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07/14/2015

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MANUAL DE USO E MANUTENÇÃO

PORTUGUÊS
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COPYRIGHT BY FIAT AUTOMÓVEIS S.A. - PRINTED IN BRAZIL
Os dados contidos nesta publicação são fornecidos a título indicativo e poderão ficar desatualizados em
consequência das modificações feitas pelo fabricante, a qualquer momento, por razões de natureza
técnica, ou comercial, porém sem prejudicar as características básicas do produto.
A FIAT, além de produzir
automóveis com alta tecnologia
e design único, também investe
em ações socioculturais e ambi-
entais, pois acredita na parceria
de todos os setores da socie-
dade para o desenvolvimento
sustentável do Brasil. Conheça
essas iniciativas pelo site:
www. fi at. com. br/ci dadani a
Cert no. IMO-COC-029173
Fontes Mistas
Grupo de produto proveniente de florestas
bem manejadas e outras fontes controladas
Esta publicação foi produzida
com papel certificado FSC
COMPROMISSO FIAT COM A QUALIDADE
ORIENTAÇÕES:
Prefira sempre Acessórios Genuínos FIAT.
Tanto o veículo como os equipamentos nele instalados consomem
energia da bateria quando desligados, é o denominado “consumo em
Standy-by”. Como a bateria possui um limite máximo de consumo para
garantir a partida do motor, deve-se dimensionar o consumo dos equi-
pamentos ao limite de consumo da bateria.
ADVERTÊNCIAS
Para assegurar a qualidade e o perfeito funcionamento do veículo, recomendamos instalar somente acessórios genuínos, à disposição
na Rede de Assistência Fiat.
A instalação de rádios, alarmes, rastreadores ou qualquer outro acessório eletrônico não genuíno poderá ocasionar consumo excessivo
de carga da bateria, podendo provocar o não funcionamento do veículo e a perda da garantia.
PRESSÃO DE CALIBRAGEM DOS PNEUS FRIOS lbf/pol
2
(kgf/cm
2
)
Attractive
1.4 8V Flex
Tjet
1.4 16V Gasolina
Essence
1.6 16V Flex
Essence
1.8 16V Flex
Sporting
1.8 16V Flex
Com carga média
- dianteiro:
- traseiro:
28 ou (1,9)
28 ou (1,9)
29 ou (2,0)
29 ou (2,0)
28 ou (1,9)
28 ou (1,9)
28 ou (1,9)
28 ou (1,9)
28 ou (1,9)
28 ou (1,9)
Com carga completa
- dianteiro:
- traseiro:
32 ou (2,2)
32 ou (2,2)
32 ou (2,2)
32 ou (2,2)
32 ou (2,2)
32 ou (2,2)
32 ou (2,2)
32 ou (2,2)
32 ou (2,2)
32 ou (2,2)
Roda de reserva 32 ou (2,2) 32 ou (2,2) 32 ou (2,2) 32 ou (2,2) 32 ou (2,2)
Obs.: a primeira especificação é em lbf/pol
2
e a segunda, entre parênteses, é em kgf/cm
2
.
300 mA
80 mA
4 mA
11 mA
36 mA
Consumo máximo
Stand-by da bateria
60 AH
Veículo
Rádio
Genuíno
Fiat
Rádio
marca A
Rádio
marca B
1
Caro Cliente,
Queremos agradecer-lhe por ter preferido a marca Fiat.
Preparamos este manual para que você possa conhecer cada detalhe de seu Fiat e assim, utilizá-lo da ma-
neira mais correta.
Antes de utilizar o veículo pela primeira vez, recomendamos que leia o manual com atenção. Nele estão
contidas informações, conselhos e advertências importantes para seu uso, que o ajudarão a aproveitar, por
completo, as qualidades técnicas do seu veículo. Você vai encontrar, ainda, indicações para a sua segurança,
para manter o bom estado do veículo e para a proteção do meio ambiente.
As instruções de manutenção e instalação de acessórios são de caráter ilustrativo, por isso recomendamos
que a execução seja feita por pessoal qualificado pela Fiat Automóveis S/A.
No kit de bordo do veículo, você encontrará outras publicações, as quais trazem informações específicas e
não menos importantes sobre outros assuntos; tais como:
- guruntíu do veítuío
- servíços udítíonuís reservudos uos Cííentes líut,
- Codígo Nutíonuí de 1rânsíto e ínstruções de prímeíros sotorros,
- luntíonumento do sístemu de som (se dísponíveí),
- tontessíonáríus íntegruntes du Rede Autorízudu líut.
Boa leitura e boa viagem!
Este manual descreve os instrumentos, itens e acessórios que podem equipar o modelo Fiat Punto dis-
ponível na rede de Concessionárias Fiat até a presente data. Mas atenção! Considere somente as infor-
mações inerentes ao modelo/versão e equipamentos opcionais originais de fábrica do veículo adquirido,
conforme discriminado na nota fiscal de venda.
2
BEM-VINDO A BORDO
Os veículos Fiat são automóveis de design original, idealizados em prol do prazer de dirigir em completa
segurança e respeitando ao máximo o meio ambiente. A começar pela adoção de modernos motores, passan-
do pelos dispositivos de segurança e pela preocupação em oferecer todo o conforto possível aos ocupantes,
tudo isso contribuirá para que a personalidade de seu veículo seja apreciada logo no primeiro momento.
Em seguida, você vai notar também que, além das exclusivas características de estilo, existem novos pro-
cessos de construção que diminuem os custos de manutenção.
Segurança, economia, inovação e respeito ao meio ambiente fazem de seu Fiat um veículo a ser imitado.
3
OS SÍMBOLOS PARA UMA DIREÇÃO CORRETA
Os sinais indicados nesta página são muito importantes. Servem para evidenciar partes do manual onde é
necessário deter-se com mais atenção.
Como você pode ver, cada sinal é constituído por um símbolo gráfico diferente para que seja fácil e claro
descobrir à qual área pertencem os assuntos:
Segurança das pessoas
Atenção. A falta total ou parcial
de respeito a essas prescrições
pode pôr em grave perigo a segu-
rança física das pessoas.
Proteção do meio ambiente
Indica o comportamento correto
a manter, para que o uso do veí-
culo não cause nenhum dano ao
meio ambiente.
Integridade do veículo
Atenção. A falta total ou parcial
de respeito a essas prescrições
pode acarretar sérios danos ao ve-
ículo e, em certos casos, a perda
da garantia.
4
CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES
Antes de arrancar, certifique-se de que o freio de estacionamento não esteja acionado e de que não exis-
tam obstáculos que possam comprometer o movimento dos pedais, tais como tapetes ou qualquer outro obje-
to. Verifique também se as luzes-espia não estão assinalando nenhuma irregularidade.
Ajuste o banco e os espelhos retrovisores antes de movimentar o veículo.
Faça do uso do cinto de segurança um hábito. Utilize-o sempre para sua proteção.
Cbserve o trânsíto untes de ubrír umu portu ou suír tom o seu veítuío do estutíonumento.
Verifique o fechamento e o travamento correto das portas e da tampa do porta-malas antes de movimentar
o veículo.
Puru suu segurunçu, observe us tondíções do tempo, do trânsíto e du estrudu e dírí¡u de utordo tom eíus.
Evite dirigir se não estiver em condições físicas normais.
Obstáculos, pedras ou buracos na pista podem causar danos ao veículo, comprometendo o seu funciona-
mento.
Evite deixar objetos soltos sobre os bancos, pois, em caso de desaceleração rápida do veículo, os mesmos
poderão provocar ferimentos aos ocupantes ou danos ao próprio veículo.
Em cruzamentos, seja prudente, fique atento e reduza a velocidade ao chegar neles.
Respeíte us veíotídudes máxímus estubeíetídus nu íegísíuçuo.
Lembre: os motorístus prudentes respeítum todus us íeís de trânsíto. luçu du prudêntíu um hábíto.
A execução das revisões é essencial para a integridade do veículo e para a continuidade do direito à Ga-
rantia. Quando for notada qualquer anomalia, esta deve ser imediatamente reparada, sem aguardar a próxima
revisão periódica.
5
SIMBOLOGIA
Em alguns componentes do seu Fiat,
ou perto dos mesmos, estão aplicadas
etiquetas coloridas específicas cujo
símbolo chama a atenção do usuário
e indica precauções importantes que
este deve tomar, em relação ao com-
ponente em questão.
A seguir, são citados resumidamen-
te todos os símbolos indicados pelas
etiquetas empregadas no seu Fiat e, ao
lado, os componentes para os quais os
símbolos chamam a atenção.
É também indicado o significado do
símbolo de acordo com a subdivisão
de perigo, proibição, advertência ou
obrigação, à qual o próprio símbolo
pertence.
SÍMBOLOS DE PERIGO
Bateria
Líquido corrosivo.
Bateria
Perigo de explosão.
Ventilador
Pode ligar-se automatica-
mente, mesmo com o motor
parado.
Reservatório de expansão
Não remover a tampa quan-
do o líquido de arrefeci-
mento estiver quente.
Bobina
Alta tensão.
Correias e polias
Órgãos em movimento; não
aproximar partes do corpo
ou roupas.
Tubulação do climatizador
de ar
Não abrir.
Gás em alta pressão.
SÍMBOLOS DE PROIBIÇÃO
Bateria
Não aproximar chamas.
Bateria
Manter as crianças afasta-
das.
Anteparos de calor - cor-
reias - polias - ventilador
Não pôr as mãos.
6
Airbag do lado do passa-
geiro
Não instalar cadeirinhas
para bebês viradas para
trás no banco dianteiro do
passageiro.
SÍMBOLOS DE ADVERTÊNCIA
Catalisador
Não estacionar sobre super-
fícies inflamáveis. Consultar
o capítulo “Proteção dos
dispositivos que reduzem as
emissões”.
Direção hidráulica
Não superar o nível máximo
do líquido no reservatório.
Usar somente o líquido
prescrito no capítulo “Abas-
tecimentos”.
Circuito dos freios
Não superar o nível máximo
do líquido no reservatório.
Usar somente o líquido
prescrito no capítulo “Abas-
tecimentos”.
Limpador do para-brisa
Usar somente o líquido do
tipo prescrito no capítulo
“Abastecimentos”.
Motor
Usar somente o tipo de lu-
brificante prescrito no capí-
tulo “Abastecimentos”.
Veículo com gasolina
ecológica
Usar somente gasolina sem
chumbo.
Reservatório de expansão
Usar somente o líquido
prescrito no capítulo “Abas-
tecimentos”.
SÍMBOLOS DE OBRIGAÇÃO
Bateria
Proteger os olhos.
Bateria Macaco
Consultar o manual de Uso
e Manutenção.
A
I RBA
G
A
CCNHLClMLN1C DC VLlCLLC
LSC CCRRL1C DC VLlCLLC
LM LMLRCLNClA
MANL1LNÇÃC DC VLlCLLC
CARAC1LRlS1lCAS 1LCNlCAS
lNDlCL ALlAßL1lCC
B
A
C
D
E
F
A
CONHECIMENTO DO VEÍCULO
Recomendamos ler este capítulo sentado confortavel-
mente u bordo do seu novo líut. Destu muneíru, votê vuí
poder reconhecer imediatamente as partes descritas no ma-
nual e verificar “ao vivo” o que está lendo.
Em pouco tempo, você vai conhecer melhor o seu Fiat,
com os comandos e os dispositivos com os quais está equi-
pudo. Depoís, quundo íígur o motor e entrur no trânsíto,
fará muitas outras descobertas agradáveis.
SlS1LMA llA1 CCDL CLRAÇÃC ll . . . . . . . . . . . .A-1
CCML1ADCR DL lCNlÇÃC . . . . . . . . . . . . . . . . .A-7
RLCLLACLNS PLRSCNALlZADAS . . . . . . . . . . . .A-8
ClN1CS DL SLCLRANÇA . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-12
1RANSPCR1L DL CRlANÇAS LM SLCLRANÇA .A-17
PRL-1LNSlCNADCRLS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-18
PAlNLL DL lNS1RLMLN1CS . . . . . . . . . . . . . . . .A-20
QLADRC DL lNS1RLMLN1CS . . . . . . . . . . . . .A-21
lNS1RLMLN1CS DL ßCRDC . . . . . . . . . . . . . . .A-22
MY CAR llA1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-25
1RlP CCMPL1LR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-48
LLZLS-LSPlA L SlNALlZAÇCLS . . . . . . . . . . . . . .A-50
SlS1LMA DL AQLLClMLN1C/VLN1lLAÇÃC . . . .A-57
CLlMA1lZADCR MANLAL . . . . . . . . . . . . . . . . .A-61
CLlMA1lZADCR AL1CMA1lCC . . . . . . . . . . . .A-64
ALAVANCAS SCß C VCLAN1L . . . . . . . . . . . . .A-71
PlLC1C AL1CMA1lCC (CRLlSL CCN1RCL) . . .A-77
CCMANDCS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-81
LQLlPAMLN1CS lN1LRNCS . . . . . . . . . . . . . . .A-83
PCR1AS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-88
1L1C SCLAR (SKYDCML) . . . . . . . . . . . . . . . . .A-93
PCR1A-MALAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-96
CAPC DC MC1CR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-99
ßACACLlRC DL 1L1C . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-100
lARClS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-100
DRlVL ßY \lRL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-101
AßS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-101
AlRßAC . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-103
PRLDlSPCSlÇÃC PARA lNS1ALAÇÃC DC
AL1CRRADlC . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-111
NC PCS1C DL AßAS1LClMLN1C . . . . . . . . . .A-113
PRC1LÇÃC DC MLlC AMßlLN1L . . . . . . . . . .A-116
A
Puru ínlormuções muís detuíhudus ver, ºlndíte uílubetíto¨.
A-1
A
SISTEMA FIAT CODE
GERAÇÃO II
A fim de minimizar riscos de furtos/
roubos, o veículo é equipado com um
sistema eletrônico de inibição do fun-
tíonumento do motor (líut CCDL) que
é ativado automaticamente tirando a
chave da ignição.
Cada chave possui um dispositivo
eletrônico com a função de transmitir
um sinal em código para o sistema de
ignição através de uma antena especial
incorporada no comutador de ignição.
O sinal enviado constitui a “palavra de
ordem”, sempre diferente, para cada
partida com a qual a central reconhe-
ce a chave e, somente nessa condição,
permite a partida do motor.
CHAVES - fig. 1
Com o veículo são entregues, confor-
me versão, duas chaves 1-fig. 1 ou duas
chaves 2-fig. 1.
As chaves 1 ou 2-fig. 1 de uso nor-
mal no veículo são usadas para:
- ignição;
- portas;
- porta-malas;
- abertura/fechamento das portas
por meío do tontroíe remoto. (thuve
1-fig. 1).
Com o conjunto de chaves é entre-
gue o CCDL CARD fig. 2 no qual é
indicado:
A-fig. 2 - C todígo metâníto dus
chaves a comunicar à Rede Assisten-
cial FIAT para pedir cópias das cha-
ves.
ADVERTÊNCIA: aconselha-se a
mantê-lo sempre consigo (não no
veículo) já que ele foi criado espe-
cialmente para proporcionar mais
uma opção de segurança e tranqui-
lidade. É importante também anotar
os números constantes do CODE
CARD, para utilizá-los em caso de
um eventual extravio do cartão.
1 2
fig. 1
H
0
3
l
6
ß
R
fig. 2
3
P
N
0
2
0
5
ß
R
A-2
CHAVE MECÂNICA
Para a chave 2-fig. 1 está prevista a
predisposição para instalação de con-
trole remoto.
Aconselha-se o uso de alarmes com
controle remoto incorporado à chave
de ignição da linha Fiat Acessórios, que
foram desenvolvidos e testados para o
uso em seu veículo e são oferecidos em
todas as concessionárias Fiat.
CHAVE COM CONTROLE REMOTO
A chave fig. 3 possui:
- encaixe metálico (A) que pode ser
embutido na empunhadura da chave;
- botão (D) para a abertura do encai-
xe metálico;
- botão (B) para o destravamento das
portas;
- botão (C) para o travamento das
portus u dístântíu tom desíígumento
temporizado das luzes internas.
O encaixe metálico A da chave acio-
na:
- o comutador de ignição;
- a fechadura das portas;
- a fechadura da tampa do porta-
-malas.
A
D
B
C
fig. 3
4
L
N
l
4
4
0
ß
R
A-3
A
Ao apertar o botão (D),
prestar a máxima atenção
para evitar que a saída do
encaixe metálico possa causar lesões
ou danos. O botão (D) deve ser
apertado somente quando a chave
se encontrar longe do corpo, parti-
cularmente dos olhos e de objetos
que podem ser danificados (roupas,
por exemplo). Não deixar a chave
em qualquer lugar para evitar que
alguém, principalmente crianças,
possa manejá-la e apertar involun-
tariamente os botões.
Para introduzir o encaixe metálico na
empunhadura da chave, manter aper-
tado o botão (D) e girar o encaixe no
sentido indicado pela seta até perceber
o ruído de travamento. Após o trava-
mento, soltar o botão (D).
Para acionar a abertura centralizada
dus portus u dístântíu, upertur o botuo
B-fig. 3. As portas se destravam e as
setas efetuam uma dupla sinalização
luminosa.
Para acionar o fechamento centraliza-
do das portas, apertar o botão C-fig. 3.
As portas se travam e as setas efetuam
uma sinalização luminosa simples.
Em caso de intervenção do interrup-
tor de corte de combustível, realiza-se o
destravamento automático das portas.
ATENÇÃO: o funcionamento do
controle remoto depende de vários
fatores, como a eventual interferên-
cia de ondas eletromagnéticas emi-
tidas por fontes externas, o estado
de carga da bateria e a presença de
objetos metálicos em proximidade
da chave do veículo. No entanto,
sempre é possível efetuar a abertu-
ra manual do veículo utilizando o
encaixe metálico da chave.
Para modelo de alarme originais,
consultar a linha Fiat Acessórios
oferecida nas Concessionárias Fiat.
A-4
SOLICITAÇÃO DE CONTROLES
REMOTOS ADICIONAIS
O receptor pode reconhecer até 8
controles remotos. Se, por qualquer
motivo, no decorrer da vida útil do veí-
culo se tornar necessário obter um novo
controle remoto, dirija-se à Rede Assis-
tencial Fiat levando consigo o CODE
CARD, um documento de identidade
e os documentos de propriedade do
veículo.
ADVERTÊNCIA: a frequência do
telecomando pode sofrer interferên-
cia de transmissão estranhas ao veí-
culo, tais como telefones celulares,
radioamadores, etc.
Neste caso, o funcionamento do
telecomando pode ser temporaria-
mente interrompido.
A seguir, estão resumidas as princi-
pais funções que podem ser ativadas
tom us duus thuves (tom e sem ton-
troíe remoto)
Tipo de
chave
Abertura das
portas
Fechamento
das portas
(*) Descida dos
vidros
Subida dos vidros
Chave
metânítu
Rotuçuo du
chave em
sentido ho-
rário
Rotuçuo du
chave em
sentido anti-
-horário
- -
Chave com
controle
remoto
Rotuçuo du
chave em
sentido ho-
rário
Rotuçuo du
chave em
sentido anti-
-horário
- -
Pressão
breve no
botão ±
Pressão
breve no
botão †
Pressão prolon-
gudu (por muís
de 2 segundos no
botão ±)
Pressão prolon-
gudu (por muís
de 2 segundos no
botão †)
Lampejos
dos indica-
dores de
direção ▲
2 lampejos 1 lampejo 2 lampejos 1 lampejo
(*) A munobru de destídu dos vídros e umu tonsequêntíu de um tomundo de
desbloqueio das portas e manobra de subida dos vidros é uma consequência
de um comando de bloqueio das portas.
▲ Indicação válida quando acionado pelo controle remoto.
A-5
A
SUBSTITUIÇÃO DA BATERIA DA
CHAVE COM CONTROLE REMOTO
Quando, apertando um dos botões
da chave com controle remoto, não se
verificar a ação esperada de abertura
ou fechamento de portas, isso pode ser
uma indicação de que a bateria do con-
trole está fraca.
Substituir a bateria por outra nova de
tipo equivalente, encontrada em reven-
dedores normais.
As baterias gastas são pre-
judiciais ao meio ambiente
e devem ser descartadas em
recipientes apropriados ou entre-
gues à Rede Assistencial Fiat.
Para substituir a bateria:
- apertar o botão A-fig. 4 e colocar
o encaixe metálico (B) na posição de
abertura;
- utilizando uma chave de fenda de
ponta fina, girar o dispositivo de aber-
tura (C) e retirar a caixinha da bateria
(D);
- substituir a bateria (E) respeitando
as polaridades indicadas;
- recolocar a caixinha na chave e
travá-la, girando o dispositivo (C).
A
C
D
E
B
fig. 4
l
C
0
3
5
9
ß
R
A-6
O FUNCIONAMENTO DO FIAT
CODE
Cada vez que girar a chave de igni-
ção na posição STOP, o sistema de pro-
teção ativa o bloqueio do motor.
Girando a chave para MAR:
1) Se o código for reconhecido, a
luz-espia 1 no quadro de instrumentos
faz um breve lampejo, indicando que o
sistema de proteção reconheceu o códi-
go transmitido pela chave e o bloqueio
do motor foi desativado. Girando a cha-
ve para AVV, o motor funcionará.
2) Se a luz-espia 1 ficar acesa (jun-
to com a luz-espia /), o código não foi
reconhecido. Neste caso, aconselha-se
a repor a chave na posição STOP e,
depois, de novo em MAR; se o bloqueio
persistir, tentar com a outra chave for-
necida.
Com o automóvel em movimento
e a chave da ignição em MAR, a luz-
-espia 1 acender, significa que o siste-
ma está efetuando um autodiagnóstico
(por exemplo, devido a uma queda de
tensão).
ADVERTÊNCIA: impactos
violentos podem danificar
os componentes eletrônicos
contidos na chave.
ADVERTÊNCIA: cada
chave fornecida possui um
código próprio, diferente
de todos os outros, que deve ser
memorizado pela central do siste-
ma.
Este equipamento opera em
caráter secundário, isto é, não
tem direito a proteção contra
interferência prejudicial, mesmo
de estações do mesmo tipo, e
não pode causar interferência a
sistemas operando em caráter
primário.
A sequência numérica impressa
acima do código de barras identifica
o número de homologação do con-
trole remoto e do immobilizer junto à
ANATEL.
O código de barras e os algarismos
localizados abaixo do mesmo contêm
dados do fornecedor do equipamento.
Etiqueta 1 - Controle remoto
Etiqueta 2 - Immobilizer
TRF 192
1244 - 08 - 4050
(01) 0789 838176 021 6
(01) 0789 838176 019 3
1641-07-4050
NBC 310.01
NBC 310.02 / NBC 310.03 / NBC 310.04
NBC 310.05 / NBC 310.06 / NBC 310.07
A-7
A
DUPLICAÇÃO DAS CHAVES
Quando o proprietário necessitar de
chaves adicionais, deve ir à Rede As-
sistencial FIAT com todas as chaves e
o Code Card. A Rede Assistencial FIAT
eletuurá u memorízuçuo (ute um máxí-
mo de 8 thuves) de todus us thuves,
tanto as novas quanto as que estiverem
em mãos.
A Rede Assistencial FIAT poderá
exigir os documentos de propriedade
do veículo.
As chaves não apresentadas durante
a nova operação de memorização são
definitivamente canceladas da memória
para garantir que aquelas eventualmen-
te perdidas não sejam mais capazes de
ligar o motor.
Em caso de venda do veí-
culo, é indispensável que
o novo proprietário receba
todas as chaves e o CODE CARD.
COMUTADOR DE
IGNIÇÃO
A chave pode girar para 3 posições
diferentes fig. 5:
- STOP: motor desligado, a chave
pode ser removida. Alguns dispositivos
eíetrítos (por ex.: uutorrádío, truvumen-
to eíetríto dus portus, ett.) podem lun-
cionar.
- MAR: posíçuo de murthu. 1odos
os dispositivos elétricos podem funcio-
nar.
- AVV: partida do motor.
Com a chave de ignição retirada,
é possível acender as luzes de posi-
ção mediante a rotação da empu-
nhadura da alavanca esquerda da
coluna de direção.
Em caso de violação
do dispositivo da ignição
(por ex.: uma tentativa de
roubo), mandar verificar o funcio-
namento na Rede Assistencial Fiat.
Ao descer do veículo, tire
sempre a chave para evitar
que alguém ligue os coman-
dos involuntariamente. Lembre-se
de puxar o freio de mão até travar
no dente necessário para imobili-
zar completamente o veículo. Se o
veículo estiver em declive, engate a
primeira marcha, sendo aconselhá-
vel também virar as rodas em dire-
ção ao passeio, tomando o cuidado
para não tocar o pneu no meio-fio
(guias). Nunca deixe crianças sozi-
nhas no veículo.
fig. 5
F
0
M
0
0
1
5
M
A-8
REGULAGENS
PERSONALIZADAS
BANCOS - fig. 6
Qualquer regulagem deve ser feita
exclusivamente com o veículo parado.
Regulagem no sentido longitudinal
Levantar a alavanca A e empurrar
o banco para a frente ou para trás. Ao
soltar a alavanca, verificar se o banco
está bem travado, tentando empurrá-lo
para a frente e para trás. A falta deste
bloqueio poderia provocar o movi-
mento do banco, fazendo com que se
desloque alguns milímetros para frente
ou para trás.
Com regulagem milimétrica:
Para reclinar completamente, ou para
regular adequadamente a inclinação do
encosto, girar o dispositivo específico
C-fig. 6, para a frente ou para trás, con-
forme desejado.
Regulagem em altura
Para algumas versões, está prevista a
regulagem de altura para o banco do
motorista.
A regulagem deve ser feita atuando
na alavanca B-fig. 6 levantando-a tantas
vezes quantas forem necessárias para
obter a posição desejada. Para abaixar
o banco, deve ser feito o procedimento
contrário.
Não desmontar os ban-
cos nem efetuar serviços
de manutenção e/ou repa-
ração nos mesmos: operações rea-
lizadas de modo incorreto podem
prejudicar o funcionamento dos
dispositivos de segurança. Dirigir-se
sempre à Rede Assistencial Fiat.
ADVERTÊNCIA: o banco deve
estar bem travado para evitar o
movimento e possíveis acidentes.
ADVERTÊNCIA: o projeto de um
veículo é concebido atualmente
para que, em casos de sinistros, os
ocupantes sofram o mínimo de con-
sequências possíveis.
Para tanto, são concebidos na
ótica de “segurança ativa” e “segu-
rança passiva”. No caso específi-
co dos bancos, estes, quando da
ocorrência de impactos que pos-
sam gerar desacelerações em níveis
“perigosos” aos usuários, são proje-
tados para se deformarem e, assim,
reduzir o nível de desaceleração
sobre os ocupantes, “preservando-
-os passivamente”.
Nesses casos, a deformação dos
bancos deve ser considerada uma
desejada consequência do sinistro,
uma vez que é na deformação que
a energia do impacto é absorvida.
Considera-se que, após constatada
essa deformação, o conjunto deverá
ser substituído.
fig. 6
F
0
M
0
0
5
5
M
A-9
A
APOIA-CABEÇAS
Bancos dianteiros - fig. 7
Para aumentar a segurança dos passa-
geiros, os apoia-cabeças são reguláveis
em altura e travam-se automaticamente
na posição desejada.
Para abaixá-los, apertar o botão A ao
lado dos suportes e empurrá-los para
baixo.
Para retirar o apoia-cabeças, apertar
os botões A e B e puxá-los para cima.
Lembre-se que os apoia-cabeças
devem ser regulados de maneira
que a nuca, e não o pescoço, apoie
neles. Somente nessa posição podem
protegê-lo em caso de batidas.
Bancos traseiros - fig. 8
Para os bancos traseiros estão pre-
vistos apoia-cabeças reguláveis em
altura.
Para a regulagem: levantar ou abaixar
os apoia-cabeças até alcançar a altura
dese¡udu (totuímente rebuíxudo ou íe-
vuntudo).
Para removê-los, levantá-los na altura
máxima, apertar os botões A e B ao lado
dos suportes e puxar mais um pouco
para cima.
Não desmontar os ban-
cos nem efetuar serviços
de manutenção e/ou repa-
ração nos mesmos. Operações rea-
lizadas de modo incorreto podem
prejudicar o funcionamento dos
dispositivos de segurança. Dirigir-se
sempre à Rede Assistencial Fiat.
PORTA-OBJETOS DAS PORTAS
Existentes no revestimento de cada
porta, estão presentes os bolsos porta-
-objetos/porta-documentos.
APOIA-BRAÇO DIANTEIRO - fig. 9
Entre os bancos dianteiros, para al-
gumas versões, há um apoia-braço
A-fig. 9.
Para colocá-lo na posição de uso
normal empurrá-lo para baixo como
ilustrado na fig. 10.
Algumas versões possuem apoia-
-braço também no banco traseiro.
fig. 7
F
0
M
0
0
2
5
M
fig. 8
F
0
M
0
0
2
6
M
fig. 9
H
0
l
7
l
ß
R
A-10
VOLANTE - fig. 11
Em algumas versões, pode ser regu-
lado no sentido vertical e em profun-
didade:
1) desíotur u uíuvuntu A para a po-
sição 1-fig. 11;
2) eletuur u reguíugem do voíunte,
3) retornur u uíuvuntu u posíçuo 2
para travar o volante novamente.
Nos veículos dotados de
direção hidráulica, não per-
manecer com o volante em
fim de curso (seja para a direita ou
esquerda) por mais de 15 segundos
sob pena de danificar o sistema.
Qualquer regulagem deve
ser realizada somente com
o veículo parado.
ESPELHO RETROVISOR INTERNO -
A-fig. 12
Desíotundo u uíuvuntu A obtém-se:
1) posíçuo untíolustumento,
2) posíçuo normuí.
O espelho retrovisor interno é equipa-
do com um dispositivo contra acidentes
que o desprende em caso de choque.
fig. 11
F
0
M
0
2
7
0
M
fig. 10
l
0
M
0
3
6
0
M
-
ß
R
2
1
fig. 12
F
0
M
0
0
2
8
M
A-11
A
ESPELHO RETROVISOR INTERNO
ELETROCRÔMICO - fig. 13
Presente em algumas versões, o es-
pelho pode ser orientado em todas as
direções.
O funcionamento do espelho eletro-
crômico estará ativo e só será possível
com a ignição ligada, condição em que
o espelho passa a funcionar em modo
automático. Nesta situação, duas foto-
células controlam a atividade luminosa
na frente e atrás do espelho, fazendo a
compensação entre localidades ilumi-
nadas ou escuras.
Quando a fotocélula localizada na
parte frontal do espelho, ao lado do in-
terruptor, detecta o ofuscamento pro-
vocado pelos faróis do veículo atrás do
seu, ela energiza uma camada química
do vidro, causando o escurecimento e
a absorção da luz. Assim que o ofusca-
mento diminui, o espelho volta para o
seu estado normal de transparência.
Com o dísposítívo íígudo, o LLD ver-
de B-fig. 13 permanece aceso, indican-
do esse estado. Pressionando-se o botão
A-fig. 13 com o dispositivo ligado, o
LLD B-fig. 13 se apaga, indicando que
o sistema deixou de funcionar em modo
automático.
Como característica adicional, o es-
pelho passará para a posição normal
(díu) sempre que u murthu u re lor en-
gatada, garantindo a visibilidade em
manobras.
ESPELHOS RETROVISORES
EXTERNOS
Com regulagem mecânica - fig. 14
Por dentro do veículo, mover o bo-
tão A.
Qualquer regulagem deve
ser efetuada somente com o
veículo parado.
Inclinação (basculamento) - fig. 15
Lm tuso de netessídude (por exem-
plo, quando a saliência do espelho cria
dílítuídudes em umu pussugem estreítu),
o espelho pode ser dobrado deslocan-
do-o da posição 1 para a posição 2.
A B
fig. 13
4
L
N
l
2
6
9
ß
R
fig. 14
l
0
M
0
2
9
7
M
-
ß
R
fig. 15
F
0
M
0
2
5
0
M
A-12
Durante a marcha os
espelhos devem estar sem-
pre na posição 1.
As lentes dos espelhos
retrovisores são parabóli-
cas e aumentam o campo
de visão. No entanto, diminuem
o tamanho da imagem, dando a
impressão de que o objeto refletido
está mais distante do que a reali-
dade.
Com regulagem elétrica - fig. 16
A regulagem é possível somente com
a chave de ignição na posição MAR.
Para regular o espelho, basta apertar
nos quatro sentidos a tecla C situada na
porta do motorista.
O botão B seíetíonu o espeího (es-
querdo ou díreíto) em que será leítu u
regulagem.
Qualquer regulagem deve
ser efetuada somente com o
veículo parado e freio de
mão puxado.
CINTOS DE
SEGURANÇA
UTILIZAÇÃO DOS CINTOS DE
SEGURANÇA
Para colocar os cintos, pegar a lin-
gueta de fixação A-fig. 17 e introduzi-
la na sede B até perceber o “click” de
travamento.
Se durante a colocação do cinto, o
mesmo se travar, deixá-lo enrolar por
um breve trecho e retirá-lo novamente,
evitando puxões repentinos.
fig. 16
F
0
M
0
0
3
0
m
A
B
C
fig. 17
l
C
0
0
0
9
ß
R
A-13
A
Após engatar a fivela na
sede do fecho, puxar leve-
mente o cinto para eliminar
a folga do cadarço na região abdo-
minal.
Para retirar o cinto, apertar o botão
(C). Acompanhar o cinto durante seu
enrolamento para evitar que fique tor-
cido.
Não apertar o botão (C)
com o veículo em movi-
mento.
O cinto, por meio do retrator automá-
tico, adapta-se ao corpo do passageiro
permitindo liberdade de movimentos.
Com o veículo estacionado em forte
aclive ou declive, o retrator pode travar-
-se: isso é normal. O mecanismo de tra-
vamento do retrator intervém em caso
de qualquer puxão repentino do cinto
ou em caso de freadas bruscas, colisões
e curvas em alta velocidade.
REGULAGEM EM ALTURA DOS
CINTOS DIANTEIROS
A regulagem em altura
dos cintos de segurança
deve ser feita com o veícu-
lo parado.
Reguíur sempre u uíturu dos tíntos,
adaptando-os à estatura das pessoas
que os usam. Esta precaução permite
melhorar sua eficácia reduzindo subs-
tancialmente os riscos de lesões em
caso de choque.
A regulagem correta é obtida quando
o cinto passa cerca da metade entre a
extremidade do ombro e do pescoço. A
sua eficiência depende diretamente da
correta colocação por parte do usuário.
A regulagem de altura é possível em
4 posições distintas.
Para fazer a regulagem, apertar o bo-
tão A-fig. 18 e levantar ou abaixar a
empunhadura B-fig. 18.
Após a regulagem, veri-
ficar sempre se o cursor
está travado em uma das
posições predispostas. Para tanto,
sem pressionar o botão, fazer um
movimento para baixo para permi-
tir o travamento do dispositivo de
fixação, caso o mesmo não tenha
sido travado em uma das posições
estabelecidas.
fig. 18
l
0
M
0
2
9
5
M
-
ß
R
A-14
CINTOS DE SEGURANÇA
TRASEIROS
O banco traseiro possui cintos de
segurança inerciais de três pontos de
fixação com retrator para os lugares
laterais. Algumas versões possuem cin-
tos de segurança inerciais de três pontos
também para o posto central.
Os cintos de segurança para os luga-
res traseiros devem ser usados conforme
o esquema ilustrado na fig. 19.
Para evitar engates incorretos, que
poderiam afetar a funcionalidade dos
cintos de segurança, as linguetas dos
cintos laterais e o fecho do cinto central
(ídentílítudo tom u puíuvru CLN1LR)
são incompatíveis entre si.
Recordar-se de que, em
caso de colisão, os passa-
geiros dos bancos traseiros
que não estiverem usando os cintos,
além de estarem infringindo as leis
de trânsito e de serem expostos a
um grande risco, constituem um
perigo também para os passageiros
dos lugares dianteiros.
As fivelas devem ser retiradas nova-
mente das relativas sedes ao colocar
o banco na posição de utilização, de
modo que estejam sempre prontos para
o uso.
AJUSTE DO CINTO
TRASEIRO CENTRAL
(sem retrator automático) - fig. 20
Para apertar
Passar o cinto pela fivela A, puxando
na extremidade B (estu operuçuo pode
ser leítu tom o tínto ¡á ulíveíudo). Apos
ter apertado o cinto, deslocar a presilha
D até onde o curso desta permitir, de
maneira a manter unidos o cinto de se-
gurança e a extremidade excedente B.
A extremidade exceden-
te do cinto resultante de
um ajuste, assim como os
próprios cintos de segurança dos
lugares que não estiverem ocupa-
dos podem, inadvertidamente, ficar
para fora do veículo após ter fecha-
do as portas traseiras. Aconselha-se
a deixar afivelados todos os cintos
de segurança traseiros dos veículos
sem retrator automático, mesmo
se não estiverem em uso, e sempre
fazer o ajuste do cinto ao corpo do
passageiro.
Para afrouxar
Pressionar a fivela A, puxar na parte
C, mantendo a fivela A perpendicular
ao cinto.
fig. 19
4
L
N
l
4
3
6
ß
R
A B
D
C
fig. 20
4
L
N
0
l
7
3
ß
R
A-15
A
ADVERTÊNCIA: o cinto estará
regulado corretamente quando ade-
rir bem à bacia. A sua eficiência
depende diretamente da correta
colocação por parte do usuário.
ADVERTÊNCIAS GERAIS PARA A
UTILIZAÇÃO DOS CINTOS DE
SEGURANÇA
C motorístu deve respeítur (e tumbem
os outros otupuntes do veítuío) todus
as disposições legislativas locais com
relação à obrigação e modalidades de
utilização dos cintos.
Colocar e ajustar sempre os cintos
de segurança antes de iniciar uma via-
gem.
Para garantir a máxima
proteção aos ocupantes do
veículo em caso de aciden-
te, recomenda-se manter o encosto
na posição mais ereta possível e
o cinto bem aderido ao tórax e à
bacia.
Colocar e ajustar sem-
pre os cintos de segurança,
tanto nos lugares dianteiros
como traseiros. Viajar sem utilizar
os cintos aumenta o risco de lesões
graves, ou de morte, em caso de
colisão.
A opção em reclinar o
banco limita as funções do
cinto de segurança, poden-
do ocasionar o escorregamento do
usuário por baixo do cinto, com
riscos de estrangulamento.
O cinto não deve ser
dobrado. A parte superior
deve passar nos ombros e
atravessar diagonalmente o tórax. A
parte inferior deve aderir à bacia fig.
21 e não ao abdômen do passageiro.
Não utilizar dispositivos (almofadas,
espumas, clipes, etc.) entre o corpo
e o cinto, para qualquer finalidade,
ou qualquer outro tipo de dispositi-
vo que trave, afrouxe ou modifique
o funcionamento normal do cinto
de segurança.
Se o cinto tiver sido sub-
metido a uma forte soli-
citação como, por exem-
plo, após um acidente, o mesmo
deve ser substituído completamente
junto com as fixações, os parafusos
e o próprio sistema pré-tensionador,
mesmo não apresentando danos
visíveis, pois estes equipamentos
podem ter perdido suas proprieda-
des de resistência.
Para qualquer intervenção ou
reparo, dirija-se sempre à Rede
Assistencial Fiat.
fig. 21
l
C
0
0
l
5
ß
R
A-16
Cada cinto de segurança
deve ser utilizado somen-
te por uma pessoa. Nunca
transportar crianças no colo de um
passageiro utilizando um cinto de
segurança para a proteção de ambos
fig. 22 e não colocar nenhum objeto
entre a pessoa e o cinto.
O uso dos cintos é necessário tam-
bém para as mulheres grávidas: para
elas e para o bebê o risco de lesões em
caso de colisão é certamente menor se
estiverem usando o cinto.
Obviamente as mulheres grávidas
deverão colocar a faixa abdominal do
cinto muito mais baixa de modo que a
mesma passe sob o ventre fig. 23.
COMO MANTER OS CINTOS DE
SEGURANÇA SEMPRE EFICIENTES
1) Utilizar sempre os cintos de se-
gurança bem esticados, não torcidos;
certificar-se de que os mesmos possam
deslizar livremente sem impedimen-
tos.
2) Após um acidente, substituir o cin-
to usado, mesmo se aparentemente não
pareça danificado. Substituir o cinto em
caso de ativação do pré-tensionador
(quundo dísponíveí).
3) Para limpar os cintos, lavá-los com
água e sabão neutro, enxaguando-os e
deixando-os secar à sombra. Não usar
detergentes fortes, alvejantes ou tintu-
rus, ou quuíquer outru substântíu quí-
mica que possa enfraquecer as fibras
do cinto.
4) Evitar que os retratores automáti-
cos se molhem. O seu correto funcio-
namento é garantido somente se não
sofrerem infiltrações de água.
5) Substituir o cinto quando apresen-
tar marcas de deterioração ou cortes.
fig. 22
l
C
0
0
l
6
ß
R
fig. 23
l
C
0
0
l
7
ß
R
A-17
A
TRANSPORTE DE
CRIANÇAS EM
SEGURANÇA
1odos os menores, tu¡us turutterístí-
tus lísítus (ídude, uíturu e peso) os ím-
peçam de utilizar os cintos de seguran-
ça com os quais o veículo é equipado
originalmente, deverão ser protegidos
por dispositivos de retenção apropria-
dos, seguindo rigorosamente as instru-
ções do fabricante do dispositivo. Não
utilizar cadeirinhas ou outros dispositi-
vos sem as instruções de uso.
GRAVE PERIGO:
não colocar cadei-
rinhas para crianças
voltadas contra o sentido de marcha
no banco dianteiro com o airbag do
lado do passageiro ativado. A ativa-
ção do Airbag em caso de colisão
pode produzir lesões mortais na
criança transportada.
ADVERTÊNCIA: mesmo
no caso dos veículos que
não possuam airbag para o
passageiro, somente o banco trasei-
ro deverá ser usado para o transpor-
te de crianças. Esta posição é a mais
protegida em caso de choque.
O transporte de crianças no
banco dianteiro só pode se verificar
em casos previstos conforme legis-
lação em vigor. Nestes casos, para
veículos dotados de airbag para o
passageiro, ele deve ser obrigatoria-
mente desativado, certificando-se
da operação através da luz-espia
& no quadro de instrumentos (ver
parágrafo AIRBAG FRONTAIS E LATERAIs
no item AIRBAG FRONTAL DO LADO DO
PASSAGEIRO). Além disto, o banco do
passageiro deve ser regulado na
posição mais afastada, a fim de evi-
tar eventuais contatos da cadeirinha
para crianças com o painel.
Para a melhor proteção em caso de
colisão, todos os ocupantes devem via-
jar sentados e protegidos pelos sistemas
de retençuo udequudos (tíntos de segu-
runçu, tudeírínhus, ett)
Esta recomendação é ainda mais
importante quando são transportadas
crianças no veículo.
ADVERTÊNCIA: cada sistema de
retenção é rigorosamente para uma
pessoa; não transportar nunca duas
crianças na mesma cadeirinha ao
mesmo tempo.
A
I RBAG
A-18
ADVERTÊNCIA: verificar sempre
se os cintos não estão apoiando no
pescoço da criança.
ADVERTÊNCIA: durante a viagem
não permitir que a criança desen-
caixe os cintos.
ADVERTÊNCIA: em caso de aci-
dente, substituir a cadeirinha por
uma nova.
ADVERTÊNCIA: aconselha-se
verificar na Rede Assistencial Fiat
a disponibilidade de dispositivos de
retenção para crianças da Linha Fiat
Acessórios, especificamente desen-
volvidos para uso nos veículos Fiat.
PRÉ-TENSIONADORES
Para tornar ainda mais eficaz a ação
dos cintos de segurança dianteiros
e traseiros, as versões equipadas com
Airbag estão equipadas também com
pré-tensionadores dos cintos de segu-
rança.
Estes dispositivos detectam, através
de um sensor, que está ocorrendo uma
toíísuo víoíentu e puxum o tínto. Des-
te modo, garantem a perfeita aderência
dos cintos ao corpo dos ocupantes, an-
tes que se inicie a ação de retenção.
O travamento do cinto é reconhecí-
vel pelo travamento do retrator; o cin-
to não se enrola mais, nem mesmo se
acompanhado com as mãos.
Para ter a máxima pro-
teção da ação do pré-
-tensionador, usar o cinto
mantendo-o bem aderido ao tórax
e à bacia.
Para que ocorra o fun-
cionamento correto do
pré-tensionador, o cinto de
segurança deverá estar sempre cor-
retamente afivelado.
Os pré-tensionadores dos bancos
dianteiros se ativam somente se os res-
pectivos cintos estiverem corretamente
colocados nas fivelas.
Ocorrendo a ativação dos pré-tensio-
nadores, pode-se verificar emissão de
fumaça. Esta fumaça não é prejudicial e
não indica um princípio de incêndio.
O pré-tensionador não necessita de
nenhuma manutenção ou lubrificação.
Qualquer intervenção de modificação
de suas características originais invalida
sua eficiência. Se, por eventos naturais
exteptíonuís (enthentes, mure¡udus,
uíugumentos, ett.), o dísposítívo lor
atingido por água ou barro, é obrigató-
ria a sua substituição.
A-19
A
O pré-tensionador é utilizável
somente uma vez. Após sua utili-
zação, procurar a Rede Assistencial
Fiat para sua substituição. A valida-
de do dispositivo está indicada em
uma etiqueta adesiva localizada na
tampa do porta-luvas e, para algu-
mas versões, na parte interna do
capô. Atente para o prazo de vali-
dade e dirija-se à Rede Assistencial
Fiat para a substituição do dispo-
sitivo.
Intervenções que acarre-
tem colisões, vibrações ou
aquecimentos localizados
(superiores a 100°C por uma dura-
ção máxima de 6 horas) na zona
do pré-tensionador podem provocar
danos ou a ativação do sistema. Não
se enquadram nestas condições as
vibrações induzidas pela irregula-
ridade das estradas ou por ultra-
passagens acidentais de obstáculos
como guias, quebra-molas, etc. Para
qualquer intervenção ou reparo,
dirija-se sempre à Rede Assistencial
Fiat.
Em hipótese alguma deve-
-se desmontar ou intervir
nos componentes do pré-
-tensionador. Qualquer reparação
deve ser feita por pessoal qualifica-
do e autorizado. Procure sempre a
Rede Assistencial Fiat.
LIMITADORES DE CARGA
Os limitadores de carga estão
presentes somente nos cintos com
pré-tensionador, seja mecânico ou
elétrico.
Para aumentar a segurança passiva,
os retratores dos cintos de segurança
díunteíros e truseíros (equípudos tom
pre-tensíonudor) possuem em seu ínte-
rior um limitador de carga que permite
dosar a força com que o sistema que
age no tórax e nos ombros durante a
ação de retenção dos cintos em caso
de colisão frontal.
A-20
PAINEL DE INSTRUMENTOS
A disponibilidade e a posição dos instrumentos e dos sinalizadores podem variar em função dos itens opcionais adqui-
ridos/disponíveis.
1) Dílusores de ur íuteruís oríentáveís - 2) Dílusores de ur íuteruís líxos - 3) Aíuvuntu esquerdu: tomundo dus íuzes externus -
4) Quudro de ínstrumentos - 5) Aíuvuntu díreítu: tomundos do íímpudor do puru-brísu e do vídro truseíro, 1ríp Computer -
6) Comundos no puíneí - 7) Dílusores de ur tentruís oríentáveís - 8) Dílusor de ur líxo superíor - 9) Aírbug lrontuí íudo
passageiro - 10) Portu-íuvus - 11) Autorrádío - 12) Comundos de uquetímento/ventííuçuo/tíímutízuçuo - 13) Comutudor de
ignição - 14) Aírbug lrontuí íudo tondutor - 15) ßuzínu - 16) Aíuvuntu de reguíuçuo do voíunte - 17) Aíuvuntu do pííoto
uutomátíto (truíse tontroí) - 18) Comundos: íuzes de nebíínu díunteírus/díspíuy dígítuí.
l
C
M
0
0
4
8
9
M
-
ß
R
E E
F
10
20
H
30
40
50
60
70
20
40
60
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100120140
160
180
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220
km/h rpmx
W
3
u
1
K
E E
è
SRC BAND
AS
3 4 5 6 2 1
fig. 24
A-21
A
QUADRO DE INSTRUMENTOS
O quadro de instrumentos varia em função do modelo/versão adquirido e dos itens opcionais.
A - Velocímetro
B - Indicador de nível do combustível com luz-espia
de reserva
C - Díspíuy muítíluntíonuí
D - Indicador de temperatura do líquido de arrefeci-
mento do motor com luz-espia de máxima tem-
peratura
E - Conta-giros
l
C
M
0
4
7
4
M
-
ß
R
E E
F
0
10
20
H
30
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0
20
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120
140
160
180
200
220
240
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0
3
0
5
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7
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90
110
km/h
130150 1
7
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1
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0
2
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0
2
3
0
5
1
5
2
5
35 45
5
5
6
5
7
5
rpmx100
W
3
u
1
4 5
>
x
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K
K
á
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v
U
Y
F
E E
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A B C D
E
fig. 26
A B C D
E
fig. 25
l
C
M
0
4
9
6
M
-
ß
R
A B C D
E
fig. 27
l
C
M
0
4
9
7
M
-
ß
R
A-22
INSTRUMENTOS DE
BORDO
Conforme a versão, o quadro de ins-
trumentos poderá apresentar os seguin-
tes instrumentos:
VELOCÍMETRO - fig. 27
A quilometragem parcial e total,
assim como o zeramento, podem ser
utessudos utruves do díspíuy.
INDICADOR DO NÍVEL DE
COMBUSTÍVEL - fig. 28
O ponteiro indica a quantidade
aproximada de combustível existente
no tanque.
O acendimento contínuo da luz-
-espia de reserva A indica que no tan-
que restam cerca de 5,5 a 7,5 litros de
combustível.
E - (empty) - tunque vuzío.
F - (luíí) - tunque theío.
Ver observação no item
“Estacionamento”
Advertência: se a luz-espia do
indicador do nível de combustível
estiver piscando é sinal de anomalia
no sistema. Nesse caso, procurar a
Rede Assistencial Fiat.
fig. 27
l
0
M
0
4
9
8
M
-
ß
R
A
fig. 28
l
0
M
0
4
9
9
M
-
ß
R
A-23
A
INDICADOR DE TEMPERATURA DO
LÍQUIDO DE ARREFECIMENTO DO
MOTOR - fig. 29
Em regime de funcionamento, nor-
malmente, o ponteiro deve estar sobre
os valores centrais da escala. Se chegar
perto da marca vermelha, significa que
o motor está sendo muito solicitado e
é necessário reduzir a exigência de de-
sempenho.
Viajando à velocidade muito baixa
com clima muito quente, o ponteiro po-
de chegar perto da marca vermelha. Em
algumas versões, acende-se no quadro
de instrumentos, a luz-espia. Isso indi-
ca excessiva temperatura do líquido de
arrefecimento.
A posição da luz-espia indicadora
de temperatura pode mudar em função
da versão do veículo e do quadro de
instrumentos.
Se o motor funcionar sem o
líquido de arrefecimento, seu
veículo poderá ser seriamente
danificado. Os reparos, nesses
casos, não serão cobertos pela
Garantia.
Em caso de superaqueci-
mento, desligar o motor e
providenciar o reboque do
veículo à concessionária Fiat mais
próxima.
Observação:
H - do inglês hot: quente
C - do inglês cold: frio
Advertência: se o indicador esti-
ver no início da escala (temperatura
baixa) com a luz-espia A-fig. 29 de
excesso de temperatura ou com a
luz-espia / do sistema de injeção
acesa, é sinal de anomalia no sis-
tema. Neste caso, procurar a Rede
Assistencial Fiat.
A
fig. 29
l
0
M
0
5
0
0
M
-
ß
R
A-24
CONTA-GIROS - fig. 30
O ponteiro sobre as marcas verme-
lhas indica um regime de rotações mui-
to elevado, que pode causar danos ao
motor e, portanto, deverá ser evitado.
ADVERTÊNCIA: o sistema de con-
trole da injeção eletrônica inter-
rompe o fluxo de combustível quan-
do o motor estiver com excesso de
rotações, com consequente perda
de potência do próprio motor.
Observação:
rpm - rotações por minuto
DISPLAY ELETRÔNICO - fig. 31, 32
e 33
O padrão e a quantidade de caracte-
res das mensagens exibidas variam de
utordo tom o típo do díspíuy, tom u
versão do veículo e os equipamentos
opcionais que estão presentes no mes-
mo. São descritos a seguir os diferentes
típos de díspíuy e o típo de ínlormuçuo
que cada um pode fornecer:
Display 1-fig. 31 - Ideogramas, in-
formações numéricas e mensagens de
texto curtas.
Display 2-fig. 32 - Ideogramas, in-
formações numéricas e mensagens de
texto.
Display 3-fig. 33 - Ideogramas, in-
formações numéricas e mensagens de
texto.
fig. 30
l
0
M
0
5
0
l
M
-
ß
R
fig. 31
H
0
l
7
9
ß
R
fig. 32
H
0
l
7
9
ß
R
Segunda-feira
13
Novembro
8:30
3
fig. 33
D
P
0
l
3
ß
R
A-25
A
MY CAR FIAT
TELA STANDARD - fig. 34
A tela standard pode fornecer as se-
guintes indicações:
A Horu (exíbídu no díspíuy do quu-
dro de instrumentos, ao abrir uma
das portas dianteiras com a chave
retirada da ignição ou com a cha-
ve de ignição na posição MAR).
B Hodômetro (vísuuíízuçuo dos quí-
íômetros pertorrídos).
Nota: com a chave retirada, ao
abrir pelo menos uma das por-
tas dianteiras, o display se ilumina
visualizando por alguns segundos a
hora e a indicação de quilômetros
percorridos.
BOTÕES DE COMANDO - fig. 35
+ Para navegar na tela e nas corres-
pondentes opções, para cima ou
para aumentar o valor visualiza-
do.
MENU Pressão breve para ter acesso
ESC ao menu e/ou passar à tela se-
guinte ou confirmar a escolha
desejada.
Pressão prolongada para retornar
à tela standard.
- Para navegar na tela e nas corres-
pondentes opções, para baixo ou
para diminuir o valor visualiza-
do.
Nota: os botões + e – ativam
funções diversas, de acordo com as
seguintes situações:
Regulagem da iluminação interna do
quadro de instrumentos
Quando está ativa a tela standard,
é possível a regulagem da intensidade
luminosa do quadro de instrumentos,
do autorrádio e do climatizador auto-
mátíto (se presente).
Menu de setup
- no interior do menu os botões per-
mitem a navegação para cima ou para
baixo;
- durante as operações de definição
permitem o aumento ou a diminuição.
fig. 34
l
0
M
0
3
9
3
M
-
ß
R
fig. 35
l
0
M
0
4
l
l
M
-
ß
R
A-26
MENU DE SETUP - fig. 36
O menu é composto por uma série de
funções dispostas de modo “circular”,
cuja seleção, realizada através dos bo-
tões + e –, permite o acesso às diversas
operuções de estoíhu e delíníçuo (se-
tup) índítudus u seguír.
O menu pode ser ativado com uma
breve pressão do botão MENU ESC.
Com pressões individuais dos botões
+ e – é possível navegar na lista do me-
nu de setup.
Os modos de gestão a este ponto se
distinguem entre si de acordo com a
entrada selecionada.
Seleção de uma entrada do menu
- através da pressão breve do botão
MENU ESC pode ser selecionada a fun-
ção do menu que se deseja modificar;
- agindo nos botões + e – (utruves de
pressões índívíduuís) pode ser estoíhídu
a nova definição;
- através de uma breve pressão do
botão MENU ESC se pode memorizar
a definição e ao mesmo tempo retornar
à mesma entrada do menu antes sele-
cionada.
Seleção de “Definição do relógio”
(Hour)
- através da breve pressão do botão
MENU ESC se pode selecionar o pri-
meíro dudo u modílítur (horus),
- agindo nos botões + e – (utruves de
pressões índívíduuís) pode ser estoíhídu
a nova definição;
- através da breve pressão do botão
MENU ESC se pode memorizar as ho-
ras e ao mesmo tempo passar ao ajuste
dos minutos;
- depois de ter regulado os minutos
com o mesmo procedimento, retorna-se
à mesma entrada do menu antes sele-
cionada.
Através da pressão prolongada do
botão MENU ESC:
- quando nos encontramos no nível
do menu, abandona-se o ambiente me-
nu de setup;
- quando nos encontramos no nível
de definição de uma entrada do menu,
abandona-se o nível de menu;
- são salvas apenas as modificações
¡á memorízudus peío usuárío (¡á tonlír-
madas com a pressão do botão MENU
ESC).
O ambiente do menu de setup é
temporizado; depois da saída do menu
devido ao vencimento desta temporiza-
ção são salvas apenas as modificações
¡á memorízudus peío usuárío (¡á ton-
firmadas com a pressão breve do botão
MENU ESC).
A partir da tela standard, para ter aces-
so à navegação, pressionar brevemente
o botão MENU ESC. Para navegar no
menu, pressionar os botões + ou –.
Nota: com o veículo em movi-
mento, por razões de segurança
é possível ter acesso só ao menu
reduzido (função “SPEED”). Com o
veículo estacionado é possível ter
acesso ao menu estendido.
A-27
A
Definição do limite de velocidade
(SPEED)
Essa função permite estabelecer o li-
mite de velocidade do veículo e avisar
ao usuário quando o mesmo for ultra-
pussudo (ver o tupítuío ºLUZES-ESPIA E
MENSAGENS¨).
Para definir o limite de velocidade
desejado, proceder como indicado a
seguir:
- pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC, o díspíuy exíbe u mensugem
(SPLLD) e u unídude de medídu,
- pressionar o botão + ou – para sele-
tíonur u utívuçuo (Cn) ou u desutívuçuo
(Cll) do íímíte de veíotídude,
SPEEd
km/h
On
Unit
km
8:30
bUZZ
4
Hour
8:30
BAG P
8:30
fig. 36
D
P
0
0
l
ß
R
- no caso em que a função tenha si-
do utívudu (Cn), utruves du pressuo dos
botões + ou –, selecionar o limite de
velocidade desejado e pressionar ME-
NU ESC para confirmar a escolha;
Nota: a definição é possível a
partir de 30 km/h. Cada pressão
do botão +/– determina o aumen-
to/diminuição de 5 unidades. Ao
manter pressionado o botão +/–
se obtém o aumento/diminuição
rápida automática. Quando se está
próximo do valor desejado, com-
pletar a regulagem com pressões
individuais.
- pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC para retornar à tela menu ou
pressionar prolongadamente o botão
para retornar à tela standard sem me-
morizar.
Sempre que se desejar anular a fun-
ção, proceder como indicado a seguir:
- pressionar brevemente o botão
MENU ESC, o díspíuy exíbe de modo
íntermítente (Cn),
- pressionar o botão –, o díspíuy exí-
be de modo íntermítente (Cll),
- pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC para retornar à tela menu ou
pressionar prolongadamente o botão
para retornar à tela standard sem me-
morizar.
A-28
Regulagem do relógio (Hour)
Essa função permite a regulagem do
relógio.
Para efetuar a regulagem, proceder
como indicado a seguir:
- ao pressionar brevemente o botão
MENU ESC, o díspíuy exíbe de modo
intermitente as “horas”;
- pressionar o botão + ou – para efe-
tuar a regulagem;
- ao pressionar brevemente o botão
MENU ESC o díspíuy exíbe de modo
intermitente os “minutos”;
- pressionar o botão + ou – para efe-
tuar a regulagem;
- pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC para retornar à tela menu ou
pressionar prolongadamente o botão
para retornar à tela standard sem me-
morizar.
Regulação do volume buzzer (BUZZ)
Esta função permite a regulagem do
voíume do sínuí utustíto (buzzer) que
acompanha as visualizações de avaria/
aviso e as pressões dos botões MENU
ESC, + e –.
Para definir o volume desejado, pro-
ceder como indicado a seguir:
- pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC, o díspíuy exíbe u mensugem
(ßLZZ),
- pressionar o botão + ou – para se-
lecionar o nível de volume desejado
(reguíugem possíveí em 7 ou 8 níveís
tonlorme u versuo).
- pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC para retornar à tela menu ou
pressionar prolongadamente o botão
para retornar à tela standard sem me-
morizar.
Definição da unidade de medida
(Unit)
Essa função permite a regulagem da
unidade de medida.
Para efetuar a regulagem, proceder
como indicado a seguir:
- pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC, o díspíuy exíbe u mensugem
(Lnít) e u unídude de medídu unteríor-
mente delínídu (km) ou (mí),
- pressionar o botão + ou – para sele-
cionar a unidade de medida desejada.
- pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC para retornar à tela menu ou
pressionar prolongadamente para retor-
nar à tela standard sem memorizar.
Puru o mertudo ßrusíí e retomen-
dável manter a unidade km como pa-
drão.
A-29
A
Ativação/Desativação do airbag lado
passageiro frontal (se previsto)
(Bag P)
Essa função permite ativar/desativar
o airbag lado passageiro.
Proceder como indicado a seguir:
- pressionar o botão MENU ESC e,
depoís de ter vísuuíízudo no díspíuy u
mensugem (ßAC P Cll) (puru desutí-
vur) ou u mensugem (ßAC P Cn) (puru
utívur) utruves du pressuo dos botões
+ ou –, pressionar novamente o botão
MENU ESC;
- no díspíuy e vísuuíízudu u mensu-
gem de pedido de confirmação;
- através da pressão dos botões +
ou – seíetíonur (YLS) (puru tonlírmur
u utívuçuo/desutívuçuo) ou (no) (puru
desístír),
- pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC, é visualizada uma mensagem
de confirmação da escolha e retorna-se
à tela menu ou pressionar prolongada-
mente o botão para retornar à tela stan-
dard sem memorizar.
DISPLAY MULTIFUNCIONAL
Em algumas versões, veículo pode
ser equípudo tom o díspíuy muítílun-
cional apto a oferecer informações úteis
ao usuário, em função do que foi ante-
riormente definido, durante a condução
do veículo.
TELA “STANDARD” - fig. 38
A tela standard pode fornecer as se-
guintes indicações:
A Dutu.
B Hodômetro (vísuuíízuçuo dos quí-
íômetros pertorrídos).
C Horu (sempre exíbídu, tom u thu-
ve em ON e as portas dianteiras
lethudus).
D 1emperuturu externu (sensor íotu-
íízudo no retrovísor).
BAG P
8:30
BAG P
OFF
BAG P
On
Conf
YES
Conf
BAG P
OFF
BAG P
On
MENU ESC
MENU ESC
YES
fig. 37
D
P
0
0
2
ß
R
fig. 38
l
0
M
0
3
2
2
M
-
ß
R
Qui 13 Nov
A-30
Nota: ao abrir uma porta diantei-
ra, o display se ativa, exibindo por
alguns segundos a hora e os quilô-
metros percorridos.
BOTÕES DE COMANDO - fig. 39
+ Para navegar na tela e nas corres-
pondentes opções, para cima ou
para aumentar o valor visualiza-
do.
MENU Pressão breve para ter acesso
ESC ao menu e/ou passar à tela se-
guinte ou confirmar a escolha
desejada.
Pressão prolongada para retornar
à tela standard.
- Para navegar na tela e nas corres-
pondentes opções, para baixo ou
para diminuir o valor visualiza-
do.
Nota: os botões + e – ativam
funções diversas de acordo com as
seguintes situações:
Regulagem da iluminação do quadro
de instrumentos
- quando está ativa a tela standard,
é possível a regulagem da intensidade
luminosa do quadro de instrumentos,
do autorrádio e do climatizador auto-
mátíto (se presente).
Nota: para efetuar a regulagem
da intensidade da iluminação do
quadro de instrumentos, a luz de
posição deverá estar ligada.
Menu de setup
- no interior do menu permitem a
navegação para cima ou para baixo;
- durante as operações de definição
permitem o aumento ou a diminuição.
MENU DE SETUP - fig. 40
O menu é composto por uma série de
funções dispostas de modo “circular”
cuja seleção, realizada através dos bo-
tões + e –, permite o acesso às diversas
operuções de estoíhu e delíníçuo (setup)
indicadas a seguir. Para algumas entra-
dus (Reguíuçuo do reíogío e Lnídude de
medídu) e prevísto um submenu.
O menu de setup pode ser ativado
com uma pressão breve do botão ME-
NU ESC.
Com pressões individuais das teclas
+ ou – é possível navegar na lista do
menu de setup.
Os modos de gestão a este ponto dife-
rem entre si a segunda da característica
da entrada selecionada.
Seleção de uma entrada do menu
principal sem submenu:
- através da pressão breve do botão
MENU ESC pode ser selecionada a fun-
ção do menu principal que se deseja
modificar;
- ao agir nas teclas + ou – (utruves de
pressões índívíduuís) pode ser estoíhídu
a nova definição;
- através da pressão breve do botão
MENU ESC se pode memorizar a de-
finição e ao mesmo tempo retornar à
mesma entrada do menu principal antes
selecionada.
fig. 39
l
0
M
0
4
l
l
M
-
ß
R
A-31
A
Seleção de uma entrada do menu
principal com submenu:
- através da pressão breve do botão
MENU ESC se pode visualizar a primei-
ra entrada do submenu;
- ao agir nas teclas + ou – (utruves de
pressões índívíduuís) pode-se nuvegur
em todas as entradas do submenu;
- através da pressão breve do botão
MENU ESC pode-se selecionar a en-
trada do submenu visualizada e se tem
acesso ao menu de definição corres-
pondente;
- ao agir nas teclas + ou – (utruves de
pressões índívíduuís) pode ser estoíhídu
a nova definição desta entrada do sub-
menu;
- através da pressão breve do botão
MENU ESC pode-se memorizar a de-
finição e ao mesmo tempo retornar à
mesma entrada do submenu antes se-
lecionada.
Seleção de “Regula Data” e “Acertar
Hora”:
- através da pressão breve do botão
MENU ESC pode-se selecionar o pri-
meíro dudo u modílítur (por ex.: horus/
mínutos ou uno/mês/díu),
- ao agir nas teclas + ou – (utruves de
pressões índívíduuís) pode ser estoíhídu
a nova definição;
- através da pressão breve do bo-
tão MENU ESC pode-se memorizar a
definição e ao mesmo tempo passar à
entrada seguinte do menu de definição,
se esta é a última se retorna à mesma
entrada do menu antes selecionada.
Através da pressão prolongada do
botão MENU ESC:
- quando nos encontramos no nível
do menu principal, é abandonado o
ambiente do menu de setup;
- quando nos encontramos num outro
ponto do menu (uo níveí de delíníçuo
de uma entrada de submenu, ao nível
de submenu ou ao nível de definição de
umu entrudu do menu príntípuí) e ubun-
donado o nível de menu principal;
- são salvas somente as modificações
¡á memorízudus peío usuárío (¡á tonlír-
madas com a pressão do botão MENU
ESC).
O ambiente do menu de setup é tem-
porizado; depois da saída do menu de-
vido ao vencimento desta temporização
são salvas somente as modificações já
memorízudus peío usuárío (¡á tonlír-
madas com a pressão breve do botão
MENU ESC).
A-32
A partir da tela standard, para ter acesso à navegação pressionar brevemente o botão MENU ESC. Para navegar dentro
do menu, pressionar os botões + ou –.
Nota: com o veículo em movimento, por razões de segurança, é possível ter acesso só ao menu reduzido (função
“Beep Velocida.”). Com o veículo estacionado é possível ter acesso ao menu estendido.
Beep Velocida.
8:30
Sensor chuva
8:30
Dados trip B
8:30
Acertar hora
8:30
Regula data
8:30
Ver rádio
8:30
Autoclose
8:30
Unid. medida
8:30
Língua
8:30
Vol. avisos
8:30
Vol. teclas
8:30
Revisão
8:30
Saída Menu
8:30
Bag passageiro
8:30
Exemplo: Exemplo:
Deutsch
Italiano English
Português
Français
Español
MENU ESC
Pressão breve
do botão
Dia
Ano Mês
MENU ESC
Pressão breve
do botão
Sensor faróis
8:30
fig. 40
D
P
0
0
3
ß
R
A-33
A
Limite de velocidade (Beep Velocida.)
Essa função permite estabelecer o li-
mite de velocidade do veículo e avisar
ao usuário quando o mesmo for ultra-
pussudo (ver o tupítuío ºLUZES-ESPIA E
MENSAGENS”).
Para definir o limite de velocidade dese-
jado, proceder como indicado a seguir:
- pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC, o díspíuy exíbe u mensugem
(ßeep Veí.),
Para escolher a velocidade, pressio-
nar o botão MENU ESC.
- pressionar o botão + ou – para sele-
tíonur u utívuçuo (Cn) ou u desutívuçuo
(Cll) do íímíte de veíotídude,
- no caso em que a função tenha si-
do utívudu (Cn), utruves u pressuo dos
botões + ou –, selecionar o limite de
velocidade desejado e pressionar ME-
NU ESC para confirmar a escolha.
Nota: a definição é possível a
partir de 30 km/h ou 20 mph, ver
o parágrafo “Regulagem da unidade
de medida (Unid. medida)” descrito
a seguir. A cada pressão no botão +
/ – é determinado o aumento/dimi-
nuição de 5 unidades. Ao manter
pressionado o botão + / – se obtém
o aumento/diminuição rápida auto-
mático. Quando se está próximo do
valor desejado, completar a regula-
ção com pressões individuais.
- pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC para retornar à tela menu ou
pressionar prolongadamente o botão
para retornar à tela standard sem me-
morizar.
Sempre que se desejar anular a defini-
ção, proceder como indicado a seguir:
- pressionar brevemente o botão
MENU ESC, o díspíuy exíbe de modo
íntermítente (Cn),
- pressionar o botão –, o díspíuy exí-
be de modo íntermítente (Cll),
- pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC para retornar à tela menu ou
pressionar prolongadamente o botão para
retornar à tela standard sem memorizar.
Advertência: esta função é mera-
mente adicional, não visa substituir,
nem exclui a responsabilidade do
motorista em manter-se atento a
fazer cumprir a velocidade indicada
para as rodovias transitadas.
Regulagem da sensibilidade do sensor
de chuva (Sensor. chuva)
Lssu lunçuo permíte reguíur (em 4
níveís) u sensíbííídude do sensor de
chuva.
Para definir o nível de sensibilidade
desejado, proceder como indicado a
seguir:
- pressionar brevemente o botão
MENU ESC, o díspíuy exíbe de modo
intermitente o “nível” da sensibilidade
definido anteriormente;
- pressionar o botão + ou – para efe-
tuar a regulagem;
- pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC para retornar à tela menu ou
pressionar prolongadamente o botão
para retornar à tela standard sem me-
morizar.
Habilitação do Trip B (Dados trip B)
Lstu lunçuo permíte utívur (Cn) ou
desutívur (Cll) u vísuuíízuçuo do 1ríp ß
(tríp purtíuí).
Para maiores informações ver o pará-
grulo º1ríp tomputer¨.
Para a ativação/desativação, proce-
der como indicado a seguir:
- pressionar brevemente o botão
MENU ESC, o díspíuy exíbe de modo
íntermítente (Cn) ou (Cll) (em lunçuo
do que loí delínído unteríormente),
- pressionar o botão + ou – para efe-
tuar a escolha;
A-34
- pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC para retornar à tela menu ou
pressionar prolongadamente o botão
para retornar à tela standard sem me-
morizar.
Ajuste do relógio (Acertar Hora)
Essa função permite a regulagem do
relógio passando através de dois sub-
menus: “Hora” e “Formato”.
Para a regulagem, proceder como
indicado a seguir:
- pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC, o díspíuy exíbe os doís sub-
menus “Hora” e “Formato”;
- pressionar o botão + ou – para na-
vegar dentre os dois submenus;
- depois de ter selecionado o subme-
nu que se deseja modificar, pressionar
brevemente o botão MENU ESC;
- no caso em que se entre no sub-
menu “Hora”: pressionando breve-
mente o botão MENU ESC, o díspíuy
exibe de modo intermitente as “ho-
ras”;
- pressionar o botão + ou – para efe-
tuar a regulagem;
- ao pressionar o botão MENU ESC
brevemente, o díspíuy exíbe de modo
intermitente os “minutos”;
- pressionar o botão + ou – para efe-
tuar a regulagem;
- no caso em que se entra no sub-
menu “Formato”: pressionando breve-
mente o botão MENU ESC, o díspíuy
exibe de modo intermitente o modo de
visualização;
- pressionar o botão + ou – para
efetuar a seleção no modo “24h” ou
“12h”.
Depoís de ter eletuudo u reguíugem,
pressionar brevemente o botão MENU
ESC para retornar à tela submenu ou
pressionar prolongadamente o botão
para retornar à tela menu principal sem
memorizar. Pressionar prolongadamen-
te novamente o botão MENU ESC para
retornar à tela standard;
- pressionar prolongadamente o bo-
tão MENU ESC para retornar à tela
standard ou para retornar à tela menu
principal sem memorizar.
Ajuste da data (Regula data)
Esta função permite a atualização da
dutu (díu mês uno).
Para atualizar, proceder como indi-
cado a seguir:
- pressionar brevemente o botão
MENU ESC, o díspíuy exíbe de modo
intermitente “o ano”;
- pressionar o botão + ou – para efe-
tuar o ajuste;
- pressionar brevemente o botão
MENU ESC, o díspíuy exíbe de modo
intermitente “o mês”;
- pressionar o botão + ou – para efe-
tuar o ajuste;
- pressionar brevemente o botão
MENU ESC, o díspíuy exíbe de modo
intermitente “o dia”;
- pressionar o botão + ou – para efe-
tuar o ajuste.
Nota: cada pressão nos botões +
ou – determina o aumento ou a dimi-
nuição de uma unidade. Ao manter
pressionado o botão se obtém o
aumento/diminuição rápido auto-
mático. Quando se está próximo do
valor desejado, completar a regula-
gem com pressões individuais.
- pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC para retornar à tela menu ou
pressionar prolongadamente o botão
para retornar à tela standard sem me-
morizar.
A-35
A
Repetição das informações áudio
(Ver rádio)
Esta função permite visualizar no
díspíuy ínlormuções reíutívus uo uutor-
rádio.
- Rádío: lrequêntíu ou mensugem
RDS du estuçuo seíetíonudu, utívuçuo
da busca automática ou AutoStore;
- CD áudío, CD MP3: numero du mu-
sica;
- CD Chunger: numero CD e numero
música;
Puru vísuuíízur (Cn) ou eíímínur (Cll)
us ínlormuções uutorrádío no díspíuy,
proceder como indicado a seguir:
- pressionar brevemente o botão
MENU ESC, o díspíuy exíbe de modo
íntermítente (Cn) ou (Cll) (em lunçuo
do que loí delínído unteríormente),
- pressionar o botão + ou – para efe-
tuar a escolha;
- pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC para retornar à tela menu ou
pressionar prolongadamente o botão
para retornar à tela standard sem me-
morizar.
Fechamento centralizado automático
com o veículo em movimento (Auto-
close)
Lstu lunçuo, quundo utívudu (Cn),
permite o fechamento automático das
portas ao ultrapassar a velocidade de
20 km/h.
Puru utívur (Cn) ou desutívur (Cll)
esta função, proceder como indicado
a seguir:
- pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC, o díspíuy exíbe o submenu,
- pressionar brevemente o botão
MENU ESC, o díspíuy exíbe de modo
íntermítente (Cn) ou (Cll) (em lunçuo
do que loí unteríormente delínído),
- pressionar o botão + ou - para efe-
tuar a escolha;
- pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC para retornar à tela submenu
ou então pressionar prolongadamente
o botão para retornar à tela menu prin-
cipal sem memorizar.
Regulagem da unidade de medida
(Unid. Medida)
Esta função permite a definição das
unidades de medida através dos subme-
nus: ºDístântíu¨, ºConsumos¨ e º1em-
peruturu¨ (uígumus versões).
Para definir a unidade de medida
desejada, proceder como indicado a
seguir:
- pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC, o díspíuy exíbe os três subme-
nus;
- pressionar o botão + ou – para na-
vegar entre os três submenus;
- depois de ter selecionado o subme-
nu que se deseja modificar, pressionar
brevemente o botão MENU ESC;
- no caso em que se entra no sub-
menu “Distância”: pressionando bre-
vemente o botão MENU ESC, o díspíuy
exíbe ºkm¨ ou ºmí¨ (em lunçuo do que
loí unteríormente delínído),
- pressionar o botão + ou - para efe-
tuar a escolha;
A-36
- no caso em que se entra no sub-
menu “Consumos”: pressionando bre-
vemente o botão MENU ESC, o díspíuy
exíbe ºkm/í¨, ºí/l00km¨ ou ºmpg¨ (em
função do que foi anteriormente defini-
do),
Se u unídude de medídu dístântíu
delínídu e ºkm¨, o díspíuy permíte u
delíníçuo du unídude de medídu (km/í
ou í/l00km) relerídu u quuntídude de
combustível consumido.
Se u unídude de medídu dístântíu
delínídu e ºmí¨, o díspíuy exíbírá u
quantidade de combustível consumido
em “mpg”.
- pressionar o botão + ou – para efe-
tuar a escolha;
- no caso em que se entra no sub-
menu “Temperatura” (disponível
para algumas versões): pressionando
brevemente o botão MENU ESC, o dis-
píuy exíbe ººC¨ ou ººl¨ (em lunçuo do
que loí unteríormente delínído),
- pressionar o botão + ou - para efe-
tuar a escolha;
Pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC para retornar à tela menu ou
pressionar prolongadamente o botão
para retornar à tela standard sem me-
morizar.
- depois de ter efetuado a regulagem,
pressionar brevemente o botão MENU
ESC para retornar à tela submenu ou
pressionar prolongadamente o botão
para retornar à tela menu principal sem
memorizar.
Seleção do idioma (Língua)
As vísuuíízuções do díspíuy, prevíu
definição, podem ser representadas nas
seguíntes íínguus: ltuííuno, Deutsth, Ln-
glish, Español, Français, Português.
Para definir o idioma desejado, pro-
ceder como indicado a seguir:
- pressionar brevemente o botão
MENU ESC, o díspíuy exíbe de modo
intermitente a “língua” definida ante-
riormente;
- pressionar o botão + ou – para efe-
tuar a escolha;
- pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC para retornar à tela menu ou
pressionar prolongadamente o botão
para retornar à tela standard sem me-
morizar.
Regulagem do volume de sinal acús-
tico de avarias/avisos (Vol. avisos)
Lstu lunçuo permíte reguíur (em 7 ou
8 níveís tonlorme u versuo) o voíume
do sínuí utustíto (buzzer) que utompu-
nha as visualizações de avaria/aviso.
Para definir o volume desejado, pro-
ceder como indicado a seguir:
- pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC, o díspíuy exíbe de modo ín-
termitente o “nível” do volume definido
anteriormente;
- pressionar o botão + ou – para efe-
tuar a regulagem;
- pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC para retornar à tela menu ou
pressionar prolongadamente o botão
para retornar à tela standard sem me-
morizar.
A-37
A
Regulagem do volume das teclas (Vol.
Teclas)
Lstu lunçuo permíte reguíur (em 8
níveís) o voíume do sínuí utustíto que
acompanha a pressão dos botões ME-
NU ESC, + e –.
Para definir o volume desejado, pro-
ceder como indicado a seguir:
- pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC, o díspíuy exíbe de modo ín-
termitente o “nível” do volume definido
anteriormente;
- pressionar o botão + ou – para efe-
tuar a regulagem;
- pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC para retornar à tela menu ou
pressionar prolongadamente o botão
para retornar à tela standard sem me-
morizar.
Manutenção programada (Revisão)
Esta função permite visualizar as indi-
cações relativas aos prazos quilométri-
cos das revisões de manutenção.
Para consultar estas indicações pro-
ceder como indicado a seguir:
- pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC, o díspíuy exíbe o pruzo em km
ou mi em função do que foi definido
unteríormente (ver o purágrulo ºLníd.
Medídu¨),
- pressionar brevemente o botão
MENU ESC para retornar à tela menu
ou pressionar prolongadamente o botão
para retornar à tela standard.
O plano de manutenção programada do veículo prevê operações de manutenção e troca do óleo do motor a cada 15000 km ou 1 ano, pre-
vuíetendo u tondíçuo que prímeíro otorrer. A exíbíçuo de ínlormuções reíutívus us operuções de munutençuo (com exceção da revisão de
carroceria) otorrerá uutomutítumente quundo u thuve de ígníçuo lor toíotudu nu posíçuo MAR, a partir dos 2000 km faltantes para a próxima
revísuo ou u 30 díus du trotu unuuí do oíeo do motor. Lssus ínlormuções seruo exíbídus u tudu 200 km (puru revísuo) ou 3 díus (puru trotu de
oíeo). Quundo u munutençuo progrumudu estíver proxímu do ventímento prevísto, gírundo u thuve de ígníçuo puru u posíçuo MAR o díspíuy
exibirá o número de quilômetros faltantes para revisão ou o número de dias para a troca anual de óleo do motor. Procure a Rede Assistencial
Fiat a qual realizará, além das operações de manutenção previstas pelo Plano de Manutenção Programada ou pelo Plano de Inspeção Anual, o
zerumento (reset) dos tontudores de tempo e quííometrugem luítuntes puru u proxímu íntervençuo.
A contagem de tempo para a exibição das mensagens de troca anual do óleo do motor começará a partir do momento em que o veículo percorrer
um mínimo de 200 quilômetros.
OBSERVAÇÕES IMPORTANTES
O sistema de aviso de revisão não leva em consideração os períodos nos quais a bateria esteve desligada, de modo que os intervalos
de manutenção especificados no PLANO DE MANUTENÇÃO PROGRAMADA terão prioridade, devendo ser sempre observados.
Seguir rigorosamente as recomendações para troca de óleo do motor, no capítulo D, se o veículo for utilizado, predominantemente,
em condições particularmente severas.
Os displays não exibem o tempo faltante para a realização das revisões de carroceria.
Para ter pleno conhecimento das condições de manutenção e garantia do veículo é indispensável a consulta aos capítulos específicos,
no presente manual.
A-38
Ativação/Desativação do airbag lado
passageiro frontal (se previsto) (Bag
passageiro)
Esta função permite ativar/desativar o
airbag lado passageiro.
Proceder da seguinte forma:
- pressionar o botão MENU ESC e,
depoís de ter vísuuíízudo no díspíuy u
mensugem (ßug puss: Cll) (puru desutí-
vur) ou u mensugem (ßug puss: Cn) (pu-
ru utívur) utruves du pressuo dos botões
+ e –, pressionar novamente o botão
MENU ESC;
- no díspíuy e vísuuíízudu u mensu-
gem de pedido confirmação;
- através da pressão dos botões +
ou – seíetíonur (Sím) (puru tonlírmur
u utívuçuo/desutívuçuo) ou (Nuo) (puru
renuntíur),
- pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC, é exibida uma mensagem de
confirmação da escolha e se retorna
à tela menu ou pressionar prolonga-
damente o botão para retornar à tela
standard sem memorizar.
Bag Passageiro
8:30
Bag pass.: On Bag pass.: Off
Confirmar: Sim Confirmar: Sim
Bag Passageiro Bag Passageiro
MENU ESC
MENU ESC
MENU ESC
ativado desativado
8:30
8:30
8:30
8:30
8:30
8:30
8:30
8:30
fig. 41
L
N
0
8
0
ß
R
A-39
A
Saída Menu
Última função que encerra o ciclo de
definições listadas na tela menu.
Ao pressionar brevemente o botão
MENU ESC, o díspíuy retornu u teíu
standard sem memorizar.
Ao pressionar o botão – o díspíuy re-
tornu u prímeíru entrudu do menu (ßeep
Veíotídu.).
DISPLAY MULTIFUNCIONAL
RECONFIGURÁVEL
(Quando previsto) - fig. 42
Algumas versões são equipadas com
díspíuy muítíluntíonuí retonlíguráveí
apto a oferecer informações úteis ao
usuário, em função do que foi anterior-
mente definido, durante a condução do
veículo.
A tela standard pode fornecer as se-
guintes indicações:
A - Dutu.
B - Hodômetro (vísuuíízuçuo dos quí-
íômetros pertorrídos).
C - Horu (sempre exíbídu, mesmo
com a chave retirada e as portas dian-
teírus lethudus).
D - 1emperuturu externu (sensor ío-
tuíízudo no retrovísor).
E - Sinalização do estado do veículo
(ex.: portu ubertu)
F - lndítuçuo de tâmbío uutomátíto
- lunçuo sport ínserídu (upenus puru u
versuo tom tâmbío Duuíogít)
Colocar a chave de ignição na po-
sição MAR e, em seguídu, o díspíuy
visualizará a indicação de data fig. 42.
Puru u versuo Punto 1urbo, será vísuu-
lizada em seguida, a tela de pressão de
alimentação do turbocompressor fig.
43, desde que o díspíuy este¡u tonlí-
gurado para exibi-la. Para configurá-la,
ver ínstruçuo no menu do My Cur (Prí-
meíru pág.).
BOTÕES DE COMANDO - fig. 44
+ Para navegar na tela nas correspon-
dentes opções para cima ou aumentar
o valor visualizado.
MENU ESC Pressione brevemente pa-
ra acessar o menu e/ou passar à tela se-
guinte ou confirmar a escolha desejada.
Pressão prolongada para retornar à
tela standard.
- Para navegar na tela nas correspon-
dentes opções para baixo ou diminuir o
valor visualizado.
Segunda-feira
13
Novembro
8:30
fig. 42
L
N
l
l
7
ß
R
fig. 43
L
N
l
l
8
ß
R
fig. 44
l
M
0
4
l
l
M
-
ß
R
A-40
Exemplo:
Dia
Ano Mês
Sensor chuva
(onde previsto)
Ativação Trip B
Regula data
Ver rádio
Autoclose
Unid.medida
Língua
Volume avisos
Volume teclas
MENU ESC
pressão
breve do
botão
Revisão
Acertar hora
Beep velocidade
Saída Menu
Bag passageiro
Sensor faróis
(onde previsto)

