AME - TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO - 12/02/12 1 01) Sabemos que os riscos, nas diversas áreas profissionais, são conhecidos como riscos

ocupacionais e sãoclassificados em grupos de acordo com sua natureza. As cores correspondem a cada um dos riscos ocupacionais.Assim, enumere a coluna da direita com base nos riscos listados na coluna da esquerda. 1riscos físicos ( ) cor azul 2riscos químicos ( ) cor vermelha 3riscos biológicos ( ) cor verde 4riscos ergonômicos ( ) cor marrom 5riscos de acidentes ( ) cor amarela- Assinale a alternativa que contém a sequência correta da coluna da direita, de cima para baixo. a) 5, 2, 1, 3, 4 b) 4, 3, 1, 5, 2 c) 1, 4, 3, 2, 5 d) 2, 3, 5, 1, 4 e) 3, 2, 4, 5, 1 02) Analisando o Anexo IV da NR-05:CIPA, são considerados riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos eriscos de acidentes, respectivamente: a) poeira, calor, bacilos, jornada de trabalho prolongada e animais peçonhentos. b) calor, gases, fungos, monotonia/repetitividade e esforço físico intenso. c) calor, gases, bacilos, jornada de trabalho prolongada e névoas. d) poeira, calor, fungos, arranjo físico deficiente e eletricidade. e) calor, gases, bacilos, jornada de trabalho prolongada e eletricidade. 03)

São várias as doenças originadas dos processos de trabalho conhecidas como doenças ocupacionais. A doençaocupacional decorrente da exposição do trabalhador ao chumbo, sem a proteção adequada aos fumos metálicos, échamada de a) saturnismo. b) absenteísmo. c) trombose. d) pneumonia. e) reumatismo. 04) A _____________________ é uma forma depneumoconiosecausada pela inalação de finas partículas desílica cristalina e caracterizada porinflamaçãoecicatrizaçãoem forma de lesões nodulares nos lóbulos superiores do pulmão.Portanto esta doença é compreendida como a) asbestose. b) silicose. c) berilose. d) cirrose. e) bursite. 05) É correto afirmar que NÃO é considerado objetivo da CIPA: a) observar e relatar condições de risco. b) solicitar medidas para redução dos acidentes. c) expedir advertência aos trabalhadores. d) eliminar e/ou neutralizar os riscos existentes. e) orientar os trabalhadores quanto à prevenção de acidentes. 06) Quanto aos métodos de extinção de fogo ou incêndio, analise os itens abaixo: Iabafamento II -

isolamento ou retirada do material III. - resfriamento- São considerados métodos de extinção de fogo os itens: a) I e II somente. b) II e III somente. c) III somente. d) I e III somente. e) I, II e III.

AME - TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO - 12/02/12 2 07) Em se tratando de extinção do fogo, relacione as classes de acordo com os conteúdos abaixo, numerado-os 1Classe A 2Classe B 3Classe C( ) Assim é identificado o fogo em materiais sólidos que deixam resíduos, como madeira, papel, tecido e borracha.( ) Classe de incêndio em equipamentos elétricos energizados. A extinção deve ser feita por agente extintor quenão conduza eletricidade.( ) Ocorre quando a queima acontece em líquidos inflamáveis, graxas e gases combustíveis.- A Sequência correta está na alternativa: a) 1, 3, 2 b) 3, 1, 2 c) 2, 3, 1 d) 2, 1, 3 e) 1, 2, 3 08) Analise as definições abaixo: ILimite de Tolerância é o nível de concentração máxima de um agente físico ou químico existente no ambientede trabalho sem causar danos à saúde dos trabalhadores.

e) Os itens I. d) Somente os itens II e III são verdadeiros. II e III. III Poeiras são partículas sólidas originadas de processos de ruptura mecânica de sólidos orgânicos. c) I e II somente. em cujos anexos podemosencontrar os riscos. b) Somente o item II é verdadeiro. Itermômetro de bulbo úmido natural IItermômetro de globo IIItermômetro de bulbo seco. 10) Assinale a alternativa em que a forma por extenso não corresponde à respectiva sigla a) PCMSO . d) II e III somente. a) Somente o item I é verdadeiro. analise o instrumental utilizado para a mediçãodas temperaturas. e) III somente.II Os limites de tolerância dos riscos quantitativos são estabelecidos pela NR 16. II e III são verdadeiros. 09) Em se tratando de avaliação do calor radiante pelo método IBUTG.Assinale a alternativa correta.Estão corretas as definições: a) I. b) I e III somente. c) Somente o item III é verdadeiro.

7 tbn + 0. e) CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes. calcule e responda: a) O IBUTG calculado é de 28.3 tgAmbientes externos com carga solar:IBUTG = 0. portanto esta atividade é insalubre. b) CAT – Comunicação de Acidente de Trabalho.– Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional. encontrando os seguintes resultados: AME . d) EPC – Equipamento de Proteção Coletiva.. 12) Um técnico de segurança do trabalho realizou medições de sobrecarga térmica em um determinado ambiente detrabalho sem carga solar. d) Atos inseguros e inexistência do Engenheiro de Segurança. b) Inexistência da CIPA e do PPRA. c) PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambulatoriais.2 tgonde:tbn = temperatura de bulbo úmido natural. b) .5ºC.5.tbs = temperatura de bulbo seco. e) Condições inseguras e inexistência da CIPA e PPRA.12/02/12 3 TemperaturaMédiaMetabolismo(Kcal/h)tbn 23220tg 33tbs 30OBS:Ambientes internos ou externos sem carga solar:IBUTG = 0.Sabendo que o limite de tolerância é 28.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO .tg = temperatura de globo.7 tbn + 0.1 tbs + 0. c) Atos inseguros e inexistência do Técnico de Segurança. 11) Quais são as principais causas dos acidentes de trabalho? a) Atos inseguros e condições inseguras.

O IBUTG calculado é de 28,5, portanto esta atividade não é insalubre. c) O IBUTG calculado é de 26,0, portanto esta atividade é insalubre. d) O IBUTG calculado é de 26,0, portanto esta atividade não é insalubre. e) O IBUTG não pode ser calculado por falta de dados. 13) É de obrigatoriedade de todos os empregadores elaborar ordens de serviço sobre segurança e saúde no trabalho,dando ciência aos empregados por comunicados, cartazes ou meios eletrônicos.Esse Assunto: a) é regulamentado pela NR 02. b) segue regulamentado pela NR 12. c) não é regulamentado pela NR 01. d) apresenta regulamentado pela NRR 01. e) é estabelecido pela NR 01. 14) É correto afirmar que: a) O presidente do sindicato dos TST deverá ser informado antes da instalação de qualquer serviço de segurança dotrabalho em indústrias com grau de risco II. b) Todo estabelecimento novo antes de iniciar suas atividades, deverá solicitar aprovação de suas instalações aoInstituto Nacional de Seguridade Social, conforme NR 2. c) O órgão regional do MTb, juntamente com o INSS, após realizar a inspeção prévia, emitirá o Certificado deAprovação de Instalações – CAI, conforme NR 2. d) Todo estabelecimento novo, antes de iniciar suas atividades, deverá solicitar aprovação de suas instalações aoórgão regional do MTb, conforme determina NR 2. e) A norma regulamentadora NR 2 estabelece critério para embargo ou interdição. 15) Segundo a Portaria nº 3.214, de 08 de junho de 1978, Norma Regulamentadora - NR – 4, o que significa SESMT? a) Serviço Especializado em Segurança e em Medicina do Trabalho.

b) Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Matéria do Trabalho. c) Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. d) Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Maritima do Trabalho. e) Serviço Especializado em Saúde do Trabalho. 16) Dos casos abaixo, assinale em qual deles somente é exigido um profissional técnico de segurança do trabalho noquadro de trabalhadores ligados à segurança do trabalho. a) Empresa com grau de risco 1, com um quadro de funcionários entre 501 e 1001. b) Empresa com grau de risco 2, com um quadro de funcionários entre 501 e 1001. c) Empresa com grau de risco 3, com um quadro de funcionários entre 101 e 250. d ) Empresa com grau de risco 4, com um quadro de funcionários entre 31 e 100. e) Todas as alternativas estão corretas. 17) Segundo a NR 05, a CIPA será composta por representantes

AME - TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO - 12/02/12 1 01) Sabemos que os riscos, nas diversas áreas profissionais, são conhecidos como riscos ocupacionais e sãoclassificados em grupos de acordo com sua natureza. As cores correspondem a cada um dos riscos ocupacionais.Assim, enumere a coluna da direita com base nos riscos listados na coluna da esquerda. 1riscos físicos ( ) cor azul 2riscos químicos ( ) cor vermelha 3riscos biológicos ( ) cor verde 4riscos ergonômicos ( ) cor marrom 5-

riscos de acidentes ( ) cor amarela- Assinale a alternativa que contém a sequência correta da coluna da direita, de cima para baixo. a) 5, 2, 1, 3, 4 b) 4, 3, 1, 5, 2 c) 1, 4, 3, 2, 5 d) 2, 3, 5, 1, 4 e) 3, 2, 4, 5, 1 02) Analisando o Anexo IV da NR-05:CIPA, são considerados riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos eriscos de acidentes, respectivamente: a) poeira, calor, bacilos, jornada de trabalho prolongada e animais peçonhentos. b) calor, gases, fungos, monotonia/repetitividade e esforço físico intenso. c) calor, gases, bacilos, jornada de trabalho prolongada e névoas. d) poeira, calor, fungos, arranjo físico deficiente e eletricidade. e) calor, gases, bacilos, jornada de trabalho prolongada e eletricidade. 03) São várias as doenças originadas dos processos de trabalho conhecidas como doenças ocupacionais. A doençaocupacional decorrente da exposição do trabalhador ao chumbo, sem a proteção adequada aos fumos metálicos, échamada de a) saturnismo. b) absenteísmo. c) trombose. d) pneumonia. e) reumatismo. 04) A _____________________ é uma forma depneumoconiosecausada pela inalação de finas partículas desílica cristalina e caracterizada porinflamaçãoecicatrizaçãoem forma de lesões nodulares nos lóbulos superiores do pulmão.Portanto esta doença é compreendida como a) asbestose. b)

e) I. d) eliminar e/ou neutralizar os riscos existentes. e) orientar os trabalhadores quanto à prevenção de acidentes. d) cirrose.São considerados métodos de extinção de fogo os itens: a) I e II somente. analise os itens abaixo: Iabafamento II isolamento ou retirada do material III. e) bursite. . b) II e III somente. c) III somente. 05) É correto afirmar que NÃO é considerado objetivo da CIPA: a) observar e relatar condições de risco.resfriamento. d) I e III somente.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . 06) Quanto aos métodos de extinção de fogo ou incêndio. AME . b) solicitar medidas para redução dos acidentes.12/02/12 2 07) . II e III.silicose. c) expedir advertência aos trabalhadores. c) berilose.

1. d) II e III somente. 09) . 2 c) 2.Estão corretas as definições: a) I.( ) Classe de incêndio em equipamentos elétricos energizados. II e III. 3. numerado-os 1Classe A 2Classe B 3Classe C( ) Assim é identificado o fogo em materiais sólidos que deixam resíduos. papel. 2. 3 e) 1. 2 b) 3. e) III somente. b) I e III somente. 3 08) Analise as definições abaixo: ILimite de Tolerância é o nível de concentração máxima de um agente físico ou químico existente no ambientede trabalho sem causar danos à saúde dos trabalhadores. graxas e gases combustíveis. III Poeiras são partículas sólidas originadas de processos de ruptura mecânica de sólidos orgânicos. 3. tecido e borracha.( ) Ocorre quando a queima acontece em líquidos inflamáveis.Em se tratando de extinção do fogo.. 1 d) 2.A Sequência correta está na alternativa: a) 1. c) I e II somente. 1. A extinção deve ser feita por agente extintor quenão conduza eletricidade. em cujos anexos podemosencontrar os riscos. II Os limites de tolerância dos riscos quantitativos são estabelecidos pela NR 16. relacione as classes de acordo com os conteúdos abaixo. como madeira.

. a) Somente o item I é verdadeiro. analise o instrumental utilizado para a mediçãodas temperaturas. e) CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.Assinale a alternativa correta. 10) Assinale a alternativa em que a forma por extenso não corresponde à respectiva sigla a) PCMSO – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional. c) Somente o item III é verdadeiro. d) EPC – Equipamento de Proteção Coletiva. Itermômetro de bulbo úmido natural IItermômetro de globo IIItermômetro de bulbo seco. b) Somente o item II é verdadeiro. II e III são verdadeiros. c) PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambulatoriais. b) CAT – Comunicação de Acidente de Trabalho. e) Os itens I.Em se tratando de avaliação do calor radiante pelo método IBUTG. d) Somente os itens II e III são verdadeiros.

tbs = temperatura de bulbo seco.12/02/12 3 TemperaturaMédiaMetabolismo(Kcal/h)tbn 23220tg 33tbs 30OBS:Ambientes internos ou externos sem carga solar:IBUTG = 0. portanto esta atividade não é insalubre.0. 12) Um técnico de segurança do trabalho realizou medições de sobrecarga térmica em um determinado ambiente detrabalho sem carga solar.7 tbn + 0.7 tbn + 0.Esse Assunto: a) é regulamentado pela NR 02. c) não é regulamentado pela NR 01.tg = temperatura de globo. cartazes ou meios eletrônicos. b) O IBUTG calculado é de 28.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO .dando ciência aos empregados por comunicados. e) O IBUTG não pode ser calculado por falta de dados. 13) É de obrigatoriedade de todos os empregadores elaborar ordens de serviço sobre segurança e saúde no trabalho.11) Quais são as principais causas dos acidentes de trabalho? a) Atos inseguros e condições inseguras. d) Atos inseguros e inexistência do Engenheiro de Segurança. c) Atos inseguros e inexistência do Técnico de Segurança. portanto esta atividade é insalubre. portanto esta atividade é insalubre. d) O IBUTG calculado é de 26.5. portanto esta atividade não é insalubre. c) O IBUTG calculado é de 26. b) segue regulamentado pela NR 12..2 tgonde:tbn = temperatura de bulbo úmido natural.1 tbs + 0. d) . e) Condições inseguras e inexistência da CIPA e PPRA. b) Inexistência da CIPA e do PPRA.5.5ºC.3 tgAmbientes externos com carga solar:IBUTG = 0.0. encontrando os seguintes resultados: AME .Sabendo que o limite de tolerância é 28. calcule e responda: a) O IBUTG calculado é de 28.

e) é estabelecido pela NR 01.NR – 4. o que significa SESMT? a) Serviço Especializado em Segurança e em Medicina do Trabalho. assinale em qual deles somente é exigido um profissional técnico de segurança do trabalho noquadro de trabalhadores ligados à segurança do trabalho. deverá solicitar aprovação de suas instalações aoInstituto Nacional de Seguridade Social. 15) Segundo a Portaria nº 3. e) A norma regulamentadora NR 2 estabelece critério para embargo ou interdição. e) Serviço Especializado em Saúde do Trabalho. b) Todo estabelecimento novo antes de iniciar suas atividades. emitirá o Certificado deAprovação de Instalações – CAI. b) . após realizar a inspeção prévia. deverá solicitar aprovação de suas instalações aoórgão regional do MTb. conforme NR 2. com um quadro de funcionários entre 501 e 1001. b) Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Matéria do Trabalho. d) Todo estabelecimento novo. c) Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. d) Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Maritima do Trabalho. 14) É correto afirmar que: a) O presidente do sindicato dos TST deverá ser informado antes da instalação de qualquer serviço de segurança dotrabalho em indústrias com grau de risco II. c) O órgão regional do MTb. a) Empresa com grau de risco 1. Norma Regulamentadora . antes de iniciar suas atividades. conforme determina NR 2. 16) Dos casos abaixo. conforme NR 2.apresenta regulamentado pela NRR 01.214. juntamente com o INSS. de 08 de junho de 1978.

com um quadro de funcionários entre 31 e 100. b) . c) Empresa com grau de risco 3. 18) Segundo a NR 6 que regulamenta o uso de equipamentos de proteção individual.Assinale a alternativa correta. d ) Empresa com grau de risco 4. e) Todas as alternativas estão corretas. com um quadro de funcionários entre 501 e 1001. II Responsabilizar-se pela higiene e manutenção periódica. b) dos empregados.Empresa com grau de risco 2. e) todas as alternativas estão erradas..TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . a) Somente o item III está correto. com um quadro de funcionários entre 101 e 250. quando danificado ou extraviado.12/02/12 4 a) do empregador. empregados e empregador. a CIPA será composta por representantes AME . 17) Segundo a NR 05. IIIResponsabilizar-se pela guarda e conservação IVSubstituir imediatamente. c) do empregador e dos empregados. d) do sindicato. cabe ao empregadorquanto ao EPI: IAdquirir o adequado ao risco de cada atividade.

c) NR 17.NR. Vcumprir e fazer cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho. IVcolaborar com a empresa na aplicação das Normas Regulamentadoras . IIIsubmeter-se aos exames médicos previstos nas Normas Regulamentadoras .NR. III. d) NR 9. IIusar o EPI fornecido pelo empregador. c) Todos os itens estão corretos.Estão corretas a) Somente o item IV b) Somente os itens I.. 19) O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais é estabelecido pela Norma Regulamentadora nº a) NR 28. b) NR 24.Somente os itens I e II estão corretos. III. 20) De acordo com a NR 01. IV e V d) Somente os II. é correto afirmar que cabe ao empregado: Icumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e saúde do trabalho. inclusive as ordens deserviço expedidas pelo empregador. II e IV estão corretos. d) Nenhum dos itens está correto. e) NR18. II. e) Somente os itens I. III e IV c) Somente os itens I. IV e V e) .

Somente o item V 21) Sobre a NR 7 é possível afirmar: IFicam obrigadas de indicar médico coordenador às empresas de grau de risco 1 e 2. enquadradas no grau de risco3 ou 4. qual foi a ultima alteração? a) . IV – O empregado deve garantir a elaboração e efetiva implementação do PCMSO. 22) Em se tratando de NR 26. assistida por profissional do órgão regional competente em segurança e saúdeno trabalho. bem como zelar pela suaeficácia. AME . com até10(dez) empregados.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . poderão estar desobrigadas de indicar médico coordenador emdecorrência de negociação coletiva. II As empresas com mais de 25 (vinte e cinco) empregados e até 50 (cinqüenta) empregados. III As empresas com mais de 10 (dez) empregados e com até 20 (vinte) empregados. enquadradas no graude risco 1 ou 2. segundo o Quadro 1 da NR 4. b) Somente afirmativas II e III são verdadeiras.12/02/12 5 e) Somente afirmativas III e IV são verdadeiras. d) Somente as afirmativas I. segundo o Quadro 1 da NR 4. segundo o Quadro 1 da NR 4. segundo o Quadro 1 da NR4. poderão estar desobrigadas de indicar médico do trabalho coordenador emdecorrência de negociação coletiva.Assinale a alternativa correta: a) Somente as afirmativas I e IV são verdadeiras. norma regulamentadora voltada à sinalização de segurança. c) Somente a afirmativa IV é verdadeira. II e IV são verdadeiras. com até 25 (vinte e cinto) empregados e aquelas de grau de risco 3 e 4..

de 24 de maio de 2010. IV e V . nunca mais foi alterada.º 229. através de trabalho intermitente de levantar. 23) A taxa de metabolismo de um trabalho pesado. de 24 de maio de 2011. b) Redação dada pela Portaria SIT n. de 24 de maio de 2011.Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho II CANPAT .º 119.º 229. e) Desde sua criação.Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho III PAT . II e III c) somente nos itens I. de 24 de maio de 2010. é: a) 440 Kcal b) 540 Kcal c) 640 Kcal d) 740 Kcal e) 300 Kcal 24) De acordo com a norma regulamentadora nº 1.Programa de Assistência ao Trabalhador .Programa de Alimentação do Trabalhador IV SSST . c) Redação dada pela Portaria SIT n. III.º 339.Redação dada pela Portaria SIT n. d) Redação dada pela Portaria SIT n.Há correspondência correta entre sigla e significado a) somente no item IV b) somente nos itens I.Serviço de Segurança e Saúde no Trabalho VPAT . observe as siglas abaixo: ISSST . empurrarou arrastar pesos.

NR 07. o que significa GHS?a) Grupo de sinalização de cores homogêneas. será considerado operador de caldeira aquele que satisfizer pelo menos uma dasseguintes condições: Ipossuir certificado de "Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras" e comprovação de estágio prático. NRR 04. IIpossuir certificado de "Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras" previsto na NR ____ aprovadapelaPortaria 02. NR 11.. de 08/05/84. até 08 de maio de 1984. d) Sistema que gerencia direitos humanos. NR17. c) NR 13. em qual NR. III possuir comprovação de pelo menos 3 (três) anos de experiência nessa atividade. b) Grupos de higienistas e de segurança do trabalho.d) somente nos itens II. b) NR 08. NR 07. e) Sistema Globalmente Harmonizado de Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos. c) Grupo homogêneo de exposição.O e. d) Atestado Selecionado para Oftalmologista. III. b) Atestado de Saúde Ocupacional. e) Atestado de Saúde Ocupacional. c) Atestado de Saúde Ocupacional. IV V e) somente no item V 25) De acordo com a NR 26. . 26) O que significa A.Estamos falando da a) NR 03.S. podemos encontrá-lo? a) Atestado Saudável Operacional. 27) Para efeito desta NR________ .

d) 45 trabalhadores. _______________________________e consequente_________________________da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente detrabalho. c) 100 trabalhadores. 30) A Norma Regulamentadora . e) 15 trabalhadores. c) 10 trabalhadores.12/02/12 6 28) Em todos os locais de trabalho.As lacunas do texto devem ser preenchidas correta e respectivamente por: . ou nos trabalhos com exposição a substâncias tóxicas. e na proporção de 01(um) bebedouro para cada a) 50 trabalhadores. alergizantes. d) 80 trabalhadores.d) NR14.___________________________. AME . por parte de todosos empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados. do .infectantes. poeiras ou substâncias que provoquem sujidade.. Onde houver rede de abastecimento de água.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . proibida sua instalação em pias ou lavatórios. irritantes. no conjunto em instalaçõessanitárias. b) 25 trabalhadores. visando à preservação dasaúde e da integridade dos trabalhadores.PPRA. deverá ser fornecido água potável aos trabalhadores. em condições higiênicas.sendo proibido o uso de recipientes coletivos. um lavatório para cada a) 30 trabalhadores. será exigido.NR 09 estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação. tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais. 29) Nas atividades ou operações insalubres. b) 25 trabalhadores. e) 20 trabalhadores. através__________________________. deverão existirbebedouros de jato inclinado e guarda protetora. e) NR 19.

4. que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis doTrabalho . b) 10% (dez por cento) sobre o salário mínimo da região. Seu tempo de exposição ao risco é 100% da sua jornada e ainda a empresa não fornece nenhum tipo de equipamento de proteção individual para a eliminação ouneutralização do agente. da avaliação. 2. c) da antecipação. pratos e talheres. d) 30% (trinta por cento) sobre o salário total do trabalhador. 5 e) 2. reconhecimento. controle. do controle. 4. 1.CLT. qual é odevido adicional de insalubridade a esse trabalhador? a) 40% (quarenta por cento) sobre o total do trabalhador. são de observância obrigatóriapelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta. 1. 5. 4. 1. controle. o controle. 4. bem como pelosórgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário. 2. da avaliação.1) NR 9 ( ) Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional2) NR 28 ( ) Fiscalizações e Penalidades3) NR 17 ( ) Proteção contra incêndio4) NR 23 ( ) Programa de Prevenção de Riscos Ambientais5) NR 7 ( ) ErgonomiaAssinale a alternativa que contêm a sequência correta da coluna da direita. 2. um trabalhador desenvolve suas atividade na cozinha industrial. sendo que a suaatividade principal e única é de lavar panelas. 3 d) 3. do reconhecimento. 4. Assim. d) do reconhecimento. relativas à Segurança e Medicina do Trabalho. 3 32) Em uma determinada empresa. da avaliação. e) da avaliação. b) da antecipação. da antecipação. . 2.NRs. 31) As Normas Regulamentadoras . 1. Com base na NR 15. do reconhecimento. antecipação. 3 b) 5. 3 c) 5. controle. numere a coluna da direita de acordo com as respectivas Normas Regulamentadoraslistadas na coluna da esquerda. 1. c) 20% (vinte por cento) sobre o salário mínimo da região. assim podemos considerar a atividade como insalubre.a) do reconhecimento. da avaliação. de cima para baixo. a) 5. da antecipação.

d) Nenhum dos itens está correto. 18) Segundo a NR 6 que regulamenta o uso de equipamentos de proteção individual. a) Somente o item III está correto. b) NR 24. e) Somente os itens I. II e IV estão corretos. empregados e empregador. 19) O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais é estabelecido pela Norma Regulamentadora nº a) NR 28. II Responsabilizar-se pela higiene e manutenção periódica. d) NR 9.Assinale a alternativa correta. b) Somente os itens I e II estão corretos. quando danificado ou extraviado.. d) do sindicato.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . c) do empregador e dos empregados. e) . cabe ao empregadorquanto ao EPI: IAdquirir o adequado ao risco de cada atividade. IIIResponsabilizar-se pela guarda e conservação IVSubstituir imediatamente.AME . c) Todos os itens estão corretos. e) todas as alternativas estão erradas. c) NR 17.12/02/12 4 a) do empregador. b) dos empregados.

Vcumprir e fazer cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho. 20) De acordo com a NR 01.NR. poderão estar desobrigadas de indicar médico coordenador emdecorrência de negociação coletiva.NR. IIusar o EPI fornecido pelo empregador. enquadradas no grau de risco3 ou 4. poderão estar desobrigadas de indicar médico do trabalho coordenador emdecorrência de negociação coletiva. inclusive as ordens deserviço expedidas pelo empregador. IV e V e) Somente o item V 21) Sobre a NR 7 é possível afirmar: IFicam obrigadas de indicar médico coordenador às empresas de grau de risco 1 e 2. com até 25 (vinte e cinto) empregados e aquelas de grau de risco 3 e 4. III As empresas com mais de 10 (dez) empregados e com até 20 (vinte) empregados. assistida por profissional do órgão regional competente em segurança e saúdeno trabalho.NR18. IVcolaborar com a empresa na aplicação das Normas Regulamentadoras . segundo o Quadro 1 da NR4. III.. IIIsubmeter-se aos exames médicos previstos nas Normas Regulamentadoras . III e IV c) Somente os itens I. com até10(dez) empregados. enquadradas no graude risco 1 ou 2. IV e V d) Somente os II. IV . II. II As empresas com mais de 25 (vinte e cinco) empregados e até 50 (cinqüenta) empregados.Estão corretas a) Somente o item IV b) Somente os itens I. segundo o Quadro 1 da NR 4. segundo o Quadro 1 da NR 4. segundo o Quadro 1 da NR 4. III. é correto afirmar que cabe ao empregado: Icumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e saúde do trabalho.

II e IV são verdadeiras. qual foi a ultima alteração? a) Redação dada pela Portaria SIT n. de 24 de maio de 2010. norma regulamentadora voltada à sinalização de segurança.. b) Somente afirmativas II e III são verdadeiras. de 24 de maio de 2011. c) Redação dada pela Portaria SIT n.º 119. de 24 de maio de 2010.º 339.º 229.– O empregado deve garantir a elaboração e efetiva implementação do PCMSO. de 24 de maio de 2011. 23) A taxa de metabolismo de um trabalho pesado. e) Desde sua criação. 22) Em se tratando de NR 26. b) Redação dada pela Portaria SIT n.º 229. empurrarou arrastar pesos.12/02/12 5 e) Somente afirmativas III e IV são verdadeiras. é: a) 440 Kcal . bem como zelar pela suaeficácia. nunca mais foi alterada.Assinale a alternativa correta: a) Somente as afirmativas I e IV são verdadeiras.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . AME . c) Somente a afirmativa IV é verdadeira. através de trabalho intermitente de levantar. d) Somente as afirmativas I. d) Redação dada pela Portaria SIT n.

Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho II CANPAT . III.Programa de Assistência ao Trabalhador .S. II e III c) somente nos itens I.b) 540 Kcal c) 640 Kcal d) 740 Kcal e) 300 Kcal 24) De acordo com a norma regulamentadora nº 1. b) Grupos de higienistas e de segurança do trabalho. c) Grupo homogêneo de exposição. d) Sistema que gerencia direitos humanos. IV e V d) somente nos itens II. III.Há correspondência correta entre sigla e significado a) somente no item IV b) somente nos itens I. e) Sistema Globalmente Harmonizado de Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos. observe as siglas abaixo: ISSST . em qual NR.O e.Serviço de Segurança e Saúde no Trabalho VPAT .Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho III PAT . o que significa GHS?a) Grupo de sinalização de cores homogêneas. podemos encontrá-lo? . 26) O que significa A.Programa de Alimentação do Trabalhador IV SSST . IV V e) somente no item V 25) De acordo com a NR 26.

c) Atestado de Saúde Ocupacional. c) NR 13. e) NR 19. d) NR14. b) Atestado de Saúde Ocupacional. deverão existirbebedouros de jato inclinado e guarda protetora.12/02/12 6 28) Em todos os locais de trabalho.. em condições higiênicas. até 08 de maio de 1984. c) . NR17. Onde houver rede de abastecimento de água. NRR 04. proibida sua instalação em pias ou lavatórios. NR 07. b) 25 trabalhadores. b) NR 08.Estamos falando da a) NR 03.a) Atestado Saudável Operacional.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . NR 11.sendo proibido o uso de recipientes coletivos. e na proporção de 01(um) bebedouro para cada a) 50 trabalhadores. 27) Para efeito desta NR________ . AME . NR 07. será considerado operador de caldeira aquele que satisfizer pelo menos uma dasseguintes condições: Ipossuir certificado de "Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras" e comprovação de estágio prático. e) Atestado de Saúde Ocupacional. deverá ser fornecido água potável aos trabalhadores. de 08/05/84. III possuir comprovação de pelo menos 3 (três) anos de experiência nessa atividade. IIpossuir certificado de "Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras" previsto na NR ____ aprovadapelaPortaria 02. d) Atestado Selecionado para Oftalmologista.

do reconhecimento. 31) As Normas Regulamentadoras . o controle. e) 20 trabalhadores.___________________________. do reconhecimento. c) 10 trabalhadores. _______________________________e consequente_________________________da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente detrabalho.CLT. controle.1) NR 9 ( ) Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional2) NR 28 ( ) Fiscalizações e Penalidades3) NR 17 ( ) Proteção contra incêndio4) NR 23 ( ) Programa de . através__________________________. alergizantes. controle. bem como pelosórgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário. b) da antecipação. da avaliação. poeiras ou substâncias que provoquem sujidade. no conjunto em instalaçõessanitárias. um lavatório para cada a) 30 trabalhadores. controle. d) 80 trabalhadores. c) da antecipação. da avaliação.infectantes. 30) A Norma Regulamentadora . ou nos trabalhos com exposição a substâncias tóxicas. e) 15 trabalhadores. d) do reconhecimento.100 trabalhadores. do controle.PPRA.As lacunas do texto devem ser preenchidas correta e respectivamente por: a) do reconhecimento. reconhecimento.NR 09 estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação. da avaliação. da antecipação. irritantes. da antecipação.. d) 45 trabalhadores. b) 25 trabalhadores. antecipação.NRs. que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis doTrabalho . tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais. visando à preservação dasaúde e da integridade dos trabalhadores. e) da avaliação. por parte de todosos empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados. será exigido. da avaliação. numere a coluna da direita de acordo com as respectivas Normas Regulamentadoraslistadas na coluna da esquerda. Assim. são de observância obrigatóriapelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta. 29) Nas atividades ou operações insalubres. do . relativas à Segurança e Medicina do Trabalho.

TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . AME . 2. b) 10% (dez por cento) sobre o salário mínimo da região. 1. um trabalhador desenvolve suas atividade na cozinha industrial. 4. 2. 4. 5. 4. 3 c) 5. 2. 1.1. 1. c) 20% (vinte por cento) sobre o salário mínimo da região. sendo que a suaatividade principal e única é de lavar panelas. relacione a coluna dadireita com os itens da coluna da esquerda .NRs. Cabe ao empregador( ) cumprir e fazer cumprir as disposições legais e regulamentaressobre segurança e medicina do trabalho.12/02/12 7 e) 20% (vinte por cento) sobre o salário total do trabalhador.Prevenção de Riscos Ambientais5) NR 7 ( ) ErgonomiaAssinale a alternativa que contêm a sequência correta da coluna da direita. de cima para baixo. () . 3 b) 5. 2. quanto às Disposições Gerais. 3 32) Em uma determinada empresa. 4. 4. 3 d) 3. Cabe ao empregado( ) submeter-se aos exames médicos previstos nas NormasRegulamentadoras . qual é odevido adicional de insalubridade a esse trabalhador? a) 40% (quarenta por cento) sobre o total do trabalhador. Com base na NR 15. 1. 1. assim podemos considerar a atividade como insalubre. 2. inclusive as ordens de serviço expedidas peloempregador. pratos e talheres. 5 e) 2. () cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurançae saúde do trabalho. 33) Considerando o estabelecido na Norma Regulamentadora n° 1. a) 5. d) 30% (trinta por cento) sobre o salário total do trabalhador. Seu tempo de exposição ao risco é 100% da sua jornada e ainda a empresa não fornece nenhum tipo de equipamento de proteção individual para a eliminação ouneutralização do agente.

1. 2. 1.a) . e) 20% (vinte por cento) sobre o salário total do trabalhador.. 2. 1. 1. 1. 2. 2. sendo a primeiraatividade em grau mínimo e a segunda atividade em grau máximo. c) 50% (cinquenta por cento) sobre o salário mínimo da região. d) 1. e) 2. conforme NR 15. de cima para baixo: a) 2. 1. 2. qual é o devido adicional deinsalubridade a esse colaborador? a) 40% (quarenta por cento) sobre o salário mínimo da região. 35) Com relação aos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. sendo que duas delas se enquadram como insalubres. 2. 1. d) 60% (sessenta por cento) sobre o salário mínimo da região. 1. b) 1. assinale aalternativa incorreta. 2. () elaborar ordens de serviço sobre segurança e saúde no trabalho. c) 1. cartazes ou meioseletrônicos. 1. b) 10% (dez por cento) sobre o salário mínimo da região. 2. 1. 1.Assinale a sequência correta da coluna da direita. Nesse caso.determinar procedimentos que devem ser adotados em caso deacidente ou doença relacionada ao trabalho. 2. 34) Um técnico de segurança de trabalho está com o seguinte problema: na empresa existe um colaborador que exercediversas atividades.dando ciência aos empregados por comunicados.

36) Durante uma avaliação quantitativa de calor para atividade de um operador de caldeira. deacordo com o estabelecido no Quadro II. durante o horário de sua atuação nos Serviços Especializados em Engenharia deSegurança e em Medicina do Trabalho. Técnico de Segurança doTrabalho e Auxiliar de Enfermagem do Trabalho. b) O técnico de segurança do trabalho e o auxiliar de enfermagem do trabalho deverão dedicar 8 (oito) horas pordia para as atividades dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho.. Enfermeiro do Trabalho. Tg ( Temperatura de globo ) = 30.0 °C. Engenheiro de Segurança do Trabalho. de que trata esta NR 4. e) Os serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. a) IBUTG = 53.deverão ser registrados no órgão regional da DRT. foram levantados osseguintes dados: Tbn ( Temperatura de bulbo úmido e natural ) = 23.0 .0 °C. d) Ao profissional especializado em Segurança e em Medicina do Trabalho é vedado o exercício de outrasatividades na empresa. Calcule o IBUTG da atividade e assinale aalternativa correta.Podemos considerar o ambiente como interno e sem carga solar.1 °C. Tbs ( Temperatura de bulbo seco ) = 31.Técnico de segurança do trabalho: técnico portador de comprovação de registro profissional expedido peloMinistério do Trabalho. c) Os Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho deverão ser integrados porMédico do Trabalho.

1.1 d) IBUTG = 7. Vice-Presidente () Substituir o Presidente nos seus impedimentos eventuais ou nosseus afastamentos temporários. 2. . quando houver.Assinale a sequência correta da coluna da direita.b) IBUTG = 26. e redigir as atas apresentando-as para aprovação e assinatura dos membros presentes.0 e) IBUTG = 25. 1. c) . 3.1. 3. 2. as decisões da comissão.1 37) Considerando as atribuições estabelecidas na Norma Regulamentadora n° 5. () Coordenar e supervisionar as atividades de secretaria. encaminhando ao empregador eao SESMT.12/02/12 8 c) IBUTG = 54.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . de cima para baixo: a) 3. Presidente () Acompanhar as reuniões da CIPA. b) 2. 2. 2.7 AME . quanto à CIPA. 3. Secretário () Coordenar as reuniões da CIPA. relacione a coluna dadireita com os itens da coluna da esquerda. 1. () Preparar as correspondências.

2. 1. d) 1. 3. você deverá definir. para todos os agentes existe um nível de ação. Para essaatividade. ovalor acima do qual devem ser iniciadas ações preventivas. 3. e) 3. d) Somente os motoristas e os ajudantes. 1. Como Técnicode Segurança dessa empresa. conforme a NR 16. 2. os ajudantes e os setoresadministrativos. e) . quais as funções que devem receber oadicional de 30%? a) Somente os motoristas. 3. A empresa. ou seja. Podemos considerar que o nível de ação para ruído é: a) 80 dB(A) b) 85 dB(A) c) 90 dB(C) d) 65 dB(C) e) 70 dB(C) 39) Uma empresa nacional e reconhecida mundialmente é responsável pela distribuição de líquidos inflamáveis egasosos liquefeitos em grande parte do território nacional. c) Somente o setor administrativo. b) Somente os ajudantes. 2. 38) Para elaboração do PPRA conforme estabelecido na NR 9. não paga o adicional de periculosidade para seus colaboradores. O transporte é realizado em caminhão tanque. 3. a empresa conta com diversos colaboradores como: os motoristas. 3. porém.3. 1. 1.

sendo sua abrangência eprofundidade dependentes das características dos riscos e das necessidades de controle. III . sejam capazes dedesenvolver o disposto nesta NR. com a participação do sindicato patronal da categoria. implementação. devendo estar articulado com o disposto nas demais NR. II .As ações do PPRA devem ser desenvolvidas no âmbito de cada estabelecimento da empresa. b) SESMT – Serviço Especializado em Saúde e Medicina do Trabalho.O PPRA é parte integrante do conjunto mais amplo das iniciativas da empresa no campo da preservação dasaúde e da integridade dos trabalhadores. acompanhamento e avaliação do PPRA poderão ser feitas pelo SESMT ou porTécnico de Segurança do Trabalho devidamente registrado no MTB. e) SIPATMIN – Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho na Mineração. 40) Assinale a alternativa em que a correspondência entre sigla e forma por extensa está incorreta: a) SEPATR – Serviço Especializado em Prevenção de Acidentes de Trabalho Rural. a critério do empregador. 41) Sobre a NR 9. . c) SIPATP – Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho Portuária. sob aresponsabilidade do empregador. é possível afirmar: I . d) SESSTP – Serviço Especializado em Segurança e Saúde do Trabalhador Portuário. em especial como PCMSO previsto na NR-7.A elaboração.Somente os motoristas e o setor administrativo.

1. II e III são verdadeiras. Para a atividade de extração de pedras.. c) Somente a afirmativa IV é verdadeira. b) insalubridade de 30% (trinta por cento) sobre o salário mínimo da região. . Ao colaborador responsável pela detonação dos explosivos. em função de sua natureza. sem os acréscimos de gratificação. b) Somente afirmativas I. quanto aos Equipamentos de Proteção Individual. d) insalubridade de 40% (quarenta por cento) sobre o salário mínimo da região. III e IV são verdadeiras. mesmo que mantenha umadistância segura e utilizando todos os EPIs necessários para sua segurança. 43) Considerando o estabelecido na Norma Regulamentadora n° 6. concentração ou intensidade e tempo de exposição. químicos e biológicos existentes nosambientes de trabalho que. e) não lhe é devido nenhum adicional.12/02/12 9 IV .AME . sãocapazes de causar danos à saúde do trabalhador. d) Somente as afirmativas I. 42) Em uma pedreira. e) Somente afirmativas III e IV são verdadeiras. consideram-se riscos ambientais os agentes físicos. mais os acréscimos de gratificação e prêmiosou participação de lucros. sãoutilizados explosivos. Cabe ao empregador( ) Orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado.relacione a coluna da direita com os itens da coluna da esquerda. a atividade principal é a extração de pedras e britas. prêmios ouparticipação de lucros.Assinale a alternativa correta: a) Somente as afirmativas I. II e IV são verdadeiras.Para efeito desta NR. c) periculosidade de 30% (trinta por cento) incidente sobre o salário.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . guarda econservação. lhe é assegurado um adicional de a) periculosidade de 30% (trinta por cento) incidente sobre o salário.

44) Baseando-se na NR 26 – Sinalização de Segurança. () Responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica. asfalto. IV . 1. 1. Cabe ao empregado( ) Comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne imprópriopara uso. . Considere as afirmativas: I – Cor Vermelha . 2. alcatrão. 3. 3. 2. d) 3. 3. III – Cor Preta . b) 1.Assinale a sequência correta da coluna da direita. II e II são verdadeiras. óleo combustível. 1. () Responsabilizar-se pela guarda e conservação. 3. 1. 2. b) . e) 2. piche. 1.será empregada para indicar as canalizações de inflamáveis e combustíveis de alta viscosidade (ex:óleo lubrificante. 3. Cabe ao Fabricante( ) Cadastrar-se junto ao órgão nacional competente em matéria desegurança e saúde no trabalho.. 2. 2. 3. 1. de cima para baixo: a) 2. 2. 2. 1.deverá ser usada para distinguir e indicar equipamentos e caracteriza “perigo”. c) 1. II – Cor Amarela – Em canalizações deve-se utilizar o amarelo para identificar gases não liquefeitos.2. etc. 1.Assinale a alternativa correta: a) Somente as afirmativas I.).Cor Verde é a cor que caracteriza “segurança”.

. 2. Cabe ao empregador( ) cumprir e fazer cumprir as disposições legais e regulamentaressobre segurança e medicina do trabalho. onde haviam armazenadas aproximadamente 2 (duas) toneladas de papelão.Somente as afirmativas II e IV são verdadeiras. () elaborar ordens de serviço sobre segurança e saúde no trabalho. cartazes ou meioseletrônicos. () cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurançae saúde do trabalho.NRs. d) Somente as afirmativas II.12/02/12 7 e) 20% (vinte por cento) sobre o salário total do trabalhador. Nesse caso qual a classe do fogo identificado peloscolaboradores? a) Classe B AME . relacione a coluna dadireita com os itens da coluna da esquerda . houve um curto circuito no quadro de distribuição elétrica.1. 45) Em um dia normal de trabalho em uma empresa de reciclagem de papelão. foi identificado um princípio de incêndiono depósito. de cima para baixo: a) . c) Somente a afirmativa I é verdadeira. Devido à precariedade dainstalação elétrica da empresa. quanto às Disposições Gerais. inclusive as ordens de serviço expedidas peloempregador. () determinar procedimentos que devem ser adotados em caso deacidente ou doença relacionada ao trabalho.Assinale a sequência correta da coluna da direita. 33) Considerando o estabelecido na Norma Regulamentadora n° 1. e) Somente as afirmativas III e IV são verdadeiras.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO .dando ciência aos empregados por comunicados. III e IV são verdadeiras. Imediatamente oscolaboradores da empresa identificaram que o princípio de incêndio era apenas no quadro de distribuição quefornecia energia elétrica a todos os maquinários da empresa. Cabe ao empregado( ) submeter-se aos exames médicos previstos nas NormasRegulamentadoras .

2. 2. . Nesse caso. 1. sendo a primeiraatividade em grau mínimo e a segunda atividade em grau máximo. c) 1. d) 60% (sessenta por cento) sobre o salário mínimo da região.2.a) Técnico de segurança do trabalho: técnico portador de comprovação de registro profissional expedido peloMinistério do Trabalho. 2. 2. 1. 2. b) 10% (dez por cento) sobre o salário mínimo da região. 35) Com relação aos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. 2. 1. c) 50% (cinquenta por cento) sobre o salário mínimo da região. 1. deacordo com o estabelecido no Quadro II. 2. 1. 2. b) O técnico de segurança do trabalho e o auxiliar de enfermagem do trabalho deverão dedicar 8 (oito) horas pordia para as atividades dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. e) 20% (vinte por cento) sobre o salário total do trabalhador. 1. e) 2. sendo que duas delas se enquadram como insalubres. d) 1. assinale aalternativa incorreta. 1. 1. 1. 1. qual é o devido adicional deinsalubridade a esse colaborador? a) 40% (quarenta por cento) sobre o salário mínimo da região. b) 1. 34) Um técnico de segurança de trabalho está com o seguinte problema: na empresa existe um colaborador que exercediversas atividades. conforme NR 15. 1. 2.

c) Os Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho deverão ser integrados porMédico do Trabalho. de que trata esta NR 4. durante o horário de sua atuação nos Serviços Especializados em Engenharia deSegurança e em Medicina do Trabalho. Engenheiro de Segurança do Trabalho.0 °C. 36) Durante uma avaliação quantitativa de calor para atividade de um operador de caldeira.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . Tg ( Temperatura de globo ) = 30.1 °C. Tbs ( Temperatura de bulbo seco ) = 31. Enfermeiro do Trabalho.0 b) IBUTG = 26.. e) Os serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. a) IBUTG = 53. foram levantados osseguintes dados: Tbn ( Temperatura de bulbo úmido e natural ) = 23.0 °C. Técnico de Segurança doTrabalho e Auxiliar de Enfermagem do Trabalho. d) Ao profissional especializado em Segurança e em Medicina do Trabalho é vedado o exercício de outrasatividades na empresa.12/02/12 .deverão ser registrados no órgão regional da DRT. Calcule o IBUTG da atividade e assinale aalternativa correta.Podemos considerar o ambiente como interno e sem carga solar.7 AME .

de cima para baixo: a) 3. 3. . 1. 2. 2.1 37) Considerando as atribuições estabelecidas na Norma Regulamentadora n° 5. 1. 2. quando houver.1. e redigir as atas apresentando-as para aprovação e assinatura dos membros presentes. () Coordenar e supervisionar as atividades de secretaria. 3. 1. relacione a coluna dadireita com os itens da coluna da esquerda.8 c) IBUTG = 54. 2. c) 3. Secretário () Coordenar as reuniões da CIPA. Presidente () Acompanhar as reuniões da CIPA. 1. 3. as decisões da comissão. d) 1. 3.1 d) IBUTG = 7.0 e) IBUTG = 25. 2. Vice-Presidente () Substituir o Presidente nos seus impedimentos eventuais ou nosseus afastamentos temporários. encaminhando ao empregador eao SESMT. 3. 1. 2. . 2. () Preparar as correspondências. 3. 1. 3. 3. 1.Assinale a sequência correta da coluna da direita. quanto à CIPA. e) 3. b) 2.

38) Para elaboração do PPRA conforme estabelecido na NR 9. c) Somente o setor administrativo. para todos os agentes existe um nível de ação. porém. Podemos considerar que o nível de ação para ruído é: a) 80 dB(A) b) 85 dB(A) c) 90 dB(C) d) 65 dB(C) e) 70 dB(C) 39) Uma empresa nacional e reconhecida mundialmente é responsável pela distribuição de líquidos inflamáveis egasosos liquefeitos em grande parte do território nacional. b) Somente os ajudantes. d) Somente os motoristas e os ajudantes. a empresa conta com diversos colaboradores como: os motoristas. e) Somente os motoristas e o setor administrativo. ou seja. 40) Assinale a alternativa em que a correspondência entre sigla e forma por extensa está incorreta: a) . quais as funções que devem receber oadicional de 30%? a) Somente os motoristas. ovalor acima do qual devem ser iniciadas ações preventivas. você deverá definir. Como Técnicode Segurança dessa empresa. não paga o adicional de periculosidade para seus colaboradores. A empresa. conforme a NR 16. Para essaatividade. os ajudantes e os setoresadministrativos. O transporte é realizado em caminhão tanque.

d) SESSTP – Serviço Especializado em Segurança e Saúde do Trabalhador Portuário. concentração ou intensidade . II . químicos e biológicos existentes nosambientes de trabalho que. AME . sob aresponsabilidade do empregador.As ações do PPRA devem ser desenvolvidas no âmbito de cada estabelecimento da empresa. com a participação do sindicato patronal da categoria.A elaboração. sendo sua abrangência eprofundidade dependentes das características dos riscos e das necessidades de controle. acompanhamento e avaliação do PPRA poderão ser feitas pelo SESMT ou porTécnico de Segurança do Trabalho devidamente registrado no MTB. consideram-se riscos ambientais os agentes físicos.12/02/12 9 IV . c) SIPATP – Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho Portuária.SEPATR – Serviço Especializado em Prevenção de Acidentes de Trabalho Rural. e) SIPATMIN – Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho na Mineração. sejam capazes dedesenvolver o disposto nesta NR. III . 41) Sobre a NR 9. em especial como PCMSO previsto na NR-7. é possível afirmar: I . devendo estar articulado com o disposto nas demais NR.O PPRA é parte integrante do conjunto mais amplo das iniciativas da empresa no campo da preservação dasaúde e da integridade dos trabalhadores.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . b) SESMT – Serviço Especializado em Saúde e Medicina do Trabalho. a critério do empregador. em função de sua natureza.Para efeito desta NR. implementação.

II e III são verdadeiras. mais os acréscimos de gratificação e prêmiosou participação de lucros. () . Ao colaborador responsável pela detonação dos explosivos. 43) Considerando o estabelecido na Norma Regulamentadora n° 6. sãoutilizados explosivos. a atividade principal é a extração de pedras e britas.Assinale a alternativa correta: a) Somente as afirmativas I. Cabe ao Fabricante( ) Cadastrar-se junto ao órgão nacional competente em matéria desegurança e saúde no trabalho. guarda econservação. lhe é assegurado um adicional de a) periculosidade de 30% (trinta por cento) incidente sobre o salário. II e IV são verdadeiras. sãocapazes de causar danos à saúde do trabalhador. 42) Em uma pedreira. Cabe ao empregador( ) Orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado. Cabe ao empregado( ) Comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne imprópriopara uso. () Responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica. c) Somente a afirmativa IV é verdadeira.e tempo de exposição.. 2. e) não lhe é devido nenhum adicional. d) insalubridade de 40% (quarenta por cento) sobre o salário mínimo da região. sem os acréscimos de gratificação. b) insalubridade de 30% (trinta por cento) sobre o salário mínimo da região. d) Somente as afirmativas I. b) Somente afirmativas I. e) Somente afirmativas III e IV são verdadeiras. c) periculosidade de 30% (trinta por cento) incidente sobre o salário. III e IV são verdadeiras. prêmios ouparticipação de lucros. mesmo que mantenha umadistância segura e utilizando todos os EPIs necessários para sua segurança. quanto aos Equipamentos de Proteção Individual. Para a atividade de extração de pedras. 1.relacione a coluna da direita com os itens da coluna da esquerda. 3.

3. 2..deverá ser usada para distinguir e indicar equipamentos e caracteriza “perigo”. III e IV são verdadeiras.será empregada para indicar as canalizações de inflamáveis e combustíveis de alta viscosidade (ex:óleo lubrificante. 1. 2. Considere as afirmativas: I – Cor Vermelha . 2. 1. 3. de cima para baixo: a) 2. asfalto. 3. 1. e) 2. II – Cor Amarela – Em canalizações deve-se utilizar o amarelo para identificar gases não liquefeitos. alcatrão. 2. 2. 3. .Assinale a alternativa correta: a) Somente as afirmativas I. 1. III – Cor Preta .Responsabilizar-se pela guarda e conservação. c) 1. piche. etc. 1. IV . . 2. b) 1.). d) 3. 44) Baseando-se na NR 26 – Sinalização de Segurança. 1. 2. 1. c) Somente a afirmativa I é verdadeira. II e II são verdadeiras. óleo combustível. 1. 3.Assinale a sequência correta da coluna da direita. b) Somente as afirmativas II e IV são verdadeiras.Cor Verde é a cor que caracteriza “segurança”. d) Somente as afirmativas II.

e) Somente as afirmativas III e IV são verdadeiras. Devido à precariedade dainstalação elétrica da empresa. por meio de vigilância epidemiológica e vigilância sanitária. b) . houve um curto circuito no quadro de distribuição elétrica.12/02/12 10 b) Classe E c) Classe D d) Classe C e) Classe A 46) Segundo a Lei orgânica da saúde. a) Assistência ao trabalhador vítima de acidente de trabalho ou portador de doenças profissional e do trabalho. à promoção e proteção da saúde dotrabalhador. . a saúde do trabalhador é definida como “um conjunto de atividades que se destina. onde haviam armazenadas aproximadamente 2 (duas) toneladas de papelão. assim como visa à recuperação e reabilitação dos trabalhadores submetidos aos riscos de agravos advindos das condições de trabalho”.Assinale a alternativa que esse conjunto de atividades NÃO abrange. 45) Em um dia normal de trabalho em uma empresa de reciclagem de papelão. Imediatamente oscolaboradores da empresa identificaram que o princípio de incêndio era apenas no quadro de distribuição quefornecia energia elétrica a todos os maquinários da empresa.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . Nesse caso qual a classe do fogo identificado peloscolaboradores? a) Classe B AME . foi identificado um princípio de incêndiono depósito.

Dentre as diversas medidaspreventivas.tem como objetivo a redução da(s) a) gravidade das lesões dos acidentes. e) realização de exames laboratoriais. fiscalização e controle dos serviços de saúde do trabalhador nas instituições eempresas públicas e privadas. d) Participação na normatização. e) a utilização de equipamentos de proteção individual. c) o reconhecimento de riscos mediante as condições climáticas. direção e intensidade de correntes de ar. 6. e) Revisão periódica da listagem oficial das doenças originadas no processo de Trabalho. uma vezque o trabalhador recebe o EPI necessário. b) concentração do agente tóxico no ambiente. d) necessidade de proteção coletiva. prioritariamente.Garantia ao sindicato dos trabalhadores de requerer ao órgão competente a interdição do serviço ou de todo oambiente de trabalho. quando houver ótimas condições para a vida ou saúde do trabalhador . apenas.. em substituição aos equipamentos deproteção coletiva. 48) A exigência do uso de EPI (Equipamentos de Proteção Individual). . avaliação ou controle. quando de alta gravidade. 47) A saúde do trabalhador influenciada por diferentes riscos no ambiente ocupacional. b) o levantamento de informações para determinar o controle do ambiente de trabalho após a identificação dosriscos ao usuário e familiares. 49) As normas de biossegurança ou precauções universais contêm medidas de prevenção contra a exposição dotrabalhador da saúde a agentes patógenos de transmissão sanguínea. d) o planejamento das medidas de manuseio de agentes contaminantes em relação à fonte geradora. c) causas de acidentes.Analise as afirmativas abaixo. relacionadas a essas medidas. de reconhecimento. c) Avaliação do impacto que as tecnologias provocam à saúde do trabalhador. previsto pela Norma Regulamentadora nº. recomenda-se: a) a avaliação dos riscos potenciais para estabelecer as medidas preventivas após a ocorrência do primeiro caso dedoença ou acidente de trabalho.

III e IV. e) I.procedimentos operacionais e avaliação periódica do PPR. apenas. seus trabalhadores a riscos prejudiciais à saúde. colher sangue. c) Se o agente de exposição for um gás de fraca propriedade de alerta. II Caso haja contato de sangue ou outros fluidos corpóreos com a pele. c) I. o tipo de risco.IPara se executar punção venosa. com conhecimento sobre o uso correto. deve-se usar máscara. as substânciasenvolvidas e o tempo de exposição. devem ser sempre considerados a natureza da operação. assinale a alternativa incorreta . b) Na escolha do respirador. II. apenas. escovando em movimentos circulares por dois minutos.Estão corretas :a) I e II. d) II e III. deixá-lo reagir por 40 minutos e. apenas. III Durante procedimentos em que exista a possibilidade de que o sangue e outros fluidos corpóreos atinjam amucosa da boca e do nariz. Em relação a este programa. d) Todo usuário de Equipamento de Proteção Respiratória (EPR) deve receber treinamento inicial sobre osprocedimentos de uso e deve fazer uma reciclagem a cada seis meses. IV Caso haja derramamento de sangue no chão. AME . 50) As empresas cujas atividades expõem. executar a limpeza. recomenda-se um respirador de adução de ar. bancada ou mesa. em algum grau. . passar sonda vesical ou nasogástrica e aspirar traqueostomiadeve-se usar luva. apenas. b) I e III. III e IV.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . em seguida. devemelaborar um Programa de Proteção Respiratória (PPR).12/02/12 11 a) Este programa deve ter um administrador designado pelo empregador. deve-se jogar hipoclorito de sódio a 10% nolocal. deve-se lavá-la com água e sabãodegermante.

II A CIPA terá reuniões ordinárias mensais de acordo com a data estabelecida na reunião anterior. b) semestralmente. para-raio e capacete. b) Máscara para particulado. 52) Em se tratando de proteção contra incêndios. salvo quando se trata de água pulverizada. salvo quando se trata de água pulverizada. e) Óculos de segurança. salvo quando pulverizada sob a forma de neblina. d) a cada dois anos. salvo quando pulverizada sob a forma de neblina. c) anualmente.e) Respiradores de emergência ou resgate devem ser inspecionados no mínimo uma vez por mês. óculos de segurança e exaustão. . analise as afirmativas a seguir: IA empresa deverá promover treinamento para os membros da CIPA até dez dias após a posse. salvo quando pulverizada sob a forma de neblina. d) Protetor auricular. 51) Nas atividades de operações insalubres. c) Nos fogos da classe A. b) Nos fogos da classe D. para verificar seestão funcionando corretamente. o exame médico deverá ser renovado a) mensalmente. e) a cada três anos. c) Extintor de incêndio e cinto de segurança. NR-23. bota com biqueira de aço e luva nitrílica. 54) Com base na CIPA. 53) São exemplos de Equipamento de Proteção Individual: a) Protetor auricular. e) Nos fogos da classe B. em que caso a água nunca deverá ser empregada? a) Nos fogos da classe A. d) Nos fogos da classe D. capacete e guarda-copo.

é utilizada uma substância química. o vice-presidente assumirá. b) Exame de urina. realizar o seguinte exame complementar: a) Exame de sangue. AME . c) se apenas as afirmativas II e III forem verdadeiras.III No caso de o presidente renunciar ao mandato.. obrigatoriamente. b) se apenas as afirmativas I. haverá uma nova votação entre eles paradeterminar o vencedor.IV e V forem verdadeiras. o Médico do Trabalho identificou exposição a ruído acima do limite detolerância para um determinado grupo Homogêneo de exposição. IV O membro titular perderá o mandato quando faltar a quatro reuniões. em caso de empate entre dois candidatos.II. c) . d ) se nenhuma afirmativa for verdadeira. classificada como asfixiante simples. deverá ser monitorado a) o nível de oxigênio.Assinale: a) se apenas as afirmativas I. essesempregados deverão.Assim. e) se todas as afirmativas forem verdadeiras.12/02/12 12 b) o nível de particulado.III e V forem verdadeiras. Na realização do exame periódico. VDurante o processo eleitoral. 55) Ao analisar o PPRA de uma empresa. d) Ressonância magnética. pois também foi indicado peloempregador.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . e) Exame audiométrico. 56) Em um determinado setor da empresa. c) Raio-X de tórax.II.

d) o consumo metabólico. cuja eliminação ou neutralização imediata não seja possível.São atividades de atenção primária os itens da alternativa: a) Somente I. d) Somente as III e V. III Programa de prevenção de doenças respiratórias IV Investigação clínica e exames complementares visando a diagnósticos precoces de doenças. fazem parte de ações preventivas de doenças ocupacionais ena IAmbiente de trabalho seguro e sadio.o nível de ruído. c) O responsável pela execução do serviço deve suspender as atividades quando verificar situação ou condição derisco não prevista . e) .. assinale a afirmativa INCORRETA. VProgramas de prevenção de Hipertensão. diabetes e de saúde da mulher. II. II e V. b) Os serviços em instalações energizadas ou em suas proximidades devem ser suspensos de imediato na iminênciade ocorrência que possa colocar os trabalhadores em perigo. 57) Atividades de atenção primária. e) Somente I. e) o IPVS (ILDLH). III e IV. III e V . a) A capacitação só terá validade para a empresa que o capacitou e nas condições estabelecidas pelo profissionalhabilitado e autorizado responsável pela capacitação. 58) Quanto à instalação e segurança em serviços de eletricidade. IIPrograma de imunização (vacinas). b) Somente I e II. d) É de responsabilidade dos trabalhadores se informar sobre os riscos a que estão expostos e quanto aosprocedimentos e medidas de controle contra os riscos elétricos a serem adotados. c) Somente II. secundária e terciária.

azul. II gerador ligado. foram encontradasas seguintes situações: Iestocagem de gasolina. c) Anual. de acordo comestabelecido na NR 7 (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional). b) Vermelho. a) Vermelho.Tomando como base as situações descritas e os riscos associados. c) Vermelho. trabalhador de uma empresa de bonés. conforme a NR-5. de cimapara baixo. marrom. e) Não há necessidade de se realizar exames periódicos. amarelo e azul. verde e amarelo. marrom.. ele precisa realizar os examesperiódicos no intervalo de: a) 3 meses. Vcaixas de madeira espalhadas. e) Azul. verde. 59) Ao vistoriar um armazém para a elaboração do Mapa de Riscos Ambientais. III resíduo hospitalar.Os trabalhadores autorizados devem estar aptos a manusear e operar equipamentos de prevenção e combate aincêndios existentes nas instalações elétricas. d) Verde. marrom. IV iluminação precária. b) 6 meses. marrom e vermelho. . verde. marrom. azul. amarelo. d) Cada 2 anos. tem 47 anos de idade e. 60) O Senhor Antônio Carlos. assinale a sequência correta de cores. verde e amarelo. amarelo. verde e azul.

de modo a alcançarmos patamares de excelência nesta área tão relevante ao desenvolvimento técnico e social de nosso país.214. . Normas Técnicas. bem como.Higiene. Estatísticas de Acidentes do Trabalho no Brasil e no Mundo. buscaremos obter uma visão global e uma introdução da Higiene e Segurança do Trabalho. Normas Regulamentadora aprovadas pela Portaria nº 3. inclusive as relativas a Engenharia Elétrica que envolva a Segurança do Trabalho. Principais Órgãos Oficiais existentes relacionados a Segurança do Trabalho. saude e segurança do trabalho 1 . de 8 de junho de 1978. sistêmica e holística da Segurança do Trabalho. utilizaremos também métodos de aprendizado participativos tais como:     Trabalhos de pesquisa individuais e coletivos. Observação: . preparar e motivar todos os alunos a engajarem-se na busca de melhorias contínuas da Higiene. Assim sendo. de modo a alicerçarmos uma base para uma atuação responsável e construtiva nesta especialidade tão importante em nossa vida profissional. Pois como todos nós sabemos: “O trabalho dignifica o homem” e “O conhecimento o enobrece” Autor desconhecido! 2 – Programação do Tema: Para atingirmos os objetivos anteriormente colocados. de modo a progredirmos sempre na busca de resultados melhores. Demais meios didáticos possíveis. Saúde e Segurança do Trabalho. abordaremos e transcorreremos os seguintes assuntos ligados a Segurança e Higiene e do Trabalho:         Visão Histórica. Entidades não Governamentais. Consultas à literatura técnica específica.Neste tema além da exposição em aulas. Panorama da Situação da Segurança do Trabalho no Brasil e no Mundo.Objetivo: O objetivo principal deste tema é o de transmitir e ensinar as principais noções básicas e fundamentais relativas ao assunto. Consultas e Pesquisas na Internet. Principais Leis que regem a Higiene e Segurança do Trabalho no Brasil. dentro do período de tempo previsto e disponível do calendário escolar.

