AME - TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO - 12/02/12 1 01) Sabemos que os riscos, nas diversas áreas profissionais, são conhecidos como riscos

ocupacionais e sãoclassificados em grupos de acordo com sua natureza. As cores correspondem a cada um dos riscos ocupacionais.Assim, enumere a coluna da direita com base nos riscos listados na coluna da esquerda. 1riscos físicos ( ) cor azul 2riscos químicos ( ) cor vermelha 3riscos biológicos ( ) cor verde 4riscos ergonômicos ( ) cor marrom 5riscos de acidentes ( ) cor amarela- Assinale a alternativa que contém a sequência correta da coluna da direita, de cima para baixo. a) 5, 2, 1, 3, 4 b) 4, 3, 1, 5, 2 c) 1, 4, 3, 2, 5 d) 2, 3, 5, 1, 4 e) 3, 2, 4, 5, 1 02) Analisando o Anexo IV da NR-05:CIPA, são considerados riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos eriscos de acidentes, respectivamente: a) poeira, calor, bacilos, jornada de trabalho prolongada e animais peçonhentos. b) calor, gases, fungos, monotonia/repetitividade e esforço físico intenso. c) calor, gases, bacilos, jornada de trabalho prolongada e névoas. d) poeira, calor, fungos, arranjo físico deficiente e eletricidade. e) calor, gases, bacilos, jornada de trabalho prolongada e eletricidade. 03)

São várias as doenças originadas dos processos de trabalho conhecidas como doenças ocupacionais. A doençaocupacional decorrente da exposição do trabalhador ao chumbo, sem a proteção adequada aos fumos metálicos, échamada de a) saturnismo. b) absenteísmo. c) trombose. d) pneumonia. e) reumatismo. 04) A _____________________ é uma forma depneumoconiosecausada pela inalação de finas partículas desílica cristalina e caracterizada porinflamaçãoecicatrizaçãoem forma de lesões nodulares nos lóbulos superiores do pulmão.Portanto esta doença é compreendida como a) asbestose. b) silicose. c) berilose. d) cirrose. e) bursite. 05) É correto afirmar que NÃO é considerado objetivo da CIPA: a) observar e relatar condições de risco. b) solicitar medidas para redução dos acidentes. c) expedir advertência aos trabalhadores. d) eliminar e/ou neutralizar os riscos existentes. e) orientar os trabalhadores quanto à prevenção de acidentes. 06) Quanto aos métodos de extinção de fogo ou incêndio, analise os itens abaixo: Iabafamento II -

isolamento ou retirada do material III. - resfriamento- São considerados métodos de extinção de fogo os itens: a) I e II somente. b) II e III somente. c) III somente. d) I e III somente. e) I, II e III.

AME - TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO - 12/02/12 2 07) Em se tratando de extinção do fogo, relacione as classes de acordo com os conteúdos abaixo, numerado-os 1Classe A 2Classe B 3Classe C( ) Assim é identificado o fogo em materiais sólidos que deixam resíduos, como madeira, papel, tecido e borracha.( ) Classe de incêndio em equipamentos elétricos energizados. A extinção deve ser feita por agente extintor quenão conduza eletricidade.( ) Ocorre quando a queima acontece em líquidos inflamáveis, graxas e gases combustíveis.- A Sequência correta está na alternativa: a) 1, 3, 2 b) 3, 1, 2 c) 2, 3, 1 d) 2, 1, 3 e) 1, 2, 3 08) Analise as definições abaixo: ILimite de Tolerância é o nível de concentração máxima de um agente físico ou químico existente no ambientede trabalho sem causar danos à saúde dos trabalhadores.

Assinale a alternativa correta. b) I e III somente.Estão corretas as definições: a) I. e) III somente. 10) Assinale a alternativa em que a forma por extenso não corresponde à respectiva sigla a) PCMSO . b) Somente o item II é verdadeiro. II e III são verdadeiros. c) Somente o item III é verdadeiro. analise o instrumental utilizado para a mediçãodas temperaturas.II Os limites de tolerância dos riscos quantitativos são estabelecidos pela NR 16. d) II e III somente. c) I e II somente. II e III. e) Os itens I. Itermômetro de bulbo úmido natural IItermômetro de globo IIItermômetro de bulbo seco. 09) Em se tratando de avaliação do calor radiante pelo método IBUTG. III Poeiras são partículas sólidas originadas de processos de ruptura mecânica de sólidos orgânicos. a) Somente o item I é verdadeiro. d) Somente os itens II e III são verdadeiros. em cujos anexos podemosencontrar os riscos.

1 tbs + 0. calcule e responda: a) O IBUTG calculado é de 28. c) PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambulatoriais. encontrando os seguintes resultados: AME .Sabendo que o limite de tolerância é 28.tbs = temperatura de bulbo seco.3 tgAmbientes externos com carga solar:IBUTG = 0. portanto esta atividade é insalubre. c) Atos inseguros e inexistência do Técnico de Segurança. d) Atos inseguros e inexistência do Engenheiro de Segurança.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . b) Inexistência da CIPA e do PPRA. d) EPC – Equipamento de Proteção Coletiva.5ºC.– Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional. e) CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes. 12) Um técnico de segurança do trabalho realizou medições de sobrecarga térmica em um determinado ambiente detrabalho sem carga solar.5.tg = temperatura de globo. 11) Quais são as principais causas dos acidentes de trabalho? a) Atos inseguros e condições inseguras..12/02/12 3 TemperaturaMédiaMetabolismo(Kcal/h)tbn 23220tg 33tbs 30OBS:Ambientes internos ou externos sem carga solar:IBUTG = 0.7 tbn + 0. b) .2 tgonde:tbn = temperatura de bulbo úmido natural.7 tbn + 0. e) Condições inseguras e inexistência da CIPA e PPRA. b) CAT – Comunicação de Acidente de Trabalho.

O IBUTG calculado é de 28,5, portanto esta atividade não é insalubre. c) O IBUTG calculado é de 26,0, portanto esta atividade é insalubre. d) O IBUTG calculado é de 26,0, portanto esta atividade não é insalubre. e) O IBUTG não pode ser calculado por falta de dados. 13) É de obrigatoriedade de todos os empregadores elaborar ordens de serviço sobre segurança e saúde no trabalho,dando ciência aos empregados por comunicados, cartazes ou meios eletrônicos.Esse Assunto: a) é regulamentado pela NR 02. b) segue regulamentado pela NR 12. c) não é regulamentado pela NR 01. d) apresenta regulamentado pela NRR 01. e) é estabelecido pela NR 01. 14) É correto afirmar que: a) O presidente do sindicato dos TST deverá ser informado antes da instalação de qualquer serviço de segurança dotrabalho em indústrias com grau de risco II. b) Todo estabelecimento novo antes de iniciar suas atividades, deverá solicitar aprovação de suas instalações aoInstituto Nacional de Seguridade Social, conforme NR 2. c) O órgão regional do MTb, juntamente com o INSS, após realizar a inspeção prévia, emitirá o Certificado deAprovação de Instalações – CAI, conforme NR 2. d) Todo estabelecimento novo, antes de iniciar suas atividades, deverá solicitar aprovação de suas instalações aoórgão regional do MTb, conforme determina NR 2. e) A norma regulamentadora NR 2 estabelece critério para embargo ou interdição. 15) Segundo a Portaria nº 3.214, de 08 de junho de 1978, Norma Regulamentadora - NR – 4, o que significa SESMT? a) Serviço Especializado em Segurança e em Medicina do Trabalho.

b) Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Matéria do Trabalho. c) Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. d) Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Maritima do Trabalho. e) Serviço Especializado em Saúde do Trabalho. 16) Dos casos abaixo, assinale em qual deles somente é exigido um profissional técnico de segurança do trabalho noquadro de trabalhadores ligados à segurança do trabalho. a) Empresa com grau de risco 1, com um quadro de funcionários entre 501 e 1001. b) Empresa com grau de risco 2, com um quadro de funcionários entre 501 e 1001. c) Empresa com grau de risco 3, com um quadro de funcionários entre 101 e 250. d ) Empresa com grau de risco 4, com um quadro de funcionários entre 31 e 100. e) Todas as alternativas estão corretas. 17) Segundo a NR 05, a CIPA será composta por representantes

AME - TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO - 12/02/12 1 01) Sabemos que os riscos, nas diversas áreas profissionais, são conhecidos como riscos ocupacionais e sãoclassificados em grupos de acordo com sua natureza. As cores correspondem a cada um dos riscos ocupacionais.Assim, enumere a coluna da direita com base nos riscos listados na coluna da esquerda. 1riscos físicos ( ) cor azul 2riscos químicos ( ) cor vermelha 3riscos biológicos ( ) cor verde 4riscos ergonômicos ( ) cor marrom 5-

riscos de acidentes ( ) cor amarela- Assinale a alternativa que contém a sequência correta da coluna da direita, de cima para baixo. a) 5, 2, 1, 3, 4 b) 4, 3, 1, 5, 2 c) 1, 4, 3, 2, 5 d) 2, 3, 5, 1, 4 e) 3, 2, 4, 5, 1 02) Analisando o Anexo IV da NR-05:CIPA, são considerados riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos eriscos de acidentes, respectivamente: a) poeira, calor, bacilos, jornada de trabalho prolongada e animais peçonhentos. b) calor, gases, fungos, monotonia/repetitividade e esforço físico intenso. c) calor, gases, bacilos, jornada de trabalho prolongada e névoas. d) poeira, calor, fungos, arranjo físico deficiente e eletricidade. e) calor, gases, bacilos, jornada de trabalho prolongada e eletricidade. 03) São várias as doenças originadas dos processos de trabalho conhecidas como doenças ocupacionais. A doençaocupacional decorrente da exposição do trabalhador ao chumbo, sem a proteção adequada aos fumos metálicos, échamada de a) saturnismo. b) absenteísmo. c) trombose. d) pneumonia. e) reumatismo. 04) A _____________________ é uma forma depneumoconiosecausada pela inalação de finas partículas desílica cristalina e caracterizada porinflamaçãoecicatrizaçãoem forma de lesões nodulares nos lóbulos superiores do pulmão.Portanto esta doença é compreendida como a) asbestose. b)

d) I e III somente.resfriamento. 06) Quanto aos métodos de extinção de fogo ou incêndio. d) eliminar e/ou neutralizar os riscos existentes. b) II e III somente.silicose.12/02/12 2 07) . c) berilose. 05) É correto afirmar que NÃO é considerado objetivo da CIPA: a) observar e relatar condições de risco. c) III somente. AME . .São considerados métodos de extinção de fogo os itens: a) I e II somente. d) cirrose.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . e) bursite. e) orientar os trabalhadores quanto à prevenção de acidentes. analise os itens abaixo: Iabafamento II isolamento ou retirada do material III. II e III. b) solicitar medidas para redução dos acidentes. c) expedir advertência aos trabalhadores. e) I.

relacione as classes de acordo com os conteúdos abaixo. papel.Estão corretas as definições: a) I.( ) Classe de incêndio em equipamentos elétricos energizados. 3. 1. b) I e III somente.( ) Ocorre quando a queima acontece em líquidos inflamáveis.. 2 c) 2. e) III somente. 1 d) 2. II Os limites de tolerância dos riscos quantitativos são estabelecidos pela NR 16. em cujos anexos podemosencontrar os riscos.A Sequência correta está na alternativa: a) 1.Em se tratando de extinção do fogo. 09) . 2 b) 3. d) II e III somente. 1. graxas e gases combustíveis. 3 e) 1. 2. 3 08) Analise as definições abaixo: ILimite de Tolerância é o nível de concentração máxima de um agente físico ou químico existente no ambientede trabalho sem causar danos à saúde dos trabalhadores. numerado-os 1Classe A 2Classe B 3Classe C( ) Assim é identificado o fogo em materiais sólidos que deixam resíduos. A extinção deve ser feita por agente extintor quenão conduza eletricidade. tecido e borracha. II e III. como madeira. c) I e II somente. III Poeiras são partículas sólidas originadas de processos de ruptura mecânica de sólidos orgânicos. 3.

c) PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambulatoriais. e) Os itens I. d) Somente os itens II e III são verdadeiros. II e III são verdadeiros.Assinale a alternativa correta. b) Somente o item II é verdadeiro.Em se tratando de avaliação do calor radiante pelo método IBUTG. c) Somente o item III é verdadeiro. analise o instrumental utilizado para a mediçãodas temperaturas. d) EPC – Equipamento de Proteção Coletiva. a) Somente o item I é verdadeiro. . Itermômetro de bulbo úmido natural IItermômetro de globo IIItermômetro de bulbo seco. e) CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes. 10) Assinale a alternativa em que a forma por extenso não corresponde à respectiva sigla a) PCMSO – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional. b) CAT – Comunicação de Acidente de Trabalho.

Sabendo que o limite de tolerância é 28. cartazes ou meios eletrônicos. b) O IBUTG calculado é de 28.11) Quais são as principais causas dos acidentes de trabalho? a) Atos inseguros e condições inseguras.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . portanto esta atividade é insalubre.3 tgAmbientes externos com carga solar:IBUTG = 0. c) O IBUTG calculado é de 26.5ºC.2 tgonde:tbn = temperatura de bulbo úmido natural.. calcule e responda: a) O IBUTG calculado é de 28. encontrando os seguintes resultados: AME . c) Atos inseguros e inexistência do Técnico de Segurança.0. b) Inexistência da CIPA e do PPRA.5.7 tbn + 0. e) Condições inseguras e inexistência da CIPA e PPRA. c) não é regulamentado pela NR 01.1 tbs + 0. d) . portanto esta atividade é insalubre. d) Atos inseguros e inexistência do Engenheiro de Segurança.dando ciência aos empregados por comunicados. 12) Um técnico de segurança do trabalho realizou medições de sobrecarga térmica em um determinado ambiente detrabalho sem carga solar.tg = temperatura de globo. portanto esta atividade não é insalubre.12/02/12 3 TemperaturaMédiaMetabolismo(Kcal/h)tbn 23220tg 33tbs 30OBS:Ambientes internos ou externos sem carga solar:IBUTG = 0. portanto esta atividade não é insalubre. 13) É de obrigatoriedade de todos os empregadores elaborar ordens de serviço sobre segurança e saúde no trabalho.tbs = temperatura de bulbo seco.Esse Assunto: a) é regulamentado pela NR 02. b) segue regulamentado pela NR 12.7 tbn + 0.0.5. e) O IBUTG não pode ser calculado por falta de dados. d) O IBUTG calculado é de 26.

conforme NR 2. após realizar a inspeção prévia. assinale em qual deles somente é exigido um profissional técnico de segurança do trabalho noquadro de trabalhadores ligados à segurança do trabalho. deverá solicitar aprovação de suas instalações aoórgão regional do MTb. b) Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Matéria do Trabalho. d) Todo estabelecimento novo.214. 16) Dos casos abaixo. deverá solicitar aprovação de suas instalações aoInstituto Nacional de Seguridade Social. conforme determina NR 2. e) Serviço Especializado em Saúde do Trabalho. a) Empresa com grau de risco 1. c) Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. de 08 de junho de 1978. emitirá o Certificado deAprovação de Instalações – CAI.apresenta regulamentado pela NRR 01. b) Todo estabelecimento novo antes de iniciar suas atividades. e) é estabelecido pela NR 01. com um quadro de funcionários entre 501 e 1001. d) Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Maritima do Trabalho. juntamente com o INSS. c) O órgão regional do MTb. o que significa SESMT? a) Serviço Especializado em Segurança e em Medicina do Trabalho. Norma Regulamentadora .NR – 4. 14) É correto afirmar que: a) O presidente do sindicato dos TST deverá ser informado antes da instalação de qualquer serviço de segurança dotrabalho em indústrias com grau de risco II. antes de iniciar suas atividades. b) . 15) Segundo a Portaria nº 3. e) A norma regulamentadora NR 2 estabelece critério para embargo ou interdição. conforme NR 2.

Empresa com grau de risco 2.12/02/12 4 a) do empregador. 18) Segundo a NR 6 que regulamenta o uso de equipamentos de proteção individual. cabe ao empregadorquanto ao EPI: IAdquirir o adequado ao risco de cada atividade.. e) Todas as alternativas estão corretas. c) Empresa com grau de risco 3. a) Somente o item III está correto. c) do empregador e dos empregados. d) do sindicato. II Responsabilizar-se pela higiene e manutenção periódica. a CIPA será composta por representantes AME . 17) Segundo a NR 05. com um quadro de funcionários entre 501 e 1001. quando danificado ou extraviado. empregados e empregador.Assinale a alternativa correta. b) . b) dos empregados. com um quadro de funcionários entre 101 e 250.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . com um quadro de funcionários entre 31 e 100. IIIResponsabilizar-se pela guarda e conservação IVSubstituir imediatamente. e) todas as alternativas estão erradas. d ) Empresa com grau de risco 4.

19) O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais é estabelecido pela Norma Regulamentadora nº a) NR 28.NR. Vcumprir e fazer cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho. II e IV estão corretos. IIIsubmeter-se aos exames médicos previstos nas Normas Regulamentadoras . III. d) NR 9. 20) De acordo com a NR 01. III. IVcolaborar com a empresa na aplicação das Normas Regulamentadoras . IV e V e) . d) Nenhum dos itens está correto. c) Todos os itens estão corretos.Estão corretas a) Somente o item IV b) Somente os itens I.. II. c) NR 17. e) Somente os itens I.NR. é correto afirmar que cabe ao empregado: Icumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e saúde do trabalho. IV e V d) Somente os II. inclusive as ordens deserviço expedidas pelo empregador. e) NR18. III e IV c) Somente os itens I. IIusar o EPI fornecido pelo empregador.Somente os itens I e II estão corretos. b) NR 24.

segundo o Quadro 1 da NR 4. qual foi a ultima alteração? a) . d) Somente as afirmativas I. com até10(dez) empregados. b) Somente afirmativas II e III são verdadeiras. enquadradas no grau de risco3 ou 4. AME . c) Somente a afirmativa IV é verdadeira. II e IV são verdadeiras.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . norma regulamentadora voltada à sinalização de segurança. II As empresas com mais de 25 (vinte e cinco) empregados e até 50 (cinqüenta) empregados. IV – O empregado deve garantir a elaboração e efetiva implementação do PCMSO.Somente o item V 21) Sobre a NR 7 é possível afirmar: IFicam obrigadas de indicar médico coordenador às empresas de grau de risco 1 e 2. segundo o Quadro 1 da NR4. poderão estar desobrigadas de indicar médico coordenador emdecorrência de negociação coletiva. com até 25 (vinte e cinto) empregados e aquelas de grau de risco 3 e 4. 22) Em se tratando de NR 26. assistida por profissional do órgão regional competente em segurança e saúdeno trabalho. bem como zelar pela suaeficácia. segundo o Quadro 1 da NR 4. segundo o Quadro 1 da NR 4..Assinale a alternativa correta: a) Somente as afirmativas I e IV são verdadeiras. poderão estar desobrigadas de indicar médico do trabalho coordenador emdecorrência de negociação coletiva.12/02/12 5 e) Somente afirmativas III e IV são verdadeiras. III As empresas com mais de 10 (dez) empregados e com até 20 (vinte) empregados. enquadradas no graude risco 1 ou 2.

d) Redação dada pela Portaria SIT n. observe as siglas abaixo: ISSST .Programa de Alimentação do Trabalhador IV SSST . III.º 229. IV e V . 23) A taxa de metabolismo de um trabalho pesado. através de trabalho intermitente de levantar. empurrarou arrastar pesos. II e III c) somente nos itens I.Serviço de Segurança e Saúde no Trabalho VPAT . nunca mais foi alterada.º 119. de 24 de maio de 2011.Programa de Assistência ao Trabalhador .Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho II CANPAT . e) Desde sua criação. de 24 de maio de 2010.Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho III PAT . b) Redação dada pela Portaria SIT n.º 229.Há correspondência correta entre sigla e significado a) somente no item IV b) somente nos itens I.Redação dada pela Portaria SIT n.º 339. é: a) 440 Kcal b) 540 Kcal c) 640 Kcal d) 740 Kcal e) 300 Kcal 24) De acordo com a norma regulamentadora nº 1. c) Redação dada pela Portaria SIT n. de 24 de maio de 2010. de 24 de maio de 2011.

IIpossuir certificado de "Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras" previsto na NR ____ aprovadapelaPortaria 02. 26) O que significa A. .Estamos falando da a) NR 03. III. de 08/05/84. c) Grupo homogêneo de exposição. IV V e) somente no item V 25) De acordo com a NR 26. b) Grupos de higienistas e de segurança do trabalho. NR 11.O e. será considerado operador de caldeira aquele que satisfizer pelo menos uma dasseguintes condições: Ipossuir certificado de "Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras" e comprovação de estágio prático. até 08 de maio de 1984.. NR 07. b) Atestado de Saúde Ocupacional. em qual NR. b) NR 08. d) Sistema que gerencia direitos humanos. NR 07. III possuir comprovação de pelo menos 3 (três) anos de experiência nessa atividade. d) Atestado Selecionado para Oftalmologista.S. o que significa GHS?a) Grupo de sinalização de cores homogêneas. e) Atestado de Saúde Ocupacional. NRR 04. podemos encontrá-lo? a) Atestado Saudável Operacional. NR17.d) somente nos itens II. c) Atestado de Saúde Ocupacional. c) NR 13. e) Sistema Globalmente Harmonizado de Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos. 27) Para efeito desta NR________ .

será exigido. deverá ser fornecido água potável aos trabalhadores. alergizantes. visando à preservação dasaúde e da integridade dos trabalhadores. c) 10 trabalhadores. Onde houver rede de abastecimento de água. do . c) 100 trabalhadores. AME . poeiras ou substâncias que provoquem sujidade.12/02/12 6 28) Em todos os locais de trabalho. _______________________________e consequente_________________________da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente detrabalho. irritantes.As lacunas do texto devem ser preenchidas correta e respectivamente por: .NR 09 estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação. 30) A Norma Regulamentadora .d) NR14. em condições higiênicas. no conjunto em instalaçõessanitárias. ou nos trabalhos com exposição a substâncias tóxicas.sendo proibido o uso de recipientes coletivos. um lavatório para cada a) 30 trabalhadores. tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais. deverão existirbebedouros de jato inclinado e guarda protetora. e na proporção de 01(um) bebedouro para cada a) 50 trabalhadores.. e) 20 trabalhadores. b) 25 trabalhadores. b) 25 trabalhadores. d) 45 trabalhadores. 29) Nas atividades ou operações insalubres. por parte de todosos empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados.PPRA.infectantes.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . e) NR 19.___________________________. através__________________________. e) 15 trabalhadores. d) 80 trabalhadores. proibida sua instalação em pias ou lavatórios.

da antecipação.a) do reconhecimento. 3 32) Em uma determinada empresa. um trabalhador desenvolve suas atividade na cozinha industrial. reconhecimento. da avaliação. 4. de cima para baixo. c) 20% (vinte por cento) sobre o salário mínimo da região.NRs. 3 c) 5. 1. . da avaliação. b) da antecipação. da avaliação. 31) As Normas Regulamentadoras . da avaliação. 2. qual é odevido adicional de insalubridade a esse trabalhador? a) 40% (quarenta por cento) sobre o total do trabalhador. 4. 5. sendo que a suaatividade principal e única é de lavar panelas. 2. a) 5. d) 30% (trinta por cento) sobre o salário total do trabalhador. 2. 1. da antecipação. 5 e) 2. 1. numere a coluna da direita de acordo com as respectivas Normas Regulamentadoraslistadas na coluna da esquerda. do controle. 1. relativas à Segurança e Medicina do Trabalho. assim podemos considerar a atividade como insalubre. o controle. e) da avaliação. controle. 4. 4. b) 10% (dez por cento) sobre o salário mínimo da região. 3 d) 3. Seu tempo de exposição ao risco é 100% da sua jornada e ainda a empresa não fornece nenhum tipo de equipamento de proteção individual para a eliminação ouneutralização do agente. 3 b) 5. d) do reconhecimento. controle. são de observância obrigatóriapelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta. 1. 2. Com base na NR 15. do reconhecimento. antecipação. bem como pelosórgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário. que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis doTrabalho .1) NR 9 ( ) Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional2) NR 28 ( ) Fiscalizações e Penalidades3) NR 17 ( ) Proteção contra incêndio4) NR 23 ( ) Programa de Prevenção de Riscos Ambientais5) NR 7 ( ) ErgonomiaAssinale a alternativa que contêm a sequência correta da coluna da direita. 4.CLT. pratos e talheres. Assim. c) da antecipação. controle. do reconhecimento.

. d) NR 9. d) do sindicato. a) Somente o item III está correto. e) Somente os itens I. quando danificado ou extraviado.12/02/12 4 a) do empregador. b) dos empregados. c) do empregador e dos empregados. II Responsabilizar-se pela higiene e manutenção periódica. cabe ao empregadorquanto ao EPI: IAdquirir o adequado ao risco de cada atividade.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . II e IV estão corretos.AME . IIIResponsabilizar-se pela guarda e conservação IVSubstituir imediatamente. c) Todos os itens estão corretos. e) .Assinale a alternativa correta. c) NR 17. e) todas as alternativas estão erradas. empregados e empregador. d) Nenhum dos itens está correto. b) Somente os itens I e II estão corretos. 18) Segundo a NR 6 que regulamenta o uso de equipamentos de proteção individual. 19) O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais é estabelecido pela Norma Regulamentadora nº a) NR 28. b) NR 24.

assistida por profissional do órgão regional competente em segurança e saúdeno trabalho. com até10(dez) empregados.. IIusar o EPI fornecido pelo empregador. segundo o Quadro 1 da NR 4. segundo o Quadro 1 da NR 4. IVcolaborar com a empresa na aplicação das Normas Regulamentadoras . 20) De acordo com a NR 01. com até 25 (vinte e cinto) empregados e aquelas de grau de risco 3 e 4. IV e V d) Somente os II.Estão corretas a) Somente o item IV b) Somente os itens I. enquadradas no graude risco 1 ou 2. III e IV c) Somente os itens I.NR. segundo o Quadro 1 da NR 4. III. enquadradas no grau de risco3 ou 4. IV e V e) Somente o item V 21) Sobre a NR 7 é possível afirmar: IFicam obrigadas de indicar médico coordenador às empresas de grau de risco 1 e 2. é correto afirmar que cabe ao empregado: Icumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e saúde do trabalho. II. poderão estar desobrigadas de indicar médico coordenador emdecorrência de negociação coletiva. segundo o Quadro 1 da NR4.NR. inclusive as ordens deserviço expedidas pelo empregador. II As empresas com mais de 25 (vinte e cinco) empregados e até 50 (cinqüenta) empregados. III. IIIsubmeter-se aos exames médicos previstos nas Normas Regulamentadoras . III As empresas com mais de 10 (dez) empregados e com até 20 (vinte) empregados.NR18. poderão estar desobrigadas de indicar médico do trabalho coordenador emdecorrência de negociação coletiva. IV . Vcumprir e fazer cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho.

º 339. AME . d) Somente as afirmativas I.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO .Assinale a alternativa correta: a) Somente as afirmativas I e IV são verdadeiras. c) Somente a afirmativa IV é verdadeira. de 24 de maio de 2011.º 229. 22) Em se tratando de NR 26.12/02/12 5 e) Somente afirmativas III e IV são verdadeiras. II e IV são verdadeiras.– O empregado deve garantir a elaboração e efetiva implementação do PCMSO. nunca mais foi alterada. 23) A taxa de metabolismo de um trabalho pesado. através de trabalho intermitente de levantar. bem como zelar pela suaeficácia. qual foi a ultima alteração? a) Redação dada pela Portaria SIT n.º 119. e) Desde sua criação. norma regulamentadora voltada à sinalização de segurança. empurrarou arrastar pesos. b) Somente afirmativas II e III são verdadeiras. é: a) 440 Kcal . de 24 de maio de 2010. c) Redação dada pela Portaria SIT n. b) Redação dada pela Portaria SIT n.. de 24 de maio de 2010. d) Redação dada pela Portaria SIT n.º 229. de 24 de maio de 2011.

c) Grupo homogêneo de exposição. o que significa GHS?a) Grupo de sinalização de cores homogêneas. b) Grupos de higienistas e de segurança do trabalho. em qual NR.S. IV V e) somente no item V 25) De acordo com a NR 26. II e III c) somente nos itens I. d) Sistema que gerencia direitos humanos.Há correspondência correta entre sigla e significado a) somente no item IV b) somente nos itens I.Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho II CANPAT .Programa de Alimentação do Trabalhador IV SSST .Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho III PAT . III.b) 540 Kcal c) 640 Kcal d) 740 Kcal e) 300 Kcal 24) De acordo com a norma regulamentadora nº 1.Programa de Assistência ao Trabalhador . e) Sistema Globalmente Harmonizado de Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos. podemos encontrá-lo? . 26) O que significa A. observe as siglas abaixo: ISSST .Serviço de Segurança e Saúde no Trabalho VPAT . III.O e. IV e V d) somente nos itens II.