+
+
+
+
+
+
+
+
+
+
+
+
+
+
+







+








Français Português
Polski
Türkçe
Nederlands
Italiano
Deutsch
English
Español
MENU ESC
pressão
breve do
botão
Ativação Trip B
Acertar hora
Regula data
Sensor chuva
Ativação Trip B
Acertar hora
Sensor chuva
Ativação Trip B
Acertar hora
Sensor farois
Sensor chuva
Ativação Trip B
Beep velocidade
Sensor farois
Sensor chuva
Beep velocidade
Sensor farois
Sensor chuva
Revisão
Bag passageiro
Saida Menu
Beep cintos
Revisão
Bag passageiro
Volume teclas
Beep cintos
Revisão
Lingua
Volume avisos
Volume teclas
Unid. medida
Lingua
Volume avisos
Autoclose
Unid. medida
Lingua
Ver radio
Autoclose
Unid. medida
Primeira página
Ver radio
Autoclose
Ativação Trip B
Primeira página
Ver radio
Primeira página (onde previsto)
Ativação Trip B
Acertar hora
Primeira página
A partir da tela standard, para ter acesso à navegação, pressionar brevemente o
botão MENU ESC. Para navegar dentro do menu, pressionar os botões + ou –.
Nota: com o veículo em movimento, por razões de segurança, é possível ter
acesso só ao menu reduzido (função “Beep Velocidade”). Com o veículo
estacionado é possível ter acesso ao menu estendido.
fig. 45
L
N
l
2
0
ß
R
A-41
A
Limite de velocidade (Beep Veloci-
dade)
Essa função permite estabelecer o li-
mite de velocidade do veículo e avisar
ao usuário quando o mesmo for ultra-
pussudo (ver o tupítuío ºLuzes-espíu e
mensugens¨).
Para definir o limite de velocidade
desejado, proceder como indicado a
seguir:
- Pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC, o díspíuy exíbe u mensugem
(ßeep Veí.),
- Pressionar o botão + ou – para sele-
tíonur u utívuçuo (Cn) ou u desutívuçuo
(Cll) do íímíte de veíotídude,
- No caso em que a função tenha
sído utívudu (Cn), pressíonur MENU
ESC e, através da pressão dos botões +
ou –, selecionar o limite de velocidade
desejado e pressionar MENU ESC para
confirmar a escolha.
Nota: a definição é possível a
partir de 30 km/h ou 20 mph, ver
o parágrafo “Regulagem da unidade
de medida (Unid. medida)” descrito
a seguir. A cada pressão no botão +
/ – é determinado o aumento / dimi-
nuição de 5 unidades. Ao manter
pressionado o botão + / – se obtém
o aumento/diminuição rápida auto-
mático. Quando se está próximo do
valor desejado, completar a regula-
ção com pressões individuais.
- Pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC para retornar à tela menu ou
pressionar prolongadamente o botão
para retornar à tela standard sem me-
morizar.
Sempre que se desejar anular a de-
finição, proceder como indicado a se-
guir:
- Pressionar brevemente o botão
MENU ESC, o díspíuy exíbe de modo
íntermítente (Cn),
- Pressionar o botão –, o díspíuy exí-
be de modo íntermítente (Cll),
- Pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC para retornar à tela menu ou
pressionar prolongadamente o botão
para retornar à tela standard sem me-
morizar.
Regulagem da sensibilidade do sensor
crepuscular - (Auto lamp)
Essa função permite regular a sensi-
bilidade do sensor crepuscular - auto
íump em 3 (três) níveís:
Nível 1 - Mínima sensibilidade
Nível 2 - Média sensibilidade
Nível 3 - Máxima sensibilidade
Quanto maior a sensibilidade, menor
será a intensidade de luz externa ne-
cessária para comandar o acendimento
dos faróis baixos, luzes de posição e luz
de placa.
O ajuste é permitido mesmo com o
veículo em movimento. Para ajustar o
nível de sensibilidade, proceder como
a seguir:
- Pressionar brevemente o botão
MENU ESC, o díspíuy exíbe de modo
intermitente o “nível” da sensibilidade
definida anteriormente.
- Pressionar o botão + ou - para efe-
tuar a regulagem;
- Pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC para retornar à tela menu ou
pressionar prolongadamente o botão
para retornar à tela standard sem me-
morizar.
Regulagem da sensibilidade do sensor
de chuva (Sensor. chuva) (quando
disponível)
Lssu lunçuo permíte reguíur (em 4
níveís) u sensíbííídude do sensor de
chuva.
A-42
Para definir o nível de sensibilidade
desejado, proceder como indicado a
seguir:
- Pressionar brevemente o botão
MENU ESC, o díspíuy exíbe de modo
intermitente o “nível” da sensibilidade
definido anteriormente;
- Pressionar o botão + ou – para efe-
tuar a regulagem;
- Pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC para retornar à tela menu ou
pressionar prolongadamente o botão
para retornar à tela standard sem me-
morizar.
Habilitação do Trip B (Dados trip B)
Lstu lunçuo permíte utívur (Cn) ou
desutívur (Cll) u vísuuíízuçuo do 1ríp ß
(tríp purtíuí).
Para maiores informações ver o pará-
grulo º1ríp tomputer¨.
Para a ativação / desativação, proce-
der como indicado a seguir:
- Pressionar brevemente o botão
MENU ESC, o díspíuy exíbe de modo
íntermítente (puru uígumus versões, de
modo líxo) (Cn) ou (Cll) (em lunçuo do
que loí delínído unteríormente),
- Pressionar o botão + ou – para efe-
tuar a escolha;
- Pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC para retornar à tela menu ou
pressionar prolongadamente o botão
para retornar à tela standard sem me-
morizar.
Ajuste do relógio (Acertar Hora)
Essa função permite a regulagem do
relógio passando através de dois sub-
menus: “Hora” e “Formato”.
Para a regulagem, proceder como
indicado a seguir:
- Pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC, o díspíuy exíbe os doís sub-
menus “Hora” e “Formato”;
- Pressionar o botão + ou – para na-
vegar dentre os dois submenus;
- Depoís de ter seíetíonudo o subme-
nu que se deseja modificar, pressionar
brevemente o botão MENU ESC;
- No caso em que se entre no sub-
menu “Hora”: pressionando breve-
mente o botão MENU ESC, o díspíuy
exibe de modo intermitente as “ho-
ras”;
- Pressionar o botão + ou – para efe-
tuar a regulagem;
- Ao pressionar o botão MENU ESC
brevemente, o díspíuy exíbe de modo
intermitente os “minutos”;
- Pressionar o botão + ou – para efe-
tuar a regulagem;
- No caso em que se entra no sub-
menu “Formato”: pressionando breve-
mente o botão MENU ESC, o díspíuy
exibe de modo intermitente o modo de
visualização;
- Pressionar o botão + ou – para
efetuar a seleção no modo “24h” ou
“12h”.
Depoís de ter eletuudo u reguíugem,
pressionar brevemente o botão MENU
ESC para retornar à tela submenu ou
pressionar prolongadamente o botão
para retornar à tela menu principal sem
memorizar. Pressionar prolongadamen-
te novamente o botão MENU ESC para
retornar à tela standard;
- Pressionar prolongadamente o bo-
tão MENU ESC para retornar à tela
standard ou para retornar à tela menu
principal sem memorizar.
A-43
A
Ajuste da data (Regula data)
Esta função permite a atualização da
dutu (díu mês uno).
Para atualizar, proceder como indi-
cado a seguir:
- Pressionar brevemente o botão
MENU ESC, o díspíuy exíbe de modo
intermitente “o ano”;
- Pressionar o botão + ou – para efe-
tuar o ajuste;
- Pressionar brevemente o botão
MENU ESC, o díspíuy exíbe de modo
intermitente “o mês”;
- Pressionar o botão + ou – para efe-
tuar o ajuste;
- Pressionar brevemente o botão
MENU ESC, o díspíuy exíbe de modo
intermitente “o dia”;
- Pressionar o botão + ou – para efe-
tuar o ajuste.
Nota: cada pressão nos botões +
ou – determina o aumento ou a dimi-
nuição de uma unidade. Ao manter
pressionado o botão se obtém o
aumento/diminuição rápido auto-
mático. Quando se está próximo do
valor desejado, completar a regula-
gem com pressões individuais.
- Pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC para retornar à tela menu ou
pressionar prolongadamente o botão
para retornar à tela standard sem me-
morizar.
(“Primeira página”) Visualização das
principais informações no display)
(quando disponível)
Esta função permite, para algumas
versões, selecionar o tipo de informação
que pode ser vísuuíízudu no díspíuy.
É possível visualizar as indicações
de data ou pressão de alimentação do
turbocompressor.
Para efetuar a seleção de uma das
opções, proceder como a seguir:
- Pressionar o botão MENU ESC com
uma pressão breve e será visualizado no
díspíuy ºPrímeíru págínu¨)
- Pressionar novamente o botão ME-
NU ESC com uma pressão breve para vi-
suuíízur us opções Dutu e ºínlo motor¨
- Pressionar o botão + ou – para se-
lecionar a opção desejada
- Pressionar o botão MENU ESC com
uma pressão longa para retornar ao dis-
píuy stundurd sem memorízur.
- Girando a chave de ignição para a
posição MAR, o díspíuy muítíluntíonuí
reconfigurável termina a fase de check
inicial e será visualizada as informações
previamente configurada na função pri-
meira página do menu.
Repetição das informações áudio
(Ver rádio)
Esta função permite visualizar no
díspíuy ínlormuções reíutívus uo uutor-
rádio.
- Rádío: lrequêntíu ou mensugem
RDS du estuçuo seíetíonudu, utívuçuo
da busca automática ou AutoStore;
- CD áudío, CD MP3: numero du mu-
sica;
- CD Chunger: numero CD e numero
música;
A-44
Puru vísuuíízur (Cn) ou eíímínur (Cll)
us ínlormuções uutorrádío no díspíuy,
proceder como indicado a seguir:
- Pressionar brevemente o botão
MENU ESC, o díspíuy exíbe de modo
íntermítente (Cn) ou (Cll) (em lunçuo
do que loí delínído unteríormente),
- Pressionar o botão + ou – para efe-
tuar a escolha;
- Pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC para retornar à tela menu ou
pressionar prolongadamente o botão
para retornar à tela standard sem me-
morizar.
Fechamento centralizado automático
com o veículo em movimento (Auto-
close)
Lstu lunçuo, quundo utívudu (Cn),
permite o fechamento automático das
portas ao ultrapassar a velocidade de
20 km/h.
Puru utívur (Cn) ou desutívur (Cll)
esta função, proceder como indicado
a seguir:
- Pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC, o díspíuy exíbe o submenu,
- Pressionar brevemente o botão
MENU ESC, o díspíuy exíbe de modo
íntermítente (Cn) ou (Cll) (em lunçuo
do que loí unteríormente delínído),
- Pressionar o botão + ou - para efe-
tuar a escolha;
- Pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC para retornar à tela submenu
ou então pressionar prolongadamente
o botão para retornar à tela menu prin-
cipal sem memorizar.
Regulagem da unidade de medida
(Unid. Medida)
Esta função permite a definição das
unidades de medida através dos sub-
menus: ºDístântíu¨, ºConsumos¨ e
º1emperuturu¨ (uígumus versões).
Para definir a unidade de medida
desejada, proceder como indicado a
seguir:
- Pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC, o díspíuy exíbe os três sub-
menus;
- Pressionar o botão + ou – para na-
vegar entre os três submenus;
- Depoís de ter seíetíonudo o subme-
nu que se deseja modificar, pressionar
brevemente o botão MENU ESC;
- No caso em que se entra no sub-
menu “Distância”: pressionando bre-
vemente o botão MENU ESC, o díspíuy
exíbe ºkm¨ ou ºmí¨ (em lunçuo do que
loí unteríormente delínído),
- Pressionar o botão + ou - para efe-
tuar a escolha;
- No caso em que se entra no sub-
menu “Consumos”: pressionando bre-
vemente o botão MENU ESC, o díspíuy
exíbe ºkm/í¨, ºí/l00km¨ ou ºmpg¨ (em
função do que foi anteriormente defini-
do),
Se u unídude de medídu dístântíu
delínídu e ºkm¨, o díspíuy permíte u
delíníçuo du unídude de medídu (km/í
ou í/l00km) relerídu u quuntídude de
combustível consumido.
Se u unídude de medídu dístântíu
delínídu e ºmí¨, o díspíuy exíbírá u
quantidade de combustível consumido
em “mpg”.
A-45
A
- Pressionar o botão + ou – para efe-
tuar a escolha;
- No caso em que se entra no sub-
menu “Temperatura” (disponível
para algumas versões): pressionando
brevemente o botão MENU ESC, o dis-
píuy exíbe ººC¨ ou ººl¨ (em lunçuo do
que loí unteríormente delínído),
- Pressionar o botão + ou - para efe-
tuar a escolha;
Pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC para retornar à tela menu ou
pressionar prolongadamente o botão
para retornar à tela standard sem me-
morizar.
- Depoís de ter eletuudo u reguíugem,
pressionar brevemente o botão MENU
ESC para retornar à tela submenu ou
pressionar prolongadamente o botão
para retornar à tela menu principal sem
memorizar.
Seleção do idioma (Língua)
As vísuuíízuções do díspíuy, prevíu
definição, podem ser representadas nas
seguíntes íínguus: ltuííuno, Deutsth, Ln-
glish, Español, Français, Português.
Para definir o idioma desejado, pro-
ceder como indicado a seguir:
- Pressionar brevemente o botão
MENU ESC, o díspíuy exíbe de modo
intermitente a “língua” definida ante-
riormente;
- Pressionar o botão + ou – para efe-
tuar a escolha;
- Pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC para retornar à tela menu ou
pressionar prolongadamente o botão
para retornar à tela standard sem me-
morizar.
Regulagem do volume de sinal acús-
tico de avarias/avisos (Vol. avisos)
Lstu lunçuo permíte reguíur (em 8
níveís) o voíume do sínuí utustíto (bu-
zzer) que utompunhu us vísuuíízuções
de avaria/aviso.
Para definir o volume desejado, pro-
ceder como indicado a seguir:
- Pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC, o díspíuy exíbe de modo ín-
termitente o “nível” do volume definido
anteriormente;
- Pressionar o botão + ou – para efe-
tuar a regulagem;
- Pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC para retornar à tela menu ou
pressionar prolongadamente o botão
para retornar à tela standard sem me-
morizar.
A-46
Regulagem do volume das teclas (Vol.
Teclas)
Lstu lunçuo permíte reguíur (em 8
níveís) o voíume do sínuí utustíto que
acompanha a pressão dos botões ME-
NU ESC, + e –.
Para definir o volume desejado, pro-
ceder como indicado a seguir:
- Pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC, o díspíuy exíbe de modo ín-
termitente o “nível” do volume definido
anteriormente;
- Pressionar o botão + ou – para efe-
tuar a regulagem;
- Pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC para retornar à tela menu ou
pressionar prolongadamente o botão
para retornar à tela standard sem me-
morizar.
Manutenção programada (Revisão)
Esta função permite visualizar as indi-
cações relativas aos prazos quilométri-
cos das revisões de manutenção.
Para consultar estas indicações pro-
ceder como indicado a seguir:
- Pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC, o díspíuy exíbe o pruzo em km
ou mi em função do que foi definido
unteríormente (ver o purágrulo ºLníd.
Medídu¨),
- Pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC para retornar à tela menu ou
pressionar prolongadamente o botão
para retornar à tela standard.
O plano de manutenção programada do veículo prevê operações de manutenção e troca do óleo do motor a cada 15000 km ou 1 ano, pre-
vuíetendo u tondíçuo que prímeíro otorrer. A exíbíçuo de ínlormuções reíutívus us operuções de munutençuo (com exceção da revisão de
carroceria) otorrerá uutomutítumente quundo u thuve de ígníçuo lor toíotudu nu posíçuo MAR, a partir dos 2000 km faltantes para a próxima
revísuo ou u 30 díus du trotu unuuí do oíeo do motor. Lssus ínlormuções seruo exíbídus u tudu 200 km (puru revísuo) ou 3 díus (puru trotu de
oíeo). Quundo u munutençuo progrumudu estíver proxímu do ventímento prevísto, gírundo u thuve de ígníçuo puru u posíçuo MAR o díspíuy
exibirá o número de quilômetros faltantes para revisão ou o número de dias para a troca anual de óleo do motor. Procure a Rede Assistencial
Fiat a qual realizará, além das operações de manutenção previstas pelo Plano de Manutenção Programada ou pelo Plano de Inspeção Anual, o
zerumento (reset) dos tontudores de tempo e quííometrugem luítuntes puru u proxímu íntervençuo.
A contagem de tempo para a exibição das mensagens de troca anual do óleo do motor começará a partir do momento em que o veículo percorrer
um mínimo de 200 quilômetros.
OBSERVAÇÕES IMPORTANTES
O sistema de aviso de revisão não leva em consideração os períodos nos quais a bateria esteve desligada, de modo que os intervalos
de manutenção especificados no PLANO DE MANUTENÇÃO PROGRAMADA terão prioridade, devendo ser sempre observados.
Seguir rigorosamente as recomendações para troca de óleo do motor, no capítulo D, se o veículo for utilizado, predominantemente,
em condições particularmente severas.
Os displays não exibem o tempo faltante para a realização das revisões de carroceria.
Para ter pleno conhecimento das condições de manutenção e garantia do veículo é indispensável a consulta aos capítulos específicos,
no presente manual.
A-47
A
Ativação/Desativação do Airbag lado
passageiro frontal (Bag passageiro)
(quando disponível)
Esta função permite ativar/desativar o
Airbag lado passageiro.
Proceder da seguinte forma:
- Pressionar o botão MENU ESC e,
depoís de ter vísuuíízudo no díspíuy u
mensugem (ßug puss: Cll) (puru desutí-
vur) ou u mensugem (ßug puss: Cn) (pu-
ru utívur) utruves du pressuo dos botões
+ e –, pressionar novamente o botão
MENU ESC;
- No díspíuy e vísuuíízudu u mensu-
gem de pedido confirmação;
- Através da pressão dos botões +
ou – seíetíonur (Sím) (puru tonlírmur
u utívuçuo/desutívuçuo) ou (Nuo) (puru
renuntíur),
- Pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC, é exibida uma mensagem de
confirmação da escolha e se retorna
à tela menu ou pressionar prolonga-
damente o botão para retornar à tela
standard sem memorizar.
Saída Menu
Última função que encerra o ciclo de
definições listadas na tela menu.
Ao pressionar brevemente o botão
MENU ESC, o díspíuy retornu u teíu
standard sem memorizar.
Ao pressionar o botão – o díspíuy re-
tornu u prímeíru entrudu do menu (ßeep
Veíotídu.).
MENU ESC
+

MENU ESC
+

Volume Teclas
Revisão
Bag passageiro
Menu:
Confirmar:
Não
Sim
MENU ESC
+

Bag passageiro
Desativado
Bag. pass:
Off
On
fig. 46
L
N
l
2
l
ß
R
A-48
TRIP COMPUTER
Generalidades
C º1ríp tomputer¨ permíte vísuuíí-
zar, com a chave de ignição na posição
MAR, as grandezas relativas ao estado
de funcionamento do veículo. Esta fun-
ção é composta de dois trip separados
denomínudos º1ríp A¨ e º1ríp ߨ tupu-
zes de monitorizar a “missão completa”
do veítuío (víugem) de modo índepen-
dente um do outro.
Ambas as funções podem ser ajusta-
dus u zero (reset - ínítío de umu novu
míssuo).
C º1ríp A¨ permíte u vísuuíízuçuo dus
seguintes grandezas:
- Autonomia;
- Dístântíu pertorrídu,
- Consumo médio;
- Consumo ínstuntâneo,
- Velocidade média;
- 1empo de víugem (duruçuo de ton-
duçuo).
C º1ríp ߨ, presente somente nu teíu
multifuncional, permite a visualização
das seguintes grandezas:
- Dístântíu pertorrídu ß,
- Consumo medío ß,
- Veíotídude medíu ß,
- 1empo de víugem ß (duruçuo du
tonduçuo).
Nota: o “Trip B” é uma fun-
ção que pode ser excluída (ver
o parágrafo “Habilitação do Trip
B”). As grandezas “Autonomia” e
“Consumo instantâneo” não podem
ser ajustadas a zero.
Grandezas visualizadas
Autonomia
lndítu u dístântíu que pode uíndu ser
percorrida com o combustível presen-
te dentro do reservatório, na hipótese
de prosseguir a marcha mantendo o
mesmo estíío de tonduçuo. No díspíuy
será visualizada a indicação “----” ao
verificar-se os seguintes eventos:
- valor de autonomia inferior a 50
km;
- em caso de estacionamento do veí-
culo com o motor ligado por um tempo
prolongado.
Distância percorrida
lndítu u dístântíu pertorrídu desde o
início da nova contagem.
Consumo médio
Representu u medíu dos tonsumos
desde o início da nova contagem.
Consumo instantâneo
Indica a variação, atualizada cons-
tantemente, do consumo de combus-
tível. Em caso de estacionamento do
veítuío tom o motor íígudo no díspíuy
será visualizada a indicação “---”.
Velocidade média
Representu o vuíor medío du veíotí-
dade do veículo em função do tempo
total transcorrido desde o início da nova
contagem.
Tempo de viagem
1empo trunstorrído desde o ínítío du
nova contagem.
A-49
A
AVISO: na ausência de informa-
ções, todas as grandezas do Trip
computer visualizam a indicação
“---” no lugar do valor. Quando é
restabelecida a condição de nor-
mal funcionamento, a contagem das
várias grandezas retoma de modo
regular, sem haver nenhum ajuste a
zero dos valores visualizados ante-
riormente à anomalia, nem o início
de uma nova contagem.
Botão TRIP de comando - fig. 47
O botão TRIP, situado do lado da
alavanca direita, permite, com a cha-
ve de ignição na posição MAR, ter
acesso à visualização das grandezas
anteriormente descritas e também de
ajustá-las a zero para iniciar uma nova
contagem:
- uma breve pressão para ter acesso
às visualizações das várias grandezas;
- pressão prolongada para ajustar a
zero (reset) e ínítíur umu novu tontu-
gem.
Nova contagem
Inicia a partir de quando é efetuado
um ajuste a zero:
- “manual” por parte do usuário, atra-
vés da pressão do relativo botão;
- ºuutomátíto¨ quundo u ºdístântíu
percorrida” atinge o valor, em função
do díspíuy ínstuíudo de 3999,9 km ou
9999,9 km ou quando o “tempo de via-
gem¨ utínge o vuíor de 99.59 (99 horus
e 59 mínutos),
- depois de cada desligamento e con-
seguinte nova ligação da bateria.
AVISO: a operação de ajuste a
zero efetuada na presença das visu-
alizações do “Trip A” efetua o reset
só das grandezas relativas à própria
função.
Procedimento de início viagem
Com a chave de arranque na posi-
ção MAR, eletuur o u¡uste u zero (reset)
mantendo pressionado o botão TRIP
por mais de 2 segundos.
Saída do Trip
Puru suír du lunçuo 1ríp: munter pres-
sionado o botão MENU ESC por mais
de 2 segundos.
fig. 47
F
0
M
0
1
2
4
M
A-50
LUZES-ESPIA E
SINALIZAÇÕES
ADVERTÊNCIAS GERAIS
As sinalizações de advertência/ava-
ria ocorrem através do acendimento de
uma luz-espia no quadro de instrumen-
tos, podendo ser acompanhada por um
sinal sonoro e, para algumas versões,
mensugens no díspíuy.
Estas sinalizações são sintéticas e
cautelares com o objetivo de sugerir a
imediata ação que deve ser adotada pe-
lo motorista, em situações que podem
levar o veículo a condições extremas
de uso. Esta sinalização não deve ser
considerada completa e/ou alternativa
ao especificado no presente manual de
uso e manutenção, o qual recomenda-
mos sempre uma atenta e aprofunda-
da leitura. Em caso de sinalização de
advertência/avaria, recorrer sempre ao
quanto descrito no presente capítulo.
Nas páginas seguintes são demons-
trados alguns exemplos de situações
em que pode ocorrer o acendimen-
to de uma luz-espia no quadro de
instrumentos e/ou visualização no
display em algumas versões.
FLUIDO DOS FREIOS
INSUFICIENTE (vermelha)
Girando a chave da ignição em MAR
a luz-espia no quadro acende, mas deve
apagar após soltar o freio de mão. A
luz-espia acende para algumas versões,
(¡untumente tom u mensugem vísuuíí-
zudu no díspíuy e e emítído um sínuí
sonoro) quundo o níveí do líuído dos
freios no reservatório desce abaixo do
nível mínimo ou quando o chicote elé-
trico se romper ou for desligado.
Se a luz-espia ª acen-
der durante a marcha
(juntamente com a mensa-
gem visualizada no display), parar
imediatamente e dirigir-se à Rede
Assistencial Fiat.
FREIO DE MÃO
ACIONADO (vermelha)
Acende-se ao acionar o freio de
mão.
Se a luz-espia ª acender
durante a marcha, verifi-
car se o freio de mão está
acionado.
AVARIA DO AIRBAG
(vermelha)
Girando a chave da ignição na posi-
ção MAR a luz-espia no quadro deve
acender e apagar após alguns segundos.
A luz-espia acende de modo permanen-
te juntamente com a mensagem visuali-
zudu no díspíuy, puru uígumus versões,
quando o Airbag apresentar anomalias
de funcionamento.
ª
ª
Þ
A-51
A
Se a luz-espia Þ não
acender ou se permanecer
acesa com a chave na posi-
ção MAR, ou acender durante a
marcha do veículo (juntamente com
a mensagem visualizada no display)
parar imediatamente o veículo e
procurar a Rede Assistencial Fiat.
A avaria da luz-espia Þ
é sinalizada pelo lampejo
da luz-espia . Isto ocorre
somente após 4 segundos de acendi-
mento fixo da luz-espia .
LUZ-ESPIA DE EXCLUSÃO
DO AIRBAG DO LADO
DO PASSAGEIRO
(amarelo âmbar) (quando
existente)
A luz-espia no quadro acende
quando for desligado o airbag frontal
do lado do passageiro por meio do MY
CAR llA1.
Com o Airbag frontal do lado do
passageiro ligado, girando a chave da
ignição em MAR, a luz-espia no
quadro permanece acesa por cerca de
4 segundos e em seguida se apaga.
A luz-espia do Airbag
frontal do passageiro
sinaliza também eventu-
ais anomalias da luz-espia Þ. Esta
condição é sinalizada pelo lam-
pejo intermitente da luz-espia
mesmo além dos 4 segundos. Neste
caso é necessário parar imediata-
mente o veículo e procurar a Rede
Assistencial Fiat.
INSUFICIENTE CARGA DA
BATERIA (vermelha)
Girando a chave da ignição na posi-
ção MAR a luz-espia no quadro acen-
de, para algumas versões, e deve apa-
gur íogo que o motor luntíone (tom o
motor em marcha lenta é admitido um
breve utruso no desíígumento). Se per-
manecer acesa procure imediatamente
a Rede Assistencial Fiat.
Para algumas versões, será visualiza-
du no díspíuy ¡untumente tom u men-
sagem indicativa de carga insuficiente
da bateria.
INSUFICIENTE PRESSÃO
DE ÓLEO DO MOTOR
(vermelha)
Girando a chave da ig-
nição em MAR a luz-espia no quadro
acende e deve apagar logo que o motor
funcione.
Na hipótese de uma baixa pressão de
óleo no motor, a luz-espia permanece
acesa no quadro de instrumentos e, em
algumas versões, aparece a mensagem
de texto no díspíuy ¡untumente tom o
sinal sonoro.
Se a luz-espia º acen-
der durante a marcha do
veículo (para algumas ver-
sões, juntamente com a mensagem
visualizada no display), desligar
imediatamente o motor e procurar
a Rede Assistencial Fiat.

Z
º
A-52
EXCESSIVA TEMPERATURA
DO LÍQUIDO DE
ARREFECIMENTO DO
MOTOR (vermelha)
Quando o motor estiver
muito quente, não retire a
tampa do reservatório de
expansão, pois há perigo de quei-
maduras.
Girando a chave da ignição em MAR,
a luz-espia no quadro acende e deve
apagar após alguns segundos.
A íuz-espíu utende (puru uígumus
versões, juntamente com a mensagem
vísuuíízudu no díspíuy e emíssuo de um
sínuí sonoro) quundo o motor está su-
peraquecido.
Se acender durante a marcha, parar o
veículo, manter o motor ligado e ligeira-
mente acelerado para permitir a circula-
ção do líquido de arrefecimento.
Se a luz-espia não se apa-
gar em 2 a 3 minutos, ape-
sar das precauções toma-
das, desligar o motor e solicitar
assistência à Rede Assistencial Fiat.
Se o motor funcionar sem o
líquido de arrefecimento, seu
veículo poderá ser seriamente
danificado. Os reparos, nestes
casos, não serão cobertos pela
Garantia.
ATENÇÃO: em caso de percursos
muito severos é recomendável manter
o motor funcionando e ligeiramente
acelerado por alguns minutos antes de
desligá-lo.
FECHAMENTO
INCORRETO DAS PORTAS
(vermelha)
Em algumas versões a luz-espia no
quudro utende (¡untumente tom u men-
sugem vísuuíízudu no díspíuy) quundo
uma ou mais portas não estão perfeita-
mente fechadas.
Em algumas versões, com o veículo
em movimento e estando alguma das
portas abertas é emitido um sinal so-
noro.
NOTA: no díspíuy muítíluntíonuí u
visualização do símbolo < indica o fe-
chamento incompleto da porta do lado
esquerdo, enquanto a visualização do
símbolo Þ indica o fechamento incom-
pleto da porta do lado direito.
VELOCIDADE LIMITE
ULTRAPASSADA (AMARE-
LO ÂMBAR)
A luz-espia acende no quadro de ins-
trumentos (puru uígumus versões, ¡un-
tamente com a mensagem visualizada
no díspíuy e emíssuo de sínuí sonoro)
quando o veículo ultrapassa a velocida-
de limite ajustada anteriormente.
Ð
ou
J
£
g
A-53
A
CINTO DE SEGURANÇA
(vermelha)
Ao posicionar a chave de ignição na
posição MAR, a luz-espia do cinto de
segurança se acende de modo fixo no
quadro de instrumentos, se o cinto de
segurança do condutor não estiver afi-
velado ou se, na presença de passageiro,
o cinto deste também não estiver afive-
lado. A luz-espia se apagará quando os
cintos forem afivelados ou se estiverem
sido afivelados antes de colocar a chave
de ignição na posição MAR.
Para veículos com airbag, o sinal so-
noro, juntamente com a luz-espia, será
ativado por 90 segundos quando, com a
ignição ligada, ocorrer pelo menos uma
das seguintes situações:
- Passar mais de 50 segundos após o
veículo ultrapassar a velocidade de 10
km/h;
- Veículo ultrapassar a velocidade de
20 km/h;
- Percorrer mais de 400 metros.
O sinal sonoro será interrompido se:
- Os cintos forem novamente afivela-
dos;
- A marcha a ré for inserida.
Passados 90 segundos, se os cintos
ainda estiverem desafivelados:
- O sinal sonoro será desativado;
- A luz-espia passa da condição lam-
pejante para acendimento fixo.
O sinal sonoro poderá ser desabilita-
do temporuríumente (ver protedímentos
no capítulo A - CONHECIMENTO DO VEÍCULO
- CINTOS DE SEGURANÇA).
AVARIA NO SISTEMA DE
CONTROLE DO MOTOR
(amarelo âmbar)
Em condições normais, girando a
chave da ignição na posição MAR, a
luz-espia acende e deve apagar quan-
do o motor funcionar. O acendimento
inicial indica o correto funcionamento
da luz-espia.
Se a luz-espia permanecer acesa ou
utender durunte u murthu (puru uígu-
mas versões, juntamente com a men-
sugem vísuuíízudu no díspíuy e emíssuo
de sínuí sonoro) sínuíízu um muí lun-
cionamento no sistema de alimentação/
ignição que pode provocar elevadas
emissões na descarga, possível perda
de desempenho, má dirigibilidade e
consumo elevado.
Nestas condições pode-se prosseguir
a marcha evitando solicitar grandes es-
forços ao motor ou altas velocidades. O
uso prolongado do veículo com a luz-
-espia acesa fixa pode causar danos.
Procure a Rede Assistencial Fiat o
mais rápido possível.
A luz-espia apaga se o mau funcio-
namento desaparecer, mas o sistema
memoriza a sinalização.
Se, girando a chave da
ignição na posição MAR, a
luz-espia / não acender
ou se, durante a marcha, acender-se
procure a Rede Assistencial Fiat.
Ver ítem ºDírígír tom etonomíu e
respeitando o meio ambiente - Sistema
CßD¨ no tupítuío ß.
RESERVA DE
COMBUSTÍVEL (amarelo
âmbar)
A íuz-espíu no quudro utende (pu-
ra algumas versões, juntamente com
u mensugem vísuuíízudu no díspíuy)
quando, no reservatório, restarem cerca
de 5,5 a 7,5 litros de combustível.
×
/
Ð
A-54
NÍVEL INSUFICIENTE OU
FALTA DE GASOLINA NO
RESERVATÓRIO DE PARTI-
DA A FRIO
Para algumas versões, a luz-espia no
quadro acende quando, no reservatório,
o nível de gasolina for insuficiente ou
estiver vazio.
A falta de gasolina no reservatório
pode dificultar a partida do veículo
quando o mesmo estiver sendo usado
com álcool.
SISTEMA
ANTITRAVAMENTO DAS
RODAS ABS INEFICIENTE
(amarelo âmbar)
Girando a chave da ignição em MAR,
a luz-espia no quadro acende e deve
apagar após alguns segundos.
A íuz-espíu utende (puru uígumus
versões, juntamente com a mensagem
vísuuíízudu no díspíuy e emíssuo do sí-
nuí sonoro) quundo o sístemu está íne-
ficiente. Neste caso, o sistema de freio
mantém inalterada a sua eficácia, mas
sem as potencialidades oferecidas pelo
sístemu AßS. Retomendu-se prudêntíu
de modo particular em todos os casos
de aderência não ideal. É necessário
dirigir-se à Rede Assistencial Fiat ime-
diatamente.
CORRETOR ELETRÔNICO
DE FRENAGEM EBD
INEFICIENTE
O veículo está equipado
com corretor eletrônico de
lrenugem LßD (Líettronít
ßruke lorte Dístríbutíon)
quando dispuser do sistema freios
AßS. C utendímento símuítâneo dus
luzes-espia no quadro de instrumentos
ª e (¡untumente tom u mensugem
vísuuíízudu no díspíuy e emíssuo de sí-
nuí sonoro) tom o motor luntíonundo,
índítu umu unomuííu no sístemu LßD,
neste caso, com frenagens violentas,
pode ocorrer um travamento precoce
das rodas traseiras, com possibilidade
de perda da direção. Procure imediata-
mente u Rede Assístentíuí líut dírígíndo
com extrema cautela, para a verificação
do sistema.
AVARIA NO SISTEMA DE
PROTEÇÃO DO VEÍCULO -
FIAT CODE (AMARELO
ÂMBAR)
Girando a chave da ignição na posi-
ção MAR a luz-espia no quadro deve
lampejar somente uma vez e depois
apagar. Se, com a chave na posição
MAR, a luz-espia permanecer acesa,
índítu umu possíveí uvuríu (ver o síste-
mu líut tode neste tupítuío).
ATENÇÃO: o acendimento simul-
tâneo dus íuzes-espíu / e 1 indica
uvuríu no sístemu líut CCDL.
AVARIA DAS LUZES
EXTERNAS (amarelo
âmbar)
Para algumas versões a mensagem é
vísuuíízudu no díspíuy ¡untumente tom
emissão de sinal sonoro quando for
verificada uma anomalia em algumas
luzes externas:
A unomuííu relerente u estus íâmpu-
das pode ser: queima de uma ou mais
íâmpudus, queímu do reíutívo lusíveí
de proteção ou interrupção da ligação
elétrica.
z

ª

+
1
~
A-55
A
NOTA: no caso das luzes de direção,
no díspíuy, u vísuuíízuçuo do símboío <
indica uma avaria em uma luz do lado
esquerdo, enquanto a visualização do
símbolo Þ indica uma avaria em uma
luz do lado direito. Para as demais luzes
externas a indicação será com os dois
símbolos juntos.
FARÓIS DE NEBLINA
(verde)
A luz-espia no quadro acende quan-
do são acesos os faróis de neblina.
INDICADOR DE DIREÇÃO
ESQUERDA (verde)
(intermitente)
A luz-espia no quadro acende quan-
do a alavanca de comando das luzes
de díreçuo (setus) e desíotudu puru buí-
xo ou, juntamente com a seta direita,
quando for acionado o interruptor das
luzes de emergência.
INDICADOR DE DIREÇÃO
DIREITA (verde)
(intermitente)
A luz-espia no quadro acende quan-
do a alavanca de comando das luzes de
díreçuo (setus) e desíotudu puru tímu
ou, juntamente com a seta esquerda,
quando for acionado o interruptor das
luzes de emergência.
LUZES DE POSIÇÃO E
FARÓIS (verde)
Acendem-se girando a empunhadura
da posição 0 à posição ~. No quadro
de instrumentos acende-se a respectiva
luz-espia >.
FOLLOW ME HOME/
LUZES DE POSIÇÃO
A íuz-espíu no quudro utende (¡untu-
mente com a mensagem visualizada no
díspíuy) quundo lor íígudo o dísposítívo
loííow me e íuzes de posíçuo (ver o tu-
pítuío reíutívo).
FARÓIS ALTOS (azul)
A luz-espia acende quando são liga-
dos os faróis altos.
INTERRUPTOR
INERCIAL DE CORTE DE
COMBUSTÍVEL
Para algumas versões o acendimento
da luz-espia, juntamente com a mensa-
gem vísuuíízudu no díspíuy e emíssuo
do sinal sonoro, aparece quando o in-
terruptor inercial de corte de combus-
tível intervém.
Se, após a visualização da
mensagem, for sentido odor
de combustível ou forem
observados vazamentos na insta-
lação de alimentação, não religar
o interruptor para evitar riscos de
incêndio.
1
R
E
>
>
g
æ
A-56
SINALIZAÇÃO DE AVARIA
NO SENSOR CREPUS-
CULAR - AUTO LAMP
(FARÓIS AUTOMÁTICOS)
C utendímento du íuz-espíu (puru uí-
gumas versões juntamente com a men-
sugem vísuuíízudu no díspíuy e emís-
suo de sínuí sonoro), upurete quundo
for verificada uma anomalia no sensor
de íumínosídude externu (Auto íump).
Procure a Rede Assistencial Fiat.
Em caso de avaria no sensor de lumi-
nosidade externa, as luzes de posição
e faróis baixos podem ser ligados ma-
nualmente.
PILOTO AUTOMÁTICO
(CRUISE CONTROL)
(verde)
A íuz-espíu no quudro (se presente)
utende (¡untumente tom u mensugem
vísuuíízudu no díspíuy) tom o ínterrup-
tor de velocidade constante na posição
ON, quando o dispositivo começa a
intervir no motor.
SINALIZAÇÃO DE AVARIA
NO SENSOR DE CHUVA
C utendímento du íuz-espíu (puru uí-
gumas versões juntamente com a men-
sugem vísuuíízudu no díspíuy e emís-
suo do sínuí sonoro), upurete quundo
for verificada uma anomalia no sensor
de chuva. Procure a Rede Assistencial
Fiat.
Em caso de avaria no sensor de chu-
va, o funcionamento do limpador é ob-
tido somente se ativado manualmente.
POSSÍVEL PRESENÇA DE
GELO NA ESTRADA
Para algumas versões é visualizado
no díspíuy quundo u temperuturu ex-
terna atinge ou desce abaixo dos 3°C
para advertir ao motorista da possível
presença de gelo na estrada.
g
g g
^
A-57
A
SISTEMA DE AQUECIMENTO/VENTILAÇÃO
1 - Dílusores puru desembuçumento do
para-brisa.
2 - Dílusores tentruís e íuteruís oríentá-
veis.
3 - Dílusores puru desembuçumento dos
vidros laterais dianteiros.
4 - Aberturas laterais inferiores para
enviar ar aos pés do motorista e do
passageiro dianteiro.
fig. 48
l
M
0
0
3
2
M
-
ß
R
A-58
DIFUSORES ORIENTÁVEIS E
REGULÁVEIS LATERAIS E CENTRAIS
- fig. 49 e 50
A Dílusor líxo puru os vídros íute-
rais.
B Dílusores íuteruís oríentáveís.
C Dílusores tentruís oríentáveís.
D Comandos para orientação e para
regulagem da quantidade de ar.
Os difusores A não são orientáveis.
Para utilizar os difusores B e C, agir
no relativo dispositivo de modo a orien-
tá-los para a posição desejada.
COMANDOS - fig. 50
Seletor A para a regulagem da tempe-
ratura do ar (mistura ar quente/frio)
- Setor vermelho = ar quente
- Setor azul = ar frio
Seletor B para a ativação/ regulagem
do ventilador
R 0 = ventilador desligado
1-2-3 = velocidade de ventilação
4 + = ventilação na máxima velo-
cidade
Seletor C para a distribuição do ar
v para ter ar nos difusores centrais
e laterais;
w para enviar ar aos pés e ter nos
difusores do painel uma tempe-
ratura ligeiramente mais baixa,
em condições de temperatura
intermediária;
y para o aquecimento com tem-
peratura externa baixa: para ter
a máxima quantidade de ar nos
pés;
x para aquecer os pés e ao mesmo
tempo desembaçar o para-brisa;
+ para desembaçar rapidamente o
para-brisas.
Cursor D para a ativação/desativação
da circulação de ar
Ao fazer deslizar o cursor D para a
direita, ativa-se a circulação de ar in-
terno.
fig. 49
F
0
M
0
0
3
3
M
'
˙
4,5<
(<+06
95+ 5,>: 36* 7;@ (:; 7
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fig. 50
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0
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R
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fig. 51
l
0
M
0
3
2
8
M
-
ß
R
A-59
A
VENTILAÇÃO NO HABITÁCULO
Para obter uma boa ventilação do
habitáculo, proceder como indicado
a seguir:
- girar o seletor A no setor azul;
- desativar a circulação de ar interno
posicionando o cursor D totalmente
para à esquerda;
- girar o seletor C em correspondên-
cia de v;
- girar o seletor B na velocidade de-
sejada.
AQUECIMENTO DO HABITÁCULO
Proceder como indicado a seguir:
- girar o seletor A para o setor verme-
lho;
- girar o seletor C na posição deseja-
da;
- girar o seletor B na velocidade de-
sejada.
AQUECIMENTO RÁPIDO DO
HABITÁCULO
Para obter o mais rápido rendimento
de aquecimento, proceder como indi-
cado a seguir:
- girar o seletor A no setor verme-
lho;
- ativar a circulação de ar interno
posicionando o cursor D totalmente à
direita;
- girar o seletor C em correspondên-
cia de y;
- girar o seletor B em correspondên-
cia de 4 + (máxímu veíotídude do
ventííudor).
Em seguida agir nos comandos para
manter as condições de conforto dese-
¡udus e toíotur o botuo D totuímente
para esquerda para desativar a circula-
ção de ar interno e prevenir fenômenos
de embaçamento.
AVISO: com o motor frio é neces-
sário aguardar alguns minutos para
que o líquido do sistema alcance a
temperatura ideal.
DESEMBAÇAMENTO/
DESCONGELAMENTO RÁPIDO
DOS VIDROS DIANTEIROS (PARA-
BRISAS E VIDROS LATERAIS)
Proceder como indicado a seguir:
- girar o seletor A no setor verme-
lho;
- desativar a circulação de ar interno
através do botão D totalmente para es-
querda;
- girar o seletor C em correspondên-
cia de +;
- girar o seletor B em correspondên-
cia de 4 + (máxímu veíotídude do
ventííudor).
Após o desembaçamento/descon-
gelamento, agir nos comandos para
restabelecer as condições de conforto
desejadas.
A-60
Antiembaçamento dos vidros
Em casos de forte umidade externa e/
ou de chuva e/ou de fortes diferenças de
temperatura entre o interno e o externo
do habitáculo, aconselha-se efetuar a
seguinte manobra de prevenção contra
o embaçamento dos vidros:
- girar o seletor A no setor verme-
lho;
- desativar a circulação de ar interno
através do botão D totalmente para a
esquerda;
- girar o seletor C em correspondên-
cia de + com possibilidade de passa-
gem à posição x no caso em que não
se notem sinais de embaçamento;
- girar o seletor B em correspondên-
cia à 2a velocidade.
DESEMBAÇAMENTO/
DESCONGELAMENTO DO VIDRO
TRASEIRO TÉRMICO - fig. 52
Pressionar o botão A para ativar esta
função; a ativação da função é eviden-
ciada pelo acendimento da luz avisa-
dora no botão.
A função é temporizada e é desati-
vada automaticamente depois de 20
minutos. Para excluir antecipadamente
a função, pressionar novamente o bo-
tão A.
AVISO: não aplique adesivos na
parte interna do vidro traseiro pró-
ximo dos filamentos do vidro térmi-
co para evitar danificá-los.
ATIVAÇÃO DA CIRCULAÇÃO DE
AR INTERNO
Posicionar o cursor totalmente à
direita.
É aconselhável ativar a circulação de
ar interno durante as paradas em fila ou
em túnel, para evitar a introdução de ar
externo poluído. Evite utilizar de modo
prolongado esta função, especialmente
com mais pessoas a bordo do veículo,
de modo a prevenir a possibilidade de
embaçamento dos vidros.
AVISO: a circulação de ar interno
permite, em função do modo de
funcionamento selecionado (“aque-
cimento” ou “arrefecimento”), um
mais rápido alcance das condições
desejadas.
A ativação da circulação de ar
interno é desaconselhada em caso
de dias chuvosos/frios para evitar a
possibilidade de embaçamento dos
vidros.
A
˙
AUDIO
RND NEWS LOC PTY AST P 8 8
RDS
TA-D FM I 4 TP
fig. 52
l
0
M
0
4
9
l
M
-
ß
R
A-61
A
CLIMATIZADOR
MANUAL
COMANDOS - fig. 53
Seletor A para a regulagem da tempe-
ratura do ar (mistura ar quente/frio)
Setor vermelho = ar quente
Setor azul = ar frio
Seletor B para a ativação/regulagem
do ventilador
R 0 = ventilador desligado
1-2-3 = velocidade de ventilação
4 + = ventilação na máxima velo-
cidade
Seletor C para a distribuição do ar
v para ter ar nos difusores centrais
e laterais;
w para enviar ar aos pés e ter nos
difusores do painel uma tempe-
ratura ligeiramente mais baixa,
em condições de temperatura
intermediária;
y para o aquecimento com tem-
peratura externa rígida: para ter
a máxima quantidade de ar nos
pés;
x para aquecer os pés e ao mes-
mo tempo desembaçar o para-
-brisa;
+ para desembaçar rapidamente o
para-brisa.
Cursor D para a ativação/desativação
da circulação de ar
Ao fazer deslizar o cursor para a di-
reita se realiza a ativação da circulação
de ar interno.
Botão E para a ativação/desativação
do climatizador
Ao pressíonur o botuo (LLD no botuo
uteso) se reuíízu u utívuçuo do tíímu-
tizador.
Ao pressionar novamente o botão
(LLD no botuo upugudo) se reuíízu u
desativação do climatizador.
VENTILAÇÃO NO HABITÁCULO
Para obter uma boa ventilação do
habitáculo, proceder como indicado
a seguir:
- girar o seletor A no setor azul;
- desativar a circulação de ar interno
posicionando o cursor D totalmente
para a esquerda;
- girar o seletor C em correspondên-
cia de v;
- girar o seletor B na velocidade de-
sejada.
A B C
D
E
fig. 53
l
0
M
0
3
2
9
M
-
ß
R
A-62
CLIMATIZAÇÃO (resfriamento)
Para obter o mais rápido rendimento
de resfriamento, proceder como indi-
cado a seguir:
- girar o seletor A no setor azul;
- ativar a circulação de ar interno
através do botão D totalmente para a
direita;
- girar o seletor C em correspondên-
cia de v;
- ativar o climatizador pressionando
o botão E, o LLD no botuo E acende;
- girar o seletor B em correspondên-
cia de 4 + (máxímu veíotídude ventí-
íudor).
Regulagem do resfriamento
- girar o seletor A para a direita para
aumentar a temperatura;
- desativar a circulação de ar interno
posicionando o cursor D totalmente
para a esquerda;
- girar o seletor B para diminuir a ve-
locidade do ventilador.
AQUECIMENTO DO HABITÁCULO
Proceder como indicado a seguir:
- girar o seletor A no setor verme-
lho;
- girar o seletor C em correspondên-
cia do símbolo desejado;
- girar o seletor B na velocidade de-
sejada;
AQUECIMENTO RÁPIDO DO
HABITÁCULO
Para obter o mais rápido rendimento
de aquecimento, proceder como indi-
cado a seguir:
- girar o seletor A no setor verme-
lho;
- ativar a circulação de ar interno
através do botão D totalmente para a
direita;
- girar o seletor C em correspondên-
cia de y;
- girar o seletor B em correspondên-
cia de 4 + (máxímu veíotídude do
ventííudor).
Em seguida agir nos comandos para
manter as condições de conforto de-
sejadas e posicionar o cursor D total-
mente para a esquerda para desativar a
circulação de ar interna.
AVISO: com o motor frio é neces-
sário esperar alguns minutos para
que o líquido do sistema alcance a
temperatura ideal.
DESEMBAÇAMENTO/
DESCONGELAMENTO RÁPIDO DOS
VIDROS DIANTEIROS (PARA-
-BRISA E VIDROS LATERAIS)
Proceder como indicado a seguir:
- girar o seletor A no setor verme-
lho;
- girar o seletor B em correspondên-
cia de 4 + (máxímu veíotídude do
ventííudor),
- girar o seletor C em correspondên-
cia de +;
- desativar a circulação de ar interno
através do botão D na posição esquer-
da.
A-63
A
Após o desembaçamento/descon-
gelamento, agir nos comandos para
restabelecer as condições de conforto
desejadas.
AVISO: o climatizador é muito
útil para acelerar o desembaçamen-
to, para que o ar seja desumidifi-
cado. Regular os comandos como
anteriormente descrito e ativar o
climatizador ao pressionar o botão
E; o LED no botão se acende.
Desembaçamento dos vidros
Em casos de forte umidade externa e/
ou de chuva e/ou de fortes diferenças de
temperatura entre o interno e o externo
do habitáculo, aconselha-se a efetuar a
seguinte manobra de prevenção contra
embaçamento dos vidros:
- girar o seletor A no setor verme-
lho;
- desativar a circulação de ar interno
através do botão D;
- girar o seletor C em correspondên-
cia de + com possibilidade de passa-
gem à posição x no caso em que não
se notem sinais de embaçamento;
- girar o seletor B em correspondên-
cia da 2ª velocidade.
AVISO: o climatizador é muito
útil para prevenir o embaçamen-
to dos vidros nos casos de forte
umidade ambiental uma vez que
desumidifica o ar introduzido no
habitáculo.
ATIVAÇÃO DA CIRCULAÇÃO DE
AR INTERNO
Posicionar o cursor D na posição
.
É aconselhável ativar a circulação de
ar interno durante as paradas em filas
ou túnel, para evitar a introdução de
ar externo poluído. Evite utilizar por
tempo prolongado esta função, espe-
cialmente com mais pessoas a bordo do
veículo, para prevenir a possibilidade
de embaçamento dos vidros.
AVISO: a circulação de ar interno
permite, em função do modo de
funcionamento selecionado (“aque-
cimento” ou “resfriamento”), atin-
gir de modo mais rápido as condi-
ções desejadas.
A ativação da circulação de ar
interno é desaconselhada em caso
de dias chuvosos/frio para evitar a
possibilidade de embaçamento dos
vidros.
A-64
MANUTENÇÃO DO SISTEMA
Durunte o ínverno o sístemu de tíí-
matização deve ser colocado em fun-
cionamento pelo menos uma vez por
mês por cerca de 10 minutos. Antes do
verão mandar verificar a eficiência do
sistema na Rede Assistencial Fiat.
O sistema utiliza fluido
refrigerante R134a que, em
caso de perdas acidentais,
não danifica o ambiente. Evite abso-
lutamente o uso de fluido R12,
incompatível com os componentes
do sistema.
CLIMATIZADOR
AUTOMÁTICO
DESCRIÇÃO
O climatizador automático regula a
temperatura e a distribuição do ar no
habitáculo. O controle da temperatura é
baseado na “temperatura equivalente”:
o sistema funciona continuamente para
manter constante o conforto do habitá-
culo e compensar as eventuais varia-
ções das condições climáticas externas
incluindo, a radiação solar detectada
por um sensor adequado.
Cs purâmetros e us lunções tontroíu-
das automaticamente são:
- temperatura do ar nos difusores;
- distribuição do ar nos difusores;
- veíotídude do ventííudor (vuríuçuo
tontínuu do líuxo de ur),
- utívuçuo do tompressor (puru o/u
reslríumento/desumídílítuçuo do ur),
- circulação de ar.
1odus estus lunções suo modílítáveís
manualmente, isto é, se pode intervir
no sistema selecionando uma ou mais
lunções e modílítur os purâmetros. Nes-
te modo, porém, se desativa o controle
automático das funções modificadas
manualmente nas quais o sistema irá
intervir só por motivos de segurança.
As escolhas manuais são sempre prio-
ritárias em relação às automáticas e são
memorizadas enquanto o usuário não
restitui o controle ao sistema ao pressio-
nur u tetíu AL1C, exteto nos tusos em
que o sistema intervém em condições
particulares de segurança.
A definição manual de uma função
não prejudica o controle das outras em
automático. A quantidade de ar introdu-
zido no habitáculo é independente da
velocidade do veículo, sendo regulada
pelo ventilador controlado eletronica-
mente. A temperatura do ar introduzido
é sempre controlada automaticamente,
em função das temperaturas definidas
no díspíuy (exteto quundo o sístemu
está desligado ou em algumas condi-
ções quando o compressor está desa-
tívudo).
A-65
A
O sistema permite definir ou modifi-
tur munuuímente os seguíntes purâme-
tros e funções:
- temperatura do ar;
- veíotídude do ventííudor (vuríuçuo
tontínuu),
- alinhamento da distribuição de ar
em cinco posições;
- ativação do compressor;
- função de descongelamento/desem-
baçamento rápido;
- circulação de ar;
- vidro traseiro térmico;
- desligamento do sistema.
COMANDOS - fig. 54
A botuo de utívuçuo du lunçuo AL1C
(luntíonumento uutomátíto) e seíe-
tor de regulagem da temperatura;
B botão de seleção da distribuição
de ar;
C díspíuy de ínlormuções do tíímu-
tizador;
D aumento/diminuição da velocida-
de do ventilador;
E botão de desligamento do clima-
tizador;
F botão de ativação da função
MAX-DLl (destongeíumento/de-
sembaçamento rápido dos vidros
díunteíros),
G botão de ativação/desativação da
recirculação de ar interno;
H botão de ativação/desativação do
compressor do climatizador;
A D G
E
H
F
C B
* * + -
ô
ô
MENU
SRC
BAND
AS
MUTE
F-TRK
RND NEWS LOC P
3
4 5 6
2 1
RND LIST
DISP
fig. 54
l
0
M
0
4
9
2
M
-
ß
R
A-66
UTILIZAÇÃO DO SISTEMA DE
CLIMATIZAÇÃO
O sistema pode ser ativado de diver-
sas maneiras, mas, se aconselha ativá-lo
pressíonundo o botuo AL1C e gírundo
o seletor para definir a temperatura de-
se¡udu no díspíuy.
Destu muneíru, o sístemu tomeçurá
a funcionar de modo completamente
automático para atingir, da maneira
mais rápida possível, as temperaturas de
conforto. O sistema regulará a tempera-
tura, a quantidade e a distribuição do ar
introduzido no habitáculo e controlará
a função de circulação e a ativação do
compressor do condicionador.
No funcionamento completamente
automático, a única intervenção ma-
nual pedida é a eventual ativação das
seguintes funções:
circulação de ar, para manter
a circulação sempre ativa ou
sempre exclusa;
+ para acelerar o desembaçamen-
to/descongelamento dos vidros
dianteiros e do vidro traseiro.
Durunte o luntíonumento tompíetu-
mente automático do sistema, pode-se
variar as temperaturas definidas, a dis-
tribuição do ar e a velocidade do ven-
tilador agindo, a qualquer momento,
nos respectivos botões ou seletores: o
sistema modificará automaticamente as
próprias definições para adaptar-se aos
novos pedidos.
Durunte o luntíonumento em tom-
píeto uutomutísmo (lLLL AL1C), vu-
riando a distribuição e/ou a quantidade
de ar e/ou a ativação do compressor e/
ou a circulação, desaparece a escrita
lLLL. Deste modo o sístemu tontínuurá
sempre a gerir automaticamente todas
as funções, exceto aquelas variadas ma-
nualmente.
Seletor de regulagem da temperatura
do ar - A-fig. 54
Ao girar o seletor para a direita ou
para a esquerda, se eleva ou se abaixa a
temperatura do ar desejada. A tempera-
turu delínídu e evídentíudu peío díspíuy
situado próximo ao seletor.
Ao girar o seletor completamente à
direita ou à esquerda se ativam respec-
tívumente us lunções de Hl (máxímo
uquetímento) ou LC (máxímo reslríu-
mento).
Para desativar estas duas funções é
suficiente girar o seletor da temperatura,
definindo a temperatura desejada.
Botões de seleção da distribuição
dianteira do ar - B-fig. 54
Ao pressionar os botões, pode-se
definir manualmente uma das cinco
possíveis distribuições do ar para o la-
do esquerdo e para o lado direito do
habitáculo:
N Fluxo de ar para os difusores do
para-brisa e dos vidros laterais
dianteiros para o desembaça-
mento ou descongelamento dos
vidros.
Þ Fluxo de ar para os difusores cen-
trais e laterais do painel para a
ventilação frontal.
A-67
A
O Fluxo de ar para os difusores da
zona dos pés. Esta distribuição de
ar, devido à natural tendência do
calor a difundir-se para cima, é
aquela que permite no mais breve
tempo o aquecimento do habitá-
culo, dando uma rápida sensação
de calor.
Þ Dístríbuíçuo do líuxo de ur entre os
O dílusores du zonu dos pes (ur muís
quente) e os dílusores tentruís e
íuteruís do puíneí (ur muís lresto).
Esta distribuição do ar é particu-
larmente útil nas meias estações
(prímuveru e outono), nu presençu
de radiação solar.
N Dístríbuíçuo do líuxo de ur entre os
O difusores da zona dos pés e os di-
fusores para o descongelamento/
desembaçamento do para-brisa e
dos vidros laterais dianteiros. Es-
ta distribuição do ar permite um
bom aquecimento do habitáculo
prevenindo o possível embaça-
mento dos vidros.
No luntíonumento lLLL AL1C o
sistema gere automaticamente a distri-
buição de ar escolhendo aquela mais
eficaz em função das condições climá-
títus. No modo lLLL AL1C os LLD's
da distribuição ficam apagados.
A distribuição do ar, quando definida
manualmente, é visualizada pelo acen-
dímento dos LLD's torrespondentes nos
botões selecionados. Na função combi-
nada, pressionando um botão ativa-se
aquela função ao mesmo tempo com
aquelas já definidas. Se, ao contrário,
é pressionado um botão cuja função já
está ativa, esta é anulada e o relativo
LLD se upugu. Puru restubeíeter o ton-
trole automático da distribuição do ar
depois de uma seleção manual, pressio-
nar o botão AUTO.
Botão de controle da velocidade do
ventilador - D-fig. 54
Ao pressionar o botão R se aumenta
ou se diminui a velocidade do ventila-
dor e a quantidade de ar introduzido no
habitáculo, mesmo mantendo o objeti-
vo da temperatura desejada.
A velocidade do ventilador é visua-
lizada pelas barras iluminadas no dis-
píuy:
- máxima velocidade do ventilador =
todas as barras iluminadas;
- mínima velocidade do ventilador =
uma barra iluminada.
O ventilador pode ser excluído so-
mente se foi desativado o compressor
do climatizador ao pressionar o botão
H.
AVISO: para restabelecer o con-
trole automático da velocidade do
ventilador depois de uma regulagem
manual, pressionar o botão AUTO.
Botões AUTO (funcionamento auto-
mático) - A-fig. 54
Ao pressíonur o botuo AL1C, o sís-
tema regula automaticamente a quanti-
dade e a distribuição de ar introduzido
no habitáculo, anulando todas as pre-
cedentes regulagens manuais.
Esta condição é indicada pelo apa-
retímento du estrítu lLLL AL1C no
díspíuy díunteíro. Ao íntervír munuuí-
mente em pelo menos uma das funções
geridas em automático pelo sistema
(tírtuíuçuo de ur, dístríbuíçuo de ur, ve-
locidade do ventilador ou desativação
do tompressor tondítíonudor), u estrítu
lLLL no díspíuy se upugu puru índítur
que o sistema não controla mais todas
us lunções (u temperuturu permunete
sempre em uutomátíto).
A-68
AVISO: se o sistema, devido a
algumas intervenções manuais nas
funções, não considera possível
garantir o alcance e manutenção da
temperatura solicitada, a tempera-
tura definida lampeja para indicar
a dificuldade encontrada pelo siste-
ma, depois de um minuto se apaga
a escrita AUTO.
Para restabelecer a qualquer
momento o controle automático
do sistema, depois de uma ou mais
seleções manuais, pressionar o
botão AUTO.
Botão de ativação/desativação da re-
circulação de ar - G-fig. 54
A circulação de ar é controlada se-
gundo as seguintes lógicas de funcio-
namento:
- ativação automática, selecionável
pressíonundo u tetíu AL1C e sínuíízu-
du peío utendímento do ítone AL1C
no díspíuy.
- utívuçuo lorçudu (tírtuíuçuo de ur
sempre utívu), índítudu peío utendí-
mento do LLD no botuo G e pelo sím-
bolo c no díspíuy,
- desutívuçuo lorçudu (tírtuíuçuo de
ar sempre desativada com tomada de ar
do externo), sínuíízudu peío upugumen-
to do LLD no botuo e peío símboío c
no díspíuy. A utívuçuo e u desutívuçuo
forçada da circulação é selecionável
agindo na tecla de circulação de ar G.
AVISO: a ativação da recircula-
ção permite um mais rápido alcance
das condições desejadas para aque-
cer ou resfriar o habitáculo.
É sempre desaconselhado o uso
da recirculação em dias chuvosos/
frios já que aumenta a possibilida-
de de embaçamento interno dos
vidros, principalmente quando o
climatizador não está ativado.
Para temperaturas externas baixas a
circulação é forçadamente desativada
(tom tomudu de ur do externo) puru
evitar possível embaçamento.
No funcionamento automático, a cir-
culação é controlada automaticamente
pelo sistema em função das condições
climáticas externas.
Quando é definido o controle manu-
uí du tírtuíuçuo, no díspíuy upugu-se
u estrítu lLLL e no ítone no díspíuy
desupurete u íegendu AL1C.
Com baixa temperatura
externa aconselha-se não
utilizar a função de recircu-
lação do ar interno, pois os vidros
podem embaçar rapidamente.
Botão de ativação/ desativação do
compressor condicionador - H-fig. 54
Ao pressionar o botão ~, desativa-se
o tompressor do tondítíonudor e o LLD
se apaga. Ao pressionar o botão quando
o LLD está upugudo se restítuí uo ton-
trole automático do sistema a ativação
do compressor; esta condição é eviden-
tíudu peío utendímento do LLD no bo-
tão. Quando se desativa o compressor
do condicionador, o sistema desativa a
recirculação para evitar o possível em-
baçamento dos vidros.
Neste caso, mesmo se o sistema con-
siderar possível manter a temperatura
pedídu, u estrítu lLLL no díspíuy de-
saparece. Se, ao contrário, não é mais
possível manter a temperatura pedida se
verifica o lampejo da temperatura e se
upugu tumbem u estrítu AL1C.
A-69
A
AVISO: com o compressor desa-
tivado, não é possível introduzir
no habitáculo, ar com temperatu-
ra inferior à temperatura externa;
além disso, em condições ambien-
tais particulares, os vidros podem
embaçar-se rapidamente porque o
ar não pode ser desumidificado.
A desativação do compressor perma-
nece memorizada mesmo depois de o
motor ter sido desligado.
Para restabelecer o controle automá-
tico da ativação do compressor pressio-
nar novamente o botão ~ ou pressionar
o botuo AL1C.
Com o compressor desativado, se a
temperatura externa é superior àquela
definida, o sistema não considera pos-
sível atender às condições solicitadas e
o indica com o lampejo da temperatura
delínídu no díspíuy por uíguns segun-
dos, depoís u estrítu AL1C se upugu.
Em condições de compressor desabi-
litado é possível reduzir a zero, manual-
mente, a velocidade do ventilador.
Quando o compressor é habilitado e
o motor está ligado, a ventilação manu-
al não pode descer abaixo de uma barra
vísuuíízudu no díspíuy.
Botão para o desembaçamento/
descongelamento rápido dos vidros -
F-fig. 54
Ao pressionar este botão, o clima-
tizador ativa automaticamente todas
as funções necessárias para acelerar o
desembaçamento/descongelamento do
para-brisas e dos vidros laterais:
- ativa o compressor do condicio-
nador quando as condições climáticas
assim o permitem;
- desativa a circulação do ar;
- define a máxima temperatura do ar
HI;
- ativa uma velocidade do ventilador
em função da temperatura do líquido
de arrefecimento do motor para limitar
o ingresso de ar não suficientemente
quente para desembaçar os vidros;
- manda o fluxo de ar para os difuso-
res do para-brisas e dos vidros laterais
dianteiros;
- ativa o vidro traseiro térmico.
AVISO: não aplique adesivos nos
filamentos elétricos na parte interna
do vidro traseiro térmico, para evi-
tar danificá-lo, prejudicando a sua
funcionalidade.
AVISO: a função de desembaça-
mento/descongelamento rápido dos
vidros permanece ativa por apro-
ximadamente 3 minutos, sempre e
quando o líquido de arrefecimento
do motor atingir a temperatura ade-
quada.
Quando a função de máximo desem-
baçamento/descongelamento é ativada,
utende-se o LLD no botuo e uqueíe no
botão do vidro traseiro térmico.
Aíem dísso, no díspíuy se upugu u
estrítu lLLL AL1C.
Quando a função de máximo de-
sembaçamento/descongelamento é
ativada, as únicas intervenções manuais
possíveis são a regulagem manual da
velocidade do ventilador e a desativa-
ção do vidro traseiro térmico. Ao pres-
sionar o botão da função de máximo
desembaçamento/descongelamento
ou os botões da circulação de ar ou da
desativação do compressor ou o botão
AL1C, o sístemu desutívu u lunçuo de
máximo desembaçamento/ descongela-
mento, restabelecendo as condições de
funcionamento do sistema anteriores à
ativação da função.
A-70
ADVERTÊNCIA: trafegando em
estradas de terra ou regiões poei-
rentas em geral, é aconselhável
ativar a recirculação do ar para
prevenir a infiltração de poeira, ou
outro tipo de partículas, no interior
do veículo.
ADVERTÊNCIA: para plena efici-
ência na operação de desembaça-
mento, mantenha a parte interna
dos vidros sempre limpa e desen-
gordurada. Para limpeza dos vidros,
use apenas detergente neutro e
água. Não utilize produtos à base
de silicone para a limpeza de partes
plásticas, principalmente o painel,
pois o silicone se evapora quando
exposto ao sol, condensando-se na
superfície interna do vidro e pre-
judicando o desembaçamento e a
visibilidade noturna.
Desligamento do sistema (OFF) -
E-fig. 54
O sistema de climatização se desativa
pressionando o botão E. Com o sistema
desligado, as condições do sistema de
climatização são as seguintes:
- o díspíuy du temperuturu delínídu
fica apagado;
- a circulação de ar fica ativada, iso-
lando assim o habitáculo do externo;
- o compressor do condicionador é
desativado;
- o ventilador fica desligado.
1umbem tom o sístemu desíígudo, o
vidro traseiro térmico pode ser ativado
ou desativado normalmente.
AVISO: a unidade do sistema de
climatização memoriza as tempe-
raturas definidas antes do desli-
gamento e as restabelece quando
é pressionada uma tecla qualquer
do sistema (exceto o vidro trasei-
ro térmico); se a função da tecla
pressionada não estava ativa antes
do desligamento continuará inativa,
se, ao contrário, estava ativa, será
mantida.
Quando se deseja reativar o sistema
de climatização em condições de total
automatismo, pressionar o botão AU-
1C.
A-71
A
ALAVANCAS SOB O
VOLANTE
ALAVANCA ESQUERDA
Reune os tomundos dus íuzes exter-
nas e das setas.
A iluminação externa funciona so-
mente com a chave de ignição na po-
sição MAR (exteto lunçuo loííow me
Home).
Acendendo as luzes externas, ilumi-
nam-se os ideogramas no quadro de ins-
trumentos e os símbolos dos comandos
situados no painel de instrumentos.
Luzes de posição - fig. 55
Em caso de necessidade, é possível
sinalizar a presença do veículo à noite,
acendendo as luzes de posição mesmo
com a chave de ignição retirada.
Acendem-se girando a empunhadura
da posição C à posição ~. No quadro
de instrumentos acende-se a respectiva
luz-espia >.
É possível acender as luzes de posi-
ção do lado direito ou do lado esquerdo
de forma independente. Para acender
somente as luzes do lado esquerdo,
girar a empunhadura da posição C à
posição ~ e em seguida deslocar a ala-
vanca para baixo - posição 2-fig. 56.
Para acender somente as luzes do lado
direito, girar a empunhadura de posição
C à posição ~ e em seguida deslocar
a alavanca para cima - posição 1-fig.
56.
Faróis baixos - fig. 55
Acendem-se girando a empunhadura
da posição ~ à posição ª .
A luz-espia de posição no quadro de
instrumentos continua acesa.
Faróis altos - fig. 55
Acendem-se com a empunhadura na
posição ª, e empurrando a alavanca
em direção ao volante.
No quadro acende-se a luz-espia
æ.
Apagam-se puxando a alavanca em
direção do volante.
Lampejos - fig. 55
São feitos puxando a alavanca em di-
reçuo uo voíunte (posíçuo ínstáveí).
fig. 55
F
0
M
0
0
6
0
M
A-72
Luzes de direção (setas) - fig. 56
Desíotundo u uíuvuntu:
para cima - ativa-se a seta direita;
para baixo - ativa-se a seta esquer-
da.
No quadro de instrumentos acende-
se com intermitência a luz-espia +.
As setas são desativadas automatica-
mente quando o veículo volta a prosse-
guir em linha reta.
Caso queira dar um sinal de luz rapi-
damente, mova a alavanca para cima
ou para baixo, sem chegar ao final do
curso.
Ao soltá-la, a alavanca volta sozinha
ao ponto de partida.
Sistema Follow me Home - fig. 57
Este sistema permite manter o farol
baixo ligado por 30 segundos até um
tempo máximo de 210 segundos, ou
seja, 7 acionamentos consecutivos da
alavanca, depois de desligada a chave
de ignição.
O sistema permite um tempo de até
2 minutos para que o “follow me” se-
ja acionado. Após este tempo, ligar e
desligar a chave para o acionamento
da função.
fig. 56
F
0
M
0
0
6
1
M
Follow me 120s
8:30

fig. 57
D
P
0
l
2
ß
R
Se a alavanca for acionada após 2
segundos o comando não reconhece
como funcionamento da função e a luz
do farol é desligada.
Uma vez ativado, durante 20 segun-
dos, upureterá no díspíuy do quudro de
instrumentos uma indicação de que o
sistema está ativo com o tempo de du-
ração para o qual foi ajustado.
Para desativar o sistema Follow me
Home basta manter a alavanca de co-
mando na posição lampejo dos faróis
altos, durante um tempo superior a 2
segundos. Uma outra maneira de se
desligar este sistema é girando a chave
de ignição na posição MAR.
A-73
A
ALAVANCA DIREITA
Reune todos os tomundos puru u íím-
peza do para-brisa e do vidro traseiro.
Limpador/lavador do para-brisa -
fig. 58
Funciona somente com a chave de
ignição na posição MAR e pode assu-
mir quatro diversas posições:
O - Limpador do para-brisa desli-
gado.
z - Funcionamento intermitente/
uutomátíto (tom sensor de
thuvu).
Em algumas versões, a temporização
do limpador está relacionada propor-
cionalmente à velocidade do veículo.
{ - Funcionamento contínuo e
lento.
| - Funcionamento contínuo e
rápido.
Ao deslocar a alavanca na posição A,
o luntíonumento untípâníto (tontínuo
rápído e temporárío) e utívudo. Ao soí-
tar, a alavanca volta para a posição O
e desliga automaticamente o limpador
do para-brisa.
Puxando a alavanca em direção do
volante, ativa-se o esguicho do lavador
do para-brisa.
Lavagem inteligente - fig. 58
Puxando a alavanca para o volante é
possível ativar com um só movimento o
esguicho do limpador dianteiro.
O esguicho entra em ação automati-
camente se a alavanca de comando é
acionada por mais de meio segundo.
O limpador é desativado logo após
a liberação da alavanca, enquanto este
executa as últimas passadas. Em algu-
mas versões uma quarta passada poderá
ser verificada.
Agindo repetidamente e rapidamente
(por tempo ínleríor u meío segundo) nu
alavanca de comando, pode-se esgui-
char na área do para-brisa sem ativar
o limpador.
Limpador/lavador do vidro traseiro
- fig. 59
Funciona somente com a chave de
ignição na posição MAR.
Comandos:
1) gírur u empunhuduru du posíçuo
C para -;
2) empurrundo u uíuvuntu em díre-
çuo uo puíneí (posíçuo ínstáveí), utívum-
se o esguicho do lavador do vidro tra-
seiro e o limpador do vidro traseiro; ao
soltá-la, desligam-se.
ASSISTÊNCIA À MARCHA A RÉ
Em algumas versões o limpador
traseiro é automaticamente acionado
quando o dianteiro estiver ligado e for
acionada a marcha a ré do veículo.
fig. 58
l
0
M
0
3
l
3
M
-
ß
R
fig. 59
F
0
M
0
2
1
8
M
A-74
LIMPADOR INTELIGENTE DO
VIDRO TRASEIRO
Existem três modos de funcionamen-
to do limpador do vidro traseiro depen-
dendo da posição da alavanca:
- Modo 1: funcionamento com inter-
mitência.
- Modo 2: funcionamento sincroni-
zado com o funcionamento dos limpa-
dores do para-brisa - a cada dois ciclos
dos limpadores do para-brisa, ocorre
um ciclo de funcionamento do limpa-
dor traseiro.
- Modo 3: funcionamento contí-
nuo.
Lavagem inteligente
Em algumas versões, empurrando a
alavanca para o painel é possível ativar
com um só movimento o esguicho do
limpador do vidro traseiro. O esguicho
entra em ação automaticamente se a
alavanca de comando é acionada por
mais de meio segundo.
O limpador é desativado logo após
a liberação da alavanca, enquanto este
executa as últimas passadas. Em algu-
mas versões uma quarta passada poderá
ser verificada.
Agindo repetidamente e rapidamente
(por um tempo ínleríor u meío segundo)
na alavanca de comando, pode-se es-
guichar na área do vidro traseiro sem
ativar o limpador.
SENSOR DE CHUVA
O sensor de chuva A-fig. 60, presen-
te em algumas versões, é um dispositivo
eletrônico, conjugado ao limpador do
para-brisa, com a função de adequar
automaticamente, durante o funciona-
mento intermitente, a frequência dos
ciclos do limpador do para-brisa à in-
tensidade da chuva.
Obs.: este sensor é disponível apenas
com o espelho retrovisor interno ele-
trocrômico.
1odus us outrus lunções tontroíudus
pela alavanca direita permanecem inal-
teradas.
fig. 60
l
0
M
0
3
8
l
M
-
ß
R
A-75
A
O sensor de chuva ativa-se automa-
ticamente, colocando a alavanca da
direita na posição z fig. 61. 1em um
campo de regulagem que varia pro-
gressivamente desde limpador parado
(nenhum títío), quundo o puru-brísu
está seco, até o limpador na primeira
veíotídude tontínuu (luntíonumento
tontínuo íento) tom thuvu íntensu.
O incremento da sensibilidade do
sensor de chuva é sinalizado por um
ciclo de aquisição e atuação do co-
mando.
Acionando o lavador do para-brisa
com o sensor de chuva ativado é re-
alizado o ciclo normal de lavagem ao
término do qual, o sensor de chuva
retoma seu normal funcionamento au-
tomático.
Girando a chave na posição STOP, o
sensor de chuva é desativado e na par-
tídu seguínte (thuve nu posíçuo MAR)
não se reativa mesmo se a alavanca
tiver permanecido na posição z fig.
61. Neste caso, para ativar o sensor de
chuva, é suficiente deslocar a alavanca
à outra posição qualquer e depois de
novo em z fig. 61.
Quando o sensor de chuva for reati-
vado deste modo, verifica-se pelo me-
nos um ciclo do limpador do para-brisa,
mesmo estando seco, para sinalizar a
reativação.
O sensor de chuva está localizado
atrás do espelho retrovisor interno, em
contato com o para-brisa, e dentro da
área coberta pelo limpador. O mesmo
comanda uma central eletrônica que
por sua vez controla o motor do limpa-
dor do para-brisa.
A cada partida, o sensor de chuva
estabiliza-se automaticamente na tem-
peratura de aproximadamente 40°C
para eliminar da superfície de controle
a eventual condensação e impedir a
formação de gelo.
Não ativar o sensor de
chuva durante a lavagem
do veículo em um sistema
de lavagem automática.
Se for necessário limpar o para-
-brisa, verificar sempre se o disposi-
tivo está desligado.
O sensor de chuva reconhece e adap-
ta-se automaticamente à presença das
seguintes condições particulares que
requerem uma sensibilidade diferente
de intervenção:
- impurezas na superfície de controle
(deposítos suíínos, su¡eíru, ett.),
- faixas de respingos de água provo-
cadas pelas palhetas gastas do limpa-
dor;
- dílerençu entre díu e noíte (u noíte,
o olho humano é mais incomodado pe-
íu superlítíe moíhudu do vídro).
Em caso de gelo ou barro
no para-brisa, certificar-se
do desligamento do dispo-
sitivo.
fig. 61
F
0
M
0
2
1
8
M
A-76
AUTO LAMP - SENSOR CREPUS-
CULAR (Sensor de luminosidade
externa)
Em algumas versões está presente o
sistema auto lamp que é constituído
de um sensor crepuscular instalado no
para-brisa, medindo as variações da in-
tensidade luminosa externa.
O sistema Auto lamp é ativado giran-
do a alavanca esquerda para a posição
ª A-fig. 62, deste modo habilita-se o
acendimento automático das luzes de
posição, dos faróis baixos e luzes de
placa, ao mesmo tempo, em função da
luminosidade externa. Ao ser aciona-
do e vísuuíízudo u opçuo do menu My
Car para ajuste da sensibilidade em três
níveis:
1 - poutu sensíbííídude (utendímen-
to automático em condições de menor
íntensídude íumínosu externu),
2 - sensibilidade normal;
3 - uítu sensíbííídude (utendímento
automático em condições de maior in-
tensídude íumínosu externu).
A sensibilidade do sensor das luzes
pode ser também regulada posterior-
mente utruves do menu My Cur mesmo
com o veículo em movimento, agindo
nos botões MENU ESC, +, - localizados
no painel do lado esquerdo da coluna
du díreçuo (ver botões de tomundo do
ºMy Cur¨).
O sensor crepuscular não
verifica a presença de nebli-
na. Portanto, nestas condi-
ções, é necessário acender os faróis
de neblina, se presentes, manual-
mente.
Após o acendimento automático dos
faróis, luzes de posição e luzes de placa,
é possível acender os faróis de neblina
(se presentes) munuuímente. Ao desíígu-
mento automático das luzes, desligam-
se tumbem os luroís de nebíínu (se tí-
verem sído utesos unteríormente). No
acendimento automático seguinte, será
necessário acender o farol de neblina
manualmente.
ATENÇÃO: com o sistema Auto
lamp ativado, é possível efetuar
somente o lampejo dos faróis (ver
lampejos nas páginas anteriores).
Portanto, se for necessário manter
os faróis altos acesos, é necessário
girar a extremidade da alavanca
esquerda do volante na posição 2 e
em seguida na posição 1 (ver faróis
altos nas páginas anteriores).
Com as luzes acesas automatica-
mente e na presença de comando de
desligamento automático pelo sensor,
tem-se o desligamento dos faróis e su-
cessivamente, após cerca de 10 segun-
dos, das luzes de posição e placa.
A
fig. 62
l
0
M
0
3
6
5
M
-
ß
R
A-77
A
PILOTO
AUTOMÁTICO
(Cruise Control)
GENERALIDADES
O piloto automático presente em
algumas versões, com controle eletrô-
nico, permite dirigir o veículo na ve-
locidade desejada sem apertar o pedal
do acelerador. Isto reduz a fadiga da
direção nos percursos de estrada, espe-
cialmente em longas viagens, porque a
velocidade memorizada é mantida au-
tomaticamente.
O dispositivo é automaticamente
desligado em um dos seguintes casos:
- apertando o pedal do freio;
- apertando o pedal da embreagem;
O dispositivo deve ser acionado so-
mente em 4ª ou 5ª marcha, em função
du veíotídude do veítuío. 1rulegundo
em descidas com o dispositivo aciona-
do, é possível que a velocidade do veí-
culo aumente ligeiramente em relação
à velocidade memorizada, por causa da
variação de carga do motor.
COMANDOS - fig. 63
O piloto automático é comandado
pela alavanca A-fig. 63.
A extremídude du uíuvuntu (A) pode
assumir duas posições:
OFF - nesta posição o dispositivo
está desativado;
ON - é a posição normal de fun-
cionamento do dispositivo. Quando
o dispositivo é ativado, no quadro de
instrumentos acende-se a luz-espia ^.
(¡untumente tom u mensugem vísuuíí-
zudu no díspíuy).
As posições +/- servem para memori-
zar e manter a velocidade do veículo ou
para aumentar ou diminuir a velocidade
memorizada.
Um breve toque na alavanca A, para
tímu (+) permíte uumentur u veíotídude
memorizada.
Um breve toque na alavanca A, para
buíxo (-) permíte dímínuír u veíotídude
memorizada.
A cada acionamento da alavanca A a
velocidade aumenta ou diminui cerca
de 1 km/h.
Ao permanecer com a alavanca po-
sítíonudu em (+) ou (-), u veíotídude
varia de modo contínuo. A nova velo-
cidade atingida será automaticamente
mantida.
Após o desligamento automático do
dispositivo, o botão RES (B) permíte res-
tabelecer a velocidade memorizada.
ATENÇÃO: girando a chave da igni-
ção na posição STOP, ou a extremidade
du uíuvuntu (A) nu posíçuo OFF, a ve-
locidade memorizada é cancelada e o
sistema desligado.
A extremídude du uíuvuntu (A) pode
ser deixada constantemente na posição
ON sem danificar o dispositivo. No en-
tanto, recomenda-se desativar o disposi-
tivo quando o mesmo não for utilizado,
girando o comutador na posição OFF
para evitar memorizações acidentais de
velocidade.
fig. 63
L
N
0
3
8
ß
R
A-78
PARA MEMORIZAR A VELOCIDADE
Círur u extremídude du uíuvuntu (A)
para a posição ON e colocar normal-
mente o veículo na velocidade deseja-
da.
Posicionar a alavanca A para cima
(+) por peío menos 3 segundos e soítá-
la em seguida. A velocidade do veículo
fica memorizada e é possível soltar o
pedal do acelerador.
O veículo prosseguirá a marcha na
velocidade constante memorizada até
que ocorra uma das seguintes condi-
ções:
- Pressão no pedal do freio;
- Pressão no pedal da embreagem;
ATENÇÃO: em caso de necessidade
(em umu uítrupussugem, por exempío)
pode-se acelerar simplesmente apertan-
do o pedal do acelerador; a seguir, sol-
tando o pedal do acelerador, o veículo
se recolocará na velocidade memoriza-
da anteriormente.
PARA RESTABELECER A
VELOCIDADE MEMORIZADA
Se o dispositivo tiver sido desligado,
por exemplo, apertando o pedal do
freio ou da embreagem, pode-se resta-
belecer a velocidade memorizada do
seguinte modo:
- Acelerar progressivamente até co-
locar-se a uma velocidade próxima à
velocidade memorizada;
- Engatar a marcha selecionada no
momento da memorização da veloci-
dude (4ª ou 5ª murthu),
- Apertar o botão RES (B).
PARA AUMENTAR A VELOCIDADE
MEMORIZADA
A velocidade memorizada pode ser
aumentada de dois modos:
1) Apertando o pedal do acelerador
e em seguida memorizando a nova ve-
íotídude utíngídu (posítíonundo u uíu-
vanca A-fig. 63 puru tímu (+) por peío
menos três segundos),
ou
2) Um breve toque na alavanca
puru tímu (+): u tudu ímpuíso du ex-
tremidade corresponderá um pequeno
íntremento du veíotídude (tertu de l
km/h) e u umu pressuo tontínuu tor-
responderá um aumento contínuo da
velocidade. Soltando a alavanca A, a
nova velocidade ficará automaticamen-
te memorizada.
PARA REDUZIR A VELOCIDADE
MEMORIZADA
A velocidade memorizada pode ser
reduzida de dois modos :
1) Desíígundo o dísposítívo (por
exempío, upertundo o peduí do lreío) e
memorizando em seguida a nova velo-
tídude (posítíonundo u uíuvuntu puru
tímu (+) por peío menos 3 segundos),
ou
2) Mantendo posicionada a alavan-
tu puru buíxo (-) ute que se¡u utíngídu
a nova velocidade que ficará automati-
camente memorizada.
A-79
A
REPROGRAMAÇÃO DA
VELOCIDADE MEMORIZADA
A velocidade memorizada pode ser
eíímínudu du memoríu (reprograma-
ção) desíígundo o motor ou gírundo
u extremídude du uíuvuntu (A) puru u
posição OFF.
Durante a marcha, estan-
do o controle de velocida-
de ativado, não colocar a
alavanca de mudanças em ponto
morto.
Aconselha-se acionar o
sistema de controle de velo-
cidade somente quando as
condições do tráfego e da estrada
permitam fazê-lo em plena segu-
rança. O sistema deverá ser ativado
de preferência em estradas retas,
com asfalto em boas condições e
havendo bom tempo. Não acionar o
sistema na cidade ou em condições
de tráfego intenso.
O sistema de controle de
velocidade pode ser aciona-
do somente em velocidades
superiores a 40 km/h.
Em caso de funcionamen-
to defeituoso do sistema
de controle de velocidade
ou inoperância do mesmo, girar a
alavanca A para a posição OFF e
dirigir-se à Rede Assistencial Fiat.
Os valores programados
no sistema deverão ser sem-
pre coerentes com aqueles
permitidos pela legislação de trânsi-
to e pelo local por onde se transita.
A velocidade do veículo
pode aumentar naturalmen-
te em descidas devido à
inclinação do terreno, excedendo
desta forma a velocidade inicial-
mente programada no equipamen-
to.
SENSORES DE ESTACIONAMENTO
O sistema de estacionamento, pre-
sente em algumas versões, verifica e
alerta o motorista sobre a presença de
eventuais obstáculos na parte traseira
do veículo.
O sistema presta auxílio ao motorista
na verificação da presença de crianças
que brincam atrás do veículo, obstácu-
los, muretas, colunas, vasos com plan-
tas, etc.
Através de quatro sensores alojados
no para-choque traseiro fig. 64, o siste-
mu verílítu u dístântíu entre o veítuío e
eventuais obstáculos; o motorista é aler-
tado por um sinal sonoro intermitente
que, entrando em funcionamento auto-
mático ao engatar a marcha a ré, indica
uo motorístu u dístântíu do obstátuío,
aumentando a frequência do sinal em
reíuçuo u dímínuíçuo destu dístântíu.
fig. 64
F
0
M
O
1
1
3
M
A-80
O som produzido pelo sinal sonoro
tornu-se tontínuo quundo u dístântíu
entre o veículo e o obstáculo for inferior
a cerca de 30 cm.
O sinal sonoro cessa imediatamente
se u dístântíu do obstátuío uumentur. A
frequência do sinal acústico permanece
tonstunte se u dístântíu medídu permu-
necer invariável. Quando esta situação
for verificada pelos sensores laterais,
o sinal é interrompido após cerca de
3 segundos para evitar, por exemplo,
sinalizações em caso de manobras ao
longo de um muro.
ATENÇÃO: em caso de anomalia
no sistema, o motorista é avisado
por um sinal de alarme, evidenciado
pelo acendimento da luz-espia g
ou K conforme versão, juntamente
com a mensagem visualizada no
display, (se disponível).
Distâncias de detecção:
Ruío de uçuo tentruí ... 150 ± 10 cm
Ruío de uçuo íuteruí ...... 60 ± 10 cm
Se os sensores detectarem vários obs-
táculos, a central de controle sinaliza
uqueíe tom dístântíu menor.
A responsabilidade do
estacionamento e de outras
manobras perigosas é sem-
pre do motorista. Quando são efe-
tuadas estas manobras, certificar-se
sempre de que no espaço de mano-
bra não existam nem pessoas (espe-
cialmente crianças) nem animais. O
sistema de assistência deve ser con-
siderado um auxílio para o moto-
rista, que não deve nunca redu-
zir a atenção durante as manobras
potencialmente perigosas, mesmo
se executadas em baixa velocidade.
Para o correto funciona-
mento do sistema de assis-
tência para estacionamen-
to é indispensável que os sensores
posicionados nos para-choques
estejam sempre limpos, livres de
barro e sujeira.
Durante a limpeza dos
sensores, prestar a máxima
atenção para não riscá-los
ou danificá-los. Evitar o uso de
panos secos, ásperos ou duros. Os
sensores devem ser lavados com
água limpa ou, eventualmente, com
shampoo para automóveis. Nos pos-
tos de lavagem que utilizam máqui-
nas polidoras hidráulicas, com jato
de vapor ou a alta pressão, limpar
rapidamente os sensores mantendo
o bico a mais de 10 cm de distân-
cia.
A instalação aleatória de
ganchos de reboque pode
prejudicar o funcionamento
do sistema.
A-81
A
ADVERTÊNCIAS GERAIS
Durante as manobras de estacio-
namento, prestar a máxima aten-
ção nos obstáculos que possam
encontrar-se acima ou abaixo dos
sensores. Os objetos colocados a
distância aproximada na traseira do
veículo, em algumas circunstâncias,
não são detectados pelo sistema e
podem danificar o veículo ou serem
danificados.
As sinalizações enviadas pelos
sensores podem ser alteradas pela
sujeira ou barro depositados nos
mesmos ou por sistemas de ultra-
som (ex.: freios pneumáticos de
caminhões ou martelos pneumáti-
cos) presentes na vizinhança.
Especial atenção deve ser dada
quando for acoplado ao veículo um
semirreboque ou reboque, caracte-
rizando uma situação distinta para
os sensores de estacionamento, que
poderão detectar a unidade aco-
plada como sendo um obstáculo,
sinalizando a situação ao condu-
tor. Certifique-se que o espaço seja
seguro para manobras, já que nesta
situação, os sensores de estaciona-
mento não serão eficazes.
COMANDOS
BOTÕES DE COMANDO
Estão situados sobre os difusores cen-
trais do ar e no conjunto localizado à
esquerda da coluna de direção. Funcio-
nam somente com a chave de ignição
na posição MAR.
Quando uma função é ligada, acen-
de-se a luz-espia correspondente situ-
ada no quadro de instrumentos. Para
desligar, basta apertar novamente o
botão.
A
fig. 65
l
0
M
0
3
3
l
M
-
ß
R
A-82
A - Faróis auxiliares - ßotuo tom ín-
dicação de função ativada no quadro
de instrumentos para ligar e desligar os
faróis auxiliares. Só funciona a partir
do acionamento das luzes externas de
posição. Os faróis auxiliares são desli-
gados cada vez que a chave de ignição
for desligada. Para ligá-lo novamente
é necessário pressionar o botão A-fig.
65.
B - Luzes de emergência - ßotuo
com indicação de função para ligar e
desligar as luzes de emergência. Acen-
dem-se apertando levemente o botão
B-fig. 66, independente da posição da
chave de ignição. Com o dispositivo li-
gado, o símbolo sobre o interruptor B e
o indicador +, no quadro de instru-
mentos iluminam-se de modo intermi-
tente.
A luz de emergência só deve ser
acionada com o veículo parado;
nunca em movimento.
C - Desembaçador do vidro trasei-
ro fig. 66 - ßotuo tom índítuçuo de
função ativada para ligar/desligar o de-
sembaçador do vidro traseiro.
Um temporizador desliga automa-
ticamente o dispositivo depois de 20
minutos.
D - Sistema Viva-voz, Bluetooth
®

