas pelo SESMT ou porTécnico de Segurança do Trabalho devidamente registrado no MTB. químicos e biológicos existentes nosambientes de trabalho que. III .12/02/12 9 IV . sejam capazes dedesenvolver o disposto nesta NR. d) SESSTP – Serviço Especializado em Segurança e Saúde do Trabalhador Portuário.A elaboração. b) SESMT – Serviço Especializado em Saúde e Medicina do Trabalho. implementação.SEPATR – Serviço Especializado em Prevenção de Acidentes de Trabalho Rural. consideram-se riscos ambientais os agentes físicos. concentração ou intensidade . e) SIPATMIN – Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho na Mineração. sob aresponsabilidade do empregador. c) SIPATP – Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho Portuária. 41) Sobre a NR 9. sendo sua abrangência eprofundidade dependentes das características dos riscos e das necessidades de controle. em especial como PCMSO previsto na NR-7.As ações do PPRA devem ser desenvolvidas no âmbito de cada estabelecimento da empresa.Para efeito desta NR. devendo estar articulado com o disposto nas demais NR. II .O PPRA é parte integrante do conjunto mais amplo das iniciativas da empresa no campo da preservação dasaúde e da integridade dos trabalhadores. a critério do empregador.

() Responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica. III e IV são verdadeiras. Cabe ao empregado( ) Comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne imprópriopara uso. II e III são verdadeiras. 42) Em uma pedreira. mais os acréscimos de gratificação e prêmiosou participação de lucros. a atividade principal é a extração de pedras e britas. b) insalubridade de 30% (trinta por cento) sobre o salário mínimo da região. 1. lhe é assegurado um adicional de a) periculosidade de 30% (trinta por cento) incidente sobre o salário.relacione a coluna da direita com os itens da coluna da esquerda. Cabe ao empregador( ) Orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado. guarda econservação. e) Somente afirmativas III e IV são verdadeiras. II e IV são verdadeiras.Assinale a alternativa correta: a) Somente as afirmativas I. sãoutilizados explosivos. () . sem os acréscimos de gratificação. Para a atividade de extração de pedras. Ao colaborador responsável pela detonação dos explosivos. quanto aos Equipamentos de Proteção Individual. 3. b) Somente afirmativas I. 43) Considerando o estabelecido na Norma Regulamentadora n° 6. d) insalubridade de 40% (quarenta por cento) sobre o salário mínimo da região. c) periculosidade de 30% (trinta por cento) incidente sobre o salário. mesmo que mantenha umadistância segura e utilizando todos os EPIs necessários para sua segurança.. prêmios ouparticipação de lucros. 2. c) Somente a afirmativa IV é verdadeira.e tempo de exposição. e) não lhe é devido nenhum adicional. Cabe ao Fabricante( ) Cadastrar-se junto ao órgão nacional competente em matéria desegurança e saúde no trabalho. sãocapazes de causar danos à saúde do trabalhador. d) Somente as afirmativas I.

2. II e II são verdadeiras. Considere as afirmativas: I – Cor Vermelha . d) 3.deverá ser usada para distinguir e indicar equipamentos e caracteriza “perigo”. b) 1. 2. 2. 3. c) 1. 2. 3. 2. e) 2. c) Somente a afirmativa I é verdadeira. 1.Responsabilizar-se pela guarda e conservação. 1.Assinale a alternativa correta: a) Somente as afirmativas I. 2. 1. 1. III e IV são verdadeiras.será empregada para indicar as canalizações de inflamáveis e combustíveis de alta viscosidade (ex:óleo lubrificante. 3. d) Somente as afirmativas II. de cima para baixo: a) 2. 3. etc..Cor Verde é a cor que caracteriza “segurança”. . 1. 1. 3. 44) Baseando-se na NR 26 – Sinalização de Segurança. alcatrão. 2. asfalto.Assinale a sequência correta da coluna da direita. piche.). b) Somente as afirmativas II e IV são verdadeiras. 1. IV . III – Cor Preta . óleo combustível. II – Cor Amarela – Em canalizações deve-se utilizar o amarelo para identificar gases não liquefeitos. 1. .

45) Em um dia normal de trabalho em uma empresa de reciclagem de papelão. à promoção e proteção da saúde dotrabalhador. Imediatamente oscolaboradores da empresa identificaram que o princípio de incêndio era apenas no quadro de distribuição quefornecia energia elétrica a todos os maquinários da empresa. b) . onde haviam armazenadas aproximadamente 2 (duas) toneladas de papelão. foi identificado um princípio de incêndiono depósito. Devido à precariedade dainstalação elétrica da empresa. a) Assistência ao trabalhador vítima de acidente de trabalho ou portador de doenças profissional e do trabalho. houve um curto circuito no quadro de distribuição elétrica. a saúde do trabalhador é definida como “um conjunto de atividades que se destina. por meio de vigilância epidemiológica e vigilância sanitária.12/02/12 10 b) Classe E c) Classe D d) Classe C e) Classe A 46) Segundo a Lei orgânica da saúde.Assinale a alternativa que esse conjunto de atividades NÃO abrange.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . assim como visa à recuperação e reabilitação dos trabalhadores submetidos aos riscos de agravos advindos das condições de trabalho”. Nesse caso qual a classe do fogo identificado peloscolaboradores? a) Classe B AME .e) Somente as afirmativas III e IV são verdadeiras. .

c) causas de acidentes. previsto pela Norma Regulamentadora nº.Garantia ao sindicato dos trabalhadores de requerer ao órgão competente a interdição do serviço ou de todo oambiente de trabalho. c) Avaliação do impacto que as tecnologias provocam à saúde do trabalhador. d) o planejamento das medidas de manuseio de agentes contaminantes em relação à fonte geradora. 48) A exigência do uso de EPI (Equipamentos de Proteção Individual). 49) As normas de biossegurança ou precauções universais contêm medidas de prevenção contra a exposição dotrabalhador da saúde a agentes patógenos de transmissão sanguínea. d) Participação na normatização. em substituição aos equipamentos deproteção coletiva. recomenda-se: a) a avaliação dos riscos potenciais para estabelecer as medidas preventivas após a ocorrência do primeiro caso dedoença ou acidente de trabalho. prioritariamente. c) o reconhecimento de riscos mediante as condições climáticas. e) a utilização de equipamentos de proteção individual. quando houver ótimas condições para a vida ou saúde do trabalhador ..tem como objetivo a redução da(s) a) gravidade das lesões dos acidentes. b) o levantamento de informações para determinar o controle do ambiente de trabalho após a identificação dosriscos ao usuário e familiares.Analise as afirmativas abaixo. relacionadas a essas medidas. quando de alta gravidade. e) realização de exames laboratoriais. avaliação ou controle. b) concentração do agente tóxico no ambiente. d) necessidade de proteção coletiva. uma vezque o trabalhador recebe o EPI necessário. Dentre as diversas medidaspreventivas. . apenas. 47) A saúde do trabalhador influenciada por diferentes riscos no ambiente ocupacional. fiscalização e controle dos serviços de saúde do trabalhador nas instituições eempresas públicas e privadas. 6. e) Revisão periódica da listagem oficial das doenças originadas no processo de Trabalho. direção e intensidade de correntes de ar. de reconhecimento.

passar sonda vesical ou nasogástrica e aspirar traqueostomiadeve-se usar luva.Estão corretas :a) I e II. em seguida. executar a limpeza. apenas. assinale a alternativa incorreta . com conhecimento sobre o uso correto. d) II e III. Em relação a este programa. apenas. recomenda-se um respirador de adução de ar. III e IV. b) I e III. deve-se usar máscara.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . o tipo de risco. as substânciasenvolvidas e o tempo de exposição. bancada ou mesa.IPara se executar punção venosa. apenas. deve-se lavá-la com água e sabãodegermante. deve-se jogar hipoclorito de sódio a 10% nolocal.procedimentos operacionais e avaliação periódica do PPR. III Durante procedimentos em que exista a possibilidade de que o sangue e outros fluidos corpóreos atinjam amucosa da boca e do nariz.12/02/12 11 a) Este programa deve ter um administrador designado pelo empregador. II Caso haja contato de sangue ou outros fluidos corpóreos com a pele. c) Se o agente de exposição for um gás de fraca propriedade de alerta. III e IV. d) Todo usuário de Equipamento de Proteção Respiratória (EPR) deve receber treinamento inicial sobre osprocedimentos de uso e deve fazer uma reciclagem a cada seis meses. II. AME . e) I. b) Na escolha do respirador. . devem ser sempre considerados a natureza da operação. colher sangue. c) I. 50) As empresas cujas atividades expõem. IV Caso haja derramamento de sangue no chão. seus trabalhadores a riscos prejudiciais à saúde. apenas. deixá-lo reagir por 40 minutos e. devemelaborar um Programa de Proteção Respiratória (PPR). em algum grau. escovando em movimentos circulares por dois minutos.

c) Extintor de incêndio e cinto de segurança. e) Óculos de segurança. 52) Em se tratando de proteção contra incêndios. para-raio e capacete. d) Protetor auricular. 53) São exemplos de Equipamento de Proteção Individual: a) Protetor auricular. 54) Com base na CIPA. b) Máscara para particulado. salvo quando se trata de água pulverizada. . NR-23. d) a cada dois anos.e) Respiradores de emergência ou resgate devem ser inspecionados no mínimo uma vez por mês. salvo quando pulverizada sob a forma de neblina. d) Nos fogos da classe D. b) semestralmente. e) a cada três anos. em que caso a água nunca deverá ser empregada? a) Nos fogos da classe A. o exame médico deverá ser renovado a) mensalmente. c) anualmente. capacete e guarda-copo. analise as afirmativas a seguir: IA empresa deverá promover treinamento para os membros da CIPA até dez dias após a posse. salvo quando se trata de água pulverizada. salvo quando pulverizada sob a forma de neblina. c) Nos fogos da classe A. II A CIPA terá reuniões ordinárias mensais de acordo com a data estabelecida na reunião anterior. 51) Nas atividades de operações insalubres. b) Nos fogos da classe D. salvo quando pulverizada sob a forma de neblina. e) Nos fogos da classe B. óculos de segurança e exaustão. para verificar seestão funcionando corretamente. bota com biqueira de aço e luva nitrílica.

c) . e) Exame audiométrico..12/02/12 12 b) o nível de particulado. o vice-presidente assumirá.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . 55) Ao analisar o PPRA de uma empresa. e) se todas as afirmativas forem verdadeiras. é utilizada uma substância química.II. d) Ressonância magnética. Na realização do exame periódico. AME .Assinale: a) se apenas as afirmativas I. VDurante o processo eleitoral.III e V forem verdadeiras. o Médico do Trabalho identificou exposição a ruído acima do limite detolerância para um determinado grupo Homogêneo de exposição.II. b) Exame de urina.IV e V forem verdadeiras.III No caso de o presidente renunciar ao mandato. d ) se nenhuma afirmativa for verdadeira. c) se apenas as afirmativas II e III forem verdadeiras. classificada como asfixiante simples. 56) Em um determinado setor da empresa. em caso de empate entre dois candidatos. IV O membro titular perderá o mandato quando faltar a quatro reuniões. obrigatoriamente. essesempregados deverão. deverá ser monitorado a) o nível de oxigênio. pois também foi indicado peloempregador. realizar o seguinte exame complementar: a) Exame de sangue.Assim. haverá uma nova votação entre eles paradeterminar o vencedor. b) se apenas as afirmativas I. c) Raio-X de tórax.

diabetes e de saúde da mulher. b) Somente I e II. d) o consumo metabólico. e) . VProgramas de prevenção de Hipertensão.o nível de ruído. III Programa de prevenção de doenças respiratórias IV Investigação clínica e exames complementares visando a diagnósticos precoces de doenças. b) Os serviços em instalações energizadas ou em suas proximidades devem ser suspensos de imediato na iminênciade ocorrência que possa colocar os trabalhadores em perigo. secundária e terciária. c) Somente II. 57) Atividades de atenção primária. e) o IPVS (ILDLH). d) É de responsabilidade dos trabalhadores se informar sobre os riscos a que estão expostos e quanto aosprocedimentos e medidas de controle contra os riscos elétricos a serem adotados. 58) Quanto à instalação e segurança em serviços de eletricidade. II. IIPrograma de imunização (vacinas). cuja eliminação ou neutralização imediata não seja possível.São atividades de atenção primária os itens da alternativa: a) Somente I. d) Somente as III e V. III e IV. II e V. III e V . fazem parte de ações preventivas de doenças ocupacionais ena IAmbiente de trabalho seguro e sadio. c) O responsável pela execução do serviço deve suspender as atividades quando verificar situação ou condição derisco não prevista . assinale a afirmativa INCORRETA. a) A capacitação só terá validade para a empresa que o capacitou e nas condições estabelecidas pelo profissionalhabilitado e autorizado responsável pela capacitação.. e) Somente I.

marrom. marrom. b) Vermelho. trabalhador de uma empresa de bonés. e) Não há necessidade de se realizar exames periódicos. II gerador ligado. marrom. . verde.Os trabalhadores autorizados devem estar aptos a manusear e operar equipamentos de prevenção e combate aincêndios existentes nas instalações elétricas. azul.Tomando como base as situações descritas e os riscos associados. verde. Vcaixas de madeira espalhadas. a) Vermelho. IV iluminação precária. de acordo comestabelecido na NR 7 (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional). d) Verde. III resíduo hospitalar. d) Cada 2 anos. marrom e vermelho. marrom. b) 6 meses.. 60) O Senhor Antônio Carlos. c) Vermelho. foram encontradasas seguintes situações: Iestocagem de gasolina. assinale a sequência correta de cores. ele precisa realizar os examesperiódicos no intervalo de: a) 3 meses. conforme a NR-5. e) Azul. de cimapara baixo. amarelo. 59) Ao vistoriar um armazém para a elaboração do Mapa de Riscos Ambientais. amarelo. azul. tem 47 anos de idade e. amarelo e azul. verde e azul. verde e amarelo. c) Anual. verde e amarelo.

Panorama da Situação da Segurança do Trabalho no Brasil e no Mundo. utilizaremos também métodos de aprendizado participativos tais como:     Trabalhos de pesquisa individuais e coletivos. saude e segurança do trabalho 1 . Assim sendo. buscaremos obter uma visão global e uma introdução da Higiene e Segurança do Trabalho.214.Objetivo: O objetivo principal deste tema é o de transmitir e ensinar as principais noções básicas e fundamentais relativas ao assunto. Consultas e Pesquisas na Internet. .Higiene. de modo a progredirmos sempre na busca de resultados melhores. sistêmica e holística da Segurança do Trabalho. Consultas à literatura técnica específica. de 8 de junho de 1978. Estatísticas de Acidentes do Trabalho no Brasil e no Mundo. Demais meios didáticos possíveis. Entidades não Governamentais. de modo a alcançarmos patamares de excelência nesta área tão relevante ao desenvolvimento técnico e social de nosso país. abordaremos e transcorreremos os seguintes assuntos ligados a Segurança e Higiene e do Trabalho:         Visão Histórica. Principais Órgãos Oficiais existentes relacionados a Segurança do Trabalho. Saúde e Segurança do Trabalho. preparar e motivar todos os alunos a engajarem-se na busca de melhorias contínuas da Higiene. Pois como todos nós sabemos: “O trabalho dignifica o homem” e “O conhecimento o enobrece” Autor desconhecido! 2 – Programação do Tema: Para atingirmos os objetivos anteriormente colocados. inclusive as relativas a Engenharia Elétrica que envolva a Segurança do Trabalho. Observação: . de modo a alicerçarmos uma base para uma atuação responsável e construtiva nesta especialidade tão importante em nossa vida profissional. bem como. Principais Leis que regem a Higiene e Segurança do Trabalho no Brasil. dentro do período de tempo previsto e disponível do calendário escolar.Neste tema além da exposição em aulas. Normas Técnicas. Normas Regulamentadora aprovadas pela Portaria nº 3.

modernizando e modificando radicalmente toda uma antiga Civilização. verificamos que nos séculos XVIII e XIX. verificamos.                Termos técnicos. dos Trens e Ferrovias. Sistemas de Gestão de SST. OSHAS 18001 e BS 8800. Monumentos e Túmulos. . a qual. ao longo da história. além de diversas máquinas para produção em larga escala. nascimento e oficialização da Segurança e a Higiene no Trabalho: Muito embora o trabalho organizado no mundo civilizado tenha surgido a milhares de anos. a Muralha da China. PCMSO – Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional. Equipamentos de Proteção Individual – EPIs. as Pirâmides do Egito antigo. o Coliseu de Roma. ocorreram importantes eventos e descobrimentos científicos que culminaram com o surgimento da consagrada Revolução Industrial. Em conseqüência de todos estes acontecimentos históricos ocorridos neste nosso “Admirável Mundo Novo” tiveram o desenvolvimento acelerado da tecnologia e da economia. Cumpre lembrar ainda que grande parte destas obras monumentais utilizou Mão de Obra escrava. seguindo a linha do tempo a partir das épocas remotas. a Acrópole de Atenas. como as máquinas de Tecelagem e diversos outros inventos. Combate a Incêndio. tais como as Catedrais. 3 – Introdução ao tema. contudo que. Estrutura e Organização da Área de Segurança do Trabalho. Riscos Ambientais e Profissionais. Na história do mundo. Demais aspectos importantes relativos ao tema.1 – Resumo Histórico: . dos Motores de Combustão Interna. Situações de Emergências. SESMT – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho. PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. com os aspectos referentes a Segurança de todos estes trabalhadores anônimos e desconhecidos que se empenharam em promover toda a construção do nosso Mundo Civilizado. Exemplo distofoi à descoberta e o desenvolvimento das Máquinas a Vapor. siglas e abreviações mais utilizadas. Gestão de Riscos e Emergências. além de muitas outras Construções Medievais de grande porte. Segurança em Instalações Elétricas. parece não ter havido uma organização e preocupação maior das Nações e Povos daquelas épocas. Análises de Riscos e principais Técnicas Utilizadas. dos Barcos a Vapor. tais como. Comissão Interna de Prevenção de Acidentes –CIPA. como podemos ver testemunhados em diversas obras históricos. sistêmica e holística do assunto: 3. visão histórica.Origem. Castelos. apoiou-se na evolução técnica decorrente do advento das Novas Tecnologias. dos Motores Elétricos.

na novela “Esperança”. a maioria dos trabalhadores daquela época não possuía formação. Discovery. Mesmo assim com toda da evolução tecnológica dos tempos atuais. também abordou estas questões sociais ocorridas no Brasil. por incrível que pareça. no final do século XIX e início do século XX. de Bebidas e Alimentícias. Inglaterra e demais países da Europa. Documentários antigos mostrando as condições de trabalho existentes nos EUA. conhecimento. bem como. de Veículos de transporte terrestre. pois apesar de avanços tecnológicos e sociais ocorridos no mundo. além da decorrente pressão da opinião pública. abusos e situações ilegais relativas ao Trabalho. além de diversos artigos publicados em livros e enciclopédias. preparo. as Indústrias de Tecelagem. Steinbeck e outros) também atestaram as condições de trabalho desumanas a que eram submetidos os trabalhadores. naval e aéreo Indústrias Químicas e Metalúrgicas. Naquelas épocas passadas as condições de trabalho conseqüentemente eram bastante precárias e inseguras. Recentemente. entretanto infelizmente não se fez acompanhar do correspondente desenvolvimento e equilíbrio sociais. líder em audiência. como provam as notícias divulgadas e as estatísticas de Acidentes do Trabalho publicadas. ainda hoje em dia encontramos casos de displicência. Siderúrgicas. as quais infelizmente ocorrem ainda na época atual. A. treinamento e experiências adequadas e suficientes para as transformações tão intensas que ocorreram. Confecções. impressionam pelos fatos e cenas apresentadas. dos Portos e Estaleiros e os da Construção Civil em todo o mundo.Todo este desenvolvimento tecnológico. O agravamento da situação social deu-se principalmente pelo deslocamento em massa dos trabalhadores e da população envolvida que passaram do trabalho na agricultura e no campo para o trabalho nas diversas Indústrias que surgiram. da Construção Civil e outras tantas existentes. Respeitáveis obras literárias (Victor Hugo. das Fábricas e Usinas. ocasionando assim muitos e graves problemas sociais. os das Minas de Carvão na Inglaterra. encontramos ainda hoje em dia casos de Trabalho Infantil e Trabalho Escravo! . Não faltam exemplos das condições de trabalho deploráveis que existiram nas épocas passadas. como os que são apresentados no GNT. Além disto. pela divulgação feita através dos diversos meios de comunicação. Tendo em vista então ao grande número de acidentes desastrosos ocorridos naquelas épocas passadas. tais como. medidas organizadas de proteção ao trabalhador finalmente começaram a ser tomadas no mundo. Cronin. National Geographic e outros canais de TV a Cabo. como por exemplo. a TV Globo. J.

No Brasil simultaneamente surge a primeira Lei sobre Acidentes do Trabalho. em Genebra.  Ano de 1944: Oficialmente instituída a criação da CIPA . 21 anos após a recomendação feita pela OIT. ocorridas no ano de 1. Nesta época o Comitê da OIT estabelecido em Genebra na Suíça.11. promulgou em 10. Surgimentos oficiais de Ações Coordenadas e abrangentes ligadas a Segurança e Higiene do Trabalho. a de n o 3.1943. o Decreto – Lei nº 7. fixando a obrigatoriedade da criação de Comitês de Segurança em .452 de 01. conhecido como o “Pai dos Trabalhadores”. na Suíça. um dos políticos de maior expressão em nossa História. O Tratado de Versalhes que selou o fim da Primeira Grande Guerra Mundial incluiu em seu bojo ações para melhorias das condições de trabalho no mundo.CLT conforme o Decreto Lei nº5.724 de 15 de janeiro de 1919.Comissão Interna Para Prevenção de Acidentes. cronológica e resumidamente indicamos alguns fatos e acontecimentos de maior relevância relacionados com a Segurança do Trabalho:  Ano de 1911: Começa-se a implementar com maior amplitude o tratamento médico industrial.637. quando a OIT organizou um Comitê para o Estudo de Assuntos referentes a Segurança e a Higiene no Trabalho.05. estudando as condições de trabalho e vida dos trabalhadores no mundo. em 10 de julho de 1934 foi promulgada a segunda Lei de Acidentes do Trabalho através do Decreto n o 24.036.921. em 1919.  Ano de 1934: Tempos depois. no Brasil: Getúlio Vargas. tomou uma decisão histórica recomendando e tornando obrigatória a constituição de Comissões.1944.  Anos de 1919 até 1921: Fundação da Organização Internacional do Trabalho – OIT.Em continuidade a este breve histórico. quando as empresas tivessem 25 ou mais empregados.  Ano de 1943: Criação da Consolidação das Leis do Trabalho . com o objetivo de zelar pela prevenção dos acidentes do trabalho. compostas de representantes do empregador e dos empregados.

deverão manter obrigatoriamente.  Ano de 1953: Em 27.02. causando em conseqüência o desemprego em massa. o qual dispunha de assuntos de Segurança e de Higiene no Trabalho.Em 29 de novembro de 1968.456 reduziu o número de 100 para 50 empregados como o limite em que se torna obrigatório à criação das CIPAS em cada Empresa. a Portaria 3. º As Comissões Internas de Prevenção de Acidentes (CIPAS) serão compostas de representantes de empregadores e empregados e funcionarão segundo normas fixadas pelo Departamento Nacional de Segurança e Higiene do Trabalho. à qualificação e a proporção relacionada ao número de empregados das empresas compreendidas no presente artigo. 3.  Ano de 1968: Portaria 3. § 1.1953 a Portaria 155 oficializava a sigla CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.2 – Etapas intermediárias ocorridas no Brasil:  Ano de 1967: Em 26. no Governo do Presidente Costa e Silva. Com esta modificação. Este decreto ficou conhecido como Nova Lei de Prevenção de Acidentes. estiverem enquadradas em condições estabelecidas nas normas expedidas pelo Departamento Nacional de Segurança e Higiene do Trabalho. o Decreto-Lei n o 229 modificou o texto do Capítulo V. título II. º O Departamento Nacional de Segurança e Higiene do Trabalho definirá as características do pessoal especializado em Segurança e Higiene do Trabalho.456: .1967.  Ano 2000: Ainda hoje. o artigo 164 da CLT. 164 – As empresas que. § 2. o Serviço Especializado em Segurança e em Higiene do Trabalho e constituir Comissões Internas de Prevenção de Acidentes – CIPAS. da CLT. apesar de toda a legislação criada e existente. quanto às atribuições. o desenvolvimento tecnológico continua defasado do desenvolvimento econômico e social.Empresas que tivessem 100 ou mais empregados. a má distribuição da mão de obra e da renda. fatos estes que combinados .11. a critério da autoridade competente em matéria de Segurança e Higiene no Trabalho. que tratava de assuntos referentes a CIPA foi alterado e ficou conforme o seguinte texto: Art.

cujos resultados em termos da Segurança no Trabalho são excelentes. Coordenação. Temos assim grandes contrastes. Execução. . com ações modificadoras que revertam este quadro desfavorável para uma situação mais compatível comparativamente as nações econômica e socialmente mais desenvolvidas. Organização. Constância de propósitos. da educação. Treinamento constante. ao lado de empresas tecnicamente e socialmente não adequadamente estruturadas. Como descreve Alvin Tofler em seu livro “A terceira onda”. existindo empresas com um alto grau de desenvolvimento técnico e social. social e da cidadania de modo a melhorarmos as condições de vida. da habitação e do trabalho no Brasil e no mundo. da saúde.com os programas educacionais. no Brasil temos presentes simultaneamente as 3 ondas básicas de desenvolvimento que ocorreram nas principais nações do mundo:    O desenvolvimento Agrícola. Assim sendo. Ética e Humanismo. Decisão. pagando com a sua saúde e a com a sua vida. Isto requer de todos nós atitudes reconhecidas como as chaves de sucesso no alcance de objetivos maiores e marcas de excelência em termos de Segurança e Qualidade de Vida. Em vista disto ocorrem os resultados tão ruins relativamente aos principais índices de Segurança do Trabalho. tais como:           Ideais maiores. atingem e prejudicam principalmente as trabalhadores e as classes sociais menos favorecidas. todavia não deve nos desestimular. Comunicação. a ponto do Brasil situar-se atualmente entre as 15 piores nações em termos de Segurança do Trabalho no mundo. E o desenvolvimento da Tecnologia da Informação. cujos trabalhadores sofrem as conseqüências. mas sim motivar na busca de um desenvolvimento mais equilibrado. Ciência. da saúde e habitacionais ainda deficientes. buscando o desenvolvimento tecnológico acompanhado do desenvolvimento econômico. Planejamento permanente. sem a mínima responsabilidade social. o grande desafio a ser vencido em nossa Sociedade continua sendo o de progredirmos em harmonia e equilíbrio. Esta situação. O desenvolvimento Industrial.