Sistemas de Gestão de SST. como podemos ver testemunhados em diversas obras históricos. além de diversas máquinas para produção em larga escala. Em conseqüência de todos estes acontecimentos históricos ocorridos neste nosso “Admirável Mundo Novo” tiveram o desenvolvimento acelerado da tecnologia e da economia. Comissão Interna de Prevenção de Acidentes –CIPA. Estrutura e Organização da Área de Segurança do Trabalho. o Coliseu de Roma. apoiou-se na evolução técnica decorrente do advento das Novas Tecnologias. Castelos. Análises de Riscos e principais Técnicas Utilizadas. a qual. modernizando e modificando radicalmente toda uma antiga Civilização. 3 – Introdução ao tema. Demais aspectos importantes relativos ao tema. seguindo a linha do tempo a partir das épocas remotas. PCMSO – Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional. dos Barcos a Vapor. sistêmica e holística do assunto: 3. parece não ter havido uma organização e preocupação maior das Nações e Povos daquelas épocas. Combate a Incêndio.                Termos técnicos. a Muralha da China. com os aspectos referentes a Segurança de todos estes trabalhadores anônimos e desconhecidos que se empenharam em promover toda a construção do nosso Mundo Civilizado. Equipamentos de Proteção Individual – EPIs. tais como. siglas e abreviações mais utilizadas. Monumentos e Túmulos. verificamos que nos séculos XVIII e XIX. as Pirâmides do Egito antigo. dos Motores Elétricos. PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. Gestão de Riscos e Emergências. dos Trens e Ferrovias. Cumpre lembrar ainda que grande parte destas obras monumentais utilizou Mão de Obra escrava.Origem. além de muitas outras Construções Medievais de grande porte. dos Motores de Combustão Interna. . Riscos Ambientais e Profissionais. nascimento e oficialização da Segurança e a Higiene no Trabalho: Muito embora o trabalho organizado no mundo civilizado tenha surgido a milhares de anos. como as máquinas de Tecelagem e diversos outros inventos. Exemplo distofoi à descoberta e o desenvolvimento das Máquinas a Vapor. ao longo da história. contudo que. ocorreram importantes eventos e descobrimentos científicos que culminaram com o surgimento da consagrada Revolução Industrial.1 – Resumo Histórico: . Situações de Emergências. SESMT – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho. Segurança em Instalações Elétricas. verificamos. OSHAS 18001 e BS 8800. visão histórica. a Acrópole de Atenas. Na história do mundo. tais como as Catedrais.

Tendo em vista então ao grande número de acidentes desastrosos ocorridos naquelas épocas passadas. ainda hoje em dia encontramos casos de displicência. ocasionando assim muitos e graves problemas sociais. Além disto. Discovery. líder em audiência. conhecimento. preparo. de Bebidas e Alimentícias. encontramos ainda hoje em dia casos de Trabalho Infantil e Trabalho Escravo! . como por exemplo. as Indústrias de Tecelagem. de Veículos de transporte terrestre. Não faltam exemplos das condições de trabalho deploráveis que existiram nas épocas passadas. dos Portos e Estaleiros e os da Construção Civil em todo o mundo. na novela “Esperança”. a TV Globo. também abordou estas questões sociais ocorridas no Brasil. entretanto infelizmente não se fez acompanhar do correspondente desenvolvimento e equilíbrio sociais. Siderúrgicas. Confecções. pela divulgação feita através dos diversos meios de comunicação. National Geographic e outros canais de TV a Cabo. da Construção Civil e outras tantas existentes. abusos e situações ilegais relativas ao Trabalho. além da decorrente pressão da opinião pública. treinamento e experiências adequadas e suficientes para as transformações tão intensas que ocorreram. Respeitáveis obras literárias (Victor Hugo. por incrível que pareça. naval e aéreo Indústrias Químicas e Metalúrgicas. impressionam pelos fatos e cenas apresentadas. Steinbeck e outros) também atestaram as condições de trabalho desumanas a que eram submetidos os trabalhadores. J. Inglaterra e demais países da Europa. Documentários antigos mostrando as condições de trabalho existentes nos EUA. O agravamento da situação social deu-se principalmente pelo deslocamento em massa dos trabalhadores e da população envolvida que passaram do trabalho na agricultura e no campo para o trabalho nas diversas Indústrias que surgiram. das Fábricas e Usinas. as quais infelizmente ocorrem ainda na época atual. medidas organizadas de proteção ao trabalhador finalmente começaram a ser tomadas no mundo. pois apesar de avanços tecnológicos e sociais ocorridos no mundo. no final do século XIX e início do século XX. bem como. Cronin. os das Minas de Carvão na Inglaterra. Naquelas épocas passadas as condições de trabalho conseqüentemente eram bastante precárias e inseguras. tais como. Recentemente. além de diversos artigos publicados em livros e enciclopédias. como os que são apresentados no GNT.Todo este desenvolvimento tecnológico. A. como provam as notícias divulgadas e as estatísticas de Acidentes do Trabalho publicadas. Mesmo assim com toda da evolução tecnológica dos tempos atuais. a maioria dos trabalhadores daquela época não possuía formação.

um dos políticos de maior expressão em nossa História. ocorridas no ano de 1. em 10 de julho de 1934 foi promulgada a segunda Lei de Acidentes do Trabalho através do Decreto n o 24. estudando as condições de trabalho e vida dos trabalhadores no mundo. na Suíça.  Ano de 1934: Tempos depois.Comissão Interna Para Prevenção de Acidentes.1944. Surgimentos oficiais de Ações Coordenadas e abrangentes ligadas a Segurança e Higiene do Trabalho. no Brasil: Getúlio Vargas. No Brasil simultaneamente surge a primeira Lei sobre Acidentes do Trabalho. cronológica e resumidamente indicamos alguns fatos e acontecimentos de maior relevância relacionados com a Segurança do Trabalho:  Ano de 1911: Começa-se a implementar com maior amplitude o tratamento médico industrial. compostas de representantes do empregador e dos empregados.  Ano de 1943: Criação da Consolidação das Leis do Trabalho . a de n o 3. tomou uma decisão histórica recomendando e tornando obrigatória a constituição de Comissões.05.1943.452 de 01. com o objetivo de zelar pela prevenção dos acidentes do trabalho.11. promulgou em 10. Nesta época o Comitê da OIT estabelecido em Genebra na Suíça.  Ano de 1944: Oficialmente instituída a criação da CIPA .724 de 15 de janeiro de 1919. o Decreto – Lei nº 7. fixando a obrigatoriedade da criação de Comitês de Segurança em .036. O Tratado de Versalhes que selou o fim da Primeira Grande Guerra Mundial incluiu em seu bojo ações para melhorias das condições de trabalho no mundo. 21 anos após a recomendação feita pela OIT.921. em Genebra. quando as empresas tivessem 25 ou mais empregados.637. quando a OIT organizou um Comitê para o Estudo de Assuntos referentes a Segurança e a Higiene no Trabalho.Em continuidade a este breve histórico. conhecido como o “Pai dos Trabalhadores”.CLT conforme o Decreto Lei nº5.  Anos de 1919 até 1921: Fundação da Organização Internacional do Trabalho – OIT. em 1919.

o Decreto-Lei n o 229 modificou o texto do Capítulo V.Em 29 de novembro de 1968. § 2. o desenvolvimento tecnológico continua defasado do desenvolvimento econômico e social. apesar de toda a legislação criada e existente. o artigo 164 da CLT. estiverem enquadradas em condições estabelecidas nas normas expedidas pelo Departamento Nacional de Segurança e Higiene do Trabalho.  Ano 2000: Ainda hoje.1967. no Governo do Presidente Costa e Silva. título II. º As Comissões Internas de Prevenção de Acidentes (CIPAS) serão compostas de representantes de empregadores e empregados e funcionarão segundo normas fixadas pelo Departamento Nacional de Segurança e Higiene do Trabalho. quanto às atribuições. 3.456: . à qualificação e a proporção relacionada ao número de empregados das empresas compreendidas no presente artigo.11. causando em conseqüência o desemprego em massa.  Ano de 1953: Em 27. Com esta modificação.  Ano de 1968: Portaria 3. que tratava de assuntos referentes a CIPA foi alterado e ficou conforme o seguinte texto: Art. Este decreto ficou conhecido como Nova Lei de Prevenção de Acidentes. da CLT. § 1. fatos estes que combinados . a critério da autoridade competente em matéria de Segurança e Higiene no Trabalho. º O Departamento Nacional de Segurança e Higiene do Trabalho definirá as características do pessoal especializado em Segurança e Higiene do Trabalho. o qual dispunha de assuntos de Segurança e de Higiene no Trabalho. a Portaria 3. o Serviço Especializado em Segurança e em Higiene do Trabalho e constituir Comissões Internas de Prevenção de Acidentes – CIPAS. deverão manter obrigatoriamente.456 reduziu o número de 100 para 50 empregados como o limite em que se torna obrigatório à criação das CIPAS em cada Empresa.02.1953 a Portaria 155 oficializava a sigla CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.2 – Etapas intermediárias ocorridas no Brasil:  Ano de 1967: Em 26. a má distribuição da mão de obra e da renda.Empresas que tivessem 100 ou mais empregados. 164 – As empresas que.

atingem e prejudicam principalmente as trabalhadores e as classes sociais menos favorecidas. . Decisão. ao lado de empresas tecnicamente e socialmente não adequadamente estruturadas. Assim sendo. Constância de propósitos. existindo empresas com um alto grau de desenvolvimento técnico e social. da habitação e do trabalho no Brasil e no mundo. E o desenvolvimento da Tecnologia da Informação. no Brasil temos presentes simultaneamente as 3 ondas básicas de desenvolvimento que ocorreram nas principais nações do mundo:    O desenvolvimento Agrícola. pagando com a sua saúde e a com a sua vida. todavia não deve nos desestimular. tais como:           Ideais maiores. social e da cidadania de modo a melhorarmos as condições de vida. mas sim motivar na busca de um desenvolvimento mais equilibrado. Isto requer de todos nós atitudes reconhecidas como as chaves de sucesso no alcance de objetivos maiores e marcas de excelência em termos de Segurança e Qualidade de Vida. Treinamento constante. Temos assim grandes contrastes. Como descreve Alvin Tofler em seu livro “A terceira onda”. da saúde e habitacionais ainda deficientes. a ponto do Brasil situar-se atualmente entre as 15 piores nações em termos de Segurança do Trabalho no mundo. Em vista disto ocorrem os resultados tão ruins relativamente aos principais índices de Segurança do Trabalho. da saúde. Planejamento permanente. Execução. o grande desafio a ser vencido em nossa Sociedade continua sendo o de progredirmos em harmonia e equilíbrio. Coordenação. Esta situação. O desenvolvimento Industrial. Ética e Humanismo. da educação. com ações modificadoras que revertam este quadro desfavorável para uma situação mais compatível comparativamente as nações econômica e socialmente mais desenvolvidas. buscando o desenvolvimento tecnológico acompanhado do desenvolvimento econômico. Comunicação. cujos resultados em termos da Segurança no Trabalho são excelentes. sem a mínima responsabilidade social. Ciência. Organização.com os programas educacionais. cujos trabalhadores sofrem as conseqüências.

452 de 01. da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro. Portarias e Regulamentações: . Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. bem como. 160. Decreto nº 2172/97. 121. (vide em anexo):          Responsabilidade Civil: Art. Educativos. Normas Regulamentadora (NR). 23. Súmula 229 do Supremo Tribunal Federal. de 08 de junho de 1978. art.1 . aspectos Políticos.Segurança e Medicina do Trabalho. Capítulo V . aprovadas pela Portaria nº 3. do Código Penal. Artigos 159. art.Instituições Governamentais e Entidades não Governamentais ligadas a Segurança e Medicina do Trabalho: É de a máxima importância termos uma visão global das várias Instituições Governamentais e não Governamentais e das diversas Entidades que atuam e interagem nas questões relacionadas a Segurança e Medicina do Trabalho. 1524 do Código Civil.214.085 de 15 de janeiro de 2002 o qual promulgou a Convenção nº 174 da OIT. inclusive no que tange as .3.O. §1. Normas e Portarias abaixo colocadas.1943. de 22 de janeiro de 1977). Lei nº 6. Sociais. Normas Regulamentadora Rurais (NRR).514.067. 1521.A regulamentação referente a Segurança e Medicina do Trabalho atualmente são regidas pelas seguintes Leis. Art. 157. de 22 de janeiro de 1977 (D. aprovadas pela Portaria n0 3. atualizada pela Lei nº 6. Responsabilidade Criminal: Artigos 15. 1522.3 – Situação Atual em termos das Leis. (Decreto Lei nº 5.1977). de 12 de abril de 1988. 30. Normas. entre outras diversas tantas existentes:        Constituição Federal de 1988. no Brasil e no mundo. 129.514. Demais Portarias. 157 da CLT.U. * Responsabilidades Civil e Criminal por Acidente do Trabalho: Sob o aspecto das Responsabilidades Civil e Criminal por Acidente do Trabalho temos. Decreto nº 4. 4 – Segurança no Trabalho. Econômicos. Decreto nº 2172/97. a Recomendação nº 181 sobre a Prevenção de Acidentes Industriais Maiores.12. Decretos e Leis vigentes constantes da Legislação Complementar. 132.05. Dados Estatísticos: 4.

Pecuária e Abastecimento Ministro: Casa Civil da Presidência da República Ministra: Das Cidades Ministro: Da Ciência e Tecnologia Ministro:Das Comunicações Ministro: Controladoria-Geral da União Ministro Chefe: Da Cultura Ministro: Da Defesa (Comandos: Exército. bem como. das tendências que podemos verificar no panorama mundial da Segurança do Trabalho. Indústria e Comércio Exterior Ministro: Do Desenvolvimento Social e Combate à FomeMinistro: Da Educação Ministro: Do Esporte Ministro: Da Fazenda Ministro: . Governo no Brasil: MINISTÉRIOS : Da Agricultura. Marinha e Aeronáutica) Ministro: Do Desenvolvimento Agrário Ministro: Do Desenvolvimento.recomendações mais recentemente indicadas.

Ministério da Saúde – http://www. controlar e supervisionar as atividades relacionadas com a Segurança e medicina do trabalho.mpas.br/.gov.SSST órgão de âmbito nacional competente para coordenar.br/. os seguintes:          Ministério do Trabalho e Emprego – MTE (http://www.gov. Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho – DSST (Órgão do MTE).saude. estaduais e municipais. Orçamento e GestãoMinistro: Da Previdência Social Ministro: Das Relações Exteriores Ministro: Da Saúde Ministro: Do Trabalho e EmpregoMinistro: Dos Transportes Ministro: Do TurismoMinistro: Observação: Para um melhor conhecimento e entendimento da matéria. Delegacias Regionais do Trabalho – DRT. MPT. Secretaria de Segurança e Medicina do Trabalho – SSMT. orientar. Estaduais e Municipais: . atribuições de fiscalização e/ou orientação às empresas. Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho . nos limites de sua jurisdição.Podem ainda ser delegadas a outros Órgãos Federais.gov. quanto ao cumprimento dos preceitos legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho.Da Integração Nacional Ministro: Da Justiça Ministro: Do Meio AmbienteMinistro: De Minas e Energia Ministro: Do Planejamento.http://www. é muito importante conhecermos e acessarmos os seguintes Órgãos Governamentais e Não Governamentais em seus respectivos sites. . como por exemplo. mediante convênio autorizado pelo Ministro do Trabalho.mte. Ministério da Previdência Social . Órgãos Federais. órgão regional competente para executar as atividades relacionadas com a segurança e medicina do trabalho.br/) e seus Órgãos Regionais do MTb.

no período de 33 anos. Brasil. Várias outras entidades nacionais e internacionais.br/.Http://www.084. ANAMT – Associação Nacional de Medicina do Trabalho (http://www. CREA – SP (http://www. OMS/OPAS – Organização Mundial da Saúde (http://www. .br/.gov.com.Associação Nacional de Engenharia de Segurança do Trabalho Http://www.br/).br/.000 foram de acidentes fatais.2 – Dados Estatísticos relativos aos Acidentes do Trabalho no Brasil e no mundo: O Acompanhamento periódico dos dados Estatísticos referentes à Segurança do Trabalho é da máxima importância para analisarmos e verificarmos em que situação nos encontramos e quais as ações necessárias de serem tomadas. OIT – Organização Internacional do Trabalho (http://www. 1.org.org).org. Abraphiset . 946 e 947 do livro “Instalações Elétricas.gov. Destes acidentes ocorridos.anamt. a média anual dos acidentes com lesão foram da ordem de 400.fundacentro. Anest . Hemus Editora Ltda” em 1965.                 Fundacentro – Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Medicina e Segurança do Trabalho (http://www.  Período de 1970 até 2003 (33 anos): Conforme estatísticas da Previdência Social.abraphiset.000. ABMT – Associação Brasileira de Medicina do Trabalho.189 (44.com. Antonio Bossi e Ezio Sesto. IBGE http://www. Os dados acima não incluem acidentes domésticos.Associação Nacional de Enfermagem do Trabalho .org.abnt. A título de exemplos.br/). conforme dados Instituto Nacional para Seguros contra Acidentes do Trabalho – INAIL foram denunciados 1. ABHO – Associação Brasileira de Higienistas Ocupacionais (http://www.anest. Anent .org.org. sendo que dentre estes. FENATEST .ibge.br/. 4.creasp. no que se refere as medidas para melhoria das Condições de Saúde e Segurança no Trabalho.657 foram mortais.886 acidentes do trabalho.net/. ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas (http://www. SOBES – Sociedade Brasileira de Engenharia de Segurança http://www.sobes.Federação Nacional dos Técnicos de Segurança do Trabalho. acidentes estes ocorridos nos diversos setores industriais. ABPA – Associação Brasileira para Prevenção de Acidentes (http://www.opas.cjb. cujos “Links” são encontrados nos diversos “Sites” e Portais de Segurança e Medicina do Trabalho que existem.br).br/ Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.br/). transcrevemos abaixo alguns dados estatísticos e informações pesquisadas:  Ano de 1965: Conforme pgs. do Trabalho Http://www.org. dos quais 2. SAUDE E TRABALHO ON LINE. 4.br/).oitbrasil.Associação Brasileira dos Profissionais de Higiene e Seg.br/.7 %) se referiam aos acidentes em Instalações Elétricas.abho.org.abpa.anent.

913 29.81 2.79 1.514 426.667.341 387.672 640.165.523 3.343 414.635 24. respectivamente colunas “C” e “E”.792.843 23.824 4.5 9.E´ = C= Bx100/A N° de D Óbitos por 100.8 7.8 11.8 3.8 4.094 2.83 30.683.488 3.820 363.129 3.6 1.36 3.06 23.5 6.1 9.355 20.5 6.355 4.06 16.001 4.967 4.384 5.29 21.66 1.455 421.05 2.022 12.05 16.686.23 15.5 8.916.84 5.39 1.2 10.897 28.40 1.582 (por 1000) trabalhadores 30.220.7 9.25 2.71 1.106.1 7.968 2.993.55 1.228.071 390.689 3.000 E= Dx1000/B Coeficiente de Letalidade A Ano Empregados Segurados B Acidentes Registrados Incidência N° de Óbitos (%) 1970 1975 1980 1985 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 (*) 2001 (*) 2002 (*) 2003 (**) 2004 2005 7.180 16.464.272.110 1.8 2.09 25.0 8.187 1.077.428 24.15 15.64 13.469 3.74 7.72 19.265 26. Nota-se haver uma incoerência de resultados no que se refere às curvas dos índices de Incidência e o do Coeficiente de Letalidade.755.629 26.84 1.666 3.137 395.355 22.927 1.241 23.251 393.544.312 24.966.8 10.2 8.875 22.35 1.6 Observação:   Os dados indicados na Tabela supracitada acima são retirados de estatísticas oficiais.861 693.26 1.140.69 1.5 7.9 8.304 424.75 1.755.284.027 23.232 4.211 1.858 22.6 10.868 340.35 18.75 14.35 14.05 11.896 3.753 2.960 388.4 8.996.793 3.838.790 532.736 23.491.88 15. .187 18.

o Informações complementares: Conforme artigo recentemente publicado em “A TRIBUNA”.6 acidentes para cada 100.97. em média 4. o prejuízo anual no Brasil devido a indenizações e tratamentos médicos decorrentes dos acidentes do trabalho a que ocorrem é da ordem de R$ 20 bilhões.000 / 424. Cerca de 300.  (*) Sujeito a revisão.000 trabalhadores por ano.6 registrados na França. EUA = 0. E = Dx1000/B). informe da Organização Internacional do Trabalho – OIT divulgado em Genebra na Suíça no dia Internacional do Trabalho mostra que as doenças e acidentes relacionados ao trabalho no mundo provocam a cada ano 2 milhões de óbitos. (Ver artigo publicado em A Tribuna de 26. ou seja.07. Portugal = 1. tivemos o seguinte quadro:     Perderam a Vida mais de 120.000 trabalhadores inválidos por ano. Com um índice de 12.95.10. México = 2.01.995 Mortos por 1.000 Acidentes de Trabalho (Coeficiente de Letalidade. por ocasião do IX Encontro Nacional de Segurança. Saúde e Meio Ambiente. ou seja. Espanha = 2. tais como os seguintes: o o o o 7. Nicarágua = 9.000 de acidentes do trabalho registrados neste período de período 30 anos.35 (conforme os dados da tabela supracitada).000 ficaram inválidos.137 = 9. realizado em 2002 em Santos no Mendes Convention Center. Ocorrência de mais de 30.2 na Finlândia. Além disto. ou seja. 5.000 escolas. cerca de 5. 2.000 de acidentes por ano.000.000 trabalhadores. Ano de 1. com uma média de 10.000. De outro lado. em média 1. 4.7 na Suécia.2003).967*1. Dados recentemente divulgados pelo Ministério do Trabalho indicam que o Brasil está entre as 15 nações com maior número de acidentes do trabalho no mundo.480 mortes por .5 na Alemanha.000 trabalhadores. (**) Dados preliminares. no Brasil de 1971 até 2000 (período de 30 anos). índice este comparativamente bastante acima dos índices dos demais países.81. Brasil = 3. Esta cifra seria suficiente para construção de 1 (um) milhão de casas populares ou de 70.

e Taxas de Gravidade. h. W. 1975). 4. Veja exemplo de cálculo nas pgs. Ou seja: Taxa de Gravidade = nº total de dias perdidos * 1. Observações:    O numerador da Taxa de Freqüência é expresso pelo Número Total de Acidentes ocorridos no período de avaliação. sugere a elaboração e acompanhamento dos seguintes Indicadores:  Taxas de Freqüência (total. Peixoto.59 e 60 do livro “Prevenção de Acidentes nas Indústrias”. Observação: A NB 18 (ABNT. trabalhadas. O denominador das duas expressões anteriores.000 / nº total de h. etc. R. Taxas de Freqüência e de Gravidade é expresso em horas trabalhadas em um determinado período de tempo.000. (Ver artigo publicado em A Tribuna de 02/05/2003). trabalhadas. .25 trilhões equivalente a 4% do Produto Interno Bruto do mundo. h. O numerador da Taxa de Gravidade é expresso pelo Número Total de Dias Perdidos mais os Dias Computados devido aos acidentes no período de avaliação.dia onerando a economia global em pelo menos US$ 1. ou seja.000 / nº total de h. 58. Taxa de Freqüência e Taxa de Gravidade: Relativamente aos dados estatísticos é muito importante que se determine. anualmente.3 – Principais Indicadores de Desempenho utilizados na Segurança do Trabalho. mensalmente. Ediouro. Ou seja: Taxa de Freqüência = nº total de acidentes * 1. analise e acompanhe periodicamente as Taxas de Freqüência.  Taxa de Gravidade. com perda de tempo e sem perda de tempo).

Trinitrotoluol 1939 Romênia Vazamento em Indústria Química / Cloro 60 1942 Bélgica Explosão / Nitrato de Amônia 60-80 . Data País Tipo de Acidente / Substância Mortes 1917 Escócia Explosão de Navio / Explosivos militares 1.br/). inclusive caracterizando os tipos das instalações e das substâncias perigosas envolvidas. envolvendo Produtos Químicos diversos. suas principais causas e perdas de vidas decorrentes (Foram registrados os acidentes com mais de 20 mortes). Sob este aspecto é interessante que se consulte sempre as estatísticas e dados do Ministério da Previdência e Assistência Social – MPAS. número médio de dias perdidos em conseqüência de incapacidade permanente e tempo médio computado). É muito importante estabelecer e conhecer a relação das causas e efeitos.(http://www. bem como. Outras medidas de avaliação da gravidade (número médio de dias perdidos em conseqüência de incapacidade temporária total. bem como. Semelhantemente aos acidentes ocorridos no ramo Químico.gov. os quais também precisam ser pesquisados e conhecidos. inclusive combustíveis e explosivos. do Ministério do Trabalho e Emprego – MTE . e Monóxido de Carbono 119 1930 Bélgica Gases Tóxicos na Atmosfera / Fluoreto de Hidrogênio.mte. Ácido e Dióxido Sulfúrico 92 1933 Alemanha Explosão em Fundição / Gás 65 1934 China Incêndio em Gasômetro / Gás 42 1935 Alemanha Explosão em Fábrica de Explosivos / Dinitroluok. ANEXO I: . É importante que conheçamos estas informações para que haja uma conscientização do alto poder de destruição revelado por estes acidentes. Isto nos possibilitará agir de forma mais direcionada e eficaz na solução dos problemas de segurança existentes.800 1921 Alemanha Explosão em Fábrica / de Nitrato e >500 1926 EUA Explosão em Depósito de Munições / Trinitrotoluol 21 EUA Vazamento de Tanques / Cloro 40 1929 EUA Incêndio com gases Tóxicos em / Nitrogênio. abaixo indicados. para os vários tipos de acidentes ocorridos.Acidentes químicos ampliados em nível global com mais de 20 óbitos do início do século até 1969.Tabela 1 . Assim sendo nas duas tabelas abaixo colocadas encontramos dados de Acidentes de Grande Porte ocorridos no mundo. ocorreram também acidentes de gravidade e conseqüências em diversos outros ramos de atividades perigosas existentes no mundo.

Nitrato e carbamide 1978 Espanha Acidente de Transporte Rodoviário / Propileno 216 México Explosão / Butano 100 México Explosão de Gasoduto / Gás 58 Explosão de um Vagão Tanque / GLP 25 1979 U. M. Acidente em Fábrica Prod. / Butadieno e 60-80 1944 EUA Explosão de Nuvem de Gás / GLN 130 1947 França Explosão de Navio Cargueiro / Nitrato de Amônia 21 EUA Explosão de Caminhão em Ind.S. Químico 300 Irlanda Explosão de tanque de Óleo / Óleo 55 China Naufrágio de um Navio de / Óleo 72 EUA Explosão e Incêndio em Tanque / Óleo Cru 32 1980 Índia Explosão em 2 Fábricas / Explosivos 40+80 Irã Explosão em Depósito de Explosivos / Nitroglicerina 80 Espanha Explosão / Explosivos 51 . Data País Tipo de Acidente / Substância Mortes 1970 Japão Explosão / Gás 92 1972 EUA Explosão de Coqueria / Propano 21 Japão Vazamento em 6 indústrias / Desconhecido 76 Brasil Explosão em Refinaria / Propano e 38 1973 EUA Incêndio em / GLP 40 1974 Inglaterra Flixborough / Vazamento seguido de Explosão em / Ciclohexano 28 1976 Finlândia Explosão / Explosivos 43 1977 Coréia Sul Explosão de Trem / Explosivos 56 Colômbia Vazamento em Indústria de / Amônia. C. / Éter Dimetílio 209 Alemanha Explosão em Metalúrgica / Poeira de Carvão 50 1950 México Vazamento em Fábrica / Sulfeto de Hidrogênio 22 1959 EUA Explosão de Caminhão em Rod.S.Acidentes químicos ampliados em nível global com mais de 20 óbitos de 1970 até 1984.1943 Alemanha Explosão de Caminhão em ind. de et al [1995] Tabela 2 .R. / Gás Líquido de Petróleo 26 1966 França Explosão em Refinaria / Propano e Butano 21 1968 Alemanha Explosão em Indústria / Cloreto de 24 Japão Contaminação da água por uma / Cádmio 100 Fonte: Freita.

explosão de tanque de GLP.EUA. 136 mortes 1947 . San Carlos. Cleveland. Cubatão. 1921 . Feyzin.000 feridos e 552 mortes 1966 . incêndio. 14 mortes 1976 – Itália.México. 6.000 intoxicados e agressão ao Meio Amb. Seveso. Bhopal. Flixborough.000 mortes 1984 . bola de fogo. 104 feridos e 28 mortes 1975 . rio Nilo. 4. 245 mortes 1944 . fogo. 81 feridos e 18 mortes 1972 .EUA.Espanha. explosão. 200 feridos e 206 mortes 1983 . Ludwigshaffen. explosão.400 feridos e 650 mortes 1984 .Brasil. C. LISTAGEM DOS ACIDENTES AMPLIADOS / MAIORES OCORRIDOS ( *) : (*) .500 Paquistão Explosão de Gasoduto / Gás Natural 60 Romênia Explosão em Fábrica 100 Índia Transporte Rodoviário / Petróleo 60 Fonte: Freita. explosão. 550 mortes . explosão de carga de GLP. 561 mortes 1943 – Alemanha.Alemanha. intoxicação e dano ao meio ambiente 1978 .Ver adiante a Convenção OIT 174 e o Decreto Lei 4085 de 15 de janeiro de 2002.Tailândia Explosão de Armamentos / Explosivos 54 1981 Venezuela Explosão / Hidrocarbureto 145 México Descarrilamento de Trem / Cloro 28 1982 Canadá Naufrágio em Navio de Óleo / Óleo 84 EUA Incêndio em Navio de Óleo / Óleo 51 Noruega Naufrágio de Navio de / Óleo 123 Espanha Explosão / Explosivos 51 Tailândia Explosão de Munições / Explosivos 54 Venezuela Explosão / Hidrocarbonos 145 1983 Brasil Explosão de Trem / Diesel e 45 1984 Brasil Explosão de Oleoduto / Petróleo (Vila Socó – Cubatão) 508 Brasil Explosão em Plataforma de Petróleo / Petróleo 40 México Explosão de Reservatório / Gás Líquido de 550 Índia Bophal / Vazamento em Indústria Química / Isocianato de Metila >2. explosão. M. explosão. Beek. cidade do México. explosão. Vila Socó.México.Brasil. 317 mortes 1984 . de et al [1995]. explosão barco. 200. Oppau. 500 evacuados e 93 mortes 1984-Índia.França. bola de fogo. San Juan. Texas.Holanda. explosão. 53 feridos e 39 mortes 1974 – Inglaterra. 3. Duque de Caxias.Egito. vazamento.

vazamento de 40 ton de petróleo. Energia. explosão em mina de carvão. explosão. 100. Recursos Humanos. Física. Petroquímica.Tailândia. Das ocorrências semelhantes às acima colocadas. China. Medicina. Finanças. Correa. 60 feridos e 40 mortes 1991 . 35 feridos e 35 mortes 1991 . Construção e Montagem. Matemática. Sociologia.000 aves mortas 1990 .Higiene e Segurança do Trabalho em geral. China.1986 . mais de 200 feridos e 5 mortes 1993 . Houston. explosão. as seguintes: Administração. o risco e o alto grau de destruição dos acidentes com:        Vazamentos de produtos inflamáveis e/ou produtos tóxicos.Seul. Das explosões. Educação. Direito. Alaska. 59 feridos e 9 mortes 1988 . Política. Estatística. como por exemplo. Dos curtos-circuitos. com 11 mortes 2001 .1 .Bagkok.Zasiadko. Família. Chernobyl URSS. Processos Industriais. Enfermagem.Brasil.EUA. Dos naufrágios. incêndio. 5 . Engenharia. Transporte. explosão. Psicologia. Comunicação. explosão de gás Metano em um mina de carvão 2001 . Ucrânia. Observações: .Áreas de Conhecimentos envolvidas: A Higiene. Construção Civil. explosão. Segurança e Medicina do Trabalho inclui uma gama de conhecimentos bastante variada e extensa. Planejamento. Biologia. explosão. 39 feridos e 7 mortes 1991 . Economia. História. E diversos outros ramos de atividade existentes em nossa Sociedade e Economia.URSS. inclusive Segurança em Instalações Elétricas: 5. Organização. Das descargas atmosféricas. Bangladesh.Nagothane. 52 feridos 63 mortes 1993 . Tecnologia.Hubei. Ergonomia. Pesquisas. 23 mortes 1989 . Dos incêndios. Índia. Thailandia. as quais interagem entre si. Gestão.EUA.Dhaka. Saúde. explosão.Sungei Buloh. Chernobyl 1987 . mais de 17 feridos e 36 mortes Observação: Das ocorrências e dos exemplos acima colocados constatamos o perigo. fogo em fábrica de foguetes 2000 . envolvendo atividades das mais diversas áreas e especializações existentes. Malásia.Guizhou. Química. plataforma de petróleo. incêndio e dano ao meio ambiente.