12/02/12 6 28) Em todos os locais de trabalho. c) NR 13. c) . proibida sua instalação em pias ou lavatórios.a) Atestado Saudável Operacional. será considerado operador de caldeira aquele que satisfizer pelo menos uma dasseguintes condições: Ipossuir certificado de "Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras" e comprovação de estágio prático. deverá ser fornecido água potável aos trabalhadores. IIpossuir certificado de "Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras" previsto na NR ____ aprovadapelaPortaria 02. NRR 04. deverão existirbebedouros de jato inclinado e guarda protetora.. b) 25 trabalhadores. d) Atestado Selecionado para Oftalmologista. de 08/05/84. NR 07. e na proporção de 01(um) bebedouro para cada a) 50 trabalhadores. NR 11. NR 07.Estamos falando da a) NR 03. e) NR 19. e) Atestado de Saúde Ocupacional. III possuir comprovação de pelo menos 3 (três) anos de experiência nessa atividade. b) Atestado de Saúde Ocupacional.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . Onde houver rede de abastecimento de água. d) NR14. NR17. AME . b) NR 08. c) Atestado de Saúde Ocupacional.sendo proibido o uso de recipientes coletivos. até 08 de maio de 1984. 27) Para efeito desta NR________ . em condições higiênicas.

visando à preservação dasaúde e da integridade dos trabalhadores. ou nos trabalhos com exposição a substâncias tóxicas. por parte de todosos empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados. relativas à Segurança e Medicina do Trabalho. bem como pelosórgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário.100 trabalhadores. 31) As Normas Regulamentadoras .NR 09 estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação. da avaliação. alergizantes. d) do reconhecimento. da avaliação. da antecipação. d) 80 trabalhadores. da avaliação. que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis doTrabalho . numere a coluna da direita de acordo com as respectivas Normas Regulamentadoraslistadas na coluna da esquerda. controle. e) da avaliação.. tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais.As lacunas do texto devem ser preenchidas correta e respectivamente por: a) do reconhecimento. e) 20 trabalhadores. do reconhecimento. através__________________________.CLT. controle.___________________________. no conjunto em instalaçõessanitárias. antecipação. 30) A Norma Regulamentadora . da antecipação. c) da antecipação. o controle. e) 15 trabalhadores. do . _______________________________e consequente_________________________da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente detrabalho. são de observância obrigatóriapelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta. b) da antecipação. d) 45 trabalhadores. 29) Nas atividades ou operações insalubres. Assim.1) NR 9 ( ) Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional2) NR 28 ( ) Fiscalizações e Penalidades3) NR 17 ( ) Proteção contra incêndio4) NR 23 ( ) Programa de . do reconhecimento. será exigido. reconhecimento.NRs. um lavatório para cada a) 30 trabalhadores. do controle. irritantes.PPRA. poeiras ou substâncias que provoquem sujidade.infectantes. b) 25 trabalhadores. controle. c) 10 trabalhadores. da avaliação.

quanto às Disposições Gerais. pratos e talheres.1. um trabalhador desenvolve suas atividade na cozinha industrial.Prevenção de Riscos Ambientais5) NR 7 ( ) ErgonomiaAssinale a alternativa que contêm a sequência correta da coluna da direita. 1. de cima para baixo. relacione a coluna dadireita com os itens da coluna da esquerda . 2. sendo que a suaatividade principal e única é de lavar panelas. 5 e) 2.NRs. 2. Cabe ao empregado( ) submeter-se aos exames médicos previstos nas NormasRegulamentadoras . 2. qual é odevido adicional de insalubridade a esse trabalhador? a) 40% (quarenta por cento) sobre o total do trabalhador. Com base na NR 15. a) 5. 1. d) 30% (trinta por cento) sobre o salário total do trabalhador. 4. 1. 1. 4. 5. 4. 1. 4.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . AME . () . 4. c) 20% (vinte por cento) sobre o salário mínimo da região. 3 32) Em uma determinada empresa. 2. 3 b) 5. 3 d) 3.12/02/12 7 e) 20% (vinte por cento) sobre o salário total do trabalhador. Cabe ao empregador( ) cumprir e fazer cumprir as disposições legais e regulamentaressobre segurança e medicina do trabalho. () cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurançae saúde do trabalho. 3 c) 5. Seu tempo de exposição ao risco é 100% da sua jornada e ainda a empresa não fornece nenhum tipo de equipamento de proteção individual para a eliminação ouneutralização do agente. b) 10% (dez por cento) sobre o salário mínimo da região. 2. inclusive as ordens de serviço expedidas peloempregador. 33) Considerando o estabelecido na Norma Regulamentadora n° 1. assim podemos considerar a atividade como insalubre.

de cima para baixo: a) 2. 2. 1. 2.. 1.Assinale a sequência correta da coluna da direita. 35) Com relação aos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. 34) Um técnico de segurança de trabalho está com o seguinte problema: na empresa existe um colaborador que exercediversas atividades. cartazes ou meioseletrônicos. 1. 2. 1. e) 2.dando ciência aos empregados por comunicados. sendo a primeiraatividade em grau mínimo e a segunda atividade em grau máximo. b) 1. 1. sendo que duas delas se enquadram como insalubres.a) . 2.determinar procedimentos que devem ser adotados em caso deacidente ou doença relacionada ao trabalho. d) 60% (sessenta por cento) sobre o salário mínimo da região. qual é o devido adicional deinsalubridade a esse colaborador? a) 40% (quarenta por cento) sobre o salário mínimo da região. assinale aalternativa incorreta. 2. 2. 1. conforme NR 15. () elaborar ordens de serviço sobre segurança e saúde no trabalho. c) 1. 2. 1. 1. d) 1. Nesse caso. 1. 1. 1. b) 10% (dez por cento) sobre o salário mínimo da região. 2. 2. e) 20% (vinte por cento) sobre o salário total do trabalhador. c) 50% (cinquenta por cento) sobre o salário mínimo da região.

foram levantados osseguintes dados: Tbn ( Temperatura de bulbo úmido e natural ) = 23. Técnico de Segurança doTrabalho e Auxiliar de Enfermagem do Trabalho.Técnico de segurança do trabalho: técnico portador de comprovação de registro profissional expedido peloMinistério do Trabalho. e) Os serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. Enfermeiro do Trabalho.0 .0 °C.. b) O técnico de segurança do trabalho e o auxiliar de enfermagem do trabalho deverão dedicar 8 (oito) horas pordia para as atividades dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. c) Os Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho deverão ser integrados porMédico do Trabalho. Calcule o IBUTG da atividade e assinale aalternativa correta. Tg ( Temperatura de globo ) = 30. Tbs ( Temperatura de bulbo seco ) = 31. a) IBUTG = 53. 36) Durante uma avaliação quantitativa de calor para atividade de um operador de caldeira.0 °C.1 °C. durante o horário de sua atuação nos Serviços Especializados em Engenharia deSegurança e em Medicina do Trabalho. deacordo com o estabelecido no Quadro II. de que trata esta NR 4. d) Ao profissional especializado em Segurança e em Medicina do Trabalho é vedado o exercício de outrasatividades na empresa.Podemos considerar o ambiente como interno e sem carga solar. Engenheiro de Segurança do Trabalho.deverão ser registrados no órgão regional da DRT.

de cima para baixo: a) 3. 1. c) . () Preparar as correspondências.b) IBUTG = 26. 3. () Coordenar e supervisionar as atividades de secretaria. Presidente () Acompanhar as reuniões da CIPA. quanto à CIPA.1 d) IBUTG = 7.1.12/02/12 8 c) IBUTG = 54. as decisões da comissão. 3. b) 2. e redigir as atas apresentando-as para aprovação e assinatura dos membros presentes.7 AME .0 e) IBUTG = 25. 2. . 1. 1. relacione a coluna dadireita com os itens da coluna da esquerda. 2.Assinale a sequência correta da coluna da direita. quando houver. 2. 2. Vice-Presidente () Substituir o Presidente nos seus impedimentos eventuais ou nosseus afastamentos temporários. Secretário () Coordenar as reuniões da CIPA. encaminhando ao empregador eao SESMT. 3.1 37) Considerando as atribuições estabelecidas na Norma Regulamentadora n° 5.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO .

d) Somente os motoristas e os ajudantes. c) Somente o setor administrativo. 1. Para essaatividade. 2. 1. Podemos considerar que o nível de ação para ruído é: a) 80 dB(A) b) 85 dB(A) c) 90 dB(C) d) 65 dB(C) e) 70 dB(C) 39) Uma empresa nacional e reconhecida mundialmente é responsável pela distribuição de líquidos inflamáveis egasosos liquefeitos em grande parte do território nacional. e) . porém. 3. ovalor acima do qual devem ser iniciadas ações preventivas. para todos os agentes existe um nível de ação. a empresa conta com diversos colaboradores como: os motoristas. e) 3. 3. A empresa. 2. 1. 1. Como Técnicode Segurança dessa empresa. quais as funções que devem receber oadicional de 30%? a) Somente os motoristas. ou seja.3. 3. 2. não paga o adicional de periculosidade para seus colaboradores. conforme a NR 16. 3. você deverá definir. b) Somente os ajudantes. 38) Para elaboração do PPRA conforme estabelecido na NR 9. d) 1. O transporte é realizado em caminhão tanque. os ajudantes e os setoresadministrativos. 3.

sendo sua abrangência eprofundidade dependentes das características dos riscos e das necessidades de controle. devendo estar articulado com o disposto nas demais NR. acompanhamento e avaliação do PPRA poderão ser feitas pelo SESMT ou porTécnico de Segurança do Trabalho devidamente registrado no MTB. II . d) SESSTP – Serviço Especializado em Segurança e Saúde do Trabalhador Portuário.As ações do PPRA devem ser desenvolvidas no âmbito de cada estabelecimento da empresa.O PPRA é parte integrante do conjunto mais amplo das iniciativas da empresa no campo da preservação dasaúde e da integridade dos trabalhadores. sejam capazes dedesenvolver o disposto nesta NR.A elaboração. c) SIPATP – Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho Portuária. a critério do empregador. sob aresponsabilidade do empregador. e) SIPATMIN – Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho na Mineração. em especial como PCMSO previsto na NR-7. III . implementação. 40) Assinale a alternativa em que a correspondência entre sigla e forma por extensa está incorreta: a) SEPATR – Serviço Especializado em Prevenção de Acidentes de Trabalho Rural. 41) Sobre a NR 9.Somente os motoristas e o setor administrativo. com a participação do sindicato patronal da categoria. é possível afirmar: I . b) SESMT – Serviço Especializado em Saúde e Medicina do Trabalho. .

sem os acréscimos de gratificação.12/02/12 9 IV . II e III são verdadeiras. d) insalubridade de 40% (quarenta por cento) sobre o salário mínimo da região.AME .Assinale a alternativa correta: a) Somente as afirmativas I. c) Somente a afirmativa IV é verdadeira. sãoutilizados explosivos. em função de sua natureza. . guarda econservação. Cabe ao empregador( ) Orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . 42) Em uma pedreira. d) Somente as afirmativas I. e) não lhe é devido nenhum adicional. sãocapazes de causar danos à saúde do trabalhador. concentração ou intensidade e tempo de exposição. 1. mais os acréscimos de gratificação e prêmiosou participação de lucros. c) periculosidade de 30% (trinta por cento) incidente sobre o salário. Ao colaborador responsável pela detonação dos explosivos. mesmo que mantenha umadistância segura e utilizando todos os EPIs necessários para sua segurança. b) insalubridade de 30% (trinta por cento) sobre o salário mínimo da região. lhe é assegurado um adicional de a) periculosidade de 30% (trinta por cento) incidente sobre o salário.. a atividade principal é a extração de pedras e britas. quanto aos Equipamentos de Proteção Individual. Para a atividade de extração de pedras. b) Somente afirmativas I. 43) Considerando o estabelecido na Norma Regulamentadora n° 6.relacione a coluna da direita com os itens da coluna da esquerda. e) Somente afirmativas III e IV são verdadeiras. químicos e biológicos existentes nosambientes de trabalho que. prêmios ouparticipação de lucros. II e IV são verdadeiras.Para efeito desta NR. consideram-se riscos ambientais os agentes físicos. III e IV são verdadeiras.

2. 3.). Considere as afirmativas: I – Cor Vermelha . óleo combustível. . piche. de cima para baixo: a) 2. II e II são verdadeiras. 2. Cabe ao empregado( ) Comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne imprópriopara uso. e) 2. 2. () Responsabilizar-se pela guarda e conservação. 3. 1.Assinale a alternativa correta: a) Somente as afirmativas I. 1. d) 3. 3. 3. c) 1. alcatrão. 3. etc. 1. 44) Baseando-se na NR 26 – Sinalização de Segurança. 2. IV . asfalto. 2. Cabe ao Fabricante( ) Cadastrar-se junto ao órgão nacional competente em matéria desegurança e saúde no trabalho. 1. III – Cor Preta . 1. 1.deverá ser usada para distinguir e indicar equipamentos e caracteriza “perigo”. () Responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica. 2. b) . II – Cor Amarela – Em canalizações deve-se utilizar o amarelo para identificar gases não liquefeitos. 2. b) 1.Cor Verde é a cor que caracteriza “segurança”.Assinale a sequência correta da coluna da direita.será empregada para indicar as canalizações de inflamáveis e combustíveis de alta viscosidade (ex:óleo lubrificante.. 3. 1.2. 1.

inclusive as ordens de serviço expedidas peloempregador.NRs.Assinale a sequência correta da coluna da direita. e) Somente as afirmativas III e IV são verdadeiras. c) Somente a afirmativa I é verdadeira. houve um curto circuito no quadro de distribuição elétrica. de cima para baixo: a) . () elaborar ordens de serviço sobre segurança e saúde no trabalho. onde haviam armazenadas aproximadamente 2 (duas) toneladas de papelão. d) Somente as afirmativas II. Nesse caso qual a classe do fogo identificado peloscolaboradores? a) Classe B AME . relacione a coluna dadireita com os itens da coluna da esquerda . Devido à precariedade dainstalação elétrica da empresa. quanto às Disposições Gerais. () cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurançae saúde do trabalho. 45) Em um dia normal de trabalho em uma empresa de reciclagem de papelão. foi identificado um princípio de incêndiono depósito.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . Cabe ao empregado( ) submeter-se aos exames médicos previstos nas NormasRegulamentadoras .Somente as afirmativas II e IV são verdadeiras. cartazes ou meioseletrônicos. Imediatamente oscolaboradores da empresa identificaram que o princípio de incêndio era apenas no quadro de distribuição quefornecia energia elétrica a todos os maquinários da empresa. 33) Considerando o estabelecido na Norma Regulamentadora n° 1. Cabe ao empregador( ) cumprir e fazer cumprir as disposições legais e regulamentaressobre segurança e medicina do trabalho.12/02/12 7 e) 20% (vinte por cento) sobre o salário total do trabalhador.1. III e IV são verdadeiras. () determinar procedimentos que devem ser adotados em caso deacidente ou doença relacionada ao trabalho.. 2.dando ciência aos empregados por comunicados.

Nesse caso. 35) Com relação aos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. 1. 2. 2. 1. b) 1. 2. conforme NR 15. d) 60% (sessenta por cento) sobre o salário mínimo da região. 1. 34) Um técnico de segurança de trabalho está com o seguinte problema: na empresa existe um colaborador que exercediversas atividades. sendo a primeiraatividade em grau mínimo e a segunda atividade em grau máximo. b) O técnico de segurança do trabalho e o auxiliar de enfermagem do trabalho deverão dedicar 8 (oito) horas pordia para as atividades dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. deacordo com o estabelecido no Quadro II. 1. 2. 2.a) Técnico de segurança do trabalho: técnico portador de comprovação de registro profissional expedido peloMinistério do Trabalho. 1. sendo que duas delas se enquadram como insalubres. qual é o devido adicional deinsalubridade a esse colaborador? a) 40% (quarenta por cento) sobre o salário mínimo da região. 1. c) 1. 1. 1. b) 10% (dez por cento) sobre o salário mínimo da região. 1. 1. 2. d) 1. . 2. 1.2. e) 2. 2. e) 20% (vinte por cento) sobre o salário total do trabalhador. 2. c) 50% (cinquenta por cento) sobre o salário mínimo da região. assinale aalternativa incorreta.

TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO .c) Os Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho deverão ser integrados porMédico do Trabalho.1 °C. Tg ( Temperatura de globo ) = 30.0 b) IBUTG = 26. Engenheiro de Segurança do Trabalho. e) Os serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. foram levantados osseguintes dados: Tbn ( Temperatura de bulbo úmido e natural ) = 23. d) Ao profissional especializado em Segurança e em Medicina do Trabalho é vedado o exercício de outrasatividades na empresa.. Tbs ( Temperatura de bulbo seco ) = 31. de que trata esta NR 4. durante o horário de sua atuação nos Serviços Especializados em Engenharia deSegurança e em Medicina do Trabalho.0 °C. Calcule o IBUTG da atividade e assinale aalternativa correta.Podemos considerar o ambiente como interno e sem carga solar. Técnico de Segurança doTrabalho e Auxiliar de Enfermagem do Trabalho.12/02/12 .7 AME .deverão ser registrados no órgão regional da DRT. 36) Durante uma avaliação quantitativa de calor para atividade de um operador de caldeira. Enfermeiro do Trabalho. a) IBUTG = 53.0 °C.

3. d) 1. Secretário () Coordenar as reuniões da CIPA. 2. Presidente () Acompanhar as reuniões da CIPA. e redigir as atas apresentando-as para aprovação e assinatura dos membros presentes. 3. 3. encaminhando ao empregador eao SESMT. 2. 3. 3. 3. 1. 1. relacione a coluna dadireita com os itens da coluna da esquerda. () Coordenar e supervisionar as atividades de secretaria. 2. e) 3. c) 3.8 c) IBUTG = 54. () Preparar as correspondências.0 e) IBUTG = 25. de cima para baixo: a) 3. 2. 3.Assinale a sequência correta da coluna da direita. as decisões da comissão. 2.1 d) IBUTG = 7. 1. 1. Vice-Presidente () Substituir o Presidente nos seus impedimentos eventuais ou nosseus afastamentos temporários. 2. quanto à CIPA. 1. quando houver.1. 1. 3. . 2. . 1. b) 2.1 37) Considerando as atribuições estabelecidas na Norma Regulamentadora n° 5.

a empresa conta com diversos colaboradores como: os motoristas. não paga o adicional de periculosidade para seus colaboradores. d) Somente os motoristas e os ajudantes.38) Para elaboração do PPRA conforme estabelecido na NR 9. A empresa. b) Somente os ajudantes. quais as funções que devem receber oadicional de 30%? a) Somente os motoristas. porém. Como Técnicode Segurança dessa empresa. Para essaatividade. O transporte é realizado em caminhão tanque. ovalor acima do qual devem ser iniciadas ações preventivas. ou seja. e) Somente os motoristas e o setor administrativo. 40) Assinale a alternativa em que a correspondência entre sigla e forma por extensa está incorreta: a) . c) Somente o setor administrativo. Podemos considerar que o nível de ação para ruído é: a) 80 dB(A) b) 85 dB(A) c) 90 dB(C) d) 65 dB(C) e) 70 dB(C) 39) Uma empresa nacional e reconhecida mundialmente é responsável pela distribuição de líquidos inflamáveis egasosos liquefeitos em grande parte do território nacional. você deverá definir. os ajudantes e os setoresadministrativos. para todos os agentes existe um nível de ação. conforme a NR 16.

Para efeito desta NR.As ações do PPRA devem ser desenvolvidas no âmbito de cada estabelecimento da empresa. é possível afirmar: I .SEPATR – Serviço Especializado em Prevenção de Acidentes de Trabalho Rural. b) SESMT – Serviço Especializado em Saúde e Medicina do Trabalho. c) SIPATP – Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho Portuária. sendo sua abrangência eprofundidade dependentes das características dos riscos e das necessidades de controle. II . AME . acompanhamento e avaliação do PPRA poderão ser feitas pelo SESMT ou porTécnico de Segurança do Trabalho devidamente registrado no MTB. a critério do empregador.12/02/12 9 IV . sob aresponsabilidade do empregador. III . devendo estar articulado com o disposto nas demais NR. em especial como PCMSO previsto na NR-7. e) SIPATMIN – Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho na Mineração. implementação. consideram-se riscos ambientais os agentes físicos. d) SESSTP – Serviço Especializado em Segurança e Saúde do Trabalhador Portuário. com a participação do sindicato patronal da categoria. químicos e biológicos existentes nosambientes de trabalho que.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO .A elaboração. 41) Sobre a NR 9.O PPRA é parte integrante do conjunto mais amplo das iniciativas da empresa no campo da preservação dasaúde e da integridade dos trabalhadores. sejam capazes dedesenvolver o disposto nesta NR. em função de sua natureza. concentração ou intensidade .

prêmios ouparticipação de lucros. mais os acréscimos de gratificação e prêmiosou participação de lucros. sãocapazes de causar danos à saúde do trabalhador. Cabe ao empregado( ) Comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne imprópriopara uso. 2. a atividade principal é a extração de pedras e britas.e tempo de exposição. d) insalubridade de 40% (quarenta por cento) sobre o salário mínimo da região. sem os acréscimos de gratificação. II e III são verdadeiras. mesmo que mantenha umadistância segura e utilizando todos os EPIs necessários para sua segurança. lhe é assegurado um adicional de a) periculosidade de 30% (trinta por cento) incidente sobre o salário. c) Somente a afirmativa IV é verdadeira. b) Somente afirmativas I. c) periculosidade de 30% (trinta por cento) incidente sobre o salário. guarda econservação. III e IV são verdadeiras. b) insalubridade de 30% (trinta por cento) sobre o salário mínimo da região. e) não lhe é devido nenhum adicional. Para a atividade de extração de pedras. () . 42) Em uma pedreira. 1. II e IV são verdadeiras.. e) Somente afirmativas III e IV são verdadeiras. Cabe ao Fabricante( ) Cadastrar-se junto ao órgão nacional competente em matéria desegurança e saúde no trabalho. 43) Considerando o estabelecido na Norma Regulamentadora n° 6. sãoutilizados explosivos. () Responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica. d) Somente as afirmativas I. quanto aos Equipamentos de Proteção Individual. Cabe ao empregador( ) Orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado. 3.Assinale a alternativa correta: a) Somente as afirmativas I. Ao colaborador responsável pela detonação dos explosivos.relacione a coluna da direita com os itens da coluna da esquerda.

óleo combustível. 3. 1. 1.deverá ser usada para distinguir e indicar equipamentos e caracteriza “perigo”.). 2. c) Somente a afirmativa I é verdadeira. 2. b) 1. . 3. . alcatrão. Considere as afirmativas: I – Cor Vermelha . 2. 3. de cima para baixo: a) 2. 2. IV . piche. 1. II – Cor Amarela – Em canalizações deve-se utilizar o amarelo para identificar gases não liquefeitos. 3. 1. etc. b) Somente as afirmativas II e IV são verdadeiras.Responsabilizar-se pela guarda e conservação. 1. e) 2. 44) Baseando-se na NR 26 – Sinalização de Segurança. III e IV são verdadeiras.será empregada para indicar as canalizações de inflamáveis e combustíveis de alta viscosidade (ex:óleo lubrificante. 3.Assinale a sequência correta da coluna da direita. asfalto. 2. 1. 1. d) Somente as afirmativas II.Cor Verde é a cor que caracteriza “segurança”.Assinale a alternativa correta: a) Somente as afirmativas I. II e II são verdadeiras.. 2. d) 3. c) 1. III – Cor Preta . 1. 2.

Assinale a alternativa que esse conjunto de atividades NÃO abrange. a) Assistência ao trabalhador vítima de acidente de trabalho ou portador de doenças profissional e do trabalho. onde haviam armazenadas aproximadamente 2 (duas) toneladas de papelão. Imediatamente oscolaboradores da empresa identificaram que o princípio de incêndio era apenas no quadro de distribuição quefornecia energia elétrica a todos os maquinários da empresa. b) .TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . foi identificado um princípio de incêndiono depósito. Nesse caso qual a classe do fogo identificado peloscolaboradores? a) Classe B AME . assim como visa à recuperação e reabilitação dos trabalhadores submetidos aos riscos de agravos advindos das condições de trabalho”. houve um curto circuito no quadro de distribuição elétrica. .12/02/12 10 b) Classe E c) Classe D d) Classe C e) Classe A 46) Segundo a Lei orgânica da saúde. a saúde do trabalhador é definida como “um conjunto de atividades que se destina. por meio de vigilância epidemiológica e vigilância sanitária. à promoção e proteção da saúde dotrabalhador. Devido à precariedade dainstalação elétrica da empresa.e) Somente as afirmativas III e IV são verdadeiras. 45) Em um dia normal de trabalho em uma empresa de reciclagem de papelão.

47) A saúde do trabalhador influenciada por diferentes riscos no ambiente ocupacional. relacionadas a essas medidas. direção e intensidade de correntes de ar. de reconhecimento. c) causas de acidentes. previsto pela Norma Regulamentadora nº. quando houver ótimas condições para a vida ou saúde do trabalhador ..Analise as afirmativas abaixo.Garantia ao sindicato dos trabalhadores de requerer ao órgão competente a interdição do serviço ou de todo oambiente de trabalho. e) realização de exames laboratoriais. 49) As normas de biossegurança ou precauções universais contêm medidas de prevenção contra a exposição dotrabalhador da saúde a agentes patógenos de transmissão sanguínea. e) a utilização de equipamentos de proteção individual. prioritariamente. 48) A exigência do uso de EPI (Equipamentos de Proteção Individual). quando de alta gravidade. fiscalização e controle dos serviços de saúde do trabalhador nas instituições eempresas públicas e privadas.tem como objetivo a redução da(s) a) gravidade das lesões dos acidentes. . e) Revisão periódica da listagem oficial das doenças originadas no processo de Trabalho. 6. d) necessidade de proteção coletiva. c) o reconhecimento de riscos mediante as condições climáticas. d) o planejamento das medidas de manuseio de agentes contaminantes em relação à fonte geradora. apenas. b) o levantamento de informações para determinar o controle do ambiente de trabalho após a identificação dosriscos ao usuário e familiares. avaliação ou controle. em substituição aos equipamentos deproteção coletiva. b) concentração do agente tóxico no ambiente. c) Avaliação do impacto que as tecnologias provocam à saúde do trabalhador. uma vezque o trabalhador recebe o EPI necessário. d) Participação na normatização. recomenda-se: a) a avaliação dos riscos potenciais para estabelecer as medidas preventivas após a ocorrência do primeiro caso dedoença ou acidente de trabalho. Dentre as diversas medidaspreventivas.

b) Na escolha do respirador. apenas. III Durante procedimentos em que exista a possibilidade de que o sangue e outros fluidos corpóreos atinjam amucosa da boca e do nariz.IPara se executar punção venosa. escovando em movimentos circulares por dois minutos. deixá-lo reagir por 40 minutos e. passar sonda vesical ou nasogástrica e aspirar traqueostomiadeve-se usar luva.Estão corretas :a) I e II. devem ser sempre considerados a natureza da operação.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . deve-se jogar hipoclorito de sódio a 10% nolocal.procedimentos operacionais e avaliação periódica do PPR. IV Caso haja derramamento de sangue no chão. AME . seus trabalhadores a riscos prejudiciais à saúde. colher sangue. deve-se lavá-la com água e sabãodegermante. c) Se o agente de exposição for um gás de fraca propriedade de alerta. executar a limpeza. c) I. III e IV. . apenas. com conhecimento sobre o uso correto. b) I e III. o tipo de risco. devemelaborar um Programa de Proteção Respiratória (PPR). apenas. d) Todo usuário de Equipamento de Proteção Respiratória (EPR) deve receber treinamento inicial sobre osprocedimentos de uso e deve fazer uma reciclagem a cada seis meses. deve-se usar máscara. em algum grau. e) I. Em relação a este programa. em seguida. III e IV. bancada ou mesa. recomenda-se um respirador de adução de ar.12/02/12 11 a) Este programa deve ter um administrador designado pelo empregador. 50) As empresas cujas atividades expõem. II Caso haja contato de sangue ou outros fluidos corpóreos com a pele. II. apenas. assinale a alternativa incorreta . d) II e III. as substânciasenvolvidas e o tempo de exposição.

52) Em se tratando de proteção contra incêndios. b) semestralmente. NR-23. óculos de segurança e exaustão. b) Máscara para particulado. d) Nos fogos da classe D. para-raio e capacete. 53) São exemplos de Equipamento de Proteção Individual: a) Protetor auricular. b) Nos fogos da classe D. salvo quando pulverizada sob a forma de neblina. salvo quando pulverizada sob a forma de neblina. c) Nos fogos da classe A. analise as afirmativas a seguir: IA empresa deverá promover treinamento para os membros da CIPA até dez dias após a posse. e) a cada três anos. d) a cada dois anos. e) Óculos de segurança. salvo quando se trata de água pulverizada. . e) Nos fogos da classe B. em que caso a água nunca deverá ser empregada? a) Nos fogos da classe A. c) anualmente. salvo quando se trata de água pulverizada.e) Respiradores de emergência ou resgate devem ser inspecionados no mínimo uma vez por mês. 54) Com base na CIPA. d) Protetor auricular. 51) Nas atividades de operações insalubres. o exame médico deverá ser renovado a) mensalmente. II A CIPA terá reuniões ordinárias mensais de acordo com a data estabelecida na reunião anterior. capacete e guarda-copo. c) Extintor de incêndio e cinto de segurança. bota com biqueira de aço e luva nitrílica. para verificar seestão funcionando corretamente. salvo quando pulverizada sob a forma de neblina.

b) Exame de urina. o vice-presidente assumirá. classificada como asfixiante simples. o Médico do Trabalho identificou exposição a ruído acima do limite detolerância para um determinado grupo Homogêneo de exposição. e) se todas as afirmativas forem verdadeiras.II.IV e V forem verdadeiras. d) Ressonância magnética. essesempregados deverão. é utilizada uma substância química. VDurante o processo eleitoral. pois também foi indicado peloempregador. AME . c) Raio-X de tórax.Assinale: a) se apenas as afirmativas I. deverá ser monitorado a) o nível de oxigênio.III e V forem verdadeiras. obrigatoriamente. Na realização do exame periódico. d ) se nenhuma afirmativa for verdadeira.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . 56) Em um determinado setor da empresa. c) se apenas as afirmativas II e III forem verdadeiras.III No caso de o presidente renunciar ao mandato.II. em caso de empate entre dois candidatos. 55) Ao analisar o PPRA de uma empresa..12/02/12 12 b) o nível de particulado. b) se apenas as afirmativas I.Assim. IV O membro titular perderá o mandato quando faltar a quatro reuniões. realizar o seguinte exame complementar: a) Exame de sangue. c) . haverá uma nova votação entre eles paradeterminar o vencedor. e) Exame audiométrico.

b) Somente I e II. III e V . b) Os serviços em instalações energizadas ou em suas proximidades devem ser suspensos de imediato na iminênciade ocorrência que possa colocar os trabalhadores em perigo. II. d) o consumo metabólico. d) Somente as III e V. cuja eliminação ou neutralização imediata não seja possível. c) Somente II. assinale a afirmativa INCORRETA. e) o IPVS (ILDLH). diabetes e de saúde da mulher.São atividades de atenção primária os itens da alternativa: a) Somente I.o nível de ruído. e) Somente I. secundária e terciária. d) É de responsabilidade dos trabalhadores se informar sobre os riscos a que estão expostos e quanto aosprocedimentos e medidas de controle contra os riscos elétricos a serem adotados.. III e IV. fazem parte de ações preventivas de doenças ocupacionais ena IAmbiente de trabalho seguro e sadio. c) O responsável pela execução do serviço deve suspender as atividades quando verificar situação ou condição derisco não prevista . 57) Atividades de atenção primária. II e V. a) A capacitação só terá validade para a empresa que o capacitou e nas condições estabelecidas pelo profissionalhabilitado e autorizado responsável pela capacitação. IIPrograma de imunização (vacinas). 58) Quanto à instalação e segurança em serviços de eletricidade. III Programa de prevenção de doenças respiratórias IV Investigação clínica e exames complementares visando a diagnósticos precoces de doenças. VProgramas de prevenção de Hipertensão. e) .

trabalhador de uma empresa de bonés. IV iluminação precária. verde e amarelo. 59) Ao vistoriar um armazém para a elaboração do Mapa de Riscos Ambientais. azul. marrom. foram encontradasas seguintes situações: Iestocagem de gasolina.Tomando como base as situações descritas e os riscos associados. marrom e vermelho. b) Vermelho. e) Azul. conforme a NR-5.Os trabalhadores autorizados devem estar aptos a manusear e operar equipamentos de prevenção e combate aincêndios existentes nas instalações elétricas. verde. amarelo. c) Vermelho. Vcaixas de madeira espalhadas. 60) O Senhor Antônio Carlos. amarelo. d) Cada 2 anos. verde e azul. a) Vermelho. marrom. d) Verde. de acordo comestabelecido na NR 7 (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional). marrom. b) 6 meses. verde. ele precisa realizar os examesperiódicos no intervalo de: a) 3 meses. III resíduo hospitalar. marrom. assinale a sequência correta de cores. de cimapara baixo. azul. . amarelo e azul.. e) Não há necessidade de se realizar exames periódicos. verde e amarelo. II gerador ligado. c) Anual. tem 47 anos de idade e.

Principais Leis que regem a Higiene e Segurança do Trabalho no Brasil. utilizaremos também métodos de aprendizado participativos tais como:     Trabalhos de pesquisa individuais e coletivos.Neste tema além da exposição em aulas. Entidades não Governamentais. de 8 de junho de 1978. Normas Técnicas. Principais Órgãos Oficiais existentes relacionados a Segurança do Trabalho. inclusive as relativas a Engenharia Elétrica que envolva a Segurança do Trabalho. buscaremos obter uma visão global e uma introdução da Higiene e Segurança do Trabalho.Objetivo: O objetivo principal deste tema é o de transmitir e ensinar as principais noções básicas e fundamentais relativas ao assunto. Normas Regulamentadora aprovadas pela Portaria nº 3. Observação: . Pois como todos nós sabemos: “O trabalho dignifica o homem” e “O conhecimento o enobrece” Autor desconhecido! 2 – Programação do Tema: Para atingirmos os objetivos anteriormente colocados. bem como. saude e segurança do trabalho 1 .214. . abordaremos e transcorreremos os seguintes assuntos ligados a Segurança e Higiene e do Trabalho:         Visão Histórica. de modo a alcançarmos patamares de excelência nesta área tão relevante ao desenvolvimento técnico e social de nosso país. Assim sendo. Consultas e Pesquisas na Internet. dentro do período de tempo previsto e disponível do calendário escolar. Consultas à literatura técnica específica.Higiene. Demais meios didáticos possíveis. preparar e motivar todos os alunos a engajarem-se na busca de melhorias contínuas da Higiene. de modo a progredirmos sempre na busca de resultados melhores. sistêmica e holística da Segurança do Trabalho. Estatísticas de Acidentes do Trabalho no Brasil e no Mundo. de modo a alicerçarmos uma base para uma atuação responsável e construtiva nesta especialidade tão importante em nossa vida profissional. Panorama da Situação da Segurança do Trabalho no Brasil e no Mundo. Saúde e Segurança do Trabalho.