U. entre outras diversas tantas existentes:        Constituição Federal de 1988.3 – Situação Atual em termos das Leis. 129. art. aspectos Políticos. Súmula 229 do Supremo Tribunal Federal. art.1943. Decretos e Leis vigentes constantes da Legislação Complementar.1 .452 de 01. atualizada pela Lei nº 6. Portarias e Regulamentações: . Normas. 1522. Decreto nº 2172/97. Dados Estatísticos: 4. 132. Art. §1.067. da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro. 4 – Segurança no Trabalho. * Responsabilidades Civil e Criminal por Acidente do Trabalho: Sob o aspecto das Responsabilidades Civil e Criminal por Acidente do Trabalho temos. Econômicos. Artigos 159.085 de 15 de janeiro de 2002 o qual promulgou a Convenção nº 174 da OIT. 1524 do Código Civil. Capítulo V .12. aprovadas pela Portaria nº 3. no Brasil e no mundo.514. Normas e Portarias abaixo colocadas. Responsabilidade Criminal: Artigos 15.3.A regulamentação referente a Segurança e Medicina do Trabalho atualmente são regidas pelas seguintes Leis. Normas Regulamentadora (NR). (Decreto Lei nº 5. Demais Portarias. bem como. inclusive no que tange as . 23. a Recomendação nº 181 sobre a Prevenção de Acidentes Industriais Maiores. 157.05. de 22 de janeiro de 1977). Decreto nº 4. Consolidação das Leis do Trabalho – CLT.Instituições Governamentais e Entidades não Governamentais ligadas a Segurança e Medicina do Trabalho: É de a máxima importância termos uma visão global das várias Instituições Governamentais e não Governamentais e das diversas Entidades que atuam e interagem nas questões relacionadas a Segurança e Medicina do Trabalho. de 22 de janeiro de 1977 (D.1977). 1521. 160.Segurança e Medicina do Trabalho.O. Sociais. de 08 de junho de 1978. Educativos.214. 121. Normas Regulamentadora Rurais (NRR). do Código Penal. (vide em anexo):          Responsabilidade Civil: Art. aprovadas pela Portaria n0 3. de 12 de abril de 1988. Lei nº 6.514. 30. 157 da CLT. Decreto nº 2172/97.

recomendações mais recentemente indicadas. Marinha e Aeronáutica) Ministro: Do Desenvolvimento Agrário Ministro: Do Desenvolvimento. Indústria e Comércio Exterior Ministro: Do Desenvolvimento Social e Combate à FomeMinistro: Da Educação Ministro: Do Esporte Ministro: Da Fazenda Ministro: . Governo no Brasil: MINISTÉRIOS : Da Agricultura. das tendências que podemos verificar no panorama mundial da Segurança do Trabalho. bem como. Pecuária e Abastecimento Ministro: Casa Civil da Presidência da República Ministra: Das Cidades Ministro: Da Ciência e Tecnologia Ministro:Das Comunicações Ministro: Controladoria-Geral da União Ministro Chefe: Da Cultura Ministro: Da Defesa (Comandos: Exército.

SSST órgão de âmbito nacional competente para coordenar.gov. Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho .Da Integração Nacional Ministro: Da Justiça Ministro: Do Meio AmbienteMinistro: De Minas e Energia Ministro: Do Planejamento.br/) e seus Órgãos Regionais do MTb. atribuições de fiscalização e/ou orientação às empresas.saude. órgão regional competente para executar as atividades relacionadas com a segurança e medicina do trabalho.http://www. nos limites de sua jurisdição. estaduais e municipais. é muito importante conhecermos e acessarmos os seguintes Órgãos Governamentais e Não Governamentais em seus respectivos sites. controlar e supervisionar as atividades relacionadas com a Segurança e medicina do trabalho. Ministério da Previdência Social . Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho – DSST (Órgão do MTE). Órgãos Federais. mediante convênio autorizado pelo Ministro do Trabalho.mpas. Estaduais e Municipais: . os seguintes:          Ministério do Trabalho e Emprego – MTE (http://www. Orçamento e GestãoMinistro: Da Previdência Social Ministro: Das Relações Exteriores Ministro: Da Saúde Ministro: Do Trabalho e EmpregoMinistro: Dos Transportes Ministro: Do TurismoMinistro: Observação: Para um melhor conhecimento e entendimento da matéria. Ministério da Saúde – http://www. MPT.Podem ainda ser delegadas a outros Órgãos Federais. quanto ao cumprimento dos preceitos legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho. como por exemplo.br/.br/. .mte.gov. Delegacias Regionais do Trabalho – DRT. orientar. Secretaria de Segurança e Medicina do Trabalho – SSMT.gov.

4.org. CREA – SP (http://www. acidentes estes ocorridos nos diversos setores industriais. transcrevemos abaixo alguns dados estatísticos e informações pesquisadas:  Ano de 1965: Conforme pgs. cujos “Links” são encontrados nos diversos “Sites” e Portais de Segurança e Medicina do Trabalho que existem.000.br/).Associação Brasileira dos Profissionais de Higiene e Seg.br/).abraphiset. 4.br/.org.br/). 946 e 947 do livro “Instalações Elétricas. Anest . ABPA – Associação Brasileira para Prevenção de Acidentes (http://www. Abraphiset . dos quais 2.anest.657 foram mortais.Federação Nacional dos Técnicos de Segurança do Trabalho.fundacentro. no que se refere as medidas para melhoria das Condições de Saúde e Segurança no Trabalho.abpa.cjb.org. do Trabalho Http://www.org).br). Anent .org.anent.  Período de 1970 até 2003 (33 anos): Conforme estatísticas da Previdência Social.Http://www.br/.oitbrasil. Brasil. a média anual dos acidentes com lesão foram da ordem de 400.sobes.org. 1. Os dados acima não incluem acidentes domésticos. Hemus Editora Ltda” em 1965.org.gov.br/. conforme dados Instituto Nacional para Seguros contra Acidentes do Trabalho – INAIL foram denunciados 1. no período de 33 anos.886 acidentes do trabalho. Antonio Bossi e Ezio Sesto. .opas. sendo que dentre estes.                 Fundacentro – Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Medicina e Segurança do Trabalho (http://www.Associação Nacional de Enfermagem do Trabalho .br/.ibge.br/).gov.Associação Nacional de Engenharia de Segurança do Trabalho Http://www.creasp.anamt.000 foram de acidentes fatais. IBGE http://www. A título de exemplos. OMS/OPAS – Organização Mundial da Saúde (http://www. SOBES – Sociedade Brasileira de Engenharia de Segurança http://www. SAUDE E TRABALHO ON LINE.com.189 (44.7 %) se referiam aos acidentes em Instalações Elétricas.084. ABHO – Associação Brasileira de Higienistas Ocupacionais (http://www.br/ Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. FENATEST .abho. ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas (http://www.br/.org.com.abnt. OIT – Organização Internacional do Trabalho (http://www. Várias outras entidades nacionais e internacionais.net/. ABMT – Associação Brasileira de Medicina do Trabalho. Destes acidentes ocorridos. ANAMT – Associação Nacional de Medicina do Trabalho (http://www.2 – Dados Estatísticos relativos aos Acidentes do Trabalho no Brasil e no mundo: O Acompanhamento periódico dos dados Estatísticos referentes à Segurança do Trabalho é da máxima importância para analisarmos e verificarmos em que situação nos encontramos e quais as ações necessárias de serem tomadas.

84 5.736 23.469 3.75 1.64 13.792.384 5.79 1.8 10.488 3.001 4.8 7.9 8.0 8.35 14. Nota-se haver uma incoerência de resultados no que se refere às curvas dos índices de Incidência e o do Coeficiente de Letalidade.824 4.6 Observação:   Os dados indicados na Tabela supracitada acima são retirados de estatísticas oficiais.7 9.8 3.05 11.858 22.165.913 29.84 1.022 12.896 3.35 1.968 2.72 19.23 15.993.967 4.341 387.077.5 6. .689 3.304 424.5 7.8 4.E´ = C= Bx100/A N° de D Óbitos por 100.66 1.861 693.06 16.69 1.666 3.75 14.25 2.6 10.220.5 6.523 3.582 (por 1000) trabalhadores 30.5 9.180 16.355 22.83 30.753 2.755.55 1.491.09 25.672 640.843 23.8 11.05 2.39 1.265 26.29 21.927 1.514 426.875 22.5 8.1 7.241 23.1 9.966.15 15.6 1.686.106.251 393.667.26 1.000 E= Dx1000/B Coeficiente de Letalidade A Ano Empregados Segurados B Acidentes Registrados Incidência N° de Óbitos (%) 1970 1975 1980 1985 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 (*) 2001 (*) 2002 (*) 2003 (**) 2004 2005 7.110 1.4 8.094 2.544.838.284.35 18.312 24.464.790 532.820 363.129 3.05 16.8 2.187 18.635 24.755.629 26.232 4.428 24.2 8.272.897 28.81 2.355 20.71 1.74 7.40 1.343 414.228.793 3.027 23.355 4.683.455 421.868 340.916.2 10.140.36 3.996.137 395.071 390.88 15.187 1.06 23.960 388.211 1. respectivamente colunas “C” e “E”.

000 / 424.137 = 9. Saúde e Meio Ambiente. ou seja. tais como os seguintes: o o o o 7.81. Dados recentemente divulgados pelo Ministério do Trabalho indicam que o Brasil está entre as 15 nações com maior número de acidentes do trabalho no mundo. Portugal = 1. 4.000 de acidentes do trabalho registrados neste período de período 30 anos.480 mortes por . em média 1. Brasil = 3.2003). (**) Dados preliminares. Além disto. Nicarágua = 9. EUA = 0.7 na Suécia.000 ficaram inválidos. (Ver artigo publicado em A Tribuna de 26. no Brasil de 1971 até 2000 (período de 30 anos).000 trabalhadores por ano.5 na Alemanha.000 de acidentes por ano. Ocorrência de mais de 30. por ocasião do IX Encontro Nacional de Segurança. com uma média de 10. índice este comparativamente bastante acima dos índices dos demais países. ou seja. 2.000 trabalhadores. o prejuízo anual no Brasil devido a indenizações e tratamentos médicos decorrentes dos acidentes do trabalho a que ocorrem é da ordem de R$ 20 bilhões.  (*) Sujeito a revisão.97.07. Espanha = 2.35 (conforme os dados da tabela supracitada). Ano de 1. tivemos o seguinte quadro:     Perderam a Vida mais de 120. em média 4.01.967*1. E = Dx1000/B).000 trabalhadores. Esta cifra seria suficiente para construção de 1 (um) milhão de casas populares ou de 70. México = 2.000. informe da Organização Internacional do Trabalho – OIT divulgado em Genebra na Suíça no dia Internacional do Trabalho mostra que as doenças e acidentes relacionados ao trabalho no mundo provocam a cada ano 2 milhões de óbitos.95.2 na Finlândia.000 escolas. De outro lado.995 Mortos por 1.6 acidentes para cada 100. Com um índice de 12.10. realizado em 2002 em Santos no Mendes Convention Center. 5. cerca de 5.000.000 Acidentes de Trabalho (Coeficiente de Letalidade.6 registrados na França. ou seja. o Informações complementares: Conforme artigo recentemente publicado em “A TRIBUNA”.000 trabalhadores inválidos por ano. Cerca de 300.

dia onerando a economia global em pelo menos US$ 1. Taxa de Freqüência e Taxa de Gravidade: Relativamente aos dados estatísticos é muito importante que se determine. sugere a elaboração e acompanhamento dos seguintes Indicadores:  Taxas de Freqüência (total. ou seja. R. mensalmente. Ou seja: Taxa de Freqüência = nº total de acidentes * 1. Observações:    O numerador da Taxa de Freqüência é expresso pelo Número Total de Acidentes ocorridos no período de avaliação. . analise e acompanhe periodicamente as Taxas de Freqüência.25 trilhões equivalente a 4% do Produto Interno Bruto do mundo.59 e 60 do livro “Prevenção de Acidentes nas Indústrias”.  Taxa de Gravidade. trabalhadas. O numerador da Taxa de Gravidade é expresso pelo Número Total de Dias Perdidos mais os Dias Computados devido aos acidentes no período de avaliação. Ou seja: Taxa de Gravidade = nº total de dias perdidos * 1.3 – Principais Indicadores de Desempenho utilizados na Segurança do Trabalho. e Taxas de Gravidade. 1975). trabalhadas.000 / nº total de h. O denominador das duas expressões anteriores. Ediouro.000 / nº total de h. Observação: A NB 18 (ABNT. (Ver artigo publicado em A Tribuna de 02/05/2003). Veja exemplo de cálculo nas pgs. anualmente. h. 4. h. com perda de tempo e sem perda de tempo). Taxas de Freqüência e de Gravidade é expresso em horas trabalhadas em um determinado período de tempo. 58.000. Peixoto. etc. W.

É importante que conheçamos estas informações para que haja uma conscientização do alto poder de destruição revelado por estes acidentes.mte. Ácido e Dióxido Sulfúrico 92 1933 Alemanha Explosão em Fundição / Gás 65 1934 China Incêndio em Gasômetro / Gás 42 1935 Alemanha Explosão em Fábrica de Explosivos / Dinitroluok.Tabela 1 . os quais também precisam ser pesquisados e conhecidos. do Ministério do Trabalho e Emprego – MTE . Semelhantemente aos acidentes ocorridos no ramo Químico.800 1921 Alemanha Explosão em Fábrica / de Nitrato e >500 1926 EUA Explosão em Depósito de Munições / Trinitrotoluol 21 EUA Vazamento de Tanques / Cloro 40 1929 EUA Incêndio com gases Tóxicos em / Nitrogênio. ocorreram também acidentes de gravidade e conseqüências em diversos outros ramos de atividades perigosas existentes no mundo. bem como. Data País Tipo de Acidente / Substância Mortes 1917 Escócia Explosão de Navio / Explosivos militares 1. inclusive combustíveis e explosivos. bem como. Isto nos possibilitará agir de forma mais direcionada e eficaz na solução dos problemas de segurança existentes. Sob este aspecto é interessante que se consulte sempre as estatísticas e dados do Ministério da Previdência e Assistência Social – MPAS. inclusive caracterizando os tipos das instalações e das substâncias perigosas envolvidas.gov. e Monóxido de Carbono 119 1930 Bélgica Gases Tóxicos na Atmosfera / Fluoreto de Hidrogênio.br/). suas principais causas e perdas de vidas decorrentes (Foram registrados os acidentes com mais de 20 mortes). ANEXO I: .Acidentes químicos ampliados em nível global com mais de 20 óbitos do início do século até 1969. Trinitrotoluol 1939 Romênia Vazamento em Indústria Química / Cloro 60 1942 Bélgica Explosão / Nitrato de Amônia 60-80 . É muito importante estabelecer e conhecer a relação das causas e efeitos. para os vários tipos de acidentes ocorridos.(http://www. Outras medidas de avaliação da gravidade (número médio de dias perdidos em conseqüência de incapacidade temporária total. Assim sendo nas duas tabelas abaixo colocadas encontramos dados de Acidentes de Grande Porte ocorridos no mundo. abaixo indicados. envolvendo Produtos Químicos diversos. número médio de dias perdidos em conseqüência de incapacidade permanente e tempo médio computado).

de et al [1995] Tabela 2 . / Butadieno e 60-80 1944 EUA Explosão de Nuvem de Gás / GLN 130 1947 França Explosão de Navio Cargueiro / Nitrato de Amônia 21 EUA Explosão de Caminhão em Ind. Acidente em Fábrica Prod. / Éter Dimetílio 209 Alemanha Explosão em Metalúrgica / Poeira de Carvão 50 1950 México Vazamento em Fábrica / Sulfeto de Hidrogênio 22 1959 EUA Explosão de Caminhão em Rod.S.1943 Alemanha Explosão de Caminhão em ind.Acidentes químicos ampliados em nível global com mais de 20 óbitos de 1970 até 1984. / Gás Líquido de Petróleo 26 1966 França Explosão em Refinaria / Propano e Butano 21 1968 Alemanha Explosão em Indústria / Cloreto de 24 Japão Contaminação da água por uma / Cádmio 100 Fonte: Freita.S. Químico 300 Irlanda Explosão de tanque de Óleo / Óleo 55 China Naufrágio de um Navio de / Óleo 72 EUA Explosão e Incêndio em Tanque / Óleo Cru 32 1980 Índia Explosão em 2 Fábricas / Explosivos 40+80 Irã Explosão em Depósito de Explosivos / Nitroglicerina 80 Espanha Explosão / Explosivos 51 . Nitrato e carbamide 1978 Espanha Acidente de Transporte Rodoviário / Propileno 216 México Explosão / Butano 100 México Explosão de Gasoduto / Gás 58 Explosão de um Vagão Tanque / GLP 25 1979 U. C. M. Data País Tipo de Acidente / Substância Mortes 1970 Japão Explosão / Gás 92 1972 EUA Explosão de Coqueria / Propano 21 Japão Vazamento em 6 indústrias / Desconhecido 76 Brasil Explosão em Refinaria / Propano e 38 1973 EUA Incêndio em / GLP 40 1974 Inglaterra Flixborough / Vazamento seguido de Explosão em / Ciclohexano 28 1976 Finlândia Explosão / Explosivos 43 1977 Coréia Sul Explosão de Trem / Explosivos 56 Colômbia Vazamento em Indústria de / Amônia.R.

500 evacuados e 93 mortes 1984-Índia. 561 mortes 1943 – Alemanha. explosão barco. 200. Vila Socó. San Carlos.Tailândia Explosão de Armamentos / Explosivos 54 1981 Venezuela Explosão / Hidrocarbureto 145 México Descarrilamento de Trem / Cloro 28 1982 Canadá Naufrágio em Navio de Óleo / Óleo 84 EUA Incêndio em Navio de Óleo / Óleo 51 Noruega Naufrágio de Navio de / Óleo 123 Espanha Explosão / Explosivos 51 Tailândia Explosão de Munições / Explosivos 54 Venezuela Explosão / Hidrocarbonos 145 1983 Brasil Explosão de Trem / Diesel e 45 1984 Brasil Explosão de Oleoduto / Petróleo (Vila Socó – Cubatão) 508 Brasil Explosão em Plataforma de Petróleo / Petróleo 40 México Explosão de Reservatório / Gás Líquido de 550 Índia Bophal / Vazamento em Indústria Química / Isocianato de Metila >2. de et al [1995].Holanda.400 feridos e 650 mortes 1984 . 550 mortes . cidade do México.000 intoxicados e agressão ao Meio Amb. Bhopal. 245 mortes 1944 .México. M. 6. 14 mortes 1976 – Itália. C. bola de fogo.EUA. Seveso. 317 mortes 1984 . intoxicação e dano ao meio ambiente 1978 .Egito. explosão. incêndio. fogo. 136 mortes 1947 . San Juan. 53 feridos e 39 mortes 1974 – Inglaterra. 81 feridos e 18 mortes 1972 . Cleveland. explosão. Cubatão. Oppau.Alemanha. vazamento. Texas.Brasil.500 Paquistão Explosão de Gasoduto / Gás Natural 60 Romênia Explosão em Fábrica 100 Índia Transporte Rodoviário / Petróleo 60 Fonte: Freita.Ver adiante a Convenção OIT 174 e o Decreto Lei 4085 de 15 de janeiro de 2002. explosão. bola de fogo. 3.França. explosão. Flixborough.México. Feyzin. LISTAGEM DOS ACIDENTES AMPLIADOS / MAIORES OCORRIDOS ( *) : (*) . 4. explosão. explosão. explosão. 200 feridos e 206 mortes 1983 .Espanha. explosão de tanque de GLP.EUA. rio Nilo.Brasil.000 mortes 1984 . Beek.000 feridos e 552 mortes 1966 . 1921 . Duque de Caxias. explosão de carga de GLP. Ludwigshaffen. 104 feridos e 28 mortes 1975 .

o risco e o alto grau de destruição dos acidentes com:        Vazamentos de produtos inflamáveis e/ou produtos tóxicos. envolvendo atividades das mais diversas áreas e especializações existentes.Higiene e Segurança do Trabalho em geral.Brasil. explosão.URSS. Química. Finanças. Recursos Humanos.Guizhou. Família. Medicina. Das explosões.EUA. Das ocorrências semelhantes às acima colocadas. China. Sociologia. Tecnologia. Índia. Chernobyl URSS. vazamento de 40 ton de petróleo. Saúde. Thailandia. Ergonomia. Economia. 59 feridos e 9 mortes 1988 . Malásia.1 . Ucrânia. as seguintes: Administração. Física. 5 . China. as quais interagem entre si.Zasiadko. 52 feridos 63 mortes 1993 . Chernobyl 1987 . Engenharia. inclusive Segurança em Instalações Elétricas: 5. Observações: . 35 feridos e 35 mortes 1991 . Educação. Construção Civil. mais de 200 feridos e 5 mortes 1993 . Petroquímica. como por exemplo.Seul.Tailândia.Áreas de Conhecimentos envolvidas: A Higiene. Transporte. E diversos outros ramos de atividade existentes em nossa Sociedade e Economia.000 aves mortas 1990 . Estatística. Matemática. Dos naufrágios. explosão de gás Metano em um mina de carvão 2001 .Hubei. explosão. Processos Industriais. Das descargas atmosféricas. incêndio e dano ao meio ambiente. Organização.EUA. Segurança e Medicina do Trabalho inclui uma gama de conhecimentos bastante variada e extensa.Nagothane. Construção e Montagem. plataforma de petróleo. Houston. com 11 mortes 2001 . explosão. Enfermagem. 23 mortes 1989 .Bagkok. Bangladesh. explosão. Gestão. Pesquisas. Comunicação. Biologia. Correa.1986 . Planejamento.Dhaka. mais de 17 feridos e 36 mortes Observação: Das ocorrências e dos exemplos acima colocados constatamos o perigo. Psicologia. fogo em fábrica de foguetes 2000 . 60 feridos e 40 mortes 1991 . 100. História. Dos incêndios. Energia. explosão. explosão em mina de carvão. 39 feridos e 7 mortes 1991 . Política. incêndio. Dos curtos-circuitos.Sungei Buloh. Direito. explosão. Alaska.

além de todos os conhecimentos técnicos envolvidos. Código Atividades Grau de Risco . Além disto. 5. vide NR-4. planejada e em equipe. É importante. para o bom conhecimento da Segurança do Trabalho é necessário que se tenha. por exemplo: * Pensarmos globalmente e atuarmos localmente (por razões econômicas). A – AGRICULTURA. * Trabalharmos com constância de propósitos. * Trabalharmos de maneira organizada. cujo resumo colocamos abaixo: Quadro I – Classificação Nacional das Atividades Econômicas – CNAE (Tabela parcial e resumida.Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE da Norma Regulamentadora – NR 4 – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. Quadro I). PECUÁRIA. * Conhecermos o todo.Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE da NR 4 – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho: A visão e o conhecimento dos diversos e diferentes campos de atividades econômicas e sociais existentes no país. Para iniciar é muito útil então conhecermos e consultarmos o Quadro I . uma visão histórica. Segurança e a Medicina do Trabalho tem uma natureza multifacetada.   É por isto que se diz que a Higiene.2 – Quadro I . holística e sistêmica dos acontecimentos. os quais demandam e utilizam o trabalho das pessoas e o respectivo Grau de Risco é de suma importância. SILVICULTURA E EXPLORAÇÃO FLORESTAL. * Acessarmos e nos comunicarmos com todas as áreas da empresa e pessoal envolvido. desde o chão de fábrica até a presidência da Empresa.

50-3 01.13-9 01.15-5 01. EXPLORAÇÃO FLORESTAL E SERVIÇOS RELACIONADOS COM ESTAS ATIVIDADES.44-9 01.21-0 01. Agricultura e Atividades dos 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 . Produção de Lavouras Temporárias Cultivo de cana-de-açúcar Cultivo de soja Horticultura e Produtos de Viveiro Cultivo de hortaliças. Exceto Atividades Veterinárias.5 01. Exploração Florestal e Serviços Relacionados com estas Atividades. SILVICULTURA.12-7 B5 05. PESCA. AQÜICULTURA E ATIVIDADE DOS SERVIÇOS RELACIONADOS COM ESTAS ATIVIDADES.01 01. Silvicultura.1 AGRICULTURA.31-7 01.32-5 01. PESCA. Atividades de serviços relacionados com a agricultura Atividades de serviços relacionados com a pecuária.1 01.11-9 02. Pesca.45-7 01.61-9 01.1 02.41-4 01. exceto atividades veterinárias.6 01.4 01. legumes e especiarias hortícolas. Silvicultura Exploração florestal. PECUÁRIA E SERVIÇOS RELACIONADOS COM ESSAS ATIVIDADES.2 01.3 01.62-7 2 02. Produção de Lavouras Permanentes Cultivo de frutas cítricas Cultivo de café Pecuária Criação de bovinos Criação de suínos Criação de aves Produção Mista: Lavoura e Pecuária Produção mista: lavoura e pecuária Atividades de Serviços Relacionada com a Agricultura e Pecuária.

10-9 14.11-8 C10 10. EXTRAÇÃO DE CARVÃO MINERAL Extração De Carvão Mineral. Extração de pedra.20-7 13 13.Exceto a prospecção realizada por terceiros EXTRAÇÃO DE MINERAIS METÁLICOS.25-0 14 14.2 14. EXTRAÇÃO DE PETRÓLEO E SERVIÇOS CORRELATOS Extração de Petróleo e Gás Natural Extração de petróleo e Gás Natural Serviços Relacionados com a Extração de Petróleo e Gás . Areia e Argila. FABRICAÇÃO DE PRODUTOS ALIMENTÍCIOS E BEBIDAS Abate e Preparação de Produtos de 3 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 .2 11.2 13.29-0 D15 15. areia e Argila.1 11.05. Extração De Outros Minerais NãoMetálicos Extração e refino de sal marinho e salgema Extração de outros minerais NãoMetálicos INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO.21-8 13.22-2 14.1 14.04 11 11. Pesca INDÚSTRIAS EXTRATIVAS.10-2 13. Extração de Minério de Ferro Extração de minério de ferro Extração de Minérios Metálicos NãoFerrosos Extração de minério de alumínio Extração de minério de manganês Extração de minerais radioativos EXTRAÇÃO DE MINERAIS NÃOMETÁLICOS Extração de Pedra.Exceto a prospecção realizada por terceiros Serviços relacionados com a extração de petróleo e gás .1 Serviços Relacionados com estas Atividades.10-04 11.1 13.23-4 13.

