AME - TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO - 12/02/12 1 01) Sabemos que os riscos, nas diversas áreas profissionais, são conhecidos como riscos

ocupacionais e sãoclassificados em grupos de acordo com sua natureza. As cores correspondem a cada um dos riscos ocupacionais.Assim, enumere a coluna da direita com base nos riscos listados na coluna da esquerda. 1riscos físicos ( ) cor azul 2riscos químicos ( ) cor vermelha 3riscos biológicos ( ) cor verde 4riscos ergonômicos ( ) cor marrom 5riscos de acidentes ( ) cor amarela- Assinale a alternativa que contém a sequência correta da coluna da direita, de cima para baixo. a) 5, 2, 1, 3, 4 b) 4, 3, 1, 5, 2 c) 1, 4, 3, 2, 5 d) 2, 3, 5, 1, 4 e) 3, 2, 4, 5, 1 02) Analisando o Anexo IV da NR-05:CIPA, são considerados riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos eriscos de acidentes, respectivamente: a) poeira, calor, bacilos, jornada de trabalho prolongada e animais peçonhentos. b) calor, gases, fungos, monotonia/repetitividade e esforço físico intenso. c) calor, gases, bacilos, jornada de trabalho prolongada e névoas. d) poeira, calor, fungos, arranjo físico deficiente e eletricidade. e) calor, gases, bacilos, jornada de trabalho prolongada e eletricidade. 03)

São várias as doenças originadas dos processos de trabalho conhecidas como doenças ocupacionais. A doençaocupacional decorrente da exposição do trabalhador ao chumbo, sem a proteção adequada aos fumos metálicos, échamada de a) saturnismo. b) absenteísmo. c) trombose. d) pneumonia. e) reumatismo. 04) A _____________________ é uma forma depneumoconiosecausada pela inalação de finas partículas desílica cristalina e caracterizada porinflamaçãoecicatrizaçãoem forma de lesões nodulares nos lóbulos superiores do pulmão.Portanto esta doença é compreendida como a) asbestose. b) silicose. c) berilose. d) cirrose. e) bursite. 05) É correto afirmar que NÃO é considerado objetivo da CIPA: a) observar e relatar condições de risco. b) solicitar medidas para redução dos acidentes. c) expedir advertência aos trabalhadores. d) eliminar e/ou neutralizar os riscos existentes. e) orientar os trabalhadores quanto à prevenção de acidentes. 06) Quanto aos métodos de extinção de fogo ou incêndio, analise os itens abaixo: Iabafamento II -

isolamento ou retirada do material III. - resfriamento- São considerados métodos de extinção de fogo os itens: a) I e II somente. b) II e III somente. c) III somente. d) I e III somente. e) I, II e III.

AME - TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO - 12/02/12 2 07) Em se tratando de extinção do fogo, relacione as classes de acordo com os conteúdos abaixo, numerado-os 1Classe A 2Classe B 3Classe C( ) Assim é identificado o fogo em materiais sólidos que deixam resíduos, como madeira, papel, tecido e borracha.( ) Classe de incêndio em equipamentos elétricos energizados. A extinção deve ser feita por agente extintor quenão conduza eletricidade.( ) Ocorre quando a queima acontece em líquidos inflamáveis, graxas e gases combustíveis.- A Sequência correta está na alternativa: a) 1, 3, 2 b) 3, 1, 2 c) 2, 3, 1 d) 2, 1, 3 e) 1, 2, 3 08) Analise as definições abaixo: ILimite de Tolerância é o nível de concentração máxima de um agente físico ou químico existente no ambientede trabalho sem causar danos à saúde dos trabalhadores.

e) III somente. d) II e III somente. III Poeiras são partículas sólidas originadas de processos de ruptura mecânica de sólidos orgânicos. II e III. e) Os itens I. em cujos anexos podemosencontrar os riscos.Assinale a alternativa correta. 09) Em se tratando de avaliação do calor radiante pelo método IBUTG. c) Somente o item III é verdadeiro. II e III são verdadeiros. Itermômetro de bulbo úmido natural IItermômetro de globo IIItermômetro de bulbo seco. b) I e III somente. b) Somente o item II é verdadeiro. a) Somente o item I é verdadeiro.II Os limites de tolerância dos riscos quantitativos são estabelecidos pela NR 16. d) Somente os itens II e III são verdadeiros. analise o instrumental utilizado para a mediçãodas temperaturas. c) I e II somente.Estão corretas as definições: a) I. 10) Assinale a alternativa em que a forma por extenso não corresponde à respectiva sigla a) PCMSO .

2 tgonde:tbn = temperatura de bulbo úmido natural. c) PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambulatoriais. b) CAT – Comunicação de Acidente de Trabalho. c) Atos inseguros e inexistência do Técnico de Segurança. 11) Quais são as principais causas dos acidentes de trabalho? a) Atos inseguros e condições inseguras. e) Condições inseguras e inexistência da CIPA e PPRA.tg = temperatura de globo.7 tbn + 0.tbs = temperatura de bulbo seco. d) Atos inseguros e inexistência do Engenheiro de Segurança. portanto esta atividade é insalubre.12/02/12 3 TemperaturaMédiaMetabolismo(Kcal/h)tbn 23220tg 33tbs 30OBS:Ambientes internos ou externos sem carga solar:IBUTG = 0. b) . encontrando os seguintes resultados: AME .Sabendo que o limite de tolerância é 28.1 tbs + 0.. e) CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes. 12) Um técnico de segurança do trabalho realizou medições de sobrecarga térmica em um determinado ambiente detrabalho sem carga solar.7 tbn + 0. d) EPC – Equipamento de Proteção Coletiva. b) Inexistência da CIPA e do PPRA.– Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.5ºC. calcule e responda: a) O IBUTG calculado é de 28.5.3 tgAmbientes externos com carga solar:IBUTG = 0.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO .

O IBUTG calculado é de 28,5, portanto esta atividade não é insalubre. c) O IBUTG calculado é de 26,0, portanto esta atividade é insalubre. d) O IBUTG calculado é de 26,0, portanto esta atividade não é insalubre. e) O IBUTG não pode ser calculado por falta de dados. 13) É de obrigatoriedade de todos os empregadores elaborar ordens de serviço sobre segurança e saúde no trabalho,dando ciência aos empregados por comunicados, cartazes ou meios eletrônicos.Esse Assunto: a) é regulamentado pela NR 02. b) segue regulamentado pela NR 12. c) não é regulamentado pela NR 01. d) apresenta regulamentado pela NRR 01. e) é estabelecido pela NR 01. 14) É correto afirmar que: a) O presidente do sindicato dos TST deverá ser informado antes da instalação de qualquer serviço de segurança dotrabalho em indústrias com grau de risco II. b) Todo estabelecimento novo antes de iniciar suas atividades, deverá solicitar aprovação de suas instalações aoInstituto Nacional de Seguridade Social, conforme NR 2. c) O órgão regional do MTb, juntamente com o INSS, após realizar a inspeção prévia, emitirá o Certificado deAprovação de Instalações – CAI, conforme NR 2. d) Todo estabelecimento novo, antes de iniciar suas atividades, deverá solicitar aprovação de suas instalações aoórgão regional do MTb, conforme determina NR 2. e) A norma regulamentadora NR 2 estabelece critério para embargo ou interdição. 15) Segundo a Portaria nº 3.214, de 08 de junho de 1978, Norma Regulamentadora - NR – 4, o que significa SESMT? a) Serviço Especializado em Segurança e em Medicina do Trabalho.

b) Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Matéria do Trabalho. c) Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. d) Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Maritima do Trabalho. e) Serviço Especializado em Saúde do Trabalho. 16) Dos casos abaixo, assinale em qual deles somente é exigido um profissional técnico de segurança do trabalho noquadro de trabalhadores ligados à segurança do trabalho. a) Empresa com grau de risco 1, com um quadro de funcionários entre 501 e 1001. b) Empresa com grau de risco 2, com um quadro de funcionários entre 501 e 1001. c) Empresa com grau de risco 3, com um quadro de funcionários entre 101 e 250. d ) Empresa com grau de risco 4, com um quadro de funcionários entre 31 e 100. e) Todas as alternativas estão corretas. 17) Segundo a NR 05, a CIPA será composta por representantes

AME - TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO - 12/02/12 1 01) Sabemos que os riscos, nas diversas áreas profissionais, são conhecidos como riscos ocupacionais e sãoclassificados em grupos de acordo com sua natureza. As cores correspondem a cada um dos riscos ocupacionais.Assim, enumere a coluna da direita com base nos riscos listados na coluna da esquerda. 1riscos físicos ( ) cor azul 2riscos químicos ( ) cor vermelha 3riscos biológicos ( ) cor verde 4riscos ergonômicos ( ) cor marrom 5-

riscos de acidentes ( ) cor amarela- Assinale a alternativa que contém a sequência correta da coluna da direita, de cima para baixo. a) 5, 2, 1, 3, 4 b) 4, 3, 1, 5, 2 c) 1, 4, 3, 2, 5 d) 2, 3, 5, 1, 4 e) 3, 2, 4, 5, 1 02) Analisando o Anexo IV da NR-05:CIPA, são considerados riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos eriscos de acidentes, respectivamente: a) poeira, calor, bacilos, jornada de trabalho prolongada e animais peçonhentos. b) calor, gases, fungos, monotonia/repetitividade e esforço físico intenso. c) calor, gases, bacilos, jornada de trabalho prolongada e névoas. d) poeira, calor, fungos, arranjo físico deficiente e eletricidade. e) calor, gases, bacilos, jornada de trabalho prolongada e eletricidade. 03) São várias as doenças originadas dos processos de trabalho conhecidas como doenças ocupacionais. A doençaocupacional decorrente da exposição do trabalhador ao chumbo, sem a proteção adequada aos fumos metálicos, échamada de a) saturnismo. b) absenteísmo. c) trombose. d) pneumonia. e) reumatismo. 04) A _____________________ é uma forma depneumoconiosecausada pela inalação de finas partículas desílica cristalina e caracterizada porinflamaçãoecicatrizaçãoem forma de lesões nodulares nos lóbulos superiores do pulmão.Portanto esta doença é compreendida como a) asbestose. b)

e) orientar os trabalhadores quanto à prevenção de acidentes. e) I. c) expedir advertência aos trabalhadores. b) II e III somente. b) solicitar medidas para redução dos acidentes. . d) eliminar e/ou neutralizar os riscos existentes. analise os itens abaixo: Iabafamento II isolamento ou retirada do material III. d) I e III somente.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . c) berilose. d) cirrose.São considerados métodos de extinção de fogo os itens: a) I e II somente. II e III.silicose. c) III somente. e) bursite.12/02/12 2 07) .resfriamento. AME . 06) Quanto aos métodos de extinção de fogo ou incêndio. 05) É correto afirmar que NÃO é considerado objetivo da CIPA: a) observar e relatar condições de risco.

A Sequência correta está na alternativa: a) 1.( ) Classe de incêndio em equipamentos elétricos energizados. em cujos anexos podemosencontrar os riscos.Estão corretas as definições: a) I. 2 c) 2. II Os limites de tolerância dos riscos quantitativos são estabelecidos pela NR 16. 3 e) 1. d) II e III somente. 1. 2 b) 3. relacione as classes de acordo com os conteúdos abaixo. graxas e gases combustíveis. como madeira. A extinção deve ser feita por agente extintor quenão conduza eletricidade. 09) . II e III. e) III somente. III Poeiras são partículas sólidas originadas de processos de ruptura mecânica de sólidos orgânicos. 3 08) Analise as definições abaixo: ILimite de Tolerância é o nível de concentração máxima de um agente físico ou químico existente no ambientede trabalho sem causar danos à saúde dos trabalhadores.. 3. papel. 2. 3. b) I e III somente. 1. tecido e borracha. 1 d) 2.Em se tratando de extinção do fogo.( ) Ocorre quando a queima acontece em líquidos inflamáveis. numerado-os 1Classe A 2Classe B 3Classe C( ) Assim é identificado o fogo em materiais sólidos que deixam resíduos. c) I e II somente.

b) CAT – Comunicação de Acidente de Trabalho. e) Os itens I. II e III são verdadeiros. e) CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes. Itermômetro de bulbo úmido natural IItermômetro de globo IIItermômetro de bulbo seco. d) EPC – Equipamento de Proteção Coletiva. analise o instrumental utilizado para a mediçãodas temperaturas. . c) PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambulatoriais.Assinale a alternativa correta. b) Somente o item II é verdadeiro.Em se tratando de avaliação do calor radiante pelo método IBUTG. a) Somente o item I é verdadeiro. c) Somente o item III é verdadeiro. d) Somente os itens II e III são verdadeiros. 10) Assinale a alternativa em que a forma por extenso não corresponde à respectiva sigla a) PCMSO – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.

Esse Assunto: a) é regulamentado pela NR 02. cartazes ou meios eletrônicos. portanto esta atividade não é insalubre.7 tbn + 0.tg = temperatura de globo. c) Atos inseguros e inexistência do Técnico de Segurança. calcule e responda: a) O IBUTG calculado é de 28. b) O IBUTG calculado é de 28.. d) Atos inseguros e inexistência do Engenheiro de Segurança. d) O IBUTG calculado é de 26. c) O IBUTG calculado é de 26.0. 12) Um técnico de segurança do trabalho realizou medições de sobrecarga térmica em um determinado ambiente detrabalho sem carga solar.5ºC. portanto esta atividade não é insalubre. b) segue regulamentado pela NR 12.7 tbn + 0. c) não é regulamentado pela NR 01.12/02/12 3 TemperaturaMédiaMetabolismo(Kcal/h)tbn 23220tg 33tbs 30OBS:Ambientes internos ou externos sem carga solar:IBUTG = 0. 13) É de obrigatoriedade de todos os empregadores elaborar ordens de serviço sobre segurança e saúde no trabalho. portanto esta atividade é insalubre. encontrando os seguintes resultados: AME .11) Quais são as principais causas dos acidentes de trabalho? a) Atos inseguros e condições inseguras.3 tgAmbientes externos com carga solar:IBUTG = 0.tbs = temperatura de bulbo seco. d) .dando ciência aos empregados por comunicados.2 tgonde:tbn = temperatura de bulbo úmido natural.5. e) O IBUTG não pode ser calculado por falta de dados. portanto esta atividade é insalubre.1 tbs + 0.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO .0. b) Inexistência da CIPA e do PPRA.Sabendo que o limite de tolerância é 28.5. e) Condições inseguras e inexistência da CIPA e PPRA.

Norma Regulamentadora . conforme NR 2. antes de iniciar suas atividades. e) é estabelecido pela NR 01. b) Todo estabelecimento novo antes de iniciar suas atividades. b) . o que significa SESMT? a) Serviço Especializado em Segurança e em Medicina do Trabalho. c) O órgão regional do MTb. b) Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Matéria do Trabalho. 14) É correto afirmar que: a) O presidente do sindicato dos TST deverá ser informado antes da instalação de qualquer serviço de segurança dotrabalho em indústrias com grau de risco II. a) Empresa com grau de risco 1. de 08 de junho de 1978. juntamente com o INSS. d) Todo estabelecimento novo. conforme NR 2. conforme determina NR 2. c) Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. d) Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Maritima do Trabalho. com um quadro de funcionários entre 501 e 1001. assinale em qual deles somente é exigido um profissional técnico de segurança do trabalho noquadro de trabalhadores ligados à segurança do trabalho. após realizar a inspeção prévia. e) Serviço Especializado em Saúde do Trabalho. deverá solicitar aprovação de suas instalações aoInstituto Nacional de Seguridade Social. emitirá o Certificado deAprovação de Instalações – CAI. deverá solicitar aprovação de suas instalações aoórgão regional do MTb.214. 15) Segundo a Portaria nº 3. 16) Dos casos abaixo.apresenta regulamentado pela NRR 01. e) A norma regulamentadora NR 2 estabelece critério para embargo ou interdição.NR – 4.

d) do sindicato. a CIPA será composta por representantes AME .. II Responsabilizar-se pela higiene e manutenção periódica.12/02/12 4 a) do empregador. empregados e empregador. d ) Empresa com grau de risco 4.Assinale a alternativa correta. com um quadro de funcionários entre 501 e 1001. a) Somente o item III está correto. cabe ao empregadorquanto ao EPI: IAdquirir o adequado ao risco de cada atividade. quando danificado ou extraviado. b) dos empregados. c) Empresa com grau de risco 3. com um quadro de funcionários entre 101 e 250. b) . IIIResponsabilizar-se pela guarda e conservação IVSubstituir imediatamente. 17) Segundo a NR 05. com um quadro de funcionários entre 31 e 100.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . e) todas as alternativas estão erradas. e) Todas as alternativas estão corretas. c) do empregador e dos empregados.Empresa com grau de risco 2. 18) Segundo a NR 6 que regulamenta o uso de equipamentos de proteção individual.

IVcolaborar com a empresa na aplicação das Normas Regulamentadoras . II. 19) O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais é estabelecido pela Norma Regulamentadora nº a) NR 28. c) NR 17. c) Todos os itens estão corretos. b) NR 24. III. III. IIusar o EPI fornecido pelo empregador. d) NR 9..NR.Somente os itens I e II estão corretos. II e IV estão corretos. é correto afirmar que cabe ao empregado: Icumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e saúde do trabalho.NR. d) Nenhum dos itens está correto. IIIsubmeter-se aos exames médicos previstos nas Normas Regulamentadoras . e) Somente os itens I. 20) De acordo com a NR 01. e) NR18. IV e V d) Somente os II.Estão corretas a) Somente o item IV b) Somente os itens I. inclusive as ordens deserviço expedidas pelo empregador. III e IV c) Somente os itens I. Vcumprir e fazer cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho. IV e V e) .

d) Somente as afirmativas I.Somente o item V 21) Sobre a NR 7 é possível afirmar: IFicam obrigadas de indicar médico coordenador às empresas de grau de risco 1 e 2. norma regulamentadora voltada à sinalização de segurança. enquadradas no graude risco 1 ou 2. poderão estar desobrigadas de indicar médico coordenador emdecorrência de negociação coletiva. III As empresas com mais de 10 (dez) empregados e com até 20 (vinte) empregados. assistida por profissional do órgão regional competente em segurança e saúdeno trabalho.Assinale a alternativa correta: a) Somente as afirmativas I e IV são verdadeiras. segundo o Quadro 1 da NR 4.12/02/12 5 e) Somente afirmativas III e IV são verdadeiras. segundo o Quadro 1 da NR4. II e IV são verdadeiras. segundo o Quadro 1 da NR 4. 22) Em se tratando de NR 26. II As empresas com mais de 25 (vinte e cinco) empregados e até 50 (cinqüenta) empregados. poderão estar desobrigadas de indicar médico do trabalho coordenador emdecorrência de negociação coletiva. AME . c) Somente a afirmativa IV é verdadeira. bem como zelar pela suaeficácia. qual foi a ultima alteração? a) . enquadradas no grau de risco3 ou 4.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . IV – O empregado deve garantir a elaboração e efetiva implementação do PCMSO. com até 25 (vinte e cinto) empregados e aquelas de grau de risco 3 e 4. segundo o Quadro 1 da NR 4. b) Somente afirmativas II e III são verdadeiras. com até10(dez) empregados..

e) Desde sua criação. II e III c) somente nos itens I.º 339. através de trabalho intermitente de levantar. de 24 de maio de 2011. d) Redação dada pela Portaria SIT n.Serviço de Segurança e Saúde no Trabalho VPAT .Programa de Alimentação do Trabalhador IV SSST . de 24 de maio de 2010.º 229. nunca mais foi alterada. b) Redação dada pela Portaria SIT n.Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho II CANPAT .Programa de Assistência ao Trabalhador . empurrarou arrastar pesos.Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho III PAT .Há correspondência correta entre sigla e significado a) somente no item IV b) somente nos itens I. c) Redação dada pela Portaria SIT n.º 229. de 24 de maio de 2011.Redação dada pela Portaria SIT n.º 119. III. IV e V . observe as siglas abaixo: ISSST . é: a) 440 Kcal b) 540 Kcal c) 640 Kcal d) 740 Kcal e) 300 Kcal 24) De acordo com a norma regulamentadora nº 1. 23) A taxa de metabolismo de um trabalho pesado. de 24 de maio de 2010.

NRR 04. NR 11. será considerado operador de caldeira aquele que satisfizer pelo menos uma dasseguintes condições: Ipossuir certificado de "Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras" e comprovação de estágio prático. c) NR 13. NR 07.. podemos encontrá-lo? a) Atestado Saudável Operacional. c) Grupo homogêneo de exposição.S. IV V e) somente no item V 25) De acordo com a NR 26. e) Atestado de Saúde Ocupacional. b) Grupos de higienistas e de segurança do trabalho. NR 07. IIpossuir certificado de "Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras" previsto na NR ____ aprovadapelaPortaria 02. o que significa GHS?a) Grupo de sinalização de cores homogêneas. de 08/05/84. c) Atestado de Saúde Ocupacional. III possuir comprovação de pelo menos 3 (três) anos de experiência nessa atividade. em qual NR. d) Sistema que gerencia direitos humanos. 26) O que significa A.Estamos falando da a) NR 03. NR17. b) NR 08. até 08 de maio de 1984. 27) Para efeito desta NR________ . III. e) Sistema Globalmente Harmonizado de Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos.O e. .d) somente nos itens II. d) Atestado Selecionado para Oftalmologista. b) Atestado de Saúde Ocupacional.

do .As lacunas do texto devem ser preenchidas correta e respectivamente por: . e) NR 19. através__________________________. c) 100 trabalhadores. em condições higiênicas. será exigido.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO .PPRA. b) 25 trabalhadores. e) 20 trabalhadores. visando à preservação dasaúde e da integridade dos trabalhadores. ou nos trabalhos com exposição a substâncias tóxicas. d) 45 trabalhadores. proibida sua instalação em pias ou lavatórios. deverão existirbebedouros de jato inclinado e guarda protetora. Onde houver rede de abastecimento de água. e) 15 trabalhadores. b) 25 trabalhadores.sendo proibido o uso de recipientes coletivos.d) NR14.. tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais. 30) A Norma Regulamentadora .infectantes.___________________________. e na proporção de 01(um) bebedouro para cada a) 50 trabalhadores. por parte de todosos empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados. _______________________________e consequente_________________________da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente detrabalho. 29) Nas atividades ou operações insalubres. irritantes. d) 80 trabalhadores. alergizantes. c) 10 trabalhadores. AME . poeiras ou substâncias que provoquem sujidade. no conjunto em instalaçõessanitárias.12/02/12 6 28) Em todos os locais de trabalho.NR 09 estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação. um lavatório para cada a) 30 trabalhadores. deverá ser fornecido água potável aos trabalhadores.

4. Assim. b) da antecipação. d) do reconhecimento. 4. 4.a) do reconhecimento. b) 10% (dez por cento) sobre o salário mínimo da região. 3 32) Em uma determinada empresa. do controle. 1. bem como pelosórgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário. 5 e) 2. do reconhecimento. da antecipação. numere a coluna da direita de acordo com as respectivas Normas Regulamentadoraslistadas na coluna da esquerda. Com base na NR 15. Seu tempo de exposição ao risco é 100% da sua jornada e ainda a empresa não fornece nenhum tipo de equipamento de proteção individual para a eliminação ouneutralização do agente. da avaliação.1) NR 9 ( ) Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional2) NR 28 ( ) Fiscalizações e Penalidades3) NR 17 ( ) Proteção contra incêndio4) NR 23 ( ) Programa de Prevenção de Riscos Ambientais5) NR 7 ( ) ErgonomiaAssinale a alternativa que contêm a sequência correta da coluna da direita. controle. 3 c) 5. 3 d) 3. um trabalhador desenvolve suas atividade na cozinha industrial. qual é odevido adicional de insalubridade a esse trabalhador? a) 40% (quarenta por cento) sobre o total do trabalhador. 2. 5. sendo que a suaatividade principal e única é de lavar panelas. são de observância obrigatóriapelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta. o controle. . controle. c) 20% (vinte por cento) sobre o salário mínimo da região. que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis doTrabalho . assim podemos considerar a atividade como insalubre. c) da antecipação. e) da avaliação. 2. 2.NRs. controle.CLT. da avaliação. do reconhecimento. 3 b) 5. de cima para baixo. 1. da antecipação. da avaliação. 1. relativas à Segurança e Medicina do Trabalho. 4. 1. pratos e talheres. 4. reconhecimento. 1. a) 5. 31) As Normas Regulamentadoras . d) 30% (trinta por cento) sobre o salário total do trabalhador. antecipação. 2. da avaliação.

b) Somente os itens I e II estão corretos. II e IV estão corretos. e) Somente os itens I.AME . cabe ao empregadorquanto ao EPI: IAdquirir o adequado ao risco de cada atividade. quando danificado ou extraviado.Assinale a alternativa correta. 18) Segundo a NR 6 que regulamenta o uso de equipamentos de proteção individual. e) . b) NR 24. c) Todos os itens estão corretos.. b) dos empregados. a) Somente o item III está correto.12/02/12 4 a) do empregador. e) todas as alternativas estão erradas. IIIResponsabilizar-se pela guarda e conservação IVSubstituir imediatamente. empregados e empregador.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . c) NR 17. d) do sindicato. c) do empregador e dos empregados. 19) O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais é estabelecido pela Norma Regulamentadora nº a) NR 28. d) Nenhum dos itens está correto. d) NR 9. II Responsabilizar-se pela higiene e manutenção periódica.

inclusive as ordens deserviço expedidas pelo empregador. segundo o Quadro 1 da NR4. segundo o Quadro 1 da NR 4. IIIsubmeter-se aos exames médicos previstos nas Normas Regulamentadoras . IV e V d) Somente os II. com até10(dez) empregados.NR. III. 20) De acordo com a NR 01. poderão estar desobrigadas de indicar médico do trabalho coordenador emdecorrência de negociação coletiva. IV . IVcolaborar com a empresa na aplicação das Normas Regulamentadoras . segundo o Quadro 1 da NR 4. enquadradas no grau de risco3 ou 4. é correto afirmar que cabe ao empregado: Icumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e saúde do trabalho. Vcumprir e fazer cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho. IV e V e) Somente o item V 21) Sobre a NR 7 é possível afirmar: IFicam obrigadas de indicar médico coordenador às empresas de grau de risco 1 e 2. assistida por profissional do órgão regional competente em segurança e saúdeno trabalho.Estão corretas a) Somente o item IV b) Somente os itens I. II As empresas com mais de 25 (vinte e cinco) empregados e até 50 (cinqüenta) empregados.NR. enquadradas no graude risco 1 ou 2. II. III e IV c) Somente os itens I. III. III As empresas com mais de 10 (dez) empregados e com até 20 (vinte) empregados. poderão estar desobrigadas de indicar médico coordenador emdecorrência de negociação coletiva.NR18. segundo o Quadro 1 da NR 4.. com até 25 (vinte e cinto) empregados e aquelas de grau de risco 3 e 4. IIusar o EPI fornecido pelo empregador.

c) Redação dada pela Portaria SIT n. empurrarou arrastar pesos.º 119. de 24 de maio de 2011.º 229.. d) Redação dada pela Portaria SIT n. b) Redação dada pela Portaria SIT n. b) Somente afirmativas II e III são verdadeiras.– O empregado deve garantir a elaboração e efetiva implementação do PCMSO. 22) Em se tratando de NR 26.º 229. de 24 de maio de 2010. norma regulamentadora voltada à sinalização de segurança.º 339. AME . através de trabalho intermitente de levantar.12/02/12 5 e) Somente afirmativas III e IV são verdadeiras. 23) A taxa de metabolismo de um trabalho pesado. nunca mais foi alterada. bem como zelar pela suaeficácia. qual foi a ultima alteração? a) Redação dada pela Portaria SIT n. II e IV são verdadeiras. c) Somente a afirmativa IV é verdadeira. de 24 de maio de 2011.Assinale a alternativa correta: a) Somente as afirmativas I e IV são verdadeiras.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . e) Desde sua criação. d) Somente as afirmativas I. é: a) 440 Kcal . de 24 de maio de 2010.

Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho II CANPAT .b) 540 Kcal c) 640 Kcal d) 740 Kcal e) 300 Kcal 24) De acordo com a norma regulamentadora nº 1. em qual NR. b) Grupos de higienistas e de segurança do trabalho.S.Programa de Assistência ao Trabalhador . c) Grupo homogêneo de exposição. III. IV V e) somente no item V 25) De acordo com a NR 26.Programa de Alimentação do Trabalhador IV SSST .Serviço de Segurança e Saúde no Trabalho VPAT . o que significa GHS?a) Grupo de sinalização de cores homogêneas. e) Sistema Globalmente Harmonizado de Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos.Há correspondência correta entre sigla e significado a) somente no item IV b) somente nos itens I.Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho III PAT . observe as siglas abaixo: ISSST . III. IV e V d) somente nos itens II. podemos encontrá-lo? . II e III c) somente nos itens I. d) Sistema que gerencia direitos humanos. 26) O que significa A.O e.

d) Atestado Selecionado para Oftalmologista. AME .. e) NR 19. será considerado operador de caldeira aquele que satisfizer pelo menos uma dasseguintes condições: Ipossuir certificado de "Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras" e comprovação de estágio prático. 27) Para efeito desta NR________ . NR 07. deverão existirbebedouros de jato inclinado e guarda protetora. c) Atestado de Saúde Ocupacional. Onde houver rede de abastecimento de água. c) .sendo proibido o uso de recipientes coletivos.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . e na proporção de 01(um) bebedouro para cada a) 50 trabalhadores. de 08/05/84. em condições higiênicas. IIpossuir certificado de "Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras" previsto na NR ____ aprovadapelaPortaria 02. b) 25 trabalhadores. NRR 04. e) Atestado de Saúde Ocupacional.Estamos falando da a) NR 03. b) Atestado de Saúde Ocupacional. deverá ser fornecido água potável aos trabalhadores. c) NR 13. III possuir comprovação de pelo menos 3 (três) anos de experiência nessa atividade.12/02/12 6 28) Em todos os locais de trabalho.a) Atestado Saudável Operacional. proibida sua instalação em pias ou lavatórios. d) NR14. NR17. NR 07. NR 11. até 08 de maio de 1984. b) NR 08.

e) da avaliação. que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis doTrabalho . d) 80 trabalhadores. da antecipação.___________________________.1) NR 9 ( ) Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional2) NR 28 ( ) Fiscalizações e Penalidades3) NR 17 ( ) Proteção contra incêndio4) NR 23 ( ) Programa de . visando à preservação dasaúde e da integridade dos trabalhadores. c) 10 trabalhadores. e) 15 trabalhadores.. será exigido.CLT. da avaliação. bem como pelosórgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário. 29) Nas atividades ou operações insalubres.infectantes.100 trabalhadores. relativas à Segurança e Medicina do Trabalho. reconhecimento. ou nos trabalhos com exposição a substâncias tóxicas. do reconhecimento. _______________________________e consequente_________________________da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente detrabalho. através__________________________. por parte de todosos empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados. b) da antecipação. c) da antecipação.PPRA.NRs. do . um lavatório para cada a) 30 trabalhadores. da avaliação. antecipação. poeiras ou substâncias que provoquem sujidade. do controle. e) 20 trabalhadores. numere a coluna da direita de acordo com as respectivas Normas Regulamentadoraslistadas na coluna da esquerda. tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais. 31) As Normas Regulamentadoras . da avaliação. do reconhecimento. alergizantes. da antecipação.As lacunas do texto devem ser preenchidas correta e respectivamente por: a) do reconhecimento. d) do reconhecimento.NR 09 estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação. b) 25 trabalhadores. 30) A Norma Regulamentadora . controle. são de observância obrigatóriapelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta. controle. d) 45 trabalhadores. o controle. irritantes. Assim. controle. da avaliação. no conjunto em instalaçõessanitárias.