Além disto. holística e sistêmica dos acontecimentos. É importante. * Conhecermos o todo. Quadro I). * Trabalharmos com constância de propósitos. 5. os quais demandam e utilizam o trabalho das pessoas e o respectivo Grau de Risco é de suma importância. Código Atividades Grau de Risco . SILVICULTURA E EXPLORAÇÃO FLORESTAL. cujo resumo colocamos abaixo: Quadro I – Classificação Nacional das Atividades Econômicas – CNAE (Tabela parcial e resumida. A – AGRICULTURA. uma visão histórica.Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE da NR 4 – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho: A visão e o conhecimento dos diversos e diferentes campos de atividades econômicas e sociais existentes no país. planejada e em equipe. desde o chão de fábrica até a presidência da Empresa. Para iniciar é muito útil então conhecermos e consultarmos o Quadro I . * Acessarmos e nos comunicarmos com todas as áreas da empresa e pessoal envolvido.   É por isto que se diz que a Higiene.Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE da Norma Regulamentadora – NR 4 – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. * Trabalharmos de maneira organizada.2 – Quadro I . para o bom conhecimento da Segurança do Trabalho é necessário que se tenha. Segurança e a Medicina do Trabalho tem uma natureza multifacetada. PECUÁRIA. por exemplo: * Pensarmos globalmente e atuarmos localmente (por razões econômicas). vide NR-4. além de todos os conhecimentos técnicos envolvidos.

31-7 01.15-5 01.3 01.32-5 01. exceto atividades veterinárias. Exceto Atividades Veterinárias. Produção de Lavouras Permanentes Cultivo de frutas cítricas Cultivo de café Pecuária Criação de bovinos Criação de suínos Criação de aves Produção Mista: Lavoura e Pecuária Produção mista: lavoura e pecuária Atividades de Serviços Relacionada com a Agricultura e Pecuária.12-7 B5 05. EXPLORAÇÃO FLORESTAL E SERVIÇOS RELACIONADOS COM ESTAS ATIVIDADES.4 01.01 01.5 01. Agricultura e Atividades dos 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 . SILVICULTURA. PESCA. Produção de Lavouras Temporárias Cultivo de cana-de-açúcar Cultivo de soja Horticultura e Produtos de Viveiro Cultivo de hortaliças.41-4 01.6 01.50-3 01.13-9 01. PECUÁRIA E SERVIÇOS RELACIONADOS COM ESSAS ATIVIDADES.1 AGRICULTURA. Atividades de serviços relacionados com a agricultura Atividades de serviços relacionados com a pecuária.11-9 02. Pesca. Silvicultura Exploração florestal. PESCA.61-9 01.45-7 01. Exploração Florestal e Serviços Relacionados com estas Atividades.44-9 01. legumes e especiarias hortícolas.1 02.21-0 01.2 01. Silvicultura.62-7 2 02. AQÜICULTURA E ATIVIDADE DOS SERVIÇOS RELACIONADOS COM ESTAS ATIVIDADES.1 01.

2 11.2 13. areia e Argila.20-7 13 13. Extração de pedra.23-4 13. Areia e Argila.10-04 11.22-2 14.05. Extração De Outros Minerais NãoMetálicos Extração e refino de sal marinho e salgema Extração de outros minerais NãoMetálicos INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO.10-9 14.1 11.1 13. Extração de Minério de Ferro Extração de minério de ferro Extração de Minérios Metálicos NãoFerrosos Extração de minério de alumínio Extração de minério de manganês Extração de minerais radioativos EXTRAÇÃO DE MINERAIS NÃOMETÁLICOS Extração de Pedra. FABRICAÇÃO DE PRODUTOS ALIMENTÍCIOS E BEBIDAS Abate e Preparação de Produtos de 3 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 .11-8 C10 10.10-2 13.21-8 13.Exceto a prospecção realizada por terceiros Serviços relacionados com a extração de petróleo e gás . EXTRAÇÃO DE PETRÓLEO E SERVIÇOS CORRELATOS Extração de Petróleo e Gás Natural Extração de petróleo e Gás Natural Serviços Relacionados com a Extração de Petróleo e Gás .Exceto a prospecção realizada por terceiros EXTRAÇÃO DE MINERAIS METÁLICOS.29-0 D15 15.1 14.25-0 14 14.1 Serviços Relacionados com estas Atividades.04 11 11. Pesca INDÚSTRIAS EXTRATIVAS. EXTRAÇÃO DE CARVÃO MINERAL Extração De Carvão Mineral.2 14.

15.6 15.32-6 15.41-5 15.9 Carne e de Pescado Abate de reses.7 15.23-7 15. Preparação e preservação do pescado e fabricação de Conservas de peixes.84-9 15. Processamento.61-0 15. Legumes e Outros Vegetais.8 15. Fabricação de biscoitos e bolachas Fabricação de massas alimentícias Fabricação de outros produtos alimentícios Fabricação de Bebidas 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 .12-1 15.53-9 15.89-0 15.11-3 15.51-2 15.62-8 15.82-2 15.31-8 15. Preservação e Produção de Conservas de Frutas.2 15. preparação de produtos de carne.81-4 15. confeitaria e pastelaria.14-8 15.42-3 15. crustáceos e moluscos. Produção de sucos de frutas e de legumes Produção de Óleos e Gorduras Vegetais e Animais Produção de óleos vegetais em bruto Refino de óleos vegetais Laticínios Preparação do leite Fabricação de produtos do laticínio Beneficiamento de arroz e fabricação de produtos do arroz Moagem de trigo e fabricação de derivados Fabricação de farinha de mandioca e derivados Fabricação e Refino de Açúcar Usinas de açúcar Refino e moagem de açúcar Torrefação e Moagem de Café Torrefação e moagem de Café Fabricação de Outros Produtos Alimentícios Fabricação de produtos de padaria.4 15.71-7 3 15.3 15. Abate de aves e outros pequenos animais e preparação de produtos de carne.52-0 15.

3 17.15. Fabricação de Artefatos Têxteis a Partir de Tecidos – Inclusive Vestuário . 5. Na literatura técnica encontramos muitas obras publicadas.SESMT. Químicos.23-0 17. Observações:   Vide na NR – 4: Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho . Tecidos e Artigos Têxteis.93-8 15. Extração de Minérios. Complementando esta linha de conhecimento o passo seguinte é o de conhecermos os diversos processos industriais existentes. inclusive com o seu respectivo Grau de Risco em uma escala de 1 (um) a 4 (quatro).2 17. Petroquímicos.11-6 17. Metalúrgicos.19-1 17.3 – Acidentes no Trabalho: .5 17. como os da Refinação de Petróleo.95-4 16 16. Siderúrgicos.92-0 15. Transporte e diversos outros.31-0 17.1 17.Inclusive Fiação e Tecelagem Tecelagem de algodão 3 Tecelagem de fios de fibras têxteis 3 naturais Serviços de Acabamento em Fios.6 Fabricação de vinho 3 Fabricação de malte.22-1 17.32-9 17.0 16. 3 Fabricação de refrigerantes e refrescos 3 FABRICAÇÃO DE PRODUTOS DO FUMO Fabricação de Produtos do Fumo Fabricação de produtos do fumo 3 FABRICAÇÃO DE PRODUTOS TÊXTEIS Beneficiamento de Fibras Têxteis Naturais Beneficiamento de algodão 3 Beneficiamento de outras fibras têxteis 3 naturais Fiação Fiação de algodão 3 Fiação de outras fibras têxteis naturais 3 Fiação de fibras artificiais ou sintéticas 3 Tecelagem . cervejas e chopes.e de Outros Artigos Têxteis. Mecânica Pesada.21-6 17.00-4 17 17. o Quadro I acima referido onde encontramos uma listagem completa de todos os ramos de Atividades Econômicas.

com estatísticas da situação em geral.Doença do trabalho. constante da relação mencionada no inciso I. provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte ou a perda ou redução. tais como: jornais. índices estes bem acima dos índices das demais nações evoluídas do mundo. assim entendida a adquirida ou desencadeada em função de condições especiais. assim entendida a produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar a determinada atividade e constante da respectiva relação elaborada pelo Ministério do Trabalho e da Previdência Social. conforme divulgado pelos diversos meios de comunicação. de 24 de julho de 1991. 2.213. §1o Não são consideradas como doença do trabalho: 1. Estes acidentes além de vitimarem a parte mais fraca da cadeia produtiva. nos termos do artigo anterior. salvo comprovação de que resultante de exposição ou contato direto determinado pela natureza do trabalho.4 – Definição Legal do Acidente no Trabalho: * Lei nº 8. ou seja. A inerente a grupo etário. 4.  Art.20: Consideram-se Acidentes do Trabalho. da capacidade para o trabalho. umas abrangentes.Diariamente. os trabalhadores e suas famílias causam prejuízos de grande monta à Previdência Social e à Saúde do nosso país. permanente ou temporária.Doença profissional. outras mais breves. Que não produza incapacidade laborativa. Estas notícias descrevem e nos revelam os altos índices de Acidentes do Trabalho ocorridos no Brasil. II . em que o trabalho é realizado e com ele se relacione diretamente.  Art. A doença endêmica adquirida por segurado habitante de região em que ela se desenvolva.19: Acidente do Trabalho: é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa ou pelo exercício do trabalho dos segurados referidos no inciso VII do art. revistas especializadas e pela televisão. encontramos notícias. Dispõe sobre os Planos de Benefícios da Previdência Social e dá outras providências. as seguintes entidades mórbidas: I . Doença degenerativa. . 5. 11 desta Lei. relatando as ocorrências de Acidentes no Trabalho no Brasil e no mundo. 3.

de negligência ou de imperícia de terceiro ou de companheiro de trabalho. para melhor capacitação da mão-de-obra. quando financiada por esta. inclusive veículo de propriedade do segurado.§2o Em caso excepcional constatando-se que a doença não incluída na relação prevista nos incisos I e II deste o artigo resultou das condições especiais em que o trabalho executado e com ele se relaciona diretamente. c) . a Previdência Social deve considerá-la acidente do trabalho. independentemente do meio de locomoção utilizado.No percurso da residência para o local de trabalho ou deste para aquela.Ofensa física intencional. e) . d) . . inclusive para estudo. inclusive veículo de propriedade do segurado. para efeitos desta Lei: I .Em viagem a serviço da empresa.Ato de pessoa privada do uso da razão. b) .  Art.Na prestação espontânea de qualquer serviço a empresa para evitar-Ihe prejuízo ou proporcionar proveito. ou produzido lesão que exija atenção médica para a sua recuperação. sabotagem ou terrorismo praticado por terceiro ou companheiro de trabalho. qualquer que seja o meio de locomoção. inclusive de terceiro.Na execução de ordem ou na realização de serviço sob a autoridade da empresa.A doença proveniente de contaminação acidental do empregado no exercício de sua atividade. incêndio e outros casos fortuitos ou decorrentes de força maior. III . IV . em conseqüência de: a) .21: Equipara-se também ao acidente do trabalho. haja contribuído diretamente para a morte do segurado. dentro de seus planos.Ato de agressão. b) .O acidente ligado ao trabalho que. d) . por motivo de disputa relacionada com o trabalho. inundação. II .O acidente sofrido pelo segurado. embora não tenha sido a causa única.Desabamento. c) . ainda que fora do local e horário de trabalho: a) . para redução ou perda da sua capacidade para o trabalho.Ato de imprudência.O acidente sofrido pelo segurado no local e no horário do trabalho.

doenças. entre outros. C . Excesso de autoconfiança. abalos emocionais.5 – Causas Verificadas.Fatores Constitucionais: o Idade. Análise das Causas e Classificação das Causas dos Acidentes do Trabalho: A Análise das Causas dos Acidentes do Trabalho consta de estudos que nos levam ao conhecimento de como e por que os acidentes ocorreram. no local do trabalho ou durante este. B . §2o Não é considerado agravamento ou complicação de acidente do trabalho a lesão que.Fatores Circunstanciais: o o Problemas familiares. 5.Inadaptação entre o Homem e a Função. Como por exemplo: o o o Falta de atenção.§1o Nos períodos destinados a refeição ou descanso. aqueles que decorrem da execução de tarefas de forma contrária as normas de segurança. alcoolismo.Desconhecimento dos Riscos da Função e/ou Formas de Evitá-los: .ATOS INSEGUROS: Os atos inseguros são geralmente definidos como causas de acidentes do trabalho que residem exclusivamente no fator humano. se associe ou se superponha às conseqüências do anterior. D . Percepção. * Causas: As causas dos atos inseguras por sua vez podem ser devidas: A . De um modo restrito as causas dos acidentes do trabalho são classificadas como: I . facilitando a compreensão das suas causas e possibilitando assim a atuação e a implantação de medidas preventivas que protejam e impeçam a ocorrência de novos acidentes. Discussão com colegas. isto é. o empregado é considerado no exercício do trabalho. ou por ocasião da satisfação de outras necessidades fisiológicas. resultante de acidente de outra origem. E outros atos. Sexo. entre outros.

Sem generalizar. Muitos trabalhadores terceirizados inclusive acabam trabalhando de modo informal. como as que ocorreram com a Cia. II . podemos constatar que os índices de acidentes do trabalho são mais elevado aonde o trabalho foi terceirizado. da diminuição do poder de negociação dos Sindicatos. mas devido às necessidades e circunstâncias impostas por um mercado globalizado. piso defeituoso. competitivo. A terceirização por sua vez quase sempre veio acompanhada pela perda dos direitos por parte dos trabalhadores. causaram também o advento de políticas de terceirização da mão de obra. 5. por desconhecer os riscos a que está sujeito. Exemplo: Máquinas sem proteção. não por sua própria escolha. as quais foram bastante desvantajosas para o nosso país. . bem como. impostas pelos credores internacionais. Tais condições apresentam e como deficiências técnicas. predatório e socialmente desestruturadas. entre outros. Vale do Rio Doce. estimulando o emprego de políticas econômicas não adequadas. Estas condições repercutiram negativamente em nossa economia.É comum um operário praticar atos inseguros por não ter conhecimento adequado sobre a forma recomendada de executar a operação. devido à possibilidade de o mesmo acidentar. executadas precariamente. ou mesmo. os quais tinham antes condições de lutar e defender os direitos dos trabalhadores e atualmente encontramse enfraquecidos. dado os elevados índices de desemprego ainda existentes em nosso pais. os quais não podem ser ignorados: Exemplo disto ocorreu no Brasil na década de 90: Conjunturas Econômicas bastante desfavoráveis.CONDIÇÕES INSEGURAS: São aquelas condições que. além causarem o desemprego em massa. colocam em risco a integridade física e mental do trabalhador. com raras exceções. em conseqüência de períodos de crises da política e economia mundial.6 – Demais causas desfavoráveis as quais não podem ser ignoradas: Além das causas primárias das ocorrências ligadas aos Acidentes do Trabalho como as acima colocadas podem identificar outros fatores que favoreceram a ocorrência e o incremento dos acidentes do trabalho. Cabe aos técnicos e encarregados orientá-lo sobre as formas recomendadas e mais seguras de se realizar determinadas tarefas de risco envolvidas na função. tivemos os casos de diversas privatizações realizadas no Brasil. Como por exemplo. como as ocorridas no Brasil na década de 90. com as Concessionárias de Telefonia e de Energia Elétrica e de Gás Natural. fiação elétrica exposta. Estas privatizações. presente no local de trabalho.

ou seja.Conforme acima referido as condições inseguras de trabalho são causadas na maioria das vezes por instalações irregulares e/ou obsoletas desrespeitando as recomendações ditadas pelas Normas Técnicas vigentes de instalações. Isto tem levado ao agravamento do quadro econômico e social dos países em desenvolvimento. trabalhista. além de procedimentos impróprios executados na operação. educacional e da saúde ainda deficientes para as necessidades de nosso país. causado por conjunturas políticas. a qual favorece sobretudo as potências economicamente mais fortes. tomam medidas mais adequadas no caso da ocorrência do desemprego: Ocorrendo o desemprego os trabalhadores recebem. além da falta de infra-estrutura no país. na produção e na manutenção. na educação e na eliminação das causas dos Acidentes do Trabalho:  Despreparo educacional e profissional que atinge grande parte dos Trabalhadores. além do aumento dos índices de acidentes do trabalho. desobedecendo as exigências das Normas Regulamentadora. prejudicando muito os trabalhadores. revelou-se agora em sua face oculta e mais cruel. o que acaba distorcendo as estatísticas de acidentes de trabalho. causando graves problemas sociais. em detrimento dos povos e economias das Nações emergentes e em desenvolvimento. Freqüentemente atua-se mais nas conseqüências do que na prevenção. preventiva e efetiva por parte dos Órgãos Públicos e Privados e pelos Sindicatos e o conseqüente descaso e desrespeito às leis específicas relativas Segurança no Trabalho por parte de empresas sem estrutura e sem qualquer compromisso social. Alguns países desenvolvidos. de melhorias e de modernização das instalações. contínua. à política da “globalização” dos mercados. da educação. a crise da saúde pública. a da competividade desigual. acontece na maioria das vezes da CAT – Comunicado de Acidente do Trabalho não ser emitida. também cursos de especialização e de atualização profissional que os habilitam e capacitam a voltar mais rapidamente ao mercado de trabalho. Conseqüentemente. bem como. Estas condições inseguras por sua vez. social. Além disto.  Condições Inseguras do Trabalho: . em grande parte são causadas pela falta de investimentos que permitam a execução de manutenção adequada. além do seguro desemprego. . como a falta de moradias. econômicas. tida como o “supra-sumo” da economia mundial. por exemplo. principalmente os de menor qualificação e renda. como no caso do Brasil. severa.Neste caso quando os acidentes ocorrem com dado a esta informalidade.  Falta de uma fiscalização mais intensa. contribuindo para a estagnação da economia. despreparo este. aumentaram também os índices da violência e da criminalidade no Brasil. terceirização da mão de obra e desemprego em massa.

Morosidade da Justiça no que se refere à apuração, julgamento, e punição dos responsáveis pelos acidentes do trabalho ocorridos, bem como, a indenização de direito a ser recebida pelos trabalhadores e suas famílias, situações estas que, para não prejudicar o trabalhador, não deveriam tardar para serem resolvidas.

5.7 – Normas e Princípios Básicos da Segurança do Trabalho: No Brasil os princípios básicos da Segurança do Trabalho são ditados e orientados pelas Normas Regulamentadora – NR. A partir das NR podemos e devemos nos guiar, verificando as diversas situações de riscos que ocorrem nas instalações de uma empresa. As Normas Regulamentadora – NR por sua vez apóiam-se e se relacionam com as Normas Técnicas oficiais, estabelecidas pelos órgãos competentes, como as da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas e das demais Normas Técnicas existentes no mundo, tais como a ISO, a ASTM, a API, a ASME, a DIN, a BS a NF e todas as demais. No que tange a Eletricidade, a Norma Regulamentadora a ser seguida é a NR – 10 – Instalações e Serviços em Eletricidade, a qual deve ser complementada pelas diversas Normas Técnicas específicas para a Eletricidade, tais como:
o o o o

NBR 5410 - Instalações de baixa tensão; NBR 14039:03 - Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV; NBR 5414 / Instalações Elétricas de Alta Tensão; E demais normas.

É muito importante também que sejam seguidas às recomendações técnicas relativas a Segurança da Instalação e a Segurança do Trabalhador encontradas nos livros técnicos que regem o assunto, nos manuais técnicos das instalações e de seus componentes, nos treinamentos específicos, entre outras. A experiência acumulada das pessoas, das firmas que trabalham com seriedade e competência e das técnicas utilizadas em Concessionárias de Serviço Público é de suma importância também. Outro meio atual e de extrema valia que deve ser sempre levado em conta são as informações disponíveis em Páginas e Endereços da INTERNET dedicados a Segurança e Saúde no Trabalho. Para obtê-las devemos acessar principalmente os “Sites” das Universidades, das Entidades Governamentais e não Governamentais e de Empresas comprometidas com a SEGURANÇA, HIGIENE e MEDICINA do TRABALHO. 5. 8 – Principais Conceitos e Objetivos em Higiene e Segurança do Trabalho: SAÚDE OCUPACIONAL - SO:

* Funções Básicas: Essencialmente, a vida do Homem transcorre, na sua maior parte, em dois tipos de ambientes:
o o

O ambiente ocupacional ou local de trabalho; O ambiente de sua comunidade.

Cada um destes ambientes possui suas características próprias e atua sobre o organismo humano, o qual procura adaptar-se às forças, aos agentes e às tensões. Este processo de adaptação é muito lento e limitado, diante das rápidas e constantes mudanças do meio físico e do sistema de vida, o que acaba por provocar o aparecimento das doenças. Os ambientes ocupacionais, onde o trabalhador permanece, praticamente 1/3 de cada um de seus dias, têm sido sempre considerados como potencialmente mais nocivos à saúde, do que o ambiente da comunidade. O ambiente industrial, por exemplo, é na maioria das vezes bastante artificial. Nele são operadas máquinas perigosas; estão presentes agentes químicos potencialmente tóxicos; podendo haver excesso de ruído; temperaturas elevadas e fontes de radiação, etc. e em muitas ocasiões estas exposições atingem também a comunidade, através da poluição da água, do ar e do solo; criando graves problemas de saúde pública. Por elementar direito de sua condição humana, tal como foi reconhecido pela ONU (Organização das Nações Unidas), o governo de cada país têm o dever de zelar pela saúde dos seus trabalhadores. A responsabilidade pela vida e saúde de um trabalhador deve recair sobre o trinômio ESTADO – EMPRESA – TRABALHADOR, seja porque o estado terá gastado para a recuperação do indivíduo (quando possível) ou para a sua manutenção ou de seus dependentes, quando da morte ou invalidez, seja porque a empresa perde seu investimento em qualificação e material ou porque o próprio trabalhador incapacitado terá seu futuro (e de seus dependentes) muitas vezes comprometido. * Conceitos:

SAÚDE OCUPACIONAL - SO:

Conforme a OIT – Organização Internacional do Trabalho e a OMS – Organização Mundial da Saúde, a Saúde Ocupacional é o ramo da saúde que tem por objetivos:
 

A Promoção e Manutenção no mais alto grau do bem-estar físico, mental e social dos trabalhadores em todas suas ocupações; A Prevenção, entre os trabalhadores, das doenças ocupacionais causadas pelas condições inadequadas e inseguras do trabalho;

 

A Proteção dos trabalhadores em seu labor, dos riscos resultantes de fatores adversos à saúde; A Colocação e Conservação dos trabalhadores em ambientes ocupacionais adaptados a suas aptidões fisiológicas e psicológicas;

* Em resumo:

A Adaptação do Trabalho ao Homem e de cada Homem ao seu próprio Trabalho.

MEDICINA OCUPACIONAL: É o campo da Medicina relacionado com:

 

A avaliação, manutenção, recuperação e melhoria da saúde do trabalhador, através da aplicação de princípios da Medicina Preventiva, da Medicina de Emergência, da Reabilitação e Medicina do Ambiente; A promoção de uma produtiva e satisfatória interação do trabalhador com seu trabalho, através de aplicação de princípios do comportamento humano; A ativa apreciação das necessidades e responsabilidades sociais, econômicas e administrativas do trabalhador e da Comunidade trabalhadora.

HIGIENE INDUSTRIAL (Segundo a “American Industrial Hygiene Association”): “É a ciência e a arte devotadas ao reconhecimento, avaliação e controle daqueles fatores ou condicionantes ambientais, provenientes do ambiente de trabalho, que podem causar doenças, danos à saúde e ao bem-estar, ou desconforto significativo e ineficiência entre trabalhadores ou entres os habitantes da Comunidade". SEGURANÇA OCUPACIONAL (Segundo o “National Safety Council”): “A Segurança Ocupacional visa à Prevenção dos Acidentes". FUNÇÕES BÁSICAS DA SAÚDE OCUPACIONAL: * Em Higiene do Trabalho: 1 - Adoção das características físicas dos ambientes no que se refere à iluminação, ventilação, conforto térmico e conforto acústico, radiação, entre outras. 2 - Adoção de normas higiênicas sobre os poluentes do ambiente atmosférico, encontrados na empresa. 3 - Estabelecimento das características toxicológicas de todos os materiais, produtos químicos, subprodutos e resíduos da empresa, assinalando a classe de proteção necessária que deve ser utilizada.

4 . 2 . 7 .Determinação quantitativa e qualitativa dos poluentes e outros agentes de doenças profissionais. 5 . 8 .Estabelecimento de sistemas ou métodos de controle para eliminar ou minimizar as condições perigosas conhecidas. .Manutenção de um registro de acidentes com as estatísticas atualizadas. 6 . para evitar a repetição. 11 . 8 .Programa de treinamento dos trabalhadores em primeiros socorros. para decidir de que forma devem corrigir. 3 . 10 .Estudo permanente das condições de trabalho que oferecem maior risco de acidentes. dinâmica de cores e manutenção (Ordem e Limpeza).Estudo das condições da empresa. e de cada processo ou operação que apresentem risco para a saúde dos trabalhadores.Estabelecimento das medidas que concorrem a uma melhor manutenção. 9 . ampliação e modificação das facilidades sanitárias em uso pelos trabalhadores.Estabelecimento dos programas de sinalização.Estabelecimento de um programa preventivo e de controle no caso de incêndio. do ar e do solo da comunidade. calculando os respectivos índices de freqüência e gravidade. 6 .Estabelecimento das medidas para realizar a administração e manutenção dos equipamentos de proteção individual (EPI).Participação nas Comissões Internas de Prevenção de Acidentes (CIPA).Programação educativa para criação de uma consciência de segurança entre os trabalhadores. 9 . adotando um tipo de relatório dos acidentes que ocorrem. 4 . 7 . * Em Segurança do Trabalho: 1 .Estabelecimento de medidas que conduzam a uma periódica avaliação da efetividade dos métodos de controle utilizados. 5 .Estabelecimento e manutenção dos sistemas de controle para evitar a poluição das águas.Estabelecimento de um sistema de inspeção para a execução das recomendações.Estabelecimento da relação que poderia haver entre o ambiente de trabalho e seus efeitos sobre a saúde do trabalhador.Investigação. discussão e informação dos acidentes ocorridos.

Participação das comissões internas de prevenção de acidentes. no Capítulo 2.Manutenção e estudos das estatísticas de absenteísmo e outras.Exames Médicos Ocupacionais. Editora Atlas. 2 .Seleção e colocação dos trabalhadores de acordo com suas aptidões físicas e emocionais. 8 .Estímulos aos trabalhadores para a apresentação de sugestões para melhoramento da segurança. . e adequados às exigências legais. se houver recorrência de violação a determinada norma. e alimentação. pgs. * Em Medicina do Trabalho: 1 . etc sobre segurança. 12 . cartazes. 13 -Estabelecimento de regulamentos de segurança de acordo com o tipo de industria. 7 . 5.Supervisão das facilidades de primeiros socorros e normas para o ensinamento dos mesmos. referenciado em nossa Bibliografia. Ergonomia deriva da língua Grega “Ergos” significando Trabalho e “Nomos” significando Leis.Programas de imunização. avisos. Conhecimentos Técnicos. e castigos. 11 . através de literatura.Participação no programa de educação sanitária. 36 até 41 do livro: Segurança do Trabalho & Gestão Ambiental. Além disto. 2001.Diagnóstico e tratamento de casos de acidentes ocupacionais e não ocupacionais. temos colocado os principais conceitos envolvidos neste termo. 9 . portanto Ergonomia o Estudo das Leis que regem o Trabalho.Participação nas comissões internas de prevenção de acidentes (CIPA).Divulgação. Antonio Nunes Barbosa Filho. 5 . premiando as idéias práticas. 3 . além disso.10 . um programa de prêmios de incentivo por recordes de segurança. painéis. estabelecendo.Aconselhamentos à gerência da empresa em todo assunto relacionando com a saúde dos trabalhadores. sendo. 4 . 10 .Manipulação dos casos de compensação segundo a lei. 6 . 9 – Ergonomia: Este tema é tratado pela Norma Regulamentadora NR-17. Etimologicamente.

Trata-se de uma norma direcionada para os Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho . com a contribuição das diversas disciplinas científicas que a compõem. deve desembocar em uma melhor adaptação ao homem dos meios tecnológicos de produção e dos ambientes de trabalho”. de nacionalidade Polonesa. item 7.983 foi criada a Associação Brasileira de Ergonomia – ABERGO.A Norma BS 8800. realizou-se o I Congresso Internacional de Ergonomia. AT: . a solução dos problemas resultantes dessa relação.000 tem para a área de Gestão Ambiental. este termo foi utilizado pela primeira vez em 1. na Áustria. Em 1. Siglas e Abreviaturas Utilizadas na Segurança Do Trabalho: Em Segurança do Trabalho.IEA”. No Brasil em 1. Em 1. APA: . que originalmente era numerada como BS 8750. é uma norma de origem inglesa (“British Standards”). como algumas das principais abaixo colocadas:     ASO: .4 ). 5. Também no Brasil em 1. sendo considerada o que há de mais atual em todo o mundo para a implantação de sistemas eficazes de gerenciamento das questões relacionadas à prevenção de acidentes e doenças ocupacionais. com uma perspectiva de aplicação.857 na publicação intitulada “Ensaios de Ergonomia” escrito por Woitej Yastembowky.Área de Proteção Ambiental.949 na Inglaterra foi criada uma entidade pioneira nesta área denominada “Ergonomics Research Society” com o propósito de estudar o relacionamento entre o Homem e seu Trabalho. entidade congregando profissionais interessados na temática.970.Atestado de Saúde Ocupacional (Ver NR – 7.4. no qual foi definido o objeto da mesma como sendo o seguinte: “Elaborar. bem como.ufpe.957 nos EUA foi criada a “Human Factors Society”.Acidente do Trabalho. em Estrasburgo. a qual. um corpo de conhecimentos que. BS 8800: .Conforme o livro supracitado. bi-anualmente realiza Encontros para promoção da Ergonomia em todo Brasil. é muito comum o uso de abreviaturas e siglas.10 – Termos Técnicos Específicos.SST.000 tem para a área de Qualidade Total e ISO 14.961 ainda nos EUA foi criada ainda a “International Ergonomics Association . além de diversos termos técnicos específicos. Entidades.br/near). Em 1.998 foi lançado o Núcleo de Ergonomia Aplicada do Recife (NEAR) cujo site na Internet é encontrado no endereço (www. . Em 1. Para a área de saúde e segurança do trabalho esta norma tem a mesma importância que as Normas ISO 9.

com o fim de estimular o interesse pelas questões de prevenção de acidentes. CIPA.Certificado de Aprovação de Equipamentos de Proteção Individual (Secretaria de Inspeção do trabalho) . Convenção nº 174 da OIT complementada pela Recomendação nº 181. resultante da materialização de um risco. à exceção dos setores dessas instalações nos quais se manipulam substâncias não radioativas. .Comunicado de Acidente do Trabalho.Classificação Nacional de Atividades Econômicas cf. realizar palestras instrutivas. não se aplicando. NR 4 e 5. B) Instalações militares. item 6. provocando danos. CAI: . Os empregadores. que tem por objeto a prevenção de acidentes industriais maiores que envolvam substâncias perigosas e a limitação das conseqüências desses acidentes.036.(Ver NR – 5 ): A CIPA originou-se de uma recomendação da OIT (Organização Internacional do Trabalho) em 1921 e transformando-se em determinação legal no Brasil em 1944 (Decreto-Lei nº 7. NR-2.Certificado de Aprovação de Instalação cf. item 5. Observação: . editada em 1993.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes: .O CAT deve ser emitido e encaminhado no prazo de 1 (um) dia útil. apresentar sugestões quanto à orientação e fiscalização das medidas de proteção ao trabalhador.     Ver NR – 5. artigo 82). n.1 e 2).085 de 15 de janeiro de 2002: Refere-se à Prevenção de Acidentes Industriais Maiores de acordo com aConvenção da Organização Internacional do Trabalho.Centros de Referência em Saúde do Trabalhador. todavia aos casos de: A) Instalações nucleares e usinas que processem substâncias radioativas. C) Transporte fora da instalação distinto do transporte por tubulações. A Convenção aplica-se a instalações sujeitas a riscos de acidentes maiores ou ampliadas.(Ver NR – 6. conf. Cerests .8. Nota: O Brasil ratificou a OIT nº 174 em 02 de agosto de 2001. CAT: .16. Decreto nº 4. Causa – É a origem de caráter humano ou material relacionado com o evento catastrófico (acidente ou falha).   CNAE . cujo número de empregados seja superior a 100. propor a instituição de concursos e prêmios e tomar outras providências para a educar o empregado na prática de prevenir acidentes. com representantes dos empregados. deverão providenciar a organização em seus estabelecimentos de comissões internas.   CA: .

por exemplo. São exemplos de EPC: Chuveiros de Emergências. O risco (possibilidade) e o perigo (exposição) de queda são os mesmos. . é o efeito que ocorre quando um agente tóxico tem seu efeito aumentado por agir simultaneamente com um agente não tóxico. uma fratura na perna. O efeito é maior que o efeito aditivo.Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho. DORT: .P. . Um operário desprotegido pode cair de uma viga a 3 m de altura.C. São alguns exemplos de EPI: Capacete. Óculos de segurança.  Efeito Toxicologicamente Sinérgico: De acordo com a NBR 14725:2001.Equipamento de Proteção Individual: (Ver NR – 6). com certeza. Efeito Aditivo: De acordo com a NBR 14725. ele.I. ambiental ou financeira.   CONTRU: . material. ao meio ambiente ou à propriedade. Se a viga estivesse a 90 m de altura. caso o controle sobre um risco seja perdido. entre outros.P.Coordenador de Saúde do Trabalho (Órgão do Ministério da Saúde) DANO: Lesão Física e/ou prejuízo que provoca prejuízo à saúde. que pode resultar. é o efeito quantitativamente igual a soma dos efeitos produzidos individualmente de dois ou mais agentes tóxicos.Equipamento de Proteção Coletiva. a diferença reside na gravidade do dano que poderia ocorrer com a queda. COSAT: . varas de manobra.Declaração de Instalações cf.Departamento de Controle de Uso de Imóveis. detectores de tensão.  DANOS (“DAMAGE”) – É a gravidade (severidade) da perda humana. e sofrer um dano físico. Entretanto. é o efeito quantitativamente maior que a soma dos efeitos produzidos individualmente de dois ou mais agentes tóxicos. .  Efeito de Potenciação: De acordo com a NBR 14725.    DI . (Ver NR – 2). estaria morto.  E.  E.