2 15.41-5 15. preparação de produtos de carne.23-7 15.61-0 15.42-3 15.14-8 15. Preparação e preservação do pescado e fabricação de Conservas de peixes.6 15.84-9 15.53-9 15. Preservação e Produção de Conservas de Frutas.82-2 15.4 15.62-8 15.89-0 15.32-6 15.7 15. confeitaria e pastelaria.51-2 15.15. Legumes e Outros Vegetais.11-3 15. crustáceos e moluscos.3 15. Produção de sucos de frutas e de legumes Produção de Óleos e Gorduras Vegetais e Animais Produção de óleos vegetais em bruto Refino de óleos vegetais Laticínios Preparação do leite Fabricação de produtos do laticínio Beneficiamento de arroz e fabricação de produtos do arroz Moagem de trigo e fabricação de derivados Fabricação de farinha de mandioca e derivados Fabricação e Refino de Açúcar Usinas de açúcar Refino e moagem de açúcar Torrefação e Moagem de Café Torrefação e moagem de Café Fabricação de Outros Produtos Alimentícios Fabricação de produtos de padaria.81-4 15.31-8 15.52-0 15.9 Carne e de Pescado Abate de reses.12-1 15. Processamento. Fabricação de biscoitos e bolachas Fabricação de massas alimentícias Fabricação de outros produtos alimentícios Fabricação de Bebidas 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 .8 15. Abate de aves e outros pequenos animais e preparação de produtos de carne.71-7 3 15.

Siderúrgicos.3 17.0 16. Extração de Minérios. Petroquímicos.SESMT. Fabricação de Artefatos Têxteis a Partir de Tecidos – Inclusive Vestuário .Inclusive Fiação e Tecelagem Tecelagem de algodão 3 Tecelagem de fios de fibras têxteis 3 naturais Serviços de Acabamento em Fios. 3 Fabricação de refrigerantes e refrescos 3 FABRICAÇÃO DE PRODUTOS DO FUMO Fabricação de Produtos do Fumo Fabricação de produtos do fumo 3 FABRICAÇÃO DE PRODUTOS TÊXTEIS Beneficiamento de Fibras Têxteis Naturais Beneficiamento de algodão 3 Beneficiamento de outras fibras têxteis 3 naturais Fiação Fiação de algodão 3 Fiação de outras fibras têxteis naturais 3 Fiação de fibras artificiais ou sintéticas 3 Tecelagem .e de Outros Artigos Têxteis. Transporte e diversos outros. Químicos.6 Fabricação de vinho 3 Fabricação de malte. Mecânica Pesada.32-9 17.93-8 15. Observações:   Vide na NR – 4: Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho .5 17.1 17. como os da Refinação de Petróleo. Complementando esta linha de conhecimento o passo seguinte é o de conhecermos os diversos processos industriais existentes.23-0 17.21-6 17.19-1 17.31-0 17.92-0 15.95-4 16 16.15. o Quadro I acima referido onde encontramos uma listagem completa de todos os ramos de Atividades Econômicas.2 17.00-4 17 17. 5. Metalúrgicos. Na literatura técnica encontramos muitas obras publicadas. cervejas e chopes.11-6 17. inclusive com o seu respectivo Grau de Risco em uma escala de 1 (um) a 4 (quatro). Tecidos e Artigos Têxteis.22-1 17.3 – Acidentes no Trabalho: .

nos termos do artigo anterior. A doença endêmica adquirida por segurado habitante de região em que ela se desenvolva. 2. da capacidade para o trabalho. relatando as ocorrências de Acidentes no Trabalho no Brasil e no mundo. 5. de 24 de julho de 1991. A inerente a grupo etário. em que o trabalho é realizado e com ele se relacione diretamente.Diariamente.213. Estas notícias descrevem e nos revelam os altos índices de Acidentes do Trabalho ocorridos no Brasil. provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte ou a perda ou redução. 4. as seguintes entidades mórbidas: I . umas abrangentes.Doença profissional.19: Acidente do Trabalho: é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa ou pelo exercício do trabalho dos segurados referidos no inciso VII do art. outras mais breves.  Art. Estes acidentes além de vitimarem a parte mais fraca da cadeia produtiva. II . Doença degenerativa. §1o Não são consideradas como doença do trabalho: 1. encontramos notícias.Doença do trabalho. índices estes bem acima dos índices das demais nações evoluídas do mundo. Dispõe sobre os Planos de Benefícios da Previdência Social e dá outras providências. Que não produza incapacidade laborativa. os trabalhadores e suas famílias causam prejuízos de grande monta à Previdência Social e à Saúde do nosso país. 11 desta Lei. com estatísticas da situação em geral. . assim entendida a adquirida ou desencadeada em função de condições especiais. conforme divulgado pelos diversos meios de comunicação. permanente ou temporária. revistas especializadas e pela televisão. ou seja. constante da relação mencionada no inciso I.4 – Definição Legal do Acidente no Trabalho: * Lei nº 8. 3. assim entendida a produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar a determinada atividade e constante da respectiva relação elaborada pelo Ministério do Trabalho e da Previdência Social.  Art.20: Consideram-se Acidentes do Trabalho. salvo comprovação de que resultante de exposição ou contato direto determinado pela natureza do trabalho. tais como: jornais.

Ato de imprudência.  Art. III . embora não tenha sido a causa única. . b) . para efeitos desta Lei: I . d) .Em viagem a serviço da empresa. para redução ou perda da sua capacidade para o trabalho. em conseqüência de: a) . haja contribuído diretamente para a morte do segurado. independentemente do meio de locomoção utilizado.Na execução de ordem ou na realização de serviço sob a autoridade da empresa. por motivo de disputa relacionada com o trabalho. a Previdência Social deve considerá-la acidente do trabalho.O acidente ligado ao trabalho que. II . inclusive veículo de propriedade do segurado. quando financiada por esta. IV .§2o Em caso excepcional constatando-se que a doença não incluída na relação prevista nos incisos I e II deste o artigo resultou das condições especiais em que o trabalho executado e com ele se relaciona diretamente. inclusive para estudo. inundação. c) .A doença proveniente de contaminação acidental do empregado no exercício de sua atividade.Ato de pessoa privada do uso da razão. b) .O acidente sofrido pelo segurado no local e no horário do trabalho. para melhor capacitação da mão-de-obra. inclusive de terceiro. incêndio e outros casos fortuitos ou decorrentes de força maior. d) .O acidente sofrido pelo segurado. sabotagem ou terrorismo praticado por terceiro ou companheiro de trabalho. ainda que fora do local e horário de trabalho: a) . dentro de seus planos.Na prestação espontânea de qualquer serviço a empresa para evitar-Ihe prejuízo ou proporcionar proveito. ou produzido lesão que exija atenção médica para a sua recuperação.No percurso da residência para o local de trabalho ou deste para aquela.Ato de agressão.Ofensa física intencional. de negligência ou de imperícia de terceiro ou de companheiro de trabalho. c) . inclusive veículo de propriedade do segurado. e) .21: Equipara-se também ao acidente do trabalho. qualquer que seja o meio de locomoção.Desabamento.

Fatores Circunstanciais: o o Problemas familiares.ATOS INSEGUROS: Os atos inseguros são geralmente definidos como causas de acidentes do trabalho que residem exclusivamente no fator humano. facilitando a compreensão das suas causas e possibilitando assim a atuação e a implantação de medidas preventivas que protejam e impeçam a ocorrência de novos acidentes. abalos emocionais. Excesso de autoconfiança. * Causas: As causas dos atos inseguras por sua vez podem ser devidas: A . aqueles que decorrem da execução de tarefas de forma contrária as normas de segurança. alcoolismo. Percepção. 5. entre outros.§1o Nos períodos destinados a refeição ou descanso. resultante de acidente de outra origem. Como por exemplo: o o o Falta de atenção. D .Inadaptação entre o Homem e a Função. B .5 – Causas Verificadas. De um modo restrito as causas dos acidentes do trabalho são classificadas como: I . doenças. C . E outros atos.Fatores Constitucionais: o Idade. ou por ocasião da satisfação de outras necessidades fisiológicas. Sexo. o empregado é considerado no exercício do trabalho.Desconhecimento dos Riscos da Função e/ou Formas de Evitá-los: . Análise das Causas e Classificação das Causas dos Acidentes do Trabalho: A Análise das Causas dos Acidentes do Trabalho consta de estudos que nos levam ao conhecimento de como e por que os acidentes ocorreram. isto é. Discussão com colegas. §2o Não é considerado agravamento ou complicação de acidente do trabalho a lesão que. se associe ou se superponha às conseqüências do anterior. no local do trabalho ou durante este. entre outros.

como as que ocorreram com a Cia. estimulando o emprego de políticas econômicas não adequadas. piso defeituoso. bem como. 5. mas devido às necessidades e circunstâncias impostas por um mercado globalizado. colocam em risco a integridade física e mental do trabalhador. Estas privatizações. predatório e socialmente desestruturadas. tivemos os casos de diversas privatizações realizadas no Brasil. Muitos trabalhadores terceirizados inclusive acabam trabalhando de modo informal. competitivo. fiação elétrica exposta. impostas pelos credores internacionais. como as ocorridas no Brasil na década de 90. Estas condições repercutiram negativamente em nossa economia. devido à possibilidade de o mesmo acidentar. Como por exemplo. da diminuição do poder de negociação dos Sindicatos.6 – Demais causas desfavoráveis as quais não podem ser ignoradas: Além das causas primárias das ocorrências ligadas aos Acidentes do Trabalho como as acima colocadas podem identificar outros fatores que favoreceram a ocorrência e o incremento dos acidentes do trabalho. causaram também o advento de políticas de terceirização da mão de obra. além causarem o desemprego em massa. as quais foram bastante desvantajosas para o nosso país. em conseqüência de períodos de crises da política e economia mundial. ou mesmo. podemos constatar que os índices de acidentes do trabalho são mais elevado aonde o trabalho foi terceirizado. A terceirização por sua vez quase sempre veio acompanhada pela perda dos direitos por parte dos trabalhadores. dado os elevados índices de desemprego ainda existentes em nosso pais. II . presente no local de trabalho. não por sua própria escolha.É comum um operário praticar atos inseguros por não ter conhecimento adequado sobre a forma recomendada de executar a operação. os quais tinham antes condições de lutar e defender os direitos dos trabalhadores e atualmente encontramse enfraquecidos. com raras exceções. com as Concessionárias de Telefonia e de Energia Elétrica e de Gás Natural. os quais não podem ser ignorados: Exemplo disto ocorreu no Brasil na década de 90: Conjunturas Econômicas bastante desfavoráveis. executadas precariamente. Vale do Rio Doce. Sem generalizar. Tais condições apresentam e como deficiências técnicas. .CONDIÇÕES INSEGURAS: São aquelas condições que. por desconhecer os riscos a que está sujeito. entre outros. Cabe aos técnicos e encarregados orientá-lo sobre as formas recomendadas e mais seguras de se realizar determinadas tarefas de risco envolvidas na função. Exemplo: Máquinas sem proteção.

em detrimento dos povos e economias das Nações emergentes e em desenvolvimento. trabalhista. terceirização da mão de obra e desemprego em massa. na produção e na manutenção. desobedecendo as exigências das Normas Regulamentadora. à política da “globalização” dos mercados. Alguns países desenvolvidos. contribuindo para a estagnação da economia. principalmente os de menor qualificação e renda. tomam medidas mais adequadas no caso da ocorrência do desemprego: Ocorrendo o desemprego os trabalhadores recebem. . preventiva e efetiva por parte dos Órgãos Públicos e Privados e pelos Sindicatos e o conseqüente descaso e desrespeito às leis específicas relativas Segurança no Trabalho por parte de empresas sem estrutura e sem qualquer compromisso social.Neste caso quando os acidentes ocorrem com dado a esta informalidade. Isto tem levado ao agravamento do quadro econômico e social dos países em desenvolvimento. a da competividade desigual. Além disto. o que acaba distorcendo as estatísticas de acidentes de trabalho. Estas condições inseguras por sua vez. na educação e na eliminação das causas dos Acidentes do Trabalho:  Despreparo educacional e profissional que atinge grande parte dos Trabalhadores.  Condições Inseguras do Trabalho: . social. educacional e da saúde ainda deficientes para as necessidades de nosso país. Freqüentemente atua-se mais nas conseqüências do que na prevenção. também cursos de especialização e de atualização profissional que os habilitam e capacitam a voltar mais rapidamente ao mercado de trabalho. como no caso do Brasil.Conforme acima referido as condições inseguras de trabalho são causadas na maioria das vezes por instalações irregulares e/ou obsoletas desrespeitando as recomendações ditadas pelas Normas Técnicas vigentes de instalações. a qual favorece sobretudo as potências economicamente mais fortes.  Falta de uma fiscalização mais intensa. causado por conjunturas políticas. prejudicando muito os trabalhadores. Conseqüentemente. tida como o “supra-sumo” da economia mundial. despreparo este. além do aumento dos índices de acidentes do trabalho. revelou-se agora em sua face oculta e mais cruel. acontece na maioria das vezes da CAT – Comunicado de Acidente do Trabalho não ser emitida. da educação. além do seguro desemprego. severa. causando graves problemas sociais. além da falta de infra-estrutura no país. além de procedimentos impróprios executados na operação. por exemplo. contínua. aumentaram também os índices da violência e da criminalidade no Brasil. bem como. ou seja. como a falta de moradias. econômicas. a crise da saúde pública. em grande parte são causadas pela falta de investimentos que permitam a execução de manutenção adequada. de melhorias e de modernização das instalações.

Morosidade da Justiça no que se refere à apuração, julgamento, e punição dos responsáveis pelos acidentes do trabalho ocorridos, bem como, a indenização de direito a ser recebida pelos trabalhadores e suas famílias, situações estas que, para não prejudicar o trabalhador, não deveriam tardar para serem resolvidas.

5.7 – Normas e Princípios Básicos da Segurança do Trabalho: No Brasil os princípios básicos da Segurança do Trabalho são ditados e orientados pelas Normas Regulamentadora – NR. A partir das NR podemos e devemos nos guiar, verificando as diversas situações de riscos que ocorrem nas instalações de uma empresa. As Normas Regulamentadora – NR por sua vez apóiam-se e se relacionam com as Normas Técnicas oficiais, estabelecidas pelos órgãos competentes, como as da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas e das demais Normas Técnicas existentes no mundo, tais como a ISO, a ASTM, a API, a ASME, a DIN, a BS a NF e todas as demais. No que tange a Eletricidade, a Norma Regulamentadora a ser seguida é a NR – 10 – Instalações e Serviços em Eletricidade, a qual deve ser complementada pelas diversas Normas Técnicas específicas para a Eletricidade, tais como:
o o o o

NBR 5410 - Instalações de baixa tensão; NBR 14039:03 - Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV; NBR 5414 / Instalações Elétricas de Alta Tensão; E demais normas.

É muito importante também que sejam seguidas às recomendações técnicas relativas a Segurança da Instalação e a Segurança do Trabalhador encontradas nos livros técnicos que regem o assunto, nos manuais técnicos das instalações e de seus componentes, nos treinamentos específicos, entre outras. A experiência acumulada das pessoas, das firmas que trabalham com seriedade e competência e das técnicas utilizadas em Concessionárias de Serviço Público é de suma importância também. Outro meio atual e de extrema valia que deve ser sempre levado em conta são as informações disponíveis em Páginas e Endereços da INTERNET dedicados a Segurança e Saúde no Trabalho. Para obtê-las devemos acessar principalmente os “Sites” das Universidades, das Entidades Governamentais e não Governamentais e de Empresas comprometidas com a SEGURANÇA, HIGIENE e MEDICINA do TRABALHO. 5. 8 – Principais Conceitos e Objetivos em Higiene e Segurança do Trabalho: SAÚDE OCUPACIONAL - SO:

* Funções Básicas: Essencialmente, a vida do Homem transcorre, na sua maior parte, em dois tipos de ambientes:
o o

O ambiente ocupacional ou local de trabalho; O ambiente de sua comunidade.

Cada um destes ambientes possui suas características próprias e atua sobre o organismo humano, o qual procura adaptar-se às forças, aos agentes e às tensões. Este processo de adaptação é muito lento e limitado, diante das rápidas e constantes mudanças do meio físico e do sistema de vida, o que acaba por provocar o aparecimento das doenças. Os ambientes ocupacionais, onde o trabalhador permanece, praticamente 1/3 de cada um de seus dias, têm sido sempre considerados como potencialmente mais nocivos à saúde, do que o ambiente da comunidade. O ambiente industrial, por exemplo, é na maioria das vezes bastante artificial. Nele são operadas máquinas perigosas; estão presentes agentes químicos potencialmente tóxicos; podendo haver excesso de ruído; temperaturas elevadas e fontes de radiação, etc. e em muitas ocasiões estas exposições atingem também a comunidade, através da poluição da água, do ar e do solo; criando graves problemas de saúde pública. Por elementar direito de sua condição humana, tal como foi reconhecido pela ONU (Organização das Nações Unidas), o governo de cada país têm o dever de zelar pela saúde dos seus trabalhadores. A responsabilidade pela vida e saúde de um trabalhador deve recair sobre o trinômio ESTADO – EMPRESA – TRABALHADOR, seja porque o estado terá gastado para a recuperação do indivíduo (quando possível) ou para a sua manutenção ou de seus dependentes, quando da morte ou invalidez, seja porque a empresa perde seu investimento em qualificação e material ou porque o próprio trabalhador incapacitado terá seu futuro (e de seus dependentes) muitas vezes comprometido. * Conceitos:

SAÚDE OCUPACIONAL - SO:

Conforme a OIT – Organização Internacional do Trabalho e a OMS – Organização Mundial da Saúde, a Saúde Ocupacional é o ramo da saúde que tem por objetivos:
 

A Promoção e Manutenção no mais alto grau do bem-estar físico, mental e social dos trabalhadores em todas suas ocupações; A Prevenção, entre os trabalhadores, das doenças ocupacionais causadas pelas condições inadequadas e inseguras do trabalho;

 

A Proteção dos trabalhadores em seu labor, dos riscos resultantes de fatores adversos à saúde; A Colocação e Conservação dos trabalhadores em ambientes ocupacionais adaptados a suas aptidões fisiológicas e psicológicas;

* Em resumo:

A Adaptação do Trabalho ao Homem e de cada Homem ao seu próprio Trabalho.

MEDICINA OCUPACIONAL: É o campo da Medicina relacionado com:

 

A avaliação, manutenção, recuperação e melhoria da saúde do trabalhador, através da aplicação de princípios da Medicina Preventiva, da Medicina de Emergência, da Reabilitação e Medicina do Ambiente; A promoção de uma produtiva e satisfatória interação do trabalhador com seu trabalho, através de aplicação de princípios do comportamento humano; A ativa apreciação das necessidades e responsabilidades sociais, econômicas e administrativas do trabalhador e da Comunidade trabalhadora.

HIGIENE INDUSTRIAL (Segundo a “American Industrial Hygiene Association”): “É a ciência e a arte devotadas ao reconhecimento, avaliação e controle daqueles fatores ou condicionantes ambientais, provenientes do ambiente de trabalho, que podem causar doenças, danos à saúde e ao bem-estar, ou desconforto significativo e ineficiência entre trabalhadores ou entres os habitantes da Comunidade". SEGURANÇA OCUPACIONAL (Segundo o “National Safety Council”): “A Segurança Ocupacional visa à Prevenção dos Acidentes". FUNÇÕES BÁSICAS DA SAÚDE OCUPACIONAL: * Em Higiene do Trabalho: 1 - Adoção das características físicas dos ambientes no que se refere à iluminação, ventilação, conforto térmico e conforto acústico, radiação, entre outras. 2 - Adoção de normas higiênicas sobre os poluentes do ambiente atmosférico, encontrados na empresa. 3 - Estabelecimento das características toxicológicas de todos os materiais, produtos químicos, subprodutos e resíduos da empresa, assinalando a classe de proteção necessária que deve ser utilizada.

Estabelecimento de um programa preventivo e de controle no caso de incêndio.Estudo das condições da empresa. 9 . dinâmica de cores e manutenção (Ordem e Limpeza). discussão e informação dos acidentes ocorridos.Participação nas Comissões Internas de Prevenção de Acidentes (CIPA).Estabelecimento da relação que poderia haver entre o ambiente de trabalho e seus efeitos sobre a saúde do trabalhador. 3 .Manutenção de um registro de acidentes com as estatísticas atualizadas.Estabelecimento de sistemas ou métodos de controle para eliminar ou minimizar as condições perigosas conhecidas. 11 .Programa de treinamento dos trabalhadores em primeiros socorros. para evitar a repetição. 5 .Programação educativa para criação de uma consciência de segurança entre os trabalhadores. 6 . 4 .Estabelecimento dos programas de sinalização. e de cada processo ou operação que apresentem risco para a saúde dos trabalhadores. adotando um tipo de relatório dos acidentes que ocorrem. 7 .Determinação quantitativa e qualitativa dos poluentes e outros agentes de doenças profissionais. .4 .Investigação.Estabelecimento e manutenção dos sistemas de controle para evitar a poluição das águas. 8 .Estabelecimento das medidas que concorrem a uma melhor manutenção. ampliação e modificação das facilidades sanitárias em uso pelos trabalhadores. 9 . para decidir de que forma devem corrigir.Estabelecimento das medidas para realizar a administração e manutenção dos equipamentos de proteção individual (EPI). 7 .Estabelecimento de medidas que conduzam a uma periódica avaliação da efetividade dos métodos de controle utilizados. * Em Segurança do Trabalho: 1 . 5 . 6 . 10 . 2 . 8 . do ar e do solo da comunidade.Estabelecimento de um sistema de inspeção para a execução das recomendações.Estudo permanente das condições de trabalho que oferecem maior risco de acidentes. calculando os respectivos índices de freqüência e gravidade.

3 . no Capítulo 2. 12 . sendo.Estímulos aos trabalhadores para a apresentação de sugestões para melhoramento da segurança. um programa de prêmios de incentivo por recordes de segurança. premiando as idéias práticas.Divulgação. cartazes.Manutenção e estudos das estatísticas de absenteísmo e outras.Programas de imunização. .Exames Médicos Ocupacionais. se houver recorrência de violação a determinada norma. 4 .Diagnóstico e tratamento de casos de acidentes ocupacionais e não ocupacionais. 5 .Supervisão das facilidades de primeiros socorros e normas para o ensinamento dos mesmos. 2 . 13 -Estabelecimento de regulamentos de segurança de acordo com o tipo de industria.Participação das comissões internas de prevenção de acidentes. 9 . referenciado em nossa Bibliografia. Editora Atlas. 36 até 41 do livro: Segurança do Trabalho & Gestão Ambiental. pgs. 8 . etc sobre segurança. Ergonomia deriva da língua Grega “Ergos” significando Trabalho e “Nomos” significando Leis. e alimentação. * Em Medicina do Trabalho: 1 . além disso. avisos. temos colocado os principais conceitos envolvidos neste termo. Antonio Nunes Barbosa Filho. portanto Ergonomia o Estudo das Leis que regem o Trabalho.Aconselhamentos à gerência da empresa em todo assunto relacionando com a saúde dos trabalhadores. Além disto. 6 . Etimologicamente. 7 .Participação no programa de educação sanitária. estabelecendo. 9 – Ergonomia: Este tema é tratado pela Norma Regulamentadora NR-17. e adequados às exigências legais. 2001. e castigos. 10 . 5. 11 . painéis.Seleção e colocação dos trabalhadores de acordo com suas aptidões físicas e emocionais.Manipulação dos casos de compensação segundo a lei. Conhecimentos Técnicos.Participação nas comissões internas de prevenção de acidentes (CIPA).10 . através de literatura.

Também no Brasil em 1. 5.SST.970.Acidente do Trabalho.4 ). na Áustria.857 na publicação intitulada “Ensaios de Ergonomia” escrito por Woitej Yastembowky. No Brasil em 1. Entidades. de nacionalidade Polonesa.998 foi lançado o Núcleo de Ergonomia Aplicada do Recife (NEAR) cujo site na Internet é encontrado no endereço (www.A Norma BS 8800. um corpo de conhecimentos que.IEA”. a solução dos problemas resultantes dessa relação. que originalmente era numerada como BS 8750.957 nos EUA foi criada a “Human Factors Society”.Conforme o livro supracitado. este termo foi utilizado pela primeira vez em 1.10 – Termos Técnicos Específicos. sendo considerada o que há de mais atual em todo o mundo para a implantação de sistemas eficazes de gerenciamento das questões relacionadas à prevenção de acidentes e doenças ocupacionais. item 7. é muito comum o uso de abreviaturas e siglas. entidade congregando profissionais interessados na temática. bem como.ufpe. além de diversos termos técnicos específicos.000 tem para a área de Qualidade Total e ISO 14. Para a área de saúde e segurança do trabalho esta norma tem a mesma importância que as Normas ISO 9. Em 1. Em 1. Trata-se de uma norma direcionada para os Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho . deve desembocar em uma melhor adaptação ao homem dos meios tecnológicos de produção e dos ambientes de trabalho”. a qual. com a contribuição das diversas disciplinas científicas que a compõem. Em 1. Em 1. é uma norma de origem inglesa (“British Standards”). em Estrasburgo.br/near). como algumas das principais abaixo colocadas:     ASO: . com uma perspectiva de aplicação. . realizou-se o I Congresso Internacional de Ergonomia. Siglas e Abreviaturas Utilizadas na Segurança Do Trabalho: Em Segurança do Trabalho.949 na Inglaterra foi criada uma entidade pioneira nesta área denominada “Ergonomics Research Society” com o propósito de estudar o relacionamento entre o Homem e seu Trabalho. bi-anualmente realiza Encontros para promoção da Ergonomia em todo Brasil.983 foi criada a Associação Brasileira de Ergonomia – ABERGO. AT: .Área de Proteção Ambiental.Atestado de Saúde Ocupacional (Ver NR – 7. APA: .961 ainda nos EUA foi criada ainda a “International Ergonomics Association .000 tem para a área de Gestão Ambiental. no qual foi definido o objeto da mesma como sendo o seguinte: “Elaborar.4. BS 8800: .