(quando disponível) - fig. 66.
Ver suplemento específico (kit
veicular NOKIA), com as seguintes
ressalvas:
- O botão D-fig. 66 substitui o
botão de controle remoto CU-7 do
suplemento citado.
- O ajuste de volume é feito pelo
botão de volume do rádio.
Nota: algumas versões possuem
botão com função “NAV”. Para tal,
vide suplemento específico Sistema
Blue&Me™ NAV.
PREDISPOSIÇÃO PARA FARÓIS
AUXILIARES - fig. 65
O veículo possui predisposição para
faróis auxiliares.
O botão de comando A estará habi-
íítudo tom seu respettívo LLD quundo
for instalado o componente. Para a ins-
talação dos faróis auxiliares, recomen-
damos dirigir-se à Rede Assistencial
Fiat.
INTERRUPTOR INERCIAL PARA
CORTE DE COMBUSTÍVEL - fig. 67
É um interruptor automático dispo-
nível para algumas versões. Está loca-
lizado no lado do passageiro, e entra
em funcionamento em caso de colisão
interrompendo a alimentação de com-
bustível e causando, consequentemen-
te, o desligamento do motor.
C D B
˙
MENU
AUDIO
RND NEWS LOC PTY AST P 8 8
3 4 5 6 2 1
DISP
RDS
TA-D FM I 4 TP
fig. 66
l
0
M
0
4
9
3
-
ß
R
fig. 67
F
O
M
O
1
7
4
M
A-83
A
A ativação do interruptor de corte de
combustível é visualizada pelo acendi-
mento da luz-espia g juntamente com
a mensagem “FPS on” visualizada no
díspíuy (puru uígumus versões).
A ativação do interruptor provoca
também o destravamento automático
das portas e o acendimento das luzes
ínternus (por umu duruçuo de uproxí-
mudumente l5 mínutos).
Se, após a colisão, for
notado cheiro de combus-
tível ou forem verificados
vazamentos do sistema de alimenta-
ção, não religar o interruptor, para
evitar riscos de incêndio.
Inspecionar cuidadosamente o veícu-
lo para certificar-se de que não existem
vazamentos de combustível como, por
exemplo, no vão do motor, sob o veículo
ou nas proximidades do reservatório.
Se não forem observados vazamentos
de combustível e o veículo estiver em
condições de funcionar, apertar o botão
A-fig. 67 para reativar o sistema de ali-
mentação e reacender as luzes.
Após a colisão, recordar-se de girar
a chave da ignição em STOP para não
descarregar a bateria.
EQUIPAMENTOS
INTERNOS
PORTA-LUVAS
Para abrir, puxar o pegador A-fig.
68.
Dentro do portu-íuvus exíste um vuo
A-fig. 69 porta-documentos.
A esquerda da coluna de direção,
está localizado um porta-objetos A-fig.
70.
Nunca trafegue com a
tampa do porta-luvas aber-
ta.
Para algumas versões, ao abrir o por-
tu-íuvus, utende-se umu íâmpudu puru
iluminação de seu interior.
fig. 69
F
O
M
O
0
7
7
M
fig. 68
F
0
M
0
1
0
4
M
fig. 70
F
0
M
0
0
7
8
M
A-84
CONJUNTO DA LUZ INTERNA
Conjunto da luz interna dianteira -
fig. 71
O veículo, dependendo da versão,
pode estar equipado com um dos dois
conjuntos de luz interna fig. 71 ou fig.
72.
O interruptor A-fig. 71 liga/desliga
us íâmpudus do ton¡unto du íuz ínternu
dianteira.
Com o interruptor A na posição cen-
truí, us íâmpudus C e D ligam/desligam
com a abertura da porta dianteira.
Com o interruptor A na posição 1 as
íâmpudus permunetem sempre desíí-
gadas.
Com o interruptor A na posição 2
us íâmpudus permunetem sempre íí-
gadas.
O acendimento/desligamento das lu-
zes é progressivo.
O interruptor B tem a função de sele-
cionar o lado do conjunto que se deseja
acender:
Puru íígur/desíígur u íâmpudu C aper-
tar o lado esquerdo do interruptor;
Puru íígur/desíígur u íâmpudu D aper-
tar o lado direito do interruptor.
Advertência: antes de sair do veí-
culo, certifique que ambos interrup-
tores estejam na posição central.
Ao fechar a porta as luzes deverão
desligar para evitar que a bateria
seja descarregada.
Em algumas versões, se o interruptor
estiver na posição “sempre acesa” as lu-
zes serão desligadas automaticamente
depois de 15 minutos.
Temporização da luz interna
Em algumas versões, para proporcio-
nar mais agilidade na entrada no veícu-
lo, em especial em lugares pouco ilu-
mínudos, utende-se u íâmpudu du íuz
interna dianteira quando é destravada
uma das portas através do acionamento
do teíetomundo (uo ubrír u portu utííí-
zando a chave diretamente na fechadu-
ru, u íâmpudu nuo utenderá).
Quando se abre uma das portas la-
terais através do telecomando, a luz
interna dianteira acende-se por 10 se-
gundos. Ao ubrír u portu, u íâmpudu se
apagará após 3 minutos, se durante a
abertura de uma porta, abre-se a ou-
tra, começa novamente a contagem do
tempo. Se a porta está aberta por mais
de 3 mínutos, u íâmpudu du íuz ínternu
é desligada até a próxima reabertura de
uma das portas.
Se durante os 3 minutos forem fecha-
das as portas é ativada uma segunda
contagem de tempo de 3 minutos.
O acendimento da luz interna é co-
mandado por um tempo de 10 segundos
após a desativação da chave de ignição.
Esta função é habilitada se a chave for
retirada do comutador até três minutos
após ter sido desligada.
1
2
fig. 71
H
0
l
l
7
ß
R
A-85
A
Se houver dúvidas com relação à
conformidade do plugue do aces-
sório a ser utilizado, recomenda-
se verificar com o fabricante se
o mesmo atende às especificações
vigentes.
O plugue do acessório
deve se ajustar perfeita-
mente à medida da toma-
da de corrente visando evitar mau
contato ou superaquecimento com
risco de incêndio.
Em caso de utilização
da tomada de corrente
como acendedor de cigar-
ros (adquirido como acessório),
recomenda-se cautela no manuseio
deste último para prevenir queima-
duras causadas pelo calor gerado
pelo dispositivo.
Chave “ON”
A lógica de acendimento da luz in-
terna dianteira segue o fechamento/
abertura da porta sem temporização,
ou seja:
Abertura da porta - acendimento da
íâmpudu - lethuduru du uítímu portu -
luz desligada.
A íâmpudu fig. 72 possui 3 posições:
1 - íâmpudu utesu
- posíçuo tentruí: íâmpudu íígudu -
acende-se quando uma porta
dianteira é aberta.
2 - íâmpudu upugudu
TOMADA DE CORRENTE - fig. 73
Algumas versões dispõem de tomada
de corrente A-fig. 73 para alimentação
de utessoríos eíetrítos (turregudor de
celular, aspirador de pó, acendedor de
tígurros, ett.).
Devído u grunde vuríedude de utesso-
rios elétricos que podem ser conectados
a esta tomada de corrente, recomenda-
se especial cuidado na utilização dos
mesmos, observando se atendem as
especificações abaixo:
- Somente podem ser conectados
utessoríos tom potêntíu ute l80 \utts.
- Para prevenir danos, o corpo do
plugue do acessório deve ser largo o
suficiente para servir como guia de cen-
tralização, quando este estiver inserido
na tomada de corrente.
1
2
fig. 72
l
0
M
0
3
7
7
M
-
ß
R
fig. 73
l
0
M
0
2
9
6
M
-
ß
R
A-86
Recomenda-se verificar na Rede
Assistencial Fiat a disponibilidade
de acessórios originais e homologa-
dos para uso nos modelos Fiat.
ADVERTÊNCIA: verificar sempre
se o acendedor está desligado após
o uso.
O acendedor de cigar-
ros alcança temperaturas
elevadas. Manejá-lo com
cautela e evitar que crianças o utili-
zem, pois há perigo de incêndio ou
queimaduras.
CINZEIRO - fig. 74
Para atender os ocupantes dos
bancos dianteiros A-fig. 74.
O cinzeiro pode ser alojado em uma
das sedes porta copos no console cen-
tral.
Para atender os ocupantes dos
bancos traseiros B-fig. 74.
O cinzeiro é móvel e pode ser aloja-
do na sede porta copos na parte traseira
do console central.
PORTA-COPOS - fig. 75 e fig. 76
No console central existem duas se-
des para colocar, com o veículo parado,
copos ou latinhas fig. 75.
Para algumas versões existe um por-
ta-copos no console central para os pas-
sageiros do banco traseiro fig. 76.
A B
fig. 74
l
0
M
0
4
2
2
M
-
ß
R
fig. 75
F
0
M
0
0
8
2
M
fig. 76
l
0
M
0
4
2
3
M
-
ß
R
A-87
A
PORTA-ÓCULOS - fig. 77
Está previsto em algumas versões, um
porta-óculos localizado acima da porta
do motorista. Para utilizá-lo, abrir no
sentido da seta.
PORTA-OBJETOS
Encosto do banco - fig. 78
Algumas versões possuem uma bolsa
porta-objetos na parte posterior e bolsas
nas duas laterais dos encostos dos ban-
cos dianteiros fig. 78.
Para algumas versões, ao lado direito
da alavanca do freio de mão, existem
duas ranhuras porta-CD's fig. 79.
PARA-SÓIS - fig. 80
Estão situados ao lado do espelho re-
trovisor interno, podendo ser orientados
para a frente ou para o lado.
Está previsto um espelho de cortesia
A atrás dos para-sóis e um bolso para
documentos no lado do motorista.
Para algumas versões, está previsto
uma luz interna de cortesia B, localiza-
da sob o para-sol.
fig. 78
l
0
M
0
4
2
4
M
-
ß
R
fig. 77
4
L
N
l
l
l
8
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R
fig. 79
F
0
M
0
0
8
3
M
fig. 80
F
0
M
0
0
8
6
M
A-88
PORTAS
PORTAS LATERAIS
Abertura manual por fora - fig. 81
Girar a chave conforme a seta 1 e
puxar a maçaneta de abertura.
Travamento manual por fora
Girar a chave conforme a seta 2.
Abertura por meio de telecomando
Para as versões dotadas de teleco-
mando, para abrir as portas pressionar o
botão A-fig. 82 do mesmo. Para fechar
as portas deve-se pressionar o botão B-
fig. 82. Este comando é seguido de um
breve lampejo das luzes indicadoras de
direção.
Abertura manual por dentro das
portas dianteiras
Abertura: puxar a maçaneta de aber-
tura A-fig. 83.
Se uma porta estiver mal fechada,
acende-se também a luz-espia £ no
quudro de ínstrumentos (somente uígu-
mus versões).
1
2
fig. 81
l
0
M
0
3
3
4
M
-
ß
R
fig. 82
l
0
M
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2
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ß
R
A
fig. 83
l
0
M
0
3
3
3
M
-
ß
R
A-89
A
Dispositivo de segurança para
crianças
Impede a abertura das portas traseiras
pelo lado de dentro. É ativado inserindo
a ponta da chave de ignição na ranhura
A-fig. 84 e girando-a.
Posição 1 - dispositivo ativado.
Posição 2 - dispositivo desativado.
Este dispositivo permanece ativado
mesmo com a abertura das portas por
meio do telecomando.
Utilizar sempre este dis-
positivo quando for trans-
portar crianças.
TRAVAMENTO ELÉTRICO
Por fora
Com as portas fechadas, inserir e girar
a chave na fechadura de uma das portas
dianteiras.
Por dentro
Com as portas fechadas, pressionar a
maçaneta interna de abertura da porta
do lado do motorista ou do passageiro
dianteiro A-fig. 85 para travar ou des-
travar a abertura das portas.
ADVERTÊNCIA: se uma das portas
dianteiras ou traseiras não estiver
bem fechada ou houver um defeito
no sistema, o travamento centrali-
zado não é ativado e, após algumas
tentativas, o dispositivo é excluído
por cerca de 2 minutos. Nestes 2
minutos, é possível travar ou destra-
var as portas manualmente, sem que
o sistema elétrico intervenha. Após
esses 2 minutos, a central está de
novo apta a receber os comandos.
Se foi resolvida a causa do proble-
ma, o dispositivo volta a funcionar
normalmente, caso contrário, repe-
te o ciclo de exclusão.
fig. 84
l
0
M
0
4
5
4
M
-
ß
R
A
fig. 85
l
0
M
0
3
6
7
M
-
ß
R
A-90
LEVANTADORES DOS VIDROS DAS
PORTAS
Levantadores elétricos dos vidros
dianteiros - fig. 86
No apoia-braço da porta do lado
do motorista há duas teclas que co-
mandam, com a chave de ignição em
MAR:
A - vidro esquerdo
B - vidro direito.
No apoia-braço da porta do lado do
passageiro há uma tecla para o coman-
do do respectivo vidro.
Pressionar as teclas para abaixar os
vidros. Puxá-las para levantá-los.
Em algumas versões, é necessário
upenus um toque muís íongo (lunçuo
one touth) puru íevuntur ou ubuíxur os
vidros.
Para interromper o fechamento do
vidro, basta um toque breve no inter-
ruptor (lunçuo one touth).
LEVANTADORES ELÉTRICOS
DOS VIDROS COM FUNÇÃO
ANTIESMAGAMENTO
Em algumas versões, o mecanismo
de acionamento dos vidros das portas
é dotado de sistema de segurança que
bloqueia o movimento de subida do
vidro. Caso se interponha algum obs-
táculo entre 200 mm e 4 mm em seu
curso, o vidro o pressionará por alguns
instantes e, em seguida, retornará até o
limite mínimo de 50 mm.
A função antiesmagamento dos vi-
dros será desabilitada se ocorrer uma
das seguintes situações:
- Se forem feitos sucessivamente 20
movimentos de subida e descida do
vidro, sem alcançar os fins de curso in-
ferior e superior.
- Se forem feitos sucessivamente 5
movimentos de subida do vidro, acio-
nando o sistema antiesmagamento sem
que o vidro alcance o fim de curso in-
ferior.
- Se retirar a bateria do veículo.
- Se for desconectada a central eletrô-
nica ou os chicotes elétricos do sistema
de vidros.
A reprogrumuçuo (reubííítuçuo) du
função antiesmagamento é feita acio-
nando a tecla do respectivo vidro e
mantendo o vidro no fim de curso su-
perior com a tecla pressionada por 2
segundos. A ação deve ser efetuada pa-
ra cada vidro que esteja com a função
desabilitada.
O vidro que perde a programação
luntíonu puusudumente (ºuos puíos¨),
necessitando de vários acionamentos
curtos e sucessivos do interruptor do
vidro para fechá-lo completamente.
Nestu sítuuçuo, os LLDs dos ínterrup-
tores piscam constantemente quando
a chave de ignição estiver na posição
“MAR”.
fig. 86
F
0
M
0
1
3
6
M
A-91
A
Fechamento do vidro elétrico após
desligar a ignição
Em algumas versões, após desligar a
ignição, o sistema de vidros elétricos
continuará a funcionar por mais 120
segundos, aproximadamente, para que
os vidros possam ser fechados, desde
que, as portas não sejam abertas.
A abertura de qualquer porta oca-
siona no cancelamento automático do
tempo de cortesia de todos os vidros.
Após este tempo, caso não tenha fe-
chado os vidros, colocar a chave em
MAR para que possa fazê-lo.
Esta cortesia é específica apenas para
os veículos que possuem a função an-
tiesmagamento.
Levantadores elétricos dos vidros
traseiros
Para algumas versões, no apoia-braço
de cada porta traseira, existe uma tecla
A-fig. 87 para o acionamento do res-
pectivo vidro. A tecla deve ser pressio-
nada para abaixar o vidro, e levantada
para fechá-lo.
Algumas versões podem apresentar
comandos dos levantadores elétricos
dos vidros traseiros no apoia-braço do
lado do motorista fig. 88.
A - Levantador do vidro dianteiro
esquerdo.
B - Levantador do vidro dianteiro
direito.
C - Levantador do vidro traseiro es-
querdo.
D - Levantador do vidro traseiro di-
reito.
E - 1ruvu puru bíoqueur/desbíoqueur
o funcionamento dos vidros traseiros
(quundo os vídros truseíros bíoqueudos,
a iluminação das teclas de comando
dos mesmos se apagam.
Antes de acionar o inter-
ruptor do mecanismo levan-
tador do vidro, verifique se
não há alguém com o braço de fora,
especialmente se forem transporta-
das crianças.
fig. 87
F
0
M
0
2
5
1
M
fig. 88
F
0
M
0
8
9
0
M
A-92
O uso impróprio dos
levantadores elétricos dos
vidros pode ser perigoso.
Antes e durante o acionamento,
verificar sempre se os passageiros
não estão expostos ao risco de lesões
provocadas tanto direta ou indireta-
mente pelos vidros em movimento,
como por objetos pessoais arrasta-
dos ou jogados pelos mesmos.
Ao instalar no veículo sis-
temas de alarme eletrônico
com fechamento automá-
tico dos vidros lembrar do peri-
go adicional que esses dispositivos
podem oferecer para os passageiros
que permanecem a bordo, sobretu-
do quando não estiver disponível a
função antiesmagamento.
Instalações de acessórios,
quando feitas de maneira
inadequada, podem afetar
a integridade do sistema elétrico do
veículo ocasionando graves danos.
Recomenda-se verificar na Rede
Assistencial Fiat a disponibilidade
de acessórios projetados especifica-
mente para uso no veículo.
Ao sair do veículo, retire
sempre a chave da ignição
para evitar que os levan-
tadores elétricos dos vidros, acio-
nados inadvertidamente, constitu-
am perigo para quem permanece
a bordo.
Levantadores manuais dos vidros
Girar a manivela da respectiva por-
ta para abaixar ou levantar o vidro
fig. 89.
fig. 89
F
0
M
0
0
9
1
M
A-93
A
TETO SOLAR
(SKYDOME)
O teto solar é dotado de um siste-
ma de segurança antiesmagamento
que reconhece a eventual presença de
um obstáculo durante o movimento
de fechamento do vidro. Ao verificar
a presença de um obstáculo, o sistema
interrompe e inverte, imediatamente, o
sentido de movimento do vidro.
O teto solar é constituído de dois vi-
dros, sendo um fixo e um móvel. Ambos
são dotados de uma persiana para pro-
teção contra os raios solares que podem
ser movimentadas manualmente para
fechar e abrir pelo puxador A-fig. 90.
O movimento do teto solar só é possí-
vel com a chave de ignição na posição
MAR.
O interruptor de acionamento está lo-
calizado na proximidade da luz interna
dianteira do teto.
Abertura
Acionar o botão B-fig. 91 que per-
mite duas modalidades de abertura do
vídro moveí (díunteíro).
Abertura automática
Acionando o botão B-fig. 91, de
completamente fechado, o vidro dian-
teiro passa à posição de spoiler; um
segundo acionamento leva o vidro à
posíçuo de máxímo tonlorto (menor ru-
ído uerodínâmíto), um terteíro utíonu-
mento levará o vidro à posição de má-
xímu uberturu. Depoís do utíonumento
inicial de abertura, o vidro poderá ser
parado em posição intermediária aper-
tando novamente o botão.
fig. 90
F
0
M
0
1
7
2
M
$
%
fig. 91
F
0
M
0
0
8
7
M
A-94
Abertura manual
Pressionando o botão B-fig. 91, de
completamente fechado, o vidro ante-
rior se move e para quando o botão B-
fig. 91 é novamente pressionado. Com
pressões sucessivas do botão, sempre
no mesmo intervalo de tempo, o vidro
se moverá até alcançar a posição de
máxima abertura. Esta função permite
ao usuário posicionar o vidro dianteiro
em posições intermediárias àquelas rea-
lizadas pela abertura automática.
Fechamento
Du posíçuo de uberturu em que se
encontra, pressionar o botão A-fig.
91 e, mantê-lo pressionado por mais
de meio segundo, o vidro anterior do
teto solar se fechará automaticamente
até a posição “spoiler”. Pressionando
novamente o botão A-fig. 91 por mais
de meio segundo, o vidro dianteiro se
fecha completamente.
Assegurar-se que o vidro seja com-
pletamente fechado e, caso não ocorra
o fechamento, acionar o botão A-fig.
91 novamente.
Abertura/fechamento da persiana
para-sol - fig. 90
O teto solar possui uma persiana
para-sol para evitar incidência direta
dos raios solares. Para abrir ou fechar a
persiana, atuar no puxador A-fig. 90.
Procedimento de inicialização
Após um eventual desligamento da
bateria ou interrupção do fusível de pro-
teção, pode ser necessário reinicializar
o teto solar.
Para reinicializar o teto, proceder
como a seguir:
- atuar no botão A-fig. 91 e fechar
completamente o teto solar através do
procedimento manual;
- pressionar o botão A-fig. 91 até que
se¡um ouvídos doís ruídos (ºtíut¨),
- soltar o botão;
- pressionar novamente o botão B
após 5 segundos e deixá-lo pressionado
até que o teto faça um ciclo de abertura
e fechamento completo;
NOTA: caso o botão não seja aciona-
do nos 5 segundos previstos, começar o
procedimento desde o início.
Manobra de emergência
Em caso de inconveniente de fun-
cionamento no dispositivo elétrico de
comando, ou em caso de manutenção,
o teto solar poderá ser manobrado ma-
nualmente procedendo como a seguir:
1 - remover a tampa de proteção
A-fig. 92 localizada na região central
do revestimento interno, entre as duas
persianas.
fig. 92
l
0
M
0
4
l
2
M
-
ß
R
A-95
A
2 - utilizar a chave sextavada fig. 93,
lornetídu tom o veítuío (no kít de bor-
do), íntroduzíndo-u nu sede sextuvudu
e girar:
- em sentido horário para fechar o
teto solar;
- em sentido anti-horário para abrir
o teto solar.
Não abrir o teto solar na
presença de geada para não
danificá-lo.
Limpar periodicamen-
te e/ou de acordo com a
necessidade, os mecanis-
mos de movimentação do teto solar.
Colocar o vidro dianteiro na posi-
ção de máxima abertura e limpar
com um pano seco para eliminar os
resíduos (poeira, folhas de árvore,
etc.).
Após a limpeza é aconselhável
lubrificar moderadamente os ele-
mentos de escorrimento do meca-
nismo com graxa a base de silico-
ne.
Limpar também periodicamente,
ou de acordo com a necessidade,
a parte superior da guarnição prin-
cipal com um pano úmido (água e
sabão) para eliminar eventualmente
o pó, terra, areia e folhas de árvo-
res, etc.
Após a limpeza é aconselhável a
lubrificação da guia da guarnição
com óleo de base siliconada.
Para eventual necessidade de lim-
peza das persianas, utilizar água
com sabão neutro, não utilizar pro-
dutos ácidos, solventes, etc.
Ao sair do veículo, remo-
ver sempre a chave de igni-
ção a fim de evitar que o
teto solar, acionado inadvertida-
mente, constitua um perigo para
quem permanece dentro do veí-
culo.
O uso impróprio do
teto solar pode ser perigo-
so. Antes e durante a sua
movimentação, certificar-se que os
passageiros não estejam expostos
ao risco de lesões provocadas pelo
movimento de abertura/fechamento
do teto solar ou pelo arrastamento
de objetos que possam colidir com
os mesmos.
fig. 93
l
0
M
0
4
3
0
M
-
ß
R
A-96
PORTA-MALAS
ABERTURA/FECHAMENTO DA
TAMPA DO PORTA-MALAS
Para abrir a tampa do porta-malas por
fora, destrancar a fechadura girando a
chave de ignição no sentido da seta
fig. 94 e puxar a tampa pelo puxador
B-fig. 94.
É possível abrir o porta-malas por
dentro do veículo, puxando a alavanca
A-fig. 95 localizada ao lado esquerdo
do banco do motorista.
Não acionar a alavanca
de abertura do porta-malas
com o veículo em movi-
mento.
Para abrir o porta-malas, atuar no pu-
xador B-fig. 94 observundo u dístântíu
de segurança.
A abertura da tampa é facilitada pela
ação dos amortecedores laterais a gás.
Para evitar o fechamento espon-
tâneo da tampa do porta-malas,
quando o veículo estiver em um
plano inclinado, deve-se forçá-la até
o final de curso.
Para fechar, é necessária uma
força inicial maior para vencer a
resistência dos amortecedores de
sustentação. Abaixar a tampa utili-
zando os puxadores localizados na
parte interna A-fig. 95 e soltá-la um
pouco antes do fechamento para
evitar que prenda os dedos.
No uso do porta-malas,
nunca superar as cargas
máximas permitidas (ver
capítulo “Características técnicas”).
Certificar-se ainda que os objetos
contidos no porta-malas estejam
bem colocados, para evitar que uma
freada brusca possa jogá-los para a
frente, machucando os passageiros.
Colocar acessórios no bagagito
ou na tampa do porta-malas (alto-
-falantes, spoiler, etc., exceto quan-
do previsto pelo fabricante) pode
prejudicar o correto funcionamento
dos amortecedores laterais a gás da
própria tampa. Objetos soltos devem
ser colocados no porta-malas.
O compartimento de bagagens é de
uso exclusivo destas.
A
fig. 95
H
0
l
3
9
ß
R
A
fig. 96
l
0
M
0
3
3
5
M
-
ß
R
B
fig. 94
l
0
M
0
3
6
8
M
-
ß
R
A-97
A
ABERTURA DE EMERGÊNCIA DA
TAMPA DO PORTA-MALAS -
A-fig. 97
Para utilizá-la, proceder como a se-
guir:
1 - Destruve o entosto do bunto
traseiro e recline o banco totalmente à
frente até apoiá-lo no assento do banco,
como indicado em “AMPLIAÇÃO DO PORTA-
MALAS” neste capítulo;
2 - Destruvur o píno A para abertura
da tampa.
AMPLIAÇÃO DO PORTA-MALAS
1) Puru lutííítur o rebutímento dos
bancos traseiros, antes de rebatê-los,
posicionar os bancos dianteiros à fren-
te fazendo-os deslizarem sobre os tri-
lhos.
2) Abuíxur tompíetumente os upoíu-
-cabeças do banco traseiro.
3) Se lor netessárío, remover os
upoíu-tubeçus do bunto truseíro (ver
ºReguíugens Personuíízudus¨ neste tu-
pítuío) e toíotá-íos no tompurtímento
de bagagens.
Para o banco inteiro traseiro com
airbag lateral, desencaixar o encosto,
movendo as alavancas no sentido in-
verso da seta.
4) Desentuíxur o entosto, movendo
as alavancas laterais A-fig. 98 no senti-
do da seta.
5) Rebuter puru u lrente o entosto,
passando os cintos pelos lados, até que
este se apoie sobre o assento traseiro.
Em seguida, rebater o banco traseiro
inteiro para a frente de maneira a obter
uma única superfície de carga fig. 99.
ADVERTÊNCIA: se hou-
ver carga no porta-malas
ou no compartimento de
carga, é melhor, viajando à noite,
controlar e regular a altura do facho
luminoso dos faróis de luz baixa
(ver “Faróis” neste capítulo).
Em caso de acidente,
objetos pesados não amar-
rados podem causar graves
danos aos passageiros.
A
fig. 98
l
0
M
0
3
6
9
M
-
ß
R
fig. 99
4
L
N
0
l
9
2
ß
R
fig. 97
l
0
M
0
3
9
0
M
-
ß
R
A-98
BANCO TRASEIRO BIPARTIDO
O banco traseiro bipartido em algu-
mas versões fig. 100 permite ampliar
apenas parte do porta-malas, tendo a
opção de rebater o banco individual
ou duplo.
Para isso, destravar a alavanca da di-
reita ou da esquerda A-fig. 98 e rebater
para a frente o encosto até obter uma
única superfície de carga.
Para repor o banco na posição
normal
1) Rebuter puru trás o bunto truseí-
ro completo utilizando os puxadores
fig. 100.
2) Rebuter puru trás o entosto, pus-
sando os cintos pelos lados, encaixan-
do os dispositivos de travamento do
encosto nos seus respectivos pinos. Em
seguida, verificar se o encosto está de-
vidamente travado.
3) Se tíverem sído desmontudos, re-
montar os apoia-cabeças.
Com banco duplo, é possível rebater
separadamente a parte esquerda ou di-
reita do banco.
Para remover a cobertura do
porta-malas
1) Soítur us extremídudes superíores
A-fig. 101 dos dois tirantes, despren-
dendo as argolas dos pinos.
2) Desentuíxur os pínos de urtítuíu-
ção da cobertura do porta-malas B-fig.
102 de suas sedes e removê-la.
Uma vez removida a cobertura do
porta-malas, a mesma pode ser posi-
cionada transversalmente entre os en-
costos dos bancos da frente e o assento
do banco traseiro rebatido.
fig. 101
F
0
M
0
1
0
1
M
B
fig. 102
l
0
M
0
3
3
6
3
M
-
ß
R
fig. 100
l
0
M
0
3
8
2
M
-
ß
R
A-99
A
CAPÔ DO MOTOR
Para abrir o capô do motor
1) puxur u uíuvuntu A-fig. 103.
2) puxur u truvu B-fig. 104 localiza-
da acima da grade frontal sob o capô.
Como indicado pela seta;
3) íevuntur o tupô segurundo-o peíu
parte central e, simultaneamente, soltar
a vareta de suporte do seu dispositivo
de bloqueio C-fig. 105;
4) íntroduzír u extremídude du vure-
ta D na abertura E do capô do motor e
deslocá-la no sentido da seta fig. 106.
Atenção: uma colocação incorre-
ta da vareta pode provocar a queda
violenta do capô.
Se houver necessidade de se fazer
alguma verificação no motor, estan-
do este ainda quente, evite encos-
tar-se no eletroventilador, pois o
mesmo poderá funcionar mesmo
com a chave de ignição desligada.
Espere até que o motor esfrie.
Para fechar o capô do motor
1) munter íevuntudo o tupô tom
uma mão e, com a outra, tirar a vareta
D-fig. 106 da abertura E e repô-la no
seu dispositivo de bloqueio;
2) ubuíxur o tupô tertu de 20 tm do
vão do motor;
3) deíxá-ío tuír: o tupô lethu-se uu-
tomaticamente.
Verificar sempre se o
capô foi bem fechado para
evitar que se abra durante a
marcha do veículo.
C
fig. 105
l
0
M
0
3
9
2
M
-
ß
R
fig. 104
F
0
M
0
1
3
2
M
D
fig. 106
l
0
M
0
4
7
5
M
-
ß
R
fig. 103
F
0
M
0
1
3
5
M
A-100
BAGAGEIRO DE
TETO
A este respeito, sugerimos verificar
nu Rede Assístentíuí líut u exístêntíu
de um bagageiro específico para o mo-
deío Punto (exteto puru veítuíos tom
teto soíur).
Para a instalação do bagageiro de
teto, é necessário dirigir-se à Rede As-
sistencial Fiat.
Advertência: é de responsabili-
dade do usuário, a colocação das
bagagens no bagageiro de teto, res-
peitando as cargas máximas admiti-
das. Consulte tabela de pesos - car-
gas máximas admitidas - no capítulo
específico.
Depois de percorrer
alguns quilômetros, confe-
rir se as fixações do baga-
geiro estão bem apertadas.
FARÓIS
REGULAGEM DO FACHO
LUMINOSO
ADVERTÊNCIA: uma correta
regulagem dos faróis é determinan-
te para o conforto e a segurança
não só de quem guia o veículo, mas
de todos os usuários. Além disso,
constitui uma norma precisa do
Código de Trânsito. Para garantir a
si mesmo e aos outros as melhores
condições de visibilidade viajando
com os faróis acesos, o veículo deve
ter um correto alinhamento dos
mesmos.
Para o controle e a eventual regu-
lagem, dirigir-se à Rede Assistencial
Fiat.
COMPENSAÇÃO DA INCLINAÇÃO
Quando o veículo está carregado,
este inclina-se para trás e, consequen-
temente, o feixe luminoso eleva-se. É
necessário, neste caso, regulá-lo corre-
tamente.
Regulador no farol - figs. 107 e 108
Para ter acesso ao regulador, abrir o
capô do motor. O regulador está locali-
zado na parte traseira dos faróis.
Posição 1-fig. 107 - com veículo
com carga normal.
1
fig. 107
l
0
M
0
4
l
4
M
-
ß
R
A-101
A
Posição 2-fig. 108 - com veículo
com carga completa.
É importante que os dispositivos de
ambos os faróis estejam orientados na
mesma posição.
Controlar a orientação
dos feixes luminosos cada
vez que mudar o peso da
carga transportada.
DRIVE BY WIRE
É um sistema eletrônico de controle
da aceleração que substitui o cabo do
acelerador. A aceleração do veículo,
através do pedal, é transmitida a uma
central eletrônica por impulsos elétri-
cos, que gerencia a abertura da borbo-
leta de aceleração. Este sistema evita o
desconforto dos trancos na aceleração
causados, sobretudo, em retomadas ou
desacelerações muito rápidas.
Quando a bateria é desligada, a cen-
tral perde a referência da posição do pe-
dal do acelerador, neste caso, o veículo
fica sem a aceleração. Para que possa
ser restubeíetído o novo purâmetro de
posição do pedal acelerador, voltando
a situação normal proceder da seguinte
forma:
- ligar a chave de ignição sem ligar o
motor e aguardar 40 segundos, logo em
seguida ligar o motor.
ABS
C AßS (Sístemu Antíbíoqueío dus Ro-
dus) e um dísposítívo tombínudo tom o
sistema de freios convencional, que im-
pede o bloqueio das rodas permitindo:
- melhorar o controle e a estabilidade
do veículo durante a freada;
- otimizar o mínimo espaço de frena-
gem;
- usufruir plenamente da aderência
de cada pneu.
Uma central eletrônica recebe os
sinais provenientes das rodas, localiza
quais tendem a travar-se e envia um
sinal à central eletro-hidráulica para
reduzir, manter ou aumentar a pressão
nos cilindros de comando dos freios, de
maneira a evitar o bloqueio.
C AßS entru em luntíonumento
quando é solicitada a total capacidade
de frenagem do veículo. O motorista é
avisado através da pulsação do pedal
do freio com ruídos de funcionamen-
to hidráulico. Este comportamento é
completamente normal e indica que o
sistema está ativo.
2
fig. 108
l
0
M
0
4
l
5
M
-
ß
R
A-102
No caso de qualquer anomalia, o
sistema desativa-se automaticamente,
passando a funcionar normalmente o
sistema convencional. Nesta condição,
acende-se a luz-espia no quadro de
instrumentos e ocorre visualização de
mensugem no díspíuy (uígumus ver-
sões).
ADVERTÊNCIA: nos veículos Fiat
equipados com ABS devem ser mon-
tados exclusivamente rodas, pneus,
lonas e pastilhas de freio do tipo e
marca aprovados pelo fabricante.
O ABS não dispensa o
motorista de uma condução
prudente, principalmente
em estradas com água, lama, areia,
etc.
Quando o ABS intervier
e forem observadas pulsa-
ções no pedal do freio, não
aliviar a pressão, manter o pedal
bem pressionado sem temor. Desse
modo, o veículo irá parar no menor
espaço possível, compativelmente
com as condições da estrada.
Cuidados com o sistema ABS:
- Em caso de solda elétrica no veí-
culo, desligar a bateria e a unidade de
comando elétrica.
- Retírur u unídude de tomundo eíe-
trica quando o veículo for colocado em
estudo de setugem (temperuturu utímu
de 80°C).
- Destonettur os tubos du buteríu un-
tes de carregá-la ou antes de qualquer
repuro no sístemu AßS.
- Não retirar ou colocar o conector
da unidade de comando com comuta-
dor de ignição ligado.
- Não desligar a bateria com o motor
em funcionamento.
O acendimento somente da luz-
-espia , com o motor em fun-
cionamento, indica normalmente
uma anomalia de funcionamento do
sistema ABS. Neste caso, o sistema
de freios irá manter a sua eficiência
normal, não existindo no entanto a
função antitravamento das rodas.
Retomendu-se íevur o veítuío ute u
Rede Autorízudu líut, evítundo lreudus
bruscas.
Diante do acendimento
da luz-espia ª, indicando
nível mínimo de líquido no
sistema de freios, levar o veículo o
quanto antes à Rede Assistencial Fiat
para uma verificação do sistema.
Eventuais vazamentos de líquido
de freios afetam o funcionamento dos
mesmos, sejam do tipo convencional
ou tom sístemu AßS.
A eficiência do sistema,
em termos de segurança
ativa, não deve induzir o
motorista a correr riscos desne-
cessários. A conduta a manter ao
volante deve ser sempre a adequada
para as condições atmosféricas, a
visibilidade da estrada, o trânsito e
as normas de circulação.
Uma utilização excessi-
va do freio motor (marchas
muito baixas com pouca
aderência), poderia fazer derrapar
as rodas motrizes. O sistema ABS
não tem qualquer efeito sobre este
tipo de situação.
A-103
A
Se o sistema ABS entrar
em funcionamento, signi-
fica que a aderência entre
o pneu e a estrada foi reduzida em
relação ao normal; neste caso, redu-
zir imediatamente a velocidade, no
sentido de adequá-la às condições
do trecho em que se trafega.
CORRETOR DE FRENAGEM
ELETRÔNICO EBD
O veículo é dotado de um corretor
de frenagem eletrônico denominado
EBD (Líettronít ßrukíng Devíte) que,
através da centralina e dos sensores do
sistema ABS, permite intensificar a ação
do sistema de freios.
Nos veículos equipados
com corretor eletrônico de
frenagem (EBD), o acendi-
mento simultâneo das luzes-espia
e ª, com o motor ligado, indi-
ca uma anomalia do sistema EBD;
neste caso, nas freadas violentas
pode ocorrer um travamento pre-
coce das rodas traseiras, com pos-
sibilidade de derrapagem. Conduzir
o veículo, com extrema cautela, à
Rede Assistencial Fiat mais próxima
para a verificação do sistema.
O acendimento apenas da
luz-espia , com o motor
ligado, indica normalmente
uma anomalia somente do sistema
ABS. Neste caso, o sistema de freios
mantém a sua eficiência normal,
não existindo, no entanto, a função
antitravamento. Em tais condições,
também a funcionalidade do siste-
ma EBD pode ser reduzida. Também
neste caso, é aconselhável dirigir-se
imediatamente à Rede Assistencial
Fiat mais próxima, conduzindo de
modo a evitar freadas bruscas, para
a verificação do sistema.
A eficiência do sistema,
em termos de segurança
ativa, não deve induzir o
motorista a correr riscos inúteis e
injustificáveis. A conduta a manter
ao volante deve ser sempre a ade-
quada para as condições atmosfé-
ricas, a visibilidade da estrada, o
trânsito e as normas de circulação.
AIRBAG
DESCRIÇÃO E FUNCIONAMENTO
O airbag é um dispositivo constituído
de umu boísu tom enthímento ínstuntâ-
neo, contida em um vão apropriado no
centro do volante, em frente ao motoris-
ta, e que, quando previsto, equipa tam-
bém o painel em frente ao passageiro
dianteiro. Pode estar disponível, portan-
to, para o lado do motorista, passageiro,
nu íuteruí dos buntos díunteíros (uírbugs
íuteruís), e uíndu, uírbugs íuteruís de pro-
teçuo du tubeçu (wíndow bug).
O airbag não substitui o cinto de
segurunçu. 1rutu-se de um dísposítívo
suplementar ao mesmo, sendo aciona-
do exclusivamente em caso de impacto
frontal violento.
fig. 109
l
0
M
0
4
9
4
M
-
ß
R
A-104
Seu acionamento reduz o risco de
contato entre a cabeça/tórax do ocu-
pante contra o volante/painel do veí-
culo, em decorrência da violência do
choque.
A entrada em funcionamento do
Airbag produz calor e libera uma pe-
quena quantidade de pó. Este produto
não é nocivo e não indica princípio de
incêndio.
O airbag não se ativa nos
casos de impactos frontais
não violentos, choques late-
rais não violentos, choques traseiros
ou contra obstáculos amortecedo-
res que absorvam o impacto. Nesses
casos os ocupantes são protegidos
somente pelos cintos de segurança
do veículo, que devem, por isso, ser
sempre usados.
A eficiência do sistema airbag é veri-
ficada, constantemente, por uma cen-
tral eletrônica.
No caso de qualquer anomalia, acen-
de-se a luz-espia v.
Girando a chave para a
posição MAR, a luz-espia v
acende-se, mas deve apa-
gar-se depois de cerca de 4 segun-
dos. Se a situação persistir, desligar
o motor e providenciar o reboque
do veículo à concessionária Fiat
mais próxima.
Qualquer manutenção no sistema do
airbag só deve ser feita por pessoal es-
pecializado da Rede Autorizada Fiat.
Não colar adesivos ou
outros objetos no volante
ou no console do airbag do
lado do passageiro. Não viajar com
objetos no colo e muito menos com
cachimbo, lápis etc., entre os lábios;
em caso de choque com ativação do
airbag, estes poderiam causar-lhe
graves danos.
O correto funcionamento do sistema
airbag é garantido somente se todas as
limitações relativas à capacidade e à
fig. 110
F
0
M
0
0
5
3
M
disposição da carga no veículo forem
respeitadas.
Dirija mantendo sempre
as mãos na parte externa
do volante de maneira que,
em caso de ativação do airbag,
este possa encher-se sem encontrar
obstáculos que poderiam causar-
lhe graves danos. Não dirija com o
corpo inclinado para a frente, mas
mantenha o encosto em posição
ereta, apoiando bem as costas.
GRAVE PERIGO:
em veículo equipado
com Airbag no lado
do passageiro, não colocar a cadei-
rinha para bebê virada para trás, de
costas para o painel.
Para não alterar a sensi-
bilidade do sistema Airbag,
evite a instalação, no veícu-
lo, de anteparos, proteções frontais
e/ou laterais, acessórios não origi-
nais ou mesmo componentes não
preconizados pela fábrica.
A
I RBAG
A-105
A BAG P
8:30
BAG P
OFF
BAG P
On
Conf
YES
Conf
BAG P
OFF
BAG P
On
MENU ESC
MENU ESC
YES
fig. 111
D
P
0
0
2
ß
R
Intervenções não recomendadas
poderiam interferir no funciona-
mento do Airbag, alterando o com-
portamento originalmente previsto
para esse dispositivo.
AIRBAG DO LADO DO
PASSAGEIRO
O airbag do lado do passageiro foi
estudado e calibrado para melhorar
a proteção de uma pessoa que esteja
usando o cinto de segurança.
O seu volume, no momento de má-
ximo enchimento, preenche a maior
parte do espaço entre o painel e o pas-
sageiro.
Em caso de colisão, uma pessoa que
não esteja usando o cinto de segurança
projeta-se para a frente em direção à
bolsa ainda na fase de abertura, com
uma proteção certamente inferior à que
poderia ser fornecida.
O airbag não é um substituto, mas
um complemento ao uso do cinto, por
isso recomenda-se usar sempre o cinto,
seguindo rigorosamente a legislação de
trânsíto.
Desativação do airbag frontal do lado
do passageiro - fig. 111 e 112
Em caso de necessidade de transporte
de criança no banco dianteiro deve-se,
desativar o airbag frontal do lado do
passageiro.
Para desativar o airbag do passagei-
ro, é necessário efetuar a sequência de
tomundo por meío do MY CAR llA1
conforme a versão fig. 111, 112 ou
fig. 113.
ADVERTÊNCIA: mesmo no caso
dos veículos que não possuam
Airbag para o passageiro, somente
o banco traseiro é recomendado
para o transporte de crianças. Esta
posição é a mais protegida do veí-
culo em caso de choque.
A-106
Bag Passageiro
8:30
Bag pass.: On Bag pass.: Off
Confirmar: Sim
Bag Passageiro Bag Passageiro
MENU ESC
MENU ESC
MENU ESC
ativado desativado
8:30
8:30
8:30
8:30
8:30
8:30
8:30
8:30
Confirmar: Sim
fig. 112
D
P
0
0
7
ß
R
MENU ESC
+

MENU ESC
+

Volume Teclas
Revisão
Bag passageiro
Menu:
Confirmar:
Não
Sim
MENU ESC
+

Bag passageiro
Desativado
Bag. pass:
Off
On
fig. 113
L
N
l
2
l
ß
R
A-107
A
A luz-espia no quadro de instrumen-
tos fica permanentemente acesa até a
reativação do airbag do lado do pas-
sageiro.
Lembre-se de reativar imediatamente
o airbag assim que não for mais trans-
portar crianças.
1odos os menores, tu¡us turutterístí-
tus lísítus (ídude, uíturu, peso) os ímpe-
çam de utilizar os cintos de segurança
com os quais o veículo é equipado ori-
ginalmente, deverão ser protegidos por
dispositivos de transporte de crianças
upropríudos (tudeírínhus puru bebês,
bertínhos, truvesseíros ett.), seguíndo
rigorosamente as instruções do fabri-
cante do dispositivo.
AIRBAGS LATERAIS (SIDE BAGS) -
fig. 114
Os airbags laterais, presentes em al-
gumas versões, possuem a função de
aumentar a proteção dos ocupantes por
otusíuo e em tírtunstântíus determínu-
das de um choque lateral violento. São
constituídos de bolsas de enchimento
ínstuntâneo.
- Os side bags estão alojados na late-
ral dos encostos dos bancos dianteiros,
sendo esta a solução que permite ter
sempre a bolsa na posição ideal em re-
lação ao ocupante, independentemente
da posição do banco.
Em caso de choque lateral violento,
uma central eletrônica elabora os sinais
provenientes de um sensor de desace-
leração e ativa, quando necessário, o
enchimento das bolsas.
As bolsas inflam-se instantaneamen-
te, colocando-se como proteção entre
o corpo dos passageiros e a lateral do
veículo. Imediatamente após, as bolsas
se esvaziam.
Em caso de choques laterais de baixa
gruvídude (puru us quuís e sulítíente u
uçuo protetoru dos tíntos de segurunçu)
os uírbugs nuo suo utívudos. 1umbem
nestes casos é sempre necessária a uti-
lização dos cintos de segurança, que
em caso de choque lateral asseguram
o correto posicionamento do ocupante
e evitam a sua expulsão do veículo pro-
vocadas por colisões muito violentas.
Portanto, os airbags laterais não subs-
tituem, mas complementam o uso dos
cintos de segurança, que deverão ser
sempre usados por todos os ocupantes
dos veículo para garantir-lhes prote-
ção.
O funcionamento dos airbags late-
rais não é desativado pelo comando
da desativação do airbag frontal do
passageiro.
ATENÇÃO: a melhor proteção por
parte do sistema em caso de colisão
lateral é obtida mantendo uma corre-
ta posição no banco, permitindo deste
modo um correto desdobramento do
airbag lateral.
fig. 114
F
0
M
0
1
4
0
M
A-108
Para algumas versões, está previsto
o sistema anti-whiplash quando o veí-
culo possuir side bag/window bag. Esse
sistema atua no caso de colisão trasei-
ra fazendo com que os apoia-cabeças
dianteiros se desloquem para frente,
protegendo o pescoço do ocupante
contra o efeito “chicote”.
Não apoiar os braços ou
os cotovelos na porta, nas
janelas e na área do airbag
lateral para evitar possíveis lesões
durante a fase de enchimento.
ATENÇÃO: é possível a ativação
dos airbags frontais e/ou laterais
se o veículo for submetido a fortes
colisões ou incêndios que envol-
verem a zona da parte de baixo
da carroceria como, por exemplo,
choques violentos contra grades,
guias de passeio ou saliências fixas
do terreno, quedas do veículo em
grandes buracos ou depressões da
estrada.
ATENÇÃO: a entrada em funcio-
namento dos airbags libera uma
pequena quantidade de gases. Esses
gases não são nocivos nem indicam
um princípio de incêndio; a superfí-
cie da bolsa desdobrada e o interior
do veículo podem ser cobertos com
um resíduo poeirento; esta poeira
pode irritar a pele e os olhos. Em
caso de exposição, lavar-se com
sabão neutro e água.
ATENÇÃO: a eficácia do sistema
airbag é constantemente verifica-
da por uma central eletrônica. Na
eventualidade de alguma anomalia,
a luz-espia Þ se acende, ou lampeja
a luz-espia , nestes casos, procure
imediatamente a Rede Assistencial
Fiat.
A validade do sistema de
airbag está indicada na eti-
queta adesiva localizada na
tampa do porta-luvas e, em algu-
mas versões, encontra-se na parte
interna do capô. Atente para o
prazo de validade e dirija-se à Rede
Assistencial Fiat para a substituição
do dispositivo.
ATENÇÃO: em caso de acidente
no qual tenha sido ativado qualquer
dos dispositivos de segurança, pro-
cure a Rede Assistencial Fiat para
substituir aqueles ativados e para
verificar a integridade da instala-
ção.
1odus us íntervenções de tontroíe,
reparação e substituição relativas aos
airbags devem ser efetuadas exclusiva-
mente pela Rede Assistencial Fiat.
Em caso de sucateamento do veículo
é necessário dirigir-se primeiramente à
Rede Assistencial Fiat para desativar
a instalação.
Em caso de troca de propriedade do
veículo é indispensável que o novo
proprietário tenha conhecimento das
modalidades de utilização e das adver-
tências acima, e que lhe seja entregue
o presente manual de uso e manuten-
ção.
A-109
A
AIRBAGS LATERAIS DE PROTEÇÃO
DA CABEÇA (WINDOW BAG) -
fig. 115
São constituídos de duas almofadas
tipo “cortina”, uma colocada no lado
direito e uma no lado esquerdo do ve-
ículo, alojadas atrás dos revestimentos
laterais do teto e cobertas por acaba-
mentos apropriados.
1êm u lunçuo de proteger u tubeçu
dos ocupantes dianteiros e traseiros em
caso de choque lateral violento, graças
à ampla superfície de desenvolvimento
das almofadas.
AVISO: a melhor proteção por
parte do sistema em caso de colisão
lateral se obtém mantendo uma cor-
reta posição no banco, permitindo
neste modo um correto desdobra-
mento dos airbags laterais.
ADVERTÊNCIAS GERAIS
AVISO: a ativação dos airbags
frontais e/ou laterais é também pos-
sível sempre que o veículo for sub-
metido a fortes colisões que inte-
ressam a zona na parte inferior do
chassis, como por exemplo colisões
violentas contra degraus, passeios
ou ressaltos fixos do solo, quedas
do veículo em grandes buracos ou
poços nas estradas.
AVISO: a ativação dos airbags
libera uma pequena quantidade de
pós. Estes pós não são nocivos e não
indicam um princípio de incêndio;
além disso, a superfície da almofada
desdobrada e o interno do veículo
podem ser cobertos por um resíduo
poeirento: este pó pode irritar a
pele e os olhos. No caso de expo-
sição, lavar-se com sabão neutro e
água.
A validade do sistema de
airbag está indicada na eti-
queta adesiva localizada na
tampa do porta-luvas e, em algu-
mas versões, encontra-se na parte
interna do capô. Atente para o
prazo de validade e dirija-se à Rede
Assistencial Fiat para a substituição
do dispositivo.
Atenção: em caso de acidente no
qual tenha sido ativado qualquer
dos dispositivos de segurança, pro-
cure a Rede Assistencial Fiat para
substituí-los e para verificar a inte-
gridade da instalação.
Todas as intervenções de con-
trole, reparação e substituição que
concernem o airbag devem ser efe-
tuadas na Rede Assistencial Fiat.
Se tiver de mandar o veículo para
a sucata, é necessário dirigir-se à
Rede Assistencial Fiat para desati-
var o sistema, além disso, em caso
de troca de propriedade do veículo
é indispensável que o novo pro-
prietário tenha conhecimento das
modalidades de uso e dos avisos
acima indicados e entre em posse do
“Manual de Uso e Manutenção”.
fig. 115
F
0
M
0
1
4
1
M
A-110
AVISO: a ativação de pré-tensio-
nadores, airbags frontais, airbags
laterais dianteiros, é decidida de
modo diferenciado, em base ao tipo
de colisão. A falta na ativação de
um ou mais destes não é sintoma
de funcionamento irregular do sis-
tema.
Não apoiar a cabeça, os
braços ou os cotovelos nas
portas, nas janelas e na área
de desdobramento da almofada do
airbag lateral de proteção da cabeça
(Window Bag) para evitar possíveis
lesões durante a fase de enchimen-
to.
Nunca colocar a cabeça,
os braços e os cotovelos
fora da janela.
Se, a luz-espia Þ não
acende ao girar a chave
na posição MAR ou per-
manece acesa durante a marcha
(acompanhada da mensagem visu-
alizada pelo display multifuncional,
se previsto) é possível que haja uma
anomalia nos sistemas de retenção;
neste caso os airbags ou os pré-
-tensionadores podem não ativar-se
em caso de acidente ou, num mais
limitado número de casos, ativar-se
de modo errado. Antes de prosse-
guir, dirigir-se à Rede Assistencial
Fiat para o imediato controle do
sistema.
Não cobrir o encosto dos
bancos dianteiros e trasei-
ros com revestimentos ou
forros que não sejam predispostos
para uso com Side bag.
Não viajar com objetos
nas pernas, na frente do
tórax e segurando entre os
lábios, cachimbo, lápis, etc. Em caso
de colisão com intervenção do air-
bag podem causar graves danos.
Conduzir mantendo sem-
pre as mãos na coroa do
volante de modo que, em
caso de intervenção do airbag, este
possa inflar-se sem encontrar obs-
táculos. Não conduzir com o corpo
dobrado para frente, mas, manter o
encosto na posição ereta apoiando
bem as costas.
Com a chave de ignição
introduzida e na posição
MAR, e com o motor des-
ligado, os airbags podem ativar-se
mesmo com o veículo estaciona-
do, sempre que este seja impactado
por um outro veículo em marcha.
Portanto, com o veículo estacionado
não devem absolutamente ser colo-
cadas crianças no banco dianteiro.
Além disso, lembre-se que com a
chave introduzida na posição STOP
nenhum dispositivo de segurança
(airbag ou pré-tensionadores) se ativa
em consequência de uma colisão; a
falha na ativação destes dispositivos
nestes casos, portanto, não pode ser
considerada como sintoma de fun-
cionamento irregular do sistema.
Se, o veículo foi objeto
de roubo ou tentativa de
roubo, se sofreu atos de
vandalismos, inundações ou alaga-
mentos, mandar verificar o sistema
airbag na Rede Assistencial Fiat.
A-111
A
Ao girar a chave de igni-
ção na posição MAR a luz-
-espia (com airbag fron-
tal lado passageiro ativado) acende
e lampeja por alguns segundos, para
lembrar que o airbag passageiro
se ativará em caso de colisão, em
seguida deve apagar-se.
Não lavar os bancos com
água ou vapor em pressão
(a mão ou nas estações de
lavagem automáticas para bancos).
A intervenção do airbag
frontal é prevista para coli-
sões de gravidade superior
àquela dos pré-tensionadores. Para
colisões compreendidas no interva-
lo entre os dois limites de ativação
é normal que entrem em função só
os pré-tensionadores.
Não engatar objetos rígi-
dos nos ganchos de pendu-
rar roupas e nos manípulos
de sustentação.
O airbag não substitui os
cintos de segurança, mas
aumenta a eficácia dos
mesmos. Além disso, considerado
que os airbags frontais não inter-
vêm em caso de colisões frontais a
baixa velocidade, colisões laterais,
ou batidas em geral, nestes casos os
ocupantes são protegidos só pelos
cintos de segurança que devem ser
sempre usados.
PREDISPOSIÇÃO
PARA INSTALAÇÃO
DO AUTORRÁDIO
Nas versões que não possuem au-
torrádio instalado originalmente, este
equipamento deverá ser montado na
respectiva sede prevista para esta fina-
lidade, a qual é removida fazendo pres-
são nas linguetas de retenção indicadas
pelas setas fig. 116.
Podem existir, de série ou opcional-
mente, 2 níveis de preparação para a
instalação do autorrádio. No nível de
predisposição básico, têm-se:
- cabo e de alimentação elétrica para
o autorrádio;
- cabo e conector para antena de te-
to;
fig. 116
l
0
M
0
3
4
l
M
-
ß
R
A-112
- cabos e plugue para conexão dos
alto-falantes e tweeters;
- gaveta desmontável para o autorrá-
dío (no puíneí do veítuío),
- sede para os alto-falantes nas portas
(puru uígumus versões).
No nível de predisposição avançado
(optíonuí) têm-se:
- cabo e plugue de alimentação do
autorrádio, fig. 117;
- cabo para alto-falante dianteiro e
traseiro;
- antena e respectivo cabo com co-
nector;
- alto-falantes na porta dianteira
fig. 118;
- alto-falantes na porta traseira
fig. 119;
- sede desmontável para o autorrádio
(uígumus versões).
Alto-falantes
- alto-falantes coaxiais dianteiros
tom 20 \ de potêntíu tudu,
- alto-falantes coaxiais traseiros com
20 \ de potêntíu tudu,
- subwooler umpíílítudo (uígumus
versões),
- tweeters (uígumus versões).
fig. 119
l
0
M
0
3
7
3
M
-
ß
R

fig. 118
l
0
M
0
3
7
2
M
-
ß
R
fig. 117
l
0
M
0
3
7
l
M
-
ß
R
A-113
A
OBSERVAÇÕES GERAIS SOBRE A
INSTALAÇÃO DE SISTEMAS DE
SOM
- Retomendu-se u ínstuíuçuo dos
modeíos de uutorrádíos orígínuís (en-
tontrudos em tontessíonáríus), espe-
cialmente projetados para proporcionar
uma perfeita integração estética com o
painel de instrumentos do veículo.
- Os dois níveis de predisposição
para autorrádio existentes, permitem
também a instalação de outros modelos
de autorrádio disponíveis no mercado,
desde que o equipamento escolhido
possua características técnicas e dimen-
sões compatíveis com a sede disponível
no painel do veículo.
- A instalação dos autorrádios ori-
ginais envolve a remoção de compo-
nentes plásticos do painel e, portanto,
é recomendável que este trabalho seja
tonlíudo us tontessíonáríus du Rede
Assistencial Fiat.
A instalação de sistemas de som
(autorrádios, módulos de potência,
CD Changers etc.), que implique
em alterações das condições origi-
nais da instalação elétrica e/ou em
interferências nos sistemas eletrôni-
cos de bordo; além de provocar o
cancelamento da garantia dos com-
ponentes envolvidos, pode gerar
anomalias de funcionamento com
risco de incêndio. Ver recomenda-
ções em acessórios comprados pelo
usuário, no capítulo uso correto do
veículo.
PREDISPOSIÇÃO PARA ALARME
Os veículos com o opcional vidro
elétrico e trava elétrica possuem pre-
disposição para instalação de alarme
eíetrôníto untílurto (utessorío genuíno
líut).
Para instalação do sistema dirigir-se
à Rede Assistencial Fiat.
PREDISPOSIÇÃO PARA SENSOR DE
ESTACIONAMENTO
Os veículos possuem predisposição
para instalação do sensor de estacio-
namento.
Para a instalação do sistema dirigir-se
à Rede Assistencial Fiat.
NO POSTO DE
ABASTECIMENTO
TAMPA DO RESERVATÓRIO DE
COMBUSTÍVEL
A tampa do reservatório de combus-
tível é hermética, sem respiro, a fim de
evitar o lançamento de vapores de com-
bustível no meio ambiente, em atendi-
mento legislação vigente.
Mantenha-a sempre bem fechada e
não a substitua por outra de tipo dife-
rente.
fig. 120
l
0
M
0
3
7
4
M
-
ß
R