à saúde e ao meio ambiente. conhecimento básico sobre os produtos químicos. esta ficha fornece informações sobre vários aspectos desses produtos químicos (substâncias ou preparados) quanto à proteção. portanto Ergonomia o Estudo das Leis que regem o Trabalho.Artigo 22. para esses aspectos. Mascaras contra gases. entre outros.  FICHA DE EMERGÊNCIA: Esta ficha informa sobre as características físico-químicas básicas do produto químico e/ou resíduo e as providências que devem ser tomadas em caso de acidente. envolvimento de pessoas. hexanol. Esta técnica permite analisar como podem ocorrer as falhas de um equipamento ou sistema. e deve ser confeccionada de acordo com as NBR-7503/7504 e 8285. Aventais (PVC. derramamento.  FISPQ – Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos: De acordo com a NBR 14725. recomendações sobre medidas de proteção e ações em situação de emergência. "Fail Mode & Effect Analysis" ou AMFE (Análise de Modos de Falhas e Efeitos) e deve ser aplicada para sistemas ou falhas simples. Protetores auriculares.Sinistro ou risco iminente que requeira ação imediata. Máscaras protetoras (Combitox).044 de 18 de maio de 1988. látex.. Seção VI (Da Documentação) . estimando as taxas de falha. Capítulo II. Entre outros. Ergonomia: (Ver NR – 17).Luvas (de raspa. entre outros....). à Segurança. A FISPQ fornece.   Emergência: .  FMEA: é uma abreviação do nome inglês. sendo. contra choque elétrico. vaqueta.). Em alguns países a mesma é denominada de “Material Safety Data Sheet” – MSDS. determinar os efeitos recorrentes e estabelecer mudanças para aumentar sua confiabilidade operacional de modo adequado e seguro. . etc. A mesma deve sempre acompanhar o transporte de produtos químicos conforme Decreto Lei 96. Etimologicamente Ergonomia deriva da língua Grega “Ergos” significando Trabalho e “Nomos” significando Leis. Cintos de Segurança. Botas e /ou sapatos de segurança com biqueira de aço.

jurisdicionada ao Ministério do Trabalho.gov.br/ Fundação Jorge Duprat de Segurança e Medicina do Trabalho.org. A.nfpa. A necessidade de favorecer o aumento da capacidade seguradora das sociedades nacionais. com o objetivo de regular o cosseguro. Convenção OIT 174 e Decreto 4085 de 15 de janeiro de 2002 o qual Promulga a Convenção no 174 da OIT e a Recomendação no 181 sobre a Prevenção de Acidentes Industriais Maiores.org. Mapa de Riscos: Documento explicitado na NR – 5.). O Mapa de Risco quando bem executado é um instrumento da maior valia.Organização Internacional do Trabalho (http://www.         NIOSH .National Institute for Occupational Safety and Health at Work (EUA).br/).S. além de promover o desenvolvimento das operações de Seguros no País. NR: .  HAZOP: é uma abreviação do nome inglês.br/). Foi criada em 1971.Organização Mundial da Saúde.07. LER: . (Ver pgs. FUNDACENTRO: . pela Portaria Número 25 de 29/12/1994.214 de 08. "Hazard and Operability Study". A OSHA dedica-se a prevenir acidentes. para a retenção de maior volume de negócios em nossa economia. Nasceu assim o IRB. OIT: .    LT CAT . NFPA – “National Fire Protection Association” ((http://www. bem como. de forma direta ou por intermédio de companhias estrangeiras que operavam no Brasil.oitbrasil.1978).  IRB: .Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho ( Ver Portaria Nº 3. tornava urgente a organização de uma entidade nacional de resseguro.Instituto de Resseguros do Brasil: . Naquela época. conf. 60 e 575 do livro Segurança e Medicina do Trabalho da Editora Atlas). da Indústria e do Comércio. Department of Labor” e tem sua sede em Washington.Lesão por Esforços Repetitivos. está vinculada ao “U. Esta técnica é utilizada quando precisamos estudar as possíveis maneiras de ocorrências de perigos e problemas operacionais através da utilização de grupos de trabalho.Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalhado. Das Atribuições.fundacentro.Foi criado em 1939. o item 5. doenças e mortes relacionadas ao trabalho. graças ao então presidente Getúlio Vargas. S. DC. o resseguro e a retrocessão. . uma sociedade de economia mista. OMS: . – Associação Nacional de Proteção a Incêndios sediada nos U.Organização Americana de Segurança e Saúde do Trabalho. Os principais objetivos são identificar todos os desvios operacionais possíveis do processo e também identificar todos os perigos e/ou riscos associados a esses desvios operacionais.http://www. OSHA – “Occupational Safety and Health Administration”: .16. a atividade de resseguro no País era feita Quase totalmente no Exterior.

Expressa uma exposição relativa a um risco. que favorece a sua materialização em danos.De acordo com a NBR 14725.Possibilidade de perda material ou humana. RAO: . PPD: .Programa de Conservação Auditiva.              Perigo (“Danger”) . persistem as possibilidades de efeitos adversos. Preparado: .Programa de Prevenção à AIDS. Risco (“Hazard”): Uma ou mais condições de uma variável com o potencial necessário para causar danos. RIMA:.  OSHAS 18001 – “Occupational Safety and Health Assessment Series”: . Esses danos podem ser entendidos como lesões as pessoas.Programa de Prevenção ao Alcoolismo. PCMAT: (Ver NR – 18). PPAI: . PPAL: . ou redução da capacidade de produção.Programa de Prevenção às Drogas.    PAIR: .Relatório de Impacto Ambiental.Programa de Proteção Respiratória.Plano de Prevenção de Riscos Ambientais. POO: . Risco (“Risk”) – Expressa uma probabilidade de possíveis danos dentro de um período específico de tempo ou número de ciclos operacionais. Programa das Condições de Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção Civil.Registro e Análise de Ocorrências. PPRA: (Ver NR – 9). é uma mistura ou solução composta de duas ou mais substâncias.“Norma” publicada pela BSI – British Standards Institution que entrou em vigor em 15/04/1999 com a finalidade da certificação de Sistemas de Gestão da SST. PCA: .Programa de Prevenção do “Stress”. danos a equipamentos e instalações. RENAST – Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (órgão do Ministério da Saúde). PAINEL DE SEGURANÇA: São placas retangulares (dimensões: 30 cm de altura x 40 cm de comprimento). . Plano de Controle Médico e Saúde Ocupacional.Perda Auditiva Induzida pelo Ruído. danos ao meio ambiente.  PCMSO: (Ver NR – 7). PPR: .na cor laranja onde são alocados os números de identificação de risco (4 campos na cor preta) na parte superior e o número da ONU (Organização das Nações Unidas) na parte inferior com 4 algarismos na cor preta. perda de material em processo. PPS: .   Risco: . Havendo um risco.Programa de Prevenção Oftalmológico-Ocupacional. Líquido Inflamável que em contato com a água libera gases inflamáveis Metildiclorossilano.

referentes à natureza. causado por incêndio ou acidente. conjuntamente com o respectivo painel de segurança.CNSP. de 06. Perdas: -É o prejuízo sofrido por uma organização.01.A. SST – Segurança e Saúde no Trabalho. as entidades de previdência privada aberta e os corretores habilitados. Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho. Semana Interna de Prevenção de Acidentes no Trabalho. Entretanto. SIPAT: (Ver NR – 5). em algum bem. Chance de perda que uma empresa pode sofrer por causa de um acidente ou série de acidentes. Uma das atribuições da CIPA é promovê-la anualmente. manuseio ou identificação do produto.  SESMT:(Ver NR – 4 e 27).    SEST: . Incidente: .          SIT: . portanto. .Ocorrência de prejuízo ou dano.  Incerteza quanta à ocorrência de um determinado evento. Segurança: -É freqüentemente definida como isenção de riscos.Secretaria de Inspeção do Trabalho. Devem ser afixados em local de fácil visualização. no lado externo do caminhão. SUSEP: A SUSEP é o órgão responsável pelo controle e fiscalização dos mercados de seguro. capitalização e resseguro. SUS–Sistema Único de Saúde. na forma de losango. SSO – Segurança e Saúde Ocupacional. sem garantia de ressarcimento por Seguro ou outros meios. É o antônimo de perigo. em conjunto com o SESMT(Serviços Especializados em Segurança e Medicina do Trabalho). previdência privada aberta. que também instituiu o Sistema Nacional de Seguros Privados. Segurança é. que estampam os símbolos e/ou expressões emolduradas.2000. as sociedades autorizadas a operar em seguros privados e capitalização. Sinistro: . do qual fazem parte o Conselho Nacional de Seguros Privados . Sinistro: . é praticamente impossível a eliminação completa de todos os riscos.Serviço Especializado em Segurança e Saúde no Trabalho Coletivo. – IRB Brasil Re. um compromisso acerca de uma relativa proteção de exposição a riscos. É também chamado de quase-acidente. Autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda foi criada pelo Decreto-lei nº 73. de 21 de novembro de 1966. o IRB Brasil Resseguros S.É o prejuízo sofrido por uma organização. Com a edição da Medida Provisória nº 1940-17. o CNSP teve sua composição alterada. sem garantia de ressarcimento por Seguro ou outros meios.Qualquer evento ou fato negativo com potencial para provocar danos. RÓTULOS DE RISCO:  Estes são etiquetas.

Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho – SESMT (NR 4). segue abaixo uma breve verificação relativa a Segurança do Trabalho: Acidente do Trabalho. Inspeções de Segurança. 7 .514. PPRA – Programas de Prevenção de Riscos Ambientais (NR 9). Art. de 1 0 de maio de 1943.Resumidamente transcreveremos aqui somente os títulos e subtítulos. EPC –Equipamentos de Proteção Coletiva. Gestão de Emergências.CLT. Auditoria. passa a vigorar com a seguinte redação (simplificada): Capítulo V . relativo à Segurança e Medicina do trabalho e dá outras providências. Art. Portarias e Regulamentações). 154 até art. CIPA (NR 5).(D.1977): .Da Inspeção Prévia e do Embargo ou Interdição. 7 .159. Treinamento de pessoal. PORTARIAS E NORMAS: (Ver item 3. Campanhas de Segurança.Disposições Gerais. Demais assuntos. . O Presidente da república. Normas.23. Gestão de Riscos. Prevenção e Combate a Incêndios (NR 23 ). Riscos Ambientais e Profissionais. Primeiros Socorros.6 – Procedimentos principais utilizados na Segurança do Trabalho – Breve verificação: A título de exemplo.Esta lei altera o Capítulo V do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho . Seção II . . EPI – Equipamentos de Proteção Individual (NR 6).12. O texto integral deve ser pesquisado.Situação Atual em termos das Leis. PCMSO – Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional (NR 7}.3 na pg. Lei nº 6.CLT. 160 e 161.U. Segurança em Instalações Elétricas (NR 10). Observação: . Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. SST – Segurança e Saúde no Trabalho. Técnicas de Análise de Riscos de Acidente do Trabalho. de 22 de janeiro de 1977 . Cálculos relativos a Taxa Freqüência – T F e da Taxa de Gravidade T G.LEIS. Investigações dos Acidentes do Trabalho. 1º O Capítulo V do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho .DA SEGURANÇA E DA MEDICINA DO TRABALHO. Seção I . Normas Técnicas nacionais e internacionais.452. aprovada pelo Decreto-lei nº 5.O. Normas Regulamentadora – NR. Causas dos Acidentes do Trabalho.

Da Iluminação. Seção XII .Das Instalações Elétricas: Art. Seção V . Seção X .Da Movimentação. Art.Das Máquinas e Equipamentos. 179 . 168 e 169.Das Edificações. Seção VII . em qualquer das fases de produção. 180 . 175. Seção VIII . transmissão. 176 até art. 166 e 167. Art.Seção III . 170 até art. 181 . Art. Seção IX . Art.Das Caldeiras.Do Conforto Térmico.Das Medidas Preventivas de Medicina do Trabalho. 183. Art. 165. Art. Seção IV . inspecionar ou reparar instalações elétricas. Art. 178. Art. 182 e art.Somente profissional qualificado poderá instalar. 186. Fornos e recipientes sob Pressão. Seção VI . Art.Do Equipamento de Proteção Individual. Seção XI . . Armazenagem e Manuseio de Materiais.162 até art.O Ministério do Trabalho disporá sobre as condições de segurança e as medidas especiais a serem observadas relativamente às instalações elétricas.Dos Órgãos de Segurança e da Medicina do trabalho nas empresas. Art. 184 até art. operar. 174. distribuição ou consumo de energia.Os que trabalharem em serviços de eletricidade ou instalações elétricas devem estar familiarizados com os métodos de socorro a acidentados por choque elétrico.

. Seção XVI . Seção XIII . Art. . Art.Editora Atlas S.Das Atividades Insalubres ou Perigosas. 189 até art.Vejam os textos completos nas páginas em anexo ou nas páginas 11 até 19 do livro Segurança e Medicina do Trabalho – São Paulo .Das Penalidades. de 08 de junho de 1978 e informações complementares: As Normas Regulamentadora – NR são fundamentais e obrigatórias para o exercício da Higiene e Segurança do Trabalho. 198 e art. 5.1 – Transcrição da Portaria nº 3. 8 . 199.1978 a qual regulamenta as Normas Regulamentadora – NR: Ministério do Trabalho – Gabinete do Ministro Portaria nº 3. A. 187 e art.1978: . Ernesto Geisel Observação: . 8. Seção XIV .2003 ou em demais obras já publicadas. . Art. 2 até art.NORMAS REGULAMENTADORAS – N R´s aprovadas pela Portaria nº 3. Seção XV . 188.214 de 08.Art. 200. .214 de 8 .Da Prevenção da fadiga.06. 197. As Normas Regulamentadora – NR complementadas com a aplicação das Normas Técnicas correspondentes servem para nortear as principais ações preventivas e de fiscalização indicadas nos assuntos da Higiene e Segurança do Trabalho nas Empresas. Art. 201 e art.06.214.Das Outras Medidas Especiais de Proteção.

NR – 27 / Registro Profissional do Técnico de Segurança do Trabalho no Ministério do Trabalho. NR – 11 / Transporte. 1º Aprovar as Normas Regulamentadora . NR – 21 / Trabalho a Céu Aberto. NR – 19 / Explosivos. NR – 26/ Sinalização de Segurança. Título II. NR – 23 / Proteção contra Incêndios. NR – 13 / Caldeiras e Vasos de Pressão. Movimentação. NR – 9 / Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. NR – 20 / Líquidos Combustíveis e Inflamáveis. Port.NR . .514 . NR – 10 / Instalações e Serviços de Eletricidade. NR – 22 / Trabalho Subterrâneos. relativas à Segurança e Medicina do Trabalho. considerando o disposto no artigo 200. NR – 4 / Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho . NR – 14 / Fornos. NR – 18 / Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção. nº 53 de 17. da Consolidação das Leis do Trabalho. NR – 3 / Embargo e interdição. NR – 7 / Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional. NR – 8 / Edificações. no uso de suas atribuições legais. NR – 6 / Equipamento de Proteção Individual – EPI. NR – 15 / Atividades e Operações Insalubres.Aprova as Normas Regulamentadora – NR . NR – 29 / Segurança e Saúde no Trabalho Portuário (Elaborada posteriormente conf. Armazenagem e Manuseio de Materiais. NR – 16/ Atividades e Operações Perigosas. de 22 de dezembro de 1977. RESOLVE: Art. NR – 12 / Máquinas e Equipamentos. da Consolidação das Leis do Trabalho.do Capítulo V. NR – 28 / Fiscalização e Penalidades. Título II.SESMT.12. da Consolidação das Leis do Trabalho. O MINISTRO DO ESTADO. NR – 5 / Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA.do Capítulo V. NR – 17 / Ergonomia. relativas à Segurança e Medicina do Trabalho: Normas regulamentadora:                              NR – 1 / Disposições gerais. NR – 25 / Resíduos Industriais. NR – 2 / Inspeção prévia.1997). com redação dada pela Lei n 0 6. NR – 24 / Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho.

NR – 1 . A fiscalização dos estabelecimentos pelos órgãos competentes é feita com base nas Normas Regulamentadora – NR. modificadas e complementadas com o acréscimo de novas NR conforme abaixo colocado: 8.Nos anos seguintes de 1978 em diante as Normas Regulamentadora foram sendo ampliadas. também. Posteriormente algumas das principais NR serão estudadas mais detalhadamente. relativas à Segurança e Medicina do Trabalho. Observações:     Outro ponto a salientar é de que estas normas são revisadas periodicamente. Art. Observação: . ou na possível falta destas.1989. Art. . . Deste fato concluímos que ao utiliza-las e emprega-las necessitamos sempre de dispor também das Normas Técnicas correspondentes. Nestas ocasiões as mesmas são colocadas para consulta pública antes de serem recolocadas. . desde que possuam empregados celetistas.NR e informações complementares: A seguir. 3º Ficam revogadas as Portarias MTIC. Determina. 2º As alterações posteriores.1989. de 2. controlar e supervisionar todas as atividades inerentes. . Art. Arnaldo Prieto. 4º Revigorado pela Portaria nº 3.144 de 2. 5º Esta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação. orientar. serão baixadas pela Secretaria de Segurança e Medicina do Trabalho.5.2 – Resumo das Normas Regulamentadora . 2º Revigorado pela Portaria nº 3.Disposições Gerais: Determina que as Normas Regulamentadora. deverão ser cumpridas por todas as empresas privadas e públicas. Art. de uma forma introdutória. As Normas Regulamentadora – NR em seus textos fazem sempre referência às Normas Técnicas da ABNT vigentes.144. . 4º As dúvidas suscitadas e os casos omissos serão decididos pela Secretaria de Segurança e Medicina do Trabalho. .Art. às Normas Técnicas Internacionais. que o Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho – DSST é o órgão competente para coordenar. obrigatoriamente. . . Art. .5. decorrentes da experiência e necessidade. principalmente aquelas de aplicação mais generalizada. colocamos um resumo geral das NR.

Certificado de Aprovação de Instalações. Auxiliar de Enfermagem do Trabalho. dependendo do grau de risco da empresa e do número mínimo de 20 empregados. mesmo com um empregado. Caso haja interdição ou embargo em um determinado setor. as máquinas.Embargo ou Interdição: A DRT poderá interditar/embargar o estabelecimento. e/ou exigir providências a serem adotadas para prevenção de acidentes do trabalho e doenças profissionais.Inspeção Prévia: Determina que todo estabelecimento novo deverá solicitar aprovação de suas instalações ao órgão regional do Ministério do Trabalho e Emprego. cooperativas. que emitirá o CAI . de 6 de abril de 2000. NR – 4 . ser obrigado a participar do programa. mediante laudo técnico. os empregados receberão os salários como se estivessem trabalhando. um Médico do Trabalho.Dá competência às DRT regionais. instituições beneficentes. NR – 2 .Sistema Integrado de Prevenção de Riscos do Trabalho. todos empregados da empresa. A nova NR4 .Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho – SESMT: A implantação do SESMT depende da gradação do risco da atividade principal da empresa conforme os dados da Classificação Nacional de Atividades Econômicas .CNAE (Ver Quadro I) e do número total de empregados do estabelecimento (Ver Quadro II). Dependendo desses elementos o SESMT deverá ser composto por um Engenheiro de Segurança do Trabalho. por meio de modelo pré-estabelecido. determina as responsabilidades do empregador e a responsabilidade dos empregados. sociedades de economia mista. . Atualmente. setor de serviços se os mesmos demonstrarem grave e iminente risco para o trabalhador. clubes. Enfermeiro do Trabalho. esta Norma está sendo revista pela Comissão Tripartite Paritária Permanente. públicas.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA: Todas empresas privadas. Técnico de Segurança do Trabalho. desde que possuam empregados celetistas. As novas determinações referem-se aos serviços terceirizados. NR – 5 . o SEST próprio. NR – 2 . pela Portaria n º 10. são obrigadas a constituir a CIPA e a manter em regular funcionamento. o SEST coletivo e a obrigatoriedade de todo estabelecimento.

c) houver solicitação expressa de uma das representações. Os representantes dos empregados titulares e suplentes serão eleitos em escrutínio secreto. As principais atribuições da CIPA serão as seguintes: a) Identificar os riscos do processo de trabalho. e do Quadro III – Relação da Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE. além da utilização do Quadro II – Agrupamento de setores econômicos pela Classificação Nacional de Atividades Econômicas . A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho. bem como da avaliação das prioridades de ação nos locais de trabalho. ressalvadas as alterações disciplinadas em atos normativos para setores econômicos específicos. c) Participar da implementação e do controle da qualidade das medidas de prevenção necessárias. e elaborar o mapa de riscos (*) com a participação do maior número de trabalhadores. . do qual participem. b)Elaborar plano de trabalho que possibilite a ação preventiva na solução de problemas de segurança e saúde no trabalho. com acessória do SESMT. de acordo com o dimensionamento previsto no Quadro I da NR – 5 . As reuniões extraordinárias deverão ser realizadas quando: a) houver denúncia de situação de risco grave e iminente que determine aplicação de medidas corretivas de emergência. O dimensionamento da CIPA é feito conforme o Quadro I – Dimensionamento da CIPA. de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador.CNAE. onde houver. anexados a NR –5. exclusivamente os empregados interessados. independentemente de filiação sindical. A CIPA será composta de representantes da empregador e representantes dos empregados.Os trabalhos desenvolvidos pela CIPA são da maior importância para a segurança dos trabalhadores. Os representantes dos empregadores. com correspondente agrupamento para dimensionamento da CIPA. b) ocorrer acidente do trabalho grave ou fatal. de acordo com o calendário preestabelecido. com mandato de um ano e direito a uma reeleição e mais um ano de estabilidade.CIPA. A CIPA terá reuniões ordinárias mensais. titulares e suplentes serão por eles designados.

n) Requisitar à empresa as cópias das CAT emitidas.d) Realizar. (Ver pgs. em conjunto com o SESMT. avaliação do cumprimento das metas fixadas em seu plano de trabalho e discutir as situações de risco que foram identificadas. onde houver. i) Colaborar no desenvolvimento e implementação do PCMSO e PPRA e de outros programas relacionados à segurança e saúde no trabalho. bem como. (*) Mapa de Riscos: Ver definições e conceitos na NR – 5. de Campanhas de Prevenção da AIDS. f)Divulgar aos trabalhadores informações relativas à segurança e saúde no trabalho. a cada reunião. conf. o) Promover. j) Divulgar e promover o cumprimento das Normas Regulamentadora. anualmente. CIPA. m) Requisitar ao empregador e analisar as informações sobre questões que tenham interferido na segurança e saúde dos trabalhadores. bem como cláusulas de acordos e convenções coletivas de trabalho.16. o item 5. para avaliar os impactos de alterações no ambiente e processo de trabalho relacionados à segurança e saúde dos trabalhadores. g) Participar. ou com o empregador da análise das causas das doenças e acidentes de trabalho e propor medidas de solução dos problemas identificados. quando houver. periodicamente. onde houver. com o SESMT. a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho – SIPAT. onde houver. Das Atribuições. . relativas à segurança e saúde no trabalho. em conjunto com o SESMT. anualmente. das discussões promovidas pelo empregador. verificações no ambiente e condições de trabalho visando a identificação de situações que venham a trazer riscos para a segurança e saúde dos trabalhadores. Portaria Número 25 de 29/12/1994. h)Requerer ao SESMT. A Tabela I desta Portaria classifica os principais tipos de riscos ocupacionais existentes em grupos de acordo com a natureza dos mesmos. l) Participar. e) Realizar. 60 e 575 do livro Segurança e Medicina do Trabalho da Editora Atlas). a paralisação de máquina ou setor onde considere haver risco grave e iminente à segurança e saúde dos trabalhadores. inclusive com a padronização de cores para utilização no Mapa de Risco. em conjunto com a empresa. ou ao empregador. p) Participar.

Mapa de Riscos vem a ser um mapa constituído de uma vista em planta do ambiente de trabalho. Amarelo os riscos ergonômicos. bem como. através de círculos coloridos. prevenir e a evitar possíveis Acidentes do Trabalho. B – Identificação dos Riscos existentes. NR – 6 . estimular sua participação nas atividades de prevenção. C – Identificação das Medidas de Prevenção e sua Eficácia. instrumentos. a troca e divulgação de informações entre os trabalhadores. B – Possibilitar. Ele deve ser colocado num quadro e num lugar bem a vista de todos aqueles que trabalham naquele ambiente. materiais. sendo tanto maior quanto maior a gravidade do risco indicado.De acordo com a NR-5. F – Elaboração do Mapa de Riscos. atividades e ambiente). durante as sua elaboração. E – Conhecimento dos Levantamentos Ambientais realizados. os diversos tipos de riscos existentes naquele ambiente do trabalho. na qual estão indicados. Azul os riscos mecânicos. D – Identificação dos Indicadores de Saúde.Equipamentos de Proteção Individual – EPI: . sobre o “layout” da Empresa e Sinalização das Áreas de Riscos. O Mapa de Risco objetiva indicar todos os riscos existentes no ambiente de trabalho. de modo a orientar. Vermelho os riscos químicos. Marrom os riscos biológicos. quais os principais objetivos visados na execução do Mapa de Riscos são os seguintes: A – Reunir as informações necessárias para estabelecer o diagnóstico da situação de segurança e saúde no trabalho na empresa. Os círculos coloridos indicando os riscos variam de tamanho. Principais Etapas na elaboração de um Mapa de Risco: A – Conhecimento dos Processos de Trabalho (Trabalhadores. No mapa de riscos o usam-se as seguintes cores convencionais:      Verde representa os riscos físicos.

Certificado de Aprovação do Ministério do Trabalho e Emprego e a Empresa que importa EPI também deverá ser registrada junto ao Departamento de Segurança e Saúde do Trabalho. Todo equipamento deve ter o CA . f) máscaras para soldadores nos trabalhos de soldagem e corte ao arco elétrico. gratuitamente. e) óculos de segurança para trabalhos que possam causar irritação nos olhos e outras lesões decorrentes da ação de radiações perigosas. o empregador deve fornecer aos trabalhadores os seguintes EPI: I . 2. agentes meteorológicos (trabalhos a céu aberto). Atendidas as peculiaridades de cada atividade profissional e respeitando-se o disposto no item 6. As Empresas são obrigadas a fornecer aos seus empregados. nas seguintes circunstâncias: A – Sempre que as medidas de proteção coletiva forem tecnicamente inviáveis ou não oferecerem completa proteção contra os riscos de acidentes do trabalho e/ou de doenças profissionais e do trabalho. projeção de objetos ou outros. impactos provenientes de quedas. B – Enquanto as medidas de proteção coletivas estivem sendo implantadas. . contra respingos. provenientes de poeiras. para trabalhos que possam causar irritação nos olhos e outras lesões decorrentes da ação de líquidos agressivos e metais em fusão. C – para atender as situações de emergência.Os EPI. Equipamentos de Proteção Individual são empregados na proteção da saúde e integridade física do trabalhador.2. respingos. provenientes de impacto de partículas. b) óculos de segurança para trabalhos que possam causar ferimentos nos olhos. c) óculos de segurança. vapores de produtos químicos e radiações luminosas intensas.Proteção para a cabeça: a) protetores faciais destinados à proteção dos olhos e da face contra lesões ocasionadas por partículas. Equipamentos de Proteção Individual – EPI adequados aos riscos e em perfeito estado de conservação e funcionamento. da NR – 6. existindo para esse fim todo um processo administrativo. d) óculos de segurança para trabalhos que possam causar irritação nos olhos. g) capacetes de segurança para proteção do crânio nos trabalhos sujeitos a: 1.

b) calçados impermeáveis para trabalhos realizados em lugares úmidos. g) calçados de proteção contra riscos de origem elétrica. 2. queimaduras ou choque elétrico. radiações perigosas. e) calçados de proteção contra radiações perigosas. IV . h) perneiras de proteção contra riscos de origem mecânica. 3. materiais ou objetos escoriantes. choque elétrico. j) perneiras de proteção contra radiações perigosas. agentes biológicos. d) calçados de proteção contra riscos de origem térmica. 7. f) calçados de proteção contra agentes biológicos agressivos. 6. produtos químicos corrosivos. II .Proteção para os membros inferiores: a) calçados de proteção contra riscos de origem mecânica. oleosos. abrasivos.Proteção contra quedas com diferença de nível: .3. III . lamacentos ou encharcados. c) calçados impermeáveis e resistentes a agentes químicos agressivos. 5. 4. solventes orgânicos e derivados de petróleo. cáusticos. i) perneiras de proteção contra riscos de origem térmica. tóxicos. graxos. frio.Proteção para os membros superiores: Luvas e/ou mangas de proteção e/ou cremes protetores devem ser usados em trabalhos em que haja perigo de lesão provocada por: 1. materiais ou objetos aquecidos. cortantes ou perfurantes. alergênicos.

para trabalhos que impliquem produção de poeiras. c) trava-queda de segurança acoplada ao cinto de segurança ligado a um cabo de segurança independente. quando a natureza do trabalho assim o indicar. c) respiradores e máscaras de filtro químico para exposição a agentes químicos prejudiciais à saúde. 3. 2. agentes meteorológicos. d) aparelhos de isolamento (autônomos ou de adução de ar).a) cinto de segurança para trabalho em altura superior a 2 (dois) metros em que haja risco de queda. jaquetas. capas e outras vestimentas especiais de proteção para trabalhos em que haja perigo de lesões provocadas por: 1. riscos de origem radioativa. para os trabalhos realizados com movimentação vertical em andaimes suspensos de qualquer tipo. riscos de origem mecânica. para exposições a agentes ambientais em concentrações prejudiciais à saúde do trabalhador. riscos de origem térmica. através de jateamento de areia. VII . V . b) cadeira suspensa para trabalho em alturas em que haja necessidade de deslocamento vertical.Proteção do corpo inteiro: .Proteção respiratória. umidade proveniente de operações de lixamento a água ou outras operações de lavagem. VIII . para locais de trabalho onde o teor de oxigênio seja inferior a 18 (dezoito) por cento em volume. de acordo com os limites estabelecidos na NR 15: a) respiradores contra poeiras. Anexos I e II.Proteção auditiva Protetores auriculares para trabalhos realizados em locais em que o nível de ruído seja superior ao estabelecido na NR 15.Proteção do tronco: Aventais. b) máscaras para trabalhos de limpeza por abrasão. 6. agentes químicos. VI . 5. 4.