(Ver NR – 5 ): A CIPA originou-se de uma recomendação da OIT (Organização Internacional do Trabalho) em 1921 e transformando-se em determinação legal no Brasil em 1944 (Decreto-Lei nº 7. conf. com o fim de estimular o interesse pelas questões de prevenção de acidentes.8.     Ver NR – 5. CIPA.Centros de Referência em Saúde do Trabalhador.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes: .036. propor a instituição de concursos e prêmios e tomar outras providências para a educar o empregado na prática de prevenir acidentes. Os empregadores. item 5.(Ver NR – 6. todavia aos casos de: A) Instalações nucleares e usinas que processem substâncias radioativas. Cerests . CAT: . C) Transporte fora da instalação distinto do transporte por tubulações. editada em 1993.   CA: . B) Instalações militares. Observação: . .   CNAE . realizar palestras instrutivas. NR 4 e 5. que tem por objeto a prevenção de acidentes industriais maiores que envolvam substâncias perigosas e a limitação das conseqüências desses acidentes. item 6.O CAT deve ser emitido e encaminhado no prazo de 1 (um) dia útil.1 e 2). artigo 82).085 de 15 de janeiro de 2002: Refere-se à Prevenção de Acidentes Industriais Maiores de acordo com aConvenção da Organização Internacional do Trabalho. NR-2. Causa – É a origem de caráter humano ou material relacionado com o evento catastrófico (acidente ou falha).Certificado de Aprovação de Instalação cf. Nota: O Brasil ratificou a OIT nº 174 em 02 de agosto de 2001.Comunicado de Acidente do Trabalho. A Convenção aplica-se a instalações sujeitas a riscos de acidentes maiores ou ampliadas. Decreto nº 4. à exceção dos setores dessas instalações nos quais se manipulam substâncias não radioativas. cujo número de empregados seja superior a 100. com representantes dos empregados. Convenção nº 174 da OIT complementada pela Recomendação nº 181.16. não se aplicando.Classificação Nacional de Atividades Econômicas cf. n. provocando danos. resultante da materialização de um risco. deverão providenciar a organização em seus estabelecimentos de comissões internas. apresentar sugestões quanto à orientação e fiscalização das medidas de proteção ao trabalhador.Certificado de Aprovação de Equipamentos de Proteção Individual (Secretaria de Inspeção do trabalho) . CAI: .

é o efeito que ocorre quando um agente tóxico tem seu efeito aumentado por agir simultaneamente com um agente não tóxico. COSAT: . Efeito Aditivo: De acordo com a NBR 14725. DORT: .Coordenador de Saúde do Trabalho (Órgão do Ministério da Saúde) DANO: Lesão Física e/ou prejuízo que provoca prejuízo à saúde. ao meio ambiente ou à propriedade.  DANOS (“DAMAGE”) – É a gravidade (severidade) da perda humana. que pode resultar.Equipamento de Proteção Coletiva. uma fratura na perna. Um operário desprotegido pode cair de uma viga a 3 m de altura.    DI .P. estaria morto. detectores de tensão.C. entre outros. O risco (possibilidade) e o perigo (exposição) de queda são os mesmos.Declaração de Instalações cf.Equipamento de Proteção Individual: (Ver NR – 6).I.  Efeito de Potenciação: De acordo com a NBR 14725. . é o efeito quantitativamente maior que a soma dos efeitos produzidos individualmente de dois ou mais agentes tóxicos. ambiental ou financeira. Óculos de segurança.  E. com certeza. e sofrer um dano físico. Entretanto.Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho. . ele. São alguns exemplos de EPI: Capacete. por exemplo. (Ver NR – 2). Se a viga estivesse a 90 m de altura. .   CONTRU: . a diferença reside na gravidade do dano que poderia ocorrer com a queda.  Efeito Toxicologicamente Sinérgico: De acordo com a NBR 14725:2001. caso o controle sobre um risco seja perdido.Departamento de Controle de Uso de Imóveis. São exemplos de EPC: Chuveiros de Emergências. é o efeito quantitativamente igual a soma dos efeitos produzidos individualmente de dois ou mais agentes tóxicos. O efeito é maior que o efeito aditivo.P. varas de manobra. material.  E.

 FISPQ – Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos: De acordo com a NBR 14725. A mesma deve sempre acompanhar o transporte de produtos químicos conforme Decreto Lei 96. Botas e /ou sapatos de segurança com biqueira de aço. hexanol. para esses aspectos. à saúde e ao meio ambiente. contra choque elétrico.  FMEA: é uma abreviação do nome inglês..Sinistro ou risco iminente que requeira ação imediata. envolvimento de pessoas. Esta técnica permite analisar como podem ocorrer as falhas de um equipamento ou sistema.   Emergência: . derramamento. sendo.. Protetores auriculares.  FICHA DE EMERGÊNCIA: Esta ficha informa sobre as características físico-químicas básicas do produto químico e/ou resíduo e as providências que devem ser tomadas em caso de acidente. Cintos de Segurança. Máscaras protetoras (Combitox). Entre outros. etc.044 de 18 de maio de 1988. Seção VI (Da Documentação) . entre outros. à Segurança. Capítulo II.. esta ficha fornece informações sobre vários aspectos desses produtos químicos (substâncias ou preparados) quanto à proteção. estimando as taxas de falha. "Fail Mode & Effect Analysis" ou AMFE (Análise de Modos de Falhas e Efeitos) e deve ser aplicada para sistemas ou falhas simples.Luvas (de raspa. conhecimento básico sobre os produtos químicos.). Em alguns países a mesma é denominada de “Material Safety Data Sheet” – MSDS. Aventais (PVC. recomendações sobre medidas de proteção e ações em situação de emergência. Mascaras contra gases. determinar os efeitos recorrentes e estabelecer mudanças para aumentar sua confiabilidade operacional de modo adequado e seguro. entre outros.).Artigo 22.. Ergonomia: (Ver NR – 17). A FISPQ fornece. e deve ser confeccionada de acordo com as NBR-7503/7504 e 8285. vaqueta. portanto Ergonomia o Estudo das Leis que regem o Trabalho. Etimologicamente Ergonomia deriva da língua Grega “Ergos” significando Trabalho e “Nomos” significando Leis. . látex.

fundacentro.br/). Naquela época. .1978). Foi criada em 1971. Mapa de Riscos: Documento explicitado na NR – 5. LER: . – Associação Nacional de Proteção a Incêndios sediada nos U.Lesão por Esforços Repetitivos. A. DC.oitbrasil. S.Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalhado.  HAZOP: é uma abreviação do nome inglês. OSHA – “Occupational Safety and Health Administration”: .org. NR: .         NIOSH . A OSHA dedica-se a prevenir acidentes. bem como. O Mapa de Risco quando bem executado é um instrumento da maior valia.gov.Organização Americana de Segurança e Saúde do Trabalho. NFPA – “National Fire Protection Association” ((http://www. Department of Labor” e tem sua sede em Washington.National Institute for Occupational Safety and Health at Work (EUA). jurisdicionada ao Ministério do Trabalho.S.org. tornava urgente a organização de uma entidade nacional de resseguro.Foi criado em 1939. Nasceu assim o IRB.).214 de 08. está vinculada ao “U. FUNDACENTRO: .nfpa. OIT: .16. a atividade de resseguro no País era feita Quase totalmente no Exterior.07.    LT CAT . de forma direta ou por intermédio de companhias estrangeiras que operavam no Brasil.Instituto de Resseguros do Brasil: . conf. uma sociedade de economia mista. A necessidade de favorecer o aumento da capacidade seguradora das sociedades nacionais. para a retenção de maior volume de negócios em nossa economia. graças ao então presidente Getúlio Vargas. 60 e 575 do livro Segurança e Medicina do Trabalho da Editora Atlas). além de promover o desenvolvimento das operações de Seguros no País.br/). Convenção OIT 174 e Decreto 4085 de 15 de janeiro de 2002 o qual Promulga a Convenção no 174 da OIT e a Recomendação no 181 sobre a Prevenção de Acidentes Industriais Maiores. OMS: .  IRB: . doenças e mortes relacionadas ao trabalho. com o objetivo de regular o cosseguro. o resseguro e a retrocessão. pela Portaria Número 25 de 29/12/1994.Organização Internacional do Trabalho (http://www. Das Atribuições. o item 5. (Ver pgs. Esta técnica é utilizada quando precisamos estudar as possíveis maneiras de ocorrências de perigos e problemas operacionais através da utilização de grupos de trabalho. "Hazard and Operability Study".Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho ( Ver Portaria Nº 3.Organização Mundial da Saúde.br/ Fundação Jorge Duprat de Segurança e Medicina do Trabalho. da Indústria e do Comércio.http://www. Os principais objetivos são identificar todos os desvios operacionais possíveis do processo e também identificar todos os perigos e/ou riscos associados a esses desvios operacionais.

De acordo com a NBR 14725. POO: .“Norma” publicada pela BSI – British Standards Institution que entrou em vigor em 15/04/1999 com a finalidade da certificação de Sistemas de Gestão da SST. PCA: . ou redução da capacidade de produção. PPD: .Programa de Conservação Auditiva.  PCMSO: (Ver NR – 7). PPRA: (Ver NR – 9).Perda Auditiva Induzida pelo Ruído. .Registro e Análise de Ocorrências. persistem as possibilidades de efeitos adversos.  OSHAS 18001 – “Occupational Safety and Health Assessment Series”: .   Risco: .Programa de Prevenção à AIDS.              Perigo (“Danger”) .Relatório de Impacto Ambiental.Programa de Prevenção do “Stress”.Programa de Prevenção Oftalmológico-Ocupacional. Risco (“Hazard”): Uma ou mais condições de uma variável com o potencial necessário para causar danos. Programa das Condições de Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção Civil.    PAIR: . PPAI: . perda de material em processo. PPAL: . PCMAT: (Ver NR – 18). PPS: .Programa de Prevenção às Drogas.Expressa uma exposição relativa a um risco.na cor laranja onde são alocados os números de identificação de risco (4 campos na cor preta) na parte superior e o número da ONU (Organização das Nações Unidas) na parte inferior com 4 algarismos na cor preta. PAINEL DE SEGURANÇA: São placas retangulares (dimensões: 30 cm de altura x 40 cm de comprimento). PPR: .Plano de Prevenção de Riscos Ambientais. que favorece a sua materialização em danos.Possibilidade de perda material ou humana.Programa de Proteção Respiratória. Havendo um risco. Líquido Inflamável que em contato com a água libera gases inflamáveis Metildiclorossilano. é uma mistura ou solução composta de duas ou mais substâncias. danos a equipamentos e instalações. Plano de Controle Médico e Saúde Ocupacional. RENAST – Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (órgão do Ministério da Saúde).Programa de Prevenção ao Alcoolismo. Risco (“Risk”) – Expressa uma probabilidade de possíveis danos dentro de um período específico de tempo ou número de ciclos operacionais. Preparado: . Esses danos podem ser entendidos como lesões as pessoas. danos ao meio ambiente. RIMA:. RAO: .

Chance de perda que uma empresa pode sofrer por causa de um acidente ou série de acidentes. Uma das atribuições da CIPA é promovê-la anualmente.2000.          SIT: . Segurança é.Ocorrência de prejuízo ou dano. de 06. .Secretaria de Inspeção do Trabalho. Devem ser afixados em local de fácil visualização. o CNSP teve sua composição alterada. referentes à natureza. conjuntamente com o respectivo painel de segurança. – IRB Brasil Re. o IRB Brasil Resseguros S. SIPAT: (Ver NR – 5). as entidades de previdência privada aberta e os corretores habilitados. que estampam os símbolos e/ou expressões emolduradas. Autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda foi criada pelo Decreto-lei nº 73.Qualquer evento ou fato negativo com potencial para provocar danos. SUS–Sistema Único de Saúde. RÓTULOS DE RISCO:  Estes são etiquetas. é praticamente impossível a eliminação completa de todos os riscos.A. manuseio ou identificação do produto. um compromisso acerca de uma relativa proteção de exposição a riscos. em conjunto com o SESMT(Serviços Especializados em Segurança e Medicina do Trabalho).CNSP.  Incerteza quanta à ocorrência de um determinado evento.01.É o prejuízo sofrido por uma organização. Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho. É também chamado de quase-acidente. SSO – Segurança e Saúde Ocupacional. Incidente: . portanto. É o antônimo de perigo. Perdas: -É o prejuízo sofrido por uma organização. sem garantia de ressarcimento por Seguro ou outros meios. SUSEP: A SUSEP é o órgão responsável pelo controle e fiscalização dos mercados de seguro. SST – Segurança e Saúde no Trabalho. de 21 de novembro de 1966. capitalização e resseguro. Sinistro: .Serviço Especializado em Segurança e Saúde no Trabalho Coletivo. Semana Interna de Prevenção de Acidentes no Trabalho. em algum bem. Com a edição da Medida Provisória nº 1940-17. causado por incêndio ou acidente. sem garantia de ressarcimento por Seguro ou outros meios. no lado externo do caminhão. Sinistro: . as sociedades autorizadas a operar em seguros privados e capitalização.    SEST: . Entretanto. na forma de losango. previdência privada aberta. Segurança: -É freqüentemente definida como isenção de riscos. do qual fazem parte o Conselho Nacional de Seguros Privados . que também instituiu o Sistema Nacional de Seguros Privados.  SESMT:(Ver NR – 4 e 27).

Esta lei altera o Capítulo V do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho . 7 .Situação Atual em termos das Leis. Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho – SESMT (NR 4). EPI – Equipamentos de Proteção Individual (NR 6). Técnicas de Análise de Riscos de Acidente do Trabalho. Inspeções de Segurança. Lei nº 6.12.514. de 1 0 de maio de 1943. Portarias e Regulamentações). Art. Cálculos relativos a Taxa Freqüência – T F e da Taxa de Gravidade T G. de 22 de janeiro de 1977 .DA SEGURANÇA E DA MEDICINA DO TRABALHO.3 na pg. CIPA (NR 5). Riscos Ambientais e Profissionais. Segurança em Instalações Elétricas (NR 10). EPC –Equipamentos de Proteção Coletiva. Campanhas de Segurança. relativo à Segurança e Medicina do trabalho e dá outras providências. PORTARIAS E NORMAS: (Ver item 3. Observação: .Resumidamente transcreveremos aqui somente os títulos e subtítulos.452.Da Inspeção Prévia e do Embargo ou Interdição. Investigações dos Acidentes do Trabalho.159.CLT. aprovada pelo Decreto-lei nº 5. Prevenção e Combate a Incêndios (NR 23 ). Demais assuntos. passa a vigorar com a seguinte redação (simplificada): Capítulo V .O.1977): . Primeiros Socorros. Art. 154 até art. SST – Segurança e Saúde no Trabalho. . Gestão de Riscos. Normas Regulamentadora – NR. Gestão de Emergências. O texto integral deve ser pesquisado. Normas. Causas dos Acidentes do Trabalho. .6 – Procedimentos principais utilizados na Segurança do Trabalho – Breve verificação: A título de exemplo. Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 7 .U.Disposições Gerais. Normas Técnicas nacionais e internacionais. Auditoria. PPRA – Programas de Prevenção de Riscos Ambientais (NR 9).LEIS. PCMSO – Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional (NR 7}.23.(D.CLT. segue abaixo uma breve verificação relativa a Segurança do Trabalho: Acidente do Trabalho. Treinamento de pessoal. Seção I . 1º O Capítulo V do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho . O Presidente da república. Seção II . 160 e 161.

O Ministério do Trabalho disporá sobre as condições de segurança e as medidas especiais a serem observadas relativamente às instalações elétricas. Seção VII . Seção IX . Armazenagem e Manuseio de Materiais.Das Máquinas e Equipamentos. Art. Fornos e recipientes sob Pressão. em qualquer das fases de produção. Art. 174. Seção V .Do Conforto Térmico.Das Medidas Preventivas de Medicina do Trabalho.Das Instalações Elétricas: Art. Art.Do Equipamento de Proteção Individual.Das Edificações. Art. 176 até art. Seção XII .162 até art.Seção III . 182 e art. Art. 168 e 169. Art. 166 e 167. Seção IV . 184 até art. 186. Seção XI . . 175. 170 até art. Art.Das Caldeiras. Art. Art. 178.Da Iluminação.Somente profissional qualificado poderá instalar. transmissão. 180 . 179 . 165. 181 .Os que trabalharem em serviços de eletricidade ou instalações elétricas devem estar familiarizados com os métodos de socorro a acidentados por choque elétrico. 183. Seção X . distribuição ou consumo de energia. operar.Dos Órgãos de Segurança e da Medicina do trabalho nas empresas. Art. Seção VIII . Seção VI . inspecionar ou reparar instalações elétricas.Da Movimentação.

199.1978: . 201 e art.Editora Atlas S. . Seção XIII . As Normas Regulamentadora – NR complementadas com a aplicação das Normas Técnicas correspondentes servem para nortear as principais ações preventivas e de fiscalização indicadas nos assuntos da Higiene e Segurança do Trabalho nas Empresas. de 08 de junho de 1978 e informações complementares: As Normas Regulamentadora – NR são fundamentais e obrigatórias para o exercício da Higiene e Segurança do Trabalho. A.Das Atividades Insalubres ou Perigosas. 2 até art. 5. Art. .Das Penalidades. Seção XVI . 197. .Das Outras Medidas Especiais de Proteção. Art.Art.214 de 08. . Seção XIV .NORMAS REGULAMENTADORAS – N R´s aprovadas pela Portaria nº 3. 200.Da Prevenção da fadiga.1978 a qual regulamenta as Normas Regulamentadora – NR: Ministério do Trabalho – Gabinete do Ministro Portaria nº 3. Ernesto Geisel Observação: . Art.06.214. Seção XV . 8 . Art. 198 e art. 189 até art.2003 ou em demais obras já publicadas. 187 e art. 8.Vejam os textos completos nas páginas em anexo ou nas páginas 11 até 19 do livro Segurança e Medicina do Trabalho – São Paulo . 188.06.1 – Transcrição da Portaria nº 3.214 de 8 .

considerando o disposto no artigo 200. NR – 4 / Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho . 1º Aprovar as Normas Regulamentadora . NR – 6 / Equipamento de Proteção Individual – EPI. Port. NR – 10 / Instalações e Serviços de Eletricidade. de 22 de dezembro de 1977. NR – 3 / Embargo e interdição. Título II.Aprova as Normas Regulamentadora – NR . NR – 24 / Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho. Armazenagem e Manuseio de Materiais. da Consolidação das Leis do Trabalho. NR – 19 / Explosivos. no uso de suas atribuições legais. NR – 23 / Proteção contra Incêndios. NR – 11 / Transporte. com redação dada pela Lei n 0 6. NR – 8 / Edificações. NR – 26/ Sinalização de Segurança. NR – 12 / Máquinas e Equipamentos. NR – 14 / Fornos. relativas à Segurança e Medicina do Trabalho: Normas regulamentadora:                              NR – 1 / Disposições gerais. NR – 25 / Resíduos Industriais. NR – 22 / Trabalho Subterrâneos. NR – 28 / Fiscalização e Penalidades.NR . RESOLVE: Art.do Capítulo V. nº 53 de 17. Título II. NR – 18 / Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção. O MINISTRO DO ESTADO. NR – 7 / Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional. NR – 20 / Líquidos Combustíveis e Inflamáveis. NR – 27 / Registro Profissional do Técnico de Segurança do Trabalho no Ministério do Trabalho. relativas à Segurança e Medicina do Trabalho. NR – 16/ Atividades e Operações Perigosas. NR – 13 / Caldeiras e Vasos de Pressão. NR – 2 / Inspeção prévia.do Capítulo V. .514 . NR – 5 / Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA. NR – 29 / Segurança e Saúde no Trabalho Portuário (Elaborada posteriormente conf. da Consolidação das Leis do Trabalho. NR – 17 / Ergonomia. NR – 9 / Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. NR – 21 / Trabalho a Céu Aberto.1997). Movimentação.SESMT.12. da Consolidação das Leis do Trabalho. NR – 15 / Atividades e Operações Insalubres.

1989. NR – 1 . . obrigatoriamente.144. . Posteriormente algumas das principais NR serão estudadas mais detalhadamente. Art. que o Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho – DSST é o órgão competente para coordenar. Arnaldo Prieto. Nestas ocasiões as mesmas são colocadas para consulta pública antes de serem recolocadas. 2º Revigorado pela Portaria nº 3. de uma forma introdutória. . Observação: . A fiscalização dos estabelecimentos pelos órgãos competentes é feita com base nas Normas Regulamentadora – NR. desde que possuam empregados celetistas. Art. deverão ser cumpridas por todas as empresas privadas e públicas.Nos anos seguintes de 1978 em diante as Normas Regulamentadora foram sendo ampliadas. colocamos um resumo geral das NR.NR e informações complementares: A seguir. modificadas e complementadas com o acréscimo de novas NR conforme abaixo colocado: 8. 4º Revigorado pela Portaria nº 3. às Normas Técnicas Internacionais. 3º Ficam revogadas as Portarias MTIC.Disposições Gerais: Determina que as Normas Regulamentadora. . Observações:     Outro ponto a salientar é de que estas normas são revisadas periodicamente. Deste fato concluímos que ao utiliza-las e emprega-las necessitamos sempre de dispor também das Normas Técnicas correspondentes. .2 – Resumo das Normas Regulamentadora .144 de 2. ou na possível falta destas. . Art. relativas à Segurança e Medicina do Trabalho. controlar e supervisionar todas as atividades inerentes. As Normas Regulamentadora – NR em seus textos fazem sempre referência às Normas Técnicas da ABNT vigentes.5. . 2º As alterações posteriores.5. de 2. 5º Esta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação. principalmente aquelas de aplicação mais generalizada. serão baixadas pela Secretaria de Segurança e Medicina do Trabalho. 4º As dúvidas suscitadas e os casos omissos serão decididos pela Secretaria de Segurança e Medicina do Trabalho. também. Art.1989. decorrentes da experiência e necessidade. . .Art. orientar. Art. Determina.

mesmo com um empregado.Certificado de Aprovação de Instalações. NR – 4 . NR – 2 .CNAE (Ver Quadro I) e do número total de empregados do estabelecimento (Ver Quadro II). Dependendo desses elementos o SESMT deverá ser composto por um Engenheiro de Segurança do Trabalho. o SEST coletivo e a obrigatoriedade de todo estabelecimento. mediante laudo técnico. e/ou exigir providências a serem adotadas para prevenção de acidentes do trabalho e doenças profissionais. determina as responsabilidades do empregador e a responsabilidade dos empregados.Sistema Integrado de Prevenção de Riscos do Trabalho. Atualmente. cooperativas. ser obrigado a participar do programa. NR – 2 . pela Portaria n º 10. as máquinas. NR – 5 .Dá competência às DRT regionais. dependendo do grau de risco da empresa e do número mínimo de 20 empregados. Caso haja interdição ou embargo em um determinado setor. sociedades de economia mista. .Inspeção Prévia: Determina que todo estabelecimento novo deverá solicitar aprovação de suas instalações ao órgão regional do Ministério do Trabalho e Emprego. instituições beneficentes. desde que possuam empregados celetistas. Técnico de Segurança do Trabalho. A nova NR4 . que emitirá o CAI . são obrigadas a constituir a CIPA e a manter em regular funcionamento.Embargo ou Interdição: A DRT poderá interditar/embargar o estabelecimento. todos empregados da empresa. setor de serviços se os mesmos demonstrarem grave e iminente risco para o trabalhador. Enfermeiro do Trabalho. públicas. Auxiliar de Enfermagem do Trabalho.Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho – SESMT: A implantação do SESMT depende da gradação do risco da atividade principal da empresa conforme os dados da Classificação Nacional de Atividades Econômicas . um Médico do Trabalho. por meio de modelo pré-estabelecido. de 6 de abril de 2000. os empregados receberão os salários como se estivessem trabalhando. o SEST próprio.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA: Todas empresas privadas. As novas determinações referem-se aos serviços terceirizados. esta Norma está sendo revista pela Comissão Tripartite Paritária Permanente. clubes.

A CIPA será composta de representantes da empregador e representantes dos empregados. b)Elaborar plano de trabalho que possibilite a ação preventiva na solução de problemas de segurança e saúde no trabalho. com mandato de um ano e direito a uma reeleição e mais um ano de estabilidade. bem como da avaliação das prioridades de ação nos locais de trabalho. anexados a NR –5. titulares e suplentes serão por eles designados. independentemente de filiação sindical. de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador. de acordo com o calendário preestabelecido. e do Quadro III – Relação da Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE. A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho. onde houver. . c) Participar da implementação e do controle da qualidade das medidas de prevenção necessárias. ressalvadas as alterações disciplinadas em atos normativos para setores econômicos específicos. b) ocorrer acidente do trabalho grave ou fatal. A CIPA terá reuniões ordinárias mensais. além da utilização do Quadro II – Agrupamento de setores econômicos pela Classificação Nacional de Atividades Econômicas . exclusivamente os empregados interessados. e elaborar o mapa de riscos (*) com a participação do maior número de trabalhadores. As principais atribuições da CIPA serão as seguintes: a) Identificar os riscos do processo de trabalho. Os representantes dos empregados titulares e suplentes serão eleitos em escrutínio secreto. com acessória do SESMT. As reuniões extraordinárias deverão ser realizadas quando: a) houver denúncia de situação de risco grave e iminente que determine aplicação de medidas corretivas de emergência.CNAE. c) houver solicitação expressa de uma das representações.CIPA. Os representantes dos empregadores. do qual participem. de acordo com o dimensionamento previsto no Quadro I da NR – 5 . O dimensionamento da CIPA é feito conforme o Quadro I – Dimensionamento da CIPA. com correspondente agrupamento para dimensionamento da CIPA.Os trabalhos desenvolvidos pela CIPA são da maior importância para a segurança dos trabalhadores.

para avaliar os impactos de alterações no ambiente e processo de trabalho relacionados à segurança e saúde dos trabalhadores. onde houver. l) Participar. periodicamente. das discussões promovidas pelo empregador. Das Atribuições. verificações no ambiente e condições de trabalho visando a identificação de situações que venham a trazer riscos para a segurança e saúde dos trabalhadores. . bem como. anualmente. ou com o empregador da análise das causas das doenças e acidentes de trabalho e propor medidas de solução dos problemas identificados. 60 e 575 do livro Segurança e Medicina do Trabalho da Editora Atlas). onde houver. a paralisação de máquina ou setor onde considere haver risco grave e iminente à segurança e saúde dos trabalhadores. (*) Mapa de Riscos: Ver definições e conceitos na NR – 5. (Ver pgs. em conjunto com o SESMT. ou ao empregador. de Campanhas de Prevenção da AIDS. bem como cláusulas de acordos e convenções coletivas de trabalho. g) Participar.d) Realizar. o) Promover. em conjunto com o SESMT. inclusive com a padronização de cores para utilização no Mapa de Risco. em conjunto com a empresa. A Tabela I desta Portaria classifica os principais tipos de riscos ocupacionais existentes em grupos de acordo com a natureza dos mesmos. e) Realizar. j) Divulgar e promover o cumprimento das Normas Regulamentadora. o item 5. f)Divulgar aos trabalhadores informações relativas à segurança e saúde no trabalho. onde houver.16. avaliação do cumprimento das metas fixadas em seu plano de trabalho e discutir as situações de risco que foram identificadas. a cada reunião. i) Colaborar no desenvolvimento e implementação do PCMSO e PPRA e de outros programas relacionados à segurança e saúde no trabalho. Portaria Número 25 de 29/12/1994. conf. com o SESMT. relativas à segurança e saúde no trabalho. quando houver. m) Requisitar ao empregador e analisar as informações sobre questões que tenham interferido na segurança e saúde dos trabalhadores. anualmente. p) Participar. h)Requerer ao SESMT. a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho – SIPAT. n) Requisitar à empresa as cópias das CAT emitidas. CIPA.