A-114
O combustível que escorre aci-
dentalmente durante o abasteci-
mento, além de ser poluente, pode
danificar a pintura do veículo na
região do bocal de abastecimento,
devendo ser evitado.
O acesso à tampa de combustível é
obtido abrindo a portinhola fig. 121
através da alavanca A-fig. 122 e ob-
servando as seguintes instruções:
Em caso de emergência é possível
abrir a portinhola puxando a cordinha
localizada no lado direito, dentro do
porta-malas.
Os dispositivos antipoluentes exi-
gem o uso exclusivo de gasolina sem
chumbo.
De acordo com regulamenta-
ção vigente estabelecida pela ANP
(Agência Nacional de Petróleo) a
gasolina normalmente disponível no
mercado brasileiro não deve conter
chumbo em proporções que possam
causar danos ao conversor catalíti-
co dos automóveis.
A adição de outro tipo
de gasolina no tanque (ex.:
gasolina de aviação), não
homologada para uso automotivo,
pode provocar danos irreversíveis
no conversor catalítico.
Se o veículo estiver em trânsi-
to por outros países, certifique-se
de que o abastecimento seja feito
somente com gasolina que não con-
tenha chumbo em sua composição.
Nunca introduzir, nem
mesmo em casos de emer-
gência, a mínima quanti-
dade de gasolina com chumbo no
tanque.
O conversor catalítico
ineficiente provoca emis-
sões nocivas no escapamen-
to, com a consequente poluição do
meio ambiente.
Por motivos de segurança,
assim como para garantir o
funcionamento correto do
sistema, a chave de ignição deverá
permanecer desligada enquanto o
veículo estiver sendo abastecido.
fig. 121
L
N
0
l
2
2
ß
R
fig. 122
4
L
N
0
4
8
3
ß
R
A-115
A
Não se aproximar do
bocal do tanque de com-
bustível com fósforos ou
cigarros acesos, pois há perigo de
incêndio. Evitar também aproximar
demais o rosto do bocal, para não
inalar vapores nocivos.
ADVERTÊNCIA: os postos de
combustíveis contam com bombas
de desligamento automático que,
em alguns casos, interrompem o
abastecimento antes do completo
enchimento do tanque do veículo.
Se isso ocorrer, solicite a operação
manual da bomba, de forma a intro-
duzir no tanque o combustível que
falta para atingir a sua capacidade
máxima, assim como, possibilitar a
efetiva indicação de tanque cheio
no quadro de instrumentos.
VERSÕES FLEX (combustível álcool
e/ou gasolina em algumas versões)
Este sistema foi projetado para pro-
porcionar total flexibilidade na alimen-
tação do motor do veículo, permitindo
a utilização de álcool combustível ou
de gasolina indistintamente. O combus-
tível pode ser adicionado no reservató-
rio na proporção que o usuário julgar
conveniente para o uso.
Caberá ao usuário a análise sobre
qual proporção dos dois combustíveis
é mais conveniente para o seu tipo de
utilização, considerando as diversas
vuríáveís (preço do tombustíveí, ton-
sumo, desempenho, ett.).
A central eletrônica de controle de in-
jeção está preparada para “gerenciar” a
interação entre os dois tipos de combus-
tíveí (áítooí ou gusoíínu) possíbííítundo
um funcionamento sempre regular em
todas as situações de utilização.
No uso normal as versões Flex não
requerem cuidados ou procedimentos
especiais, excetuando a observação das
advertências de utilização presentes
neste capítulo e os pontos de manuten-
ção específicos.
Para propiciar partidas mais rápi-
das, manter sempre abastecido o
reservatório de gasolina para par-
tida a frio.
Não utilizar combustí-
veis diferentes dos especi-
ficados. O sistema somente
está preparado para funcionar com
álcool e gasolina automotivos.
Não adaptar o veículo
para funcionamento com
GNV (Gás natural veicu-
lar), pois a adaptação no motor
pode causar danos, que não serão
cobertos pela garantia Fiat.
Os motores Flex podem
apresentar níveis de ruídos
diferentes, dependendo do
combustível utilizado (álcool ou
gasolina) bem como percentual de
mistura. Este comportamento é nor-
mal e não afeta o desempenho do
motor.
A-116
ADVERTÊNCIA: Após um abas-
tecimento, o sistema Flex necessita
de um pequeno tempo de adapta-
ção (aproximadamente 10 minutos)
com o veículo funcionando, para
reconhecer o combustível que está
no tanque (álcool ou gasolina).
Esta recomendação é importante,
sobretudo, quando tenha ocorrido
a troca do combustível que esta-
va sendo utilizado (ex.: álcool em
vez de gasolina). O veículo deve
cumprir um percurso mínimo (pelo
tempo anteriormente especificado)
para que o sistema assimile o novo
combustível.
Este procedimento irá minimizar
eventuais problemas na próxima
partida do veículo, principalmente
se o motor estiver frio.
PROTEÇÃO DO
MEIO AMBIENTE
A proteção do meio ambiente condu-
ziu o projeto e a realização dos veículos
Fiat em todas as suas fases.
O resultado está na utilização de
materiais e no aperfeiçoamento de dis-
positivos capazes de reduzir ou limitar
drasticamente as influências nocivas
sobre o meio ambiente.
O Veículo Fiat está pronto para rodar
com uma boa margem de vantagem so-
bre as mais severas normas antipoluição
internacionais.
Alterações feitas no veículo com o
objetivo de aumentar o seu desem-
penho, tais como a retirada do
catalisador e/ou modificações no
sistema de injeção eletrônica, além
de contribuírem para aumentar des-
necessariamente a poluição atmos-
férica, podem resultar no cancela-
mento da garantia dos componentes
envolvidos.
USO DE MATERIAIS NÃO NOCIVOS
AO MEIO AMBIENTE
Nenhum componente do veículo
contém amianto ou cádmio. Os com-
ponentes espumados e o sistema de ar-
tondítíonudo nuo tontêm ClC (Cíoro-
líuorturbono), gás responsáveí peíu
redução da camada de ozônio.
DISPOSITIVOS PARA REDUZIR AS
EMISSÕES
Conversor catalítico trivalente -
fig. 123
Monóxido de carbono, óxidos de
nitrogênio e hidrocarbonetos não quei-
mados são os principais componentes
nocivos dos gases de escapamento.
fig. 123
l
0
M
0
3
7
5
M
-
ß
R
A-117
A
O conversor catalítico é um “labora-
tório” no qual uma porcentagem muito
alta destes componentes transforma-se
em substântíus ínotuus.
A transformação é auxiliada pela
presença de minúsculas partículas de
metais nobres presentes no corpo de
terâmítu, lethudo peío retípíente me-
tálico de aço inoxidável.
A retirada do conver-
sor catalítico, além de não
contribuir para aumentar o
desempenho do veículo, ocasiona
poluição desnecessária e constitui
um claro desrespeito à legislação
ambiental para veículos automo-
tores.
Sonda Lambda (sensor de oxigênio)
1odus us versões estuo equípudus
com a sonda lambda, pois esta garante
o controle da relação exata da mistu-
ra ar/combustível, fundamental para o
correto funcionamento do motor e do
catalisador.
Sistema antievaporação
Sendo impossível, mesmo com o
motor desligado, impedir a formação
dos vapores de gasolina, o sistema os
mantêm armazenados num recipiente
especial de carvão ativado, de onde
são aspirados e queimados durante o
funcionamento do motor.
Ruídos veiculares
Este veículo está em conformidade
com a legislação vigente de controle
da poluição sonora para veículos au-
tomotores.
Limite máximo de ruído para fiscali-
zuçuo de veítuío em tírtuíuçuo (veítu-
ío purudo segundo Resoíuçuo n° 0l/93
do CCNAMA):
Versão Ruídos
Attractive 1.4 8V Flex 82,7 dß
Tjet 1.4 16V Gasolina 86,5 dß
Essence 1.6 16V Flex 8l,5 dß
Essence 1.8 16V Flex 82,4 dß
Sporting 1.8 16V Flex 82,4 dß
É importante o seguimento do “Ser-
viço Periódico de Manutenção”, para
que o veículo permaneça dentro dos
padrões antipoluentes.
A-118
Trafegar com o sistema
de escapamento modifi-
cado ou danificado, além
de aumentar consideravelmente o
nível de ruído do veículo (poluição
sonora), constitui uma infração ao
Código Nacional de Trânsito.
Não jogue pontas de
cigarro para fora da janela.
Além de evitar incêndios e
queimadas, você estará evitando a
contaminação do solo.
O lixo que é jogado na
rua coloca em risco as gera-
ções futuras devido ao altís-
simo tempo de decomposição de
determinados materiais.
DESTINAÇÃO DE BATERIAS
1odo tonsumídor/usuárío línuí e
obrigado a devolver sua bateria usada
u um ponto de vendu (Resoíuçuo CC-
NAMA 40l/08 de 04/ll/08).
Reciclagem obrigatória:
Não descarte a bateria no
lixo.
Devoívu u buteríu usudu uo
revendedor no ato da troca.
Composição básica: chumbo, ácido
sulfúrico diluído e plástico.
Os pontos de venda são obrigados a
aceitar a devolução de sua bateria usa-
da, bem como armazená-la em local
adequado e devolvê-la ao fabricante
para reciclagem.
Riscos do contato com a solução
ácida e com o chumbo
Quando a solução ácida e o chumbo
contidos na bateria são descartados na
natureza de forma incorreta, poderão
contaminar o solo, o subsolo e as águas,
bem como causar riscos à saúde do ser
humano.
No caso de contato acidental com
os olhos ou com a pele, lavar imedia-
tamente com água corrente e procurar
orientação médica.
B
USO CORRETO DO VEÍCULO
Para utilizar o veículo Fiat do melhor modo possível, para
não danificá-lo e, principalmente, para poder aproveitar todas
as suas qualidades, neste capítulo sugerimos “o que fazer, o
que não fazer e o que evitar”.
Trata-se, na maior parte dos casos, de comportamentos
válidos também para outros veículos. Em outros, pode tratar-
se de detalhes de funcionamento exclusivos do Fiat Punto.
Assim, é preciso prestar muita atenção neste capítulo também,
para conhecer o comportamento na direção e no uso que lhe
permitirão desfrutar ao máximo do seu veículo.
PARTIDA DO MOTOR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . B-1
ESTACIONAMENTO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . B-3
USO DO CÂMBIO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . B-4
DIRIGIR COM SEGURANÇA . . . . . . . . . . . . . . . . . B-5
DIRIGIR COM ECONOMIA E RESPEITANDO
O MEIO AMBIENTE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . B-8
LONGA INATIVIDADE DO VEÍCULO . . . . . . . . . B-14
CONTROLES FREQUENTES E ANTES DE
VIAGENS LONGAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . B-14
ACESSÓRIOS COMPRADOS PELO USUÁRIO . . B-15
DISPOSITIVO PARA REBOQUE . . . . . . . . . . . . . . B-15
B
B-1
B
PARTIDA DO
MOTOR
É perigoso deixar o motor
funcionando em local
fechado. O motor conso-
me oxigênio e libera gás carbôni-
co, monóxido de carbono e outros
gases tóxicos.
Nos primeiros segundos de funcio-
namento, principalmente se o veículo
tiver ficado muito tempo parado, pode
ocorrer aumento do nível dos ruídos
do motor. Este fenômeno, que não pre-
judica o funcionamento e sua confia-
bilidade, é característico das válvulas
hidráulicas: o sistema de distribuição
escolhido para algumas versões do seu
Fiat que contribui para reduzir os ser-
viços de manutenção.
Antes de dar partida no motor:
1) Verificar se o freio de mão está
acionado.
2) Colocar a alavanca do câmbio
em ponto morto.
3) Pisar a fundo no pedal da embre-
agem, sem pisar no acelerador.
4) Girar a chave de ignição para a
posição AVV e soltá-la assim que o mo-
tor der partida.
Não é necessário pisar no
acelerador para dar partida
no motor.
Com o motor em movi-
mento, não tocar nos cabos
de alta tensão (cabos das
velas).
Se o motor não funcionar na primei-
ra tentativa, é necessário repor a chave
na posição STOP antes de tentar de
novo.
Nas versões equipadas com FIAT
CODE se, com a chave na posição
MAR, a luz-espia 1 ficar acesa junto
com a luz-espia /, aconselha-se repor
a chave na posição STOP e, depois, de
novo em MAR; se a luz-espia continuar
acesa, tentar a partida de novo com a
outra chave fornecida.
ADVERTÊNCIA: com o motor
desligado, não deixar a chave de
ignição na posição MAR.
COMO AQUECER O MOTOR
DEPOIS DA PARTIDA
- Colocar o carro em movimento len-
tamente, deixando o motor em regime
médio, sem aceleradas bruscas.
- Evitar exigir, desde os primeiros qui-
lômetros, o máximo de desempenho.
Nota: nunca funcione o motor
sem o filtro de ar.
PARTIDA COM MOTOR QUENTE
Para dar partida com o motor quente,
aconselha-se manter a chave em MAR
por alguns segundos antes de girá-la
para AVV.
Essa operação fará a bomba elétri-
ca de combustível funcionar antes do
motor, possibilitando uma partida mais
rápida.
B-2
Para os veículos catalisa-
dos deve ser completamen-
te evitado a partida com
empurrão, reboque ou aproveitando
as descidas. Essas manobras pode-
riam causar o afluxo de combustível
no conversor catalítico e danificá-lo
irremediavelmente.
Lembre-se que, enquan-
to o motor não funcionar,
o servofreio e a direção
hidráulica não são ativados, sendo
necessário exercer um esforço
muito maior tanto no pedal do freio
como no volante.
PARA DESLIGAR O MOTOR
Com o motor em marcha lenta, girar a
chave de ignição para a posição STOP.
A “pisada no acelerador” antes de
desligar o motor não serve para nada,
e causa um consumo inútil de combus-
tível, além de ser prejudicial, principal-
mente para motores com turbocompres-
sor.
ADVERTÊNCIA: depois de um
percurso desgastante, melhor deixar
o motor em marcha lenta antes de
desligá-lo, para que a temperatura
do motor se abaixe.
CARACTERÍSTICAS E CONDIÇÕES
DE USO DE MOTORES
TURBOCOMPRIMIDOS
Sobrealimentar um motor a explo-
são significa colocar dentro de seus
cilindros, com o auxílio de um com-
pressor, uma quantidade de mistura
por ciclo maior do que aquela que
o motor é capaz de aspirar natural-
mente.
Com o aumento do volume de
massa de ar dentro da câmara de
combustão do motor, uma quanti-
dade maior de combustível pode ser
injetada para produzir maior potên-
cia e torque, elevando a capacidade
de realizar trabalho do motor sem
comprometer a sua durabilidade.
Com o uso do turbocompressor a
combustão se torna mais completa
e limpa, diminuindo a emissão de
poluentes na atmosfera.
O motor com turbocompressor
adquire uma condição de funcio-
namento mais silenciosa e aumenta
seu torque em todas as faixas de
rotação em que o turbocompressor
estiver em funcionamento.
Não funcione o motor
em altas rotações e não
dê golpes de aceleração
estando ele em fase de aqueci-
mento, além disso, nos primei-
ros quilômetros de percurso não
solicite do mesmo o máximo de
rendimento.
Nunca funcione o motor sem
filtro de ar.
B-3
B
ESTACIONAMENTO
Desligar o motor, puxar o freio
de mão, engatar a 1ª marcha e
deixar as rodas viradas em direção
ao meio-fio (guias) do passeio. Se
o veículo estiver estacionado em
uma descida íngreme, aconselha-se
também a travar as rodas com um
calço.
Não deixar a chave de ignição na
posição MAR, para não descarregar a
bateria.
Ao descer do veículo, tirar sempre a
chave do contato.
Nunca deixe crianças
sozinhas no veículo.
Observação: o indicador do nível
de combustível possui um circuito ele-
trônico de amortecimento, que tem a
função de neutralizar as oscilações do
ponteiro que poderiam ser causadas
pela movimentação do combustível
dentro do tanque.
Portanto, se no momento da partida
o veículo se encontrava estacionado em
posição inclinada (subida ou descida),
a indicação fornecida pelo ponteiro
pode levar até 8 minutos para ser atu-
alizada.
FREIO DE MÃO - fig. 1
A alavanca do freio de mão está situ-
ada entre os bancos dianteiros.
Para acionar o freio de mão, puxar a
alavanca para cima até travar no dente
necessário para imobilizar completa-
mente o veículo.
ADVERTÊNCIA: independente
dos prazos constantes da tabela do
“Plano de manutenção programa-
da”, e sem prejuízo destes, sempre
que for requerido maior esforço para
acionamento do freio de mão de seu
veículo, leve-o à Rede Assistencial
Fiat para efetuar a regulagem.
Com o freio de mão acionado e a
chave de ignição na posição MAR, no
quadro de instrumentos ilumina-se a
luz-espia ª.
Para desengatar o freio de mão:
1) Levantar levemente a alavanca e
apertar o botão de desengate A-fig. 1.
2) Manter apertado o botão e abai-
xar a alavanca. A luz-espia ª apaga-
se.
fig. 1
F
0
M
0
1
1
5
M
B-4
USO DO CÂMBIO
Para engrenar as marchas, pisar a
fundo no pedal da embreagem e pôr
a alavanca do câmbio em uma das po-
sições do esquema na fig. 2 (o esque-
ma também está indicado no pomo da
alavanca).
Para engrenar a marcha a ré (R), (o
veículo deve estar parado e em ponto
morto), pisar no pedal da embreagem
até o fim do curso, aguardar alguns se-
gundos e, só então, puxar para cima o
dispositivo inibidor de ré A e, ao mes-
mo tempo, deslocar a alavanca para a
direita e para trás.
Velocidades para troca de marchas
Para se obter máxima economia, recomendamos observar os seguintes limites
de velocidades para trocas de marchas:
Attractive
1.4 8V Flex
Tjet 1.4 16V
Gasolina
Essence
1.6 16V Flex
Essence
1.8 16V Flex
Sporting
1.8 16V Flex
1ª E 2ª 25 20 20 20 20
2ª E 3ª 40 35 40 40 40
3ª E 4ª 65 50 50 50 50
4ª E 5ª 72 70 65 65 65
Para mudar as marchas corretamente, é necessário pisar a fundo
no pedal da embreagem. Por isso, o piso sob os pedais não deve ter
obstáculos. Verificar se os tapetes estão sempre bem estendidos e
não interferem no deslocamento dos pedais, diminuindo o seu curso.
fig. 2
F
0
M
0
1
4
2
M
-
B
R
B-5
B
DIRIGIR COM
SEGURANÇA
Ao projetar o veículo, a Fiat trabalhou
com empenho para obter um veículo
capaz de garantir a máxima segurança
aos passageiros. No entanto, o com-
portamento de quem dirige é sempre
um fator decisivo para a segurança nas
estradas.
A seguir, você vai encontrar algumas
regras simples para viajar com seguran-
ça em diversas condições. Com certe-
za, muitas serão já conhecidas, mas, de
qualquer forma, será útil ler tudo com
atenção.
ANTES DE SAIR COM O VEÍCULO
- Verifique o correto funcionamento
das luzes e dos faróis.
- Regule bem a posição do banco, do
volante e dos espelhos retrovisores, pa-
ra obter a posição melhor para dirigir.
- Regule com cuidado os apoia-ca-
beças de modo que a nuca, e não o
pescoço, seja apoiada neles.
- Certifique-se que nada (tapetes,
etc.) impeça o movimento e o curso
dos pedais.
- Verifique se os eventuais sistemas
de proteção das crianças (porta-bebês,
bercinhos etc.) estão fixados correta-
mente no banco traseiro. Não use o
banco dianteiro para o transporte de
crianças.
- Coloque com cuidado objetos no
porta-malas para evitar que uma freada
brusca possa jogá-los para a frente.
- Evite ingerir alimentos pesados an-
tes de viajar. Uma alimentação leve,
de fácil digestão, ajuda a manter os
reflexos rápidos. Evite, principalmente,
bebidas alcoólicas.
Periodicamente, lembre-se de fazer
os controles citados em “Controles
frequentes e antes de viagens longas”,
neste capítulo.
ADVERTÊNCIA: nunca transporte
no veículo reservatórios suplemen-
tares de combustível, uma vez que,
em caso de vazamento ou acidente,
poderiam explodir ou incendiar-se.
Nunca encha galões de combus-
tível no interior do veículo, pois a
eletricidade estática e os vapores
de combustível dos galões podem
provocar explosão e incêndio.
EM VIAGEM
- A primeira regra para dirigir com
segurança é a prudência.
- Prudência também significa estar
em condições de prever um compor-
tamento incorreto ou imprudente dos
outros motoristas.
- Siga rigorosamente as regras do
Código Nacional de Trânsito e, princi-
palmente, respeite os limites de veloci-
dade.
- Certifique-se sempre que, além de
você, todos os outros passageiros do ve-
ículo também estejam usando os cintos
de segurança e que as crianças sejam
transportadas com sistemas específi-
cos.
Não dirija em estado de
embriaguez alcoólica ou
sob efeito de medicamen-
tos.
Use sempre os cintos de
segurança e certifique-se de
que os passageiros também
façam o mesmo. Viajar sem o uso
dos cintos aumenta o risco de lesões
graves, ou de morte, em caso de aci-
dente, e ainda é uma infração.
B-6
- Viagens longas devem ser feitas em
boas condições físicas.
- Não dirija por muitas horas conse-
cutivas; efetue paradas periódicas para
fazer um pouco de movimento e revi-
gorar o físico.
- Troque constantemente o ar no ve-
ículo.
- Nunca percorra descidas com o
motor desligado; não tendo o auxílio
do freio motor e do servofreio, a ação
de frenagem requer um esforço muito
maior no pedal.
DIRIGIR À NOITE
Aqui estão as principais indicações a
seguir quando viajar à noite.
- Dirija com prudência especial, já
que, à noite, as condições de direção
são mais difíceis.
- Reduza a velocidade, principal-
mente em estradas sem iluminação.
- Aos primeiros sinais de sonolência,
pare o veículo em local seguro. Prosse-
guir seria um risco para si mesmo e para
os outros. Continue a viagem só depois
de ter descansado bastante.
- Mantenha uma distância de segu-
rança em relação aos veículos da frente,
maior do que a que manteria durante o
dia. É difícil avaliar a velocidade dos
outros veículos quando só as luzes são
visíveis.
- Verifique a correta orientação dos
faróis; se estiverem baixos demais, re-
duzem a visibilidade e cansam a vista.
Se estiverem altos demais, podem atra-
palhar os motoristas dos outros veícu-
los.
- Use os faróis altos somente fora das
cidades e quando tiver certeza que não
atrapalharão os outros motoristas.
- Cruzando com um outro veículo,
passe, com bastante antecedência, dos
faróis altos (se estiverem acesos) aos
baixos.
- Mantenha luzes e faróis limpos.
- Fora da cidade, atenção para com
a travessia de animais.
DIRIGIR COM CHUVA
A chuva e as estradas molhadas sig-
nificam perigo.
Em uma estrada molhada, todas as
manobras são mais difíceis, pois o atrito
das rodas no asfalto é reduzido consi-
deravelmente. Consequentemente, os
espaços para frear aumentam muito e
a aderência na estrada diminui.
Aqui estão alguns conselhos a seguir
em caso de chuva:
- Reduza a velocidade e mantenha
uma distância de segurança maior dos
veículos da frente.
fig. 3
F
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3
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3
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B
R
fig. 4
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B
R
B-7
B
- Se estiver chovendo muito forte, a
visibilidade também é reduzida.
Nestes casos, mesmo se for dia, acen-
da os faróis baixos para tornar-se mais
visíveis aos outros.
- Não atravesse poças em alta velo-
cidade e segure bem o volante. Uma
poça atravessada em alta velocidade
pode provocar a perda de controle do
veículo (aquaplanagem).
- Coloque os comandos de ventila-
ção na função de desembaçamento (ver
capítulo “Conhecimento do veículo”),
para não ter problemas de visibilida-
de.
- Verifique, de vez em quando, as
condições das palhetas dos limpadores
do para-brisa.
A passagem em poças d’água
muito profundas, ou em ruas alaga-
das, pode ocasionar graves danos ao
motor do veículo.
DIRIGIR NA NEBLINA
- Se a neblina for densa, evitar, o
quanto possível, viajar.
Em caso de dirigir com névoa, nebli-
na uniforme ou possibilidade de banco
de neblina:
- Mantenha uma velocidade modera-
da.
- Acenda, mesmo durante o dia, os
faróis baixos e os eventuais faróis au-
xiliares dianteiros. Não use os faróis
altos.
- Coloque os comandos de ventila-
ção na função de desembaçamento (ver
capítulo “Conhecimento do veículo”),
para não ter problemas de visibilida-
de.
DIRIGIR EM MONTANHA
- Em estradas em descida, use o freio
motor, engrenando marchas fortes, para
não superaquecer os freios.
- Não percorra, em hipótese alguma,
descidas com o motor desligado ou em
ponto morto, e muito menos com a cha-
ve tirada do contato.
- Dirija com velocidade moderada,
evitando “cortar” as curvas.
- Lembre-se de que a ultrapassagem
em subida é mais lenta e, por isso, re-
quer mais estrada livre. Ao ser ultrapas-
sado em subida, facilite a ultrapassagem
do outro veículo.
fig. 5
F
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3
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M
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B
R
fig. 6
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B
R
B-8
DIRIGIR COM O ABS
O ABS é um equipamento do sistema
de frenagem que dá, essencialmente,
duas vantagens:
1) Evita o bloqueio e o consequente
deslizamento das rodas nas freadas de
emergência e, principalmente, em con-
dições de pouca aderência.
2) Permite frear e virar ao mesmo
tempo, para evitar eventuais obstáculos
repentinos, ou para dirigir o veículo pa-
ra onde quiser durante a frenagem; isto
compativelmente com os limites físicos
de aderência lateral do pneu.
Para usufruir do ABS da melhor ma-
neira:
- Nas freadas de emergência ou com
pouca aderência, percebe-se uma leve
pulsação no pedal do freio: é sinal que
o ABS está funcionando. Não solte o
pedal, mas continue a apertar para que
a ação de frenagem continue.
O ABS impede o bloqueio das rodas,
mas não aumenta os limites físicos de
aderência entre pneus e estrada. Assim,
mesmo com veículo equipado com
ABS, respeite a distância de segurança
dos veículos da frente e diminua a ve-
locidade no começo das curvas.
DIRIGIR EM ESTRADAS NÃO
PAVIMENTADAS
A utilização do veiculo em estradas
não pavimentadas, rodovias ou cami-
nhos com a presença de buracos, va-
letas, pedras, terrenos lamacentos e/ou
alagadiços, presença de areia ou todo
e qualquer material que possa danificar
carroceria e/ou componentes mecâni-
cos do veiculo deve ser evitada.
DIRIGIR COM
ECONOMIA E
RESPEITANDO O
MEIO AMBIENTE
A proteção do meio ambiente é um
dos princípios que conduziram a reali-
zação dos veículos Fiat. Os dispositivos
antipoluentes desenvolvidos dão resul-
tados muito além das normas vigentes.
Entretanto, o meio ambiente não po-
de ficar sem o maior cuidado da parte
de cada um.
O motorista, seguindo regras simples,
pode evitar danos ao meio ambiente e,
ao mesmo tempo, diminuir o consumo
de combustível.
A este respeito, são citadas, a seguir,
muitas indicações úteis que unem-se
àquelas identificadas pelo símbolo M,
presentes em várias partes do manual.
O conselho, tanto para as primeiras
como para as últimas, é de ler tudo com
atenção.
B-9
B
PROTEÇÃO DOS DISPOSITIVOS
QUE REDUZEM AS EMISSÕES
O correto funcionamento dos dispo-
sitivos antipoluentes não só garante o
respeito ao meio ambiente, mas influi
também no rendimento do veículo. As-
sim, manter em boas condições estes
dispositivos é a primeira regra para uma
direção ao mesmo tempo ecológica e
econômica.
A primeira precaução é seguir cui-
dadosamente o plano de Manutenção
Programada.
No caso de utilização de gasolina,
use somente gasolina sem chumbo.
Se a partida for difícil, não insis-
ta com tentativas prolongadas. Evite,
principalmente, empurrar, rebocar ou
usar descidas; são todas manobras que
podem danificar o conversor catalítico.
Use somente uma bateria auxiliar (ver
“Partida com bateria auxiliar” no capí-
tulo “Em emergência”).
Se, durante a marcha, o motor não
funcionar bem, prossiga reduzindo ao
mínimo indispensável a exigência de
desempenho do motor e dirija-se, logo
que puder, à Rede Assistencial Fiat.
Quando acender a luz-espia de re-
serva de combustível, abastecer assim
que for possível. Um baixo nível do
combustível poderia causar uma ali-
mentação irregular do motor, e como
consequência, possíveis danos ao con-
versor catalítico.
Não ligar o motor, mesmo que só
para testar, com uma ou mais velas
desligadas.
Não aquecer o motor em marcha
lenta antes de partir, a não ser que a
temperatura externa esteja muito baixa
e, mesmo neste caso, não por mais de
30 segundos.
A retirada do conver-
sor catalítico, além de não
contribuir para aumentar o
desempenho do veículo, ocasiona
poluição desnecessária e constitui
um claro desrespeito à legislação
ambiental para veículos automo-
tores.
No seu funcionamento
normal, o conversor cata-
lítico atinge elevadas tem-
peraturas. Assim, não estacione o
veículo sobre material inflamável
(grama, folhas secas, folhas de
pinheiro etc.) pois há perigo de
incêndio.
Não instale outros anteparos de calor
e nem remova os existentes colocados
sobre o conversor catalítico e o tubo de
escapamento.
Não borrifar nenhum produto sobre
o conversor catalítico, a sonda lambda
e o tubo de escapamento.
A falta de respeito a estes
procedimentos pode causar
riscos de incêndio.
B-10
OUTROS CONSELHOS
- Não aquecer o motor com o veículo
parado; neste estado o motor se aque-
ce muito mais devagar, aumentando
consumos e emissões. Assim, é melhor
partir lentamente, evitando regimes de
rotação elevados.
- Assim que as condições do trânsito
e a estrada o permitirem, utilizar uma
marcha mais alta.
- Evitar acelerações quando estiver
parado em semáforos ou antes de des-
ligar o motor.
- Manter uma velocidade uniforme
o quanto possível, evitando freadas e
arranques supérfluos que gastam com-
bustível e aumentam claramente as
emissões.
- Desligar o motor em paradas pro-
longadas.
- Controlar periodicamente a pressão
dos pneus. Se a pressão estiver muito
baixa, o consumo de combustível au-
menta.
- Remover o bagageiro do teto quan-
do não for usado. Este acessório diminui
consideravelmente a penetração aero-
dinâmica do veículo.
- Utilizar os dispositivos elétricos
somente pelo tempo necessário. A exi-
gência de corrente aumenta o consumo
de combustível.
Não jogue resíduos ou
recipientes vazios na rua,
mantenha dentro do veí-
culo um saco plástico para guardá-
-los até que possa descartá-los em
uma lixeira apropriada. Esta prática
ajuda a manter as ruas mais limpas,
evitando o entupimento dos esgo-
tos e reduzindo, assim, o perigo
das enchentes causadas pelas fortes
chuvas de verão.
Trafegar com o sistema
de escapamento modifi-
cado ou danificado, além
de aumentar consideravelmente o
nível de ruído do veículo (poluição
sonora), constitui uma infração ao
Código Nacional de Trânsito.
SISTEMA OBD
O Sistema de Diagnóstico de Bordo
(OBD - On Board Diagnosis), presente em
algumas versões, efetua um diagnóstico
contínuo dos componentes relacionados
com as emissões gasosas produzidas pelo
veículo. Além disso, indica por meio do
acendimento da luz-espia / no quadro
de instrumentos, acompanhada de men-
sagem no display (algumas versões), a
condição de falha de componentes do
sistema de controle do motor.
O sistema OBD tem como objetivos:
- munter sob tontroíe u elítíêntíu do
sistema;
- sínuíízur um uumento de emíssões
devido a um funcionamento irregular
do veículo;
- sínuíízur u netessídude de substítuír
os componentes deteriorados.
O sistema dispõe também de um
conector que permite a leitura dos có-
digos de erros memorizados na central
eletrônica, em conjunto com uma série
de parâmetros específicos de diagnós-
tico e funcionamento do motor. Tal
verificação é possível para os agentes
encarregados de fiscalização de trânsi-
to, mediante a interface do sistema com
instrumentos adequados.
B-11
B
LUZ-ESPIA DE AVARIA
DO SISTEMA DE
DIAGNÓSTICO DE
BORDO/CONTROLE DO
MOTOR (amarelo âmbar)
Em condições normais, girando a
chave de ignição para a posição MAR,
a luz-espia se acende, mas deve apagar-
se quando o motor funcionar.
Se a luz-espia permanece acesa, ou se
acender durante a marcha, é indicação
de funcionamento imperfeito do sistema
de controle do motor. O acendimento
fixo da luz-espia indica mau funciona-
mento no sistema de alimentação/igni-
ção, que poderá provocar aumento de
emissões do escape, possível perda de
desempenho, má dirigibilidade e con-
sumos elevados. Em algumas versões o
display exibe mensagem específica.
Nessas condições, é possível conti-
nuar a dirigir, sempre evitando esfor-
ços do motor e altas velocidades. O uso
prolongado do veículo, com a luz-espia
acesa, pode provocar danos ao mesmo.
Nesse caso, procure a Rede Assistencial
Fiat.
Se o mau funcionamento desaparece
a luz-espia se apaga, mas o sistema me-
moriza a sinalização.
Se a luz-espia se acende de modo
intermitente é indicação de possível
dano no catalisador. No caso de acen-
dimento intermitente, soltar o pedal do
acelerador, reduzindo a velocidade, até
que a luz espia se apague. Prossiga a
marcha em velocidade reduzida e pro-
cure a Rede Assistencial Fiat.
Se, girando a chave para
a posição MAR, a luz-espia
/ não se acender, ou se
acender de modo fixo/intermitente
durante a marcha, contatar o quan-
to antes a Rede Assistencial Fiat.
A funcionalidade da luz-espia /
pode ser verificada pelos agentes de
fiscalização do trânsito ou em even-
tuais programas oficiais de inspeção
de veículos. Respeite as normas
vigentes.
CONTENÇÃO DOS GASTOS DE
UTILIZAÇÃO E DA POLUIÇÃO
AMBIENTAL
A seguir, são fornecidas algumas
sugestões que permitem obter uma
economia de utilização do veículo e
um comportamento ecologicamente
adequado.
CONSIDERAÇÕES GERAIS
Manutenção do veículo
As condições de manutenção do ve-
ículo representam um fator muito im-
portante, que incide diretamente sobre
o consumo de combustível, a tranqui-
lidade de marcha e a própria vida útil
do veículo. Por este motivo, é oportu-
no cuidar da manutenção fazendo com
que o veículo passe pelas revisões e
operações de manutenção previstas no
“Plano de Manutenção Programada”.
/
B-12
Pneus
Controlar periodicamente a pressão
de ar dos pneus em intervalos não supe-
riores a 4 semanas; se a pressão estiver
muito baixa, o consumo de combustível
aumenta quanto maior for a resistência
ao rolamento. É importante ressaltar,
nestas condições, o desgaste natural dos
pneus é acelerado, piorando também
o comportamento do veículo e, conse-
quentemente, a segurança de marcha.
Cargas inúteis
Não viajar com excesso de carga. O
peso do veículo (sobretudo no trânsito
urbano), influencia fortemente o consu-
mo e a estabilidade.
Equipamentos elétricos
Utilizar os dispositivos elétricos so-
mente pelo tempo necessário. Os faróis
auxiliares, o limpador de para-brisa e o
eletroventilador do sistema de aqueci-
mento e ventilação requerem, para o
seu funcionamento, uma quantidade de
energia adicional que pode aumentar o
consumo de combustível do veículo em
até 25%, em trechos urbanos.
Ar-condicionado
Exerce forte influência no consumo
de combustível do veículo (aproxi-
madamente 20% a mais). Quando a
temperatura externa o permitir, utilizar
somente o sistema de renovação de ar
natural do veículo.
Acessórios aerodinâmicos
Os acessórios aerodinâmicos não
certificados durante o desenvolvimento
do veículo podem, na realidade, pena-
lizar o consumo e o próprio coeficiente
aerodinâmico original.
MODO DE DIRIGIR
Troca de marchas
Tão logo as condições do trânsito
o permitam, utilizar as marchas mais
altas. O uso de marchas baixas para
obter uma boa resposta do motor pro-
voca aumento inevitável do consumo.
Da mesma forma, a insistência em man-
ter marchas altas em trechos de baixa
velocidade, além de aumentar o consu-
mo e a emissão de poluentes, acelera o
desgaste do motor.
fig. 7
F
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3
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-
B
R
B-13
B
Velocidade máxima
O consumo de combustível aumenta
proporcionalmente em relação à veloci-
dade que o veículo desenvolve; como
exemplo, pode-se dizer que passando
de 90 a 120 km/h, o incremento de
consumo de combustível é de aproxi-
madamente 30%.
Tentar manter uma velocidade uni-
forme, dentro do possível, evitando fre-
adas e retomadas desnecessárias, que
consomem combustível e aumentam,
simultaneamente, a emissão de poluen-
tes. Aconselha-se a adotar um modo de
dirigir prudente, tratando de antecipar
as manobras para evitar perigo iminente
e de respeitar a distância de segurança
em relação aos veículos que trafegam
logo a frente.
Aceleração
Acelerar o motor de forma violenta,
induzindo-o a funcionar em rotações
elevadas, penaliza notavelmente o con-
sumo de combustível, as emissões de
poluentes e a própria durabilidade do
mesmo; convém acelerar gradualmente
e não ultrapassar o regime de torque
máximo do motor.
Condições de utilização
Trajetos muito curtos e partidas fre-
quentes com o motor frio não permitem
que o motor atinja a temperatura ideal
de funcionamento, além de significar
um incremento de consumo e de emis-
são de substâncias nocivas da ordem
de 15 a 30%.
Situação do trânsito e condição das
vias e estradas
O consumo elevado de combustível
está ligado diretamente a situações de
trânsito intenso, sobretudo nas gran-
des cidades, onde se trafega durante a
maior parte do tempo utilizando mar-
chas baixas e as paradas em semáforos
são muito frequentes.
Também os percursos sinuosos, co-
mo estradas de montanha, ou trechos
em mau estado de conservação, influe-
ciam negativamente o consumo.
Paradas ou interrupções de trânsito
Durante as paradas prolongadas,
motivadas por trânsito interrompido, o
melhor a fazer é desligar o motor.
fig. 8
F
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M
-
B
R
fig. 9
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B
R
B-14
LONGA
INATIVIDADE
DO VEÍCULO
Se o veículo tiver que ficar parado
por mais de um mês, tomar estas pre-
cauções:
- colocar o veículo num lugar cober-
to, seco e possivelmente arejado;
- engrenar uma marcha;
- certificar-se que o freio de mão não
esteja puxado;
- desligar os bornes dos polos da ba-
teria (retirar primeiro o borne negativo)
e controlar o estado de carga da mesma.
Durante o tempo em que o veículo ficar
parado, este controle terá que ser feito
mensalmente. Recarregar se a tensão
estiver abaixo de 12,5 V.
- limpar e proteger as partes pintadas
aplicando ceras protetoras;
- limpar e proteger as partes metáli-
cas brilhantes com produtos especiais;
- polvilhar talco nas palhetas de bor-
racha do limpador do para-brisa e do
limpador do vidro traseiro e deixá-las
afastadas dos vidros;
- abrir um pouco os vidros;
- cobrir o veículo com uma capa de
tecido ou de plástico perfurado. Não
usar encerados de plástico compacto
que não deixam evaporar a umidade
presente na superfície do veículo;
- calibrar os pneus com uma pressão
de +0,5 bar em relação à normalmente
indicada e controlá-la periodicamen-
te;
- não esvaziar o sistema de refrigera-
ção do motor;
- esvaziar o reservatório de gasolina
para partida a frio (FLEX).
CONTROLES
FREQUENTES E
ANTES DE
VIAGENS LONGAS
A cada 500 km, ou antes de viagens
longas controlar:
- pressão e estado dos pneus;
- nível do óleo do motor;
- nível do líquido de arrefecimento
do motor e estado do sistema;
- nível do líquido dos freios;
- nível do líquido do lavador do para-
brisa;
- nível do líquido da direção hidráu-
lica;
- nível de gasolina no reservatório de
partida a frio (FLEX);
- estado do filtro de ar.
fig. 10
F
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3
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B
R
B-15
B
ACESSÓRIOS
COMPRADOS
PELO USUÁRIO
TRANSMISSORES DE
RÁDIO E TELEFONES
CELULARES
A eficiência de transmissão destes
aparelhos pode ficar prejudicada pelo
efeito isolante da carroceria do veícu-
lo.
ADVERTÊNCIA: para efeito de uti-
lização de telefonia celular durante
a marcha, mantenha-se rigorosa-
mente informado do que é estabe-
lecido pela legislação de trânsito
vigente, à época, mesmo no caso
da disponibilidade no veículo de
dispositivos originais ou adquiridos
no mercado.
DISPOSITIVO PARA
REBOQUE
INSTALAÇÃO DO GANCHO DE
REBOQUE PARA ATRELADOS
Para efetuar reboques de atrelados
(carretinhas, trailers, etc.), o veículo
deve estar equipado com engate es-
férico para acoplamento mecânico e
conexão elétrica adequada, sendo que
ambos dispositivos devem cumprir os
requisitos das normas vigentes da ABNT
(Associação Brasileira de Normas Téc-
nicas).
O dispositivo para o gancho de re-
boque deve ser fixado à carroceria por
pessoal especializado da Rede Assis-
tencial Fiat (ver observação na página
seguinte), conforme as indicações que
serão fornecidas a seguir, as quais deve-
rão ser integralmente respeitadas.
- Efetuar no veículo a furação com
Ø (diâmetro) 11 mm traspassando o as-
soalho posterior (ver detalhe A-fig. 11)
e a longarina nas marcas esquemáticas
indicadas na fig. 12.
De acordo com o tipo de gancho de
reboque homologado pela Fiat Auto-
móveis, será necessário furar também
o painel traseiro de algumas versões
(ver figura).
- Alargar os furos, somente no assoa-
lho, para Ø (diâmetro) 16 mm.
- Aplicar proteção contra a corrosão
sobre os furos.
- Montar o engate para reboque con-
forme orientação do fabricante do Kit.
A
fig. 11
Seção lateral traseira de um veículo
(exemplo genérico)
4
E
N
1
1
6
0
B
R
B-16
Para garantir a completa funcio-
nalidade e segurança da instalação,
e dependendo do modelo de engate
adequado para cada versão, pode ser
necessário efetuar modificações na
parte posterior do veículo (recorte do
para-choque, por exemplo) com a fina-
lidade de evitar interferências entre os
componentes envolvidos.
- Aplicar um torque de aperto de 40
N.m sobre os parafusos.
OBSERVAÇÕES GERAIS SOBRE
REBOQUE
Lembre-se que o ato de rebocar
um atrelado reduz a capacidade
máxima do veículo para superar
aclives (rampas).
Nos percursos em des-
cida, engatar uma marcha
forte em vez de usar somen-
te o freio.
O peso que o reboque exerce
no engate para reboque do veículo
reduz, a capacidade de carga do
próprio veículo. Para ter certeza de
não superar o peso máximo rebocá-
vel, é preciso levar em considera-
ção o peso do atrelado com carga
completa, incluídos acessórios e
bagagens pessoais. Este veículo tem
capacidade de tracionar somente
um reboque sem freio próprio até o
limite de 400 kg.
Caso as ligações da
tomada elétrica do atrela-
do forem mal executadas,
podem ocorrer sérios danos no sis-
tema eletroeletrônico do veículo.
A garantia contra corrosão da
região perfurada somente será man-
tida se os furos forem executados
através da Rede Assistencial Fiat
e desde que o campo “Acessórios
Fiat”, contido no Manual de
Garantia, esteja devidamente pre-
enchido com a assinatura e carimbo
da concessionária.
O engate para reboque genuí-
no Fiat, adquirido como acessório
original e instalado fora da Rede
Assistencial Fiat, tem exclusivamen-
te garantia legal de 90 dias.
B-17
B
A peça genuína adquirida e ins-
talada na Rede Assistencial Fiat,
mediante pagamento é garantida
por 12 (doze) meses, inclusa garan-
tia legal de noventa dias, contados a
partir da data da execução dos ser-
viços, conforme nota fiscal de servi-
ços, que deverá ser mantida com o
cliente para apresentação, quando
exigida pela Fiat Automóveis e/ou
Rede Assistencial Fiat no Brasil.
O respeito à presente
instrução de instalação é
uma forma de conservar a
integridade do veículo e prevenir a
ocorrência de acidentes. Instalações
efetuadas de modo diferente ao
quanto indicado neste manual são,
conforme a legislação vigente, de
responsabilidade do instalador e do
proprietário do veículo.
A Fiat Automóveis somente se
responsabiliza por instalações efe-
tuadas na Rede Assistencial Fiat,
de acordo com as prescrições e os
critérios técnicos das informações
anteriormente citadas.
Recomenda-se a utilização de
engate para reboque genuíno Fiat,
o qual, se disponível para o modelo
de seu veículo, pode ser adquirido e
instalado na Rede Assistencial Fiat.
Antes de trafegar com reboque
em outro país, verifique as dispo-
sições gerais do mesmo em relação
ao reboque de atrelados. Respeite
os limites de velocidade específicos
de cada país para os veículos com
reboque.
Vista superior do assoalho traseiro
fig. 12
F
0
M
0
4
2
8
M
-
B
R
C
EM EMERGÊNCIA
As páginas seguintes foram elaboradas especialmente para
socorrê-lo em situações de emergências com seu veículo.
Como você verá, foram considerados alguns inconvenien-
tes e, para cada um deles, é sugerido o tipo de intervenção
que você pode efetuar pessoalmente. No caso de contra-
tempos mais sérios, porém, é necessário dirigir-se à Rede
Assistencial Fiat.
A este respeito lembramos-lhe de que, junto com o Manual
de Uso e Manutenção, também constam em seu kit de bordo,
o Manual Básico de Segurança no Trânsito e o Livrete Confiat,
nos quais estão descritos detalhadamente todos os serviços
que a Fiat coloca à sua disposição em caso de dificuldades.
Aconselhamos, de qualquer maneira, a leitura destas pági-
nas. Assim, em caso de necessidade, você vai saber localizar
imediatamente as informações úteis.
PARTIDA COM BATERIA AUXILIAR . . . . . . . . . . .C-1
PARTIDA COM MANOBRAS POR INÉRCIA . . . . .C-1
SE FURAR UM PNEU . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .C-2
SE APAGAR UMA LUZ EXTERNA OU INTERNA . .C-6
SUBSTITUIÇÃO DA LÂMPADA EXTERNA . . . . . . .C-8
SUBSTITUIÇÃO DE LÂMPADA INTERNA . . . . . .C-11
SE DESCARREGAR A BATERIA . . . . . . . . . . . . . .C-12
SE PRECISAR LEVANTAR O VEÍCULO . . . . . . . . .C-13
SE PRECISAR REBOCAR O VEÍCULO . . . . . . . . .C-13
EM CASO DE ACIDENTE . . . . . . . . . . . . . . . . . . .C-14
EXTINTOR DE INCÊNDIO . . . . . . . . . . . . . . . . . .C-15
C
C-1
C
PARTIDA COM
BATERIA AUXILIAR
Se a bateria estiver descarregada,
pode-se ligar o motor usando uma ou-
tra bateria que tenha capacidade igual
ou pouco superior à da bateria descar-
regada (ver capítulo “Características
técnicas”).
Esta operação deverá ser feita da se-
guinte maneira:
1) Ligar os bornes positivos (sinal +
perto do borne) das duas baterias com
um cabo especial.
2) Ligar, com um segundo cabo, o
borne negativo (–) da bateria auxiliar
com um ponto de massa no motor ou
na caixa de mudanças do veículo a ser
ligado, ou com o borne negativo (–) da
bateria descarregada.
3) Ligar o motor.
4) Quando o motor estiver em mo-
vimento, retirar os cabos, seguindo a
ordem inversa.
Se, depois de algumas tentativas, o
motor não funcionar, não insistir inu-
tilmente, mas dirigir-se à Rede Assis-
tencial Fiat.
Não efetue esta opera-
ção se não tiver experiên-
cia; operações efetuadas de
forma incorreta podem provocar
descargas elétricas de intensidade
considerável e até mesmo explosão
da bateria. Além disso, recomenda-
-se não chegar perto da bateria com
chamas ou cigarros acesos e não
provocar faíscas, pois há perigo de
explosão e de incêndio.
Evitar, rigorosamente,
o uso de um carregador
de baterias para a parti-
da de emergência. Poderiam ser
danificados os sistemas eletrônicos
e, principalmente, as centrais que
comandam as funções de ignição e
de alimentação.
PARTIDA COM
MANOBRAS POR
INÉRCIA
Para os veículos catali-
sados, deve ser comple-
tamente evitada a partida
com empurrões, a reboque ou apro-
veitando descidas. Essas manobras
poderiam causar o afluxo de com-
bustível no conversor catalítico,
danificando-o irremediavelmente.
Lembre-se que, enquan-
to o motor não funcionar,
o servofreio e a direção
hidráulica não se ativam, sendo
necessário exercer um esforço
muito maior tanto no pedal do freio
como no volante.
fig. 1
F
0
H
0
1
6
0
M
C-2
SE FURAR UM PNEU
1. PARAR O VEÍCULO
- Se possível, parar o veículo em ter-
reno plano e compacto.
- Ligar as luzes de emergência.
- Puxar o freio de mão.
- Engatar a primeira marcha ou a
marcha a ré.
- Calçar as rodas com um pedaço
de madeira, ou outros materiais ade-
quados, caso o veículo se encontre em
uma via inclinada ou em mau estado.
O calço deve estar do mesmo lado da
utilização do macaco.
2. PEGAR FERRAMENTAS, MACACO
E RODA SOBRESSALENTE
Estão no porta-malas, debaixo do es-
tepe, para retirá-las:
- Levantar o tapete de revestimento.
- Desatarraxar o dispositivo de blo-
queio A-fig. 2, tirar a roda sobressalen-
te.
- Soltar as ferramentas, e remover o
macaco fig. 3 de acordo com a versão
do veículo puxando-o de sua sede.
3. SUBSTITUIR A RODA
Algumas versões dispõem de dispo-
sitivo antifurto para as rodas composto
de um parafuso especial e uma chave
soquete com segredo.
Para retirar o parafuso especial, pro-
ceder como a seguir:
- Retirar da bolsa de ferramentas a
chave soquete (ou em local opcional
no veículo) fig. 4, que destrava o me-
canismo antifurto.
- O destravamento da roda deve ser
realizado encaixando a extremidade B
da chave soquete fig. 4 no encaixe C do
parafuso especial de retenção da roda.
Na extremidade A deve ser encaixada
a chave de roda fornecida com o veí-
culo;
- Girar a chave de roda no sentido
anti-horário para retirar o parafuso;
Nota: com a chave soquete é entre-
gue um impresso contendo seus dados
característicos. Guarde-o em local se-
guro, para o caso de necessidade de
reposição.
Cada chave soquete possui um se-
gredo, entre uma série de combinações
possíveis.
A
fig. 2
4
E
N
0
2
9
5
B
R
A
B
C
fig. 4
4
E
N
1
2
8
1
B
R
fig. 3
F
0
M
0
3
8
9
M
-
B
R
C-3
C
Em caso de perda da chave, dirigir-
se à Rede Assistencial Fiat, levando
consigo o impresso com os dados da
chave soquete.
- Desapertar cerca de uma volta os
parafusos de fixação da roda a ser subs-
tituída, fig. 5.
- Com rodas de liga, balançar lateral-
mente o veículo para facilitar o desen-
gate da roda de seu cubo.
- Girar a manivela do macaco para
abri-lo parcialmente.
- Colocar o macaco onde está marca-
do o símbolo O B-fig. 6 ou 7 (algumas
versões) perto da roda a substituir, e cer-
tificar-se de que a ranhura A do macaco
esteja bem encaixada na longarina C.
A colocação incorreta do macaco
pode provocar a queda do veículo
levantado ou acoplamento incorre-
to da roda.
- Girar a manivela do macaco e le-
vantar o veículo de maneira que a roda
fique a alguns centímetros longe do
chão.
- Desapertar completamente os 4 pa-
rafusos e remover a roda.
- Montar a roda sobressalente, encai-
xando os furos A-fig. 8 com os respec-
tivos pinos B-fig. 8.
fig. 5
F
0
M
0
3
5
2
M
-
B
R
C A
B
fig. 7
F
0
M
0
3
8
4
M
-
B
R
B
C
A
fig. 6
H
0
0
1
7
B
R
B
B
A
A
fig. 8
H
0
0
1
9
B
R
C-4
- Atarraxar apenas um dos parafusos
A-fig. 8, em correspondência com a
válvula de enchimento B-fig. 9.
- Colocar a calota cuidando para que
o símbolo Y, na parte interna, fique em
correspondência com a válvula, e dessa
maneira o furo maior da calota A-fig. 10
passe pelo parafuso já fixado.
A montagem incorreta da
calota pode causar seu des-
prendimento com o veículo
em movimento.
- Atarraxar os outros três parafusos.
- Apertar os parafusos utilizando a
chave de roda específica A-fig. 11.
- Girar a manivela do macaco de ma-
neira a abaixar o veículo e remover o
macaco.
Ao girar a manivela, tomar cuidado
para que a rotação da mesma ocorra
livremente sem riscos de escoriações na
mão causadas pelo esfregamento contra
o piso. Também as partes do macaco
em movimento (parafusos e articula-
ções) podem causar lesões. Evite con-
tato com elas.
- Apertar bem os parafusos, passan-
do alternadamente de um parafuso ao
outro diagonalmente oposto, de acordo
com a ordem ilustrada na fig. 12.
A
B
fig. 9
4
E
N
0
2
7
7
B
R
A
fig. 10
F
0
M
0
5
1
0
M
-
B
R
fig. 12
H
0
1
3
0
B
R
A
fig. 11
F
0
M
0
5
0
9
M
-
B
R
C-5
C
GUARDAR FERRAMENTAS,
MACACO E RODA SOBRESSALENTE
- Colocar o macaco no suporte das
ferramentas fig. 13, encaixando de
modo a evitar vibrações, ou que se
solte durante a marcha. Ao colocar o
macaco no suporte, exerça pressão do
centro para as extremidades, de forma
que as laterais do macaco fiquem bem
encostadas nas bordas de sua sede.
- Guardar as ferramentas utilizadas
nos lugares específicos nos suportes.
- A chave soquete que destrava o me-
canismo antifurto poderá ser guardada
no veículo em local opcional.
- Colocar o suporte das ferramentas
no local apropriado.
O suporte deve ser colocado com a
seta (detalhe - fig. 13) apontando para o
sentido de marcha do veículo (frente).
- Colocar a roda substituída no com-
partimento da roda sobressalente;
- Fixar a roda com o dispositivo de
bloqueio A-fig. 14.
A roda substituída e os
seus elementos de fixação
deverão ser sempre reco-
locados em suas sedes, para evitar
que, com o movimento do veículo,
sejam arremessados em direção aos
seus ocupantes.
ADVERTÊNCIA: na primeira opor-
tunidade, providencie a reparação
do pneu furado. Evite rodar com a
roda sobressalente.
ADVERTÊNCIA: periodicamente,
controlar a pressão dos pneus e da
roda de reserva.
O macaco serve somente
para a troca das rodas. Não
deve, em hipótese alguma,
ser usado para efetuar consertos
debaixo do veículo.
O macaco não requer nenhuma
regulagem. Em caso de defeito, deve
ser substituído por um original.
ADVERTÊNCIA: após a troca de
pneus deve-se calibrá-los.
fig. 13
L
N
1
6
6
B
R
A
fig. 14
4
E
N
0
2
9
5
B
R
C-6
SE APAGAR UMA
LUZ EXTERNA OU
INTERNA
Modificações ou conser-
tos do sistema elétrico, efe-
tuados de maneira incorre-
ta e sem levar em consideração as
características técnicas do sistema,
podem causar um funcionamento
anômalo com riscos de incêndio.
INDICAÇÕES GERAIS
Quando uma luz não funcionar, an-
tes de substituir a lâmpada, verificar se
o fusível correspondente está em bom
estado.
Quanto à localização dos fusíveis,
consultar “Se queimar um fusível” nes-
te capítulo.
Antes de substituir uma lâmpada apa-
gada, verificar se os contatos não estão
oxidados.
As lâmpadas “queimadas” devem
ser substituídas por outras com as mes-
mas características. As lâmpadas com
potência insuficiente iluminam pouco,
enquanto que as potentes demais con-
somem muita energia, além de causar
danos à instalação elétrica do veículo.
Após ter substituído uma lâmpada dos
faróis, verificar sempre a regulagem dos
mesmos por motivos de segurança.
ADVERTÊNCIA: em dias frios e/
ou úmidos, os faróis podem apre-
sentar condensação de água nas
lentes. Esta condensação deve desa-
parecer momentos após o veículo
trafegar com os faróis acesos.
ADVERTÊNCIA: as lâm-
padas halógenas devem
ser manuseadas tocando
somente a parte metálica. Se o bulbo
transparente entrar em contato com
os dedos, diminui a intensidade da
luz emitida e pode ser prejudicada
a duração da lâmpada. Em caso de
contato acidental, esfregar o bulbo
com um pano umedecido com álco-
ol e deixar secar.
As lâmpadas halógenas contêm
gás sob pressão que, em caso de
quebra da lâmpada, pode projetar
fragmentos de vidro.
TIPOS DE LÂMPADAS
Diversos tipos de lâmpadas estão ins-
taladas no veículo - fig. 15.
A - Lâmpadas totalmente de vidro
São inseridas a pressão. Para retirá-
-las, basta puxá-las.
B - Lâmpadas à baioneta
Para retirá-la do porta-lâmpada, aper-
tar o bulbo de vidro, girá-lo em sentido
anti-horário e extrair a lâmpada.
C - Lâmpadas cilíndricas
Para extraí-las, separar o contato elé-
trico que as sustenta.
D - E - Lâmpadas halógenas
Para remover a lâmpada, retirar antes
a presilha de fixação de sua sede.
C-7
C
Referência - fig. 15 Tipo Potência
Luz de posição dianteira A W5W 5W
Indicador de direção dianteiro B PY21W 21W
Farol alto/
Farol baixo (duplo filamento)
E H4 55W
Farol auxiliar de neblina D H1 55W
Luz de posição traseira B R5W 5W
Indicador de direção traseiro B PY21W 21W
Luz de freio/
posição traseira (duplo filamento)
B P21/5W 21W/5W
Luz de marcha a ré B P21W 21W
Brake light
(luz suplementar de freio)
A W2,3W 2,3W
Luz de placa A W5W 5W
Luz do porta-malas A W5W 5W
Luz interna dianteira C C10W 10W
Luzes do para-sol (onde previsto) C C5W 5W
A
B
C
D
E
fig. 15
4
E
N
0
1
5
6
B
R
C-8
SUBSTITUIÇÃO DA
LÂMPADA EXTERNA
Para identificar o tipo de lâmpada e
sua relativa potência consultar tabela
anterior.
GRUPOS ÓTICOS DIANTEIROS -
fig. 16
Os grupos óticos dianteiros contêm
as lâmpadas das luzes de posição, faróis
baixos, faróis altos e luzes de direção.
A disposição das lâmpadas do grupo
ótico é a seguinte:
A - luzes de posição
B - faróis baixos e altos (duplo fila-
mento)
C - indicadores de direção (setas)
LUZES DE POSIÇÃO - FIG. 17
Para substituir a lâmpada, proceder
como indicado a seguir:
- remover a tampa de plástico A,
agindo no sentido anti-horário indicado
pela seta;
- pressionar nas aletas B e retirar o
porta-lâmpada;
- extrair a lâmpada C e substituí-la;
- introduzir novamente o porta-lâm-
pada e remontar a tampa A asseguran-
do-se do correto bloqueio.
FARÓIS BAIXOS E ALTOS - fig. 18
Para substituir a lâmpada, proceder
como indicado a seguir:
- remover a tampa de plástico A,
agindo no sentido anti-horário indicado
pela seta;
- desligar o conector elétrico central
e desenganchar a mola de fixação da
lâmpada, empurrando para baixo e
deslocando-a lateralmente;
- extrair a lâmpada B-fig. 18 e subs-
tituí-la;
- montar a nova lâmpada fazendo
coincidir os moldes da parte metálica
com as sedes existentes na parábola do
farol;
- enganchar a mola de fixação da
lâmpada e reconectar o conector elé-
trico;
- montar a tampa A assegurando-se
do correto bloqueio.
fig. 16
F
0
M
0
1
7
8
M
fig. 17
F
0
M
0
3
9
7
M
-
B
R
fig. 18
F
0
M
0
3
9
4
M
-
B
R
C-9
C
INDICADORES DE DIREÇÃO (Setas)
Dianteiros - fig. 19
Para substituir a lâmpada, proceder
como indicado a seguir:
- remover a tampa/porta-lâmpada
A-fig. 19 girando em sentido anti-ho-
rário;
- extrair a lâmpada B-fig. 19 empur-
rando-a ligeiramente e girando-a em
sentido anti-horário (bloqueio a “baio-
neta”) e substituí-la;
- montar a tampa/porta-lâmpada
A-fig. 19 rodando em sentido horário
assegurando-se do correto bloqueio;
LUZES DE NEBLINA
Para a substituição das lâmpadas das
luzes de neblina A-fig. 20 é necessário
dirigir-se à Rede Assistencial Fiat.
GRUPOS ÓTICOS TRASEIROS -
fig. 21 e fig. 22
Os grupos óticos traseiros contêm as
lâmpadas das luzes de posição, do freio
e de direção. A disposição das lâmpa-
das do grupo ótico é a seguinte:
B - indicadores de direção (setas)
C - luzes de posição
D - luzes de posição/freio (duplo fila-
mento).
Para substituir uma lâmpada, é ne-
cessário dirigir-se a Rede Assistencial
Fiat.
A
B
fig. 19
F
0
M
0
3
5
3
M
-
B
R
fig. 20
F
0
M
0
2
2
3
M
fig. 21
F
0
M
0
1
8
4
M
fig. 22
F
0
M
0
1
8
5
M
C-10
LUZES DE RÉ - fig. 23
Para a substituição da lâmpada da luz
de ré A é necessário dirigir-se à Rede
Assistencial Fiat.
BRAKE LIGHT
Para substituição da lâmpada do
brake light, dirigir-se à Rede Assisten-
cial Fiat.
LUZES DE PLACA - fig. 24 e fig. 25
Para substituir uma lâmpada, proce-
der como indicado a seguir:
- Agir no ponto indicado pela seta
com uma chave de fenda, cuidando para
não arranhar a pintura e remover o grupo
transparente A-fig. 24;
- substituir a lâmpada fig. 25 des-
vinculando-a dos contatos laterais e
certificando-se de que a nova lâmpada
fique corretamente bloqueada entre os
contatos;
- montar o grupo transparente mon-
tado à pressão.
fig. 23
F
0
M
0
2
0
9
M
fig. 24
F
0
M
0
2
1
2
M
fig. 25
F
0
M
0
2
3
3
M
C-11
C
SUBSTITUIÇÃO DE
LÂMPADA INTERNA
Para identificar o tipo de lâmpada e
a sua relativa potência consultar o pa-
rágrafo “Tipos de lâmpadas”.
PLAFONIERA DIANTEIRA
Para substituir as lâmpadas, proceder
como indicado a seguir:
- agir nos pontos indicados pelas se-
tas e remover a plafoniera A-fig. 26 ou
27;
- abrir a portinhola de proteção B;
- substituir as lâmpadas C-fig. 28
desvinculando-as dos contatos laterais
e certificando-se de que as novas lâm-
padas estejam corretamente bloqueadas
entre os contatos;
- fechar o portinhola B-fig. 28 e fixar
a plafoniera A-fig. 27 no próprio aloja-
mento certificando-se do bloqueio.
PLAFONIERA DO PORTA-MALAS -
fig. 29 e 30
Para substituir a lâmpada, proceder
como indicado a seguir:
- abrir a tampa do porta-mala;
- extrair a plafoniera A-fig. 29 forçando
ligeiramente com uma chave de fenda
(cuidando para não arranhar a pintura)
no ponto indicado pela seta.
- abrir a proteção B-fig. 30 e substi-
tuir a lâmpada introduzida a pressão;
- fechar a proteção B-fig. 30 no trans-
parente;
- montar o plafoniera A-fig. 29, in-
troduzindo-o na sua correta posição,
primeiro de um lado e depois no outro
lado até perceber o bloqueio.
fig. 27
F
0
M
0
4
8
1
M
-
B
R
fig. 26
F
0
M
0
4
8
0
M
-
B
R
fig. 28
F
0
M
0
2
3
4
M
fig. 29
F
0
M
0
4
8
2
M
-
B
R
fig. 30
F
0
M
0
4
8
3
M
-
B
R
C-12
LUZ DE CORTESIA - fig. 31 e 32
Algumas versões possuem luz de cor-
tesia no para-sol.
Para substituir uma lâmpada proce-
der como a seguir:
- Atuar nos pontos indicados pelas
setas e remover a tampa A;
- Substituir a lâmpada “queimada”
certificando-se que a nova lâmpada esteja
bem posicionada entre os contatos B;
- Recolocar a tampa A em seu aloja-
mento, certificando-se do correto blo-
queio.
LUZ DO PORTA-LUVAS - fig. 33
Algumas versões possuem ilumina-
ção no porta-luvas.
Para substituição do LED, dirigir-se à
Rede Assistencial Fiat.
SE DESCARREGAR A
BATERIA
Antes de tudo, aconselha-se a ver no
capítulo “Manutenção do veículo” as
precauções para evitar que a bateria se
descarregue e para garantir uma longa
duração da mesma.
PARTIDA COM BATERIA AUXILIAR
Ver “PARTIDA COM BATERIA AUXILIAR” nes-
te capítulo.
Evitar, rigorosamente, o
uso de um carregador de
bateria para a partida do
motor; isto poderia danificar os sis-
temas eletrônicos e, principalmen-
te, as centrais que comandam as
funções de ignição e alimentação.
fig. 31
F
0
M
0
4
7
0
M
-
B
R
fig. 33
F
0
M
4
9
5
M
-
B
R
fig. 32
F
0
M
0
4
6
5
M
-
B
R
C-13
C
RECARGA DA BATERIA
Aconselha-se uma recarga lenta com
baixa corrente pela duração de cerca
de 24 horas. Aqui estão os procedi-
mentos:
1) desligar os bornes do sistema elé-
trico dos terminais da bateria;
2) ligar, aos terminais da bateria, os
cabos do aparelho de recarga;
3) ativar o aparelho de recarga;
4) terminada a recarga, desativar o
aparelho antes de desligá-lo da bate-
ria;
5) ligar os bornes aos terminais da
bateria respeitando as polaridades.
O líquido contido na
bateria é venenoso e cor-
rosivo. Evite o contato com
a pele ou com os olhos. A operação
de recarga da bateria deve ser efetu-
ada em ambiente ventilado e longe
de chamas ou possíveis fontes de
faíscas, pois há perigo de explosão
ou de incêndio.
SE PRECISAR
LEVANTAR O
VEÍCULO
No caso em que se torne necessário
levantar o veículo, dirigir-se à Rede
Assistencial Fiat, que é aparelhada de
pontes com braços ou elevadores de
oficina.
O veículo deve ser elevado apenas
lateralmente, dispondo a extremidade
dos braços ou o elevador de oficina nas
zonas ilustradas nas figs. 34 e 35.
As setas indicativas dos pontos de co-
locação do macaco fig. 35, estão dispo-
níveis apenas para algumas versões.
SE PRECISAR
REBOCAR O
VEÍCULO
É aconselhável, sempre, utilizar ca-
minhão-guincho para rebocar o veícu-
lo. Desta forma, o veículo poderá ser
seguramente sustentado pelas rodas
dianteiras ou traseiras ou, ainda, apoia-
do em plataformas específicas sobre o
próprio caminhão-guincho.
Respeite a legislação de trânsito vi-
gente sobre procedimentos de rebo-
que.
fig. 34
F
0
M
0
2
3
7
M
A
B
C
fig. 35
4
E
N
0
1
7
1
B
R
C-14
EM CASO DE
ACIDENTE
- É importante manter sempre a cal-
ma.
- Se não estiver diretamente envolvi-
do, pare a uma distância de pelo menos
uns dez metros do acidente.
- Em rodovia, pare em local seguro.
- Desligue o motor e acenda as luzes
de emergência.
- À noite, ilumine com os faróis o lu-
gar do acidente.
- Comporte-se com prudência, não
corra o risco de ser atropelado.
- Assinale o acidente pondo o tri-
ângulo bem à vista e a uma distância
regulamentar.
- Nos acidentes múltiplos em rodo-
vias, principalmente com pouca visibili-
dade, é grande o risco de envolvimento
em outros impactos. Abandone imedia-
tamente o veículo e proteja-se fora do
“guard-rail”.
- Remova a chave de ignição dos ve-
ículos acidentados.
- Se sentir cheiro de combustível ou
de outros produtos químicos, não fume
e mande apagar os cigarros.
- Para apagar os incêndios, mesmo
de pequenas dimensões, use o extintor
(descrito neste capítulo), cobertas, areia
ou terra. Nunca use água.
SE HOUVER FERIDOS
- Nunca se deve abandonar o ferido.
A obrigação de socorro é válida tam-
bém para as pessoas não envolvidas
diretamente no acidente.
- Não aglomerar-se ao redor dos fe-
ridos.
- Tranquilize o ferido em relação à
rapidez dos socorros, fique a seu lado
para dominar eventuais crises de pâni-
co.
- Destrave ou corte os cintos de se-
gurança que retêm os feridos.
- Não dê água aos feridos.
- O ferido nunca deve ser removido
do veículo, salvo nos casos indicados
no ponto seguinte.
- Tirar o ferido do veículo somen-
te em caso de perigo de incêndio, de
afundamento em água ou de queda
em precipício. Ao tirar um ferido: não
provoque deslocamentos dos membros,
nunca dobre a cabeça dele. Manter,
sempre que possível, o corpo em posi-
ção horizontal.
C-15
C
EXTINTOR DE
INCÊNDIO
O extintor de incêndio está localiza-
do no piso, à frente do banco do moto-
rista, fig. 36.
Em algumas versões está prevista uma
capa de proteção para o extintor.
A validade do extintor de incêndio
está vinculada ao teste hidrostático do
mesmo (teste para verificação de vaza-
mentos no cilindro), que é de 5 anos a
partir da data de fabricação. A indica-
ção desta validade se encontra gravada
no corpo do cilindro.
O extintor de incêndio é indicado
para apagar princípio de incêndio das
classes:
A - sólidos inflamáveis como borra-
chas, plásticos e espumas;
B - líquidos inflamáveis;
C - materiais elétricos.
O extintor de incêndio deverá ser
imediatamente substituído (não permite
recarga), quando ocorrer uma das situ-
ações seguintes:
- vencimento do prazo de validade
do teste hidrostático;
- após a sua utilização em incêndio;
- se o ponteiro do manômetro estiver
fora da sua faixa normal de operação
(faixa verde), indicando alguma anoma-
lia no cilindro, na válvula ou no próprio
manômetro.
Recomendamos, também, ler as
instruções impressas no equipamen-
to.
fig. 36
F
0
M
0
2
9
8
M
-
B
R
D
MANUTENÇÃO DO VEÍCULO
O Fiat Punto é novo em tudo, até nos critérios de manu-
tenção.
A primeira revisão de Manutenção Programada está pre-
vista somente aos 15.000 km. Entretanto, é útil recordar que
o veículo necessita sempre de serviços rotineiros como, por
exemplo, o controle sistemático do nível dos líquidos com
eventual restabelecimento da pressão dos pneus.
De qualquer maneira, lembramos que uma correta ma-
nutenção do automóvel é certamente o melhor modo para
conservar inalterados no decorrer do tempo os rendimentos
do veículo e as características de segurança, o respeito pelo
meio ambiente e os baixos custos de funcionamento.
Lembre-se ainda que o respeito pelas normas de manuten-
ção indicadas pelo símbolo pode constituir a condição
necessária para a conservação da garantia.
MANUTENÇÃO PROGRAMADA . . . . . . . . . . . . D-1
PLANO DE MANUTENÇÃO PROGRAMADA . . . D-2
SUBSTITUIÇÕES FORA DO PLANO . . . . . . . . . . D-5
SERVIÇOS ADICIONAIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-5
VERIFICAÇÃO DOS NÍVEIS . . . . . . . . . . . . . . . . . D-8
FILTRO DE AR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-14
BATERIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-15
CENTRAIS ELETRÔNICAS . . . . . . . . . . . . . . . . . D-16
SUBSTITUIÇÃO DE FUSÍVEIS . . . . . . . . . . . . . . D-17
VELAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-21
RODAS E PNEUS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-21
TUBULAÇÕES DE BORRACHA . . . . . . . . . . . . . D-26
LIMPADORES DO PARA-BRISA E DO
VIDRO TRASEIRO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-27
AR-CONDICIONADO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-28
CARROCERIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-29
INTERIOR DO VEÍCULO . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-31
D
D-1
D
MANUTENÇÃO
PROGRAMADA
Uma correta manutenção é deter-
minante para garantir ao veículo uma
longa duração em condições perfeitas.
Por isso, a Fiat preparou uma série de
controles e de intervenções de manu-
tenção a cada 15 mil quilômetros.
ADVERTÊNCIA: as revisões de
Manutenção Programada são pres-
critas pelo fabricante. A não reali-
zação das mesmas pode acarretar a
perda da garantia.
O serviço de Manutenção Programa-
da é prestado por toda a Rede Assisten-
cial Fiat, com tempos prefixados.
A correta manutenção do
veículo, além de contribuir
para prolongar ao máximo
a sua vida útil, é essencial também
para garantir o respeito ao meio
ambiente.
Durante a realização de intervenções,
além das operações previstas, pode ha-
ver a necessidade de substituições ou
consertos não programados, os quais
serão comunicados ao cliente. Os refe-
ridos consertos podem alterar o prazo
de entrega do veículo.
ADVERTÊNCIA: aconselha-se
dirigir-se imediatamente à Rede
Assistencial Fiat, quando verificar
pequenas anomalias de funciona-
mento, sem esperar a realização da
próxima revisão.
Os produtos que o veícu-
lo utiliza para o seu funcio-
namento (óleo de motor,
fluido de freio, fluido de direção
hidráulica, líquido para radiador,
etc.), quando substituídos, deverão
ser recolhidos cuidadosamente evi-
tando, assim, que se contamine o
meio ambiente.
ADVERTÊNCIA: alguns compo-
nentes, tais como lubrificantes,
podem requerer uma verificação/
troca com maior frequência, devido
à utilização do veículo, portanto, é
importante observar com cuidado
as recomendações constantes desta
seção do manual.
D-2
PLANO DE MANUTENÇÃO PROGRAMADA
milhares de quilômetros 15 30 45 60 75 90 105 120 135 150
Controle do estado das pastilhas dos freios a disco dianteiro e
traseiro (quando previsto) (*)
+ + + + + + + + + +
Verificação visual do estado: tubulações (escapamento -
alimentação de combustível - freios), elementos de borracha
(proteções - mangueiras - buchas - etc.), sistema de partida a frio,
tubulações flexíveis do sistema dos freios e alimentação e pneus
+ + + + + + + + + +
Restabelecimento dos níveis dos líquidos (arrefecimento do
motor e lavador de para-brisa) e dos fluidos (freios, direção hi-
dráulica, embreagem hidráulica, etc.)
+ + + + + + + + + +
Controle do sistema de ignição/injeção (com utilização de
equipamento de autodiagnóstico)
+ + + + +
Controle das emissões dos gases de escapamento /
sistema antievaporativo
+ + +
Controle visual das condições da correia
dos órgãos auxiliares direção hidráulica,
bomba d’água, ar-condicionado e alter-
nador (**)
motor 1.4 8V + + + + + + + + + +
motor 1.4 16V Turbo + + + + +
motor 1.6 16V + +
motor 1.8 16V + +
Controle visual da correia dentada da
distribuição e rolamento tensor (**)
motor 1.4 8V
motor 1.4 16V Turbo
+ +
(*) Verificar a pastilha de freio na revisão. Caso a espessura seja inferior a 5 mm, substituí-la.
D-3
D
milhares de quilômetros 15 30 45 60 75 90 105 120 135 150
Substituição da correia dentada de co-
mando da distribuição
(ou a cada 3 anos) (**)
motor 1.4 8V
motor 1.4 16V Turbo
+ +
Controle do nível do óleo da caixa de mudanças/diferencial + + +
Controle do estado e desgaste das lonas e tambores do freio
traseiro (algumas versões)
+ +
Substituição do óleo da caixa de mudanças/diferencial +
Substituição do fluido dos freios (ou a cada 24 meses) + + +
Verificação/limpeza do sistema de
ventilação do cárter do motor (blow-by)
motor 1.4 8V + + + + + + + + + +
motor 1.4 16V Turbo + + +
motor 1.6 16V + + +
motor 1.8 16V + + +
Verificação e eventual substituição do filtro antipólen e carvão
ativado (quando disponível)
+ + + + + + + + + +
Substituição do filtro de combustível (ver “Advertência” em
“Serviços Adicionais” neste capítulo)
+ + + + + + + + + +
Substituição do elemento do filtro de ar (ver “Advertência” em
“Serviços Adicionais” neste capítulo)
+ + + + + + + + + +
Substituição das velas, controle dos cabos + + + + +
(**) Em caso de utilização do veículo predominantemente em estradas poeirentas, arenosas ou lamacentas, efetuar um con-
trole do estado da correia a cada 15.000 km e, se necessário, efetuar a sua substituição. Efetuar também a substituição
das correias dos órgãos auxiliares (direção hidráulica/ar-condicionado/bomba d’água/alternador e tensor da correia).
D-4
milhares de quilômetros 15 30 45 60 75 90 105 120 135 150
Controle dos equipamentos de segurança - extintor/cintos de
segurança e funcionamento dos sistemas de iluminação/
sinalização e comandos elétricos dos vidros/portas,
limpadores e sistema de partida a frio
+ + + + + + + + + +
Controle e regulagem das folgas de válvulas motor 1.4 8V + + + + +
Substituição do óleo do motor
Vide advertência do motor***
na página D-5
Substituição do filtro de óleo do motor
(***) Substituir o óleo do motor a cada 7.500 km se o veículo for utilizado, predominantemente, numa das seguintes con-
dições particularmente severas:
- Reboques, estradas lamacentas, arenosas ou poeirentas, trajetos curtos inferiores a 8 km, motor que roda frequen-
temente em marcha lenta ou em distâncias longas com baixa velocidade (ex.: táxi, veículos de entrega de porta em
porta ou utilizado como veículo de patrulha).
Se nenhuma destas condições ocorrer, troque o óleo e o filtro a cada 15.000 km ou 12 meses, o que ocorrer primeiro,
sempre com o motor quente.
O referido Plano poderá sofrer alterações sem comunicação prévia.
D-5
D
SUBSTITUIÇÕES
FORA DO PLANO
A CADA 2 ANOS:
- Líquido dos freios TUTELA TOP
4/S.
- Líquido do sistema de arrefecimento
do motor 50% Paraflu UP (vermelho)
e 50% de água pura.
CONTINUIDADE DA
MANUTENÇÃO
Após a realização da última revisão
indicada no Plano de Manutenção
(150.000 km), considerar a mesma
frequência para substituição e verifica-
ção de itens a partir da revisão (45.000
km).
SERVIÇOS
ADICIONAIS
A cada 500 km ou antes de viagens
longas, controlar e, se necessário, res-
tabelecer:
- nível do óleo do motor.
- nível do líquido de arrefecimento
do motor.
- nível do líquido dos freios.
- nível do líquido da direção hidráu-
lica.
- nível do líquido do lavador do para-
-brisa.
- nível do líquido do reservatório de
partida a frio.
- pressão e estado dos pneus.
- verificar o correto funcionamento
do eletroventilador, assim como o es-
tado das pás da hélice quanto à limpe-
za e conservação - ver CARROCERIA/
Eletroventilador do radiador, neste
capítulo.
- estado do filtro de ar.
ADVERTÊNCIA - Óleo do Motor
Substituir o óleo e o filtro de
óleo a cada 7.500 km, se o veícu-
lo estiver sujeito a quaisquer das
seguintes condições:
- reboques;
- estradas poeirentas, arenosas
ou lamacentas;
- motor que roda frequente-
mente em marcha lenta, condu-
ção em distâncias longas com
baixa velocidade ou baixa rota-
ção frequente (por ex.: “anda e
para” do tráfego urbano, táxis,
entregas de porta em porta ou
em caso de longa inatividade);
- trajetos curtos (até 8 km) com
o motor não aquecido completa-
mente.
Se nenhuma destas condições
ocorrer, troque o óleo e o filtro
de óleo a cada 15.000 km ou 12
meses, o que ocorrer primeiro,
sempre com o motor quente.
As trocas de óleo deverão ser
feitas dentro do intervalo de
tempo ou quilometragem estabe-
lecidos, para que o óleo não perca
sua propriedade de lubrificação.
D-6
A troca de óleo do veículo
deve, obrigatoriamente, ser
feita na rede Assistencial
Fiat que possui o filtro e o óleo
recomendados, bem como possui
uma rotina correta de recolhimento,
armazenamento e encaminhamento
do produto usado para reciclagem.
Lembre-se de que o óleo usado
não poderá ser descartado na rede
pública de esgoto, já que esta práti-
ca pode poluir rios e lagos e trazer
sérios prejuízos ao meio ambiente.
ATENÇÃO:
1) Não se deve acrescentar qual-
quer tipo de aditivo ao óleo do
motor, pois o mesmo não necessita
de aditivos complementares.
Os danos causados pelo uso des-
ses aditivos não são cobertos pela
garantia do veículo.
2) Caso seja necessário comple-
mentar o nível de óleo, utilize, sem-
pre, óleo com a mesma especifica-
ção daquele disponível no motor.
Em caso emergencial, utilize
aquele que possuir especificação
técnica similar ao homologado.
Atenção: observe as instruções da
embalagem.
Recomendamos que depois de
efetuada a troca emergencial, seu
veículo seja encaminhado a uma
concessionária autorizada FIAT, o
mais breve possível, para que seja
realizado o serviço de troca de óleo
utilizando os produtos aprovados
para o seu veículo.
ADVERTÊNCIA - BATERIA
Aconselha-se controlar o esta-
do da carga da bateria, com mais
frequência se o veículo é usado
predominantemente para percursos
breves ou se estiver equipado com
dispositivos que absorvam energia
permanentemente, mesmo com a
chave desligada, principalmente se
instalados depois da compra.
A retirada da capa térmica insta-
lada na bateria acarreta a redução
de vida útil e, consequentemente,
perda da garantia.
ADVERTÊNCIA - FILTRO DO AR
Utilizando o veículo em estradas
poeirentas, arenosas ou lamacentas,
substituir o elemento do filtro de ar
com uma frequência maior daquela
indicada no Plano de Manutenção
Programada.
O mau estado do elemento do
filtro de ar pode ocasionar aumento
no consumo de combustível.
D-7
D
Para qualquer dúvida referente
às frequências de substituição do
óleo do motor e do elemento do
filtro de ar em relação a como é
utilizado o veículo, dirigir-se à Rede
Assistencial Fiat.
O filtro de ar deverá ser inspe-
cionado a cada 500 km e, caso se
encontre muito sujo, deverá ser
substituído antes do prazo espe-
cificado no Plano de Manutenção
Programada.
A manutenção do veículo
deve ser confiada à Rede
Assistencial Fiat. Para os
serviços de manutenção e repara-
ções pequenas e rotineiras, certifi-
que-se sempre se tem as ferramentas
adequadas, as peças de substituição
originais Fiat e os líquidos; em todo
caso, não faça tais operações se não
tiver nenhuma experiência.
ADVERTÊNCIA - FILTRO DE
COMBUSTÍVEL
Verificar o estado do filtro de
combustível se for notada alguma
falha (engasgamento) no funciona-
mento do motor.
ADVERTÊNCIA - EXTINTOR DE
INCÊNDIO
Fazer, mensalmente, uma inspe-
ção visual do estado do equipa-
mento e, caso constate alguma ano-
malia, levá-lo, de imediato, à Rede
Assistencial Fiat ou representante
credenciado do fabricante do apa-
relho para verificação e solução do
inconveniente.
D-8
VERIFICAÇÃO DOS NÍVEIS
MOTOR 1.4 FIRE 8V FLEX - fig. 1
1) Óleo do motor
2) Fluido dos freios/embreagem
3) Líquido do lavador do para-brisa
4) Líquido de arrefecimento do motor
5) Líquido da direção hidráulica
6) Reservatório de gasolina para partida a frio
MOTOR 1.4 16V TURBO GASOLINA - fig. 2
1) Óleo do motor
2) Fluido dos freios/embreagem
3) Líquido do lavador do para-brisa
4) Líquido de arrefecimento do motor
5) Fluido da direção hidráulica
1
2
3
4
5 6
fig. 1
F
0
M
0
4
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M
-
B
R
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2
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4
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fig. 2
L
N
1
7
0
B
R
D-9
D
MOTOR 1.6 16V FLEX - fig. 3
1) Óleo do motor
2) Fluido dos freios/embreagem
3) Líquido do lavador do para-brisa
4) Líquido de arrefecimento do motor
5) Líquido da direção hidráulica
6) Reservatório de gasolina para partida a frio
MOTOR 1.8 16V FLEX - fig. 4
1) Óleo do motor
2) Fluido dos freios/embreagem
3) Líquido do lavador do para-brisa
4) Líquido de arrefecimento do motor
5) Líquido da direção hidráulica
6) Reservatório de gasolina para partida a frio
I
U
2
3
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5
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1
fig. 3
F
0
M
)
4
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B
R
I
U
2
3
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fig. 4
F
0
M
)
4
8
6
M
-
B
R
D-10
ÓLEO DO MOTOR
Motor 1.4 Fire - fig. 5
A = vareta de verificação
B = bocal de enchimento
Motor 1.4 16V Turbo gasolina - fig. 6
A = vareta de verificação
B = bocal de enchimento
Motor 1.6 16V FLEX - fig. 7
A = vareta de verificação
B = bocal de enchimento
Motor 1.8 16V FLEX - fig. 7
A = vareta de verificação
B = bocal de enchimento
B
A
fig. 7
F
0
M
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4
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M
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B
R
55
A
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fig. 6
L
N
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R
fig. 5
F
0
M
0
3
0
7
M
-
B
R
D-11
D
ADVERTÊNCIA: verifique o nível
e efetue a troca do óleo do motor
de acordo com a frequência indi-
cada no “Plano de Manutenção
Programada”.
O nível do óleo deve estar entre as
referências MIN e MAX marcadas na
vareta de controle. O espaço entre elas
corresponde a cerca de 1 litro de óleo.
O controle do nível do óleo deve ser
efetuado com o veículo em terreno pla-
no e com o motor ainda quente (cerca
de 10 minutos após tê-lo desligado).
Se o nível do óleo estiver perto ou
até abaixo da referência MIN, adicionar
óleo através do bocal de enchimento
até atingir a referência MAX.
O nível do óleo nunca deve ultrapas-
sar a referência MAX.
ADVERTÊNCIA: depois de ter
adicionado ou substituído o óleo,
funcionar o motor por alguns segun-
dos, desligá-lo e só então verificar
o nível.
Devido à concepção dos motores à
combustão interna, para que haja uma
boa lubrificação, parte do óleo lubrifi-
cante é consumido durante o funciona-
mento do motor.
Com motor quente, mexer
com muito cuidado dentro
do vão do motor, pois há
perigo de queimaduras. Lembre-
-se de que, com o motor quente,
o eletroventilador pode pôr-se em
movimento, e ocasionar lesões.
Não adicionar óleo com
características diferentes
das do óleo já existente no
motor. Só o uso de óleo semissinté-
tico (ver “Características dos lubri-
ficantes e dos líquidos” no capítulo
Características Técnicas) garante a
quilometragem prevista pelo plano
de manutenção.
LÍQUIDO DO SISTEMA DE
ARREFECIMENTO DO MOTOR -
A-fig. 8
Quando o motor estiver muito
quente, não remover a tampa do
reservatório; pois há perigo de quei-
maduras.
O nível do líquido deve ser contro-
lado com motor frio e não deve estar
abaixo da referência MIN marcada no
reservatório.
Se o nível for insuficiente, despejar
lentamente, através do bocal do re-
servatório, uma mistura com 50% de
Paraflu UP (vermelho) e 50% de água
pura.
ATENÇÃO: nunca abasteça o
reservatório do sistema de arre-
fecimento do motor do veículo
com o líquido Paraflu (verde).
Utilize somente o produto Paraflu
UP (vermelho), pois a mistura
com outros aditivos pode alterar
as propriedades do Paraflu UP
(vermelho), comprometendo sua
eficiência.
fig. 8
F
0
M
0
4
5
7
M
-
B
R
D-12
LÍQUIDO DOS LAVADORES
DO PARA-BRISA E DO VIDRO
TRASEIRO - B-fig. 9
Para adicionar líquido, tirar a tampa
e encher até o nível.
ADVERTÊNCIA: não viajar com
o reservatório do lavador do para-
-brisa vazio; a ação do lavador é
fundamental para melhorar a visi-
bilidade.
LÍQUIDO PARA A DIREÇÃO
HIDRÁULICA - C-fig. 10
Verificar se o nível do óleo, com o
veículo em terreno plano e motor frio,
está entre as referências MIN e MAX
marcadas na parte externa do reserva-
tório.
Com o óleo quente, o nível também
pode superar a referência MAX.
Se for necessário adicionar óleo,
certificar-se de que tenha as mesmas
características do óleo já presente no
sistema. Não retirar o filtro presente sob
a tampa durante o abastecimento.
Usar somente óleo TUTELA GI/A.
Se o nível do líquido no reservatório
estiver inferior ao nível prescrito, adi-
cionar o óleo TUTELA GI/A, operando
da seguinte forma:
- ligar o motor, deixá-lo em marcha
lenta e aguardar até que o nível de líqui-
do no reservatório esteja estabilizado;
- com o motor ligado, girar completa-
mente o volante para a esquerda e para
a direita;
- encher somente até a marca de re-
ferência MAX do reservatório.
ADVERTÊNCIA: para esta opera-
ção é aconselhável dirigir-se à Rede
Assistencial Fiat.
Evitar que o líquido para
a direção hidráulica entre
em contato com a partes
quentes do motor.
Não forçar o volante
totalmente girado em fim
de curso. Isto provoca o
aumento desnecessário da pressão
do sistema.
Verificar periodicamente o estado e a
tensão da correia da bomba da direção
hidráulica.
B
fig. 9
F
0
M
0
4
5
8
M
-
B
R
C
fig. 10
F
0
M
0
4
5
9
M
-
B
R
D-13
D
RESERVATÓRIO DE GASOLINA
PARA PARTIDA A FRIO D-fig. 11
(para veículos equipados com motor
flex)
O abastecimento deve ser efetua-
do com cautela, evitando derrama-
mento de gasolina. Caso isto ocorra,
fechar o reservatório com a tampa
e jogar água, a fim de remover o
excesso de combustível.
A baixa frequência de
utilização de 100% de
álcool como combustível
pode provocar o envelhecimento da
gasolina presente no reservatório
de partida a frio pela falta de con-
sumo. Para minimizar este evento,
é recomendável o abastecimento
do reservatório de partida a frio
preferencialmente com gasolina de
alta octanagem - Ron 95 ou Aki 91,
por exemplo, a gasolina Podium da
Petrobras e a V-Power Racing da
Shell, entre outras com as mesmas
características. Consulte o posto de
abastecimento de combustível de
sua preferência, das opções dispo-
níveis. Na ausência destas, utilizar
gasolina aditivada, que mantém as
suas propriedades por período mais
extenso do que a gasolina tipo C
comum.
Anti-knock index (Aki) é bem similar
à denominação Ron. Aki 91 correspon-
de a aproximadamente Ron 95.
Substituir o combustível do reser-
vatório de partida a frio a cada 3
meses se este não for consumido.
Para substituição do combustível,
dirigir-se à Rede Assistencial Fiat.
O reservatório de partida a frio deve
ser abastecido sempre que a luz-espia
z no painel acusar nível insuficiente de
gasolina.
O abastecimento deve ser efetuado
com o motor desligado.
LÍQUIDO DOS FREIOS - E-fig. 12
Periodicamente, controlar o funcio-
namento da luz-espia situada no quadro
de instrumentos.
Se precisar adicionar líquido, utilizar
somente os classificados DOT 4. Em
particular, aconselha-se o uso de TU-
TELA TOP 4/S, com o qual foi efetuado
o primeiro enchimento.
O nível do líquido no reservatório não
deve ultrapassar a referência MAX.
D
fig. 11
F
0
M
0
4
6
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M
-
B
R
E
fig. 12
F
0
M
0
4
6
1
M
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B
R
D-14
Evitar que o líquido dos
freios, altamente corrosivo,
entre em contato com as
partes pintadas. Se isso acontecer,
lavar imediatamente com água.
ADVERTÊNCIA: o líquido dos
freios é higroscópico (isto é, absor-
ve a umidade). Por isto, se o veí-
culo for usado predominantemente
em regiões com alta porcentagem
de umidade atmosférica, o líquido
deve ser substituído com mais fre-
quência do que indicado no Plano
de Manutenção Programada.
Importante: para evitar inconve-
nientes de frenagem, substitua o
líquido dos freios a cada dois anos,
independentemente da quilometra-
gem percorrida.
O símbolo U, presente no reci-
piente, identifica os líquidos de freios
de tipo sintético, distinguindo-os dos
de tipo mineral. Usar líquidos de tipo
mineral danifica irremediavelmente
as juntas especiais de borracha do
sistema de frenagem.
FILTRO DE AR
SUBSTITUIÇÃO - fig. 13, 14, 15 e 16
O filtro de ar da versão 1.4 Fire 8V está
localizado sob a tampa do motor, para
substituí-lo, retirar a tampa B-fig. 13 e
soltar os parafusos da caixa A-fig. 13.
Para a versão 1.4 16V Turbo gasolina,
soltar os parafusos A-fig .14 e retirar
a tampa B, tomando cuidado para não
danificar o tubo de borracha que está
conectado à mesma.
Para a versão 1.6 e 1.8 16V, soltar os
parafusos A-fig. 15 e retirar a tampa B.
B
A
A
A
A
fig. 14
F
0
M
0
5
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7
M
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B
R
B
A
A
A
A
A
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fig. 13
F
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B
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B
A
A
A
A
A A
fig. 15
F
0
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0
4
8
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M
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B
R
D-15
D
Remover o elemento filtrante C-fig.
16 para motores 1.4 ou D-fig. 16 para
motores 1.6 e 1.8.
O filtro de ar deverá ser inspeciona-
do periodicamente e, caso se encontre
muito sujo, deverá ser substituído antes
do prazo especificado no Plano de Ma-
nutenção Programada.
Um filtro de ar muito
sujo contribui para aumen-
tar o consumo de combustí-
vel do veículo.
FILTRO ANTIPÓLEN E CARVÃO
ATIVADO
Em algumas versões, o sistema de
ventilação ou de ar-condicionado pode
possuir um filtro específico destinado a
eliminar os odores resultantes da poeira
e fungos, além de absorver as partículas
de pólen que normalmente poderiam
entrar no habitáculo, junto com o fluxo
de ar coletado externamente.
Este filtro, se estiver sujo, pode ser
responsável direto por uma eventual
diminuição da eficiência do sistema de
ventilação ou do ar-condicionado, ra-
zão pela qual recomenda-se sua inspe-
ção periódica e eventual substituição.
Se o veículo for utilizado predomi-
nantemente em localidades com alta
concentração de poeira, poluição at-
mosférica ou regiões litorâneas, deve-
-se substituir com maior frequência o
elemento filtrante.
Recomendamos que tanto o trabalho
de inspeção quanto o de substituição
do elemento filtrante seja realizado na
Rede Assistencial Fiat.
BATERIA
As baterias dos veículos Fiat são do
tipo “Sem Manutenção”, que, em con-
dições normais de uso, não exigem en-
chimentos com água destilada.
Para a recarga da bateria, ver o capí-
tulo “EM EMERGÊNCIA”.
O líquido contido na bate-
ria é venenoso e corrosivo.
Evitar o contato com a pele
e com os olhos. Não aproximar-se
da bateria com chamas ou possíveis
fontes de faíscas, pois há perigo de
explosão e de incêndio.
P
b
fig. 17
4
E
N
0
7
1
6
B
R
C D
fig. 16
H
0
4
3
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B
R
D-16
As baterias contêm subs-
tâncias muito perigosas
para o meio ambiente. Para
a substituição da bateria, aconse-
lhamos dirigir-se à Rede Assistencial
Fiat, que está preparada para a
eliminação da mesma respeitando a
natureza e as disposições legais.
Uma montagem incorre-
ta de acessórios elétricos
e eletrônicos pode causar
graves danos ao veículo.
Não retirar a capa térmi-
ca de proteção da bateria.
CONSELHOS ÚTEIS PARA
PROLONGAR A DURAÇÃO DA
BATERIA
Ao estacionar o veículo, certificar-se
que as portas e o capô estejam bem fe-
chados. As luzes internas devem estar
apagadas.
Com motor desligado, não manter dis-
positivos ligados por muito tempo (por
ex. rádio, luzes de emergência, etc.).
ADVERTÊNCIA: a bateria mantida
por muito tempo com carga abaixo
de 50% é danificada por sulfatação,
reduzindo-se a sua capacidade e o
desempenho na partida.
Em caso de parada prolongada, ver
“Inatividade prolongada do veículo”,
no capítulo “Uso correto do veículo”.
Se, após a compra do veículo, você
desejar montar acessórios (alarme ele-
trônico, etc.), dirija-se à Rede Assisten-
cial Fiat que irá sugerir-lhe os dispositi-
vos mais adequados e, principalmente,
recomendar-lhe a utilização de uma
bateria com capacidade maior.
ADVERTÊNCIA: tendo
que instalar no veículo sis-
temas adicionais (alarme,
som, etc.), frisamos o perigo que
representam derivações inadequa-
das em conexões dos chicotes elé-
tricos, principalmente se ligados aos
dispositivos de segurança.
A retirada da capa térmica insta-
lada na bateria de algumas versões,
acarreta a redução da vida útil e con-
sequentemente perda da garantia.
CENTRAIS
ELETRÔNICAS
Usando normalmente o veículo, não
é preciso ter precauções especiais.
Em caso de intervenções no sistema
elétrico é necessário, porém, seguir cui-
dadosamente as instruções seguintes:
- Nunca desligue a bateria do sistema
elétrico com o motor em movimento.
- Desligue a bateria do sistema elétri-
co em caso de recarga.
- Em caso de emergência, nunca efe-
tue a partida com um carregador de ba-
teria, mas utilizar uma bateria auxiliar
(ver “Partida com bateria auxiliar” no
capítulo “Em emergência”).
- Tome um cuidado especial com li-
gação entre bateria e sistema elétrico,
verificando tanto a exata polaridade,
como a eficiência da própria ligação.
Quando a bateria é religada, a central
do sistema de injeção/ignição deve rea-
daptar os próprios parâmetros internos;
portanto, nos primeiros quilômetros
de uso, o veículo pode apresentar um
comportamento levemente diferente do
anterior.
D-17
D
- Não ligue ou desligue os terminais
das centrais eletrônicas quando a chave
de ignição estiver na posição MAR.
- Não verifique polaridades elétricas
com faíscas.
- Desligue as centrais eletrônicas no
caso de soldas elétricas na carroceria.
Removê-las em caso de temperaturas
acima de 80°C (trabalhos especiais na
carroceria, etc.).
ADVERTÊNCIA: a instalação de
acessórios eletrônicos (rádio, alar-
me etc.) com exceção dos originais
de fábrica, não deve em hipótese
alguma, alterar os chicotes elétricos
dos sistemas de injeção e ignição.
Modificações ou consertos no sis-
tema elétrico, efetuados de maneira
incorreta e sem ter em considera-
ção as características técnicas do
sistema, podem causar anomalias
de funcionamento com risco de
incêndio.
SUBSTITUIÇÃO DE
FUSÍVEIS
NOTA: em caso de queima de
fusíveis, procure a Rede Assistencial
Fiat para uma inspeção no sistema
elétrico do veículo.
Os fusíveis do Fiat Punto 1.4 Flex e
1.4 Turbo gasolina estão colocados em
duas centrais localizadas, respectiva-
mente, debaixo do quadro de instru-
mentos, à esquerda do volante A-fig.
18 e no vão motor, ao lado da bateria
B-fig. 19.
Os fusíveis do Fiat Punto 1.6 e 1.8
estão colocados em três centrais loca-
lizadas, respectivamente, debaixo do
painel de instrumentos, à esquerda do
volante A-fig. 18; no vão motor, ao la-
do da bateria B-fig. 19 e sobre o polo
positivo da bateria C-fig. 20.
Para a central do painel de instru-
mentos A-fig. 18 e a central ao lado
da bateria B-fig. 19, os números que
identificam o elemento elétrico princi-
pal correspondente a cada fusível estão
indicados no lado interno da tampa.
fig. 18
F
0
M
0
5
0
3
M
-
B
R
B
fig. 19
H
0
4
2
0
B
R
C
fig. 20
H
0
4
2
1
B
R
D-18
Para a identificação do fusível de
proteção, consultar a tabela seguinte,
fazendo referência às ilustrações se-
guintes fig. 21, fig. 22 e fig. 23.
Central do painel de instrumentos
fig. 21.
Central ao lado da bateria fig. 22. Central no polo positivo da bateria
fig. 23 (Punto 1.6 e 1.8).
A A A
A
A
A
A
A A
A A A
A A
A A A
A A
A A
A A
fig. 21
F
0
M
0
3
9
5
M
-
B
R
F03 F01 F02 F06 F07 F04 F05 F08
2
0

A
F18
10 A
F23

F21
15 A
F17
10 A
F22
15 A
F11
10 A


F20

F14
F19
7,5 A
7,5 A
F15
7,5 A
F10
15 A
F24

F30

F16
7,5 A
15 A
F09

7
0

A
4
0

A
4
0

A
3
0

A
10 A
2
0

A
4
0

A
3
0

A
20 A
15 A
fig. 22
F
0
M
0
3
9
6
M
-
B
R
F
3

F
2

F
1

fig. 23
F
0
M
0
5
0
4
M
-
B
R
D-19
D
Fusível Corrente (A) Figura Circuito de proteção (utilizadores)
F01 70 22 Central do painel
F01 30 23 Câmbio Dualogic
F02 40 22 Central do painel
F02 125 23 Alternador
F03 CAL 1 23 Motor de partida
F03 20 22 Comutador de ignição
F04 30 22 Eletroválvula central
F05 40 22 Eletrobomba
F06 20 22 1ª velocidade do ventilador do radiador
F07 40 22 2ª velocidade do ventilador do radiador
F08 30 22 Eletroventilador do ar-condicionado
F09 - - -
F10 15 22 Buzina
F11 10 22 Sonda lambda, eletroválvula de regulação de pressão canister
F12 7,5 21 Farol baixo direito
F13 7,5 21 Farol baixo esquerdo
F14 7,5 22 Farol alto direito
F15 7,5 22 Farol alto esquerdo
F16 7,5 22 Central de controle do motor, relé do sistema de controle do motor
F17 10 22 Central de controle do motor, relé da bobina, sonda lambda
F18 10 22 Central de controle do motor
F19 7,5 22 Compressor do ar-condicionado
F20 15 22 Bomba combustível
F21 15 22 Partida a frio
F22 15 22 Central de controle do motor, injetores
F23 20 22 Limpador de para-brisa
F24 10 22 +15/54 Comando da luz de neblina
D-20
Fusível Corrente (A) Figura Circuito de proteção (utilizadores)
F30 15 22 Farol de neblina
F31 7,5 21 Alimentação interna, bobina, central do vão motor
F32 15 21 Subwoofer
F33 20 21 Levantador elétrico do vidro traseiro esquerdo
F34 20 21 Levantador elétrico do vidro traseiro direito
F35 7,5 21 Luz de ré
F36 7,5 21 Central levantadores dos vidros
F37 7,5 21 Quadro de instrumentos
F38 20 19 Trava elétrica
F39 10 21 Predisposição para alarme, Blue&Me
TM
F40 30 21 Vidro traseiro térmico
F41 - - -
F42 7,5 21 Central ABS
F43 20 21 Limpador do para-brisa e bomba direcional
F44 15 21 Tomada de corrente e acendedor de cigarros
F45 10 21 Fechamento do porta-malas
F46 20 21 Teto solar
F47 20 21 Levantador elétrico do vidro dianteiro esquerdo
F48 20 21 Levantador elétrico do vidro dianteiro direito
F49 7,5 21
Serviço +15, alimentação interna para autorrádio, espelho elétrico, iluminação do
comando do espelho elétrico, sensor de chuva, predisposição para alarme
F50 7,5 21 Airbag
F51 7,5 21
Alimentação, iluminação dos comandos do ar-condicionado, iluminação do autor-
rádio, sensor de estacionamento, teto solar
F52 15 21 Limpador traseiro, regulagem elétrica dos bancos, central dos levantadores dos vidros
F53 7,5 21 Luzes de direção, luzes de emergência, quadro de instrumentos
Não repare fusíveis nem use fusíveis inadequados ou com capacidade diferente do especificado neste
manual, evitando-se assim danos ao sistema elétrico do veículo com riscos de incêndio.
D-21
D
VELAS
A limpeza e a integridade das velas
fig. 24 são decisivas para a eficiência
do motor e para a contenção das emis-
sões poluentes.
O aspecto da vela, se examinado por
um especialista, é um válido indício pa-
ra localizar um defeito, mesmo se não
for ligado ao sistema de ignição. As-
sim, se o motor tiver algum problema,
é importante verificar as velas na Rede
Assistencial Fiat.
As velas devem ser subs-
tituídas dentro dos pra-
zos previstos pelo Plano
de Manutenção Programada. Use
somente velas do tipo recomen-
dado; se o grau térmico for inade-
quado, ou se não for garantida a
duração prevista, podem acontecer
inconvenientes.
MOTOR Velas (tipo)
Attractive
1.4 8V Flex
NGK BKR6E
Tjet
1.4 16V Gasolina
NGK IKR9F8
Essence
1.6 16V Flex
NGK BKR7E
Essence
1.8 16V Flex
NGK BKR7E
Sporting
1.8 16V Flex
NGK BKR7E
RODAS E PNEUS
INFORMAÇÕES GERAIS - PNEUS
NOVOS
Os pneus e as rodas especificados pe-
la Fiat são rigorosamente ajustados ao
respectivo modelo/versão do veículo,
contribuindo fundamentalmente para
a estabilidade do veículo e a segurança
dos seus ocupantes.
Recomendamos utili-
zar exclusivamente pneus
e rodas homologados pela
Fiat para o modelo/versão do seu
veículo, ou seja, pneus radiais do
mesmo tipo de construção, fabri-
cante, dimensões e com o mesmo
desenho, evitando, assim, riscos.
Utilizar calotas genuínas Fiat.
fig. 24
4
E
N
0
1
6
9
B
R
D-22
Os veículos Fiat usam pneus Tube-
less, sem câmara de ar. Nunca usar câ-
maras de ar com estes pneus.
Efetuar a revisão e manutenção dos
pneus e das rodas na Rede Assistencial
Fiat, que dispõe de ferramentas espe-
cíficas e das peças necessárias e provi-
dencias quanto a eliminação dos pneus
velhos como resíduos.
Evitar a substituição individual dos
pneus. Se possível, substituir pelo me-
nos os pneus do mesmo eixo, ou se-
ja, os pneus dianteiros e traseiros, aos
pares.
Devido às características diferentes
de construção e à estrutura do pneu,
podem ocorrer diferenças na profundi-
dade do perfil de pneus novos, de acor-
do com a versão e o fabricante
A posição de montagem dos pneus
está indicada nas laterais pelas palavras
“inside” (parte interna) e “outside”
(parte externa). Em alguns pneus a po-
sição de montagem pode ser identifica-
da por uma seta. É importante que seja
sempre mantido o sentido de rodagem
indicado, assegurando-se desse modo,
um melhor aproveitamento das carac-
terísticas relacionadas com aquaplana-
gem, aderência, ruídos e desgaste.
Atenção!
Pneus novos apresentam melhor
aderência após percorrerem pelo me-
nos 150 km.
Não circule com pneus
em mau estado (ex.: bolhas,
furos, desgaste acentuado).
Nestas condições, poderá provocar
seu estouro, acidentes e lesões.
O pneu envelhece mesmo se pouco
usado. Rachaduras na borracha da ban-
da de rodagem e nas laterais são sinais
de envelhecimento. Pneus montados
há mais de 5 anos necessitam passar
por uma avaliação técnica. Atente-se
para controlar também a roda sobres-
salente.
Em caso de substituição, montar sem-
pre pneus novos, optando por pneus
homologados FIAT.
Leitura correta dos pneus - fig. 25
Para uma escolha certa é importante
saber identificar as características e
dimensões do pneu corretamente. Os
pneus radiais, por exemplo, apresen-
tam a seguinte inscrição nos flancos:
Exemplo: 195/60R15 88H
195 - Largura nominal do pneu em mm
(S)
60 - Relação altura/largura em %
(H/S)
R - Tipo de construção - código de
radial
15 - Diâmetro da roda em polegadas
(∅)
88 - Índice de capacidade de carga
H - Índice de velocidade máxima
fig. 25
N
U
1
5
7
D-23
D
Os pneus podem ter também infor-
mações do sentido de marcha e refe-
rência de pneus com versão reforçada
(Reinforced). A data de fabricação tam-
bém está indicada no flanco do pneu.
Por exemplo: DOT... 4509 - significa
que o pneu foi produzido na 45ª sema-
na do ano de 2009.
PRESSÃO DOS PNEUS
Controlar quinzenalmente, e antes
de viagens longas, a pressão de cada
pneu, inclusive da roda sobressalente.
Respeite sempre os valores de pressão
dos pneus, descritos no capítulo E ou
na contracapa.
A pressão dos pneus indi-
cada é valida somente para
os “pneus frios”. Deve-se
calibrá-los somente dessa maneira,
sobretudo antes de longas viagens.
Usando o veículo por um longo perí-
odo, é normal que a pressão aumente.
O ar nos pneus dilata-se quando aque-
ce através do atrito interno, fazendo
com que a pressão seja mais alta nos
pneus quentes do que nos frios.
Um pneu com pressão
abaixo do especificado se
aquece excessivamente
quando em utilização continuada,
isso poderá provocar danos aos
pneus ou até mesmo o seu estou-
ro. Mantenha sempre os valores
de pressão indicados neste manual.
Uma pressão errada provoca um
desgaste anormal dos pneus fig. 26.
Uma pressão errada pro-
voca um desgaste anormal
dos pneus fig. 26.
A - Pressão normal: banda de roda-
gem gasta de maneira uniforme.
B - Pressão insuficiente: banda de
rodagem gasta principalmente nas bor-
das.
C - Pressão excessiva: banda de roda-
gem gasta principalmente no centro.
Lembre-se que a aderên-
cia do veículo na estrada
depende também da corre-
ta pressão dos pneus.
Em alta velocidade e em
piso úmido, o pneu com des-
gaste acentuado pode perder
o contato com o solo fazendo com
que o veículo perca sua dirigibilidade
e controle.
A B C
fig. 26
4
E
N
0
1
7
0
B
R
D-24
Para calibrar o pneu
- Consultar os valores da pressão dos
pneus na contracapa ou no capítulo E.
- Retirar a tampa da válvula e conec-
tar a mangueira de controle da pressão
diretamente na válvula.
- Ajustar a pressão dos pneus à res-
pectiva carga. (Ver tabela de pressão de
pneus com carga média e carga com-
pleta no capítulo E e na contracapa des-
te manual).
- Verificar também a pressão do pneu
sobressalente. Calibrar com a pressão
mais alta prevista, de modo que tenha
pressão suficiente para substituir qual-
quer roda no veículo.
A não observação das
recomendações constantes
do presente manual reduz
substancialmente a durabilidade
dos pneus e influi negativamente no
comportamento do veículo.
A falta de tampas de válvulas ou a
utilização de tampas inadequadas pode
dar origem a vazamentos de ar. Para
evitá-los, mantenha sempre todas as
tampas devidamente apertadas. Se subs-
tituir um pneu, recomendamos trocar a
válvula de enchimento também.
PARA EVITAR DANOS:
- Evitar o contato do pneu com óleo,
graxa ou combustível.
- Remover os corpos estranhos (pre-
gos, parafusos, etc.) que tenham pene-
trado no pneu.
ADVERTÊNCIAS: evitar freadas
repentinas, arrancadas violentas,
choques contra calçadas, buracos
e obstáculos de qualquer espécie,
dimensão e profundidade. O uso
prolongado em estradas mal conser-
vadas danifica os pneus.
- Verificar, periodicamente, se os
pneus não têm cortes laterais, fissuras e
bolhas, aumento de volume ou desgaste
irregular das bandas de rodagem. Nes-
se caso, dirigir-se à Rede Assistencial
Fiat.
- Não viajar com sobrecarga, pois po-
de causar sérios danos às rodas e aos
pneus (Ver carga máxima admitida no
capítulo E - Pesos).
- Se furar um pneu, agir com respeito
à sinalização de trânsito e parar o veí-
culo no acostamento para providenciar
a troca. A substituição imediata evita
danos no próprio pneu, na roda, na sus-
pensão e no mecanismo da direção.
DURABILIDADE DOS PNEUS
Para verificar o desgaste do pneu, ve-
rificar os indicadores de desgaste loca-
lizados no fundo da banda de rodagem
transversalmente em relação ao sentido
de rodagem. Os indicadores estão dis-
postos em 6 ou 8 locais (conforme a
marca), à distâncias iguais e são sina-
lizados por marcas/símbolos ou siglas
(“TWI”) nos flancos dos pneus fig. 27.
É importante obedecer ao limite de
segurança no desgaste natural do pneu
em sua banda de rodagem, que não
deve ter menos de 1,6 mm de profun-
didade nos sulcos. Quando a altura for
de 1,6 mm, os pneus devem ser subs-
tituídos.
T
W
I
fig. 27
N
U
1
6
9
D-25
D
A durabilidade do pneu tem relação
com estilo de direção de cada condu-
tor. Curvas feitas em alta velocidade,
acelerações bruscas, freadas e arran-
cadas violentas aumentam o desgaste
dos pneus.
A sobrecarga é também um dos fato-
res que pode reduzir consideravelmen-
te a durabilidade dos pneus. O excesso
de peso compromete a durabilidade
dos componentes e aumenta o risco
de danos ou de alterações estruturais
importantes no veículo.
PARAFUSOS DAS RODAS
Os parafusos das rodas devem estar
limpos e girando facilmente.
Utilizar exclusivamente
os parafusos que pertencem
ao respectivo veículo.
Em nenhuma circunstân-
cia os parafusos devem ser
lubrificados.
RODÍZIO DE RODAS - fig. 28
Para permitir um desgaste uniforme
entre os pneus dianteiros e os traseiros,
aconselha-se efetuar o rodízio dos pneus
a cada 10 mil quilômetros, mantendo-
os do mesmo lado do veículo para não
inverter o sentido de rotação.
Deste modo, os pneus terão aproxi-
madamente a mesma duração.
Recomenda-se, após o rodízio, ve-
rificar o balanceamento das rodas e o
alinhamento da direção.
Não efetuar rodízio cru-
zado dos pneus, deslocan-
do-os do lado direito do
veículo para o esquerdo e vice-
-versa.
BALANCEAMENTO DAS RODAS
As rodas do veículo foram previamen-
te balanceadas por ocasião da monta-
gem, no entanto, a rodagem poderá
provocar o seu desbalanceamento.
Um dos sinais de que a roda está
desbalanceada é quando se percebe
vibrações na direção. O desbalancea-
mento provoca desgaste da direção, da
suspensão e dos pneus.
Após a montagem de um pneu novo
ou em caso de forte impacto no pneu
é necessário balancear a respectiva ro-
da.
fig. 28
N
U
1
5
8
D-26
ALINHAMENTO DA DIREÇÃO
O veículo deve estar com as espe-
cificações geométricas da suspensão
em conformidade com o fabricante,
pois assim não estará sujeito a sofrer
desequilíbrio das forças que atuam no
veículo quando em sentido de marcha,
e consequente desgaste prematuro dos
componentes da suspensão e pneus.
Em caso de desgaste anormal dos
pneus, procure a Rede Assistencial Fiat
para o alinhamento da direção.
O Alinhamento de dire-
ção e o balanceamento dos
pneus não são cobertos pela
Garantia do veículo, assim como os
eventuais inconvenientes decorren-
tes do fato de o veículo trafegar fora
das especificações fornecidas pela
Fiat no que se refere a esses itens.
MEIO AMBIENTE
Uma pressão insuficiente dos pneus
aumentará o consumo de combustível,
poluindo o meio ambiente.
A borracha não se
decompõe com o passar do
tempo, razão pela qual os
pneus usados, quando forem subs-
tituídos, não devem ser descartados
em lixeiras comuns. É aconselhável
deixá-los no estabelecimento que
fez a troca para que este, segundo
legislação específica, se encarregue
de reciclá-los.
TUBULAÇÕES DE
BORRACHA
Em relação às tubulações flexíveis de
borracha do sistema de freios, da dire-
ção hidráulica e de alimentação, seguir
rigorosamente o Plano de Manutenção
Programada. Efetivamente, o ozônio, as
altas temperaturas e a falta prolongada
de líquido no sistema podem causar o
endurecimento e a rachadura das tubu-
lações, com possíveis vazamentos de lí-
quidos. Assim, é necessário um controle
cuidadoso.
D-27
D
LIMPADORES DO
PARA-BRISA E DO
VIDRO TRASEIRO
PALHETAS
Limpar, periodicamente, a parte de
borracha usando produtos adequados.
Substituir as palhetas se o limpador de
borracha estiver deformado ou gasto.
Em todo caso, aconselha-se substituí-
-las uma vez por ano.
Viajar com as palhetas
do limpador do para-brisa
desgastadas representa um
grave risco, pois reduz a visibilidade
em caso de más condições atmos-
féricas.
- Não ligar os limpadores do para-bri-
sa e do vidro traseiro sobre o vidro seco.
Somente devem ser utilizados estando
o vidro molhado e livre de impurezas,
tais como: terra, barro, areia etc, sob
pena de se danificarem a borracha e o
próprio vidro.
Substituição das palhetas do limpador
do para-brisa - fig. 29
1) Levantar o braço A do limpador
do para-brisa e posicionar a palheta de
maneira que forme um ângulo de 90
graus com o próprio braço;
2) Tirar a palheta B empurrando-a
para baixo e desengatando-a do braço
A; (A palheta deve ser afastada após o
destravamento, para ser retirada do bra-
ço).
3) Montar a palheta nova introdu-
zindo-a na respectiva sede do braço e
certificando-se de que fique bem colo-
cada.
Substituição da palheta do limpador
do vidro traseiro - fig. 30
1) Levantar a capa protetora A-fig.
30.
2) Desparafusar a palheta e substi-
tuí-la B-fig. 30.
ESGUICHOS
Se o jato não sair, antes de tudo,
verificar se há líquido no reservatório;
ver “Verificação dos níveis” neste ca-
pítulo.
Depois, usando um alfinete, verificar
se os furos de saída não estão entupidos
A-fig. 31.
fig. 29
F
0
M
3
1
4
M
-
B
R
fig. 31
F
0
M
0
1
6
3
M
fig. 30
F
0
M
0
1
6
2
M
D-28
Os jatos do lavador do vidro traseiro
podem se orientados regulando a di-
reção dos esguichos. Girar o cilindro
dos esguichos com uma chave de fenda
introduzida na sede fig. 32 de maneira
que os mesmos sejam apontados para
o ponto mais alto alcançado pelo mo-
vimento das palhetas.
AR-CONDICIONADO
A utilização constante do ar-condi-
cionado pode resultar, com o tempo,
na formação de mau cheiro devido ao
acúmulo de poeira e umidade no sis-
tema de ar-condicionado, facilitando a
proliferação de fungos e bactérias.
Para minimizar o problema de mau
cheiro, é recomendado, semanalmen-
te, desligar o ar-condicionado e ligar o
aquecedor, no máximo, cerca de 5 a
10 minutos antes de estacionar o veí-
culo, para que a umidade do sistema
seja eliminada.
O filtro antipólen, existente no siste-
ma, deve ser substituído com maior fre-
quência se o veículo transitar constante-
mente em estradas de muita poeira ou
ficar estacionado debaixo de árvores.
Durante o inverno, o sistema de ar-
-condicionado deve ser colocado em
funcionamento pelo menos uma vez
por mês e por cerca de 10 minutos.
Antes do verão, verificar a eficiência
do sistema na Rede Assistencial Fiat.
O sistema utiliza fluido
refrigerante R134a que, em
caso de vazamentos aciden-
tais, não danifica o meio ambiente.
Evitar completamente o uso de flui-
do R12 que, além de ser incompa-
tível com os componentes do sis-
tema, contém clorofluorcarbonetos
(CFC).
O sistema de ar-condi-
cionado do Punto 1.4 16V
Turbo gasolina é dotado de
compressor sem embreagem eletro-
magnética e depende do gás para
seu pleno funcionamento. Portanto,
havendo perda ou diminuição súbi-
ta da eficiência do sistema de ar-
-condicionado, desligá-lo e procu-
rar a Rede Assistencial Fiat.
fig. 32
F
0
M
0
1
6
4
M
D-29
D
CARROCERIA
PROTEÇÃO CONTRA OS AGENTES
ATMOSFÉRICOS
As principais causas de fenômenos
de corrosão são:
- poluição atmosférica;
- salinidade e umidade da atmosfera
(regiões litorâneas ou com clima quente
e úmido);
- variações climáticas das estações.
Não se deve subestimar também a
ação abrasiva da poeira atmosférica e
da areia levadas pelo vento, do barro e
do cascalho atirados pelos outros ve-
ículos.
A Fiat adotou em seus veículos as
melhores soluções tecnológicas para
proteger, com eficácia, a carroceria
contra a corrosão.
Aqui estão as principais:
- produtos e sistemas de pintura que
dão ao veículo uma maior resistência
contra corrosão e abrasão;
- uso de chapas zincadas (ou pré-tra-
tadas), dotadas de alta resistência contra
a corrosão;
- aspersão de polímeros com função
protetora, nos pontos mais expostos: so-
leira das portas, parte interna dos para-
lamas, bordas etc;
CONSELHOS PARA A BOA
CONSERVAÇÃO DA CARROCERIA
Pintura
A pintura não tem só função estética,
mas também de proteção das chapas.
Em caso de abrasões ou riscos pro-
fundos, aconselha-se a fazer os devidos
retoques imediatamente, para evitar for-
mações de ferrugem.
Para os retoques na pintura, utilizar
somente produtos originais (ver o capí-
tulo “Características técnicas”).
A manutenção normal da pintura
consiste na lavagem, cuja frequência
depende das condições do ambiente
de uso. Por exemplo, nas zonas com
alta poluição atmosférica, alta salidade
ou em estradas rurais, onde é comum
haver estrume de animal, orientamos
lavar o veículo com mais frequência.
Os detergentes poluem as
águas. Por isso, a lavagem
do veículo deve ser efetu-
ada usando produtos biodegradá-
veis, que se decompõem no meio
ambiente.
Ao lavar o veículo, utilize
o mínimo de água possível.
Se for utilizar mangueira,
certifique-se de que a mesma não
apresente vazamentos que favore-
çam o desperdício de água potável.
Para uma lavagem correta:
1) molhar a carroceria com um jato
d’água com baixa pressão;
2) passar na carroceria uma esponja
com shampoo neutro automotivo, enxa-
guando a mesma com frequência.
3) enxaguar bem com água e enxu-
gar com jato de ar, uma camurça ou
pano macio.
Ao enxugar, prestar atenção nas
partes menos visíveis, como o vão das
portas, capô e contorno dos faróis, nos
quais a água pode empoçar-se com
mais facilidade.
Aconselha-se não guardar logo o ve-
ículo em ambiente fechado, mas deixá-
-lo ao ar livre para favorecer a evapo-
ração da água.
Não lavar o veículo depois de ter fi-
cado parado sob o sol ou com o capô
do motor quente; o brilho da pintura
pode ser alterado.
As partes de plástico externas devem
ser limpas com o mesmo procedimen-
to seguido para a lavagem normal do
veículo.
Ao lavar o veículo em
equipamento de lavagem
automática com escovas
rotativas, recomenda-se retirar a
haste da antena no teto para evitar
que ela seja danificada. Para retirá-
-la, girá-la no sentido anti-horário
até se soltar completamente. Após
lavar e secar o veículo, recolocar a
haste da antena em sua sede.
Evitar estacionar o veículo debaixo
de árvores; a resina que muitas espécies
deixam cair dão um aspecto opaco à
pintura e aumentam a possibilidade de
corrosão.
ADVERTÊNCIA: os excrementos
de pássaros devem ser lavados ime-
diatamente e com cuidado, pois sua
acidez é bastante agressiva.
Para proteger melhor a pintura, acon-
selhamos encerar periodicamente, a ce-
ra deixa uma camada protetora sobre
a mesma.
Vidros
Para a limpeza dos vidros, usar deter-
gentes específicos. Usar panos bem lim-
pos para não riscar os vidros ou alterar
a transparência dos mesmos.
ADVERTÊNCIA: para não prejudi-
car as resistências elétricas presen-
tes na superfície interna do vidro
traseiro, esfregar delicadamente
seguindo o sentido das próprias
resistências.
Evite aplicar decalques ou outros
adesivos nos vidros, visto que os mes-
mos podem desviar a atenção e reduzir
o campo de visão.
Vão do motor
A lavagem do compartimento do
motor é um procedimento que deve ser
evitado. Porém, quando isto se tornar
necessário, observar as recomendações
a seguir:
ADVERTÊNCIA: ao lavar o motor,
tome os seguintes cuidados:
- não o lave quando estiver ainda
quente;
- não utilize substâncias cáusticas,
produtos ácidos ou derivados de
petróleo;
- evite jatos d’água diretamente
sobre os componentes eletroeletrô-
nicos e seus chicotes;
D-31
D
- proteja com plásticos o alter-
nador, a central da ignição/injeção
eletrônica, a bateria, a bobina e, se
existente, a central do sistema ABS;
- proteja também com plástico o
reservatório do fluido de freio, para
evitar a sua contaminação.
Após a lavagem, não pulverize
nenhum tipo de fluido (óleo die-
sel, querosene, óleo de mamona
etc.) sobre o motor e componentes,
sob pena de danificá-los, causando,
inclusive, a retenção de poeira.
ADVERTÊNCIA: a lavagem deve
ser efetuada com motor frio e chave
de ignição em STOP. Depois da
lavagem, verificar se as diversas
proteções (ex.: tampas de borra-
cha e outras proteções) não foram
removidas ou danificadas.
Eletroventilador do radiador
A utilização do veículo em vias la-
macentas pode ocasionar o acúmulo de
barro no eletroventilador, provocando
vibrações e ruídos anormais e, em si-
tuações extremas, o travamento do sis-
tema. A inspeção e limpeza do eletro-
ventilador do radiador é uma operação
necessária em veículos que trafegam
em tais condições.
A limpeza do eletroven-
tilador do radiador deve
ser feita respeitando as dis-
posições estabelecidas no tópico
“Vão do motor”. Particularmente, o
emprego inadequado de jatos d’água
pode ocasionar danos nas colmeias
do radiador e no motor elétrico do
eletroventilador.
Pneus
Após uma lavagem geral do veículo
aconselha-se esfregar uma escova de
cerdas macias com uma solução de
água e shampoo neutro.
INTERIOR DO
VEÍCULO
Periodicamente, verificar se não há
água parada debaixo dos tapetes (devi-
do a sapatos molhados, guarda-chuvas
etc.) que poderiam proporcionar o sur-
gimento de focos de corrosão.
LIMPEZA DOS BANCOS E DAS
PARTES DE TECIDO
- Retirar o pó com uma escova macia
ou com um aspirador de pó.
- Esfregar os bancos com uma espon-
ja umedecida com uma mistura de água
e detergente neutro.
D-32
Limpeza dos bancos em veludo
(algumas versões)
Para limpeza do veludo, use aspira-
dor de pó, uma escova de cerdas ma-
cias e água. Não use sabão ou detergen-
tes, pois os mesmos podem manchar o
veludo.
Após aspirar deve-se proceder a lim-
peza do encosto varrendo de cima para
baixo com escova seca.
O assento deve ser varrido da parte
mais próxima do encosto para a frente
do banco. Após o uso da escova seca
deve-se repetir a operação com a esco-
va levemente umedecida.
Em seguida, deixar que seque com-
pletamente para sua utilização.
Limpeza dos bancos com revesti-
mento parcial em couro
(algumas versões)
Retirar a sujeira seca com uma flanela
úmida, sem exercer muita pressão.
Retirar as manchas de líquidos e gra-
xa com um pano macio absorvente,
sem esparramar. Em seguida passar uma
flanela umedecida em uma solução de
água e sabão neutro.
Se a mancha persistir, usar produtos
específicos, prestando atenção nas ins-
truções de uso.
Nunca usar álcool ou produtos a base
de álcool.
PARTES DE PLÁSTICO INTERNAS
Usar produtos específicos, estudados
para não alterar o aspecto dos compo-
nentes.
TAPETES E PARTES DE BORRACHA
(exceto vão do motor)
Recomenda-se usar produtos de efi-
ciência comprovada. Misturas caseiras
de álcool + glicerina produzem brilho
exagerado, além de agredir a borracha
dos pneus.
ADVERTÊNCIA: não utilizar álco-
ol ou benzina para a limpeza do
visor do quadro de instrumentos.
Não deixar frascos de
aerossol no veículo, pois
há perigo de explosão. Os
frascos de aerossol não devem ser
expostos a uma temperatura supe-
rior a 50°C. Dentro do veículo
exposto ao sol, a temperatura pode
ultrapassar em muito este valor.
E
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
Os aficionados de motores e de mecânica provavelmente
vão começar a ler o manual a partir desta parte. Efetivamente,
inicia uma seção cheia de dados, números, medidas e tabelas.
Trata-se, de uma certa forma, da carteira de identidade de
seu veículo. Um documento de apresentação que mostra, em
linguagem técnica, todas as características que fazem dele um
modelo criado para proporcionar-lhe a máxima satisfação.
DADOS PARA A IDENTIFICAÇÃO . . . . . . . . . . . . E-1
CÓDIGO DOS MOTORES
- VERSÕES DE CARROCERIA . . . . . . . . . . . . . . . . . E-2
MOTOR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-3
TRANSMISSÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-5
FREIOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-6
SUSPENSÕES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-6
DIREÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-6
ALINHAMENTO DAS RODAS . . . . . . . . . . . . . . . . E-7
RODAS E PNEUS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-8
PRESSÃO DOS PNEUS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-9
SISTEMA ELÉTRICO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-10
DESEMPENHO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-12
DIMENSÕES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-13
PESOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-14
ABASTECIMENTOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-15
CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES E
DOS LÍQUIDOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-18
E
E-1
E
DADOS PARA A
IDENTIFICAÇÃO
Estão indicados nos seguintes pontos
fig. 1 e 2.
SEÇÃO DE IDENTIFICAÇÃO DO
VEÍCULO (VIS)
A - Etiqueta sobre o para-lama dian-
teiro direito.
B - Etiqueta sobre a coluna de fixa-
ção da porta dianteira direita.
Este número sequencial está também
gravado no para-brisa, vidro traseiro e
vidros das portas.
ANO DE FABRICAÇÃO
C - Etiqueta sobre a coluna de fixa-
ção da porta dianteira direita, próxima
à etiqueta VIS.
TIPO E NÚMERO DO CHASSI
D - Gravação no assoalho à frente do
banco dianteiro direito.
TIPO E NÚMERO DO MOTOR
E - Conforme a versão, poderá estar
localizado do lado direito ou esquerdo
do bloco do motor.
A
E
E
B
C
D
fig. 1
F
0
M
0
4
7
9
M
-
B
R
E
4
E
N
1
2
5
5
B
R
*
9
B
0
0
0
0
0
0
*
9
0
0
0
0
0
1
0
0
D
4
E
N
0
2
6
8
B
R
B
C
4
E
N
0
2
6
5
B
R
A
4
E
N
0
2
6
4
B
R
fig. 2
E-2
ETIQUETA ADESIVA DE
IDENTIFICAÇÃO DA TINTA DA
CARROCERIA - fig. 3
A etiqueta adesiva está colada na par-
te lateral interna da porta direita.
Indica os seguintes dados:
A - Fabricante da tinta
B - Denominação da cor
C - Código Fiat da cor
D - Código da cor para retoques ou
nova pintura
ETIQUETA ADESIVA DE
IDENTIFICAÇÃO DO FABRICANTE
- fig. 4
A etiqueta adesiva está localizada sob
o capô do motor, na travessa frontal do
veículo.
CÓDIGO DOS
MOTORES -
VERSÕES DE
CARROCERIA
Código do
motor
Versão de
carroceria
Attractive
1.4 8V
Flex
310A2011 118.181.0
Tjet
1.4 16V
Gasolina
198A1000 118.179.0
Essence
1.6 16V
Flex
310A5011 118.12E
Essence
1.8 16V
Flex
370A0011 118.14F
Sporting
1.8 16V
Flex
370A0011 118.19F
$
%
&
'
fig. 3
4
E
N
0
1
7
7
B
R
FIAT AUTOMÓVEIS S.A.
BR 381, KM 429 - Betim - MG
C.G.C. 16.701.716/0001-56
Indústria Brasileira
fig. 4
4
E
N
0
1
6
3
E-3
E
MOTOR
DADOS GERAIS 1.4 8V Flex
1.4 16V
Gasolina
1.6 16V Flex 1.8 16V Flex
Código do tipo 310A2011 198A1000 310A5011 370A0011
Ciclo OTTO OTTO OTTO OTTO
Combustível Gasolina/álcool Gasolina Gasolina/álcool Gasolina/álcool
Número de cilindros 4 4 4 4
Número de válvulas por cilindro 2 4 4 4
Diâmetro x curso mm 72,0 x 84,0 72,0 x 84,0 77,0 x 85,8 80,5 x 85,8
Cilindrada total cm
3
1368,2 1368 1598,0 1747,0
Taxa de compressão 10,35 ± 0,15: 1 9,8 ± 0,2: 1 10,5: 1 ± 0,15 11,2: 1 ± 0,15
Potência máxima
ABNT
regime correspondente
cv
rpm
Gasolina
85,0
5750
Álcool
86,0
5750
Gasolina
152
5500
Gasolina
115,0
5500
Álcool
117,0
5500
Gasolina
130,0
5250
Álcool
132,0
5250
Torque máximo ABNT
regime correspondente
kgm
rpm
12,4
3500
12,5
3500
21,1
2250 a 4500
16,2
4500
16,8
4500
18,4
4500
18,9
4500
Regime de marcha lenta rpm 850 ± 50
A/C
desligado
750 ± 50
A/C
ligado
870 ± 30
A/C
desligado
800 ± 50
A/C
ligado
850 ± 50
A/C
desligado
800 ± 50
A/C
ligado
850 ± 50
DISTRIBUIÇÃO
Admissão: início antes do PMS -6° -02º 1,6° -4,4º
fim depois do PMI 48° 34º 31,7° 37,7º
Escapamento: início antes do PMI 40° 27º 43,7° 37,7º
fim depois do PMS 02° -02º -5,49° 0,51º
Acionamento da distribuição Correia Correia Corrente Corrente
Teor de CO em marcha lenta < 0,5% < 0,5% < 0,5% < 0,5%
E-4
ALIMENTAÇÃO/IGNIÇÃO
Modificações ou conser-
tos no sistema de alimenta-
ção, efetuados de maneira
incorreta e sem ter em conta as
características técnicas do sistema,
podem causar anomalias de funcio-
namento com riscos de incêndio.
Motor 1.4 8V FLEX
Ignição:
Eletrônica digital incorporada ao sis-
tema de injeção (Magneti Marelli).
Injeção:
Tipo: Multipoint sequencial indireta.
Filtro do ar: a seco, com elemento
filtrante de papel.
Bomba de combustível: elétrica.
Motor 1.4 16V Turbo gasolina
Injeção eletrônica multipoint sequen-
cial indireta (Bosch).
Filtro de ar: a seco, com elemento
filtrante de papel.
Bomba de combustível: elétrica.
Motor 1.6 16V FLEX
Ignição:
Eletrônica digital incorporada ao siste-
ma de injeção Magneti Marelli - 7GF.
Injeção:
Tipo: multiponto, sequencial indireta.
Filtro de ar: a seco, tipo caixa.
Bomba de combustível: elétrica.
Motor 1.8 16V FLEX
Ignição:
Eletrônica digital incorporada ao siste-
ma de injeção Magneti Marelli - 7GF.
Injeção:
Tipo: multiponto, sequencial indireta.
Filtro de ar: a seco, tipo caixa.
Bomba de combustível: elétrica.
LUBRIFICAÇÃO
Forçada, através de bomba de en-
grenagens com válvula limitadora de
pressão incorporada.
ARREFECIMENTO
Sistema de arrefecimento com radia-
dor, bomba centrífuga e reservatório de
expansão.
E-5
E
TRANSMISSÃO
EMBREAGEM
Monodisco a seco com mola a disco e comando hidráulico. Não necessita de ajustes.
CAIXA DE MUDANÇAS E DIFERENCIAL
As relações são:
Attractive
1.4 8V Flex
Tjet
1.4 16V Gasolina
Essence
1.6 16V Flex
Essence
1.8 16V Flex
Sporting
1.8 16V Flex
Em 1ª marcha 4,273 4,273 3,909 3,909 3,909
Em 2ª marcha 2,238 2,238 2,238 2,238 2,238
Em 3ª marcha 1,444 1,520 1,444 1,520 1,520
Em 4ª marcha 1,029 1,156 1,029 1,156 1,156
Em 5ª marcha 0,838 0,919 0,838 0,872 0,872
Em marcha a ré 3,909 3,909 3,909 3,909 3,909
Grupo cilíndrico de redução e grupo diferencial incorporados à caixa de velocidades.
As relações são:
Attractive
1.4 8V Flex
Tjet
1.4 16V Gasolina
Essence
1.6 16V Flex
Essence
1.8 16V Flex
Sporting
1.8 16V Flex
Relação de redução
do diferencial
4,400 3,733 4,067 3,733 3,733
Número de dentes 66/15 56/15 61/15 56/15 56/15
E-6
FREIOS
FREIOS DE SERVIÇO
Dianteiros: a disco ventilado, com
pinça flutuante.
Traseiros: a tambor, com sapatas au-
tocentrantes.
Para Punto Turbo: a disco sólido,
com pinça flutuante.
Duplo circuito diagonal.
Sistema ABS (opcional).
Recuperação automática da folga de-
vido ao desgaste das pastilhas e lonas
de freio.
Regulador de frenagem sensível à
carga que age no circuito hidráulico
dos freios traseiros (versão 1.8).
FREIO DE MÃO
Comandado por alavanca de mão
que age mecanicamente sobre as sapa-
tas dos freios traseiros, com compensa-
ção de desgaste.
SUSPENSÕES
DIANTEIRA
De rodas independentes, tipo
McPherson com braços oscilantes fixa-
dos a uma travessa.
Molas helicoidais e amortecedores
hidráulicos telescópicos de duplo efei-
to.
Barra estabilizadora.
TRASEIRA
Com rodas semi-independentes, tra-
vessa de torção de seção aberta.
Molas helicoidais e amortecedores
hidráulicos telescópicos de duplo efei-
to.
Barra estabilizadora.
DIREÇÃO
Com pinhão e cremalheira com assis-
tência hidráulica coluna de direção des-
centrada e com absorção de energia.
Diâmetro mínimo de curva:
10,9 metros: 1.8
10,9 metros: 1.6
10,9 metros: 1.4
11,8 metros: 1.4 turbo gasolina
Número de voltas do volante:
2,65 voltas com direção hidráulica
2,5 voltas com direção hidráulica
para 1.4 turbo gasolina
E-7
E
ALINHAMENTO DAS RODAS
RODAS DIANTEIRAS
Attractive
1.4 8V Flex
Tjet
1.4 16V Gasolina
Essence
1.6 16V Flex
Essence
1.8 16V Flex
Sporting
1.8 16V Flex
Câmber -28’ ± 30’ -32’ ± 30’ -28’ ± 30’ -28’ ± 30’ -28’ ± 30’
Cáster 2º 34’ ± 30’ 2º 39’ ± 30’ 2º 36’ ± 30’ 2º 36’ ± 30’ 2º 36’ ± 30’
Convergência -1,0 ± 1,0 mm -1,0 ± 1,0 mm -1,0 ± 1,0 mm -1,0 ± 1,0 mm -1,0 ± 1,0 mm
RODAS TRASEIRAS
Attractive
1.4 8V Flex
Tjet
1.4 16V Gasolina
Essence
1.6/1.8 16V Flex
(Roda 15”)
Essence
1.6/1.8 16V Flex
(Roda 16”)
Sporting
1.8 16V Flex
Câmber -36’ ± 30’ -36’ ± 30’ -36’ ± 30’ -36’ ± 30’ -36’ ± 30’
Convergência 3,8 ± 2,0 mm 4,2 ± 2,0 mm 3,8 ± 2,0 mm 4,0 ± 2,0 mm 4,0 ± 2,0 mm
E-8
RODAS E PNEUS
Attractive
1.4 8V Flex
Tjet
1.4 16V Gasolina
Essence
1.6 16V Flex
Essence
1.8 16V Flex
Sporting
1.8 16V Flex
Rodas
6,0 x 15”
6,0 x 15”(*)
6,5 x 17”
6,0 x 15”
6,0 x 16” (**)
6,0 x 15”
6,0 x 16” (**)
6,0 x 16”
Pneus 195/60 R15 88H 205/50 R17 93V
195/60 R15 88H
195/55 R16 87V (**)
195/60 R15 88H
195/55 R16 87V (**)
195/55 R16 87V
(*) Opcional em roda de liga e estepe em chapa.
(**) Para algumas versões equipadas com kits opcionais.
Estabelecidas as dimensões prescritas, para a segurança da marcha, é indispensável que o veículo esteja equipado com
pneus da mesma marca e do mesmo tipo em todas as rodas.
ADVERTÊNCIA: com pneus Tubeless (sem câmara), não usar câmaras de ar. As rodas de liga leve são fixadas com
parafusos específicos incompatíveis com qualquer roda de aço estampado, exceto com a de reserva específica.
Transitar com pneus descalibrados e/ou calibrados com pressão inferior à recomendada pode danificar
as rodas e os próprios pneus, tornando-os mais vulneráveis a buracos e imperfeições nas vias.
E-9
E
PRESSÃO DOS PNEUS
PRESSÃO DE CALIBRAGEM DOS PNEUS FRIOS (kgf/cm
2
- lbf/pol
2
)
A pressão indicada é válida somente para os “pneus frios”. Deve-se calibrar somente desta maneira sobretudo antes de
longas viagens.
Attractive
1.4 8V Flex
Tjet
1.4 16V
Gasolina
Essence
1.6 16V Flex
Essence
1.8 16V Flex
Sporting
1.8 16V Flex
Com carga média
- dianteiro:
- traseiro:
28 ou (1,9)
28 ou (1,9)
29 ou (2,0)
29 ou (2,0)
28 ou (1,9)
28 ou (1,9)
28 ou (1,9)
28 ou (1,9)
28 ou (1,9)
28 ou (1,9)
Com carga com-
pleta
- dianteiro:
- traseiro:
32 ou (2,2)
32 ou (2,2)
32 ou (2,2)
32 ou (2,2)
32 ou (2,2)
32 ou (2,2)
32 ou (2,2)
32 ou (2,2)
32 ou (2,2)
32 ou (2,2)
Roda de reserva 32 ou (2,2) 32 ou (2,2) 32 ou (2,2) 32 ou (2,2) 32 ou (2,2)
Obs.: A primeira especificação é em lbf/pol
2
e a segunda, entre parênteses, é em kgf/cm
2
.
E-10
SISTEMA ELÉTRICO
Tensão de alimentação: 12 volts.
BATERIA
Capacidades
Attractive
1.4 8V Flex
Tjet
1.4 16V Gasolina
Essence
1.6 16V Flex
Essence
1.8 16V Flex
Sporting
1.8 16V Flex
50 Ah 50 Ah 60 Ah 60 Ah 60 Ah
ALTERNADOR
Attractive
1.4 8V Flex
Tjet
1.4 16V Gasolina
Essence
1.6 16V Flex
Essence
1.8 16V Flex
Sporting
1.8 16V Flex
Corrente nominal
máxima fornecida
90 A - - - -
110 A (*) 120 A (*) 120 A (*) 120 A (*) 120 A (*)
(*) Com ar-condicionado
E-11
E
MOTOR DE PARTIDA
Attractive
1.4 8V Flex
Tjet
1.4 16V Gasolina
Essence
1.6 16V Flex
Essence
1.8 16V Flex
Sporting
1.8 16V Flex
Potência fornecida 0,9 KW 1,0 KW 1,3 KW 1,3 KW 1,3 KW
(*) para algumas versões
Modificações ou consertos no sistema elétrico, efetuados de maneira incorreta e sem ter em conta as
características técnicas do sistema, podem causar anomalias de funcionamento com riscos de incêndio.
E-12
DESEMPENHO
Velocidades máximas admissíveis, com média carga e estrada plana (km/h).
Attractive
1.4 8V Flex
Tjet
1.4 16V
Essence
1.6 16V Flex
Essence
1.8 16V Flex
Sporting
1.8 16V Flex
Gasolina Álcool Gasolina Gasolina Álcool Gasolina Álcool Gasolina Álcool
1ª marcha 34,8 34,8 48,0 45 45 50 50 50 50
2ª marcha 66,4 66,4 91,0 78 78 88 88 88 88
3ª marcha 102,9 102,9 134,0 121 121 129 129 129 129
4ª marcha 144,4 144,4 176,0 169 169 170 170 170 170
5ª marcha (*) 162,0 163,0 203,0 180 182 189 191 189 191
Marcha a ré 38,0 38,0 52,0 45 45 50 50 50 50
(*) Valores indicativos.
Rampa máxima superável com plana carga (valores de referência calculados).
Attractive
1.4 8V Flex
Tjet
1.4 16V Gasolina
Essence
1.6 16V Flex
Essence
1.8 16V Flex
Sporting
1.8 16V Flex
%* 36,4 34 34,1 33,5 33,5
Obs.: os valores obtidos são de veículos base e os valores podem variar para menos 5%, dependendo dos opcio-
nais do veículo.
E-13
E
DIMENSÕES
Volume do porta-malas (norma ISO 3832):
- em condições normais: 280,0.
- ampliada, com carga rente aos
vidros laterais (banco totalmente
rebatido): 1030,0.
A B C D E F G H I
4030 875 2510 645
1505(*)
1480
1471 1687 1467 1946
(*) Veículo vazio
I
fig. 5
F
0
M
0
3
5
8
M
-
B
R
E-14
PESOS
Pesos (kg)
Attractive
1.4 8V Flex
Tjet
1.4 16V
Gasolina
Essence
1.6 16V
Flex
Essence
1.8 16V Flex
Sporting
1.8 16V Flex
Peso do veículo em ordem de marcha
(com abastecimentos, roda de reserva,
ferramentas e acessórios):
1090,0 1230,0 1170,0 1176,0 1189,0
Capacidade útil incluindo o motorista: 400,0 400,0 400,0 400,0 400,0
Cargas máximas admitidas:
- eixo dianteiro
- eixo traseiro
890
795
890
795
890
795
890
795
890
795
Cargas rebocáveis:
- reboque sem freio
400,0 400,0 400,0 400,0 400,0
Carga máxima sobre o bagageiro do teto 40,0 40,0 40,0 40,0 40,0
E-15
E
ABASTECIMENTOS
Attractive 1.4 8V Flex Tjet 1.4 16V Gasolina
Produtos
homologados (*)
litros kg litros kg
Tanque de combustível: (*)
Incluída uma reserva
aproximada de:
60
9,5
-
-
60
9,5
-
-
Gasolina tipo C com teor de álcool etílico
anidro conforme legislação vigente (para
versão 1.4 16V Turbo gasolina)
Gasolina tipo C ou álcool etílico hidratado
combustível em qualquer proporção (para
versão Attractive 1.4 8V Flex)
Sistema de arrefecimento do motor:
- base
- com aquecedor ou ar-condicionado
4,8
5,65
-
-
-
6,63
-
-
50% de Paraflu UP (vermelho) + 50% de
água pura
Cárter do motor e filtro: 2,7 2,38 3,30 2,90
- Motor l.4: - SLLLNlA K PLRL
LNLRCY 5\-30
- Motor l.4 1urbo: - SLLLNlA K l5\-40
Caixa de mudanças/diferencial: 2,0 1,76 2,06 1,80
1L1LLA CAR LPYX
1L1LLA CAR MA1RYX (l.4 l6V 1urbo gasolina)
Direção hidráulica: 1,05 a 1,12 - 1,12 - 1L1LLA CAR Cl/A
Junta homocinética e coifa:
- lados roda
- lado câmbio