Proteção da pele: Cremes protetores Os cremes protetores só poderão ser postos à venda ou utilizados como equipamentos de proteção individual.cremes especiais .Aparelhos de isolamento (autônomos ou de adução de ar) para locais de trabalho onde haja exposição a agentes químicos. quando aplicados à pele do usuário.óleo-resistente . · Escadas com isolamento próprias para trabalho com eletricidade. mediante o Certificado de Aprovação . ou empresas que trabalhem com agentes químicos. Exame periódico. IX . NR – 8 . b) Grupo 2 . c) Grupo 3 . Exame de retorno ao trabalho. existirão exames específicos para cada risco que o trabalho possa gerar. não são facilmente removíveis com água. benzeno etc.são aqueles que. quando aplicados à pele do usuário. · Detectores de tensão. NR – 7 . bem como. Exame demissional.Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO: Este programa trata dos exames médicos obrigatórios para as empresas. pelas vias respiratórias e digestivas. Exames complementares. na NR15. EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA COLETIVOS (EPC). · Vara de manobra isolada. ruídos.são aqueles que.CA do Ministério do Trabalho. · Conjunto de aterramento temporário. absorvíveis pela pele.água-resistente .São eles:       Exame admisisional. prejudiciais à saúde. radiações ionizantes. Dependendo do grau de risco da empresa. para o que serão enquadrados nos seguintes grupos: a) Grupo 1 . · Cones e bandeirolas de sinalização.Edificações: . a critério do médico do trabalho e dependendo dos quadros na própria NR7. Exame de mudança de função. não são facilmente removíveis na presença de óleos ou substâncias apolares..são aqueles com indicações e usos definidos e bem especificados pelo fabricante.

Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA: Esta norma objetiva a preservação da saúde e integridade do trabalhador. observando-se a proteção contra a chuva. insolação excessiva ou falta de insolação. em termos de apoio às atividades a serem executadas. No desenvolvimento do PPRA. BIOLÓGICOS. B – Estabelecimento de prioridades e metas de avaliação e controle. F – Registro e divulgação dos dados. É importante manter esses dados no PPRA. Além desses agentes. O objetivo visado pela mesma é o da preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores. E – Monitoramento da exposição aos riscos. RISCOS DE ACIDENTES. estadual e municipal. As etapas a serem seguidas no desenvolvimento do PPRA são as seguintes: A – Antecipação e reconhecimento dos riscos. destacamos também:   RISCOS ERGONÔMICOS.Esta norma define os parâmetros para as edificações. QUÍMICOS. C – Avaliação dos riscos e da exposição dos trabalhadores. avaliação e conseqüente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente do trabalho. Deve-se observar também as legislações pertinentes nos níveis federal. avaliação e controle dos riscos ambientais existentes. NR – 9 . ou que venham a existir no ambiente de trabalho. reconhecimento. tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais. através da antecipação. Leva-se em conta os Agentes:    FÍSICOS. através da antecipação. normalmente se utilizam os recursos do SESMT – Serviços Especializados em Engenharia de . mantendo-se atualizados os Laudos Técnicos e o Perfil Profissiográfico Previdenciário. D – Implantação de medidas de controle e avaliação da sua eficácia. tendo em vista a proteção ao Meio Ambiente e aos Recursos Naturais. a fim de as empresas não sofrerem ações de natureza civil por danos causados ao trabalhador.

o apoio de pessoa ou de equipes de pessoas qualificadas. as empresas devem observar a Convenção Coletiva para Melhoria das Condições de Trabalho em Prensas e Equipamentos Similares. conf. em suas diversas etapas. Armazenagem e Manuseio de Materiais: Destina-se a Operação de Elevadores. NR – 10 . Cilindros de Massa entre outros. NR – 12 . operação. incluindo projeto.11.02. execução. Observação: Complementando estas informações. ou então.Instalações e Serviços de Eletricidade: Trata das condições mínimas para garantir a segurança daqueles que trabalham em instalações elétricas. Injetoras de Plásticos e Tratamento Galvânico de Superfícies nas Indústrias Metalúrgicas no Estado de São Paulo.Transporte. Guindastes. que a critério do empregador sejam capazes de desenvolver os trabalhos relativos a todas as etapas de realização previstas no PPRA. Movimentação. incluindo terceiros e usuários. ver no item 9 adiante colocado. a NR – 10 e demais Normas Técnicas: NR – 11 . sendo então alterada conforme a Portaria 598 de 07 / 12 / 2004 .Máquinas e Equipamentos: Determina as instalações e áreas de trabalho. Transportadores Industriais e Máquinas Transportadoras. A NR 10 foi recentemente atualizada e modificada após um período de consulta pública.03. engrenagens. distâncias mínimas entre as máquinas e os equipamentos. maiores detalhes sobre a Segurança em Instalações e Serviços de Eletricidade. partida e parada das máquinas e equipamentos.01. em vigência a partir de 28. No Estado de São Paulo.Segurança e de Medicina do Trabalho. assinada em 29. reforma e ampliação. Contém Anexos para o uso de moto-serras. manutenção. TRABALHO SEGURO COM MÁQUINAS – LISTA DE VERIFICAÇÃO – FATORES IMPORTANTES: 1 – As conexões elétricas estão seguras e a máquina está aterrada? A chave de acionamento é blindada? 2 – Existe proteção na transmissão de força (polias e correias. correntes)? 3 – Existe proteção mecânica no ponto de operação (barreira de acesso)? . dispositivos de acionamento.

4 – Existe proteção mecânica no ponto de operação (cortinas de luz ou similar)? 5 – Existe comando bi-manual (no caso de prensas em geral)? 6 – Não se usam luvas na operação de máquinas com partes móveis? 7 – As distâncias entre máquinas respeitam a Norma Regulamentadora nº 12? 8 – Existem botões para parada de emergência ao alcance do operador nas máquinas grandes e em várias posições de operação? 9 – Existe prevenção do efeito estroboscópio (as partes móveis parecem lentas ou paradas sob iluminação fluorescente)? 10 – As manutenções e intervenções em geral só ocorrem dentro do princípio de energia zero (desativar a eletricidade. ao seu elevado grau de risco. a pressão hidráulica. pg. ABNT NBR 13930. A Norma exige treinamento específico para os seus operadores. principalmente. Saliente-se também que as Caldeiras e Vasos de Pressão e suas instalações demandam bastante cuidado tendo em vista os riscos de Incêndios e de Explosões. acompanhamento de operação e manutenção. as Instalações de Máquinas. entre as diversas obras disponíveis ver artigo publicado na Revista C & I – Controle & Instrumentação de abril de 2003. inspeção e supervisão de inspeção periódica das caldeiras e vasos de pressão. partes suspensas. Considerando a NR – 13. Observação: . Além da lista supra é de suma importância conhecermos e aplicarmos também as Normas Técnicas de Instalações de Máquinas mais recentemente publicadas. o ar comprimido. com os comandos etiquetados e bloqueados fisicamente? 11 – Em caso de dúvida consulte sempre o pessoal especializado e as normas regulamentadora e técnicas. NR – 12 . 14153 e 14154. nas especialidades. tais como as seguintes:   ABNT NBR 14152. devidas.Caldeiras e Vasos de Pressão: São de competência do Engenheiro especializado nas atividades referentes ao projeto de construção. Caldeiras e Vasos de Pressão. travar movimentos. contendo várias classificações e categorias.Para maior conhecimento e aprofundamento da tecnologia ref. 80 – Tecnologia de Segurança Humana em MÁQUINAS. quais as principais exigências e recomendações de segurança são as seguintes: . entre outras).

Possuir "Manual de Operação" atualizado. dos vasos de pressão. Equipamentos de alimentação de água. em caso caldeiras combustível sólido. A qualidade da água deve ser controlada e tratamentos devem ser implementados. Executar as inspeções de segurança e a manutenção das caldeiras e seus acessórios. independente do sistema principal. bem como. . contendo no mínimo. o Projetos de Alteração ou Reparos executados e os Relatórios de Inspeção emitidos por Inspetores credenciados no Ministério do Trabalho. bem como. Instrumento que indique a pressão do vapor acumulado. Além disto nunca operar e trabalhar com a Caldeira em condições de risco tais como no caso de mau funcionamento ou falta na falta dos seguintes componentes: 1. saúde e meio ambiente previstos nas Normas Regulamentados. o Projeto da Instalação.Obediência a todas as exigências e recomendações de segurança especificadas na NR –13. bem como. 4. 2. As Caldeiras e Vasos de Pressão instalados devem ter fixado em seu corpo Placas de Identificação com todas as informações requeridas nas normas. Válvula de segurança com pressão de abertura ajustada em valor igual ou inferior a PMTA. 3. o Prontuário atualizado da Caldeira ou Vaso de Pressão. credenciado e registrado sendo que o não . bem como dos vasos de pressão dentro dos prazos estabelecidos nas normas. no que concerne ao atendimento desta NR-13 e das Normas Técnicas de Instalação.atendimento a esta exigência caracteriza condição de risco grave e iminente. quando necessários para compatibilizar suas propriedades físico-químicas com os parâmetros de operação da caldeira. no estabelecimento onde estiver instalada. a exemplo dos seguintes:      Projeto da instalação deve ser feito por firma ou escritório de engenharia com profissionais devidamente habilitados e credenciados para execução e instalações caldeiras a vapor. deverão seguir sempre todas as recomendações técnicas especificadas na NR –13 e demais normas técnicas oficiais. nas Normas Técnicas referentes àsCaldeiras e Vasos de Pressãoinstalados. Na operação e funcionamento da Caldeira ou Vaso de Pressão não ultrapassar jamais a Pressão Máxima de Trabalho Permitida – PMTP ou a Pressão Máxima de Trabalho Admissível – PMTA.       Possuir. convenções e disposições legais aplicáveis. As inspeções de segurança e a manutenção das caldeiras e seus acessórios. Sistema de indicação e controle do nível de água ou outro sistema que evite o superaquecimento por alimentação deficiente. As Caldeiras e Vasos de Pressão devem ser fabricados e fornecidos por empresas devidamente habilitadas e credenciadas para fabricação e fornecimento da Caldeira ou Vaso de Pressão a ser instalado. em língua portuguesa. em local de fácil acesso aos operadores. o Registro de Segurança. Toda caldeira a vapor deve estar obrigatoriamente sob operação e controle de operador de caldeira. na obediência aos aspectos de segurança.

O termo DORT é muito mais abrangente que o termo LER.NR – 14 . Ruído de Impacto.Atividades e Operações Insalubres: Considerada atividade insalubre. Tolerância para Exposição ao Calor. que não causará dano a saúde do trabalhador. em função do cronograma de uma obra. natureza e tempo de exposição ao agente. NR – 16 .Atividades e Operações Perigosas: Também considerada quando ocorre além dos limites de tolerância.Doença Osteomuscular. a cargo do médico ou do engenheiro do trabalho. tomada de decisões. constante hoje das relações de doenças profissionais da Previdência. Observe-se que as LER . Agentes Químicos e Poeiras Minerais. relacionada ao trabalho constituem o principal grupo de problemas à saúde. ambiente. Além disto considerar que as fontes de aquecimento dos fornos podem ser obtidas pela queima de combustíveis.Fornos: Define os parâmetros para a instalação de fornos: Deve-se observar as legislações pertinentes nos níveis federal. hoje denominada DORT . .Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção – PCMAT: O Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção . máquinas. a exemplo da NR16 . quando ocorre além dos limites de tolerância. Radiações Ionizantes. levando-se em conta os riscos de acidentes e doenças do trabalho e as suas respectivas medidas de segurança. estadual e municipal. processamento. Inflamáveis e Energia Elétrica.Atividades Perigosas.Lesões por Esforços Repetitivos. comunicações dos elementos do sistema. São as atividades perigosas àquelas ligadas a Explosivos. devidamente credenciado junto ao Ministério do Trabalho e Emprego. portanto devem ser tomados todos os cuidados seguidas as recomendados a respeito das mesmas. reconhecidos pela sua relação laboral. Tanto a NR15 quanto a NR16 dependem de perícia.Resume-se no elenco de providências a serem executadas. NR – 18 . isto é intensidade. pela eletricidade ou pela recuperação de gases quentes e que. informações.Ergonomia: Esta norma estabelece os parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas. NR – 15 .PCMAT equivale ao “PPRA” da Construção Civil. As atividades insalubres estão contidas nos anexos da Norma e são considerados os agentes: Ruído contínuo ou permanente. NR – 17 . organização e conseqüências do trabalho. durante a sua vida laboral.

gov.Trabalhos subterrâneos: Destina-se aos trabalhos em minerações subterrâneas ou a céu aberto.polmil. beneficiamento de minerais e pesquisa mineral.defesacivil.sp. saídas para retirada de pessoal em serviço e/ou público.br.gov.gov.sp. Esta atividade possui várias outras legislações complementares. NR–21 -Trabalho a céu aberto: Define o tipo de proteção aos trabalhadores que trabalham sem abrigo. Daí a extrema importância do conhecimento e emprego das técnicas de Combate a Incêndios disponíveis atualmente. DADOS COMPLEMENTARES: RELAÇÃO DE ALGUNS DOS GRANDES INCÊNDIOS OCORRIDOS NO BRASIL: Incêndios e Explosões são tipos de acidentes com grande potencial de destruição e mortes conforme visto nas tabelas anteriormente colocadas com a relação dos Acidentes Maiores ou Ampliados.Líquidos Combustíveis e Inflamáveis: Define os parâmetros para o armazenamento de combustíveis e inflamáveis.prefeitura. manuseio e armazenagem de explosivos.Explosivos: Determina parâmetros para o depósito. contra intempéries (insolação. pessoal treinado e equipamentos. Nesses trabalhos é necessário ter um médico especialista em condições hiperbáricas.defesacivil.sp.sp.gov.NR–19 . NR–23 . água entre outros).br/secretarias/habitacao/cartilha_prevencao/0001 . NR–20 .Proteção contra Incêndios: Todas as empresas devem possuir proteção contra incêndio. Defesa Cível do Estado de São Paulo: http://www. condições sanitárias.br/ Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo: http://www. Na Internet estão disponíveis diversos endereços e “Links” que devem ser consultados:     Secretaria Nacional de Defesa Civil: http: //www. As empresas devem observar as normas do Corpo de Bombeiros sobre o assunto. garimpos.br/ Prefeitura de São Paulo: http://www6. NR–22 .

A implantação destes centros de Treinamentos para Brigadas de Incêndio.htm NFPA – “National Fire Protection Association” – em portugues: http://www. que dá as diretrizes sobre Segurança e Medicina do Trabalho. Também houve uma maior conscientização prevencionista.T (Instrução Técnica) 17 que passou a integrar os parâmetros para o programa de Brigadas de Incêndio previstos na NBR nº 14. em vigor a partir de 23 de Abril de 2002. a qual tem sido reforçada por uma atuação maior dos legisladores. Comitê Brasileiro de Segurança contra Incêndio: http://www.514 de 1977.org.  ABNT: CB–24. que contempla a I. desde a especificação de materiais aos sistemas de proteção.276/99 e para os Campos de Treinamento de Combate a Incêndio a NBR 14.abnt. através da NR 23.08.org/itemDetail.nfpa.01. começou a haver maior conscientização e preocupação da população e de todos os órgãos. que atua na prevenção e fiscalização de instalações e sistemas de segurança de edificações do município. No âmbito municipal:Cada Prefeitura através do seu CONTRU (Departamento de Controle de Uso de Imóveis). com a Prevenção de uma forma mais ampla. No âmbito estadual:O programa de Brigada de Incêndio está previsto no Decreto Estadual nº 46. com Leis e Normas mais específicas. tem aplicado normas e exigências próprias. até com os Treinamentos de Brigadas de Incêndio. com locais apropriados para estes treinamentos. tem contribuindo para que as estatísticas de grandes incêndios sejam reduzidas ou neutralizadas. regulamentada pela Portaria nº 3. . apesar do crescimento urbano e industrial. inclusive.asp? Ano Edifício Cidade Mortos Feridos 1961 Penitenciaria Taubaté 152 1966 Circo Niterói 350 1972 Andraus São Paulo 16 300 1974 Joelma São Paulo 187 400 1981 Grande Avenida São Paulo 17 52 1996 Plaza Shopping Osasco 42 400 A partir do incêndio do Joelma (1974). que regulamenta a segurança contra incêndio nas edificações de áreas de risco no Estado de São Paulo. com a morte de 187 pessoas.076 de 31. que atendessem as exigências ambientais da CETESB.214/78.br/revisao_cb24.277/99. LEGISLAÇÕES: No âmbito federal:A Brigada de Incêndio está prevista na Lei nº 6.

através do Instituto de Resseguros do Brasil (IRB) e da Circular 006/92 da SUSEP. com sede no Comando do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo. transformadores. pois estas reduzem drasticamente riscos e conseqüentemente o custo dos seguros. ceras. bonifica o prêmio pela implantação de Brigadas de Incêndio. gás de iluminação. resina. Subestações. querosene. através da tarifação de seguros de Incêndio do Brasil (TSIB). Metais pirofóricos: magnésio. borracha. também contempla diretrizes que se satisfeitas. No âmbito Civil e Criminal:Vale aqui destacar: que o investimento preventivo na segurança e na manutenção minimiza possível ação judicial de responsabilidade Civil e/ou Criminal. Portanto o CB-24 é o órgão responsável dentro da ABNT pelo planejamento. tecidos. coordenação e controle das atividades de elaboração de Normas relacionadas com os assuntos de Segurança contra Incêndio. CLASSES DE FOGO E EXTINTORES RECOMENDADOS DE SE USAR: Classes de Incêndio A B C D Tipos de material Combustível / área onde ocorre o incêndio. recebendo a denominação de CB-24. acetileno. (X) => Condicionalmente. zircônio. Tipos de Extintores Portáteis recomendados de serem utilizados: X => Principal. Gasolina. gás de petróleo. Casas de Máquinas. Casas de Força. CERTIFICAÇÃO: Em 1970 é instalada a Comissão Brasileira de Proteção Contra Incêndio. éter. Eletricidade: Usinas Termoelétricas. alumínio. entre outros. papéis. Madeira. Eletrodomésticos.No âmbito securitário: O legislador. titânio. óleo. cortinas. como responsável dentro da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas – pela normalização do setor e que a partir de 1990 foi reformulada como Comitê Brasileiro de Segurança contra Incêndio. álcool. graxas. tapetes. A Água pressurizada ou água-gás Espuma CO 2 (Dióxido de Carbono) Químico Seco Químico Seco ABC ou especial Sistemas de Combate a Incêndios: Classes de Incêndio B X X (X) CD X XX XX X . couro.

se houver. periculosidade. Cabe a CIPA e/ou ao SESMT.Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais do Trabalho: Todo estabelecimento deve atender as denominações desta norma. líquidos de alta toxidade. Sistemas de Espuma e de Resfriamento. Sistemas de Esvaziamento rápido para instalações de Fluídos Térmicos Orgânicos.Resíduos Industriais: Trata da eliminação dos resíduos gasosos.Os Sistemas de Combate a Incêndios são projetados e instalados com os seguintes objetivos principais:       Garantir a segurança das pessoas e de uma edificação em um nível adequado nos casos de ocorrência de um incêndio. Sistemas de Iluminação de Emergência. Facilitar as ações de combate ao fogo. radioativo. Possibilitar a saída em tempo hábil das pessoas em condições seguras. Principais tipos de Sistemas de Combate a Incêndios existentes:                 Sistemas de Extintores de Incêndios. Sistemas Fixos de CO 2 e de Gases para Extinção do Fogo. Sistemas de “Sprinklers”. sólidos. NR–24 . Sistemas de Proteção para Resistência Estrutural. evitando perdas de vida. Sistemas de Compartimentação. Sistemas de Hidrantes. Minimizar as possibilidades de propagação do fogo. Sistemas de Proteção contra Descargas Atmosféricas. Sistemas de Detecção e alarmes de Incêndio. Brigadas Contra Incêndios. a exemplo do césio em Goiás. Sistemas de Sinalização de Segurança contra Incêndios. a observância desta norma. que o próprio nome contempla. Minimizar os danos ao patrimônio em casos de incêndios. Deve-se observar. nas Convenções Coletivas de Trabalho de sua categoria se existe algum item sobre o assunto. Bombeiros. Sistemas de Contenção para instalações de Reservatórios de Combustíveis. Remete às disposições contidas na NR15 e legislações pertinentes nos níveis federal. Facilitar as ações de socorro. NR–25 . estadual e municipal. . Sistemas de Escadas de Segurança. também. risco biológico. Os tipos de Sistemas acima referidos devem ser compatíveis com o tipo de instalação a que se destinam e inclusive para a Carga de Incêndio prevista e calculada.

para cada item das normas. confusão e fadiga do trabalhador. com currículo do Ministério do Trabalho e Emprego. através da Medida Provisória nº 1. NR–28 . Quando constatar situações graves e/ou iminentes ao risco à saúde e à integridade física do trabalhador propõe à autoridade regional a imediata interdição do estabelecimento. risco na segurança e risco em medicina do trabalho. autua o estabelecimento.5756. Estas gradações são divididas por número de empregados. baseado em critérios técnicos. assim como aos demais trabalhadores que exerçam atividades nos portos organizados e instalações portuárias de uso privativo e retro-portuárias. A sua existência jurídica está assegurada em nível de legislação ordinária. facilitar os primeiro socorros a acidentados e alcançar as melhores condições possíveis de segurança e saúde aos trabalhadores portuários. concede prazo para a regularização e/ou defesa. na navegação interior. bem como cuidados especiais quanto a produtos e locais perigosos. As disposições contidas nesta NR aplicam-se aos trabalhadores portuários em operações tanto a bordo como em terra. . NR–29 .Registro Profissional do Técnico de Segurança no Ministério do Trabalho e Emprego: Todo técnico de segurança deve ser portador de certificado de conclusão do 2º grau de Técnico de Segurança e Saúde no Trabalho. quando em deslocamento. bem como em plataformas marítimas e fluviais. NR–30 . de 19/09/90 que promulga a Convenção nº 152 da OIT. acordos e contratos coletivos de trabalho. o Decreto nº 99. NR–27 . e embarcações de apoio marítimo e portuário.Sinalização de Segurança: Determina as cores na segurança do trabalho como forma de prevenção evitando a distração.Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho Portuário: Tem por objetivo Regular a proteção obrigatória contra acidentes e doenças profissionais.NR–26 . de 27/11/97.Fiscalização e Penalidades: Toda norma regulamentadora possui uma gradação de multas. O agente da fiscalização. situadas dentro ou fora da área do porto organizado. no serviço de reboque em alto-mar. faz a notificação. A observância desta Norma Regulamentadora não desobriga as empresas do cumprimento de outras disposições legais com relação à matéria e outras oriundas de convenções. do artigo 200 da CLT. na navegação marítima de longo curso. (NR em fase de Consulta Pública): Aplica-se aos trabalhadores de toda embarcação comercial utilizada no transporte de mercadorias ou de passageiros.534. na cabotagem.Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho Aquaviário. devidamente registrado através das DRT regionais.

A sua existência jurídica é assegurada por meio do artigo 13 da Lei nº.Disposições Gerais: Estabelece os deveres dos empregados e empregadores rurais no tocante à prevenção de acidentes do trabalho e doenças ocupacionais. NRR-3 . de forma a garantir permanentemente a segurança e saúde dos trabalhadores.NR–31 .067 de 12 de abril de 1.Serviço Especializado em Prevenção de Acidentes do Trabalho Rural .889. (NR em fase de Consulta Pública): Tem como objetivo estabelecer os requisitos mínimos para identificação de espaços confinados. NRR-1 . bem como daqueles que exercem atividades de promoção e assistência à saúde em geral. bem como.Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados. 5. de 8 de junho de 1973. seu reconhecimento.Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho em Estabelecimentos de Assistência à Saúde. NR–32 .CIPATR: Estabelece para o empregador rural.Equipamento de Proteção Individual . NRR-2 . visando à prevenção de acidentes do trabalho e doenças ocupacionais no meio rural. organizem e mantenham em funcionamento serviços especializados em Segurança e Medicina do Trabalho. Normas Regulamentadora Rurais: Conforme Lei nº 5. a Portaria nº 3. a qual institui Normas Reguladora do Trabalho Rural.SEPATR: Estabelece a obrigatoriedade para que as empresas rurais.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho Rural . a obrigatoriedade de organizar e manter em funcionamento uma Comissão Interna de Prevenção de Acidentes. A sua existência jurídica é assegurada por meio do artigo 13 da Lei nº. em função do número de empregados que possuam. de 8 de junho de 1973.889.EPI: .889. (NR em fase de Consulta Pública): Tem por finalidade estabelecer as diretrizes básicas para a implementação de medidas de proteção à segurança e à saúde dos trabalhadores em estabelecimentos de assistência à saúde. monitoramento e controle dos riscos existentes.988. de 8 de junho de 1973. Espaço confinado é qualquer área não projetada para ocupação humana que possua ventilação deficiente para remover contaminantes. de 8 de junho de 1973. NRR-4 . bem como a falta de controle da concentração de oxigênio presente no ambiente. A sua existência jurídica é assegurada por meio do artigo 13 da Lei nº 5. 5.889.

Esta estrutura de Segurança do Trabalho. A sua existência jurídica é assegurada por meio do artigo 13 da Lei nº 5. visando à prevenção de acidentes do trabalho e doenças ocupacionais. NRR-5 . tais como. do histórico além dos padrões internos e políticos de cada empresa. Exemplos:  A NR-4 / Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho – SESMT.engenheiro ou arquiteto portador de certificado de conclusão de curso de especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho. As empresas estruturadas têm assim a possibilidade de planejar e trabalhar de modo preventivo. . além da política de Segurança seguida pelas Empresas é de fundamental importância para que os bons resultados sejam obtidos. da Tecnologia e na de Recursos Humanos.3 – Estrutura de pessoal necessária para compor a Gerência de Segurança em uma Empresa: A estrutura de pessoal de uma Diretoria.Produtos Químicos: Estabelece os preceitos de Segurança e Medicina do Trabalho Rural a serem observados no manuseio de produtos químicos. E diversas outras atividades importantes voltadas para a Segurança e a Medicina do Trabalho. Gerenciamento dos riscos. de 8 de junho de 1973. conforme seja o Grau de Risco e o número de empregados no estabelecimento. a fim de protege-los dos infortúnios laborais. Gerência ou Departamento de Segurança das Empresas varia de acordo com as características das mesmas.889.889. de 8 de junho de 1973. direta ou indiretamente impõem uma estrutura mínima de pessoal qualificado. Contudo a obrigatoriedade do cumprimento ao estabelecido nas diversas Normas Regulamentadora acima mencionadas. Análises de riscos. A sua existência jurídica é assegurada por meio do artigo 13 da Lei n o 5.Estabelece a obrigatoriedade para que os empregadores rurais forneçam. exige o emprego do seguinte quadro de pessoal (Vide Quadros I e II anexos a NR – 4): a) Engenheiro de Segurança do Trabalho . com a execução de ações tais como:      Treinamento de pessoal em técnicas de prevenção de acidentes. gratuitamente. a seus empregados Equipamentos de Proteção Individual adequados ao risco e em perfeito estado de conservação. do grau de risco do porte da empresa. em nível de pósgraduação. alicerçando seus trabalhos nas áreas da Organização. 8. Gerenciamento das emergências.

e) Técnico de Segurança do Trabalho: técnico portador de comprovação de registro profissional expedido pelo Ministério do Trabalho. conforme demonstra seu próprio conteúdo. BS. Em geral o atendimento as exigências das diversas Normas Regulamentadora demanda o emprego de um pessoal técnico e qualificado em uma vasta gama de especialidades profissionais. API. ASTM. reconhecida pela Comissão Nacional de Residência Médica. ASME. ministrado por instituição especializada reconhecida e autorizada pelo Ministério da Educação. ou portador de certificado de residência médica em área de concentração em saúde do trabalhador ou denominação equivalente. acidentes ampliados e que podem também provocar as doenças profissionais e as doenças do trabalho. faz-se necessário a consulta das Normas Técnicas específicas. . entre outros diversos. c) Enfermeiro do Trabalho . NIOSH e outras) de acordo com os diversos itens e matérias indicadas. ver o caso da NR – 13 Caldeiras e Vasos de Pressão. Para sua aplicação. OHSAS. exige que hajam pessoas adestradas no uso correto dos equipamentos de combate a incêndios. A NR-9 / Programa de Prevenção dos Riscos Ambientais cuida do controle dos riscos ambientais que podem causar a ocorrência de acidentes do trabalho. NR – 10 e demais Normas Técnicas: As Normas Regulamentadora apontadas no item anterior aplicam-se ao exercício legal da matéria no que se refere a Segurança e Medicina do Trabalho. NEC. II e III anexos a NR – 5). 9 – Seguranças em Instalações e Serviços de Eletricidade. todavia. ambos ministrados por universidade ou faculdade que mantenha curso de graduação em Medicina. A NR – 23 / Proteção contra Incêndios por sua vez. do Ministério da Educação. A NR-7 / Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional por sua vez cuida da execução dos diversos tipos de exames médicos a serem feitos para efeito do acompanhamento da saúde dos trabalhadores. em nível de pós-graduação.enfermeiro portador de certificado de conclusão de curso de especialização em Enfermagem do Trabalho.médico portador de certificado de conclusão de curso de especialização em Medicina do Trabalho. ministrado por universidade ou faculdade que mantenha curso de graduação em enfermagem.     De outro lado a NR-5 / Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA exige a constituição de uma comissão formada por representantes dos empregadores e representantes dos empregados. nacionais (ABNT) e/ou internacionais (ISO.auxiliar de enfermagem ou técnico de enfermagem portador de certificado de conclusão de curso de qualificação de auxiliar de enfermagem do trabalho. d) Auxiliar de Enfermagem do Trabalho .b) Médico do Trabalho . em nível de pós-graduação. NFPA. Por exemplo. dimensionada de acordo com as características das empresas (Vide Quadros I.

NBR .nsf .0 kV a 36. além de diversos outros livros técnicos publicados.Equipamentos Elétricos para Atmosferas Explosivas . Concessionárias de Serviços Públicos. NBR – 5410 / 1990 / Instalações Elétricas de Baixa Tensão. ver as normas relacionadas no livro Instalações Elétricas. Por exemplo: 9. tais como:                NB . O Conhecimento Técnico e a Tecnologia utilizada por Fornecedores de Equipamentos. RECOMENDAÇÕES DA COPEL http://www. Antonio Bossi e Ezio Sesto. Universidades. Fabricação.3 / 60 Execução de Instalações Elétricas de Baixa Tensão. Montagem.Especificação. NBR 14153 – Segurança Humana em Máquinas. consultar também diversas outras Normas Técnicas.Equipamentos Elétricos para Atmosferas Explosivas de Segurança Aumentada – Tipo de Proteção “e” . NBR 9883 . nas Instalações.79 / 67 Execução de Instalações Elétricas de Alta Tensão. NBR – 5419 / Proteção de Edificações contra Descargas Elétricas Atmosféricas. NBR 8447 . Além das normas acima referidas faz-se necessário.com/pagcopel. NBR 5420 – Equipamentos Elétricos para Atmosferas Explosivas – Invólucros com Pressurização ou Diluição Contínua – Tipo de Proteção “p” Especificação. especificamente os ligados a Segurança e Proteção das pessoas e das Instalações. NBR – 5418 / Instalações Elétricas em Atmosferas Explosivas.Equipamentos Elétricos para Atmosferas Explosivas de Segurança Intrínseca Tipo de Proteção “i” . e procedimentos utilizados nos Projetos.2 – GUIA DE SEGURANÇA NAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS CONF.1 – Aspectos técnicos ligados a novos Projetos. nas pgs. NBR 9518 / 97 .Terminologia. de acordo com o assunto e a necessidade. NBR 5363 – Equipamentos Elétricos para Atmosferas Explosivas – Invólucros à prova de explosão – Tipo de Proteção “d” . Empresas de Engenharia de Segurança do Trabalho e Medicina do Trabalho.copel. NBR 8370 .14039 / Instalações Elétricas de média Tensão.Instalações elétricas de média tensão de 1. A título de exemplo. NB . NBR 14039:03 . NBR – 5414 / Instalações Elétricas de Alta Tensão.Especificação.2 kV. Centros de Pesquisas.Especificação. Hemus Editora Ltda. os quais são da mais alta valia em termos da técnica e da segurança.9. de Apresentação à Edição Brasileira. Trata-se da aquisição do “know-how” e dos Conhecimentos Técnicos acumulados pelas Empresas.Equipamentos Elétricos para Atmosferas Explosivas – Requisitos gerais – Especificação. Operação e Manutenção: Relacionamos abaixo algumas das principais Normas Técnicas. Associações e Organizações existentes no Brasil e no mundo deverá ser considerada e assimilada. Fabricantes de Equipamentos. na Operação e na Manutenção de Instalações Elétricas em geral.