Segurança em Instalações Elétricas.                Termos técnicos. Situações de Emergências. o Coliseu de Roma. Monumentos e Túmulos. tais como as Catedrais. Comissão Interna de Prevenção de Acidentes –CIPA. . tais como. sistêmica e holística do assunto: 3. Riscos Ambientais e Profissionais. a Muralha da China. modernizando e modificando radicalmente toda uma antiga Civilização. as Pirâmides do Egito antigo. Combate a Incêndio. visão histórica. Em conseqüência de todos estes acontecimentos históricos ocorridos neste nosso “Admirável Mundo Novo” tiveram o desenvolvimento acelerado da tecnologia e da economia. Gestão de Riscos e Emergências. dos Barcos a Vapor. verificamos. apoiou-se na evolução técnica decorrente do advento das Novas Tecnologias.Origem. além de diversas máquinas para produção em larga escala. Estrutura e Organização da Área de Segurança do Trabalho. SESMT – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho. Exemplo distofoi à descoberta e o desenvolvimento das Máquinas a Vapor. Cumpre lembrar ainda que grande parte destas obras monumentais utilizou Mão de Obra escrava. com os aspectos referentes a Segurança de todos estes trabalhadores anônimos e desconhecidos que se empenharam em promover toda a construção do nosso Mundo Civilizado. ao longo da história. Na história do mundo. contudo que. como podemos ver testemunhados em diversas obras históricos. 3 – Introdução ao tema. dos Motores Elétricos. seguindo a linha do tempo a partir das épocas remotas. nascimento e oficialização da Segurança e a Higiene no Trabalho: Muito embora o trabalho organizado no mundo civilizado tenha surgido a milhares de anos. Sistemas de Gestão de SST. a qual. parece não ter havido uma organização e preocupação maior das Nações e Povos daquelas épocas. como as máquinas de Tecelagem e diversos outros inventos. a Acrópole de Atenas. verificamos que nos séculos XVIII e XIX. Castelos.1 – Resumo Histórico: . dos Trens e Ferrovias. PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. siglas e abreviações mais utilizadas. ocorreram importantes eventos e descobrimentos científicos que culminaram com o surgimento da consagrada Revolução Industrial. OSHAS 18001 e BS 8800. Equipamentos de Proteção Individual – EPIs. além de muitas outras Construções Medievais de grande porte. Demais aspectos importantes relativos ao tema. Análises de Riscos e principais Técnicas Utilizadas. PCMSO – Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional. dos Motores de Combustão Interna.

naval e aéreo Indústrias Químicas e Metalúrgicas. bem como. impressionam pelos fatos e cenas apresentadas. ocasionando assim muitos e graves problemas sociais. de Bebidas e Alimentícias. como provam as notícias divulgadas e as estatísticas de Acidentes do Trabalho publicadas. Não faltam exemplos das condições de trabalho deploráveis que existiram nas épocas passadas. Steinbeck e outros) também atestaram as condições de trabalho desumanas a que eram submetidos os trabalhadores. também abordou estas questões sociais ocorridas no Brasil. Cronin. de Veículos de transporte terrestre. por incrível que pareça. Recentemente. das Fábricas e Usinas. no final do século XIX e início do século XX. conhecimento. Discovery. A. líder em audiência. J. da Construção Civil e outras tantas existentes. treinamento e experiências adequadas e suficientes para as transformações tão intensas que ocorreram. pela divulgação feita através dos diversos meios de comunicação. ainda hoje em dia encontramos casos de displicência. Inglaterra e demais países da Europa. a TV Globo. além da decorrente pressão da opinião pública. Documentários antigos mostrando as condições de trabalho existentes nos EUA. Mesmo assim com toda da evolução tecnológica dos tempos atuais. além de diversos artigos publicados em livros e enciclopédias. na novela “Esperança”. preparo. Tendo em vista então ao grande número de acidentes desastrosos ocorridos naquelas épocas passadas. como os que são apresentados no GNT. O agravamento da situação social deu-se principalmente pelo deslocamento em massa dos trabalhadores e da população envolvida que passaram do trabalho na agricultura e no campo para o trabalho nas diversas Indústrias que surgiram. Confecções. dos Portos e Estaleiros e os da Construção Civil em todo o mundo. as Indústrias de Tecelagem. National Geographic e outros canais de TV a Cabo. como por exemplo. os das Minas de Carvão na Inglaterra. Siderúrgicas. Naquelas épocas passadas as condições de trabalho conseqüentemente eram bastante precárias e inseguras. medidas organizadas de proteção ao trabalhador finalmente começaram a ser tomadas no mundo. encontramos ainda hoje em dia casos de Trabalho Infantil e Trabalho Escravo! .Todo este desenvolvimento tecnológico. Respeitáveis obras literárias (Victor Hugo. entretanto infelizmente não se fez acompanhar do correspondente desenvolvimento e equilíbrio sociais. tais como. as quais infelizmente ocorrem ainda na época atual. Além disto. pois apesar de avanços tecnológicos e sociais ocorridos no mundo. abusos e situações ilegais relativas ao Trabalho. a maioria dos trabalhadores daquela época não possuía formação.

na Suíça. o Decreto – Lei nº 7. quando as empresas tivessem 25 ou mais empregados. em 1919.Comissão Interna Para Prevenção de Acidentes.921. em 10 de julho de 1934 foi promulgada a segunda Lei de Acidentes do Trabalho através do Decreto n o 24.05. com o objetivo de zelar pela prevenção dos acidentes do trabalho.724 de 15 de janeiro de 1919.  Anos de 1919 até 1921: Fundação da Organização Internacional do Trabalho – OIT.036. um dos políticos de maior expressão em nossa História.  Ano de 1934: Tempos depois.452 de 01. quando a OIT organizou um Comitê para o Estudo de Assuntos referentes a Segurança e a Higiene no Trabalho. ocorridas no ano de 1. cronológica e resumidamente indicamos alguns fatos e acontecimentos de maior relevância relacionados com a Segurança do Trabalho:  Ano de 1911: Começa-se a implementar com maior amplitude o tratamento médico industrial. a de n o 3. promulgou em 10. No Brasil simultaneamente surge a primeira Lei sobre Acidentes do Trabalho. estudando as condições de trabalho e vida dos trabalhadores no mundo. tomou uma decisão histórica recomendando e tornando obrigatória a constituição de Comissões.CLT conforme o Decreto Lei nº5.1944. em Genebra. 21 anos após a recomendação feita pela OIT. O Tratado de Versalhes que selou o fim da Primeira Grande Guerra Mundial incluiu em seu bojo ações para melhorias das condições de trabalho no mundo. compostas de representantes do empregador e dos empregados. fixando a obrigatoriedade da criação de Comitês de Segurança em .  Ano de 1944: Oficialmente instituída a criação da CIPA .637.1943. Nesta época o Comitê da OIT estabelecido em Genebra na Suíça.11. no Brasil: Getúlio Vargas. Surgimentos oficiais de Ações Coordenadas e abrangentes ligadas a Segurança e Higiene do Trabalho.  Ano de 1943: Criação da Consolidação das Leis do Trabalho .Em continuidade a este breve histórico. conhecido como o “Pai dos Trabalhadores”.

no Governo do Presidente Costa e Silva. título II. a critério da autoridade competente em matéria de Segurança e Higiene no Trabalho. º O Departamento Nacional de Segurança e Higiene do Trabalho definirá as características do pessoal especializado em Segurança e Higiene do Trabalho. o Serviço Especializado em Segurança e em Higiene do Trabalho e constituir Comissões Internas de Prevenção de Acidentes – CIPAS. o artigo 164 da CLT. da CLT. Este decreto ficou conhecido como Nova Lei de Prevenção de Acidentes. Com esta modificação. fatos estes que combinados . quanto às atribuições. a Portaria 3.02. deverão manter obrigatoriamente.2 – Etapas intermediárias ocorridas no Brasil:  Ano de 1967: Em 26.  Ano de 1968: Portaria 3. apesar de toda a legislação criada e existente.Em 29 de novembro de 1968.456: .11. § 1. causando em conseqüência o desemprego em massa. o Decreto-Lei n o 229 modificou o texto do Capítulo V. o desenvolvimento tecnológico continua defasado do desenvolvimento econômico e social. § 2.  Ano 2000: Ainda hoje.1953 a Portaria 155 oficializava a sigla CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes. a má distribuição da mão de obra e da renda.Empresas que tivessem 100 ou mais empregados. que tratava de assuntos referentes a CIPA foi alterado e ficou conforme o seguinte texto: Art. à qualificação e a proporção relacionada ao número de empregados das empresas compreendidas no presente artigo. º As Comissões Internas de Prevenção de Acidentes (CIPAS) serão compostas de representantes de empregadores e empregados e funcionarão segundo normas fixadas pelo Departamento Nacional de Segurança e Higiene do Trabalho. estiverem enquadradas em condições estabelecidas nas normas expedidas pelo Departamento Nacional de Segurança e Higiene do Trabalho.  Ano de 1953: Em 27.456 reduziu o número de 100 para 50 empregados como o limite em que se torna obrigatório à criação das CIPAS em cada Empresa. 3. 164 – As empresas que.1967. o qual dispunha de assuntos de Segurança e de Higiene no Trabalho.

Execução. da saúde.com os programas educacionais. existindo empresas com um alto grau de desenvolvimento técnico e social. cujos resultados em termos da Segurança no Trabalho são excelentes. tais como:           Ideais maiores. Como descreve Alvin Tofler em seu livro “A terceira onda”. a ponto do Brasil situar-se atualmente entre as 15 piores nações em termos de Segurança do Trabalho no mundo. Comunicação. atingem e prejudicam principalmente as trabalhadores e as classes sociais menos favorecidas. da saúde e habitacionais ainda deficientes. Em vista disto ocorrem os resultados tão ruins relativamente aos principais índices de Segurança do Trabalho. . mas sim motivar na busca de um desenvolvimento mais equilibrado. Esta situação. Isto requer de todos nós atitudes reconhecidas como as chaves de sucesso no alcance de objetivos maiores e marcas de excelência em termos de Segurança e Qualidade de Vida. da educação. Treinamento constante. Constância de propósitos. Coordenação. no Brasil temos presentes simultaneamente as 3 ondas básicas de desenvolvimento que ocorreram nas principais nações do mundo:    O desenvolvimento Agrícola. social e da cidadania de modo a melhorarmos as condições de vida. E o desenvolvimento da Tecnologia da Informação. Planejamento permanente. sem a mínima responsabilidade social. Temos assim grandes contrastes. todavia não deve nos desestimular. Ética e Humanismo. cujos trabalhadores sofrem as conseqüências. Decisão. buscando o desenvolvimento tecnológico acompanhado do desenvolvimento econômico. Ciência. Assim sendo. ao lado de empresas tecnicamente e socialmente não adequadamente estruturadas. Organização. o grande desafio a ser vencido em nossa Sociedade continua sendo o de progredirmos em harmonia e equilíbrio. O desenvolvimento Industrial. pagando com a sua saúde e a com a sua vida. com ações modificadoras que revertam este quadro desfavorável para uma situação mais compatível comparativamente as nações econômica e socialmente mais desenvolvidas. da habitação e do trabalho no Brasil e no mundo.

no Brasil e no mundo.085 de 15 de janeiro de 2002 o qual promulgou a Convenção nº 174 da OIT.12. de 22 de janeiro de 1977). Sociais. Capítulo V .A regulamentação referente a Segurança e Medicina do Trabalho atualmente são regidas pelas seguintes Leis. aprovadas pela Portaria nº 3. (vide em anexo):          Responsabilidade Civil: Art.Segurança e Medicina do Trabalho. Art.O. Normas Regulamentadora (NR). da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro. Demais Portarias. Decreto nº 2172/97.067. 160. Econômicos.1943.514. Educativos. de 08 de junho de 1978. Súmula 229 do Supremo Tribunal Federal. Lei nº 6. Decreto nº 4. Normas e Portarias abaixo colocadas.214. §1. inclusive no que tange as . 30. Decretos e Leis vigentes constantes da Legislação Complementar. 23. de 22 de janeiro de 1977 (D. art.1977). bem como. Artigos 159. aspectos Políticos. * Responsabilidades Civil e Criminal por Acidente do Trabalho: Sob o aspecto das Responsabilidades Civil e Criminal por Acidente do Trabalho temos.1 .Instituições Governamentais e Entidades não Governamentais ligadas a Segurança e Medicina do Trabalho: É de a máxima importância termos uma visão global das várias Instituições Governamentais e não Governamentais e das diversas Entidades que atuam e interagem nas questões relacionadas a Segurança e Medicina do Trabalho. aprovadas pela Portaria n0 3.U. 129. 132. Responsabilidade Criminal: Artigos 15.05.3 – Situação Atual em termos das Leis. Decreto nº 2172/97. Dados Estatísticos: 4. 1522. 1521. 4 – Segurança no Trabalho. 157. (Decreto Lei nº 5. 121. entre outras diversas tantas existentes:        Constituição Federal de 1988. 1524 do Código Civil. de 12 de abril de 1988. Portarias e Regulamentações: .452 de 01. do Código Penal. atualizada pela Lei nº 6. Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. 157 da CLT.3.514. art. Normas Regulamentadora Rurais (NRR). a Recomendação nº 181 sobre a Prevenção de Acidentes Industriais Maiores. Normas.

bem como. Marinha e Aeronáutica) Ministro: Do Desenvolvimento Agrário Ministro: Do Desenvolvimento. Pecuária e Abastecimento Ministro: Casa Civil da Presidência da República Ministra: Das Cidades Ministro: Da Ciência e Tecnologia Ministro:Das Comunicações Ministro: Controladoria-Geral da União Ministro Chefe: Da Cultura Ministro: Da Defesa (Comandos: Exército. Governo no Brasil: MINISTÉRIOS : Da Agricultura.recomendações mais recentemente indicadas. das tendências que podemos verificar no panorama mundial da Segurança do Trabalho. Indústria e Comércio Exterior Ministro: Do Desenvolvimento Social e Combate à FomeMinistro: Da Educação Ministro: Do Esporte Ministro: Da Fazenda Ministro: .

nos limites de sua jurisdição. órgão regional competente para executar as atividades relacionadas com a segurança e medicina do trabalho. Estaduais e Municipais: . Ministério da Previdência Social .saude. atribuições de fiscalização e/ou orientação às empresas.SSST órgão de âmbito nacional competente para coordenar. quanto ao cumprimento dos preceitos legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho. . Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho – DSST (Órgão do MTE).br/. é muito importante conhecermos e acessarmos os seguintes Órgãos Governamentais e Não Governamentais em seus respectivos sites. estaduais e municipais. MPT. Orçamento e GestãoMinistro: Da Previdência Social Ministro: Das Relações Exteriores Ministro: Da Saúde Ministro: Do Trabalho e EmpregoMinistro: Dos Transportes Ministro: Do TurismoMinistro: Observação: Para um melhor conhecimento e entendimento da matéria.gov.gov.br/) e seus Órgãos Regionais do MTb.gov.Podem ainda ser delegadas a outros Órgãos Federais. Órgãos Federais.Da Integração Nacional Ministro: Da Justiça Ministro: Do Meio AmbienteMinistro: De Minas e Energia Ministro: Do Planejamento. controlar e supervisionar as atividades relacionadas com a Segurança e medicina do trabalho.http://www. os seguintes:          Ministério do Trabalho e Emprego – MTE (http://www. como por exemplo. mediante convênio autorizado pelo Ministro do Trabalho. Secretaria de Segurança e Medicina do Trabalho – SSMT.br/. Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho . Delegacias Regionais do Trabalho – DRT.mpas. Ministério da Saúde – http://www. orientar.mte.

br/.org).7 %) se referiam aos acidentes em Instalações Elétricas.com. OIT – Organização Internacional do Trabalho (http://www. .084.creasp. Abraphiset .657 foram mortais.org.886 acidentes do trabalho.Http://www. conforme dados Instituto Nacional para Seguros contra Acidentes do Trabalho – INAIL foram denunciados 1.                 Fundacentro – Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Medicina e Segurança do Trabalho (http://www.org.  Período de 1970 até 2003 (33 anos): Conforme estatísticas da Previdência Social.000 foram de acidentes fatais.opas. Várias outras entidades nacionais e internacionais. ABPA – Associação Brasileira para Prevenção de Acidentes (http://www. Brasil.189 (44.000. Anest .gov.anent. Anent .fundacentro.Associação Nacional de Enfermagem do Trabalho .br/.org.org. A título de exemplos. ABMT – Associação Brasileira de Medicina do Trabalho. CREA – SP (http://www.abpa. dos quais 2. Antonio Bossi e Ezio Sesto.gov.br/. sendo que dentre estes. do Trabalho Http://www. Os dados acima não incluem acidentes domésticos.abho. 946 e 947 do livro “Instalações Elétricas. acidentes estes ocorridos nos diversos setores industriais. no que se refere as medidas para melhoria das Condições de Saúde e Segurança no Trabalho.ibge.br/ Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.org. transcrevemos abaixo alguns dados estatísticos e informações pesquisadas:  Ano de 1965: Conforme pgs.org. ANAMT – Associação Nacional de Medicina do Trabalho (http://www.org.2 – Dados Estatísticos relativos aos Acidentes do Trabalho no Brasil e no mundo: O Acompanhamento periódico dos dados Estatísticos referentes à Segurança do Trabalho é da máxima importância para analisarmos e verificarmos em que situação nos encontramos e quais as ações necessárias de serem tomadas.abnt.br/. no período de 33 anos. SOBES – Sociedade Brasileira de Engenharia de Segurança http://www. FENATEST . OMS/OPAS – Organização Mundial da Saúde (http://www.oitbrasil.br). 4.br/).br/). 1.anamt. SAUDE E TRABALHO ON LINE.br/.anest. 4.Associação Nacional de Engenharia de Segurança do Trabalho Http://www.cjb.br/). Destes acidentes ocorridos.abraphiset.sobes.net/. ABHO – Associação Brasileira de Higienistas Ocupacionais (http://www. cujos “Links” são encontrados nos diversos “Sites” e Portais de Segurança e Medicina do Trabalho que existem.com. ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas (http://www. Hemus Editora Ltda” em 1965. a média anual dos acidentes com lesão foram da ordem de 400.br/).Associação Brasileira dos Profissionais de Higiene e Seg. IBGE http://www.Federação Nacional dos Técnicos de Segurança do Trabalho.

71 1.165.35 14.455 421.683.64 13.284.88 15.001 4.265 26.667.488 3.384 5.110 1.838.868 340.84 5.635 24.05 16.5 9.25 2.916.187 18.84 1.72 19.E´ = C= Bx100/A N° de D Óbitos por 100.927 1.861 693.993.220.355 20.5 7.523 3.66 1.071 390.6 10.5 6.09 25. respectivamente colunas “C” e “E”.5 8.5 6.077.05 11.8 4.35 1.137 395.000 E= Dx1000/B Coeficiente de Letalidade A Ano Empregados Segurados B Acidentes Registrados Incidência N° de Óbitos (%) 1970 1975 1980 1985 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 (*) 2001 (*) 2002 (*) 2003 (**) 2004 2005 7.8 3.672 640.469 3.74 7.75 1.897 28.180 16.582 (por 1000) trabalhadores 30.106.968 2.2 8.960 388.232 4.36 3.7 9.69 1.4 8.913 29.858 22.75 14.26 1.514 426.544.1 7.6 Observação:   Os dados indicados na Tabela supracitada acima são retirados de estatísticas oficiais.793 3.491.2 10. .251 393.39 1.79 1.896 3.187 1.875 22.05 2.140.8 2.304 424.343 414.790 532. Nota-se haver uma incoerência de resultados no que se refere às curvas dos índices de Incidência e o do Coeficiente de Letalidade.755.8 11.129 3.464.8 10.241 23.736 23.027 23.40 1.55 1.83 30.272.9 8.022 12.6 1.753 2.967 4.1 9.81 2.341 387.15 15.35 18.792.312 24.06 23.428 24.8 7.686.689 3.355 22.355 4.996.824 4.666 3.966.820 363.29 21.094 2.23 15.06 16.211 1.843 23.755.0 8.629 26.228.

Esta cifra seria suficiente para construção de 1 (um) milhão de casas populares ou de 70.000 escolas.81. 4. Dados recentemente divulgados pelo Ministério do Trabalho indicam que o Brasil está entre as 15 nações com maior número de acidentes do trabalho no mundo.35 (conforme os dados da tabela supracitada). o prejuízo anual no Brasil devido a indenizações e tratamentos médicos decorrentes dos acidentes do trabalho a que ocorrem é da ordem de R$ 20 bilhões.000 trabalhadores. (**) Dados preliminares.95. realizado em 2002 em Santos no Mendes Convention Center.000 ficaram inválidos.6 registrados na França. EUA = 0.000.000. Ocorrência de mais de 30.000 de acidentes por ano. De outro lado. índice este comparativamente bastante acima dos índices dos demais países. Cerca de 300.5 na Alemanha. Nicarágua = 9. informe da Organização Internacional do Trabalho – OIT divulgado em Genebra na Suíça no dia Internacional do Trabalho mostra que as doenças e acidentes relacionados ao trabalho no mundo provocam a cada ano 2 milhões de óbitos. no Brasil de 1971 até 2000 (período de 30 anos). Brasil = 3. Ano de 1.967*1. por ocasião do IX Encontro Nacional de Segurança.000 trabalhadores inválidos por ano.  (*) Sujeito a revisão. Espanha = 2.01.137 = 9. Com um índice de 12. 5.07. ou seja.2003). (Ver artigo publicado em A Tribuna de 26. cerca de 5.000 de acidentes do trabalho registrados neste período de período 30 anos. ou seja. o Informações complementares: Conforme artigo recentemente publicado em “A TRIBUNA”.000 trabalhadores por ano.2 na Finlândia.000 Acidentes de Trabalho (Coeficiente de Letalidade.7 na Suécia. tivemos o seguinte quadro:     Perderam a Vida mais de 120. com uma média de 10. E = Dx1000/B).480 mortes por . Saúde e Meio Ambiente.97. em média 4.995 Mortos por 1. ou seja. Portugal = 1. Além disto. 2.000 trabalhadores. México = 2. tais como os seguintes: o o o o 7. em média 1.000 / 424.6 acidentes para cada 100.10.

Ou seja: Taxa de Freqüência = nº total de acidentes * 1. 1975). 4. e Taxas de Gravidade. Observação: A NB 18 (ABNT. Peixoto.000 / nº total de h. sugere a elaboração e acompanhamento dos seguintes Indicadores:  Taxas de Freqüência (total. h. R.000. W. (Ver artigo publicado em A Tribuna de 02/05/2003). Observações:    O numerador da Taxa de Freqüência é expresso pelo Número Total de Acidentes ocorridos no período de avaliação. Ou seja: Taxa de Gravidade = nº total de dias perdidos * 1. 58. ou seja. com perda de tempo e sem perda de tempo).25 trilhões equivalente a 4% do Produto Interno Bruto do mundo. Taxa de Freqüência e Taxa de Gravidade: Relativamente aos dados estatísticos é muito importante que se determine.dia onerando a economia global em pelo menos US$ 1. anualmente. mensalmente.  Taxa de Gravidade. trabalhadas. . etc. trabalhadas.59 e 60 do livro “Prevenção de Acidentes nas Indústrias”.3 – Principais Indicadores de Desempenho utilizados na Segurança do Trabalho. Veja exemplo de cálculo nas pgs. O denominador das duas expressões anteriores. O numerador da Taxa de Gravidade é expresso pelo Número Total de Dias Perdidos mais os Dias Computados devido aos acidentes no período de avaliação. Taxas de Freqüência e de Gravidade é expresso em horas trabalhadas em um determinado período de tempo. analise e acompanhe periodicamente as Taxas de Freqüência.000 / nº total de h. Ediouro. h.

e Monóxido de Carbono 119 1930 Bélgica Gases Tóxicos na Atmosfera / Fluoreto de Hidrogênio. bem como. ocorreram também acidentes de gravidade e conseqüências em diversos outros ramos de atividades perigosas existentes no mundo. Isto nos possibilitará agir de forma mais direcionada e eficaz na solução dos problemas de segurança existentes.Tabela 1 . inclusive caracterizando os tipos das instalações e das substâncias perigosas envolvidas. É importante que conheçamos estas informações para que haja uma conscientização do alto poder de destruição revelado por estes acidentes. Ácido e Dióxido Sulfúrico 92 1933 Alemanha Explosão em Fundição / Gás 65 1934 China Incêndio em Gasômetro / Gás 42 1935 Alemanha Explosão em Fábrica de Explosivos / Dinitroluok. para os vários tipos de acidentes ocorridos. Assim sendo nas duas tabelas abaixo colocadas encontramos dados de Acidentes de Grande Porte ocorridos no mundo. Data País Tipo de Acidente / Substância Mortes 1917 Escócia Explosão de Navio / Explosivos militares 1.Acidentes químicos ampliados em nível global com mais de 20 óbitos do início do século até 1969. bem como. do Ministério do Trabalho e Emprego – MTE .(http://www.gov. inclusive combustíveis e explosivos. Trinitrotoluol 1939 Romênia Vazamento em Indústria Química / Cloro 60 1942 Bélgica Explosão / Nitrato de Amônia 60-80 . envolvendo Produtos Químicos diversos. abaixo indicados. Sob este aspecto é interessante que se consulte sempre as estatísticas e dados do Ministério da Previdência e Assistência Social – MPAS.800 1921 Alemanha Explosão em Fábrica / de Nitrato e >500 1926 EUA Explosão em Depósito de Munições / Trinitrotoluol 21 EUA Vazamento de Tanques / Cloro 40 1929 EUA Incêndio com gases Tóxicos em / Nitrogênio.mte. número médio de dias perdidos em conseqüência de incapacidade permanente e tempo médio computado). suas principais causas e perdas de vidas decorrentes (Foram registrados os acidentes com mais de 20 mortes). os quais também precisam ser pesquisados e conhecidos. É muito importante estabelecer e conhecer a relação das causas e efeitos.br/). ANEXO I: . Outras medidas de avaliação da gravidade (número médio de dias perdidos em conseqüência de incapacidade temporária total. Semelhantemente aos acidentes ocorridos no ramo Químico.

Químico 300 Irlanda Explosão de tanque de Óleo / Óleo 55 China Naufrágio de um Navio de / Óleo 72 EUA Explosão e Incêndio em Tanque / Óleo Cru 32 1980 Índia Explosão em 2 Fábricas / Explosivos 40+80 Irã Explosão em Depósito de Explosivos / Nitroglicerina 80 Espanha Explosão / Explosivos 51 .1943 Alemanha Explosão de Caminhão em ind.S. / Gás Líquido de Petróleo 26 1966 França Explosão em Refinaria / Propano e Butano 21 1968 Alemanha Explosão em Indústria / Cloreto de 24 Japão Contaminação da água por uma / Cádmio 100 Fonte: Freita. / Butadieno e 60-80 1944 EUA Explosão de Nuvem de Gás / GLN 130 1947 França Explosão de Navio Cargueiro / Nitrato de Amônia 21 EUA Explosão de Caminhão em Ind. Data País Tipo de Acidente / Substância Mortes 1970 Japão Explosão / Gás 92 1972 EUA Explosão de Coqueria / Propano 21 Japão Vazamento em 6 indústrias / Desconhecido 76 Brasil Explosão em Refinaria / Propano e 38 1973 EUA Incêndio em / GLP 40 1974 Inglaterra Flixborough / Vazamento seguido de Explosão em / Ciclohexano 28 1976 Finlândia Explosão / Explosivos 43 1977 Coréia Sul Explosão de Trem / Explosivos 56 Colômbia Vazamento em Indústria de / Amônia.Acidentes químicos ampliados em nível global com mais de 20 óbitos de 1970 até 1984. / Éter Dimetílio 209 Alemanha Explosão em Metalúrgica / Poeira de Carvão 50 1950 México Vazamento em Fábrica / Sulfeto de Hidrogênio 22 1959 EUA Explosão de Caminhão em Rod. Nitrato e carbamide 1978 Espanha Acidente de Transporte Rodoviário / Propileno 216 México Explosão / Butano 100 México Explosão de Gasoduto / Gás 58 Explosão de um Vagão Tanque / GLP 25 1979 U. M. Acidente em Fábrica Prod.S.R. C. de et al [1995] Tabela 2 .

México.EUA. Ludwigshaffen. LISTAGEM DOS ACIDENTES AMPLIADOS / MAIORES OCORRIDOS ( *) : (*) . cidade do México. explosão de tanque de GLP.Brasil. explosão. bola de fogo. explosão. 550 mortes .000 mortes 1984 . 500 evacuados e 93 mortes 1984-Índia. San Juan.México. Bhopal. 104 feridos e 28 mortes 1975 . explosão de carga de GLP. 6.EUA. 14 mortes 1976 – Itália. 81 feridos e 18 mortes 1972 .Brasil. de et al [1995]. 245 mortes 1944 . 200.000 feridos e 552 mortes 1966 . 136 mortes 1947 . vazamento. incêndio. explosão barco. M. explosão. 561 mortes 1943 – Alemanha. Oppau. Cubatão. fogo. Flixborough. explosão. Duque de Caxias. Vila Socó. 317 mortes 1984 .Espanha. 3. Seveso. bola de fogo. intoxicação e dano ao meio ambiente 1978 . explosão. C. explosão. Texas. Cleveland. 1921 .000 intoxicados e agressão ao Meio Amb.Ver adiante a Convenção OIT 174 e o Decreto Lei 4085 de 15 de janeiro de 2002.500 Paquistão Explosão de Gasoduto / Gás Natural 60 Romênia Explosão em Fábrica 100 Índia Transporte Rodoviário / Petróleo 60 Fonte: Freita. explosão.Alemanha.França.Tailândia Explosão de Armamentos / Explosivos 54 1981 Venezuela Explosão / Hidrocarbureto 145 México Descarrilamento de Trem / Cloro 28 1982 Canadá Naufrágio em Navio de Óleo / Óleo 84 EUA Incêndio em Navio de Óleo / Óleo 51 Noruega Naufrágio de Navio de / Óleo 123 Espanha Explosão / Explosivos 51 Tailândia Explosão de Munições / Explosivos 54 Venezuela Explosão / Hidrocarbonos 145 1983 Brasil Explosão de Trem / Diesel e 45 1984 Brasil Explosão de Oleoduto / Petróleo (Vila Socó – Cubatão) 508 Brasil Explosão em Plataforma de Petróleo / Petróleo 40 México Explosão de Reservatório / Gás Líquido de 550 Índia Bophal / Vazamento em Indústria Química / Isocianato de Metila >2. 200 feridos e 206 mortes 1983 . Beek. rio Nilo. 53 feridos e 39 mortes 1974 – Inglaterra. 4.400 feridos e 650 mortes 1984 .Holanda. San Carlos. Feyzin.Egito.

1 . Finanças. incêndio e dano ao meio ambiente.Guizhou. Houston. Enfermagem. envolvendo atividades das mais diversas áreas e especializações existentes. Petroquímica.EUA. Comunicação. Correa. explosão. China. Química. explosão. Economia. inclusive Segurança em Instalações Elétricas: 5.1986 . Ucrânia. vazamento de 40 ton de petróleo. Recursos Humanos. 35 feridos e 35 mortes 1991 . Matemática.Tailândia. Energia. Chernobyl 1987 . Processos Industriais. Bangladesh. Medicina. 5 . Ergonomia. explosão. Dos incêndios. Dos curtos-circuitos.Hubei. mais de 17 feridos e 36 mortes Observação: Das ocorrências e dos exemplos acima colocados constatamos o perigo.Bagkok. Política.Áreas de Conhecimentos envolvidas: A Higiene. Pesquisas. Tecnologia. Construção e Montagem.Zasiadko. Biologia.Seul. Das descargas atmosféricas.URSS. Psicologia. explosão. com 11 mortes 2001 . as quais interagem entre si. Malásia. explosão em mina de carvão.Nagothane. Construção Civil.Dhaka.Higiene e Segurança do Trabalho em geral.Brasil. fogo em fábrica de foguetes 2000 . Das ocorrências semelhantes às acima colocadas. 39 feridos e 7 mortes 1991 . 60 feridos e 40 mortes 1991 . incêndio. Transporte. mais de 200 feridos e 5 mortes 1993 . as seguintes: Administração. E diversos outros ramos de atividade existentes em nossa Sociedade e Economia. como por exemplo. Observações: . plataforma de petróleo. Thailandia.000 aves mortas 1990 . Engenharia. Saúde. Das explosões. Segurança e Medicina do Trabalho inclui uma gama de conhecimentos bastante variada e extensa. 23 mortes 1989 . Planejamento. Educação. 59 feridos e 9 mortes 1988 . História.Sungei Buloh. 52 feridos 63 mortes 1993 . Organização. o risco e o alto grau de destruição dos acidentes com:        Vazamentos de produtos inflamáveis e/ou produtos tóxicos. explosão. China. explosão de gás Metano em um mina de carvão 2001 . Sociologia. explosão. Direito. Dos naufrágios.EUA. Gestão. Chernobyl URSS. Física. Estatística. Família. Índia. Alaska. 100.