B – Possibilitar. Marrom os riscos biológicos. bem como. durante as sua elaboração. Principais Etapas na elaboração de um Mapa de Risco: A – Conhecimento dos Processos de Trabalho (Trabalhadores. Os círculos coloridos indicando os riscos variam de tamanho. sendo tanto maior quanto maior a gravidade do risco indicado. D – Identificação dos Indicadores de Saúde. Amarelo os riscos ergonômicos. materiais. na qual estão indicados. quais os principais objetivos visados na execução do Mapa de Riscos são os seguintes: A – Reunir as informações necessárias para estabelecer o diagnóstico da situação de segurança e saúde no trabalho na empresa. de modo a orientar. instrumentos. E – Conhecimento dos Levantamentos Ambientais realizados. O Mapa de Risco objetiva indicar todos os riscos existentes no ambiente de trabalho. prevenir e a evitar possíveis Acidentes do Trabalho. estimular sua participação nas atividades de prevenção. Vermelho os riscos químicos. F – Elaboração do Mapa de Riscos. Mapa de Riscos vem a ser um mapa constituído de uma vista em planta do ambiente de trabalho. os diversos tipos de riscos existentes naquele ambiente do trabalho. NR – 6 .Equipamentos de Proteção Individual – EPI: . a troca e divulgação de informações entre os trabalhadores. sobre o “layout” da Empresa e Sinalização das Áreas de Riscos. Ele deve ser colocado num quadro e num lugar bem a vista de todos aqueles que trabalham naquele ambiente. através de círculos coloridos. Azul os riscos mecânicos. C – Identificação das Medidas de Prevenção e sua Eficácia.De acordo com a NR-5. B – Identificação dos Riscos existentes. No mapa de riscos o usam-se as seguintes cores convencionais:      Verde representa os riscos físicos. atividades e ambiente).

2. As Empresas são obrigadas a fornecer aos seus empregados. g) capacetes de segurança para proteção do crânio nos trabalhos sujeitos a: 1. nas seguintes circunstâncias: A – Sempre que as medidas de proteção coletiva forem tecnicamente inviáveis ou não oferecerem completa proteção contra os riscos de acidentes do trabalho e/ou de doenças profissionais e do trabalho. o empregador deve fornecer aos trabalhadores os seguintes EPI: I . . b) óculos de segurança para trabalhos que possam causar ferimentos nos olhos. respingos. f) máscaras para soldadores nos trabalhos de soldagem e corte ao arco elétrico. 2. agentes meteorológicos (trabalhos a céu aberto). da NR – 6.Certificado de Aprovação do Ministério do Trabalho e Emprego e a Empresa que importa EPI também deverá ser registrada junto ao Departamento de Segurança e Saúde do Trabalho. projeção de objetos ou outros. Atendidas as peculiaridades de cada atividade profissional e respeitando-se o disposto no item 6. Equipamentos de Proteção Individual – EPI adequados aos riscos e em perfeito estado de conservação e funcionamento. provenientes de impacto de partículas. e) óculos de segurança para trabalhos que possam causar irritação nos olhos e outras lesões decorrentes da ação de radiações perigosas.Os EPI. d) óculos de segurança para trabalhos que possam causar irritação nos olhos. provenientes de poeiras. B – Enquanto as medidas de proteção coletivas estivem sendo implantadas. gratuitamente. impactos provenientes de quedas. c) óculos de segurança. C – para atender as situações de emergência. Todo equipamento deve ter o CA . vapores de produtos químicos e radiações luminosas intensas. contra respingos. para trabalhos que possam causar irritação nos olhos e outras lesões decorrentes da ação de líquidos agressivos e metais em fusão.Proteção para a cabeça: a) protetores faciais destinados à proteção dos olhos e da face contra lesões ocasionadas por partículas. existindo para esse fim todo um processo administrativo. Equipamentos de Proteção Individual são empregados na proteção da saúde e integridade física do trabalhador.

cáusticos. 7. produtos químicos corrosivos. agentes biológicos. choque elétrico.Proteção para os membros inferiores: a) calçados de proteção contra riscos de origem mecânica. tóxicos. 5. h) perneiras de proteção contra riscos de origem mecânica. cortantes ou perfurantes. b) calçados impermeáveis para trabalhos realizados em lugares úmidos.3. radiações perigosas. i) perneiras de proteção contra riscos de origem térmica. frio. queimaduras ou choque elétrico. graxos. IV .Proteção contra quedas com diferença de nível: . 4. 3. e) calçados de proteção contra radiações perigosas. g) calçados de proteção contra riscos de origem elétrica. c) calçados impermeáveis e resistentes a agentes químicos agressivos. j) perneiras de proteção contra radiações perigosas. 2. materiais ou objetos escoriantes. II . abrasivos. solventes orgânicos e derivados de petróleo. lamacentos ou encharcados. materiais ou objetos aquecidos. III . d) calçados de proteção contra riscos de origem térmica. alergênicos. 6. f) calçados de proteção contra agentes biológicos agressivos. oleosos.Proteção para os membros superiores: Luvas e/ou mangas de proteção e/ou cremes protetores devem ser usados em trabalhos em que haja perigo de lesão provocada por: 1.

VII .Proteção auditiva Protetores auriculares para trabalhos realizados em locais em que o nível de ruído seja superior ao estabelecido na NR 15. agentes meteorológicos. riscos de origem radioativa. jaquetas. riscos de origem térmica. quando a natureza do trabalho assim o indicar. Anexos I e II. 4. b) máscaras para trabalhos de limpeza por abrasão.Proteção do corpo inteiro: . VI . c) respiradores e máscaras de filtro químico para exposição a agentes químicos prejudiciais à saúde. V . 6.a) cinto de segurança para trabalho em altura superior a 2 (dois) metros em que haja risco de queda. de acordo com os limites estabelecidos na NR 15: a) respiradores contra poeiras. umidade proveniente de operações de lixamento a água ou outras operações de lavagem. VIII .Proteção do tronco: Aventais. d) aparelhos de isolamento (autônomos ou de adução de ar). para exposições a agentes ambientais em concentrações prejudiciais à saúde do trabalhador. para trabalhos que impliquem produção de poeiras. para os trabalhos realizados com movimentação vertical em andaimes suspensos de qualquer tipo. riscos de origem mecânica. capas e outras vestimentas especiais de proteção para trabalhos em que haja perigo de lesões provocadas por: 1. 3.Proteção respiratória. através de jateamento de areia. para locais de trabalho onde o teor de oxigênio seja inferior a 18 (dezoito) por cento em volume. 2. agentes químicos. c) trava-queda de segurança acoplada ao cinto de segurança ligado a um cabo de segurança independente. b) cadeira suspensa para trabalho em alturas em que haja necessidade de deslocamento vertical. 5.

Aparelhos de isolamento (autônomos ou de adução de ar) para locais de trabalho onde haja exposição a agentes químicos. radiações ionizantes. Exame periódico.são aqueles que. Exame de retorno ao trabalho. bem como.Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO: Este programa trata dos exames médicos obrigatórios para as empresas.água-resistente . · Conjunto de aterramento temporário. Exame de mudança de função.São eles:       Exame admisisional. prejudiciais à saúde. ou empresas que trabalhem com agentes químicos. NR – 8 .CA do Ministério do Trabalho. IX . b) Grupo 2 .óleo-resistente . c) Grupo 3 . pelas vias respiratórias e digestivas.são aqueles que. EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA COLETIVOS (EPC). · Vara de manobra isolada. existirão exames específicos para cada risco que o trabalho possa gerar. · Cones e bandeirolas de sinalização. para o que serão enquadrados nos seguintes grupos: a) Grupo 1 . quando aplicados à pele do usuário. benzeno etc. absorvíveis pela pele. a critério do médico do trabalho e dependendo dos quadros na própria NR7. · Escadas com isolamento próprias para trabalho com eletricidade. não são facilmente removíveis com água. Exames complementares. · Detectores de tensão.cremes especiais . ruídos. na NR15. quando aplicados à pele do usuário.Edificações: . não são facilmente removíveis na presença de óleos ou substâncias apolares.são aqueles com indicações e usos definidos e bem especificados pelo fabricante. Dependendo do grau de risco da empresa. NR – 7 .Proteção da pele: Cremes protetores Os cremes protetores só poderão ser postos à venda ou utilizados como equipamentos de proteção individual. Exame demissional.. mediante o Certificado de Aprovação .

D – Implantação de medidas de controle e avaliação da sua eficácia. avaliação e controle dos riscos ambientais existentes. tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais.Esta norma define os parâmetros para as edificações. Além desses agentes. insolação excessiva ou falta de insolação. NR – 9 . QUÍMICOS. normalmente se utilizam os recursos do SESMT – Serviços Especializados em Engenharia de . reconhecimento.Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA: Esta norma objetiva a preservação da saúde e integridade do trabalhador. através da antecipação. avaliação e conseqüente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente do trabalho. É importante manter esses dados no PPRA. mantendo-se atualizados os Laudos Técnicos e o Perfil Profissiográfico Previdenciário. ou que venham a existir no ambiente de trabalho. destacamos também:   RISCOS ERGONÔMICOS. C – Avaliação dos riscos e da exposição dos trabalhadores. através da antecipação. BIOLÓGICOS. tendo em vista a proteção ao Meio Ambiente e aos Recursos Naturais. observando-se a proteção contra a chuva. em termos de apoio às atividades a serem executadas. Deve-se observar também as legislações pertinentes nos níveis federal. No desenvolvimento do PPRA. Leva-se em conta os Agentes:    FÍSICOS. a fim de as empresas não sofrerem ações de natureza civil por danos causados ao trabalhador. B – Estabelecimento de prioridades e metas de avaliação e controle. As etapas a serem seguidas no desenvolvimento do PPRA são as seguintes: A – Antecipação e reconhecimento dos riscos. E – Monitoramento da exposição aos riscos. estadual e municipal. RISCOS DE ACIDENTES. F – Registro e divulgação dos dados. O objetivo visado pela mesma é o da preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores.

No Estado de São Paulo. a NR – 10 e demais Normas Técnicas: NR – 11 . NR – 12 . em suas diversas etapas. Transportadores Industriais e Máquinas Transportadoras.Transporte.Instalações e Serviços de Eletricidade: Trata das condições mínimas para garantir a segurança daqueles que trabalham em instalações elétricas. as empresas devem observar a Convenção Coletiva para Melhoria das Condições de Trabalho em Prensas e Equipamentos Similares.Segurança e de Medicina do Trabalho. ver no item 9 adiante colocado.11. partida e parada das máquinas e equipamentos. Cilindros de Massa entre outros. manutenção. em vigência a partir de 28. distâncias mínimas entre as máquinas e os equipamentos. incluindo terceiros e usuários. dispositivos de acionamento. Guindastes. assinada em 29. NR – 10 . Movimentação. Armazenagem e Manuseio de Materiais: Destina-se a Operação de Elevadores.Máquinas e Equipamentos: Determina as instalações e áreas de trabalho. que a critério do empregador sejam capazes de desenvolver os trabalhos relativos a todas as etapas de realização previstas no PPRA. Injetoras de Plásticos e Tratamento Galvânico de Superfícies nas Indústrias Metalúrgicas no Estado de São Paulo. conf. A NR 10 foi recentemente atualizada e modificada após um período de consulta pública. Contém Anexos para o uso de moto-serras. execução. operação. Observação: Complementando estas informações. ou então. engrenagens.03. reforma e ampliação. TRABALHO SEGURO COM MÁQUINAS – LISTA DE VERIFICAÇÃO – FATORES IMPORTANTES: 1 – As conexões elétricas estão seguras e a máquina está aterrada? A chave de acionamento é blindada? 2 – Existe proteção na transmissão de força (polias e correias.02. incluindo projeto. o apoio de pessoa ou de equipes de pessoas qualificadas. maiores detalhes sobre a Segurança em Instalações e Serviços de Eletricidade.01. sendo então alterada conforme a Portaria 598 de 07 / 12 / 2004 . correntes)? 3 – Existe proteção mecânica no ponto de operação (barreira de acesso)? .

quais as principais exigências e recomendações de segurança são as seguintes: . o ar comprimido. com os comandos etiquetados e bloqueados fisicamente? 11 – Em caso de dúvida consulte sempre o pessoal especializado e as normas regulamentadora e técnicas. as Instalações de Máquinas. devidas. ABNT NBR 13930. Observação: . principalmente. a pressão hidráulica. Caldeiras e Vasos de Pressão. Saliente-se também que as Caldeiras e Vasos de Pressão e suas instalações demandam bastante cuidado tendo em vista os riscos de Incêndios e de Explosões.Caldeiras e Vasos de Pressão: São de competência do Engenheiro especializado nas atividades referentes ao projeto de construção.4 – Existe proteção mecânica no ponto de operação (cortinas de luz ou similar)? 5 – Existe comando bi-manual (no caso de prensas em geral)? 6 – Não se usam luvas na operação de máquinas com partes móveis? 7 – As distâncias entre máquinas respeitam a Norma Regulamentadora nº 12? 8 – Existem botões para parada de emergência ao alcance do operador nas máquinas grandes e em várias posições de operação? 9 – Existe prevenção do efeito estroboscópio (as partes móveis parecem lentas ou paradas sob iluminação fluorescente)? 10 – As manutenções e intervenções em geral só ocorrem dentro do princípio de energia zero (desativar a eletricidade. contendo várias classificações e categorias. A Norma exige treinamento específico para os seus operadores. entre outras). 80 – Tecnologia de Segurança Humana em MÁQUINAS. inspeção e supervisão de inspeção periódica das caldeiras e vasos de pressão. entre as diversas obras disponíveis ver artigo publicado na Revista C & I – Controle & Instrumentação de abril de 2003. nas especialidades. partes suspensas.Para maior conhecimento e aprofundamento da tecnologia ref. acompanhamento de operação e manutenção. pg. 14153 e 14154. NR – 12 . travar movimentos. Considerando a NR – 13. ao seu elevado grau de risco. tais como as seguintes:   ABNT NBR 14152. Além da lista supra é de suma importância conhecermos e aplicarmos também as Normas Técnicas de Instalações de Máquinas mais recentemente publicadas.

em local de fácil acesso aos operadores. bem como. a exemplo dos seguintes:      Projeto da instalação deve ser feito por firma ou escritório de engenharia com profissionais devidamente habilitados e credenciados para execução e instalações caldeiras a vapor. no que concerne ao atendimento desta NR-13 e das Normas Técnicas de Instalação. o Projeto da Instalação. contendo no mínimo. A qualidade da água deve ser controlada e tratamentos devem ser implementados. Além disto nunca operar e trabalhar com a Caldeira em condições de risco tais como no caso de mau funcionamento ou falta na falta dos seguintes componentes: 1. As Caldeiras e Vasos de Pressão instalados devem ter fixado em seu corpo Placas de Identificação com todas as informações requeridas nas normas. em língua portuguesa. Instrumento que indique a pressão do vapor acumulado. independente do sistema principal. Possuir "Manual de Operação" atualizado. Na operação e funcionamento da Caldeira ou Vaso de Pressão não ultrapassar jamais a Pressão Máxima de Trabalho Permitida – PMTP ou a Pressão Máxima de Trabalho Admissível – PMTA. saúde e meio ambiente previstos nas Normas Regulamentados. o Prontuário atualizado da Caldeira ou Vaso de Pressão. 2. bem como.atendimento a esta exigência caracteriza condição de risco grave e iminente. As Caldeiras e Vasos de Pressão devem ser fabricados e fornecidos por empresas devidamente habilitadas e credenciadas para fabricação e fornecimento da Caldeira ou Vaso de Pressão a ser instalado. bem como dos vasos de pressão dentro dos prazos estabelecidos nas normas. Executar as inspeções de segurança e a manutenção das caldeiras e seus acessórios. Sistema de indicação e controle do nível de água ou outro sistema que evite o superaquecimento por alimentação deficiente. Válvula de segurança com pressão de abertura ajustada em valor igual ou inferior a PMTA. credenciado e registrado sendo que o não . convenções e disposições legais aplicáveis. Toda caldeira a vapor deve estar obrigatoriamente sob operação e controle de operador de caldeira. 3. deverão seguir sempre todas as recomendações técnicas especificadas na NR –13 e demais normas técnicas oficiais. bem como. no estabelecimento onde estiver instalada. . o Projetos de Alteração ou Reparos executados e os Relatórios de Inspeção emitidos por Inspetores credenciados no Ministério do Trabalho. o Registro de Segurança. 4. Equipamentos de alimentação de água. As inspeções de segurança e a manutenção das caldeiras e seus acessórios. na obediência aos aspectos de segurança. quando necessários para compatibilizar suas propriedades físico-químicas com os parâmetros de operação da caldeira. dos vasos de pressão. nas Normas Técnicas referentes àsCaldeiras e Vasos de Pressãoinstalados.Obediência a todas as exigências e recomendações de segurança especificadas na NR –13. em caso caldeiras combustível sólido.       Possuir.

Agentes Químicos e Poeiras Minerais. a cargo do médico ou do engenheiro do trabalho. levando-se em conta os riscos de acidentes e doenças do trabalho e as suas respectivas medidas de segurança. devidamente credenciado junto ao Ministério do Trabalho e Emprego. Tanto a NR15 quanto a NR16 dependem de perícia. relacionada ao trabalho constituem o principal grupo de problemas à saúde. Radiações Ionizantes. NR – 18 . durante a sua vida laboral. . Tolerância para Exposição ao Calor. informações. Observe-se que as LER .Lesões por Esforços Repetitivos. isto é intensidade. a exemplo da NR16 . portanto devem ser tomados todos os cuidados seguidas as recomendados a respeito das mesmas. Inflamáveis e Energia Elétrica.Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção – PCMAT: O Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção .Ergonomia: Esta norma estabelece os parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas.PCMAT equivale ao “PPRA” da Construção Civil. pela eletricidade ou pela recuperação de gases quentes e que.Resume-se no elenco de providências a serem executadas. Além disto considerar que as fontes de aquecimento dos fornos podem ser obtidas pela queima de combustíveis.Fornos: Define os parâmetros para a instalação de fornos: Deve-se observar as legislações pertinentes nos níveis federal. que não causará dano a saúde do trabalhador. quando ocorre além dos limites de tolerância. comunicações dos elementos do sistema. reconhecidos pela sua relação laboral.Doença Osteomuscular. hoje denominada DORT . constante hoje das relações de doenças profissionais da Previdência. NR – 15 .Atividades Perigosas.Atividades e Operações Perigosas: Também considerada quando ocorre além dos limites de tolerância. As atividades insalubres estão contidas nos anexos da Norma e são considerados os agentes: Ruído contínuo ou permanente. O termo DORT é muito mais abrangente que o termo LER. em função do cronograma de uma obra. NR – 16 .Atividades e Operações Insalubres: Considerada atividade insalubre. organização e conseqüências do trabalho. natureza e tempo de exposição ao agente. estadual e municipal. ambiente. processamento. São as atividades perigosas àquelas ligadas a Explosivos. NR – 17 . Ruído de Impacto. máquinas.NR – 14 . tomada de decisões.

Na Internet estão disponíveis diversos endereços e “Links” que devem ser consultados:     Secretaria Nacional de Defesa Civil: http: //www. pessoal treinado e equipamentos. NR–20 . água entre outros).br/ Prefeitura de São Paulo: http://www6.defesacivil.br. NR–22 . saídas para retirada de pessoal em serviço e/ou público. NR–21 -Trabalho a céu aberto: Define o tipo de proteção aos trabalhadores que trabalham sem abrigo.Trabalhos subterrâneos: Destina-se aos trabalhos em minerações subterrâneas ou a céu aberto. contra intempéries (insolação.defesacivil. Daí a extrema importância do conhecimento e emprego das técnicas de Combate a Incêndios disponíveis atualmente.prefeitura.gov.gov.br/secretarias/habitacao/cartilha_prevencao/0001 . Esta atividade possui várias outras legislações complementares.gov. Defesa Cível do Estado de São Paulo: http://www. NR–23 .gov.polmil. condições sanitárias.Explosivos: Determina parâmetros para o depósito.Proteção contra Incêndios: Todas as empresas devem possuir proteção contra incêndio. beneficiamento de minerais e pesquisa mineral.sp.sp.sp. manuseio e armazenagem de explosivos.br/ Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo: http://www. DADOS COMPLEMENTARES: RELAÇÃO DE ALGUNS DOS GRANDES INCÊNDIOS OCORRIDOS NO BRASIL: Incêndios e Explosões são tipos de acidentes com grande potencial de destruição e mortes conforme visto nas tabelas anteriormente colocadas com a relação dos Acidentes Maiores ou Ampliados.Líquidos Combustíveis e Inflamáveis: Define os parâmetros para o armazenamento de combustíveis e inflamáveis. garimpos.NR–19 .sp. As empresas devem observar as normas do Corpo de Bombeiros sobre o assunto. Nesses trabalhos é necessário ter um médico especialista em condições hiperbáricas.

076 de 31. A implantação destes centros de Treinamentos para Brigadas de Incêndio.abnt. apesar do crescimento urbano e industrial.br/revisao_cb24. começou a haver maior conscientização e preocupação da população e de todos os órgãos. inclusive.T (Instrução Técnica) 17 que passou a integrar os parâmetros para o programa de Brigadas de Incêndio previstos na NBR nº 14.08. até com os Treinamentos de Brigadas de Incêndio. No âmbito municipal:Cada Prefeitura através do seu CONTRU (Departamento de Controle de Uso de Imóveis). através da NR 23. tem aplicado normas e exigências próprias.  ABNT: CB–24. com Leis e Normas mais específicas. LEGISLAÇÕES: No âmbito federal:A Brigada de Incêndio está prevista na Lei nº 6. .276/99 e para os Campos de Treinamento de Combate a Incêndio a NBR 14. com locais apropriados para estes treinamentos. tem contribuindo para que as estatísticas de grandes incêndios sejam reduzidas ou neutralizadas. regulamentada pela Portaria nº 3.nfpa.01.asp? Ano Edifício Cidade Mortos Feridos 1961 Penitenciaria Taubaté 152 1966 Circo Niterói 350 1972 Andraus São Paulo 16 300 1974 Joelma São Paulo 187 400 1981 Grande Avenida São Paulo 17 52 1996 Plaza Shopping Osasco 42 400 A partir do incêndio do Joelma (1974). em vigor a partir de 23 de Abril de 2002. desde a especificação de materiais aos sistemas de proteção. Também houve uma maior conscientização prevencionista. que atua na prevenção e fiscalização de instalações e sistemas de segurança de edificações do município.514 de 1977. No âmbito estadual:O programa de Brigada de Incêndio está previsto no Decreto Estadual nº 46. que contempla a I.org/itemDetail. que regulamenta a segurança contra incêndio nas edificações de áreas de risco no Estado de São Paulo. Comitê Brasileiro de Segurança contra Incêndio: http://www. com a Prevenção de uma forma mais ampla.277/99.htm NFPA – “National Fire Protection Association” – em portugues: http://www.214/78. que atendessem as exigências ambientais da CETESB. a qual tem sido reforçada por uma atuação maior dos legisladores. que dá as diretrizes sobre Segurança e Medicina do Trabalho.org. com a morte de 187 pessoas.

Eletricidade: Usinas Termoelétricas. A Água pressurizada ou água-gás Espuma CO 2 (Dióxido de Carbono) Químico Seco Químico Seco ABC ou especial Sistemas de Combate a Incêndios: Classes de Incêndio B X X (X) CD X XX XX X . álcool. (X) => Condicionalmente. couro. resina. transformadores. bonifica o prêmio pela implantação de Brigadas de Incêndio. pois estas reduzem drasticamente riscos e conseqüentemente o custo dos seguros. Subestações. como responsável dentro da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas – pela normalização do setor e que a partir de 1990 foi reformulada como Comitê Brasileiro de Segurança contra Incêndio. CERTIFICAÇÃO: Em 1970 é instalada a Comissão Brasileira de Proteção Contra Incêndio. gás de iluminação. Portanto o CB-24 é o órgão responsável dentro da ABNT pelo planejamento. Eletrodomésticos. ceras. tapetes. acetileno. também contempla diretrizes que se satisfeitas. borracha. querosene. gás de petróleo. Casas de Força. com sede no Comando do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo. Madeira. CLASSES DE FOGO E EXTINTORES RECOMENDADOS DE SE USAR: Classes de Incêndio A B C D Tipos de material Combustível / área onde ocorre o incêndio. zircônio. através do Instituto de Resseguros do Brasil (IRB) e da Circular 006/92 da SUSEP. No âmbito Civil e Criminal:Vale aqui destacar: que o investimento preventivo na segurança e na manutenção minimiza possível ação judicial de responsabilidade Civil e/ou Criminal. Gasolina. óleo. papéis. coordenação e controle das atividades de elaboração de Normas relacionadas com os assuntos de Segurança contra Incêndio. Metais pirofóricos: magnésio. graxas. recebendo a denominação de CB-24. titânio. Casas de Máquinas. tecidos. cortinas. alumínio. éter. Tipos de Extintores Portáteis recomendados de serem utilizados: X => Principal.No âmbito securitário: O legislador. entre outros. através da tarifação de seguros de Incêndio do Brasil (TSIB).