4. 2. a) 5. Seu tempo de exposição ao risco é 100% da sua jornada e ainda a empresa não fornece nenhum tipo de equipamento de proteção individual para a eliminação ouneutralização do agente. quanto às Disposições Gerais. 4. 2.NRs. 5 e) 2. sendo que a suaatividade principal e única é de lavar panelas. 2. c) 20% (vinte por cento) sobre o salário mínimo da região. 3 d) 3. 33) Considerando o estabelecido na Norma Regulamentadora n° 1. assim podemos considerar a atividade como insalubre.12/02/12 7 e) 20% (vinte por cento) sobre o salário total do trabalhador. 1. 4.1. b) 10% (dez por cento) sobre o salário mínimo da região.Prevenção de Riscos Ambientais5) NR 7 ( ) ErgonomiaAssinale a alternativa que contêm a sequência correta da coluna da direita. um trabalhador desenvolve suas atividade na cozinha industrial. de cima para baixo. relacione a coluna dadireita com os itens da coluna da esquerda . 1. 1. inclusive as ordens de serviço expedidas peloempregador. AME . Cabe ao empregador( ) cumprir e fazer cumprir as disposições legais e regulamentaressobre segurança e medicina do trabalho. 2. 1.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . 3 c) 5. 5. () cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurançae saúde do trabalho. Cabe ao empregado( ) submeter-se aos exames médicos previstos nas NormasRegulamentadoras . 4. d) 30% (trinta por cento) sobre o salário total do trabalhador. 3 32) Em uma determinada empresa. 3 b) 5. 1. qual é odevido adicional de insalubridade a esse trabalhador? a) 40% (quarenta por cento) sobre o total do trabalhador. () . 2. pratos e talheres. 4. Com base na NR 15.

e) 20% (vinte por cento) sobre o salário total do trabalhador. e) 2. 2. 35) Com relação aos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. sendo que duas delas se enquadram como insalubres. 2. Nesse caso. 2.a) .Assinale a sequência correta da coluna da direita. b) 1. 1. 34) Um técnico de segurança de trabalho está com o seguinte problema: na empresa existe um colaborador que exercediversas atividades. 2. sendo a primeiraatividade em grau mínimo e a segunda atividade em grau máximo. 1.dando ciência aos empregados por comunicados. 2. 2. 2.. 2. 1. 2. d) 1. assinale aalternativa incorreta. conforme NR 15. 1. de cima para baixo: a) 2. 1. 1. c) 50% (cinquenta por cento) sobre o salário mínimo da região. () elaborar ordens de serviço sobre segurança e saúde no trabalho. 1. qual é o devido adicional deinsalubridade a esse colaborador? a) 40% (quarenta por cento) sobre o salário mínimo da região. 1. c) 1. d) 60% (sessenta por cento) sobre o salário mínimo da região.determinar procedimentos que devem ser adotados em caso deacidente ou doença relacionada ao trabalho. 1. 1. b) 10% (dez por cento) sobre o salário mínimo da região. cartazes ou meioseletrônicos. 1.

1 °C. d) Ao profissional especializado em Segurança e em Medicina do Trabalho é vedado o exercício de outrasatividades na empresa. Tg ( Temperatura de globo ) = 30. deacordo com o estabelecido no Quadro II.0 °C.Técnico de segurança do trabalho: técnico portador de comprovação de registro profissional expedido peloMinistério do Trabalho. c) Os Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho deverão ser integrados porMédico do Trabalho. Enfermeiro do Trabalho. Calcule o IBUTG da atividade e assinale aalternativa correta. foram levantados osseguintes dados: Tbn ( Temperatura de bulbo úmido e natural ) = 23.0 . e) Os serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. Tbs ( Temperatura de bulbo seco ) = 31.. a) IBUTG = 53.deverão ser registrados no órgão regional da DRT. 36) Durante uma avaliação quantitativa de calor para atividade de um operador de caldeira.0 °C.Podemos considerar o ambiente como interno e sem carga solar. Técnico de Segurança doTrabalho e Auxiliar de Enfermagem do Trabalho. de que trata esta NR 4. durante o horário de sua atuação nos Serviços Especializados em Engenharia deSegurança e em Medicina do Trabalho. Engenheiro de Segurança do Trabalho. b) O técnico de segurança do trabalho e o auxiliar de enfermagem do trabalho deverão dedicar 8 (oito) horas pordia para as atividades dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho.

1 37) Considerando as atribuições estabelecidas na Norma Regulamentadora n° 5. c) . Presidente () Acompanhar as reuniões da CIPA. 3. 2. quanto à CIPA. relacione a coluna dadireita com os itens da coluna da esquerda.1. () Preparar as correspondências. () Coordenar e supervisionar as atividades de secretaria.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . 3. 2. e redigir as atas apresentando-as para aprovação e assinatura dos membros presentes.0 e) IBUTG = 25. encaminhando ao empregador eao SESMT.Assinale a sequência correta da coluna da direita. 1. as decisões da comissão. . 1.b) IBUTG = 26. 2.1 d) IBUTG = 7. Secretário () Coordenar as reuniões da CIPA. 2. 3.12/02/12 8 c) IBUTG = 54. quando houver. de cima para baixo: a) 3. 1. b) 2. Vice-Presidente () Substituir o Presidente nos seus impedimentos eventuais ou nosseus afastamentos temporários.7 AME .

Como Técnicode Segurança dessa empresa. Para essaatividade. 3. os ajudantes e os setoresadministrativos. d) Somente os motoristas e os ajudantes. 1. para todos os agentes existe um nível de ação.3. 3. c) Somente o setor administrativo. 3. d) 1. b) Somente os ajudantes. Podemos considerar que o nível de ação para ruído é: a) 80 dB(A) b) 85 dB(A) c) 90 dB(C) d) 65 dB(C) e) 70 dB(C) 39) Uma empresa nacional e reconhecida mundialmente é responsável pela distribuição de líquidos inflamáveis egasosos liquefeitos em grande parte do território nacional. 2. ou seja. conforme a NR 16. e) 3. 2. a empresa conta com diversos colaboradores como: os motoristas. e) . ovalor acima do qual devem ser iniciadas ações preventivas. 2. 3. porém. não paga o adicional de periculosidade para seus colaboradores. quais as funções que devem receber oadicional de 30%? a) Somente os motoristas. O transporte é realizado em caminhão tanque. você deverá definir. 1. 1. 38) Para elaboração do PPRA conforme estabelecido na NR 9. 1. 3. A empresa.

c) SIPATP – Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho Portuária. II . d) SESSTP – Serviço Especializado em Segurança e Saúde do Trabalhador Portuário. b) SESMT – Serviço Especializado em Saúde e Medicina do Trabalho. a critério do empregador. em especial como PCMSO previsto na NR-7. 41) Sobre a NR 9. devendo estar articulado com o disposto nas demais NR. acompanhamento e avaliação do PPRA poderão ser feitas pelo SESMT ou porTécnico de Segurança do Trabalho devidamente registrado no MTB. sob aresponsabilidade do empregador. sejam capazes dedesenvolver o disposto nesta NR. implementação.A elaboração. III . 40) Assinale a alternativa em que a correspondência entre sigla e forma por extensa está incorreta: a) SEPATR – Serviço Especializado em Prevenção de Acidentes de Trabalho Rural.As ações do PPRA devem ser desenvolvidas no âmbito de cada estabelecimento da empresa. e) SIPATMIN – Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho na Mineração.Somente os motoristas e o setor administrativo.O PPRA é parte integrante do conjunto mais amplo das iniciativas da empresa no campo da preservação dasaúde e da integridade dos trabalhadores. é possível afirmar: I . com a participação do sindicato patronal da categoria. sendo sua abrangência eprofundidade dependentes das características dos riscos e das necessidades de controle. .

sãoutilizados explosivos.12/02/12 9 IV . 43) Considerando o estabelecido na Norma Regulamentadora n° 6. sãocapazes de causar danos à saúde do trabalhador. 1. Cabe ao empregador( ) Orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado.AME . b) insalubridade de 30% (trinta por cento) sobre o salário mínimo da região. b) Somente afirmativas I. consideram-se riscos ambientais os agentes físicos. químicos e biológicos existentes nosambientes de trabalho que. 42) Em uma pedreira. mais os acréscimos de gratificação e prêmiosou participação de lucros. mesmo que mantenha umadistância segura e utilizando todos os EPIs necessários para sua segurança. sem os acréscimos de gratificação. II e III são verdadeiras. Para a atividade de extração de pedras.. II e IV são verdadeiras. em função de sua natureza. d) insalubridade de 40% (quarenta por cento) sobre o salário mínimo da região. d) Somente as afirmativas I.Assinale a alternativa correta: a) Somente as afirmativas I. guarda econservação. quanto aos Equipamentos de Proteção Individual. concentração ou intensidade e tempo de exposição. c) Somente a afirmativa IV é verdadeira.relacione a coluna da direita com os itens da coluna da esquerda. a atividade principal é a extração de pedras e britas. c) periculosidade de 30% (trinta por cento) incidente sobre o salário. e) não lhe é devido nenhum adicional. Ao colaborador responsável pela detonação dos explosivos. .Para efeito desta NR. III e IV são verdadeiras. e) Somente afirmativas III e IV são verdadeiras.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . lhe é assegurado um adicional de a) periculosidade de 30% (trinta por cento) incidente sobre o salário. prêmios ouparticipação de lucros.

2. óleo combustível. 2.Assinale a sequência correta da coluna da direita. 2. III – Cor Preta . IV . 3.será empregada para indicar as canalizações de inflamáveis e combustíveis de alta viscosidade (ex:óleo lubrificante. () Responsabilizar-se pela guarda e conservação.Assinale a alternativa correta: a) Somente as afirmativas I. d) 3. 3. 3. alcatrão. Considere as afirmativas: I – Cor Vermelha . 2. c) 1.deverá ser usada para distinguir e indicar equipamentos e caracteriza “perigo”. Cabe ao Fabricante( ) Cadastrar-se junto ao órgão nacional competente em matéria desegurança e saúde no trabalho. 1. 1. . 3. 2. 1. e) 2.). II e II são verdadeiras. 1. 3. II – Cor Amarela – Em canalizações deve-se utilizar o amarelo para identificar gases não liquefeitos. piche. 3. asfalto. 1. b) . b) 1. 1. Cabe ao empregado( ) Comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne imprópriopara uso. etc. de cima para baixo: a) 2. () Responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica.. 2. 1. 44) Baseando-se na NR 26 – Sinalização de Segurança.Cor Verde é a cor que caracteriza “segurança”. 1. 2.2.

c) Somente a afirmativa I é verdadeira. quanto às Disposições Gerais. Cabe ao empregador( ) cumprir e fazer cumprir as disposições legais e regulamentaressobre segurança e medicina do trabalho. Cabe ao empregado( ) submeter-se aos exames médicos previstos nas NormasRegulamentadoras . () elaborar ordens de serviço sobre segurança e saúde no trabalho. Devido à precariedade dainstalação elétrica da empresa.dando ciência aos empregados por comunicados. () determinar procedimentos que devem ser adotados em caso deacidente ou doença relacionada ao trabalho.NRs. foi identificado um princípio de incêndiono depósito. Nesse caso qual a classe do fogo identificado peloscolaboradores? a) Classe B AME . 33) Considerando o estabelecido na Norma Regulamentadora n° 1.Somente as afirmativas II e IV são verdadeiras. houve um curto circuito no quadro de distribuição elétrica. cartazes ou meioseletrônicos. () cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurançae saúde do trabalho.. inclusive as ordens de serviço expedidas peloempregador. 2. Imediatamente oscolaboradores da empresa identificaram que o princípio de incêndio era apenas no quadro de distribuição quefornecia energia elétrica a todos os maquinários da empresa.1.Assinale a sequência correta da coluna da direita.12/02/12 7 e) 20% (vinte por cento) sobre o salário total do trabalhador. d) Somente as afirmativas II.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . relacione a coluna dadireita com os itens da coluna da esquerda . onde haviam armazenadas aproximadamente 2 (duas) toneladas de papelão. 45) Em um dia normal de trabalho em uma empresa de reciclagem de papelão. e) Somente as afirmativas III e IV são verdadeiras. de cima para baixo: a) . III e IV são verdadeiras.

2. 2. sendo a primeiraatividade em grau mínimo e a segunda atividade em grau máximo. 2. 2.a) Técnico de segurança do trabalho: técnico portador de comprovação de registro profissional expedido peloMinistério do Trabalho. d) 1. conforme NR 15. 1. 2. 2. 35) Com relação aos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. 2. e) 20% (vinte por cento) sobre o salário total do trabalhador. 1. e) 2. assinale aalternativa incorreta. Nesse caso. . 1. 1.2. deacordo com o estabelecido no Quadro II. 1. b) 1. 2. 1. b) 10% (dez por cento) sobre o salário mínimo da região. 2. qual é o devido adicional deinsalubridade a esse colaborador? a) 40% (quarenta por cento) sobre o salário mínimo da região. 1. d) 60% (sessenta por cento) sobre o salário mínimo da região. sendo que duas delas se enquadram como insalubres. 1. c) 50% (cinquenta por cento) sobre o salário mínimo da região. b) O técnico de segurança do trabalho e o auxiliar de enfermagem do trabalho deverão dedicar 8 (oito) horas pordia para as atividades dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. 1. c) 1. 34) Um técnico de segurança de trabalho está com o seguinte problema: na empresa existe um colaborador que exercediversas atividades. 1. 1.

deverão ser registrados no órgão regional da DRT. Tbs ( Temperatura de bulbo seco ) = 31. de que trata esta NR 4. Técnico de Segurança doTrabalho e Auxiliar de Enfermagem do Trabalho.7 AME . e) Os serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. a) IBUTG = 53.12/02/12 .1 °C. durante o horário de sua atuação nos Serviços Especializados em Engenharia deSegurança e em Medicina do Trabalho. Enfermeiro do Trabalho. Tg ( Temperatura de globo ) = 30.0 °C.c) Os Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho deverão ser integrados porMédico do Trabalho. 36) Durante uma avaliação quantitativa de calor para atividade de um operador de caldeira. d) Ao profissional especializado em Segurança e em Medicina do Trabalho é vedado o exercício de outrasatividades na empresa.. Engenheiro de Segurança do Trabalho. Calcule o IBUTG da atividade e assinale aalternativa correta. foram levantados osseguintes dados: Tbn ( Temperatura de bulbo úmido e natural ) = 23.0 °C.0 b) IBUTG = 26.Podemos considerar o ambiente como interno e sem carga solar.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO .

3. . c) 3. 2. encaminhando ao empregador eao SESMT.0 e) IBUTG = 25.1 d) IBUTG = 7. 2.1 37) Considerando as atribuições estabelecidas na Norma Regulamentadora n° 5. 3. 1. Vice-Presidente () Substituir o Presidente nos seus impedimentos eventuais ou nosseus afastamentos temporários. . quando houver. as decisões da comissão. 3. b) 2. relacione a coluna dadireita com os itens da coluna da esquerda. 3. 2. 2. e redigir as atas apresentando-as para aprovação e assinatura dos membros presentes. e) 3. 3. quanto à CIPA. 3. 2. Secretário () Coordenar as reuniões da CIPA. 3. () Preparar as correspondências. 1. d) 1. Presidente () Acompanhar as reuniões da CIPA. 3. 2.8 c) IBUTG = 54. () Coordenar e supervisionar as atividades de secretaria. 1. 1. 1. 2. de cima para baixo: a) 3.1. 1.Assinale a sequência correta da coluna da direita. 1.

Podemos considerar que o nível de ação para ruído é: a) 80 dB(A) b) 85 dB(A) c) 90 dB(C) d) 65 dB(C) e) 70 dB(C) 39) Uma empresa nacional e reconhecida mundialmente é responsável pela distribuição de líquidos inflamáveis egasosos liquefeitos em grande parte do território nacional. Para essaatividade. ou seja. quais as funções que devem receber oadicional de 30%? a) Somente os motoristas. 40) Assinale a alternativa em que a correspondência entre sigla e forma por extensa está incorreta: a) . a empresa conta com diversos colaboradores como: os motoristas. conforme a NR 16. Como Técnicode Segurança dessa empresa. porém. ovalor acima do qual devem ser iniciadas ações preventivas. e) Somente os motoristas e o setor administrativo. d) Somente os motoristas e os ajudantes.38) Para elaboração do PPRA conforme estabelecido na NR 9. A empresa. os ajudantes e os setoresadministrativos. c) Somente o setor administrativo. você deverá definir. O transporte é realizado em caminhão tanque. não paga o adicional de periculosidade para seus colaboradores. para todos os agentes existe um nível de ação. b) Somente os ajudantes.

com a participação do sindicato patronal da categoria. sendo sua abrangência eprofundidade dependentes das características dos riscos e das necessidades de controle.12/02/12 9 IV . concentração ou intensidade .Para efeito desta NR. AME . b) SESMT – Serviço Especializado em Saúde e Medicina do Trabalho. d) SESSTP – Serviço Especializado em Segurança e Saúde do Trabalhador Portuário. sob aresponsabilidade do empregador.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . implementação.O PPRA é parte integrante do conjunto mais amplo das iniciativas da empresa no campo da preservação dasaúde e da integridade dos trabalhadores. III . c) SIPATP – Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho Portuária. químicos e biológicos existentes nosambientes de trabalho que. a critério do empregador. em especial como PCMSO previsto na NR-7. sejam capazes dedesenvolver o disposto nesta NR.A elaboração. consideram-se riscos ambientais os agentes físicos. é possível afirmar: I .As ações do PPRA devem ser desenvolvidas no âmbito de cada estabelecimento da empresa. 41) Sobre a NR 9. acompanhamento e avaliação do PPRA poderão ser feitas pelo SESMT ou porTécnico de Segurança do Trabalho devidamente registrado no MTB. e) SIPATMIN – Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho na Mineração. em função de sua natureza. devendo estar articulado com o disposto nas demais NR. II .SEPATR – Serviço Especializado em Prevenção de Acidentes de Trabalho Rural.

42) Em uma pedreira. Cabe ao empregador( ) Orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado. () Responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica.Assinale a alternativa correta: a) Somente as afirmativas I. d) insalubridade de 40% (quarenta por cento) sobre o salário mínimo da região. Cabe ao Fabricante( ) Cadastrar-se junto ao órgão nacional competente em matéria desegurança e saúde no trabalho. sãocapazes de causar danos à saúde do trabalhador. c) periculosidade de 30% (trinta por cento) incidente sobre o salário. mesmo que mantenha umadistância segura e utilizando todos os EPIs necessários para sua segurança. e) Somente afirmativas III e IV são verdadeiras. () . Para a atividade de extração de pedras. Ao colaborador responsável pela detonação dos explosivos. 3. guarda econservação. quanto aos Equipamentos de Proteção Individual. mais os acréscimos de gratificação e prêmiosou participação de lucros. II e IV são verdadeiras.relacione a coluna da direita com os itens da coluna da esquerda. Cabe ao empregado( ) Comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne imprópriopara uso. lhe é assegurado um adicional de a) periculosidade de 30% (trinta por cento) incidente sobre o salário. c) Somente a afirmativa IV é verdadeira. 1. sãoutilizados explosivos.e tempo de exposição. b) insalubridade de 30% (trinta por cento) sobre o salário mínimo da região. III e IV são verdadeiras. 43) Considerando o estabelecido na Norma Regulamentadora n° 6. b) Somente afirmativas I. 2. d) Somente as afirmativas I. II e III são verdadeiras. prêmios ouparticipação de lucros.. e) não lhe é devido nenhum adicional. a atividade principal é a extração de pedras e britas. sem os acréscimos de gratificação.

Considere as afirmativas: I – Cor Vermelha . c) Somente a afirmativa I é verdadeira. 2. 2. d) Somente as afirmativas II. 1. e) 2. II – Cor Amarela – Em canalizações deve-se utilizar o amarelo para identificar gases não liquefeitos. asfalto.). 2. III e IV são verdadeiras.deverá ser usada para distinguir e indicar equipamentos e caracteriza “perigo”.Responsabilizar-se pela guarda e conservação. 1.Assinale a sequência correta da coluna da direita. óleo combustível. 1. de cima para baixo: a) 2. IV . . 1. 3.Assinale a alternativa correta: a) Somente as afirmativas I. 2. II e II são verdadeiras. 2. 3.será empregada para indicar as canalizações de inflamáveis e combustíveis de alta viscosidade (ex:óleo lubrificante. b) Somente as afirmativas II e IV são verdadeiras. III – Cor Preta . 3. 2. 1. 1. 1. 1. d) 3. 44) Baseando-se na NR 26 – Sinalização de Segurança. piche. 2. 3. etc. b) 1. 3. .. c) 1.Cor Verde é a cor que caracteriza “segurança”. alcatrão.

e) Somente as afirmativas III e IV são verdadeiras. a saúde do trabalhador é definida como “um conjunto de atividades que se destina. houve um curto circuito no quadro de distribuição elétrica. assim como visa à recuperação e reabilitação dos trabalhadores submetidos aos riscos de agravos advindos das condições de trabalho”. foi identificado um princípio de incêndiono depósito. Nesse caso qual a classe do fogo identificado peloscolaboradores? a) Classe B AME . por meio de vigilância epidemiológica e vigilância sanitária.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . a) Assistência ao trabalhador vítima de acidente de trabalho ou portador de doenças profissional e do trabalho. Devido à precariedade dainstalação elétrica da empresa. à promoção e proteção da saúde dotrabalhador. Imediatamente oscolaboradores da empresa identificaram que o princípio de incêndio era apenas no quadro de distribuição quefornecia energia elétrica a todos os maquinários da empresa. .Assinale a alternativa que esse conjunto de atividades NÃO abrange. b) . onde haviam armazenadas aproximadamente 2 (duas) toneladas de papelão.12/02/12 10 b) Classe E c) Classe D d) Classe C e) Classe A 46) Segundo a Lei orgânica da saúde. 45) Em um dia normal de trabalho em uma empresa de reciclagem de papelão.

uma vezque o trabalhador recebe o EPI necessário. 6. relacionadas a essas medidas. em substituição aos equipamentos deproteção coletiva. d) o planejamento das medidas de manuseio de agentes contaminantes em relação à fonte geradora. prioritariamente. fiscalização e controle dos serviços de saúde do trabalhador nas instituições eempresas públicas e privadas. d) necessidade de proteção coletiva. quando de alta gravidade. 49) As normas de biossegurança ou precauções universais contêm medidas de prevenção contra a exposição dotrabalhador da saúde a agentes patógenos de transmissão sanguínea. recomenda-se: a) a avaliação dos riscos potenciais para estabelecer as medidas preventivas após a ocorrência do primeiro caso dedoença ou acidente de trabalho. b) o levantamento de informações para determinar o controle do ambiente de trabalho após a identificação dosriscos ao usuário e familiares.tem como objetivo a redução da(s) a) gravidade das lesões dos acidentes. c) o reconhecimento de riscos mediante as condições climáticas. b) concentração do agente tóxico no ambiente. d) Participação na normatização. 48) A exigência do uso de EPI (Equipamentos de Proteção Individual). . previsto pela Norma Regulamentadora nº. avaliação ou controle. Dentre as diversas medidaspreventivas.Analise as afirmativas abaixo. de reconhecimento. quando houver ótimas condições para a vida ou saúde do trabalhador . apenas. c) Avaliação do impacto que as tecnologias provocam à saúde do trabalhador. e) realização de exames laboratoriais. e) a utilização de equipamentos de proteção individual. c) causas de acidentes. e) Revisão periódica da listagem oficial das doenças originadas no processo de Trabalho.Garantia ao sindicato dos trabalhadores de requerer ao órgão competente a interdição do serviço ou de todo oambiente de trabalho.. 47) A saúde do trabalhador influenciada por diferentes riscos no ambiente ocupacional. direção e intensidade de correntes de ar.

III Durante procedimentos em que exista a possibilidade de que o sangue e outros fluidos corpóreos atinjam amucosa da boca e do nariz. executar a limpeza. em seguida. III e IV. as substânciasenvolvidas e o tempo de exposição.Estão corretas :a) I e II. recomenda-se um respirador de adução de ar. apenas. passar sonda vesical ou nasogástrica e aspirar traqueostomiadeve-se usar luva. b) I e III. colher sangue. deve-se usar máscara.IPara se executar punção venosa. apenas. d) II e III. b) Na escolha do respirador. escovando em movimentos circulares por dois minutos. em algum grau. III e IV. bancada ou mesa. e) I. apenas. AME . apenas.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . deixá-lo reagir por 40 minutos e. devem ser sempre considerados a natureza da operação.12/02/12 11 a) Este programa deve ter um administrador designado pelo empregador. o tipo de risco. c) I. seus trabalhadores a riscos prejudiciais à saúde. c) Se o agente de exposição for um gás de fraca propriedade de alerta. IV Caso haja derramamento de sangue no chão.procedimentos operacionais e avaliação periódica do PPR. Em relação a este programa. devemelaborar um Programa de Proteção Respiratória (PPR). d) Todo usuário de Equipamento de Proteção Respiratória (EPR) deve receber treinamento inicial sobre osprocedimentos de uso e deve fazer uma reciclagem a cada seis meses. assinale a alternativa incorreta . com conhecimento sobre o uso correto. II Caso haja contato de sangue ou outros fluidos corpóreos com a pele. deve-se jogar hipoclorito de sódio a 10% nolocal. deve-se lavá-la com água e sabãodegermante. II. 50) As empresas cujas atividades expõem. .

b) semestralmente. 53) São exemplos de Equipamento de Proteção Individual: a) Protetor auricular. e) Nos fogos da classe B. bota com biqueira de aço e luva nitrílica. c) Extintor de incêndio e cinto de segurança. para-raio e capacete. óculos de segurança e exaustão. em que caso a água nunca deverá ser empregada? a) Nos fogos da classe A. d) Protetor auricular. d) a cada dois anos. 54) Com base na CIPA. NR-23.e) Respiradores de emergência ou resgate devem ser inspecionados no mínimo uma vez por mês. . 51) Nas atividades de operações insalubres. d) Nos fogos da classe D. salvo quando pulverizada sob a forma de neblina. salvo quando se trata de água pulverizada. salvo quando pulverizada sob a forma de neblina. capacete e guarda-copo. e) Óculos de segurança. c) Nos fogos da classe A. II A CIPA terá reuniões ordinárias mensais de acordo com a data estabelecida na reunião anterior. e) a cada três anos. salvo quando pulverizada sob a forma de neblina. c) anualmente. 52) Em se tratando de proteção contra incêndios. b) Nos fogos da classe D. o exame médico deverá ser renovado a) mensalmente. salvo quando se trata de água pulverizada. analise as afirmativas a seguir: IA empresa deverá promover treinamento para os membros da CIPA até dez dias após a posse. para verificar seestão funcionando corretamente. b) Máscara para particulado.

III e V forem verdadeiras. d ) se nenhuma afirmativa for verdadeira. b) Exame de urina.Assinale: a) se apenas as afirmativas I. d) Ressonância magnética. 56) Em um determinado setor da empresa. Na realização do exame periódico. realizar o seguinte exame complementar: a) Exame de sangue. essesempregados deverão.TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . e) se todas as afirmativas forem verdadeiras.III No caso de o presidente renunciar ao mandato. AME . o vice-presidente assumirá. é utilizada uma substância química. deverá ser monitorado a) o nível de oxigênio. haverá uma nova votação entre eles paradeterminar o vencedor. 55) Ao analisar o PPRA de uma empresa.II. b) se apenas as afirmativas I. c) .II. obrigatoriamente. o Médico do Trabalho identificou exposição a ruído acima do limite detolerância para um determinado grupo Homogêneo de exposição.IV e V forem verdadeiras. pois também foi indicado peloempregador. classificada como asfixiante simples. em caso de empate entre dois candidatos.12/02/12 12 b) o nível de particulado. VDurante o processo eleitoral.. c) Raio-X de tórax. c) se apenas as afirmativas II e III forem verdadeiras. e) Exame audiométrico. IV O membro titular perderá o mandato quando faltar a quatro reuniões.Assim.

58) Quanto à instalação e segurança em serviços de eletricidade. III e V ..o nível de ruído. IIPrograma de imunização (vacinas). b) Somente I e II. e) o IPVS (ILDLH). fazem parte de ações preventivas de doenças ocupacionais ena IAmbiente de trabalho seguro e sadio. a) A capacitação só terá validade para a empresa que o capacitou e nas condições estabelecidas pelo profissionalhabilitado e autorizado responsável pela capacitação. d) o consumo metabólico. d) É de responsabilidade dos trabalhadores se informar sobre os riscos a que estão expostos e quanto aosprocedimentos e medidas de controle contra os riscos elétricos a serem adotados. d) Somente as III e V. assinale a afirmativa INCORRETA. b) Os serviços em instalações energizadas ou em suas proximidades devem ser suspensos de imediato na iminênciade ocorrência que possa colocar os trabalhadores em perigo. e) Somente I. c) Somente II. diabetes e de saúde da mulher. c) O responsável pela execução do serviço deve suspender as atividades quando verificar situação ou condição derisco não prevista . VProgramas de prevenção de Hipertensão. 57) Atividades de atenção primária. II. III Programa de prevenção de doenças respiratórias IV Investigação clínica e exames complementares visando a diagnósticos precoces de doenças. e) . II e V.São atividades de atenção primária os itens da alternativa: a) Somente I. III e IV. cuja eliminação ou neutralização imediata não seja possível. secundária e terciária.

amarelo.. marrom e vermelho. conforme a NR-5. III resíduo hospitalar. marrom. 60) O Senhor Antônio Carlos. verde. IV iluminação precária.Tomando como base as situações descritas e os riscos associados. Vcaixas de madeira espalhadas. ele precisa realizar os examesperiódicos no intervalo de: a) 3 meses. assinale a sequência correta de cores. . de cimapara baixo. verde. verde e azul. marrom. e) Azul. foram encontradasas seguintes situações: Iestocagem de gasolina. d) Cada 2 anos.Os trabalhadores autorizados devem estar aptos a manusear e operar equipamentos de prevenção e combate aincêndios existentes nas instalações elétricas. marrom. amarelo. c) Anual. II gerador ligado. 59) Ao vistoriar um armazém para a elaboração do Mapa de Riscos Ambientais. b) 6 meses. azul. de acordo comestabelecido na NR 7 (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional). trabalhador de uma empresa de bonés. b) Vermelho. verde e amarelo. a) Vermelho. tem 47 anos de idade e. azul. marrom. e) Não há necessidade de se realizar exames periódicos. verde e amarelo. c) Vermelho. d) Verde. amarelo e azul.

utilizaremos também métodos de aprendizado participativos tais como:     Trabalhos de pesquisa individuais e coletivos.Objetivo: O objetivo principal deste tema é o de transmitir e ensinar as principais noções básicas e fundamentais relativas ao assunto. inclusive as relativas a Engenharia Elétrica que envolva a Segurança do Trabalho. Estatísticas de Acidentes do Trabalho no Brasil e no Mundo. abordaremos e transcorreremos os seguintes assuntos ligados a Segurança e Higiene e do Trabalho:         Visão Histórica. preparar e motivar todos os alunos a engajarem-se na busca de melhorias contínuas da Higiene. Normas Técnicas. Consultas e Pesquisas na Internet. Consultas à literatura técnica específica. dentro do período de tempo previsto e disponível do calendário escolar. bem como. Normas Regulamentadora aprovadas pela Portaria nº 3. . Demais meios didáticos possíveis. de modo a alcançarmos patamares de excelência nesta área tão relevante ao desenvolvimento técnico e social de nosso país. sistêmica e holística da Segurança do Trabalho.Neste tema além da exposição em aulas. Pois como todos nós sabemos: “O trabalho dignifica o homem” e “O conhecimento o enobrece” Autor desconhecido! 2 – Programação do Tema: Para atingirmos os objetivos anteriormente colocados. Panorama da Situação da Segurança do Trabalho no Brasil e no Mundo.Higiene. Principais Leis que regem a Higiene e Segurança do Trabalho no Brasil. Assim sendo. de modo a alicerçarmos uma base para uma atuação responsável e construtiva nesta especialidade tão importante em nossa vida profissional. Entidades não Governamentais. Saúde e Segurança do Trabalho. de modo a progredirmos sempre na busca de resultados melhores. saude e segurança do trabalho 1 .214. buscaremos obter uma visão global e uma introdução da Higiene e Segurança do Trabalho. Principais Órgãos Oficiais existentes relacionados a Segurança do Trabalho. de 8 de junho de 1978. Observação: .