PECUÁRIA. planejada e em equipe. Quadro I). por exemplo: * Pensarmos globalmente e atuarmos localmente (por razões econômicas). além de todos os conhecimentos técnicos envolvidos. * Trabalharmos com constância de propósitos. Para iniciar é muito útil então conhecermos e consultarmos o Quadro I .Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE da NR 4 – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho: A visão e o conhecimento dos diversos e diferentes campos de atividades econômicas e sociais existentes no país. cujo resumo colocamos abaixo: Quadro I – Classificação Nacional das Atividades Econômicas – CNAE (Tabela parcial e resumida.2 – Quadro I . Além disto. uma visão histórica. Código Atividades Grau de Risco . holística e sistêmica dos acontecimentos. * Trabalharmos de maneira organizada. desde o chão de fábrica até a presidência da Empresa. vide NR-4. * Acessarmos e nos comunicarmos com todas as áreas da empresa e pessoal envolvido. os quais demandam e utilizam o trabalho das pessoas e o respectivo Grau de Risco é de suma importância. A – AGRICULTURA. para o bom conhecimento da Segurança do Trabalho é necessário que se tenha. É importante.   É por isto que se diz que a Higiene. 5. Segurança e a Medicina do Trabalho tem uma natureza multifacetada. SILVICULTURA E EXPLORAÇÃO FLORESTAL. * Conhecermos o todo.Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE da Norma Regulamentadora – NR 4 – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho.

5 01.1 AGRICULTURA. Produção de Lavouras Permanentes Cultivo de frutas cítricas Cultivo de café Pecuária Criação de bovinos Criação de suínos Criação de aves Produção Mista: Lavoura e Pecuária Produção mista: lavoura e pecuária Atividades de Serviços Relacionada com a Agricultura e Pecuária. PESCA.3 01. SILVICULTURA.1 01.50-3 01.62-7 2 02. PESCA. PECUÁRIA E SERVIÇOS RELACIONADOS COM ESSAS ATIVIDADES.61-9 01.41-4 01.15-5 01. EXPLORAÇÃO FLORESTAL E SERVIÇOS RELACIONADOS COM ESTAS ATIVIDADES.11-9 02. Exploração Florestal e Serviços Relacionados com estas Atividades.32-5 01.2 01.12-7 B5 05. Produção de Lavouras Temporárias Cultivo de cana-de-açúcar Cultivo de soja Horticultura e Produtos de Viveiro Cultivo de hortaliças. Atividades de serviços relacionados com a agricultura Atividades de serviços relacionados com a pecuária. Silvicultura Exploração florestal. Exceto Atividades Veterinárias.1 02.4 01.6 01. Silvicultura. Agricultura e Atividades dos 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 .31-7 01.45-7 01. AQÜICULTURA E ATIVIDADE DOS SERVIÇOS RELACIONADOS COM ESTAS ATIVIDADES.13-9 01.44-9 01. exceto atividades veterinárias. Pesca. legumes e especiarias hortícolas.01 01.21-0 01.

EXTRAÇÃO DE PETRÓLEO E SERVIÇOS CORRELATOS Extração de Petróleo e Gás Natural Extração de petróleo e Gás Natural Serviços Relacionados com a Extração de Petróleo e Gás .2 14.2 11.10-04 11.1 Serviços Relacionados com estas Atividades.20-7 13 13. Pesca INDÚSTRIAS EXTRATIVAS.22-2 14. Extração de pedra.25-0 14 14. areia e Argila.29-0 D15 15.1 13.Exceto a prospecção realizada por terceiros EXTRAÇÃO DE MINERAIS METÁLICOS.Exceto a prospecção realizada por terceiros Serviços relacionados com a extração de petróleo e gás .10-2 13.04 11 11. FABRICAÇÃO DE PRODUTOS ALIMENTÍCIOS E BEBIDAS Abate e Preparação de Produtos de 3 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 .1 11.2 13. Extração de Minério de Ferro Extração de minério de ferro Extração de Minérios Metálicos NãoFerrosos Extração de minério de alumínio Extração de minério de manganês Extração de minerais radioativos EXTRAÇÃO DE MINERAIS NÃOMETÁLICOS Extração de Pedra. Extração De Outros Minerais NãoMetálicos Extração e refino de sal marinho e salgema Extração de outros minerais NãoMetálicos INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO.21-8 13.11-8 C10 10. Areia e Argila. EXTRAÇÃO DE CARVÃO MINERAL Extração De Carvão Mineral.10-9 14.1 14.23-4 13.05.

Legumes e Outros Vegetais.89-0 15.82-2 15.12-1 15.62-8 15.53-9 15.32-6 15. crustáceos e moluscos.71-7 3 15.9 Carne e de Pescado Abate de reses. Fabricação de biscoitos e bolachas Fabricação de massas alimentícias Fabricação de outros produtos alimentícios Fabricação de Bebidas 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 . Processamento.84-9 15.52-0 15.41-5 15. preparação de produtos de carne.2 15.14-8 15. Preparação e preservação do pescado e fabricação de Conservas de peixes. Abate de aves e outros pequenos animais e preparação de produtos de carne.23-7 15.6 15.42-3 15. Preservação e Produção de Conservas de Frutas. Produção de sucos de frutas e de legumes Produção de Óleos e Gorduras Vegetais e Animais Produção de óleos vegetais em bruto Refino de óleos vegetais Laticínios Preparação do leite Fabricação de produtos do laticínio Beneficiamento de arroz e fabricação de produtos do arroz Moagem de trigo e fabricação de derivados Fabricação de farinha de mandioca e derivados Fabricação e Refino de Açúcar Usinas de açúcar Refino e moagem de açúcar Torrefação e Moagem de Café Torrefação e moagem de Café Fabricação de Outros Produtos Alimentícios Fabricação de produtos de padaria.3 15.7 15.81-4 15.51-2 15.8 15.11-3 15.61-0 15.15.4 15. confeitaria e pastelaria.31-8 15.

Inclusive Fiação e Tecelagem Tecelagem de algodão 3 Tecelagem de fios de fibras têxteis 3 naturais Serviços de Acabamento em Fios. cervejas e chopes.6 Fabricação de vinho 3 Fabricação de malte. Fabricação de Artefatos Têxteis a Partir de Tecidos – Inclusive Vestuário . como os da Refinação de Petróleo. Observações:   Vide na NR – 4: Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho . Tecidos e Artigos Têxteis.19-1 17. inclusive com o seu respectivo Grau de Risco em uma escala de 1 (um) a 4 (quatro).2 17.3 17.5 17.00-4 17 17.93-8 15.3 – Acidentes no Trabalho: . Siderúrgicos.21-6 17. Mecânica Pesada.1 17.95-4 16 16. Extração de Minérios.0 16. 3 Fabricação de refrigerantes e refrescos 3 FABRICAÇÃO DE PRODUTOS DO FUMO Fabricação de Produtos do Fumo Fabricação de produtos do fumo 3 FABRICAÇÃO DE PRODUTOS TÊXTEIS Beneficiamento de Fibras Têxteis Naturais Beneficiamento de algodão 3 Beneficiamento de outras fibras têxteis 3 naturais Fiação Fiação de algodão 3 Fiação de outras fibras têxteis naturais 3 Fiação de fibras artificiais ou sintéticas 3 Tecelagem . Petroquímicos.31-0 17.e de Outros Artigos Têxteis.22-1 17.32-9 17. Transporte e diversos outros. Na literatura técnica encontramos muitas obras publicadas. Complementando esta linha de conhecimento o passo seguinte é o de conhecermos os diversos processos industriais existentes. Químicos.15.92-0 15. o Quadro I acima referido onde encontramos uma listagem completa de todos os ramos de Atividades Econômicas.23-0 17. Metalúrgicos.SESMT. 5.11-6 17.

revistas especializadas e pela televisão.Doença do trabalho. 11 desta Lei. da capacidade para o trabalho. provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte ou a perda ou redução.  Art. de 24 de julho de 1991. ou seja. A inerente a grupo etário. umas abrangentes. encontramos notícias. em que o trabalho é realizado e com ele se relacione diretamente.  Art.20: Consideram-se Acidentes do Trabalho. A doença endêmica adquirida por segurado habitante de região em que ela se desenvolva. II . relatando as ocorrências de Acidentes no Trabalho no Brasil e no mundo. salvo comprovação de que resultante de exposição ou contato direto determinado pela natureza do trabalho.213. permanente ou temporária. Estes acidentes além de vitimarem a parte mais fraca da cadeia produtiva. 2. . outras mais breves. tais como: jornais. Doença degenerativa.19: Acidente do Trabalho: é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa ou pelo exercício do trabalho dos segurados referidos no inciso VII do art. 5. Estas notícias descrevem e nos revelam os altos índices de Acidentes do Trabalho ocorridos no Brasil. Dispõe sobre os Planos de Benefícios da Previdência Social e dá outras providências. as seguintes entidades mórbidas: I . assim entendida a produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar a determinada atividade e constante da respectiva relação elaborada pelo Ministério do Trabalho e da Previdência Social. índices estes bem acima dos índices das demais nações evoluídas do mundo. com estatísticas da situação em geral.Doença profissional. constante da relação mencionada no inciso I.4 – Definição Legal do Acidente no Trabalho: * Lei nº 8. 3. assim entendida a adquirida ou desencadeada em função de condições especiais. nos termos do artigo anterior. §1o Não são consideradas como doença do trabalho: 1. 4. os trabalhadores e suas famílias causam prejuízos de grande monta à Previdência Social e à Saúde do nosso país. conforme divulgado pelos diversos meios de comunicação. Que não produza incapacidade laborativa.Diariamente.

Ato de imprudência. b) . para efeitos desta Lei: I . para redução ou perda da sua capacidade para o trabalho. incêndio e outros casos fortuitos ou decorrentes de força maior. embora não tenha sido a causa única.21: Equipara-se também ao acidente do trabalho.Ato de pessoa privada do uso da razão.A doença proveniente de contaminação acidental do empregado no exercício de sua atividade.O acidente ligado ao trabalho que. em conseqüência de: a) .  Art.O acidente sofrido pelo segurado. II . d) . ou produzido lesão que exija atenção médica para a sua recuperação. inclusive de terceiro. ainda que fora do local e horário de trabalho: a) . inclusive veículo de propriedade do segurado. haja contribuído diretamente para a morte do segurado. III .Ofensa física intencional. inclusive veículo de propriedade do segurado.No percurso da residência para o local de trabalho ou deste para aquela. e) . c) .Ato de agressão.§2o Em caso excepcional constatando-se que a doença não incluída na relação prevista nos incisos I e II deste o artigo resultou das condições especiais em que o trabalho executado e com ele se relaciona diretamente. d) . IV . .O acidente sofrido pelo segurado no local e no horário do trabalho. independentemente do meio de locomoção utilizado.Na prestação espontânea de qualquer serviço a empresa para evitar-Ihe prejuízo ou proporcionar proveito. dentro de seus planos. quando financiada por esta. a Previdência Social deve considerá-la acidente do trabalho. por motivo de disputa relacionada com o trabalho. de negligência ou de imperícia de terceiro ou de companheiro de trabalho. b) . qualquer que seja o meio de locomoção. sabotagem ou terrorismo praticado por terceiro ou companheiro de trabalho.Desabamento. inclusive para estudo. inundação.Em viagem a serviço da empresa.Na execução de ordem ou na realização de serviço sob a autoridade da empresa. para melhor capacitação da mão-de-obra. c) .

B . entre outros. alcoolismo. Discussão com colegas. o empregado é considerado no exercício do trabalho. D .ATOS INSEGUROS: Os atos inseguros são geralmente definidos como causas de acidentes do trabalho que residem exclusivamente no fator humano. 5.Desconhecimento dos Riscos da Função e/ou Formas de Evitá-los: . facilitando a compreensão das suas causas e possibilitando assim a atuação e a implantação de medidas preventivas que protejam e impeçam a ocorrência de novos acidentes. E outros atos. resultante de acidente de outra origem. Sexo.Fatores Circunstanciais: o o Problemas familiares.5 – Causas Verificadas. ou por ocasião da satisfação de outras necessidades fisiológicas. doenças. * Causas: As causas dos atos inseguras por sua vez podem ser devidas: A .Inadaptação entre o Homem e a Função. §2o Não é considerado agravamento ou complicação de acidente do trabalho a lesão que.Fatores Constitucionais: o Idade. isto é. abalos emocionais. Análise das Causas e Classificação das Causas dos Acidentes do Trabalho: A Análise das Causas dos Acidentes do Trabalho consta de estudos que nos levam ao conhecimento de como e por que os acidentes ocorreram.§1o Nos períodos destinados a refeição ou descanso. se associe ou se superponha às conseqüências do anterior. Excesso de autoconfiança. Percepção. C . no local do trabalho ou durante este. De um modo restrito as causas dos acidentes do trabalho são classificadas como: I . Como por exemplo: o o o Falta de atenção. aqueles que decorrem da execução de tarefas de forma contrária as normas de segurança. entre outros.

como as que ocorreram com a Cia. além causarem o desemprego em massa. competitivo. causaram também o advento de políticas de terceirização da mão de obra. com raras exceções. fiação elétrica exposta. devido à possibilidade de o mesmo acidentar. 5. II . Estas condições repercutiram negativamente em nossa economia. dado os elevados índices de desemprego ainda existentes em nosso pais. A terceirização por sua vez quase sempre veio acompanhada pela perda dos direitos por parte dos trabalhadores. em conseqüência de períodos de crises da política e economia mundial. Sem generalizar. os quais não podem ser ignorados: Exemplo disto ocorreu no Brasil na década de 90: Conjunturas Econômicas bastante desfavoráveis.6 – Demais causas desfavoráveis as quais não podem ser ignoradas: Além das causas primárias das ocorrências ligadas aos Acidentes do Trabalho como as acima colocadas podem identificar outros fatores que favoreceram a ocorrência e o incremento dos acidentes do trabalho. os quais tinham antes condições de lutar e defender os direitos dos trabalhadores e atualmente encontramse enfraquecidos. tivemos os casos de diversas privatizações realizadas no Brasil. não por sua própria escolha. executadas precariamente. mas devido às necessidades e circunstâncias impostas por um mercado globalizado. como as ocorridas no Brasil na década de 90. da diminuição do poder de negociação dos Sindicatos. ou mesmo. Como por exemplo. estimulando o emprego de políticas econômicas não adequadas. por desconhecer os riscos a que está sujeito. entre outros. Muitos trabalhadores terceirizados inclusive acabam trabalhando de modo informal. colocam em risco a integridade física e mental do trabalhador. Tais condições apresentam e como deficiências técnicas. as quais foram bastante desvantajosas para o nosso país. podemos constatar que os índices de acidentes do trabalho são mais elevado aonde o trabalho foi terceirizado. presente no local de trabalho. . Vale do Rio Doce. bem como. com as Concessionárias de Telefonia e de Energia Elétrica e de Gás Natural. predatório e socialmente desestruturadas. Exemplo: Máquinas sem proteção. Estas privatizações. Cabe aos técnicos e encarregados orientá-lo sobre as formas recomendadas e mais seguras de se realizar determinadas tarefas de risco envolvidas na função. impostas pelos credores internacionais. piso defeituoso.CONDIÇÕES INSEGURAS: São aquelas condições que.É comum um operário praticar atos inseguros por não ter conhecimento adequado sobre a forma recomendada de executar a operação.

Neste caso quando os acidentes ocorrem com dado a esta informalidade.  Falta de uma fiscalização mais intensa. também cursos de especialização e de atualização profissional que os habilitam e capacitam a voltar mais rapidamente ao mercado de trabalho. Freqüentemente atua-se mais nas conseqüências do que na prevenção. o que acaba distorcendo as estatísticas de acidentes de trabalho. de melhorias e de modernização das instalações. bem como. . preventiva e efetiva por parte dos Órgãos Públicos e Privados e pelos Sindicatos e o conseqüente descaso e desrespeito às leis específicas relativas Segurança no Trabalho por parte de empresas sem estrutura e sem qualquer compromisso social. a qual favorece sobretudo as potências economicamente mais fortes. a da competividade desigual. econômicas. severa. trabalhista. aumentaram também os índices da violência e da criminalidade no Brasil. como no caso do Brasil. em detrimento dos povos e economias das Nações emergentes e em desenvolvimento. social. educacional e da saúde ainda deficientes para as necessidades de nosso país. Estas condições inseguras por sua vez. além do aumento dos índices de acidentes do trabalho. como a falta de moradias. principalmente os de menor qualificação e renda. prejudicando muito os trabalhadores. por exemplo. à política da “globalização” dos mercados. além de procedimentos impróprios executados na operação. na produção e na manutenção.Conforme acima referido as condições inseguras de trabalho são causadas na maioria das vezes por instalações irregulares e/ou obsoletas desrespeitando as recomendações ditadas pelas Normas Técnicas vigentes de instalações. em grande parte são causadas pela falta de investimentos que permitam a execução de manutenção adequada. causado por conjunturas políticas. causando graves problemas sociais. terceirização da mão de obra e desemprego em massa. revelou-se agora em sua face oculta e mais cruel. tida como o “supra-sumo” da economia mundial. a crise da saúde pública. tomam medidas mais adequadas no caso da ocorrência do desemprego: Ocorrendo o desemprego os trabalhadores recebem. ou seja. contínua. desobedecendo as exigências das Normas Regulamentadora. Além disto. contribuindo para a estagnação da economia. além do seguro desemprego. Isto tem levado ao agravamento do quadro econômico e social dos países em desenvolvimento. na educação e na eliminação das causas dos Acidentes do Trabalho:  Despreparo educacional e profissional que atinge grande parte dos Trabalhadores.  Condições Inseguras do Trabalho: . Conseqüentemente. despreparo este. acontece na maioria das vezes da CAT – Comunicado de Acidente do Trabalho não ser emitida. Alguns países desenvolvidos. além da falta de infra-estrutura no país. da educação.

Morosidade da Justiça no que se refere à apuração, julgamento, e punição dos responsáveis pelos acidentes do trabalho ocorridos, bem como, a indenização de direito a ser recebida pelos trabalhadores e suas famílias, situações estas que, para não prejudicar o trabalhador, não deveriam tardar para serem resolvidas.

5.7 – Normas e Princípios Básicos da Segurança do Trabalho: No Brasil os princípios básicos da Segurança do Trabalho são ditados e orientados pelas Normas Regulamentadora – NR. A partir das NR podemos e devemos nos guiar, verificando as diversas situações de riscos que ocorrem nas instalações de uma empresa. As Normas Regulamentadora – NR por sua vez apóiam-se e se relacionam com as Normas Técnicas oficiais, estabelecidas pelos órgãos competentes, como as da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas e das demais Normas Técnicas existentes no mundo, tais como a ISO, a ASTM, a API, a ASME, a DIN, a BS a NF e todas as demais. No que tange a Eletricidade, a Norma Regulamentadora a ser seguida é a NR – 10 – Instalações e Serviços em Eletricidade, a qual deve ser complementada pelas diversas Normas Técnicas específicas para a Eletricidade, tais como:
o o o o

NBR 5410 - Instalações de baixa tensão; NBR 14039:03 - Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV; NBR 5414 / Instalações Elétricas de Alta Tensão; E demais normas.

É muito importante também que sejam seguidas às recomendações técnicas relativas a Segurança da Instalação e a Segurança do Trabalhador encontradas nos livros técnicos que regem o assunto, nos manuais técnicos das instalações e de seus componentes, nos treinamentos específicos, entre outras. A experiência acumulada das pessoas, das firmas que trabalham com seriedade e competência e das técnicas utilizadas em Concessionárias de Serviço Público é de suma importância também. Outro meio atual e de extrema valia que deve ser sempre levado em conta são as informações disponíveis em Páginas e Endereços da INTERNET dedicados a Segurança e Saúde no Trabalho. Para obtê-las devemos acessar principalmente os “Sites” das Universidades, das Entidades Governamentais e não Governamentais e de Empresas comprometidas com a SEGURANÇA, HIGIENE e MEDICINA do TRABALHO. 5. 8 – Principais Conceitos e Objetivos em Higiene e Segurança do Trabalho: SAÚDE OCUPACIONAL - SO:

* Funções Básicas: Essencialmente, a vida do Homem transcorre, na sua maior parte, em dois tipos de ambientes:
o o

O ambiente ocupacional ou local de trabalho; O ambiente de sua comunidade.

Cada um destes ambientes possui suas características próprias e atua sobre o organismo humano, o qual procura adaptar-se às forças, aos agentes e às tensões. Este processo de adaptação é muito lento e limitado, diante das rápidas e constantes mudanças do meio físico e do sistema de vida, o que acaba por provocar o aparecimento das doenças. Os ambientes ocupacionais, onde o trabalhador permanece, praticamente 1/3 de cada um de seus dias, têm sido sempre considerados como potencialmente mais nocivos à saúde, do que o ambiente da comunidade. O ambiente industrial, por exemplo, é na maioria das vezes bastante artificial. Nele são operadas máquinas perigosas; estão presentes agentes químicos potencialmente tóxicos; podendo haver excesso de ruído; temperaturas elevadas e fontes de radiação, etc. e em muitas ocasiões estas exposições atingem também a comunidade, através da poluição da água, do ar e do solo; criando graves problemas de saúde pública. Por elementar direito de sua condição humana, tal como foi reconhecido pela ONU (Organização das Nações Unidas), o governo de cada país têm o dever de zelar pela saúde dos seus trabalhadores. A responsabilidade pela vida e saúde de um trabalhador deve recair sobre o trinômio ESTADO – EMPRESA – TRABALHADOR, seja porque o estado terá gastado para a recuperação do indivíduo (quando possível) ou para a sua manutenção ou de seus dependentes, quando da morte ou invalidez, seja porque a empresa perde seu investimento em qualificação e material ou porque o próprio trabalhador incapacitado terá seu futuro (e de seus dependentes) muitas vezes comprometido. * Conceitos:

SAÚDE OCUPACIONAL - SO:

Conforme a OIT – Organização Internacional do Trabalho e a OMS – Organização Mundial da Saúde, a Saúde Ocupacional é o ramo da saúde que tem por objetivos:
 

A Promoção e Manutenção no mais alto grau do bem-estar físico, mental e social dos trabalhadores em todas suas ocupações; A Prevenção, entre os trabalhadores, das doenças ocupacionais causadas pelas condições inadequadas e inseguras do trabalho;

 

A Proteção dos trabalhadores em seu labor, dos riscos resultantes de fatores adversos à saúde; A Colocação e Conservação dos trabalhadores em ambientes ocupacionais adaptados a suas aptidões fisiológicas e psicológicas;

* Em resumo:

A Adaptação do Trabalho ao Homem e de cada Homem ao seu próprio Trabalho.

MEDICINA OCUPACIONAL: É o campo da Medicina relacionado com:

 

A avaliação, manutenção, recuperação e melhoria da saúde do trabalhador, através da aplicação de princípios da Medicina Preventiva, da Medicina de Emergência, da Reabilitação e Medicina do Ambiente; A promoção de uma produtiva e satisfatória interação do trabalhador com seu trabalho, através de aplicação de princípios do comportamento humano; A ativa apreciação das necessidades e responsabilidades sociais, econômicas e administrativas do trabalhador e da Comunidade trabalhadora.

HIGIENE INDUSTRIAL (Segundo a “American Industrial Hygiene Association”): “É a ciência e a arte devotadas ao reconhecimento, avaliação e controle daqueles fatores ou condicionantes ambientais, provenientes do ambiente de trabalho, que podem causar doenças, danos à saúde e ao bem-estar, ou desconforto significativo e ineficiência entre trabalhadores ou entres os habitantes da Comunidade". SEGURANÇA OCUPACIONAL (Segundo o “National Safety Council”): “A Segurança Ocupacional visa à Prevenção dos Acidentes". FUNÇÕES BÁSICAS DA SAÚDE OCUPACIONAL: * Em Higiene do Trabalho: 1 - Adoção das características físicas dos ambientes no que se refere à iluminação, ventilação, conforto térmico e conforto acústico, radiação, entre outras. 2 - Adoção de normas higiênicas sobre os poluentes do ambiente atmosférico, encontrados na empresa. 3 - Estabelecimento das características toxicológicas de todos os materiais, produtos químicos, subprodutos e resíduos da empresa, assinalando a classe de proteção necessária que deve ser utilizada.

Programação educativa para criação de uma consciência de segurança entre os trabalhadores. 6 .Estabelecimento e manutenção dos sistemas de controle para evitar a poluição das águas. dinâmica de cores e manutenção (Ordem e Limpeza). 9 . do ar e do solo da comunidade.4 .Estabelecimento de um sistema de inspeção para a execução das recomendações. 2 . discussão e informação dos acidentes ocorridos.Estabelecimento das medidas que concorrem a uma melhor manutenção.Estabelecimento de sistemas ou métodos de controle para eliminar ou minimizar as condições perigosas conhecidas.Estudo permanente das condições de trabalho que oferecem maior risco de acidentes.Estabelecimento de um programa preventivo e de controle no caso de incêndio.Determinação quantitativa e qualitativa dos poluentes e outros agentes de doenças profissionais. 5 . 9 . . 5 . 6 . * Em Segurança do Trabalho: 1 . 3 . 7 . 4 .Participação nas Comissões Internas de Prevenção de Acidentes (CIPA).Estabelecimento da relação que poderia haver entre o ambiente de trabalho e seus efeitos sobre a saúde do trabalhador. adotando um tipo de relatório dos acidentes que ocorrem.Estabelecimento de medidas que conduzam a uma periódica avaliação da efetividade dos métodos de controle utilizados. para evitar a repetição. 11 .Manutenção de um registro de acidentes com as estatísticas atualizadas.Estabelecimento dos programas de sinalização. 8 .Estudo das condições da empresa. calculando os respectivos índices de freqüência e gravidade. ampliação e modificação das facilidades sanitárias em uso pelos trabalhadores.Investigação. 7 .Estabelecimento das medidas para realizar a administração e manutenção dos equipamentos de proteção individual (EPI).Programa de treinamento dos trabalhadores em primeiros socorros. 8 . 10 . e de cada processo ou operação que apresentem risco para a saúde dos trabalhadores. para decidir de que forma devem corrigir.

Aconselhamentos à gerência da empresa em todo assunto relacionando com a saúde dos trabalhadores. além disso. 9 . e adequados às exigências legais. Conhecimentos Técnicos.Diagnóstico e tratamento de casos de acidentes ocupacionais e não ocupacionais. Antonio Nunes Barbosa Filho. Etimologicamente. 5 . pgs.Seleção e colocação dos trabalhadores de acordo com suas aptidões físicas e emocionais. portanto Ergonomia o Estudo das Leis que regem o Trabalho.Participação no programa de educação sanitária. etc sobre segurança. um programa de prêmios de incentivo por recordes de segurança. estabelecendo. 8 . no Capítulo 2. 9 – Ergonomia: Este tema é tratado pela Norma Regulamentadora NR-17. . se houver recorrência de violação a determinada norma. e castigos. através de literatura.Manutenção e estudos das estatísticas de absenteísmo e outras.Exames Médicos Ocupacionais.10 . 5. sendo. 13 -Estabelecimento de regulamentos de segurança de acordo com o tipo de industria. cartazes. 7 . 2001. 10 . e alimentação. referenciado em nossa Bibliografia.Estímulos aos trabalhadores para a apresentação de sugestões para melhoramento da segurança.Manipulação dos casos de compensação segundo a lei.Supervisão das facilidades de primeiros socorros e normas para o ensinamento dos mesmos. Editora Atlas. temos colocado os principais conceitos envolvidos neste termo. painéis.Divulgação.Programas de imunização.Participação nas comissões internas de prevenção de acidentes (CIPA). 6 . 4 .Participação das comissões internas de prevenção de acidentes. 11 . 2 . Além disto. 12 . avisos. 3 . 36 até 41 do livro: Segurança do Trabalho & Gestão Ambiental. premiando as idéias práticas. Ergonomia deriva da língua Grega “Ergos” significando Trabalho e “Nomos” significando Leis. * Em Medicina do Trabalho: 1 .

item 7.A Norma BS 8800.857 na publicação intitulada “Ensaios de Ergonomia” escrito por Woitej Yastembowky. . realizou-se o I Congresso Internacional de Ergonomia. entidade congregando profissionais interessados na temática. bi-anualmente realiza Encontros para promoção da Ergonomia em todo Brasil. com a contribuição das diversas disciplinas científicas que a compõem. é uma norma de origem inglesa (“British Standards”). No Brasil em 1.983 foi criada a Associação Brasileira de Ergonomia – ABERGO. um corpo de conhecimentos que.961 ainda nos EUA foi criada ainda a “International Ergonomics Association . como algumas das principais abaixo colocadas:     ASO: . Trata-se de uma norma direcionada para os Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho .Área de Proteção Ambiental.957 nos EUA foi criada a “Human Factors Society”. Siglas e Abreviaturas Utilizadas na Segurança Do Trabalho: Em Segurança do Trabalho.970.4 ). este termo foi utilizado pela primeira vez em 1.Atestado de Saúde Ocupacional (Ver NR – 7. é muito comum o uso de abreviaturas e siglas. além de diversos termos técnicos específicos. Em 1.998 foi lançado o Núcleo de Ergonomia Aplicada do Recife (NEAR) cujo site na Internet é encontrado no endereço (www. AT: . BS 8800: . em Estrasburgo. no qual foi definido o objeto da mesma como sendo o seguinte: “Elaborar. APA: .IEA”.10 – Termos Técnicos Específicos. sendo considerada o que há de mais atual em todo o mundo para a implantação de sistemas eficazes de gerenciamento das questões relacionadas à prevenção de acidentes e doenças ocupacionais. Em 1.br/near).4.949 na Inglaterra foi criada uma entidade pioneira nesta área denominada “Ergonomics Research Society” com o propósito de estudar o relacionamento entre o Homem e seu Trabalho. Em 1.000 tem para a área de Gestão Ambiental. com uma perspectiva de aplicação. Para a área de saúde e segurança do trabalho esta norma tem a mesma importância que as Normas ISO 9.Conforme o livro supracitado. Em 1. Também no Brasil em 1.SST. deve desembocar em uma melhor adaptação ao homem dos meios tecnológicos de produção e dos ambientes de trabalho”. a solução dos problemas resultantes dessa relação. 5.ufpe. que originalmente era numerada como BS 8750. a qual. Entidades.000 tem para a área de Qualidade Total e ISO 14. de nacionalidade Polonesa.Acidente do Trabalho. na Áustria. bem como.

que tem por objeto a prevenção de acidentes industriais maiores que envolvam substâncias perigosas e a limitação das conseqüências desses acidentes.Centros de Referência em Saúde do Trabalhador. Convenção nº 174 da OIT complementada pela Recomendação nº 181.(Ver NR – 5 ): A CIPA originou-se de uma recomendação da OIT (Organização Internacional do Trabalho) em 1921 e transformando-se em determinação legal no Brasil em 1944 (Decreto-Lei nº 7. apresentar sugestões quanto à orientação e fiscalização das medidas de proteção ao trabalhador. Nota: O Brasil ratificou a OIT nº 174 em 02 de agosto de 2001. CAI: . não se aplicando. Cerests .Comissão Interna de Prevenção de Acidentes: .036. Os empregadores.Certificado de Aprovação de Instalação cf. propor a instituição de concursos e prêmios e tomar outras providências para a educar o empregado na prática de prevenir acidentes.(Ver NR – 6. Decreto nº 4. editada em 1993.16. à exceção dos setores dessas instalações nos quais se manipulam substâncias não radioativas.Certificado de Aprovação de Equipamentos de Proteção Individual (Secretaria de Inspeção do trabalho) .085 de 15 de janeiro de 2002: Refere-se à Prevenção de Acidentes Industriais Maiores de acordo com aConvenção da Organização Internacional do Trabalho. . conf. deverão providenciar a organização em seus estabelecimentos de comissões internas.   CA: . realizar palestras instrutivas. A Convenção aplica-se a instalações sujeitas a riscos de acidentes maiores ou ampliadas. item 6. B) Instalações militares. cujo número de empregados seja superior a 100.   CNAE . NR 4 e 5. com representantes dos empregados. resultante da materialização de um risco.O CAT deve ser emitido e encaminhado no prazo de 1 (um) dia útil. NR-2.Classificação Nacional de Atividades Econômicas cf. item 5. C) Transporte fora da instalação distinto do transporte por tubulações. CIPA. n. artigo 82). todavia aos casos de: A) Instalações nucleares e usinas que processem substâncias radioativas. CAT: .8. com o fim de estimular o interesse pelas questões de prevenção de acidentes.1 e 2).Comunicado de Acidente do Trabalho.     Ver NR – 5. Observação: . Causa – É a origem de caráter humano ou material relacionado com o evento catastrófico (acidente ou falha). provocando danos.

uma fratura na perna.  E. COSAT: . material.I. ao meio ambiente ou à propriedade. entre outros. ele.  E. Entretanto.  Efeito de Potenciação: De acordo com a NBR 14725.Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho. varas de manobra.  DANOS (“DAMAGE”) – É a gravidade (severidade) da perda humana. por exemplo. São exemplos de EPC: Chuveiros de Emergências.Equipamento de Proteção Individual: (Ver NR – 6).P. O efeito é maior que o efeito aditivo. Óculos de segurança. Efeito Aditivo: De acordo com a NBR 14725.Declaração de Instalações cf. é o efeito quantitativamente igual a soma dos efeitos produzidos individualmente de dois ou mais agentes tóxicos. com certeza.  Efeito Toxicologicamente Sinérgico: De acordo com a NBR 14725:2001.C.Departamento de Controle de Uso de Imóveis. é o efeito que ocorre quando um agente tóxico tem seu efeito aumentado por agir simultaneamente com um agente não tóxico. Um operário desprotegido pode cair de uma viga a 3 m de altura. .Coordenador de Saúde do Trabalho (Órgão do Ministério da Saúde) DANO: Lesão Física e/ou prejuízo que provoca prejuízo à saúde. caso o controle sobre um risco seja perdido. detectores de tensão. ambiental ou financeira. e sofrer um dano físico. . Se a viga estivesse a 90 m de altura. a diferença reside na gravidade do dano que poderia ocorrer com a queda. (Ver NR – 2).Equipamento de Proteção Coletiva. São alguns exemplos de EPI: Capacete. .P. O risco (possibilidade) e o perigo (exposição) de queda são os mesmos. DORT: . que pode resultar.   CONTRU: . estaria morto.    DI . é o efeito quantitativamente maior que a soma dos efeitos produzidos individualmente de dois ou mais agentes tóxicos.