-
-

0,80
-

-
-

0,120
0,150

1L1LLA MRM 2900
SLLLNlA MRM 2900
Freios hidráulicos dianteiros e traseiros/
Comando hidráulico da embreagem:
0,400 - 0,400 - 1L1LLA 1CP 4/S
Freios hidráulicos com ABS/
Comando hidráulico da embreagem:
0,500 - 0,500 - 1L1LLA 1CP 4/S
Reservutorío do ííquído dos íuvudores
do para-brisa e do vidro traseiro:
2,3 - 2,3 - Água pura (**)
Reservutorío de purtídu u lrío 0,62 - - -
Gasolina tipo C com teor de álcool etílico
anidro conforme legislação vigente
(*) Valores aproximados, podendo variar de acordo com o plano de inclinação do veículo no momento do abastecimento.
(**) Puru lutííítur e meíhorur u íímpezu do vídro do puru-brísu, retomendu-se udítíonur o produto 1uteíu SC 35 Límpu purubrísus uo ííquído do reservutorío do
íímpudor, nu seguínte proporçuo: 25% de 1uteíu SC 35 Límpu purubrísus + 75% de águu puru.
E-16
Essence 1.6 16V Flex
Essence 1.8 16V Flex/
Sporting 1.8 16V Flex
Produtos
homologados (*)
litros kg litros kg
Tanque de combustível: (*)
Incluída uma reserva
aproximada de:
60
9,5
-
-
60
9,5
-
-
Gasolina tipo C ou álcool etílico hidratado
combustível em qualquer proporção
Sistema de arrefecimento do motor:
- base
- com aquecedor ou ar-condicionado
-
6,57
-
-
-
6,39
-
-
50% de Paraflu UP (vermelho) + 50% de
água pura
Cárter do motor e filtro: 4,30 3,65 4,30 3,65 SLLLNlA K PLRL LNLRCY 5\-30
Caixa de mudanças/diferencial: 2,0 1,76 2,0 1,76
Motor 1.6: TUTELA CAR MATRYX
Motor 1.8: TUTELA CAR EPYX
Direção hidráulica: 1,05 a 1,12 - 1,12 - TUTELA CAR GI/A
Junta homocinética e coifa:
- lados roda
- lado câmbio

-
-

0,125
0,150

-
-

0,125
0,150

TUTELA MRM 2900
SELENIA MRM 2900
Freios hidráulicos dianteiros e traseiros/
Comando hidráulico da embreagem:
0,400 - 0,400 - TUTELA TOP 4/S
Freios hidráulicos com ABS/
Comando hidráulico da embreagem:
0,500 - 0,500 - TUTELA TOP 4/S
Reservatório do líquido dos lavadores
do para-brisa e do vidro traseiro:
2,3 - 2,3 - Água pura (**)
Reservatório de partida a frio 0,7 - 0,7 -
Gasolina tipo C com teor de álcool etílico
anidro conforme legislação vigente
(*) Valores aproximados, podendo variar de acordo com o plano de inclinação do veículo no momento do abastecimento.
(**) Para facilitar e melhorar a limpeza do vidro do para-brisa, recomenda-se adicionar o produto Tutela SC 35 Limpa parabrisas ao líquido do reservatório do
limpador, na seguinte proporção: 25% de Tutela SC 35 Limpa parabrisas + 75% de água pura.
E-17
E
NOTAS SOBRE O USO DOS
PRODUTOS
ÓLEO
Não completar o nível com óleos de
características diferentes das do óleo já
existente.
COMBUSTÍVEIS
Os motores FLEX, presentes em al-
gumas versões, foram projetados para
utilizar gasolina do tipo “C” com teor
de álcool etílico anidro ou álcool etíli-
co hidratado combustível em qualquer
proporção, conforme legislação vigen-
te (PROGRAMA DE CONTROLE DE
POLUIÇÃO DO AR PARA VEÍCULOS
AUTOMOTORES e ANP).
ADVERTÊNCIA: o uso de combus-
tíveis diferentes dos especificados
poderá comprometer o desempe-
nho do veículo, bem como causar
danos aos componentes do sistema
de alimentação, e do próprio motor,
que não são cobertos pela garantia.
CONSUMO DE ÓLEO DO MOTOR
Devido à concepção dos motores à
combustão interna, para que haja uma
boa lubrificação, parte do óleo lubrifi-
cante é consumido durante o funciona-
mento do motor.
De maneira indicativa, o consumo
máximo de óleo do motor, expresso
em mililitros a cada 1000 km, é o se-
guinte:
Motor
Mililitros (ml)
a cada 1000 km
1.4 400
1.4 16V Turbo
gasolina
500
1.6 500
1.8 500
ADVERTÊNCIA: o consumo do
óleo do motor depende do modo
de dirigir e das condições de uso
do veículo.
E-18
CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES E DOS LÍQUIDOS
PRODUTOS UTILIZADOS E SUAS CARACTERÍSTICAS
Tipo
Características qualitativas dos lubrificantes e fluidos para
um correto funcionamento do veículo (*)
Aplicação
Lubrificantes para motores
a gasolina/álcool
- Motor 1.4: Lubrificante sintético (SAE 5W30) ou de base
sintética (15W40) - API SL FIAT 9.55535;
- Motor 1.4 Turbo: Lubrificante de base sintética (15W40) -
API SL FIAT 9.55535;
- Motor 1.6 e 1.8: Lubrificante sintético (SAE 5W30)
Cárter do motor
Lubrificantes e graxas
para a transmissão do
movimento
Óleo 80W90 para caixa de mudanças e diferenciais. Aten-
de às especificações API GL-4
Caixa de mudanças
e diferencial
Óleo sintético SAE 75W85 para transmissão. Atende às espe-
cificações API GL-4 (1.4 16V Turbo gasolina)
Óleo de tipo DEXRON II Direções hidráulicas
Graxa de bissulfeto de molibdênio a base de sabão de lítio,
consistência N.L.G.I. = 2
Juntas homocinéticas e coifas
Fluidos para freios
hidráulicos
Fluido sintético, classe DOT 4 SAE J 1703
Freios hidráulicos e comandos
hidráulicos da embreagem
Protetor e anticongelante
para sistema de
arrefecimento
Fluido concentrado para sistemas de arrefecimento a base
de monoetilenoglicol e um pacote inibidor de corrosão
de origem orgânica – OAT (Organic and Acid Tecnology).
Mistura de 50 % com 50 % de água pura.
Sistema de arrefecimento
(*) O uso de produtos que não atendam às especificações informadas poderá causar danos e/ou prejudicar o funcionamento do veículo.
(**) Ver em “Abastecimentos”, o lubrificante recomendado para cada motor.
A Fiat recomenda a utilização dos produtos homologados descritos na seção “Abastecimentos”, neste capítulo.
F-1
F
ÍNDICE ALFABÉTICO
Abastecimentos ............. A-113, E-15
ABS ...........................................A-101
Acessórios comprados pelo
usuário ......................................B-15
Airbag .......................................A-103
- Ativação/desativação ..............A-29
- desativação ...........................A-105
- lado do passageiro ................A-105
- laterais ..................................A-107
Alavancas sob o volante ..............A-71
- alavanca direita ......................A-73
- alavanca esquerda ..................A-71
Alimentação e ignição ................... E-4
Alinhamento das rodas .................. E-7
Alternador ................................... E-10
Alto-falantes ..............................A-112
Ano de fabricação ......................... E-1
Antes de sair com o veículo ..........B-5
Antiesmagamento ........................A-90
Apoia-braço dianteiro ...................A-9
Apoia-cabeças ...............................A-9
Aquecimento do habitáculo ........A-62
Aquecimento rápido do
habitáculo ....................... A-59, A-62
Ar-condicionado ........................ D-28
Arrefecimento ................................ E-4
Assistência à marcha a ré ............A-73
Ativação da circulação
do ar ............................... A-60, A-63
Ativação/desativação do airbag ...A-47
Auto lamp ...................................A-76
Autoclose ....................................A-35
Avaria do airbag ..........................A-50
Avaria nas luzes externas ............A-54
Avaria no Fiat Code ....................A-54
Avaria no sensor crepuscular ......A-56
Avaria no sensor de chuva ..........A-56
Avaria no sistema de controle do
motor ........................................A-53
Bagageiro de teto .....................A-100
Banco traseiro bipartido ..............A-98
Bancos
- regulagens.................................A-8
Bateria ................... A-118, D-15, E-10
- advertências ............................. D-6
Bem-vindo a bordo .......................... 2
Botões de comando da tela
Multifuncional ...........................A-30
Botões de comandos no painel ...A-81
Caixa de mudanças e
diferencial ................................... E-5
Câmbio .........................................B-4
Capô do motor ............................A-99
Características dos lubrificantes
e dos líquidos ............................ E-18
Características técnicas .................... E
Carroceria ........................... D-29, E-2
Centrais eletrônicas .................... D-16
Chave com controle motor ............A-2
Chave mecânica ............................A-2
Chaves ..........................................A-1
F-2
Cinto de segurança ............ A-12, A-53
- avisos gerais ............................A-15
- como manter os cintos sempre
eficientes ...................................A-16
- como utilizar ..........................A-12
- regulagem de altura ................A-13
- uso do cinto não retrátil ..........A-14
- uso dos cintos traseiros ...........A-14
- utilização dos cintos
de segurança .............................A-12
Cinzeiro ......................................A-86
Climatização (resfriamento) .........A-62
Climatizador automático .............A-64
Climatizador manual ...................A-61
CODE geração II ...........................A-1
Código dos motores
- versão de carroceria .................. E-2
Comandos do ar ..........................A-58
Comandos do climatizador
automático ................................A-64
Combustíveis ............................... E-17
Como aquecer o motor de
partida .........................................B-1
Comutador de ignição ...................A-7
Conhecimento do veículo ................A
Conjunto da luz interna ..............A-84
Conselhos para a boa conservação
da carroceria ............................ D-29
Conselhos úteis para prolongar a
vida da bateria ......................... D-16
Considerações importantes ............... 4
Consumo de óleo do motor ......... E-17
Conta-giros ..................................A-24
Contenção de gastos de utilização e
da poluição ambiental ..............B-11
Controles frequentes e antes de
longas viagens ...........................B-14
Controles remotos adicionais ........A-4
Conversor catalítico trivalente ...A-116
Corretor de frenagem ................A-103
Corretor eletrônico de
frenagem ...................................A-54
Dados gerais sobre o motor ......... E-3
Dados para identificação ............... E-1
- ano de fabricação ..................... E-1
- etiqueta adesiva de identificação
da tinta de carroceria .................. E-2
- etiqueta adesiva de identificação
do fabricante ............................... E-2
- Seção de identificação do
veículo ........................................ E-1
- tipo e número do chassi............ E-1
- tipo e número do motor ............ E-1
Definição de relógio ....................A-26
Desativação do airbag .................A-29
Desembaçamento/descongelamento
do vidro traseiro térmico ...........A-60
Desembaçamento/descongelamento
rápido .......................................A-59
Desempenho ............................... E-12
Desligar o motor ...........................B-2
Destinação de baterias ..............A-118
Difusores de ar orientáveis ..........A-58
Dimensões .................................. E-13
Direção ......................................... E-6
Dirigir à noite ................................B-6
Dirigir com ABS ............................B-8
Dirigir com chuva .........................B-6
F-3
F
Dirigir com economia e respeitando o
meio ambiente ............................B-8
Dirigir com segurança ...................B-5
Dirigir em estradas não
pavimentadas ..............................B-8
Dirigir em montanha .....................B-7
Dirigir na neblina ..........................B-7
Display eletrônico .......................A-24
Display Multifuncional
- ajuste da data..........................A-34
- ajuste do relógio .....................A-34
- ativação/desativação do
airbag ........................................A-38
- fechamento centralizado .........A-35
- habilitação do trip B ...............A-33
- limite de velocidade ...............A-33
- regula data ..............................A-31
- regulagem da iluminação do
quadro de instrumentos .............A-30
- regulagem da sensibilidade do
sensor de chuva ........................A-33
- regulagem do volume das
teclas .........................................A-36
- repetição das informações
áudio .........................................A-35
- saída do menu ........................A-39
- seleção de entrada do menu
principal ....................................A-30
- seleção do idioma...................A-36
Display Multifuncional reconfigurável
- ajuste da data..........................A-43
- ajuste do relógio .....................A-42
- Ativação/desativação do
airbag ........................................A-47
- botões de comando ................A-39
- Fechamento centralizado
automático ................................A-44
- habilitação do trip B ...............A-42
- limite de velocidade ...............A-41
- Manutenção programada
- revisão .................................A-46
- primeira página .......................A-43
- regulagem da sensibilidade do
sensor crepuscular.....................A-41
- Regulagem da unidade de
medida ......................................A-44
- regulagem do sensor de
chuva ........................................A-41
- repetição de informação do
rádio .........................................A-43
- saída do menu ........................A-47
- Seleção de idioma ..................A-45
- Sinal acústico ..........................A-45
- Volume das teclas ...................A-46
Dispositivo para reboque ............B-15
Dispositivos para reduzir as
emissões .......................... A-116, B-9
Drive by wire ............................A-101
Duplicação das chaves ..................A-7
Eletroventilador do radiador...... D-31
Em caso de acidente ...................C-14
Em emergência .................................C
Em viagem ....................................B-5
Embreagem ................................... E-5
Equipamentos internos ................A-83
Esguichos ................................... D-27
F-4
Espelho retrovisor interno
eletrocrômico ............................A-11
Espelho retrovisor interno ............A-10
Espelhos retrovisores externos .....A-11
Espia da exclusão do airbag ........A-51
Estacionamento .............................B-3
Etiqueta adesiva de identificação da
tinta de carroceria ....................... E-2
Etiqueta adesiva de identificação do
fabricante .................................... E-2
Excessiva temperatura do líquido de
arrefecimento .................. A-23, A-52
Extintor de incêndio ....................C-15
- advertência .............................. D-7
Faróis .......................................A-100
- compensação da inclinação ...A-100
- altos ........................................A-55
- de neblina ...............................A-55
Fechamento centralizado
automático ............ A-35, A-44, A-89
Fechamento incorreto das
portas ........................................A-52
Fiat CODE geração II ....................A-1
Filtro antipólen e carvão
ativado ..................................... D-15
Filtro de ar .................................. D-14
- advertência .............................. D-6
Filtro de combustível
- advertência .............................. D-7
Fluido dos freios insuficiente .......A-50
Follow me Home ........................A-55
Freio de mão acionado ...............A-50
Freio de mão ..........................B-3, E-6
Freios de serviço ........................... E-6
Freios ............................................ E-6
Funcionamento do Fiat Code ........A-6
Fusíveis na central ...................... D-17
Fusíveis no vão motor ................ D-17
Guardar ferramentas ....................C-5
Identificação do veículo ............... E-1
Idioma ............................... A-36, A-45
Inatividade do veículo .................B-14
Indicador de direção direita ........A-55
Indicador de direção esquerda ....A-55
Indicador de temperatura do líquido
de arrefecimento do motor ........A-23
Indicador do nível de
combustível ...............................A-22
Instalação do gancho de
reboque .....................................B-15
Instrumentos de bordo .................A-22
- conta-giros ..............................A-24
- velocímetro .............................A-22
Insuficiente carga da bateria ........A-51
Insuficiente pressão do óleo do
motor ........................................A-51
Interior do veículo ...................... D-31
Interruptor inercial para corte de
combustível ...............................A-82
Interruptor inercial ......................A-55
Levantadores dos vidros das
portas ........................................A-90
Levantadores elétricos com
antiesmagamento ......................A-90
F-5
F
Limitadores de carga ...................A-19
Limite de velocidade ......... A-27, A-33
Limpador inteligente do vidro
traseiro ......................................A-73
Limpadores de para-brisa e do
vidro traseiro ............................ D-18
Limpeza de bancos com partes
parciais em couro .................... D-32
Limpeza de partes de plásticos ... D-32
Limpeza de tapetes e partes de
borracha ................................... D-32
Limpeza dos bancos e das partes
de tecido .................................. D-31
Líquido do sistema de arrefecimento
do motor .................................. D-11
Líquido dos freios ....................... D-13
Líquido dos lavadores do para-brisa e
do vidro traseiro ....................... D-12
Líquido para direção hidráulica . D-12
Longa inatividade do veículo ......B-14
Lubrificação .................................. E-4
Luzes de posição e faróis ............A-55
Luzes-espia e sinalizações ...........A-50
- avaria do airbag ......................A-50
- avaria nas luzes externas ........A-54
- avaria no Fiat Code .................A-54
- avaria no sensor crepuscular ...A-56
- avaria no sensor de chuva ......A-56
- avaria no sistema de controle do
motor ........................................A-53
- cinto de segurança ..................A-53
- corretor eletrônico de
frenagem ...................................A-54
- espia da exclusão do airbag ....A-51
- excessiva temperatura do líquido
de arrefecimento .......................A-52
- faróis altos ..............................A-55
- faróis de neblina .....................A-55
- fechamento incorreto das
portas ........................................A-52
- fluido dos freios insuficiente ...A-50
- Follow me Home ....................A-55
- freio de mão acionado ............A-50
- indicador de direção direita ....A-55
- indicador de direção
esquerda ...................................A-55
- insuficiente carga da bateria ...A-51
- insuficiente pressão do óleo do
motor ........................................A-51
- interruptor inercial ..................A-55
- luzes de posição e faróis .........A-55
- nível insuficiente de gasolina no
reservatório de partida a frio .....A-54
- possível presença de gelo nas
estrada ......................................A-56
- reserva de combustível ...........A-53
- sistema antitravamento da rodas
ABS ineficiente ..........................A-54
- velocidade limite ultrapassada ...A-52
Manutenção do sistema do
climatizador de ar .....................A-64
Manutenção do veículo ................... D
Manutenção programada ............. D-1
- revisão ....................................A-46
Materiais não nocivos ao meio
ambiente .................................A-116
Meio ambiente ..........................A-116
F-6
Menu de setup da tela
Multifuncional ...........................A-30
Menu de setup do My car ...........A-26
Menu principal do My car ...........A-26
Modo de dirigir ...........................B-12
Motor de partida ......................... E-11
Motor ............................................ E-3
My car Fiat ..................................A-25
- Botões de comando ................A-25
- Tela standard ..........................A-25
Nível insuficiente de gasolina no
reservatório de partida a frio .....A-54
No posto de abastecimento .......A-113
Observações gerais sobre o
reboque .....................................B-16
Óleo do motor .................... D-5, E-17
Os símbolos para uma direção
correta ............................................ 3
Outros conselhos sobre
emissões ....................................B-10
Painel de instrumentos ..............A-20
Palhetas dos limpadores ............. D-27
Para desligar o motor ....................B-2
Para-sóis ......................................A-87
Partida com bateria
auxiliar .............................. C-1, C-12
Partida com manobras por
inércia .........................................C-1
Partida com o motor quente ..........B-1
Partida do motor ...........................B-1
Pesos ........................................... E-14
Piloto automático ........................A-77
Plano de manutenção
programada ................................ D-2
Pneu .................................... B-12, C-2
Porta-copos .................................A-86
Porta-luvas ..................................A-83
Porta-malas .................................A-96
- abertura de emergência ..........A-97
Porta-objetos das portas ................A-9
Porta-objetos ...............................A-87
Porta-óculos ................................A-87
Portas laterais ..............................A-88
Portas ..........................................A-88
Posição dos fusíveis .................... D-17
Possível presença de gelo nas
estrada ......................................A-56
Predisposição para alarme .........A-113
Predisposição para faróis
auxiliares ...................................A-82
Predisposição para instalação do
rádio .......................................A-111
Predisposição para sensor de
estacionamento .......................A-113
Pressão de calibragem dos pneus
frios ............................................. E-9
Pressão dos pneus ............... D-23, E-9
Pré-tensionador ...........................A-18
Primeira página do menu ............A-43
Produtos lubrificantes .................. E-18
Produtos utilizados e suas
características ............................ E-18
Proteção do meio ambiente ......A-116
Proteção dos dispositivos que
reduzem as emissões ...................B-9
F-7
F
Quadro de instrumentos ............A-21
Recarga da bateria .....................C-13
Regulagem da iluminação interna do
quadro de instrumentos .............A-25
Regulagem da unidade de
medida ......................................A-35
Regulagem do relógio .................A-28
Regulagem do volume buzzer .....A-28
Regulagem dos bancos ..................A-8
Regulagens personalizadas ............A-8
Relógio .............................. A-26, A-34
Reserva de combustível ...............A-53
Reservatório de gasolina para partida
a frio ........................................ D-13
Retrovisor eletrocrômico .............A-11
Retrovisor ....................................A-10
Rodas e pneus ..................... D-21, E-8
- pneus novos ........................... D-21
- leitura correta dos pneus ........ D-22
- durabilidade dos pneus .......... D-24
- parafusos das rodas ................ D-25
- rodízio das rodas ................... D-25
- balanceamento das rodas....... D-25
- alinhamento da direção ......... D-26
Ruídos veiculares ......................A-117
Saída do menu...........................A-47
Sair com o veículo ........................B-5
Se apagar uma luz externa ou interna
- indicações gerais ......................C-6
- tipos de lâmpadas .....................C-6
Se descarregar a bateria ..............C-12
Se furar um pneu ...........................C-2
- parar o veículo..........................C-2
- pegar ferramentas .....................C-2
- substituir a roda ........................C-2
Se houver feridos .........................C-14
Se precisar levantar o veículo ......C-13
Se precisar rebocar o veículo ......C-13
Se queimar um fusível ................ D-17
Seção de identificação do
veículo ........................................ E-1
Seleção de uma entrada do
menu .........................................A-26
Seleção do idioma .......................A-36
Sensor crepuscular ............ A-41, A-76
Sensor de chuva ...... A-33, A-41, A-74
Sensores de estacionamento ........A-79
Serviços adicionais ....................... D-5
Simbologia ....................................... 5
- símbolos de advertência .............. 6
- símbolos de obrigação ................. 6
- símbolos de perigo....................... 5
- símbolos de proibição.................. 5
Sinal acústico ..............................A-45
Sistema antievaporação .............A-117
Sistema antitravamento da rodas ABS
ineficiente .................................A-54
Sistema de aquecimento/
ventilação .................................A-57
Sistema elétrico ........................... E-10
Sistema Fiat CODE geração II ........A-1
Solicitação de controles remotos
adicionais ....................................A-4
F-8
Substituição da bateria da chave
com controle remoto ...................A-5
Substituição da lâmpada externa
- brake light ...............................C-10
- faróis baixos e altos ..................C-8
- grupos óticos dianteiros ............C-8
- grupos óticos traseiros...............C-9
- indicadores de direção..............C-9
- luz de neblina ...........................C-9
- luz de placa ............................C-10
- luzes de posição .......................C-8
- luzes de ré ..............................C-10
Substituição de lâmpada interna
- plafoniera dianteira .................C-11
- plafoniera do porta-malas .......C-11
Substituição dos fusíveis ............. D-17
Substituições fora do plano .......... D-5
Suspensões .................................... E-6
Tela multifuncional do My Car ..A-29
Tela standard do My Car .............A-29
Teto solar ....................................A-93
Tipo e número do chassi ............... E-1
Tipo e número do motor ............... E-1
Tomada de corrente ....................A-85
Transporte de crianças em
segurança ..................................A-17
Transmissão ................................... E-5
Travamento elétrico das portas ....A-89
Trip computer .............................A-48
- nova contagem .......................A-49
- procedimento de início de
viagem ......................................A-49
- saída do Trip ...........................A-49
Tubulações de borracha ............. D-26
Unidade de medida ......... A-28, A-35
Uso correto do veículo ..................... B
Uso do câmbio ..............................B-4
Utilização do sistema de
climatização ..............................A-66
Veículo
- uso correto ................................... B
Velas .......................................... D-21
Velocidade limite ultrapassada ....A-52
Velocímetro .................................A-22
Ventilação no
habitáculo ....................... A-59, A-61
Verificação dos níveis do motor ... D-8
Volante ........................................A-10
Volume das teclas .......................A-46
Window bag .............................A-109
F-9
F
NOTAS
F-10
NOTAS
F
Se você deseja entrar em contato conosco, de qualquer parte do Brasil, ligue ou mande um fax para:
Central de Relacionamento Fiat
Fone: DDG (0800) 707 - 1000
Fax: DDG (0800) 707 - 1001
FIAT Automóveis S.A.
Assistência Técnica
Rodovia Fernão Dias, km 429 - Betim - MG CEP 32501-970
Internet: http://www.fiat.com.br
Produzido pela Ark Br
Este veículo está em conformidade com o PROCONVE - Programa de Controle de Poluição do Ar por Veículos Automotores.

COMPROMISSO FIAT COM A QUALIDADE
300 mA

ORIENTAÇÕES: Prefira sempre Acessórios Genuínos FIAT. Tanto o veículo como os equipamentos nele instalados consomem energia da bateria quando desligados, é o denominado “consumo em Standy-by”. Como a bateria possui um limite máximo de consumo para garantir a partida do motor, deve-se dimensionar o consumo dos equipamentos ao limite de consumo da bateria.

80 mA

36 mA 4 mA Consumo máximo Stand-by da bateria 60 AH

11 mA

Veículo

ADVERTÊNCIAS Para assegurar a qualidade e o perfeito funcionamento do veículo, recomendamos instalar somente acessórios genuínos, à disposição na Rede de Assistência Fiat. A instalação de rádios, alarmes, rastreadores ou qualquer outro acessório eletrônico não genuíno poderá ocasionar consumo excessivo de carga da bateria, podendo provocar o não funcionamento do veículo e a perda da garantia.

Rádio Genuíno Fiat

Rádio marca A

Rádio marca B

PRESSÃO DE CALIBRAGEM DOS PNEUS FRIOS lbf/pol2 (kgf/cm2) Attractive 1.4 8V Flex Com carga média - dianteiro: - traseiro: Com carga completa - dianteiro: - traseiro: Roda de reserva 28 ou (1,9) 28 ou (1,9) 32 ou (2,2) 32 ou (2,2) 32 ou (2,2) Tjet 1.4 16V Gasolina 29 ou (2,0) 29 ou (2,0) 32 ou (2,2) 32 ou (2,2) 32 ou (2,2) Essence 1.6 16V Flex 28 ou (1,9) 28 ou (1,9) 32 ou (2,2) 32 ou (2,2) 32 ou (2,2) Essence 1.8 16V Flex 28 ou (1,9) 28 ou (1,9) 32 ou (2,2) 32 ou (2,2) 32 ou (2,2) Sporting 1.8 16V Flex 28 ou (1,9) 28 ou (1,9) 32 ou (2,2) 32 ou (2,2) 32 ou (2,2)

Obs.: a primeira especificação é em lbf/pol2 e a segunda, entre parênteses, é em kgf/cm2.

Caro Cliente,
Queremos agradecer-lhe por ter preferido a marca Fiat. Preparamos este manual para que você possa conhecer cada detalhe de seu Fiat e assim, utilizá-lo da maneira mais correta. Antes de utilizar o veículo pela primeira vez, recomendamos que leia o manual com atenção. Nele estão contidas informações, conselhos e advertências importantes para seu uso, que o ajudarão a aproveitar, por completo, as qualidades técnicas do seu veículo. Você vai encontrar, ainda, indicações para a sua segurança, para manter o bom estado do veículo e para a proteção do meio ambiente. As instruções de manutenção e instalação de acessórios são de caráter ilustrativo, por isso recomendamos que a execução seja feita por pessoal qualificado pela Fiat Automóveis S/A.

No kit de bordo do veículo, você encontrará outras publicações, as quais trazem informações específicas e não menos importantes sobre outros assuntos; tais como:

Boa leitura e boa viagem! Este manual descreve os instrumentos, itens e acessórios que podem equipar o modelo Fiat Punto disponível na rede de Concessionárias Fiat até a presente data. Mas atenção! Considere somente as informações inerentes ao modelo/versão e equipamentos opcionais originais de fábrica do veículo adquirido, conforme discriminado na nota fiscal de venda.
1

BEM-VINDO A BORDO Os veículos Fiat são automóveis de design original, idealizados em prol do prazer de dirigir em completa segurança e respeitando ao máximo o meio ambiente. A começar pela adoção de modernos motores, passando pelos dispositivos de segurança e pela preocupação em oferecer todo o conforto possível aos ocupantes, tudo isso contribuirá para que a personalidade de seu veículo seja apreciada logo no primeiro momento.

Em seguida, você vai notar também que, além das exclusivas características de estilo, existem novos processos de construção que diminuem os custos de manutenção.

Segurança, economia, inovação e respeito ao meio ambiente fazem de seu Fiat um veículo a ser imitado.

2

Servem para evidenciar partes do manual onde é necessário deter-se com mais atenção. A falta total ou parcial de respeito a essas prescrições pode pôr em grave perigo a segurança física das pessoas. Proteção do meio ambiente Indica o comportamento correto a manter. A falta total ou parcial de respeito a essas prescrições pode acarretar sérios danos ao veículo e. Integridade do veículo Atenção. 3 . em certos casos. a perda da garantia. Como você pode ver.OS SÍMBOLOS PARA UMA DIREÇÃO CORRETA Os sinais indicados nesta página são muito importantes. para que o uso do veículo não cause nenhum dano ao meio ambiente. cada sinal é constituído por um símbolo gráfico diferente para que seja fácil e claro descobrir à qual área pertencem os assuntos: Segurança das pessoas Atenção.

Evite dirigir se não estiver em condições físicas normais. Faça do uso do cinto de segurança um hábito. os mesmos poderão provocar ferimentos aos ocupantes ou danos ao próprio veículo. em caso de desaceleração rápida do veículo. pois. Utilize-o sempre para sua proteção. seja prudente. Obstáculos. sem aguardar a próxima revisão periódica. Quando for notada qualquer anomalia. Verifique também se as luzes-espia não estão assinalando nenhuma irregularidade.CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES Antes de arrancar. tais como tapetes ou qualquer outro objeto. esta deve ser imediatamente reparada. 4 . A execução das revisões é essencial para a integridade do veículo e para a continuidade do direito à Garantia. Ajuste o banco e os espelhos retrovisores antes de movimentar o veículo. certifique-se de que o freio de estacionamento não esteja acionado e de que não existam obstáculos que possam comprometer o movimento dos pedais. Evite deixar objetos soltos sobre os bancos. pedras ou buracos na pista podem causar danos ao veículo. comprometendo o seu funcionamento. Em cruzamentos. fique atento e reduza a velocidade ao chegar neles. Verifique o fechamento e o travamento correto das portas e da tampa do porta-malas antes de movimentar o veículo.

Bobina Alta tensão. em relação ao componente em questão. ao lado. Correias e polias Órgãos em movimento. Reservatório de expansão Não remover a tampa quando o líquido de arrefecimento estiver quente. não aproximar partes do corpo ou roupas. Bateria Manter as crianças afastadas. SÍMBOLOS DE PROIBIÇÃO Bateria Não aproximar chamas. são citados resumidamente todos os símbolos indicados pelas etiquetas empregadas no seu Fiat e. Anteparos de calor . SÍMBOLOS DE PERIGO Bateria Líquido corrosivo. É também indicado o significado do símbolo de acordo com a subdivisão de perigo. 5 . à qual o próprio símbolo pertence. proibição. os componentes para os quais os símbolos chamam a atenção. A seguir. estão aplicadas etiquetas coloridas específicas cujo símbolo chama a atenção do usuário e indica precauções importantes que este deve tomar.correias . Ventilador Pode ligar-se automaticamente.SIMBOLOGIA Em alguns componentes do seu Fiat. Gás em alta pressão. mesmo com o motor parado. ou perto dos mesmos.ventilador Não pôr as mãos. Tubulação do climatizador de ar Não abrir.polias . advertência ou obrigação. Bateria Perigo de explosão.

SÍMBOLOS DE OBRIGAÇÃO SÍMBOLOS DE ADVERTÊNCIA Catalisador Não estacionar sobre superfícies inflamáveis. Bateria Macaco Consultar o manual de Uso e Manutenção. 6 . Usar somente o líquido prescrito no capítulo “Abastecimentos”. Circuito dos freios Não superar o nível máximo do líquido no reservatório. Direção hidráulica Não superar o nível máximo do líquido no reservatório. Veículo com gasolina ecológica Usar somente gasolina sem chumbo. Motor Usar somente o tipo de lubrificante prescrito no capítulo “Abastecimentos”. Limpador do para-brisa Usar somente o líquido do tipo prescrito no capítulo “Abastecimentos”. Consultar o capítulo “Proteção dos dispositivos que reduzem as emissões”. Reservatório de expansão Usar somente o líquido prescrito no capítulo “Abastecimentos”.AI RBAG Airbag do lado do passageiro Não instalar cadeirinhas para bebês viradas para trás no banco dianteiro do passageiro. Bateria Proteger os olhos. Usar somente o líquido prescrito no capítulo “Abastecimentos”.

A B C D E F .

.

. . . . . . . . . . .CONHECIMENTO DO VEÍCULO Recomendamos ler este capítulo sentado confortavelpoder reconhecer imediatamente as partes descritas no manual e verificar “ao vivo” o que está lendo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-96 . . . . . . . . . . . . . . . . . . com os comandos e os dispositivos com os quais está equifará muitas outras descobertas agradáveis.A-18 . . . . . . . . . . . . . . . .A-100 . . . . . . . . . . . .A-8 . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-20 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . você vai conhecer melhor o seu Fiat. .A-113 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-93 A . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-7 . . . . . . . . . . .A-61 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-50 . . . . .A-116 A . . . . . . . . . .A-1 . . . . . . . . .A-101 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-25 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-83 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-22 . . . . . . . .A-64 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-48 . . . . . . . . . .A-88 . . . . . . . . . .A-12 . . . . .A-17 . . . . . . . . . . .A-111 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-21 . . . .A-100 . . . . . . . . . . . . .A-71 . . . . . . . . . .A-77 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-99 . .A-101 . . . . . .A-81 . . Em pouco tempo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-103 . . . . .A-57 . . . . . . . . . . . . . . . . .

.

sempre diferente. Cada chave possui um dispositivo eletrônico com a função de transmitir um sinal em código para o sistema de ignição através de uma antena especial incorporada no comutador de ignição. 2 A-1 . conforme versão. É importante também anotar os números constantes do CODE CARD. CHAVES . O sinal enviado constitui a “palavra de ordem”. 1 fig.fig. 2 chaves a comunicar à Rede Assistencial FIAT para pedir cópias das chaves. A 1 2 fig.abertura/fechamento das portas 1-fig. somente nessa condição. 1 de uso normal no veículo são usadas para: .ignição.portas. 1. 1 ou duas chaves 2-fig. .porta-malas. . 1 Com o veículo são entregues. ADVERTÊNCIA: aconselha-se a mantê-lo sempre consigo (não no veículo) já que ele foi criado especialmente para proporcionar mais uma opção de segurança e tranquilidade.SISTEMA FIAT CODE GERAÇÃO II A fim de minimizar riscos de furtos/ roubos. . para utilizá-los em caso de um eventual extravio do cartão. o veículo é equipado com um sistema eletrônico de inibição do funé ativado automaticamente tirando a chave da ignição. duas chaves 1-fig. 2 no qual é indicado: A-fig. 1 Com o conjunto de chaves é entrefig. permite a partida do motor. As chaves 1 ou 2-fig. para cada partida com a qual a central reconhece a chave e.

Aconselha-se o uso de alarmes com controle remoto incorporado à chave de ignição da linha Fiat Acessórios. CHAVE COM CONTROLE REMOTO A chave fig. 3 A-2 .botão (B) para o destravamento das portas.botão (D) para a abertura do encaixe metálico.encaixe metálico (A) que pode ser embutido na empunhadura da chave. .CHAVE MECÂNICA Para a chave 2-fig. B A C D fig. .botão (C) para o travamento das temporizado das luzes internas. 1 está prevista a predisposição para instalação de controle remoto.a fechadura da tampa do porta-malas. . . 3 possui: . O encaixe metálico A da chave aciona: .a fechadura das portas. . que foram desenvolvidos e testados para o uso em seu veículo e são oferecidos em todas as concessionárias Fiat.o comutador de ignição.

particularmente dos olhos e de objetos que podem ser danificados (roupas. As portas se destravam e as setas efetuam uma dupla sinalização luminosa. sempre é possível efetuar a abertura manual do veículo utilizando o encaixe metálico da chave. consultar a linha Fiat Acessórios oferecida nas Concessionárias Fiat. Em caso de intervenção do interruptor de corte de combustível. o estado de carga da bateria e a presença de objetos metálicos em proximidade da chave do veículo. Para acionar a abertura centralizada B-fig. 3. No entanto. Para modelo de alarme originais. Para acionar o fechamento centralizado das portas. como a eventual interferência de ondas eletromagnéticas emitidas por fontes externas. principalmente crianças. por exemplo). realiza-se o destravamento automático das portas. soltar o botão (D). 3. Não deixar a chave em qualquer lugar para evitar que alguém. apertar o botão C-fig. A ATENÇÃO: o funcionamento do controle remoto depende de vários fatores. As portas se travam e as setas efetuam uma sinalização luminosa simples. Para introduzir o encaixe metálico na empunhadura da chave. possa manejá-la e apertar involuntariamente os botões. manter apertado o botão (D) e girar o encaixe no sentido indicado pela seta até perceber o ruído de travamento. Após o travamento. A-3 . O botão (D) deve ser apertado somente quando a chave se encontrar longe do corpo. prestar a máxima atenção para evitar que a saída do encaixe metálico possa causar lesões ou danos.Ao apertar o botão (D).

Neste caso. o funcionamento do telecomando pode ser temporariamente interrompido. dirija-se à Rede Assistencial Fiat levando consigo o CODE CARD. radioamadores. etc. A-4 . no decorrer da vida útil do veículo se tornar necessário obter um novo controle remoto.SOLICITAÇÃO DE CONTROLES REMOTOS ADICIONAIS O receptor pode reconhecer até 8 controles remotos. Se. estão resumidas as principais funções que podem ser ativadas - Tipo de chave Chave Abertura das portas chave em sentido horário chave em sentido horário Pressão breve no botão Fechamento das portas chave em sentido anti-horário chave em sentido anti-horário Pressão breve no botão (*) Descida dos vidros Subida dos vidros - - - - Chave com controle remoto Pressão prolonde 2 segundos no botão Pressão prolonde 2 segundos no botão Lampejos dos indicadores de direção ▲ 2 lampejos 1 lampejo 2 lampejos 1 lampejo desbloqueio das portas e manobra de subida dos vidros é uma consequência de um comando de bloqueio das portas. A seguir. ▲ Indicação válida quando acionado pelo controle remoto. por qualquer motivo. tais como telefones celulares. um documento de identidade e os documentos de propriedade do veículo. ADVERTÊNCIA: a frequência do telecomando pode sofrer interferência de transmissão estranhas ao veículo.

girar o dispositivo de abertura (C) e retirar a caixinha da bateria (D). 4 A-5 . 4 e colocar o encaixe metálico (B) na posição de abertura. Para substituir a bateria: . não se verificar a ação esperada de abertura ou fechamento de portas.SUBSTITUIÇÃO DA BATERIA DA CHAVE COM CONTROLE REMOTO Quando. girando o dispositivo (C).apertar o botão A-fig. Substituir a bateria por outra nova de tipo equivalente. A A B E D C fig. .recolocar a caixinha na chave e travá-la. As baterias gastas são prejudiciais ao meio ambiente e devem ser descartadas em recipientes apropriados ou entregues à Rede Assistencial Fiat.substituir a bateria (E) respeitando as polaridades indicadas.utilizando uma chave de fenda de ponta fina. . . encontrada em revendedores normais. isso pode ser uma indicação de que a bateria do controle está fraca. apertando um dos botões da chave com controle remoto.

A sequência numérica impressa acima do código de barras identifica o número de homologação do controle remoto e do immobilizer junto à ANATEL. isto é.04 NBC 310.06 / NBC 310.O FUNCIONAMENTO DO FIAT CODE Cada vez que girar a chave de ignição na posição STOP. e não pode causar interferência a sistemas operando em caráter primário. mesmo de estações do mesmo tipo. o código não foi reconhecido.08 . Neste caso.4050 (01) 0789 838176 021 6 Etiqueta 2 .05 / NBC 310. não tem direito a proteção contra interferência prejudicial. Girando a chave para AVV. diferente de todos os outros. devido a uma queda de tensão). ADVERTÊNCIA: cada chave fornecida possui um código próprio. Etiqueta 1 . que deve ser memorizado pela central do sistema. se o bloqueio persistir. a luz-espia acender. 2) Se a luz-espia ficar acesa (junto com a luz-espia ).01 NBC 310. Com o automóvel em movimento e a chave da ignição em MAR. ADVERTÊNCIA: impactos violentos podem danificar os componentes eletrônicos contidos na chave.Immobilizer NBC 310. Este equipamento opera em caráter secundário. o motor funcionará. a luz-espia no quadro de instrumentos faz um breve lampejo.02 / NBC 310. tentar com a outra chave fornecida. de novo em MAR. o sistema de proteção ativa o bloqueio do motor. Girando a chave para MAR: 1) Se o código for reconhecido.03 / NBC 310.Controle remoto TRF 192 1244 . O código de barras e os algarismos localizados abaixo do mesmo contêm dados do fornecedor do equipamento. indicando que o sistema de proteção reconheceu o código transmitido pela chave e o bloqueio do motor foi desativado. significa que o sistema está efetuando um autodiagnóstico (por exemplo.07 1641-07-4050 (01) 0789 838176 019 3 A-6 . aconselha-se a repor a chave na posição STOP e. depois.

COMUTADOR DE IGNIÇÃO A chave pode girar para 3 posições diferentes fig. A Rede Assistencial FIAT tanto as novas quanto as que estiverem em mãos. A fig. Alguns dispositivos cionar. Em caso de violação do dispositivo da ignição (por ex. 5 A-7 F0M0015M . . Com a chave de ignição retirada. Em caso de venda do veículo. Ao descer do veículo. é indispensável que o novo proprietário receba todas as chaves e o CODE CARD. deve ir à Rede Assistencial FIAT com todas as chaves e o Code Card. . As chaves não apresentadas durante a nova operação de memorização são definitivamente canceladas da memória para garantir que aquelas eventualmente perdidas não sejam mais capazes de ligar o motor. tire sempre a chave para evitar que alguém ligue os comandos involuntariamente. A Rede Assistencial FIAT poderá exigir os documentos de propriedade do veículo. Lembre-se de puxar o freio de mão até travar no dente necessário para imobilizar completamente o veículo.MAR os dispositivos elétricos podem funcionar. 5: . tomando o cuidado para não tocar o pneu no meio-fio (guias). Nunca deixe crianças sozinhas no veículo. é possível acender as luzes de posição mediante a rotação da empunhadura da alavanca esquerda da coluna de direção. a chave pode ser removida.STOP: motor desligado.AVV: partida do motor. mandar verificar o funcionamento na Rede Assistencial Fiat. sendo aconselhável também virar as rodas em direção ao passeio.DUPLICAÇÃO DAS CHAVES Quando o proprietário necessitar de chaves adicionais.: uma tentativa de roubo). Se o veículo estiver em declive. engate a primeira marcha.

girar o dispositivo específico C-fig. para a frente ou para trás. Para abaixar o banco. A falta deste bloqueio poderia provocar o movimento do banco. ou para regular adequadamente a inclinação do encosto. quando da ocorrência de impactos que possam gerar desacelerações em níveis “perigosos” aos usuários. são concebidos na ótica de “segurança ativa” e “segurança passiva”. são projetados para se deformarem e. fig. assim. Com regulagem milimétrica: Para reclinar completamente. Não desmontar os bancos nem efetuar serviços de manutenção e/ou reparação nos mesmos: operações realizadas de modo incorreto podem prejudicar o funcionamento dos dispositivos de segurança. No caso específico dos bancos. Regulagem no sentido longitudinal Levantar a alavanca A e empurrar o banco para a frente ou para trás. fazendo com que se desloque alguns milímetros para frente ou para trás. verificar se o banco está bem travado. conforme desejado. Ao soltar a alavanca. 6 A-8 F0M0055M . os ocupantes sofram o mínimo de consequências possíveis. A regulagem deve ser feita atuando na alavanca B-fig. uma vez que é na deformação que a energia do impacto é absorvida. “preservando-os passivamente”. reduzir o nível de desaceleração sobre os ocupantes. ADVERTÊNCIA: o projeto de um veículo é concebido atualmente para que. Regulagem em altura Para algumas versões. a deformação dos bancos deve ser considerada uma desejada consequência do sinistro. Nesses casos.fig.REGULAGENS PERSONALIZADAS BANCOS . Considera-se que. ADVERTÊNCIA: o banco deve estar bem travado para evitar o movimento e possíveis acidentes. Dirigir-se sempre à Rede Assistencial Fiat. 6 Qualquer regulagem deve ser feita exclusivamente com o veículo parado. estes. tentando empurrá-lo para a frente e para trás. em casos de sinistros. 6 levantando-a tantas vezes quantas forem necessárias para obter a posição desejada. 6. deve ser feito o procedimento contrário. está prevista a regulagem de altura para o banco do motorista. após constatada essa deformação. Para tanto. o conjunto deverá ser substituído.

8 fig. Lembre-se que os apoia-cabeças devem ser regulados de maneira que a nuca.fig. e não o pescoço. os apoia-cabeças são reguláveis em altura e travam-se automaticamente na posição desejada. apertar o botão A ao lado dos suportes e empurrá-los para baixo. 10. 9. Não desmontar os bancos nem efetuar serviços de manutenção e/ou reparação nos mesmos. Para a regulagem: levantar ou abaixar os apoia-cabeças até alcançar a altura Para removê-los. 7 fig. APOIA-BRAÇO DIANTEIRO . para algumas versões. Algumas versões possuem apoia-braço também no banco traseiro. Para abaixá-los. Para retirar o apoia-cabeças.APOIA-CABEÇAS Bancos dianteiros . Somente nessa posição podem protegê-lo em caso de batidas.fig. Dirigir-se sempre à Rede Assistencial Fiat. há um apoia-braço A-fig. apertar os botões A e B ao lado dos suportes e puxar mais um pouco para cima. estão presentes os bolsos porta-objetos/porta-documentos. 9 A-9 . Bancos traseiros . 8 Para os bancos traseiros estão previstos apoia-cabeças reguláveis em altura. A fig.fig. apertar os botões A e B e puxá-los para cima. Para colocá-lo na posição de uso normal empurrá-lo para baixo como ilustrado na fig. Operações realizadas de modo incorreto podem prejudicar o funcionamento dos dispositivos de segurança. F0M0025M F0M0026M PORTA-OBJETOS DAS PORTAS Existentes no revestimento de cada porta. apoie neles. levantá-los na altura máxima. 9 Entre os bancos dianteiros. 7 Para aumentar a segurança dos passageiros.

VOLANTE - fig. 11 Em algumas versões, pode ser regulado no sentido vertical e em profundidade: 1 A para a posição 1-fig. 11; 2 3 2 para travar o volante novamente.

Nos veículos dotados de direção hidráulica, não permanecer com o volante em fim de curso (seja para a direita ou esquerda) por mais de 15 segundos sob pena de danificar o sistema. Qualquer regulagem deve ser realizada somente com o veículo parado.

ESPELHO RETROVISOR INTERNO A-fig. 12 A obtém-se: 1 2 O espelho retrovisor interno é equipado com um dispositivo contra acidentes que o desprende em caso de choque.

F0M0270M

2 1

fig. 10 A-10

fig. 11

fig. 12

F0M0028M

ESPELHO RETROVISOR INTERNO ELETROCRÔMICO - fig. 13 Presente em algumas versões, o espelho pode ser orientado em todas as direções. O funcionamento do espelho eletrocrômico estará ativo e só será possível com a ignição ligada, condição em que o espelho passa a funcionar em modo automático. Nesta situação, duas fotocélulas controlam a atividade luminosa na frente e atrás do espelho, fazendo a compensação entre localidades iluminadas ou escuras. Quando a fotocélula localizada na parte frontal do espelho, ao lado do interruptor, detecta o ofuscamento provocado pelos faróis do veículo atrás do seu, ela energiza uma camada química do vidro, causando o escurecimento e

a absorção da luz. Assim que o ofuscamento diminui, o espelho volta para o seu estado normal de transparência. de B-fig. 13 permanece aceso, indicando esse estado. Pressionando-se o botão A-fig. 13 com o dispositivo ligado, o B-fig. 13 se apaga, indicando que o sistema deixou de funcionar em modo automático. Como característica adicional, o espelho passará para a posição normal gatada, garantindo a visibilidade em manobras.

ESPELHOS RETROVISORES EXTERNOS Com regulagem mecânica - fig. 14 Por dentro do veículo, mover o botão A. Qualquer regulagem deve ser efetuada somente com o veículo parado. Inclinação (basculamento) - fig. 15 plo, quando a saliência do espelho cria o espelho pode ser dobrado deslocando-o da posição 1 para a posição 2.

A

B

A

fig. 13

fig. 14

fig. 15 A-11

F0M0250M

Durante a marcha os espelhos devem estar sempre na posição 1. As lentes dos espelhos retrovisores são parabólicas e aumentam o campo de visão. No entanto, diminuem o tamanho da imagem, dando a impressão de que o objeto refletido está mais distante do que a realidade.

Com regulagem elétrica - fig. 16 A regulagem é possível somente com a chave de ignição na posição MAR. Para regular o espelho, basta apertar nos quatro sentidos a tecla C situada na porta do motorista. O botão B regulagem. Qualquer regulagem deve ser efetuada somente com o veículo parado e freio de mão puxado.

CINTOS DE SEGURANÇA
UTILIZAÇÃO DOS CINTOS DE SEGURANÇA Para colocar os cintos, pegar a lingueta de fixação A-fig. 17 e introduzila na sede B até perceber o “click” de travamento. Se durante a colocação do cinto, o mesmo se travar, deixá-lo enrolar por um breve trecho e retirá-lo novamente, evitando puxões repentinos.

F0M0030m

B C

A

fig. 16 A-12

fig. 17

Após engatar a fivela na sede do fecho, puxar levemente o cinto para eliminar a folga do cadarço na região abdominal. Para retirar o cinto, apertar o botão (C). Acompanhar o cinto durante seu enrolamento para evitar que fique torcido. Não apertar o botão (C) com o veículo em movimento. O cinto, por meio do retrator automático, adapta-se ao corpo do passageiro permitindo liberdade de movimentos. Com o veículo estacionado em forte aclive ou declive, o retrator pode travar-se: isso é normal. O mecanismo de travamento do retrator intervém em caso de qualquer puxão repentino do cinto ou em caso de freadas bruscas, colisões e curvas em alta velocidade.

REGULAGEM EM ALTURA DOS CINTOS DIANTEIROS A regulagem em altura dos cintos de segurança deve ser feita com o veículo parado. adaptando-os à estatura das pessoas que os usam. Esta precaução permite melhorar sua eficácia reduzindo substancialmente os riscos de lesões em caso de choque. A regulagem correta é obtida quando o cinto passa cerca da metade entre a extremidade do ombro e do pescoço. A sua eficiência depende diretamente da correta colocação por parte do usuário. A regulagem de altura é possível em 4 posições distintas.

Para fazer a regulagem, apertar o botão A-fig. 18 e levantar ou abaixar a empunhadura B-fig. 18.

A
Após a regulagem, verificar sempre se o cursor está travado em uma das posições predispostas. Para tanto, sem pressionar o botão, fazer um movimento para baixo para permitir o travamento do dispositivo de fixação, caso o mesmo não tenha sido travado em uma das posições estabelecidas.

fig. 18 A-13

19 A-14 fig. AJUSTE DO CINTO TRASEIRO CENTRAL (sem retrator automático) . de modo que estejam sempre prontos para o uso. Para evitar engates incorretos. 19. A extremidade excedente do cinto resultante de um ajuste. mantendo a fivela A perpendicular ao cinto. As fivelas devem ser retiradas novamente das relativas sedes ao colocar o banco na posição de utilização. em caso de colisão. deslocar a presilha D até onde o curso desta permitir. que poderiam afetar a funcionalidade dos cintos de segurança. os passageiros dos bancos traseiros que não estiverem usando os cintos. Algumas versões possuem cintos de segurança inerciais de três pontos também para o posto central. Os cintos de segurança para os lugares traseiros devem ser usados conforme o esquema ilustrado na fig.fig. de maneira a manter unidos o cinto de segurança e a extremidade excedente B. inadvertidamente. constituem um perigo também para os passageiros dos lugares dianteiros. e sempre fazer o ajuste do cinto ao corpo do passageiro. puxar na parte C.CINTOS DE SEGURANÇA TRASEIROS O banco traseiro possui cintos de segurança inerciais de três pontos de fixação com retrator para os lugares laterais. 20 Para apertar Passar o cinto pela fivela A. Recordar-se de que. 20 . Para afrouxar Pressionar a fivela A. puxando na extremidade B ter apertado o cinto. A B C D fig. ficar para fora do veículo após ter fechado as portas traseiras. as linguetas dos cintos laterais e o fecho do cinto central são incompatíveis entre si. mesmo se não estiverem em uso. assim como os próprios cintos de segurança dos lugares que não estiverem ocupados podem. Aconselha-se a deixar afivelados todos os cintos de segurança traseiros dos veículos sem retrator automático. além de estarem infringindo as leis de trânsito e de serem expostos a um grande risco.

Colocar e ajustar sempre os cintos de segurança. afrouxe ou modifique o funcionamento normal do cinto de segurança. ou qualquer outro tipo de dispositivo que trave. tanto nos lugares dianteiros como traseiros. clipes. para qualquer finalidade. Viajar sem utilizar os cintos aumenta o risco de lesões graves. A opção em reclinar o banco limita as funções do cinto de segurança. as disposições legislativas locais com relação à obrigação e modalidades de utilização dos cintos. O cinto não deve ser dobrado. Se o cinto tiver sido submetido a uma forte solicitação como. o mesmo deve ser substituído completamente junto com as fixações. mesmo não apresentando danos visíveis. etc. 21 e não ao abdômen do passageiro. ou de morte. ADVERTÊNCIAS GERAIS PARA A UTILIZAÇÃO DOS CINTOS DE SEGURANÇA Para garantir a máxima proteção aos ocupantes do veículo em caso de acidente. A parte superior deve passar nos ombros e atravessar diagonalmente o tórax. pois estes equipamentos podem ter perdido suas propriedades de resistência.) entre o corpo e o cinto. por exemplo. A parte inferior deve aderir à bacia fig. 21 A-15 . recomenda-se manter o encosto na posição mais ereta possível e o cinto bem aderido ao tórax e à bacia. espumas. dirija-se sempre à Rede Assistencial Fiat. os parafusos e o próprio sistema pré-tensionador. Não utilizar dispositivos (almofadas. em caso de colisão. podendo ocasionar o escorregamento do usuário por baixo do cinto. Para qualquer intervenção ou reparo. A fig. com riscos de estrangulamento.ADVERTÊNCIA: o cinto estará regulado corretamente quando aderir bem à bacia. após um acidente. Colocar e ajustar sempre os cintos de segurança antes de iniciar uma viagem. A sua eficiência depende diretamente da correta colocação por parte do usuário.

alvejantes ou tintumica que possa enfraquecer as fibras do cinto.Cada cinto de segurança deve ser utilizado somente por uma pessoa. Não usar detergentes fortes. O seu correto funcionamento é garantido somente se não sofrerem infiltrações de água. Obviamente as mulheres grávidas deverão colocar a faixa abdominal do cinto muito mais baixa de modo que a mesma passe sob o ventre fig. Nunca transportar crianças no colo de um passageiro utilizando um cinto de segurança para a proteção de ambos fig. Substituir o cinto em caso de ativação do pré-tensionador 3) Para limpar os cintos. substituir o cinto usado. mesmo se aparentemente não pareça danificado. 5) Substituir o cinto quando apresentar marcas de deterioração ou cortes. fig. 23 . não torcidos. 23. lavá-los com água e sabão neutro. 22 A-16 fig. 2) Após um acidente. O uso dos cintos é necessário também para as mulheres grávidas: para elas e para o bebê o risco de lesões em caso de colisão é certamente menor se estiverem usando o cinto. certificar-se de que os mesmos possam deslizar livremente sem impedimentos. 4) Evitar que os retratores automáticos se molhem. COMO MANTER OS CINTOS DE SEGURANÇA SEMPRE EFICIENTES 1) Utilizar sempre os cintos de segurança bem esticados. enxaguando-os e deixando-os secar à sombra. 22 e não colocar nenhum objeto entre a pessoa e o cinto.

ADVERTÊNCIA: cada sistema de retenção é rigorosamente para uma pessoa. deverão ser protegidos por dispositivos de retenção apropriados.TRANSPORTE DE CRIANÇAS EM SEGURANÇA peçam de utilizar os cintos de segurança com os quais o veículo é equipado originalmente. Nestes casos. ele deve ser obrigatoriamente desativado. O transporte de crianças no banco dianteiro só pode se verificar em casos previstos conforme legislação em vigor. somente o banco traseiro deverá ser usado para o transporte de crianças. Além disto. Para a melhor proteção em caso de colisão. Esta posição é a mais protegida em caso de choque. o banco do passageiro deve ser regulado na posição mais afastada. não transportar nunca duas crianças na mesma cadeirinha ao mesmo tempo. a fim de evitar eventuais contatos da cadeirinha para crianças com o painel. A RBAG A-17 . todos os ocupantes devem viajar sentados e protegidos pelos sistemas Esta recomendação é ainda mais importante quando são transportadas crianças no veículo. Não utilizar cadeirinhas ou outros dispositivos sem as instruções de uso. A ativação do Airbag em caso de colisão pode produzir lesões mortais na criança transportada. AI ADVERTÊNCIA: mesmo no caso dos veículos que não possuam airbag para o passageiro. para veículos dotados de airbag para o passageiro. GRAVE PERIGO: não colocar cadeirinhas para crianças voltadas contra o sentido de marcha no banco dianteiro com o airbag do lado do passageiro ativado. seguindo rigorosamente as instruções do fabricante do dispositivo. certificando-se da operação através da luz-espia no quadro de instrumentos (ver parágrafo AIRBAG FRONTAIS E LATERAIs no item AIRBAG FRONTAL DO LADO DO PASSAGEIRO).

o cinto não se enrola mais. PRÉ-TENSIONADORES Para tornar ainda mais eficaz a ação dos cintos de segurança dianteiros e traseiros. pode-se verificar emissão de fumaça. Esta fumaça não é prejudicial e não indica um princípio de incêndio. as versões equipadas com Airbag estão equipadas também com pré-tensionadores dos cintos de segurança. nem mesmo se acompanhado com as mãos. O pré-tensionador não necessita de nenhuma manutenção ou lubrificação. o cinto de segurança deverá estar sempre corretamente afivelado. Estes dispositivos detectam. garantem a perfeita aderência dos cintos ao corpo dos ocupantes. que está ocorrendo uma te modo. O travamento do cinto é reconhecível pelo travamento do retrator. Qualquer intervenção de modificação de suas características originais invalida sua eficiência. substituir a cadeirinha por uma nova. antes que se inicie a ação de retenção. é obrigatória a sua substituição. Se. usar o cinto mantendo-o bem aderido ao tórax e à bacia. Ocorrendo a ativação dos pré-tensionadores. especificamente desenvolvidos para uso nos veículos Fiat. ADVERTÊNCIA: durante a viagem não permitir que a criança desencaixe os cintos. A-18 . por eventos naturais atingido por água ou barro. Para ter a máxima proteção da ação do pré-tensionador. através de um sensor. Para que ocorra o funcionamento correto do pré-tensionador. Os pré-tensionadores dos bancos dianteiros se ativam somente se os respectivos cintos estiverem corretamente colocados nas fivelas. ADVERTÊNCIA: aconselha-se verificar na Rede Assistencial Fiat a disponibilidade de dispositivos de retenção para crianças da Linha Fiat Acessórios.ADVERTÊNCIA: verificar sempre se os cintos não estão apoiando no pescoço da criança. ADVERTÊNCIA: em caso de acidente.

Qualquer reparação deve ser feita por pessoal qualificado e autorizado. Após sua utilização. LIMITADORES DE CARGA Os limitadores de carga estão presentes somente nos cintos com pré-tensionador. vibrações ou aquecimentos localizados (superiores a 100°C por uma duração máxima de 6 horas) na zona do pré-tensionador podem provocar danos ou a ativação do sistema. procurar a Rede Assistencial Fiat para sua substituição. A A-19 . Em hipótese alguma deve-se desmontar ou intervir nos componentes do pré-tensionador. seja mecânico ou elétrico. Para qualquer intervenção ou reparo. Intervenções que acarretem colisões. Para aumentar a segurança passiva. A validade do dispositivo está indicada em uma etiqueta adesiva localizada na tampa do porta-luvas e. etc. Atente para o prazo de validade e dirija-se à Rede Assistencial Fiat para a substituição do dispositivo. Não se enquadram nestas condições as vibrações induzidas pela irregularidade das estradas ou por ultrapassagens acidentais de obstáculos como guias. quebra-molas. dirija-se sempre à Rede Assistencial Fiat.O pré-tensionador é utilizável somente uma vez. os retratores dos cintos de segurança rior um limitador de carga que permite dosar a força com que o sistema que age no tórax e nos ombros durante a ação de retenção dos cintos em caso de colisão frontal. Procure sempre a Rede Assistencial Fiat. na parte interna do capô. para algumas versões.

24 1 4 6 passageiro . E F 100120140 160 km/h 80 180 200 220 W 3 E u E H K E 1 è 60 40 20 40 30 rpm x 50 20 60 10 70 1 SRC 2 3 4 5 AS 6 BAND fig.14 2 5 7 11 18 A-20 12 15 16 8 9 13 17 3 .PAINEL DE INSTRUMENTOS A disponibilidade e a posição dos instrumentos e dos sinalizadores podem variar em função dos itens opcionais adquiridos/disponíveis.10 ignição .

A E F 100120 140 160 km/h 80 180 60 110 130150 90 90 210 230 01 17 70 10 30 50 W 3 E u E H K E 1 è 40 30 rpm x 100 50 35 45 20 55 60 15 40 20 0 200 220 240 25 65 10 0 70 80 75 d Ü > x á K 5 t 5 4 U v Y F ¬ < A B C D E A B C D E fig. 25 fig. 26 A .Velocímetro B .Conta-giros A B C D E fig. 27 A-21 .QUADRO DE INSTRUMENTOS O quadro de instrumentos varia em função do modelo/versão adquirido e dos itens opcionais.Indicador de temperatura do líquido de arrefecimento do motor com luz-espia de máxima temperatura E .Indicador de nível do combustível com luz-espia de reserva C D .

o quadro de instrumentos poderá apresentar os seguintes instrumentos: VELOCÍMETRO . A fig. 27 A quilometragem parcial e total. assim como o zeramento. 28 O ponteiro indica a quantidade aproximada de combustível existente no tanque. 27 A-22 fig.5 litros de combustível. 28 . podem ser INDICADOR DO NÍVEL DE COMBUSTÍVEL . procurar a Rede Assistencial Fiat.INSTRUMENTOS DE BORDO Conforme a versão.5 a 7. E F Ver observação “Estacionamento” no item Advertência: se a luz-espia do indicador do nível de combustível estiver piscando é sinal de anomalia no sistema. Nesse caso.fig.fig. O acendimento contínuo da luz-espia de reserva A indica que no tanque restam cerca de 5.

fig. o ponteiro deve estar sobre os valores centrais da escala. Se chegar perto da marca vermelha. A fig.INDICADOR DE TEMPERATURA DO LÍQUIDO DE ARREFECIMENTO DO MOTOR . procurar a Rede Assistencial Fiat. 29 Em regime de funcionamento. 29 A-23 . A posição da luz-espia indicadora de temperatura pode mudar em função da versão do veículo e do quadro de instrumentos. 29 de excesso de temperatura ou com a luz-espia do sistema de injeção acesa. a luz-espia. seu veículo poderá ser seriamente danificado.do inglês hot: quente C . desligar o motor e providenciar o reboque do veículo à concessionária Fiat mais próxima. Os reparos. Neste caso. Em algumas versões. significa que o motor está sendo muito solicitado e é necessário reduzir a exigência de desempenho. é sinal de anomalia no sistema. não serão cobertos pela Garantia. Em caso de superaquecimento. nesses casos. A Se o motor funcionar sem o líquido de arrefecimento. normalmente. Isso indica excessiva temperatura do líquido de arrefecimento.do inglês cold: frio Advertência: se o indicador estiver no início da escala (temperatura baixa) com a luz-espia A-fig. Viajando à velocidade muito baixa com clima muito quente. Observação: H . o ponteiro pode chegar perto da marca vermelha. acende-se no quadro de instrumentos.

Display 3-fig.fig. 32 fig. informações numéricas e mensagens de texto. ADVERTÊNCIA: o sistema de controle da injeção eletrônica interrompe o fluxo de combustível quando o motor estiver com excesso de rotações. 33 . que pode causar danos ao motor e.CONTA-GIROS . informações numéricas e mensagens de texto. São descritos a seguir os diferentes que cada um pode fornecer: Display 1-fig. 31 3 8:30 Segunda-feira 13 Novembro fig. deverá ser evitado.Ideogramas. 32 e 33 O padrão e a quantidade de caracteres das mensagens exibidas variam de versão do veículo e os equipamentos opcionais que estão presentes no mesmo. 30 A-24 fig. Display 2-fig. portanto.Ideogramas. 33 . informações numéricas e mensagens de texto curtas.fig. com consequente perda de potência do próprio motor. 31. 31 .rotações por minuto DISPLAY ELETRÔNICO . fig. Observação: rpm . 32 . 30 O ponteiro sobre as marcas vermelhas indica um regime de rotações muito elevado.Ideogramas.

para cima ou para aumentar o valor visualizado. Para navegar na tela e nas correspondentes opções. BOTÕES DE COMANDO .durante as operações de definição permitem o aumento ou a diminuição. 35 A-25 . Nota: os botões + e – ativam funções diversas. é possível a regulagem da intensidade luminosa do quadro de instrumentos. Pressão breve para ter acesso ao menu e/ou passar à tela seguinte ou confirmar a escolha desejada. Pressão prolongada para retornar à tela standard.fig. para baixo ou para diminuir o valor visualizado.fig. ao abrir pelo menos uma das portas dianteiras. . de acordo com as seguintes situações: A Regulagem da iluminação interna do quadro de instrumentos Quando está ativa a tela standard. 35 + Para navegar na tela e nas correspondentes opções. 34 A tela standard pode fornecer as seguintes indicações: A dro de instrumentos. ao abrir uma das portas dianteiras com a chave retirada da ignição ou com a chave de ignição na posição MAR B Nota: com a chave retirada. do autorrádio e do climatizador autoMenu de setup . 34 fig.no interior do menu os botões permitem a navegação para cima ou para baixo. MENU ESC - fig. o display se ilumina visualizando por alguns segundos a hora e a indicação de quilômetros percorridos.MY CAR FIAT TELA STANDARD .

Com o veículo estacionado é possível ter acesso ao menu estendido. .fig. .quando nos encontramos no nível de definição de uma entrada do menu. permite o acesso às diversas O menu pode ser ativado com uma breve pressão do botão MENU ESC.depois de ter regulado os minutos com o mesmo procedimento. 36 O menu é composto por uma série de funções dispostas de modo “circular”. por razões de segurança é possível ter acesso só ao menu reduzido (função “SPEED”).através da pressão breve do botão MENU ESC pode ser selecionada a função do menu que se deseja modificar. abandona-se o ambiente menu de setup. Seleção de “Definição do relógio” (Hour) .através de uma breve pressão do botão MENU ESC se pode memorizar a definição e ao mesmo tempo retornar à mesma entrada do menu antes selecionada. . para ter acesso à navegação.são salvas apenas as modificações madas com a pressão do botão MENU ESC O ambiente do menu de setup é temporizado. Através da pressão prolongada do botão MENU ESC: . depois da saída do menu devido ao vencimento desta temporização são salvas apenas as modificações firmadas com a pressão breve do botão MENU ESC A partir da tela standard. realizada através dos botões + e –. retorna-se à mesma entrada do menu antes selecionada. Para navegar no menu.MENU DE SETUP . .através da breve pressão do botão MENU ESC se pode memorizar as horas e ao mesmo tempo passar ao ajuste dos minutos. Com pressões individuais dos botões + e – é possível navegar na lista do menu de setup. Seleção de uma entrada do menu .agindo nos botões + e – a nova definição. Os modos de gestão a este ponto se distinguem entre si de acordo com a entrada selecionada. cuja seleção. abandona-se o nível de menu.agindo nos botões + e – a nova definição.através da breve pressão do botão MENU ESC se pode selecionar o pri. pressionar os botões + ou –. Nota: com o veículo em movimento.quando nos encontramos no nível do menu. . . A-26 . pressionar brevemente o botão MENU ESC.

pressionar o botão – - A .pressionar brevemente o botão MENU ESC para retornar à tela menu ou pressionar prolongadamente o botão para retornar à tela standard sem memorizar.pressionar o botão + ou – para sele- . Ao manter pressionado o botão +/– se obtém o aumento/diminuição rápida automática. Cada pressão do botão +/– determina o aumento/diminuição de 5 unidades.pressionar brevemente o botão MENU ESC . selecionar o limite de velocidade desejado e pressionar MENU ESC para confirmar a escolha. 36 8:30 A-27 . Nota: a definição é possível a partir de 30 km/h.Definição do limite de velocidade (SPEED) Essa função permite estabelecer o limite de velocidade do veículo e avisar ao usuário quando o mesmo for ultraLUZES-ESPIA E MENSAGENS . proceder como indicado a seguir: . proceder como indicado a seguir: .no caso em que a função tenha sibotões + ou –.pressionar brevemente o botão MENU ESC para retornar à tela menu ou pressionar prolongadamente o botão para retornar à tela standard sem memorizar.pressionar brevemente o botão MENU ESC . SPEEd km/h On BAG P 8:30 Hour 8:30 Unit km bUZZ 4 fig. Quando se está próximo do valor desejado. Para definir o limite de velocidade desejado. Sempre que se desejar anular a função. completar a regulagem com pressões individuais.