Análises de Riscos e principais Técnicas Utilizadas. ocorreram importantes eventos e descobrimentos científicos que culminaram com o surgimento da consagrada Revolução Industrial. Segurança em Instalações Elétricas. Gestão de Riscos e Emergências. OSHAS 18001 e BS 8800. Demais aspectos importantes relativos ao tema. seguindo a linha do tempo a partir das épocas remotas. dos Trens e Ferrovias. parece não ter havido uma organização e preocupação maior das Nações e Povos daquelas épocas. nascimento e oficialização da Segurança e a Higiene no Trabalho: Muito embora o trabalho organizado no mundo civilizado tenha surgido a milhares de anos. 3 – Introdução ao tema. verificamos. o Coliseu de Roma. apoiou-se na evolução técnica decorrente do advento das Novas Tecnologias. Sistemas de Gestão de SST. visão histórica. PCMSO – Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional. além de diversas máquinas para produção em larga escala. sistêmica e holística do assunto: 3.                Termos técnicos. tais como. Cumpre lembrar ainda que grande parte destas obras monumentais utilizou Mão de Obra escrava. além de muitas outras Construções Medievais de grande porte. como as máquinas de Tecelagem e diversos outros inventos. tais como as Catedrais. Na história do mundo. como podemos ver testemunhados em diversas obras históricos. dos Motores de Combustão Interna. dos Motores Elétricos. Situações de Emergências.1 – Resumo Histórico: . a qual. verificamos que nos séculos XVIII e XIX. Equipamentos de Proteção Individual – EPIs. Comissão Interna de Prevenção de Acidentes –CIPA. com os aspectos referentes a Segurança de todos estes trabalhadores anônimos e desconhecidos que se empenharam em promover toda a construção do nosso Mundo Civilizado. Exemplo distofoi à descoberta e o desenvolvimento das Máquinas a Vapor. Em conseqüência de todos estes acontecimentos históricos ocorridos neste nosso “Admirável Mundo Novo” tiveram o desenvolvimento acelerado da tecnologia e da economia. siglas e abreviações mais utilizadas. as Pirâmides do Egito antigo. contudo que. Castelos. dos Barcos a Vapor. . Combate a Incêndio. ao longo da história. Monumentos e Túmulos. Riscos Ambientais e Profissionais. Estrutura e Organização da Área de Segurança do Trabalho. modernizando e modificando radicalmente toda uma antiga Civilização.Origem. a Muralha da China. a Acrópole de Atenas. SESMT – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho. PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais.

J. pela divulgação feita através dos diversos meios de comunicação. Além disto. Tendo em vista então ao grande número de acidentes desastrosos ocorridos naquelas épocas passadas. encontramos ainda hoje em dia casos de Trabalho Infantil e Trabalho Escravo! . treinamento e experiências adequadas e suficientes para as transformações tão intensas que ocorreram. ainda hoje em dia encontramos casos de displicência. Não faltam exemplos das condições de trabalho deploráveis que existiram nas épocas passadas. Confecções. O agravamento da situação social deu-se principalmente pelo deslocamento em massa dos trabalhadores e da população envolvida que passaram do trabalho na agricultura e no campo para o trabalho nas diversas Indústrias que surgiram. as quais infelizmente ocorrem ainda na época atual. Siderúrgicas. as Indústrias de Tecelagem. Discovery. Naquelas épocas passadas as condições de trabalho conseqüentemente eram bastante precárias e inseguras. conhecimento. preparo. por incrível que pareça. dos Portos e Estaleiros e os da Construção Civil em todo o mundo. tais como. pois apesar de avanços tecnológicos e sociais ocorridos no mundo. Respeitáveis obras literárias (Victor Hugo. impressionam pelos fatos e cenas apresentadas. a TV Globo. da Construção Civil e outras tantas existentes. Steinbeck e outros) também atestaram as condições de trabalho desumanas a que eram submetidos os trabalhadores. Recentemente. líder em audiência. naval e aéreo Indústrias Químicas e Metalúrgicas. A. National Geographic e outros canais de TV a Cabo. bem como. os das Minas de Carvão na Inglaterra. como por exemplo. medidas organizadas de proteção ao trabalhador finalmente começaram a ser tomadas no mundo. além da decorrente pressão da opinião pública. abusos e situações ilegais relativas ao Trabalho. como provam as notícias divulgadas e as estatísticas de Acidentes do Trabalho publicadas. de Bebidas e Alimentícias. também abordou estas questões sociais ocorridas no Brasil. Inglaterra e demais países da Europa. Documentários antigos mostrando as condições de trabalho existentes nos EUA. a maioria dos trabalhadores daquela época não possuía formação. entretanto infelizmente não se fez acompanhar do correspondente desenvolvimento e equilíbrio sociais. além de diversos artigos publicados em livros e enciclopédias.Todo este desenvolvimento tecnológico. Mesmo assim com toda da evolução tecnológica dos tempos atuais. como os que são apresentados no GNT. Cronin. de Veículos de transporte terrestre. das Fábricas e Usinas. na novela “Esperança”. no final do século XIX e início do século XX. ocasionando assim muitos e graves problemas sociais.

 Anos de 1919 até 1921: Fundação da Organização Internacional do Trabalho – OIT. quando a OIT organizou um Comitê para o Estudo de Assuntos referentes a Segurança e a Higiene no Trabalho. em Genebra.1944.1943. conhecido como o “Pai dos Trabalhadores”. com o objetivo de zelar pela prevenção dos acidentes do trabalho. em 10 de julho de 1934 foi promulgada a segunda Lei de Acidentes do Trabalho através do Decreto n o 24. promulgou em 10.452 de 01. cronológica e resumidamente indicamos alguns fatos e acontecimentos de maior relevância relacionados com a Segurança do Trabalho:  Ano de 1911: Começa-se a implementar com maior amplitude o tratamento médico industrial. compostas de representantes do empregador e dos empregados. 21 anos após a recomendação feita pela OIT. fixando a obrigatoriedade da criação de Comitês de Segurança em .921.Comissão Interna Para Prevenção de Acidentes.  Ano de 1944: Oficialmente instituída a criação da CIPA . tomou uma decisão histórica recomendando e tornando obrigatória a constituição de Comissões. em 1919.637.  Ano de 1934: Tempos depois. Nesta época o Comitê da OIT estabelecido em Genebra na Suíça. Surgimentos oficiais de Ações Coordenadas e abrangentes ligadas a Segurança e Higiene do Trabalho. um dos políticos de maior expressão em nossa História. estudando as condições de trabalho e vida dos trabalhadores no mundo. ocorridas no ano de 1. O Tratado de Versalhes que selou o fim da Primeira Grande Guerra Mundial incluiu em seu bojo ações para melhorias das condições de trabalho no mundo. No Brasil simultaneamente surge a primeira Lei sobre Acidentes do Trabalho. o Decreto – Lei nº 7.  Ano de 1943: Criação da Consolidação das Leis do Trabalho . a de n o 3. no Brasil: Getúlio Vargas.036. na Suíça.05.CLT conforme o Decreto Lei nº5.Em continuidade a este breve histórico.11. quando as empresas tivessem 25 ou mais empregados.724 de 15 de janeiro de 1919.

à qualificação e a proporção relacionada ao número de empregados das empresas compreendidas no presente artigo. que tratava de assuntos referentes a CIPA foi alterado e ficou conforme o seguinte texto: Art.Em 29 de novembro de 1968. a Portaria 3.  Ano 2000: Ainda hoje.1967. 3.Empresas que tivessem 100 ou mais empregados. 164 – As empresas que. quanto às atribuições. Este decreto ficou conhecido como Nova Lei de Prevenção de Acidentes.2 – Etapas intermediárias ocorridas no Brasil:  Ano de 1967: Em 26. causando em conseqüência o desemprego em massa. o artigo 164 da CLT.02. a critério da autoridade competente em matéria de Segurança e Higiene no Trabalho.  Ano de 1953: Em 27. o desenvolvimento tecnológico continua defasado do desenvolvimento econômico e social. estiverem enquadradas em condições estabelecidas nas normas expedidas pelo Departamento Nacional de Segurança e Higiene do Trabalho. deverão manter obrigatoriamente. da CLT.456: . Com esta modificação.11. o Decreto-Lei n o 229 modificou o texto do Capítulo V. apesar de toda a legislação criada e existente. º As Comissões Internas de Prevenção de Acidentes (CIPAS) serão compostas de representantes de empregadores e empregados e funcionarão segundo normas fixadas pelo Departamento Nacional de Segurança e Higiene do Trabalho. º O Departamento Nacional de Segurança e Higiene do Trabalho definirá as características do pessoal especializado em Segurança e Higiene do Trabalho. § 2. título II. fatos estes que combinados . a má distribuição da mão de obra e da renda.1953 a Portaria 155 oficializava a sigla CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes. o Serviço Especializado em Segurança e em Higiene do Trabalho e constituir Comissões Internas de Prevenção de Acidentes – CIPAS. no Governo do Presidente Costa e Silva.  Ano de 1968: Portaria 3.456 reduziu o número de 100 para 50 empregados como o limite em que se torna obrigatório à criação das CIPAS em cada Empresa. § 1. o qual dispunha de assuntos de Segurança e de Higiene no Trabalho.

cujos resultados em termos da Segurança no Trabalho são excelentes. Comunicação. Decisão. Assim sendo. Em vista disto ocorrem os resultados tão ruins relativamente aos principais índices de Segurança do Trabalho. mas sim motivar na busca de um desenvolvimento mais equilibrado. ao lado de empresas tecnicamente e socialmente não adequadamente estruturadas. tais como:           Ideais maiores. cujos trabalhadores sofrem as conseqüências. todavia não deve nos desestimular. com ações modificadoras que revertam este quadro desfavorável para uma situação mais compatível comparativamente as nações econômica e socialmente mais desenvolvidas. . da habitação e do trabalho no Brasil e no mundo. Como descreve Alvin Tofler em seu livro “A terceira onda”. existindo empresas com um alto grau de desenvolvimento técnico e social. da saúde e habitacionais ainda deficientes. o grande desafio a ser vencido em nossa Sociedade continua sendo o de progredirmos em harmonia e equilíbrio.com os programas educacionais. Ciência. Treinamento constante. Planejamento permanente. atingem e prejudicam principalmente as trabalhadores e as classes sociais menos favorecidas. da educação. Isto requer de todos nós atitudes reconhecidas como as chaves de sucesso no alcance de objetivos maiores e marcas de excelência em termos de Segurança e Qualidade de Vida. Constância de propósitos. sem a mínima responsabilidade social. E o desenvolvimento da Tecnologia da Informação. no Brasil temos presentes simultaneamente as 3 ondas básicas de desenvolvimento que ocorreram nas principais nações do mundo:    O desenvolvimento Agrícola. Esta situação. Ética e Humanismo. buscando o desenvolvimento tecnológico acompanhado do desenvolvimento econômico. da saúde. a ponto do Brasil situar-se atualmente entre as 15 piores nações em termos de Segurança do Trabalho no mundo. Organização. Coordenação. pagando com a sua saúde e a com a sua vida. Execução. social e da cidadania de modo a melhorarmos as condições de vida. O desenvolvimento Industrial. Temos assim grandes contrastes.

de 12 de abril de 1988. 4 – Segurança no Trabalho. Responsabilidade Criminal: Artigos 15.O.Instituições Governamentais e Entidades não Governamentais ligadas a Segurança e Medicina do Trabalho: É de a máxima importância termos uma visão global das várias Instituições Governamentais e não Governamentais e das diversas Entidades que atuam e interagem nas questões relacionadas a Segurança e Medicina do Trabalho. Educativos. Art. Decretos e Leis vigentes constantes da Legislação Complementar. 157.452 de 01. aprovadas pela Portaria n0 3. Decreto nº 2172/97. de 22 de janeiro de 1977 (D.214. 129. 30. atualizada pela Lei nº 6. * Responsabilidades Civil e Criminal por Acidente do Trabalho: Sob o aspecto das Responsabilidades Civil e Criminal por Acidente do Trabalho temos. Súmula 229 do Supremo Tribunal Federal. Decreto nº 2172/97.12. Demais Portarias. de 08 de junho de 1978.Segurança e Medicina do Trabalho. Artigos 159. Normas e Portarias abaixo colocadas. Decreto nº 4. 23. Econômicos. Dados Estatísticos: 4. inclusive no que tange as . Lei nº 6. Consolidação das Leis do Trabalho – CLT.067. art. 157 da CLT.514. aspectos Políticos. da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro. bem como. Portarias e Regulamentações: .514. entre outras diversas tantas existentes:        Constituição Federal de 1988. do Código Penal.085 de 15 de janeiro de 2002 o qual promulgou a Convenção nº 174 da OIT.1943.3. 1522. art. 160. 132. Capítulo V . Normas. (Decreto Lei nº 5. 121. §1. a Recomendação nº 181 sobre a Prevenção de Acidentes Industriais Maiores. 1524 do Código Civil. no Brasil e no mundo. de 22 de janeiro de 1977). (vide em anexo):          Responsabilidade Civil: Art. Sociais. Normas Regulamentadora (NR). Normas Regulamentadora Rurais (NRR).3 – Situação Atual em termos das Leis.A regulamentação referente a Segurança e Medicina do Trabalho atualmente são regidas pelas seguintes Leis.U.05.1 . 1521.1977). aprovadas pela Portaria nº 3.

recomendações mais recentemente indicadas. Marinha e Aeronáutica) Ministro: Do Desenvolvimento Agrário Ministro: Do Desenvolvimento. bem como. Governo no Brasil: MINISTÉRIOS : Da Agricultura. das tendências que podemos verificar no panorama mundial da Segurança do Trabalho. Pecuária e Abastecimento Ministro: Casa Civil da Presidência da República Ministra: Das Cidades Ministro: Da Ciência e Tecnologia Ministro:Das Comunicações Ministro: Controladoria-Geral da União Ministro Chefe: Da Cultura Ministro: Da Defesa (Comandos: Exército. Indústria e Comércio Exterior Ministro: Do Desenvolvimento Social e Combate à FomeMinistro: Da Educação Ministro: Do Esporte Ministro: Da Fazenda Ministro: .

gov. orientar.mte.gov. estaduais e municipais.http://www. quanto ao cumprimento dos preceitos legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho. Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho – DSST (Órgão do MTE). órgão regional competente para executar as atividades relacionadas com a segurança e medicina do trabalho.br/) e seus Órgãos Regionais do MTb. como por exemplo. Ministério da Saúde – http://www. MPT.gov. Órgãos Federais. atribuições de fiscalização e/ou orientação às empresas. Delegacias Regionais do Trabalho – DRT.Da Integração Nacional Ministro: Da Justiça Ministro: Do Meio AmbienteMinistro: De Minas e Energia Ministro: Do Planejamento. . Orçamento e GestãoMinistro: Da Previdência Social Ministro: Das Relações Exteriores Ministro: Da Saúde Ministro: Do Trabalho e EmpregoMinistro: Dos Transportes Ministro: Do TurismoMinistro: Observação: Para um melhor conhecimento e entendimento da matéria. Estaduais e Municipais: . Secretaria de Segurança e Medicina do Trabalho – SSMT.br/. controlar e supervisionar as atividades relacionadas com a Segurança e medicina do trabalho. mediante convênio autorizado pelo Ministro do Trabalho.br/. é muito importante conhecermos e acessarmos os seguintes Órgãos Governamentais e Não Governamentais em seus respectivos sites. Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho .Podem ainda ser delegadas a outros Órgãos Federais.SSST órgão de âmbito nacional competente para coordenar. Ministério da Previdência Social .mpas.saude. nos limites de sua jurisdição. os seguintes:          Ministério do Trabalho e Emprego – MTE (http://www.

fundacentro.br/. ABMT – Associação Brasileira de Medicina do Trabalho. OMS/OPAS – Organização Mundial da Saúde (http://www.org. Várias outras entidades nacionais e internacionais.oitbrasil. ABPA – Associação Brasileira para Prevenção de Acidentes (http://www.189 (44. ABHO – Associação Brasileira de Higienistas Ocupacionais (http://www. no que se refere as medidas para melhoria das Condições de Saúde e Segurança no Trabalho.abnt. A título de exemplos.org). .Associação Nacional de Engenharia de Segurança do Trabalho Http://www.gov.gov. Os dados acima não incluem acidentes domésticos.br/). 4.org.anent. conforme dados Instituto Nacional para Seguros contra Acidentes do Trabalho – INAIL foram denunciados 1.br/).br/). Brasil. FENATEST .br/).084.Federação Nacional dos Técnicos de Segurança do Trabalho.                 Fundacentro – Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Medicina e Segurança do Trabalho (http://www.org.ibge. Hemus Editora Ltda” em 1965. ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas (http://www.7 %) se referiam aos acidentes em Instalações Elétricas. do Trabalho Http://www.br/. cujos “Links” são encontrados nos diversos “Sites” e Portais de Segurança e Medicina do Trabalho que existem. Abraphiset .2 – Dados Estatísticos relativos aos Acidentes do Trabalho no Brasil e no mundo: O Acompanhamento periódico dos dados Estatísticos referentes à Segurança do Trabalho é da máxima importância para analisarmos e verificarmos em que situação nos encontramos e quais as ações necessárias de serem tomadas. a média anual dos acidentes com lesão foram da ordem de 400.  Período de 1970 até 2003 (33 anos): Conforme estatísticas da Previdência Social.anamt.com.abraphiset.000. SOBES – Sociedade Brasileira de Engenharia de Segurança http://www.abpa. no período de 33 anos.org.org.br/.anest.sobes.opas.Associação Brasileira dos Profissionais de Higiene e Seg.com. SAUDE E TRABALHO ON LINE. CREA – SP (http://www. dos quais 2. Anest . transcrevemos abaixo alguns dados estatísticos e informações pesquisadas:  Ano de 1965: Conforme pgs. 1.br/.creasp. OIT – Organização Internacional do Trabalho (http://www.org.000 foram de acidentes fatais. IBGE http://www. ANAMT – Associação Nacional de Medicina do Trabalho (http://www. 946 e 947 do livro “Instalações Elétricas. sendo que dentre estes.abho.cjb.org.Associação Nacional de Enfermagem do Trabalho .br/ Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.net/.br). acidentes estes ocorridos nos diversos setores industriais.br/.886 acidentes do trabalho. 4. Destes acidentes ocorridos.657 foram mortais.Http://www. Antonio Bossi e Ezio Sesto. Anent .

6 Observação:   Os dados indicados na Tabela supracitada acima são retirados de estatísticas oficiais.790 532. Nota-se haver uma incoerência de resultados no que se refere às curvas dos índices de Incidência e o do Coeficiente de Letalidade.75 14.355 4.35 1.686.84 1.755.187 18.05 16.220.5 8.75 1.180 16.455 421.84 5.284.5 6.8 3.64 13.29 21.967 4.355 22.23 15.488 3.36 3.79 1.355 20.2 8.820 363.8 4.312 24.7 9.8 11.251 393.843 23.88 15.15 15.5 6. respectivamente colunas “C” e “E”.683.960 388.05 11.72 19.000 E= Dx1000/B Coeficiente de Letalidade A Ano Empregados Segurados B Acidentes Registrados Incidência N° de Óbitos (%) 1970 1975 1980 1985 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 (*) 2001 (*) 2002 (*) 2003 (**) 2004 2005 7.824 4.027 23.667.343 414.06 23.25 2.241 23.2 10.5 7.793 3.187 1.06 16.272.09 25.384 5.861 693.896 3.81 2.1 7.140.6 1.897 28.868 340.469 3.39 1.106.0 8.792.672 640.689 3.71 1.5 9.9 8.966.022 12.137 395.165.968 2.341 387.491.304 424.265 26.35 18.523 3.071 390.077.211 1.6 10.1 9.514 426.629 26.129 3.8 7.001 4.35 14.8 2.8 10.755.927 1.428 24.110 1.094 2.05 2.83 30.4 8.996.913 29.736 23.40 1.66 1.228.232 4.666 3.635 24.753 2.875 22.544.858 22.55 1.E´ = C= Bx100/A N° de D Óbitos por 100.464.582 (por 1000) trabalhadores 30.26 1.993.69 1. .838.916.74 7.

Saúde e Meio Ambiente. Além disto.967*1.000. em média 1.2 na Finlândia. tivemos o seguinte quadro:     Perderam a Vida mais de 120.000 trabalhadores. ou seja. 5.995 Mortos por 1. Com um índice de 12. tais como os seguintes: o o o o 7.000 Acidentes de Trabalho (Coeficiente de Letalidade.  (*) Sujeito a revisão. por ocasião do IX Encontro Nacional de Segurança. informe da Organização Internacional do Trabalho – OIT divulgado em Genebra na Suíça no dia Internacional do Trabalho mostra que as doenças e acidentes relacionados ao trabalho no mundo provocam a cada ano 2 milhões de óbitos. México = 2.07. com uma média de 10. 4.35 (conforme os dados da tabela supracitada). Cerca de 300.000 ficaram inválidos.10. em média 4. índice este comparativamente bastante acima dos índices dos demais países. (**) Dados preliminares. (Ver artigo publicado em A Tribuna de 26.5 na Alemanha.000 de acidentes por ano. ou seja. Dados recentemente divulgados pelo Ministério do Trabalho indicam que o Brasil está entre as 15 nações com maior número de acidentes do trabalho no mundo. realizado em 2002 em Santos no Mendes Convention Center. Nicarágua = 9.01.81. Esta cifra seria suficiente para construção de 1 (um) milhão de casas populares ou de 70.000. Ano de 1. o prejuízo anual no Brasil devido a indenizações e tratamentos médicos decorrentes dos acidentes do trabalho a que ocorrem é da ordem de R$ 20 bilhões. 2. Brasil = 3.137 = 9. E = Dx1000/B). cerca de 5. no Brasil de 1971 até 2000 (período de 30 anos).7 na Suécia. Ocorrência de mais de 30. De outro lado. Espanha = 2.2003).000 trabalhadores por ano. o Informações complementares: Conforme artigo recentemente publicado em “A TRIBUNA”.6 registrados na França.6 acidentes para cada 100.000 / 424.480 mortes por .95.000 trabalhadores. EUA = 0. Portugal = 1.000 trabalhadores inválidos por ano. ou seja.000 de acidentes do trabalho registrados neste período de período 30 anos.97.000 escolas.

59 e 60 do livro “Prevenção de Acidentes nas Indústrias”. Ou seja: Taxa de Freqüência = nº total de acidentes * 1.000 / nº total de h. Ou seja: Taxa de Gravidade = nº total de dias perdidos * 1. h. Taxas de Freqüência e de Gravidade é expresso em horas trabalhadas em um determinado período de tempo.000 / nº total de h. com perda de tempo e sem perda de tempo). . 58.  Taxa de Gravidade. analise e acompanhe periodicamente as Taxas de Freqüência. Observações:    O numerador da Taxa de Freqüência é expresso pelo Número Total de Acidentes ocorridos no período de avaliação. 1975). Peixoto. Taxa de Freqüência e Taxa de Gravidade: Relativamente aos dados estatísticos é muito importante que se determine. trabalhadas. etc.000. (Ver artigo publicado em A Tribuna de 02/05/2003). 4. R. e Taxas de Gravidade. sugere a elaboração e acompanhamento dos seguintes Indicadores:  Taxas de Freqüência (total.3 – Principais Indicadores de Desempenho utilizados na Segurança do Trabalho. anualmente. Observação: A NB 18 (ABNT. mensalmente. ou seja. trabalhadas.25 trilhões equivalente a 4% do Produto Interno Bruto do mundo. Veja exemplo de cálculo nas pgs. h. W. Ediouro. O numerador da Taxa de Gravidade é expresso pelo Número Total de Dias Perdidos mais os Dias Computados devido aos acidentes no período de avaliação. O denominador das duas expressões anteriores.dia onerando a economia global em pelo menos US$ 1.

inclusive caracterizando os tipos das instalações e das substâncias perigosas envolvidas. inclusive combustíveis e explosivos. suas principais causas e perdas de vidas decorrentes (Foram registrados os acidentes com mais de 20 mortes). os quais também precisam ser pesquisados e conhecidos.(http://www. para os vários tipos de acidentes ocorridos. Trinitrotoluol 1939 Romênia Vazamento em Indústria Química / Cloro 60 1942 Bélgica Explosão / Nitrato de Amônia 60-80 . número médio de dias perdidos em conseqüência de incapacidade permanente e tempo médio computado).Acidentes químicos ampliados em nível global com mais de 20 óbitos do início do século até 1969. Assim sendo nas duas tabelas abaixo colocadas encontramos dados de Acidentes de Grande Porte ocorridos no mundo. Sob este aspecto é interessante que se consulte sempre as estatísticas e dados do Ministério da Previdência e Assistência Social – MPAS.mte. É muito importante estabelecer e conhecer a relação das causas e efeitos. abaixo indicados. e Monóxido de Carbono 119 1930 Bélgica Gases Tóxicos na Atmosfera / Fluoreto de Hidrogênio. Outras medidas de avaliação da gravidade (número médio de dias perdidos em conseqüência de incapacidade temporária total.800 1921 Alemanha Explosão em Fábrica / de Nitrato e >500 1926 EUA Explosão em Depósito de Munições / Trinitrotoluol 21 EUA Vazamento de Tanques / Cloro 40 1929 EUA Incêndio com gases Tóxicos em / Nitrogênio.Tabela 1 .gov. Ácido e Dióxido Sulfúrico 92 1933 Alemanha Explosão em Fundição / Gás 65 1934 China Incêndio em Gasômetro / Gás 42 1935 Alemanha Explosão em Fábrica de Explosivos / Dinitroluok. Isto nos possibilitará agir de forma mais direcionada e eficaz na solução dos problemas de segurança existentes. ANEXO I: . Semelhantemente aos acidentes ocorridos no ramo Químico. do Ministério do Trabalho e Emprego – MTE . É importante que conheçamos estas informações para que haja uma conscientização do alto poder de destruição revelado por estes acidentes. envolvendo Produtos Químicos diversos. Data País Tipo de Acidente / Substância Mortes 1917 Escócia Explosão de Navio / Explosivos militares 1.br/). bem como. ocorreram também acidentes de gravidade e conseqüências em diversos outros ramos de atividades perigosas existentes no mundo. bem como.

Acidentes químicos ampliados em nível global com mais de 20 óbitos de 1970 até 1984. / Butadieno e 60-80 1944 EUA Explosão de Nuvem de Gás / GLN 130 1947 França Explosão de Navio Cargueiro / Nitrato de Amônia 21 EUA Explosão de Caminhão em Ind.S. / Gás Líquido de Petróleo 26 1966 França Explosão em Refinaria / Propano e Butano 21 1968 Alemanha Explosão em Indústria / Cloreto de 24 Japão Contaminação da água por uma / Cádmio 100 Fonte: Freita.R. de et al [1995] Tabela 2 . M. Acidente em Fábrica Prod. Nitrato e carbamide 1978 Espanha Acidente de Transporte Rodoviário / Propileno 216 México Explosão / Butano 100 México Explosão de Gasoduto / Gás 58 Explosão de um Vagão Tanque / GLP 25 1979 U.S. Data País Tipo de Acidente / Substância Mortes 1970 Japão Explosão / Gás 92 1972 EUA Explosão de Coqueria / Propano 21 Japão Vazamento em 6 indústrias / Desconhecido 76 Brasil Explosão em Refinaria / Propano e 38 1973 EUA Incêndio em / GLP 40 1974 Inglaterra Flixborough / Vazamento seguido de Explosão em / Ciclohexano 28 1976 Finlândia Explosão / Explosivos 43 1977 Coréia Sul Explosão de Trem / Explosivos 56 Colômbia Vazamento em Indústria de / Amônia. C. Químico 300 Irlanda Explosão de tanque de Óleo / Óleo 55 China Naufrágio de um Navio de / Óleo 72 EUA Explosão e Incêndio em Tanque / Óleo Cru 32 1980 Índia Explosão em 2 Fábricas / Explosivos 40+80 Irã Explosão em Depósito de Explosivos / Nitroglicerina 80 Espanha Explosão / Explosivos 51 . / Éter Dimetílio 209 Alemanha Explosão em Metalúrgica / Poeira de Carvão 50 1950 México Vazamento em Fábrica / Sulfeto de Hidrogênio 22 1959 EUA Explosão de Caminhão em Rod.1943 Alemanha Explosão de Caminhão em ind.

Brasil. San Carlos. Texas. 200 feridos e 206 mortes 1983 . 4. de et al [1995]. fogo. 136 mortes 1947 .Holanda. bola de fogo. explosão de carga de GLP.400 feridos e 650 mortes 1984 .Espanha. explosão de tanque de GLP. LISTAGEM DOS ACIDENTES AMPLIADOS / MAIORES OCORRIDOS ( *) : (*) . 500 evacuados e 93 mortes 1984-Índia. 245 mortes 1944 . 317 mortes 1984 .Ver adiante a Convenção OIT 174 e o Decreto Lei 4085 de 15 de janeiro de 2002. Duque de Caxias. bola de fogo.000 intoxicados e agressão ao Meio Amb. explosão. 6. explosão. explosão. 104 feridos e 28 mortes 1975 . 550 mortes . explosão barco. intoxicação e dano ao meio ambiente 1978 . Cubatão.México. explosão. 561 mortes 1943 – Alemanha. rio Nilo. Vila Socó. 1921 .Egito. Feyzin. Seveso.México. 14 mortes 1976 – Itália. Oppau. 200. Bhopal. Beek. explosão. cidade do México. Cleveland.Alemanha. Ludwigshaffen.França. explosão. San Juan. M. 3. 81 feridos e 18 mortes 1972 .000 mortes 1984 .EUA. vazamento. incêndio. explosão. Flixborough.500 Paquistão Explosão de Gasoduto / Gás Natural 60 Romênia Explosão em Fábrica 100 Índia Transporte Rodoviário / Petróleo 60 Fonte: Freita. 53 feridos e 39 mortes 1974 – Inglaterra. C.000 feridos e 552 mortes 1966 .Brasil.EUA.Tailândia Explosão de Armamentos / Explosivos 54 1981 Venezuela Explosão / Hidrocarbureto 145 México Descarrilamento de Trem / Cloro 28 1982 Canadá Naufrágio em Navio de Óleo / Óleo 84 EUA Incêndio em Navio de Óleo / Óleo 51 Noruega Naufrágio de Navio de / Óleo 123 Espanha Explosão / Explosivos 51 Tailândia Explosão de Munições / Explosivos 54 Venezuela Explosão / Hidrocarbonos 145 1983 Brasil Explosão de Trem / Diesel e 45 1984 Brasil Explosão de Oleoduto / Petróleo (Vila Socó – Cubatão) 508 Brasil Explosão em Plataforma de Petróleo / Petróleo 40 México Explosão de Reservatório / Gás Líquido de 550 Índia Bophal / Vazamento em Indústria Química / Isocianato de Metila >2.

Educação. explosão de gás Metano em um mina de carvão 2001 .1986 . Das explosões. Índia. explosão. incêndio. Recursos Humanos. plataforma de petróleo. 39 feridos e 7 mortes 1991 . Ucrânia. Energia.EUA. Transporte. Segurança e Medicina do Trabalho inclui uma gama de conhecimentos bastante variada e extensa.EUA.Áreas de Conhecimentos envolvidas: A Higiene. Engenharia. Alaska. Correa. Observações: . Medicina. Construção Civil. Enfermagem. como por exemplo.Dhaka. Política. 100. China. História. Houston. Chernobyl 1987 .Guizhou.000 aves mortas 1990 .Tailândia. Tecnologia.Brasil. Construção e Montagem. 35 feridos e 35 mortes 1991 .Higiene e Segurança do Trabalho em geral. Das descargas atmosféricas. Estatística. Direito. Comunicação. Petroquímica.Seul. as seguintes: Administração. o risco e o alto grau de destruição dos acidentes com:        Vazamentos de produtos inflamáveis e/ou produtos tóxicos. vazamento de 40 ton de petróleo. Chernobyl URSS. explosão. inclusive Segurança em Instalações Elétricas: 5. envolvendo atividades das mais diversas áreas e especializações existentes. 5 . Dos curtos-circuitos. China. Sociologia. Matemática. Biologia. Finanças. explosão em mina de carvão. mais de 200 feridos e 5 mortes 1993 . Química. explosão. fogo em fábrica de foguetes 2000 . 52 feridos 63 mortes 1993 . incêndio e dano ao meio ambiente. Saúde. explosão. Organização. com 11 mortes 2001 . Malásia. Das ocorrências semelhantes às acima colocadas. Dos naufrágios. 23 mortes 1989 .1 . Processos Industriais.URSS. Economia. explosão. Gestão. Família. Planejamento.Bagkok. Pesquisas. explosão. E diversos outros ramos de atividade existentes em nossa Sociedade e Economia. Psicologia. mais de 17 feridos e 36 mortes Observação: Das ocorrências e dos exemplos acima colocados constatamos o perigo. Bangladesh. as quais interagem entre si.Hubei. Ergonomia. Física.Nagothane.Sungei Buloh. Dos incêndios. Thailandia. 59 feridos e 9 mortes 1988 .Zasiadko. 60 feridos e 40 mortes 1991 .