Esta técnica permite analisar como podem ocorrer as falhas de um equipamento ou sistema. Ergonomia: (Ver NR – 17)..044 de 18 de maio de 1988.. Seção VI (Da Documentação) . à Segurança. recomendações sobre medidas de proteção e ações em situação de emergência. à saúde e ao meio ambiente. Botas e /ou sapatos de segurança com biqueira de aço.  FICHA DE EMERGÊNCIA: Esta ficha informa sobre as características físico-químicas básicas do produto químico e/ou resíduo e as providências que devem ser tomadas em caso de acidente. Máscaras protetoras (Combitox). para esses aspectos. Entre outros. vaqueta.Sinistro ou risco iminente que requeira ação imediata.). entre outros. envolvimento de pessoas. derramamento. Etimologicamente Ergonomia deriva da língua Grega “Ergos” significando Trabalho e “Nomos” significando Leis. . Em alguns países a mesma é denominada de “Material Safety Data Sheet” – MSDS. A mesma deve sempre acompanhar o transporte de produtos químicos conforme Decreto Lei 96. estimando as taxas de falha.Artigo 22. sendo.   Emergência: .  FISPQ – Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos: De acordo com a NBR 14725... Cintos de Segurança. "Fail Mode & Effect Analysis" ou AMFE (Análise de Modos de Falhas e Efeitos) e deve ser aplicada para sistemas ou falhas simples. portanto Ergonomia o Estudo das Leis que regem o Trabalho. Mascaras contra gases. contra choque elétrico. e deve ser confeccionada de acordo com as NBR-7503/7504 e 8285.). Capítulo II. etc. conhecimento básico sobre os produtos químicos. Protetores auriculares. entre outros. A FISPQ fornece. esta ficha fornece informações sobre vários aspectos desses produtos químicos (substâncias ou preparados) quanto à proteção. Aventais (PVC.  FMEA: é uma abreviação do nome inglês. hexanol. látex.Luvas (de raspa. determinar os efeitos recorrentes e estabelecer mudanças para aumentar sua confiabilidade operacional de modo adequado e seguro.

"Hazard and Operability Study".). Esta técnica é utilizada quando precisamos estudar as possíveis maneiras de ocorrências de perigos e problemas operacionais através da utilização de grupos de trabalho. Department of Labor” e tem sua sede em Washington. o item 5.nfpa.  IRB: .Organização Mundial da Saúde.    LT CAT . Os principais objetivos são identificar todos os desvios operacionais possíveis do processo e também identificar todos os perigos e/ou riscos associados a esses desvios operacionais.Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho ( Ver Portaria Nº 3.Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalhado.br/). para a retenção de maior volume de negócios em nossa economia. Naquela época. pela Portaria Número 25 de 29/12/1994.gov. Das Atribuições.07. o resseguro e a retrocessão. doenças e mortes relacionadas ao trabalho. está vinculada ao “U. uma sociedade de economia mista.br/).oitbrasil. NR: . 60 e 575 do livro Segurança e Medicina do Trabalho da Editora Atlas).Lesão por Esforços Repetitivos.  HAZOP: é uma abreviação do nome inglês. O Mapa de Risco quando bem executado é um instrumento da maior valia. além de promover o desenvolvimento das operações de Seguros no País.Organização Americana de Segurança e Saúde do Trabalho. OIT: . conf. DC. jurisdicionada ao Ministério do Trabalho. – Associação Nacional de Proteção a Incêndios sediada nos U. a atividade de resseguro no País era feita Quase totalmente no Exterior.org.http://www. NFPA – “National Fire Protection Association” ((http://www.1978). OMS: . LER: .         NIOSH .org.Organização Internacional do Trabalho (http://www. Foi criada em 1971. Mapa de Riscos: Documento explicitado na NR – 5. FUNDACENTRO: . tornava urgente a organização de uma entidade nacional de resseguro. A necessidade de favorecer o aumento da capacidade seguradora das sociedades nacionais. Nasceu assim o IRB. (Ver pgs. de forma direta ou por intermédio de companhias estrangeiras que operavam no Brasil. graças ao então presidente Getúlio Vargas. A OSHA dedica-se a prevenir acidentes.National Institute for Occupational Safety and Health at Work (EUA).16.214 de 08. da Indústria e do Comércio. Convenção OIT 174 e Decreto 4085 de 15 de janeiro de 2002 o qual Promulga a Convenção no 174 da OIT e a Recomendação no 181 sobre a Prevenção de Acidentes Industriais Maiores. com o objetivo de regular o cosseguro.Foi criado em 1939. OSHA – “Occupational Safety and Health Administration”: . . bem como.fundacentro.Instituto de Resseguros do Brasil: . S. A.S.br/ Fundação Jorge Duprat de Segurança e Medicina do Trabalho.

             Perigo (“Danger”) . POO: . que favorece a sua materialização em danos. PPAI: .    PAIR: . RENAST – Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (órgão do Ministério da Saúde). PCMAT: (Ver NR – 18).Programa de Prevenção Oftalmológico-Ocupacional. danos a equipamentos e instalações.Programa de Prevenção às Drogas. PAINEL DE SEGURANÇA: São placas retangulares (dimensões: 30 cm de altura x 40 cm de comprimento).   Risco: .De acordo com a NBR 14725.  OSHAS 18001 – “Occupational Safety and Health Assessment Series”: . danos ao meio ambiente. Preparado: .“Norma” publicada pela BSI – British Standards Institution que entrou em vigor em 15/04/1999 com a finalidade da certificação de Sistemas de Gestão da SST. Risco (“Risk”) – Expressa uma probabilidade de possíveis danos dentro de um período específico de tempo ou número de ciclos operacionais. Programa das Condições de Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção Civil.Programa de Conservação Auditiva. PPD: . PPRA: (Ver NR – 9). .  PCMSO: (Ver NR – 7).Programa de Prevenção à AIDS.Registro e Análise de Ocorrências. PPAL: . RIMA:. PPS: . Líquido Inflamável que em contato com a água libera gases inflamáveis Metildiclorossilano. ou redução da capacidade de produção.Perda Auditiva Induzida pelo Ruído. Risco (“Hazard”): Uma ou mais condições de uma variável com o potencial necessário para causar danos.Relatório de Impacto Ambiental.Programa de Prevenção ao Alcoolismo. perda de material em processo.Possibilidade de perda material ou humana.Programa de Prevenção do “Stress”. persistem as possibilidades de efeitos adversos.Programa de Proteção Respiratória.Plano de Prevenção de Riscos Ambientais. Havendo um risco. Esses danos podem ser entendidos como lesões as pessoas. PCA: . RAO: . PPR: . é uma mistura ou solução composta de duas ou mais substâncias. Plano de Controle Médico e Saúde Ocupacional.Expressa uma exposição relativa a um risco.na cor laranja onde são alocados os números de identificação de risco (4 campos na cor preta) na parte superior e o número da ONU (Organização das Nações Unidas) na parte inferior com 4 algarismos na cor preta.

o IRB Brasil Resseguros S. SUSEP: A SUSEP é o órgão responsável pelo controle e fiscalização dos mercados de seguro. capitalização e resseguro. Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho. Sinistro: .2000.Ocorrência de prejuízo ou dano. Com a edição da Medida Provisória nº 1940-17. SIPAT: (Ver NR – 5).  SESMT:(Ver NR – 4 e 27). Perdas: -É o prejuízo sofrido por uma organização. Devem ser afixados em local de fácil visualização. causado por incêndio ou acidente. em conjunto com o SESMT(Serviços Especializados em Segurança e Medicina do Trabalho). RÓTULOS DE RISCO:  Estes são etiquetas. sem garantia de ressarcimento por Seguro ou outros meios. Chance de perda que uma empresa pode sofrer por causa de um acidente ou série de acidentes.01. de 21 de novembro de 1966. Autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda foi criada pelo Decreto-lei nº 73. é praticamente impossível a eliminação completa de todos os riscos.Qualquer evento ou fato negativo com potencial para provocar danos. Segurança: -É freqüentemente definida como isenção de riscos. SSO – Segurança e Saúde Ocupacional. manuseio ou identificação do produto.É o prejuízo sofrido por uma organização. do qual fazem parte o Conselho Nacional de Seguros Privados . Entretanto. SST – Segurança e Saúde no Trabalho. em algum bem. SUS–Sistema Único de Saúde. – IRB Brasil Re. Sinistro: . Uma das atribuições da CIPA é promovê-la anualmente. o CNSP teve sua composição alterada.Secretaria de Inspeção do Trabalho. É também chamado de quase-acidente. um compromisso acerca de uma relativa proteção de exposição a riscos. na forma de losango. sem garantia de ressarcimento por Seguro ou outros meios.          SIT: .Serviço Especializado em Segurança e Saúde no Trabalho Coletivo. . referentes à natureza. Incidente: . Semana Interna de Prevenção de Acidentes no Trabalho. É o antônimo de perigo.    SEST: . de 06. que estampam os símbolos e/ou expressões emolduradas. que também instituiu o Sistema Nacional de Seguros Privados.  Incerteza quanta à ocorrência de um determinado evento. Segurança é. conjuntamente com o respectivo painel de segurança. as sociedades autorizadas a operar em seguros privados e capitalização. previdência privada aberta. as entidades de previdência privada aberta e os corretores habilitados. no lado externo do caminhão.CNSP. portanto.A.

Investigações dos Acidentes do Trabalho.Disposições Gerais. Lei nº 6. Cálculos relativos a Taxa Freqüência – T F e da Taxa de Gravidade T G. . Riscos Ambientais e Profissionais. segue abaixo uma breve verificação relativa a Segurança do Trabalho: Acidente do Trabalho.LEIS.Situação Atual em termos das Leis.23.O. Normas Regulamentadora – NR. CIPA (NR 5). Inspeções de Segurança. Observação: .6 – Procedimentos principais utilizados na Segurança do Trabalho – Breve verificação: A título de exemplo. de 22 de janeiro de 1977 .Esta lei altera o Capítulo V do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho . EPI – Equipamentos de Proteção Individual (NR 6). aprovada pelo Decreto-lei nº 5.159. Prevenção e Combate a Incêndios (NR 23 ). Gestão de Riscos.514. relativo à Segurança e Medicina do trabalho e dá outras providências. 7 . de 1 0 de maio de 1943. Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. . PCMSO – Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional (NR 7}. Seção II . Art. Art. Primeiros Socorros. EPC –Equipamentos de Proteção Coletiva. Causas dos Acidentes do Trabalho.U. Técnicas de Análise de Riscos de Acidente do Trabalho. PORTARIAS E NORMAS: (Ver item 3. 7 .3 na pg. Segurança em Instalações Elétricas (NR 10). Auditoria.Da Inspeção Prévia e do Embargo ou Interdição.DA SEGURANÇA E DA MEDICINA DO TRABALHO.12. Seção I . Demais assuntos.1977): . O texto integral deve ser pesquisado. SST – Segurança e Saúde no Trabalho.Resumidamente transcreveremos aqui somente os títulos e subtítulos. Normas.CLT. Normas Técnicas nacionais e internacionais.452.(D. 160 e 161. Portarias e Regulamentações). O Presidente da república. Gestão de Emergências. 154 até art. Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho – SESMT (NR 4). passa a vigorar com a seguinte redação (simplificada): Capítulo V . PPRA – Programas de Prevenção de Riscos Ambientais (NR 9). 1º O Capítulo V do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho . Treinamento de pessoal.CLT. Campanhas de Segurança.

Art. Seção IX . Art. Seção X . Armazenagem e Manuseio de Materiais. 182 e art. Seção VIII . 183. distribuição ou consumo de energia. 165. 168 e 169. Art. Art. 176 até art.Do Conforto Térmico.Da Movimentação.Das Edificações. Seção VII . Seção XII . 179 . Art.Das Instalações Elétricas: Art. Seção VI . 184 até art. 180 . 181 .Seção III . Seção XI . Art. . Seção IV . 175.Dos Órgãos de Segurança e da Medicina do trabalho nas empresas. transmissão. inspecionar ou reparar instalações elétricas. Art.Das Caldeiras. Art. operar. 178. 174. 186. Art.Somente profissional qualificado poderá instalar. 170 até art.Os que trabalharem em serviços de eletricidade ou instalações elétricas devem estar familiarizados com os métodos de socorro a acidentados por choque elétrico.O Ministério do Trabalho disporá sobre as condições de segurança e as medidas especiais a serem observadas relativamente às instalações elétricas. em qualquer das fases de produção.Do Equipamento de Proteção Individual. Seção V .Das Máquinas e Equipamentos.Das Medidas Preventivas de Medicina do Trabalho. Art. 166 e 167.Da Iluminação. Fornos e recipientes sob Pressão.162 até art.

. . Art. 197.1978 a qual regulamenta as Normas Regulamentadora – NR: Ministério do Trabalho – Gabinete do Ministro Portaria nº 3. 198 e art.Das Outras Medidas Especiais de Proteção. Art. 199. Seção XV .1978: . de 08 de junho de 1978 e informações complementares: As Normas Regulamentadora – NR são fundamentais e obrigatórias para o exercício da Higiene e Segurança do Trabalho. A. 188. Ernesto Geisel Observação: . Art. Seção XIV .Das Atividades Insalubres ou Perigosas. 201 e art. . 8 . As Normas Regulamentadora – NR complementadas com a aplicação das Normas Técnicas correspondentes servem para nortear as principais ações preventivas e de fiscalização indicadas nos assuntos da Higiene e Segurança do Trabalho nas Empresas.06. Art. 189 até art.214 de 8 .Da Prevenção da fadiga.214.Das Penalidades. . 187 e art. 2 até art.Vejam os textos completos nas páginas em anexo ou nas páginas 11 até 19 do livro Segurança e Medicina do Trabalho – São Paulo .2003 ou em demais obras já publicadas.214 de 08. Seção XIII .Art. 200.Editora Atlas S. 8. Seção XVI . 5.1 – Transcrição da Portaria nº 3.NORMAS REGULAMENTADORAS – N R´s aprovadas pela Portaria nº 3.06.

NR – 15 / Atividades e Operações Insalubres. da Consolidação das Leis do Trabalho. NR – 25 / Resíduos Industriais. Armazenagem e Manuseio de Materiais. NR – 10 / Instalações e Serviços de Eletricidade. Título II. NR – 18 / Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção. da Consolidação das Leis do Trabalho.1997). NR – 7 / Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.NR . NR – 12 / Máquinas e Equipamentos.Aprova as Normas Regulamentadora – NR . NR – 22 / Trabalho Subterrâneos. NR – 27 / Registro Profissional do Técnico de Segurança do Trabalho no Ministério do Trabalho. NR – 24 / Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho. NR – 20 / Líquidos Combustíveis e Inflamáveis. nº 53 de 17. NR – 16/ Atividades e Operações Perigosas. NR – 8 / Edificações. de 22 de dezembro de 1977.514 . NR – 28 / Fiscalização e Penalidades. da Consolidação das Leis do Trabalho. NR – 29 / Segurança e Saúde no Trabalho Portuário (Elaborada posteriormente conf. . NR – 2 / Inspeção prévia. com redação dada pela Lei n 0 6. NR – 19 / Explosivos. NR – 3 / Embargo e interdição. NR – 4 / Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho . Port. NR – 14 / Fornos. O MINISTRO DO ESTADO.12. considerando o disposto no artigo 200. NR – 6 / Equipamento de Proteção Individual – EPI. relativas à Segurança e Medicina do Trabalho: Normas regulamentadora:                              NR – 1 / Disposições gerais. Título II. RESOLVE: Art. 1º Aprovar as Normas Regulamentadora . NR – 13 / Caldeiras e Vasos de Pressão.do Capítulo V.do Capítulo V. NR – 26/ Sinalização de Segurança. relativas à Segurança e Medicina do Trabalho. NR – 23 / Proteção contra Incêndios. NR – 17 / Ergonomia. no uso de suas atribuições legais. NR – 11 / Transporte. NR – 21 / Trabalho a Céu Aberto. Movimentação. NR – 9 / Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. NR – 5 / Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA.SESMT.

NR e informações complementares: A seguir. . . Art. ou na possível falta destas. de 2.Art.Nos anos seguintes de 1978 em diante as Normas Regulamentadora foram sendo ampliadas.Disposições Gerais: Determina que as Normas Regulamentadora. também. . Observações:     Outro ponto a salientar é de que estas normas são revisadas periodicamente. 5º Esta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação. serão baixadas pela Secretaria de Segurança e Medicina do Trabalho.5. Determina. As Normas Regulamentadora – NR em seus textos fazem sempre referência às Normas Técnicas da ABNT vigentes. .144.144 de 2. 4º As dúvidas suscitadas e os casos omissos serão decididos pela Secretaria de Segurança e Medicina do Trabalho. 3º Ficam revogadas as Portarias MTIC.2 – Resumo das Normas Regulamentadora . Art. Art. 2º As alterações posteriores. Arnaldo Prieto. que o Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho – DSST é o órgão competente para coordenar. Nestas ocasiões as mesmas são colocadas para consulta pública antes de serem recolocadas. principalmente aquelas de aplicação mais generalizada. orientar. de uma forma introdutória. 4º Revigorado pela Portaria nº 3. controlar e supervisionar todas as atividades inerentes. . . desde que possuam empregados celetistas. modificadas e complementadas com o acréscimo de novas NR conforme abaixo colocado: 8. obrigatoriamente. NR – 1 . 2º Revigorado pela Portaria nº 3. relativas à Segurança e Medicina do Trabalho. . deverão ser cumpridas por todas as empresas privadas e públicas. decorrentes da experiência e necessidade.5. Art.1989. A fiscalização dos estabelecimentos pelos órgãos competentes é feita com base nas Normas Regulamentadora – NR. Posteriormente algumas das principais NR serão estudadas mais detalhadamente. colocamos um resumo geral das NR.1989. . às Normas Técnicas Internacionais. . Deste fato concluímos que ao utiliza-las e emprega-las necessitamos sempre de dispor também das Normas Técnicas correspondentes. Art. Observação: .

Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho – SESMT: A implantação do SESMT depende da gradação do risco da atividade principal da empresa conforme os dados da Classificação Nacional de Atividades Econômicas . pela Portaria n º 10. mesmo com um empregado. Enfermeiro do Trabalho. os empregados receberão os salários como se estivessem trabalhando. determina as responsabilidades do empregador e a responsabilidade dos empregados. o SEST coletivo e a obrigatoriedade de todo estabelecimento.Dá competência às DRT regionais. um Médico do Trabalho. Atualmente. todos empregados da empresa.Inspeção Prévia: Determina que todo estabelecimento novo deverá solicitar aprovação de suas instalações ao órgão regional do Ministério do Trabalho e Emprego. sociedades de economia mista. que emitirá o CAI . as máquinas.Embargo ou Interdição: A DRT poderá interditar/embargar o estabelecimento. NR – 4 .Certificado de Aprovação de Instalações. Auxiliar de Enfermagem do Trabalho. . esta Norma está sendo revista pela Comissão Tripartite Paritária Permanente. NR – 2 . instituições beneficentes. clubes. Dependendo desses elementos o SESMT deverá ser composto por um Engenheiro de Segurança do Trabalho. Caso haja interdição ou embargo em um determinado setor. setor de serviços se os mesmos demonstrarem grave e iminente risco para o trabalhador. A nova NR4 . públicas. de 6 de abril de 2000. o SEST próprio. mediante laudo técnico. cooperativas.CNAE (Ver Quadro I) e do número total de empregados do estabelecimento (Ver Quadro II). desde que possuam empregados celetistas. As novas determinações referem-se aos serviços terceirizados.Sistema Integrado de Prevenção de Riscos do Trabalho.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA: Todas empresas privadas. ser obrigado a participar do programa. NR – 5 . e/ou exigir providências a serem adotadas para prevenção de acidentes do trabalho e doenças profissionais. por meio de modelo pré-estabelecido. são obrigadas a constituir a CIPA e a manter em regular funcionamento. NR – 2 . dependendo do grau de risco da empresa e do número mínimo de 20 empregados. Técnico de Segurança do Trabalho.

com mandato de um ano e direito a uma reeleição e mais um ano de estabilidade. de acordo com o calendário preestabelecido. A CIPA será composta de representantes da empregador e representantes dos empregados. do qual participem. com correspondente agrupamento para dimensionamento da CIPA. O dimensionamento da CIPA é feito conforme o Quadro I – Dimensionamento da CIPA. As principais atribuições da CIPA serão as seguintes: a) Identificar os riscos do processo de trabalho. A CIPA terá reuniões ordinárias mensais. anexados a NR –5. As reuniões extraordinárias deverão ser realizadas quando: a) houver denúncia de situação de risco grave e iminente que determine aplicação de medidas corretivas de emergência. e elaborar o mapa de riscos (*) com a participação do maior número de trabalhadores. . de acordo com o dimensionamento previsto no Quadro I da NR – 5 . Os representantes dos empregadores. titulares e suplentes serão por eles designados. c) Participar da implementação e do controle da qualidade das medidas de prevenção necessárias. onde houver. bem como da avaliação das prioridades de ação nos locais de trabalho.CIPA. ressalvadas as alterações disciplinadas em atos normativos para setores econômicos específicos. além da utilização do Quadro II – Agrupamento de setores econômicos pela Classificação Nacional de Atividades Econômicas . com acessória do SESMT. b)Elaborar plano de trabalho que possibilite a ação preventiva na solução de problemas de segurança e saúde no trabalho. A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho. independentemente de filiação sindical. c) houver solicitação expressa de uma das representações. exclusivamente os empregados interessados. de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador. b) ocorrer acidente do trabalho grave ou fatal. Os representantes dos empregados titulares e suplentes serão eleitos em escrutínio secreto.CNAE. e do Quadro III – Relação da Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE.Os trabalhos desenvolvidos pela CIPA são da maior importância para a segurança dos trabalhadores.

de Campanhas de Prevenção da AIDS. o) Promover. onde houver. l) Participar. ou ao empregador. onde houver. em conjunto com o SESMT. CIPA. a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho – SIPAT. para avaliar os impactos de alterações no ambiente e processo de trabalho relacionados à segurança e saúde dos trabalhadores. inclusive com a padronização de cores para utilização no Mapa de Risco. m) Requisitar ao empregador e analisar as informações sobre questões que tenham interferido na segurança e saúde dos trabalhadores. A Tabela I desta Portaria classifica os principais tipos de riscos ocupacionais existentes em grupos de acordo com a natureza dos mesmos. bem como cláusulas de acordos e convenções coletivas de trabalho. anualmente. o item 5. p) Participar. (Ver pgs.d) Realizar. com o SESMT. h)Requerer ao SESMT. Portaria Número 25 de 29/12/1994. ou com o empregador da análise das causas das doenças e acidentes de trabalho e propor medidas de solução dos problemas identificados. onde houver. f)Divulgar aos trabalhadores informações relativas à segurança e saúde no trabalho. n) Requisitar à empresa as cópias das CAT emitidas. Das Atribuições. das discussões promovidas pelo empregador. anualmente. em conjunto com o SESMT. a cada reunião. periodicamente. a paralisação de máquina ou setor onde considere haver risco grave e iminente à segurança e saúde dos trabalhadores. g) Participar. e) Realizar. (*) Mapa de Riscos: Ver definições e conceitos na NR – 5. quando houver. conf. bem como. relativas à segurança e saúde no trabalho.16. 60 e 575 do livro Segurança e Medicina do Trabalho da Editora Atlas). j) Divulgar e promover o cumprimento das Normas Regulamentadora. em conjunto com a empresa. avaliação do cumprimento das metas fixadas em seu plano de trabalho e discutir as situações de risco que foram identificadas. i) Colaborar no desenvolvimento e implementação do PCMSO e PPRA e de outros programas relacionados à segurança e saúde no trabalho. . verificações no ambiente e condições de trabalho visando a identificação de situações que venham a trazer riscos para a segurança e saúde dos trabalhadores.

sendo tanto maior quanto maior a gravidade do risco indicado. F – Elaboração do Mapa de Riscos. Amarelo os riscos ergonômicos. Marrom os riscos biológicos. materiais. estimular sua participação nas atividades de prevenção. através de círculos coloridos. No mapa de riscos o usam-se as seguintes cores convencionais:      Verde representa os riscos físicos. durante as sua elaboração. atividades e ambiente). B – Identificação dos Riscos existentes. O Mapa de Risco objetiva indicar todos os riscos existentes no ambiente de trabalho. os diversos tipos de riscos existentes naquele ambiente do trabalho. NR – 6 . sobre o “layout” da Empresa e Sinalização das Áreas de Riscos. E – Conhecimento dos Levantamentos Ambientais realizados. a troca e divulgação de informações entre os trabalhadores. instrumentos. na qual estão indicados. Azul os riscos mecânicos. bem como. Ele deve ser colocado num quadro e num lugar bem a vista de todos aqueles que trabalham naquele ambiente. D – Identificação dos Indicadores de Saúde. B – Possibilitar. C – Identificação das Medidas de Prevenção e sua Eficácia. Principais Etapas na elaboração de um Mapa de Risco: A – Conhecimento dos Processos de Trabalho (Trabalhadores. prevenir e a evitar possíveis Acidentes do Trabalho. Os círculos coloridos indicando os riscos variam de tamanho.De acordo com a NR-5. de modo a orientar. Vermelho os riscos químicos. quais os principais objetivos visados na execução do Mapa de Riscos são os seguintes: A – Reunir as informações necessárias para estabelecer o diagnóstico da situação de segurança e saúde no trabalho na empresa.Equipamentos de Proteção Individual – EPI: . Mapa de Riscos vem a ser um mapa constituído de uma vista em planta do ambiente de trabalho.

respingos. d) óculos de segurança para trabalhos que possam causar irritação nos olhos. vapores de produtos químicos e radiações luminosas intensas. contra respingos.Proteção para a cabeça: a) protetores faciais destinados à proteção dos olhos e da face contra lesões ocasionadas por partículas. provenientes de impacto de partículas. gratuitamente. . provenientes de poeiras. B – Enquanto as medidas de proteção coletivas estivem sendo implantadas. Atendidas as peculiaridades de cada atividade profissional e respeitando-se o disposto no item 6. 2. f) máscaras para soldadores nos trabalhos de soldagem e corte ao arco elétrico. C – para atender as situações de emergência. para trabalhos que possam causar irritação nos olhos e outras lesões decorrentes da ação de líquidos agressivos e metais em fusão. impactos provenientes de quedas. projeção de objetos ou outros. Equipamentos de Proteção Individual – EPI adequados aos riscos e em perfeito estado de conservação e funcionamento. Todo equipamento deve ter o CA . c) óculos de segurança. e) óculos de segurança para trabalhos que possam causar irritação nos olhos e outras lesões decorrentes da ação de radiações perigosas.2. nas seguintes circunstâncias: A – Sempre que as medidas de proteção coletiva forem tecnicamente inviáveis ou não oferecerem completa proteção contra os riscos de acidentes do trabalho e/ou de doenças profissionais e do trabalho. g) capacetes de segurança para proteção do crânio nos trabalhos sujeitos a: 1.Os EPI. o empregador deve fornecer aos trabalhadores os seguintes EPI: I . existindo para esse fim todo um processo administrativo. agentes meteorológicos (trabalhos a céu aberto).Certificado de Aprovação do Ministério do Trabalho e Emprego e a Empresa que importa EPI também deverá ser registrada junto ao Departamento de Segurança e Saúde do Trabalho. Equipamentos de Proteção Individual são empregados na proteção da saúde e integridade física do trabalhador. As Empresas são obrigadas a fornecer aos seus empregados. da NR – 6. b) óculos de segurança para trabalhos que possam causar ferimentos nos olhos.

agentes biológicos. produtos químicos corrosivos. h) perneiras de proteção contra riscos de origem mecânica.Proteção contra quedas com diferença de nível: . queimaduras ou choque elétrico. alergênicos. 5. 6. III . d) calçados de proteção contra riscos de origem térmica. abrasivos. cáusticos. materiais ou objetos aquecidos. choque elétrico. b) calçados impermeáveis para trabalhos realizados em lugares úmidos. f) calçados de proteção contra agentes biológicos agressivos. cortantes ou perfurantes. lamacentos ou encharcados. 4.3.Proteção para os membros superiores: Luvas e/ou mangas de proteção e/ou cremes protetores devem ser usados em trabalhos em que haja perigo de lesão provocada por: 1. 2. solventes orgânicos e derivados de petróleo. j) perneiras de proteção contra radiações perigosas. II . radiações perigosas. e) calçados de proteção contra radiações perigosas. frio. oleosos. c) calçados impermeáveis e resistentes a agentes químicos agressivos. IV . materiais ou objetos escoriantes.Proteção para os membros inferiores: a) calçados de proteção contra riscos de origem mecânica. i) perneiras de proteção contra riscos de origem térmica. 3. g) calçados de proteção contra riscos de origem elétrica. tóxicos. 7. graxos.

Proteção do corpo inteiro: . capas e outras vestimentas especiais de proteção para trabalhos em que haja perigo de lesões provocadas por: 1. de acordo com os limites estabelecidos na NR 15: a) respiradores contra poeiras. 2. 6. através de jateamento de areia. d) aparelhos de isolamento (autônomos ou de adução de ar). Anexos I e II. agentes químicos. agentes meteorológicos. VIII . para trabalhos que impliquem produção de poeiras. b) cadeira suspensa para trabalho em alturas em que haja necessidade de deslocamento vertical. para exposições a agentes ambientais em concentrações prejudiciais à saúde do trabalhador. umidade proveniente de operações de lixamento a água ou outras operações de lavagem. b) máscaras para trabalhos de limpeza por abrasão.Proteção respiratória. riscos de origem térmica. 4. riscos de origem mecânica.Proteção auditiva Protetores auriculares para trabalhos realizados em locais em que o nível de ruído seja superior ao estabelecido na NR 15. quando a natureza do trabalho assim o indicar. VII . 3. riscos de origem radioativa. V . VI .a) cinto de segurança para trabalho em altura superior a 2 (dois) metros em que haja risco de queda. jaquetas. para locais de trabalho onde o teor de oxigênio seja inferior a 18 (dezoito) por cento em volume.Proteção do tronco: Aventais. 5. c) trava-queda de segurança acoplada ao cinto de segurança ligado a um cabo de segurança independente. para os trabalhos realizados com movimentação vertical em andaimes suspensos de qualquer tipo. c) respiradores e máscaras de filtro químico para exposição a agentes químicos prejudiciais à saúde.