. Para efetuar a regulagem. . proceder como indicado a seguir: . Para efetuar a regulagem.pressionar o botão + ou – para selecionar o nível de volume desejado Definição da unidade de medida (Unit) Essa função permite a regulagem da unidade de medida. + e –.pressionar brevemente o botão MENU ESC para retornar à tela menu ou pressionar prolongadamente o botão para retornar à tela standard sem memorizar. dável manter a unidade km como padrão. Para definir o volume desejado.pressionar brevemente o botão MENU ESC para retornar à tela menu ou pressionar prolongadamente para retornar à tela standard sem memorizar. proceder como indicado a seguir: . .pressionar o botão + ou – para efetuar a regulagem.pressionar brevemente o botão MENU ESC . .Regulagem do relógio (Hour) Essa função permite a regulagem do relógio.ao pressionar brevemente o botão MENU ESC intermitente as “horas”. Regulação do volume buzzer (BUZZ) Esta função permite a regulagem do acompanha as visualizações de avaria/ aviso e as pressões dos botões MENU ESC.ao pressionar brevemente o botão MENU ESC intermitente os “minutos”. . .pressionar o botão + ou – para efetuar a regulagem.pressionar brevemente o botão MENU ESC . A-28 .pressionar o botão + ou – para selecionar a unidade de medida desejada.pressionar brevemente o botão MENU ESC para retornar à tela menu ou pressionar prolongadamente o botão para retornar à tela standard sem memorizar. proceder como indicado a seguir: .

pressionar brevemente o botão MENU ESC. é visualizada uma mensagem de confirmação da escolha e retorna-se à tela menu ou pressionar prolongadamente o botão para retornar à tela standard sem memorizar. TELA “STANDARD” . 38 On A BAG P OFF MENU ESC A tela standard pode fornecer as seguintes indicações: A B C ve em ON e as portas dianteiras - Conf YES Conf YES D . em função do que foi anteriormente definido.Ativação/Desativação do airbag lado passageiro frontal (se previsto) (Bag P) Essa função permite ativar/desativar o airbag lado passageiro. 37 Qui 13 Nov fig. gem de pedido de confirmação. 38 A-29 . veículo pode cional apto a oferecer informações úteis ao usuário. BAG P OFF BAG P On fig. pressionar novamente o botão MENU ESC.pressionar o botão MENU ESC e.fig.através da pressão dos botões + ou – BAG P DISPLAY MULTIFUNCIONAL BAG P 8:30 MENU ESC Em algumas versões. durante a condução do veículo. + ou –. . Proceder como indicado a seguir: .

exibindo por alguns segundos a hora e os quilômetros percorridos. do autorrádio e do climatizador auto- indicadas a seguir. BOTÕES DE COMANDO . Seleção de uma entrada do menu principal sem submenu: .fig. a luz de posição deverá estar ligada. 40 O menu é composto por uma série de funções dispostas de modo “circular” cuja seleção. . .durante as operações de definição permitem o aumento ou a diminuição. Nota: os botões + e – ativam funções diversas de acordo com as seguintes situações: Regulagem da iluminação do quadro de instrumentos . Nota: para efetuar a regulagem da intensidade da iluminação do quadro de instrumentos.através da pressão breve do botão MENU ESC pode ser selecionada a função do menu principal que se deseja modificar. Pressão prolongada para retornar à tela standard.fig. Com pressões individuais das teclas + ou – é possível navegar na lista do menu de setup. Para algumas entra- MENU ESC O menu de setup pode ser ativado com uma pressão breve do botão MENU ESC.quando está ativa a tela standard. Menu de setup .ao agir nas teclas + ou – a nova definição. permite o acesso às diversas - fig. Os modos de gestão a este ponto diferem entre si a segunda da característica da entrada selecionada. MENU DE SETUP . é possível a regulagem da intensidade luminosa do quadro de instrumentos. 39 + Para navegar na tela e nas correspondentes opções. 39 A-30 . realizada através dos botões + e –. . o display se ativa. para baixo ou para diminuir o valor visualizado. Pressão breve para ter acesso ao menu e/ou passar à tela seguinte ou confirmar a escolha desejada. para cima ou para aumentar o valor visualizado.Nota: ao abrir uma porta dianteira.no interior do menu permitem a navegação para cima ou para baixo. Para navegar na tela e nas correspondentes opções.através da pressão breve do botão MENU ESC se pode memorizar a definição e ao mesmo tempo retornar à mesma entrada do menu principal antes selecionada.

através da pressão breve do botão MENU ESC pode-se memorizar a definição e ao mesmo tempo passar à entrada seguinte do menu de definição.quando nos encontramos num outro de uma entrada de submenu.através da pressão breve do botão MENU ESC pode-se memorizar a definição e ao mesmo tempo retornar à mesma entrada do submenu antes selecionada. A-31 .ao agir nas teclas + ou – a nova definição desta entrada do submenu. . . é abandonado o ambiente do menu de setup.ao agir nas teclas + ou – a nova definição.quando nos encontramos no nível do menu principal. . . ao nível de submenu ou ao nível de definição de donado o nível de menu principal.através da pressão breve do botão MENU ESC pode-se selecionar a entrada do submenu visualizada e se tem acesso ao menu de definição correspondente.Seleção de uma entrada do menu principal com submenu: .através da pressão breve do botão MENU ESC pode-se selecionar o pri- Através da pressão prolongada do botão MENU ESC: . se esta é a última se retorna à mesma entrada do menu antes selecionada. .ao agir nas teclas + ou – em todas as entradas do submenu. . depois da saída do menu devido ao vencimento desta temporização são salvas somente as modificações já madas com a pressão breve do botão MENU ESC A .são salvas somente as modificações madas com a pressão do botão MENU ESC O ambiente do menu de setup é temporizado. Seleção de “Regula Data” e “Acertar Hora”: .através da pressão breve do botão MENU ESC se pode visualizar a primeira entrada do submenu. .

por razões de segurança. Saída Menu 8:30 8:30 Sensor faróis 8:30 Sensor chuva 8:30 Pressão breve do botão Dados trip B 8:30 Revisão 8:30 Acertar hora 8:30 Vol. Com o veículo estacionado é possível ter acesso ao menu estendido.A partir da tela standard. para ter acesso à navegação pressionar brevemente o botão MENU ESC. é possível ter acesso só ao menu reduzido (função “Beep Velocida. medida 8:30 Autoclose 8:30 8:30 fig. Nota: com o veículo em movimento. Deutsch Italiano Português Français English Ano Español Dia Mês Exemplo: Exemplo: MENU ESC Pressão breve do botão Bag passageiro 8:30 MENU ESC Beep Velocida. Para navegar dentro do menu. pressionar os botões + ou –. teclas 8:30 Regula data 8:30 Vol. 40 A-32 .”). avisos 8:30 Ver rádio Língua 8:30 Unid.

. Quando se está próximo do valor desejado.pressionar brevemente o botão MENU ESC para retornar à tela menu ou pressionar prolongadamente o botão para retornar à tela standard sem memorizar. Advertência: esta função é meramente adicional. Sempre que se desejar anular a definição. ver o parágrafo “Regulagem da unidade de medida (Unid.pressionar brevemente o botão MENU ESC Para escolher a velocidade. . chuva) Para definir o nível de sensibilidade desejado. .) Essa função permite estabelecer o limite de velocidade do veículo e avisar ao usuário quando o mesmo for ultraLUZES-ESPIA E MENSAGENS” Para definir o limite de velocidade desejado. . não visa substituir.pressionar o botão – - . A cada pressão no botão + / – é determinado o aumento/diminuição de 5 unidades. proceder como indicado a seguir: . proceder como indicado a seguir: . Habilitação do Trip B (Dados trip B) A Para maiores informações ver o paráPara a ativação/desativação. pressionar o botão MENU ESC. completar a regulação com pressões individuais. Ao manter pressionado o botão + / – se obtém o aumento/diminuição rápida automático. .pressionar o botão + ou – para sele. selecionar o limite de velocidade desejado e pressionar MENU ESC para confirmar a escolha. medida)” descrito a seguir. proceder como indicado a seguir: . Nota: a definição é possível a partir de 30 km/h ou 20 mph.pressionar o botão + ou – para efetuar a regulagem.Limite de velocidade (Beep Velocida.pressionar brevemente o botão MENU ESC para retornar à tela menu ou pressionar prolongadamente o botão para retornar à tela standard sem memorizar.pressionar brevemente o botão MENU ESC intermitente o “nível” da sensibilidade definido anteriormente. A-33 .pressionar brevemente o botão MENU ESC .pressionar brevemente o botão MENU ESC chuva.pressionar o botão + ou – para efetuar a escolha.pressionar brevemente o botão MENU ESC para retornar à tela menu ou pressionar prolongadamente o botão para retornar à tela standard sem memorizar. Regulagem da sensibilidade do sensor de chuva (Sensor. proceder como indicado a seguir: . nem exclui a responsabilidade do motorista em manter-se atento a fazer cumprir a velocidade indicada para as rodovias transitadas.no caso em que a função tenha sibotões + ou –.

pressionar brevemente o botão MENU ESC menus “Hora” e “Formato”.no caso em que se entra no submenu “Formato”: pressionando brevemente o botão MENU ESC exibe de modo intermitente o modo de visualização. Ajuste do relógio (Acertar Hora) Essa função permite a regulagem do relógio passando através de dois submenus: “Hora” e “Formato”.pressionar o botão + ou – para efetuar a seleção no modo “24h” ou “12h”. . Quando se está próximo do valor desejado. . .pressionar brevemente o botão MENU ESC intermitente “o mês”. Ao manter pressionado o botão se obtém o aumento/diminuição rápido automático.pressionar brevemente o botão MENU ESC para retornar à tela menu ou pressionar prolongadamente o botão para retornar à tela standard sem memorizar. . Nota: cada pressão nos botões + ou – determina o aumento ou a diminuição de uma unidade. proceder como indicado a seguir: . . . Pressionar prolongadamente novamente o botão MENU ESC para retornar à tela standard.depois de ter selecionado o submenu que se deseja modificar..pressionar o botão + ou – para efetuar o ajuste.ao pressionar o botão MENU ESC intermitente os “minutos”. proceder como indicado a seguir: . . . pressionar brevemente o botão MENU ESC.pressionar o botão + ou – para efetuar a regulagem.pressionar o botão + ou – para efetuar o ajuste. . . completar a regulagem com pressões individuais.pressionar prolongadamente o botão MENU ESC para retornar à tela standard ou para retornar à tela menu principal sem memorizar. Ajuste da data (Regula data) Esta função permite a atualização da Para atualizar. . . Para a regulagem. . pressionar brevemente o botão MENU ESC para retornar à tela submenu ou pressionar prolongadamente o botão para retornar à tela menu principal sem memorizar.pressionar brevemente o botão MENU ESC para retornar à tela menu ou pressionar prolongadamente o botão para retornar à tela standard sem memorizar.pressionar brevemente o botão MENU ESC intermitente “o dia”. .no caso em que se entre no submenu “Hora”: pressionando brevemente o botão MENU ESC exibe de modo intermitente as “horas”. .pressionar o botão + ou – para efetuar o ajuste.pressionar o botão + ou – para navegar dentre os dois submenus.pressionar brevemente o botão MENU ESC intermitente “o ano”. A-34 .pressionar o botão + ou – para efetuar a regulagem.

Medida) Esta função permite a definição das unidades de medida através dos submePara definir a unidade de medida desejada. sica.pressionar o botão + ou . . proceder como indicado a seguir: .pressionar o botão + ou .pressionar brevemente o botão MENU ESC nus.pressionar brevemente o botão MENU ESC .pressionar o botão + ou – para navegar entre os três submenus. esta função.pressionar brevemente o botão MENU ESC para retornar à tela menu ou pressionar prolongadamente o botão para retornar à tela standard sem memorizar.pressionar o botão + ou – para efetuar a escolha. A-35 . .pressionar brevemente o botão MENU ESC para retornar à tela submenu ou então pressionar prolongadamente o botão para retornar à tela menu principal sem memorizar.pressionar brevemente o botão MENU ESC Regulagem da unidade de medida (Unid.depois de ter selecionado o submenu que se deseja modificar. . Fechamento centralizado automático com o veículo em movimento (Autoclose) permite o fechamento automático das portas ao ultrapassar a velocidade de 20 km/h.para efetuar a escolha. . . proceder como indicado a seguir: . música. pressionar brevemente o botão MENU ESC. .pressionar brevemente o botão MENU ESC . proceder como indicado a seguir: . .Repetição das informações áudio (Ver rádio) Esta função permite visualizar no rádio.para efetuar a escolha.no caso em que se entra no submenu “Distância”: pressionando brevemente o botão MENU ESC A da busca automática ou AutoStore.

Para definir o volume desejado. .no caso em que se entra no submenu “Consumos”: pressionando brevemente o botão MENU ESC função do que foi anteriormente defini- . Português. . Français. pressionar brevemente o botão MENU ESC para retornar à tela submenu ou pressionar prolongadamente o botão para retornar à tela menu principal sem memorizar.para efetuar a escolha. proceder como indicado a seguir: .no caso em que se entra no submenu “Temperatura” (disponível para algumas versões): pressionando brevemente o botão MENU ESC.pressionar brevemente o botão MENU ESC intermitente a “língua” definida anteriormente. . Para definir o idioma desejado. Seleção do idioma (Língua) Regulagem do volume de sinal acústico de avarias/avisos (Vol. Español.pressionar brevemente o botão MENU ESC para retornar à tela menu ou pressionar prolongadamente o botão para retornar à tela standard sem memorizar.pressionar brevemente o botão MENU ESC termitente o “nível” do volume definido anteriormente. . . A-36 definição. Pressionar brevemente o botão MENU ESC para retornar à tela menu ou pressionar prolongadamente o botão para retornar à tela standard sem memorizar. quantidade de combustível consumido em “mpg”. nha as visualizações de avaria/aviso..pressionar o botão + ou – para efetuar a regulagem.pressionar o botão + ou – para efetuar a escolha.pressionar brevemente o botão MENU ESC para retornar à tela menu ou pressionar prolongadamente o botão para retornar à tela standard sem memorizar. . o dis- . avisos) combustível consumido.pressionar o botão + ou – para efetuar a escolha. . proceder como indicado a seguir: .depois de ter efetuado a regulagem.pressionar o botão + ou . podem ser representadas nas glish.

precom exceção da revisão de carroceria MAR. proceder como indicado a seguir: . Seguir rigorosamente as recomendações para troca de óleo do motor. Procure a Rede Assistencial Fiat a qual realizará. o A contagem de tempo para a exibição das mensagens de troca anual do óleo do motor começará a partir do momento em que o veículo percorrer um mínimo de 200 quilômetros. A-37 .pressionar brevemente o botão MENU ESC para retornar à tela menu ou pressionar prolongadamente o botão para retornar à tela standard sem memorizar. OBSERVAÇÕES IMPORTANTES O sistema de aviso de revisão não leva em consideração os períodos nos quais a bateria esteve desligada. + e –.pressionar o botão + ou – para efetuar a regulagem. além das operações de manutenção previstas pelo Plano de Manutenção Programada ou pelo Plano de Inspeção Anual. Os displays não exibem o tempo faltante para a realização das revisões de carroceria.pressionar brevemente o botão MENU ESC termitente o “nível” do volume definido anteriormente.pressionar brevemente o botão MENU ESC para retornar à tela menu ou pressionar prolongadamente o botão para retornar à tela standard. Teclas) acompanha a pressão dos botões MENU ESC. O plano de manutenção programada do veículo prevê operações de manutenção e troca do óleo do motor a cada 15000 km ou 1 ano. . Para consultar estas indicações proceder como indicado a seguir: .Regulagem do volume das teclas (Vol. devendo ser sempre observados. no capítulo D. Manutenção programada (Revisão) Esta função permite visualizar as indicações relativas aos prazos quilométricos das revisões de manutenção. se o veículo for utilizado. em condições particularmente severas. Para ter pleno conhecimento das condições de manutenção e garantia do veículo é indispensável a consulta aos capítulos específicos. Para definir o volume desejado. . a partir dos 2000 km faltantes para a próxima MAR exibirá o número de quilômetros faltantes para revisão ou o número de dias para a troca anual de óleo do motor.pressionar brevemente o botão MENU ESC ou mi em função do que foi definido A . no presente manual. predominantemente. de modo que os intervalos de manutenção especificados no PLANO DE MANUTENÇÃO PROGRAMADA terão prioridade.

Ativação/Desativação do airbag lado passageiro frontal (se previsto) (Bag passageiro) Esta função permite ativar/desativar o airbag lado passageiro.pressionar brevemente o botão MENU ESC. é exibida uma mensagem de confirmação da escolha e se retorna à tela menu ou pressionar prolongadamente o botão para retornar à tela standard sem memorizar.pressionar o botão MENU ESC e.: On 8:30 Bag Passageiro 8:30 MENU ESC Bag pass. Proceder da seguinte forma: . Bag Passageiro 8:30 Bag Passageiro 8:30 ativado 8:30 desativado 8:30 fig.: Off 8:30 MENU ESC Confirmar: Sim 8:30 Confirmar: Sim 8:30 MENU ESC . 41 A-38 . pressionar novamente o botão MENU ESC. gem de pedido confirmação. .através da pressão dos botões + ou – Bag pass. + e –.

fig. 42 Algumas versões são equipadas com apto a oferecer informações úteis ao usuário. a tela de pressão de 8:30 Segunda-feira 13 Novembro fig. Ao pressionar o botão – - A tela standard pode fornecer as seguintes indicações: A B C com a chave retirada e as portas dianD - alimentação do turbocompressor fig. . em função do que foi anteriormente definido. A DISPLAY MULTIFUNCIONAL RECONFIGURÁVEL (Quando previsto) . 42.Sinalização do estado do veículo F- Colocar a chave de ignição na posição MAR visualizará a indicação de data fig. Pressão prolongada para retornar à tela standard. 44 + Para navegar na tela nas correspondentes opções para cima ou aumentar o valor visualizado.fig. 43 fig. Para configurá-la.Saída Menu Última função que encerra o ciclo de definições listadas na tela menu. lizada em seguida. MENU ESC Pressione brevemente para acessar o menu e/ou passar à tela seguinte ou confirmar a escolha desejada. durante a condução do veículo. E . 44 A-39 . 42 fig. Ao pressionar brevemente o botão MENU ESC standard sem memorizar. BOTÕES DE COMANDO . 43 gurado para exibi-la.Para navegar na tela nas correspondentes opções para baixo ou diminuir o valor visualizado.

medida – + Autoclose Primeira página Ver radio Autoclose – + Ver rádio Ativação Trip B Primeira página Ver radio – + Ativação Trip B Acertar hora Primeira página fig. Dia Ano Mês MENU ESC pressão breve do botão Sensor farois Sensor chuva Ativação Trip B + + Beep cintos Revisão Bag passageiro Revisão Bag passageiro Saida Menu Beep velocidade Sensor farois Sensor chuva + – Beep velocidade Sensor farois Sensor chuva + – Sensor chuva (onde previsto) MENU ESC pressão breve do botão + Volume teclas Beep cintos Revisão – Saída Menu – Beep velocidade Sensor faróis (onde previsto) Bag passageiro – – + Sensor chuva Ativação Trip B Acertar hora – Ativação Trip B Revisão + Lingua Volume avisos Volume teclas + – Volume teclas Acertar hora Sensor chuva Ativação Trip B Acertar hora – Regula data Ativação Trip B Acertar hora Regula data + + + – Unid. Com o veículo estacionado é possível ter acesso ao menu estendido. por razões de segurança. Nota: com o veículo em movimento. pressionar brevemente o botão MENU ESC. medida Lingua Volume avisos – Volume avisos Primeira página (onde previsto) + – Língua Autoclose Unid.Exemplo: Français Español English Deutsch Português Polski Türkçe Italiano Nederlands A partir da tela standard.medida Ver radio Autoclose Unid. 45 A-40 . medida Lingua – + Unid. pressionar os botões + ou –. Para navegar dentro do menu. é possível ter acesso só ao menu reduzido (função “Beep Velocidade”). para ter acesso à navegação.

Pressionar brevemente o botão MENU ESC para retornar à tela menu ou pressionar prolongadamente o botão para retornar à tela standard sem memorizar. Regulagem da sensibilidade do sensor crepuscular .Pressionar brevemente o botão MENU ESC para retornar à tela menu ou pressionar prolongadamente o botão para retornar à tela standard sem memorizar.No caso em que a função tenha MENU ESC e.Pressionar brevemente o botão MENU ESC intermitente o “nível” da sensibilidade definida anteriormente. selecionar o limite de velocidade desejado e pressionar MENU ESC para confirmar a escolha. proceder como indicado a seguir: . Nota: a definição é possível a partir de 30 km/h ou 20 mph. Regulagem da sensibilidade do sensor de chuva (Sensor. Quando se está próximo do valor desejado. Sempre que se desejar anular a definição. proceder como a seguir: . completar a regulação com pressões individuais.auto Nível 1 .Pressionar o botão + ou . luzes de posição e luz de placa.Mínima sensibilidade Nível 2 .Pressionar o botão – - Para definir o limite de velocidade desejado. A-41 . chuva) (quando disponível) A chuva.Limite de velocidade (Beep Velocidade) Essa função permite estabelecer o limite de velocidade do veículo e avisar ao usuário quando o mesmo for ultra- o aumento/diminuição rápida automático.Pressionar brevemente o botão MENU ESC para retornar à tela menu ou pressionar prolongadamente o botão para retornar à tela standard sem memorizar.Pressionar brevemente o botão MENU ESC . Para ajustar o nível de sensibilidade. . Ao manter pressionado o botão + / – se obtém . proceder como indicado a seguir: . . medida)” descrito a seguir. ver o parágrafo “Regulagem da unidade de medida (Unid.Pressionar brevemente o botão MENU ESC . . A cada pressão no botão + / – é determinado o aumento / diminuição de 5 unidades.Pressionar o botão + ou – para sele- . através da pressão dos botões + ou –. O ajuste é permitido mesmo com o veículo em movimento. menor será a intensidade de luz externa necessária para comandar o acendimento dos faróis baixos.Média sensibilidade Nível 3 .Máxima sensibilidade Quanto maior a sensibilidade.para efetuar a regulagem.(Auto lamp) Essa função permite regular a sensibilidade do sensor crepuscular .

Pressionar o botão + ou – para navegar dentre os dois submenus.Ao pressionar o botão MENU ESC intermitente os “minutos”. .No caso em que se entra no submenu “Formato”: pressionando brevemente o botão MENU ESC exibe de modo intermitente o modo de visualização. . . Habilitação do Trip B (Dados trip B) .Pressionar o botão + ou – para efetuar a regulagem.Pressionar o botão + ou – para efetuar a regulagem.Pressionar o botão + ou – para efetuar a seleção no modo “24h” ou “12h”.Pressionar brevemente o botão MENU ESC .Pressionar brevemente o botão MENU ESC menus “Hora” e “Formato”. proceder como indicado a seguir: . . nu que se deseja modificar.Pressionar brevemente o botão MENU ESC para retornar à tela menu ou pressionar prolongadamente o botão para retornar à tela standard sem memorizar. . Para a regulagem. .Pressionar o botão + ou – para efetuar a escolha. pressionar brevemente o botão MENU ESC para retornar à tela submenu ou pressionar prolongadamente o botão para retornar à tela menu principal sem memorizar. . Para maiores informações ver o paráPara a ativação / desativação.No caso em que se entre no submenu “Hora”: pressionando brevemente o botão MENU ESC exibe de modo intermitente as “horas”.Pressionar brevemente o botão MENU ESC para retornar à tela menu ou pressionar prolongadamente o botão para retornar à tela standard sem memorizar.Pressionar o botão + ou – para efetuar a regulagem.Pressionar prolongadamente o botão MENU ESC para retornar à tela standard ou para retornar à tela menu principal sem memorizar. A-42 .Para definir o nível de sensibilidade desejado. . . proceder como indicado a seguir: . pressionar brevemente o botão MENU ESC.Pressionar brevemente o botão MENU ESC intermitente o “nível” da sensibilidade definido anteriormente. . Pressionar prolongadamente novamente o botão MENU ESC para retornar à tela standard. Ajuste do relógio (Acertar Hora) Essa função permite a regulagem do relógio passando através de dois submenus: “Hora” e “Formato”. proceder como indicado a seguir: .

Pressionar o botão MENU ESC com uma pressão breve e será visualizado no .Girando a chave de ignição para a posição MAR reconfigurável termina a fase de check inicial e será visualizada as informações previamente configurada na função primeira página do menu. sica. Para efetuar a seleção de uma das opções. proceder como indicado a seguir: .Pressionar brevemente o botão MENU ESC para retornar à tela menu ou pressionar prolongadamente o botão para retornar à tela standard sem memorizar. proceder como a seguir: . . . Repetição das informações áudio (Ver rádio) Esta função permite visualizar no rádio.Pressionar o botão + ou – para efetuar o ajuste. A-43 .Pressionar o botão MENU ESC com uma pressão longa para retornar ao dis. Quando se está próximo do valor desejado. selecionar o tipo de informação É possível visualizar as indicações de data ou pressão de alimentação do turbocompressor.Ajuste da data (Regula data) Esta função permite a atualização da Para atualizar. .Pressionar o botão + ou – para efetuar o ajuste. para algumas versões. . . A da busca automática ou AutoStore.Pressionar o botão + ou – para selecionar a opção desejada .Pressionar o botão + ou – para efetuar o ajuste.Pressionar novamente o botão MENU ESC com uma pressão breve para vi. completar a regulagem com pressões individuais. (“Primeira página”) Visualização das principais informações no display) (quando disponível) Esta função permite.Pressionar brevemente o botão MENU ESC intermitente “o mês”. música. Ao manter pressionado o botão se obtém o aumento/diminuição rápido automático.Pressionar brevemente o botão MENU ESC intermitente “o ano”. . Nota: cada pressão nos botões + ou – determina o aumento ou a diminuição de uma unidade.Pressionar brevemente o botão MENU ESC intermitente “o dia”.

Pressionar o botão + ou . . Medida) Esta função permite a definição das unidades de medida através dos sub- .Pressionar brevemente o botão MENU ESC .No caso em que se entra no submenu “Distância”: pressionando brevemente o botão MENU ESC . combustível consumido.Pressionar brevemente o botão MENU ESC menus.No caso em que se entra no submenu “Consumos”: pressionando brevemente o botão MENU ESC função do que foi anteriormente defini- Para definir a unidade de medida desejada. esta função.Pressionar o botão + ou – para efetuar a escolha. proceder como indicado a seguir: . .para efetuar a escolha. . Regulagem da unidade de medida (Unid.Pressionar brevemente o botão MENU ESC para retornar à tela menu ou pressionar prolongadamente o botão para retornar à tela standard sem memorizar. . pressionar brevemente o botão MENU ESC.proceder como indicado a seguir: . .Pressionar brevemente o botão MENU ESC A-44 . Fechamento centralizado automático com o veículo em movimento (Autoclose) permite o fechamento automático das portas ao ultrapassar a velocidade de 20 km/h. quantidade de combustível consumido em “mpg”.Pressionar o botão + ou – para navegar entre os três submenus.Pressionar o botão + ou .para efetuar a escolha.Pressionar brevemente o botão MENU ESC para retornar à tela submenu ou então pressionar prolongadamente o botão para retornar à tela menu principal sem memorizar. nu que se deseja modificar.Pressionar brevemente o botão MENU ESC . proceder como indicado a seguir: .

. Para definir o idioma desejado.Pressionar o botão + ou – para efetuar a escolha. . .Pressionar brevemente o botão MENU ESC para retornar à tela menu ou pressionar prolongadamente o botão para retornar à tela standard sem memorizar. Português. o dis- Seleção do idioma (Língua) definição. Pressionar brevemente o botão MENU ESC para retornar à tela menu ou pressionar prolongadamente o botão para retornar à tela standard sem memorizar. . Para definir o volume desejado. avisos) de avaria/aviso.Pressionar o botão + ou – para efetuar a regulagem.Pressionar o botão + ou .No caso em que se entra no submenu “Temperatura” (disponível para algumas versões): pressionando brevemente o botão MENU ESC.. A-45 . proceder como indicado a seguir: .Pressionar brevemente o botão MENU ESC para retornar à tela menu ou pressionar prolongadamente o botão para retornar à tela standard sem memorizar. Español. Regulagem do volume de sinal acústico de avarias/avisos (Vol. podem ser representadas nas glish.Pressionar brevemente o botão MENU ESC intermitente a “língua” definida anteriormente.para efetuar a escolha. proceder como indicado a seguir: .Pressionar o botão + ou – para efetuar a escolha. A . Français. pressionar brevemente o botão MENU ESC para retornar à tela submenu ou pressionar prolongadamente o botão para retornar à tela menu principal sem memorizar.Pressionar brevemente o botão MENU ESC termitente o “nível” do volume definido anteriormente. .

além das operações de manutenção previstas pelo Plano de Manutenção Programada ou pelo Plano de Inspeção Anual. Para ter pleno conhecimento das condições de manutenção e garantia do veículo é indispensável a consulta aos capítulos específicos.Pressionar o botão + ou – para efetuar a regulagem. Os displays não exibem o tempo faltante para a realização das revisões de carroceria. Teclas) acompanha a pressão dos botões MENU ESC. no presente manual. se o veículo for utilizado. OBSERVAÇÕES IMPORTANTES O sistema de aviso de revisão não leva em consideração os períodos nos quais a bateria esteve desligada.Pressionar brevemente o botão MENU ESC para retornar à tela menu ou pressionar prolongadamente o botão para retornar à tela standard sem memorizar.Pressionar brevemente o botão MENU ESC para retornar à tela menu ou pressionar prolongadamente o botão para retornar à tela standard. A-46 . O plano de manutenção programada do veículo prevê operações de manutenção e troca do óleo do motor a cada 15000 km ou 1 ano. predominantemente. .Pressionar brevemente o botão MENU ESC termitente o “nível” do volume definido anteriormente. precom exceção da revisão de carroceria MAR. proceder como indicado a seguir: . em condições particularmente severas.Pressionar brevemente o botão MENU ESC ou mi em função do que foi definido . no capítulo D. . Seguir rigorosamente as recomendações para troca de óleo do motor. o A contagem de tempo para a exibição das mensagens de troca anual do óleo do motor começará a partir do momento em que o veículo percorrer um mínimo de 200 quilômetros. devendo ser sempre observados. Para consultar estas indicações proceder como indicado a seguir: . Manutenção programada (Revisão) Esta função permite visualizar as indicações relativas aos prazos quilométricos das revisões de manutenção. de modo que os intervalos de manutenção especificados no PLANO DE MANUTENÇÃO PROGRAMADA terão prioridade. Procure a Rede Assistencial Fiat a qual realizará.Regulagem do volume das teclas (Vol. a partir dos 2000 km faltantes para a próxima MAR exibirá o número de quilômetros faltantes para revisão ou o número de dias para a troca anual de óleo do motor. Para definir o volume desejado. + e –.

Ativação/Desativação do Airbag lado passageiro frontal (Bag passageiro) (quando disponível) Esta função permite ativar/desativar o Airbag lado passageiro. gem de pedido confirmação. . é exibida uma mensagem de confirmação da escolha e se retorna à tela menu ou pressionar prolongadamente o botão para retornar à tela standard sem memorizar. + e –.Pressionar o botão MENU ESC e. pass: Off On Saída Menu Última função que encerra o ciclo de definições listadas na tela menu. + – MENU ESC Bag passageiro Desativado fig. Ao pressionar o botão – - A + – MENU ESC Confirmar: Não Sim . Ao pressionar brevemente o botão MENU ESC standard sem memorizar. Proceder da seguinte forma: .Através da pressão dos botões + ou – Menu: Volume Teclas Revisão Bag passageiro + – MENU ESC Bag. pressionar novamente o botão MENU ESC.Pressionar brevemente o botão MENU ESC. 46 A-47 .

Em caso de estacionamento do será visualizada a indicação “---”. Distância percorrida início da nova contagem.TRIP COMPUTER Generalidades zar. atualizada constantemente. As grandezas “Autonomia” e “Consumo instantâneo” não podem ser ajustadas a zero. as grandezas relativas ao estado de funcionamento do veículo. . Esta função é composta de dois trip separados zes de monitorizar a “missão completa” dente um do outro. Ambas as funções podem ser ajusta- multifuncional. - percorrida com o combustível presente dentro do reservatório.em caso de estacionamento do veículo com o motor ligado por um tempo prolongado.Consumo médio. Consumo instantâneo Indica a variação. A-48 .Velocidade média. Consumo médio Nota: o “Trip B” é uma função que pode ser excluída (ver o parágrafo “Habilitação do Trip B”). Tempo de viagem nova contagem. do consumo de combustível. . com a chave de ignição na posição MAR. na hipótese de prosseguir a marcha mantendo o será visualizada a indicação “----” ao verificar-se os seguintes eventos: .valor de autonomia inferior a 50 km. permite a visualização das seguintes grandezas: . Velocidade média dade do veículo em função do tempo total transcorrido desde o início da nova contagem. seguintes grandezas: .Autonomia. Grandezas visualizadas Autonomia desde o início da nova contagem.

fig. Nova contagem Inicia a partir de quando é efetuado um ajuste a zero: . nem o início de uma nova contagem. . Quando é restabelecida a condição de normal funcionamento. fig. em função 9999. com a chave de ignição na posição MAR. sem haver nenhum ajuste a zero dos valores visualizados anteriormente à anomalia.pressão prolongada para ajustar a gem.9 km ou quando o “tempo de via- AVISO: a operação de ajuste a zero efetuada na presença das visualizações do “Trip A” efetua o reset só das grandezas relativas à própria função. ter acesso à visualização das grandezas anteriormente descritas e também de ajustá-las a zero para iniciar uma nova contagem: F0M0124M . 47 O botão TRIP. Botão TRIP de comando .“manual” por parte do usuário. todas as grandezas do Trip computer visualizam a indicação “---” no lugar do valor. Saída do Trip sionado o botão MENU ESC por mais de 2 segundos. através da pressão do relativo botão. 47 A-49 . permite. A .uma breve pressão para ter acesso às visualizações das várias grandezas. Procedimento de início viagem Com a chave de arranque na posição MAR mantendo pressionado o botão TRIP por mais de 2 segundos. a contagem das várias grandezas retoma de modo regular.depois de cada desligamento e conseguinte nova ligação da bateria.AVISO: na ausência de informações. percorrida” atinge o valor. situado do lado da alavanca direita.

FLUIDO DOS FREIOS INSUFICIENTE (vermelha) Girando a chave da ignição em MAR a luz-espia no quadro acende. A luz-espia acende para algumas versões. parar imediatamente e dirigir-se à Rede Assistencial Fiat.LUZES-ESPIA E SINALIZAÇÕES ADVERTÊNCIAS GERAIS As sinalizações de advertência/avaria ocorrem através do acendimento de uma luz-espia no quadro de instrumentos. Em caso de sinalização de advertência/avaria. Esta sinalização não deve ser considerada completa e/ou alternativa ao especificado no presente manual de uso e manutenção. AVARIA DO AIRBAG (vermelha) Girando a chave da ignição na posição MAR a luz-espia no quadro deve acender e apagar após alguns segundos. FREIO DE MÃO ACIONADO (vermelha) Acende-se ao acionar o freio de mão. Estas sinalizações são sintéticas e cautelares com o objetivo de sugerir a imediata ação que deve ser adotada pelo motorista. verificar se o freio de mão está acionado. A-50 . Se a luz-espia acender durante a marcha. o qual recomendamos sempre uma atenta e aprofundada leitura. para algumas versões. podendo ser acompanhada por um sinal sonoro e. Se a luz-espia acender durante a marcha (juntamente com a mensagem visualizada no display). em situações que podem levar o veículo a condições extremas de uso. A luz-espia acende de modo permanente juntamente com a mensagem visualiquando o Airbag apresentar anomalias de funcionamento. recorrer sempre ao quanto descrito no presente capítulo. freios no reservatório desce abaixo do nível mínimo ou quando o chicote elétrico se romper ou for desligado. Nas páginas seguintes são demonstrados alguns exemplos de situações em que pode ocorrer o acendimento de uma luz-espia no quadro de instrumentos e/ou visualização no display em algumas versões. mas deve apagar após soltar o freio de mão.

Na hipótese de uma baixa pressão de óleo no motor. Para algumas versões. desligar imediatamente o motor e procurar a Rede Assistencial Fiat. será visualizasagem indicativa de carga insuficiente da bateria. juntamente com a mensagem visualizada no display). girando a chave da ignição em MAR. INSUFICIENTE PRESSÃO DE ÓLEO DO MOTOR (vermelha) Girando a chave da ignição em MAR a luz-espia no quadro acende e deve apagar logo que o motor funcione. Isto ocorre somente após 4 segundos de acendimento fixo da luz-espia . A avaria da luz-espia é sinalizada pelo lampejo da luz-espia . A A-51 . LUZ-ESPIA DE EXCLUSÃO DO AIRBAG DO LADO DO PASSAGEIRO (amarelo âmbar) (quando existente) A luz-espia no quadro acende quando for desligado o airbag frontal do lado do passageiro por meio do MY Com o Airbag frontal do lado do passageiro ligado. Se a luz-espia acender durante a marcha do veículo (para algumas versões. a luz-espia permanece acesa no quadro de instrumentos e. Esta condição é sinalizada pelo lampejo intermitente da luz-espia mesmo além dos 4 segundos. A luz-espia do Airbag frontal do passageiro sinaliza também eventuais anomalias da luz-espia . a luz-espia no quadro permanece acesa por cerca de 4 segundos e em seguida se apaga.Se a luz-espia não acender ou se permanecer acesa com a chave na posição MAR. para algumas versões. aparece a mensagem sinal sonoro. ou acender durante a marcha do veículo (juntamente com a mensagem visualizada no display) parar imediatamente o veículo e procurar a Rede Assistencial Fiat. Neste caso é necessário parar imediatamente o veículo e procurar a Rede Assistencial Fiat. INSUFICIENTE CARGA DA BATERIA (vermelha) Girando a chave da ignição na posição MAR a luz-espia no quadro acende. e deve apamotor em marcha lenta é admitido um manecer acesa procure imediatamente a Rede Assistencial Fiat. em algumas versões.

VELOCIDADE LIMITE ULTRAPASSADA (AMARELO ÂMBAR) A luz-espia acende no quadro de instamente com a mensagem visualizada quando o veículo ultrapassa a velocidade limite ajustada anteriormente. FECHAMENTO INCORRETO DAS PORTAS (vermelha) Em algumas versões a luz-espia no uma ou mais portas não estão perfeitamente fechadas. não retire a tampa do reservatório de expansão. desligar o motor e solicitar assistência à Rede Assistencial Fiat. seu veículo poderá ser seriamente danificado. Se o motor funcionar sem o líquido de arrefecimento. Em algumas versões. Os reparos. com o veículo em movimento e estando alguma das portas abertas é emitido um sinal sonoro. juntamente com a mensagem peraquecido. ATENÇÃO: em caso de percursos muito severos é recomendável manter o motor funcionando e ligeiramente acelerado por alguns minutos antes de desligá-lo. não serão cobertos pela Garantia. a luz-espia no quadro acende e deve apagar após alguns segundos. parar o veículo. nestes casos. apesar das precauções tomadas. NOTA: visualização do símbolo indica o fechamento incompleto da porta do lado esquerdo. Se acender durante a marcha. A-52 . Quando o motor estiver muito quente. versões. pois há perigo de queimaduras.ou EXCESSIVA TEMPERATURA DO LÍQUIDO DE ARREFECIMENTO DO MOTOR (vermelha) Se a luz-espia não se apagar em 2 a 3 minutos. enquanto a visualização do símbolo indica o fechamento incompleto da porta do lado direito. Girando a chave da ignição em MAR. manter o motor ligado e ligeiramente acelerado para permitir a circulação do líquido de arrefecimento.

Nestas condições pode-se prosseguir a marcha evitando solicitar grandes esforços ao motor ou altas velocidades. girando a chave da ignição na posição MAR.O sinal sonoro será desativado. restarem cerca de 5.5 litros de combustível.Veículo ultrapassar a velocidade de 20 km/h. O sinal sonoro poderá ser desabilitano capítulo A . juntamente com quando. acender-se procure a Rede Assistencial Fiat.Sistema RESERVA DE COMBUSTÍVEL (amarelo âmbar) ra algumas versões. O sinal sonoro será interrompido se: . na presença de passageiro. . será ativado por 90 segundos quando.CONHECIMENTO DO VEÍCULO . A-53 A . no reservatório.A marcha a ré for inserida. mas o sistema memoriza a sinalização. possível perda de desempenho. com a ignição ligada. juntamente com a mencionamento no sistema de alimentação/ ignição que pode provocar elevadas emissões na descarga. O acendimento inicial indica o correto funcionamento da luz-espia. a luz-espia acende e deve apagar quando o motor funcionar. a luz-espia do cinto de segurança se acende de modo fixo no quadro de instrumentos. A luz-espia apaga se o mau funcionamento desaparecer. Para veículos com airbag. respeitando o meio ambiente .CINTO DE SEGURANÇA (vermelha) Ao posicionar a chave de ignição na posição MAR. juntamente com a luz-espia. Passados 90 segundos.5 a 7. o cinto deste também não estiver afivelado.Passar mais de 50 segundos após o veículo ultrapassar a velocidade de 10 km/h. se o cinto de segurança do condutor não estiver afivelado ou se. Se a luz-espia permanecer acesa ou mas versões. . má dirigibilidade e consumo elevado. o sinal sonoro. se os cintos ainda estiverem desafivelados: .Percorrer mais de 400 metros.Os cintos forem novamente afivelados. a luz-espia não acender ou se. durante a marcha. . girando a chave da ignição na posição MAR. . A luz-espia se apagará quando os cintos forem afivelados ou se estiverem sido afivelados antes de colocar a chave de ignição na posição MAR. Se. Procure a Rede Assistencial Fiat o mais rápido possível. O uso prolongado do veículo com a luz-espia acesa fixa pode causar danos.CINTOS DE SEGURANÇA AVARIA NO SISTEMA DE CONTROLE DO MOTOR (amarelo âmbar) Em condições normais.A luz-espia passa da condição lampejante para acendimento fixo. ocorrer pelo menos uma das seguintes situações: .

É necessário dirigir-se à Rede Assistencial Fiat imediatamente. SISTEMA ANTITRAVAMENTO DAS RODAS ABS INEFICIENTE (amarelo âmbar) Girando a chave da ignição em MAR. o sistema de freio mantém inalterada a sua eficácia. com possibilidade de perda da direção. mas sem as potencialidades oferecidas pelo de modo particular em todos os casos A-54 de aderência não ideal. .NÍVEL INSUFICIENTE OU FALTA DE GASOLINA NO RESERVATÓRIO DE PARTIDA A FRIO Para algumas versões. a luz-espia permanecer acesa. para a verificação do sistema. Se. a luz-espia no quadro acende e deve apagar após alguns segundos. a luz-espia no quadro acende quando. versões. + O veículo está equipado com corretor eletrônico de quando dispuser do sistema freios luzes-espia no quadro de instrumentos e neste caso. no reservatório. juntamente com a mensagem ficiente. Procure imediatacom extrema cautela. Neste caso. ATENÇÃO: o acendimento simule indica AVARIA DAS LUZES EXTERNAS (amarelo âmbar) Para algumas versões a mensagem é emissão de sinal sonoro quando for verificada uma anomalia em algumas luzes externas: das pode ser: queima de uma ou mais de proteção ou interrupção da ligação elétrica. o nível de gasolina for insuficiente ou estiver vazio. CORRETOR ELETRÔNICO DE FRENAGEM EBD INEFICIENTE AVARIA NO SISTEMA DE PROTEÇÃO DO VEÍCULO FIAT CODE (AMARELO ÂMBAR) Girando a chave da ignição na posição MAR a luz-espia no quadro deve lampejar somente uma vez e depois apagar. A falta de gasolina no reservatório pode dificultar a partida do veículo quando o mesmo estiver sendo usado com álcool. pode ocorrer um travamento precoce das rodas traseiras. com a chave na posição MAR. com frenagens violentas.

indica uma avaria em uma luz do lado esquerdo. Para as demais luzes externas a indicação será com os dois símbolos juntos. após a visualização da mensagem. No quadro de instrumentos acende-se a respectiva luz-espia . A-55 . FOLLOW ME HOME/ LUZES DE POSIÇÃO mente com a mensagem visualizada no - A R INDICADOR DE DIREÇÃO ESQUERDA (verde) (intermitente) A luz-espia no quadro acende quando a alavanca de comando das luzes xo ou. for sentido odor de combustível ou forem observados vazamentos na instalação de alimentação. juntamente com a seta direita. juntamente com a mensado sinal sonoro. A luz-espia no quadro acende quando a alavanca de comando das luzes de ou. aparece quando o interruptor inercial de corte de combustível intervém. E INDICADOR DE DIREÇÃO DIREITA (verde) (intermitente) FARÓIS ALTOS (azul) A luz-espia acende quando são ligados os faróis altos. LUZES DE POSIÇÃO E FARÓIS (verde) Acendem-se girando a empunhadura da posição 0 à posição .NOTA: no caso das luzes de direção. quando for acionado o interruptor das luzes de emergência. Se. FARÓIS DE NEBLINA (verde) A luz-espia no quadro acende quando são acesos os faróis de neblina. quando for acionado o interruptor das luzes de emergência. não religar o interruptor para evitar riscos de incêndio. juntamente com a seta esquerda. INTERRUPTOR INERCIAL DE CORTE DE COMBUSTÍVEL Para algumas versões o acendimento da luz-espia. enquanto a visualização do símbolo indica uma avaria em uma luz do lado direito.

POSSÍVEL PRESENÇA DE GELO NA ESTRADA Para algumas versões é visualizado terna atinge ou desce abaixo dos 3°C para advertir ao motorista da possível presença de gelo na estrada. Em caso de avaria no sensor de luminosidade externa. A-56 . o funcionamento do limpador é obtido somente se ativado manualmente. quando o dispositivo começa a intervir no motor. Procure a Rede Assistencial Fiat.SINALIZAÇÃO DE AVARIA NO SENSOR CREPUSCULAR . Em caso de avaria no sensor de chuva.AUTO LAMP (FARÓIS AUTOMÁTICOS) gumas versões juntamente com a menfor verificada uma anomalia no sensor Procure a Rede Assistencial Fiat. PILOTO AUTOMÁTICO (CRUISE CONTROL) (verde) SINALIZAÇÃO DE AVARIA NO SENSOR DE CHUVA gumas versões juntamente com a menfor verificada uma anomalia no sensor de chuva. tor de velocidade constante na posição ON. as luzes de posição e faróis baixos podem ser ligados manualmente.

Aberturas laterais inferiores para enviar ar aos pés do motorista e do passageiro dianteiro. 4 . - fig. 3 vidros laterais dianteiros.SISTEMA DE AQUECIMENTO/VENTILAÇÃO A 1 para-brisa. 2 veis. 48 A-57 .

Para utilizar os difusores B e C.Setor azul = ar frio Seletor B para a ativação/ regulagem do ventilador 0 = ventilador desligado 1-2-3 = velocidade de ventilação 4 = ventilação na máxima velocidade Seletor C para a distribuição do ar para ter ar nos difusores centrais e laterais. para o aquecimento com temperatura externa baixa: para ter a máxima quantidade de ar nos pés. F0M0033M ˙ 4 fig. ativa-se a circulação de ar interno.fig. Os difusores A não são orientáveis. 50 Seletor A para a regulagem da temperatura do ar (mistura ar quente/frio) .DIFUSORES ORIENTÁVEIS E REGULÁVEIS LATERAIS E CENTRAIS .Setor vermelho = ar quente . para aquecer os pés e ao mesmo tempo desembaçar o para-brisa. B C D Comandos para orientação e para regulagem da quantidade de ar. para desembaçar rapidamente o para-brisas.fig. 50 fig. Cursor D para a ativação/desativação da circulação de ar Ao fazer deslizar o cursor D para a direita. 49 A-58 fig. 51 . - COMANDOS . agir no relativo dispositivo de modo a orientá-los para a posição desejada. para enviar ar aos pés e ter nos difusores do painel uma temperatura ligeiramente mais baixa. 49 e 50 A rais. em condições de temperatura intermediária.

VENTILAÇÃO NO HABITÁCULO Para obter uma boa ventilação do habitáculo. .ativar a circulação de ar interno posicionando o cursor D totalmente à direita. AQUECIMENTO DO HABITÁCULO Proceder como indicado a seguir: .girar o seletor B em correspondência de 4 Após o desembaçamento/descongelamento. agir nos comandos para restabelecer as condições de conforto desejadas. .girar o seletor B em correspondência de 4 Em seguida agir nos comandos para manter as condições de conforto desepara esquerda para desativar a circulação de ar interno e prevenir fenômenos de embaçamento. . . AVISO: com o motor frio é necessário aguardar alguns minutos para que o líquido do sistema alcance a temperatura ideal. proceder como indicado a seguir: .girar o seletor B na velocidade desejada. A A-59 .girar o seletor C em correspondência de . . proceder como indicado a seguir: . . AQUECIMENTO RÁPIDO DO HABITÁCULO Para obter o mais rápido rendimento de aquecimento. . .girar o seletor C em correspondência de .girar o seletor C em correspondência de .girar o seletor A para o setor vermelho. . DESEMBAÇAMENTO/ DESCONGELAMENTO RÁPIDO DOS VIDROS DIANTEIROS (PARABRISAS E VIDROS LATERAIS) Proceder como indicado a seguir: .girar o seletor B na velocidade desejada.girar o seletor A no setor vermelho.desativar a circulação de ar interno através do botão D totalmente para esquerda.girar o seletor C na posição desejada. . .girar o seletor A no setor vermelho.girar o seletor A no setor azul.desativar a circulação de ar interno posicionando o cursor D totalmente para à esquerda.

pressionar novamente o botão A. de modo a prevenir a possibilidade de embaçamento dos vidros. . Evite utilizar de modo prolongado esta função. É aconselhável ativar a circulação de ar interno durante as paradas em fila ou em túnel. A ˙ AUDIO RDS RND NEWS LOC PTY TP TA-D AST FM 8 I P8 4 fig. em função do modo de funcionamento selecionado (“aquecimento” ou “arrefecimento”). para evitar a introdução de ar externo poluído.girar o seletor B em correspondência à 2a velocidade. especialmente com mais pessoas a bordo do veículo. 52 Pressionar o botão A para ativar esta função. DESEMBAÇAMENTO/ DESCONGELAMENTO DO VIDRO TRASEIRO TÉRMICO . um mais rápido alcance das condições desejadas. .desativar a circulação de ar interno através do botão D totalmente para a esquerda.Antiembaçamento dos vidros Em casos de forte umidade externa e/ ou de chuva e/ou de fortes diferenças de temperatura entre o interno e o externo do habitáculo. a ativação da função é evidenciada pelo acendimento da luz avisadora no botão.fig. A ativação da circulação de ar interno é desaconselhada em caso de dias chuvosos/frios para evitar a possibilidade de embaçamento dos vidros.girar o seletor A no setor vermelho. Para excluir antecipadamente a função. AVISO: a circulação de ar interno permite. ATIVAÇÃO DA CIRCULAÇÃO DE AR INTERNO Posicionar o cursor totalmente à direita. . A função é temporizada e é desativada automaticamente depois de 20 minutos. AVISO: não aplique adesivos na parte interna do vidro traseiro próximo dos filamentos do vidro térmico para evitar danificá-los.girar o seletor C em correspondência de com possibilidade de passagem à posição no caso em que não se notem sinais de embaçamento. 52 A-60 . aconselha-se efetuar a seguinte manobra de prevenção contra o embaçamento dos vidros: .

Cursor D para a ativação/desativação da circulação de ar Ao fazer deslizar o cursor para a direita se realiza a ativação da circulação de ar interno. para enviar ar aos pés e ter nos difusores do painel uma temperatura ligeiramente mais baixa. A D E A fig. 53 B C A-61 . para o aquecimento com temperatura externa rígida: para ter a máxima quantidade de ar nos pés. em condições de temperatura intermediária.fig. . para desembaçar rapidamente o para-brisa. .desativar a circulação de ar interno posicionando o cursor D totalmente para a esquerda. para aquecer os pés e ao mesmo tempo desembaçar o para-brisa.girar o seletor A no setor azul. Ao pressionar novamente o botão desativação do climatizador. 53 Seletor A para a regulagem da temperatura do ar (mistura ar quente/frio) Setor vermelho = ar quente Setor azul = ar frio Seletor B para a ativação/regulagem do ventilador 0 = ventilador desligado 1-2-3 = velocidade de ventilação 4 = ventilação na máxima velocidade Seletor C para a distribuição do ar para ter ar nos difusores centrais e laterais. VENTILAÇÃO NO HABITÁCULO Para obter uma boa ventilação do habitáculo. . proceder como indicado a seguir: .girar o seletor C em correspondência de . Botão E para a ativação/desativação do climatizador tizador.girar o seletor B na velocidade desejada.CLIMATIZADOR MANUAL COMANDOS .

ativar a circulação de ar interno através do botão D totalmente para a direita. .girar o seletor C em correspondência de .girar o seletor B em correspondência de 4 . . . AQUECIMENTO RÁPIDO DO HABITÁCULO Para obter o mais rápido rendimento de aquecimento.girar o seletor A no setor vermelho. proceder como indicado a seguir: .desativar a circulação de ar interno posicionando o cursor D totalmente para a esquerda. .girar o seletor A no setor vermelho.girar o seletor A no setor azul.girar o seletor A para a direita para aumentar a temperatura.girar o seletor B na velocidade desejada. . . AVISO: com o motor frio é necessário esperar alguns minutos para que o líquido do sistema alcance a temperatura ideal.girar o seletor B em correspondência de 4 Regulagem do resfriamento . . . AQUECIMENTO DO HABITÁCULO Proceder como indicado a seguir: .girar o seletor B para diminuir a velocidade do ventilador.ativar a circulação de ar interno através do botão D totalmente para a direita. proceder como indicado a seguir: .girar o seletor A no setor vermelho.desativar a circulação de ar interno através do botão D na posição esquerda.girar o seletor C em correspondência do símbolo desejado.ativar o climatizador pressionando o botão E E acende. DESEMBAÇAMENTO/ DESCONGELAMENTO RÁPIDO DOS VIDROS DIANTEIROS (PARA-BRISA E VIDROS LATERAIS) Proceder como indicado a seguir: .girar o seletor C em correspondência de . A-62 .CLIMATIZAÇÃO (resfriamento) Para obter o mais rápido rendimento de resfriamento. . . .girar o seletor B em correspondência de 4 Em seguida agir nos comandos para manter as condições de conforto desejadas e posicionar o cursor D totalmente para a esquerda para desativar a circulação de ar interna. .girar o seletor C em correspondência de . .

especialmente com mais pessoas a bordo do veículo. para evitar a introdução de ar externo poluído. .girar o seletor A no setor vermelho. Desembaçamento dos vidros Em casos de forte umidade externa e/ ou de chuva e/ou de fortes diferenças de temperatura entre o interno e o externo do habitáculo. para que o ar seja desumidificado. o LED no botão se acende. em função do modo de funcionamento selecionado (“aquecimento” ou “resfriamento”). agir nos comandos para restabelecer as condições de conforto desejadas. AVISO: a circulação de ar interno permite. A ativação da circulação de ar interno é desaconselhada em caso de dias chuvosos/frio para evitar a possibilidade de embaçamento dos vidros. AVISO: o climatizador é muito útil para prevenir o embaçamento dos vidros nos casos de forte umidade ambiental uma vez que desumidifica o ar introduzido no habitáculo. A A-63 .desativar a circulação de ar interno através do botão D. ATIVAÇÃO DA CIRCULAÇÃO DE AR INTERNO Posicionar o cursor D na posição . atingir de modo mais rápido as condições desejadas. AVISO: o climatizador é muito útil para acelerar o desembaçamento. Evite utilizar por tempo prolongado esta função. Regular os comandos como anteriormente descrito e ativar o climatizador ao pressionar o botão E. É aconselhável ativar a circulação de ar interno durante as paradas em filas ou túnel.girar o seletor C em correspondência de com possibilidade de passagem à posição no caso em que não se notem sinais de embaçamento. aconselha-se a efetuar a seguinte manobra de prevenção contra embaçamento dos vidros: .Após o desembaçamento/descongelamento. para prevenir a possibilidade de embaçamento dos vidros.girar o seletor B em correspondência da 2ª velocidade. . .

A temperatura do ar introduzido é sempre controlada automaticamente. Antes do verão mandar verificar a eficiência do sistema na Rede Assistencial Fiat. porém. não danifica o ambiente. A-64 . sendo regulada pelo ventilador controlado eletronicamente. isto é. As escolhas manuais são sempre prioritárias em relação às automáticas e são memorizadas enquanto o usuário não restitui o controle ao sistema ao pressioque o sistema intervém em condições particulares de segurança. incompatível com os componentes do sistema.temperatura do ar nos difusores. em caso de perdas acidentais. O controle da temperatura é baseado na “temperatura equivalente”: o sistema funciona continuamente para manter constante o conforto do habitáculo e compensar as eventuais variações das condições climáticas externas incluindo. O sistema utiliza fluido refrigerante R134a que. CLIMATIZADOR AUTOMÁTICO DESCRIÇÃO O climatizador automático regula a temperatura e a distribuição do ar no habitáculo. em função das temperaturas definidas está desligado ou em algumas condições quando o compressor está desa- . Evite absolutamente o uso de fluido R12. .distribuição do ar nos difusores.MANUTENÇÃO DO SISTEMA matização deve ser colocado em funcionamento pelo menos uma vez por mês por cerca de 10 minutos. das automaticamente são: . A definição manual de uma função não prejudica o controle das outras em automático. a radiação solar detectada por um sensor adequado. se pode intervir no sistema selecionando uma ou mais te modo. A quantidade de ar introduzido no habitáculo é independente da velocidade do veículo. se desativa o controle automático das funções modificadas manualmente nas quais o sistema irá intervir só por motivos de segurança. manualmente.circulação de ar.

ativação do compressor.função de descongelamento/desembaçamento rápido. *+ 1 *- 2 3 F-TRK 4 RND 5 LIST 6 BAND AS SRC ô MUTE ô E H F A fig. B botão de seleção da distribuição de ar.alinhamento da distribuição de ar em cinco posições. . D aumento/diminuição da velocidade do ventilador. C tizador. RND NEWS LOC P MENU E botão de desligamento do climatizador. F botão de ativação da função sembaçamento rápido dos vidros G botão de ativação/desativação da recirculação de ar interno. DISP A . 54 A-65 B C D G .desligamento do sistema.fig. H botão de ativação/desativação do compressor do climatizador. .circulação de ar. .O sistema permite definir ou modifitros e funções: .temperatura do ar. .vidro traseiro térmico. COMANDOS . 54 A tor de regulagem da temperatura. .

para manter a circulação sempre ativa ou sempre exclusa. mas. O sistema regulará a temperatura. se eleva ou se abaixa a temperatura do ar desejada. se aconselha ativá-lo o seletor para definir a temperatura de- a funcionar de modo completamente automático para atingir. mente automático do sistema. Seletor de regulagem da temperatura do ar . Ao girar o seletor completamente à direita ou à esquerda se ativam respecPara desativar estas duas funções é suficiente girar o seletor da temperatura.B-fig. nos respectivos botões ou seletores: o sistema modificará automaticamente as próprias definições para adaptar-se aos novos pedidos. para acelerar o desembaçamento/descongelamento dos vidros dianteiros e do vidro traseiro. a distribuição do ar e a velocidade do ventilador agindo. definindo a temperatura desejada. A-66 . pode-se definir manualmente uma das cinco possíveis distribuições do ar para o lado esquerdo e para o lado direito do habitáculo: N Fluxo de ar para os difusores do para-brisa e dos vidros laterais dianteiros para o desembaçamento ou descongelamento dos vidros. No funcionamento completamente automático. 54 Ao girar o seletor para a direita ou para a esquerda. 54 Ao pressionar os botões. a qualquer momento. pode-se variar as temperaturas definidas. riando a distribuição e/ou a quantidade de ar e/ou a ativação do compressor e/ ou a circulação. a única intervenção manual pedida é a eventual ativação das seguintes funções: circulação de ar. as temperaturas de conforto. da maneira mais rápida possível.A-fig. exceto aquelas variadas manualmente. A temperasituado próximo ao seletor. Fluxo de ar para os difusores centrais e laterais do painel para a ventilação frontal. a quantidade e a distribuição do ar introduzido no habitáculo e controlará a função de circulação e a ativação do compressor do condicionador.UTILIZAÇÃO DO SISTEMA DE CLIMATIZAÇÃO O sistema pode ser ativado de diversas maneiras. desaparece a escrita sempre a gerir automaticamente todas as funções. Botões de seleção da distribuição dianteira do ar .

ao contrário. esta é anulada e o relativo trole automático da distribuição do ar depois de uma seleção manual.máxima velocidade do ventilador = todas as barras iluminadas. sistema gere automaticamente a distribuição de ar escolhendo aquela mais eficaz em função das condições climáda distribuição ficam apagados. é aquela que permite no mais breve tempo o aquecimento do habitáculo. O Esta distribuição do ar é particularmente útil nas meias estações de radiação solar. 54 tema regula automaticamente a quantidade e a distribuição de ar introduzido no habitáculo. pressionando um botão ativa-se aquela função ao mesmo tempo com aquelas já definidas. Esta distribuição do ar permite um bom aquecimento do habitáculo prevenindo o possível embaçamento dos vidros.mínima velocidade do ventilador = uma barra iluminada. Botão de controle da velocidade do ventilador .D-fig. dando uma rápida sensação de calor. Esta condição é indicada pelo apamente em pelo menos uma das funções geridas em automático pelo sistema locidade do ventilador ou desativação que o sistema não controla mais todas A A-67 . Se. quando definida manualmente. é visualizada pelo acenbotões selecionados. AVISO: para restabelecer o controle automático da velocidade do ventilador depois de uma regulagem manual. Esta distribuição de ar. Na função combinada. A distribuição do ar. O ventilador pode ser excluído somente se foi desativado o compressor do climatizador ao pressionar o botão H. anulando todas as precedentes regulagens manuais. mesmo mantendo o objetivo da temperatura desejada.O Fluxo de ar para os difusores da zona dos pés.A-fig. 54 Ao pressionar o botão se aumenta ou se diminui a velocidade do ventilador e a quantidade de ar introduzido no habitáculo. pressionar o botão AUTO. Botões AUTO (funcionamento automático) . A velocidade do ventilador é visualizada pelas barras iluminadas no dis. N O difusores da zona dos pés e os difusores para o descongelamento/ desembaçamento do para-brisa e dos vidros laterais dianteiros. devido à natural tendência do calor a difundir-se para cima. . pressionar o botão AUTO. é pressionado um botão cuja função já está ativa.

selecionável - Quando é definido o controle manuar sempre desativada com tomada de ar forçada da circulação é selecionável agindo na tecla de circulação de ar G. não considera possível garantir o alcance e manutenção da temperatura solicitada.G-fig. Para restabelecer a qualquer momento o controle automático do sistema. a circulação é controlada automaticamente pelo sistema em função das condições climáticas externas.H-fig. esta condição é evidentão.AVISO: se o sistema. desativa-se se apaga. devido a algumas intervenções manuais nas funções. pressionar o botão AUTO. depois de um minuto se apaga a escrita AUTO. AVISO: a ativação da recirculação permite um mais rápido alcance das condições desejadas para aquecer ou resfriar o habitáculo. Para temperaturas externas baixas a circulação é forçadamente desativada evitar possível embaçamento. principalmente quando o climatizador não está ativado.ativação automática. a temperatura definida lampeja para indicar a dificuldade encontrada pelo sistema. depois de uma ou mais seleções manuais. No funcionamento automático. Com baixa temperatura externa aconselha-se não utilizar a função de recirculação do ar interno. o sistema desativa a recirculação para evitar o possível embaçamento dos vidros. Botão de ativação/ desativação do compressor condicionador . Ao pressionar o botão quando trole automático do sistema a ativação do compressor. não é mais possível manter a temperatura pedida se verifica o lampejo da temperatura e se G e pelo símbolo A-68 . mesmo se o sistema considerar possível manter a temperatura saparece. Se. Neste caso. 54 A circulação de ar é controlada segundo as seguintes lógicas de funcionamento: . pois os vidros podem embaçar rapidamente. É sempre desaconselhado o uso da recirculação em dias chuvosos/ frios já que aumenta a possibilidade de embaçamento interno dos vidros. Botão de ativação/desativação da recirculação de ar . 54 Ao pressionar o botão . Quando se desativa o compressor do condicionador. ao contrário.

. não é possível introduzir no habitáculo.define a máxima temperatura do ar HI. . Quando o compressor é habilitado e o motor está ligado. para evitar danificá-lo. Ao pressionar o botão da função de máximo desembaçamento/descongelamento ou os botões da circulação de ar ou da desativação do compressor ou o botão máximo desembaçamento/ descongelamento. botão do vidro traseiro térmico. AVISO: não aplique adesivos nos filamentos elétricos na parte interna do vidro traseiro térmico. em condições ambientais particulares. a ventilação manual não pode descer abaixo de uma barra Botão para o desembaçamento/ descongelamento rápido dos vidros F-fig. a velocidade do ventilador. . 54 Ao pressionar este botão. o climatizador ativa automaticamente todas as funções necessárias para acelerar o desembaçamento/descongelamento do para-brisas e dos vidros laterais: . AVISO: a função de desembaçamento/descongelamento rápido dos vidros permanece ativa por aproximadamente 3 minutos. A desativação do compressor permanece memorizada mesmo depois de o motor ter sido desligado.ativa uma velocidade do ventilador em função da temperatura do líquido de arrefecimento do motor para limitar o ingresso de ar não suficientemente quente para desembaçar os vidros. Quando a função de máximo desembaçamento/descongelamento é ativada. sempre e quando o líquido de arrefecimento do motor atingir a temperatura adequada. além disso. Para restabelecer o controle automático da ativação do compressor pressionar novamente o botão ou pressionar Com o compressor desativado. o sistema não considera possível atender às condições solicitadas e o indica com o lampejo da temperatura Em condições de compressor desabilitado é possível reduzir a zero. se a temperatura externa é superior àquela definida.manda o fluxo de ar para os difusores do para-brisas e dos vidros laterais dianteiros. . .AVISO: com o compressor desativado. ar com temperatura inferior à temperatura externa.desativa a circulação do ar.ativa o vidro traseiro térmico. as únicas intervenções manuais possíveis são a regulagem manual da velocidade do ventilador e a desativação do vidro traseiro térmico. prejudicando a sua funcionalidade. restabelecendo as condições de funcionamento do sistema anteriores à ativação da função. os vidros podem embaçar-se rapidamente porque o ar não pode ser desumidificado. manualmente.ativa o compressor do condicionador quando as condições climáticas assim o permitem. A Quando a função de máximo desembaçamento/descongelamento é ativada. A-69 .

Desligamento do sistema (OFF) E-fig. isolando assim o habitáculo do externo. Não utilize produtos à base de silicone para a limpeza de partes plásticas. principalmente o painel. ADVERTÊNCIA: para plena eficiência na operação de desembaçamento. se. será mantida. .a circulação de ar fica ativada. .ADVERTÊNCIA: trafegando em estradas de terra ou regiões poeirentas em geral. se a função da tecla pressionada não estava ativa antes do desligamento continuará inativa. pois o silicone se evapora quando exposto ao sol. as condições do sistema de climatização são as seguintes: fica apagado. mantenha a parte interna dos vidros sempre limpa e desengordurada. Para limpeza dos vidros. 54 O sistema de climatização se desativa pressionando o botão E. AVISO: a unidade do sistema de climatização memoriza as temperaturas definidas antes do desligamento e as restabelece quando é pressionada uma tecla qualquer do sistema (exceto o vidro traseiro térmico). é aconselhável ativar a recirculação do ar para prevenir a infiltração de poeira. . vidro traseiro térmico pode ser ativado ou desativado normalmente. Com o sistema desligado. ao contrário. no interior do veículo.o compressor do condicionador é desativado. ou outro tipo de partículas. use apenas detergente neutro e água. Quando se deseja reativar o sistema de climatização em condições de total automatismo.o ventilador fica desligado. condensando-se na superfície interna do vidro e prejudicando o desembaçamento e a visibilidade noturna. pressionar o botão AU- A-70 . estava ativa.

girar a empunhadura da posição à posição e em seguida deslocar a alavanca para baixo . Para acender somente as luzes do lado direito. 56.ALAVANCAS SOB O VOLANTE ALAVANCA ESQUERDA nas e das setas. Faróis altos . Para acender somente as luzes do lado esquerdo.fig. A iluminação externa funciona somente com a chave de ignição na posição MAR Acendendo as luzes externas. No quadro de instrumentos acende-se a respectiva luz-espia . 55 Em caso de necessidade.fig. é possível sinalizar a presença do veículo à noite. Luzes de posição . 55 A-71 . 55 Acendem-se com a empunhadura na posição .posição 1-fig. iluminam-se os ideogramas no quadro de instrumentos e os símbolos dos comandos situados no painel de instrumentos. No quadro acende-se a luz-espia .fig. girar a empunhadura de posição à posição e em seguida deslocar a alavanca para cima . 56.posição 2-fig. acendendo as luzes de posição mesmo com a chave de ignição retirada. Apagam-se puxando a alavanca em direção do volante. 55 São feitos puxando a alavanca em di- A fig. 55 Acendem-se girando a empunhadura da posição à posição . e empurrando a alavanca em direção ao volante. F0M0060M Faróis baixos . A luz-espia de posição no quadro de instrumentos continua acesa. Lampejos . Acendem-se girando a empunhadura da posição à posição .fig. É possível acender as luzes de posição do lado direito ou do lado esquerdo de forma independente.

Após este tempo.fig. a alavanca volta sozinha ao ponto de partida. 56 para cima . ou seja. 57 Este sistema permite manter o farol baixo ligado por 30 segundos até um tempo máximo de 210 segundos. Caso queira dar um sinal de luz rapidamente.ativa-se a seta direita. depois de desligada a chave de ignição.Luzes de direção (setas) . Para desativar o sistema Follow me Home basta manter a alavanca de comando na posição lampejo dos faróis altos. Se a alavanca for acionada após 2 segundos o comando não reconhece como funcionamento da função e a luz do farol é desligada. para baixo . Sistema Follow me Home . 7 acionamentos consecutivos da alavanca. Uma vez ativado. 8:30 Follow me 120s fig. As setas são desativadas automaticamente quando o veículo volta a prosseguir em linha reta. Ao soltá-la. durante um tempo superior a 2 segundos. durante 20 segundos instrumentos uma indicação de que o sistema está ativo com o tempo de duração para o qual foi ajustado. No quadro de instrumentos acendese com intermitência a luz-espia . sem chegar ao final do curso. mova a alavanca para cima ou para baixo. 56 A-72 F0M0061M fig. ligar e desligar a chave para o acionamento da função. O sistema permite um tempo de até 2 minutos para que o “follow me” seja acionado. 57 . Uma outra maneira de se desligar este sistema é girando a chave de ignição na posição MAR.ativa-se a seta esquerda.fig.

. 58 Funciona somente com a chave de ignição na posição MAR e pode assumir quatro diversas posições: O . 59 Funciona somente com a chave de ignição na posição MAR. 59 A-73 F0M0218M .fig. ao soltá-la. Comandos: 1 para . Agindo repetidamente e rapidamente alavanca de comando.fig. Lavagem inteligente .Limpador do para-brisa desligado. Em algumas versões uma quarta passada poderá ser verificada.Funcionamento contínuo e rápido. a temporização do limpador está relacionada proporcionalmente à velocidade do veículo. pode-se esguichar na área do para-brisa sem ativar o limpador.ALAVANCA DIREITA peza do para-brisa e do vidro traseiro. ASSISTÊNCIA À MARCHA A RÉ Em algumas versões o limpador traseiro é automaticamente acionado quando o dianteiro estiver ligado e for acionada a marcha a ré do veículo. ativa-se o esguicho do lavador do para-brisa. A Em algumas versões.Funcionamento intermitente/ . 2 se o esguicho do lavador do vidro traseiro e o limpador do vidro traseiro. 58 Puxando a alavanca para o volante é possível ativar com um só movimento o esguicho do limpador dianteiro. fig. Limpador/lavador do para-brisa fig. O esguicho entra em ação automaticamente se a alavanca de comando é acionada por mais de meio segundo. . a alavanca volta para a posição O e desliga automaticamente o limpador do para-brisa. desligam-se. Puxando a alavanca em direção do volante. O limpador é desativado logo após a liberação da alavanca.Funcionamento contínuo e lento. Limpador/lavador do vidro traseiro . Ao deslocar a alavanca na posição A. enquanto este executa as últimas passadas. tar. 58 fig.

pela alavanca direita permanecem inalteradas. Agindo repetidamente e rapidamente na alavanca de comando. SENSOR DE CHUVA O sensor de chuva A-fig. a frequência dos ciclos do limpador do para-brisa à intensidade da chuva. presente em algumas versões. fig.Modo 3: funcionamento contínuo. ocorre um ciclo de funcionamento do limpador traseiro. 60 A-74 . é um dispositivo eletrônico. Lavagem inteligente Em algumas versões. . com a função de adequar automaticamente.LIMPADOR INTELIGENTE DO VIDRO TRASEIRO Existem três modos de funcionamento do limpador do vidro traseiro dependendo da posição da alavanca: . empurrando a alavanca para o painel é possível ativar com um só movimento o esguicho do limpador do vidro traseiro. O esguicho entra em ação automaticamente se a alavanca de comando é acionada por mais de meio segundo. Em algumas versões uma quarta passada poderá ser verificada. enquanto este executa as últimas passadas.Modo 1: funcionamento com intermitência.Modo 2: funcionamento sincronizado com o funcionamento dos limpadores do para-brisa . . 60.: este sensor é disponível apenas com o espelho retrovisor interno eletrocrômico.a cada dois ciclos dos limpadores do para-brisa. Obs. pode-se esguichar na área do vidro traseiro sem ativar o limpador. durante o funcionamento intermitente. O limpador é desativado logo após a liberação da alavanca. conjugado ao limpador do para-brisa.

para ativar o sensor de chuva. e dentro da área coberta pelo limpador. o sensor de chuva é desativado e na parMAR não se reativa mesmo se a alavanca tiver permanecido na posição fig. o sensor de chuva estabiliza-se automaticamente na temperatura de aproximadamente 40°C para eliminar da superfície de controle a eventual condensação e impedir a formação de gelo. certificar-se do desligamento do dispositivo. Quando o sensor de chuva for reativado deste modo. Acionando o lavador do para-brisa com o sensor de chuva ativado é realizado o ciclo normal de lavagem ao término do qual. para sinalizar a reativação. Não ativar o sensor de chuva durante a lavagem do veículo em um sistema de lavagem automática.faixas de respingos de água provocadas pelas palhetas gastas do limpador. O sensor de chuva está localizado atrás do espelho retrovisor interno. 61 A-75 .impurezas na superfície de controle . verifica-se pelo menos um ciclo do limpador do para-brisa. mesmo estando seco. até o limpador na primeira O incremento da sensibilidade do sensor de chuva é sinalizado por um ciclo de aquisição e atuação do comando. O sensor de chuva reconhece e adapta-se automaticamente à presença das seguintes condições particulares que requerem uma sensibilidade diferente de intervenção: . Se for necessário limpar o para-brisa. o sensor de chuva retoma seu normal funcionamento automático. colocando a alavanca da direita na posição fig. 61 campo de regulagem que varia progressivamente desde limpador parado está seco. o olho humano é mais incomodado pe- A F0M0218M Em caso de gelo ou barro no para-brisa. 61. verificar sempre se o dispositivo está desligado. é suficiente deslocar a alavanca à outra posição qualquer e depois de novo em fig. O mesmo comanda uma central eletrônica que por sua vez controla o motor do limpador do para-brisa. A cada partida.O sensor de chuva ativa-se automaticamente. fig. 61. Neste caso. Girando a chave na posição STOP. em contato com o para-brisa.

. 62. é possível efetuar somente o lampejo dos faróis (ver lampejos nas páginas anteriores). é necessário acender os faróis de neblina. manualmente. em função da luminosidade externa.AUTO LAMP .sensibilidade normal. O sensor crepuscular não verifica a presença de neblina. +. luzes de posição e luzes de placa. se presentes. medindo as variações da intensidade luminosa externa. desligamacendimento automático seguinte. Com as luzes acesas automaticamente e na presença de comando de desligamento automático pelo sensor. das luzes de posição e placa. Portanto.SENSOR CREPUSCULAR (Sensor de luminosidade externa) Em algumas versões está presente o sistema auto lamp que é constituído de um sensor crepuscular instalado no para-brisa. nestas condições. ao mesmo tempo. 3 automático em condições de maior inA sensibilidade do sensor das luzes pode ser também regulada posteriorcom o veículo em movimento. dos faróis baixos e luzes de placa. A fig. O sistema Auto lamp é ativado girando a alavanca esquerda para a posição A-fig. se for necessário manter os faróis altos acesos. é possível acender os faróis de neblina mento automático das luzes. será necessário acender o farol de neblina manualmente. 62 A-76 . agindo nos botões MENU ESC. após cerca de 10 segundos. é necessário girar a extremidade da alavanca esquerda do volante na posição 2 e em seguida na posição 1 (ver faróis altos nas páginas anteriores). deste modo habilita-se o acendimento automático das luzes de posição. tem-se o desligamento dos faróis e sucessivamente. Portanto. Ao ser acionaCar para ajuste da sensibilidade em três níveis: 1 to automático em condições de menor 2 .localizados no painel do lado esquerdo da coluna Após o acendimento automático dos faróis. ATENÇÃO: com o sistema Auto lamp ativado.

é possível que a velocidade do veículo aumente ligeiramente em relação à velocidade memorizada. A-77 A fig. 63.fig. porque a velocidade memorizada é mantida automaticamente. ATENÇÃO: girando a chave da ignição na posição STOP.é a posição normal de funcionamento do dispositivo. ON . O dispositivo é automaticamente desligado em um dos seguintes casos: . Um breve toque na alavanca A. . A ser deixada constantemente na posição ON sem danificar o dispositivo. 63 . a velocidade memorizada é cancelada e o sistema desligado. A assumir duas posições: OFF . para memorizada. para + memorizada. Ao permanecer com a alavanca po+ varia de modo contínuo. As posições +/. o botão RES B tabelecer a velocidade memorizada. A cada acionamento da alavanca A a velocidade aumenta ou diminui cerca de 1 km/h. com controle eletrônico. Após o desligamento automático do dispositivo. permite dirigir o veículo na velocidade desejada sem apertar o pedal do acelerador.PILOTO AUTOMÁTICO (Cruise Control) GENERALIDADES O piloto automático presente em algumas versões. em função em descidas com o dispositivo acionado.apertando o pedal da embreagem. especialmente em longas viagens. Um breve toque na alavanca A.servem para memorizar e manter a velocidade do veículo ou para aumentar ou diminuir a velocidade memorizada. Quando o dispositivo é ativado. recomenda-se desativar o dispositivo quando o mesmo não for utilizado. girando o comutador na posição OFF para evitar memorizações acidentais de velocidade.nesta posição o dispositivo está desativado. A nova velocidade atingida será automaticamente mantida. O dispositivo deve ser acionado somente em 4ª ou 5ª marcha. ou a extremidade A OFF. Isto reduz a fadiga da direção nos percursos de estrada.apertando o pedal do freio. No entanto. COMANDOS . no quadro de instrumentos acende-se a luz-espia . 63 O piloto automático é comandado pela alavanca A-fig. por causa da variação de carga do motor.

63 + ou 2) Um breve toque na alavanca + tremidade corresponderá um pequeno responderá um aumento contínuo da velocidade. . soltando o pedal do acelerador. PARA RESTABELECER A VELOCIDADE MEMORIZADA Se o dispositivo tiver sido desligado. O veículo prosseguirá a marcha na velocidade constante memorizada até que ocorra uma das seguintes condições: . por exemplo. pode-se restabelecer a velocidade memorizada do seguinte modo: .Acelerar progressivamente até colocar-se a uma velocidade próxima à velocidade memorizada. A velocidade do veículo fica memorizada e é possível soltar o pedal do acelerador. Posicionar a alavanca A para cima + la em seguida. o veículo se recolocará na velocidade memorizada anteriormente.Pressão no pedal do freio.Engatar a marcha selecionada no momento da memorização da veloci. .Apertar o botão RES B PARA AUMENTAR A VELOCIDADE MEMORIZADA A velocidade memorizada pode ser aumentada de dois modos: 1) Apertando o pedal do acelerador e em seguida memorizando a nova vevanca A-fig. Soltando a alavanca A. ATENÇÃO: em caso de necessidade pode-se acelerar simplesmente apertando o pedal do acelerador. a seguir. a nova velocidade ficará automaticamente memorizada.PARA MEMORIZAR A VELOCIDADE A para a posição ON e colocar normalmente o veículo na velocidade desejada. A-78 .Pressão no pedal da embreagem. apertando o pedal do freio ou da embreagem. PARA REDUZIR A VELOCIDADE MEMORIZADA A velocidade memorizada pode ser reduzida de dois modos : 1) memorizando em seguida a nova velo+ ou 2) Mantendo posicionada a alavana nova velocidade que ficará automaticamente memorizada.

Durante a marcha. não colocar a alavanca de mudanças em ponto morto. muretas. indica aumentando a frequência do sinal em F0MO113M A fig. Aconselha-se acionar o sistema de controle de velocidade somente quando as condições do tráfego e da estrada permitam fazê-lo em plena segurança. Através de quatro sensores alojados no para-choque traseiro fig. presente em algumas versões. O sistema presta auxílio ao motorista na verificação da presença de crianças que brincam atrás do veículo. girar a alavanca A para a posição OFF e dirigir-se à Rede Assistencial Fiat. estando o controle de velocidade ativado. 64 A-79 . o sisteeventuais obstáculos. Os valores programados no sistema deverão ser sempre coerentes com aqueles permitidos pela legislação de trânsito e pelo local por onde se transita. Não acionar o sistema na cidade ou em condições de tráfego intenso. Em caso de funcionamento defeituoso do sistema de controle de velocidade ou inoperância do mesmo. A velocidade do veículo pode aumentar naturalmente em descidas devido à inclinação do terreno. excedendo desta forma a velocidade inicialmente programada no equipamento. com asfalto em boas condições e havendo bom tempo. O sistema de controle de velocidade pode ser acionado somente em velocidades superiores a 40 km/h. 64. entrando em funcionamento automático ao engatar a marcha a ré. obstáculos. colunas. SENSORES DE ESTACIONAMENTO O sistema de estacionamento. O sistema deverá ser ativado de preferência em estradas retas. vasos com plantas. verifica e alerta o motorista sobre a presença de eventuais obstáculos na parte traseira do veículo. etc.REPROGRAMAÇÃO DA VELOCIDADE MEMORIZADA A velocidade memorizada pode ser reprogramação A posição OFF. o motorista é alertado por um sinal sonoro intermitente que.

. limpar rapidamente os sensores mantendo o bico a mais de 10 cm de distância. Distâncias de detecção: .. 150 ± 10 cm . (se disponível).. a central de controle sinaliza A responsabilidade do estacionamento e de outras manobras perigosas é sempre do motorista. com jato de vapor ou a alta pressão. o sinal é interrompido após cerca de 3 segundos para evitar. Nos postos de lavagem que utilizam máquinas polidoras hidráulicas. que não deve nunca reduzir a atenção durante as manobras potencialmente perigosas. o motorista é avisado por um sinal de alarme. com shampoo para automóveis. 60 ± 10 cm Se os sensores detectarem vários obstáculos. eventualmente. Para o correto funcionamento do sistema de assistência para estacionamento é indispensável que os sensores posicionados nos para-choques estejam sempre limpos. Quando são efetuadas estas manobras... Durante a limpeza dos sensores. juntamente com a mensagem visualizada no display. certificar-se sempre de que no espaço de manobra não existam nem pessoas (especialmente crianças) nem animais. Os sensores devem ser lavados com água limpa ou. prestar a máxima atenção para não riscá-los ou danificá-los. mesmo se executadas em baixa velocidade. O sistema de assistência deve ser considerado um auxílio para o motorista. ATENÇÃO: em caso de anomalia no sistema.. A-80 . evidenciado pelo acendimento da luz-espia ou conforme versão.. A instalação aleatória de ganchos de reboque pode prejudicar o funcionamento do sistema. ásperos ou duros.O som produzido pelo sinal sonoro entre o veículo e o obstáculo for inferior a cerca de 30 cm. livres de barro e sujeira. por exemplo. Quando esta situação for verificada pelos sensores laterais. Evitar o uso de panos secos. O sinal sonoro cessa imediatamente frequência do sinal acústico permanece necer invariável. sinalizações em caso de manobras ao longo de um muro.

que poderão detectar a unidade acoplada como sendo um obstáculo. basta apertar novamente o botão. Certifique-se que o espaço seja seguro para manobras. não são detectados pelo sistema e podem danificar o veículo ou serem danificados. caracterizando uma situação distinta para os sensores de estacionamento. COMANDOS BOTÕES DE COMANDO Estão situados sobre os difusores centrais do ar e no conjunto localizado à esquerda da coluna de direção. Para desligar. já que nesta situação. os sensores de estacionamento não serão eficazes. Quando uma função é ligada. em algumas circunstâncias. Os objetos colocados a distância aproximada na traseira do veículo.ADVERTÊNCIAS GERAIS Durante as manobras de estacionamento. As sinalizações enviadas pelos sensores podem ser alteradas pela sujeira ou barro depositados nos mesmos ou por sistemas de ultrasom (ex. sinalizando a situação ao condutor. acende-se a luz-espia correspondente situada no quadro de instrumentos. 65 A-81 . Funcionam somente com a chave de ignição na posição MAR.: freios pneumáticos de caminhões ou martelos pneumáticos) presentes na vizinhança. Especial atenção deve ser dada quando for acoplado ao veículo um semirreboque ou reboque. A A fig. prestar a máxima atenção nos obstáculos que possam encontrar-se acima ou abaixo dos sensores.

Está localizado no lado do passageiro. Só funciona a partir do acionamento das luzes externas de posição. Ver suplemento específico (kit veicular NOKIA). PREDISPOSIÇÃO PARA FARÓIS AUXILIARES .O ajuste de volume é feito pelo botão de volume do rádio. Acendem-se apertando levemente o botão B-fig. independente da posição da chave de ignição. 67 A-82 . 66.fig. recomendamos dirigir-se à Rede Assistencial Fiat. com as seguintes ressalvas: . 66 substitui o botão de controle remoto CU-7 do suplemento citado. Um temporizador desliga automaticamente o dispositivo depois de 20 minutos. 67 É um interruptor automático disponível para algumas versões. Para ligá-lo novamente é necessário pressionar o botão A-fig. 65. 66 função ativada para ligar/desligar o desembaçador do vidro traseiro.A . e entra em funcionamento em caso de colisão interrompendo a alimentação de combustível e causando. D . no quadro de instrumentos iluminam-se de modo intermitente.Sistema Viva-voz. consequentemente. nunca em movimento. Para tal. 66 fig. FOMO174M D C B ˙ AUDIO RDS RND NEWS LOC PTY TP TA-D AST FM 8 I MENU P8 4 DISP 1 2 3 4 5 6 fig.Faróis auxiliares dicação de função ativada no quadro de instrumentos para ligar e desligar os faróis auxiliares. Nota: algumas versões possuem botão com função “NAV”. Os faróis auxiliares são desligados cada vez que a chave de ignição for desligada. A luz de emergência só deve ser acionada com o veículo parado. o símbolo sobre o interruptor B e o indicador . O botão de comando A estará habifor instalado o componente.fig. Para a instalação dos faróis auxiliares. vide suplemento específico Sistema Blue&Me™ NAV. 65 O veículo possui predisposição para faróis auxiliares.fig.Luzes de emergência com indicação de função para ligar e desligar as luzes de emergência. B . . Bluetooth® (quando disponível) . INTERRUPTOR INERCIAL PARA CORTE DE COMBUSTÍVEL . Com o dispositivo ligado. o desligamento do motor.Desembaçador do vidro traseiro fig.O botão D-fig. 66. C .

A esquerda da coluna de direção. 69 F0M0104M F0M0078M fig. puxar o pegador A-fig. 70. apertar o botão A-fig. não religar o interruptor. A Se. 68. 70 A-83 FOMO077M . Nunca trafegue com a tampa do porta-luvas aberta. para evitar riscos de incêndio. for notado cheiro de combustível ou forem verificados vazamentos do sistema de alimentação. fig.A ativação do interruptor de corte de combustível é visualizada pelo acendimento da luz-espia juntamente com a mensagem “FPS on” visualizada no A ativação do interruptor provoca também o destravamento automático das portas e o acendimento das luzes - EQUIPAMENTOS INTERNOS PORTA-LUVAS Para abrir. 67 para reativar o sistema de alimentação e reacender as luzes. Se não forem observados vazamentos de combustível e o veículo estiver em condições de funcionar. ao abrir o poriluminação de seu interior. no vão do motor. após a colisão. 69 porta-documentos. recordar-se de girar a chave da ignição em STOP para não descarregar a bateria. Inspecionar cuidadosamente o veículo para certificar-se de que não existem vazamentos de combustível como. por exemplo. A-fig. 68 fig. sob o veículo ou nas proximidades do reservatório. Para algumas versões. Após a colisão. está localizado um porta-objetos A-fig.

O acendimento da luz interna é comandado por um tempo de 10 segundos após a desativação da chave de ignição. 71 liga/desliga dianteira. O acendimento/desligamento das luzes é progressivo. Ao fechar a porta as luzes deverão desligar para evitar que a bateria seja descarregada. abre-se a outra. se durante a abertura de uma porta. Esta função é habilitada se a chave for retirada do comutador até três minutos após ter sido desligada. Temporização da luz interna Em algumas versões. 72. 71 A-84 . O interruptor A-fig. Advertência: antes de sair do veículo. Com o interruptor A na posição 1 as gadas. Em algumas versões. Se durante os 3 minutos forem fechadas as portas é ativada uma segunda contagem de tempo de 3 minutos. se o interruptor estiver na posição “sempre acesa” as luzes serão desligadas automaticamente depois de 15 minutos. para proporcionar mais agilidade na entrada no veículo. 71 O veículo. Com o interruptor A na posição cenC e D ligam/desligam com a abertura da porta dianteira.CONJUNTO DA LUZ INTERNA Conjunto da luz interna dianteira fig. O interruptor B tem a função de selecionar o lado do conjunto que se deseja acender: C apertar o lado esquerdo do interruptor. 71 ou fig. D apertar o lado direito do interruptor. Com o interruptor A na posição 2 gadas. começa novamente a contagem do tempo. Se a porta está aberta por mais é desligada até a próxima reabertura de uma das portas. em especial em lugares pouco iluinterna dianteira quando é destravada uma das portas através do acionamento zando a chave diretamente na fechaduQuando se abre uma das portas laterais através do telecomando. 1 2 fig. pode estar equipado com um dos dois conjuntos de luz interna fig. a luz interna dianteira acende-se por 10 seapagará após 3 minutos. dependendo da versão. certifique que ambos interruptores estejam na posição central.

acendedor de rios elétricos que podem ser conectados a esta tomada de corrente. 73 para alimentação celular.Somente podem ser conectados . 2 TOMADA DE CORRENTE .Chave “ON” A lógica de acendimento da luz interna dianteira segue o fechamento/ abertura da porta sem temporização.fig. 72 fig.Para prevenir danos. o corpo do plugue do acessório deve ser largo o suficiente para servir como guia de centralização. recomendase especial cuidado na utilização dos mesmos. A 1 2 fig. 73 A-85 . ou seja: Abertura da porta . recomenda-se cautela no manuseio deste último para prevenir queimaduras causadas pelo calor gerado pelo dispositivo. recomendase verificar com o fabricante se o mesmo atende às especificações vigentes. fig. 73 Algumas versões dispõem de tomada de corrente A-fig.acendimento da luz desligada. aspirador de pó. Se houver dúvidas com relação à conformidade do plugue do acessório a ser utilizado. quando este estiver inserido na tomada de corrente. observando se atendem as especificações abaixo: . Em caso de utilização da tomada de corrente como acendedor de cigarros (adquirido como acessório). O plugue do acessório deve se ajustar perfeitamente à medida da tomada de corrente visando evitar mau contato ou superaquecimento com risco de incêndio. 72 possui 3 posições: 1 acende-se quando uma porta dianteira é aberta.