   É por isto que se diz que a Higiene. Para iniciar é muito útil então conhecermos e consultarmos o Quadro I .2 – Quadro I . os quais demandam e utilizam o trabalho das pessoas e o respectivo Grau de Risco é de suma importância. vide NR-4. além de todos os conhecimentos técnicos envolvidos. para o bom conhecimento da Segurança do Trabalho é necessário que se tenha. * Trabalharmos com constância de propósitos. uma visão histórica.Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE da Norma Regulamentadora – NR 4 – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. Código Atividades Grau de Risco . A – AGRICULTURA. por exemplo: * Pensarmos globalmente e atuarmos localmente (por razões econômicas). É importante. 5. Quadro I).Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE da NR 4 – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho: A visão e o conhecimento dos diversos e diferentes campos de atividades econômicas e sociais existentes no país. Além disto. * Acessarmos e nos comunicarmos com todas as áreas da empresa e pessoal envolvido. SILVICULTURA E EXPLORAÇÃO FLORESTAL. * Conhecermos o todo. cujo resumo colocamos abaixo: Quadro I – Classificação Nacional das Atividades Econômicas – CNAE (Tabela parcial e resumida. desde o chão de fábrica até a presidência da Empresa. planejada e em equipe. Segurança e a Medicina do Trabalho tem uma natureza multifacetada. * Trabalharmos de maneira organizada. holística e sistêmica dos acontecimentos. PECUÁRIA.

Silvicultura.31-7 01.41-4 01. PESCA. Exceto Atividades Veterinárias.1 02.01 01.1 01. PECUÁRIA E SERVIÇOS RELACIONADOS COM ESSAS ATIVIDADES. Pesca. EXPLORAÇÃO FLORESTAL E SERVIÇOS RELACIONADOS COM ESTAS ATIVIDADES.3 01. Produção de Lavouras Permanentes Cultivo de frutas cítricas Cultivo de café Pecuária Criação de bovinos Criação de suínos Criação de aves Produção Mista: Lavoura e Pecuária Produção mista: lavoura e pecuária Atividades de Serviços Relacionada com a Agricultura e Pecuária.21-0 01.61-9 01. exceto atividades veterinárias.6 01. Atividades de serviços relacionados com a agricultura Atividades de serviços relacionados com a pecuária. Produção de Lavouras Temporárias Cultivo de cana-de-açúcar Cultivo de soja Horticultura e Produtos de Viveiro Cultivo de hortaliças.4 01.11-9 02. legumes e especiarias hortícolas.15-5 01.2 01.50-3 01. Exploração Florestal e Serviços Relacionados com estas Atividades. Agricultura e Atividades dos 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 . AQÜICULTURA E ATIVIDADE DOS SERVIÇOS RELACIONADOS COM ESTAS ATIVIDADES. SILVICULTURA.32-5 01.12-7 B5 05. PESCA.13-9 01.62-7 2 02.1 AGRICULTURA.44-9 01.5 01. Silvicultura Exploração florestal.45-7 01.

1 Serviços Relacionados com estas Atividades. Pesca INDÚSTRIAS EXTRATIVAS.10-04 11.29-0 D15 15.23-4 13.2 11. areia e Argila.10-2 13.1 14.Exceto a prospecção realizada por terceiros Serviços relacionados com a extração de petróleo e gás . Extração De Outros Minerais NãoMetálicos Extração e refino de sal marinho e salgema Extração de outros minerais NãoMetálicos INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO. FABRICAÇÃO DE PRODUTOS ALIMENTÍCIOS E BEBIDAS Abate e Preparação de Produtos de 3 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 .25-0 14 14.10-9 14.21-8 13.2 13. Extração de pedra.Exceto a prospecção realizada por terceiros EXTRAÇÃO DE MINERAIS METÁLICOS. Extração de Minério de Ferro Extração de minério de ferro Extração de Minérios Metálicos NãoFerrosos Extração de minério de alumínio Extração de minério de manganês Extração de minerais radioativos EXTRAÇÃO DE MINERAIS NÃOMETÁLICOS Extração de Pedra.20-7 13 13.22-2 14.1 13.2 14.11-8 C10 10.04 11 11.05.1 11. Areia e Argila. EXTRAÇÃO DE PETRÓLEO E SERVIÇOS CORRELATOS Extração de Petróleo e Gás Natural Extração de petróleo e Gás Natural Serviços Relacionados com a Extração de Petróleo e Gás . EXTRAÇÃO DE CARVÃO MINERAL Extração De Carvão Mineral.

42-3 15.52-0 15. confeitaria e pastelaria. preparação de produtos de carne. Legumes e Outros Vegetais.61-0 15.8 15.84-9 15.12-1 15. Produção de sucos de frutas e de legumes Produção de Óleos e Gorduras Vegetais e Animais Produção de óleos vegetais em bruto Refino de óleos vegetais Laticínios Preparação do leite Fabricação de produtos do laticínio Beneficiamento de arroz e fabricação de produtos do arroz Moagem de trigo e fabricação de derivados Fabricação de farinha de mandioca e derivados Fabricação e Refino de Açúcar Usinas de açúcar Refino e moagem de açúcar Torrefação e Moagem de Café Torrefação e moagem de Café Fabricação de Outros Produtos Alimentícios Fabricação de produtos de padaria.7 15. Preservação e Produção de Conservas de Frutas.15.3 15. Fabricação de biscoitos e bolachas Fabricação de massas alimentícias Fabricação de outros produtos alimentícios Fabricação de Bebidas 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 .41-5 15.31-8 15.4 15.11-3 15.53-9 15.32-6 15.23-7 15.6 15.82-2 15.9 Carne e de Pescado Abate de reses.14-8 15. Processamento. Preparação e preservação do pescado e fabricação de Conservas de peixes. Abate de aves e outros pequenos animais e preparação de produtos de carne.71-7 3 15.62-8 15. crustáceos e moluscos.2 15.51-2 15.81-4 15.89-0 15.

Complementando esta linha de conhecimento o passo seguinte é o de conhecermos os diversos processos industriais existentes. inclusive com o seu respectivo Grau de Risco em uma escala de 1 (um) a 4 (quatro).15.19-1 17. Metalúrgicos. Mecânica Pesada.2 17.22-1 17. Tecidos e Artigos Têxteis.11-6 17. como os da Refinação de Petróleo. Transporte e diversos outros. Observações:   Vide na NR – 4: Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho .SESMT. Na literatura técnica encontramos muitas obras publicadas.Inclusive Fiação e Tecelagem Tecelagem de algodão 3 Tecelagem de fios de fibras têxteis 3 naturais Serviços de Acabamento em Fios.23-0 17.95-4 16 16.32-9 17.3 – Acidentes no Trabalho: .1 17. Siderúrgicos.21-6 17. Fabricação de Artefatos Têxteis a Partir de Tecidos – Inclusive Vestuário . 3 Fabricação de refrigerantes e refrescos 3 FABRICAÇÃO DE PRODUTOS DO FUMO Fabricação de Produtos do Fumo Fabricação de produtos do fumo 3 FABRICAÇÃO DE PRODUTOS TÊXTEIS Beneficiamento de Fibras Têxteis Naturais Beneficiamento de algodão 3 Beneficiamento de outras fibras têxteis 3 naturais Fiação Fiação de algodão 3 Fiação de outras fibras têxteis naturais 3 Fiação de fibras artificiais ou sintéticas 3 Tecelagem . Químicos.3 17.31-0 17.e de Outros Artigos Têxteis.00-4 17 17. 5.0 16.93-8 15. Extração de Minérios. o Quadro I acima referido onde encontramos uma listagem completa de todos os ramos de Atividades Econômicas. Petroquímicos. cervejas e chopes.5 17.6 Fabricação de vinho 3 Fabricação de malte.92-0 15.

Estas notícias descrevem e nos revelam os altos índices de Acidentes do Trabalho ocorridos no Brasil. da capacidade para o trabalho. nos termos do artigo anterior. A inerente a grupo etário. 11 desta Lei. com estatísticas da situação em geral. Que não produza incapacidade laborativa. encontramos notícias. em que o trabalho é realizado e com ele se relacione diretamente. Doença degenerativa. Dispõe sobre os Planos de Benefícios da Previdência Social e dá outras providências.  Art. outras mais breves. assim entendida a adquirida ou desencadeada em função de condições especiais. 4. os trabalhadores e suas famílias causam prejuízos de grande monta à Previdência Social e à Saúde do nosso país. conforme divulgado pelos diversos meios de comunicação.Doença profissional. 5. constante da relação mencionada no inciso I. revistas especializadas e pela televisão.  Art. umas abrangentes. tais como: jornais.20: Consideram-se Acidentes do Trabalho. as seguintes entidades mórbidas: I .213. salvo comprovação de que resultante de exposição ou contato direto determinado pela natureza do trabalho. Estes acidentes além de vitimarem a parte mais fraca da cadeia produtiva. permanente ou temporária. ou seja. §1o Não são consideradas como doença do trabalho: 1.Doença do trabalho.Diariamente. de 24 de julho de 1991.19: Acidente do Trabalho: é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa ou pelo exercício do trabalho dos segurados referidos no inciso VII do art. assim entendida a produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar a determinada atividade e constante da respectiva relação elaborada pelo Ministério do Trabalho e da Previdência Social. 3. A doença endêmica adquirida por segurado habitante de região em que ela se desenvolva. II .4 – Definição Legal do Acidente no Trabalho: * Lei nº 8. provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte ou a perda ou redução. . 2. relatando as ocorrências de Acidentes no Trabalho no Brasil e no mundo. índices estes bem acima dos índices das demais nações evoluídas do mundo.

O acidente sofrido pelo segurado no local e no horário do trabalho. b) . inclusive veículo de propriedade do segurado. c) .21: Equipara-se também ao acidente do trabalho. inclusive para estudo.Na execução de ordem ou na realização de serviço sob a autoridade da empresa. a Previdência Social deve considerá-la acidente do trabalho. embora não tenha sido a causa única. para melhor capacitação da mão-de-obra. para redução ou perda da sua capacidade para o trabalho. ou produzido lesão que exija atenção médica para a sua recuperação. ainda que fora do local e horário de trabalho: a) . III .O acidente sofrido pelo segurado. quando financiada por esta. por motivo de disputa relacionada com o trabalho. qualquer que seja o meio de locomoção. de negligência ou de imperícia de terceiro ou de companheiro de trabalho. inclusive veículo de propriedade do segurado. . incêndio e outros casos fortuitos ou decorrentes de força maior.No percurso da residência para o local de trabalho ou deste para aquela. e) .O acidente ligado ao trabalho que.Desabamento. b) .§2o Em caso excepcional constatando-se que a doença não incluída na relação prevista nos incisos I e II deste o artigo resultou das condições especiais em que o trabalho executado e com ele se relaciona diretamente.Na prestação espontânea de qualquer serviço a empresa para evitar-Ihe prejuízo ou proporcionar proveito. IV .A doença proveniente de contaminação acidental do empregado no exercício de sua atividade. sabotagem ou terrorismo praticado por terceiro ou companheiro de trabalho.Ato de pessoa privada do uso da razão.Ofensa física intencional.  Art.Ato de agressão. d) . c) . para efeitos desta Lei: I .Em viagem a serviço da empresa. inundação. independentemente do meio de locomoção utilizado. d) . haja contribuído diretamente para a morte do segurado. em conseqüência de: a) .Ato de imprudência. inclusive de terceiro. II . dentro de seus planos.

5 – Causas Verificadas. C .§1o Nos períodos destinados a refeição ou descanso. resultante de acidente de outra origem. Sexo. Excesso de autoconfiança. isto é. D . doenças. entre outros.Desconhecimento dos Riscos da Função e/ou Formas de Evitá-los: . facilitando a compreensão das suas causas e possibilitando assim a atuação e a implantação de medidas preventivas que protejam e impeçam a ocorrência de novos acidentes. De um modo restrito as causas dos acidentes do trabalho são classificadas como: I . E outros atos. §2o Não é considerado agravamento ou complicação de acidente do trabalho a lesão que.ATOS INSEGUROS: Os atos inseguros são geralmente definidos como causas de acidentes do trabalho que residem exclusivamente no fator humano. B . no local do trabalho ou durante este.Fatores Circunstanciais: o o Problemas familiares. * Causas: As causas dos atos inseguras por sua vez podem ser devidas: A .Inadaptação entre o Homem e a Função. Percepção. Discussão com colegas. abalos emocionais. entre outros. ou por ocasião da satisfação de outras necessidades fisiológicas. alcoolismo. o empregado é considerado no exercício do trabalho. aqueles que decorrem da execução de tarefas de forma contrária as normas de segurança. Análise das Causas e Classificação das Causas dos Acidentes do Trabalho: A Análise das Causas dos Acidentes do Trabalho consta de estudos que nos levam ao conhecimento de como e por que os acidentes ocorreram.Fatores Constitucionais: o Idade. se associe ou se superponha às conseqüências do anterior. Como por exemplo: o o o Falta de atenção. 5.

impostas pelos credores internacionais. dado os elevados índices de desemprego ainda existentes em nosso pais. como as ocorridas no Brasil na década de 90. da diminuição do poder de negociação dos Sindicatos. predatório e socialmente desestruturadas. como as que ocorreram com a Cia. por desconhecer os riscos a que está sujeito. não por sua própria escolha. piso defeituoso. 5. tivemos os casos de diversas privatizações realizadas no Brasil. . com raras exceções. Estas privatizações. executadas precariamente. entre outros. bem como. as quais foram bastante desvantajosas para o nosso país. Estas condições repercutiram negativamente em nossa economia. Muitos trabalhadores terceirizados inclusive acabam trabalhando de modo informal. em conseqüência de períodos de crises da política e economia mundial. Como por exemplo. os quais tinham antes condições de lutar e defender os direitos dos trabalhadores e atualmente encontramse enfraquecidos. Sem generalizar. Tais condições apresentam e como deficiências técnicas. Vale do Rio Doce. com as Concessionárias de Telefonia e de Energia Elétrica e de Gás Natural. podemos constatar que os índices de acidentes do trabalho são mais elevado aonde o trabalho foi terceirizado. estimulando o emprego de políticas econômicas não adequadas.CONDIÇÕES INSEGURAS: São aquelas condições que. causaram também o advento de políticas de terceirização da mão de obra. fiação elétrica exposta. Exemplo: Máquinas sem proteção. os quais não podem ser ignorados: Exemplo disto ocorreu no Brasil na década de 90: Conjunturas Econômicas bastante desfavoráveis. além causarem o desemprego em massa. presente no local de trabalho. Cabe aos técnicos e encarregados orientá-lo sobre as formas recomendadas e mais seguras de se realizar determinadas tarefas de risco envolvidas na função.É comum um operário praticar atos inseguros por não ter conhecimento adequado sobre a forma recomendada de executar a operação. devido à possibilidade de o mesmo acidentar. colocam em risco a integridade física e mental do trabalhador. II . A terceirização por sua vez quase sempre veio acompanhada pela perda dos direitos por parte dos trabalhadores. mas devido às necessidades e circunstâncias impostas por um mercado globalizado. competitivo. ou mesmo.6 – Demais causas desfavoráveis as quais não podem ser ignoradas: Além das causas primárias das ocorrências ligadas aos Acidentes do Trabalho como as acima colocadas podem identificar outros fatores que favoreceram a ocorrência e o incremento dos acidentes do trabalho.

além do seguro desemprego. severa. de melhorias e de modernização das instalações. na produção e na manutenção. acontece na maioria das vezes da CAT – Comunicado de Acidente do Trabalho não ser emitida. tida como o “supra-sumo” da economia mundial. contribuindo para a estagnação da economia. à política da “globalização” dos mercados. causando graves problemas sociais. como a falta de moradias. econômicas. na educação e na eliminação das causas dos Acidentes do Trabalho:  Despreparo educacional e profissional que atinge grande parte dos Trabalhadores. Estas condições inseguras por sua vez. a qual favorece sobretudo as potências economicamente mais fortes. por exemplo.Conforme acima referido as condições inseguras de trabalho são causadas na maioria das vezes por instalações irregulares e/ou obsoletas desrespeitando as recomendações ditadas pelas Normas Técnicas vigentes de instalações. ou seja. revelou-se agora em sua face oculta e mais cruel. educacional e da saúde ainda deficientes para as necessidades de nosso país. além do aumento dos índices de acidentes do trabalho. causado por conjunturas políticas. contínua. social. . em detrimento dos povos e economias das Nações emergentes e em desenvolvimento. a da competividade desigual. despreparo este. tomam medidas mais adequadas no caso da ocorrência do desemprego: Ocorrendo o desemprego os trabalhadores recebem. preventiva e efetiva por parte dos Órgãos Públicos e Privados e pelos Sindicatos e o conseqüente descaso e desrespeito às leis específicas relativas Segurança no Trabalho por parte de empresas sem estrutura e sem qualquer compromisso social. principalmente os de menor qualificação e renda. bem como. além da falta de infra-estrutura no país. da educação. desobedecendo as exigências das Normas Regulamentadora. também cursos de especialização e de atualização profissional que os habilitam e capacitam a voltar mais rapidamente ao mercado de trabalho. trabalhista. terceirização da mão de obra e desemprego em massa. a crise da saúde pública.Neste caso quando os acidentes ocorrem com dado a esta informalidade. além de procedimentos impróprios executados na operação. em grande parte são causadas pela falta de investimentos que permitam a execução de manutenção adequada. o que acaba distorcendo as estatísticas de acidentes de trabalho. Conseqüentemente. aumentaram também os índices da violência e da criminalidade no Brasil. Freqüentemente atua-se mais nas conseqüências do que na prevenção. Além disto. Isto tem levado ao agravamento do quadro econômico e social dos países em desenvolvimento. Alguns países desenvolvidos. como no caso do Brasil.  Condições Inseguras do Trabalho: .  Falta de uma fiscalização mais intensa. prejudicando muito os trabalhadores.

Morosidade da Justiça no que se refere à apuração, julgamento, e punição dos responsáveis pelos acidentes do trabalho ocorridos, bem como, a indenização de direito a ser recebida pelos trabalhadores e suas famílias, situações estas que, para não prejudicar o trabalhador, não deveriam tardar para serem resolvidas.

5.7 – Normas e Princípios Básicos da Segurança do Trabalho: No Brasil os princípios básicos da Segurança do Trabalho são ditados e orientados pelas Normas Regulamentadora – NR. A partir das NR podemos e devemos nos guiar, verificando as diversas situações de riscos que ocorrem nas instalações de uma empresa. As Normas Regulamentadora – NR por sua vez apóiam-se e se relacionam com as Normas Técnicas oficiais, estabelecidas pelos órgãos competentes, como as da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas e das demais Normas Técnicas existentes no mundo, tais como a ISO, a ASTM, a API, a ASME, a DIN, a BS a NF e todas as demais. No que tange a Eletricidade, a Norma Regulamentadora a ser seguida é a NR – 10 – Instalações e Serviços em Eletricidade, a qual deve ser complementada pelas diversas Normas Técnicas específicas para a Eletricidade, tais como:
o o o o

NBR 5410 - Instalações de baixa tensão; NBR 14039:03 - Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV; NBR 5414 / Instalações Elétricas de Alta Tensão; E demais normas.

É muito importante também que sejam seguidas às recomendações técnicas relativas a Segurança da Instalação e a Segurança do Trabalhador encontradas nos livros técnicos que regem o assunto, nos manuais técnicos das instalações e de seus componentes, nos treinamentos específicos, entre outras. A experiência acumulada das pessoas, das firmas que trabalham com seriedade e competência e das técnicas utilizadas em Concessionárias de Serviço Público é de suma importância também. Outro meio atual e de extrema valia que deve ser sempre levado em conta são as informações disponíveis em Páginas e Endereços da INTERNET dedicados a Segurança e Saúde no Trabalho. Para obtê-las devemos acessar principalmente os “Sites” das Universidades, das Entidades Governamentais e não Governamentais e de Empresas comprometidas com a SEGURANÇA, HIGIENE e MEDICINA do TRABALHO. 5. 8 – Principais Conceitos e Objetivos em Higiene e Segurança do Trabalho: SAÚDE OCUPACIONAL - SO:

* Funções Básicas: Essencialmente, a vida do Homem transcorre, na sua maior parte, em dois tipos de ambientes:
o o

O ambiente ocupacional ou local de trabalho; O ambiente de sua comunidade.

Cada um destes ambientes possui suas características próprias e atua sobre o organismo humano, o qual procura adaptar-se às forças, aos agentes e às tensões. Este processo de adaptação é muito lento e limitado, diante das rápidas e constantes mudanças do meio físico e do sistema de vida, o que acaba por provocar o aparecimento das doenças. Os ambientes ocupacionais, onde o trabalhador permanece, praticamente 1/3 de cada um de seus dias, têm sido sempre considerados como potencialmente mais nocivos à saúde, do que o ambiente da comunidade. O ambiente industrial, por exemplo, é na maioria das vezes bastante artificial. Nele são operadas máquinas perigosas; estão presentes agentes químicos potencialmente tóxicos; podendo haver excesso de ruído; temperaturas elevadas e fontes de radiação, etc. e em muitas ocasiões estas exposições atingem também a comunidade, através da poluição da água, do ar e do solo; criando graves problemas de saúde pública. Por elementar direito de sua condição humana, tal como foi reconhecido pela ONU (Organização das Nações Unidas), o governo de cada país têm o dever de zelar pela saúde dos seus trabalhadores. A responsabilidade pela vida e saúde de um trabalhador deve recair sobre o trinômio ESTADO – EMPRESA – TRABALHADOR, seja porque o estado terá gastado para a recuperação do indivíduo (quando possível) ou para a sua manutenção ou de seus dependentes, quando da morte ou invalidez, seja porque a empresa perde seu investimento em qualificação e material ou porque o próprio trabalhador incapacitado terá seu futuro (e de seus dependentes) muitas vezes comprometido. * Conceitos:

SAÚDE OCUPACIONAL - SO:

Conforme a OIT – Organização Internacional do Trabalho e a OMS – Organização Mundial da Saúde, a Saúde Ocupacional é o ramo da saúde que tem por objetivos:
 

A Promoção e Manutenção no mais alto grau do bem-estar físico, mental e social dos trabalhadores em todas suas ocupações; A Prevenção, entre os trabalhadores, das doenças ocupacionais causadas pelas condições inadequadas e inseguras do trabalho;

 

A Proteção dos trabalhadores em seu labor, dos riscos resultantes de fatores adversos à saúde; A Colocação e Conservação dos trabalhadores em ambientes ocupacionais adaptados a suas aptidões fisiológicas e psicológicas;

* Em resumo:

A Adaptação do Trabalho ao Homem e de cada Homem ao seu próprio Trabalho.

MEDICINA OCUPACIONAL: É o campo da Medicina relacionado com:

 

A avaliação, manutenção, recuperação e melhoria da saúde do trabalhador, através da aplicação de princípios da Medicina Preventiva, da Medicina de Emergência, da Reabilitação e Medicina do Ambiente; A promoção de uma produtiva e satisfatória interação do trabalhador com seu trabalho, através de aplicação de princípios do comportamento humano; A ativa apreciação das necessidades e responsabilidades sociais, econômicas e administrativas do trabalhador e da Comunidade trabalhadora.

HIGIENE INDUSTRIAL (Segundo a “American Industrial Hygiene Association”): “É a ciência e a arte devotadas ao reconhecimento, avaliação e controle daqueles fatores ou condicionantes ambientais, provenientes do ambiente de trabalho, que podem causar doenças, danos à saúde e ao bem-estar, ou desconforto significativo e ineficiência entre trabalhadores ou entres os habitantes da Comunidade". SEGURANÇA OCUPACIONAL (Segundo o “National Safety Council”): “A Segurança Ocupacional visa à Prevenção dos Acidentes". FUNÇÕES BÁSICAS DA SAÚDE OCUPACIONAL: * Em Higiene do Trabalho: 1 - Adoção das características físicas dos ambientes no que se refere à iluminação, ventilação, conforto térmico e conforto acústico, radiação, entre outras. 2 - Adoção de normas higiênicas sobre os poluentes do ambiente atmosférico, encontrados na empresa. 3 - Estabelecimento das características toxicológicas de todos os materiais, produtos químicos, subprodutos e resíduos da empresa, assinalando a classe de proteção necessária que deve ser utilizada.

Programa de treinamento dos trabalhadores em primeiros socorros. 4 .Estabelecimento de sistemas ou métodos de controle para eliminar ou minimizar as condições perigosas conhecidas. 5 . 7 . 7 .Estabelecimento das medidas para realizar a administração e manutenção dos equipamentos de proteção individual (EPI). 9 . 3 . . ampliação e modificação das facilidades sanitárias em uso pelos trabalhadores. adotando um tipo de relatório dos acidentes que ocorrem. do ar e do solo da comunidade.Participação nas Comissões Internas de Prevenção de Acidentes (CIPA). 8 . para evitar a repetição.Estudo das condições da empresa. discussão e informação dos acidentes ocorridos.4 . 8 .Estabelecimento da relação que poderia haver entre o ambiente de trabalho e seus efeitos sobre a saúde do trabalhador.Determinação quantitativa e qualitativa dos poluentes e outros agentes de doenças profissionais. 5 .Estabelecimento dos programas de sinalização. 10 . 2 . e de cada processo ou operação que apresentem risco para a saúde dos trabalhadores.Estudo permanente das condições de trabalho que oferecem maior risco de acidentes.Manutenção de um registro de acidentes com as estatísticas atualizadas. para decidir de que forma devem corrigir. 6 .Estabelecimento das medidas que concorrem a uma melhor manutenção.Estabelecimento de um programa preventivo e de controle no caso de incêndio. 9 .Estabelecimento e manutenção dos sistemas de controle para evitar a poluição das águas.Estabelecimento de um sistema de inspeção para a execução das recomendações.Investigação. 6 .Programação educativa para criação de uma consciência de segurança entre os trabalhadores.Estabelecimento de medidas que conduzam a uma periódica avaliação da efetividade dos métodos de controle utilizados. dinâmica de cores e manutenção (Ordem e Limpeza). 11 . * Em Segurança do Trabalho: 1 . calculando os respectivos índices de freqüência e gravidade.

4 . 10 . através de literatura. Editora Atlas.Supervisão das facilidades de primeiros socorros e normas para o ensinamento dos mesmos. Além disto.Manipulação dos casos de compensação segundo a lei.Participação no programa de educação sanitária. etc sobre segurança.Programas de imunização. pgs. Ergonomia deriva da língua Grega “Ergos” significando Trabalho e “Nomos” significando Leis. portanto Ergonomia o Estudo das Leis que regem o Trabalho.10 . 2001. 8 . . Antonio Nunes Barbosa Filho. 9 – Ergonomia: Este tema é tratado pela Norma Regulamentadora NR-17. além disso. temos colocado os principais conceitos envolvidos neste termo.Exames Médicos Ocupacionais. Conhecimentos Técnicos.Seleção e colocação dos trabalhadores de acordo com suas aptidões físicas e emocionais. 6 . painéis.Aconselhamentos à gerência da empresa em todo assunto relacionando com a saúde dos trabalhadores. 5. 7 . 36 até 41 do livro: Segurança do Trabalho & Gestão Ambiental. 9 . avisos.Diagnóstico e tratamento de casos de acidentes ocupacionais e não ocupacionais.Participação das comissões internas de prevenção de acidentes. estabelecendo. 5 . cartazes. premiando as idéias práticas. e adequados às exigências legais. Etimologicamente. se houver recorrência de violação a determinada norma. 3 . 11 . 12 .Divulgação. no Capítulo 2. 2 .Manutenção e estudos das estatísticas de absenteísmo e outras. e alimentação. * Em Medicina do Trabalho: 1 . e castigos.Estímulos aos trabalhadores para a apresentação de sugestões para melhoramento da segurança. referenciado em nossa Bibliografia. um programa de prêmios de incentivo por recordes de segurança. sendo.Participação nas comissões internas de prevenção de acidentes (CIPA). 13 -Estabelecimento de regulamentos de segurança de acordo com o tipo de industria.

é muito comum o uso de abreviaturas e siglas.961 ainda nos EUA foi criada ainda a “International Ergonomics Association .10 – Termos Técnicos Específicos.970.br/near). Em 1.Acidente do Trabalho.A Norma BS 8800. bi-anualmente realiza Encontros para promoção da Ergonomia em todo Brasil. com uma perspectiva de aplicação. Entidades. é uma norma de origem inglesa (“British Standards”). Também no Brasil em 1. no qual foi definido o objeto da mesma como sendo o seguinte: “Elaborar. .Área de Proteção Ambiental. com a contribuição das diversas disciplinas científicas que a compõem. AT: .949 na Inglaterra foi criada uma entidade pioneira nesta área denominada “Ergonomics Research Society” com o propósito de estudar o relacionamento entre o Homem e seu Trabalho. um corpo de conhecimentos que. entidade congregando profissionais interessados na temática.4. Siglas e Abreviaturas Utilizadas na Segurança Do Trabalho: Em Segurança do Trabalho. como algumas das principais abaixo colocadas:     ASO: . Em 1. Trata-se de uma norma direcionada para os Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho . a qual. Em 1.ufpe. BS 8800: . 5.957 nos EUA foi criada a “Human Factors Society”.Atestado de Saúde Ocupacional (Ver NR – 7. item 7. em Estrasburgo. além de diversos termos técnicos específicos.000 tem para a área de Gestão Ambiental. Para a área de saúde e segurança do trabalho esta norma tem a mesma importância que as Normas ISO 9. realizou-se o I Congresso Internacional de Ergonomia. a solução dos problemas resultantes dessa relação.Conforme o livro supracitado.IEA”. que originalmente era numerada como BS 8750.998 foi lançado o Núcleo de Ergonomia Aplicada do Recife (NEAR) cujo site na Internet é encontrado no endereço (www. este termo foi utilizado pela primeira vez em 1. APA: .857 na publicação intitulada “Ensaios de Ergonomia” escrito por Woitej Yastembowky. deve desembocar em uma melhor adaptação ao homem dos meios tecnológicos de produção e dos ambientes de trabalho”. de nacionalidade Polonesa. na Áustria.000 tem para a área de Qualidade Total e ISO 14.983 foi criada a Associação Brasileira de Ergonomia – ABERGO.4 ). No Brasil em 1. sendo considerada o que há de mais atual em todo o mundo para a implantação de sistemas eficazes de gerenciamento das questões relacionadas à prevenção de acidentes e doenças ocupacionais. Em 1. bem como.SST.