Nas recomendações da COPEL abaixo colocadas temos os procedimentos de segurança para manutenção em sistemas elétricos em baixa tensão (BT) e alta tensão (AT). I. NORMAS ABNT, NR e COPEL: Normas Brasileiras que regulamentam a segurança no trabalho, em instalações elétricas: Associação Brasileira de Normas Técnicas - www.abnt.org.br; Ministério do Trabalho e Emprego - www.mte.gov.br; Normas Técnicas da COPEL - www.copel.com.br NR–6 - Equipamento de Proteção Individual - EPI (1006.000-7): Para os fins de aplicação desta norma, considera-se Equipamento de ProteçãoIndividual - EPI todo dispositivo de uso individual, de fabricação nacional ou estrangeira, destinado a proteger a saúde e a integridade física do trabalhador. NR–10 - Instalações e Serviços em Eletricidade: Esta norma, recentemente revisada, fixa as condições mínimas exigíveis para garantir a segurança dos empregados que trabalham em instalações elétricas, em suas diversas etapas, incluindo projeto, execução, operação, manutenção, reforma, ampliação e a segurança de usuários e terceiros. NBR–5410 - Instalações Elétricas de Baixa Tensão: Esta norma fixa as condições a que devem satisfazer as instalações elétricas de baixa tensão, a fim de garantir seu funcionamento adequado, a segurança de pessoas e animais domésticos e a conservação dos bens. NBR–14039 - Instalações Elétricas de Alta Tensão Esta norma fixa as condições exigíveispara o projeto e a execução de instalações elétricas de alta tensão, com tensão nominal de 1,0 kV a 36,2 kV, à freqüência industrial, de modo a garantir segurança e continuidade de serviço. II. EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA RECOMENDADOS: Para garantia de segurança dos profissionais envolvidos no projeto, a COPEL recomenda a aquisição dos seguintes equipamentos: a) EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA INDIVIDUAL – EPI utilizados em eletricidade:

Capacete de segurança com isolamento para eletricidade;

      

Meia bota isolada; Óculos de segurança incolor e com proteção contra raios ultravioletas; Roupas de algodão; Luvas de borracha isolantes BT e AT; Luvas de pelica para proteção das luvas de borracha; Luvas de raspa para trabalhos rústicos; Cinturão de segurança com talabarte para trabalhos em grandes alturas.

b) EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA COLETIVOS – EPC:
    

Vara de manobra isolada; Conjunto de aterramento temporário; Detector de tensão; Cones e bandeirolas de sinalização; Escadas com isolamento próprias para trabalho com eletricidade.

Saiba mais sobre equipamentos de segurança: Associação Brasileira da Indústria Elétrica Eletrônica - www.abinee.org.br Associação Nacional da Indústria de Materiais de Segurança e Proteção ao Trabalho www.animaseg.com.br III. PROCEDIMENTOS RECOMENDADOS PARA MANUTENÇÃO: A) Introdução: Execute as manutenções somente com pessoal capacitado. Efetue a análise de risco da tarefa com os envolvidos e exija a utilização de equipamentos de proteção e ferramentas adequadas. Nos desligamentos programados ou não programados, o responsável pelo trabalho deve tomar as providências necessárias à segurança da equipe e de terceiros. Sempre registre as alterações implementadas no sistemae mantenha os operadores dos equipamentos informados. Evite adaptações ou alterações das características originais dos equipamentos elétricos. B) Procedimentos: A COPEL recomenda os seguintes procedimentos para isolamento da área na qual será executada a intervenção: PROCEDIMENTOS PRELIMINARES EXECUÇÃO DA TAREFA:

1. Quando necessário solicite à COPEL que a COPEL faça o desligamento da unidade (a ligação telefônica é gratuita); 2. Trave mecanicamente, através de cadeado, as chaves seccionadoras; 3. Retire dos cartuchos das chaves fusíveis; 4. Bloqueie o religamento remoto de disjuntores; 5. Sinalize o poste com placas de advertência: “ATENÇÃO NÃO OPERE ESTE EQUIPAMENTO”; 6. Isole o local com cordas, bandeirolas e cones para delimitar a área; 7. Delimite as distâncias mínimas de segurança entre os locais de trabalho e partes energizadas com sinalização apropriada, levando em consideração o quadro abaixo: Tensão Nominal (kV) Distância Mínima (metros) 13,8 0,60 34,5 1,00 69,0 1,10 138,0 1,80 230,0 2,00 8. Teste a linha ou rede com o uso de detector de tensão: Observação: - Antes de efetuar testes elétricos ou abertura de equipamentoselétricos para manutenção, verifique que a umidade relativa do ar esteja inferior a 70%; 9. Instale o conjunto de aterramento temporário na BT e na AT; 10. Esteja certo de que todos compreendam o planejamento, e saibam exatamente seu papel dentro do processo; 11. Utilize ferramentas em perfeitas condições de uso e em quantidade suficientes; 12. Evite improvisações. Lembre-se que o planejamento serve para evitar problemas durante a execução do trabalho; 13. Faça supervisão constante;

14. IV. Lembramo-nos principalmente das ocorrências de maior gravidade intituladas de ACIDENTES AMPLIADOS / MAIORES.e das Emergências que ocorrem. evitando que outras pessoas os utilizem inadvertidamente. 18.com. Afaste todas as pessoas das partes que deverão ser energizadas. recolha sobras de materiais que ficarem pelo chão. 17. Dicas: Saiba mais sobre equipamentos de segurança: Para saber mais sobre segurança na manutenção de instalações elétricas. GESTÃO DE RISCO E DE EMERGÊNCIAS: 10. 10 . Da importância de exercermos o Espírito de Cidadania. o qual adquire e traz desde as mais remotas épocas da existência humana. do Profissionalismo e da Autoestima. Faça o religamento. 16. 21. . Faça uma inspeção nas instalações. Retire a sinalização. Retire os aterramentos temporários. Após a conclusão dos serviços. Retire placas de sinalização.PERIGOS. Sobre estes aspectos não podemos esquecer do alcance e da importância dos seguintes fatores:   Da extrema valia que tem o Instinto de Conservação das Pessoas.br ou entre em contato com o COPEL. acesse o “Site” www.copel. Recoloque os cartuchos. CONCLUSÃO DOS SERVIÇOS: 15.1 – Conceitos: Ao considerarmos os diversos aspectos abrangidos pela Segurança do Trabalho imediatamente nos lembramos dos conceitos dosPerigos existentes. RISCOS E EMERGÊNCIAS. dos Riscos. 20. 19. ou solicite que a COPEL o faça.

Da Bio – Tecnologia. no que se refere aos riscos derivados destas novas tecnologias. mas mesmo assim. E muitas diversas outras situações da vida. na maioria das pessoas. de modo que.Não podemos nos esquecer. de modo que. Os riscos de incêndios e de explosões. Relativamente a estas Tecnologias historicamente mais recentes. todavia que no mundo atual somente uma parte dos riscos existentes já foi assimilada e absorvida pelo Instinto de Conservação das pessoas. necessários. O risco do afogamento das pessoas. é de máxima importância proporcionar e executarmos os Programas de Treinamento. Dos Meios de Transporte. principalmente os relativos as novas e mais recentes tecnologias. ficasse estabelecida uma autodefesa primária. Só como exemplo. o desenvolvimento de um instinto de autoconservação e segurança. Avalanches. até podemos ter informações atualizadas a respeito. haja uma grande conscientização de todo o trabalho e dos meios de proteção necessários. Dos Combustíveis. Da Energia Atômica. Da Aviação. Riscos de Inundações e dos deslizamentos de terras. Assim. ao lado destes riscos e perigos mais conhecidos. O risco dos raios nas tempestades. Terremotos. Naufrágios. no que se refere à execução dos trabalhos com Segurança e Qualidade. E demais outras tantas Tecnologias historicamente recentes. existem riscos menos conhecidos e dominados. o aperfeiçoamento contínuo dos trabalhadores e de todos profissionais que atuam nas Empresas existentes. porém que. natural e instintiva com reações de conservação rápidas e instantâneas. os quais devem ser estudados e aprofundados. podemos nos lembrar aqui das seguintes casos:        Da Eletricidade. sob o ponto de vista racional. PRINCÍPIOS DE GESTÃO DE RISCOS: . O perigo de lesões por objetos ou ferramentas de corte. Ocorre. bem como. pode ainda não ter sido assimilada por completo. Por exemplo: Sabemos dos riscos e perigos envolvendo os seguintes casos:           O risco do Trabalho nas alturas e o risco da queda.

Consideremos também os demais avisos e alertas por escrito. 1. Aspectos humanos. nas Cabines de Distribuição. No entanto. bem como. o que mais desperta a nossa atenção é a movimentação relativamente silenciosa dos motores elétricos. não é difícil a compreensão das conseqüências tristes e adversas que ocorrem com a perda de vida do trabalhador e o sofrimento para seus filhos. para chamar a atenção das pessoas que se aproximam das partes de uma Instalação Elétrica. nos Quadros de Força. as quais servem para nos alertar dos perigos que rondam aquela instalação. ergonômicos. por exemplo. apesar do silêncio. . técnicos. Aos visitantes ou a alguém que não conheça ou trabalhe numa determinada instalação.999). as demarcações de área.(Consultar o livro de Segurança no Trabalho e Prevenção de Acidentes. o qual normalmente está colocado nas portas dos diversos painéis elétricos e cabines de força. 3 – Um indivíduo sozinho não consegue controlar os riscos envolvidos na sua atividade. os quais estimulam a ficar de alerta. incêndios e explosões estão bastantes presentes nas Subestações.A. recomenda-se se manter sempre a distância dos diversos componentes e até a mesmo colocar as duas mãos no bolso. com os dizeres “PERIGO DE MORTE”. esposa e toda a sua família. visitar estas partes de uma Instalação Elétrica.. É muito útil também o uso e o efeito provocado pelos Cartazes Admoestadores bastante utilizados em Instalações Elétricas. como o da Caveira com as duas Tíbias cruzadas. sociais e culturais. como “Proibido a Entrada de Pessoas não Autorizadas” ou aquele outro utilizando o símbolo de um Raio. Relativamente à ocorrência dos acidentes. entre outros. em contrapartida com a movimentação mecânica e dos ruídos diversos presentes nos processos industriais. existe um consenso com base na experiência acumulada dos especialistas quanto à validade dos seguintes princípios: 1 – Nas organizações e sociedades. educacionais e sociais: Para os que já vivenciaram de perto situações reais envolvendo Acidentes do Trabalho de maior gravidade. Benedito Cardella. Editora Atlas S. No que se refere à Eletricidade. 2 – Todos os acidentes podem ser evitados. que resulta de interações complexas entre fatores físicos. nas Instalações Elétricas. além do uso dos EPI e EPC necessários. nos CCM. químicos. psicológicos. numa Instalação Industrial. que com a permissão e acompanhado de técnicos habilitados. nas Salas de Despacho. nos Painéis Elétricos. de modo a não tocar em nada. biológicos. o acidente é um fenômeno de natureza multifacetada. o perigo de choques elétricos. 4 – Os acidentes ocorrem porque a mente se envolve tanto com o trabalho que se esquece do corpo. curtos-circuitos.

Haverá um alto nível de perigo se o banco estiver desprotegido. O mesmo risco estará presente quando os transformadores estiverem trancados num cubículo sob o piso. além de toda dedicação e motivação. Naturalmente isto só não é o bastante. daí a importância do uso dos EPI e dos EPC além do emprego dos símbolos acima referidos. sejam os de Instalações Elétricas mais simples até os de Instalações Elétricas mais complexas. Causas. Testemunhos dados em reuniões e congressos realizados relatam e enfocam sempre este lado da questão. seus componentes são bastante silenciosos e estáticos. servindo como alerta. de modo que. Riscos.Mesmo com todo o treinamento. As Instalações Elétricas. é da maior importância um enfoque especial de todos os aspectos ligados a Segurança dos Trabalhadores e de todas as pessoas possíveis ao redor. Perigo. . o impacto emocional destes símbolos é bastante profundo. Um risco poderá estar presente. Assim. o risco de certa forma poderia passar despercebido para o trabalhador comum sem um treinamento específico. Acidentes. um banco de transformadores de alta tensão possui um risco inerente de eletrocussão. Fatos. Entretanto. devido às precauções tomadas para minimizá-lo. dos avisos colocados e de toda a precaução envolvida. Natureza. comparativamente as demais partes das instalações industriais. uma vez que esteja energizado. no meio de uma área de pessoas. Para que tenhamos sucesso nos assuntos ligados as Seguranças além de todo o estudo e formação envolvidos necessitam também do apoio por parte da hierarquia. Em qualquer caso. Efeitos. mas deverá haver um baixo nível de perigo. o risco será menor para o pessoal. Vários outros conceitos e exemplos ligados à segurança podem ser citados:          Incidentes. É preciso também que as instalações sejam executadas seguindo-se as recomendações indicadas nas Normas Técnicas e das Normas Regulamentadora existentes. Exposição.

RISCO SITUAÇÃO Trabalho com chapas aquecidas VARIÁVEL CONDIÇÃO Temperatura da Temperatura da chapa muito Queimaduras Chapa maior que a temperatura da pele. PERIGO = ____________________________ MEDIDAS DE CONTROLE D RISCO e outra maneira: Exemplo: Situação: Trabalho de limpeza e desengraxamento de peças com solventes.“RISK”. Neste caso:  Risco: Intoxicação.Parâmetro que caracteriza uma relativa exposição a um risco.Uma condição ou situação (de uma variável) com potencial para causar danos.“DANGER”. Falhas de instalação. Danos materiais.     Falhas humanas. Trabalho em Redução da Dose de Ruído Dose maior que 1 ou 100% ambiente ruidoso Capacidade Auditiva Diária RISCO ou “HAZARD”: . É a exposição que favorece a “materialização” do risco como causa de um fato catastrófico (acidente) e dos danos resultantes . Danos humanos. PERIGO: . Danos financeiros. RISCO: Probabilidade de possíveis danos dentro de um período de tempo definido ou ciclos operacionais . MEDIDAS DE CONTROLE PERÍGO: . Altura de Altura de trabalho muito maior Trabalho em altura Queda Fatal Trabalho que a altura do indivíduo.

QUANTO
À EXPOSIÇÃO AO RISCO: Nenhuma Uso de máscara filtrante (EPI) Limitação do Tempo de exposição (se viável) Automatização do processo (não há necessidade do operador no recinto). Alto Moderado a baixo Baixo Praticamente nulo

Como podemos verificar no exemplo acima colocado em função das possíveis medidas tomadas o perigo diminui. Resumidamente então: Risco  Perigo ou Possibilidade de perigo. O Risco de eventos perigosos é função de 2 fatores: Da Freqüência com que estes eventos ocorrem e das Conseqüências destes eventos, tais como:
 

Ocorrência de Danos materiais; Ocorrência de vítimas, com lesões e/ou mortes.

As ações para minimização dos riscos demandam tempo e, portanto exigem estudos e planejamento constantes. Portanto temos: * Risco = f (Freqüência x Conseqüência). 10.2 - Emergência  Ocorrência de qualquer Situação perigosa ou Situação crítica: Nas situações de emergência os fatores de riscos emergem do campo virtual passando para a situação real e gerando danos e perdas, algumas vezes fatais. Quando ocorre uma Emergência geralmente temos a ocorrência de uma cadeia de eventos indesejáveis. O primeiro evento desta cadeia é chamado evento iniciador ou demanda. O Controle da emergência compreende das seguintes etapas:

Detecção; Mobilização; Intervenção.

Na intervenção por sua vez teremos as seguintes ações:

Recomposição da Contenção; Combate; e Defesa.

Todas estas ações demandam preparativos, treinamentos, testes e provas, os quais devem ser executados preventivamente e regularmente de modo a prepararmos as equipes para as possíveis emergências que porventura venham a ocorrer. O sucesso do combate e do controle das emergências dependerá da precisão das ações tomadas e da rapidez com que as mesmas são executadas. 10.3 – Segurança  Situação livre de perigo Segurança = função inversamente proporcional ao Risco = f (1 / Risco). 11 – Técnicas de Identificação de Perigos, de Análise e de Avaliação dos Riscos: 11.1 – INTRODUÇÃO. 11.2 – TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS. 11.2.1 – TÉCNICA DE INCIDENTES CRÍTICOS – TIC. 11.2.2 – WHAT-IF (WI). 11.2.3 – “BRAINSTORMING”. 11.2.4 – “CHECK LIST” – Lista de verificações. 11.3 – TÉCNICAS DE ANÁLISE DE RISCOS. 11.3.1 – ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS - APR. 11.3.2 – ANÁLISE DE MODOS DE FALHA E EFEITOS - AMFE. 11.3.3 – ANÁLISE DE OPERABILIDADE DE PERIGOS - HAZOP. 11.4 – TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS. 11.4.1 – ANÁLISE DE ÁRVORE DE EVENTOS – AAE. 11.4.2 – ANÁLISE POR DIAGRAMA DE BLOCOS – ADB. 11.4.3 – ANÁLISE DE CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS – ACC. 11.4.4 – ANÁLISE DE ÁRVORE DE FALHAS – AAF.

11.4.5 – MANAGEMENT OVERSIGHT AND RISK TREE – MORT. 11.4.6 – ANÁLISE COMPARATIVA. 11.4.7 – ANÁLISE PELA MATRIZ DAS INTERAÇÕES. 11.4.8 – INSPEÇÃO PLANEJADA. 11.4.9 – REGISTRO E ANÁLISE DE OCORRÊNCIAS – RAO. 11.1 – INTRODUÇÃO: Para termos uma visão geral do contexto, resumidamente é colocado abaixo o quadro da situação mundial no período compreendido entre o término da 2ª Guerra Mundial, passando pela Guerra Fria e pela Corrida Espacial e chegando aos tempos mais recentes, por ocasião da queda do muro de Berlim e do aparecimento da Política de Globalização dos mercados. Nesta época os graves acidentes ocorridos no mundo tiveram impacto sobre a opinião pública, levando os governos e as empresas a buscarem meios mais eficientes de proteção e segurança. (Ver quadros de acidentes maiores ou ampliados, tais como os acidentes aeroespaciais, os acidentes em Usina Nucleares, os acidentes em Industrias Químicas, como o ocorrido em Bhopal e outros tantos, conforme dados anteriormente tabelados). Os governos, a opinião pública e as entidades ligadas à tecnologia, as indústrias e a segurança do trabalho mobilizaram-se então objetivando o aumento da segurança das instalações industriais e a diminuição dos acidentes maiores ou ampliados. Houve a necessidade de melhorar e desenvolver novos instrumentos para a solução dos problemas ligados à segurança, como as Técnicas de Identificação de Perigos, de Análise e de Avaliação dos Riscos, bem como, de Sistemas de Gestão da Qualidade e Meio Ambiente. Portanto, foram desenvolvidas ferramentas de Análise dos Perigos, de Riscos e de Acidentes, para obtermos melhores e maiores níveis de segurança total em áreas como a da aeronáutica, aeroespacial e nuclear. Os conceitos de perigo, de risco, de confiabilidade, de modos de falha, MTBF (Tempo médio entre falhas), bem como, as técnicas e metodologias aplicadas pela Segurança de Sistemas, antes utilizadas principalmente nas áreas militar e espacial, evoluíram e progrediram a partir da década de 70 para aplicação nas áreas industriais e de serviços públicos, alavancando e auxiliando na solução dos problemas da engenharia, da produção industrial, da segurança no trabalho e do meio ambiente. Simultaneamente o desenvolvimento alcançado pela industrialização acelerada e pela competividade na busca dos mercados internos e dos globalizados, por sua vez estimulou o desenvolvimento de novas políticas industriais de produtividade, qualidade, meio ambiente e segurança do trabalho tais como:

000. Necessidade de treinamento adequado do pessoal e dos trabalhadores no que se refere a Segurança. todavia é pelo estudo e participação de suas aplicações. como por exemplo. Políticas de Responsabilidade Social aplicadas nos países desenvolvidos deram maior atenção ao trabalhador. Preservação do Meio Ambiente como as Normas ISO 14. 1. Demais ações de melhorias. Maior desenvolvimento da Engenharia de Controle de Perdas. Convenção OIT 174 e Decreto 4085 de 15 de janeiro de 2002 o qual Promulga a Convenção no 174 da OIT e a Recomendação no 181 sobre a Prevenção de Acidentes Industriais Maiores.   Pesquisando-se através de mecanismos de buscas como o da “Google”.999.A. No Livro intitulado “Segurança no Trabalho e Prevenção de Acidentes” . a Instrumentação. do mais alto nível técnico. “Altavista” e diversos outros. A melhor forma de aprendizado destas técnicas.000. ações de melhorias e políticas. sempre que houver oportunidade ou necessidade do serviço. buscando maior segurança. de Análise e de Avaliação dos Riscos. a Eletrônica e a Informática. Normas BS 8. publicados em língua portuguesa. tais como as seguintes:         Políticas de Qualidade como as Normas ISO 9. Aparecimento de Máquinas e instalações cada vez mais grandiosas e sofisticadas. eficiência e produtividade dos processos industriais além da melhoria de qualidade de seus produtos. Necessidade de Fiscalização suficiente para evitar os acidentes inclusive os maiores ou ampliados. indicado em nossa bibliografia. Necessidade de equipes e estruturas adequadas de Segurança e Medicina do Trabalho. Normas OHSAS 1800. encontramos também artigos de excelente qualidade no que se refere às Técnicas de Identificação de Perigos.800. principal bem de uma organização. Maior ênfase e preocupação com Segurança dos Processos Industriais e maior desenvolvimento da Engenharia de Segurança de Sistemas.Editora Atlas S. encontramos informações valiosas sobre as estas técnicas. Surgiram daí novos métodos de trabalho. Observações:   As técnicas a seguir colocadas auxiliaram bastante na obtenção de melhorias para a Segurança dos Processos e Segurança do Trabalho. Além livro acima referido é encontrado outros livros. . de Benedito Cardella. Necessidade de realizar novas instalações devido a obsolescência dos equipamentos e processos existentes.      Aparecimento de novas tecnologias. Complementando este quadro.

Resumo: Observações:     Para consulta ao texto integral ver o Artigo: . Um entrevistador interroga os observadores-participantes e os incita a lembrar. a definição das pessoas que serão envolvidas no trabalho.ufsc.2. filmadoras. máquinas fotográficas.br/manual_sst. projetor e entre outros.shtml. em todos os graus de conhecimento.qsp. a disponibilização dos catálogos de equipamentos e componentes. qualitativa. Consultar também: "Técnicas Modernas de Gerência de Riscos" e do livro "Introdução à Engenharia de Segurança de Sistemas". . 11.Técnicas de Identificação de Perigos . Editora Atlas S.eps.br/Atlas/portal/homePortal. como no que se refere as condições inseguras que tenham ocorrido.TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS. Os observadores-participantes devem ser selecionados dentre os principais departamentos da empresa. é uma técnica de identificação de perigos.999 : http://www. impressora. selecionados dentro de uma população de pessoas envolvidas. tanto no que se refere aos atos inseguros que tenham cometido ou observado. procurando representar as diversas operações da mesma dentro das diferentes categorias de risco.br/disserta96/anete/index/indx_ane. especificações de materiais e componentes. também conhecida como "Confissionário" ou como "Incident Recall".Técnica de Incidentes Críticos (TIC): A Técnica de Incidentes Críticos. 11.htm. de aplicação na fase operacional de sistemas. . como desenhos.org. O processo demanda uma amostragem aleatória de observadores-participantes. além de demais materiais de apoio necessários como computador. cujos procedimentos envolvem o pessoal das empresas.edatlas. Esta técnica tem como objetivo a detecção de “Incidentes Críticos” ou “Quase Acidentes”. os quais orientados por uma equipe de apoio passam a lembrar. Segurança no Trabalho e Prevenção de Acidentes. bem como. de autoria de Francesco De Cicco e Mario Luiz Fantazzini: http://www. formulários e folhas adequadas para registro de dados levantados.ctrl. além de auxiliar na correção e tratamento dos riscos correspondentes. recordar e descrever os incidentes críticos. ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE RISCOS: Acessar: http://www. a preparação dos materiais e dados.1 . 1. um calendário de reuniões.2 . Benedito Cardella.aspx. A aplicação destas técnicas exige o planejamento das etapas de execução.com.A. recordar e registrar impressões e dados de acidentes já ocorridos. Este método possibilita a identificação de falhas e condições inseguras que contribuem para a ocorrência dos acidentes com lesões reais e potenciais.

além da fase do processo. qualitativa. Esta técnica deve ser periodicamente aplicada. não sendo a sua utilização limitada unicamente ao processo. A disponibilização de um apoio técnico. possíveis ocorrências de lesões de pessoal. 11. as instalações.? Se. Os questionamentos devem englobar os procedimentos. antes que os mesmos venham a ocorrer.. ao invés de somente verificar os acidentes ocorridos.Os observadores-participantes devem ser estimulados a descrever os incidentes críticos ocorridos. quando restrição do tempo disponível para implantação das medidas de segurança cabíveis. para verificar a eficiência das medidas que foram implementadas. e os processos em cada situação a ser analisada. sendo necessário para tal colocar os mesmos à vontade procurando.2. sem a utilização de técnicas mais sofisticadas. Os incidentes pertinentes.WI (O que...): A técnica do “What-If” é utilizada para uma análise geral.2 – WHAT IF . descritos pelos entrevistados.participantes de modo a detectarem-se novas áreas – problemas. entretanto possíveis divagações. tanto para correção das situações existentes como para prevenção de possíveis problemas futuros. para o levantamento dos riscos existentes. tanto nas fases de projeto.. prevenindo assim possíveis danos à propriedade. operacional e psicológico será de maior utilidade durante a aplicação desta técnica. bem como. principalmente nos casos em que se deseja identificar perigos. como na fase pré operacional. evitando-se. permite também evitar a ocorrência de novos acidentes. A finalidade do “What-If” é testar possíveis omissões ocorridas nos projetos. definindo-se a partir daí uma relação das áreas-problema. permite também a identificação e exame de possíveis acidentes em potencial. procedimentos e normas. bem como. deverão então ser transcritos e classificados em categorias de risco. com o objetivo de proceder a identificação e tratamento de riscos. bem como. ou seja. Observação:  A TIC é útil também na prevenção de acidentes. A técnica do “What-If” se desenvolve através da realização de Reuniões de Questionamento entre duas equipes. permitindo uma priorização das ações no que se refere a distribuição dos recursos disponíveis. bem como. para aferir o comportamento e a capacitação do pessoal em seu ambiente de trabalho. Sua aplicação é bastante útil e simples para uma abordagem inicial dos problemas. A TIC é de grande valia. pois além de servir para analisar os incidentes críticos já ocorridos. reciclando-se os observadores . bem como. . quantos possam recordar. bem como.

”. d) Reunião de revisão de processo para os integrantes ainda não familiarizados com o sistema em estudo. processo e segurança. com a finalidade de guiar os trabalhos. Recomenda-se quando da sua aplicação da técnica: a) A formação do comitê de revisão e a montagem das equipes com seus integrantes. A utilização periódica do procedimento é o que garante o bom resultado do mesmo no que se refere ao levantamento dos riscos e revisão dos processos. As respostas serão analisadas durante a reunião de resposta às questões. b) Planejamento prévio das atividades e pontos a serem abordados na aplicação da técnica. O consenso grupal é o ponto chave desta etapa. até alcançar o produto acabado colocado na planta do cliente. onde a análise de riscos tende a se fortalecer. 11.aceitação postergada. em dependência de investigação adicional.3 – Técnicas de Análise de Riscos: .. Da aplicação do “What-If” resulta uma revisão de um largo espectro de riscos. programação de novas reuniões.resposta aceita após discussão e/ou modificação. sendo cada resposta categorizada como: . f) Reunião de respostas às questões (formulação consensual): . quanto à forma mais segura de operacionalizar a planta. . definição de metas para as tarefas e informação aos integrantes sobre o funcionamento do sistema sob análise. e) Reunião de formulação das questões: O QUE? SE. bem como registrar as ações recomendadas para eliminação ou controle dos mesmos. como as da produção.resposta aceita pelo grupo tal como submetida. se estabelece um consenso entre as diversas áreas de atuação.Em seqüência à reunião de formulação das questões.. Além do mais os relatórios de procedimentos fornecem também um material de fácil entendimento servindo como fonte de treinamento e base para futuras revisões. etapa por etapa. além disso. Para a aplicação o “What-If” utiliza-se sistemáticas técnico-administrativas que incluem princípios de dinâmica de grupo. . c) Reunião Organizacional com a finalidade de discutir procedimentos.A equipe questionadora é a conhecedora e familiarizada com o sistema a ser analisado. devendo a mesma formular uma série de questões com antecedência. g) Relatório de revisão dos riscos do processo: o objetivo é documentar os riscos identificados na revisão. bem como a geração de possíveis soluções para os problemas levantados. Começando do início do processo e continuando ao longo do mesmo. cabe a responsabilidade individual para o desenvolvimento de respostas escritas às questões.

revelando aspectos que às vezes passariam despercebidos. Desta forma. A Análise Preliminar de Riscos (APR) consiste do estudo. mais rapidamente deve ser solucionado.. Os princípios e metodologias da APR consistem em proceder-se uma revisão geral dos aspectos de segurança de forma padronizada:    Descrevendo todos os riscos e fazendo sua caracterização. A APR não é uma técnica profunda de análise de riscos e geralmente precede a aplicação de outras técnicas mais detalhadas de análise.1 – Análise Preliminar de Riscos (APR) – “Preliminary Hazard Analysis” (PHA) ou também chamada de Análise Preliminar de Perigos (APP). produto ou sistema. durante a fase de concepção ou desenvolvimento preliminar de um novo projeto ou sistema. principais funções e procedimentos. A partir da descrição dos riscos são identificados as causas (agentes) e efeitos (conseqüências) dos mesmos.Consiste na busca de analogia ou similaridade com outros sistemas. permitindo revisões de projeto em tempo hábil. A APR é utilizada. etc. ou seja. A priorização das ações é determinada pela caracterização dos riscos. que neste caso. desde o início operacional do sistema. Enfim. portanto para uma análise inicial "qualitativa". o que permitirá a busca e elaboração de ações e medidas de prevenção ou correção das possíveis falhas detectadas. Apesar das características básicas de análise inicial.Atentar para os objetivos. já que seu objetivo principal é determinar os riscos e as medidas preventivas antes da fase operacional. A APR teve seu desenvolvimento inicial na área militar. tendo especial importância na investigação de sistemas novos de alta inovação e/ou pouco conhecidos. já que os mesmos são geralmente definidos posteriormente. é muito útil de se utilizar como uma ferramenta de revisão geral de segurança em sistemas já operacionais. b) Revisão da missão a que se destina: . além de definir responsabilidades no que se refere ao controle de riscos.11. quando a experiência em riscos na sua operação é deficiente. conforme abaixo: a) Revisão de problemas conhecidos: . desenvolvida na fase de projeto e desenvolvimento de qualquer processo. a falta de informações quanto aos procedimentos será ainda maior. quanto mais prejudicial ou maior for o risco. No estágio em que é aplicado pode ainda ocorrer outros detalhes finais de projeto e.3. a APR tem sua importância maior no que se refere à determinação de uma série de medidas de controle e prevenção de riscos. ambientes onde se darão as operações. para determinação de riscos que poderão estar presentes no sistema que está sendo desenvolvido. com a finalidade de se determinar os possíveis riscos que poderão ocorrer na sua fase operacional. tomando como base à experiência passada. exigências de desempenho. com maior segurança. consiste . ou seja.

Por exemplo. o que e quem envolvem e.3. Lembramos que a confiabilidade é definida como a probabilidade de uma ação ser concluída com sucesso dentro de um tempo específico e sob condições específicas.Identificar os riscos potenciais com potencialidade para causar lesões diretas e imediatas. come será desenvolvida. Para isto é necessário conhecer como e em qual freqüência cada componente do produto pode falhar. Em sistemas que sejam já bastante conhecidos.Elaborar séries de riscos. A AMFE foi desenvolvida por engenheiros de confiabilidade para permitir aos mesmos. necessita às vezes de ser complementada por técnicas mais detalhadas e apuradas. e) Revisão dos meios de eliminação ou controle de riscos: . podendo ser feita de forma qualitativa ou quantitativa. para a limitação dos danos gerados caso ocorra perda de controle sobre os riscos. determinando para cada risco principal detectado. que permite analisar as maneiras pelas quais um equipamento ou sistema pode falhar e os efeitos que poderão advir. A APR tem grande utilidade no seu campo de atuação. como já foi colocado. para avaliação dos efeitos das falhas ocorridas em seus componentes. c) Determinação dos riscos principais: . ou seja. um carro. um avião. para cada unidade. aumentando a confiabilidade do sistema. perda de função (valor). d) Determinação dos riscos iniciais e contribuintes: .em estabelecer os limites de atuação e delimitar o sistema que a missão irá abranger: a que se destina.Pesquisar os métodos possíveis que sejam mais eficientes para restrição geral. esta técnica pode ser utilizada de modo auxiliar. estimando ainda as taxas de falha e propiciando o estabelecimento de mudanças e alternativas que possibilitem a diminuição das probabilidades de falha.2 . as atividades a desenvolver. desde que compatíveis com as exigências do sistema. a fim de estabelecer as melhores opções. danos a equipamentos e perda de materiais. . g) Indicação de quem será responsável pela execução das ações corretivas e/ou preventivas: Indicar claramente os responsáveis pela execução de ações preventivas e/ou corretivas.Análise de Modos de Falha e Efeitos (AMFE) – “Failure Modes and Effects Analysis” (FMEA): A Análise de Modos de Falha e Efeitos é uma análise detalhada. uma máquina de produção. etc. designando também. determinar a confiabilidade de produtos mais complexos.Elaborar um “brainstorming” para levantamento dos meios passíveis de eliminação e controle de riscos. os riscos iniciais e contribuintes associados. Posteriormente a análise é estendida ao produto no seu todo. 11. cuja experiência acumulada conduz a um grande número de informações sobre riscos. porém. f) Analisar os métodos de restrição de danos: .