A B fig. Para atender os ocupantes dos bancos traseiros B-fig. O acendedor de cigarros alcança temperaturas elevadas. CINZEIRO . Manejá-lo com cautela e evitar que crianças o utilizem.fig. com o veículo parado. 76 No console central existem duas sedes para colocar. PORTA-COPOS . 76. 75 F0M0082M fig.fig. O cinzeiro é móvel e pode ser alojado na sede porta copos na parte traseira do console central. 74 Para atender os ocupantes dos bancos dianteiros A-fig. Para algumas versões existe um porta-copos no console central para os passageiros do banco traseiro fig. 74. O cinzeiro pode ser alojado em uma das sedes porta copos no console central. 75. pois há perigo de incêndio ou queimaduras. 74 A-86 fig. 74. ADVERTÊNCIA: verificar sempre se o acendedor está desligado após o uso. copos ou latinhas fig. 76 . 75 e fig.Recomenda-se verificar na Rede Assistencial Fiat a disponibilidade de acessórios originais e homologados para uso nos modelos Fiat.

PORTA-ÓCULOS - fig. 77 Está previsto em algumas versões, um porta-óculos localizado acima da porta do motorista. Para utilizá-lo, abrir no sentido da seta. PORTA-OBJETOS Encosto do banco - fig. 78 Algumas versões possuem uma bolsa porta-objetos na parte posterior e bolsas nas duas laterais dos encostos dos bancos dianteiros fig. 78.

Para algumas versões, ao lado direito da alavanca do freio de mão, existem duas ranhuras portafig. 79.

PARA-SÓIS - fig. 80 Estão situados ao lado do espelho retrovisor interno, podendo ser orientados para a frente ou para o lado. Está previsto um espelho de cortesia A atrás dos para-sóis e um bolso para documentos no lado do motorista. Para algumas versões, está previsto uma luz interna de cortesia B, localizada sob o para-sol.

A

fig. 78
F0M0083M

fig. 77

fig. 79

fig. 80 A-87

F0M0086M

PORTAS
PORTAS LATERAIS Abertura manual por fora - fig. 81 Girar a chave conforme a seta 1 e puxar a maçaneta de abertura. Travamento manual por fora Girar a chave conforme a seta 2.

Abertura por meio de telecomando Para as versões dotadas de telecomando, para abrir as portas pressionar o botão A-fig. 82 do mesmo. Para fechar as portas deve-se pressionar o botão Bfig. 82. Este comando é seguido de um breve lampejo das luzes indicadoras de direção.

Abertura manual por dentro das portas dianteiras Abertura: puxar a maçaneta de abertura A-fig. 83. Se uma porta estiver mal fechada, acende-se também a luz-espia no -

A
2 1

fig. 81 A-88

fig. 82

fig. 83

Dispositivo de segurança para crianças Impede a abertura das portas traseiras pelo lado de dentro. É ativado inserindo a ponta da chave de ignição na ranhura A-fig. 84 e girando-a. Posição 1 - dispositivo ativado. Posição 2 - dispositivo desativado. Este dispositivo permanece ativado mesmo com a abertura das portas por meio do telecomando. Utilizar sempre este dispositivo quando for transportar crianças.

TRAVAMENTO ELÉTRICO Por fora Com as portas fechadas, inserir e girar a chave na fechadura de uma das portas dianteiras. Por dentro Com as portas fechadas, pressionar a maçaneta interna de abertura da porta do lado do motorista ou do passageiro dianteiro A-fig. 85 para travar ou destravar a abertura das portas.

ADVERTÊNCIA: se uma das portas dianteiras ou traseiras não estiver bem fechada ou houver um defeito no sistema, o travamento centralizado não é ativado e, após algumas tentativas, o dispositivo é excluído por cerca de 2 minutos. Nestes 2 minutos, é possível travar ou destravar as portas manualmente, sem que o sistema elétrico intervenha. Após esses 2 minutos, a central está de novo apta a receber os comandos. Se foi resolvida a causa do problema, o dispositivo volta a funcionar normalmente, caso contrário, repete o ciclo de exclusão.

A

A

fig. 84

fig. 85 A-89

LEVANTADORES DOS VIDROS DAS PORTAS Levantadores elétricos dos vidros dianteiros - fig. 86 No apoia-braço da porta do lado do motorista há duas teclas que comandam, com a chave de ignição em MAR: A - vidro esquerdo B - vidro direito. No apoia-braço da porta do lado do passageiro há uma tecla para o comando do respectivo vidro. Pressionar as teclas para abaixar os vidros. Puxá-las para levantá-los.

Em algumas versões, é necessário vidros. Para interromper o fechamento do vidro, basta um toque breve no interLEVANTADORES ELÉTRICOS DOS VIDROS COM FUNÇÃO ANTIESMAGAMENTO Em algumas versões, o mecanismo de acionamento dos vidros das portas é dotado de sistema de segurança que bloqueia o movimento de subida do vidro. Caso se interponha algum obstáculo entre 200 mm e 4 mm em seu curso, o vidro o pressionará por alguns instantes e, em seguida, retornará até o limite mínimo de 50 mm. A função antiesmagamento dos vidros será desabilitada se ocorrer uma das seguintes situações: - Se forem feitos sucessivamente 20 movimentos de subida e descida do vidro, sem alcançar os fins de curso inferior e superior.

- Se forem feitos sucessivamente 5 movimentos de subida do vidro, acionando o sistema antiesmagamento sem que o vidro alcance o fim de curso inferior. - Se retirar a bateria do veículo. - Se for desconectada a central eletrônica ou os chicotes elétricos do sistema de vidros. função antiesmagamento é feita acionando a tecla do respectivo vidro e mantendo o vidro no fim de curso superior com a tecla pressionada por 2 segundos. A ação deve ser efetuada para cada vidro que esteja com a função desabilitada. O vidro que perde a programação necessitando de vários acionamentos curtos e sucessivos do interruptor do vidro para fechá-lo completamente. tores piscam constantemente quando a chave de ignição estiver na posição “MAR”.

fig. 86 A-90

F0M0136M

E o funcionamento dos vidros traseiros a iluminação das teclas de comando dos mesmos se apagam. o sistema de vidros elétricos continuará a funcionar por mais 120 segundos. desde que. e levantada para fechá-lo. F0M0251M F0M0890M A fig. colocar a chave em MAR para que possa fazê-lo. existe uma tecla A-fig. 87 fig. B . C . 87 para o acionamento do respectivo vidro. Após este tempo.Levantador do vidro traseiro direito. especialmente se forem transportadas crianças. caso não tenha fechado os vidros.Levantador do vidro traseiro esquerdo.Fechamento do vidro elétrico após desligar a ignição Em algumas versões. Antes de acionar o interruptor do mecanismo levantador do vidro. após desligar a ignição. Esta cortesia é específica apenas para os veículos que possuem a função antiesmagamento. as portas não sejam abertas. A abertura de qualquer porta ocasiona no cancelamento automático do tempo de cortesia de todos os vidros.Levantador do vidro dianteiro esquerdo. Algumas versões podem apresentar comandos dos levantadores elétricos dos vidros traseiros no apoia-braço do lado do motorista fig. verifique se não há alguém com o braço de fora. para que os vidros possam ser fechados. 88 A-91 .Levantador do vidro dianteiro direito. Levantadores elétricos dos vidros traseiros Para algumas versões. 88. no apoia-braço de cada porta traseira. A . aproximadamente. A tecla deve ser pressionada para abaixar o vidro. D .

Ao sair do veículo. podem afetar a integridade do sistema elétrico do veículo ocasionando graves danos. Ao instalar no veículo sistemas de alarme eletrônico com fechamento automático dos vidros lembrar do perigo adicional que esses dispositivos podem oferecer para os passageiros que permanecem a bordo. sobretudo quando não estiver disponível a função antiesmagamento. acionados inadvertidamente. 89. constituam perigo para quem permanece a bordo. 89 A-92 F0M0091M . fig. Instalações de acessórios. retire sempre a chave da ignição para evitar que os levantadores elétricos dos vidros. verificar sempre se os passageiros não estão expostos ao risco de lesões provocadas tanto direta ou indiretamente pelos vidros em movimento. quando feitas de maneira inadequada. como por objetos pessoais arrastados ou jogados pelos mesmos. Antes e durante o acionamento. Recomenda-se verificar na Rede Assistencial Fiat a disponibilidade de acessórios projetados especificamente para uso no veículo. Levantadores manuais dos vidros Girar a manivela da respectiva porta para abaixar ou levantar o vidro fig.O uso impróprio dos levantadores elétricos dos vidros pode ser perigoso.

o vidro poderá ser parado em posição intermediária apertando novamente o botão. de completamente fechado. O teto solar é constituído de dois vidros. 90. sendo um fixo e um móvel. Ambos são dotados de uma persiana para proteção contra os raios solares que podem ser movimentadas manualmente para fechar e abrir pelo puxador A-fig. um segundo acionamento leva o vidro à mento levará o vidro à posição de máinicial de abertura. O interruptor de acionamento está localizado na proximidade da luz interna dianteira do teto. O movimento do teto solar só é possível com a chave de ignição na posição MAR. 91. 90 fig. imediatamente. 91 A-93 F0M0087M . o vidro dianteiro passa à posição de spoiler. 91 que permite duas modalidades de abertura do Abertura automática Acionando o botão B-fig. o sistema interrompe e inverte. Ao verificar a presença de um obstáculo.TETO SOLAR (SKYDOME) O teto solar é dotado de um sistema de segurança antiesmagamento que reconhece a eventual presença de um obstáculo durante o movimento de fechamento do vidro. Abertura Acionar o botão B-fig. o sentido de movimento do vidro. A F0M0172M fig.

Procedimento de inicialização Após um eventual desligamento da bateria ou interrupção do fusível de proteção. o vidro anterior se move e para quando o botão Bfig. 92 localizada na região central do revestimento interno. 91 e fechar completamente o teto solar através do procedimento manual.fig. o vidro anterior do teto solar se fechará automaticamente até a posição “spoiler”. pode ser necessário reinicializar o teto solar. caso não ocorra o fechamento. 91 e. o vidro se moverá até alcançar a posição de máxima abertura. Abertura/fechamento da persiana para-sol . 91 novamente. atuar no puxador A-fig. 91 é novamente pressionado. 91 por mais de meio segundo. acionar o botão A-fig. NOTA: caso o botão não seja acionado nos 5 segundos previstos. Assegurar-se que o vidro seja completamente fechado e. 91. mantê-lo pressionado por mais de meio segundo.soltar o botão. 91 até que . Esta função permite ao usuário posicionar o vidro dianteiro em posições intermediárias àquelas realizadas pela abertura automática. Para abrir ou fechar a persiana. entre as duas persianas. o vidro dianteiro se fecha completamente. Para reinicializar o teto. Pressionando novamente o botão A-fig.pressionar o botão A-fig. ou em caso de manutenção. 92 A-94 .Abertura manual Pressionando o botão B-fig. Fechamento encontra.pressionar novamente o botão B após 5 segundos e deixá-lo pressionado até que o teto faça um ciclo de abertura e fechamento completo. começar o procedimento desde o início. o teto solar poderá ser manobrado manualmente procedendo como a seguir: 1 .remover a tampa de proteção A-fig. Com pressões sucessivas do botão. proceder como a seguir: . 90. . pressionar o botão A-fig. . sempre no mesmo intervalo de tempo. fig.atuar no botão A-fig. 90 O teto solar possui uma persiana para-sol para evitar incidência direta dos raios solares. de completamente fechado. Manobra de emergência Em caso de inconveniente de funcionamento no dispositivo elétrico de comando.

Antes e durante a sua movimentação. constitua um perigo para quem permanece dentro do veículo. os mecanismos de movimentação do teto solar. terra.em sentido horário para fechar o teto solar. ou de acordo com a necessidade. folhas de árvore. 93 A-95 . areia e folhas de árvores. Ao sair do veículo. Não abrir o teto solar na presença de geada para não danificá-lo.em sentido anti-horário para abrir o teto solar. etc. 93. Colocar o vidro dianteiro na posição de máxima abertura e limpar com um pano seco para eliminar os resíduos (poeira. . a parte superior da guarnição principal com um pano úmido (água e sabão) para eliminar eventualmente o pó. não utilizar produtos ácidos. solventes. e girar: . Para eventual necessidade de limpeza das persianas. Limpar periodicamente e/ou de acordo com a necessidade. certificar-se que os passageiros não estejam expostos ao risco de lesões provocadas pelo movimento de abertura/fechamento do teto solar ou pelo arrastamento de objetos que possam colidir com os mesmos.). O uso impróprio do teto solar pode ser perigoso. remover sempre a chave de ignição a fim de evitar que o teto solar.utilizar a chave sextavada fig. acionado inadvertidamente. etc. Após a limpeza é aconselhável lubrificar moderadamente os elementos de escorrimento do mecanismo com graxa a base de silicone. Após a limpeza é aconselhável a lubrificação da guia da guarnição com óleo de base siliconada. etc.2 . Limpar também periodicamente. A fig. utilizar água com sabão neutro.

No uso do porta-malas. 95 fig. é necessária uma força inicial maior para vencer a resistência dos amortecedores de sustentação. 95 e soltá-la um pouco antes do fechamento para evitar que prenda os dedos. Para evitar o fechamento espontâneo da tampa do porta-malas. Para abrir o porta-malas.PORTA-MALAS ABERTURA/FECHAMENTO DA TAMPA DO PORTA-MALAS Para abrir a tampa do porta-malas por fora. 95 localizada ao lado esquerdo do banco do motorista. A A B fig. machucando os passageiros. deve-se forçá-la até o final de curso. 96 . 94. Para fechar. 94 e puxar a tampa pelo puxador B-fig. atuar no puxador B-fig. Não acionar a alavanca de abertura do porta-malas com o veículo em movimento. puxando a alavanca A-fig. Abaixar a tampa utilizando os puxadores localizados na parte interna A-fig. A abertura da tampa é facilitada pela ação dos amortecedores laterais a gás. nunca superar as cargas máximas permitidas (ver capítulo “Características técnicas”). destrancar a fechadura girando a chave de ignição no sentido da seta fig. Certificar-se ainda que os objetos contidos no porta-malas estejam bem colocados. É possível abrir o porta-malas por dentro do veículo. 94 de segurança. Colocar acessórios no bagagito ou na tampa do porta-malas (alto-falantes. 94 A-96 fig. quando o veículo estiver em um plano inclinado. Objetos soltos devem ser colocados no porta-malas. etc. spoiler. exceto quando previsto pelo fabricante) pode prejudicar o correto funcionamento dos amortecedores laterais a gás da própria tampa. para evitar que uma freada brusca possa jogá-los para a frente. O compartimento de bagagens é de uso exclusivo destas..

99. posicionar os bancos dianteiros à frente fazendo-os deslizarem sobre os trilhos. controlar e regular a altura do facho luminoso dos faróis de luz baixa (ver “Faróis” neste capítulo). Em caso de acidente. Em seguida. como indicado em “AMPLIAÇÃO DO PORTAMALAS” neste capítulo. objetos pesados não amarrados podem causar graves danos aos passageiros. 98 no sentido da seta. 3 de bagagens. viajando à noite. 97 fig. A A fig. 97 Para utilizá-la. rebater o banco traseiro inteiro para a frente de maneira a obter uma única superfície de carga fig. até que este se apoie sobre o assento traseiro.ABERTURA DE EMERGÊNCIA DA TAMPA DO PORTA-MALAS A-fig. 2 A para abertura da tampa. 98 fig. 5 passando os cintos pelos lados. 4 as alavancas laterais A-fig. movendo as alavancas no sentido inverso da seta. proceder como a seguir: 1 traseiro e recline o banco totalmente à frente até apoiá-lo no assento do banco. é melhor. desencaixar o encosto. antes de rebatê-los. Para o banco inteiro traseiro com airbag lateral. AMPLIAÇÃO DO PORTA-MALAS 1 bancos traseiros. 99 A-97 . 2 -cabeças do banco traseiro. ADVERTÊNCIA: se houver carga no porta-malas ou no compartimento de carga.

desprendendo as argolas dos pinos. Para isso. 101 dos dois tirantes. 98 e rebater para a frente o encosto até obter uma única superfície de carga. a mesma pode ser posicionada transversalmente entre os encostos dos bancos da frente e o assento do banco traseiro rebatido. 100. 2 ção da cobertura do porta-malas B-fig. Para repor o banco na posição normal 1 ro completo utilizando os puxadores fig. encaixando os dispositivos de travamento do encosto nos seus respectivos pinos. Com banco duplo. F0M0101M B fig. 2 sando os cintos pelos lados. 101 fig. Em seguida. 100 permite ampliar apenas parte do porta-malas. 102 de suas sedes e removê-la. 3 montar os apoia-cabeças. 100 A-98 fig. Para remover a cobertura do porta-malas 1 A-fig.BANCO TRASEIRO BIPARTIDO O banco traseiro bipartido em algumas versões fig. verificar se o encosto está devidamente travado. é possível rebater separadamente a parte esquerda ou direita do banco. tendo a opção de rebater o banco individual ou duplo. 102 . destravar a alavanca da direita ou da esquerda A-fig. Uma vez removida a cobertura do porta-malas.

104 localizada acima da grade frontal sob o capô. 4 ta D na abertura E do capô do motor e deslocá-la no sentido da seta fig. pois o mesmo poderá funcionar mesmo com a chave de ignição desligada.CAPÔ DO MOTOR Para abrir o capô do motor 1 A-fig. 103. Atenção: uma colocação incorreta da vareta pode provocar a queda violenta do capô. 106. A fig. 3 parte central e. simultaneamente. 106 da abertura E e repô-la no seu dispositivo de bloqueio. Como indicado pela seta. 3 tomaticamente. com a outra. Para fechar o capô do motor 1 uma mão e. tirar a vareta D-fig. evite encostar-se no eletroventilador. estando este ainda quente. soltar a vareta de suporte do seu dispositivo de bloqueio C-fig. Verificar sempre se o capô foi bem fechado para evitar que se abra durante a marcha do veículo. 105 F0M0132M fig. 2 B-fig. 2 vão do motor. 104 F0M0135M C D fig. Se houver necessidade de se fazer alguma verificação no motor. 103 fig. 105. Espere até que o motor esfrie. 106 A-99 .

este inclina-se para trás e. Regulador no farol . regulá-lo corretamente. Para garantir a si mesmo e aos outros as melhores condições de visibilidade viajando com os faróis acesos. consequentemente. COMPENSAÇÃO DA INCLINAÇÃO Quando o veículo está carregado. Advertência: é de responsabilidade do usuário. sugerimos verificar de um bagageiro específico para o mo- FARÓIS REGULAGEM DO FACHO LUMINOSO ADVERTÊNCIA: uma correta regulagem dos faróis é determinante para o conforto e a segurança não só de quem guia o veículo. Consulte tabela de pesos . conferir se as fixações do bagageiro estão bem apertadas. 107 . Para a instalação do bagageiro de teto. Para o controle e a eventual regulagem. abrir o capô do motor. é necessário dirigir-se à Rede Assistencial Fiat. O regulador está localizado na parte traseira dos faróis. Depois de percorrer alguns quilômetros. respeitando as cargas máximas admitidas. neste caso. constitui uma norma precisa do Código de Trânsito. 107 A-100 . Posição 1-fig.figs. 107 e 108 Para ter acesso ao regulador.cargas máximas admitidas . É necessário.BAGAGEIRO DE TETO A este respeito.com veículo com carga normal. 1 fig. o veículo deve ter um correto alinhamento dos mesmos. Além disso. mas de todos os usuários.no capítulo específico. a colocação das bagagens no bagageiro de teto. dirigir-se à Rede Assistencial Fiat. o feixe luminoso eleva-se.

usufruir plenamente da aderência de cada pneu. sobretudo. quando é solicitada a total capacidade de frenagem do veículo. É importante que os dispositivos de ambos os faróis estejam orientados na mesma posição. localiza quais tendem a travar-se e envia um sinal à central eletro-hidráulica para reduzir. Este comportamento é completamente normal e indica que o sistema está ativo. logo em seguida ligar o motor. Quando a bateria é desligada. voltando a situação normal proceder da seguinte forma: . de maneira a evitar o bloqueio. que impede o bloqueio das rodas permitindo: .otimizar o mínimo espaço de frenagem. é transmitida a uma central eletrônica por impulsos elétricos. . 108 . 108 A-101 . A 2 fig. em retomadas ou desacelerações muito rápidas.com veículo com carga completa. O motorista é avisado através da pulsação do pedal do freio com ruídos de funcionamento hidráulico. ABS sistema de freios convencional. Para que possa posição do pedal acelerador.Posição 2-fig.melhorar o controle e a estabilidade do veículo durante a freada. manter ou aumentar a pressão nos cilindros de comando dos freios. Este sistema evita o desconforto dos trancos na aceleração causados.ligar a chave de ignição sem ligar o motor e aguardar 40 segundos. A aceleração do veículo. DRIVE BY WIRE É um sistema eletrônico de controle da aceleração que substitui o cabo do acelerador. . neste caso. a central perde a referência da posição do pedal do acelerador. Controlar a orientação dos feixes luminosos cada vez que mudar o peso da carga transportada. através do pedal. o veículo fica sem a aceleração. que gerencia a abertura da borboleta de aceleração. Uma central eletrônica recebe os sinais provenientes das rodas.

não deve induzir o motorista a correr riscos desnecessários. não aliviar a pressão. passando a funcionar normalmente o sistema convencional. poderia fazer derrapar as rodas motrizes.Não retirar ou colocar o conector da unidade de comando com comutador de ignição ligado. indicando nível mínimo de líquido no sistema de freios. Quando o ABS intervier e forem observadas pulsações no pedal do freio. o veículo irá parar no menor espaço possível. Desse modo. desligar a bateria e a unidade de comando elétrica. o sistema desativa-se automaticamente. lonas e pastilhas de freio do tipo e marca aprovados pelo fabricante. Eventuais vazamentos de líquido de freios afetam o funcionamento dos mesmos. Uma utilização excessiva do freio motor (marchas muito baixas com pouca aderência). indica normalmente uma anomalia de funcionamento do sistema ABS. ADVERTÊNCIA: nos veículos Fiat equipados com ABS devem ser montados exclusivamente rodas. acende-se a luz-espia no quadro de instrumentos e ocorre visualização de - Cuidados com o sistema ABS: . O ABS não dispensa o motorista de uma condução prudente. compativelmente com as condições da estrada. principalmente em estradas com água. a visibilidade da estrada. não existindo no entanto a função antitravamento das rodas. sejam do tipo convencional A eficiência do sistema. lama. pneus.Não desligar a bateria com o motor em funcionamento. . . o trânsito e as normas de circulação. com o motor em funcionamento. trica quando o veículo for colocado em Diante do acendimento da luz-espia . bruscas. em termos de segurança ativa. etc. o sistema de freios irá manter a sua eficiência normal. A conduta a manter ao volante deve ser sempre a adequada para as condições atmosféricas. Neste caso.Em caso de solda elétrica no veículo. areia. manter o pedal bem pressionado sem temor.No caso de qualquer anomalia. O acendimento somente da luz-espia . A-102 tes de carregá-la ou antes de qualquer . Nesta condição. levar o veículo o quanto antes à Rede Assistencial Fiat para uma verificação do sistema. O sistema ABS não tem qualquer efeito sobre este tipo de situação.

conduzindo de modo a evitar freadas bruscas.Se o sistema ABS entrar em funcionamento. permite intensificar a ação do sistema de freios. com o motor ligado. com o motor ligado. a visibilidade da estrada. CORRETOR DE FRENAGEM ELETRÔNICO EBD O veículo é dotado de um corretor de frenagem eletrônico denominado EBD através da centralina e dos sensores do sistema ABS. A conduta a manter ao volante deve ser sempre a adequada para as condições atmosféricas. Neste caso. no sentido de adequá-la às condições do trecho em que se trafega. com possibilidade de derrapagem. a função antitravamento. não existindo. indica uma anomalia do sistema EBD. sendo acionado exclusivamente em caso de impacto frontal violento. Nos veículos equipados com corretor eletrônico de frenagem (EBD). contida em um vão apropriado no centro do volante. O acendimento apenas da luz-espia . à Rede Assistencial Fiat mais próxima para a verificação do sistema. Pode estar disponível. o sistema de freios mantém a sua eficiência normal. e que. o trânsito e as normas de circulação. portanto. 109 A-103 . equipa também o painel em frente ao passageiro dianteiro. para o lado do motorista. em frente ao motorista. em termos de segurança ativa. neste caso. é aconselhável dirigir-se imediatamente à Rede Assistencial Fiat mais próxima. A eficiência do sistema. Em tais condições. quando previsto. com extrema cautela. A fig. significa que a aderência entre o pneu e a estrada foi reduzida em relação ao normal. reduzir imediatamente a velocidade. neste caso. Conduzir o veículo. também a funcionalidade do sistema EBD pode ser reduzida. O airbag não substitui o cinto de suplementar ao mesmo. o acendimento simultâneo das luzes-espia e . não deve induzir o motorista a correr riscos inúteis e injustificáveis. passageiro. Também neste caso. nas freadas violentas pode ocorrer um travamento precoce das rodas traseiras. indica normalmente uma anomalia somente do sistema ABS. para a verificação do sistema. AIRBAG DESCRIÇÃO E FUNCIONAMENTO O airbag é um dispositivo constituído neo. no entanto.

mas deve apagar-se depois de cerca de 4 segundos.. choques traseiros ou contra obstáculos amortecedores que absorvam o impacto. em caso de choque com ativação do airbag. choques laterais não violentos. Girando a chave para a posição MAR. evite a instalação. AI RBAG Para não alterar a sensibilidade do sistema Airbag. Se a situação persistir. Dirija mantendo sempre as mãos na parte externa do volante de maneira que. em decorrência da violência do choque. entre os lábios. de anteparos. acende-se a luz-espia . GRAVE PERIGO: em veículo equipado com Airbag no lado do passageiro. a luz-espia acende-se. ser sempre usados. este possa encher-se sem encontrar obstáculos que poderiam causarlhe graves danos. fig. que devem. Não viajar com objetos no colo e muito menos com cachimbo. Qualquer manutenção no sistema do airbag só deve ser feita por pessoal especializado da Rede Autorizada Fiat. estes poderiam causar-lhe graves danos. por isso. Não dirija com o corpo inclinado para a frente. mas mantenha o encosto em posição ereta. 110 A-104 . O correto funcionamento do sistema airbag é garantido somente se todas as limitações relativas à capacidade e à disposição da carga no veículo forem respeitadas. proteções frontais e/ou laterais. O airbag não se ativa nos casos de impactos frontais não violentos. constantemente. Este produto não é nocivo e não indica princípio de incêndio. no veículo. No caso de qualquer anomalia. apoiando bem as costas. A entrada em funcionamento do Airbag produz calor e libera uma pequena quantidade de pó. desligar o motor e providenciar o reboque do veículo à concessionária Fiat mais próxima. Não colar adesivos ou outros objetos no volante ou no console do airbag do lado do passageiro. lápis etc. acessórios não originais ou mesmo componentes não preconizados pela fábrica. em caso de ativação do airbag. de costas para o painel. F0M0053M A eficiência do sistema airbag é verificada.Seu acionamento reduz o risco de contato entre a cabeça/tórax do ocupante contra o volante/painel do veículo. não colocar a cadeirinha para bebê virada para trás. por uma central eletrônica. Nesses casos os ocupantes são protegidos somente pelos cintos de segurança do veículo.

111 A-105 . 113. O airbag não é um substituto. uma pessoa que não esteja usando o cinto de segurança projeta-se para a frente em direção à bolsa ainda na fase de abertura.Intervenções não recomendadas poderiam interferir no funcionamento do Airbag. alterando o comportamento originalmente previsto para esse dispositivo. ADVERTÊNCIA: mesmo no caso dos veículos que não possuam Airbag para o passageiro. BAG P 8:30 A MENU ESC BAG P OFF BAG P On MENU ESC Conf YES Conf YES BAG P OFF BAG P On fig. somente o banco traseiro é recomendado para o transporte de crianças. O seu volume. seguindo rigorosamente a legislação de Desativação do airbag frontal do lado do passageiro .fig. Em caso de colisão. por isso recomenda-se usar sempre o cinto. no momento de máximo enchimento. AIRBAG DO LADO DO PASSAGEIRO O airbag do lado do passageiro foi estudado e calibrado para melhorar a proteção de uma pessoa que esteja usando o cinto de segurança. 111 e 112 Em caso de necessidade de transporte de criança no banco dianteiro deve-se. Esta posição é a mais protegida do veículo em caso de choque. mas um complemento ao uso do cinto. 111. Para desativar o airbag do passageiro. 112 ou fig. é necessário efetuar a sequência de conforme a versão fig. desativar o airbag frontal do lado do passageiro. com uma proteção certamente inferior à que poderia ser fornecida. preenche a maior parte do espaço entre o painel e o passageiro.

112 A-106 fig. 113 . pass: Off On Bag pass.Bag Passageiro 8:30 Menu: Volume Teclas Revisão Bag passageiro MENU ESC + – Bag pass.: Off 8:30 MENU ESC Confirmar: Sim 8:30 Confirmar: Sim 8:30 + – MENU ESC Confirmar: Não Sim MENU ESC Bag Passageiro 8:30 Bag Passageiro 8:30 + – MENU ESC Bag passageiro Desativado ativado 8:30 desativado 8:30 fig.: On 8:30 MENU ESC Bag.

114 Os airbags laterais. presentes em algumas versões. independentemente da posição do banco. 114 A-107 F0M0140M . as bolsas se esvaziam. permitindo deste modo um correto desdobramento do airbag lateral. As bolsas inflam-se instantaneamente. sendo esta a solução que permite ter sempre a bolsa na posição ideal em relação ao ocupante. O funcionamento dos airbags laterais não é desativado pelo comando da desativação do airbag frontal do passageiro. mas complementam o uso dos cintos de segurança.A luz-espia no quadro de instrumentos fica permanentemente acesa até a reativação do airbag do lado do passageiro. o enchimento das bolsas. Lembre-se de reativar imediatamente o airbag assim que não for mais transportar crianças. que em caso de choque lateral asseguram o correto posicionamento do ocupante e evitam a sua expulsão do veículo provocadas por colisões muito violentas. AIRBAGS LATERAIS (SIDE BAGS) fig. quando necessário. Em caso de choques laterais de baixa nestes casos é sempre necessária a utilização dos cintos de segurança. que deverão ser sempre usados por todos os ocupantes dos veículo para garantir-lhes proteção. çam de utilizar os cintos de segurança com os quais o veículo é equipado originalmente. São constituídos de bolsas de enchimento . Imediatamente após. os airbags laterais não substituem. A fig. deverão ser protegidos por dispositivos de transporte de crianças rigorosamente as instruções do fabricante do dispositivo. Portanto. ATENÇÃO: a melhor proteção por parte do sistema em caso de colisão lateral é obtida mantendo uma correta posição no banco.Os side bags estão alojados na lateral dos encostos dos bancos dianteiros. uma central eletrônica elabora os sinais provenientes de um sensor de desaceleração e ativa. Em caso de choque lateral violento. possuem a função de aumentar a proteção dos ocupantes por das de um choque lateral violento. colocando-se como proteção entre o corpo dos passageiros e a lateral do veículo.

Atente para o prazo de validade e dirija-se à Rede Assistencial Fiat para a substituição do dispositivo. encontra-se na parte interna do capô. Não apoiar os braços ou os cotovelos na porta. Em caso de exposição. A-108 . reparação e substituição relativas aos airbags devem ser efetuadas exclusivamente pela Rede Assistencial Fiat. procure a Rede Assistencial Fiat para substituir aqueles ativados e para verificar a integridade da instalação. Esse sistema atua no caso de colisão traseira fazendo com que os apoia-cabeças dianteiros se desloquem para frente. nestes casos. protegendo o pescoço do ocupante contra o efeito “chicote”. lavar-se com sabão neutro e água. Esses gases não são nocivos nem indicam um princípio de incêndio. ou lampeja a luz-espia . ATENÇÃO: a entrada em funcionamento dos airbags libera uma pequena quantidade de gases. guias de passeio ou saliências fixas do terreno. quedas do veículo em grandes buracos ou depressões da estrada. está previsto o sistema anti-whiplash quando o veículo possuir side bag/window bag. ATENÇÃO: é possível a ativação dos airbags frontais e/ou laterais se o veículo for submetido a fortes colisões ou incêndios que envolverem a zona da parte de baixo da carroceria como. choques violentos contra grades. ATENÇÃO: em caso de acidente no qual tenha sido ativado qualquer dos dispositivos de segurança. em algumas versões. esta poeira pode irritar a pele e os olhos. Em caso de sucateamento do veículo é necessário dirigir-se primeiramente à Rede Assistencial Fiat para desativar a instalação. A validade do sistema de airbag está indicada na etiqueta adesiva localizada na tampa do porta-luvas e. nas janelas e na área do airbag lateral para evitar possíveis lesões durante a fase de enchimento. e que lhe seja entregue o presente manual de uso e manutenção. Em caso de troca de propriedade do veículo é indispensável que o novo proprietário tenha conhecimento das modalidades de utilização e das advertências acima. a superfície da bolsa desdobrada e o interior do veículo podem ser cobertos com um resíduo poeirento. ATENÇÃO: a eficácia do sistema airbag é constantemente verificada por uma central eletrônica. Na eventualidade de alguma anomalia.Para algumas versões. por exemplo. procure imediatamente a Rede Assistencial Fiat. a luz-espia se acende.

em algumas versões. alojadas atrás dos revestimentos laterais do teto e cobertas por acabamentos apropriados. Todas as intervenções de controle. além disso. lavar-se com sabão neutro e água. uma colocada no lado direito e uma no lado esquerdo do veículo. em caso de troca de propriedade do veículo é indispensável que o novo proprietário tenha conhecimento das modalidades de uso e dos avisos acima indicados e entre em posse do “Manual de Uso e Manutenção”. a superfície da almofada desdobrada e o interno do veículo podem ser cobertos por um resíduo poeirento: este pó pode irritar a pele e os olhos. No caso de exposição. Estes pós não são nocivos e não indicam um princípio de incêndio.AIRBAGS LATERAIS DE PROTEÇÃO DA CABEÇA (WINDOW BAG) fig. A validade do sistema de airbag está indicada na etiqueta adesiva localizada na tampa do porta-luvas e. AVISO: a ativação dos airbags libera uma pequena quantidade de pós. 115 A-109 . passeios ou ressaltos fixos do solo. Atente para o prazo de validade e dirija-se à Rede Assistencial Fiat para a substituição do dispositivo. AVISO: a melhor proteção por parte do sistema em caso de colisão lateral se obtém mantendo uma correta posição no banco. Se tiver de mandar o veículo para a sucata. além disso. dos ocupantes dianteiros e traseiros em caso de choque lateral violento. A fig. quedas do veículo em grandes buracos ou poços nas estradas. é necessário dirigir-se à Rede Assistencial Fiat para desativar o sistema. como por exemplo colisões violentas contra degraus. procure a Rede Assistencial Fiat para substituí-los e para verificar a integridade da instalação. encontra-se na parte interna do capô. graças à ampla superfície de desenvolvimento das almofadas. 115 São constituídos de duas almofadas tipo “cortina”. F0M0141M ADVERTÊNCIAS GERAIS AVISO: a ativação dos airbags frontais e/ou laterais é também possível sempre que o veículo for submetido a fortes colisões que interessam a zona na parte inferior do chassis. reparação e substituição que concernem o airbag devem ser efetuadas na Rede Assistencial Fiat. Atenção: em caso de acidente no qual tenha sido ativado qualquer dos dispositivos de segurança. permitindo neste modo um correto desdobramento dos airbags laterais.

os braços e os cotovelos fora da janela. Se. se previsto) é possível que haja uma A-110 anomalia nos sistemas de retenção. Não apoiar a cabeça. cachimbo. neste caso os airbags ou os pré-tensionadores podem não ativar-se em caso de acidente ou. ativar-se de modo errado. A falta na ativação de um ou mais destes não é sintoma de funcionamento irregular do sistema. com o veículo estacionado não devem absolutamente ser colocadas crianças no banco dianteiro. e com o motor desligado. Além disso. o veículo foi objeto de roubo ou tentativa de roubo. num mais limitado número de casos. dirigir-se à Rede Assistencial Fiat para o imediato controle do sistema. este possa inflar-se sem encontrar obstáculos. Não conduzir com o corpo dobrado para frente. airbags laterais dianteiros. nas janelas e na área de desdobramento da almofada do airbag lateral de proteção da cabeça (Window Bag) para evitar possíveis lesões durante a fase de enchimento. Nunca colocar a cabeça. manter o encosto na posição ereta apoiando bem as costas. Não cobrir o encosto dos bancos dianteiros e traseiros com revestimentos ou forros que não sejam predispostos para uso com Side bag. portanto. Conduzir mantendo sempre as mãos na coroa do volante de modo que.AVISO: a ativação de pré-tensionadores. na frente do tórax e segurando entre os lábios. se sofreu atos de vandalismos. a falha na ativação destes dispositivos nestes casos. a luz-espia não acende ao girar a chave na posição MAR ou permanece acesa durante a marcha (acompanhada da mensagem visualizada pelo display multifuncional. . os airbags podem ativar-se mesmo com o veículo estacionado. lápis. Antes de prosseguir. lembre-se que com a chave introduzida na posição STOP nenhum dispositivo de segurança (airbag ou pré-tensionadores) se ativa em consequência de uma colisão. etc. Com a chave de ignição introduzida e na posição MAR. Portanto. é decidida de modo diferenciado. inundações ou alagamentos. mas. sempre que este seja impactado por um outro veículo em marcha. mandar verificar o sistema airbag na Rede Assistencial Fiat. não pode ser considerada como sintoma de funcionamento irregular do sistema. airbags frontais. em base ao tipo de colisão. Não viajar com objetos nas pernas. em caso de intervenção do airbag. Em caso de colisão com intervenção do airbag podem causar graves danos. os braços ou os cotovelos nas portas. Se.

Para colisões compreendidas no intervalo entre os dois limites de ativação é normal que entrem em função só os pré-tensionadores.cabo e conector para antena de teto. Não lavar os bancos com água ou vapor em pressão (a mão ou nas estações de lavagem automáticas para bancos). PREDISPOSIÇÃO PARA INSTALAÇÃO DO AUTORRÁDIO Nas versões que não possuem autorrádio instalado originalmente. 116 A-111 . 116. considerado que os airbags frontais não intervêm em caso de colisões frontais a baixa velocidade.Ao girar a chave de ignição na posição MAR a luz-espia (com airbag frontal lado passageiro ativado) acende e lampeja por alguns segundos. para lembrar que o airbag passageiro se ativará em caso de colisão. Podem existir. Não engatar objetos rígidos nos ganchos de pendurar roupas e nos manípulos de sustentação. a qual é removida fazendo pressão nas linguetas de retenção indicadas pelas setas fig. mas aumenta a eficácia dos mesmos. . colisões laterais. de série ou opcionalmente. A intervenção do airbag frontal é prevista para colisões de gravidade superior àquela dos pré-tensionadores. O airbag não substitui os cintos de segurança. Além disso. este equipamento deverá ser montado na respectiva sede prevista para esta finalidade. em seguida deve apagar-se. ou batidas em geral. 2 níveis de preparação para a instalação do autorrádio. têm-se: .cabo e de alimentação elétrica para o autorrádio. A fig. nestes casos os ocupantes são protegidos só pelos cintos de segurança que devem ser sempre usados. No nível de predisposição básico.

.sede desmontável para o autorrádio Alto-falantes .alto-falantes na porta dianteira fig. . 117 A-112 fig. 118.antena e respectivo cabo com conector.alto-falantes coaxiais dianteiros . . 117.cabo para alto-falante dianteiro e traseiro. 119 .alto-falantes coaxiais traseiros com fig. .. 118 fig. .gaveta desmontável para o autorrá. 119.cabos e plugue para conexão dos alto-falantes e tweeters. .alto-falantes na porta traseira fig. fig.sede para os alto-falantes nas portas No nível de predisposição avançado .cabo e plugue de alimentação do autorrádio.

é recomendável que este trabalho seja Assistencial Fiat. no capítulo uso correto do veículo. pode gerar anomalias de funcionamento com risco de incêndio. .). PREDISPOSIÇÃO PARA SENSOR DE ESTACIONAMENTO Os veículos possuem predisposição para instalação do sensor de estacionamento. CD Changers etc. permitem também a instalação de outros modelos de autorrádio disponíveis no mercado.A instalação dos autorrádios originais envolve a remoção de componentes plásticos do painel e. módulos de potência. desde que o equipamento escolhido possua características técnicas e dimensões compatíveis com a sede disponível no painel do veículo. Para a instalação do sistema dirigir-se à Rede Assistencial Fiat. em atendimento legislação vigente.OBSERVAÇÕES GERAIS SOBRE A INSTALAÇÃO DE SISTEMAS DE SOM cialmente projetados para proporcionar uma perfeita integração estética com o painel de instrumentos do veículo. Mantenha-a sempre bem fechada e não a substitua por outra de tipo diferente. que implique em alterações das condições originais da instalação elétrica e/ou em interferências nos sistemas eletrônicos de bordo. a fim de evitar o lançamento de vapores de combustível no meio ambiente. fig. além de provocar o cancelamento da garantia dos componentes envolvidos. Para instalação do sistema dirigir-se à Rede Assistencial Fiat. A instalação de sistemas de som (autorrádios. Ver recomendações em acessórios comprados pelo usuário. portanto.Os dois níveis de predisposição para autorrádio existentes. sem respiro. . PREDISPOSIÇÃO PARA ALARME Os veículos com o opcional vidro elétrico e trava elétrica possuem predisposição para instalação de alarme NO POSTO DE ABASTECIMENTO A TAMPA DO RESERVATÓRIO DE COMBUSTÍVEL A tampa do reservatório de combustível é hermética. 120 A-113 .

nem mesmo em casos de emergência.: gasolina de aviação). Por motivos de segurança. 121 A-114 fig. devendo ser evitado. certifique-se de que o abastecimento seja feito somente com gasolina que não contenha chumbo em sua composição. 122 .O combustível que escorre acidentalmente durante o abastecimento. fig. De acordo com regulamentação vigente estabelecida pela ANP (Agência Nacional de Petróleo) a gasolina normalmente disponível no mercado brasileiro não deve conter chumbo em proporções que possam causar danos ao conversor catalítico dos automóveis. a chave de ignição deverá permanecer desligada enquanto o veículo estiver sendo abastecido. não homologada para uso automotivo. dentro do porta-malas. A adição de outro tipo de gasolina no tanque (ex. além de ser poluente. pode provocar danos irreversíveis no conversor catalítico. com a consequente poluição do meio ambiente. Nunca introduzir. O acesso à tampa de combustível é obtido abrindo a portinhola fig. 122 e observando as seguintes instruções: Em caso de emergência é possível abrir a portinhola puxando a cordinha localizada no lado direito. 121 através da alavanca A-fig. Os dispositivos antipoluentes exigem o uso exclusivo de gasolina sem chumbo. a mínima quantidade de gasolina com chumbo no tanque. assim como para garantir o funcionamento correto do sistema. pode danificar a pintura do veículo na região do bocal de abastecimento. Se o veículo estiver em trânsito por outros países. O conversor catalítico ineficiente provoca emissões nocivas no escapamento.

dependendo do combustível utilizado (álcool ou gasolina) bem como percentual de mistura. Caberá ao usuário a análise sobre qual proporção dos dois combustíveis é mais conveniente para o seu tipo de utilização. Este comportamento é normal e não afeta o desempenho do motor. excetuando a observação das advertências de utilização presentes neste capítulo e os pontos de manutenção específicos. Não adaptar o veículo para funcionamento com GNV (Gás natural veicular). No uso normal as versões Flex não requerem cuidados ou procedimentos especiais.Não se aproximar do bocal do tanque de combustível com fósforos ou cigarros acesos. Se isso ocorrer. possibilitar a efetiva indicação de tanque cheio no quadro de instrumentos. O sistema somente está preparado para funcionar com álcool e gasolina automotivos. VERSÕES FLEX (combustível álcool e/ou gasolina em algumas versões) Este sistema foi projetado para proporcionar total flexibilidade na alimentação do motor do veículo. permitindo a utilização de álcool combustível ou de gasolina indistintamente. pois a adaptação no motor pode causar danos. ADVERTÊNCIA: os postos de combustíveis contam com bombas de desligamento automático que. pois há perigo de incêndio. A A-115 . assim como. que não serão cobertos pela garantia Fiat. O combustível pode ser adicionado no reservatório na proporção que o usuário julgar conveniente para o uso. para não inalar vapores nocivos. interrompem o abastecimento antes do completo enchimento do tanque do veículo. em alguns casos. Para propiciar partidas mais rápidas. de forma a introduzir no tanque o combustível que falta para atingir a sua capacidade máxima. manter sempre abastecido o reservatório de gasolina para partida a frio. Evitar também aproximar demais o rosto do bocal. Os motores Flex podem apresentar níveis de ruídos diferentes. considerando as diversas A central eletrônica de controle de injeção está preparada para “gerenciar” a interação entre os dois tipos de combusum funcionamento sempre regular em todas as situações de utilização. Não utilizar combustíveis diferentes dos especificados. solicite a operação manual da bomba.

além de contribuírem para aumentar desnecessariamente a poluição atmosférica. podem resultar no cancelamento da garantia dos componentes envolvidos. principalmente se o motor estiver frio.: álcool em vez de gasolina). 123 Monóxido de carbono. para reconhecer o combustível que está no tanque (álcool ou gasolina). Este procedimento irá minimizar eventuais problemas na próxima partida do veículo. O veículo deve cumprir um percurso mínimo (pelo tempo anteriormente especificado) para que o sistema assimile o novo combustível. Esta recomendação é importante. quando tenha ocorrido a troca do combustível que estava sendo utilizado (ex. USO DE MATERIAIS NÃO NOCIVOS AO MEIO AMBIENTE Nenhum componente do veículo contém amianto ou cádmio. 123 A-116 . tais como a retirada do catalisador e/ou modificações no sistema de injeção eletrônica. PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE A proteção do meio ambiente conduziu o projeto e a realização dos veículos Fiat em todas as suas fases. O resultado está na utilização de materiais e no aperfeiçoamento de dispositivos capazes de reduzir ou limitar drasticamente as influências nocivas sobre o meio ambiente. Os componentes espumados e o sistema de arredução da camada de ozônio. sobretudo. O Veículo Fiat está pronto para rodar com uma boa margem de vantagem sobre as mais severas normas antipoluição internacionais. Alterações feitas no veículo com o objetivo de aumentar o seu desempenho. DISPOSITIVOS PARA REDUZIR AS EMISSÕES Conversor catalítico trivalente fig. fig. óxidos de nitrogênio e hidrocarbonetos não queimados são os principais componentes nocivos dos gases de escapamento.ADVERTÊNCIA: Após um abastecimento. o sistema Flex necessita de um pequeno tempo de adaptação (aproximadamente 10 minutos) com o veículo funcionando.

fundamental para o correto funcionamento do motor e do catalisador.O conversor catalítico é um “laboratório” no qual uma porcentagem muito alta destes componentes transforma-se A transformação é auxiliada pela presença de minúsculas partículas de metais nobres presentes no corpo de tálico de aço inoxidável.8 16V Flex Ruídos A É importante o seguimento do “Serviço Periódico de Manutenção”. impedir a formação dos vapores de gasolina.4 8V Flex Tjet 1. Sonda Lambda (sensor de oxigênio) com a sonda lambda. mesmo com o motor desligado. ocasiona poluição desnecessária e constitui um claro desrespeito à legislação ambiental para veículos automotores. A-117 . pois esta garante o controle da relação exata da mistura ar/combustível. Ruídos veiculares Este veículo está em conformidade com a legislação vigente de controle da poluição sonora para veículos automotores.4 16V Gasolina Essence 1. além de não contribuir para aumentar o desempenho do veículo. Limite máximo de ruído para fiscali- Versão Attractive 1.8 16V Flex Sporting 1. o sistema os mantêm armazenados num recipiente especial de carvão ativado. Sistema antievaporação Sendo impossível. de onde são aspirados e queimados durante o funcionamento do motor. para que o veículo permaneça dentro dos padrões antipoluentes.6 16V Flex Essence 1. A retirada do conversor catalítico.

Composição básica: chumbo. Não jogue pontas de cigarro para fora da janela. Os pontos de venda são obrigados a aceitar a devolução de sua bateria usada. Além de evitar incêndios e queimadas. ácido sulfúrico diluído e plástico.Trafegar com o sistema de escapamento modificado ou danificado. bem como causar riscos à saúde do ser humano. lavar imediatamente com água corrente e procurar orientação médica. bem como armazená-la em local adequado e devolvê-la ao fabricante para reciclagem. o subsolo e as águas. constitui uma infração ao Código Nacional de Trânsito. A-118 . O lixo que é jogado na rua coloca em risco as gerações futuras devido ao altíssimo tempo de decomposição de determinados materiais. revendedor no ato da troca. você estará evitando a contaminação do solo. No caso de contato acidental com os olhos ou com a pele. DESTINAÇÃO DE BATERIAS obrigado a devolver sua bateria usada Reciclagem obrigatória: Não descarte a bateria no lixo. além de aumentar consideravelmente o nível de ruído do veículo (poluição sonora). poderão contaminar o solo. Riscos do contato com a solução ácida e com o chumbo Quando a solução ácida e o chumbo contidos na bateria são descartados na natureza de forma incorreta.

. para não danificá-lo e. . B-5 DIRIGIR COM ECONOMIA E RESPEITANDO O MEIO AMBIENTE . . . . . . . . . . . . . . . principalmente. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Em outros. . pode tratarse de detalhes de funcionamento exclusivos do Fiat Punto. . . B-14 ACESSÓRIOS COMPRADOS PELO USUÁRIO . . . . . . . . . B-4 DIRIGIR COM SEGURANÇA . . . . . . B-3 USO DO CÂMBIO . . . na maior parte dos casos. . . o que não fazer e o que evitar”. .USO CORRETO DO VEÍCULO Para utilizar o veículo Fiat do melhor modo possível. . é preciso prestar muita atenção neste capítulo também. . . . . . . . . . para poder aproveitar todas as suas qualidades. . . . . . PARTIDA DO MOTOR . . . . . . para conhecer o comportamento na direção e no uso que lhe permitirão desfrutar ao máximo do seu veículo. Assim. . . . . . . Trata-se. . . B-1 ESTACIONAMENTO . . . . . . . . . . neste capítulo sugerimos “o que fazer. . . B-15 DISPOSITIVO PARA REBOQUE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . de comportamentos válidos também para outros veículos. B-15 B B . . . . . . . . B-8 LONGA INATIVIDADE DO VEÍCULO . . . . . . B-14 CONTROLES FREQUENTES E ANTES DE VIAGENS LONGAS . . . . . . . .

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que não prejudica o funcionamento e sua confiabilidade. Antes de dar partida no motor: 1) Verificar se o freio de mão está acionado. PARTIDA COM MOTOR QUENTE Para dar partida com o motor quente. se a luz-espia continuar acesa. Nas versões equipadas com FIAT CODE se. Com o motor em movimento. . não deixar a chave de ignição na posição MAR. O motor consome oxigênio e libera gás carbônico. sem pisar no acelerador. tentar a partida de novo com a outra chave fornecida. com a chave na posição MAR. aconselha-se repor a chave na posição STOP e. o máximo de desempenho. a luz-espia ficar acesa junto com a luz-espia . Essa operação fará a bomba elétrica de combustível funcionar antes do motor. Nota: nunca funcione o motor sem o filtro de ar. deixando o motor em regime médio. 4) Girar a chave de ignição para a posição AVV e soltá-la assim que o motor der partida. Não é necessário pisar no acelerador para dar partida no motor. ADVERTÊNCIA: com o motor desligado. COMO AQUECER O MOTOR DEPOIS DA PARTIDA . de novo em MAR. B B-1 . monóxido de carbono e outros gases tóxicos.Evitar exigir. aconselha-se manter a chave em MAR por alguns segundos antes de girá-la para AVV. Se o motor não funcionar na primeira tentativa. sem aceleradas bruscas. principalmente se o veículo tiver ficado muito tempo parado.PARTIDA DO MOTOR É perigoso deixar o motor funcionando em local fechado. possibilitando uma partida mais rápida. 2) Colocar a alavanca do câmbio em ponto morto. pode ocorrer aumento do nível dos ruídos do motor. depois. é característico das válvulas hidráulicas: o sistema de distribuição escolhido para algumas versões do seu Fiat que contribui para reduzir os serviços de manutenção. não tocar nos cabos de alta tensão (cabos das velas).Colocar o carro em movimento lentamente. Nos primeiros segundos de funcionamento. desde os primeiros quilômetros. 3) Pisar a fundo no pedal da embreagem. Este fenômeno. é necessário repor a chave na posição STOP antes de tentar de novo.

uma quantidade de mistura por ciclo maior do que aquela que o motor é capaz de aspirar naturalmente. com o auxílio de um compressor. uma quantidade maior de combustível pode ser injetada para produzir maior potência e torque. diminuindo a emissão de poluentes na atmosfera. sendo necessário exercer um esforço muito maior tanto no pedal do freio como no volante. nos primeiros quilômetros de percurso não solicite do mesmo o máximo de rendimento. e causa um consumo inútil de combustível. para que a temperatura do motor se abaixe. elevando a capacidade de realizar trabalho do motor sem comprometer a sua durabilidade. PARA DESLIGAR O MOTOR Com o motor em marcha lenta. Com o uso do turbocompressor a combustão se torna mais completa e limpa. enquanto o motor não funcionar. o servofreio e a direção hidráulica não são ativados. além de ser prejudicial. Não funcione o motor em altas rotações e não dê golpes de aceleração estando ele em fase de aquecimento. Com o aumento do volume de massa de ar dentro da câmara de combustão do motor. B-2 . reboque ou aproveitando as descidas. CARACTERÍSTICAS E CONDIÇÕES DE USO DE MOTORES TURBOCOMPRIMIDOS Sobrealimentar um motor a explosão significa colocar dentro de seus cilindros. Lembre-se que. O motor com turbocompressor adquire uma condição de funcionamento mais silenciosa e aumenta seu torque em todas as faixas de rotação em que o turbocompressor estiver em funcionamento. melhor deixar o motor em marcha lenta antes de desligá-lo. Essas manobras poderiam causar o afluxo de combustível no conversor catalítico e danificá-lo irremediavelmente. além disso. principalmente para motores com turbocompressor. ADVERTÊNCIA: depois de um percurso desgastante.Para os veículos catalisados deve ser completamente evitado a partida com empurrão. girar a chave de ignição para a posição STOP. Nunca funcione o motor sem filtro de ar. A “pisada no acelerador” antes de desligar o motor não serve para nada.

Observação: o indicador do nível de combustível possui um circuito eletrônico de amortecimento. tirar sempre a chave do contato. Não deixar a chave de ignição na posição MAR. se no momento da partida o veículo se encontrava estacionado em posição inclinada (subida ou descida). 1. 2) Manter apertado o botão e abaixar a alavanca. e sem prejuízo destes. leve-o à Rede Assistencial Fiat para efetuar a regulagem. A luz-espia apagase. B Nunca deixe crianças sozinhas no veículo.ESTACIONAMENTO Desligar o motor. FREIO DE MÃO . Se o veículo estiver estacionado em uma descida íngreme. puxar a alavanca para cima até travar no dente necessário para imobilizar completamente o veículo. a indicação fornecida pelo ponteiro pode levar até 8 minutos para ser atualizada. 1 A alavanca do freio de mão está situada entre os bancos dianteiros. engatar a 1ª marcha e deixar as rodas viradas em direção ao meio-fio (guias) do passeio. Para acionar o freio de mão. ADVERTÊNCIA: independente dos prazos constantes da tabela do “Plano de manutenção programada”. sempre que for requerido maior esforço para acionamento do freio de mão de seu veículo. Ao descer do veículo. Portanto.fig. F0M0115M fig. aconselha-se também a travar as rodas com um calço. Para desengatar o freio de mão: 1) Levantar levemente a alavanca e apertar o botão de desengate A-fig. 1 B-3 . puxar o freio de mão. para não descarregar a bateria. que tem a função de neutralizar as oscilações do ponteiro que poderiam ser causadas pela movimentação do combustível dentro do tanque. no quadro de instrumentos ilumina-se a luz-espia . Com o freio de mão acionado e a chave de ignição na posição MAR.

o piso sob os pedais não deve ter obstáculos. Por isso. 2 (o esquema também está indicado no pomo da alavanca). 2 B-4 . aguardar alguns segundos e. pisar no pedal da embreagem até o fim do curso.4 8V Flex Gasolina 1.8 16V Flex 1. ao mesmo tempo. Velocidades para troca de marchas Para se obter máxima economia.4 16V Essence Essence Sporting 1. (o veículo deve estar parado e em ponto morto). recomendamos observar os seguintes limites de velocidades para trocas de marchas: Attractive Tjet 1. F0M0142M-BR fig.USO DO CÂMBIO Para engrenar as marchas. é necessário pisar a fundo no pedal da embreagem. deslocar a alavanca para a direita e para trás.6 16V Flex 1.8 16V Flex 1ª E 2ª 2ª E 3ª 3ª E 4ª 4ª E 5ª 25 40 65 72 20 35 50 70 20 40 50 65 20 40 50 65 20 40 50 65 Para mudar as marchas corretamente. só então. Para engrenar a marcha a ré (R). puxar para cima o dispositivo inibidor de ré A e. Verificar se os tapetes estão sempre bem estendidos e não interferem no deslocamento dos pedais. pisar a fundo no pedal da embreagem e pôr a alavanca do câmbio em uma das posições do esquema na fig. diminuindo o seu curso.

Certifique-se sempre que. a Fiat trabalhou com empenho para obter um veículo capaz de garantir a máxima segurança aos passageiros. . Use sempre os cintos de segurança e certifique-se de que os passageiros também façam o mesmo. e não o pescoço.Verifique o correto funcionamento das luzes e dos faróis. Viajar sem o uso dos cintos aumenta o risco de lesões graves. em caso de acidente. o comportamento de quem dirige é sempre um fator decisivo para a segurança nas estradas.A primeira regra para dirigir com segurança é a prudência. principalmente. de qualquer forma. B-5 B . você vai encontrar algumas regras simples para viajar com segurança em diversas condições. etc. neste capítulo.Prudência também significa estar em condições de prever um comportamento incorreto ou imprudente dos outros motoristas. EM VIAGEM . . . respeite os limites de velocidade. será útil ler tudo com atenção. de fácil digestão. ADVERTÊNCIA: nunca transporte no veículo reservatórios suplementares de combustível.Regule bem a posição do banco.Certifique-se que nada (tapetes. No entanto.Coloque com cuidado objetos no porta-malas para evitar que uma freada brusca possa jogá-los para a frente. Nunca encha galões de combustível no interior do veículo. todos os outros passageiros do veículo também estejam usando os cintos de segurança e que as crianças sejam transportadas com sistemas específicos. .DIRIGIR COM SEGURANÇA Ao projetar o veículo. pois a eletricidade estática e os vapores de combustível dos galões podem provocar explosão e incêndio. ANTES DE SAIR COM O VEÍCULO . . bercinhos etc. Com certeza. uma vez que. Não use o banco dianteiro para o transporte de crianças.Siga rigorosamente as regras do Código Nacional de Trânsito e. A seguir. Não dirija em estado de embriaguez alcoólica ou sob efeito de medicamentos.Verifique se os eventuais sistemas de proteção das crianças (porta-bebês. Evite. bebidas alcoólicas. para obter a posição melhor para dirigir.) estão fixados corretamente no banco traseiro. Periodicamente. ou de morte. . principalmente. Uma alimentação leve. .Regule com cuidado os apoia-cabeças de modo que a nuca. mas. . lembre-se de fazer os controles citados em “Controles frequentes e antes de viagens longas”. além de você. poderiam explodir ou incendiar-se. do volante e dos espelhos retrovisores. ajuda a manter os reflexos rápidos.) impeça o movimento e o curso dos pedais.Evite ingerir alimentos pesados antes de viajar. . em caso de vazamento ou acidente. e ainda é uma infração. muitas serão já conhecidas. seja apoiada neles.

podem atrapalhar os motoristas dos outros veículos. F0M0343M-BR fig. . DIRIGIR COM CHUVA A chuva e as estradas molhadas significam perigo. já que. .Aos primeiros sinais de sonolência. pois o atrito das rodas no asfalto é reduzido consideravelmente. . pare o veículo em local seguro. reduzem a visibilidade e cansam a vista.Verifique a correta orientação dos faróis.Nunca percorra descidas com o motor desligado. Aqui estão alguns conselhos a seguir em caso de chuva: .Use os faróis altos somente fora das cidades e quando tiver certeza que não atrapalharão os outros motoristas. .Reduza a velocidade e mantenha uma distância de segurança maior dos veículos da frente. . atenção para com a travessia de animais. . os espaços para frear aumentam muito e a aderência na estrada diminui. com bastante antecedência. principalmente em estradas sem iluminação. DIRIGIR À NOITE Aqui estão as principais indicações a seguir quando viajar à noite. Continue a viagem só depois de ter descansado bastante. Se estiverem altos demais.Troque constantemente o ar no veículo.Não dirija por muitas horas consecutivas. 4 F0M0344M-BR . as condições de direção são mais difíceis. 3 fig. Prosseguir seria um risco para si mesmo e para os outros. .Mantenha uma distância de segurança em relação aos veículos da frente. passe. .Reduza a velocidade. . se estiverem baixos demais. a ação de frenagem requer um esforço muito maior no pedal.Mantenha luzes e faróis limpos. .Cruzando com um outro veículo. . maior do que a que manteria durante o B-6 dia. Em uma estrada molhada.Dirija com prudência especial. .Viagens longas devem ser feitas em boas condições físicas. dos faróis altos (se estiverem acesos) aos baixos. todas as manobras são mais difíceis. É difícil avaliar a velocidade dos outros veículos quando só as luzes são visíveis. Consequentemente..Fora da cidade. à noite. não tendo o auxílio do freio motor e do servofreio. efetue paradas periódicas para fazer um pouco de movimento e revigorar o físico.

o quanto possível. mesmo se for dia.Se a neblina for densa. . descidas com o motor desligado ou em ponto morto. evitando “cortar” as curvas.Coloque os comandos de ventilação na função de desembaçamento (ver capítulo “Conhecimento do veículo”).Não atravesse poças em alta velocidade e segure bem o volante. B F0M0345M-BR fig. use o freio motor.Verifique.Não percorra. pode ocasionar graves danos ao motor do veículo. viajar. 5 fig. as condições das palhetas dos limpadores do para-brisa.Se estiver chovendo muito forte. . engrenando marchas fortes. DIRIGIR NA NEBLINA .Dirija com velocidade moderada. de vez em quando. facilite a ultrapassagem do outro veículo. acenda os faróis baixos para tornar-se mais visíveis aos outros. 6 B-7 F0M0346M-BR .Mantenha uma velocidade moderada. e muito menos com a chave tirada do contato. os faróis baixos e os eventuais faróis auxiliares dianteiros. . evitar. . por isso.Lembre-se de que a ultrapassagem em subida é mais lenta e. Nestes casos. Não use os faróis altos. Em caso de dirigir com névoa. em hipótese alguma. .. mesmo durante o dia. para não ter problemas de visibilidade. DIRIGIR EM MONTANHA . neblina uniforme ou possibilidade de banco de neblina: . .Acenda. Ao ser ultrapassado em subida.Coloque os comandos de ventilação na função de desembaçamento (ver capítulo “Conhecimento do veículo”). A passagem em poças d’água muito profundas. ou em ruas alagadas.Em estradas em descida. para não superaquecer os freios. a visibilidade também é reduzida. requer mais estrada livre. . . para não ter problemas de visibilidade. Uma poça atravessada em alta velocidade pode provocar a perda de controle do veículo (aquaplanagem).

mas não aumenta os limites físicos de aderência entre pneus e estrada. Entretanto. Para usufruir do ABS da melhor maneira: . valetas. pode evitar danos ao meio ambiente e. O ABS impede o bloqueio das rodas. muitas indicações úteis que unem-se àquelas identificadas pelo símbolo . respeite a distância de segurança dos veículos da frente e diminua a velocidade no começo das curvas.Nas freadas de emergência ou com pouca aderência. 2) Permite frear e virar ao mesmo tempo. rodovias ou caminhos com a presença de buracos. duas vantagens: 1) Evita o bloqueio e o consequente deslizamento das rodas nas freadas de emergência e. Assim. Não solte o pedal. . a seguir. mesmo com veículo equipado com ABS. Os dispositivos antipoluentes desenvolvidos dão resultados muito além das normas vigentes. para evitar eventuais obstáculos repentinos. presentes em várias partes do manual. DIRIGIR COM ECONOMIA E RESPEITANDO O MEIO AMBIENTE A proteção do meio ambiente é um dos princípios que conduziram a realização dos veículos Fiat. em condições de pouca aderência. seguindo regras simples. B-8 DIRIGIR EM ESTRADAS NÃO PAVIMENTADAS A utilização do veiculo em estradas não pavimentadas. presença de areia ou todo e qualquer material que possa danificar carroceria e/ou componentes mecânicos do veiculo deve ser evitada. terrenos lamacentos e/ou alagadiços. O motorista. percebe-se uma leve pulsação no pedal do freio: é sinal que o ABS está funcionando. ao mesmo tempo. são citadas. é de ler tudo com atenção. mas continue a apertar para que a ação de frenagem continue. O conselho. diminuir o consumo de combustível. ou para dirigir o veículo para onde quiser durante a frenagem. o meio ambiente não pode ficar sem o maior cuidado da parte de cada um. pedras.DIRIGIR COM O ABS O ABS é um equipamento do sistema de frenagem que dá. A este respeito. isto compativelmente com os limites físicos de aderência lateral do pneu. tanto para as primeiras como para as últimas. principalmente. essencialmente.

folhas secas. Se a partida for difícil. Evite. Não instale outros anteparos de calor e nem remova os existentes colocados sobre o conversor catalítico e o tubo de escapamento. ocasiona poluição desnecessária e constitui um claro desrespeito à legislação ambiental para veículos automotores. folhas de pinheiro etc. principalmente. empurrar. não insista com tentativas prolongadas. No caso de utilização de gasolina. Não aquecer o motor em marcha lenta antes de partir. mesmo neste caso. A retirada do conversor catalítico. são todas manobras que podem danificar o conversor catalítico. Não ligar o motor. abastecer assim que for possível. não por mais de 30 segundos. rebocar ou usar descidas. e como consequência. durante a marcha. possíveis danos ao conversor catalítico. logo que puder. Se. a não ser que a temperatura externa esteja muito baixa e. a sonda lambda e o tubo de escapamento. mas influi também no rendimento do veículo.) pois há perigo de incêndio. Quando acender a luz-espia de reserva de combustível. use somente gasolina sem chumbo. à Rede Assistencial Fiat. prossiga reduzindo ao mínimo indispensável a exigência de desempenho do motor e dirija-se. Use somente uma bateria auxiliar (ver “Partida com bateria auxiliar” no capítulo “Em emergência”). não estacione o veículo sobre material inflamável (grama. A falta de respeito a estes procedimentos pode causar riscos de incêndio. o conversor catalítico atinge elevadas temperaturas. Não borrifar nenhum produto sobre o conversor catalítico. manter em boas condições estes dispositivos é a primeira regra para uma direção ao mesmo tempo ecológica e econômica. o motor não funcionar bem. além de não contribuir para aumentar o desempenho do veículo. com uma ou mais velas desligadas. B B-9 . No seu funcionamento normal. Assim. A primeira precaução é seguir cuidadosamente o plano de Manutenção Programada. Assim. Um baixo nível do combustível poderia causar uma alimentação irregular do motor.PROTEÇÃO DOS DISPOSITIVOS QUE REDUZEM AS EMISSÕES O correto funcionamento dos dispositivos antipoluentes não só garante o respeito ao meio ambiente. mesmo que só para testar.

acompanhada de mensagem no display (algumas versões). utilizar uma marcha mais alta. Esta prática ajuda a manter as ruas mais limpas.Desligar o motor em paradas prolongadas. o perigo das enchentes causadas pelas fortes chuvas de verão. . . é melhor partir lentamente. Tal verificação é possível para os agentes encarregados de fiscalização de trânsito. indica por meio do acendimento da luz-espia no quadro de instrumentos. B-10 . os componentes deteriorados. O sistema dispõe também de um conector que permite a leitura dos códigos de erros memorizados na central eletrônica. evitando regimes de rotação elevados. assim. . neste estado o motor se aquece muito mais devagar. Assim.Remover o bagageiro do teto quando não for usado. . Não jogue resíduos ou recipientes vazios na rua. em conjunto com uma série de parâmetros específicos de diagnóstico e funcionamento do motor. . O sistema OBD tem como objetivos: sistema. o consumo de combustível aumenta. Trafegar com o sistema de escapamento modificado ou danificado. mediante a interface do sistema com instrumentos adequados. .OUTROS CONSELHOS . evitando freadas e arranques supérfluos que gastam combustível e aumentam claramente as emissões.Evitar acelerações quando estiver parado em semáforos ou antes de desligar o motor. Se a pressão estiver muito baixa. aumentando consumos e emissões. A exigência de corrente aumenta o consumo de combustível. devido a um funcionamento irregular do veículo. SISTEMA OBD O Sistema de Diagnóstico de Bordo (OBD . além de aumentar consideravelmente o nível de ruído do veículo (poluição sonora).Não aquecer o motor com o veículo parado. .Utilizar os dispositivos elétricos somente pelo tempo necessário. constitui uma infração ao Código Nacional de Trânsito. presente em algumas versões.On Board Diagnosis).Manter uma velocidade uniforme o quanto possível. a condição de falha de componentes do sistema de controle do motor. evitando o entupimento dos esgotos e reduzindo. mantenha dentro do veículo um saco plástico para guardá-los até que possa descartá-los em uma lixeira apropriada.Controlar periodicamente a pressão dos pneus. efetua um diagnóstico contínuo dos componentes relacionados com as emissões gasosas produzidas pelo veículo. Este acessório diminui consideravelmente a penetração aerodinâmica do veículo. Além disso.Assim que as condições do trânsito e a estrada o permitirem.

B CONSIDERAÇÕES GERAIS Manutenção do veículo As condições de manutenção do veículo representam um fator muito importante. procure a Rede Assistencial Fiat. pode provocar danos ao mesmo. Se a luz-espia permanece acesa. ou se acender de modo fixo/intermitente durante a marcha. girando a chave para a posição MAR. ou se acender durante a marcha. Se o mau funcionamento desaparece a luz-espia se apaga. No caso de acendimento intermitente. com a luz-espia acesa. CONTENÇÃO DOS GASTOS DE UTILIZAÇÃO E DA POLUIÇÃO AMBIENTAL A seguir. Respeite as normas vigentes. que poderá provocar aumento de emissões do escape. contatar o quanto antes a Rede Assistencial Fiat. mas deve apagarse quando o motor funcionar. sempre evitando esforços do motor e altas velocidades. Nessas condições. é indicação de funcionamento imperfeito do sistema de controle do motor. Por este motivo. Nesse caso. a tranquilidade de marcha e a própria vida útil do veículo. Se. má dirigibilidade e consumos elevados. é oportuno cuidar da manutenção fazendo com que o veículo passe pelas revisões e operações de manutenção previstas no “Plano de Manutenção Programada”. são fornecidas algumas sugestões que permitem obter uma economia de utilização do veículo e um comportamento ecologicamente adequado. a luz-espia se acende. Em algumas versões o display exibe mensagem específica. O uso prolongado do veículo. O acendimento fixo da luz-espia indica mau funcionamento no sistema de alimentação/ignição.LUZ-ESPIA DE AVARIA DO SISTEMA DE DIAGNÓSTICO DE BORDO/CONTROLE DO MOTOR (amarelo âmbar) Em condições normais. a luz-espia não se acender. mas o sistema memoriza a sinalização. é possível continuar a dirigir. possível perda de desempenho. reduzindo a velocidade. até que a luz espia se apague. soltar o pedal do acelerador. Se a luz-espia se acende de modo intermitente é indicação de possível dano no catalisador. que incide diretamente sobre o consumo de combustível. A funcionalidade da luz-espia pode ser verificada pelos agentes de fiscalização do trânsito ou em eventuais programas oficiais de inspeção de veículos. Prossiga a marcha em velocidade reduzida e procure a Rede Assistencial Fiat. B-11 . girando a chave de ignição para a posição MAR.

o limpador de para-brisa e o eletroventilador do sistema de aquecimento e ventilação requerem. uma quantidade de energia adicional que pode aumentar o consumo de combustível do veículo em até 25%. utilizar as marchas mais altas. É importante ressaltar. Os faróis auxiliares. Ar-condicionado Exerce forte influência no consumo de combustível do veículo (aproximadamente 20% a mais). a segurança de marcha. a insistência em manter marchas altas em trechos de baixa velocidade. O uso de marchas baixas para obter uma boa resposta do motor provoca aumento inevitável do consumo. se a pressão estiver muito baixa. para o seu funcionamento. acelera o desgaste do motor. em trechos urbanos. o consumo de combustível aumenta quanto maior for a resistência ao rolamento. nestas condições. piorando também o comportamento do veículo e. Equipamentos elétricos Utilizar os dispositivos elétricos somente pelo tempo necessário.Pneus Controlar periodicamente a pressão de ar dos pneus em intervalos não superiores a 4 semanas. 7 B-12 F0M0347M-BR . Acessórios aerodinâmicos Os acessórios aerodinâmicos não certificados durante o desenvolvimento do veículo podem. Cargas inúteis Não viajar com excesso de carga. na realidade. Quando a temperatura externa o permitir. utilizar somente o sistema de renovação de ar natural do veículo. o desgaste natural dos pneus é acelerado. além de aumentar o consumo e a emissão de poluentes. fig. MODO DE DIRIGIR Troca de marchas Tão logo as condições do trânsito o permitam. O peso do veículo (sobretudo no trânsito urbano). penalizar o consumo e o próprio coeficiente aerodinâmico original. consequentemente. Da mesma forma. influencia fortemente o consumo e a estabilidade.

Paradas ou interrupções de trânsito Durante as paradas prolongadas. ou trechos em mau estado de conservação. como estradas de montanha. Tentar manter uma velocidade uniforme. o melhor a fazer é desligar o motor. onde se trafega durante a maior parte do tempo utilizando marchas baixas e as paradas em semáforos são muito frequentes. B F0M0348M-BR fig. dentro do possível. Aconselha-se a adotar um modo de dirigir prudente. Condições de utilização Trajetos muito curtos e partidas frequentes com o motor frio não permitem que o motor atinja a temperatura ideal de funcionamento. a emissão de poluentes. motivadas por trânsito interrompido. penaliza notavelmente o consumo de combustível. sobretudo nas grandes cidades. 8 fig. o incremento de consumo de combustível é de aproximadamente 30%. simultaneamente. as emissões de poluentes e a própria durabilidade do mesmo. Situação do trânsito e condição das vias e estradas O consumo elevado de combustível está ligado diretamente a situações de trânsito intenso. influeciam negativamente o consumo. que consomem combustível e aumentam.Velocidade máxima O consumo de combustível aumenta proporcionalmente em relação à velocidade que o veículo desenvolve. induzindo-o a funcionar em rotações elevadas. Aceleração Acelerar o motor de forma violenta. 9 B-13 F0M0349M-BR . tratando de antecipar as manobras para evitar perigo iminente e de respeitar a distância de segurança em relação aos veículos que trafegam logo a frente. pode-se dizer que passando de 90 a 120 km/h. como exemplo. Também os percursos sinuosos. convém acelerar gradualmente e não ultrapassar o regime de torque máximo do motor. além de significar um incremento de consumo e de emissão de substâncias nocivas da ordem de 15 a 30%. evitando freadas e retomadas desnecessárias.

limpar e proteger as partes pintadas aplicando ceras protetoras. . . CONTROLES FREQUENTES E ANTES DE VIAGENS LONGAS A cada 500 km.polvilhar talco nas palhetas de borracha do limpador do para-brisa e do limpador do vidro traseiro e deixá-las afastadas dos vidros. Recarregar se a tensão estiver abaixo de 12. . . .esvaziar o reservatório de gasolina para partida a frio (FLEX). 10 B-14 F0M0350M-BR .estado do filtro de ar. .nível do líquido de arrefecimento do motor e estado do sistema.cobrir o veículo com uma capa de tecido ou de plástico perfurado. .LONGA INATIVIDADE DO VEÍCULO Se o veículo tiver que ficar parado por mais de um mês. seco e possivelmente arejado. . .pressão e estado dos pneus.desligar os bornes dos polos da bateria (retirar primeiro o borne negativo) e controlar o estado de carga da mesma. . .certificar-se que o freio de mão não esteja puxado. .colocar o veículo num lugar coberto. . Durante o tempo em que o veículo ficar parado.calibrar os pneus com uma pressão de +0.nível do líquido do lavador do parabrisa. .5 V. .nível do óleo do motor. fig. .nível de gasolina no reservatório de partida a frio (FLEX). Não usar encerados de plástico compacto que não deixam evaporar a umidade presente na superfície do veículo.nível do líquido dos freios.não esvaziar o sistema de refrigeração do motor.engrenar uma marcha.nível do líquido da direção hidráulica. . . tomar estas precauções: . este controle terá que ser feito mensalmente.abrir um pouco os vidros. ou antes de viagens longas controlar: .5 bar em relação à normalmente indicada e controlá-la periodicamente.limpar e proteger as partes metálicas brilhantes com produtos especiais.

conforme as indicações que serão fornecidas a seguir. mesmo no caso da disponibilidade no veículo de dispositivos originais ou adquiridos no mercado. etc. sendo que ambos dispositivos devem cumprir os requisitos das normas vigentes da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). DISPOSITIVO PARA REBOQUE INSTALAÇÃO DO GANCHO DE REBOQUE PARA ATRELADOS Para efetuar reboques de atrelados (carretinhas.Aplicar proteção contra a corrosão sobre os furos. as quais deverão ser integralmente respeitadas. . o veículo deve estar equipado com engate esférico para acoplamento mecânico e conexão elétrica adequada. De acordo com o tipo de gancho de reboque homologado pela Fiat Automóveis. trailers. . .Efetuar no veículo a furação com Ø (diâmetro) 11 mm traspassando o assoalho posterior (ver detalhe A-fig. ADVERTÊNCIA: para efeito de utilização de telefonia celular durante a marcha. para Ø (diâmetro) 16 mm.Montar o engate para reboque conforme orientação do fabricante do Kit. 11 B-15 . B A fig.ACESSÓRIOS COMPRADOS PELO USUÁRIO TRANSMISSORES DE RÁDIO E TELEFONES CELULARES A eficiência de transmissão destes aparelhos pode ficar prejudicada pelo efeito isolante da carroceria do veículo. somente no assoalho. 11) e a longarina nas marcas esquemáticas indicadas na fig. à época. .Alargar os furos. 12. Seção lateral traseira de um veículo (exemplo genérico) 4EN1160BR O dispositivo para o gancho de reboque deve ser fixado à carroceria por pessoal especializado da Rede Assistencial Fiat (ver observação na página seguinte). será necessário furar também o painel traseiro de algumas versões (ver figura). mantenha-se rigorosamente informado do que é estabelecido pela legislação de trânsito vigente.).

m sobre os parafusos. incluídos acessórios e bagagens pessoais. tem exclusivamente garantia legal de 90 dias. O peso que o reboque exerce no engate para reboque do veículo reduz. contido no Manual de Garantia. a capacidade de carga do próprio veículo. Este veículo tem capacidade de tracionar somente um reboque sem freio próprio até o limite de 400 kg. . esteja devidamente preenchido com a assinatura e carimbo da concessionária. A garantia contra corrosão da região perfurada somente será mantida se os furos forem executados através da Rede Assistencial Fiat e desde que o campo “Acessórios Fiat”. OBSERVAÇÕES GERAIS SOBRE REBOQUE Lembre-se que o ato de rebocar um atrelado reduz a capacidade máxima do veículo para superar aclives (rampas). Nos percursos em descida. B-16 . por exemplo) com a finalidade de evitar interferências entre os componentes envolvidos. pode ser necessário efetuar modificações na parte posterior do veículo (recorte do para-choque. e dependendo do modelo de engate adequado para cada versão. engatar uma marcha forte em vez de usar somente o freio. adquirido como acessório original e instalado fora da Rede Assistencial Fiat.Aplicar um torque de aperto de 40 N. Caso as ligações da tomada elétrica do atrelado forem mal executadas. Para ter certeza de não superar o peso máximo rebocável. O engate para reboque genuíno Fiat. é preciso levar em consideração o peso do atrelado com carga completa. podem ocorrer sérios danos no sistema eletroeletrônico do veículo.Para garantir a completa funcionalidade e segurança da instalação.

Vista superior do assoalho traseiro F0M0428M-BR B fig. Recomenda-se a utilização de engate para reboque genuíno Fiat. A Fiat Automóveis somente se responsabiliza por instalações efetuadas na Rede Assistencial Fiat. contados a partir da data da execução dos serviços. o qual. que deverá ser mantida com o cliente para apresentação. Instalações efetuadas de modo diferente ao quanto indicado neste manual são.A peça genuína adquirida e instalada na Rede Assistencial Fiat. se disponível para o modelo de seu veículo. quando exigida pela Fiat Automóveis e/ou Rede Assistencial Fiat no Brasil. 12 B-17 . conforme nota fiscal de serviços. Antes de trafegar com reboque em outro país. de responsabilidade do instalador e do proprietário do veículo. verifique as disposições gerais do mesmo em relação ao reboque de atrelados. Respeite os limites de velocidade específicos de cada país para os veículos com reboque. mediante pagamento é garantida por 12 (doze) meses. O respeito à presente instrução de instalação é uma forma de conservar a integridade do veículo e prevenir a ocorrência de acidentes. pode ser adquirido e instalado na Rede Assistencial Fiat. inclusa garantia legal de noventa dias. de acordo com as prescrições e os critérios técnicos das informações anteriormente citadas. conforme a legislação vigente.

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. também constam em seu kit de bordo. . . . . é sugerido o tipo de intervenção que você pode efetuar pessoalmente. . . . . . . . Assim. . . . . A este respeito lembramos-lhe de que. . . . . . . . .C-2 SE APAGAR UMA LUZ EXTERNA OU INTERNA . . . . . . foram considerados alguns inconvenientes e. Aconselhamos. . porém. . . . . em caso de necessidade. . . . . .C-14 EXTINTOR DE INCÊNDIO . . . o Manual Básico de Segurança no Trânsito e o Livrete Confiat.C-1 PARTIDA COM MANOBRAS POR INÉRCIA . . . .C-13 SE PRECISAR REBOCAR O VEÍCULO . . . No caso de contratempos mais sérios. . . . . . de qualquer maneira. . . .C-1 SE FURAR UM PNEU . . . . a leitura destas páginas. . . . . . . . . . . . . . . nos quais estão descritos detalhadamente todos os serviços que a Fiat coloca à sua disposição em caso de dificuldades.C-11 SE DESCARREGAR A BATERIA . . você vai saber localizar imediatamente as informações úteis. . . .EM EMERGÊNCIA As páginas seguintes foram elaboradas especialmente para socorrê-lo em situações de emergências com seu veículo. . . . . . . é necessário dirigir-se à Rede Assistencial Fiat. . Como você verá. . . . . .C-15 C C .C-6 SUBSTITUIÇÃO DA LÂMPADA EXTERNA . . .C-12 SE PRECISAR LEVANTAR O VEÍCULO . . . . para cada um deles. PARTIDA COM BATERIA AUXILIAR . . . . . . . . . . junto com o Manual de Uso e Manutenção. . . . . .C-8 SUBSTITUIÇÃO DE LÂMPADA INTERNA .C-13 EM CASO DE ACIDENTE . . . . . . .

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mas dirigir-se à Rede Assistencial Fiat. seguindo a ordem inversa. enquanto o motor não funcionar. pois há perigo de explosão e de incêndio. 1 C-1 . com um segundo cabo. C fig. operações efetuadas de forma incorreta podem provocar descargas elétricas de intensidade considerável e até mesmo explosão da bateria. Lembre-se que. o motor não funcionar. Não efetue esta operação se não tiver experiência. retirar os cabos. Além disso. sendo necessário exercer um esforço muito maior tanto no pedal do freio como no volante. rigorosamente. depois de algumas tentativas. o servofreio e a direção hidráulica não se ativam. o uso de um carregador de baterias para a partida de emergência. Esta operação deverá ser feita da seguinte maneira: 1) Ligar os bornes positivos (sinal + perto do borne) das duas baterias com um cabo especial. 2) Ligar. recomenda-se não chegar perto da bateria com chamas ou cigarros acesos e não provocar faíscas. 4) Quando o motor estiver em movimento. não insistir inutilmente. 3) Ligar o motor.PARTIDA COM BATERIA AUXILIAR Se a bateria estiver descarregada. principalmente. Essas manobras poderiam causar o afluxo de combustível no conversor catalítico. Poderiam ser danificados os sistemas eletrônicos e. a reboque ou aproveitando descidas. danificando-o irremediavelmente. Se. pode-se ligar o motor usando uma outra bateria que tenha capacidade igual ou pouco superior à da bateria descarregada (ver capítulo “Características técnicas”). Evitar. o borne negativo (–) da bateria auxiliar com um ponto de massa no motor ou na caixa de mudanças do veículo a ser ligado. deve ser completamente evitada a partida com empurrões. as centrais que comandam as funções de ignição e de alimentação. ou com o borne negativo (–) da bateria descarregada. F0H0160M PARTIDA COM MANOBRAS POR INÉRCIA Para os veículos catalisados.

SE FURAR UM PNEU
1. PARAR O VEÍCULO - Se possível, parar o veículo em terreno plano e compacto. - Ligar as luzes de emergência. - Puxar o freio de mão. - Engatar a primeira marcha ou a marcha a ré. - Calçar as rodas com um pedaço de madeira, ou outros materiais adequados, caso o veículo se encontre em uma via inclinada ou em mau estado. O calço deve estar do mesmo lado da utilização do macaco.

2. PEGAR FERRAMENTAS, MACACO E RODA SOBRESSALENTE Estão no porta-malas, debaixo do estepe, para retirá-las: - Levantar o tapete de revestimento. - Desatarraxar o dispositivo de bloqueio A-fig. 2, tirar a roda sobressalente. - Soltar as ferramentas, e remover o macaco fig. 3 de acordo com a versão do veículo puxando-o de sua sede. 3. SUBSTITUIR A RODA Algumas versões dispõem de dispositivo antifurto para as rodas composto de um parafuso especial e uma chave soquete com segredo. Para retirar o parafuso especial, proceder como a seguir:
F0M0389M-BR 4EN0295BR

- Retirar da bolsa de ferramentas a chave soquete (ou em local opcional no veículo) fig. 4, que destrava o mecanismo antifurto. - O destravamento da roda deve ser realizado encaixando a extremidade B da chave soquete fig. 4 no encaixe C do parafuso especial de retenção da roda. Na extremidade A deve ser encaixada a chave de roda fornecida com o veículo; - Girar a chave de roda no sentido anti-horário para retirar o parafuso; Nota: com a chave soquete é entregue um impresso contendo seus dados característicos. Guarde-o em local seguro, para o caso de necessidade de reposição. Cada chave soquete possui um segredo, entre uma série de combinações possíveis.
4EN1281BR

B A

C

A

fig. 2 C-2

fig. 3

fig. 4

B

H0017BR

Em caso de perda da chave, dirigirse à Rede Assistencial Fiat, levando consigo o impresso com os dados da chave soquete. - Desapertar cerca de uma volta os parafusos de fixação da roda a ser substituída, fig. 5. - Com rodas de liga, balançar lateralmente o veículo para facilitar o desengate da roda de seu cubo. - Girar a manivela do macaco para abri-lo parcialmente.

- Colocar o macaco onde está marcado o símbolo O B-fig. 6 ou 7 (algumas versões) perto da roda a substituir, e certificar-se de que a ranhura A do macaco esteja bem encaixada na longarina C. A colocação incorreta do macaco pode provocar a queda do veículo levantado ou acoplamento incorreto da roda.

- Girar a manivela do macaco e levantar o veículo de maneira que a roda fique a alguns centímetros longe do chão. - Desapertar completamente os 4 parafusos e remover a roda. - Montar a roda sobressalente, encaixando os furos A-fig. 8 com os respectivos pinos B-fig. 8.

C

A C

fig. 6
F0M0352M-BR F0M0384M-BR H0019BR

B
B A C

B A A

fig. 5

fig. 7

fig. 8 C-3

- Atarraxar apenas um dos parafusos A-fig. 8, em correspondência com a válvula de enchimento B-fig. 9. - Colocar a calota cuidando para que o símbolo Y, na parte interna, fique em correspondência com a válvula, e dessa maneira o furo maior da calota A-fig. 10 passe pelo parafuso já fixado. A montagem incorreta da calota pode causar seu desprendimento com o veículo em movimento. - Atarraxar os outros três parafusos. - Apertar os parafusos utilizando a chave de roda específica A-fig. 11.

- Girar a manivela do macaco de maneira a abaixar o veículo e remover o macaco. Ao girar a manivela, tomar cuidado para que a rotação da mesma ocorra livremente sem riscos de escoriações na mão causadas pelo esfregamento contra o piso. Também as partes do macaco em movimento (parafusos e articulações) podem causar lesões. Evite contato com elas.

- Apertar bem os parafusos, passando alternadamente de um parafuso ao outro diagonalmente oposto, de acordo com a ordem ilustrada na fig. 12.

A

fig. 11
F0M0510M-BR 4EN0277BR H0130BR

A

B A

fig. 9 C-4

fig. 10

fig. 12

F0M0509M-BR

GUARDAR FERRAMENTAS, MACACO E RODA SOBRESSALENTE - Colocar o macaco no suporte das ferramentas fig. 13, encaixando de modo a evitar vibrações, ou que se solte durante a marcha. Ao colocar o macaco no suporte, exerça pressão do centro para as extremidades, de forma que as laterais do macaco fiquem bem encostadas nas bordas de sua sede. - Guardar as ferramentas utilizadas nos lugares específicos nos suportes. - A chave soquete que destrava o mecanismo antifurto poderá ser guardada no veículo em local opcional. - Colocar o suporte das ferramentas no local apropriado. O suporte deve ser colocado com a seta (detalhe - fig. 13) apontando para o sentido de marcha do veículo (frente).
LN166BR

- Colocar a roda substituída no compartimento da roda sobressalente; - Fixar a roda com o dispositivo de bloqueio A-fig. 14. A roda substituída e os seus elementos de fixação deverão ser sempre recolocados em suas sedes, para evitar que, com o movimento do veículo, sejam arremessados em direção aos seus ocupantes. ADVERTÊNCIA: na primeira oportunidade, providencie a reparação do pneu furado. Evite rodar com a roda sobressalente.