· Detectores de tensão. Dependendo do grau de risco da empresa. Exame de retorno ao trabalho. Exame demissional.óleo-resistente . · Escadas com isolamento próprias para trabalho com eletricidade. na NR15. NR – 7 .CA do Ministério do Trabalho. Exame periódico. prejudiciais à saúde.São eles:       Exame admisisional. bem como. · Vara de manobra isolada.cremes especiais . para o que serão enquadrados nos seguintes grupos: a) Grupo 1 . EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA COLETIVOS (EPC). existirão exames específicos para cada risco que o trabalho possa gerar. · Conjunto de aterramento temporário. não são facilmente removíveis na presença de óleos ou substâncias apolares. radiações ionizantes. c) Grupo 3 . quando aplicados à pele do usuário.água-resistente .Edificações: . · Cones e bandeirolas de sinalização.Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO: Este programa trata dos exames médicos obrigatórios para as empresas. IX . pelas vias respiratórias e digestivas. Exames complementares.Proteção da pele: Cremes protetores Os cremes protetores só poderão ser postos à venda ou utilizados como equipamentos de proteção individual. absorvíveis pela pele.são aqueles com indicações e usos definidos e bem especificados pelo fabricante. quando aplicados à pele do usuário. não são facilmente removíveis com água. mediante o Certificado de Aprovação .. ou empresas que trabalhem com agentes químicos. Exame de mudança de função. b) Grupo 2 . NR – 8 .Aparelhos de isolamento (autônomos ou de adução de ar) para locais de trabalho onde haja exposição a agentes químicos. a critério do médico do trabalho e dependendo dos quadros na própria NR7.são aqueles que.são aqueles que. ruídos. benzeno etc.

E – Monitoramento da exposição aos riscos. O objetivo visado pela mesma é o da preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores. normalmente se utilizam os recursos do SESMT – Serviços Especializados em Engenharia de . a fim de as empresas não sofrerem ações de natureza civil por danos causados ao trabalhador. tendo em vista a proteção ao Meio Ambiente e aos Recursos Naturais. observando-se a proteção contra a chuva. QUÍMICOS. RISCOS DE ACIDENTES.Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA: Esta norma objetiva a preservação da saúde e integridade do trabalhador. em termos de apoio às atividades a serem executadas. destacamos também:   RISCOS ERGONÔMICOS.Esta norma define os parâmetros para as edificações. reconhecimento. Deve-se observar também as legislações pertinentes nos níveis federal. através da antecipação. mantendo-se atualizados os Laudos Técnicos e o Perfil Profissiográfico Previdenciário. BIOLÓGICOS. As etapas a serem seguidas no desenvolvimento do PPRA são as seguintes: A – Antecipação e reconhecimento dos riscos. estadual e municipal. F – Registro e divulgação dos dados. através da antecipação. No desenvolvimento do PPRA. avaliação e controle dos riscos ambientais existentes. Além desses agentes. insolação excessiva ou falta de insolação. C – Avaliação dos riscos e da exposição dos trabalhadores. ou que venham a existir no ambiente de trabalho. B – Estabelecimento de prioridades e metas de avaliação e controle. NR – 9 . tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais. É importante manter esses dados no PPRA. avaliação e conseqüente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente do trabalho. Leva-se em conta os Agentes:    FÍSICOS. D – Implantação de medidas de controle e avaliação da sua eficácia.

Contém Anexos para o uso de moto-serras. as empresas devem observar a Convenção Coletiva para Melhoria das Condições de Trabalho em Prensas e Equipamentos Similares. Transportadores Industriais e Máquinas Transportadoras. conf. em suas diversas etapas. Injetoras de Plásticos e Tratamento Galvânico de Superfícies nas Indústrias Metalúrgicas no Estado de São Paulo. No Estado de São Paulo. assinada em 29.Instalações e Serviços de Eletricidade: Trata das condições mínimas para garantir a segurança daqueles que trabalham em instalações elétricas. operação. que a critério do empregador sejam capazes de desenvolver os trabalhos relativos a todas as etapas de realização previstas no PPRA.Máquinas e Equipamentos: Determina as instalações e áreas de trabalho. correntes)? 3 – Existe proteção mecânica no ponto de operação (barreira de acesso)? .03. reforma e ampliação. execução. em vigência a partir de 28.11. NR – 12 .Transporte. TRABALHO SEGURO COM MÁQUINAS – LISTA DE VERIFICAÇÃO – FATORES IMPORTANTES: 1 – As conexões elétricas estão seguras e a máquina está aterrada? A chave de acionamento é blindada? 2 – Existe proteção na transmissão de força (polias e correias. Movimentação. engrenagens. Observação: Complementando estas informações. Armazenagem e Manuseio de Materiais: Destina-se a Operação de Elevadores. o apoio de pessoa ou de equipes de pessoas qualificadas. sendo então alterada conforme a Portaria 598 de 07 / 12 / 2004 . dispositivos de acionamento. manutenção. incluindo terceiros e usuários. Cilindros de Massa entre outros.01. A NR 10 foi recentemente atualizada e modificada após um período de consulta pública.02. incluindo projeto. ver no item 9 adiante colocado. distâncias mínimas entre as máquinas e os equipamentos. a NR – 10 e demais Normas Técnicas: NR – 11 . maiores detalhes sobre a Segurança em Instalações e Serviços de Eletricidade. Guindastes. ou então. partida e parada das máquinas e equipamentos. NR – 10 .Segurança e de Medicina do Trabalho.

quais as principais exigências e recomendações de segurança são as seguintes: . pg. inspeção e supervisão de inspeção periódica das caldeiras e vasos de pressão. a pressão hidráulica. 14153 e 14154. com os comandos etiquetados e bloqueados fisicamente? 11 – Em caso de dúvida consulte sempre o pessoal especializado e as normas regulamentadora e técnicas. entre outras). travar movimentos. tais como as seguintes:   ABNT NBR 14152. as Instalações de Máquinas. principalmente. 80 – Tecnologia de Segurança Humana em MÁQUINAS.Caldeiras e Vasos de Pressão: São de competência do Engenheiro especializado nas atividades referentes ao projeto de construção. ABNT NBR 13930.4 – Existe proteção mecânica no ponto de operação (cortinas de luz ou similar)? 5 – Existe comando bi-manual (no caso de prensas em geral)? 6 – Não se usam luvas na operação de máquinas com partes móveis? 7 – As distâncias entre máquinas respeitam a Norma Regulamentadora nº 12? 8 – Existem botões para parada de emergência ao alcance do operador nas máquinas grandes e em várias posições de operação? 9 – Existe prevenção do efeito estroboscópio (as partes móveis parecem lentas ou paradas sob iluminação fluorescente)? 10 – As manutenções e intervenções em geral só ocorrem dentro do princípio de energia zero (desativar a eletricidade. contendo várias classificações e categorias. Observação: . entre as diversas obras disponíveis ver artigo publicado na Revista C & I – Controle & Instrumentação de abril de 2003. Além da lista supra é de suma importância conhecermos e aplicarmos também as Normas Técnicas de Instalações de Máquinas mais recentemente publicadas. NR – 12 . Considerando a NR – 13. ao seu elevado grau de risco.Para maior conhecimento e aprofundamento da tecnologia ref. Caldeiras e Vasos de Pressão. Saliente-se também que as Caldeiras e Vasos de Pressão e suas instalações demandam bastante cuidado tendo em vista os riscos de Incêndios e de Explosões. A Norma exige treinamento específico para os seus operadores. o ar comprimido. acompanhamento de operação e manutenção. partes suspensas. devidas. nas especialidades.

Na operação e funcionamento da Caldeira ou Vaso de Pressão não ultrapassar jamais a Pressão Máxima de Trabalho Permitida – PMTP ou a Pressão Máxima de Trabalho Admissível – PMTA. a exemplo dos seguintes:      Projeto da instalação deve ser feito por firma ou escritório de engenharia com profissionais devidamente habilitados e credenciados para execução e instalações caldeiras a vapor. o Projeto da Instalação.       Possuir. As Caldeiras e Vasos de Pressão devem ser fabricados e fornecidos por empresas devidamente habilitadas e credenciadas para fabricação e fornecimento da Caldeira ou Vaso de Pressão a ser instalado. nas Normas Técnicas referentes àsCaldeiras e Vasos de Pressãoinstalados. bem como dos vasos de pressão dentro dos prazos estabelecidos nas normas. o Projetos de Alteração ou Reparos executados e os Relatórios de Inspeção emitidos por Inspetores credenciados no Ministério do Trabalho. A qualidade da água deve ser controlada e tratamentos devem ser implementados. bem como. o Prontuário atualizado da Caldeira ou Vaso de Pressão. convenções e disposições legais aplicáveis. na obediência aos aspectos de segurança. Executar as inspeções de segurança e a manutenção das caldeiras e seus acessórios. bem como. bem como. Instrumento que indique a pressão do vapor acumulado. quando necessários para compatibilizar suas propriedades físico-químicas com os parâmetros de operação da caldeira. 2. Válvula de segurança com pressão de abertura ajustada em valor igual ou inferior a PMTA. . 4. Além disto nunca operar e trabalhar com a Caldeira em condições de risco tais como no caso de mau funcionamento ou falta na falta dos seguintes componentes: 1. As inspeções de segurança e a manutenção das caldeiras e seus acessórios. credenciado e registrado sendo que o não . em caso caldeiras combustível sólido. no estabelecimento onde estiver instalada. dos vasos de pressão.Obediência a todas as exigências e recomendações de segurança especificadas na NR –13. contendo no mínimo. Sistema de indicação e controle do nível de água ou outro sistema que evite o superaquecimento por alimentação deficiente. em local de fácil acesso aos operadores. saúde e meio ambiente previstos nas Normas Regulamentados.atendimento a esta exigência caracteriza condição de risco grave e iminente. Equipamentos de alimentação de água. As Caldeiras e Vasos de Pressão instalados devem ter fixado em seu corpo Placas de Identificação com todas as informações requeridas nas normas. Possuir "Manual de Operação" atualizado. independente do sistema principal. no que concerne ao atendimento desta NR-13 e das Normas Técnicas de Instalação. em língua portuguesa. deverão seguir sempre todas as recomendações técnicas especificadas na NR –13 e demais normas técnicas oficiais. 3. Toda caldeira a vapor deve estar obrigatoriamente sob operação e controle de operador de caldeira. o Registro de Segurança.

Além disto considerar que as fontes de aquecimento dos fornos podem ser obtidas pela queima de combustíveis.Doença Osteomuscular. reconhecidos pela sua relação laboral. Tolerância para Exposição ao Calor. São as atividades perigosas àquelas ligadas a Explosivos. máquinas. NR – 17 .Atividades e Operações Perigosas: Também considerada quando ocorre além dos limites de tolerância. As atividades insalubres estão contidas nos anexos da Norma e são considerados os agentes: Ruído contínuo ou permanente. quando ocorre além dos limites de tolerância. Observe-se que as LER . durante a sua vida laboral. Ruído de Impacto. levando-se em conta os riscos de acidentes e doenças do trabalho e as suas respectivas medidas de segurança. estadual e municipal. NR – 16 . O termo DORT é muito mais abrangente que o termo LER. isto é intensidade. . processamento.Lesões por Esforços Repetitivos. tomada de decisões.Ergonomia: Esta norma estabelece os parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas. informações. ambiente. NR – 18 . natureza e tempo de exposição ao agente.Resume-se no elenco de providências a serem executadas.Fornos: Define os parâmetros para a instalação de fornos: Deve-se observar as legislações pertinentes nos níveis federal. Radiações Ionizantes. que não causará dano a saúde do trabalhador.Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção – PCMAT: O Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção . comunicações dos elementos do sistema. portanto devem ser tomados todos os cuidados seguidas as recomendados a respeito das mesmas. constante hoje das relações de doenças profissionais da Previdência. Agentes Químicos e Poeiras Minerais. devidamente credenciado junto ao Ministério do Trabalho e Emprego. Tanto a NR15 quanto a NR16 dependem de perícia. a cargo do médico ou do engenheiro do trabalho. hoje denominada DORT .NR – 14 . organização e conseqüências do trabalho. NR – 15 .PCMAT equivale ao “PPRA” da Construção Civil. relacionada ao trabalho constituem o principal grupo de problemas à saúde.Atividades e Operações Insalubres: Considerada atividade insalubre. pela eletricidade ou pela recuperação de gases quentes e que. a exemplo da NR16 .Atividades Perigosas. Inflamáveis e Energia Elétrica. em função do cronograma de uma obra.

defesacivil. Na Internet estão disponíveis diversos endereços e “Links” que devem ser consultados:     Secretaria Nacional de Defesa Civil: http: //www. DADOS COMPLEMENTARES: RELAÇÃO DE ALGUNS DOS GRANDES INCÊNDIOS OCORRIDOS NO BRASIL: Incêndios e Explosões são tipos de acidentes com grande potencial de destruição e mortes conforme visto nas tabelas anteriormente colocadas com a relação dos Acidentes Maiores ou Ampliados. Defesa Cível do Estado de São Paulo: http://www. condições sanitárias. beneficiamento de minerais e pesquisa mineral. As empresas devem observar as normas do Corpo de Bombeiros sobre o assunto.br.br/ Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo: http://www.NR–19 . NR–21 -Trabalho a céu aberto: Define o tipo de proteção aos trabalhadores que trabalham sem abrigo.br/secretarias/habitacao/cartilha_prevencao/0001 .Explosivos: Determina parâmetros para o depósito. água entre outros). saídas para retirada de pessoal em serviço e/ou público.gov.prefeitura.gov. pessoal treinado e equipamentos. Nesses trabalhos é necessário ter um médico especialista em condições hiperbáricas.sp.defesacivil.br/ Prefeitura de São Paulo: http://www6.Líquidos Combustíveis e Inflamáveis: Define os parâmetros para o armazenamento de combustíveis e inflamáveis. NR–22 . Esta atividade possui várias outras legislações complementares.Proteção contra Incêndios: Todas as empresas devem possuir proteção contra incêndio. manuseio e armazenagem de explosivos. garimpos.gov.gov. NR–20 .sp. contra intempéries (insolação.polmil.sp. Daí a extrema importância do conhecimento e emprego das técnicas de Combate a Incêndios disponíveis atualmente.sp.Trabalhos subterrâneos: Destina-se aos trabalhos em minerações subterrâneas ou a céu aberto. NR–23 .

que contempla a I. No âmbito municipal:Cada Prefeitura através do seu CONTRU (Departamento de Controle de Uso de Imóveis).org. através da NR 23.org/itemDetail. com Leis e Normas mais específicas.abnt. regulamentada pela Portaria nº 3. em vigor a partir de 23 de Abril de 2002. que dá as diretrizes sobre Segurança e Medicina do Trabalho.276/99 e para os Campos de Treinamento de Combate a Incêndio a NBR 14. apesar do crescimento urbano e industrial.asp? Ano Edifício Cidade Mortos Feridos 1961 Penitenciaria Taubaté 152 1966 Circo Niterói 350 1972 Andraus São Paulo 16 300 1974 Joelma São Paulo 187 400 1981 Grande Avenida São Paulo 17 52 1996 Plaza Shopping Osasco 42 400 A partir do incêndio do Joelma (1974). até com os Treinamentos de Brigadas de Incêndio. .277/99.T (Instrução Técnica) 17 que passou a integrar os parâmetros para o programa de Brigadas de Incêndio previstos na NBR nº 14.076 de 31. Também houve uma maior conscientização prevencionista. No âmbito estadual:O programa de Brigada de Incêndio está previsto no Decreto Estadual nº 46. com locais apropriados para estes treinamentos. que atua na prevenção e fiscalização de instalações e sistemas de segurança de edificações do município.01.08. tem contribuindo para que as estatísticas de grandes incêndios sejam reduzidas ou neutralizadas. desde a especificação de materiais aos sistemas de proteção. Comitê Brasileiro de Segurança contra Incêndio: http://www. tem aplicado normas e exigências próprias. a qual tem sido reforçada por uma atuação maior dos legisladores.htm NFPA – “National Fire Protection Association” – em portugues: http://www. inclusive. que atendessem as exigências ambientais da CETESB. LEGISLAÇÕES: No âmbito federal:A Brigada de Incêndio está prevista na Lei nº 6.nfpa.  ABNT: CB–24. com a morte de 187 pessoas. com a Prevenção de uma forma mais ampla. que regulamenta a segurança contra incêndio nas edificações de áreas de risco no Estado de São Paulo. começou a haver maior conscientização e preocupação da população e de todos os órgãos.214/78.514 de 1977. A implantação destes centros de Treinamentos para Brigadas de Incêndio.br/revisao_cb24.

(X) => Condicionalmente. querosene. gás de iluminação. também contempla diretrizes que se satisfeitas. álcool. couro. graxas. acetileno. entre outros. coordenação e controle das atividades de elaboração de Normas relacionadas com os assuntos de Segurança contra Incêndio. Eletricidade: Usinas Termoelétricas. tapetes. Subestações. através do Instituto de Resseguros do Brasil (IRB) e da Circular 006/92 da SUSEP. CERTIFICAÇÃO: Em 1970 é instalada a Comissão Brasileira de Proteção Contra Incêndio. alumínio. óleo. Tipos de Extintores Portáteis recomendados de serem utilizados: X => Principal. com sede no Comando do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo. Madeira. transformadores. como responsável dentro da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas – pela normalização do setor e que a partir de 1990 foi reformulada como Comitê Brasileiro de Segurança contra Incêndio. cortinas. Casas de Força. bonifica o prêmio pela implantação de Brigadas de Incêndio. Portanto o CB-24 é o órgão responsável dentro da ABNT pelo planejamento. resina. zircônio. Eletrodomésticos.No âmbito securitário: O legislador. através da tarifação de seguros de Incêndio do Brasil (TSIB). borracha. No âmbito Civil e Criminal:Vale aqui destacar: que o investimento preventivo na segurança e na manutenção minimiza possível ação judicial de responsabilidade Civil e/ou Criminal. gás de petróleo. ceras. Metais pirofóricos: magnésio. CLASSES DE FOGO E EXTINTORES RECOMENDADOS DE SE USAR: Classes de Incêndio A B C D Tipos de material Combustível / área onde ocorre o incêndio. tecidos. éter. papéis. Gasolina. Casas de Máquinas. pois estas reduzem drasticamente riscos e conseqüentemente o custo dos seguros. A Água pressurizada ou água-gás Espuma CO 2 (Dióxido de Carbono) Químico Seco Químico Seco ABC ou especial Sistemas de Combate a Incêndios: Classes de Incêndio B X X (X) CD X XX XX X . recebendo a denominação de CB-24. titânio.

estadual e municipal.Resíduos Industriais: Trata da eliminação dos resíduos gasosos. Sistemas de Sinalização de Segurança contra Incêndios. Sistemas de Detecção e alarmes de Incêndio. Sistemas de Contenção para instalações de Reservatórios de Combustíveis. nas Convenções Coletivas de Trabalho de sua categoria se existe algum item sobre o assunto. Sistemas de Proteção para Resistência Estrutural. a exemplo do césio em Goiás. Sistemas de Iluminação de Emergência. Sistemas de Escadas de Segurança. . Remete às disposições contidas na NR15 e legislações pertinentes nos níveis federal. que o próprio nome contempla. Deve-se observar. também. Sistemas de Compartimentação. Sistemas de Espuma e de Resfriamento. Facilitar as ações de combate ao fogo. Cabe a CIPA e/ou ao SESMT. periculosidade. risco biológico.Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais do Trabalho: Todo estabelecimento deve atender as denominações desta norma. radioativo. Minimizar os danos ao patrimônio em casos de incêndios. Facilitar as ações de socorro. Brigadas Contra Incêndios. se houver. Minimizar as possibilidades de propagação do fogo. Possibilitar a saída em tempo hábil das pessoas em condições seguras. NR–25 . Sistemas de Hidrantes. líquidos de alta toxidade. Os tipos de Sistemas acima referidos devem ser compatíveis com o tipo de instalação a que se destinam e inclusive para a Carga de Incêndio prevista e calculada. a observância desta norma. Sistemas Fixos de CO 2 e de Gases para Extinção do Fogo. Principais tipos de Sistemas de Combate a Incêndios existentes:                 Sistemas de Extintores de Incêndios.Os Sistemas de Combate a Incêndios são projetados e instalados com os seguintes objetivos principais:       Garantir a segurança das pessoas e de uma edificação em um nível adequado nos casos de ocorrência de um incêndio. Sistemas de Proteção contra Descargas Atmosféricas. Sistemas de Esvaziamento rápido para instalações de Fluídos Térmicos Orgânicos. sólidos. Sistemas de “Sprinklers”. NR–24 . evitando perdas de vida. Bombeiros.

Estas gradações são divididas por número de empregados. para cada item das normas. acordos e contratos coletivos de trabalho. faz a notificação. o Decreto nº 99. através da Medida Provisória nº 1.534. As disposições contidas nesta NR aplicam-se aos trabalhadores portuários em operações tanto a bordo como em terra. de 27/11/97. e embarcações de apoio marítimo e portuário. NR–28 . concede prazo para a regularização e/ou defesa. confusão e fadiga do trabalhador. assim como aos demais trabalhadores que exerçam atividades nos portos organizados e instalações portuárias de uso privativo e retro-portuárias. quando em deslocamento.Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho Portuário: Tem por objetivo Regular a proteção obrigatória contra acidentes e doenças profissionais. facilitar os primeiro socorros a acidentados e alcançar as melhores condições possíveis de segurança e saúde aos trabalhadores portuários. no serviço de reboque em alto-mar. bem como em plataformas marítimas e fluviais. na cabotagem. A observância desta Norma Regulamentadora não desobriga as empresas do cumprimento de outras disposições legais com relação à matéria e outras oriundas de convenções. . na navegação interior. bem como cuidados especiais quanto a produtos e locais perigosos. NR–30 . com currículo do Ministério do Trabalho e Emprego. autua o estabelecimento. do artigo 200 da CLT.Registro Profissional do Técnico de Segurança no Ministério do Trabalho e Emprego: Todo técnico de segurança deve ser portador de certificado de conclusão do 2º grau de Técnico de Segurança e Saúde no Trabalho. risco na segurança e risco em medicina do trabalho. situadas dentro ou fora da área do porto organizado.Sinalização de Segurança: Determina as cores na segurança do trabalho como forma de prevenção evitando a distração. na navegação marítima de longo curso.Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho Aquaviário. NR–27 . baseado em critérios técnicos. devidamente registrado através das DRT regionais. de 19/09/90 que promulga a Convenção nº 152 da OIT.Fiscalização e Penalidades: Toda norma regulamentadora possui uma gradação de multas. Quando constatar situações graves e/ou iminentes ao risco à saúde e à integridade física do trabalhador propõe à autoridade regional a imediata interdição do estabelecimento. O agente da fiscalização.5756. (NR em fase de Consulta Pública): Aplica-se aos trabalhadores de toda embarcação comercial utilizada no transporte de mercadorias ou de passageiros. NR–29 . A sua existência jurídica está assegurada em nível de legislação ordinária.NR–26 .

Comissão Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho Rural . 5.CIPATR: Estabelece para o empregador rural. bem como.EPI: .988.889.067 de 12 de abril de 1. NRR-2 .Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho em Estabelecimentos de Assistência à Saúde. (NR em fase de Consulta Pública): Tem como objetivo estabelecer os requisitos mínimos para identificação de espaços confinados.889. NRR-3 . de forma a garantir permanentemente a segurança e saúde dos trabalhadores. seu reconhecimento. de 8 de junho de 1973.Serviço Especializado em Prevenção de Acidentes do Trabalho Rural .889. de 8 de junho de 1973.SEPATR: Estabelece a obrigatoriedade para que as empresas rurais. (NR em fase de Consulta Pública): Tem por finalidade estabelecer as diretrizes básicas para a implementação de medidas de proteção à segurança e à saúde dos trabalhadores em estabelecimentos de assistência à saúde. NRR-1 . NRR-4 . de 8 de junho de 1973. organizem e mantenham em funcionamento serviços especializados em Segurança e Medicina do Trabalho. A sua existência jurídica é assegurada por meio do artigo 13 da Lei nº 5. Espaço confinado é qualquer área não projetada para ocupação humana que possua ventilação deficiente para remover contaminantes. monitoramento e controle dos riscos existentes. em função do número de empregados que possuam.889.Disposições Gerais: Estabelece os deveres dos empregados e empregadores rurais no tocante à prevenção de acidentes do trabalho e doenças ocupacionais. NR–32 . 5. a qual institui Normas Reguladora do Trabalho Rural. visando à prevenção de acidentes do trabalho e doenças ocupacionais no meio rural. A sua existência jurídica é assegurada por meio do artigo 13 da Lei nº.Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados. bem como daqueles que exercem atividades de promoção e assistência à saúde em geral. a obrigatoriedade de organizar e manter em funcionamento uma Comissão Interna de Prevenção de Acidentes. bem como a falta de controle da concentração de oxigênio presente no ambiente. a Portaria nº 3.Equipamento de Proteção Individual .NR–31 . A sua existência jurídica é assegurada por meio do artigo 13 da Lei nº. Normas Regulamentadora Rurais: Conforme Lei nº 5. de 8 de junho de 1973.

direta ou indiretamente impõem uma estrutura mínima de pessoal qualificado. E diversas outras atividades importantes voltadas para a Segurança e a Medicina do Trabalho. A sua existência jurídica é assegurada por meio do artigo 13 da Lei n o 5. A sua existência jurídica é assegurada por meio do artigo 13 da Lei nº 5. em nível de pósgraduação. Gerenciamento das emergências. As empresas estruturadas têm assim a possibilidade de planejar e trabalhar de modo preventivo. Análises de riscos. da Tecnologia e na de Recursos Humanos.889. de 8 de junho de 1973. Esta estrutura de Segurança do Trabalho. 8. Gerência ou Departamento de Segurança das Empresas varia de acordo com as características das mesmas.engenheiro ou arquiteto portador de certificado de conclusão de curso de especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho. do grau de risco do porte da empresa. NRR-5 . alicerçando seus trabalhos nas áreas da Organização. além da política de Segurança seguida pelas Empresas é de fundamental importância para que os bons resultados sejam obtidos. a seus empregados Equipamentos de Proteção Individual adequados ao risco e em perfeito estado de conservação.Produtos Químicos: Estabelece os preceitos de Segurança e Medicina do Trabalho Rural a serem observados no manuseio de produtos químicos. tais como.3 – Estrutura de pessoal necessária para compor a Gerência de Segurança em uma Empresa: A estrutura de pessoal de uma Diretoria. visando à prevenção de acidentes do trabalho e doenças ocupacionais.Estabelece a obrigatoriedade para que os empregadores rurais forneçam. conforme seja o Grau de Risco e o número de empregados no estabelecimento. a fim de protege-los dos infortúnios laborais. . exige o emprego do seguinte quadro de pessoal (Vide Quadros I e II anexos a NR – 4): a) Engenheiro de Segurança do Trabalho . Exemplos:  A NR-4 / Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho – SESMT. com a execução de ações tais como:      Treinamento de pessoal em técnicas de prevenção de acidentes. de 8 de junho de 1973. gratuitamente. Gerenciamento dos riscos. do histórico além dos padrões internos e políticos de cada empresa.889. Contudo a obrigatoriedade do cumprimento ao estabelecido nas diversas Normas Regulamentadora acima mencionadas.

ministrado por universidade ou faculdade que mantenha curso de graduação em enfermagem. NEC. em nível de pós-graduação. ministrado por instituição especializada reconhecida e autorizada pelo Ministério da Educação. todavia. ver o caso da NR – 13 Caldeiras e Vasos de Pressão. 9 – Seguranças em Instalações e Serviços de Eletricidade. A NR-9 / Programa de Prevenção dos Riscos Ambientais cuida do controle dos riscos ambientais que podem causar a ocorrência de acidentes do trabalho.     De outro lado a NR-5 / Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA exige a constituição de uma comissão formada por representantes dos empregadores e representantes dos empregados. Em geral o atendimento as exigências das diversas Normas Regulamentadora demanda o emprego de um pessoal técnico e qualificado em uma vasta gama de especialidades profissionais. faz-se necessário a consulta das Normas Técnicas específicas. ou portador de certificado de residência médica em área de concentração em saúde do trabalhador ou denominação equivalente. A NR – 23 / Proteção contra Incêndios por sua vez. dimensionada de acordo com as características das empresas (Vide Quadros I. exige que hajam pessoas adestradas no uso correto dos equipamentos de combate a incêndios.auxiliar de enfermagem ou técnico de enfermagem portador de certificado de conclusão de curso de qualificação de auxiliar de enfermagem do trabalho. . ASME. ambos ministrados por universidade ou faculdade que mantenha curso de graduação em Medicina.b) Médico do Trabalho . Por exemplo.médico portador de certificado de conclusão de curso de especialização em Medicina do Trabalho. API.enfermeiro portador de certificado de conclusão de curso de especialização em Enfermagem do Trabalho. II e III anexos a NR – 5). e) Técnico de Segurança do Trabalho: técnico portador de comprovação de registro profissional expedido pelo Ministério do Trabalho. NFPA. entre outros diversos. d) Auxiliar de Enfermagem do Trabalho . NIOSH e outras) de acordo com os diversos itens e matérias indicadas. do Ministério da Educação. em nível de pós-graduação. BS. ASTM. conforme demonstra seu próprio conteúdo. acidentes ampliados e que podem também provocar as doenças profissionais e as doenças do trabalho. NR – 10 e demais Normas Técnicas: As Normas Regulamentadora apontadas no item anterior aplicam-se ao exercício legal da matéria no que se refere a Segurança e Medicina do Trabalho. A NR-7 / Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional por sua vez cuida da execução dos diversos tipos de exames médicos a serem feitos para efeito do acompanhamento da saúde dos trabalhadores. nacionais (ABNT) e/ou internacionais (ISO. Para sua aplicação. reconhecida pela Comissão Nacional de Residência Médica. OHSAS. c) Enfermeiro do Trabalho .

Equipamentos Elétricos para Atmosferas Explosivas – Requisitos gerais – Especificação.Equipamentos Elétricos para Atmosferas Explosivas de Segurança Intrínseca Tipo de Proteção “i” .copel. Fabricação. Operação e Manutenção: Relacionamos abaixo algumas das principais Normas Técnicas. Fabricantes de Equipamentos. NBR – 5410 / 1990 / Instalações Elétricas de Baixa Tensão.79 / 67 Execução de Instalações Elétricas de Alta Tensão. Trata-se da aquisição do “know-how” e dos Conhecimentos Técnicos acumulados pelas Empresas.1 – Aspectos técnicos ligados a novos Projetos. NBR 8370 .2 – GUIA DE SEGURANÇA NAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS CONF.Terminologia.Especificação. ver as normas relacionadas no livro Instalações Elétricas.com/pagcopel. NBR – 5418 / Instalações Elétricas em Atmosferas Explosivas.0 kV a 36. NBR 8447 . além de diversos outros livros técnicos publicados.Equipamentos Elétricos para Atmosferas Explosivas de Segurança Aumentada – Tipo de Proteção “e” . tais como:                NB . NBR 9883 . nas Instalações. NBR – 5414 / Instalações Elétricas de Alta Tensão. NBR 5420 – Equipamentos Elétricos para Atmosferas Explosivas – Invólucros com Pressurização ou Diluição Contínua – Tipo de Proteção “p” Especificação.14039 / Instalações Elétricas de média Tensão.3 / 60 Execução de Instalações Elétricas de Baixa Tensão.Instalações elétricas de média tensão de 1. de Apresentação à Edição Brasileira.Especificação. e procedimentos utilizados nos Projetos. NBR 5363 – Equipamentos Elétricos para Atmosferas Explosivas – Invólucros à prova de explosão – Tipo de Proteção “d” . Centros de Pesquisas. Empresas de Engenharia de Segurança do Trabalho e Medicina do Trabalho.nsf .Equipamentos Elétricos para Atmosferas Explosivas . Montagem. NBR .Especificação. na Operação e na Manutenção de Instalações Elétricas em geral. especificamente os ligados a Segurança e Proteção das pessoas e das Instalações. Antonio Bossi e Ezio Sesto. Hemus Editora Ltda. de acordo com o assunto e a necessidade. NBR 9518 / 97 . NBR 14153 – Segurança Humana em Máquinas.9. nas pgs.2 kV. NB . Associações e Organizações existentes no Brasil e no mundo deverá ser considerada e assimilada. os quais são da mais alta valia em termos da técnica e da segurança. A título de exemplo. Além das normas acima referidas faz-se necessário. O Conhecimento Técnico e a Tecnologia utilizada por Fornecedores de Equipamentos. NBR 14039:03 . RECOMENDAÇÕES DA COPEL http://www. NBR – 5419 / Proteção de Edificações contra Descargas Elétricas Atmosféricas. Universidades. consultar também diversas outras Normas Técnicas. Por exemplo: 9. Concessionárias de Serviços Públicos.