Os tipos de Sistemas acima referidos devem ser compatíveis com o tipo de instalação a que se destinam e inclusive para a Carga de Incêndio prevista e calculada. risco biológico. Sistemas de Escadas de Segurança. Cabe a CIPA e/ou ao SESMT. Sistemas de Esvaziamento rápido para instalações de Fluídos Térmicos Orgânicos. se houver. Brigadas Contra Incêndios.Os Sistemas de Combate a Incêndios são projetados e instalados com os seguintes objetivos principais:       Garantir a segurança das pessoas e de uma edificação em um nível adequado nos casos de ocorrência de um incêndio. Sistemas de Proteção contra Descargas Atmosféricas. NR–25 . Minimizar os danos ao patrimônio em casos de incêndios. Sistemas de Compartimentação. também. . Possibilitar a saída em tempo hábil das pessoas em condições seguras. estadual e municipal. NR–24 . Sistemas de “Sprinklers”. Sistemas de Espuma e de Resfriamento. a observância desta norma. Bombeiros. Sistemas Fixos de CO 2 e de Gases para Extinção do Fogo. Principais tipos de Sistemas de Combate a Incêndios existentes:                 Sistemas de Extintores de Incêndios. Sistemas de Iluminação de Emergência.Resíduos Industriais: Trata da eliminação dos resíduos gasosos. Sistemas de Hidrantes. Minimizar as possibilidades de propagação do fogo. radioativo. Sistemas de Contenção para instalações de Reservatórios de Combustíveis. Sistemas de Detecção e alarmes de Incêndio.Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais do Trabalho: Todo estabelecimento deve atender as denominações desta norma. nas Convenções Coletivas de Trabalho de sua categoria se existe algum item sobre o assunto. Remete às disposições contidas na NR15 e legislações pertinentes nos níveis federal. que o próprio nome contempla. evitando perdas de vida. Facilitar as ações de socorro. líquidos de alta toxidade. Sistemas de Proteção para Resistência Estrutural. sólidos. Sistemas de Sinalização de Segurança contra Incêndios. a exemplo do césio em Goiás. periculosidade. Deve-se observar. Facilitar as ações de combate ao fogo.

Quando constatar situações graves e/ou iminentes ao risco à saúde e à integridade física do trabalhador propõe à autoridade regional a imediata interdição do estabelecimento. do artigo 200 da CLT.Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho Aquaviário. na navegação interior. e embarcações de apoio marítimo e portuário.534. NR–29 . na navegação marítima de longo curso. no serviço de reboque em alto-mar.Registro Profissional do Técnico de Segurança no Ministério do Trabalho e Emprego: Todo técnico de segurança deve ser portador de certificado de conclusão do 2º grau de Técnico de Segurança e Saúde no Trabalho. autua o estabelecimento. NR–30 . Estas gradações são divididas por número de empregados. confusão e fadiga do trabalhador. acordos e contratos coletivos de trabalho. As disposições contidas nesta NR aplicam-se aos trabalhadores portuários em operações tanto a bordo como em terra. na cabotagem. facilitar os primeiro socorros a acidentados e alcançar as melhores condições possíveis de segurança e saúde aos trabalhadores portuários. para cada item das normas. .Fiscalização e Penalidades: Toda norma regulamentadora possui uma gradação de multas. NR–27 . o Decreto nº 99. de 19/09/90 que promulga a Convenção nº 152 da OIT.NR–26 .Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho Portuário: Tem por objetivo Regular a proteção obrigatória contra acidentes e doenças profissionais. O agente da fiscalização. A sua existência jurídica está assegurada em nível de legislação ordinária. devidamente registrado através das DRT regionais. NR–28 . assim como aos demais trabalhadores que exerçam atividades nos portos organizados e instalações portuárias de uso privativo e retro-portuárias. situadas dentro ou fora da área do porto organizado. com currículo do Ministério do Trabalho e Emprego. faz a notificação.Sinalização de Segurança: Determina as cores na segurança do trabalho como forma de prevenção evitando a distração. através da Medida Provisória nº 1. bem como em plataformas marítimas e fluviais. (NR em fase de Consulta Pública): Aplica-se aos trabalhadores de toda embarcação comercial utilizada no transporte de mercadorias ou de passageiros.5756. risco na segurança e risco em medicina do trabalho. concede prazo para a regularização e/ou defesa. quando em deslocamento. de 27/11/97. bem como cuidados especiais quanto a produtos e locais perigosos. A observância desta Norma Regulamentadora não desobriga as empresas do cumprimento de outras disposições legais com relação à matéria e outras oriundas de convenções. baseado em critérios técnicos.

(NR em fase de Consulta Pública): Tem por finalidade estabelecer as diretrizes básicas para a implementação de medidas de proteção à segurança e à saúde dos trabalhadores em estabelecimentos de assistência à saúde.889.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho Rural . em função do número de empregados que possuam. seu reconhecimento. A sua existência jurídica é assegurada por meio do artigo 13 da Lei nº 5.EPI: . bem como a falta de controle da concentração de oxigênio presente no ambiente.889.067 de 12 de abril de 1. de 8 de junho de 1973. 5. de forma a garantir permanentemente a segurança e saúde dos trabalhadores. A sua existência jurídica é assegurada por meio do artigo 13 da Lei nº. de 8 de junho de 1973. (NR em fase de Consulta Pública): Tem como objetivo estabelecer os requisitos mínimos para identificação de espaços confinados. A sua existência jurídica é assegurada por meio do artigo 13 da Lei nº. a Portaria nº 3.NR–31 .Disposições Gerais: Estabelece os deveres dos empregados e empregadores rurais no tocante à prevenção de acidentes do trabalho e doenças ocupacionais. NRR-4 . a obrigatoriedade de organizar e manter em funcionamento uma Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.Serviço Especializado em Prevenção de Acidentes do Trabalho Rural . 5.SEPATR: Estabelece a obrigatoriedade para que as empresas rurais. Normas Regulamentadora Rurais: Conforme Lei nº 5.Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados. visando à prevenção de acidentes do trabalho e doenças ocupacionais no meio rural. de 8 de junho de 1973. NRR-3 .988.Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho em Estabelecimentos de Assistência à Saúde.889. NRR-1 . NR–32 . bem como daqueles que exercem atividades de promoção e assistência à saúde em geral.CIPATR: Estabelece para o empregador rural.889. a qual institui Normas Reguladora do Trabalho Rural. monitoramento e controle dos riscos existentes. de 8 de junho de 1973.Equipamento de Proteção Individual . Espaço confinado é qualquer área não projetada para ocupação humana que possua ventilação deficiente para remover contaminantes. NRR-2 . bem como. organizem e mantenham em funcionamento serviços especializados em Segurança e Medicina do Trabalho.

do grau de risco do porte da empresa.889. visando à prevenção de acidentes do trabalho e doenças ocupacionais. da Tecnologia e na de Recursos Humanos. exige o emprego do seguinte quadro de pessoal (Vide Quadros I e II anexos a NR – 4): a) Engenheiro de Segurança do Trabalho . E diversas outras atividades importantes voltadas para a Segurança e a Medicina do Trabalho. . Gerenciamento das emergências. direta ou indiretamente impõem uma estrutura mínima de pessoal qualificado. de 8 de junho de 1973. Gerência ou Departamento de Segurança das Empresas varia de acordo com as características das mesmas. Exemplos:  A NR-4 / Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho – SESMT. NRR-5 .3 – Estrutura de pessoal necessária para compor a Gerência de Segurança em uma Empresa: A estrutura de pessoal de uma Diretoria. A sua existência jurídica é assegurada por meio do artigo 13 da Lei n o 5. a fim de protege-los dos infortúnios laborais. 8. Análises de riscos. conforme seja o Grau de Risco e o número de empregados no estabelecimento. do histórico além dos padrões internos e políticos de cada empresa.engenheiro ou arquiteto portador de certificado de conclusão de curso de especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho. com a execução de ações tais como:      Treinamento de pessoal em técnicas de prevenção de acidentes. alicerçando seus trabalhos nas áreas da Organização. a seus empregados Equipamentos de Proteção Individual adequados ao risco e em perfeito estado de conservação. em nível de pósgraduação.Produtos Químicos: Estabelece os preceitos de Segurança e Medicina do Trabalho Rural a serem observados no manuseio de produtos químicos. gratuitamente. A sua existência jurídica é assegurada por meio do artigo 13 da Lei nº 5. Gerenciamento dos riscos. tais como. Esta estrutura de Segurança do Trabalho. Contudo a obrigatoriedade do cumprimento ao estabelecido nas diversas Normas Regulamentadora acima mencionadas.Estabelece a obrigatoriedade para que os empregadores rurais forneçam. além da política de Segurança seguida pelas Empresas é de fundamental importância para que os bons resultados sejam obtidos. As empresas estruturadas têm assim a possibilidade de planejar e trabalhar de modo preventivo. de 8 de junho de 1973.889.

ASTM. A NR-9 / Programa de Prevenção dos Riscos Ambientais cuida do controle dos riscos ambientais que podem causar a ocorrência de acidentes do trabalho. do Ministério da Educação. em nível de pós-graduação. BS. acidentes ampliados e que podem também provocar as doenças profissionais e as doenças do trabalho. d) Auxiliar de Enfermagem do Trabalho . II e III anexos a NR – 5). Em geral o atendimento as exigências das diversas Normas Regulamentadora demanda o emprego de um pessoal técnico e qualificado em uma vasta gama de especialidades profissionais. e) Técnico de Segurança do Trabalho: técnico portador de comprovação de registro profissional expedido pelo Ministério do Trabalho. NFPA. ou portador de certificado de residência médica em área de concentração em saúde do trabalhador ou denominação equivalente. API. todavia.b) Médico do Trabalho . nacionais (ABNT) e/ou internacionais (ISO. . Para sua aplicação.médico portador de certificado de conclusão de curso de especialização em Medicina do Trabalho. ASME.     De outro lado a NR-5 / Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA exige a constituição de uma comissão formada por representantes dos empregadores e representantes dos empregados.auxiliar de enfermagem ou técnico de enfermagem portador de certificado de conclusão de curso de qualificação de auxiliar de enfermagem do trabalho. c) Enfermeiro do Trabalho . entre outros diversos. conforme demonstra seu próprio conteúdo. faz-se necessário a consulta das Normas Técnicas específicas. OHSAS. A NR-7 / Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional por sua vez cuida da execução dos diversos tipos de exames médicos a serem feitos para efeito do acompanhamento da saúde dos trabalhadores. ministrado por instituição especializada reconhecida e autorizada pelo Ministério da Educação. 9 – Seguranças em Instalações e Serviços de Eletricidade. ministrado por universidade ou faculdade que mantenha curso de graduação em enfermagem. NR – 10 e demais Normas Técnicas: As Normas Regulamentadora apontadas no item anterior aplicam-se ao exercício legal da matéria no que se refere a Segurança e Medicina do Trabalho.enfermeiro portador de certificado de conclusão de curso de especialização em Enfermagem do Trabalho. A NR – 23 / Proteção contra Incêndios por sua vez. reconhecida pela Comissão Nacional de Residência Médica. Por exemplo. ambos ministrados por universidade ou faculdade que mantenha curso de graduação em Medicina. dimensionada de acordo com as características das empresas (Vide Quadros I. exige que hajam pessoas adestradas no uso correto dos equipamentos de combate a incêndios. em nível de pós-graduação. NIOSH e outras) de acordo com os diversos itens e matérias indicadas. ver o caso da NR – 13 Caldeiras e Vasos de Pressão. NEC.

com/pagcopel.Especificação.Especificação. NBR 9518 / 97 . Centros de Pesquisas.9. na Operação e na Manutenção de Instalações Elétricas em geral.0 kV a 36. NBR – 5410 / 1990 / Instalações Elétricas de Baixa Tensão. Fabricantes de Equipamentos. Empresas de Engenharia de Segurança do Trabalho e Medicina do Trabalho. e procedimentos utilizados nos Projetos.Especificação. consultar também diversas outras Normas Técnicas. ver as normas relacionadas no livro Instalações Elétricas.2 kV. especificamente os ligados a Segurança e Proteção das pessoas e das Instalações. O Conhecimento Técnico e a Tecnologia utilizada por Fornecedores de Equipamentos. NBR – 5418 / Instalações Elétricas em Atmosferas Explosivas.Equipamentos Elétricos para Atmosferas Explosivas . NBR – 5414 / Instalações Elétricas de Alta Tensão. NB . além de diversos outros livros técnicos publicados. nas pgs. tais como:                NB .14039 / Instalações Elétricas de média Tensão. NBR 14039:03 .3 / 60 Execução de Instalações Elétricas de Baixa Tensão. RECOMENDAÇÕES DA COPEL http://www. de acordo com o assunto e a necessidade. NBR . Além das normas acima referidas faz-se necessário. de Apresentação à Edição Brasileira. Associações e Organizações existentes no Brasil e no mundo deverá ser considerada e assimilada.nsf . NBR 5363 – Equipamentos Elétricos para Atmosferas Explosivas – Invólucros à prova de explosão – Tipo de Proteção “d” . A título de exemplo. Fabricação. Hemus Editora Ltda. NBR 9883 .Instalações elétricas de média tensão de 1.Equipamentos Elétricos para Atmosferas Explosivas de Segurança Intrínseca Tipo de Proteção “i” . os quais são da mais alta valia em termos da técnica e da segurança. NBR 8447 .Terminologia. nas Instalações.79 / 67 Execução de Instalações Elétricas de Alta Tensão. Concessionárias de Serviços Públicos. Trata-se da aquisição do “know-how” e dos Conhecimentos Técnicos acumulados pelas Empresas.2 – GUIA DE SEGURANÇA NAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS CONF. Por exemplo: 9.1 – Aspectos técnicos ligados a novos Projetos. NBR 8370 .Equipamentos Elétricos para Atmosferas Explosivas de Segurança Aumentada – Tipo de Proteção “e” . NBR 14153 – Segurança Humana em Máquinas. Antonio Bossi e Ezio Sesto.copel. Montagem. NBR – 5419 / Proteção de Edificações contra Descargas Elétricas Atmosféricas. NBR 5420 – Equipamentos Elétricos para Atmosferas Explosivas – Invólucros com Pressurização ou Diluição Contínua – Tipo de Proteção “p” Especificação. Universidades. Operação e Manutenção: Relacionamos abaixo algumas das principais Normas Técnicas.Equipamentos Elétricos para Atmosferas Explosivas – Requisitos gerais – Especificação.

Nas recomendações da COPEL abaixo colocadas temos os procedimentos de segurança para manutenção em sistemas elétricos em baixa tensão (BT) e alta tensão (AT). I. NORMAS ABNT, NR e COPEL: Normas Brasileiras que regulamentam a segurança no trabalho, em instalações elétricas: Associação Brasileira de Normas Técnicas - www.abnt.org.br; Ministério do Trabalho e Emprego - www.mte.gov.br; Normas Técnicas da COPEL - www.copel.com.br NR–6 - Equipamento de Proteção Individual - EPI (1006.000-7): Para os fins de aplicação desta norma, considera-se Equipamento de ProteçãoIndividual - EPI todo dispositivo de uso individual, de fabricação nacional ou estrangeira, destinado a proteger a saúde e a integridade física do trabalhador. NR–10 - Instalações e Serviços em Eletricidade: Esta norma, recentemente revisada, fixa as condições mínimas exigíveis para garantir a segurança dos empregados que trabalham em instalações elétricas, em suas diversas etapas, incluindo projeto, execução, operação, manutenção, reforma, ampliação e a segurança de usuários e terceiros. NBR–5410 - Instalações Elétricas de Baixa Tensão: Esta norma fixa as condições a que devem satisfazer as instalações elétricas de baixa tensão, a fim de garantir seu funcionamento adequado, a segurança de pessoas e animais domésticos e a conservação dos bens. NBR–14039 - Instalações Elétricas de Alta Tensão Esta norma fixa as condições exigíveispara o projeto e a execução de instalações elétricas de alta tensão, com tensão nominal de 1,0 kV a 36,2 kV, à freqüência industrial, de modo a garantir segurança e continuidade de serviço. II. EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA RECOMENDADOS: Para garantia de segurança dos profissionais envolvidos no projeto, a COPEL recomenda a aquisição dos seguintes equipamentos: a) EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA INDIVIDUAL – EPI utilizados em eletricidade:

Capacete de segurança com isolamento para eletricidade;

      

Meia bota isolada; Óculos de segurança incolor e com proteção contra raios ultravioletas; Roupas de algodão; Luvas de borracha isolantes BT e AT; Luvas de pelica para proteção das luvas de borracha; Luvas de raspa para trabalhos rústicos; Cinturão de segurança com talabarte para trabalhos em grandes alturas.

b) EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA COLETIVOS – EPC:
    

Vara de manobra isolada; Conjunto de aterramento temporário; Detector de tensão; Cones e bandeirolas de sinalização; Escadas com isolamento próprias para trabalho com eletricidade.

Saiba mais sobre equipamentos de segurança: Associação Brasileira da Indústria Elétrica Eletrônica - www.abinee.org.br Associação Nacional da Indústria de Materiais de Segurança e Proteção ao Trabalho www.animaseg.com.br III. PROCEDIMENTOS RECOMENDADOS PARA MANUTENÇÃO: A) Introdução: Execute as manutenções somente com pessoal capacitado. Efetue a análise de risco da tarefa com os envolvidos e exija a utilização de equipamentos de proteção e ferramentas adequadas. Nos desligamentos programados ou não programados, o responsável pelo trabalho deve tomar as providências necessárias à segurança da equipe e de terceiros. Sempre registre as alterações implementadas no sistemae mantenha os operadores dos equipamentos informados. Evite adaptações ou alterações das características originais dos equipamentos elétricos. B) Procedimentos: A COPEL recomenda os seguintes procedimentos para isolamento da área na qual será executada a intervenção: PROCEDIMENTOS PRELIMINARES EXECUÇÃO DA TAREFA:

1. Quando necessário solicite à COPEL que a COPEL faça o desligamento da unidade (a ligação telefônica é gratuita); 2. Trave mecanicamente, através de cadeado, as chaves seccionadoras; 3. Retire dos cartuchos das chaves fusíveis; 4. Bloqueie o religamento remoto de disjuntores; 5. Sinalize o poste com placas de advertência: “ATENÇÃO NÃO OPERE ESTE EQUIPAMENTO”; 6. Isole o local com cordas, bandeirolas e cones para delimitar a área; 7. Delimite as distâncias mínimas de segurança entre os locais de trabalho e partes energizadas com sinalização apropriada, levando em consideração o quadro abaixo: Tensão Nominal (kV) Distância Mínima (metros) 13,8 0,60 34,5 1,00 69,0 1,10 138,0 1,80 230,0 2,00 8. Teste a linha ou rede com o uso de detector de tensão: Observação: - Antes de efetuar testes elétricos ou abertura de equipamentoselétricos para manutenção, verifique que a umidade relativa do ar esteja inferior a 70%; 9. Instale o conjunto de aterramento temporário na BT e na AT; 10. Esteja certo de que todos compreendam o planejamento, e saibam exatamente seu papel dentro do processo; 11. Utilize ferramentas em perfeitas condições de uso e em quantidade suficientes; 12. Evite improvisações. Lembre-se que o planejamento serve para evitar problemas durante a execução do trabalho; 13. Faça supervisão constante;

o qual adquire e traz desde as mais remotas épocas da existência humana. IV. 18. Retire os aterramentos temporários. . Faça uma inspeção nas instalações.14.e das Emergências que ocorrem. Sobre estes aspectos não podemos esquecer do alcance e da importância dos seguintes fatores:   Da extrema valia que tem o Instinto de Conservação das Pessoas.com. do Profissionalismo e da Autoestima. 20. Após a conclusão dos serviços.1 – Conceitos: Ao considerarmos os diversos aspectos abrangidos pela Segurança do Trabalho imediatamente nos lembramos dos conceitos dosPerigos existentes. Recoloque os cartuchos. 10 . 17.br ou entre em contato com o COPEL. Afaste todas as pessoas das partes que deverão ser energizadas. recolha sobras de materiais que ficarem pelo chão. Lembramo-nos principalmente das ocorrências de maior gravidade intituladas de ACIDENTES AMPLIADOS / MAIORES. ou solicite que a COPEL o faça.copel. acesse o “Site” www. Dicas: Saiba mais sobre equipamentos de segurança: Para saber mais sobre segurança na manutenção de instalações elétricas. GESTÃO DE RISCO E DE EMERGÊNCIAS: 10. Da importância de exercermos o Espírito de Cidadania. 16. evitando que outras pessoas os utilizem inadvertidamente. RISCOS E EMERGÊNCIAS. dos Riscos.PERIGOS. CONCLUSÃO DOS SERVIÇOS: 15. Retire a sinalização. 21. Retire placas de sinalização. 19. Faça o religamento.

Assim. natural e instintiva com reações de conservação rápidas e instantâneas. E muitas diversas outras situações da vida. O risco dos raios nas tempestades. necessários. mas mesmo assim. os quais devem ser estudados e aprofundados. Da Energia Atômica. até podemos ter informações atualizadas a respeito. é de máxima importância proporcionar e executarmos os Programas de Treinamento. de modo que. podemos nos lembrar aqui das seguintes casos:        Da Eletricidade. todavia que no mundo atual somente uma parte dos riscos existentes já foi assimilada e absorvida pelo Instinto de Conservação das pessoas. E demais outras tantas Tecnologias historicamente recentes. PRINCÍPIOS DE GESTÃO DE RISCOS: . Os riscos de incêndios e de explosões. ao lado destes riscos e perigos mais conhecidos. porém que. de modo que. existem riscos menos conhecidos e dominados. o desenvolvimento de um instinto de autoconservação e segurança. na maioria das pessoas. O perigo de lesões por objetos ou ferramentas de corte. Só como exemplo. pode ainda não ter sido assimilada por completo.Não podemos nos esquecer. principalmente os relativos as novas e mais recentes tecnologias. o aperfeiçoamento contínuo dos trabalhadores e de todos profissionais que atuam nas Empresas existentes. Da Aviação. bem como. haja uma grande conscientização de todo o trabalho e dos meios de proteção necessários. O risco do afogamento das pessoas. Dos Meios de Transporte. Relativamente a estas Tecnologias historicamente mais recentes. Naufrágios. no que se refere à execução dos trabalhos com Segurança e Qualidade. Avalanches. no que se refere aos riscos derivados destas novas tecnologias. sob o ponto de vista racional. Ocorre. Terremotos. Da Bio – Tecnologia. ficasse estabelecida uma autodefesa primária. Riscos de Inundações e dos deslizamentos de terras. Dos Combustíveis. Por exemplo: Sabemos dos riscos e perigos envolvendo os seguintes casos:           O risco do Trabalho nas alturas e o risco da queda.

incêndios e explosões estão bastantes presentes nas Subestações. 1. como o da Caveira com as duas Tíbias cruzadas. educacionais e sociais: Para os que já vivenciaram de perto situações reais envolvendo Acidentes do Trabalho de maior gravidade. Benedito Cardella. nos Painéis Elétricos. Aos visitantes ou a alguém que não conheça ou trabalhe numa determinada instalação. numa Instalação Industrial. visitar estas partes de uma Instalação Elétrica. nos CCM. Consideremos também os demais avisos e alertas por escrito. apesar do silêncio.A. Relativamente à ocorrência dos acidentes. que resulta de interações complexas entre fatores físicos. nas Instalações Elétricas. bem como. esposa e toda a sua família. químicos. 4 – Os acidentes ocorrem porque a mente se envolve tanto com o trabalho que se esquece do corpo. Editora Atlas S. não é difícil a compreensão das conseqüências tristes e adversas que ocorrem com a perda de vida do trabalhador e o sofrimento para seus filhos. nas Cabines de Distribuição. o qual normalmente está colocado nas portas dos diversos painéis elétricos e cabines de força. No entanto. No que se refere à Eletricidade. as quais servem para nos alertar dos perigos que rondam aquela instalação. psicológicos. como “Proibido a Entrada de Pessoas não Autorizadas” ou aquele outro utilizando o símbolo de um Raio. para chamar a atenção das pessoas que se aproximam das partes de uma Instalação Elétrica. o que mais desperta a nossa atenção é a movimentação relativamente silenciosa dos motores elétricos. além do uso dos EPI e EPC necessários. Aspectos humanos. em contrapartida com a movimentação mecânica e dos ruídos diversos presentes nos processos industriais. as demarcações de área. de modo a não tocar em nada. técnicos. curtos-circuitos. nas Salas de Despacho.. com os dizeres “PERIGO DE MORTE”. o acidente é um fenômeno de natureza multifacetada. sociais e culturais.999). . os quais estimulam a ficar de alerta. por exemplo. É muito útil também o uso e o efeito provocado pelos Cartazes Admoestadores bastante utilizados em Instalações Elétricas. recomenda-se se manter sempre a distância dos diversos componentes e até a mesmo colocar as duas mãos no bolso. biológicos. 3 – Um indivíduo sozinho não consegue controlar os riscos envolvidos na sua atividade. entre outros.(Consultar o livro de Segurança no Trabalho e Prevenção de Acidentes. nos Quadros de Força. o perigo de choques elétricos. ergonômicos. 2 – Todos os acidentes podem ser evitados. que com a permissão e acompanhado de técnicos habilitados. existe um consenso com base na experiência acumulada dos especialistas quanto à validade dos seguintes princípios: 1 – Nas organizações e sociedades.

As Instalações Elétricas. Causas. daí a importância do uso dos EPI e dos EPC além do emprego dos símbolos acima referidos. Assim. Perigo. o risco será menor para o pessoal. devido às precauções tomadas para minimizá-lo. um banco de transformadores de alta tensão possui um risco inerente de eletrocussão. Em qualquer caso. Fatos. além de toda dedicação e motivação. Riscos. de modo que. Efeitos. servindo como alerta. mas deverá haver um baixo nível de perigo. Vários outros conceitos e exemplos ligados à segurança podem ser citados:          Incidentes. Haverá um alto nível de perigo se o banco estiver desprotegido. Testemunhos dados em reuniões e congressos realizados relatam e enfocam sempre este lado da questão. Entretanto. Naturalmente isto só não é o bastante. o risco de certa forma poderia passar despercebido para o trabalhador comum sem um treinamento específico. O mesmo risco estará presente quando os transformadores estiverem trancados num cubículo sob o piso. uma vez que esteja energizado. seus componentes são bastante silenciosos e estáticos. Acidentes. É preciso também que as instalações sejam executadas seguindo-se as recomendações indicadas nas Normas Técnicas e das Normas Regulamentadora existentes. o impacto emocional destes símbolos é bastante profundo.Mesmo com todo o treinamento. . é da maior importância um enfoque especial de todos os aspectos ligados a Segurança dos Trabalhadores e de todas as pessoas possíveis ao redor. comparativamente as demais partes das instalações industriais. dos avisos colocados e de toda a precaução envolvida. Exposição. Um risco poderá estar presente. Natureza. Para que tenhamos sucesso nos assuntos ligados as Seguranças além de todo o estudo e formação envolvidos necessitam também do apoio por parte da hierarquia. no meio de uma área de pessoas. sejam os de Instalações Elétricas mais simples até os de Instalações Elétricas mais complexas.