(Ver NR – 6.16.Classificação Nacional de Atividades Econômicas cf.8.Certificado de Aprovação de Equipamentos de Proteção Individual (Secretaria de Inspeção do trabalho) . deverão providenciar a organização em seus estabelecimentos de comissões internas. que tem por objeto a prevenção de acidentes industriais maiores que envolvam substâncias perigosas e a limitação das conseqüências desses acidentes. apresentar sugestões quanto à orientação e fiscalização das medidas de proteção ao trabalhador. CAT: .Certificado de Aprovação de Instalação cf.085 de 15 de janeiro de 2002: Refere-se à Prevenção de Acidentes Industriais Maiores de acordo com aConvenção da Organização Internacional do Trabalho. n. provocando danos. item 6. Cerests .1 e 2). resultante da materialização de um risco. todavia aos casos de: A) Instalações nucleares e usinas que processem substâncias radioativas. item 5. C) Transporte fora da instalação distinto do transporte por tubulações. Observação: . conf. . não se aplicando. artigo 82). NR-2.O CAT deve ser emitido e encaminhado no prazo de 1 (um) dia útil. CIPA. Nota: O Brasil ratificou a OIT nº 174 em 02 de agosto de 2001.   CA: .   CNAE . com o fim de estimular o interesse pelas questões de prevenção de acidentes. Os empregadores. propor a instituição de concursos e prêmios e tomar outras providências para a educar o empregado na prática de prevenir acidentes.Comunicado de Acidente do Trabalho. Convenção nº 174 da OIT complementada pela Recomendação nº 181. com representantes dos empregados. à exceção dos setores dessas instalações nos quais se manipulam substâncias não radioativas.036. editada em 1993. NR 4 e 5. B) Instalações militares. CAI: .Centros de Referência em Saúde do Trabalhador. A Convenção aplica-se a instalações sujeitas a riscos de acidentes maiores ou ampliadas.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes: . realizar palestras instrutivas. Decreto nº 4. Causa – É a origem de caráter humano ou material relacionado com o evento catastrófico (acidente ou falha). cujo número de empregados seja superior a 100.     Ver NR – 5.(Ver NR – 5 ): A CIPA originou-se de uma recomendação da OIT (Organização Internacional do Trabalho) em 1921 e transformando-se em determinação legal no Brasil em 1944 (Decreto-Lei nº 7.

ele.  E.   CONTRU: . O efeito é maior que o efeito aditivo. estaria morto. material.Declaração de Instalações cf.  DANOS (“DAMAGE”) – É a gravidade (severidade) da perda humana. a diferença reside na gravidade do dano que poderia ocorrer com a queda. é o efeito que ocorre quando um agente tóxico tem seu efeito aumentado por agir simultaneamente com um agente não tóxico.I. Óculos de segurança. detectores de tensão. . entre outros. caso o controle sobre um risco seja perdido.  E.P.Coordenador de Saúde do Trabalho (Órgão do Ministério da Saúde) DANO: Lesão Física e/ou prejuízo que provoca prejuízo à saúde. DORT: . por exemplo. é o efeito quantitativamente maior que a soma dos efeitos produzidos individualmente de dois ou mais agentes tóxicos.Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho. uma fratura na perna. que pode resultar.    DI . é o efeito quantitativamente igual a soma dos efeitos produzidos individualmente de dois ou mais agentes tóxicos.Departamento de Controle de Uso de Imóveis. São exemplos de EPC: Chuveiros de Emergências. O risco (possibilidade) e o perigo (exposição) de queda são os mesmos.  Efeito de Potenciação: De acordo com a NBR 14725. com certeza. e sofrer um dano físico. São alguns exemplos de EPI: Capacete.Equipamento de Proteção Individual: (Ver NR – 6).  Efeito Toxicologicamente Sinérgico: De acordo com a NBR 14725:2001. (Ver NR – 2).Equipamento de Proteção Coletiva. ambiental ou financeira. varas de manobra. . .C. Efeito Aditivo: De acordo com a NBR 14725. Entretanto. Se a viga estivesse a 90 m de altura. ao meio ambiente ou à propriedade.P. Um operário desprotegido pode cair de uma viga a 3 m de altura. COSAT: .

Ergonomia: (Ver NR – 17). portanto Ergonomia o Estudo das Leis que regem o Trabalho.. Etimologicamente Ergonomia deriva da língua Grega “Ergos” significando Trabalho e “Nomos” significando Leis. à Segurança.Artigo 22. conhecimento básico sobre os produtos químicos. contra choque elétrico. Em alguns países a mesma é denominada de “Material Safety Data Sheet” – MSDS. derramamento.. Protetores auriculares. estimando as taxas de falha..).. etc.  FISPQ – Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos: De acordo com a NBR 14725. . esta ficha fornece informações sobre vários aspectos desses produtos químicos (substâncias ou preparados) quanto à proteção. Seção VI (Da Documentação) . Mascaras contra gases. A FISPQ fornece. determinar os efeitos recorrentes e estabelecer mudanças para aumentar sua confiabilidade operacional de modo adequado e seguro. para esses aspectos. Cintos de Segurança. Aventais (PVC. envolvimento de pessoas. Botas e /ou sapatos de segurança com biqueira de aço. látex.Luvas (de raspa.044 de 18 de maio de 1988. hexanol. Entre outros. "Fail Mode & Effect Analysis" ou AMFE (Análise de Modos de Falhas e Efeitos) e deve ser aplicada para sistemas ou falhas simples. e deve ser confeccionada de acordo com as NBR-7503/7504 e 8285. Máscaras protetoras (Combitox). Esta técnica permite analisar como podem ocorrer as falhas de um equipamento ou sistema. entre outros.Sinistro ou risco iminente que requeira ação imediata. sendo. entre outros. recomendações sobre medidas de proteção e ações em situação de emergência.  FMEA: é uma abreviação do nome inglês.). Capítulo II.   Emergência: . vaqueta.  FICHA DE EMERGÊNCIA: Esta ficha informa sobre as características físico-químicas básicas do produto químico e/ou resíduo e as providências que devem ser tomadas em caso de acidente. à saúde e ao meio ambiente. A mesma deve sempre acompanhar o transporte de produtos químicos conforme Decreto Lei 96.

Os principais objetivos são identificar todos os desvios operacionais possíveis do processo e também identificar todos os perigos e/ou riscos associados a esses desvios operacionais. (Ver pgs.         NIOSH . doenças e mortes relacionadas ao trabalho.Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalhado. Das Atribuições. 60 e 575 do livro Segurança e Medicina do Trabalho da Editora Atlas).National Institute for Occupational Safety and Health at Work (EUA).oitbrasil. FUNDACENTRO: . está vinculada ao “U. além de promover o desenvolvimento das operações de Seguros no País. Foi criada em 1971. Esta técnica é utilizada quando precisamos estudar as possíveis maneiras de ocorrências de perigos e problemas operacionais através da utilização de grupos de trabalho. Department of Labor” e tem sua sede em Washington. O Mapa de Risco quando bem executado é um instrumento da maior valia.gov.Organização Internacional do Trabalho (http://www. A OSHA dedica-se a prevenir acidentes.Foi criado em 1939. NR: . A. o item 5.214 de 08. de forma direta ou por intermédio de companhias estrangeiras que operavam no Brasil.Organização Mundial da Saúde. uma sociedade de economia mista.org.http://www. bem como.fundacentro. S. Nasceu assim o IRB. para a retenção de maior volume de negócios em nossa economia. OSHA – “Occupational Safety and Health Administration”: .  HAZOP: é uma abreviação do nome inglês. Convenção OIT 174 e Decreto 4085 de 15 de janeiro de 2002 o qual Promulga a Convenção no 174 da OIT e a Recomendação no 181 sobre a Prevenção de Acidentes Industriais Maiores.    LT CAT .org. pela Portaria Número 25 de 29/12/1994. da Indústria e do Comércio. DC. "Hazard and Operability Study".).Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho ( Ver Portaria Nº 3.Instituto de Resseguros do Brasil: . LER: . a atividade de resseguro no País era feita Quase totalmente no Exterior.br/ Fundação Jorge Duprat de Segurança e Medicina do Trabalho. graças ao então presidente Getúlio Vargas. com o objetivo de regular o cosseguro.br/). Naquela época.br/). . jurisdicionada ao Ministério do Trabalho. A necessidade de favorecer o aumento da capacidade seguradora das sociedades nacionais.S. OMS: .1978). tornava urgente a organização de uma entidade nacional de resseguro. – Associação Nacional de Proteção a Incêndios sediada nos U.07. NFPA – “National Fire Protection Association” ((http://www. Mapa de Riscos: Documento explicitado na NR – 5. conf.Lesão por Esforços Repetitivos.nfpa.  IRB: .16. OIT: . o resseguro e a retrocessão.Organização Americana de Segurança e Saúde do Trabalho.

ou redução da capacidade de produção.na cor laranja onde são alocados os números de identificação de risco (4 campos na cor preta) na parte superior e o número da ONU (Organização das Nações Unidas) na parte inferior com 4 algarismos na cor preta.  OSHAS 18001 – “Occupational Safety and Health Assessment Series”: .   Risco: . persistem as possibilidades de efeitos adversos. PAINEL DE SEGURANÇA: São placas retangulares (dimensões: 30 cm de altura x 40 cm de comprimento). PPRA: (Ver NR – 9). PPS: . Risco (“Hazard”): Uma ou mais condições de uma variável com o potencial necessário para causar danos.Perda Auditiva Induzida pelo Ruído. Risco (“Risk”) – Expressa uma probabilidade de possíveis danos dentro de um período específico de tempo ou número de ciclos operacionais.Programa de Prevenção Oftalmológico-Ocupacional. é uma mistura ou solução composta de duas ou mais substâncias. Preparado: .De acordo com a NBR 14725. .Programa de Prevenção à AIDS.Expressa uma exposição relativa a um risco. perda de material em processo. danos ao meio ambiente.Programa de Prevenção do “Stress”. Programa das Condições de Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção Civil. PPAL: .  PCMSO: (Ver NR – 7).Programa de Conservação Auditiva. Plano de Controle Médico e Saúde Ocupacional. PPR: . PCA: . que favorece a sua materialização em danos. RENAST – Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (órgão do Ministério da Saúde).    PAIR: . RAO: .Possibilidade de perda material ou humana. PPD: .Programa de Prevenção às Drogas. danos a equipamentos e instalações.Relatório de Impacto Ambiental. Havendo um risco. RIMA:.Programa de Prevenção ao Alcoolismo. PPAI: .Plano de Prevenção de Riscos Ambientais.              Perigo (“Danger”) .“Norma” publicada pela BSI – British Standards Institution que entrou em vigor em 15/04/1999 com a finalidade da certificação de Sistemas de Gestão da SST.Programa de Proteção Respiratória. Líquido Inflamável que em contato com a água libera gases inflamáveis Metildiclorossilano. Esses danos podem ser entendidos como lesões as pessoas. POO: .Registro e Análise de Ocorrências. PCMAT: (Ver NR – 18).

conjuntamente com o respectivo painel de segurança. as entidades de previdência privada aberta e os corretores habilitados.Qualquer evento ou fato negativo com potencial para provocar danos. Perdas: -É o prejuízo sofrido por uma organização. um compromisso acerca de uma relativa proteção de exposição a riscos.CNSP. referentes à natureza. no lado externo do caminhão.Ocorrência de prejuízo ou dano. sem garantia de ressarcimento por Seguro ou outros meios. o IRB Brasil Resseguros S. o CNSP teve sua composição alterada.É o prejuízo sofrido por uma organização. Semana Interna de Prevenção de Acidentes no Trabalho.    SEST: . que também instituiu o Sistema Nacional de Seguros Privados. Chance de perda que uma empresa pode sofrer por causa de um acidente ou série de acidentes. Segurança é. RÓTULOS DE RISCO:  Estes são etiquetas. . previdência privada aberta. as sociedades autorizadas a operar em seguros privados e capitalização. Uma das atribuições da CIPA é promovê-la anualmente.01.  SESMT:(Ver NR – 4 e 27). SIPAT: (Ver NR – 5). SUS–Sistema Único de Saúde.          SIT: . manuseio ou identificação do produto. Entretanto. Incidente: . – IRB Brasil Re.A. Segurança: -É freqüentemente definida como isenção de riscos. É o antônimo de perigo. SUSEP: A SUSEP é o órgão responsável pelo controle e fiscalização dos mercados de seguro. SSO – Segurança e Saúde Ocupacional. sem garantia de ressarcimento por Seguro ou outros meios. portanto. capitalização e resseguro. Com a edição da Medida Provisória nº 1940-17. na forma de losango. de 06.  Incerteza quanta à ocorrência de um determinado evento. em algum bem. é praticamente impossível a eliminação completa de todos os riscos. que estampam os símbolos e/ou expressões emolduradas.2000.Secretaria de Inspeção do Trabalho. causado por incêndio ou acidente. de 21 de novembro de 1966.Serviço Especializado em Segurança e Saúde no Trabalho Coletivo. Devem ser afixados em local de fácil visualização. Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho. do qual fazem parte o Conselho Nacional de Seguros Privados . É também chamado de quase-acidente. Autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda foi criada pelo Decreto-lei nº 73. Sinistro: . SST – Segurança e Saúde no Trabalho. Sinistro: . em conjunto com o SESMT(Serviços Especializados em Segurança e Medicina do Trabalho).

Seção I . Normas Regulamentadora – NR.O.23.Situação Atual em termos das Leis. Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art.159. Prevenção e Combate a Incêndios (NR 23 ). Treinamento de pessoal. EPC –Equipamentos de Proteção Coletiva.3 na pg. SST – Segurança e Saúde no Trabalho. Gestão de Emergências. Observação: . Normas Técnicas nacionais e internacionais. 1º O Capítulo V do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho . Inspeções de Segurança. Segurança em Instalações Elétricas (NR 10).452.U. EPI – Equipamentos de Proteção Individual (NR 6). Demais assuntos. Campanhas de Segurança. Gestão de Riscos. O texto integral deve ser pesquisado. PORTARIAS E NORMAS: (Ver item 3. 7 . Primeiros Socorros.Da Inspeção Prévia e do Embargo ou Interdição. PCMSO – Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional (NR 7}. Lei nº 6. relativo à Segurança e Medicina do trabalho e dá outras providências. . 160 e 161. Seção II . Cálculos relativos a Taxa Freqüência – T F e da Taxa de Gravidade T G. CIPA (NR 5). Investigações dos Acidentes do Trabalho. Auditoria.Disposições Gerais.Resumidamente transcreveremos aqui somente os títulos e subtítulos. de 1 0 de maio de 1943. PPRA – Programas de Prevenção de Riscos Ambientais (NR 9). segue abaixo uma breve verificação relativa a Segurança do Trabalho: Acidente do Trabalho. Normas.DA SEGURANÇA E DA MEDICINA DO TRABALHO. passa a vigorar com a seguinte redação (simplificada): Capítulo V .(D.LEIS.1977): . Riscos Ambientais e Profissionais. Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho – SESMT (NR 4). 7 .12. aprovada pelo Decreto-lei nº 5.CLT. 154 até art.6 – Procedimentos principais utilizados na Segurança do Trabalho – Breve verificação: A título de exemplo. Causas dos Acidentes do Trabalho. . de 22 de janeiro de 1977 .514. Art. O Presidente da república. Técnicas de Análise de Riscos de Acidente do Trabalho. Portarias e Regulamentações).Esta lei altera o Capítulo V do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho .CLT. Art.

Das Instalações Elétricas: Art.Seção III . 175. Seção V . distribuição ou consumo de energia. 166 e 167.Da Iluminação.162 até art. 181 .Das Máquinas e Equipamentos. Seção VII . 179 . Seção IX . Armazenagem e Manuseio de Materiais. 165. Art.Das Caldeiras. Art.Dos Órgãos de Segurança e da Medicina do trabalho nas empresas.O Ministério do Trabalho disporá sobre as condições de segurança e as medidas especiais a serem observadas relativamente às instalações elétricas.Os que trabalharem em serviços de eletricidade ou instalações elétricas devem estar familiarizados com os métodos de socorro a acidentados por choque elétrico. Seção IV . Fornos e recipientes sob Pressão. em qualquer das fases de produção.Somente profissional qualificado poderá instalar. 182 e art.Do Equipamento de Proteção Individual. Seção XII . Art.Da Movimentação. 168 e 169.Do Conforto Térmico. Art. Art. 186. Seção XI . Art. Art. Seção X . inspecionar ou reparar instalações elétricas. 170 até art. 178. 180 . 174. 176 até art.Das Edificações. . 184 até art. Seção VI . 183. Art. Art. Seção VIII . Art. operar.Das Medidas Preventivas de Medicina do Trabalho. transmissão.

Art. 189 até art.Da Prevenção da fadiga. Seção XVI . Seção XIII .Editora Atlas S.1978: .Das Penalidades. 187 e art.NORMAS REGULAMENTADORAS – N R´s aprovadas pela Portaria nº 3. 199. . .Vejam os textos completos nas páginas em anexo ou nas páginas 11 até 19 do livro Segurança e Medicina do Trabalho – São Paulo . Art. . 8 .06.1 – Transcrição da Portaria nº 3. 5. de 08 de junho de 1978 e informações complementares: As Normas Regulamentadora – NR são fundamentais e obrigatórias para o exercício da Higiene e Segurança do Trabalho.06. Ernesto Geisel Observação: . 201 e art. 8. 188. Seção XIV .Das Atividades Insalubres ou Perigosas.1978 a qual regulamenta as Normas Regulamentadora – NR: Ministério do Trabalho – Gabinete do Ministro Portaria nº 3. 2 até art. 200. .Das Outras Medidas Especiais de Proteção.Art. 198 e art.2003 ou em demais obras já publicadas. As Normas Regulamentadora – NR complementadas com a aplicação das Normas Técnicas correspondentes servem para nortear as principais ações preventivas e de fiscalização indicadas nos assuntos da Higiene e Segurança do Trabalho nas Empresas. 197.214. A.214 de 8 . Art. Art.214 de 08. Seção XV .

12.do Capítulo V. no uso de suas atribuições legais. de 22 de dezembro de 1977. NR – 11 / Transporte. NR – 5 / Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA. NR – 25 / Resíduos Industriais. relativas à Segurança e Medicina do Trabalho. NR – 3 / Embargo e interdição.do Capítulo V. NR – 6 / Equipamento de Proteção Individual – EPI. . Título II. NR – 16/ Atividades e Operações Perigosas. NR – 14 / Fornos. NR – 12 / Máquinas e Equipamentos. NR – 13 / Caldeiras e Vasos de Pressão. Movimentação.SESMT. O MINISTRO DO ESTADO. NR – 21 / Trabalho a Céu Aberto. NR – 15 / Atividades e Operações Insalubres. NR – 19 / Explosivos. NR – 23 / Proteção contra Incêndios. nº 53 de 17. com redação dada pela Lei n 0 6. NR – 28 / Fiscalização e Penalidades.Aprova as Normas Regulamentadora – NR . considerando o disposto no artigo 200. NR – 27 / Registro Profissional do Técnico de Segurança do Trabalho no Ministério do Trabalho.NR . relativas à Segurança e Medicina do Trabalho: Normas regulamentadora:                              NR – 1 / Disposições gerais. NR – 29 / Segurança e Saúde no Trabalho Portuário (Elaborada posteriormente conf. Título II. NR – 24 / Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho. NR – 2 / Inspeção prévia. RESOLVE: Art. NR – 26/ Sinalização de Segurança. NR – 8 / Edificações. NR – 20 / Líquidos Combustíveis e Inflamáveis.514 . NR – 4 / Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho . Armazenagem e Manuseio de Materiais. NR – 17 / Ergonomia. 1º Aprovar as Normas Regulamentadora . da Consolidação das Leis do Trabalho. da Consolidação das Leis do Trabalho. NR – 10 / Instalações e Serviços de Eletricidade.1997). NR – 18 / Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção. NR – 7 / Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional. da Consolidação das Leis do Trabalho. NR – 9 / Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. Port. NR – 22 / Trabalho Subterrâneos.

às Normas Técnicas Internacionais. . também. 4º Revigorado pela Portaria nº 3.5. Art.2 – Resumo das Normas Regulamentadora . . Posteriormente algumas das principais NR serão estudadas mais detalhadamente. controlar e supervisionar todas as atividades inerentes.144 de 2. de uma forma introdutória. Observações:     Outro ponto a salientar é de que estas normas são revisadas periodicamente. 4º As dúvidas suscitadas e os casos omissos serão decididos pela Secretaria de Segurança e Medicina do Trabalho. . .1989. Determina. deverão ser cumpridas por todas as empresas privadas e públicas. 5º Esta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação. Art.5. de 2. NR – 1 .144. . 2º Revigorado pela Portaria nº 3. Observação: . Arnaldo Prieto. . serão baixadas pela Secretaria de Segurança e Medicina do Trabalho. . obrigatoriamente.Art. As Normas Regulamentadora – NR em seus textos fazem sempre referência às Normas Técnicas da ABNT vigentes.NR e informações complementares: A seguir. ou na possível falta destas. Nestas ocasiões as mesmas são colocadas para consulta pública antes de serem recolocadas. colocamos um resumo geral das NR.1989.Disposições Gerais: Determina que as Normas Regulamentadora. decorrentes da experiência e necessidade. Deste fato concluímos que ao utiliza-las e emprega-las necessitamos sempre de dispor também das Normas Técnicas correspondentes. que o Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho – DSST é o órgão competente para coordenar. 3º Ficam revogadas as Portarias MTIC. Art. . principalmente aquelas de aplicação mais generalizada. 2º As alterações posteriores.Nos anos seguintes de 1978 em diante as Normas Regulamentadora foram sendo ampliadas. desde que possuam empregados celetistas. Art. orientar. modificadas e complementadas com o acréscimo de novas NR conforme abaixo colocado: 8. Art. . relativas à Segurança e Medicina do Trabalho. A fiscalização dos estabelecimentos pelos órgãos competentes é feita com base nas Normas Regulamentadora – NR.

que emitirá o CAI . dependendo do grau de risco da empresa e do número mínimo de 20 empregados. NR – 2 . e/ou exigir providências a serem adotadas para prevenção de acidentes do trabalho e doenças profissionais. todos empregados da empresa. um Médico do Trabalho. Enfermeiro do Trabalho. são obrigadas a constituir a CIPA e a manter em regular funcionamento. Técnico de Segurança do Trabalho. esta Norma está sendo revista pela Comissão Tripartite Paritária Permanente. sociedades de economia mista.Sistema Integrado de Prevenção de Riscos do Trabalho. setor de serviços se os mesmos demonstrarem grave e iminente risco para o trabalhador. NR – 5 . mesmo com um empregado. públicas. ser obrigado a participar do programa. A nova NR4 . NR – 4 . determina as responsabilidades do empregador e a responsabilidade dos empregados. mediante laudo técnico. o SEST próprio.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA: Todas empresas privadas. Atualmente.Certificado de Aprovação de Instalações.Embargo ou Interdição: A DRT poderá interditar/embargar o estabelecimento. de 6 de abril de 2000.CNAE (Ver Quadro I) e do número total de empregados do estabelecimento (Ver Quadro II). os empregados receberão os salários como se estivessem trabalhando.Dá competência às DRT regionais. pela Portaria n º 10.Inspeção Prévia: Determina que todo estabelecimento novo deverá solicitar aprovação de suas instalações ao órgão regional do Ministério do Trabalho e Emprego. Dependendo desses elementos o SESMT deverá ser composto por um Engenheiro de Segurança do Trabalho. Auxiliar de Enfermagem do Trabalho. instituições beneficentes. As novas determinações referem-se aos serviços terceirizados. cooperativas. NR – 2 . por meio de modelo pré-estabelecido. clubes. . desde que possuam empregados celetistas. Caso haja interdição ou embargo em um determinado setor.Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho – SESMT: A implantação do SESMT depende da gradação do risco da atividade principal da empresa conforme os dados da Classificação Nacional de Atividades Econômicas . as máquinas. o SEST coletivo e a obrigatoriedade de todo estabelecimento.

b) ocorrer acidente do trabalho grave ou fatal. . independentemente de filiação sindical. titulares e suplentes serão por eles designados.CNAE. b)Elaborar plano de trabalho que possibilite a ação preventiva na solução de problemas de segurança e saúde no trabalho. Os representantes dos empregados titulares e suplentes serão eleitos em escrutínio secreto. anexados a NR –5. de acordo com o dimensionamento previsto no Quadro I da NR – 5 . O dimensionamento da CIPA é feito conforme o Quadro I – Dimensionamento da CIPA. A CIPA será composta de representantes da empregador e representantes dos empregados. bem como da avaliação das prioridades de ação nos locais de trabalho. c) houver solicitação expressa de uma das representações.Os trabalhos desenvolvidos pela CIPA são da maior importância para a segurança dos trabalhadores. com correspondente agrupamento para dimensionamento da CIPA. onde houver. ressalvadas as alterações disciplinadas em atos normativos para setores econômicos específicos. de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador. c) Participar da implementação e do controle da qualidade das medidas de prevenção necessárias. com mandato de um ano e direito a uma reeleição e mais um ano de estabilidade. As principais atribuições da CIPA serão as seguintes: a) Identificar os riscos do processo de trabalho. de acordo com o calendário preestabelecido. exclusivamente os empregados interessados. e do Quadro III – Relação da Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE. além da utilização do Quadro II – Agrupamento de setores econômicos pela Classificação Nacional de Atividades Econômicas . Os representantes dos empregadores. As reuniões extraordinárias deverão ser realizadas quando: a) houver denúncia de situação de risco grave e iminente que determine aplicação de medidas corretivas de emergência. e elaborar o mapa de riscos (*) com a participação do maior número de trabalhadores. com acessória do SESMT.CIPA. A CIPA terá reuniões ordinárias mensais. A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho. do qual participem.

a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho – SIPAT. bem como cláusulas de acordos e convenções coletivas de trabalho. m) Requisitar ao empregador e analisar as informações sobre questões que tenham interferido na segurança e saúde dos trabalhadores. das discussões promovidas pelo empregador. . Das Atribuições. (*) Mapa de Riscos: Ver definições e conceitos na NR – 5. verificações no ambiente e condições de trabalho visando a identificação de situações que venham a trazer riscos para a segurança e saúde dos trabalhadores. ou ao empregador. Portaria Número 25 de 29/12/1994. h)Requerer ao SESMT. relativas à segurança e saúde no trabalho. j) Divulgar e promover o cumprimento das Normas Regulamentadora. com o SESMT. bem como.d) Realizar.16. inclusive com a padronização de cores para utilização no Mapa de Risco. conf. avaliação do cumprimento das metas fixadas em seu plano de trabalho e discutir as situações de risco que foram identificadas. e) Realizar. 60 e 575 do livro Segurança e Medicina do Trabalho da Editora Atlas). (Ver pgs. i) Colaborar no desenvolvimento e implementação do PCMSO e PPRA e de outros programas relacionados à segurança e saúde no trabalho. l) Participar. g) Participar. em conjunto com o SESMT. em conjunto com a empresa. para avaliar os impactos de alterações no ambiente e processo de trabalho relacionados à segurança e saúde dos trabalhadores. onde houver. o item 5. quando houver. de Campanhas de Prevenção da AIDS. periodicamente. a paralisação de máquina ou setor onde considere haver risco grave e iminente à segurança e saúde dos trabalhadores. a cada reunião. o) Promover. onde houver. A Tabela I desta Portaria classifica os principais tipos de riscos ocupacionais existentes em grupos de acordo com a natureza dos mesmos. anualmente. anualmente. ou com o empregador da análise das causas das doenças e acidentes de trabalho e propor medidas de solução dos problemas identificados. CIPA. f)Divulgar aos trabalhadores informações relativas à segurança e saúde no trabalho. p) Participar. n) Requisitar à empresa as cópias das CAT emitidas. onde houver. em conjunto com o SESMT.

os diversos tipos de riscos existentes naquele ambiente do trabalho. D – Identificação dos Indicadores de Saúde. Azul os riscos mecânicos. E – Conhecimento dos Levantamentos Ambientais realizados. Amarelo os riscos ergonômicos. a troca e divulgação de informações entre os trabalhadores. através de círculos coloridos.Equipamentos de Proteção Individual – EPI: . F – Elaboração do Mapa de Riscos. sobre o “layout” da Empresa e Sinalização das Áreas de Riscos.De acordo com a NR-5. Mapa de Riscos vem a ser um mapa constituído de uma vista em planta do ambiente de trabalho. materiais. atividades e ambiente). instrumentos. O Mapa de Risco objetiva indicar todos os riscos existentes no ambiente de trabalho. Marrom os riscos biológicos. Os círculos coloridos indicando os riscos variam de tamanho. estimular sua participação nas atividades de prevenção. durante as sua elaboração. No mapa de riscos o usam-se as seguintes cores convencionais:      Verde representa os riscos físicos. NR – 6 . Vermelho os riscos químicos. Ele deve ser colocado num quadro e num lugar bem a vista de todos aqueles que trabalham naquele ambiente. B – Possibilitar. B – Identificação dos Riscos existentes. Principais Etapas na elaboração de um Mapa de Risco: A – Conhecimento dos Processos de Trabalho (Trabalhadores. sendo tanto maior quanto maior a gravidade do risco indicado. prevenir e a evitar possíveis Acidentes do Trabalho. bem como. quais os principais objetivos visados na execução do Mapa de Riscos são os seguintes: A – Reunir as informações necessárias para estabelecer o diagnóstico da situação de segurança e saúde no trabalho na empresa. de modo a orientar. C – Identificação das Medidas de Prevenção e sua Eficácia. na qual estão indicados.

agentes meteorológicos (trabalhos a céu aberto). . o empregador deve fornecer aos trabalhadores os seguintes EPI: I . da NR – 6. gratuitamente. existindo para esse fim todo um processo administrativo. b) óculos de segurança para trabalhos que possam causar ferimentos nos olhos. Todo equipamento deve ter o CA . contra respingos. respingos.2. As Empresas são obrigadas a fornecer aos seus empregados. provenientes de impacto de partículas. Atendidas as peculiaridades de cada atividade profissional e respeitando-se o disposto no item 6.Certificado de Aprovação do Ministério do Trabalho e Emprego e a Empresa que importa EPI também deverá ser registrada junto ao Departamento de Segurança e Saúde do Trabalho. c) óculos de segurança. Equipamentos de Proteção Individual são empregados na proteção da saúde e integridade física do trabalhador. e) óculos de segurança para trabalhos que possam causar irritação nos olhos e outras lesões decorrentes da ação de radiações perigosas. vapores de produtos químicos e radiações luminosas intensas. f) máscaras para soldadores nos trabalhos de soldagem e corte ao arco elétrico. d) óculos de segurança para trabalhos que possam causar irritação nos olhos.Proteção para a cabeça: a) protetores faciais destinados à proteção dos olhos e da face contra lesões ocasionadas por partículas.Os EPI. provenientes de poeiras. projeção de objetos ou outros. 2. nas seguintes circunstâncias: A – Sempre que as medidas de proteção coletiva forem tecnicamente inviáveis ou não oferecerem completa proteção contra os riscos de acidentes do trabalho e/ou de doenças profissionais e do trabalho. Equipamentos de Proteção Individual – EPI adequados aos riscos e em perfeito estado de conservação e funcionamento. g) capacetes de segurança para proteção do crânio nos trabalhos sujeitos a: 1. B – Enquanto as medidas de proteção coletivas estivem sendo implantadas. C – para atender as situações de emergência. para trabalhos que possam causar irritação nos olhos e outras lesões decorrentes da ação de líquidos agressivos e metais em fusão. impactos provenientes de quedas.

Proteção para os membros superiores: Luvas e/ou mangas de proteção e/ou cremes protetores devem ser usados em trabalhos em que haja perigo de lesão provocada por: 1. 4. i) perneiras de proteção contra riscos de origem térmica. oleosos. produtos químicos corrosivos. choque elétrico. h) perneiras de proteção contra riscos de origem mecânica. 3. materiais ou objetos aquecidos. materiais ou objetos escoriantes. queimaduras ou choque elétrico. abrasivos. j) perneiras de proteção contra radiações perigosas. 7. b) calçados impermeáveis para trabalhos realizados em lugares úmidos.Proteção para os membros inferiores: a) calçados de proteção contra riscos de origem mecânica.3. tóxicos. 5. lamacentos ou encharcados. frio. g) calçados de proteção contra riscos de origem elétrica. radiações perigosas. c) calçados impermeáveis e resistentes a agentes químicos agressivos. cáusticos. graxos. cortantes ou perfurantes. d) calçados de proteção contra riscos de origem térmica. e) calçados de proteção contra radiações perigosas. IV .Proteção contra quedas com diferença de nível: . solventes orgânicos e derivados de petróleo. 2. f) calçados de proteção contra agentes biológicos agressivos. agentes biológicos. III . 6. alergênicos. II .

2. 3. riscos de origem térmica. VIII .Proteção respiratória. 6. para exposições a agentes ambientais em concentrações prejudiciais à saúde do trabalhador. d) aparelhos de isolamento (autônomos ou de adução de ar). riscos de origem radioativa. 4. para os trabalhos realizados com movimentação vertical em andaimes suspensos de qualquer tipo. jaquetas. agentes meteorológicos. agentes químicos. Anexos I e II. para locais de trabalho onde o teor de oxigênio seja inferior a 18 (dezoito) por cento em volume. VII . quando a natureza do trabalho assim o indicar. b) máscaras para trabalhos de limpeza por abrasão. riscos de origem mecânica. para trabalhos que impliquem produção de poeiras. c) respiradores e máscaras de filtro químico para exposição a agentes químicos prejudiciais à saúde. c) trava-queda de segurança acoplada ao cinto de segurança ligado a um cabo de segurança independente. b) cadeira suspensa para trabalho em alturas em que haja necessidade de deslocamento vertical. 5. através de jateamento de areia.Proteção do corpo inteiro: . VI . V . de acordo com os limites estabelecidos na NR 15: a) respiradores contra poeiras.a) cinto de segurança para trabalho em altura superior a 2 (dois) metros em que haja risco de queda. capas e outras vestimentas especiais de proteção para trabalhos em que haja perigo de lesões provocadas por: 1.Proteção auditiva Protetores auriculares para trabalhos realizados em locais em que o nível de ruído seja superior ao estabelecido na NR 15. umidade proveniente de operações de lixamento a água ou outras operações de lavagem.Proteção do tronco: Aventais.

Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO: Este programa trata dos exames médicos obrigatórios para as empresas..são aqueles com indicações e usos definidos e bem especificados pelo fabricante. IX . · Conjunto de aterramento temporário. não são facilmente removíveis na presença de óleos ou substâncias apolares.São eles:       Exame admisisional. Exames complementares. · Vara de manobra isolada.são aqueles que. ruídos.CA do Ministério do Trabalho. bem como. Exame de mudança de função. c) Grupo 3 . radiações ionizantes. · Detectores de tensão. quando aplicados à pele do usuário.cremes especiais . · Escadas com isolamento próprias para trabalho com eletricidade. ou empresas que trabalhem com agentes químicos. absorvíveis pela pele. Dependendo do grau de risco da empresa. Exame demissional.Aparelhos de isolamento (autônomos ou de adução de ar) para locais de trabalho onde haja exposição a agentes químicos. NR – 8 . · Cones e bandeirolas de sinalização. na NR15. benzeno etc. Exame de retorno ao trabalho.água-resistente . NR – 7 . EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA COLETIVOS (EPC).Edificações: . quando aplicados à pele do usuário. Exame periódico.óleo-resistente .Proteção da pele: Cremes protetores Os cremes protetores só poderão ser postos à venda ou utilizados como equipamentos de proteção individual. existirão exames específicos para cada risco que o trabalho possa gerar. mediante o Certificado de Aprovação . para o que serão enquadrados nos seguintes grupos: a) Grupo 1 . prejudiciais à saúde. pelas vias respiratórias e digestivas. b) Grupo 2 .são aqueles que. não são facilmente removíveis com água. a critério do médico do trabalho e dependendo dos quadros na própria NR7.

Esta norma define os parâmetros para as edificações. avaliação e controle dos riscos ambientais existentes. tendo em vista a proteção ao Meio Ambiente e aos Recursos Naturais. através da antecipação. destacamos também:   RISCOS ERGONÔMICOS. As etapas a serem seguidas no desenvolvimento do PPRA são as seguintes: A – Antecipação e reconhecimento dos riscos. normalmente se utilizam os recursos do SESMT – Serviços Especializados em Engenharia de . em termos de apoio às atividades a serem executadas. a fim de as empresas não sofrerem ações de natureza civil por danos causados ao trabalhador. NR – 9 . BIOLÓGICOS. insolação excessiva ou falta de insolação. Deve-se observar também as legislações pertinentes nos níveis federal. D – Implantação de medidas de controle e avaliação da sua eficácia. F – Registro e divulgação dos dados. mantendo-se atualizados os Laudos Técnicos e o Perfil Profissiográfico Previdenciário. ou que venham a existir no ambiente de trabalho. tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais. RISCOS DE ACIDENTES. E – Monitoramento da exposição aos riscos. Leva-se em conta os Agentes:    FÍSICOS. O objetivo visado pela mesma é o da preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores. No desenvolvimento do PPRA. C – Avaliação dos riscos e da exposição dos trabalhadores. Além desses agentes. observando-se a proteção contra a chuva. B – Estabelecimento de prioridades e metas de avaliação e controle. através da antecipação. avaliação e conseqüente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente do trabalho. reconhecimento. É importante manter esses dados no PPRA.Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA: Esta norma objetiva a preservação da saúde e integridade do trabalhador. QUÍMICOS. estadual e municipal.

Contém Anexos para o uso de moto-serras. A NR 10 foi recentemente atualizada e modificada após um período de consulta pública.11. engrenagens. incluindo projeto. distâncias mínimas entre as máquinas e os equipamentos.Transporte. Armazenagem e Manuseio de Materiais: Destina-se a Operação de Elevadores. conf. que a critério do empregador sejam capazes de desenvolver os trabalhos relativos a todas as etapas de realização previstas no PPRA. No Estado de São Paulo. assinada em 29. Movimentação. incluindo terceiros e usuários.03. ou então. em vigência a partir de 28. as empresas devem observar a Convenção Coletiva para Melhoria das Condições de Trabalho em Prensas e Equipamentos Similares. o apoio de pessoa ou de equipes de pessoas qualificadas. reforma e ampliação. partida e parada das máquinas e equipamentos. a NR – 10 e demais Normas Técnicas: NR – 11 .01. correntes)? 3 – Existe proteção mecânica no ponto de operação (barreira de acesso)? . operação. ver no item 9 adiante colocado.Máquinas e Equipamentos: Determina as instalações e áreas de trabalho.02. TRABALHO SEGURO COM MÁQUINAS – LISTA DE VERIFICAÇÃO – FATORES IMPORTANTES: 1 – As conexões elétricas estão seguras e a máquina está aterrada? A chave de acionamento é blindada? 2 – Existe proteção na transmissão de força (polias e correias.Instalações e Serviços de Eletricidade: Trata das condições mínimas para garantir a segurança daqueles que trabalham em instalações elétricas. Cilindros de Massa entre outros. NR – 12 . NR – 10 . maiores detalhes sobre a Segurança em Instalações e Serviços de Eletricidade. execução.Segurança e de Medicina do Trabalho. dispositivos de acionamento. manutenção. Transportadores Industriais e Máquinas Transportadoras. Observação: Complementando estas informações. Guindastes. em suas diversas etapas. Injetoras de Plásticos e Tratamento Galvânico de Superfícies nas Indústrias Metalúrgicas no Estado de São Paulo. sendo então alterada conforme a Portaria 598 de 07 / 12 / 2004 .

Saliente-se também que as Caldeiras e Vasos de Pressão e suas instalações demandam bastante cuidado tendo em vista os riscos de Incêndios e de Explosões. 80 – Tecnologia de Segurança Humana em MÁQUINAS. principalmente.Para maior conhecimento e aprofundamento da tecnologia ref. A Norma exige treinamento específico para os seus operadores. Caldeiras e Vasos de Pressão. entre as diversas obras disponíveis ver artigo publicado na Revista C & I – Controle & Instrumentação de abril de 2003. acompanhamento de operação e manutenção.4 – Existe proteção mecânica no ponto de operação (cortinas de luz ou similar)? 5 – Existe comando bi-manual (no caso de prensas em geral)? 6 – Não se usam luvas na operação de máquinas com partes móveis? 7 – As distâncias entre máquinas respeitam a Norma Regulamentadora nº 12? 8 – Existem botões para parada de emergência ao alcance do operador nas máquinas grandes e em várias posições de operação? 9 – Existe prevenção do efeito estroboscópio (as partes móveis parecem lentas ou paradas sob iluminação fluorescente)? 10 – As manutenções e intervenções em geral só ocorrem dentro do princípio de energia zero (desativar a eletricidade.Caldeiras e Vasos de Pressão: São de competência do Engenheiro especializado nas atividades referentes ao projeto de construção. as Instalações de Máquinas. ao seu elevado grau de risco. contendo várias classificações e categorias. devidas. o ar comprimido. Além da lista supra é de suma importância conhecermos e aplicarmos também as Normas Técnicas de Instalações de Máquinas mais recentemente publicadas. pg. partes suspensas. quais as principais exigências e recomendações de segurança são as seguintes: . Considerando a NR – 13. a pressão hidráulica. ABNT NBR 13930. Observação: . travar movimentos. NR – 12 . nas especialidades. tais como as seguintes:   ABNT NBR 14152. com os comandos etiquetados e bloqueados fisicamente? 11 – Em caso de dúvida consulte sempre o pessoal especializado e as normas regulamentadora e técnicas. inspeção e supervisão de inspeção periódica das caldeiras e vasos de pressão. 14153 e 14154. entre outras).

a exemplo dos seguintes:      Projeto da instalação deve ser feito por firma ou escritório de engenharia com profissionais devidamente habilitados e credenciados para execução e instalações caldeiras a vapor. 4. o Prontuário atualizado da Caldeira ou Vaso de Pressão. As inspeções de segurança e a manutenção das caldeiras e seus acessórios. As Caldeiras e Vasos de Pressão instalados devem ter fixado em seu corpo Placas de Identificação com todas as informações requeridas nas normas. em caso caldeiras combustível sólido. Executar as inspeções de segurança e a manutenção das caldeiras e seus acessórios. Válvula de segurança com pressão de abertura ajustada em valor igual ou inferior a PMTA. em língua portuguesa. Sistema de indicação e controle do nível de água ou outro sistema que evite o superaquecimento por alimentação deficiente. bem como dos vasos de pressão dentro dos prazos estabelecidos nas normas. Além disto nunca operar e trabalhar com a Caldeira em condições de risco tais como no caso de mau funcionamento ou falta na falta dos seguintes componentes: 1. quando necessários para compatibilizar suas propriedades físico-químicas com os parâmetros de operação da caldeira. saúde e meio ambiente previstos nas Normas Regulamentados. bem como.atendimento a esta exigência caracteriza condição de risco grave e iminente. As Caldeiras e Vasos de Pressão devem ser fabricados e fornecidos por empresas devidamente habilitadas e credenciadas para fabricação e fornecimento da Caldeira ou Vaso de Pressão a ser instalado. Toda caldeira a vapor deve estar obrigatoriamente sob operação e controle de operador de caldeira. 3. Equipamentos de alimentação de água. Instrumento que indique a pressão do vapor acumulado. em local de fácil acesso aos operadores. Na operação e funcionamento da Caldeira ou Vaso de Pressão não ultrapassar jamais a Pressão Máxima de Trabalho Permitida – PMTP ou a Pressão Máxima de Trabalho Admissível – PMTA. na obediência aos aspectos de segurança. contendo no mínimo. bem como.Obediência a todas as exigências e recomendações de segurança especificadas na NR –13. o Projeto da Instalação. o Projetos de Alteração ou Reparos executados e os Relatórios de Inspeção emitidos por Inspetores credenciados no Ministério do Trabalho. 2. A qualidade da água deve ser controlada e tratamentos devem ser implementados. nas Normas Técnicas referentes àsCaldeiras e Vasos de Pressãoinstalados. no que concerne ao atendimento desta NR-13 e das Normas Técnicas de Instalação. deverão seguir sempre todas as recomendações técnicas especificadas na NR –13 e demais normas técnicas oficiais. convenções e disposições legais aplicáveis. . Possuir "Manual de Operação" atualizado.       Possuir. o Registro de Segurança. dos vasos de pressão. bem como. independente do sistema principal. credenciado e registrado sendo que o não . no estabelecimento onde estiver instalada.

Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção – PCMAT: O Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção . hoje denominada DORT . quando ocorre além dos limites de tolerância. organização e conseqüências do trabalho. São as atividades perigosas àquelas ligadas a Explosivos. pela eletricidade ou pela recuperação de gases quentes e que.Atividades e Operações Perigosas: Também considerada quando ocorre além dos limites de tolerância.Ergonomia: Esta norma estabelece os parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas. ambiente. constante hoje das relações de doenças profissionais da Previdência. Além disto considerar que as fontes de aquecimento dos fornos podem ser obtidas pela queima de combustíveis. Observe-se que as LER . máquinas. tomada de decisões. Inflamáveis e Energia Elétrica. Tolerância para Exposição ao Calor. Agentes Químicos e Poeiras Minerais. relacionada ao trabalho constituem o principal grupo de problemas à saúde.Fornos: Define os parâmetros para a instalação de fornos: Deve-se observar as legislações pertinentes nos níveis federal. devidamente credenciado junto ao Ministério do Trabalho e Emprego. que não causará dano a saúde do trabalhador. NR – 17 . levando-se em conta os riscos de acidentes e doenças do trabalho e as suas respectivas medidas de segurança. O termo DORT é muito mais abrangente que o termo LER. As atividades insalubres estão contidas nos anexos da Norma e são considerados os agentes: Ruído contínuo ou permanente. a cargo do médico ou do engenheiro do trabalho.Atividades Perigosas. Ruído de Impacto. processamento.PCMAT equivale ao “PPRA” da Construção Civil. reconhecidos pela sua relação laboral. natureza e tempo de exposição ao agente. estadual e municipal. portanto devem ser tomados todos os cuidados seguidas as recomendados a respeito das mesmas. comunicações dos elementos do sistema. Radiações Ionizantes.Lesões por Esforços Repetitivos. isto é intensidade.Atividades e Operações Insalubres: Considerada atividade insalubre. a exemplo da NR16 . NR – 16 . NR – 15 . Tanto a NR15 quanto a NR16 dependem de perícia. em função do cronograma de uma obra. durante a sua vida laboral. NR – 18 .Doença Osteomuscular.NR – 14 .Resume-se no elenco de providências a serem executadas. informações. .

gov. beneficiamento de minerais e pesquisa mineral.defesacivil. garimpos. pessoal treinado e equipamentos.br/ Prefeitura de São Paulo: http://www6.prefeitura. NR–20 .sp. As empresas devem observar as normas do Corpo de Bombeiros sobre o assunto.gov. água entre outros). Na Internet estão disponíveis diversos endereços e “Links” que devem ser consultados:     Secretaria Nacional de Defesa Civil: http: //www. manuseio e armazenagem de explosivos. condições sanitárias.polmil. Daí a extrema importância do conhecimento e emprego das técnicas de Combate a Incêndios disponíveis atualmente. Nesses trabalhos é necessário ter um médico especialista em condições hiperbáricas.Trabalhos subterrâneos: Destina-se aos trabalhos em minerações subterrâneas ou a céu aberto. saídas para retirada de pessoal em serviço e/ou público.gov.br/ Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo: http://www.NR–19 .sp.sp. DADOS COMPLEMENTARES: RELAÇÃO DE ALGUNS DOS GRANDES INCÊNDIOS OCORRIDOS NO BRASIL: Incêndios e Explosões são tipos de acidentes com grande potencial de destruição e mortes conforme visto nas tabelas anteriormente colocadas com a relação dos Acidentes Maiores ou Ampliados. Defesa Cível do Estado de São Paulo: http://www. Esta atividade possui várias outras legislações complementares.br/secretarias/habitacao/cartilha_prevencao/0001 .Proteção contra Incêndios: Todas as empresas devem possuir proteção contra incêndio. NR–23 . NR–22 .sp.br.defesacivil.gov.Líquidos Combustíveis e Inflamáveis: Define os parâmetros para o armazenamento de combustíveis e inflamáveis. NR–21 -Trabalho a céu aberto: Define o tipo de proteção aos trabalhadores que trabalham sem abrigo. contra intempéries (insolação.Explosivos: Determina parâmetros para o depósito.

desde a especificação de materiais aos sistemas de proteção. No âmbito municipal:Cada Prefeitura através do seu CONTRU (Departamento de Controle de Uso de Imóveis).076 de 31. No âmbito estadual:O programa de Brigada de Incêndio está previsto no Decreto Estadual nº 46.276/99 e para os Campos de Treinamento de Combate a Incêndio a NBR 14. apesar do crescimento urbano e industrial.277/99.T (Instrução Técnica) 17 que passou a integrar os parâmetros para o programa de Brigadas de Incêndio previstos na NBR nº 14.org/itemDetail.nfpa. que atua na prevenção e fiscalização de instalações e sistemas de segurança de edificações do município. que atendessem as exigências ambientais da CETESB. LEGISLAÇÕES: No âmbito federal:A Brigada de Incêndio está prevista na Lei nº 6. Também houve uma maior conscientização prevencionista. que dá as diretrizes sobre Segurança e Medicina do Trabalho.br/revisao_cb24. com Leis e Normas mais específicas. . começou a haver maior conscientização e preocupação da população e de todos os órgãos.abnt. em vigor a partir de 23 de Abril de 2002. regulamentada pela Portaria nº 3. a qual tem sido reforçada por uma atuação maior dos legisladores.  ABNT: CB–24. com a Prevenção de uma forma mais ampla. Comitê Brasileiro de Segurança contra Incêndio: http://www. tem contribuindo para que as estatísticas de grandes incêndios sejam reduzidas ou neutralizadas. que regulamenta a segurança contra incêndio nas edificações de áreas de risco no Estado de São Paulo.htm NFPA – “National Fire Protection Association” – em portugues: http://www. com a morte de 187 pessoas. tem aplicado normas e exigências próprias.514 de 1977.org. A implantação destes centros de Treinamentos para Brigadas de Incêndio. inclusive. através da NR 23.asp? Ano Edifício Cidade Mortos Feridos 1961 Penitenciaria Taubaté 152 1966 Circo Niterói 350 1972 Andraus São Paulo 16 300 1974 Joelma São Paulo 187 400 1981 Grande Avenida São Paulo 17 52 1996 Plaza Shopping Osasco 42 400 A partir do incêndio do Joelma (1974). que contempla a I. com locais apropriados para estes treinamentos.214/78. até com os Treinamentos de Brigadas de Incêndio.08.01.

papéis. óleo. tapetes. Gasolina. cortinas. através da tarifação de seguros de Incêndio do Brasil (TSIB). Portanto o CB-24 é o órgão responsável dentro da ABNT pelo planejamento. tecidos. gás de iluminação. como responsável dentro da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas – pela normalização do setor e que a partir de 1990 foi reformulada como Comitê Brasileiro de Segurança contra Incêndio. bonifica o prêmio pela implantação de Brigadas de Incêndio. Tipos de Extintores Portáteis recomendados de serem utilizados: X => Principal. A Água pressurizada ou água-gás Espuma CO 2 (Dióxido de Carbono) Químico Seco Químico Seco ABC ou especial Sistemas de Combate a Incêndios: Classes de Incêndio B X X (X) CD X XX XX X . gás de petróleo. Madeira. ceras. recebendo a denominação de CB-24. resina. (X) => Condicionalmente.No âmbito securitário: O legislador. éter. pois estas reduzem drasticamente riscos e conseqüentemente o custo dos seguros. através do Instituto de Resseguros do Brasil (IRB) e da Circular 006/92 da SUSEP. Casas de Máquinas. zircônio. alumínio. coordenação e controle das atividades de elaboração de Normas relacionadas com os assuntos de Segurança contra Incêndio. Subestações. couro. entre outros. CLASSES DE FOGO E EXTINTORES RECOMENDADOS DE SE USAR: Classes de Incêndio A B C D Tipos de material Combustível / área onde ocorre o incêndio. CERTIFICAÇÃO: Em 1970 é instalada a Comissão Brasileira de Proteção Contra Incêndio. também contempla diretrizes que se satisfeitas. borracha. graxas. Eletrodomésticos. com sede no Comando do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo. No âmbito Civil e Criminal:Vale aqui destacar: que o investimento preventivo na segurança e na manutenção minimiza possível ação judicial de responsabilidade Civil e/ou Criminal. Casas de Força. Metais pirofóricos: magnésio. querosene. titânio. Eletricidade: Usinas Termoelétricas. transformadores. álcool. acetileno.

também. Sistemas de “Sprinklers”. Bombeiros. Sistemas de Proteção contra Descargas Atmosféricas. Sistemas de Esvaziamento rápido para instalações de Fluídos Térmicos Orgânicos. Sistemas de Hidrantes. periculosidade. Sistemas de Detecção e alarmes de Incêndio. Facilitar as ações de combate ao fogo. Sistemas de Escadas de Segurança. NR–24 .Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais do Trabalho: Todo estabelecimento deve atender as denominações desta norma. Possibilitar a saída em tempo hábil das pessoas em condições seguras. Sistemas de Contenção para instalações de Reservatórios de Combustíveis. a exemplo do césio em Goiás. Cabe a CIPA e/ou ao SESMT. radioativo. Sistemas de Espuma e de Resfriamento. Remete às disposições contidas na NR15 e legislações pertinentes nos níveis federal. Facilitar as ações de socorro. a observância desta norma. Sistemas de Compartimentação. sólidos. risco biológico. estadual e municipal.Resíduos Industriais: Trata da eliminação dos resíduos gasosos. Sistemas de Iluminação de Emergência. líquidos de alta toxidade. Os tipos de Sistemas acima referidos devem ser compatíveis com o tipo de instalação a que se destinam e inclusive para a Carga de Incêndio prevista e calculada. Minimizar os danos ao patrimônio em casos de incêndios. NR–25 . Sistemas Fixos de CO 2 e de Gases para Extinção do Fogo. que o próprio nome contempla. .Os Sistemas de Combate a Incêndios são projetados e instalados com os seguintes objetivos principais:       Garantir a segurança das pessoas e de uma edificação em um nível adequado nos casos de ocorrência de um incêndio. Principais tipos de Sistemas de Combate a Incêndios existentes:                 Sistemas de Extintores de Incêndios. evitando perdas de vida. Deve-se observar. Brigadas Contra Incêndios. Minimizar as possibilidades de propagação do fogo. nas Convenções Coletivas de Trabalho de sua categoria se existe algum item sobre o assunto. Sistemas de Sinalização de Segurança contra Incêndios. Sistemas de Proteção para Resistência Estrutural. se houver.

através da Medida Provisória nº 1. na navegação marítima de longo curso. de 27/11/97.Registro Profissional do Técnico de Segurança no Ministério do Trabalho e Emprego: Todo técnico de segurança deve ser portador de certificado de conclusão do 2º grau de Técnico de Segurança e Saúde no Trabalho. risco na segurança e risco em medicina do trabalho. de 19/09/90 que promulga a Convenção nº 152 da OIT. NR–27 . Estas gradações são divididas por número de empregados. NR–29 . e embarcações de apoio marítimo e portuário. O agente da fiscalização.5756. no serviço de reboque em alto-mar. na navegação interior.534. NR–30 .Sinalização de Segurança: Determina as cores na segurança do trabalho como forma de prevenção evitando a distração. (NR em fase de Consulta Pública): Aplica-se aos trabalhadores de toda embarcação comercial utilizada no transporte de mercadorias ou de passageiros. com currículo do Ministério do Trabalho e Emprego. Quando constatar situações graves e/ou iminentes ao risco à saúde e à integridade física do trabalhador propõe à autoridade regional a imediata interdição do estabelecimento. bem como em plataformas marítimas e fluviais. facilitar os primeiro socorros a acidentados e alcançar as melhores condições possíveis de segurança e saúde aos trabalhadores portuários. situadas dentro ou fora da área do porto organizado.Fiscalização e Penalidades: Toda norma regulamentadora possui uma gradação de multas. na cabotagem. baseado em critérios técnicos. assim como aos demais trabalhadores que exerçam atividades nos portos organizados e instalações portuárias de uso privativo e retro-portuárias. confusão e fadiga do trabalhador. para cada item das normas. A sua existência jurídica está assegurada em nível de legislação ordinária. faz a notificação. A observância desta Norma Regulamentadora não desobriga as empresas do cumprimento de outras disposições legais com relação à matéria e outras oriundas de convenções. devidamente registrado através das DRT regionais. NR–28 . o Decreto nº 99. As disposições contidas nesta NR aplicam-se aos trabalhadores portuários em operações tanto a bordo como em terra.Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho Aquaviário. quando em deslocamento.Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho Portuário: Tem por objetivo Regular a proteção obrigatória contra acidentes e doenças profissionais. do artigo 200 da CLT. . autua o estabelecimento. bem como cuidados especiais quanto a produtos e locais perigosos. acordos e contratos coletivos de trabalho. concede prazo para a regularização e/ou defesa.NR–26 .

de 8 de junho de 1973.067 de 12 de abril de 1. de forma a garantir permanentemente a segurança e saúde dos trabalhadores. A sua existência jurídica é assegurada por meio do artigo 13 da Lei nº. (NR em fase de Consulta Pública): Tem por finalidade estabelecer as diretrizes básicas para a implementação de medidas de proteção à segurança e à saúde dos trabalhadores em estabelecimentos de assistência à saúde. de 8 de junho de 1973. de 8 de junho de 1973. NRR-1 .EPI: . seu reconhecimento. 5.Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho em Estabelecimentos de Assistência à Saúde.SEPATR: Estabelece a obrigatoriedade para que as empresas rurais. bem como daqueles que exercem atividades de promoção e assistência à saúde em geral.889. bem como.Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados. A sua existência jurídica é assegurada por meio do artigo 13 da Lei nº 5. 5. A sua existência jurídica é assegurada por meio do artigo 13 da Lei nº.NR–31 . bem como a falta de controle da concentração de oxigênio presente no ambiente. Espaço confinado é qualquer área não projetada para ocupação humana que possua ventilação deficiente para remover contaminantes. organizem e mantenham em funcionamento serviços especializados em Segurança e Medicina do Trabalho.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho Rural . Normas Regulamentadora Rurais: Conforme Lei nº 5. de 8 de junho de 1973. a obrigatoriedade de organizar e manter em funcionamento uma Comissão Interna de Prevenção de Acidentes. em função do número de empregados que possuam. NRR-2 .CIPATR: Estabelece para o empregador rural.988. (NR em fase de Consulta Pública): Tem como objetivo estabelecer os requisitos mínimos para identificação de espaços confinados.Disposições Gerais: Estabelece os deveres dos empregados e empregadores rurais no tocante à prevenção de acidentes do trabalho e doenças ocupacionais.Equipamento de Proteção Individual . NRR-3 . NR–32 . NRR-4 . monitoramento e controle dos riscos existentes.Serviço Especializado em Prevenção de Acidentes do Trabalho Rural . a qual institui Normas Reguladora do Trabalho Rural.889. visando à prevenção de acidentes do trabalho e doenças ocupacionais no meio rural.889. a Portaria nº 3.889.

além da política de Segurança seguida pelas Empresas é de fundamental importância para que os bons resultados sejam obtidos. de 8 de junho de 1973. Contudo a obrigatoriedade do cumprimento ao estabelecido nas diversas Normas Regulamentadora acima mencionadas. do grau de risco do porte da empresa. Esta estrutura de Segurança do Trabalho. gratuitamente. visando à prevenção de acidentes do trabalho e doenças ocupacionais. conforme seja o Grau de Risco e o número de empregados no estabelecimento. 8. Análises de riscos. do histórico além dos padrões internos e políticos de cada empresa. da Tecnologia e na de Recursos Humanos. alicerçando seus trabalhos nas áreas da Organização. direta ou indiretamente impõem uma estrutura mínima de pessoal qualificado. Gerenciamento das emergências. exige o emprego do seguinte quadro de pessoal (Vide Quadros I e II anexos a NR – 4): a) Engenheiro de Segurança do Trabalho . em nível de pósgraduação.3 – Estrutura de pessoal necessária para compor a Gerência de Segurança em uma Empresa: A estrutura de pessoal de uma Diretoria. a fim de protege-los dos infortúnios laborais. tais como.889. Gerenciamento dos riscos.engenheiro ou arquiteto portador de certificado de conclusão de curso de especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho.889.Produtos Químicos: Estabelece os preceitos de Segurança e Medicina do Trabalho Rural a serem observados no manuseio de produtos químicos. A sua existência jurídica é assegurada por meio do artigo 13 da Lei nº 5. . As empresas estruturadas têm assim a possibilidade de planejar e trabalhar de modo preventivo.Estabelece a obrigatoriedade para que os empregadores rurais forneçam. Gerência ou Departamento de Segurança das Empresas varia de acordo com as características das mesmas. NRR-5 . a seus empregados Equipamentos de Proteção Individual adequados ao risco e em perfeito estado de conservação. Exemplos:  A NR-4 / Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho – SESMT. A sua existência jurídica é assegurada por meio do artigo 13 da Lei n o 5. E diversas outras atividades importantes voltadas para a Segurança e a Medicina do Trabalho. de 8 de junho de 1973. com a execução de ações tais como:      Treinamento de pessoal em técnicas de prevenção de acidentes.

NIOSH e outras) de acordo com os diversos itens e matérias indicadas. conforme demonstra seu próprio conteúdo. faz-se necessário a consulta das Normas Técnicas específicas. ver o caso da NR – 13 Caldeiras e Vasos de Pressão. 9 – Seguranças em Instalações e Serviços de Eletricidade. A NR-9 / Programa de Prevenção dos Riscos Ambientais cuida do controle dos riscos ambientais que podem causar a ocorrência de acidentes do trabalho. BS. ASTM. NR – 10 e demais Normas Técnicas: As Normas Regulamentadora apontadas no item anterior aplicam-se ao exercício legal da matéria no que se refere a Segurança e Medicina do Trabalho.b) Médico do Trabalho . do Ministério da Educação.auxiliar de enfermagem ou técnico de enfermagem portador de certificado de conclusão de curso de qualificação de auxiliar de enfermagem do trabalho. em nível de pós-graduação. ministrado por universidade ou faculdade que mantenha curso de graduação em enfermagem. NFPA.     De outro lado a NR-5 / Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA exige a constituição de uma comissão formada por representantes dos empregadores e representantes dos empregados. .enfermeiro portador de certificado de conclusão de curso de especialização em Enfermagem do Trabalho. entre outros diversos. e) Técnico de Segurança do Trabalho: técnico portador de comprovação de registro profissional expedido pelo Ministério do Trabalho. ambos ministrados por universidade ou faculdade que mantenha curso de graduação em Medicina. d) Auxiliar de Enfermagem do Trabalho . Por exemplo. ou portador de certificado de residência médica em área de concentração em saúde do trabalhador ou denominação equivalente. II e III anexos a NR – 5). Para sua aplicação. dimensionada de acordo com as características das empresas (Vide Quadros I. nacionais (ABNT) e/ou internacionais (ISO. acidentes ampliados e que podem também provocar as doenças profissionais e as doenças do trabalho.médico portador de certificado de conclusão de curso de especialização em Medicina do Trabalho. c) Enfermeiro do Trabalho . NEC. OHSAS. A NR – 23 / Proteção contra Incêndios por sua vez. em nível de pós-graduação. todavia. reconhecida pela Comissão Nacional de Residência Médica. ASME. exige que hajam pessoas adestradas no uso correto dos equipamentos de combate a incêndios. Em geral o atendimento as exigências das diversas Normas Regulamentadora demanda o emprego de um pessoal técnico e qualificado em uma vasta gama de especialidades profissionais. ministrado por instituição especializada reconhecida e autorizada pelo Ministério da Educação. A NR-7 / Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional por sua vez cuida da execução dos diversos tipos de exames médicos a serem feitos para efeito do acompanhamento da saúde dos trabalhadores. API.

NBR – 5410 / 1990 / Instalações Elétricas de Baixa Tensão. nas pgs. especificamente os ligados a Segurança e Proteção das pessoas e das Instalações. Trata-se da aquisição do “know-how” e dos Conhecimentos Técnicos acumulados pelas Empresas. NBR 9518 / 97 .Equipamentos Elétricos para Atmosferas Explosivas de Segurança Intrínseca Tipo de Proteção “i” . Centros de Pesquisas. NB . nas Instalações.Terminologia.Especificação.3 / 60 Execução de Instalações Elétricas de Baixa Tensão.nsf . além de diversos outros livros técnicos publicados.Equipamentos Elétricos para Atmosferas Explosivas – Requisitos gerais – Especificação. Além das normas acima referidas faz-se necessário. na Operação e na Manutenção de Instalações Elétricas em geral. Montagem. Fabricação. Empresas de Engenharia de Segurança do Trabalho e Medicina do Trabalho. Universidades. os quais são da mais alta valia em termos da técnica e da segurança. NBR 5420 – Equipamentos Elétricos para Atmosferas Explosivas – Invólucros com Pressurização ou Diluição Contínua – Tipo de Proteção “p” Especificação.14039 / Instalações Elétricas de média Tensão.0 kV a 36.1 – Aspectos técnicos ligados a novos Projetos.2 kV. de acordo com o assunto e a necessidade. NBR – 5414 / Instalações Elétricas de Alta Tensão. NBR .Especificação.copel. NBR 8370 . Antonio Bossi e Ezio Sesto.Equipamentos Elétricos para Atmosferas Explosivas . NBR – 5419 / Proteção de Edificações contra Descargas Elétricas Atmosféricas.2 – GUIA DE SEGURANÇA NAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS CONF. de Apresentação à Edição Brasileira. NBR 14039:03 . NBR 5363 – Equipamentos Elétricos para Atmosferas Explosivas – Invólucros à prova de explosão – Tipo de Proteção “d” .Especificação.79 / 67 Execução de Instalações Elétricas de Alta Tensão.Instalações elétricas de média tensão de 1. Operação e Manutenção: Relacionamos abaixo algumas das principais Normas Técnicas. O Conhecimento Técnico e a Tecnologia utilizada por Fornecedores de Equipamentos. tais como:                NB .9. NBR 8447 . Associações e Organizações existentes no Brasil e no mundo deverá ser considerada e assimilada. consultar também diversas outras Normas Técnicas.com/pagcopel.Equipamentos Elétricos para Atmosferas Explosivas de Segurança Aumentada – Tipo de Proteção “e” . Hemus Editora Ltda. Fabricantes de Equipamentos. Concessionárias de Serviços Públicos. e procedimentos utilizados nos Projetos. ver as normas relacionadas no livro Instalações Elétricas. A título de exemplo. RECOMENDAÇÕES DA COPEL http://www. NBR – 5418 / Instalações Elétricas em Atmosferas Explosivas. NBR 9883 . NBR 14153 – Segurança Humana em Máquinas. Por exemplo: 9.