Nas recomendações da COPEL abaixo colocadas temos os procedimentos de segurança para manutenção em sistemas elétricos em baixa tensão (BT) e alta tensão (AT). I. NORMAS ABNT, NR e COPEL: Normas Brasileiras que regulamentam a segurança no trabalho, em instalações elétricas: Associação Brasileira de Normas Técnicas - www.abnt.org.br; Ministério do Trabalho e Emprego - www.mte.gov.br; Normas Técnicas da COPEL - www.copel.com.br NR–6 - Equipamento de Proteção Individual - EPI (1006.000-7): Para os fins de aplicação desta norma, considera-se Equipamento de ProteçãoIndividual - EPI todo dispositivo de uso individual, de fabricação nacional ou estrangeira, destinado a proteger a saúde e a integridade física do trabalhador. NR–10 - Instalações e Serviços em Eletricidade: Esta norma, recentemente revisada, fixa as condições mínimas exigíveis para garantir a segurança dos empregados que trabalham em instalações elétricas, em suas diversas etapas, incluindo projeto, execução, operação, manutenção, reforma, ampliação e a segurança de usuários e terceiros. NBR–5410 - Instalações Elétricas de Baixa Tensão: Esta norma fixa as condições a que devem satisfazer as instalações elétricas de baixa tensão, a fim de garantir seu funcionamento adequado, a segurança de pessoas e animais domésticos e a conservação dos bens. NBR–14039 - Instalações Elétricas de Alta Tensão Esta norma fixa as condições exigíveispara o projeto e a execução de instalações elétricas de alta tensão, com tensão nominal de 1,0 kV a 36,2 kV, à freqüência industrial, de modo a garantir segurança e continuidade de serviço. II. EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA RECOMENDADOS: Para garantia de segurança dos profissionais envolvidos no projeto, a COPEL recomenda a aquisição dos seguintes equipamentos: a) EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA INDIVIDUAL – EPI utilizados em eletricidade:

Capacete de segurança com isolamento para eletricidade;

      

Meia bota isolada; Óculos de segurança incolor e com proteção contra raios ultravioletas; Roupas de algodão; Luvas de borracha isolantes BT e AT; Luvas de pelica para proteção das luvas de borracha; Luvas de raspa para trabalhos rústicos; Cinturão de segurança com talabarte para trabalhos em grandes alturas.

b) EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA COLETIVOS – EPC:
    

Vara de manobra isolada; Conjunto de aterramento temporário; Detector de tensão; Cones e bandeirolas de sinalização; Escadas com isolamento próprias para trabalho com eletricidade.

Saiba mais sobre equipamentos de segurança: Associação Brasileira da Indústria Elétrica Eletrônica - www.abinee.org.br Associação Nacional da Indústria de Materiais de Segurança e Proteção ao Trabalho www.animaseg.com.br III. PROCEDIMENTOS RECOMENDADOS PARA MANUTENÇÃO: A) Introdução: Execute as manutenções somente com pessoal capacitado. Efetue a análise de risco da tarefa com os envolvidos e exija a utilização de equipamentos de proteção e ferramentas adequadas. Nos desligamentos programados ou não programados, o responsável pelo trabalho deve tomar as providências necessárias à segurança da equipe e de terceiros. Sempre registre as alterações implementadas no sistemae mantenha os operadores dos equipamentos informados. Evite adaptações ou alterações das características originais dos equipamentos elétricos. B) Procedimentos: A COPEL recomenda os seguintes procedimentos para isolamento da área na qual será executada a intervenção: PROCEDIMENTOS PRELIMINARES EXECUÇÃO DA TAREFA:

1. Quando necessário solicite à COPEL que a COPEL faça o desligamento da unidade (a ligação telefônica é gratuita); 2. Trave mecanicamente, através de cadeado, as chaves seccionadoras; 3. Retire dos cartuchos das chaves fusíveis; 4. Bloqueie o religamento remoto de disjuntores; 5. Sinalize o poste com placas de advertência: “ATENÇÃO NÃO OPERE ESTE EQUIPAMENTO”; 6. Isole o local com cordas, bandeirolas e cones para delimitar a área; 7. Delimite as distâncias mínimas de segurança entre os locais de trabalho e partes energizadas com sinalização apropriada, levando em consideração o quadro abaixo: Tensão Nominal (kV) Distância Mínima (metros) 13,8 0,60 34,5 1,00 69,0 1,10 138,0 1,80 230,0 2,00 8. Teste a linha ou rede com o uso de detector de tensão: Observação: - Antes de efetuar testes elétricos ou abertura de equipamentoselétricos para manutenção, verifique que a umidade relativa do ar esteja inferior a 70%; 9. Instale o conjunto de aterramento temporário na BT e na AT; 10. Esteja certo de que todos compreendam o planejamento, e saibam exatamente seu papel dentro do processo; 11. Utilize ferramentas em perfeitas condições de uso e em quantidade suficientes; 12. Evite improvisações. Lembre-se que o planejamento serve para evitar problemas durante a execução do trabalho; 13. Faça supervisão constante;

20. 19. 18. IV. ou solicite que a COPEL o faça. Afaste todas as pessoas das partes que deverão ser energizadas. 21.PERIGOS. Lembramo-nos principalmente das ocorrências de maior gravidade intituladas de ACIDENTES AMPLIADOS / MAIORES. recolha sobras de materiais que ficarem pelo chão. Da importância de exercermos o Espírito de Cidadania. Faça uma inspeção nas instalações. RISCOS E EMERGÊNCIAS. acesse o “Site” www. Faça o religamento.1 – Conceitos: Ao considerarmos os diversos aspectos abrangidos pela Segurança do Trabalho imediatamente nos lembramos dos conceitos dosPerigos existentes. Sobre estes aspectos não podemos esquecer do alcance e da importância dos seguintes fatores:   Da extrema valia que tem o Instinto de Conservação das Pessoas. Recoloque os cartuchos. GESTÃO DE RISCO E DE EMERGÊNCIAS: 10.copel. 16. CONCLUSÃO DOS SERVIÇOS: 15. o qual adquire e traz desde as mais remotas épocas da existência humana. . Retire os aterramentos temporários. Após a conclusão dos serviços. Retire a sinalização. do Profissionalismo e da Autoestima. 10 . Dicas: Saiba mais sobre equipamentos de segurança: Para saber mais sobre segurança na manutenção de instalações elétricas.14. Retire placas de sinalização. 17. dos Riscos.e das Emergências que ocorrem.br ou entre em contato com o COPEL.com. evitando que outras pessoas os utilizem inadvertidamente.

podemos nos lembrar aqui das seguintes casos:        Da Eletricidade. Avalanches. existem riscos menos conhecidos e dominados. pode ainda não ter sido assimilada por completo. na maioria das pessoas. até podemos ter informações atualizadas a respeito. porém que. bem como. no que se refere à execução dos trabalhos com Segurança e Qualidade. Da Aviação. de modo que. Só como exemplo. Dos Combustíveis. Terremotos. Ocorre.Não podemos nos esquecer. o aperfeiçoamento contínuo dos trabalhadores e de todos profissionais que atuam nas Empresas existentes. Assim. Naufrágios. ao lado destes riscos e perigos mais conhecidos. O risco dos raios nas tempestades. O risco do afogamento das pessoas. todavia que no mundo atual somente uma parte dos riscos existentes já foi assimilada e absorvida pelo Instinto de Conservação das pessoas. O perigo de lesões por objetos ou ferramentas de corte. é de máxima importância proporcionar e executarmos os Programas de Treinamento. E muitas diversas outras situações da vida. de modo que. haja uma grande conscientização de todo o trabalho e dos meios de proteção necessários. Os riscos de incêndios e de explosões. no que se refere aos riscos derivados destas novas tecnologias. Por exemplo: Sabemos dos riscos e perigos envolvendo os seguintes casos:           O risco do Trabalho nas alturas e o risco da queda. sob o ponto de vista racional. principalmente os relativos as novas e mais recentes tecnologias. ficasse estabelecida uma autodefesa primária. os quais devem ser estudados e aprofundados. o desenvolvimento de um instinto de autoconservação e segurança. E demais outras tantas Tecnologias historicamente recentes. mas mesmo assim. natural e instintiva com reações de conservação rápidas e instantâneas. Da Bio – Tecnologia. Da Energia Atômica. Riscos de Inundações e dos deslizamentos de terras. PRINCÍPIOS DE GESTÃO DE RISCOS: . Relativamente a estas Tecnologias historicamente mais recentes. Dos Meios de Transporte. necessários.

Aos visitantes ou a alguém que não conheça ou trabalhe numa determinada instalação. No entanto. as demarcações de área. técnicos. o acidente é um fenômeno de natureza multifacetada. não é difícil a compreensão das conseqüências tristes e adversas que ocorrem com a perda de vida do trabalhador e o sofrimento para seus filhos. Aspectos humanos.A. o perigo de choques elétricos. curtos-circuitos. sociais e culturais. nas Cabines de Distribuição. em contrapartida com a movimentação mecânica e dos ruídos diversos presentes nos processos industriais. ergonômicos.. o que mais desperta a nossa atenção é a movimentação relativamente silenciosa dos motores elétricos. É muito útil também o uso e o efeito provocado pelos Cartazes Admoestadores bastante utilizados em Instalações Elétricas. Benedito Cardella. educacionais e sociais: Para os que já vivenciaram de perto situações reais envolvendo Acidentes do Trabalho de maior gravidade. nas Salas de Despacho. químicos. bem como. Editora Atlas S. Consideremos também os demais avisos e alertas por escrito. por exemplo. 3 – Um indivíduo sozinho não consegue controlar os riscos envolvidos na sua atividade. com os dizeres “PERIGO DE MORTE”. de modo a não tocar em nada. . apesar do silêncio. incêndios e explosões estão bastantes presentes nas Subestações. psicológicos. nos CCM. nos Quadros de Força. o qual normalmente está colocado nas portas dos diversos painéis elétricos e cabines de força. entre outros. como “Proibido a Entrada de Pessoas não Autorizadas” ou aquele outro utilizando o símbolo de um Raio. numa Instalação Industrial. 4 – Os acidentes ocorrem porque a mente se envolve tanto com o trabalho que se esquece do corpo. No que se refere à Eletricidade. as quais servem para nos alertar dos perigos que rondam aquela instalação.(Consultar o livro de Segurança no Trabalho e Prevenção de Acidentes. 1. nos Painéis Elétricos. biológicos. que resulta de interações complexas entre fatores físicos. Relativamente à ocorrência dos acidentes.999). os quais estimulam a ficar de alerta. 2 – Todos os acidentes podem ser evitados. existe um consenso com base na experiência acumulada dos especialistas quanto à validade dos seguintes princípios: 1 – Nas organizações e sociedades. para chamar a atenção das pessoas que se aproximam das partes de uma Instalação Elétrica. como o da Caveira com as duas Tíbias cruzadas. nas Instalações Elétricas. esposa e toda a sua família. recomenda-se se manter sempre a distância dos diversos componentes e até a mesmo colocar as duas mãos no bolso. que com a permissão e acompanhado de técnicos habilitados. visitar estas partes de uma Instalação Elétrica. além do uso dos EPI e EPC necessários.

Entretanto. Testemunhos dados em reuniões e congressos realizados relatam e enfocam sempre este lado da questão. é da maior importância um enfoque especial de todos os aspectos ligados a Segurança dos Trabalhadores e de todas as pessoas possíveis ao redor. além de toda dedicação e motivação. servindo como alerta. de modo que. sejam os de Instalações Elétricas mais simples até os de Instalações Elétricas mais complexas. Naturalmente isto só não é o bastante. Causas. Acidentes. devido às precauções tomadas para minimizá-lo. dos avisos colocados e de toda a precaução envolvida. Vários outros conceitos e exemplos ligados à segurança podem ser citados:          Incidentes. um banco de transformadores de alta tensão possui um risco inerente de eletrocussão. . Assim.Mesmo com todo o treinamento. Para que tenhamos sucesso nos assuntos ligados as Seguranças além de todo o estudo e formação envolvidos necessitam também do apoio por parte da hierarquia. O mesmo risco estará presente quando os transformadores estiverem trancados num cubículo sob o piso. É preciso também que as instalações sejam executadas seguindo-se as recomendações indicadas nas Normas Técnicas e das Normas Regulamentadora existentes. Em qualquer caso. no meio de uma área de pessoas. seus componentes são bastante silenciosos e estáticos. Exposição. Haverá um alto nível de perigo se o banco estiver desprotegido. Um risco poderá estar presente. Perigo. o risco será menor para o pessoal. Riscos. As Instalações Elétricas. comparativamente as demais partes das instalações industriais. Efeitos. Fatos. o risco de certa forma poderia passar despercebido para o trabalhador comum sem um treinamento específico. uma vez que esteja energizado. mas deverá haver um baixo nível de perigo. Natureza. o impacto emocional destes símbolos é bastante profundo. daí a importância do uso dos EPI e dos EPC além do emprego dos símbolos acima referidos.

Danos humanos. Altura de Altura de trabalho muito maior Trabalho em altura Queda Fatal Trabalho que a altura do indivíduo. Danos financeiros. Trabalho em Redução da Dose de Ruído Dose maior que 1 ou 100% ambiente ruidoso Capacidade Auditiva Diária RISCO ou “HAZARD”: .“DANGER”.Uma condição ou situação (de uma variável) com potencial para causar danos. PERIGO = ____________________________ MEDIDAS DE CONTROLE D RISCO e outra maneira: Exemplo: Situação: Trabalho de limpeza e desengraxamento de peças com solventes.Parâmetro que caracteriza uma relativa exposição a um risco. Neste caso:  Risco: Intoxicação. É a exposição que favorece a “materialização” do risco como causa de um fato catastrófico (acidente) e dos danos resultantes . Danos materiais.     Falhas humanas. RISCO SITUAÇÃO Trabalho com chapas aquecidas VARIÁVEL CONDIÇÃO Temperatura da Temperatura da chapa muito Queimaduras Chapa maior que a temperatura da pele. RISCO: Probabilidade de possíveis danos dentro de um período de tempo definido ou ciclos operacionais . MEDIDAS DE CONTROLE PERÍGO: . PERIGO: . Falhas de instalação.“RISK”.

QUANTO
À EXPOSIÇÃO AO RISCO: Nenhuma Uso de máscara filtrante (EPI) Limitação do Tempo de exposição (se viável) Automatização do processo (não há necessidade do operador no recinto). Alto Moderado a baixo Baixo Praticamente nulo

Como podemos verificar no exemplo acima colocado em função das possíveis medidas tomadas o perigo diminui. Resumidamente então: Risco  Perigo ou Possibilidade de perigo. O Risco de eventos perigosos é função de 2 fatores: Da Freqüência com que estes eventos ocorrem e das Conseqüências destes eventos, tais como:
 

Ocorrência de Danos materiais; Ocorrência de vítimas, com lesões e/ou mortes.

As ações para minimização dos riscos demandam tempo e, portanto exigem estudos e planejamento constantes. Portanto temos: * Risco = f (Freqüência x Conseqüência). 10.2 - Emergência  Ocorrência de qualquer Situação perigosa ou Situação crítica: Nas situações de emergência os fatores de riscos emergem do campo virtual passando para a situação real e gerando danos e perdas, algumas vezes fatais. Quando ocorre uma Emergência geralmente temos a ocorrência de uma cadeia de eventos indesejáveis. O primeiro evento desta cadeia é chamado evento iniciador ou demanda. O Controle da emergência compreende das seguintes etapas:

Detecção; Mobilização; Intervenção.

Na intervenção por sua vez teremos as seguintes ações:

Recomposição da Contenção; Combate; e Defesa.

Todas estas ações demandam preparativos, treinamentos, testes e provas, os quais devem ser executados preventivamente e regularmente de modo a prepararmos as equipes para as possíveis emergências que porventura venham a ocorrer. O sucesso do combate e do controle das emergências dependerá da precisão das ações tomadas e da rapidez com que as mesmas são executadas. 10.3 – Segurança  Situação livre de perigo Segurança = função inversamente proporcional ao Risco = f (1 / Risco). 11 – Técnicas de Identificação de Perigos, de Análise e de Avaliação dos Riscos: 11.1 – INTRODUÇÃO. 11.2 – TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS. 11.2.1 – TÉCNICA DE INCIDENTES CRÍTICOS – TIC. 11.2.2 – WHAT-IF (WI). 11.2.3 – “BRAINSTORMING”. 11.2.4 – “CHECK LIST” – Lista de verificações. 11.3 – TÉCNICAS DE ANÁLISE DE RISCOS. 11.3.1 – ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS - APR. 11.3.2 – ANÁLISE DE MODOS DE FALHA E EFEITOS - AMFE. 11.3.3 – ANÁLISE DE OPERABILIDADE DE PERIGOS - HAZOP. 11.4 – TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS. 11.4.1 – ANÁLISE DE ÁRVORE DE EVENTOS – AAE. 11.4.2 – ANÁLISE POR DIAGRAMA DE BLOCOS – ADB. 11.4.3 – ANÁLISE DE CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS – ACC. 11.4.4 – ANÁLISE DE ÁRVORE DE FALHAS – AAF.

11.4.5 – MANAGEMENT OVERSIGHT AND RISK TREE – MORT. 11.4.6 – ANÁLISE COMPARATIVA. 11.4.7 – ANÁLISE PELA MATRIZ DAS INTERAÇÕES. 11.4.8 – INSPEÇÃO PLANEJADA. 11.4.9 – REGISTRO E ANÁLISE DE OCORRÊNCIAS – RAO. 11.1 – INTRODUÇÃO: Para termos uma visão geral do contexto, resumidamente é colocado abaixo o quadro da situação mundial no período compreendido entre o término da 2ª Guerra Mundial, passando pela Guerra Fria e pela Corrida Espacial e chegando aos tempos mais recentes, por ocasião da queda do muro de Berlim e do aparecimento da Política de Globalização dos mercados. Nesta época os graves acidentes ocorridos no mundo tiveram impacto sobre a opinião pública, levando os governos e as empresas a buscarem meios mais eficientes de proteção e segurança. (Ver quadros de acidentes maiores ou ampliados, tais como os acidentes aeroespaciais, os acidentes em Usina Nucleares, os acidentes em Industrias Químicas, como o ocorrido em Bhopal e outros tantos, conforme dados anteriormente tabelados). Os governos, a opinião pública e as entidades ligadas à tecnologia, as indústrias e a segurança do trabalho mobilizaram-se então objetivando o aumento da segurança das instalações industriais e a diminuição dos acidentes maiores ou ampliados. Houve a necessidade de melhorar e desenvolver novos instrumentos para a solução dos problemas ligados à segurança, como as Técnicas de Identificação de Perigos, de Análise e de Avaliação dos Riscos, bem como, de Sistemas de Gestão da Qualidade e Meio Ambiente. Portanto, foram desenvolvidas ferramentas de Análise dos Perigos, de Riscos e de Acidentes, para obtermos melhores e maiores níveis de segurança total em áreas como a da aeronáutica, aeroespacial e nuclear. Os conceitos de perigo, de risco, de confiabilidade, de modos de falha, MTBF (Tempo médio entre falhas), bem como, as técnicas e metodologias aplicadas pela Segurança de Sistemas, antes utilizadas principalmente nas áreas militar e espacial, evoluíram e progrediram a partir da década de 70 para aplicação nas áreas industriais e de serviços públicos, alavancando e auxiliando na solução dos problemas da engenharia, da produção industrial, da segurança no trabalho e do meio ambiente. Simultaneamente o desenvolvimento alcançado pela industrialização acelerada e pela competividade na busca dos mercados internos e dos globalizados, por sua vez estimulou o desenvolvimento de novas políticas industriais de produtividade, qualidade, meio ambiente e segurança do trabalho tais como:

000. a Eletrônica e a Informática. No Livro intitulado “Segurança no Trabalho e Prevenção de Acidentes” . A melhor forma de aprendizado destas técnicas. Maior ênfase e preocupação com Segurança dos Processos Industriais e maior desenvolvimento da Engenharia de Segurança de Sistemas. publicados em língua portuguesa. Surgiram daí novos métodos de trabalho.   Pesquisando-se através de mecanismos de buscas como o da “Google”. Políticas de Responsabilidade Social aplicadas nos países desenvolvidos deram maior atenção ao trabalhador. Necessidade de treinamento adequado do pessoal e dos trabalhadores no que se refere a Segurança. tais como as seguintes:         Políticas de Qualidade como as Normas ISO 9. do mais alto nível técnico. Além livro acima referido é encontrado outros livros. Necessidade de realizar novas instalações devido a obsolescência dos equipamentos e processos existentes. Normas OHSAS 1800.800. indicado em nossa bibliografia.000.999. Maior desenvolvimento da Engenharia de Controle de Perdas. encontramos informações valiosas sobre as estas técnicas.A.      Aparecimento de novas tecnologias. principal bem de uma organização. de Benedito Cardella. de Análise e de Avaliação dos Riscos. todavia é pelo estudo e participação de suas aplicações. Convenção OIT 174 e Decreto 4085 de 15 de janeiro de 2002 o qual Promulga a Convenção no 174 da OIT e a Recomendação no 181 sobre a Prevenção de Acidentes Industriais Maiores. buscando maior segurança. Aparecimento de Máquinas e instalações cada vez mais grandiosas e sofisticadas. ações de melhorias e políticas. a Instrumentação.Editora Atlas S. Demais ações de melhorias. Necessidade de Fiscalização suficiente para evitar os acidentes inclusive os maiores ou ampliados. Preservação do Meio Ambiente como as Normas ISO 14. Necessidade de equipes e estruturas adequadas de Segurança e Medicina do Trabalho. . eficiência e produtividade dos processos industriais além da melhoria de qualidade de seus produtos. Complementando este quadro. Normas BS 8. como por exemplo. encontramos também artigos de excelente qualidade no que se refere às Técnicas de Identificação de Perigos. Observações:   As técnicas a seguir colocadas auxiliaram bastante na obtenção de melhorias para a Segurança dos Processos e Segurança do Trabalho. “Altavista” e diversos outros. sempre que houver oportunidade ou necessidade do serviço. 1.

11.eps. a preparação dos materiais e dados.com.A. cujos procedimentos envolvem o pessoal das empresas. qualitativa. um calendário de reuniões.ufsc. selecionados dentro de uma população de pessoas envolvidas.qsp. como no que se refere as condições inseguras que tenham ocorrido.br/Atlas/portal/homePortal. . 11. impressora. também conhecida como "Confissionário" ou como "Incident Recall". . além de auxiliar na correção e tratamento dos riscos correspondentes.1 .ctrl.aspx. Consultar também: "Técnicas Modernas de Gerência de Riscos" e do livro "Introdução à Engenharia de Segurança de Sistemas". Benedito Cardella. tanto no que se refere aos atos inseguros que tenham cometido ou observado. bem como.2.TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS. de aplicação na fase operacional de sistemas. Segurança no Trabalho e Prevenção de Acidentes.htm.shtml. máquinas fotográficas.Resumo: Observações:     Para consulta ao texto integral ver o Artigo: . procurando representar as diversas operações da mesma dentro das diferentes categorias de risco. O processo demanda uma amostragem aleatória de observadores-participantes. Um entrevistador interroga os observadores-participantes e os incita a lembrar. a definição das pessoas que serão envolvidas no trabalho.br/manual_sst. recordar e registrar impressões e dados de acidentes já ocorridos. de autoria de Francesco De Cicco e Mario Luiz Fantazzini: http://www. recordar e descrever os incidentes críticos.2 .edatlas.br/disserta96/anete/index/indx_ane. Este método possibilita a identificação de falhas e condições inseguras que contribuem para a ocorrência dos acidentes com lesões reais e potenciais. projetor e entre outros. Editora Atlas S. 1. A aplicação destas técnicas exige o planejamento das etapas de execução. os quais orientados por uma equipe de apoio passam a lembrar. a disponibilização dos catálogos de equipamentos e componentes. formulários e folhas adequadas para registro de dados levantados.Técnica de Incidentes Críticos (TIC): A Técnica de Incidentes Críticos. ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE RISCOS: Acessar: http://www.org.999 : http://www. Esta técnica tem como objetivo a detecção de “Incidentes Críticos” ou “Quase Acidentes”. em todos os graus de conhecimento. como desenhos. Os observadores-participantes devem ser selecionados dentre os principais departamentos da empresa.Técnicas de Identificação de Perigos . especificações de materiais e componentes. além de demais materiais de apoio necessários como computador. é uma técnica de identificação de perigos. filmadoras.

ao invés de somente verificar os acidentes ocorridos. permite também a identificação e exame de possíveis acidentes em potencial. . como na fase pré operacional. principalmente nos casos em que se deseja identificar perigos.. quando restrição do tempo disponível para implantação das medidas de segurança cabíveis. quantos possam recordar.): A técnica do “What-If” é utilizada para uma análise geral. para o levantamento dos riscos existentes. ou seja. e os processos em cada situação a ser analisada. qualitativa.Os observadores-participantes devem ser estimulados a descrever os incidentes críticos ocorridos. deverão então ser transcritos e classificados em categorias de risco. A TIC é de grande valia. bem como. Esta técnica deve ser periodicamente aplicada.participantes de modo a detectarem-se novas áreas – problemas.. permitindo uma priorização das ações no que se refere a distribuição dos recursos disponíveis. descritos pelos entrevistados. operacional e psicológico será de maior utilidade durante a aplicação desta técnica. bem como. A técnica do “What-If” se desenvolve através da realização de Reuniões de Questionamento entre duas equipes. bem como. tanto para correção das situações existentes como para prevenção de possíveis problemas futuros. procedimentos e normas. Observação:  A TIC é útil também na prevenção de acidentes. tanto nas fases de projeto. bem como. para aferir o comportamento e a capacitação do pessoal em seu ambiente de trabalho. entretanto possíveis divagações. Os questionamentos devem englobar os procedimentos. não sendo a sua utilização limitada unicamente ao processo. bem como.? Se. para verificar a eficiência das medidas que foram implementadas.2 – WHAT IF . prevenindo assim possíveis danos à propriedade.WI (O que. além da fase do processo. sem a utilização de técnicas mais sofisticadas. pois além de servir para analisar os incidentes críticos já ocorridos. reciclando-se os observadores . possíveis ocorrências de lesões de pessoal. Sua aplicação é bastante útil e simples para uma abordagem inicial dos problemas.2. sendo necessário para tal colocar os mesmos à vontade procurando. A disponibilização de um apoio técnico. as instalações. Os incidentes pertinentes.. permite também evitar a ocorrência de novos acidentes. A finalidade do “What-If” é testar possíveis omissões ocorridas nos projetos. bem como. definindo-se a partir daí uma relação das áreas-problema. 11. com o objetivo de proceder a identificação e tratamento de riscos. antes que os mesmos venham a ocorrer. evitando-se..

cabe a responsabilidade individual para o desenvolvimento de respostas escritas às questões. b) Planejamento prévio das atividades e pontos a serem abordados na aplicação da técnica. .resposta aceita pelo grupo tal como submetida. quanto à forma mais segura de operacionalizar a planta. onde a análise de riscos tende a se fortalecer. com a finalidade de guiar os trabalhos. Recomenda-se quando da sua aplicação da técnica: a) A formação do comitê de revisão e a montagem das equipes com seus integrantes.resposta aceita após discussão e/ou modificação. bem como a geração de possíveis soluções para os problemas levantados.”. ..A equipe questionadora é a conhecedora e familiarizada com o sistema a ser analisado. programação de novas reuniões. c) Reunião Organizacional com a finalidade de discutir procedimentos. Além do mais os relatórios de procedimentos fornecem também um material de fácil entendimento servindo como fonte de treinamento e base para futuras revisões. O consenso grupal é o ponto chave desta etapa. 11. como as da produção. devendo a mesma formular uma série de questões com antecedência. em dependência de investigação adicional. A utilização periódica do procedimento é o que garante o bom resultado do mesmo no que se refere ao levantamento dos riscos e revisão dos processos.Em seqüência à reunião de formulação das questões. bem como registrar as ações recomendadas para eliminação ou controle dos mesmos. se estabelece um consenso entre as diversas áreas de atuação. As respostas serão analisadas durante a reunião de resposta às questões. etapa por etapa. além disso.3 – Técnicas de Análise de Riscos: .aceitação postergada. e) Reunião de formulação das questões: O QUE? SE. Da aplicação do “What-If” resulta uma revisão de um largo espectro de riscos.. processo e segurança. f) Reunião de respostas às questões (formulação consensual): . Para a aplicação o “What-If” utiliza-se sistemáticas técnico-administrativas que incluem princípios de dinâmica de grupo. d) Reunião de revisão de processo para os integrantes ainda não familiarizados com o sistema em estudo. até alcançar o produto acabado colocado na planta do cliente. definição de metas para as tarefas e informação aos integrantes sobre o funcionamento do sistema sob análise. sendo cada resposta categorizada como: . Começando do início do processo e continuando ao longo do mesmo. g) Relatório de revisão dos riscos do processo: o objetivo é documentar os riscos identificados na revisão.

produto ou sistema. ambientes onde se darão as operações. tendo especial importância na investigação de sistemas novos de alta inovação e/ou pouco conhecidos. ou seja.11. a falta de informações quanto aos procedimentos será ainda maior. A partir da descrição dos riscos são identificados as causas (agentes) e efeitos (conseqüências) dos mesmos. permitindo revisões de projeto em tempo hábil. consiste . quando a experiência em riscos na sua operação é deficiente. principais funções e procedimentos. conforme abaixo: a) Revisão de problemas conhecidos: .3. o que permitirá a busca e elaboração de ações e medidas de prevenção ou correção das possíveis falhas detectadas. já que os mesmos são geralmente definidos posteriormente. exigências de desempenho. Enfim. mais rapidamente deve ser solucionado.1 – Análise Preliminar de Riscos (APR) – “Preliminary Hazard Analysis” (PHA) ou também chamada de Análise Preliminar de Perigos (APP). durante a fase de concepção ou desenvolvimento preliminar de um novo projeto ou sistema. desde o início operacional do sistema. A priorização das ações é determinada pela caracterização dos riscos. a APR tem sua importância maior no que se refere à determinação de uma série de medidas de controle e prevenção de riscos. já que seu objetivo principal é determinar os riscos e as medidas preventivas antes da fase operacional. com a finalidade de se determinar os possíveis riscos que poderão ocorrer na sua fase operacional. No estágio em que é aplicado pode ainda ocorrer outros detalhes finais de projeto e. A APR não é uma técnica profunda de análise de riscos e geralmente precede a aplicação de outras técnicas mais detalhadas de análise. etc.Consiste na busca de analogia ou similaridade com outros sistemas.Atentar para os objetivos. Desta forma. b) Revisão da missão a que se destina: . revelando aspectos que às vezes passariam despercebidos.. A Análise Preliminar de Riscos (APR) consiste do estudo. que neste caso. com maior segurança. desenvolvida na fase de projeto e desenvolvimento de qualquer processo. para determinação de riscos que poderão estar presentes no sistema que está sendo desenvolvido. A APR teve seu desenvolvimento inicial na área militar. portanto para uma análise inicial "qualitativa". Os princípios e metodologias da APR consistem em proceder-se uma revisão geral dos aspectos de segurança de forma padronizada:    Descrevendo todos os riscos e fazendo sua caracterização. quanto mais prejudicial ou maior for o risco. ou seja. Apesar das características básicas de análise inicial. além de definir responsabilidades no que se refere ao controle de riscos. é muito útil de se utilizar como uma ferramenta de revisão geral de segurança em sistemas já operacionais. A APR é utilizada. tomando como base à experiência passada.

para avaliação dos efeitos das falhas ocorridas em seus componentes. Para isto é necessário conhecer como e em qual freqüência cada componente do produto pode falhar. come será desenvolvida.Análise de Modos de Falha e Efeitos (AMFE) – “Failure Modes and Effects Analysis” (FMEA): A Análise de Modos de Falha e Efeitos é uma análise detalhada. determinando para cada risco principal detectado. f) Analisar os métodos de restrição de danos: . um avião. designando também. Posteriormente a análise é estendida ao produto no seu todo. para cada unidade. determinar a confiabilidade de produtos mais complexos. podendo ser feita de forma qualitativa ou quantitativa. ou seja. a fim de estabelecer as melhores opções. estimando ainda as taxas de falha e propiciando o estabelecimento de mudanças e alternativas que possibilitem a diminuição das probabilidades de falha. como já foi colocado. Por exemplo. Em sistemas que sejam já bastante conhecidos.2 . as atividades a desenvolver. porém. g) Indicação de quem será responsável pela execução das ações corretivas e/ou preventivas: Indicar claramente os responsáveis pela execução de ações preventivas e/ou corretivas. para a limitação dos danos gerados caso ocorra perda de controle sobre os riscos. 11. desde que compatíveis com as exigências do sistema.Pesquisar os métodos possíveis que sejam mais eficientes para restrição geral.Elaborar séries de riscos. o que e quem envolvem e. A AMFE foi desenvolvida por engenheiros de confiabilidade para permitir aos mesmos. c) Determinação dos riscos principais: .Identificar os riscos potenciais com potencialidade para causar lesões diretas e imediatas. d) Determinação dos riscos iniciais e contribuintes: . uma máquina de produção. necessita às vezes de ser complementada por técnicas mais detalhadas e apuradas. e) Revisão dos meios de eliminação ou controle de riscos: . os riscos iniciais e contribuintes associados. esta técnica pode ser utilizada de modo auxiliar.3. perda de função (valor). . um carro.em estabelecer os limites de atuação e delimitar o sistema que a missão irá abranger: a que se destina. que permite analisar as maneiras pelas quais um equipamento ou sistema pode falhar e os efeitos que poderão advir. etc. danos a equipamentos e perda de materiais.Elaborar um “brainstorming” para levantamento dos meios passíveis de eliminação e controle de riscos. cuja experiência acumulada conduz a um grande número de informações sobre riscos. A APR tem grande utilidade no seu campo de atuação. aumentando a confiabilidade do sistema. Lembramos que a confiabilidade é definida como a probabilidade de uma ação ser concluída com sucesso dentro de um tempo específico e sob condições específicas.