MEDIDAS DE CONTROLE PERÍGO: . Falhas de instalação. Neste caso:  Risco: Intoxicação. Danos materiais.Uma condição ou situação (de uma variável) com potencial para causar danos. PERIGO: .“DANGER”.“RISK”. Danos humanos. Altura de Altura de trabalho muito maior Trabalho em altura Queda Fatal Trabalho que a altura do indivíduo.     Falhas humanas. Danos financeiros. Trabalho em Redução da Dose de Ruído Dose maior que 1 ou 100% ambiente ruidoso Capacidade Auditiva Diária RISCO ou “HAZARD”: . RISCO SITUAÇÃO Trabalho com chapas aquecidas VARIÁVEL CONDIÇÃO Temperatura da Temperatura da chapa muito Queimaduras Chapa maior que a temperatura da pele. É a exposição que favorece a “materialização” do risco como causa de um fato catastrófico (acidente) e dos danos resultantes .Parâmetro que caracteriza uma relativa exposição a um risco. PERIGO = ____________________________ MEDIDAS DE CONTROLE D RISCO e outra maneira: Exemplo: Situação: Trabalho de limpeza e desengraxamento de peças com solventes. RISCO: Probabilidade de possíveis danos dentro de um período de tempo definido ou ciclos operacionais .

QUANTO
À EXPOSIÇÃO AO RISCO: Nenhuma Uso de máscara filtrante (EPI) Limitação do Tempo de exposição (se viável) Automatização do processo (não há necessidade do operador no recinto). Alto Moderado a baixo Baixo Praticamente nulo

Como podemos verificar no exemplo acima colocado em função das possíveis medidas tomadas o perigo diminui. Resumidamente então: Risco  Perigo ou Possibilidade de perigo. O Risco de eventos perigosos é função de 2 fatores: Da Freqüência com que estes eventos ocorrem e das Conseqüências destes eventos, tais como:
 

Ocorrência de Danos materiais; Ocorrência de vítimas, com lesões e/ou mortes.

As ações para minimização dos riscos demandam tempo e, portanto exigem estudos e planejamento constantes. Portanto temos: * Risco = f (Freqüência x Conseqüência). 10.2 - Emergência  Ocorrência de qualquer Situação perigosa ou Situação crítica: Nas situações de emergência os fatores de riscos emergem do campo virtual passando para a situação real e gerando danos e perdas, algumas vezes fatais. Quando ocorre uma Emergência geralmente temos a ocorrência de uma cadeia de eventos indesejáveis. O primeiro evento desta cadeia é chamado evento iniciador ou demanda. O Controle da emergência compreende das seguintes etapas:

Detecção; Mobilização; Intervenção.

Na intervenção por sua vez teremos as seguintes ações:

Recomposição da Contenção; Combate; e Defesa.

Todas estas ações demandam preparativos, treinamentos, testes e provas, os quais devem ser executados preventivamente e regularmente de modo a prepararmos as equipes para as possíveis emergências que porventura venham a ocorrer. O sucesso do combate e do controle das emergências dependerá da precisão das ações tomadas e da rapidez com que as mesmas são executadas. 10.3 – Segurança  Situação livre de perigo Segurança = função inversamente proporcional ao Risco = f (1 / Risco). 11 – Técnicas de Identificação de Perigos, de Análise e de Avaliação dos Riscos: 11.1 – INTRODUÇÃO. 11.2 – TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS. 11.2.1 – TÉCNICA DE INCIDENTES CRÍTICOS – TIC. 11.2.2 – WHAT-IF (WI). 11.2.3 – “BRAINSTORMING”. 11.2.4 – “CHECK LIST” – Lista de verificações. 11.3 – TÉCNICAS DE ANÁLISE DE RISCOS. 11.3.1 – ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS - APR. 11.3.2 – ANÁLISE DE MODOS DE FALHA E EFEITOS - AMFE. 11.3.3 – ANÁLISE DE OPERABILIDADE DE PERIGOS - HAZOP. 11.4 – TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS. 11.4.1 – ANÁLISE DE ÁRVORE DE EVENTOS – AAE. 11.4.2 – ANÁLISE POR DIAGRAMA DE BLOCOS – ADB. 11.4.3 – ANÁLISE DE CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS – ACC. 11.4.4 – ANÁLISE DE ÁRVORE DE FALHAS – AAF.

11.4.5 – MANAGEMENT OVERSIGHT AND RISK TREE – MORT. 11.4.6 – ANÁLISE COMPARATIVA. 11.4.7 – ANÁLISE PELA MATRIZ DAS INTERAÇÕES. 11.4.8 – INSPEÇÃO PLANEJADA. 11.4.9 – REGISTRO E ANÁLISE DE OCORRÊNCIAS – RAO. 11.1 – INTRODUÇÃO: Para termos uma visão geral do contexto, resumidamente é colocado abaixo o quadro da situação mundial no período compreendido entre o término da 2ª Guerra Mundial, passando pela Guerra Fria e pela Corrida Espacial e chegando aos tempos mais recentes, por ocasião da queda do muro de Berlim e do aparecimento da Política de Globalização dos mercados. Nesta época os graves acidentes ocorridos no mundo tiveram impacto sobre a opinião pública, levando os governos e as empresas a buscarem meios mais eficientes de proteção e segurança. (Ver quadros de acidentes maiores ou ampliados, tais como os acidentes aeroespaciais, os acidentes em Usina Nucleares, os acidentes em Industrias Químicas, como o ocorrido em Bhopal e outros tantos, conforme dados anteriormente tabelados). Os governos, a opinião pública e as entidades ligadas à tecnologia, as indústrias e a segurança do trabalho mobilizaram-se então objetivando o aumento da segurança das instalações industriais e a diminuição dos acidentes maiores ou ampliados. Houve a necessidade de melhorar e desenvolver novos instrumentos para a solução dos problemas ligados à segurança, como as Técnicas de Identificação de Perigos, de Análise e de Avaliação dos Riscos, bem como, de Sistemas de Gestão da Qualidade e Meio Ambiente. Portanto, foram desenvolvidas ferramentas de Análise dos Perigos, de Riscos e de Acidentes, para obtermos melhores e maiores níveis de segurança total em áreas como a da aeronáutica, aeroespacial e nuclear. Os conceitos de perigo, de risco, de confiabilidade, de modos de falha, MTBF (Tempo médio entre falhas), bem como, as técnicas e metodologias aplicadas pela Segurança de Sistemas, antes utilizadas principalmente nas áreas militar e espacial, evoluíram e progrediram a partir da década de 70 para aplicação nas áreas industriais e de serviços públicos, alavancando e auxiliando na solução dos problemas da engenharia, da produção industrial, da segurança no trabalho e do meio ambiente. Simultaneamente o desenvolvimento alcançado pela industrialização acelerada e pela competividade na busca dos mercados internos e dos globalizados, por sua vez estimulou o desenvolvimento de novas políticas industriais de produtividade, qualidade, meio ambiente e segurança do trabalho tais como:

000. Necessidade de equipes e estruturas adequadas de Segurança e Medicina do Trabalho.   Pesquisando-se através de mecanismos de buscas como o da “Google”. encontramos também artigos de excelente qualidade no que se refere às Técnicas de Identificação de Perigos. Maior desenvolvimento da Engenharia de Controle de Perdas. Normas BS 8. todavia é pelo estudo e participação de suas aplicações. Convenção OIT 174 e Decreto 4085 de 15 de janeiro de 2002 o qual Promulga a Convenção no 174 da OIT e a Recomendação no 181 sobre a Prevenção de Acidentes Industriais Maiores. . buscando maior segurança. No Livro intitulado “Segurança no Trabalho e Prevenção de Acidentes” . A melhor forma de aprendizado destas técnicas. Necessidade de treinamento adequado do pessoal e dos trabalhadores no que se refere a Segurança. Além livro acima referido é encontrado outros livros. Maior ênfase e preocupação com Segurança dos Processos Industriais e maior desenvolvimento da Engenharia de Segurança de Sistemas. tais como as seguintes:         Políticas de Qualidade como as Normas ISO 9. de Benedito Cardella.A. ações de melhorias e políticas. encontramos informações valiosas sobre as estas técnicas. de Análise e de Avaliação dos Riscos. Aparecimento de Máquinas e instalações cada vez mais grandiosas e sofisticadas. eficiência e produtividade dos processos industriais além da melhoria de qualidade de seus produtos. como por exemplo. Necessidade de Fiscalização suficiente para evitar os acidentes inclusive os maiores ou ampliados. Demais ações de melhorias.Editora Atlas S. sempre que houver oportunidade ou necessidade do serviço. 1. do mais alto nível técnico.999. Necessidade de realizar novas instalações devido a obsolescência dos equipamentos e processos existentes. a Eletrônica e a Informática. principal bem de uma organização. Surgiram daí novos métodos de trabalho. a Instrumentação.      Aparecimento de novas tecnologias. “Altavista” e diversos outros. Complementando este quadro. indicado em nossa bibliografia. Observações:   As técnicas a seguir colocadas auxiliaram bastante na obtenção de melhorias para a Segurança dos Processos e Segurança do Trabalho. publicados em língua portuguesa. Preservação do Meio Ambiente como as Normas ISO 14. Normas OHSAS 1800.000. Políticas de Responsabilidade Social aplicadas nos países desenvolvidos deram maior atenção ao trabalhador.800.

a preparação dos materiais e dados. é uma técnica de identificação de perigos.2.eps. máquinas fotográficas. Esta técnica tem como objetivo a detecção de “Incidentes Críticos” ou “Quase Acidentes”. 11. . impressora. qualitativa.ctrl. Segurança no Trabalho e Prevenção de Acidentes. além de auxiliar na correção e tratamento dos riscos correspondentes. a definição das pessoas que serão envolvidas no trabalho.Técnica de Incidentes Críticos (TIC): A Técnica de Incidentes Críticos.br/manual_sst.aspx. 11. além de demais materiais de apoio necessários como computador. a disponibilização dos catálogos de equipamentos e componentes.2 .ufsc.qsp. em todos os graus de conhecimento. de aplicação na fase operacional de sistemas.Resumo: Observações:     Para consulta ao texto integral ver o Artigo: .A. Benedito Cardella.shtml.999 : http://www. ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE RISCOS: Acessar: http://www. 1.com.htm. filmadoras. os quais orientados por uma equipe de apoio passam a lembrar. . como desenhos. A aplicação destas técnicas exige o planejamento das etapas de execução.TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS. formulários e folhas adequadas para registro de dados levantados. Consultar também: "Técnicas Modernas de Gerência de Riscos" e do livro "Introdução à Engenharia de Segurança de Sistemas". cujos procedimentos envolvem o pessoal das empresas. especificações de materiais e componentes. Editora Atlas S. projetor e entre outros. de autoria de Francesco De Cicco e Mario Luiz Fantazzini: http://www.br/Atlas/portal/homePortal. Este método possibilita a identificação de falhas e condições inseguras que contribuem para a ocorrência dos acidentes com lesões reais e potenciais.1 . procurando representar as diversas operações da mesma dentro das diferentes categorias de risco.edatlas. bem como. Um entrevistador interroga os observadores-participantes e os incita a lembrar. recordar e descrever os incidentes críticos. O processo demanda uma amostragem aleatória de observadores-participantes. também conhecida como "Confissionário" ou como "Incident Recall". tanto no que se refere aos atos inseguros que tenham cometido ou observado.Técnicas de Identificação de Perigos .br/disserta96/anete/index/indx_ane. recordar e registrar impressões e dados de acidentes já ocorridos. selecionados dentro de uma população de pessoas envolvidas. Os observadores-participantes devem ser selecionados dentre os principais departamentos da empresa.org. um calendário de reuniões. como no que se refere as condições inseguras que tenham ocorrido.

principalmente nos casos em que se deseja identificar perigos. operacional e psicológico será de maior utilidade durante a aplicação desta técnica. qualitativa. definindo-se a partir daí uma relação das áreas-problema. sem a utilização de técnicas mais sofisticadas.? Se. ao invés de somente verificar os acidentes ocorridos. com o objetivo de proceder a identificação e tratamento de riscos. pois além de servir para analisar os incidentes críticos já ocorridos.. 11. permitindo uma priorização das ações no que se refere a distribuição dos recursos disponíveis. Sua aplicação é bastante útil e simples para uma abordagem inicial dos problemas. ou seja.): A técnica do “What-If” é utilizada para uma análise geral. prevenindo assim possíveis danos à propriedade. entretanto possíveis divagações..2 – WHAT IF . permite também a identificação e exame de possíveis acidentes em potencial. não sendo a sua utilização limitada unicamente ao processo. para verificar a eficiência das medidas que foram implementadas. bem como. permite também evitar a ocorrência de novos acidentes. A finalidade do “What-If” é testar possíveis omissões ocorridas nos projetos. bem como. as instalações. antes que os mesmos venham a ocorrer. tanto para correção das situações existentes como para prevenção de possíveis problemas futuros. Observação:  A TIC é útil também na prevenção de acidentes. como na fase pré operacional. descritos pelos entrevistados. Os incidentes pertinentes. bem como.WI (O que. possíveis ocorrências de lesões de pessoal. Os questionamentos devem englobar os procedimentos. A TIC é de grande valia. além da fase do processo.Os observadores-participantes devem ser estimulados a descrever os incidentes críticos ocorridos. evitando-se. quando restrição do tempo disponível para implantação das medidas de segurança cabíveis. sendo necessário para tal colocar os mesmos à vontade procurando. quantos possam recordar. para aferir o comportamento e a capacitação do pessoal em seu ambiente de trabalho... tanto nas fases de projeto. A técnica do “What-If” se desenvolve através da realização de Reuniões de Questionamento entre duas equipes.2. procedimentos e normas. Esta técnica deve ser periodicamente aplicada. reciclando-se os observadores . deverão então ser transcritos e classificados em categorias de risco. e os processos em cada situação a ser analisada. bem como. A disponibilização de um apoio técnico. bem como. para o levantamento dos riscos existentes.participantes de modo a detectarem-se novas áreas – problemas. . bem como.

”. definição de metas para as tarefas e informação aos integrantes sobre o funcionamento do sistema sob análise.A equipe questionadora é a conhecedora e familiarizada com o sistema a ser analisado. 11. devendo a mesma formular uma série de questões com antecedência. até alcançar o produto acabado colocado na planta do cliente. c) Reunião Organizacional com a finalidade de discutir procedimentos. O consenso grupal é o ponto chave desta etapa.resposta aceita pelo grupo tal como submetida.. programação de novas reuniões. processo e segurança. f) Reunião de respostas às questões (formulação consensual): . A utilização periódica do procedimento é o que garante o bom resultado do mesmo no que se refere ao levantamento dos riscos e revisão dos processos. sendo cada resposta categorizada como: .aceitação postergada. Começando do início do processo e continuando ao longo do mesmo.resposta aceita após discussão e/ou modificação. d) Reunião de revisão de processo para os integrantes ainda não familiarizados com o sistema em estudo.Em seqüência à reunião de formulação das questões. cabe a responsabilidade individual para o desenvolvimento de respostas escritas às questões. se estabelece um consenso entre as diversas áreas de atuação. As respostas serão analisadas durante a reunião de resposta às questões. além disso. Recomenda-se quando da sua aplicação da técnica: a) A formação do comitê de revisão e a montagem das equipes com seus integrantes. g) Relatório de revisão dos riscos do processo: o objetivo é documentar os riscos identificados na revisão. com a finalidade de guiar os trabalhos. Para a aplicação o “What-If” utiliza-se sistemáticas técnico-administrativas que incluem princípios de dinâmica de grupo. bem como a geração de possíveis soluções para os problemas levantados. em dependência de investigação adicional. etapa por etapa.3 – Técnicas de Análise de Riscos: . Da aplicação do “What-If” resulta uma revisão de um largo espectro de riscos. b) Planejamento prévio das atividades e pontos a serem abordados na aplicação da técnica. Além do mais os relatórios de procedimentos fornecem também um material de fácil entendimento servindo como fonte de treinamento e base para futuras revisões. onde a análise de riscos tende a se fortalecer. como as da produção.. bem como registrar as ações recomendadas para eliminação ou controle dos mesmos. . quanto à forma mais segura de operacionalizar a planta. e) Reunião de formulação das questões: O QUE? SE. .

conforme abaixo: a) Revisão de problemas conhecidos: . o que permitirá a busca e elaboração de ações e medidas de prevenção ou correção das possíveis falhas detectadas. consiste . além de definir responsabilidades no que se refere ao controle de riscos.3. revelando aspectos que às vezes passariam despercebidos. é muito útil de se utilizar como uma ferramenta de revisão geral de segurança em sistemas já operacionais. principais funções e procedimentos. No estágio em que é aplicado pode ainda ocorrer outros detalhes finais de projeto e. que neste caso. Enfim. quando a experiência em riscos na sua operação é deficiente. durante a fase de concepção ou desenvolvimento preliminar de um novo projeto ou sistema. com maior segurança. ou seja. tomando como base à experiência passada. A partir da descrição dos riscos são identificados as causas (agentes) e efeitos (conseqüências) dos mesmos.1 – Análise Preliminar de Riscos (APR) – “Preliminary Hazard Analysis” (PHA) ou também chamada de Análise Preliminar de Perigos (APP). Desta forma. b) Revisão da missão a que se destina: .Atentar para os objetivos. desde o início operacional do sistema. etc. tendo especial importância na investigação de sistemas novos de alta inovação e/ou pouco conhecidos.11. A APR teve seu desenvolvimento inicial na área militar. A APR é utilizada. portanto para uma análise inicial "qualitativa". A priorização das ações é determinada pela caracterização dos riscos. A Análise Preliminar de Riscos (APR) consiste do estudo. permitindo revisões de projeto em tempo hábil. ambientes onde se darão as operações. A APR não é uma técnica profunda de análise de riscos e geralmente precede a aplicação de outras técnicas mais detalhadas de análise.Consiste na busca de analogia ou similaridade com outros sistemas. a falta de informações quanto aos procedimentos será ainda maior.. mais rapidamente deve ser solucionado. para determinação de riscos que poderão estar presentes no sistema que está sendo desenvolvido. Os princípios e metodologias da APR consistem em proceder-se uma revisão geral dos aspectos de segurança de forma padronizada:    Descrevendo todos os riscos e fazendo sua caracterização. com a finalidade de se determinar os possíveis riscos que poderão ocorrer na sua fase operacional. desenvolvida na fase de projeto e desenvolvimento de qualquer processo. já que seu objetivo principal é determinar os riscos e as medidas preventivas antes da fase operacional. quanto mais prejudicial ou maior for o risco. Apesar das características básicas de análise inicial. ou seja. já que os mesmos são geralmente definidos posteriormente. exigências de desempenho. a APR tem sua importância maior no que se refere à determinação de uma série de medidas de controle e prevenção de riscos. produto ou sistema.

esta técnica pode ser utilizada de modo auxiliar. . para cada unidade. o que e quem envolvem e. as atividades a desenvolver. um avião. desde que compatíveis com as exigências do sistema. cuja experiência acumulada conduz a um grande número de informações sobre riscos. para avaliação dos efeitos das falhas ocorridas em seus componentes. A AMFE foi desenvolvida por engenheiros de confiabilidade para permitir aos mesmos. c) Determinação dos riscos principais: .2 . que permite analisar as maneiras pelas quais um equipamento ou sistema pode falhar e os efeitos que poderão advir. para a limitação dos danos gerados caso ocorra perda de controle sobre os riscos. estimando ainda as taxas de falha e propiciando o estabelecimento de mudanças e alternativas que possibilitem a diminuição das probabilidades de falha. danos a equipamentos e perda de materiais. determinar a confiabilidade de produtos mais complexos. d) Determinação dos riscos iniciais e contribuintes: . 11. aumentando a confiabilidade do sistema. Por exemplo. Lembramos que a confiabilidade é definida como a probabilidade de uma ação ser concluída com sucesso dentro de um tempo específico e sob condições específicas. uma máquina de produção. como já foi colocado. A APR tem grande utilidade no seu campo de atuação. determinando para cada risco principal detectado. f) Analisar os métodos de restrição de danos: . etc.Elaborar séries de riscos. e) Revisão dos meios de eliminação ou controle de riscos: . Posteriormente a análise é estendida ao produto no seu todo. necessita às vezes de ser complementada por técnicas mais detalhadas e apuradas.3. podendo ser feita de forma qualitativa ou quantitativa.Análise de Modos de Falha e Efeitos (AMFE) – “Failure Modes and Effects Analysis” (FMEA): A Análise de Modos de Falha e Efeitos é uma análise detalhada. Para isto é necessário conhecer como e em qual freqüência cada componente do produto pode falhar.Pesquisar os métodos possíveis que sejam mais eficientes para restrição geral. g) Indicação de quem será responsável pela execução das ações corretivas e/ou preventivas: Indicar claramente os responsáveis pela execução de ações preventivas e/ou corretivas. a fim de estabelecer as melhores opções. perda de função (valor). os riscos iniciais e contribuintes associados. come será desenvolvida. um carro.Elaborar um “brainstorming” para levantamento dos meios passíveis de eliminação e controle de riscos. porém.Identificar os riscos potenciais com potencialidade para causar lesões diretas e imediatas. designando também. Em sistemas que sejam já bastante conhecidos.em estabelecer os limites de atuação e delimitar o sistema que a missão irá abranger: a que se destina. ou seja.

e de seus equipamentos.List” dos componentes de cada subsistema e sua função específica. quer na determinação de seus efeitos em outros componentes e ainda na determinação dos componentes cujas falhas têm efeito crítico na operação do sistema. de análise ou de avaliação dos riscos. Posteriormente. quer na revisão sistemática dos modos de falha dos componentes. O bom conhecimento do sistema em que se atua é o primeiro passo para o sucesso na aplicação de qualquer técnica. quando o sistema é colocado em risco e a probabilidade de erro devido à ações não estruturadas é alta. Traçar diagramas de blocos funcionais do sistema e subsistemas. de modo poder levantar necessidades adicionais e defeitos de projeto. dependendo da ação correta dos operadores. Método de aplicação indicado: 1. 2. inclusive pelo uso de componentes com confiabilidade alta ou pela verificação de redundâncias de componentes do projeto. Além disto. Conhecido o sistema e suas particularidades podem-se dar seguimento a análise. cabendo à empresa idealizar o modelo que melhor se adapte a ela. 4. as restrições sob as quais se irá operar. para determinar os inter-relacionamentos existentes. a partir das probabilidades individuais de falha de seus componentes. subsistemas e sistemas. principalmente quando o sistema ou instalação em estudo possui instrumentos de controle. Preparar um “Check .Apesar de sua utilização ser geral. é primordial que se conheça e compreenda o sistema em que se está trabalhando e qual a função e objetivos do mesmo. Para proceder ao desenvolvimento da AMFE ou de qualquer outra técnica. Dividir o sistema em subsistemas que podem ser efetivamente controlados. estudam-se e determinam-se possíveis alternativas mais seguras de projeto e de instalação de modo que o sistema e a instalação possa superar possíveis falhas dos seus componentes críticos. A técnica auxilia ainda na determinação e encadeamento dos procedimentos para contingências operacionais. seja ela de identificação de perigos.O caso de funcionamento de uma Central Termelétrica. Por exemplo: . dos seus sistemas. além dos limites que podem representar sucesso ou falha. os modos possíveis de falha que possam afetar outros componentes. sempre procurando garantir danos mínimos ao sistema como um todo. através do cálculo de probabilidades de falhas de montagens. A AMFE é realizada primeiramente de forma qualitativa. Determinar através da análise de projetos e diagramas. Os modos básicos de falha devem ser agrupados em quatro categorias: . pode-se proceder à análise quantitativa para estabelecer a confiabilidade ou probabilidade de falha do sistema ou subsistema. a AMFE é mais aplicável às Indústrias de Processos. permitindo no mínimo uma parada ordenada da instalação. 3. bem como. bem como na determinação de como poderiam ser reduzidas estas probabilidades.