Nas recomendações da COPEL abaixo colocadas temos os procedimentos de segurança para manutenção em sistemas elétricos em baixa tensão (BT) e alta tensão (AT). I. NORMAS ABNT, NR e COPEL: Normas Brasileiras que regulamentam a segurança no trabalho, em instalações elétricas: Associação Brasileira de Normas Técnicas - www.abnt.org.br; Ministério do Trabalho e Emprego - www.mte.gov.br; Normas Técnicas da COPEL - www.copel.com.br NR–6 - Equipamento de Proteção Individual - EPI (1006.000-7): Para os fins de aplicação desta norma, considera-se Equipamento de ProteçãoIndividual - EPI todo dispositivo de uso individual, de fabricação nacional ou estrangeira, destinado a proteger a saúde e a integridade física do trabalhador. NR–10 - Instalações e Serviços em Eletricidade: Esta norma, recentemente revisada, fixa as condições mínimas exigíveis para garantir a segurança dos empregados que trabalham em instalações elétricas, em suas diversas etapas, incluindo projeto, execução, operação, manutenção, reforma, ampliação e a segurança de usuários e terceiros. NBR–5410 - Instalações Elétricas de Baixa Tensão: Esta norma fixa as condições a que devem satisfazer as instalações elétricas de baixa tensão, a fim de garantir seu funcionamento adequado, a segurança de pessoas e animais domésticos e a conservação dos bens. NBR–14039 - Instalações Elétricas de Alta Tensão Esta norma fixa as condições exigíveispara o projeto e a execução de instalações elétricas de alta tensão, com tensão nominal de 1,0 kV a 36,2 kV, à freqüência industrial, de modo a garantir segurança e continuidade de serviço. II. EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA RECOMENDADOS: Para garantia de segurança dos profissionais envolvidos no projeto, a COPEL recomenda a aquisição dos seguintes equipamentos: a) EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA INDIVIDUAL – EPI utilizados em eletricidade:

Capacete de segurança com isolamento para eletricidade;

      

Meia bota isolada; Óculos de segurança incolor e com proteção contra raios ultravioletas; Roupas de algodão; Luvas de borracha isolantes BT e AT; Luvas de pelica para proteção das luvas de borracha; Luvas de raspa para trabalhos rústicos; Cinturão de segurança com talabarte para trabalhos em grandes alturas.

b) EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA COLETIVOS – EPC:
    

Vara de manobra isolada; Conjunto de aterramento temporário; Detector de tensão; Cones e bandeirolas de sinalização; Escadas com isolamento próprias para trabalho com eletricidade.

Saiba mais sobre equipamentos de segurança: Associação Brasileira da Indústria Elétrica Eletrônica - www.abinee.org.br Associação Nacional da Indústria de Materiais de Segurança e Proteção ao Trabalho www.animaseg.com.br III. PROCEDIMENTOS RECOMENDADOS PARA MANUTENÇÃO: A) Introdução: Execute as manutenções somente com pessoal capacitado. Efetue a análise de risco da tarefa com os envolvidos e exija a utilização de equipamentos de proteção e ferramentas adequadas. Nos desligamentos programados ou não programados, o responsável pelo trabalho deve tomar as providências necessárias à segurança da equipe e de terceiros. Sempre registre as alterações implementadas no sistemae mantenha os operadores dos equipamentos informados. Evite adaptações ou alterações das características originais dos equipamentos elétricos. B) Procedimentos: A COPEL recomenda os seguintes procedimentos para isolamento da área na qual será executada a intervenção: PROCEDIMENTOS PRELIMINARES EXECUÇÃO DA TAREFA:

1. Quando necessário solicite à COPEL que a COPEL faça o desligamento da unidade (a ligação telefônica é gratuita); 2. Trave mecanicamente, através de cadeado, as chaves seccionadoras; 3. Retire dos cartuchos das chaves fusíveis; 4. Bloqueie o religamento remoto de disjuntores; 5. Sinalize o poste com placas de advertência: “ATENÇÃO NÃO OPERE ESTE EQUIPAMENTO”; 6. Isole o local com cordas, bandeirolas e cones para delimitar a área; 7. Delimite as distâncias mínimas de segurança entre os locais de trabalho e partes energizadas com sinalização apropriada, levando em consideração o quadro abaixo: Tensão Nominal (kV) Distância Mínima (metros) 13,8 0,60 34,5 1,00 69,0 1,10 138,0 1,80 230,0 2,00 8. Teste a linha ou rede com o uso de detector de tensão: Observação: - Antes de efetuar testes elétricos ou abertura de equipamentoselétricos para manutenção, verifique que a umidade relativa do ar esteja inferior a 70%; 9. Instale o conjunto de aterramento temporário na BT e na AT; 10. Esteja certo de que todos compreendam o planejamento, e saibam exatamente seu papel dentro do processo; 11. Utilize ferramentas em perfeitas condições de uso e em quantidade suficientes; 12. Evite improvisações. Lembre-se que o planejamento serve para evitar problemas durante a execução do trabalho; 13. Faça supervisão constante;

Dicas: Saiba mais sobre equipamentos de segurança: Para saber mais sobre segurança na manutenção de instalações elétricas. 18. 21. dos Riscos. Faça uma inspeção nas instalações. 16. RISCOS E EMERGÊNCIAS.14. acesse o “Site” www. Retire placas de sinalização. 10 . CONCLUSÃO DOS SERVIÇOS: 15. Retire os aterramentos temporários. o qual adquire e traz desde as mais remotas épocas da existência humana. Lembramo-nos principalmente das ocorrências de maior gravidade intituladas de ACIDENTES AMPLIADOS / MAIORES. ou solicite que a COPEL o faça. Sobre estes aspectos não podemos esquecer do alcance e da importância dos seguintes fatores:   Da extrema valia que tem o Instinto de Conservação das Pessoas. recolha sobras de materiais que ficarem pelo chão.PERIGOS. 19.br ou entre em contato com o COPEL. Retire a sinalização.copel. Recoloque os cartuchos. evitando que outras pessoas os utilizem inadvertidamente. Da importância de exercermos o Espírito de Cidadania.e das Emergências que ocorrem.com. Afaste todas as pessoas das partes que deverão ser energizadas. IV. Após a conclusão dos serviços. .1 – Conceitos: Ao considerarmos os diversos aspectos abrangidos pela Segurança do Trabalho imediatamente nos lembramos dos conceitos dosPerigos existentes. 20. 17. Faça o religamento. GESTÃO DE RISCO E DE EMERGÊNCIAS: 10. do Profissionalismo e da Autoestima.

Riscos de Inundações e dos deslizamentos de terras. O perigo de lesões por objetos ou ferramentas de corte. PRINCÍPIOS DE GESTÃO DE RISCOS: . Naufrágios. E demais outras tantas Tecnologias historicamente recentes. Da Bio – Tecnologia. Avalanches. E muitas diversas outras situações da vida. O risco do afogamento das pessoas. o aperfeiçoamento contínuo dos trabalhadores e de todos profissionais que atuam nas Empresas existentes. de modo que. O risco dos raios nas tempestades. pode ainda não ter sido assimilada por completo. de modo que. Ocorre. sob o ponto de vista racional. o desenvolvimento de um instinto de autoconservação e segurança. Os riscos de incêndios e de explosões. no que se refere aos riscos derivados destas novas tecnologias. ficasse estabelecida uma autodefesa primária. até podemos ter informações atualizadas a respeito. Só como exemplo. haja uma grande conscientização de todo o trabalho e dos meios de proteção necessários. principalmente os relativos as novas e mais recentes tecnologias. na maioria das pessoas. Terremotos. os quais devem ser estudados e aprofundados. bem como. todavia que no mundo atual somente uma parte dos riscos existentes já foi assimilada e absorvida pelo Instinto de Conservação das pessoas. Assim. porém que. no que se refere à execução dos trabalhos com Segurança e Qualidade. Da Aviação.Não podemos nos esquecer. Dos Meios de Transporte. Dos Combustíveis. Relativamente a estas Tecnologias historicamente mais recentes. existem riscos menos conhecidos e dominados. é de máxima importância proporcionar e executarmos os Programas de Treinamento. Por exemplo: Sabemos dos riscos e perigos envolvendo os seguintes casos:           O risco do Trabalho nas alturas e o risco da queda. mas mesmo assim. necessários. ao lado destes riscos e perigos mais conhecidos. Da Energia Atômica. natural e instintiva com reações de conservação rápidas e instantâneas. podemos nos lembrar aqui das seguintes casos:        Da Eletricidade.

como “Proibido a Entrada de Pessoas não Autorizadas” ou aquele outro utilizando o símbolo de um Raio. de modo a não tocar em nada. nas Cabines de Distribuição. nas Salas de Despacho. Aos visitantes ou a alguém que não conheça ou trabalhe numa determinada instalação.A. sociais e culturais. Benedito Cardella. o que mais desperta a nossa atenção é a movimentação relativamente silenciosa dos motores elétricos. Editora Atlas S. esposa e toda a sua família. 1. No que se refere à Eletricidade. nos Quadros de Força. ergonômicos. técnicos. biológicos. nos Painéis Elétricos. psicológicos. incêndios e explosões estão bastantes presentes nas Subestações. 2 – Todos os acidentes podem ser evitados. em contrapartida com a movimentação mecânica e dos ruídos diversos presentes nos processos industriais. como o da Caveira com as duas Tíbias cruzadas. É muito útil também o uso e o efeito provocado pelos Cartazes Admoestadores bastante utilizados em Instalações Elétricas. químicos. Aspectos humanos. recomenda-se se manter sempre a distância dos diversos componentes e até a mesmo colocar as duas mãos no bolso. os quais estimulam a ficar de alerta. No entanto. nos CCM. que com a permissão e acompanhado de técnicos habilitados. o qual normalmente está colocado nas portas dos diversos painéis elétricos e cabines de força. nas Instalações Elétricas. entre outros. curtos-circuitos. bem como. por exemplo. 4 – Os acidentes ocorrem porque a mente se envolve tanto com o trabalho que se esquece do corpo. Relativamente à ocorrência dos acidentes. Consideremos também os demais avisos e alertas por escrito. as demarcações de área. que resulta de interações complexas entre fatores físicos.. . apesar do silêncio. numa Instalação Industrial. o perigo de choques elétricos. o acidente é um fenômeno de natureza multifacetada. para chamar a atenção das pessoas que se aproximam das partes de uma Instalação Elétrica. educacionais e sociais: Para os que já vivenciaram de perto situações reais envolvendo Acidentes do Trabalho de maior gravidade. 3 – Um indivíduo sozinho não consegue controlar os riscos envolvidos na sua atividade. não é difícil a compreensão das conseqüências tristes e adversas que ocorrem com a perda de vida do trabalhador e o sofrimento para seus filhos. as quais servem para nos alertar dos perigos que rondam aquela instalação.(Consultar o livro de Segurança no Trabalho e Prevenção de Acidentes. além do uso dos EPI e EPC necessários. visitar estas partes de uma Instalação Elétrica.999). com os dizeres “PERIGO DE MORTE”. existe um consenso com base na experiência acumulada dos especialistas quanto à validade dos seguintes princípios: 1 – Nas organizações e sociedades.

O mesmo risco estará presente quando os transformadores estiverem trancados num cubículo sob o piso. As Instalações Elétricas. Fatos. servindo como alerta. uma vez que esteja energizado. é da maior importância um enfoque especial de todos os aspectos ligados a Segurança dos Trabalhadores e de todas as pessoas possíveis ao redor. Natureza. além de toda dedicação e motivação. . um banco de transformadores de alta tensão possui um risco inerente de eletrocussão.Mesmo com todo o treinamento. É preciso também que as instalações sejam executadas seguindo-se as recomendações indicadas nas Normas Técnicas e das Normas Regulamentadora existentes. Assim. Em qualquer caso. o impacto emocional destes símbolos é bastante profundo. seus componentes são bastante silenciosos e estáticos. sejam os de Instalações Elétricas mais simples até os de Instalações Elétricas mais complexas. Perigo. Haverá um alto nível de perigo se o banco estiver desprotegido. Entretanto. Um risco poderá estar presente. mas deverá haver um baixo nível de perigo. Para que tenhamos sucesso nos assuntos ligados as Seguranças além de todo o estudo e formação envolvidos necessitam também do apoio por parte da hierarquia. comparativamente as demais partes das instalações industriais. daí a importância do uso dos EPI e dos EPC além do emprego dos símbolos acima referidos. Causas. Acidentes. Exposição. de modo que. o risco será menor para o pessoal. Efeitos. o risco de certa forma poderia passar despercebido para o trabalhador comum sem um treinamento específico. dos avisos colocados e de toda a precaução envolvida. devido às precauções tomadas para minimizá-lo. no meio de uma área de pessoas. Testemunhos dados em reuniões e congressos realizados relatam e enfocam sempre este lado da questão. Riscos. Naturalmente isto só não é o bastante. Vários outros conceitos e exemplos ligados à segurança podem ser citados:          Incidentes.

     Falhas humanas. RISCO: Probabilidade de possíveis danos dentro de um período de tempo definido ou ciclos operacionais . Trabalho em Redução da Dose de Ruído Dose maior que 1 ou 100% ambiente ruidoso Capacidade Auditiva Diária RISCO ou “HAZARD”: . PERIGO: . Danos financeiros. Danos humanos.Uma condição ou situação (de uma variável) com potencial para causar danos. RISCO SITUAÇÃO Trabalho com chapas aquecidas VARIÁVEL CONDIÇÃO Temperatura da Temperatura da chapa muito Queimaduras Chapa maior que a temperatura da pele. É a exposição que favorece a “materialização” do risco como causa de um fato catastrófico (acidente) e dos danos resultantes .“DANGER”. Danos materiais.“RISK”. Neste caso:  Risco: Intoxicação. Altura de Altura de trabalho muito maior Trabalho em altura Queda Fatal Trabalho que a altura do indivíduo. PERIGO = ____________________________ MEDIDAS DE CONTROLE D RISCO e outra maneira: Exemplo: Situação: Trabalho de limpeza e desengraxamento de peças com solventes.Parâmetro que caracteriza uma relativa exposição a um risco. Falhas de instalação. MEDIDAS DE CONTROLE PERÍGO: .

QUANTO
À EXPOSIÇÃO AO RISCO: Nenhuma Uso de máscara filtrante (EPI) Limitação do Tempo de exposição (se viável) Automatização do processo (não há necessidade do operador no recinto). Alto Moderado a baixo Baixo Praticamente nulo

Como podemos verificar no exemplo acima colocado em função das possíveis medidas tomadas o perigo diminui. Resumidamente então: Risco  Perigo ou Possibilidade de perigo. O Risco de eventos perigosos é função de 2 fatores: Da Freqüência com que estes eventos ocorrem e das Conseqüências destes eventos, tais como:
 

Ocorrência de Danos materiais; Ocorrência de vítimas, com lesões e/ou mortes.

As ações para minimização dos riscos demandam tempo e, portanto exigem estudos e planejamento constantes. Portanto temos: * Risco = f (Freqüência x Conseqüência). 10.2 - Emergência  Ocorrência de qualquer Situação perigosa ou Situação crítica: Nas situações de emergência os fatores de riscos emergem do campo virtual passando para a situação real e gerando danos e perdas, algumas vezes fatais. Quando ocorre uma Emergência geralmente temos a ocorrência de uma cadeia de eventos indesejáveis. O primeiro evento desta cadeia é chamado evento iniciador ou demanda. O Controle da emergência compreende das seguintes etapas:

Detecção; Mobilização; Intervenção.

Na intervenção por sua vez teremos as seguintes ações:

Recomposição da Contenção; Combate; e Defesa.

Todas estas ações demandam preparativos, treinamentos, testes e provas, os quais devem ser executados preventivamente e regularmente de modo a prepararmos as equipes para as possíveis emergências que porventura venham a ocorrer. O sucesso do combate e do controle das emergências dependerá da precisão das ações tomadas e da rapidez com que as mesmas são executadas. 10.3 – Segurança  Situação livre de perigo Segurança = função inversamente proporcional ao Risco = f (1 / Risco). 11 – Técnicas de Identificação de Perigos, de Análise e de Avaliação dos Riscos: 11.1 – INTRODUÇÃO. 11.2 – TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS. 11.2.1 – TÉCNICA DE INCIDENTES CRÍTICOS – TIC. 11.2.2 – WHAT-IF (WI). 11.2.3 – “BRAINSTORMING”. 11.2.4 – “CHECK LIST” – Lista de verificações. 11.3 – TÉCNICAS DE ANÁLISE DE RISCOS. 11.3.1 – ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS - APR. 11.3.2 – ANÁLISE DE MODOS DE FALHA E EFEITOS - AMFE. 11.3.3 – ANÁLISE DE OPERABILIDADE DE PERIGOS - HAZOP. 11.4 – TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS. 11.4.1 – ANÁLISE DE ÁRVORE DE EVENTOS – AAE. 11.4.2 – ANÁLISE POR DIAGRAMA DE BLOCOS – ADB. 11.4.3 – ANÁLISE DE CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS – ACC. 11.4.4 – ANÁLISE DE ÁRVORE DE FALHAS – AAF.

11.4.5 – MANAGEMENT OVERSIGHT AND RISK TREE – MORT. 11.4.6 – ANÁLISE COMPARATIVA. 11.4.7 – ANÁLISE PELA MATRIZ DAS INTERAÇÕES. 11.4.8 – INSPEÇÃO PLANEJADA. 11.4.9 – REGISTRO E ANÁLISE DE OCORRÊNCIAS – RAO. 11.1 – INTRODUÇÃO: Para termos uma visão geral do contexto, resumidamente é colocado abaixo o quadro da situação mundial no período compreendido entre o término da 2ª Guerra Mundial, passando pela Guerra Fria e pela Corrida Espacial e chegando aos tempos mais recentes, por ocasião da queda do muro de Berlim e do aparecimento da Política de Globalização dos mercados. Nesta época os graves acidentes ocorridos no mundo tiveram impacto sobre a opinião pública, levando os governos e as empresas a buscarem meios mais eficientes de proteção e segurança. (Ver quadros de acidentes maiores ou ampliados, tais como os acidentes aeroespaciais, os acidentes em Usina Nucleares, os acidentes em Industrias Químicas, como o ocorrido em Bhopal e outros tantos, conforme dados anteriormente tabelados). Os governos, a opinião pública e as entidades ligadas à tecnologia, as indústrias e a segurança do trabalho mobilizaram-se então objetivando o aumento da segurança das instalações industriais e a diminuição dos acidentes maiores ou ampliados. Houve a necessidade de melhorar e desenvolver novos instrumentos para a solução dos problemas ligados à segurança, como as Técnicas de Identificação de Perigos, de Análise e de Avaliação dos Riscos, bem como, de Sistemas de Gestão da Qualidade e Meio Ambiente. Portanto, foram desenvolvidas ferramentas de Análise dos Perigos, de Riscos e de Acidentes, para obtermos melhores e maiores níveis de segurança total em áreas como a da aeronáutica, aeroespacial e nuclear. Os conceitos de perigo, de risco, de confiabilidade, de modos de falha, MTBF (Tempo médio entre falhas), bem como, as técnicas e metodologias aplicadas pela Segurança de Sistemas, antes utilizadas principalmente nas áreas militar e espacial, evoluíram e progrediram a partir da década de 70 para aplicação nas áreas industriais e de serviços públicos, alavancando e auxiliando na solução dos problemas da engenharia, da produção industrial, da segurança no trabalho e do meio ambiente. Simultaneamente o desenvolvimento alcançado pela industrialização acelerada e pela competividade na busca dos mercados internos e dos globalizados, por sua vez estimulou o desenvolvimento de novas políticas industriais de produtividade, qualidade, meio ambiente e segurança do trabalho tais como:

publicados em língua portuguesa. encontramos também artigos de excelente qualidade no que se refere às Técnicas de Identificação de Perigos. de Benedito Cardella. Maior ênfase e preocupação com Segurança dos Processos Industriais e maior desenvolvimento da Engenharia de Segurança de Sistemas. Convenção OIT 174 e Decreto 4085 de 15 de janeiro de 2002 o qual Promulga a Convenção no 174 da OIT e a Recomendação no 181 sobre a Prevenção de Acidentes Industriais Maiores.000.   Pesquisando-se através de mecanismos de buscas como o da “Google”. Necessidade de equipes e estruturas adequadas de Segurança e Medicina do Trabalho. sempre que houver oportunidade ou necessidade do serviço. principal bem de uma organização. Políticas de Responsabilidade Social aplicadas nos países desenvolvidos deram maior atenção ao trabalhador. indicado em nossa bibliografia.      Aparecimento de novas tecnologias. de Análise e de Avaliação dos Riscos. Necessidade de realizar novas instalações devido a obsolescência dos equipamentos e processos existentes. Observações:   As técnicas a seguir colocadas auxiliaram bastante na obtenção de melhorias para a Segurança dos Processos e Segurança do Trabalho. “Altavista” e diversos outros. a Eletrônica e a Informática. a Instrumentação. tais como as seguintes:         Políticas de Qualidade como as Normas ISO 9. A melhor forma de aprendizado destas técnicas. Além livro acima referido é encontrado outros livros. Preservação do Meio Ambiente como as Normas ISO 14. Necessidade de Fiscalização suficiente para evitar os acidentes inclusive os maiores ou ampliados.000.A. eficiência e produtividade dos processos industriais além da melhoria de qualidade de seus produtos. Complementando este quadro. Demais ações de melhorias. todavia é pelo estudo e participação de suas aplicações. . Normas BS 8. Aparecimento de Máquinas e instalações cada vez mais grandiosas e sofisticadas. buscando maior segurança. ações de melhorias e políticas. Maior desenvolvimento da Engenharia de Controle de Perdas.800.999. No Livro intitulado “Segurança no Trabalho e Prevenção de Acidentes” .Editora Atlas S. 1. encontramos informações valiosas sobre as estas técnicas. Surgiram daí novos métodos de trabalho. como por exemplo. Normas OHSAS 1800. do mais alto nível técnico. Necessidade de treinamento adequado do pessoal e dos trabalhadores no que se refere a Segurança.

qsp. cujos procedimentos envolvem o pessoal das empresas. a definição das pessoas que serão envolvidas no trabalho. 11.TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS.1 .aspx.br/disserta96/anete/index/indx_ane.com.htm. tanto no que se refere aos atos inseguros que tenham cometido ou observado. selecionados dentro de uma população de pessoas envolvidas.A. máquinas fotográficas.br/Atlas/portal/homePortal.org. filmadoras. os quais orientados por uma equipe de apoio passam a lembrar. de aplicação na fase operacional de sistemas. especificações de materiais e componentes. Editora Atlas S.shtml. procurando representar as diversas operações da mesma dentro das diferentes categorias de risco. . além de demais materiais de apoio necessários como computador. O processo demanda uma amostragem aleatória de observadores-participantes.999 : http://www. ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE RISCOS: Acessar: http://www. bem como. qualitativa. de autoria de Francesco De Cicco e Mario Luiz Fantazzini: http://www. recordar e registrar impressões e dados de acidentes já ocorridos. Esta técnica tem como objetivo a detecção de “Incidentes Críticos” ou “Quase Acidentes”. Um entrevistador interroga os observadores-participantes e os incita a lembrar.ctrl. Os observadores-participantes devem ser selecionados dentre os principais departamentos da empresa.Resumo: Observações:     Para consulta ao texto integral ver o Artigo: .edatlas.Técnicas de Identificação de Perigos . um calendário de reuniões.Técnica de Incidentes Críticos (TIC): A Técnica de Incidentes Críticos. Consultar também: "Técnicas Modernas de Gerência de Riscos" e do livro "Introdução à Engenharia de Segurança de Sistemas".eps. Segurança no Trabalho e Prevenção de Acidentes.ufsc. em todos os graus de conhecimento. Benedito Cardella. 1. impressora. 11. Este método possibilita a identificação de falhas e condições inseguras que contribuem para a ocorrência dos acidentes com lesões reais e potenciais.2 . como no que se refere as condições inseguras que tenham ocorrido. é uma técnica de identificação de perigos. a disponibilização dos catálogos de equipamentos e componentes. A aplicação destas técnicas exige o planejamento das etapas de execução. formulários e folhas adequadas para registro de dados levantados.br/manual_sst. também conhecida como "Confissionário" ou como "Incident Recall". além de auxiliar na correção e tratamento dos riscos correspondentes. projetor e entre outros. . recordar e descrever os incidentes críticos. como desenhos.2. a preparação dos materiais e dados.

11. ao invés de somente verificar os acidentes ocorridos. bem como. tanto nas fases de projeto. principalmente nos casos em que se deseja identificar perigos. descritos pelos entrevistados.. deverão então ser transcritos e classificados em categorias de risco. não sendo a sua utilização limitada unicamente ao processo. . evitando-se. Os incidentes pertinentes.2.2 – WHAT IF . além da fase do processo..WI (O que. para verificar a eficiência das medidas que foram implementadas. Os questionamentos devem englobar os procedimentos. prevenindo assim possíveis danos à propriedade. procedimentos e normas. bem como. Esta técnica deve ser periodicamente aplicada. sendo necessário para tal colocar os mesmos à vontade procurando. como na fase pré operacional. permitindo uma priorização das ações no que se refere a distribuição dos recursos disponíveis. bem como. quando restrição do tempo disponível para implantação das medidas de segurança cabíveis. permite também evitar a ocorrência de novos acidentes.Os observadores-participantes devem ser estimulados a descrever os incidentes críticos ocorridos. quantos possam recordar. definindo-se a partir daí uma relação das áreas-problema. bem como.participantes de modo a detectarem-se novas áreas – problemas. qualitativa. bem como. A TIC é de grande valia.? Se. para aferir o comportamento e a capacitação do pessoal em seu ambiente de trabalho... ou seja. bem como. Sua aplicação é bastante útil e simples para uma abordagem inicial dos problemas. operacional e psicológico será de maior utilidade durante a aplicação desta técnica. entretanto possíveis divagações. possíveis ocorrências de lesões de pessoal. para o levantamento dos riscos existentes. sem a utilização de técnicas mais sofisticadas. as instalações. Observação:  A TIC é útil também na prevenção de acidentes. tanto para correção das situações existentes como para prevenção de possíveis problemas futuros. antes que os mesmos venham a ocorrer. permite também a identificação e exame de possíveis acidentes em potencial. A técnica do “What-If” se desenvolve através da realização de Reuniões de Questionamento entre duas equipes. e os processos em cada situação a ser analisada. com o objetivo de proceder a identificação e tratamento de riscos. A finalidade do “What-If” é testar possíveis omissões ocorridas nos projetos. reciclando-se os observadores . pois além de servir para analisar os incidentes críticos já ocorridos. A disponibilização de um apoio técnico.): A técnica do “What-If” é utilizada para uma análise geral.

Da aplicação do “What-If” resulta uma revisão de um largo espectro de riscos. bem como a geração de possíveis soluções para os problemas levantados..Em seqüência à reunião de formulação das questões. devendo a mesma formular uma série de questões com antecedência.resposta aceita após discussão e/ou modificação. sendo cada resposta categorizada como: . etapa por etapa. c) Reunião Organizacional com a finalidade de discutir procedimentos. d) Reunião de revisão de processo para os integrantes ainda não familiarizados com o sistema em estudo. Começando do início do processo e continuando ao longo do mesmo. programação de novas reuniões. g) Relatório de revisão dos riscos do processo: o objetivo é documentar os riscos identificados na revisão.”. processo e segurança. além disso. bem como registrar as ações recomendadas para eliminação ou controle dos mesmos. O consenso grupal é o ponto chave desta etapa. definição de metas para as tarefas e informação aos integrantes sobre o funcionamento do sistema sob análise. como as da produção. A utilização periódica do procedimento é o que garante o bom resultado do mesmo no que se refere ao levantamento dos riscos e revisão dos processos. com a finalidade de guiar os trabalhos.aceitação postergada. b) Planejamento prévio das atividades e pontos a serem abordados na aplicação da técnica. 11. se estabelece um consenso entre as diversas áreas de atuação. As respostas serão analisadas durante a reunião de resposta às questões. . cabe a responsabilidade individual para o desenvolvimento de respostas escritas às questões.3 – Técnicas de Análise de Riscos: . Para a aplicação o “What-If” utiliza-se sistemáticas técnico-administrativas que incluem princípios de dinâmica de grupo. Além do mais os relatórios de procedimentos fornecem também um material de fácil entendimento servindo como fonte de treinamento e base para futuras revisões.. . e) Reunião de formulação das questões: O QUE? SE. onde a análise de riscos tende a se fortalecer. quanto à forma mais segura de operacionalizar a planta. f) Reunião de respostas às questões (formulação consensual): .A equipe questionadora é a conhecedora e familiarizada com o sistema a ser analisado. em dependência de investigação adicional. até alcançar o produto acabado colocado na planta do cliente.resposta aceita pelo grupo tal como submetida. Recomenda-se quando da sua aplicação da técnica: a) A formação do comitê de revisão e a montagem das equipes com seus integrantes.

Os princípios e metodologias da APR consistem em proceder-se uma revisão geral dos aspectos de segurança de forma padronizada:    Descrevendo todos os riscos e fazendo sua caracterização. quando a experiência em riscos na sua operação é deficiente. ou seja. ambientes onde se darão as operações. produto ou sistema. b) Revisão da missão a que se destina: . consiste . Enfim. principais funções e procedimentos. conforme abaixo: a) Revisão de problemas conhecidos: . A APR teve seu desenvolvimento inicial na área militar. No estágio em que é aplicado pode ainda ocorrer outros detalhes finais de projeto e.Atentar para os objetivos. já que os mesmos são geralmente definidos posteriormente. A APR é utilizada. Apesar das características básicas de análise inicial. para determinação de riscos que poderão estar presentes no sistema que está sendo desenvolvido. A partir da descrição dos riscos são identificados as causas (agentes) e efeitos (conseqüências) dos mesmos. desde o início operacional do sistema. tendo especial importância na investigação de sistemas novos de alta inovação e/ou pouco conhecidos.Consiste na busca de analogia ou similaridade com outros sistemas. ou seja. além de definir responsabilidades no que se refere ao controle de riscos.11. permitindo revisões de projeto em tempo hábil. durante a fase de concepção ou desenvolvimento preliminar de um novo projeto ou sistema.3. é muito útil de se utilizar como uma ferramenta de revisão geral de segurança em sistemas já operacionais. que neste caso. revelando aspectos que às vezes passariam despercebidos. A priorização das ações é determinada pela caracterização dos riscos. portanto para uma análise inicial "qualitativa". tomando como base à experiência passada. com maior segurança. Desta forma.1 – Análise Preliminar de Riscos (APR) – “Preliminary Hazard Analysis” (PHA) ou também chamada de Análise Preliminar de Perigos (APP). desenvolvida na fase de projeto e desenvolvimento de qualquer processo. mais rapidamente deve ser solucionado. etc.. A APR não é uma técnica profunda de análise de riscos e geralmente precede a aplicação de outras técnicas mais detalhadas de análise. com a finalidade de se determinar os possíveis riscos que poderão ocorrer na sua fase operacional. já que seu objetivo principal é determinar os riscos e as medidas preventivas antes da fase operacional. A Análise Preliminar de Riscos (APR) consiste do estudo. a APR tem sua importância maior no que se refere à determinação de uma série de medidas de controle e prevenção de riscos. quanto mais prejudicial ou maior for o risco. a falta de informações quanto aos procedimentos será ainda maior. exigências de desempenho. o que permitirá a busca e elaboração de ações e medidas de prevenção ou correção das possíveis falhas detectadas.

como já foi colocado.Análise de Modos de Falha e Efeitos (AMFE) – “Failure Modes and Effects Analysis” (FMEA): A Análise de Modos de Falha e Efeitos é uma análise detalhada. um carro. estimando ainda as taxas de falha e propiciando o estabelecimento de mudanças e alternativas que possibilitem a diminuição das probabilidades de falha.em estabelecer os limites de atuação e delimitar o sistema que a missão irá abranger: a que se destina. uma máquina de produção. um avião.Elaborar um “brainstorming” para levantamento dos meios passíveis de eliminação e controle de riscos. que permite analisar as maneiras pelas quais um equipamento ou sistema pode falhar e os efeitos que poderão advir. ou seja. designando também.3. Por exemplo. d) Determinação dos riscos iniciais e contribuintes: .2 . podendo ser feita de forma qualitativa ou quantitativa. A APR tem grande utilidade no seu campo de atuação.Elaborar séries de riscos. 11. determinando para cada risco principal detectado. Lembramos que a confiabilidade é definida como a probabilidade de uma ação ser concluída com sucesso dentro de um tempo específico e sob condições específicas. g) Indicação de quem será responsável pela execução das ações corretivas e/ou preventivas: Indicar claramente os responsáveis pela execução de ações preventivas e/ou corretivas. determinar a confiabilidade de produtos mais complexos. porém. f) Analisar os métodos de restrição de danos: . . necessita às vezes de ser complementada por técnicas mais detalhadas e apuradas. para avaliação dos efeitos das falhas ocorridas em seus componentes.Pesquisar os métodos possíveis que sejam mais eficientes para restrição geral.Identificar os riscos potenciais com potencialidade para causar lesões diretas e imediatas. perda de função (valor). as atividades a desenvolver. c) Determinação dos riscos principais: . e) Revisão dos meios de eliminação ou controle de riscos: . para cada unidade. para a limitação dos danos gerados caso ocorra perda de controle sobre os riscos. come será desenvolvida. o que e quem envolvem e. Posteriormente a análise é estendida ao produto no seu todo. Em sistemas que sejam já bastante conhecidos. a fim de estabelecer as melhores opções. cuja experiência acumulada conduz a um grande número de informações sobre riscos. aumentando a confiabilidade do sistema. Para isto é necessário conhecer como e em qual freqüência cada componente do produto pode falhar. A AMFE foi desenvolvida por engenheiros de confiabilidade para permitir aos mesmos. os riscos iniciais e contribuintes associados. etc. esta técnica pode ser utilizada de modo auxiliar. danos a equipamentos e perda de materiais. desde que compatíveis com as exigências do sistema.