Preparar um “Check . a AMFE é mais aplicável às Indústrias de Processos. Posteriormente. A AMFE é realizada primeiramente de forma qualitativa. 2. cabendo à empresa idealizar o modelo que melhor se adapte a ela. pode-se proceder à análise quantitativa para estabelecer a confiabilidade ou probabilidade de falha do sistema ou subsistema. O bom conhecimento do sistema em que se atua é o primeiro passo para o sucesso na aplicação de qualquer técnica. a partir das probabilidades individuais de falha de seus componentes.O caso de funcionamento de uma Central Termelétrica. dependendo da ação correta dos operadores. Por exemplo: . para determinar os inter-relacionamentos existentes. é primordial que se conheça e compreenda o sistema em que se está trabalhando e qual a função e objetivos do mesmo. Determinar através da análise de projetos e diagramas. subsistemas e sistemas. inclusive pelo uso de componentes com confiabilidade alta ou pela verificação de redundâncias de componentes do projeto. através do cálculo de probabilidades de falhas de montagens. Conhecido o sistema e suas particularidades podem-se dar seguimento a análise. bem como.List” dos componentes de cada subsistema e sua função específica. além dos limites que podem representar sucesso ou falha. quer na determinação de seus efeitos em outros componentes e ainda na determinação dos componentes cujas falhas têm efeito crítico na operação do sistema. dos seus sistemas.Apesar de sua utilização ser geral. seja ela de identificação de perigos. Além disto. quer na revisão sistemática dos modos de falha dos componentes. Para proceder ao desenvolvimento da AMFE ou de qualquer outra técnica. Traçar diagramas de blocos funcionais do sistema e subsistemas. as restrições sob as quais se irá operar. principalmente quando o sistema ou instalação em estudo possui instrumentos de controle. Método de aplicação indicado: 1. e de seus equipamentos. os modos possíveis de falha que possam afetar outros componentes. quando o sistema é colocado em risco e a probabilidade de erro devido à ações não estruturadas é alta. Os modos básicos de falha devem ser agrupados em quatro categorias: . permitindo no mínimo uma parada ordenada da instalação. A técnica auxilia ainda na determinação e encadeamento dos procedimentos para contingências operacionais. bem como na determinação de como poderiam ser reduzidas estas probabilidades. de modo poder levantar necessidades adicionais e defeitos de projeto. de análise ou de avaliação dos riscos. Dividir o sistema em subsistemas que podem ser efetivamente controlados. estudam-se e determinam-se possíveis alternativas mais seguras de projeto e de instalação de modo que o sistema e a instalação possa superar possíveis falhas dos seus componentes críticos. sempre procurando garantir danos mínimos ao sistema como um todo. 4. 3.

2. A análise. a metodologia é aplicada também para equipamentos de processos. II . III .3. Como acima descrito.Operação prematura. ou em uma indústria química. . a Análise de Árvore de Falhas.1. é uma técnica de análise qualitativa desenvolvida com a finalidade de examinar as linhas de processos diversos. Formular possíveis ações de compensação e reparos que podem ser adotadas para eliminar ou controlar cada falha específica e seus efeitos. na fase de projeto ou em modificações de processos já existentes. Portanto. 3. Porém. 4. quando a complexidade é maior. Indicar os métodos usados para detecção de cada falha específica. Atualmente. inclusive seus sistemas diversos.I . Determinar as probabilidades de ocorrência de cada falha específica para possibilitar a análise quantitativa. 11. IV .Falha em operar no instante prescrito. que se preocupa com a análise detalhada destes componentes críticos é conhecida como FMECA – “Failure Modes and Criticality Analysis”. similar a AMFE. Indicar os efeitos de cada falha sobre outros componentes e como esta afeta a operação do mesmo. em um produto podem existir certos componentes ou conjunto deles que sejam especificamente críticos para a utilidade a que se destina o produto ou mesmo para a segurança do operador. a estes componentes críticos deve ser dada atenção especial. em uma refinaria de petróleo. conforme o quadro 4. Estimar a gravidade de cada falha específica de acordo com as categorias de risco. identificando os perigos e prevenindo a ocorrência de possíveis falhas. Tanto a AMFE como a FMECA são bastante eficientes quando aplicadas a sistemas mais simples e de falhas mais singelas. sendo os mesmos analisados mais detalhadamente do que os demais. como por exemplo. 5.3 – Análise de Operabilidade e de Perigos – “HAZard and OPerability Studies” (HAZOP: O estudo de identificação de perigos e operabilidade é conhecido como HAZOP.. para possibilitar a priorização de alternativas. a AMFE analisa de forma geral os modos de falha de um produto.Falha em cessar de operar no instante prescrito.Falha em operação. O método HAZOP é principalmente indicado quando da implantação de novos processos. 1. porém. como por exemplo. recomenda-se o uso de outras técnicas.

pensando em todos os modos pelo qual um evento indesejado ou problema operacional possa ocorrer. fluxo. temperatura. sendo quase impossíveis estes diagnósticos. analisar as alternativas quanto ao custo e operacionalidade. os esquecimentos evitados e a compreensão dos problemas das diferentes áreas e interfaces do sistema seja alcançada. para cada tipo de desvio passível de ocorrer nos parâmetros de funcionamento. trabalhando sozinha.O ideal na realização do HAZOP é que o estudo seja desenvolvido antes da fase de detalhamento e construção do projeto.guias são aplicadas às variáveis identificadas no processo (pressão. a reflexão deve ser executada de maneira sistemática. estará sujeita a erros por desconhecer os aspectos alheios a sua área de trabalho. que nada mais são do que os perigos a serem examinados. quer no detalhamento ou ainda durante a instalação. fixando a atenção nos perigos mais significativos para o sistema. As palavras . contudo. quando o resultado do HAZOP for mais bem conhecido. Vale ressaltar que o HAZOP pode ser aplicado em projetos e modificações de menor porte como de grande porte. Convém. A técnica HAZOP permite que as pessoas liberem sua imaginação. no entanto. o desenvolvimento do HAZOP alia a experiência e competência individual às vantagens indiscutíveis do trabalho em equipe. ou seja. evitando-se assim a revisões de projetos em etapas mais adiantadas as quais tornam-se cada vez mais caras de serem feitas. linha por linha. antes de se fazer uma análise completa e saber se existem efeitos secundários graves e difíceis de prever. muitos acidentes ocorrem porque se subestima os efeitos secundários de pequenos detalhes ou de modificações de projeto ou de instalações em funcionamento. ou seja.guia ocorra. nível. as quais à primeira vista parecem insignificantes. onde pessoas de funções diferentes dentro da organização trabalham em conjunto e em equipe. identificando os desvios que podem ocorrer caso a condição proposta pela palavra . Para cada linha analisada são aplicadas as séries de palavras guias. faz com que a criatividade individual seja estimulada. o caráter de trabalho em equipe que o HAZOP apresenta.guias e os desvios respectivos a partir para a elaboração das alternativas cabíveis para que o problema não ocorra. Às vezes. analisando cada circuito. Assim.chaves ou palavras . Identificadas às palavras . mínimo. composição. a análise realizada no HAZOP é feita através de palavras-chaves que guiam o raciocínio dos grupos de estudos multidisciplinares. . Uma pessoa competente. Além disso. entre outras) gerando os desvios. pode-se dizer que o HAZOP é bastante semelhante a AMFE. Para evitar que algum detalhe seja omitido. Em termos gerais. evitando com isso a necessidade de se executar modificações de projeto.

decrescendo assim o nível de risco. A eliminação dos problemas operacionais recai numa conseqüente diminuição do erro humano. sem antes conhecê-los. sendo os eventos subseqüentes determinados pelas características do sistema.4. 11. Definir os sistemas de segurança (ações) que podem amortecer o efeito do evento inicial. calcularem as probabilidades associadas a cada ramo do sistema que conduz a alguma falha (acidente). Nas aplicações de análise de risco. É impossível. pois a diminuição dos riscos está bastante ligada a eliminação de problemas operacionais. ao contrário.4 – Técnicas de Avaliação de Riscos: 11. .2 .No HAZOP a operabilidade é tão importante quanto à identificação dos perigos. porém a eliminação dos perigos. 2. pela análise das probabilidades de sucesso ou falha de cada bloco. calculando as probabilidades de sucesso ou falha do mesmo.1 – Análise de Árvore de Eventos (AAE) – “Event Tree Analysis” (ETA): A Análise da Árvore de Eventos (AAE) é um método lógico-indutivo para identificar as várias e possíveis conseqüências resultantes de certo evento indesejado inicial. Definir o evento inicial que pode conduzir ao acidente. utilizando encadeamentos lógicos em cada etapa de atuação do sistema. Geralmente neste tipo de estudo são detectados mais problemas do tipo operacional do que perigos propriamente ditos. a linha inferior é SIM e significa que o evento realmente ocorre. Combinar em uma árvore lógica de decisões as várias seqüências de acontecimentos que podem surgir a partir do evento inicial. 11. Isto não é um ponto negativo. o que pode ser obtido pela aplicação do método HAZOP. Para o traçado da árvore de eventos as seguintes etapas devem ser seguidas: 1. A linha superior é NÃO e significa que o evento não ocorre.Análise por Diagrama de Blocos (ADB): Na análise por diagrama de blocos se utiliza um fluxograma em blocos do sistema. 3. Esta técnica procura determinar as freqüências e conseqüências decorrentes dos eventos indesejáveis. A árvore de eventos deve ser lida da esquerda para a direita. 4. a falha de um componente ou subsistema. aumenta sua importância do método. Na esquerda começa-se com o evento inicial e segue-se com os demais eventos seqüenciais. em geral. o evento inicial da árvore de eventos é.4. Uma vez construída a árvore de eventos.

também é feita utilizando-se uma simbologia. A AAF é um método excelente para o estudo dos fatores que poderiam causar um evento indesejável (falha) e encontra sua melhor aplicação no estudo de situações complexas.A.AAF foi primeiramente concebida por H. a exemplo da árvore de falhas. Ela . 11. 1. Dependendo do sistema a análise pode ser feita em série ou em paralelo.4.Watson dos Laboratórios Bell Telephone em 1961. Posteriormente cada evento desenvolvido é questionado:      Em que condições o evento induz os outros eventos? Quais as alternativas ou condições que levam os diferentes eventos? Que outros componentes o evento afeta? Ele afeta mais do que um componente? Quais os outros eventos que este evento causa? A técnica segue a lógica que liga as causas as suas conseqüências.4. com a descrição das conseqüências e do outro lado determinando e descrevendo as causas.4 – Análise de Árvore de Falhas (AAF) – “Fault Tree Analysis” (FTA): A Análise da Árvore de Falhas .A técnica é útil para identificar o comportamento lógico de um sistema constituído por poucos componentes. partindo-se para um lado. A estruturação. as perdas previstas devido à ocorrência das mesmas. A Árvore de Falhas enfoca as causas e a Árvore de Eventos mostra as conseqüências ambas seguindo a seqüência natural das ocorrências. Isto permite avaliar qualitativa e quantitativamente as conseqüências dos eventos catastróficos de ampla repercussão como os Acidentes Maiores ou Acidentes Ampliados e verificar a vulnerabilidade do meio ambiente. a pedido da Força Aérea Americana para avaliação do sistema de controle do Míssil Balístico Minuteman. O processo começa pela escolha de um evento crítico. pode-se determinar o risco de cada sistema.3 – Análise de Causas e Conseqüências (ACC): Já na Análise das Causas e Conseqüências (AAC) de falhas se utilizam as mesmas técnicas de construção da AAE e da Análise da Árvore de Falhas (AAF) que será vista detalhadamente a seguir. da comunidade e de terceiros em geral. Definidas as probabilidades de falha. juntando com estas. O procedimento para construção de um diagrama de conseqüências se inicia por um evento inicial.

já que na montagem da árvore de falhas o mesmo é colocado no nível mais alto. A AAF pode ser executada em quatro etapas básicas:     Definição do Sistema. a avaliação qualitativa pode ser usada para analisar e determinar que combinações de falhas de componentes. enumerando todas as causas ou combinações delas que levam ao evento indesejado. O evento indesejado recebe o nome de evento topo por uma razão bem lógica. é muito usada também por seu aspecto qualitativo porque. deve ser realizada primeiramente a análise qualitativa. Avaliação quantitativa. ou seja. onde são especificadas as causas que levam a ocorrência de um específico evento indesejado de interesse. Nos resultados da análise quantitativa são necessárias certas situações. Avaliação qualitativa e. cada uma examinada até que o analista tenha identificado as causas básicas de cada evento". Embora tenha sido desenvolvida com o principal intuito de determinar probabilidades. podem ser visualizados. contudo. pois são eles que dão origem a todos os eventos de nível mais alto. em qualquer situação a ser investigada. chamado evento topo. erros operacionais ou outros defeitos podem causar o evento topo. é um modelo gráfico que dispõe várias combinações de falhas de equipamentos e erros humanos que possam resultar em um acidente. Construção da Árvore de Falhas. Já a . como técnica quantitativa. Consideram o método como "uma técnica de pensamento-reverso. desta forma e de maneira sistemática. sendo que muitos analistas crêem que deste modo.determina as freqüências de eventos indesejáveis (topo) a partir da combinação lógica das falhas dos diversos componentes do sistema. O principal conceito na AAF é a transformação de um sistema físico em um diagrama lógico estruturado (a árvore de falhas). Assim. para proceder à análise quantitativa. Portanto. o analista começa com um acidente ou evento indesejável que deve ser evitado e identifica as causas imediatas do evento. As combinações seqüenciais destes eventos formam os diversos ramos da árvore. indicando o relacionamento entre os eventos considerados. que indicam o relacionamento casual entre eventos dos níveis inferiores que levam ao evento topo. obter resultados quantitativos não requer muitos esforços adicionais. A partir deste nível o sistema é dissecado de cima para baixo. A AAF é uma técnica dedutiva que se focaliza em um acidente particular e fornece um método para determinar as causas deste acidente. Os eventos do nível inferior recebem o nome de eventos básicos ou primários. As duas unidades básicas ou comportas lógicas envolvidas são os operadores "E" e "OU". A diagramação lógica da árvore de falhas é feita utilizando-se símbolos e comportas lógicas. os vários fatores. é certo supor que a árvore de falhas é um diagrama que mostra a inter-relação lógica entre estas causas básicas e o acidente.

determinando as condições. em última análise. Cada comporta lógica tem implícita uma operação matemática.o nível básico. passo a passo. a qual foi desenvolvida pelo matemático George Boole para o estudo da lógica. Suas regras e expressões em símbolos matemáticos permitem simplificar problemas complexos. através da diagramação sistemática. formando o primeiro nível . eventos particulares ou falhas que possam vir a contribuir para ocorrência do evento topo selecionado. que levam ao evento topo. outras vantagens e facilidades. mostrando o inter-relacionamento entre estes eventos e falhas. em segurança de sistemas. Notas: Simbologia lógica de uma árvore de falhas: 1. nos dados do projeto. podendo ser traduzidas. é necessário conhecer e relembrar algumas definições da Álgebra de Boole. quais sejam: a determinação da seqüência mais crítica ou provável de eventos. ainda. em relação ao evento topo. propiciando uma visão bastante clara da questão e das possibilidades imediatas de ação no que se refere à correção e prevenção de condições indesejadas. o método de AAF pode ser desenvolvido através das seguintes etapas: a) Seleção do evento indesejável ou falha. dentre os ramos da árvore. o relacionamento entre os eventos é feito através das comportas lógicas. por ações de adição ou multiplicação. cuja probabilidade de ocorrência deve ser determinada. e) Determinação da probabilidade de falha de cada componente. em estudos que envolvem decisões e mais recentemente. é possível a obtenção de um grande número de informações e conhecimento muito mais completo do sistema ou situação em estudo. Desta forma. a identificação de falhas singulares ou localizadas importantes no . c) Montagem. É principalmente usada em áreas de computadores e outras montagens eletromecânicas e também em análise de probabilidades. mesmo ao se aplicar o procedimento de simples diagramação da árvore. dos eventos contribuintes e falhas levantadas nas etapas anteriores. e nas exigências do sistema.avaliação quantitativa é utilizada para determinar a probabilidade de falha no sistema pelo conhecimento das probabilidades de ocorrência de cada evento em particular. que representam as entradas da árvore de falhas. entre outros. Desenhada a árvore de falhas. diretamente. Para proceder ao estudo quantitativo da AAF. são adicionadas as combinações de eventos e falhas contribuintes. O uso da árvore de falhas pode trazer. A AAF não necessariamente precisa ser levada até a análise quantitativa. ou seja. 2. causar tal fato. O processo inicia com os eventos que poderiam. entretanto. a probabilidade de ocorrência do evento topo será investigada pela combinação das probabilidades de ocorrência dos eventos que lhe deram origem. até o evento topo. b) Revisão dos fatores intervenientes: no ambiente. d) Através de Álgebra Booleana são desenvolvidas as expressões matemáticas adequadas. À medida que se retrocede.

214 de 08. existem certas seqüências de eventos centenas de vezes mais prováveis na ocorrência do evento topo do que outras e.1978). Para um melhor conhecimento da matéria. Sobre este assunto um médico será convidado para proferir uma palestra sobre o referido tema.Programa de Prevenção de Riscos Ambientais: Fundamenta-se na NR – 9: Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. as principais diretrizes recomendadas de se realizar são as seguintes:   Verificar as Condições de Trabalho e as Situações de Riscos e Perigos em potencial. para que a probabilidade de ocorrência do evento topo diminua. o descobrimento de elementos sensores (alternativas de solução) cujo desenvolvimento possa reduzir a probabilidade do contratempo em estudo. cálculo de confiabilidade. só que com a particularidade de ser aplicado à estrutura organizacional e gerencial da empresa. estimativas de riscos. O método pode ser também usado para esquematizar ações administrativas que possam ter contribuído para um acidente.4. alguns artigos e apresentações a respeito deste assunto. 13 – PCMSO – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional: Fundamenta-se na NR – 7: Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional que estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação.processo. 12 – PPRA . Além dos aspectos citados. bem como.5. o qual já tenha ocorrido.12. investigação de acidentes. 14 – Programas de redução dos Acidentes do Trabalho em uma Empresa – Diretrizes recomendadas: Para a implantação um Programa de redução dos Acidentes do Trabalho em uma Empresa. ilustrando erros ou ações inadequadas de administração. 11.1977 e Portaria nº 3. Nesta árvore cada evento é uma ação do operador ou administrador.514 de 22. do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO. como: solução de problemas diversos de manutenção. a AAF encontra aplicação para inúmeros outros usos. no tema incluímos trabalho de pesquisa sobre a NR – 9. 06. com base nas Leis existentes (Lei 6. Geralmente. portanto. decisões administrativas.5 – “Management Oversight and Risk Tree” (MORT): O método conhecido como MORT é uma técnica que usa um raciocínio semelhante ao da AAF. por parte dos empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados. entre outros. Verificar o funcionamento regular da CIPA conforme recomendações da NR . com o objetivo de promoção e preservação da saúde do conjunto dos seus trabalhadores. sendo que as falhas de equipamentos ou condições ambientais não são consideradas. . desenvolvendo uma árvore lógica. é relativamente fácil encontrar a principal combinação ou combinações de eventos que precisam ser prevenidas.

na maioria das vezes. entretanto que muitas das obras já publicadas. a BS 8800. Tratar e resolver todas as situações de Risco. ou de uma Brigada contra Incêndios. Assim sendo. obras. pois contribuem muito para o aprofundamento e amadurecimento dos conhecimentos ligados a Higiene. Registrar. 15 – Bibliografia recomendada: Para o estudo da Higiene. artigos e endereços disponíveis que são de grande valia para o aprendizado da matéria: . contendo uma gama extensa de trabalhos. onde encontramos informações. Analisar todos os Processos de Trabalho. não são encontradas com facilidade nas livrarias comuns. Verificar as condições de funcionamento do Serviço de Segurança da Empresa. conforme orientações oficiais dos Ministérios do Trabalho e Emprego.                Levantar o histórico dos acidentes já ocorridos na Empresa. Elaborar os Procedimentos de Segurança e Prevenção de Acidentes para realização dos trabalhos onde existam riscos em potencial. Elaborar Planos de Higiene e Segurança do Trabalho. os quais precisam ser conhecidos. Promover Campanhas de Segurança. relacionamos abaixo algumas das normas. é de maior valor e utilidade. inclusive as virtuais. sem intenção de excluir as obras clássicas do maior valor. a OSHAS e demais organizações internacionais de alto nível. orientações e princípios referentes a Segurança e Saúde no Trabalho – SST. Para serem adquiridas. com testemunhos sobre os mais diversos temas. Desta forma a consulta direta as bibliotecas. Neste contexto. Aplicar as recomendações. para o estudo da matéria. Fornecer todos os EPI e EPC necessários. Verificar os meios de Combate a Incêndio (Existência de Corpo de Bombeiros da Empresa. dados e artigos. do Instituto Nacional de Seguridade Social além das recomendações de órgãos internacionais reconhecidos como a OIT. Ocorre. da Saúde. Realizar Investimentos para Melhoria da Segurança e Higiene do Trabalho. Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho as fontes de estudos e informações abrangem um campo bastante extenso de publicações e trabalhos. Comparar os Riscos existentes com o Risco Tolerado. além dos livros é da máxima importância e utilidade consultarem a Internet e as revistas periódicas. Avaliar as diversas Áreas de Trabalho levantando os Riscos de Acidentes existentes. analisar e computar cada acidente ocorrido. Sinalizar todas as Áreas de Riscos. conforme seja as situações de risco levantadas). precisamos quase sempre encomenda-las. Programar Treinamento de Segurança e capacitar todo o pessoal. a Engenharia de Segurança e a Medicina do Trabalho. a OMS.

gov.br/books.br/Atlas/portal/homePortal. Qualitymark Editora: http://www.999 : http://www.pucpr. Antonio Bossi e Ezio Sesto.htm. Segurança do Trabalho & Gestão Ambiental.edatlas. W.ufsc.com.edatlas.Gerenciamento de Riscos. Livros Técnicos e Científicos Editora S.xls.br/.mte. Giovanni Moraes de Araujo.br/downloads/catalogo_qualitymark. João Mamede Filho. Dácio de Miranda Jordão.qsp.br/books. Instalações Elétricas Industriais. Benedito Cardella.: http://www.fundacentro. 2001: http://www. Normas Regulamentadora Comentadas. Petroquímicas e de Petróleo.eps.org. Manual de Higiene e Segurança do Trabalho – Ed. Artigo: .br/manual_sst. de autoria de Francesco De Cicco e Mario Luiz Fantazzini: http://www. 4 a edição – 2003: http://www. ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE RISCOS: .Acessar: http://www. Manual de Instalações Elétricas em Indústrias Químicas. Chester L.com.aspx. Prevenção de Acidentes nas Indústrias.com.submarino. Dawes. Editora Atlas.ctrl. Acessar: http://www. Segurança em Eletricidade – Jorge Santos Reis & Roberto de Freitas – Fundacentro: http://www.submarino.ctrl. Curso de Eletrotécnica. Instalações Elétricas. .gov.ctrl.asp. Editora Atlas S.Ultima Alteração: 20/05/2004.com. R.A.aspx. Prof.edatlas. . Hemus Editora Ltda.com. Marcos Aurelio Pchek Laureano .ppgia. "Técnicas Modernas de Gerência de Riscos" e do livro "Introdução à Engenharia de Segurança de Sistemas".A.55ª Edição (2004) .br/.A. Ediouro.com.TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS. . Segurança e Medicina do Trabalho. Editora Atlas S.aspx. Editora Globo.br/Atlas/portal/homePortal.shtml.br/~laureano/puc_2004/gst/. Artigo: .Acessar o Ministério do Trabalho e Emprego: http://www. 1. Peixoto.ieles.2ª Tiragem: http://www.br/Atlas/portal/homePortal.Normas Regulamentadora: . Segurança no Trabalho e Prevenção de Acidentes. Ateneu. Antonio Nunes Barbosa Filho.br/disserta96/anete/index/indx_ane.

br/alunos/sites/index.br/gt/gtbv/gtbv.org. .com/.sobes.Sociedade Brasileira de Engenharia de Segurança: http://www.Ver página: http://www.com.com. 16 – Anexos diversos: . .Ver página http://www.Ver página: http://www.Ver página: http://europe. Revista Proteção.Ver página: http://www. Ambientec.Ver página: http://www.Consultar página da SOBES .org.osha.all.areaseg.com/index.saudeetrabalho.int/index. . DIESAT .br/ufrj/capa.br/.com/pagcopel.ambientec. Ver página: http://www. .com.Ver página: http://www.br/.unisanta.cipanet. A Associação Brasileira dos Profissionais de Segurança e Saúde no Trabalho e do Meio Ambiente – ABRAPHISET.br/.org.br/aleph/por/.htm. .cg. .php?lang=pt.copel. ABPA – Associação Brasileira para Prevenção de Acidentes. . Grupo CIPA – Portal de Segurança: .Informações sobre a legislação específica da Engenharia de Segurança e demais assuntos da área: .asp.usp.br/. . Prossiga (Bibliotecas Virtuais Temáticas).eu. .br. Universidade de São Paulo – Sistema Integrado de Bibliotecas: Ver página: http://www.br/bvtematicas/. Ver página: http://www. Agência Européia para a Segurança e a Saúde no Trabalho.org.Ver página: http://www.htm. SEGRAC Núcleo de Pesquisa em Engenharia de Segurança. Companhia de Energia Elétrica do Paraná – COPEL.Ver página: http://www.abraphiset.html. .com. Segurança e trabalho “Online”.Ver página: http://www.diesat.com.nsf.Ver página: http://www.Ver página: http://www.com.br/.sibi.prossiga. GT Bibliotecas Virtuais Brasileiras. Universidade Santa Cecília – UNISANTA – Higiene e Segurança no Trabalho.br/. Area Seg .Departamento Intersindical de Estudos e Pesquisas de Saúde e dos Ambientes de Trabalho. Gerenciamento de Riscos e Acessibilidade na Universidade Federal do Rio de Janeiro: .protecao.abpa.

no que se refere à questão da segurança e da higiene do trabalho. Todos os direitos reservados.11.2004.Para melhor aproveitamento e conhecimento da matéria os Apontamentos de Classe acima colocados devem ser complementados com Artigos Técnicos e informações diversas disponibilizados em nossa página de Segurança e Higiene no Trabalho no Site da UNISANTA: O Objetivo da área de engenharia de segurança do trabalho é atuar na prevenção de acidentes do trabalho no intuito de preservar a integridade física dos trabalhadores. Ínicio Programação do curso Apostila do Curso Material de apoio Links Contato © Internet UNISANTA. a proteção das instalações contra sinistros.Porque e Como Diretrizes para programas de segurança e saúde Lista de Perguntas e Respostas (18/11/04) A Atuação do MPT na Defesa do Meio Ambiente de Trabalho Diretrizes para programas de segurança e saúde NR01 NR02 NR03 NR04 NR05 NR06 . Seu objetivo básico envolve a prevenção de riscos e de acidentes nas atividades de trabalho visando a defesa da integridade da pessoa humana.Técnicas de Análises de Riscos Investigar de Acidentes .2005 Apontamentos de classe Legislação Instituições nacionais Incêndios e explosões Analise dos acidentes no trabalho Estatísticas de Acidentes do Trabalho no Brasil CAPÍTULO V . bem como. Desenvolvido por Daniel Garcia Pajaro Material de Apoio                    Nova Lista perguntas e respostas 15.

                   NR07 NR09 NR10 NR13 NR15 NR16 NR17 NR18 NR19 NR20 NR23 NR26 NR27 NR28 NR29 NR30 NR31 NR32 NR33. Scribd Carregar um documento ano do sur Pesquisar Documentos Explorar    Registre-se | Logon / 13 Baixar este documento gratuitamente MANUAL .

não conseguirão êxito. se não houver o comprometimento e a colaboração irrestrita de todos os colaboradores engajados em um único objetivo . orgânica e mental e através de medidas práticas evitarmos a ocorrência de acidentes do trabalho. A empresa. nosso princípio baseia-se em que “ a prevenção de acidentes é uma responsabilidade de cada um na ITAIPU BINACIONAL”.A PREVENÇÃO. através de seus propostos em conjunto com o Departamento de Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho e a CIPA. tão seguras quanto possível. Para isso. Nosso objetivo é tornar as condições de trabalho na empresa. foi elaborado diante das necessidades básicas e legais de levarmos os conhecimentos a todos os colaboradores da empresa. visando a garantia e execução de suas atividades com segurança. doenças ocupacionais e perturbações funcionais. Departamento de Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho 2 2 A Itaipu Binacional.DE SEGURANÇA DO TRABALHO 1 1 OBJETIVO DO MANUAL O Manual de Segurança e Medicina do Trabalho. realiza este treinamento sobre Segurança do Trabalho nos . para todos os colaboradores. com o objetivo principal de proteger a integridade física.

Aspectos Gerais. empresa e seus funcionários. onde a saúde e integridade física é preservada. Todas as dúvidas deverão ser sanadas antes da realização de qualquer serviço. ATIVIDADES LABORATIVAS DO HOMEM. dentro de um compromisso de parceriaEmpresa . as quais deverão ser obrigatoriamente obedecidas. Para que isto seja possível. “a sua segurança e a segurança daqueles que o cercam depende de VOCÊ”. Assim. a Empresa através do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho – SEESMT . um substancial investimento em tempo e dinheiro é dirigido no sentido de garantir que as ferramentas e equipamentos de nossa empresa sejam devidamente projetados. recomendamos a leitura deste manual que preparamos com o objetivo de tornar o seu trabalho mais seguro. ferramentas e equipamentos são operados por seres humanos. 1. Em última análise. segurança é uma responsabilidade que precisa ser assumida por todos. vem desenvolver junto aos seus funcionários um programa de treinamento sobre Segurança do Trabalho que tem a finalidade de proporcionar um ambiente de trabalho sadio e seguro. Porém. para a própria organização e para a sociedade.Empregado. sob o ponto de vista de segurança e que as nossas instalações sejam as mais seguras possíveis. nada disso vai adiantar se não houver a participação constante de cada um de nós. Afinal. No entanto. Cada ano. A Empresa. Informamos a seguir as recomendações que a Itaipu Binacional faz aos seus funcionários. na qualidade de empregadora acredita que investir no homem é a melhor maneira de trazer benefícios para o trabalhador. E A HISTÓRIA E SURGIMENTO DA SEGURANÇA DO 3 3 INTEGRAÇÃO DE SEGURANÇA TREINAMENTO EM PREVENÇÃO DE ACIDENTES DO TRABALHO .

. . Compartilhar e integrar Documentos relacionados AnteriorPróximo 1. 53 p. 53 p..APOSTILA Segurança Baixar este documento gratuitamenteImprimirCelularColeçõesDenunciar documento Informações e classificação Seguir api_user_11797_SE.

28 p. 2. 3.53 p. 22 p. 47 p. 7 p. .

4. .6 p. 99 p. 66 p. 12 p.

99 p. 99 p.99 p. 99 p. 6. 99 p. . 5.

6 p. 27 p. 16 p. . 7.6 p.

35 p.92 p. 9. 11 p. 92 p. . 8. 92 p.

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12. 1 p. 527 p. 527 p. 527 p. . 11.87 p.

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5 p. 7 p. Adicionar comentário Carregar um documento ano do sur Pesquisar Documentos  Siga-nos! . 9.

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