A técnica auxilia ainda na determinação e encadeamento dos procedimentos para contingências operacionais. dependendo da ação correta dos operadores. inclusive pelo uso de componentes com confiabilidade alta ou pela verificação de redundâncias de componentes do projeto. Os modos básicos de falha devem ser agrupados em quatro categorias: . Traçar diagramas de blocos funcionais do sistema e subsistemas. Para proceder ao desenvolvimento da AMFE ou de qualquer outra técnica. sempre procurando garantir danos mínimos ao sistema como um todo. os modos possíveis de falha que possam afetar outros componentes. de análise ou de avaliação dos riscos.O caso de funcionamento de uma Central Termelétrica. Por exemplo: . Posteriormente.List” dos componentes de cada subsistema e sua função específica. 4.Apesar de sua utilização ser geral. bem como. Conhecido o sistema e suas particularidades podem-se dar seguimento a análise. quando o sistema é colocado em risco e a probabilidade de erro devido à ações não estruturadas é alta. permitindo no mínimo uma parada ordenada da instalação. seja ela de identificação de perigos. através do cálculo de probabilidades de falhas de montagens. além dos limites que podem representar sucesso ou falha. O bom conhecimento do sistema em que se atua é o primeiro passo para o sucesso na aplicação de qualquer técnica. principalmente quando o sistema ou instalação em estudo possui instrumentos de controle. a partir das probabilidades individuais de falha de seus componentes. a AMFE é mais aplicável às Indústrias de Processos. Preparar um “Check . quer na revisão sistemática dos modos de falha dos componentes. dos seus sistemas. e de seus equipamentos. Dividir o sistema em subsistemas que podem ser efetivamente controlados. 3. Determinar através da análise de projetos e diagramas. bem como na determinação de como poderiam ser reduzidas estas probabilidades. subsistemas e sistemas. estudam-se e determinam-se possíveis alternativas mais seguras de projeto e de instalação de modo que o sistema e a instalação possa superar possíveis falhas dos seus componentes críticos. quer na determinação de seus efeitos em outros componentes e ainda na determinação dos componentes cujas falhas têm efeito crítico na operação do sistema. é primordial que se conheça e compreenda o sistema em que se está trabalhando e qual a função e objetivos do mesmo. Método de aplicação indicado: 1. 2. pode-se proceder à análise quantitativa para estabelecer a confiabilidade ou probabilidade de falha do sistema ou subsistema. cabendo à empresa idealizar o modelo que melhor se adapte a ela. de modo poder levantar necessidades adicionais e defeitos de projeto. Além disto. A AMFE é realizada primeiramente de forma qualitativa. para determinar os inter-relacionamentos existentes. as restrições sob as quais se irá operar.

Portanto.1. Formular possíveis ações de compensação e reparos que podem ser adotadas para eliminar ou controlar cada falha específica e seus efeitos. na fase de projeto ou em modificações de processos já existentes. IV . III . conforme o quadro 4.I .Falha em operação. a AMFE analisa de forma geral os modos de falha de um produto. 5. Atualmente. em uma refinaria de petróleo. 2. .. é uma técnica de análise qualitativa desenvolvida com a finalidade de examinar as linhas de processos diversos. identificando os perigos e prevenindo a ocorrência de possíveis falhas.Operação prematura. que se preocupa com a análise detalhada destes componentes críticos é conhecida como FMECA – “Failure Modes and Criticality Analysis”. quando a complexidade é maior.Falha em cessar de operar no instante prescrito. a estes componentes críticos deve ser dada atenção especial. Como acima descrito. II . Determinar as probabilidades de ocorrência de cada falha específica para possibilitar a análise quantitativa. Porém. 11. como por exemplo.3 – Análise de Operabilidade e de Perigos – “HAZard and OPerability Studies” (HAZOP: O estudo de identificação de perigos e operabilidade é conhecido como HAZOP.3. sendo os mesmos analisados mais detalhadamente do que os demais. para possibilitar a priorização de alternativas. em um produto podem existir certos componentes ou conjunto deles que sejam especificamente críticos para a utilidade a que se destina o produto ou mesmo para a segurança do operador. 3. Tanto a AMFE como a FMECA são bastante eficientes quando aplicadas a sistemas mais simples e de falhas mais singelas. porém.Falha em operar no instante prescrito. similar a AMFE. Indicar os efeitos de cada falha sobre outros componentes e como esta afeta a operação do mesmo. O método HAZOP é principalmente indicado quando da implantação de novos processos. inclusive seus sistemas diversos. Indicar os métodos usados para detecção de cada falha específica. A análise. 1. a Análise de Árvore de Falhas. ou em uma indústria química. a metodologia é aplicada também para equipamentos de processos. como por exemplo. 4. recomenda-se o uso de outras técnicas. Estimar a gravidade de cada falha específica de acordo com as categorias de risco.

antes de se fazer uma análise completa e saber se existem efeitos secundários graves e difíceis de prever. no entanto. composição. analisar as alternativas quanto ao custo e operacionalidade. evitando-se assim a revisões de projetos em etapas mais adiantadas as quais tornam-se cada vez mais caras de serem feitas. estará sujeita a erros por desconhecer os aspectos alheios a sua área de trabalho. identificando os desvios que podem ocorrer caso a condição proposta pela palavra . Assim. o caráter de trabalho em equipe que o HAZOP apresenta. sendo quase impossíveis estes diagnósticos. quer no detalhamento ou ainda durante a instalação.guias e os desvios respectivos a partir para a elaboração das alternativas cabíveis para que o problema não ocorra. linha por linha. . Para cada linha analisada são aplicadas as séries de palavras guias.guia ocorra. pode-se dizer que o HAZOP é bastante semelhante a AMFE. analisando cada circuito. que nada mais são do que os perigos a serem examinados. o desenvolvimento do HAZOP alia a experiência e competência individual às vantagens indiscutíveis do trabalho em equipe. a análise realizada no HAZOP é feita através de palavras-chaves que guiam o raciocínio dos grupos de estudos multidisciplinares. evitando com isso a necessidade de se executar modificações de projeto. contudo.chaves ou palavras . entre outras) gerando os desvios. Além disso. onde pessoas de funções diferentes dentro da organização trabalham em conjunto e em equipe. para cada tipo de desvio passível de ocorrer nos parâmetros de funcionamento. Às vezes. trabalhando sozinha. a reflexão deve ser executada de maneira sistemática.O ideal na realização do HAZOP é que o estudo seja desenvolvido antes da fase de detalhamento e construção do projeto. muitos acidentes ocorrem porque se subestima os efeitos secundários de pequenos detalhes ou de modificações de projeto ou de instalações em funcionamento. Identificadas às palavras . Convém. fluxo. fixando a atenção nos perigos mais significativos para o sistema. ou seja. as quais à primeira vista parecem insignificantes. quando o resultado do HAZOP for mais bem conhecido. faz com que a criatividade individual seja estimulada. pensando em todos os modos pelo qual um evento indesejado ou problema operacional possa ocorrer. Vale ressaltar que o HAZOP pode ser aplicado em projetos e modificações de menor porte como de grande porte. os esquecimentos evitados e a compreensão dos problemas das diferentes áreas e interfaces do sistema seja alcançada.guias são aplicadas às variáveis identificadas no processo (pressão. mínimo. temperatura. A técnica HAZOP permite que as pessoas liberem sua imaginação. Em termos gerais. Para evitar que algum detalhe seja omitido. nível. Uma pessoa competente. ou seja. As palavras .

decrescendo assim o nível de risco. 3. A eliminação dos problemas operacionais recai numa conseqüente diminuição do erro humano. porém a eliminação dos perigos. Combinar em uma árvore lógica de decisões as várias seqüências de acontecimentos que podem surgir a partir do evento inicial. Esta técnica procura determinar as freqüências e conseqüências decorrentes dos eventos indesejáveis.1 – Análise de Árvore de Eventos (AAE) – “Event Tree Analysis” (ETA): A Análise da Árvore de Eventos (AAE) é um método lógico-indutivo para identificar as várias e possíveis conseqüências resultantes de certo evento indesejado inicial. sem antes conhecê-los. sendo os eventos subseqüentes determinados pelas características do sistema. Geralmente neste tipo de estudo são detectados mais problemas do tipo operacional do que perigos propriamente ditos. A árvore de eventos deve ser lida da esquerda para a direita. 2.4. calcularem as probabilidades associadas a cada ramo do sistema que conduz a alguma falha (acidente). Na esquerda começa-se com o evento inicial e segue-se com os demais eventos seqüenciais. 11. Definir os sistemas de segurança (ações) que podem amortecer o efeito do evento inicial. pela análise das probabilidades de sucesso ou falha de cada bloco. A linha superior é NÃO e significa que o evento não ocorre. aumenta sua importância do método.2 . Uma vez construída a árvore de eventos. em geral. o evento inicial da árvore de eventos é.4 – Técnicas de Avaliação de Riscos: 11. Definir o evento inicial que pode conduzir ao acidente.4. 4. utilizando encadeamentos lógicos em cada etapa de atuação do sistema. 11. calculando as probabilidades de sucesso ou falha do mesmo. Para o traçado da árvore de eventos as seguintes etapas devem ser seguidas: 1. ao contrário. Isto não é um ponto negativo.Análise por Diagrama de Blocos (ADB): Na análise por diagrama de blocos se utiliza um fluxograma em blocos do sistema. . o que pode ser obtido pela aplicação do método HAZOP. a falha de um componente ou subsistema. É impossível. pois a diminuição dos riscos está bastante ligada a eliminação de problemas operacionais. a linha inferior é SIM e significa que o evento realmente ocorre.No HAZOP a operabilidade é tão importante quanto à identificação dos perigos. Nas aplicações de análise de risco.

AAF foi primeiramente concebida por H. Posteriormente cada evento desenvolvido é questionado:      Em que condições o evento induz os outros eventos? Quais as alternativas ou condições que levam os diferentes eventos? Que outros componentes o evento afeta? Ele afeta mais do que um componente? Quais os outros eventos que este evento causa? A técnica segue a lógica que liga as causas as suas conseqüências.4 – Análise de Árvore de Falhas (AAF) – “Fault Tree Analysis” (FTA): A Análise da Árvore de Falhas . da comunidade e de terceiros em geral. a exemplo da árvore de falhas. Dependendo do sistema a análise pode ser feita em série ou em paralelo. Isto permite avaliar qualitativa e quantitativamente as conseqüências dos eventos catastróficos de ampla repercussão como os Acidentes Maiores ou Acidentes Ampliados e verificar a vulnerabilidade do meio ambiente. Definidas as probabilidades de falha. O procedimento para construção de um diagrama de conseqüências se inicia por um evento inicial. as perdas previstas devido à ocorrência das mesmas. A AAF é um método excelente para o estudo dos fatores que poderiam causar um evento indesejável (falha) e encontra sua melhor aplicação no estudo de situações complexas. A Árvore de Falhas enfoca as causas e a Árvore de Eventos mostra as conseqüências ambas seguindo a seqüência natural das ocorrências. A estruturação. com a descrição das conseqüências e do outro lado determinando e descrevendo as causas.A. a pedido da Força Aérea Americana para avaliação do sistema de controle do Míssil Balístico Minuteman. pode-se determinar o risco de cada sistema.A técnica é útil para identificar o comportamento lógico de um sistema constituído por poucos componentes.Watson dos Laboratórios Bell Telephone em 1961. juntando com estas.3 – Análise de Causas e Conseqüências (ACC): Já na Análise das Causas e Conseqüências (AAC) de falhas se utilizam as mesmas técnicas de construção da AAE e da Análise da Árvore de Falhas (AAF) que será vista detalhadamente a seguir.4.4. Ela . partindo-se para um lado. 1. O processo começa pela escolha de um evento crítico. 11. também é feita utilizando-se uma simbologia.

indicando o relacionamento entre os eventos considerados. ou seja. cada uma examinada até que o analista tenha identificado as causas básicas de cada evento". é muito usada também por seu aspecto qualitativo porque. O evento indesejado recebe o nome de evento topo por uma razão bem lógica. contudo. Avaliação quantitativa. onde são especificadas as causas que levam a ocorrência de um específico evento indesejado de interesse. A AAF pode ser executada em quatro etapas básicas:     Definição do Sistema.determina as freqüências de eventos indesejáveis (topo) a partir da combinação lógica das falhas dos diversos componentes do sistema. Consideram o método como "uma técnica de pensamento-reverso. obter resultados quantitativos não requer muitos esforços adicionais. A diagramação lógica da árvore de falhas é feita utilizando-se símbolos e comportas lógicas. Nos resultados da análise quantitativa são necessárias certas situações. As duas unidades básicas ou comportas lógicas envolvidas são os operadores "E" e "OU". que indicam o relacionamento casual entre eventos dos níveis inferiores que levam ao evento topo. Embora tenha sido desenvolvida com o principal intuito de determinar probabilidades. Avaliação qualitativa e. pois são eles que dão origem a todos os eventos de nível mais alto. chamado evento topo. desta forma e de maneira sistemática. enumerando todas as causas ou combinações delas que levam ao evento indesejado. para proceder à análise quantitativa. os vários fatores. a avaliação qualitativa pode ser usada para analisar e determinar que combinações de falhas de componentes. A partir deste nível o sistema é dissecado de cima para baixo. O principal conceito na AAF é a transformação de um sistema físico em um diagrama lógico estruturado (a árvore de falhas). deve ser realizada primeiramente a análise qualitativa. Assim. é um modelo gráfico que dispõe várias combinações de falhas de equipamentos e erros humanos que possam resultar em um acidente. erros operacionais ou outros defeitos podem causar o evento topo. como técnica quantitativa. sendo que muitos analistas crêem que deste modo. é certo supor que a árvore de falhas é um diagrama que mostra a inter-relação lógica entre estas causas básicas e o acidente. o analista começa com um acidente ou evento indesejável que deve ser evitado e identifica as causas imediatas do evento. Os eventos do nível inferior recebem o nome de eventos básicos ou primários. Já a . As combinações seqüenciais destes eventos formam os diversos ramos da árvore. podem ser visualizados. Portanto. já que na montagem da árvore de falhas o mesmo é colocado no nível mais alto. A AAF é uma técnica dedutiva que se focaliza em um acidente particular e fornece um método para determinar as causas deste acidente. em qualquer situação a ser investigada. Construção da Árvore de Falhas.

ainda. ou seja. Notas: Simbologia lógica de uma árvore de falhas: 1. d) Através de Álgebra Booleana são desenvolvidas as expressões matemáticas adequadas. dentre os ramos da árvore. 2. é possível a obtenção de um grande número de informações e conhecimento muito mais completo do sistema ou situação em estudo.o nível básico. Desta forma. Para proceder ao estudo quantitativo da AAF. É principalmente usada em áreas de computadores e outras montagens eletromecânicas e também em análise de probabilidades. em segurança de sistemas. outras vantagens e facilidades. c) Montagem.avaliação quantitativa é utilizada para determinar a probabilidade de falha no sistema pelo conhecimento das probabilidades de ocorrência de cada evento em particular. nos dados do projeto. cuja probabilidade de ocorrência deve ser determinada. b) Revisão dos fatores intervenientes: no ambiente. que representam as entradas da árvore de falhas. propiciando uma visão bastante clara da questão e das possibilidades imediatas de ação no que se refere à correção e prevenção de condições indesejadas. À medida que se retrocede. eventos particulares ou falhas que possam vir a contribuir para ocorrência do evento topo selecionado. entretanto. passo a passo. dos eventos contribuintes e falhas levantadas nas etapas anteriores. a probabilidade de ocorrência do evento topo será investigada pela combinação das probabilidades de ocorrência dos eventos que lhe deram origem. O uso da árvore de falhas pode trazer. A AAF não necessariamente precisa ser levada até a análise quantitativa. determinando as condições. a qual foi desenvolvida pelo matemático George Boole para o estudo da lógica. é necessário conhecer e relembrar algumas definições da Álgebra de Boole. Suas regras e expressões em símbolos matemáticos permitem simplificar problemas complexos. diretamente. até o evento topo. Cada comporta lógica tem implícita uma operação matemática. em estudos que envolvem decisões e mais recentemente. mostrando o inter-relacionamento entre estes eventos e falhas. podendo ser traduzidas. em última análise. a identificação de falhas singulares ou localizadas importantes no . através da diagramação sistemática. que levam ao evento topo. são adicionadas as combinações de eventos e falhas contribuintes. formando o primeiro nível . em relação ao evento topo. e nas exigências do sistema. por ações de adição ou multiplicação. entre outros. O processo inicia com os eventos que poderiam. mesmo ao se aplicar o procedimento de simples diagramação da árvore. e) Determinação da probabilidade de falha de cada componente. o relacionamento entre os eventos é feito através das comportas lógicas. Desenhada a árvore de falhas. causar tal fato. o método de AAF pode ser desenvolvido através das seguintes etapas: a) Seleção do evento indesejável ou falha. quais sejam: a determinação da seqüência mais crítica ou provável de eventos.

Sobre este assunto um médico será convidado para proferir uma palestra sobre o referido tema. bem como.1978).5. investigação de acidentes. decisões administrativas. 14 – Programas de redução dos Acidentes do Trabalho em uma Empresa – Diretrizes recomendadas: Para a implantação um Programa de redução dos Acidentes do Trabalho em uma Empresa. sendo que as falhas de equipamentos ou condições ambientais não são consideradas. como: solução de problemas diversos de manutenção. O método pode ser também usado para esquematizar ações administrativas que possam ter contribuído para um acidente. cálculo de confiabilidade.214 de 08. alguns artigos e apresentações a respeito deste assunto. é relativamente fácil encontrar a principal combinação ou combinações de eventos que precisam ser prevenidas. o descobrimento de elementos sensores (alternativas de solução) cujo desenvolvimento possa reduzir a probabilidade do contratempo em estudo. com o objetivo de promoção e preservação da saúde do conjunto dos seus trabalhadores. desenvolvendo uma árvore lógica. Além dos aspectos citados.Programa de Prevenção de Riscos Ambientais: Fundamenta-se na NR – 9: Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. 06.processo. entre outros.1977 e Portaria nº 3.5 – “Management Oversight and Risk Tree” (MORT): O método conhecido como MORT é uma técnica que usa um raciocínio semelhante ao da AAF. Para um melhor conhecimento da matéria. no tema incluímos trabalho de pesquisa sobre a NR – 9. Nesta árvore cada evento é uma ação do operador ou administrador. portanto. Verificar o funcionamento regular da CIPA conforme recomendações da NR . . 11.12. estimativas de riscos. a AAF encontra aplicação para inúmeros outros usos. por parte dos empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados. o qual já tenha ocorrido. para que a probabilidade de ocorrência do evento topo diminua. ilustrando erros ou ações inadequadas de administração. as principais diretrizes recomendadas de se realizar são as seguintes:   Verificar as Condições de Trabalho e as Situações de Riscos e Perigos em potencial. do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO.4. só que com a particularidade de ser aplicado à estrutura organizacional e gerencial da empresa. Geralmente. 13 – PCMSO – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional: Fundamenta-se na NR – 7: Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional que estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação.514 de 22. existem certas seqüências de eventos centenas de vezes mais prováveis na ocorrência do evento topo do que outras e. 12 – PPRA . com base nas Leis existentes (Lei 6.

Promover Campanhas de Segurança. conforme orientações oficiais dos Ministérios do Trabalho e Emprego. pois contribuem muito para o aprofundamento e amadurecimento dos conhecimentos ligados a Higiene. sem intenção de excluir as obras clássicas do maior valor. do Instituto Nacional de Seguridade Social além das recomendações de órgãos internacionais reconhecidos como a OIT. a BS 8800. a OSHAS e demais organizações internacionais de alto nível. Neste contexto. Elaborar os Procedimentos de Segurança e Prevenção de Acidentes para realização dos trabalhos onde existam riscos em potencial. precisamos quase sempre encomenda-las. artigos e endereços disponíveis que são de grande valia para o aprendizado da matéria: . com testemunhos sobre os mais diversos temas. os quais precisam ser conhecidos. conforme seja as situações de risco levantadas). Fornecer todos os EPI e EPC necessários. inclusive as virtuais. Avaliar as diversas Áreas de Trabalho levantando os Riscos de Acidentes existentes. onde encontramos informações.                Levantar o histórico dos acidentes já ocorridos na Empresa. para o estudo da matéria. Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho as fontes de estudos e informações abrangem um campo bastante extenso de publicações e trabalhos. Verificar as condições de funcionamento do Serviço de Segurança da Empresa. é de maior valor e utilidade. Registrar. na maioria das vezes. a Engenharia de Segurança e a Medicina do Trabalho. ou de uma Brigada contra Incêndios. relacionamos abaixo algumas das normas. Para serem adquiridas. Elaborar Planos de Higiene e Segurança do Trabalho. além dos livros é da máxima importância e utilidade consultarem a Internet e as revistas periódicas. entretanto que muitas das obras já publicadas. Analisar todos os Processos de Trabalho. Programar Treinamento de Segurança e capacitar todo o pessoal. 15 – Bibliografia recomendada: Para o estudo da Higiene. da Saúde. orientações e princípios referentes a Segurança e Saúde no Trabalho – SST. Sinalizar todas as Áreas de Riscos. analisar e computar cada acidente ocorrido. Aplicar as recomendações. Desta forma a consulta direta as bibliotecas. não são encontradas com facilidade nas livrarias comuns. dados e artigos. Verificar os meios de Combate a Incêndio (Existência de Corpo de Bombeiros da Empresa. Realizar Investimentos para Melhoria da Segurança e Higiene do Trabalho. Tratar e resolver todas as situações de Risco. Comparar os Riscos existentes com o Risco Tolerado. a OMS. obras. Assim sendo. contendo uma gama extensa de trabalhos. Ocorre.

999 : http://www.qsp.ctrl. Qualitymark Editora: http://www.mte.edatlas. Dácio de Miranda Jordão.com. Segurança em Eletricidade – Jorge Santos Reis & Roberto de Freitas – Fundacentro: http://www.com.TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS. Editora Globo.Acessar o Ministério do Trabalho e Emprego: http://www.Acessar: http://www. "Técnicas Modernas de Gerência de Riscos" e do livro "Introdução à Engenharia de Segurança de Sistemas".br/manual_sst. Segurança e Medicina do Trabalho. W.: http://www. Artigo: . Antonio Nunes Barbosa Filho. Instalações Elétricas Industriais.br/~laureano/puc_2004/gst/.A. 1. Artigo: . .ctrl.pucpr.ctrl. R. João Mamede Filho.asp.gov.gov.55ª Edição (2004) . Dawes. Benedito Cardella. Segurança no Trabalho e Prevenção de Acidentes.aspx.aspx.A. Manual de Higiene e Segurança do Trabalho – Ed.htm. 4 a edição – 2003: http://www. .com.Normas Regulamentadora: .A.submarino.br/books.com. Curso de Eletrotécnica. Giovanni Moraes de Araujo. Ediouro. Prof. Editora Atlas S.br/disserta96/anete/index/indx_ane.br/.ufsc.edatlas. Acessar: http://www.com.eps. Ateneu. Editora Atlas S.com. Antonio Bossi e Ezio Sesto.br/books.br/. Prevenção de Acidentes nas Indústrias.ieles. Marcos Aurelio Pchek Laureano . Peixoto.shtml.edatlas. Manual de Instalações Elétricas em Indústrias Químicas. Livros Técnicos e Científicos Editora S.br/Atlas/portal/homePortal.br/Atlas/portal/homePortal.br/Atlas/portal/homePortal. Chester L. Segurança do Trabalho & Gestão Ambiental. ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE RISCOS: . Editora Atlas.fundacentro. de autoria de Francesco De Cicco e Mario Luiz Fantazzini: http://www.2ª Tiragem: http://www.org.aspx.ppgia. 2001: http://www.submarino. Petroquímicas e de Petróleo. Normas Regulamentadora Comentadas. Instalações Elétricas.xls. .Ultima Alteração: 20/05/2004.br/downloads/catalogo_qualitymark. Hemus Editora Ltda.Gerenciamento de Riscos.

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Porque e Como Diretrizes para programas de segurança e saúde Lista de Perguntas e Respostas (18/11/04) A Atuação do MPT na Defesa do Meio Ambiente de Trabalho Diretrizes para programas de segurança e saúde NR01 NR02 NR03 NR04 NR05 NR06 .2005 Apontamentos de classe Legislação Instituições nacionais Incêndios e explosões Analise dos acidentes no trabalho Estatísticas de Acidentes do Trabalho no Brasil CAPÍTULO V . bem como.Para melhor aproveitamento e conhecimento da matéria os Apontamentos de Classe acima colocados devem ser complementados com Artigos Técnicos e informações diversas disponibilizados em nossa página de Segurança e Higiene no Trabalho no Site da UNISANTA: O Objetivo da área de engenharia de segurança do trabalho é atuar na prevenção de acidentes do trabalho no intuito de preservar a integridade física dos trabalhadores.Técnicas de Análises de Riscos Investigar de Acidentes . Ínicio Programação do curso Apostila do Curso Material de apoio Links Contato © Internet UNISANTA.2004. a proteção das instalações contra sinistros. Seu objetivo básico envolve a prevenção de riscos e de acidentes nas atividades de trabalho visando a defesa da integridade da pessoa humana. Desenvolvido por Daniel Garcia Pajaro Material de Apoio                    Nova Lista perguntas e respostas 15. no que se refere à questão da segurança e da higiene do trabalho.11. Todos os direitos reservados.

Scribd Carregar um documento ano do sur Pesquisar Documentos Explorar    Registre-se | Logon / 13 Baixar este documento gratuitamente MANUAL .                   NR07 NR09 NR10 NR13 NR15 NR16 NR17 NR18 NR19 NR20 NR23 NR26 NR27 NR28 NR29 NR30 NR31 NR32 NR33.

DE SEGURANÇA DO TRABALHO 1 1 OBJETIVO DO MANUAL O Manual de Segurança e Medicina do Trabalho.A PREVENÇÃO. Nosso objetivo é tornar as condições de trabalho na empresa. doenças ocupacionais e perturbações funcionais. para todos os colaboradores. Para isso. Departamento de Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho 2 2 A Itaipu Binacional. foi elaborado diante das necessidades básicas e legais de levarmos os conhecimentos a todos os colaboradores da empresa. orgânica e mental e através de medidas práticas evitarmos a ocorrência de acidentes do trabalho. não conseguirão êxito. A empresa. realiza este treinamento sobre Segurança do Trabalho nos . se não houver o comprometimento e a colaboração irrestrita de todos os colaboradores engajados em um único objetivo . visando a garantia e execução de suas atividades com segurança. nosso princípio baseia-se em que “ a prevenção de acidentes é uma responsabilidade de cada um na ITAIPU BINACIONAL”. com o objetivo principal de proteger a integridade física. através de seus propostos em conjunto com o Departamento de Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho e a CIPA. tão seguras quanto possível.

ferramentas e equipamentos são operados por seres humanos. as quais deverão ser obrigatoriamente obedecidas. sob o ponto de vista de segurança e que as nossas instalações sejam as mais seguras possíveis. “a sua segurança e a segurança daqueles que o cercam depende de VOCÊ”. 1. No entanto. Porém. nada disso vai adiantar se não houver a participação constante de cada um de nós. Em última análise.Aspectos Gerais. segurança é uma responsabilidade que precisa ser assumida por todos. E A HISTÓRIA E SURGIMENTO DA SEGURANÇA DO 3 3 INTEGRAÇÃO DE SEGURANÇA TREINAMENTO EM PREVENÇÃO DE ACIDENTES DO TRABALHO . na qualidade de empregadora acredita que investir no homem é a melhor maneira de trazer benefícios para o trabalhador. a Empresa através do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho – SEESMT . um substancial investimento em tempo e dinheiro é dirigido no sentido de garantir que as ferramentas e equipamentos de nossa empresa sejam devidamente projetados. Cada ano. Assim. onde a saúde e integridade física é preservada. Para que isto seja possível. dentro de um compromisso de parceriaEmpresa . empresa e seus funcionários. vem desenvolver junto aos seus funcionários um programa de treinamento sobre Segurança do Trabalho que tem a finalidade de proporcionar um ambiente de trabalho sadio e seguro. recomendamos a leitura deste manual que preparamos com o objetivo de tornar o seu trabalho mais seguro. Todas as dúvidas deverão ser sanadas antes da realização de qualquer serviço. Informamos a seguir as recomendações que a Itaipu Binacional faz aos seus funcionários. ATIVIDADES LABORATIVAS DO HOMEM.Empregado. Afinal. para a própria organização e para a sociedade. A Empresa.

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. 22 p. 2. 7 p. 3. 28 p.53 p. 47 p.

12 p. 99 p. 4.6 p. 66 p. .

99 p. . 99 p.99 p. 99 p. 99 p. 5. 6.

27 p. . 6 p.6 p. 7. 16 p.

92 p.92 p. 11 p. 92 p. . 8. 9. 35 p.

21 p. . 12 p. 10.37 p. 1 p.

527 p. 527 p.87 p. . 12. 1 p. 11. 527 p.

60 p. .2 p. 6 p. 19 p. 13.

14. 4 p. 24 p. 6 p. . Mais coisas deste usuário AnteriorPróximo 1.5 p.

. 2. 99 p. 7 p. 13 p. 16 p.54 p.

. 4. 26 p. 1 p. 3.19 p. 18 p.

10 p. 97 p. 5. .3 p. 42 p. 85 p.

. 6. 7. 4 p. 31 p. 36 p.44 p.

23 p. 8. 7 p. 15 p. . 6 p. 8 p.

7 p. 9.5 p. Adicionar comentário Carregar um documento ano do sur Pesquisar Documentos  Siga-nos! .

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