A AMFE é realizada primeiramente de forma qualitativa. 3. Os modos básicos de falha devem ser agrupados em quatro categorias: . quando o sistema é colocado em risco e a probabilidade de erro devido à ações não estruturadas é alta. pode-se proceder à análise quantitativa para estabelecer a confiabilidade ou probabilidade de falha do sistema ou subsistema.O caso de funcionamento de uma Central Termelétrica. é primordial que se conheça e compreenda o sistema em que se está trabalhando e qual a função e objetivos do mesmo. Para proceder ao desenvolvimento da AMFE ou de qualquer outra técnica. Além disto. 4.Apesar de sua utilização ser geral. seja ela de identificação de perigos. Determinar através da análise de projetos e diagramas. e de seus equipamentos. além dos limites que podem representar sucesso ou falha. estudam-se e determinam-se possíveis alternativas mais seguras de projeto e de instalação de modo que o sistema e a instalação possa superar possíveis falhas dos seus componentes críticos. permitindo no mínimo uma parada ordenada da instalação. principalmente quando o sistema ou instalação em estudo possui instrumentos de controle. Preparar um “Check . Método de aplicação indicado: 1. subsistemas e sistemas. Traçar diagramas de blocos funcionais do sistema e subsistemas. os modos possíveis de falha que possam afetar outros componentes. dos seus sistemas. bem como. dependendo da ação correta dos operadores. a partir das probabilidades individuais de falha de seus componentes. cabendo à empresa idealizar o modelo que melhor se adapte a ela. Conhecido o sistema e suas particularidades podem-se dar seguimento a análise. bem como na determinação de como poderiam ser reduzidas estas probabilidades. Posteriormente. quer na revisão sistemática dos modos de falha dos componentes. a AMFE é mais aplicável às Indústrias de Processos. 2. as restrições sob as quais se irá operar. inclusive pelo uso de componentes com confiabilidade alta ou pela verificação de redundâncias de componentes do projeto. quer na determinação de seus efeitos em outros componentes e ainda na determinação dos componentes cujas falhas têm efeito crítico na operação do sistema.List” dos componentes de cada subsistema e sua função específica. Dividir o sistema em subsistemas que podem ser efetivamente controlados. A técnica auxilia ainda na determinação e encadeamento dos procedimentos para contingências operacionais. através do cálculo de probabilidades de falhas de montagens. de modo poder levantar necessidades adicionais e defeitos de projeto. para determinar os inter-relacionamentos existentes. sempre procurando garantir danos mínimos ao sistema como um todo. O bom conhecimento do sistema em que se atua é o primeiro passo para o sucesso na aplicação de qualquer técnica. Por exemplo: . de análise ou de avaliação dos riscos.

O método HAZOP é principalmente indicado quando da implantação de novos processos. Atualmente. 5. na fase de projeto ou em modificações de processos já existentes. Formular possíveis ações de compensação e reparos que podem ser adotadas para eliminar ou controlar cada falha específica e seus efeitos.. IV . Portanto. como por exemplo. Indicar os efeitos de cada falha sobre outros componentes e como esta afeta a operação do mesmo. A análise. 2. para possibilitar a priorização de alternativas.3. .1. Porém. Indicar os métodos usados para detecção de cada falha específica. Como acima descrito.3 – Análise de Operabilidade e de Perigos – “HAZard and OPerability Studies” (HAZOP: O estudo de identificação de perigos e operabilidade é conhecido como HAZOP. ou em uma indústria química. 4. como por exemplo. é uma técnica de análise qualitativa desenvolvida com a finalidade de examinar as linhas de processos diversos. a metodologia é aplicada também para equipamentos de processos. Determinar as probabilidades de ocorrência de cada falha específica para possibilitar a análise quantitativa.I . sendo os mesmos analisados mais detalhadamente do que os demais. em um produto podem existir certos componentes ou conjunto deles que sejam especificamente críticos para a utilidade a que se destina o produto ou mesmo para a segurança do operador. a AMFE analisa de forma geral os modos de falha de um produto. que se preocupa com a análise detalhada destes componentes críticos é conhecida como FMECA – “Failure Modes and Criticality Analysis”.Operação prematura. inclusive seus sistemas diversos. 1. 3.Falha em operar no instante prescrito. II . em uma refinaria de petróleo. porém. III . a Análise de Árvore de Falhas. Tanto a AMFE como a FMECA são bastante eficientes quando aplicadas a sistemas mais simples e de falhas mais singelas. Estimar a gravidade de cada falha específica de acordo com as categorias de risco. 11. quando a complexidade é maior.Falha em operação. a estes componentes críticos deve ser dada atenção especial.Falha em cessar de operar no instante prescrito. identificando os perigos e prevenindo a ocorrência de possíveis falhas. recomenda-se o uso de outras técnicas. conforme o quadro 4. similar a AMFE.

temperatura. Para evitar que algum detalhe seja omitido. Identificadas às palavras . fluxo. evitando-se assim a revisões de projetos em etapas mais adiantadas as quais tornam-se cada vez mais caras de serem feitas. nível. . pensando em todos os modos pelo qual um evento indesejado ou problema operacional possa ocorrer.guia ocorra. o desenvolvimento do HAZOP alia a experiência e competência individual às vantagens indiscutíveis do trabalho em equipe. analisando cada circuito. Em termos gerais. Além disso.guias e os desvios respectivos a partir para a elaboração das alternativas cabíveis para que o problema não ocorra. para cada tipo de desvio passível de ocorrer nos parâmetros de funcionamento. trabalhando sozinha. faz com que a criatividade individual seja estimulada. Convém. ou seja. quer no detalhamento ou ainda durante a instalação. sendo quase impossíveis estes diagnósticos. Vale ressaltar que o HAZOP pode ser aplicado em projetos e modificações de menor porte como de grande porte. as quais à primeira vista parecem insignificantes. As palavras . os esquecimentos evitados e a compreensão dos problemas das diferentes áreas e interfaces do sistema seja alcançada. analisar as alternativas quanto ao custo e operacionalidade.guias são aplicadas às variáveis identificadas no processo (pressão. no entanto. evitando com isso a necessidade de se executar modificações de projeto. antes de se fazer uma análise completa e saber se existem efeitos secundários graves e difíceis de prever. estará sujeita a erros por desconhecer os aspectos alheios a sua área de trabalho. onde pessoas de funções diferentes dentro da organização trabalham em conjunto e em equipe. a análise realizada no HAZOP é feita através de palavras-chaves que guiam o raciocínio dos grupos de estudos multidisciplinares. Uma pessoa competente. que nada mais são do que os perigos a serem examinados. composição. entre outras) gerando os desvios. a reflexão deve ser executada de maneira sistemática. contudo. ou seja. linha por linha.chaves ou palavras . A técnica HAZOP permite que as pessoas liberem sua imaginação. identificando os desvios que podem ocorrer caso a condição proposta pela palavra . mínimo. o caráter de trabalho em equipe que o HAZOP apresenta. Assim. Para cada linha analisada são aplicadas as séries de palavras guias.O ideal na realização do HAZOP é que o estudo seja desenvolvido antes da fase de detalhamento e construção do projeto. pode-se dizer que o HAZOP é bastante semelhante a AMFE. fixando a atenção nos perigos mais significativos para o sistema. quando o resultado do HAZOP for mais bem conhecido. muitos acidentes ocorrem porque se subestima os efeitos secundários de pequenos detalhes ou de modificações de projeto ou de instalações em funcionamento. Às vezes.

Nas aplicações de análise de risco. calcularem as probabilidades associadas a cada ramo do sistema que conduz a alguma falha (acidente).No HAZOP a operabilidade é tão importante quanto à identificação dos perigos. 11. A árvore de eventos deve ser lida da esquerda para a direita. sem antes conhecê-los.Análise por Diagrama de Blocos (ADB): Na análise por diagrama de blocos se utiliza um fluxograma em blocos do sistema.1 – Análise de Árvore de Eventos (AAE) – “Event Tree Analysis” (ETA): A Análise da Árvore de Eventos (AAE) é um método lógico-indutivo para identificar as várias e possíveis conseqüências resultantes de certo evento indesejado inicial. Definir os sistemas de segurança (ações) que podem amortecer o efeito do evento inicial. Na esquerda começa-se com o evento inicial e segue-se com os demais eventos seqüenciais. Uma vez construída a árvore de eventos. em geral. o evento inicial da árvore de eventos é. 4. Definir o evento inicial que pode conduzir ao acidente. a falha de um componente ou subsistema. decrescendo assim o nível de risco. ao contrário. utilizando encadeamentos lógicos em cada etapa de atuação do sistema. Isto não é um ponto negativo. sendo os eventos subseqüentes determinados pelas características do sistema. Esta técnica procura determinar as freqüências e conseqüências decorrentes dos eventos indesejáveis.2 .4 – Técnicas de Avaliação de Riscos: 11. pela análise das probabilidades de sucesso ou falha de cada bloco. . o que pode ser obtido pela aplicação do método HAZOP. porém a eliminação dos perigos. aumenta sua importância do método. 3. Geralmente neste tipo de estudo são detectados mais problemas do tipo operacional do que perigos propriamente ditos.4. 11. calculando as probabilidades de sucesso ou falha do mesmo. A eliminação dos problemas operacionais recai numa conseqüente diminuição do erro humano. Combinar em uma árvore lógica de decisões as várias seqüências de acontecimentos que podem surgir a partir do evento inicial. Para o traçado da árvore de eventos as seguintes etapas devem ser seguidas: 1. É impossível. pois a diminuição dos riscos está bastante ligada a eliminação de problemas operacionais.4. a linha inferior é SIM e significa que o evento realmente ocorre. A linha superior é NÃO e significa que o evento não ocorre. 2.

4.4. A AAF é um método excelente para o estudo dos fatores que poderiam causar um evento indesejável (falha) e encontra sua melhor aplicação no estudo de situações complexas.A. também é feita utilizando-se uma simbologia. A Árvore de Falhas enfoca as causas e a Árvore de Eventos mostra as conseqüências ambas seguindo a seqüência natural das ocorrências.AAF foi primeiramente concebida por H. Dependendo do sistema a análise pode ser feita em série ou em paralelo. 1. partindo-se para um lado. com a descrição das conseqüências e do outro lado determinando e descrevendo as causas. Ela .3 – Análise de Causas e Conseqüências (ACC): Já na Análise das Causas e Conseqüências (AAC) de falhas se utilizam as mesmas técnicas de construção da AAE e da Análise da Árvore de Falhas (AAF) que será vista detalhadamente a seguir.4 – Análise de Árvore de Falhas (AAF) – “Fault Tree Analysis” (FTA): A Análise da Árvore de Falhas . Posteriormente cada evento desenvolvido é questionado:      Em que condições o evento induz os outros eventos? Quais as alternativas ou condições que levam os diferentes eventos? Que outros componentes o evento afeta? Ele afeta mais do que um componente? Quais os outros eventos que este evento causa? A técnica segue a lógica que liga as causas as suas conseqüências. Isto permite avaliar qualitativa e quantitativamente as conseqüências dos eventos catastróficos de ampla repercussão como os Acidentes Maiores ou Acidentes Ampliados e verificar a vulnerabilidade do meio ambiente. 11. O processo começa pela escolha de um evento crítico.A técnica é útil para identificar o comportamento lógico de um sistema constituído por poucos componentes. da comunidade e de terceiros em geral. a exemplo da árvore de falhas. juntando com estas. A estruturação. O procedimento para construção de um diagrama de conseqüências se inicia por um evento inicial. Definidas as probabilidades de falha. pode-se determinar o risco de cada sistema.Watson dos Laboratórios Bell Telephone em 1961. a pedido da Força Aérea Americana para avaliação do sistema de controle do Míssil Balístico Minuteman. as perdas previstas devido à ocorrência das mesmas.

As duas unidades básicas ou comportas lógicas envolvidas são os operadores "E" e "OU". para proceder à análise quantitativa. os vários fatores. desta forma e de maneira sistemática. A AAF pode ser executada em quatro etapas básicas:     Definição do Sistema. sendo que muitos analistas crêem que deste modo. Nos resultados da análise quantitativa são necessárias certas situações. O evento indesejado recebe o nome de evento topo por uma razão bem lógica. erros operacionais ou outros defeitos podem causar o evento topo. chamado evento topo. Consideram o método como "uma técnica de pensamento-reverso. indicando o relacionamento entre os eventos considerados. Avaliação qualitativa e. A AAF é uma técnica dedutiva que se focaliza em um acidente particular e fornece um método para determinar as causas deste acidente. A partir deste nível o sistema é dissecado de cima para baixo. deve ser realizada primeiramente a análise qualitativa. onde são especificadas as causas que levam a ocorrência de um específico evento indesejado de interesse. Embora tenha sido desenvolvida com o principal intuito de determinar probabilidades. é muito usada também por seu aspecto qualitativo porque. pois são eles que dão origem a todos os eventos de nível mais alto. contudo. Avaliação quantitativa. As combinações seqüenciais destes eventos formam os diversos ramos da árvore. Construção da Árvore de Falhas. O principal conceito na AAF é a transformação de um sistema físico em um diagrama lógico estruturado (a árvore de falhas). Já a . cada uma examinada até que o analista tenha identificado as causas básicas de cada evento". é certo supor que a árvore de falhas é um diagrama que mostra a inter-relação lógica entre estas causas básicas e o acidente. Os eventos do nível inferior recebem o nome de eventos básicos ou primários. obter resultados quantitativos não requer muitos esforços adicionais. já que na montagem da árvore de falhas o mesmo é colocado no nível mais alto. ou seja. como técnica quantitativa.determina as freqüências de eventos indesejáveis (topo) a partir da combinação lógica das falhas dos diversos componentes do sistema. Assim. podem ser visualizados. Portanto. é um modelo gráfico que dispõe várias combinações de falhas de equipamentos e erros humanos que possam resultar em um acidente. a avaliação qualitativa pode ser usada para analisar e determinar que combinações de falhas de componentes. em qualquer situação a ser investigada. que indicam o relacionamento casual entre eventos dos níveis inferiores que levam ao evento topo. o analista começa com um acidente ou evento indesejável que deve ser evitado e identifica as causas imediatas do evento. enumerando todas as causas ou combinações delas que levam ao evento indesejado. A diagramação lógica da árvore de falhas é feita utilizando-se símbolos e comportas lógicas.

Cada comporta lógica tem implícita uma operação matemática. o relacionamento entre os eventos é feito através das comportas lógicas. podendo ser traduzidas. cuja probabilidade de ocorrência deve ser determinada. mesmo ao se aplicar o procedimento de simples diagramação da árvore. ainda. À medida que se retrocede. O uso da árvore de falhas pode trazer. d) Através de Álgebra Booleana são desenvolvidas as expressões matemáticas adequadas. até o evento topo. determinando as condições. é necessário conhecer e relembrar algumas definições da Álgebra de Boole. outras vantagens e facilidades. quais sejam: a determinação da seqüência mais crítica ou provável de eventos. através da diagramação sistemática. em última análise. Para proceder ao estudo quantitativo da AAF. que levam ao evento topo. A AAF não necessariamente precisa ser levada até a análise quantitativa. por ações de adição ou multiplicação. Notas: Simbologia lógica de uma árvore de falhas: 1. mostrando o inter-relacionamento entre estes eventos e falhas.avaliação quantitativa é utilizada para determinar a probabilidade de falha no sistema pelo conhecimento das probabilidades de ocorrência de cada evento em particular. ou seja. eventos particulares ou falhas que possam vir a contribuir para ocorrência do evento topo selecionado. diretamente. Desta forma. dos eventos contribuintes e falhas levantadas nas etapas anteriores. a identificação de falhas singulares ou localizadas importantes no . em segurança de sistemas. Desenhada a árvore de falhas. e) Determinação da probabilidade de falha de cada componente. formando o primeiro nível . propiciando uma visão bastante clara da questão e das possibilidades imediatas de ação no que se refere à correção e prevenção de condições indesejadas.o nível básico. que representam as entradas da árvore de falhas. c) Montagem. em estudos que envolvem decisões e mais recentemente. dentre os ramos da árvore. causar tal fato. Suas regras e expressões em símbolos matemáticos permitem simplificar problemas complexos. em relação ao evento topo. É principalmente usada em áreas de computadores e outras montagens eletromecânicas e também em análise de probabilidades. e nas exigências do sistema. são adicionadas as combinações de eventos e falhas contribuintes. nos dados do projeto. entre outros. O processo inicia com os eventos que poderiam. b) Revisão dos fatores intervenientes: no ambiente. a probabilidade de ocorrência do evento topo será investigada pela combinação das probabilidades de ocorrência dos eventos que lhe deram origem. a qual foi desenvolvida pelo matemático George Boole para o estudo da lógica. entretanto. o método de AAF pode ser desenvolvido através das seguintes etapas: a) Seleção do evento indesejável ou falha. passo a passo. é possível a obtenção de um grande número de informações e conhecimento muito mais completo do sistema ou situação em estudo. 2.

processo. no tema incluímos trabalho de pesquisa sobre a NR – 9. 12 – PPRA .Programa de Prevenção de Riscos Ambientais: Fundamenta-se na NR – 9: Programa de Prevenção de Riscos Ambientais.5 – “Management Oversight and Risk Tree” (MORT): O método conhecido como MORT é uma técnica que usa um raciocínio semelhante ao da AAF. Nesta árvore cada evento é uma ação do operador ou administrador. Sobre este assunto um médico será convidado para proferir uma palestra sobre o referido tema.514 de 22. com o objetivo de promoção e preservação da saúde do conjunto dos seus trabalhadores. Geralmente. como: solução de problemas diversos de manutenção. existem certas seqüências de eventos centenas de vezes mais prováveis na ocorrência do evento topo do que outras e. .5. 13 – PCMSO – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional: Fundamenta-se na NR – 7: Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional que estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação. bem como.4. alguns artigos e apresentações a respeito deste assunto. por parte dos empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados. com base nas Leis existentes (Lei 6. O método pode ser também usado para esquematizar ações administrativas que possam ter contribuído para um acidente. o descobrimento de elementos sensores (alternativas de solução) cujo desenvolvimento possa reduzir a probabilidade do contratempo em estudo. as principais diretrizes recomendadas de se realizar são as seguintes:   Verificar as Condições de Trabalho e as Situações de Riscos e Perigos em potencial. Além dos aspectos citados. do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO. decisões administrativas. Verificar o funcionamento regular da CIPA conforme recomendações da NR . portanto. a AAF encontra aplicação para inúmeros outros usos. investigação de acidentes. sendo que as falhas de equipamentos ou condições ambientais não são consideradas.1977 e Portaria nº 3. cálculo de confiabilidade. estimativas de riscos. 11. 14 – Programas de redução dos Acidentes do Trabalho em uma Empresa – Diretrizes recomendadas: Para a implantação um Programa de redução dos Acidentes do Trabalho em uma Empresa.214 de 08. para que a probabilidade de ocorrência do evento topo diminua.1978). desenvolvendo uma árvore lógica. é relativamente fácil encontrar a principal combinação ou combinações de eventos que precisam ser prevenidas. 06. ilustrando erros ou ações inadequadas de administração. o qual já tenha ocorrido. só que com a particularidade de ser aplicado à estrutura organizacional e gerencial da empresa. entre outros. Para um melhor conhecimento da matéria.12.

além dos livros é da máxima importância e utilidade consultarem a Internet e as revistas periódicas. 15 – Bibliografia recomendada: Para o estudo da Higiene. artigos e endereços disponíveis que são de grande valia para o aprendizado da matéria: . Comparar os Riscos existentes com o Risco Tolerado. Fornecer todos os EPI e EPC necessários. Analisar todos os Processos de Trabalho. precisamos quase sempre encomenda-las. Tratar e resolver todas as situações de Risco. pois contribuem muito para o aprofundamento e amadurecimento dos conhecimentos ligados a Higiene. sem intenção de excluir as obras clássicas do maior valor. Para serem adquiridas. Avaliar as diversas Áreas de Trabalho levantando os Riscos de Acidentes existentes. orientações e princípios referentes a Segurança e Saúde no Trabalho – SST. Assim sendo. a BS 8800. a OSHAS e demais organizações internacionais de alto nível. é de maior valor e utilidade. dados e artigos. relacionamos abaixo algumas das normas. não são encontradas com facilidade nas livrarias comuns. a OMS. da Saúde. inclusive as virtuais. os quais precisam ser conhecidos. Elaborar os Procedimentos de Segurança e Prevenção de Acidentes para realização dos trabalhos onde existam riscos em potencial.                Levantar o histórico dos acidentes já ocorridos na Empresa. Verificar as condições de funcionamento do Serviço de Segurança da Empresa. Registrar. para o estudo da matéria. Promover Campanhas de Segurança. Realizar Investimentos para Melhoria da Segurança e Higiene do Trabalho. entretanto que muitas das obras já publicadas. ou de uma Brigada contra Incêndios. conforme seja as situações de risco levantadas). a Engenharia de Segurança e a Medicina do Trabalho. onde encontramos informações. conforme orientações oficiais dos Ministérios do Trabalho e Emprego. Sinalizar todas as Áreas de Riscos. obras. na maioria das vezes. do Instituto Nacional de Seguridade Social além das recomendações de órgãos internacionais reconhecidos como a OIT. analisar e computar cada acidente ocorrido. Programar Treinamento de Segurança e capacitar todo o pessoal. Verificar os meios de Combate a Incêndio (Existência de Corpo de Bombeiros da Empresa. com testemunhos sobre os mais diversos temas. Aplicar as recomendações. Desta forma a consulta direta as bibliotecas. Elaborar Planos de Higiene e Segurança do Trabalho. Ocorre. Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho as fontes de estudos e informações abrangem um campo bastante extenso de publicações e trabalhos. Neste contexto. contendo uma gama extensa de trabalhos.

com. Prevenção de Acidentes nas Indústrias.com.ctrl.aspx.edatlas. Qualitymark Editora: http://www.A.gov. Segurança no Trabalho e Prevenção de Acidentes. Acessar: http://www.A. ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE RISCOS: .eps.br/books.A.br/books. Instalações Elétricas Industriais. Prof.br/. Antonio Nunes Barbosa Filho.ctrl. Manual de Higiene e Segurança do Trabalho – Ed. de autoria de Francesco De Cicco e Mario Luiz Fantazzini: http://www. 2001: http://www.fundacentro.submarino. Antonio Bossi e Ezio Sesto.ufsc.xls.br/Atlas/portal/homePortal.999 : http://www.asp.Normas Regulamentadora: .pucpr.submarino. 1. W. Segurança e Medicina do Trabalho.htm. .Ultima Alteração: 20/05/2004.org. Benedito Cardella. .gov. Hemus Editora Ltda. Editora Globo. Curso de Eletrotécnica.Acessar: http://www. Editora Atlas S.com. Segurança do Trabalho & Gestão Ambiental. Peixoto. Manual de Instalações Elétricas em Indústrias Químicas. Ediouro.: http://www. Segurança em Eletricidade – Jorge Santos Reis & Roberto de Freitas – Fundacentro: http://www.br/downloads/catalogo_qualitymark. Dawes.edatlas.shtml.aspx. Normas Regulamentadora Comentadas.mte. 4 a edição – 2003: http://www. Artigo: . Petroquímicas e de Petróleo.55ª Edição (2004) .br/manual_sst.2ª Tiragem: http://www.ppgia.br/Atlas/portal/homePortal.Acessar o Ministério do Trabalho e Emprego: http://www. Giovanni Moraes de Araujo. Editora Atlas. Artigo: . .ctrl. R.br/.com.edatlas.ieles. Marcos Aurelio Pchek Laureano . João Mamede Filho.com. Dácio de Miranda Jordão.TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS. "Técnicas Modernas de Gerência de Riscos" e do livro "Introdução à Engenharia de Segurança de Sistemas".com.aspx. Ateneu. Instalações Elétricas. Editora Atlas S.br/~laureano/puc_2004/gst/.br/Atlas/portal/homePortal. Chester L. Livros Técnicos e Científicos Editora S.Gerenciamento de Riscos.qsp.br/disserta96/anete/index/indx_ane.

Ver página: http://www.Ver página: http://www. Gerenciamento de Riscos e Acessibilidade na Universidade Federal do Rio de Janeiro: .htm.abpa.com.org.Ver página: http://www.ambientec. Revista Proteção.Ver página: http://www. Grupo CIPA – Portal de Segurança: .br/bvtematicas/.areaseg.nsf.cipanet.all. Universidade de São Paulo – Sistema Integrado de Bibliotecas: Ver página: http://www.br/. .saudeetrabalho. Segurança e trabalho “Online”.Ver página: http://www.abraphiset.asp.com/index. Ambientec. ABPA – Associação Brasileira para Prevenção de Acidentes. Ver página: http://www.Ver página: http://www. .org.copel.prossiga.com/pagcopel.php?lang=pt. . DIESAT . 16 – Anexos diversos: . A Associação Brasileira dos Profissionais de Segurança e Saúde no Trabalho e do Meio Ambiente – ABRAPHISET.br/gt/gtbv/gtbv. Prossiga (Bibliotecas Virtuais Temáticas).protecao.unisanta.usp.html.com.org. SEGRAC Núcleo de Pesquisa em Engenharia de Segurança.cg. .br/.Ver página: http://www.br/. .org. GT Bibliotecas Virtuais Brasileiras.br/aleph/por/.br/ufrj/capa.sobes.htm.com.br/.br/.br/alunos/sites/index.eu. Companhia de Energia Elétrica do Paraná – COPEL. . Ver página: http://www.Consultar página da SOBES . .com. Universidade Santa Cecília – UNISANTA – Higiene e Segurança no Trabalho.Ver página: http://www.br/. Agência Européia para a Segurança e a Saúde no Trabalho.Ver página: http://www.Ver página: http://www.diesat.br.com/. .Departamento Intersindical de Estudos e Pesquisas de Saúde e dos Ambientes de Trabalho.com.com.Sociedade Brasileira de Engenharia de Segurança: http://www. .sibi. .int/index.osha.Informações sobre a legislação específica da Engenharia de Segurança e demais assuntos da área: . Area Seg .Ver página: http://europe.Ver página http://www.

bem como. Desenvolvido por Daniel Garcia Pajaro Material de Apoio                    Nova Lista perguntas e respostas 15. Seu objetivo básico envolve a prevenção de riscos e de acidentes nas atividades de trabalho visando a defesa da integridade da pessoa humana.Técnicas de Análises de Riscos Investigar de Acidentes . Todos os direitos reservados.Porque e Como Diretrizes para programas de segurança e saúde Lista de Perguntas e Respostas (18/11/04) A Atuação do MPT na Defesa do Meio Ambiente de Trabalho Diretrizes para programas de segurança e saúde NR01 NR02 NR03 NR04 NR05 NR06 . a proteção das instalações contra sinistros. Ínicio Programação do curso Apostila do Curso Material de apoio Links Contato © Internet UNISANTA.Para melhor aproveitamento e conhecimento da matéria os Apontamentos de Classe acima colocados devem ser complementados com Artigos Técnicos e informações diversas disponibilizados em nossa página de Segurança e Higiene no Trabalho no Site da UNISANTA: O Objetivo da área de engenharia de segurança do trabalho é atuar na prevenção de acidentes do trabalho no intuito de preservar a integridade física dos trabalhadores. no que se refere à questão da segurança e da higiene do trabalho.11.2004.2005 Apontamentos de classe Legislação Instituições nacionais Incêndios e explosões Analise dos acidentes no trabalho Estatísticas de Acidentes do Trabalho no Brasil CAPÍTULO V .

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orgânica e mental e através de medidas práticas evitarmos a ocorrência de acidentes do trabalho.A PREVENÇÃO. através de seus propostos em conjunto com o Departamento de Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho e a CIPA. tão seguras quanto possível. doenças ocupacionais e perturbações funcionais. com o objetivo principal de proteger a integridade física. se não houver o comprometimento e a colaboração irrestrita de todos os colaboradores engajados em um único objetivo . realiza este treinamento sobre Segurança do Trabalho nos . nosso princípio baseia-se em que “ a prevenção de acidentes é uma responsabilidade de cada um na ITAIPU BINACIONAL”. não conseguirão êxito.DE SEGURANÇA DO TRABALHO 1 1 OBJETIVO DO MANUAL O Manual de Segurança e Medicina do Trabalho. A empresa. foi elaborado diante das necessidades básicas e legais de levarmos os conhecimentos a todos os colaboradores da empresa. para todos os colaboradores. Departamento de Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho 2 2 A Itaipu Binacional. Nosso objetivo é tornar as condições de trabalho na empresa. visando a garantia e execução de suas atividades com segurança. Para isso.

recomendamos a leitura deste manual que preparamos com o objetivo de tornar o seu trabalho mais seguro. Em última análise.Empregado. 1. nada disso vai adiantar se não houver a participação constante de cada um de nós. Cada ano. vem desenvolver junto aos seus funcionários um programa de treinamento sobre Segurança do Trabalho que tem a finalidade de proporcionar um ambiente de trabalho sadio e seguro. empresa e seus funcionários. Todas as dúvidas deverão ser sanadas antes da realização de qualquer serviço. as quais deverão ser obrigatoriamente obedecidas. ferramentas e equipamentos são operados por seres humanos. Assim. sob o ponto de vista de segurança e que as nossas instalações sejam as mais seguras possíveis.Aspectos Gerais. A Empresa. um substancial investimento em tempo e dinheiro é dirigido no sentido de garantir que as ferramentas e equipamentos de nossa empresa sejam devidamente projetados. Porém. dentro de um compromisso de parceriaEmpresa . Afinal. na qualidade de empregadora acredita que investir no homem é a melhor maneira de trazer benefícios para o trabalhador. Informamos a seguir as recomendações que a Itaipu Binacional faz aos seus funcionários. a Empresa através do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho – SEESMT . ATIVIDADES LABORATIVAS DO HOMEM. No entanto. Para que isto seja possível. onde a saúde e integridade física é preservada. “a sua segurança e a segurança daqueles que o cercam depende de VOCÊ”. segurança é uma responsabilidade que precisa ser assumida por todos. E A HISTÓRIA E SURGIMENTO DA SEGURANÇA DO 3 3 INTEGRAÇÃO DE SEGURANÇA TREINAMENTO EM PREVENÇÃO DE ACIDENTES DO TRABALHO . para a própria organização e para a sociedade.

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