1. recomenda-se o uso de outras técnicas. Estimar a gravidade de cada falha específica de acordo com as categorias de risco. Formular possíveis ações de compensação e reparos que podem ser adotadas para eliminar ou controlar cada falha específica e seus efeitos. em um produto podem existir certos componentes ou conjunto deles que sejam especificamente críticos para a utilidade a que se destina o produto ou mesmo para a segurança do operador. Tanto a AMFE como a FMECA são bastante eficientes quando aplicadas a sistemas mais simples e de falhas mais singelas.Operação prematura. 11. 4.1. O método HAZOP é principalmente indicado quando da implantação de novos processos. a metodologia é aplicada também para equipamentos de processos. identificando os perigos e prevenindo a ocorrência de possíveis falhas. IV . A análise.. é uma técnica de análise qualitativa desenvolvida com a finalidade de examinar as linhas de processos diversos. similar a AMFE. 5. a AMFE analisa de forma geral os modos de falha de um produto. como por exemplo. 3.3 – Análise de Operabilidade e de Perigos – “HAZard and OPerability Studies” (HAZOP: O estudo de identificação de perigos e operabilidade é conhecido como HAZOP. conforme o quadro 4. Portanto. sendo os mesmos analisados mais detalhadamente do que os demais.Falha em operação. Indicar os métodos usados para detecção de cada falha específica. Como acima descrito. ou em uma indústria química. Indicar os efeitos de cada falha sobre outros componentes e como esta afeta a operação do mesmo. quando a complexidade é maior. III . II . . que se preocupa com a análise detalhada destes componentes críticos é conhecida como FMECA – “Failure Modes and Criticality Analysis”.I . como por exemplo.3. 2. a estes componentes críticos deve ser dada atenção especial. Porém. porém.Falha em cessar de operar no instante prescrito. Determinar as probabilidades de ocorrência de cada falha específica para possibilitar a análise quantitativa.Falha em operar no instante prescrito. para possibilitar a priorização de alternativas. a Análise de Árvore de Falhas. inclusive seus sistemas diversos. na fase de projeto ou em modificações de processos já existentes. em uma refinaria de petróleo. Atualmente.

fluxo. ou seja.guias são aplicadas às variáveis identificadas no processo (pressão. analisando cada circuito. nível. a análise realizada no HAZOP é feita através de palavras-chaves que guiam o raciocínio dos grupos de estudos multidisciplinares.guias e os desvios respectivos a partir para a elaboração das alternativas cabíveis para que o problema não ocorra. quer no detalhamento ou ainda durante a instalação. Assim. muitos acidentes ocorrem porque se subestima os efeitos secundários de pequenos detalhes ou de modificações de projeto ou de instalações em funcionamento.O ideal na realização do HAZOP é que o estudo seja desenvolvido antes da fase de detalhamento e construção do projeto. Além disso. identificando os desvios que podem ocorrer caso a condição proposta pela palavra . Uma pessoa competente. entre outras) gerando os desvios. faz com que a criatividade individual seja estimulada. composição. ou seja. A técnica HAZOP permite que as pessoas liberem sua imaginação. os esquecimentos evitados e a compreensão dos problemas das diferentes áreas e interfaces do sistema seja alcançada. a reflexão deve ser executada de maneira sistemática. Convém. Identificadas às palavras . evitando-se assim a revisões de projetos em etapas mais adiantadas as quais tornam-se cada vez mais caras de serem feitas. Vale ressaltar que o HAZOP pode ser aplicado em projetos e modificações de menor porte como de grande porte. evitando com isso a necessidade de se executar modificações de projeto. contudo. temperatura.chaves ou palavras . para cada tipo de desvio passível de ocorrer nos parâmetros de funcionamento. que nada mais são do que os perigos a serem examinados. mínimo. Em termos gerais. sendo quase impossíveis estes diagnósticos. fixando a atenção nos perigos mais significativos para o sistema. estará sujeita a erros por desconhecer os aspectos alheios a sua área de trabalho. Para cada linha analisada são aplicadas as séries de palavras guias. onde pessoas de funções diferentes dentro da organização trabalham em conjunto e em equipe. o caráter de trabalho em equipe que o HAZOP apresenta. pode-se dizer que o HAZOP é bastante semelhante a AMFE. o desenvolvimento do HAZOP alia a experiência e competência individual às vantagens indiscutíveis do trabalho em equipe. quando o resultado do HAZOP for mais bem conhecido. . trabalhando sozinha. analisar as alternativas quanto ao custo e operacionalidade. As palavras .guia ocorra. antes de se fazer uma análise completa e saber se existem efeitos secundários graves e difíceis de prever. pensando em todos os modos pelo qual um evento indesejado ou problema operacional possa ocorrer. no entanto. as quais à primeira vista parecem insignificantes. Para evitar que algum detalhe seja omitido. Às vezes. linha por linha.

Para o traçado da árvore de eventos as seguintes etapas devem ser seguidas: 1. em geral. utilizando encadeamentos lógicos em cada etapa de atuação do sistema. Esta técnica procura determinar as freqüências e conseqüências decorrentes dos eventos indesejáveis. ao contrário. . sendo os eventos subseqüentes determinados pelas características do sistema. 3. É impossível.4 – Técnicas de Avaliação de Riscos: 11. Combinar em uma árvore lógica de decisões as várias seqüências de acontecimentos que podem surgir a partir do evento inicial. calculando as probabilidades de sucesso ou falha do mesmo. a linha inferior é SIM e significa que o evento realmente ocorre. A linha superior é NÃO e significa que o evento não ocorre. Definir o evento inicial que pode conduzir ao acidente. o evento inicial da árvore de eventos é. pela análise das probabilidades de sucesso ou falha de cada bloco.Análise por Diagrama de Blocos (ADB): Na análise por diagrama de blocos se utiliza um fluxograma em blocos do sistema. A árvore de eventos deve ser lida da esquerda para a direita.No HAZOP a operabilidade é tão importante quanto à identificação dos perigos. o que pode ser obtido pela aplicação do método HAZOP. calcularem as probabilidades associadas a cada ramo do sistema que conduz a alguma falha (acidente).2 .1 – Análise de Árvore de Eventos (AAE) – “Event Tree Analysis” (ETA): A Análise da Árvore de Eventos (AAE) é um método lógico-indutivo para identificar as várias e possíveis conseqüências resultantes de certo evento indesejado inicial. 4. Isto não é um ponto negativo. aumenta sua importância do método. Geralmente neste tipo de estudo são detectados mais problemas do tipo operacional do que perigos propriamente ditos. 11. Nas aplicações de análise de risco. Definir os sistemas de segurança (ações) que podem amortecer o efeito do evento inicial. 2. Na esquerda começa-se com o evento inicial e segue-se com os demais eventos seqüenciais. porém a eliminação dos perigos. Uma vez construída a árvore de eventos. sem antes conhecê-los. decrescendo assim o nível de risco. A eliminação dos problemas operacionais recai numa conseqüente diminuição do erro humano.4.4. pois a diminuição dos riscos está bastante ligada a eliminação de problemas operacionais. a falha de um componente ou subsistema. 11.

pode-se determinar o risco de cada sistema. juntando com estas.A.3 – Análise de Causas e Conseqüências (ACC): Já na Análise das Causas e Conseqüências (AAC) de falhas se utilizam as mesmas técnicas de construção da AAE e da Análise da Árvore de Falhas (AAF) que será vista detalhadamente a seguir.4.AAF foi primeiramente concebida por H. partindo-se para um lado. também é feita utilizando-se uma simbologia. Posteriormente cada evento desenvolvido é questionado:      Em que condições o evento induz os outros eventos? Quais as alternativas ou condições que levam os diferentes eventos? Que outros componentes o evento afeta? Ele afeta mais do que um componente? Quais os outros eventos que este evento causa? A técnica segue a lógica que liga as causas as suas conseqüências.A técnica é útil para identificar o comportamento lógico de um sistema constituído por poucos componentes. da comunidade e de terceiros em geral. A AAF é um método excelente para o estudo dos fatores que poderiam causar um evento indesejável (falha) e encontra sua melhor aplicação no estudo de situações complexas.4. Ela . Isto permite avaliar qualitativa e quantitativamente as conseqüências dos eventos catastróficos de ampla repercussão como os Acidentes Maiores ou Acidentes Ampliados e verificar a vulnerabilidade do meio ambiente. a pedido da Força Aérea Americana para avaliação do sistema de controle do Míssil Balístico Minuteman. a exemplo da árvore de falhas. as perdas previstas devido à ocorrência das mesmas. O procedimento para construção de um diagrama de conseqüências se inicia por um evento inicial. Dependendo do sistema a análise pode ser feita em série ou em paralelo. Definidas as probabilidades de falha.Watson dos Laboratórios Bell Telephone em 1961. A Árvore de Falhas enfoca as causas e a Árvore de Eventos mostra as conseqüências ambas seguindo a seqüência natural das ocorrências. com a descrição das conseqüências e do outro lado determinando e descrevendo as causas.4 – Análise de Árvore de Falhas (AAF) – “Fault Tree Analysis” (FTA): A Análise da Árvore de Falhas . 11. 1. O processo começa pela escolha de um evento crítico. A estruturação.

O principal conceito na AAF é a transformação de um sistema físico em um diagrama lógico estruturado (a árvore de falhas). Avaliação qualitativa e. Avaliação quantitativa. ou seja. onde são especificadas as causas que levam a ocorrência de um específico evento indesejado de interesse. Os eventos do nível inferior recebem o nome de eventos básicos ou primários. podem ser visualizados. é muito usada também por seu aspecto qualitativo porque. deve ser realizada primeiramente a análise qualitativa. As duas unidades básicas ou comportas lógicas envolvidas são os operadores "E" e "OU". os vários fatores. desta forma e de maneira sistemática. já que na montagem da árvore de falhas o mesmo é colocado no nível mais alto. Consideram o método como "uma técnica de pensamento-reverso. O evento indesejado recebe o nome de evento topo por uma razão bem lógica. como técnica quantitativa. cada uma examinada até que o analista tenha identificado as causas básicas de cada evento". o analista começa com um acidente ou evento indesejável que deve ser evitado e identifica as causas imediatas do evento. em qualquer situação a ser investigada. indicando o relacionamento entre os eventos considerados. pois são eles que dão origem a todos os eventos de nível mais alto. obter resultados quantitativos não requer muitos esforços adicionais. Embora tenha sido desenvolvida com o principal intuito de determinar probabilidades.determina as freqüências de eventos indesejáveis (topo) a partir da combinação lógica das falhas dos diversos componentes do sistema. Assim. Construção da Árvore de Falhas. sendo que muitos analistas crêem que deste modo. enumerando todas as causas ou combinações delas que levam ao evento indesejado. A partir deste nível o sistema é dissecado de cima para baixo. As combinações seqüenciais destes eventos formam os diversos ramos da árvore. contudo. que indicam o relacionamento casual entre eventos dos níveis inferiores que levam ao evento topo. A AAF pode ser executada em quatro etapas básicas:     Definição do Sistema. Portanto. Nos resultados da análise quantitativa são necessárias certas situações. para proceder à análise quantitativa. erros operacionais ou outros defeitos podem causar o evento topo. Já a . é certo supor que a árvore de falhas é um diagrama que mostra a inter-relação lógica entre estas causas básicas e o acidente. A diagramação lógica da árvore de falhas é feita utilizando-se símbolos e comportas lógicas. é um modelo gráfico que dispõe várias combinações de falhas de equipamentos e erros humanos que possam resultar em um acidente. chamado evento topo. A AAF é uma técnica dedutiva que se focaliza em um acidente particular e fornece um método para determinar as causas deste acidente. a avaliação qualitativa pode ser usada para analisar e determinar que combinações de falhas de componentes.

até o evento topo. ainda. entretanto. e) Determinação da probabilidade de falha de cada componente. outras vantagens e facilidades. Desenhada a árvore de falhas. c) Montagem. dentre os ramos da árvore. em relação ao evento topo.avaliação quantitativa é utilizada para determinar a probabilidade de falha no sistema pelo conhecimento das probabilidades de ocorrência de cada evento em particular. podendo ser traduzidas. eventos particulares ou falhas que possam vir a contribuir para ocorrência do evento topo selecionado. passo a passo. quais sejam: a determinação da seqüência mais crítica ou provável de eventos. através da diagramação sistemática. A AAF não necessariamente precisa ser levada até a análise quantitativa. por ações de adição ou multiplicação. entre outros. dos eventos contribuintes e falhas levantadas nas etapas anteriores. d) Através de Álgebra Booleana são desenvolvidas as expressões matemáticas adequadas. É principalmente usada em áreas de computadores e outras montagens eletromecânicas e também em análise de probabilidades. em segurança de sistemas. Para proceder ao estudo quantitativo da AAF. diretamente. À medida que se retrocede. b) Revisão dos fatores intervenientes: no ambiente. nos dados do projeto. a identificação de falhas singulares ou localizadas importantes no . em última análise. determinando as condições. é possível a obtenção de um grande número de informações e conhecimento muito mais completo do sistema ou situação em estudo. a probabilidade de ocorrência do evento topo será investigada pela combinação das probabilidades de ocorrência dos eventos que lhe deram origem. que levam ao evento topo. em estudos que envolvem decisões e mais recentemente. a qual foi desenvolvida pelo matemático George Boole para o estudo da lógica. formando o primeiro nível . 2. o relacionamento entre os eventos é feito através das comportas lógicas. mostrando o inter-relacionamento entre estes eventos e falhas. Notas: Simbologia lógica de uma árvore de falhas: 1. O uso da árvore de falhas pode trazer. e nas exigências do sistema. Suas regras e expressões em símbolos matemáticos permitem simplificar problemas complexos. causar tal fato. propiciando uma visão bastante clara da questão e das possibilidades imediatas de ação no que se refere à correção e prevenção de condições indesejadas. cuja probabilidade de ocorrência deve ser determinada. é necessário conhecer e relembrar algumas definições da Álgebra de Boole.o nível básico. que representam as entradas da árvore de falhas. O processo inicia com os eventos que poderiam. Cada comporta lógica tem implícita uma operação matemática. são adicionadas as combinações de eventos e falhas contribuintes. o método de AAF pode ser desenvolvido através das seguintes etapas: a) Seleção do evento indesejável ou falha. mesmo ao se aplicar o procedimento de simples diagramação da árvore. Desta forma. ou seja.

O método pode ser também usado para esquematizar ações administrativas que possam ter contribuído para um acidente. o descobrimento de elementos sensores (alternativas de solução) cujo desenvolvimento possa reduzir a probabilidade do contratempo em estudo.5. o qual já tenha ocorrido.5 – “Management Oversight and Risk Tree” (MORT): O método conhecido como MORT é uma técnica que usa um raciocínio semelhante ao da AAF. desenvolvendo uma árvore lógica. decisões administrativas. no tema incluímos trabalho de pesquisa sobre a NR – 9. é relativamente fácil encontrar a principal combinação ou combinações de eventos que precisam ser prevenidas. 14 – Programas de redução dos Acidentes do Trabalho em uma Empresa – Diretrizes recomendadas: Para a implantação um Programa de redução dos Acidentes do Trabalho em uma Empresa.214 de 08.1977 e Portaria nº 3. cálculo de confiabilidade. as principais diretrizes recomendadas de se realizar são as seguintes:   Verificar as Condições de Trabalho e as Situações de Riscos e Perigos em potencial. sendo que as falhas de equipamentos ou condições ambientais não são consideradas. alguns artigos e apresentações a respeito deste assunto. investigação de acidentes.1978).4. só que com a particularidade de ser aplicado à estrutura organizacional e gerencial da empresa. para que a probabilidade de ocorrência do evento topo diminua.514 de 22. existem certas seqüências de eventos centenas de vezes mais prováveis na ocorrência do evento topo do que outras e. do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO. 13 – PCMSO – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional: Fundamenta-se na NR – 7: Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional que estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação. 06. entre outros. bem como. estimativas de riscos. Nesta árvore cada evento é uma ação do operador ou administrador. por parte dos empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados. a AAF encontra aplicação para inúmeros outros usos.12.processo. com base nas Leis existentes (Lei 6. Para um melhor conhecimento da matéria.Programa de Prevenção de Riscos Ambientais: Fundamenta-se na NR – 9: Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. com o objetivo de promoção e preservação da saúde do conjunto dos seus trabalhadores. portanto. Geralmente. . Além dos aspectos citados. ilustrando erros ou ações inadequadas de administração. Verificar o funcionamento regular da CIPA conforme recomendações da NR . 11. Sobre este assunto um médico será convidado para proferir uma palestra sobre o referido tema. 12 – PPRA . como: solução de problemas diversos de manutenção.

Comparar os Riscos existentes com o Risco Tolerado. Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho as fontes de estudos e informações abrangem um campo bastante extenso de publicações e trabalhos. a Engenharia de Segurança e a Medicina do Trabalho. Desta forma a consulta direta as bibliotecas. além dos livros é da máxima importância e utilidade consultarem a Internet e as revistas periódicas. inclusive as virtuais. onde encontramos informações. Programar Treinamento de Segurança e capacitar todo o pessoal. não são encontradas com facilidade nas livrarias comuns. relacionamos abaixo algumas das normas. a OSHAS e demais organizações internacionais de alto nível. pois contribuem muito para o aprofundamento e amadurecimento dos conhecimentos ligados a Higiene. sem intenção de excluir as obras clássicas do maior valor. Elaborar os Procedimentos de Segurança e Prevenção de Acidentes para realização dos trabalhos onde existam riscos em potencial. ou de uma Brigada contra Incêndios. analisar e computar cada acidente ocorrido. para o estudo da matéria. precisamos quase sempre encomenda-las. Fornecer todos os EPI e EPC necessários. Registrar. 15 – Bibliografia recomendada: Para o estudo da Higiene. é de maior valor e utilidade. Aplicar as recomendações. Ocorre. com testemunhos sobre os mais diversos temas. Verificar os meios de Combate a Incêndio (Existência de Corpo de Bombeiros da Empresa. conforme seja as situações de risco levantadas). orientações e princípios referentes a Segurança e Saúde no Trabalho – SST. obras. Analisar todos os Processos de Trabalho. Realizar Investimentos para Melhoria da Segurança e Higiene do Trabalho. do Instituto Nacional de Seguridade Social além das recomendações de órgãos internacionais reconhecidos como a OIT. Para serem adquiridas. conforme orientações oficiais dos Ministérios do Trabalho e Emprego. na maioria das vezes. Promover Campanhas de Segurança. a BS 8800. Tratar e resolver todas as situações de Risco. a OMS. entretanto que muitas das obras já publicadas. Sinalizar todas as Áreas de Riscos. da Saúde. Assim sendo. Neste contexto.                Levantar o histórico dos acidentes já ocorridos na Empresa. os quais precisam ser conhecidos. artigos e endereços disponíveis que são de grande valia para o aprendizado da matéria: . Avaliar as diversas Áreas de Trabalho levantando os Riscos de Acidentes existentes. dados e artigos. Elaborar Planos de Higiene e Segurança do Trabalho. Verificar as condições de funcionamento do Serviço de Segurança da Empresa. contendo uma gama extensa de trabalhos.

ppgia.qsp. Petroquímicas e de Petróleo.asp.aspx. 2001: http://www. Artigo: . Manual de Higiene e Segurança do Trabalho – Ed. R.mte. Prevenção de Acidentes nas Indústrias. Hemus Editora Ltda. Benedito Cardella. Dácio de Miranda Jordão.pucpr.A. Marcos Aurelio Pchek Laureano .br/books. Manual de Instalações Elétricas em Indústrias Químicas.Gerenciamento de Riscos.edatlas.A.br/~laureano/puc_2004/gst/. Antonio Nunes Barbosa Filho.br/. Qualitymark Editora: http://www. Editora Atlas S.br/disserta96/anete/index/indx_ane.com.org.aspx.com.br/books. Segurança do Trabalho & Gestão Ambiental.xls.com.br/Atlas/portal/homePortal.ufsc.edatlas. Normas Regulamentadora Comentadas.55ª Edição (2004) . Editora Globo. .br/. Instalações Elétricas Industriais.com. Segurança no Trabalho e Prevenção de Acidentes. Acessar: http://www.submarino.edatlas.Ultima Alteração: 20/05/2004. W. Dawes.999 : http://www. 4 a edição – 2003: http://www.A.gov.gov.Acessar o Ministério do Trabalho e Emprego: http://www.Acessar: http://www.fundacentro. "Técnicas Modernas de Gerência de Riscos" e do livro "Introdução à Engenharia de Segurança de Sistemas". Giovanni Moraes de Araujo. Ateneu. . Prof.: http://www. 1. Peixoto.Normas Regulamentadora: . ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE RISCOS: . Ediouro. Artigo: .ctrl. Livros Técnicos e Científicos Editora S. Editora Atlas.submarino.br/manual_sst. Antonio Bossi e Ezio Sesto. Segurança e Medicina do Trabalho.TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS.2ª Tiragem: http://www. Editora Atlas S. Segurança em Eletricidade – Jorge Santos Reis & Roberto de Freitas – Fundacentro: http://www. Curso de Eletrotécnica.com.ieles. .htm.br/downloads/catalogo_qualitymark.shtml. João Mamede Filho.aspx.com.ctrl.eps.br/Atlas/portal/homePortal.br/Atlas/portal/homePortal. Chester L.ctrl. Instalações Elétricas. de autoria de Francesco De Cicco e Mario Luiz Fantazzini: http://www.

SEGRAC Núcleo de Pesquisa em Engenharia de Segurança. Grupo CIPA – Portal de Segurança: . A Associação Brasileira dos Profissionais de Segurança e Saúde no Trabalho e do Meio Ambiente – ABRAPHISET.br/.asp.html.areaseg.br/.sobes. Universidade Santa Cecília – UNISANTA – Higiene e Segurança no Trabalho.diesat.all. Ver página: http://www. Revista Proteção. .eu. DIESAT .Ver página: http://www. . 16 – Anexos diversos: .com/index.Ver página: http://www.com. .sibi.br/bvtematicas/.Ver página: http://www.Ver página: http://www.Consultar página da SOBES .com.Ver página: http://www.ambientec.org.br/. Universidade de São Paulo – Sistema Integrado de Bibliotecas: Ver página: http://www.unisanta.Informações sobre a legislação específica da Engenharia de Segurança e demais assuntos da área: .copel. .Departamento Intersindical de Estudos e Pesquisas de Saúde e dos Ambientes de Trabalho.org.br/ufrj/capa.Ver página: http://europe.int/index. Companhia de Energia Elétrica do Paraná – COPEL. GT Bibliotecas Virtuais Brasileiras.cg.Ver página: http://www. Gerenciamento de Riscos e Acessibilidade na Universidade Federal do Rio de Janeiro: .protecao.php?lang=pt.cipanet.br/.com/pagcopel.com.com. Ver página: http://www.osha.htm.com.prossiga.br/gt/gtbv/gtbv. .saudeetrabalho. Area Seg . Prossiga (Bibliotecas Virtuais Temáticas).com.Ver página: http://www.br/alunos/sites/index. Agência Européia para a Segurança e a Saúde no Trabalho.br/aleph/por/.org. .htm.com/.br. .abraphiset. Ambientec. . ABPA – Associação Brasileira para Prevenção de Acidentes.abpa.nsf.Ver página: http://www. .org.br/. .usp.Sociedade Brasileira de Engenharia de Segurança: http://www.Ver página: http://www.Ver página: http://www.br/.Ver página http://www. Segurança e trabalho “Online”.

2004. Desenvolvido por Daniel Garcia Pajaro Material de Apoio                    Nova Lista perguntas e respostas 15.2005 Apontamentos de classe Legislação Instituições nacionais Incêndios e explosões Analise dos acidentes no trabalho Estatísticas de Acidentes do Trabalho no Brasil CAPÍTULO V .11. Ínicio Programação do curso Apostila do Curso Material de apoio Links Contato © Internet UNISANTA. no que se refere à questão da segurança e da higiene do trabalho.Técnicas de Análises de Riscos Investigar de Acidentes .Porque e Como Diretrizes para programas de segurança e saúde Lista de Perguntas e Respostas (18/11/04) A Atuação do MPT na Defesa do Meio Ambiente de Trabalho Diretrizes para programas de segurança e saúde NR01 NR02 NR03 NR04 NR05 NR06 . a proteção das instalações contra sinistros.Para melhor aproveitamento e conhecimento da matéria os Apontamentos de Classe acima colocados devem ser complementados com Artigos Técnicos e informações diversas disponibilizados em nossa página de Segurança e Higiene no Trabalho no Site da UNISANTA: O Objetivo da área de engenharia de segurança do trabalho é atuar na prevenção de acidentes do trabalho no intuito de preservar a integridade física dos trabalhadores. Todos os direitos reservados. Seu objetivo básico envolve a prevenção de riscos e de acidentes nas atividades de trabalho visando a defesa da integridade da pessoa humana. bem como.

                   NR07 NR09 NR10 NR13 NR15 NR16 NR17 NR18 NR19 NR20 NR23 NR26 NR27 NR28 NR29 NR30 NR31 NR32 NR33. Scribd Carregar um documento ano do sur Pesquisar Documentos Explorar    Registre-se | Logon / 13 Baixar este documento gratuitamente MANUAL .

Nosso objetivo é tornar as condições de trabalho na empresa. orgânica e mental e através de medidas práticas evitarmos a ocorrência de acidentes do trabalho. doenças ocupacionais e perturbações funcionais. para todos os colaboradores. Departamento de Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho 2 2 A Itaipu Binacional.DE SEGURANÇA DO TRABALHO 1 1 OBJETIVO DO MANUAL O Manual de Segurança e Medicina do Trabalho. A empresa. Para isso. realiza este treinamento sobre Segurança do Trabalho nos . com o objetivo principal de proteger a integridade física. não conseguirão êxito. nosso princípio baseia-se em que “ a prevenção de acidentes é uma responsabilidade de cada um na ITAIPU BINACIONAL”. foi elaborado diante das necessidades básicas e legais de levarmos os conhecimentos a todos os colaboradores da empresa. visando a garantia e execução de suas atividades com segurança. tão seguras quanto possível. se não houver o comprometimento e a colaboração irrestrita de todos os colaboradores engajados em um único objetivo . através de seus propostos em conjunto com o Departamento de Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho e a CIPA.A PREVENÇÃO.

ferramentas e equipamentos são operados por seres humanos. a Empresa através do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho – SEESMT . Porém. ATIVIDADES LABORATIVAS DO HOMEM. nada disso vai adiantar se não houver a participação constante de cada um de nós. segurança é uma responsabilidade que precisa ser assumida por todos. na qualidade de empregadora acredita que investir no homem é a melhor maneira de trazer benefícios para o trabalhador. A Empresa. Informamos a seguir as recomendações que a Itaipu Binacional faz aos seus funcionários. E A HISTÓRIA E SURGIMENTO DA SEGURANÇA DO 3 3 INTEGRAÇÃO DE SEGURANÇA TREINAMENTO EM PREVENÇÃO DE ACIDENTES DO TRABALHO . 1. Assim. Cada ano. para a própria organização e para a sociedade. Afinal. Todas as dúvidas deverão ser sanadas antes da realização de qualquer serviço. No entanto. recomendamos a leitura deste manual que preparamos com o objetivo de tornar o seu trabalho mais seguro. onde a saúde e integridade física é preservada. vem desenvolver junto aos seus funcionários um programa de treinamento sobre Segurança do Trabalho que tem a finalidade de proporcionar um ambiente de trabalho sadio e seguro. empresa e seus funcionários.Aspectos Gerais. dentro de um compromisso de parceriaEmpresa . sob o ponto de vista de segurança e que as nossas instalações sejam as mais seguras possíveis.Empregado. “a sua segurança e a segurança daqueles que o cercam depende de VOCÊ”. Em última análise. um substancial investimento em tempo e dinheiro é dirigido no sentido de garantir que as ferramentas e equipamentos de nossa empresa sejam devidamente projetados. as quais deverão ser obrigatoriamente obedecidas. Para que isto seja possível.

APOSTILA Segurança Baixar este documento gratuitamenteImprimirCelularColeçõesDenunciar documento Informações e classificação Seguir api_user_11797_SE.. 53 p. 53 p. .. Compartilhar e integrar Documentos relacionados AnteriorPróximo 1.

3. 7 p. 28 p. 2.53 p. 47 p. 22 p. .

6 p. 66 p. 12 p. . 99 p. 4.

99 p. 99 p. 99 p. 99 p.99 p. 6. 5. .

7.6 p. . 16 p. 6 p. 27 p.

8. 92 p. 11 p. 35 p. 92 p. .92 p. 9.

37 p. . 21 p. 10. 12 p. 1 p.

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. 1 p.19 p. 4. 26 p. 18 p. 3.

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7 p. 9.5 p. Adicionar comentário Carregar um documento ano do sur Pesquisar Documentos  Siga-nos! .

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