ADVERTÊNCIA: periodicamente, controlar a pressão dos pneus e da roda de reserva. O macaco serve somente para a troca das rodas. Não deve, em hipótese alguma, ser usado para efetuar consertos debaixo do veículo. O macaco não requer nenhuma regulagem. Em caso de defeito, deve ser substituído por um original. ADVERTÊNCIA: após a troca de pneus deve-se calibrá-los.

C

A

fig. 13

fig. 14 C-5

4EN0295BR

SE APAGAR UMA LUZ EXTERNA OU INTERNA
Modificações ou consertos do sistema elétrico, efetuados de maneira incorreta e sem levar em consideração as características técnicas do sistema, podem causar um funcionamento anômalo com riscos de incêndio. INDICAÇÕES GERAIS Quando uma luz não funcionar, antes de substituir a lâmpada, verificar se o fusível correspondente está em bom estado. Quanto à localização dos fusíveis, consultar “Se queimar um fusível” neste capítulo. Antes de substituir uma lâmpada apagada, verificar se os contatos não estão oxidados.

As lâmpadas “queimadas” devem ser substituídas por outras com as mesmas características. As lâmpadas com potência insuficiente iluminam pouco, enquanto que as potentes demais consomem muita energia, além de causar danos à instalação elétrica do veículo. Após ter substituído uma lâmpada dos faróis, verificar sempre a regulagem dos mesmos por motivos de segurança. ADVERTÊNCIA: em dias frios e/ ou úmidos, os faróis podem apresentar condensação de água nas lentes. Esta condensação deve desaparecer momentos após o veículo trafegar com os faróis acesos. ADVERTÊNCIA: as lâmpadas halógenas devem ser manuseadas tocando somente a parte metálica. Se o bulbo transparente entrar em contato com os dedos, diminui a intensidade da luz emitida e pode ser prejudicada a duração da lâmpada. Em caso de contato acidental, esfregar o bulbo com um pano umedecido com álcool e deixar secar.

As lâmpadas halógenas contêm gás sob pressão que, em caso de quebra da lâmpada, pode projetar fragmentos de vidro. TIPOS DE LÂMPADAS Diversos tipos de lâmpadas estão instaladas no veículo - fig. 15. A - Lâmpadas totalmente de vidro São inseridas a pressão. Para retirá-las, basta puxá-las. B - Lâmpadas à baioneta Para retirá-la do porta-lâmpada, apertar o bulbo de vidro, girá-lo em sentido anti-horário e extrair a lâmpada. C - Lâmpadas cilíndricas Para extraí-las, separar o contato elétrico que as sustenta. D - E - Lâmpadas halógenas Para remover a lâmpada, retirar antes a presilha de fixação de sua sede.

C-6

4EN0156BR

Referência - fig. 15 Luz de posição dianteira Indicador de direção dianteiro Farol alto/ Farol baixo (duplo filamento) Farol auxiliar de neblina Luz de posição traseira A B E D B B B B A A A C C

Tipo W5W PY21W H4 H1 R5W PY21W P21/5W P21W W2,3W W5W W5W C10W C5W

Potência 5W 21W 55W 55W 5W 21W 21W/5W 21W 2,3W 5W 5W 10W 5W C-7

A

B

C

Indicador de direção traseiro Luz de freio/ posição traseira (duplo filamento) Luz de marcha a ré

C

D

Brake light (luz suplementar de freio) Luz de placa
E

Luz do porta-malas Luz interna dianteira Luzes do para-sol (onde previsto)

fig. 15

SUBSTITUIÇÃO DA LÂMPADA EXTERNA
Para identificar o tipo de lâmpada e sua relativa potência consultar tabela anterior. GRUPOS ÓTICOS DIANTEIROS fig. 16 Os grupos óticos dianteiros contêm as lâmpadas das luzes de posição, faróis baixos, faróis altos e luzes de direção. A disposição das lâmpadas do grupo ótico é a seguinte: A - luzes de posição B - faróis baixos e altos (duplo filamento) C - indicadores de direção (setas)
F0M0178M

LUZES DE POSIÇÃO - FIG. 17 Para substituir a lâmpada, proceder como indicado a seguir: - remover a tampa de plástico A, agindo no sentido anti-horário indicado pela seta; - pressionar nas aletas B e retirar o porta-lâmpada; - extrair a lâmpada C e substituí-la; - introduzir novamente o porta-lâmpada e remontar a tampa A assegurando-se do correto bloqueio. FARÓIS BAIXOS E ALTOS - fig. 18 Para substituir a lâmpada, proceder como indicado a seguir: - remover a tampa de plástico A, agindo no sentido anti-horário indicado pela seta;
F0M0397M-BR

- desligar o conector elétrico central e desenganchar a mola de fixação da lâmpada, empurrando para baixo e deslocando-a lateralmente; - extrair a lâmpada B-fig. 18 e substituí-la; - montar a nova lâmpada fazendo coincidir os moldes da parte metálica com as sedes existentes na parábola do farol; - enganchar a mola de fixação da lâmpada e reconectar o conector elétrico; - montar a tampa A assegurando-se do correto bloqueio.

fig. 16 C-8

fig. 17

fig. 18

F0M0394M-BR

proceder como indicado a seguir: . 19 rodando em sentido horário assegurando-se do correto bloqueio. 19 F0M0353M-BR fig. A disposição das lâmpadas do grupo ótico é a seguinte: B .luzes de posição D . 20 F0M0184M C A B fig. .luzes de posição/freio (duplo filamento). 21 fig. 22 C-9 . 22 Os grupos óticos traseiros contêm as lâmpadas das luzes de posição.remover a tampa/porta-lâmpada A-fig.INDICADORES DE DIREÇÃO (Setas) Dianteiros . 21 e fig.indicadores de direção (setas) C . 19 girando em sentido anti-horário. Para substituir uma lâmpada.fig. 20 é necessário dirigir-se à Rede Assistencial Fiat. F0M0185M fig. do freio e de direção. é necessário dirigir-se a Rede Assistencial Fiat. . 19 empurrando-a ligeiramente e girando-a em sentido anti-horário (bloqueio a “baioneta”) e substituí-la. F0M0223M GRUPOS ÓTICOS TRASEIROS fig. 19 Para substituir a lâmpada. LUZES DE NEBLINA Para a substituição das lâmpadas das luzes de neblina A-fig.montar a tampa/porta-lâmpada A-fig.extrair a lâmpada B-fig.

dirigir-se à Rede Assistencial Fiat.fig. F0M0209M F0M0212M fig. 25 desvinculando-a dos contatos laterais e certificando-se de que a nova lâmpada fique corretamente bloqueada entre os contatos. 24 fig. LUZES DE PLACA . BRAKE LIGHT Para substituição da lâmpada do brake light. 25 Para substituir uma lâmpada. 25 F0M0233M . 24. proceder como indicado a seguir: . 23 Para a substituição da lâmpada da luz de ré A é necessário dirigir-se à Rede Assistencial Fiat.substituir a lâmpada fig. 24 e fig.Agir no ponto indicado pela seta com uma chave de fenda.fig. .LUZES DE RÉ . . 23 C-10 fig.montar o grupo transparente montado à pressão. cuidando para não arranhar a pintura e remover o grupo transparente A-fig.

27 no próprio alojamento certificando-se do bloqueio. 29 forçando F0M0481M-BR ligeiramente com uma chave de fenda (cuidando para não arranhar a pintura) no ponto indicado pela seta. 30 C-11 .extrair a plafoniera A-fig. . PLAFONIERA DO PORTA-MALAS fig.abrir a tampa do porta-mala. proceder como indicado a seguir: . .montar o plafoniera A-fig.abrir a portinhola de proteção B. PLAFONIERA DIANTEIRA Para substituir as lâmpadas. 29. 29 e 30 Para substituir a lâmpada. .abrir a proteção B-fig. 28 fig. 28 desvinculando-as dos contatos laterais e certificando-se de que as novas lâmpadas estejam corretamente bloqueadas entre os contatos. 26 ou 27.fechar a proteção B-fig. . 30 e substituir a lâmpada introduzida a pressão. 28 e fixar a plafoniera A-fig.substituir as lâmpadas C-fig. 30 no transparente. . 27 F0M0234M fig. 26 fig.agir nos pontos indicados pelas setas e remover a plafoniera A-fig. proceder como indicado a seguir: . 29 F0M0483M-BR fig. introduzindo-o na sua correta posição. primeiro de um lado e depois no outro lado até perceber o bloqueio. . F0M0482M-BR C fig.SUBSTITUIÇÃO DE LÂMPADA INTERNA Para identificar o tipo de lâmpada e a sua relativa potência consultar o parágrafo “Tipos de lâmpadas”. F0M0480M-BR .fechar o portinhola B-fig.

fig.fig. Para substituir uma lâmpada proceder como a seguir: . .LUZ DE CORTESIA . dirigir-se à Rede Assistencial Fiat. LUZ DO PORTA-LUVAS . o uso de um carregador de bateria para a partida do motor. PARTIDA COM BATERIA AUXILIAR Ver “PARTIDA COM BATERIA AUXILIAR” neste capítulo. 31 C-12 fig. 33 Algumas versões possuem iluminação no porta-luvas. 31 e 32 Algumas versões possuem luz de cortesia no para-sol. 33 F0M495M-BR .Substituir a lâmpada “queimada” certificando-se que a nova lâmpada esteja bem posicionada entre os contatos B. isto poderia danificar os sistemas eletrônicos e. F0M0470M-BR F0M0465M-BR fig. Para substituição do LED.Recolocar a tampa A em seu alojamento.Atuar nos pontos indicados pelas setas e remover a tampa A. Evitar. rigorosamente. . 32 fig. as centrais que comandam as funções de ignição e alimentação. certificando-se do correto bloqueio. principalmente. SE DESCARREGAR A BATERIA Antes de tudo. aconselha-se a ver no capítulo “Manutenção do veículo” as precauções para evitar que a bateria se descarregue e para garantir uma longa duração da mesma.

RECARGA DA BATERIA Aconselha-se uma recarga lenta com baixa corrente pela duração de cerca de 24 horas. sempre. 34 fig. dirigir-se à Rede Assistencial Fiat. As setas indicativas dos pontos de colocação do macaco fig. 2) ligar. Evite o contato com a pele ou com os olhos. 34 e 35. utilizar caminhão-guincho para rebocar o veículo. desativar o aparelho antes de desligá-lo da bateria. O líquido contido na bateria é venenoso e corrosivo. SE PRECISAR REBOCAR O VEÍCULO É aconselhável. 5) ligar os bornes aos terminais da bateria respeitando as polaridades. pois há perigo de explosão ou de incêndio. A operação de recarga da bateria deve ser efetuada em ambiente ventilado e longe de chamas ou possíveis fontes de faíscas. Respeite a legislação de trânsito vigente sobre procedimentos de reboque. 35 C-13 4EN0171BR F0M0237M . os cabos do aparelho de recarga. 35. O veículo deve ser elevado apenas lateralmente. aos terminais da bateria. C B A C fig. 4) terminada a recarga. apoiado em plataformas específicas sobre o próprio caminhão-guincho. que é aparelhada de pontes com braços ou elevadores de oficina. ainda. estão disponíveis apenas para algumas versões. dispondo a extremidade dos braços ou o elevador de oficina nas zonas ilustradas nas figs. Aqui estão os procedimentos: 1) desligar os bornes do sistema elétrico dos terminais da bateria. o veículo poderá ser seguramente sustentado pelas rodas dianteiras ou traseiras ou. SE PRECISAR LEVANTAR O VEÍCULO No caso em que se torne necessário levantar o veículo. Desta forma. 3) ativar o aparelho de recarga.

sempre que possível. . . A obrigação de socorro é válida também para as pessoas não envolvidas diretamente no acidente. pare em local seguro. . . . .Não dê água aos feridos. fique a seu lado para dominar eventuais crises de pânico. Abandone imediatamente o veículo e proteja-se fora do “guard-rail”.Tirar o ferido do veículo somente em caso de perigo de incêndio. não fume e mande apagar os cigarros. . areia ou terra. .Remova a chave de ignição dos veículos acidentados. .Tranquilize o ferido em relação à rapidez dos socorros.O ferido nunca deve ser removido do veículo. SE HOUVER FERIDOS . ilumine com os faróis o lugar do acidente. salvo nos casos indicados no ponto seguinte. . principalmente com pouca visibilidade. . de afundamento em água ou de queda em precipício.Não aglomerar-se ao redor dos feridos.Para apagar os incêndios. use o extintor (descrito neste capítulo).Nos acidentes múltiplos em rodovias. Ao tirar um ferido: não provoque deslocamentos dos membros. .Em rodovia.Desligue o motor e acenda as luzes de emergência.Comporte-se com prudência. mesmo de pequenas dimensões. .Se sentir cheiro de combustível ou de outros produtos químicos. pare a uma distância de pelo menos uns dez metros do acidente.Se não estiver diretamente envolvido.Nunca se deve abandonar o ferido. . o corpo em posição horizontal. Manter.Assinale o acidente pondo o triângulo bem à vista e a uma distância regulamentar.EM CASO DE ACIDENTE . C-14 . cobertas. .À noite.É importante manter sempre a calma. nunca dobre a cabeça dele.Destrave ou corte os cintos de segurança que retêm os feridos. é grande o risco de envolvimento em outros impactos. Nunca use água. não corra o risco de ser atropelado. .

que é de 5 anos a partir da data de fabricação. ler as instruções impressas no equipamento. A validade do extintor de incêndio está vinculada ao teste hidrostático do mesmo (teste para verificação de vazamentos no cilindro). O extintor de incêndio deverá ser imediatamente substituído (não permite recarga).materiais elétricos. C .sólidos inflamáveis como borrachas.se o ponteiro do manômetro estiver fora da sua faixa normal de operação (faixa verde). 36 C-15 F0M0298M-BR .líquidos inflamáveis. na válvula ou no próprio manômetro. à frente do banco do motorista. quando ocorrer uma das situações seguintes: . O extintor de incêndio é indicado para apagar princípio de incêndio das classes: A . . 36. também.após a sua utilização em incêndio. B . indicando alguma anomalia no cilindro. fig. plásticos e espumas. .EXTINTOR DE INCÊNDIO O extintor de incêndio está localizado no piso.vencimento do prazo de validade do teste hidrostático. A indicação desta validade se encontra gravada no corpo do cilindro. Recomendamos. C fig. Em algumas versões está prevista uma capa de proteção para o extintor.

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D-1 PLANO DE MANUTENÇÃO PROGRAMADA . . . . . D-28 CARROCERIA. D-14 BATERIA. . D-5 SERVIÇOS ADICIONAIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-27 AR-CONDICIONADO . . D-5 VERIFICAÇÃO DOS NÍVEIS . . . . . . . . . . . . . Lembre-se ainda que o respeito pelas normas de manutenção indicadas pelo símbolo pode constituir a condição necessária para a conservação da garantia. . . . . . . . . . . . D-21 RODAS E PNEUS . . . . . . . . . . . . . . . . D-26 LIMPADORES DO PARA-BRISA E DO VIDRO TRASEIRO . . . . . . . A primeira revisão de Manutenção Programada está prevista somente aos 15. . . . D-29 INTERIOR DO VEÍCULO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-21 TUBULAÇÕES DE BORRACHA . . . . . . . . . . . . . . lembramos que uma correta manutenção do automóvel é certamente o melhor modo para conservar inalterados no decorrer do tempo os rendimentos do veículo e as características de segurança. . . . . . . . . . . é útil recordar que o veículo necessita sempre de serviços rotineiros como. . .MANUTENÇÃO DO VEÍCULO O Fiat Punto é novo em tudo. . D-31 D D . . . . . . . o respeito pelo meio ambiente e os baixos custos de funcionamento. De qualquer maneira. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-8 FILTRO DE AR . . . . . . . . . .000 km. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . o controle sistemático do nível dos líquidos com eventual restabelecimento da pressão dos pneus. . . . . . Entretanto. . D-16 SUBSTITUIÇÃO DE FUSÍVEIS . . D-17 VELAS . . . . . . . . . . . D-15 CENTRAIS ELETRÔNICAS . . . . . . . . até nos critérios de manutenção. . . . . . . . . . . D-2 SUBSTITUIÇÕES FORA DO PLANO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . MANUTENÇÃO PROGRAMADA . . . . . . . . . . . . . . . por exemplo.

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fluido de direção hidráulica. Durante a realização de intervenções. podem requerer uma verificação/ troca com maior frequência.). sem esperar a realização da próxima revisão. tais como lubrificantes. com tempos prefixados. além das operações previstas. quando substituídos. líquido para radiador. que se contamine o meio ambiente. Os referidos consertos podem alterar o prazo de entrega do veículo. etc. portanto. Os produtos que o veículo utiliza para o seu funcionamento (óleo de motor. deverão ser recolhidos cuidadosamente evitando. ADVERTÊNCIA: as revisões de Manutenção Programada são prescritas pelo fabricante. fluido de freio. pode haver a necessidade de substituições ou consertos não programados. é essencial também para garantir o respeito ao meio ambiente. D D-1 . O serviço de Manutenção Programada é prestado por toda a Rede Assistencial Fiat. os quais serão comunicados ao cliente. a Fiat preparou uma série de controles e de intervenções de manutenção a cada 15 mil quilômetros. devido à utilização do veículo. assim.MANUTENÇÃO PROGRAMADA Uma correta manutenção é determinante para garantir ao veículo uma longa duração em condições perfeitas. Por isso. além de contribuir para prolongar ao máximo a sua vida útil. A não realização das mesmas pode acarretar a perda da garantia. é importante observar com cuidado as recomendações constantes desta seção do manual. A correta manutenção do veículo. ADVERTÊNCIA: alguns componentes. quando verificar pequenas anomalias de funcionamento. ADVERTÊNCIA: aconselha-se dirigir-se imediatamente à Rede Assistencial Fiat.

freios).4 8V motor 1.).8 16V motor 1. elementos de borracha (proteções . Caso a espessura seja inferior a 5 mm. tubulações flexíveis do sistema dos freios e alimentação e pneus Restabelecimento dos níveis dos líquidos (arrefecimento do motor e lavador de para-brisa) e dos fluidos (freios. embreagem hidráulica.4 16V Turbo motor 1. direção hidráulica. D-2 .PLANO DE MANUTENÇÃO PROGRAMADA milhares de quilômetros Controle do estado das pastilhas dos freios a disco dianteiro e traseiro (quando previsto) (*) Verificação visual do estado: tubulações (escapamento alimentação de combustível . sistema de partida a frio.mangueiras . ar-condicionado e alternador (**) Controle visual da correia dentada da distribuição e rolamento tensor (**) motor 1.buchas .) Controle do sistema de ignição/injeção (com utilização de equipamento de autodiagnóstico) Controle das emissões dos gases de escapamento / sistema antievaporativo Controle visual das condições da correia dos órgãos auxiliares direção hidráulica. bomba d’água.4 16V Turbo + + + 15 + 30 + 45 + 60 + 75 + 90 + 105 120 135 150 + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + (*) Verificar a pastilha de freio na revisão. etc.6 16V motor 1.etc. substituí-la.4 8V motor 1.

4 16V Turbo 15 30 45 60 + 75 90 105 120 135 150 + Controle do nível do óleo da caixa de mudanças/diferencial Controle do estado e desgaste das lonas e tambores do freio traseiro (algumas versões) Substituição do óleo da caixa de mudanças/diferencial Substituição do fluido dos freios (ou a cada 24 meses) motor 1.000 km e.6 16V motor 1.4 8V Verificação/limpeza do sistema de ventilação do cárter do motor (blow-by) motor 1. D-3 . efetuar a sua substituição. efetuar um controle do estado da correia a cada 15. arenosas ou lamacentas.4 16V Turbo motor 1.8 16V Verificação e eventual substituição do filtro antipólen e carvão ativado (quando disponível) Substituição do filtro de combustível (ver “Advertência” em “Serviços Adicionais” neste capítulo) Substituição do elemento do filtro de ar (ver “Advertência” em “Serviços Adicionais” neste capítulo) Substituição das velas.4 8V motor 1. Efetuar também a substituição das correias dos órgãos auxiliares (direção hidráulica/ar-condicionado/bomba d’água/alternador e tensor da correia). controle dos cabos + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + D (**) Em caso de utilização do veículo predominantemente em estradas poeirentas.milhares de quilômetros Substituição da correia dentada de comando da distribuição (ou a cada 3 anos) (**) motor 1. se necessário.

estradas lamacentas. veículos de entrega de porta em porta ou utilizado como veículo de patrulha). o que ocorrer primeiro. predominantemente.000 km ou 12 meses.: táxi. D-4 . trajetos curtos inferiores a 8 km.extintor/cintos de segurança e funcionamento dos sistemas de iluminação/ sinalização e comandos elétricos dos vidros/portas. troque o óleo e o filtro a cada 15.Reboques. numa das seguintes condições particularmente severas: . O referido Plano poderá sofrer alterações sem comunicação prévia. motor que roda frequentemente em marcha lenta ou em distâncias longas com baixa velocidade (ex. arenosas ou poeirentas. Se nenhuma destas condições ocorrer.4 8V 15 + 30 + + 45 + 60 + + 75 + 90 + + 105 120 135 150 + + + + + + Vide advertência do motor*** na página D-5 (***) Substituir o óleo do motor a cada 7. sempre com o motor quente.milhares de quilômetros Controle dos equipamentos de segurança .500 km se o veículo for utilizado. limpadores e sistema de partida a frio Controle e regulagem das folgas de válvulas Substituição do óleo do motor Substituição do filtro de óleo do motor motor 1.

000 km). troque o óleo e o filtro de óleo a cada 15. D-5 D . .estradas poeirentas. considerar a mesma frequência para substituição e verificação de itens a partir da revisão (45. arenosas ou lamacentas. .000 km). . CONTINUIDADE DA MANUTENÇÃO Após a realização da última revisão indicada no Plano de Manutenção (150.SUBSTITUIÇÕES FORA DO PLANO A CADA 2 ANOS: . táxis. se o veículo estiver sujeito a quaisquer das seguintes condições: .Líquido do sistema de arrefecimento do motor 50% Paraflu UP (vermelho) e 50% de água pura. controlar e. .nível do líquido da direção hidráulica.nível do líquido do reservatório de partida a frio. As trocas de óleo deverão ser feitas dentro do intervalo de tempo ou quilometragem estabelecidos.nível do líquido dos freios.nível do líquido de arrefecimento do motor. . Se nenhuma destas condições ocorrer. . assim como o estado das pás da hélice quanto à limpeza e conservação . entregas de porta em porta ou em caso de longa inatividade). .pressão e estado dos pneus. condução em distâncias longas com baixa velocidade ou baixa rotação frequente (por ex. se necessário. SERVIÇOS ADICIONAIS A cada 500 km ou antes de viagens longas.000 km ou 12 meses.nível do líquido do lavador do para-brisa. ADVERTÊNCIA .reboques.500 km.motor que roda frequentemente em marcha lenta.Óleo do Motor Substituir o óleo e o filtro de óleo a cada 7. .ver CARROCERIA/ Eletroventilador do radiador.estado do filtro de ar. restabelecer: . . . para que o óleo não perca sua propriedade de lubrificação.nível do óleo do motor. .Líquido dos freios TUTELA TOP 4/S. o que ocorrer primeiro.verificar o correto funcionamento do eletroventilador. .trajetos curtos (até 8 km) com o motor não aquecido completamente. neste capítulo. sempre com o motor quente.: “anda e para” do tráfego urbano.

2) Caso seja necessário complementar o nível de óleo. Atenção: observe as instruções da embalagem. utilize aquele que possuir especificação técnica similar ao homologado.A troca de óleo do veículo deve. consequentemente.FILTRO DO AR Utilizando o veículo em estradas poeirentas. obrigatoriamente. Recomendamos que depois de efetuada a troca emergencial. bem como possui uma rotina correta de recolhimento. ser feita na rede Assistencial Fiat que possui o filtro e o óleo recomendados. já que esta prática pode poluir rios e lagos e trazer sérios prejuízos ao meio ambiente. principalmente se instalados depois da compra. sempre. arenosas ou lamacentas. Lembre-se de que o óleo usado não poderá ser descartado na rede pública de esgoto. o mais breve possível. ATENÇÃO: 1) Não se deve acrescentar qualquer tipo de aditivo ao óleo do motor. com mais frequência se o veículo é usado predominantemente para percursos breves ou se estiver equipado com dispositivos que absorvam energia permanentemente. mesmo com a chave desligada.BATERIA Aconselha-se controlar o estado da carga da bateria. seu veículo seja encaminhado a uma concessionária autorizada FIAT. substituir o elemento do filtro de ar com uma frequência maior daquela indicada no Plano de Manutenção Programada. ADVERTÊNCIA . D-6 . Os danos causados pelo uso desses aditivos não são cobertos pela garantia do veículo. A retirada da capa térmica instalada na bateria acarreta a redução de vida útil e. para que seja realizado o serviço de troca de óleo utilizando os produtos aprovados para o seu veículo. pois o mesmo não necessita de aditivos complementares. óleo com a mesma especificação daquele disponível no motor. O mau estado do elemento do filtro de ar pode ocasionar aumento no consumo de combustível. perda da garantia. armazenamento e encaminhamento do produto usado para reciclagem. Em caso emergencial. ADVERTÊNCIA . utilize.

Para os serviços de manutenção e reparações pequenas e rotineiras. A manutenção do veículo deve ser confiada à Rede Assistencial Fiat.Para qualquer dúvida referente às frequências de substituição do óleo do motor e do elemento do filtro de ar em relação a como é utilizado o veículo. dirigir-se à Rede Assistencial Fiat. uma inspeção visual do estado do equipamento e. mensalmente. ADVERTÊNCIA . caso se encontre muito sujo. certifique-se sempre se tem as ferramentas adequadas. à Rede Assistencial Fiat ou representante credenciado do fabricante do aparelho para verificação e solução do inconveniente. O filtro de ar deverá ser inspecionado a cada 500 km e. não faça tais operações se não tiver nenhuma experiência. D D-7 . levá-lo. ADVERTÊNCIA . de imediato. em todo caso. caso constate alguma anomalia.FILTRO DE COMBUSTÍVEL Verificar o estado do filtro de combustível se for notada alguma falha (engasgamento) no funcionamento do motor.EXTINTOR DE INCÊNDIO Fazer. deverá ser substituído antes do prazo especificado no Plano de Manutenção Programada. as peças de substituição originais Fiat e os líquidos.

4 FIRE 8V FLEX . 2 D-8 LN170BR .fig. 1 1) 2) 3) 4) 5) 6) Óleo do motor Fluido dos freios/embreagem Líquido do lavador do para-brisa Líquido de arrefecimento do motor Líquido da direção hidráulica Reservatório de gasolina para partida a frio 1 3 4 fig.VERIFICAÇÃO DOS NÍVEIS 6 5 2 F0M0485M-BR MOTOR 1.4 16V TURBO GASOLINA . 2 1) 2) 3) 4) 5) Óleo do motor Fluido dos freios/embreagem Líquido do lavador do para-brisa Líquido de arrefecimento do motor Fluido da direção hidráulica 5 2 1 5 3 4 fig.fig. 1 MOTOR 1.

6 16V FLEX . 4 F0M)486M-BR MOTOR 1.fig.8 16V FLEX . 3 1) 2) 3) 4) 5) 6) Óleo do motor Fluido dos freios/embreagem Líquido do lavador do para-brisa Líquido de arrefecimento do motor Líquido da direção hidráulica Reservatório de gasolina para partida a frio 6 5 2 1 3 4 fig. 4 D-9 F0M)486M-BR MOTOR 1.1) 2) 3) 4) 5) 6) Óleo do motor Fluido dos freios/embreagem Líquido do lavador do para-brisa Líquido de arrefecimento do motor Líquido da direção hidráulica Reservatório de gasolina para partida a frio 6 5 2 1 3 4 fig.fig. 3 D .

4 Fire . 7 A = vareta de verificação B = bocal de enchimento Motor 1. 7 A = vareta de verificação B = bocal de enchimento F0M0307M-BR LN146BR B A 5 B A fig.fig.fig.fig. 7 F0M0487M-BR .4 16V Turbo gasolina . 6 fig. 6 A = vareta de verificação B = bocal de enchimento Motor 1.8 16V FLEX .6 16V FLEX .fig. 5 D-10 fig.ÓLEO DO MOTOR Motor 1. 5 A = vareta de verificação B = bocal de enchimento Motor 1.

adicionar óleo através do bocal de enchimento até atingir a referência MAX. não remover a tampa do reservatório. o eletroventilador pode pôr-se em movimento. O controle do nível do óleo deve ser efetuado com o veículo em terreno plano e com o motor ainda quente (cerca de 10 minutos após tê-lo desligado). e ocasionar lesões. mexer com muito cuidado dentro do vão do motor. O nível do óleo deve estar entre as referências MIN e MAX marcadas na vareta de controle. parte do óleo lubrifi- cante é consumido durante o funcionamento do motor. para que haja uma boa lubrificação. pois a mistura com outros aditivos pode alterar as propriedades do Paraflu UP (vermelho). com o motor quente. desligá-lo e só então verificar o nível. Com motor quente. pois há perigo de queimaduras. LÍQUIDO DO SISTEMA DE ARREFECIMENTO DO MOTOR A-fig. através do bocal do reservatório. Se o nível do óleo estiver perto ou até abaixo da referência MIN. Só o uso de óleo semissintético (ver “Características dos lubrificantes e dos líquidos” no capítulo Características Técnicas) garante a quilometragem prevista pelo plano de manutenção. 8 D-11 . despejar lentamente. funcionar o motor por alguns segundos. D F0M0457M-BR fig. O espaço entre elas corresponde a cerca de 1 litro de óleo. ADVERTÊNCIA: depois de ter adicionado ou substituído o óleo. comprometendo sua eficiência. O nível do óleo nunca deve ultrapassar a referência MAX. uma mistura com 50% de Paraflu UP (vermelho) e 50% de água pura. Não adicionar óleo com características diferentes das do óleo já existente no motor. Utilize somente o produto Paraflu UP (vermelho). Se o nível for insuficiente. ATENÇÃO: nunca abasteça o reservatório do sistema de arrefecimento do motor do veículo com o líquido Paraflu (verde). Lembre-se de que. pois há perigo de queimaduras. Devido à concepção dos motores à combustão interna. 8 Quando o motor estiver muito quente.ADVERTÊNCIA: verifique o nível e efetue a troca do óleo do motor de acordo com a frequência indicada no “Plano de Manutenção Programada”. O nível do líquido deve ser controlado com motor frio e não deve estar abaixo da referência MIN marcada no reservatório.

a ação do lavador é fundamental para melhorar a visibilidade. deixá-lo em marcha lenta e aguardar até que o nível de líquido no reservatório esteja estabilizado. Isto provoca o aumento desnecessário da pressão do sistema. Não retirar o filtro presente sob a tampa durante o abastecimento. girar completamente o volante para a esquerda e para a direita.B-fig. Evitar que o líquido para a direção hidráulica entre em contato com a partes quentes do motor. 10 Verificar se o nível do óleo. 9 D-12 fig. Usar somente óleo TUTELA GI/A. Se o nível do líquido no reservatório estiver inferior ao nível prescrito. com o veículo em terreno plano e motor frio. tirar a tampa e encher até o nível. Verificar periodicamente o estado e a tensão da correia da bomba da direção hidráulica. adicionar o óleo TUTELA GI/A. está entre as referências MIN e MAX marcadas na parte externa do reservatório. 10 . 9 Para adicionar líquido. B C fig. operando da seguinte forma: . .C-fig. Se for necessário adicionar óleo. F0M0459M-BR ADVERTÊNCIA: para esta operação é aconselhável dirigir-se à Rede Assistencial Fiat. ADVERTÊNCIA: não viajar com o reservatório do lavador do para-brisa vazio.ligar o motor. certificar-se de que tenha as mesmas características do óleo já presente no sistema. Não forçar o volante totalmente girado em fim de curso. o nível também pode superar a referência MAX.LÍQUIDO DOS LAVADORES DO PARA-BRISA E DO VIDRO TRASEIRO . LÍQUIDO PARA A DIREÇÃO HIDRÁULICA . . F0M0458M-BR Com o óleo quente.com o motor ligado.encher somente até a marca de referência MAX do reservatório.

11 fig. aconselha-se o uso de TUTELA TOP 4/S. O abastecimento deve ser efetuado com o motor desligado. Em particular. por exemplo. fechar o reservatório com a tampa e jogar água. Para minimizar este evento. Anti-knock index (Aki) é bem similar à denominação Ron. Se precisar adicionar líquido.E-fig. O reservatório de partida a frio deve ser abastecido sempre que a luz-espia no painel acusar nível insuficiente de gasolina. Substituir o combustível do reservatório de partida a frio a cada 3 meses se este não for consumido. controlar o funcionamento da luz-espia situada no quadro de instrumentos. D F0M0460M-BR F0M0461M-BR D E fig. a gasolina Podium da Petrobras e a V-Power Racing da Shell. Consulte o posto de abastecimento de combustível de sua preferência. evitando derramamento de gasolina. 11 (para veículos equipados com motor flex) O abastecimento deve ser efetuado com cautela. Caso isto ocorra. entre outras com as mesmas características. a fim de remover o excesso de combustível.RESERVATÓRIO DE GASOLINA PARA PARTIDA A FRIO D-fig. 12 Periodicamente. Aki 91 corresponde a aproximadamente Ron 95. com o qual foi efetuado o primeiro enchimento. utilizar somente os classificados DOT 4. Para substituição do combustível. A baixa frequência de utilização de 100% de álcool como combustível pode provocar o envelhecimento da gasolina presente no reservatório de partida a frio pela falta de consumo. 12 D-13 . que mantém as suas propriedades por período mais extenso do que a gasolina tipo C comum. é recomendável o abastecimento do reservatório de partida a frio preferencialmente com gasolina de alta octanagem . LÍQUIDO DOS FREIOS . das opções disponíveis. O nível do líquido no reservatório não deve ultrapassar a referência MAX.Ron 95 ou Aki 91. dirigir-se à Rede Assistencial Fiat. utilizar gasolina aditivada. Na ausência destas.

identifica os líquidos de freios de tipo sintético. Por isto. retirar a tampa B-fig. distinguindo-os dos de tipo mineral. para substituí-lo. entre em contato com as partes pintadas. 13 e soltar os parafusos da caixa A-fig. independentemente da quilometragem percorrida. altamente corrosivo.Evitar que o líquido dos freios. substitua o líquido dos freios a cada dois anos. tomando cuidado para não danificar o tubo de borracha que está conectado à mesma. o líquido deve ser substituído com mais frequência do que indicado no Plano de Manutenção Programada. 13. lavar imediatamente com água. D-14 FILTRO DE AR SUBSTITUIÇÃO .6 e 1. O símbolo . Para a versão 1.4 16V Turbo gasolina. 13 fig. se o veículo for usado predominantemente em regiões com alta porcentagem de umidade atmosférica.8 16V. Se isso acontecer.14 e retirar a tampa B. 14 A A A A A A F0M0488M-BR fig. A F0M0508M-BR A A A B A A A A A A B B fig. Usar líquidos de tipo mineral danifica irremediavelmente as juntas especiais de borracha do sistema de frenagem. 15 e 16 O filtro de ar da versão 1. 15 F0M0507M-BR . Para a versão 1. 13.fig. soltar os parafusos A-fig. soltar os parafusos A-fig .4 Fire 8V está localizado sob a tampa do motor. absorve a umidade). ADVERTÊNCIA: o líquido dos freios é higroscópico (isto é. presente no recipiente. 14. Importante: para evitar inconvenientes de frenagem. 15 e retirar a tampa B.

Não aproximar-se da bateria com chamas ou possíveis fontes de faíscas. D 4EN0716BR C D H0434BR Pb fig. deve-se substituir com maior frequência o elemento filtrante. 17 D-15 . Se o veículo for utilizado predominantemente em localidades com alta concentração de poeira. ver o capítulo “EM EMERGÊNCIA”. se estiver sujo. Um filtro de ar muito sujo contribui para aumentar o consumo de combustível do veículo. o sistema de ventilação ou de ar-condicionado pode possuir um filtro específico destinado a eliminar os odores resultantes da poeira e fungos. Evitar o contato com a pele e com os olhos. FILTRO ANTIPÓLEN E CARVÃO ATIVADO Em algumas versões. Recomendamos que tanto o trabalho de inspeção quanto o de substituição do elemento filtrante seja realizado na Rede Assistencial Fiat.4 ou D-fig. 16 para motores 1.6 e 1. junto com o fluxo de ar coletado externamente. que. além de absorver as partículas de pólen que normalmente poderiam entrar no habitáculo.Remover o elemento filtrante C-fig. pode ser responsável direto por uma eventual diminuição da eficiência do sistema de ventilação ou do ar-condicionado. Para a recarga da bateria. razão pela qual recomenda-se sua inspeção periódica e eventual substituição. BATERIA As baterias dos veículos Fiat são do tipo “Sem Manutenção”. em condições normais de uso. caso se encontre muito sujo. deverá ser substituído antes do prazo especificado no Plano de Manutenção Programada.8. O filtro de ar deverá ser inspecionado periodicamente e. poluição atmosférica ou regiões litorâneas. pois há perigo de explosão e de incêndio. 16 fig. não exigem enchimentos com água destilada. 16 para motores 1. Este filtro. O líquido contido na bateria é venenoso e corrosivo.

Em caso de emergência. dirija-se à Rede Assistencial Fiat que irá sugerir-lhe os dispositivos mais adequados e. Em caso de intervenções no sistema elétrico é necessário. . recomendar-lhe a utilização de uma bateria com capacidade maior. o veículo pode apresentar um comportamento levemente diferente do anterior. ADVERTÊNCIA: tendo que instalar no veículo sistemas adicionais (alarme. a central do sistema de injeção/ignição deve readaptar os próprios parâmetros internos. etc. no capítulo “Uso correto do veículo”.Desligue a bateria do sistema elétrico em caso de recarga. rádio. . aconselhamos dirigir-se à Rede Assistencial Fiat. que está preparada para a eliminação da mesma respeitando a natureza e as disposições legais. nos primeiros quilômetros de uso. certificar-se que as portas e o capô estejam bem fechados. seguir cuidadosamente as instruções seguintes: . como a eficiência da própria ligação. principalmente. mas utilizar uma bateria auxiliar (ver “Partida com bateria auxiliar” no capítulo “Em emergência”). principalmente se ligados aos dispositivos de segurança. etc. reduzindo-se a sua capacidade e o desempenho na partida. portanto. ver “Inatividade prolongada do veículo”. luzes de emergência. Não retirar a capa térmica de proteção da bateria. você desejar montar acessórios (alarme eletrônico.As baterias contêm substâncias muito perigosas para o meio ambiente. CENTRAIS ELETRÔNICAS Usando normalmente o veículo. ADVERTÊNCIA: a bateria mantida por muito tempo com carga abaixo de 50% é danificada por sulfatação.Nunca desligue a bateria do sistema elétrico com o motor em movimento. .). Uma montagem incorreta de acessórios elétricos e eletrônicos pode causar graves danos ao veículo. som. após a compra do veículo. As luzes internas devem estar apagadas. Quando a bateria é religada. Em caso de parada prolongada. nunca efetue a partida com um carregador de bateria. Para a substituição da bateria. Se. D-16 .Tome um cuidado especial com ligação entre bateria e sistema elétrico. não manter dispositivos ligados por muito tempo (por ex. A retirada da capa térmica instalada na bateria de algumas versões. frisamos o perigo que representam derivações inadequadas em conexões dos chicotes elétricos. não é preciso ter precauções especiais.). acarreta a redução da vida útil e consequentemente perda da garantia. Com motor desligado. porém.). CONSELHOS ÚTEIS PARA PROLONGAR A DURAÇÃO DA BATERIA Ao estacionar o veículo. etc. verificando tanto a exata polaridade.

à esquerda do volante A-fig. Para a central do painel de instrumentos A-fig..6 e 1. . 19. alterar os chicotes elétricos dos sistemas de injeção e ignição.8 estão colocados em três centrais localizadas. 18 fig. os números que identificam o elemento elétrico principal correspondente a cada fusível estão indicados no lado interno da tampa. à esquerda do volante A-fig. Modificações ou consertos no sistema elétrico. .4 Turbo gasolina estão colocados em duas centrais localizadas. 19. efetuados de maneira incorreta e sem ter em consideração as características técnicas do sistema.). podem causar anomalias de funcionamento com risco de incêndio. B H0420BR D fig. procure a Rede Assistencial Fiat para uma inspeção no sistema elétrico do veículo. não deve em hipótese alguma. debaixo do quadro de instrumentos. 18. SUBSTITUIÇÃO DE FUSÍVEIS NOTA: em caso de queima de fusíveis. ao lado da bateria B-fig. Os fusíveis do Fiat Punto 1. 20 D-17 .Desligue as centrais eletrônicas no caso de soldas elétricas na carroceria. respectivamente. 19 e sobre o polo positivo da bateria C-fig.) com exceção dos originais de fábrica. etc. no vão motor. ao lado da bateria B-fig. 19 F0M0503M-BR H0421BR C fig. Os fusíveis do Fiat Punto 1. respectivamente. Removê-las em caso de temperaturas acima de 80°C (trabalhos especiais na carroceria.4 Flex e 1.Não ligue ou desligue os terminais das centrais eletrônicas quando a chave de ignição estiver na posição MAR. 20. alarme etc. ADVERTÊNCIA: a instalação de acessórios eletrônicos (rádio.Não verifique polaridades elétricas com faíscas. 18 e a central ao lado da bateria B-fig. 18 e no vão motor. debaixo do painel de instrumentos.

Central do painel de instrumentos fig. 21. 23.5 A F14 7. 22 fig.6 e 1.Para a identificação do fusível de proteção. 23 (Punto 1.5 A F15 15 A F10 F24 15 A F30 7.5 A F19 7. Central ao lado da bateria fig.5 A F16 F09 A A A A A A A A A A A A 15 A F20 F1 F2 10 A F3 D-18 fig. 22. consultar a tabela seguinte. 23 F0M0504M-BR A . fazendo referência às ilustrações seguintes fig. fig. 22 e fig. 21. Central no polo positivo da bateria fig.8). 21 fig. A A A A A F0M0395M-BR 20 A 40 A 20 A 70 A 40 A 40 A 30 A 30 A F0M0396M-BR F03 F01 10 A F18 20 A F23 15 A F21 10 A F17 15 A F22 10 A F11 A A A A A F02 F06 F07 F04 F05 F08 7.

injetores Limpador de para-brisa +15/54 Comando da luz de neblina D-19 D .Fusível F01 F01 F02 F02 F03 F03 F04 F05 F06 F07 F08 F09 F10 F11 F12 F13 F14 F15 F16 F17 F18 F19 F20 F21 F22 F23 F24 Corrente (A) 70 30 40 125 CAL 1 20 30 40 20 40 30 15 10 7.5 7. sonda lambda Central de controle do motor Compressor do ar-condicionado Bomba combustível Partida a frio Central de controle do motor.5 10 10 7.5 15 15 15 20 10 Figura 22 23 22 23 23 22 22 22 22 22 22 22 22 21 21 22 22 22 22 22 22 22 22 22 22 22 Circuito de proteção (utilizadores) Central do painel Câmbio Dualogic Central do painel Alternador Motor de partida Comutador de ignição Eletroválvula central Eletrobomba 1ª velocidade do ventilador do radiador 2ª velocidade do ventilador do radiador Eletroventilador do ar-condicionado Buzina Sonda lambda.5 7. relé do sistema de controle do motor Central de controle do motor.5 7. relé da bobina.5 7. eletroválvula de regulação de pressão canister Farol baixo direito Farol baixo esquerdo Farol alto direito Farol alto esquerdo Central de controle do motor.

quadro de instrumentos Não repare fusíveis nem use fusíveis inadequados ou com capacidade diferente do especificado neste manual.Fusível F30 F31 F32 F33 F34 F35 F36 F37 F38 F39 F40 F41 F42 F43 F44 F45 F46 F47 F48 F49 F50 F51 F52 F53 Corrente (A) 15 7.5 7. iluminação do autorrádio. Blue&MeTM Vidro traseiro térmico Central ABS Limpador do para-brisa e bomba direcional Tomada de corrente e acendedor de cigarros Fechamento do porta-malas Teto solar Levantador elétrico do vidro dianteiro esquerdo Levantador elétrico do vidro dianteiro direito Serviço +15.5 15 20 20 7. alimentação interna para autorrádio.5 7.5 15 7. predisposição para alarme Airbag Alimentação. evitando-se assim danos ao sistema elétrico do veículo com riscos de incêndio. sensor de chuva. luzes de emergência.5 20 10 30 7. sensor de estacionamento. teto solar Limpador traseiro.5 7.5 20 15 10 20 20 20 7. regulagem elétrica dos bancos.5 7. D-20 . central dos levantadores dos vidros Luzes de direção. central do vão motor Subwoofer Levantador elétrico do vidro traseiro esquerdo Levantador elétrico do vidro traseiro direito Luz de ré Central levantadores dos vidros Quadro de instrumentos Trava elétrica Predisposição para alarme. espelho elétrico. iluminação dos comandos do ar-condicionado. bobina.5 Figura 22 21 21 21 21 21 21 21 19 21 21 21 21 21 21 21 21 21 21 21 21 21 21 Circuito de proteção (utilizadores) Farol de neblina Alimentação interna. iluminação do comando do espelho elétrico.

pneus radiais do mesmo tipo de construção. evitando. Use somente velas do tipo recomendado.4 8V Flex Tjet 1. assim.4 16V Gasolina Essence 1. Recomendamos utilizar exclusivamente pneus e rodas homologados pela Fiat para o modelo/versão do seu veículo. MOTOR Attractive 1. As velas devem ser substituídas dentro dos prazos previstos pelo Plano de Manutenção Programada. podem acontecer inconvenientes. 24 D-21 .8 16V Flex fig. 24 são decisivas para a eficiência do motor e para a contenção das emissões poluentes. contribuindo fundamentalmente para a estabilidade do veículo e a segurança dos seus ocupantes.PNEUS NOVOS Os pneus e as rodas especificados pela Fiat são rigorosamente ajustados ao respectivo modelo/versão do veículo. ou seja. RODAS E PNEUS INFORMAÇÕES GERAIS . se o motor tiver algum problema. se examinado por um especialista. dimensões e com o mesmo desenho.VELAS A limpeza e a integridade das velas fig. riscos. Assim.6 16V Flex 4EN0169BR Velas (tipo) NGK BKR6E NGK IKR9F8 NGK BKR7E NGK BKR7E NGK BKR7E D Essence 1. é importante verificar as velas na Rede Assistencial Fiat. O aspecto da vela. se o grau térmico for inadequado. mesmo se não for ligado ao sistema de ignição.8 16V Flex Sporting 1. ou se não for garantida a duração prevista. é um válido indício para localizar um defeito. fabricante. Utilizar calotas genuínas Fiat.

Se possível. Os pneus radiais. Devido às características diferentes de construção e à estrutura do pneu. que dispõe de ferramentas específicas e das peças necessárias e providencias quanto a eliminação dos pneus velhos como resíduos.Tipo de construção . aderência. de acordo com a versão e o fabricante A posição de montagem dos pneus está indicada nas laterais pelas palavras “inside” (parte interna) e “outside” (parte externa).Os veículos Fiat usam pneus Tubeless. montar sempre pneus novos.código de radial 15 . Não circule com pneus em mau estado (ex.Diâmetro da roda em polegadas (∅) 88 . acidentes e lesões. ou seja.Relação altura/largura em % (H/S) R . aos pares. Leitura correta dos pneus . apresentam a seguinte inscrição nos flancos: Exemplo: 195/60R15 88H 195 . poderá provocar seu estouro. D-22 Atenção! Pneus novos apresentam melhor aderência após percorrerem pelo menos 150 km. Evitar a substituição individual dos pneus. um melhor aproveitamento das características relacionadas com aquaplanagem. 25 NU157 .: bolhas. optando por pneus homologados FIAT.Índice de capacidade de carga H . Nunca usar câmaras de ar com estes pneus. Nestas condições. Pneus montados há mais de 5 anos necessitam passar por uma avaliação técnica.fig. É importante que seja sempre mantido o sentido de rodagem indicado. Atente-se para controlar também a roda sobressalente. Rachaduras na borracha da banda de rodagem e nas laterais são sinais de envelhecimento. assegurando-se desse modo.Índice de velocidade máxima fig. O pneu envelhece mesmo se pouco usado. os pneus dianteiros e traseiros. substituir pelo menos os pneus do mesmo eixo. furos. Efetuar a revisão e manutenção dos pneus e das rodas na Rede Assistencial Fiat. podem ocorrer diferenças na profundidade do perfil de pneus novos. desgaste acentuado). por exemplo. ruídos e desgaste.Largura nominal do pneu em mm (S) 60 . sem câmara de ar. Em caso de substituição. Em alguns pneus a posição de montagem pode ser identificada por uma seta. 25 Para uma escolha certa é importante saber identificar as características e dimensões do pneu corretamente.

26.Pressão insuficiente: banda de rodagem gasta principalmente nas bordas.Os pneus podem ter também informações do sentido de marcha e referência de pneus com versão reforçada (Reinforced). Respeite sempre os valores de pressão dos pneus. A .Pressão excessiva: banda de rodagem gasta principalmente no centro. inclusive da roda sobressalente. Um pneu com pressão abaixo do especificado se aquece excessivamente quando em utilização continuada. e antes de viagens longas. PRESSÃO DOS PNEUS Controlar quinzenalmente. 26 D-23 . Por exemplo: DOT.significa que o pneu foi produzido na 45ª semana do ano de 2009. A pressão dos pneus indicada é valida somente para os “pneus frios”. descritos no capítulo E ou na contracapa. B . 26. sobretudo antes de longas viagens. é normal que a pressão aumente.. Mantenha sempre os valores de pressão indicados neste manual. o pneu com desgaste acentuado pode perder o contato com o solo fazendo com que o veículo perca sua dirigibilidade e controle. isso poderá provocar danos aos pneus ou até mesmo o seu estouro. Em alta velocidade e em piso úmido. Uma pressão errada provoca um desgaste anormal dos pneus fig.. Usando o veículo por um longo período. 4509 .Pressão normal: banda de rodagem gasta de maneira uniforme. Uma pressão errada provoca um desgaste anormal dos pneus fig. a pressão de cada pneu. Lembre-se que a aderência do veículo na estrada depende também da correta pressão dos pneus. 4EN0170BR D A B C fig. A data de fabricação também está indicada no flanco do pneu. fazendo com que a pressão seja mais alta nos pneus quentes do que nos frios. C . Deve-se calibrá-los somente dessa maneira. O ar nos pneus dilata-se quando aquece através do atrito interno.

de modo que tenha pressão suficiente para substituir qualquer roda no veículo. periodicamente. dirigir-se à Rede Assistencial Fiat.Consultar os valores da pressão dos pneus na contracapa ou no capítulo E. mantenha sempre todas as tampas devidamente apertadas. arrancadas violentas. . dimensão e profundidade. DURABILIDADE DOS PNEUS Para verificar o desgaste do pneu. que não deve ter menos de 1.) que tenham penetrado no pneu. aumento de volume ou desgaste irregular das bandas de rodagem. Se substituir um pneu. A falta de tampas de válvulas ou a utilização de tampas inadequadas pode dar origem a vazamentos de ar.Pesos). (Ver tabela de pressão de pneus com carga média e carga completa no capítulo E e na contracapa deste manual). 27 NU169 .Para calibrar o pneu . . agir com respeito à sinalização de trânsito e parar o veículo no acostamento para providenciar a troca. A substituição imediata evita danos no próprio pneu. . O uso prolongado em estradas mal conservadas danifica os pneus. D-24 PARA EVITAR DANOS: . na roda. . .Verificar também a pressão do pneu sobressalente. . Os indicadores estão dispostos em 6 ou 8 locais (conforme a marca). Nesse caso. Para evitá-los. se os pneus não têm cortes laterais. parafusos. Calibrar com a pressão mais alta prevista. fissuras e bolhas. 27. graxa ou combustível. etc.6 mm de profundidade nos sulcos. A não observação das recomendações constantes do presente manual reduz substancialmente a durabilidade dos pneus e influi negativamente no comportamento do veículo. à distâncias iguais e são sinalizados por marcas/símbolos ou siglas (“TWI”) nos flancos dos pneus fig. pois pode causar sérios danos às rodas e aos pneus (Ver carga máxima admitida no capítulo E . . choques contra calçadas.Verificar. buracos e obstáculos de qualquer espécie.Retirar a tampa da válvula e conectar a mangueira de controle da pressão diretamente na válvula. recomendamos trocar a válvula de enchimento também. na suspensão e no mecanismo da direção.Se furar um pneu. É importante obedecer ao limite de segurança no desgaste natural do pneu em sua banda de rodagem.Ajustar a pressão dos pneus à respectiva carga. os pneus devem ser substituídos. Quando a altura for de 1.6 mm. ADVERTÊNCIAS: evitar freadas repentinas.Evitar o contato do pneu com óleo.Remover os corpos estranhos (pregos. verificar os indicadores de desgaste localizados no fundo da banda de rodagem transversalmente em relação ao sentido de rodagem. TW I fig.Não viajar com sobrecarga.

A durabilidade do pneu tem relação com estilo de direção de cada condutor. Um dos sinais de que a roda está desbalanceada é quando se percebe vibrações na direção. O desbalanceamento provoca desgaste da direção. Após a montagem de um pneu novo ou em caso de forte impacto no pneu é necessário balancear a respectiva roda. freadas e arrancadas violentas aumentam o desgaste dos pneus. acelerações bruscas. os pneus terão aproximadamente a mesma duração. Em nenhuma circunstância os parafusos devem ser lubrificados. verificar o balanceamento das rodas e o alinhamento da direção. deslocando-os do lado direito do veículo para o esquerdo e vice-versa. Deste modo. 28 Para permitir um desgaste uniforme entre os pneus dianteiros e os traseiros. aconselha-se efetuar o rodízio dos pneus a cada 10 mil quilômetros. no entanto. mantendoos do mesmo lado do veículo para não inverter o sentido de rotação. BALANCEAMENTO DAS RODAS As rodas do veículo foram previamente balanceadas por ocasião da montagem. a rodagem poderá provocar o seu desbalanceamento. Utilizar exclusivamente os parafusos que pertencem ao respectivo veículo.fig. Curvas feitas em alta velocidade. A sobrecarga é também um dos fatores que pode reduzir consideravelmente a durabilidade dos pneus. 28 D-25 . da suspensão e dos pneus. após o rodízio. Recomenda-se. Não efetuar rodízio cruzado dos pneus. O excesso de peso compromete a durabilidade dos componentes e aumenta o risco de danos ou de alterações estruturais importantes no veículo. NU158 D fig. RODÍZIO DE RODAS . PARAFUSOS DAS RODAS Os parafusos das rodas devem estar limpos e girando facilmente.

segundo legislação específica. Em caso de desgaste anormal dos pneus. pois assim não estará sujeito a sofrer desequilíbrio das forças que atuam no veículo quando em sentido de marcha. quando forem substituídos. O Alinhamento de direção e o balanceamento dos pneus não são cobertos pela Garantia do veículo. É aconselhável deixá-los no estabelecimento que fez a troca para que este. com possíveis vazamentos de líquidos. o ozônio. não devem ser descartados em lixeiras comuns. MEIO AMBIENTE Uma pressão insuficiente dos pneus aumentará o consumo de combustível. seguir rigorosamente o Plano de Manutenção Programada. A borracha não se decompõe com o passar do tempo. se encarregue de reciclá-los. Efetivamente. da direção hidráulica e de alimentação.ALINHAMENTO DA DIREÇÃO O veículo deve estar com as especificações geométricas da suspensão em conformidade com o fabricante. as altas temperaturas e a falta prolongada de líquido no sistema podem causar o endurecimento e a rachadura das tubulações. procure a Rede Assistencial Fiat para o alinhamento da direção. assim como os eventuais inconvenientes decorrentes do fato de o veículo trafegar fora das especificações fornecidas pela Fiat no que se refere a esses itens. D-26 . razão pela qual os pneus usados. poluindo o meio ambiente. Assim. é necessário um controle cuidadoso. TUBULAÇÕES DE BORRACHA Em relação às tubulações flexíveis de borracha do sistema de freios. e consequente desgaste prematuro dos componentes da suspensão e pneus.

verificar se os furos de saída não estão entupidos A-fig. Substituir as palhetas se o limpador de borracha estiver deformado ou gasto. sob pena de se danificarem a borracha e o próprio vidro. 3) Montar a palheta nova introduzindo-a na respectiva sede do braço e certificando-se de que fique bem colocada. 31. para ser retirada do braço). 30 F0M314M-BR F0M0163M fig. verificar se há líquido no reservatório. Em todo caso. a parte de borracha usando produtos adequados.fig. areia etc. 29 fig. 30 1) Levantar a capa protetora A-fig. barro. . (A palheta deve ser afastada após o destravamento. ESGUICHOS Se o jato não sair. tais como: terra. 31 D-27 . usando um alfinete. Depois. 30. Viajar com as palhetas do limpador do para-brisa desgastadas representa um grave risco. 29 1) Levantar o braço A do limpador do para-brisa e posicionar a palheta de maneira que forme um ângulo de 90 graus com o próprio braço.LIMPADORES DO PARA-BRISA E DO VIDRO TRASEIRO PALHETAS Limpar. Somente devem ser utilizados estando o vidro molhado e livre de impurezas. 2) Desparafusar a palheta e substituí-la B-fig. pois reduz a visibilidade em caso de más condições atmosféricas. ver “Verificação dos níveis” neste capítulo. Substituição das palhetas do limpador do para-brisa . F0M0162M D fig. 30. Substituição da palheta do limpador do vidro traseiro . periodicamente. 2) Tirar a palheta B empurrando-a para baixo e desengatando-a do braço A. aconselha-se substituí-las uma vez por ano.Não ligar os limpadores do para-brisa e do vidro traseiro sobre o vidro seco.fig. antes de tudo.

Evitar completamente o uso de fluido R12 que. Durante o inverno. além de ser incompatível com os componentes do sistema. O sistema de ar-condicionado do Punto 1. existente no sistema. com o tempo. 32 de maneira que os mesmos sejam apontados para o ponto mais alto alcançado pelo movimento das palhetas. 32 F0M0164M .4 16V Turbo gasolina é dotado de compressor sem embreagem eletromagnética e depende do gás para seu pleno funcionamento. Girar o cilindro dos esguichos com uma chave de fenda introduzida na sede fig. facilitando a proliferação de fungos e bactérias. não danifica o meio ambiente. na formação de mau cheiro devido ao acúmulo de poeira e umidade no sistema de ar-condicionado.Os jatos do lavador do vidro traseiro podem se orientados regulando a direção dos esguichos. desligar o ar-condicionado e ligar o aquecedor. em caso de vazamentos acidentais. AR-CONDICIONADO A utilização constante do ar-condicionado pode resultar. O filtro antipólen. havendo perda ou diminuição súbita da eficiência do sistema de ar-condicionado. para que a umidade do sistema seja eliminada. desligá-lo e procurar a Rede Assistencial Fiat. Para minimizar o problema de mau cheiro. o sistema de ar-condicionado deve ser colocado em funcionamento pelo menos uma vez por mês e por cerca de 10 minutos. Portanto. é recomendado. D-28 fig. O sistema utiliza fluido refrigerante R134a que. deve ser substituído com maior frequência se o veículo transitar constantemente em estradas de muita poeira ou ficar estacionado debaixo de árvores. contém clorofluorcarbonetos (CFC). Antes do verão. no máximo. verificar a eficiência do sistema na Rede Assistencial Fiat. semanalmente. cerca de 5 a 10 minutos antes de estacionar o veículo.

produtos e sistemas de pintura que dão ao veículo uma maior resistência contra corrosão e abrasão. Aqui estão as principais: . Por exemplo. capô e contorno dos faróis. utilize o mínimo de água possível. Para os retoques na pintura. nas zonas com alta poluição atmosférica. Ao enxugar.aspersão de polímeros com função protetora. Para uma lavagem correta: 1) molhar a carroceria com um jato d’água com baixa pressão. a lavagem do veículo deve ser efetuada usando produtos biodegradáveis. certifique-se de que a mesma não apresente vazamentos que favoreçam o desperdício de água potável. Em caso de abrasões ou riscos profundos. como o vão das portas.variações climáticas das estações. a carroceria contra a corrosão.uso de chapas zincadas (ou pré-tratadas). nos pontos mais expostos: soleira das portas. utilizar somente produtos originais (ver o capítulo “Características técnicas”). prestar atenção nas partes menos visíveis.salinidade e umidade da atmosfera (regiões litorâneas ou com clima quente e úmido). dotadas de alta resistência contra a corrosão. para evitar formações de ferrugem.poluição atmosférica. enxaguando a mesma com frequência. A Fiat adotou em seus veículos as melhores soluções tecnológicas para proteger. Se for utilizar mangueira. D D-29 . . alta salidade ou em estradas rurais. Por isso. parte interna dos paralamas. Ao lavar o veículo. mas também de proteção das chapas. com eficácia. bordas etc. 3) enxaguar bem com água e enxugar com jato de ar. 2) passar na carroceria uma esponja com shampoo neutro automotivo. que se decompõem no meio ambiente. uma camurça ou pano macio. CONSELHOS PARA A BOA CONSERVAÇÃO DA CARROCERIA Pintura A pintura não tem só função estética. cuja frequência depende das condições do ambiente de uso. A manutenção normal da pintura consiste na lavagem. do barro e do cascalho atirados pelos outros veículos. .CARROCERIA PROTEÇÃO CONTRA OS AGENTES ATMOSFÉRICOS As principais causas de fenômenos de corrosão são: . . orientamos lavar o veículo com mais frequência. aconselha-se a fazer os devidos retoques imediatamente. Não se deve subestimar também a ação abrasiva da poeira atmosférica e da areia levadas pelo vento. . nos quais a água pode empoçar-se com mais facilidade. Os detergentes poluem as águas. onde é comum haver estrume de animal.

ADVERTÊNCIA: os excrementos de pássaros devem ser lavados imediatamente e com cuidado. a cera deixa uma camada protetora sobre a mesma. ADVERTÊNCIA: para não prejudicar as resistências elétricas presentes na superfície interna do vidro traseiro. Ao lavar o veículo em equipamento de lavagem automática com escovas rotativas. Porém. o brilho da pintura pode ser alterado. girá-la no sentido anti-horário até se soltar completamente. . recomenda-se retirar a haste da antena no teto para evitar que ela seja danificada. Vidros Para a limpeza dos vidros. tome os seguintes cuidados: . Vão do motor A lavagem do compartimento do motor é um procedimento que deve ser evitado. observar as recomendações a seguir: ADVERTÊNCIA: ao lavar o motor. . Evitar estacionar o veículo debaixo de árvores. a resina que muitas espécies deixam cair dão um aspecto opaco à pintura e aumentam a possibilidade de corrosão. esfregar delicadamente seguindo o sentido das próprias resistências.não o lave quando estiver ainda quente. visto que os mesmos podem desviar a atenção e reduzir o campo de visão. Para proteger melhor a pintura. recolocar a haste da antena em sua sede. . aconselhamos encerar periodicamente. Evite aplicar decalques ou outros adesivos nos vidros.Aconselha-se não guardar logo o veículo em ambiente fechado. pois sua acidez é bastante agressiva. As partes de plástico externas devem ser limpas com o mesmo procedimento seguido para a lavagem normal do veículo.não utilize substâncias cáusticas. quando isto se tornar necessário.evite jatos d’água diretamente sobre os componentes eletroeletrônicos e seus chicotes. mas deixá-lo ao ar livre para favorecer a evaporação da água. Não lavar o veículo depois de ter ficado parado sob o sol ou com o capô do motor quente. Para retirá-la. Usar panos bem limpos para não riscar os vidros ou alterar a transparência dos mesmos. usar detergentes específicos. produtos ácidos ou derivados de petróleo. Após lavar e secar o veículo.

.: tampas de borracha e outras proteções) não foram removidas ou danificadas. provocando vibrações e ruídos anormais e.) sobre o motor e componentes.Esfregar os bancos com uma esponja umedecida com uma mistura de água e detergente neutro. verificar se as diversas proteções (ex. sob pena de danificá-los. A inspeção e limpeza do eletroventilador do radiador é uma operação necessária em veículos que trafegam em tais condições. óleo de mamona etc. LIMPEZA DOS BANCOS E DAS PARTES DE TECIDO . Depois da lavagem. em situações extremas. INTERIOR DO VEÍCULO Periodicamente. para evitar a sua contaminação. Pneus Após uma lavagem geral do veículo aconselha-se esfregar uma escova de cerdas macias com uma solução de água e shampoo neutro. causando. inclusive. querosene.proteja com plásticos o alternador.) que poderiam proporcionar o surgimento de focos de corrosão. não pulverize nenhum tipo de fluido (óleo diesel. a bateria.Retirar o pó com uma escova macia ou com um aspirador de pó. Particularmente. a retenção de poeira. o emprego inadequado de jatos d’água pode ocasionar danos nas colmeias do radiador e no motor elétrico do eletroventilador. D D-31 . . ADVERTÊNCIA: a lavagem deve ser efetuada com motor frio e chave de ignição em STOP. o travamento do sistema. guarda-chuvas etc. se existente. verificar se não há água parada debaixo dos tapetes (devido a sapatos molhados. a central do sistema ABS.proteja também com plástico o reservatório do fluido de freio. a bobina e. A limpeza do eletroventilador do radiador deve ser feita respeitando as disposições estabelecidas no tópico “Vão do motor”.. Após a lavagem. Eletroventilador do radiador A utilização do veículo em vias lamacentas pode ocasionar o acúmulo de barro no eletroventilador. a central da ignição/injeção eletrônica.

TAPETES E PARTES DE BORRACHA (exceto vão do motor) Recomenda-se usar produtos de eficiência comprovada. ADVERTÊNCIA: não utilizar álcool ou benzina para a limpeza do visor do quadro de instrumentos. Em seguida passar uma flanela umedecida em uma solução de água e sabão neutro. deixar que seque completamente para sua utilização. use aspirador de pó. Dentro do veículo exposto ao sol. estudados para não alterar o aspecto dos componentes. além de agredir a borracha dos pneus. Após o uso da escova seca deve-se repetir a operação com a escova levemente umedecida. Os frascos de aerossol não devem ser expostos a uma temperatura superior a 50°C. O assento deve ser varrido da parte mais próxima do encosto para a frente do banco. prestando atenção nas instruções de uso. Não deixar frascos de aerossol no veículo. usar produtos específicos. Se a mancha persistir. D-32 . sem exercer muita pressão. a temperatura pode ultrapassar em muito este valor. sem esparramar. Nunca usar álcool ou produtos a base de álcool. Não use sabão ou detergentes. Após aspirar deve-se proceder a limpeza do encosto varrendo de cima para baixo com escova seca. uma escova de cerdas macias e água. Limpeza dos bancos com revestimento parcial em couro (algumas versões) Retirar a sujeira seca com uma flanela úmida. pois há perigo de explosão. Retirar as manchas de líquidos e graxa com um pano macio absorvente. Misturas caseiras de álcool + glicerina produzem brilho exagerado. PARTES DE PLÁSTICO INTERNAS Usar produtos específicos. Em seguida.Limpeza dos bancos em veludo (algumas versões) Para limpeza do veludo. pois os mesmos podem manchar o veludo.

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . de uma certa forma. . . . . . . . . . . . . E-18 E E . . . . . . . . . .CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os aficionados de motores e de mecânica provavelmente vão começar a ler o manual a partir desta parte. . . . . . . . . . . . . . E-2 MOTOR . . . E-6 SUSPENSÕES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-1 CÓDIGO DOS MOTORES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-6 DIREÇÃO . . . E-9 SISTEMA ELÉTRICO . . . . . . . . . . . . . . . . . números. . . . . . . . E-3 TRANSMISSÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-7 RODAS E PNEUS . . . Um documento de apresentação que mostra. medidas e tabelas. . . . . . . . . . . . . . . . . . E-6 ALINHAMENTO DAS RODAS . . . todas as características que fazem dele um modelo criado para proporcionar-lhe a máxima satisfação. . . . . DADOS PARA A IDENTIFICAÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Trata-se. . . . . . E-12 DIMENSÕES. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Efetivamente. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-10 DESEMPENHO . . da carteira de identidade de seu veículo. . . E-15 CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES E DOS LÍQUIDOS . . E-8 PRESSÃO DOS PNEUS. . . . . em linguagem técnica. . . . . . . . . E-5 FREIOS .VERSÕES DE CARROCERIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-13 PESOS . . . . . . . . . . . . E-14 ABASTECIMENTOS . . inicia uma seção cheia de dados. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

.

Etiqueta sobre a coluna de fixação da porta dianteira direita. Este número sequencial está também gravado no para-brisa. TIPO E NÚMERO DO CHASSI D . próxima à etiqueta VIS. B . poderá estar localizado do lado direito ou esquerdo do bloco do motor. 1 fig.Conforme a versão.Etiqueta sobre a coluna de fixação da porta dianteira direita.Etiqueta sobre o para-lama dianteiro direito. TIPO E NÚMERO DO MOTOR E .Gravação no assoalho à frente do banco dianteiro direito. A 4EN0264BR D B E E 4EN0265BR D E C B fig. 2 E-1 4EN1255BR A C F0M0479M-BR *9 *9 B0 00 00 00 00 01 0 00 4EN0268BR E . 1 e 2. vidro traseiro e vidros das portas. ANO DE FABRICAÇÃO C . SEÇÃO DE IDENTIFICAÇÃO DO VEÍCULO (VIS) A .DADOS PARA A IDENTIFICAÇÃO Estão indicados nos seguintes pontos fig.

Fabricante da tinta B . Indica os seguintes dados: A .ETIQUETA ADESIVA DE IDENTIFICAÇÃO DA TINTA DA CARROCERIA .12E 4EN0177BR Essence 1.4 8V Flex Tjet 1.fig.C. KM 429 . 4 A etiqueta adesiva está localizada sob o capô do motor. 3 E-2 fig.8 16V Flex Sporting 1. 3 A etiqueta adesiva está colada na parte lateral interna da porta direita. BR 381.A.701.179.716/0001-56 Indústria Brasileira 370A0011 118.14F FIAT AUTOMÓVEIS S. na travessa frontal do veículo.fig.Betim .G.4 16V Gasolina Essence 1. CÓDIGO DOS MOTORES VERSÕES DE CARROCERIA Código do motor Attractive 1.6 16V Flex 310A2011 Versão de carroceria 118.0 310A5011 118.Código da cor para retoques ou nova pintura ETIQUETA ADESIVA DE IDENTIFICAÇÃO DO FABRICANTE .Código Fiat da cor D .MG C.0 198A1000 118.Denominação da cor C .8 16V Flex 4EN0163 370A0011 118.19F fig.181. 4 . 16.

1 16.15 Gasolina Álcool 130.0 5750 5750 12.7° 43.7° -5.5 3500 1.8 ± 0.51º Corrente < 0.0 5250 5250 850 ± 50 21.8 18.15 Gasolina Álcool 115.0 11.0 x 84.0 117.MOTOR DADOS GERAIS Código do tipo Ciclo Combustível Número de cilindros Número de válvulas por cilindro Diâmetro x curso Cilindrada total Taxa de compressão Potência máxima ABNT regime correspondente Torque máximo ABNT regime correspondente Regime de marcha lenta DISTRIBUIÇÃO Admissão: cv rpm kgm rpm rpm mm cm3 1.7º 37.2: 1 ± 0.0 1368 9.5% -4.0 5500 5500 1.0 10.0 x 84.0 86.8 16V Flex 370A0011 OTTO Gasolina/álcool 4 4 80.8 1598.5 x 85.5% 1.4 18.0 132.2 10.6 16V Flex 310A5011 OTTO Gasolina/álcool 4 4 77.0 x 85.5: 1 ± 0.2: 1 Gasolina 152 5500 1.9 2250 a 4500 4500 4500 4500 4500 A/C A/C A/C A/C A/C A/C desligado ligado desligado ligado desligado ligado 750 ± 50 870 ± 30 800 ± 50 850 ± 50 800 ± 50 850 ± 50 -02º 34º 27º -02º Correia < 0.7º 0.2 16.8 1747.5% início antes do PMS fim depois do PMI -6° 48° 40° 02° Correia < 0.6° 31.0 1368.4 3500 12.5% E Escapamento: início antes do PMI fim depois do PMS Acionamento da distribuição Teor de CO em marcha lenta E-3 .15: 1 Gasolina Álcool 85.4 8V Flex 310A2011 OTTO Gasolina/álcool 4 2 72.4º 37.49° Corrente < 0.4 16V Gasolina 198A1000 OTTO Gasolina 4 4 72.35 ± 0.

bomba centrífuga e reservatório de expansão. Filtro de ar: a seco. Bomba de combustível: elétrica. Filtro do ar: a seco. LUBRIFICAÇÃO Forçada. ARREFECIMENTO Sistema de arrefecimento com radiador. Bomba de combustível: elétrica. Bomba de combustível: elétrica. podem causar anomalias de funcionamento com riscos de incêndio. Motor 1. Bomba de combustível: elétrica.7GF. sequencial indireta. tipo caixa. com elemento filtrante de papel. Injeção: Tipo: Multipoint sequencial indireta. com elemento filtrante de papel. Motor 1. sequencial indireta. Motor 1.4 16V Turbo gasolina Injeção eletrônica multipoint sequencial indireta (Bosch). E-4 . Filtro de ar: a seco.6 16V FLEX Ignição: Eletrônica digital incorporada ao sistema de injeção Magneti Marelli . através de bomba de engrenagens com válvula limitadora de pressão incorporada. Filtro de ar: a seco. Motor 1.ALIMENTAÇÃO/IGNIÇÃO Modificações ou consertos no sistema de alimentação. tipo caixa. Injeção: Tipo: multiponto. efetuados de maneira incorreta e sem ter em conta as características técnicas do sistema.4 8V FLEX Ignição: Eletrônica digital incorporada ao sistema de injeção (Magneti Marelli).7GF.8 16V FLEX Ignição: Eletrônica digital incorporada ao sistema de injeção Magneti Marelli . Injeção: Tipo: multiponto.

As relações são: Attractive 1.444 1.6 16V Flex 3.909 Sporting 1.156 0.909 2.909 Essence 1.4 8V Flex Em 1ª marcha Em 2ª marcha Em 3ª marcha Em 4ª marcha Em 5ª marcha Em marcha a ré 4.4 8V Flex Relação de redução do diferencial Número de dentes 4.919 3.238 1.909 2.909 Tjet 1.520 1. Não necessita de ajustes.8 16V Flex 3.067 61/15 Essence 1.273 2.520 1.733 56/15 Essence 1.4 16V Gasolina 4.029 0.444 1.238 1.6 16V Flex 4.909 2.733 56/15 E-5 E .4 16V Gasolina 3.8 16V Flex 3.733 56/15 Sporting 1.8 16V Flex 3.273 2.872 3.520 1.029 0.238 1.238 1.838 3.909 Grupo cilíndrico de redução e grupo diferencial incorporados à caixa de velocidades.TRANSMISSÃO EMBREAGEM Monodisco a seco com mola a disco e comando hidráulico.8 16V Flex 3.238 1. CAIXA DE MUDANÇAS E DIFERENCIAL As relações são: Attractive 1.400 66/15 Tjet 1.909 Essence 1.872 3.156 0.838 3.156 0.

65 voltas com direção hidráulica 2.4 turbo gasolina E-6 .FREIOS FREIOS DE SERVIÇO Dianteiros: a disco ventilado. Sistema ABS (opcional). com compensação de desgaste.8).9 metros: 1. Regulador de frenagem sensível à carga que age no circuito hidráulico dos freios traseiros (versão 1. TRASEIRA Com rodas semi-independentes.9 metros: 1. travessa de torção de seção aberta. Barra estabilizadora.8 metros: 1. Duplo circuito diagonal.8 10.5 voltas com direção hidráulica para 1. DIREÇÃO Com pinhão e cremalheira com assistência hidráulica coluna de direção descentrada e com absorção de energia. Barra estabilizadora.9 metros: 1. tipo McPherson com braços oscilantes fixados a uma travessa. Molas helicoidais e amortecedores hidráulicos telescópicos de duplo efeito. FREIO DE MÃO Comandado por alavanca de mão que age mecanicamente sobre as sapatas dos freios traseiros. com pinça flutuante. Traseiros: a tambor. com sapatas autocentrantes. com pinça flutuante. Recuperação automática da folga devido ao desgaste das pastilhas e lonas de freio.4 turbo gasolina Número de voltas do volante: 2. SUSPENSÕES DIANTEIRA De rodas independentes. Molas helicoidais e amortecedores hidráulicos telescópicos de duplo efeito. Diâmetro mínimo de curva: 10. Para Punto Turbo: a disco sólido.4 11.6 10.

0 ± 1.4 16V Gasolina -32’ ± 30’ 2º 39’ ± 30’ -1.8 ± 2.0 mm Essence 1.0 ± 1.0 mm Tjet 1.0 mm Essence 1.ALINHAMENTO DAS RODAS RODAS DIANTEIRAS Attractive 1.0 ± 2.0 mm RODAS TRASEIRAS Attractive 1.0 mm Tjet 1.0 mm Essence 1.6 16V Flex -28’ ± 30’ 2º 36’ ± 30’ -1.4 8V Flex Câmber Cáster Convergência -28’ ± 30’ 2º 34’ ± 30’ -1.8 16V Flex -28’ ± 30’ 2º 36’ ± 30’ -1.4 16V Gasolina -36’ ± 30’ 4.0 mm Sporting 1.0 mm Sporting 1.2 ± 2.8 ± 2.6/1.8 16V Flex (Roda 16”) -36’ ± 30’ 4.0 ± 2.0 mm Essence 1.0 ± 1.0 ± 1.8 16V Flex -36’ ± 30’ 4.0 mm E E-7 .8 16V Flex -28’ ± 30’ 2º 36’ ± 30’ -1.6/1.4 8V Flex Câmber Convergência -36’ ± 30’ 3.0 ± 1.8 16V Flex (Roda 15”) -36’ ± 30’ 3.

8 16V Flex 6. E-8 . tornando-os mais vulneráveis a buracos e imperfeições nas vias.0 x 15” 6. para a segurança da marcha. Estabelecidas as dimensões prescritas.0 x 16” (**) Essence 1. exceto com a de reserva específica. As rodas de liga leve são fixadas com parafusos específicos incompatíveis com qualquer roda de aço estampado.0 x 15” 6.4 8V Flex Rodas Pneus 6. ADVERTÊNCIA: com pneus Tubeless (sem câmara).8 16V Flex 6.RODAS E PNEUS Attractive 1.0 x 16” (**) Sporting 1. é indispensável que o veículo esteja equipado com pneus da mesma marca e do mesmo tipo em todas as rodas.0 x 16” 195/55 R16 87V 195/60 R15 88H 195/60 R15 88H 195/55 R16 87V (**) 195/55 R16 87V (**) (*) Opcional em roda de liga e estepe em chapa.5 x 17” 205/50 R17 93V Essence 1.0 x 15” 6.4 16V Gasolina 6.0 x 15”(*) 195/60 R15 88H Tjet 1.6 16V Flex 6. Transitar com pneus descalibrados e/ou calibrados com pressão inferior à recomendada pode danificar as rodas e os próprios pneus. não usar câmaras de ar. (**) Para algumas versões equipadas com kits opcionais.

traseiro: Com carga completa .2) 32 ou (2.2) 32 ou (2.0) 29 ou (2.2) 32 ou (2.2) Essence 1. Attractive 1.9) 28 ou (1.9) 32 ou (2.9) 32 ou (2. entre parênteses.2) 32 ou (2.9) 28 ou (1.lbf/pol2) A pressão indicada é válida somente para os “pneus frios”.2) Sporting 1.2) Tjet 1.traseiro: Roda de reserva 28 ou (1.2) Essence 1.8 16V Flex 28 ou (1.9) 28 ou (1.2) 32 ou (2.: A primeira especificação é em lbf/pol2 e a segunda.PRESSÃO DOS PNEUS PRESSÃO DE CALIBRAGEM DOS PNEUS FRIOS (kgf/cm2 .2) 32 ou (2.4 16V Gasolina 29 ou (2.2) Obs.0) 32 ou (2.2) 32 ou (2.2) 32 ou (2.9) 32 ou (2.4 8V Flex Com carga média . Deve-se calibrar somente desta maneira sobretudo antes de longas viagens.2) 32 ou (2.2) 32 ou (2.8 16V Flex 28 ou (1.9) 32 ou (2. é em kgf/cm2.dianteiro: .dianteiro: . E E-9 .9) 28 ou (1.6 16V Flex 28 ou (1.

4 16V Gasolina 50 Ah Essence 1.8 16V Flex 60 Ah Sporting 1.6 16V Flex 120 A (*) Essence 1.4 16V Gasolina 120 A (*) Essence 1.4 8V Flex Corrente nominal máxima fornecida 90 A 110 A (*) Tjet 1.SISTEMA ELÉTRICO Tensão de alimentação: 12 volts.6 16V Flex 60 Ah Essence 1.8 16V Flex 120 A (*) Sporting 1. BATERIA Capacidades Attractive 1.8 16V Flex 60 Ah ALTERNADOR Attractive 1.4 8V Flex 50 Ah Tjet 1.8 16V Flex 120 A (*) (*) Com ar-condicionado E-10 .

8 16V Flex 1.3 KW Essence 1.4 16V Gasolina 1. podem causar anomalias de funcionamento com riscos de incêndio.8 16V Flex 1.4 8V Flex Potência fornecida (*) para algumas versões 0.0 KW Essence 1.MOTOR DE PARTIDA Attractive 1.3 KW Sporting 1.9 KW Tjet 1. efetuados de maneira incorreta e sem ter em conta as características técnicas do sistema. E E-11 .3 KW Modificações ou consertos no sistema elétrico.6 16V Flex 1.

0 Álcool 34.8 16V Flex Gasolina 50 88 129 170 189 50 Álcool 50 88 129 170 191 50 Sporting 1.: os valores obtidos são de veículos base e os valores podem variar para menos 5%. Attractive 1.8 16V Flex 33.0 52. com média carga e estrada plana (km/h).4 8V Flex Gasolina 1ª marcha 2ª marcha 3ª marcha 4ª marcha 5ª marcha (*) Marcha a ré 34.8 16V Flex Gasolina 50 88 129 170 189 50 Álcool 50 88 129 170 191 50 (*) Valores indicativos.4 162.8 66.4 102.8 66.6 16V Flex Gasolina 45 78 121 169 180 45 Álcool 45 78 121 169 182 45 Essence 1.8 16V Flex 33.0 176.0 Tjet 1.0 38.6 16V Flex 34.0 38.5 Sporting 1. E-12 .4 16V Gasolina 34 Essence 1.4 102.0 91. dependendo dos opcionais do veículo.0 134.0 Essence 1.4 16V Gasolina 48.9 144.9 144.5 Obs.1 Essence 1. Rampa máxima superável com plana carga (valores de referência calculados).DESEMPENHO Velocidades máximas admissíveis.0 203.4 Tjet 1.4 8V Flex %* 36.4 163. Attractive 1.

DIMENSÕES Volume do porta-malas (norma ISO 3832): .em condições normais: 280.ampliada. . com carga rente aos vidros laterais (banco totalmente rebatido): 1030.0 .0 . F0M0358M-BR I fig. 5 E A 4030 B 875 C 2510 D 645 E 1505(*) 1480 F 1471 G 1687 H 1467 I 1946 (*) Veículo vazio E-13 .

0 Essence 1.0 400.4 8V Flex 1090.eixo traseiro Cargas rebocáveis: .0 890 795 400.0 40.eixo dianteiro .0 Essence 1.0 400.0 890 795 400.6 16V Flex 1170.0 40.0 890 795 400. ferramentas e acessórios): Capacidade útil incluindo o motorista: Cargas máximas admitidas: .8 16V Flex 1176.reboque sem freio Carga máxima sobre o bagageiro do teto E-14 .0 890 795 400.PESOS Attractive 1.0 400.0 400.0 890 795 400.0 Tjet 1.0 40.0 40.0 40.0 400.0 Sporting 1. roda de reserva.4 16V Gasolina 1230.8 16V Flex 1189.0 Pesos (kg) Peso do veículo em ordem de marcha (com abastecimentos.

65 2.3 - 2.ABASTECIMENTOS Attractive 1.5 - 60 9.lado câmbio Freios hidráulicos dianteiros e traseiros/ 0. podendo variar de acordo com o plano de inclinação do veículo no momento do abastecimento.80 0.06 1.com aquecedor ou ar-condicionado Cárter do motor e filtro: Caixa de mudanças/diferencial: 4.62 (*) E Água pura (**) Gasolina tipo C com teor de álcool etílico anidro conforme legislação vigente Valores aproximados.500 Comando hidráulico da embreagem: do para-brisa e do vidro traseiro: 2.150 - urbo gasolina) Direção hidráulica: 1.4 16V Turbo gasolina) Gasolina tipo C ou álcool etílico hidratado combustível em qualquer proporção (para versão Attractive 1.400 Comando hidráulico da embreagem: Freios hidráulicos com ABS/ 0.12 Junta homocinética e coifa: .3 0.lados roda .4 8V Flex) 50% de Paraflu UP (vermelho) + 50% de água pura 60 9.12 0.7 2.0 2. E-15 .38 1.4 8V Flex litros Tanque de combustível: (*) Incluída uma reserva aproximada de: kg Tjet 1.120 0.400 0.5 - Sistema de arrefecimento do motor: .63 3.76 0.8 5.90 1.05 a 1.80 - 6.4 16V Gasolina litros kg Produtos homologados (*) Gasolina tipo C com teor de álcool etílico anidro conforme legislação vigente (para versão 1.base .500 2.30 2.

400 Comando hidráulico da embreagem: Freios hidráulicos com ABS/ 0. (**) Para facilitar e melhorar a limpeza do vidro do para-brisa.8 16V Flex homologados (*) litros kg 60 9.12 0.30 2.Essence 1.lado câmbio Freios hidráulicos dianteiros e traseiros/ 0.125 0.0 1.3 do para-brisa e do vidro traseiro: Reservatório de partida a frio 0.0 3. E-16 .com aquecedor ou ar-condicionado Cárter do motor e filtro: Caixa de mudanças/diferencial: 6.5 - 60 9.500 Comando hidráulico da embreagem: Reservatório do líquido dos lavadores 2.6: TUTELA CAR MATRYX Motor 1. na seguinte proporção: 25% de Tutela SC 35 Limpa parabrisas + 75% de água pura.500 2. recomenda-se adicionar o produto Tutela SC 35 Limpa parabrisas ao líquido do reservatório do limpador.6 16V Flex litros Tanque de combustível: (*) Incluída uma reserva aproximada de: kg Essence 1.7 3.30 2.150 - 50% de Paraflu UP (vermelho) + 50% de água pura Direção hidráulica: 1.150 - 6. podendo variar de acordo com o plano de inclinação do veículo no momento do abastecimento.57 4.base .7 Motor 1.5 - Gasolina tipo C ou álcool etílico hidratado combustível em qualquer proporção Sistema de arrefecimento do motor: .05 a 1.76 0.400 0.65 1.8: TUTELA CAR EPYX TUTELA CAR GI/A TUTELA MRM 2900 SELENIA MRM 2900 TUTELA TOP 4/S TUTELA TOP 4/S Água pura (**) Gasolina tipo C com teor de álcool etílico anidro conforme legislação vigente (*) Valores aproximados.76 0.125 0.3 0.12 Junta homocinética e coifa: .8 16V Flex/ Produtos Sporting 1.lados roda .65 1.39 4.

que não são cobertos pela garantia. bem como causar danos aos componentes do sistema de alimentação. foram projetados para utilizar gasolina do tipo “C” com teor de álcool etílico anidro ou álcool etílico hidratado combustível em qualquer proporção. é o seguinte: Mililitros (ml) a cada 1000 km 400 500 500 500 Motor 1. presentes em algumas versões. conforme legislação vigente (PROGRAMA DE CONTROLE DE POLUIÇÃO DO AR PARA VEÍCULOS AUTOMOTORES e ANP). expresso em mililitros a cada 1000 km. parte do óleo lubrificante é consumido durante o funcionamento do motor. e do próprio motor. para que haja uma boa lubrificação.4 16V Turbo gasolina 1. ADVERTÊNCIA: o uso de combustíveis diferentes dos especificados poderá comprometer o desempenho do veículo. E E-17 .6 1. CONSUMO DE ÓLEO DO MOTOR Devido à concepção dos motores à combustão interna.NOTAS SOBRE O USO DOS PRODUTOS ÓLEO Não completar o nível com óleos de características diferentes das do óleo já existente. o consumo máximo de óleo do motor. COMBUSTÍVEIS Os motores FLEX.8 ADVERTÊNCIA: o consumo do óleo do motor depende do modo de dirigir e das condições de uso do veículo.4 1. De maneira indicativa.

consistência N. Mistura de 50 % com 50 % de água pura. (**) Ver em “Abastecimentos”.55535.API SL FIAT 9.Motor 1.6 e 1. Lubrificantes para motores . E-18 . classe DOT 4 SAE J 1703 Fluido concentrado para sistemas de arrefecimento a base de monoetilenoglicol e um pacote inibidor de corrosão de origem orgânica – OAT (Organic and Acid Tecnology). .8: Lubrificante sintético (SAE 5W30) Óleo 80W90 para caixa de mudanças e diferenciais. o lubrificante recomendado para cada motor. Atende às especificações API GL-4 Lubrificantes e graxas para a transmissão do movimento Cárter do motor Caixa de mudanças Óleo sintético SAE 75W85 para transmissão.CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES E DOS LÍQUIDOS PRODUTOS UTILIZADOS E SUAS CARACTERÍSTICAS Tipo Características qualitativas dos lubrificantes e fluidos para um correto funcionamento do veículo (*) Aplicação .Motor 1. (*) O uso de produtos que não atendam às especificações informadas poderá causar danos e/ou prejudicar o funcionamento do veículo. A Fiat recomenda a utilização dos produtos homologados descritos na seção “Abastecimentos”. neste capítulo. = 2 Direções hidráulicas Juntas homocinéticas e coifas Freios hidráulicos e comandos hidráulicos da embreagem Sistema de arrefecimento Fluidos para freios hidráulicos Protetor e anticongelante para sistema de arrefecimento Fluido sintético. Atende às espe.e diferencial cificações API GL-4 (1.Motor 1.4 Turbo: Lubrificante de base sintética (15W40) a gasolina/álcool API SL FIAT 9.4 16V Turbo gasolina) Óleo de tipo DEXRON II Graxa de bissulfeto de molibdênio a base de sabão de lítio.G.55535.L.I.4: Lubrificante sintético (SAE 5W30) ou de base sintética (15W40) .

......B-5 Antiesmagamento .........................laterais ..................... E-18 Características técnicas ...A-107 Alavancas sob o volante.............................................A-56 Avaria no sensor de chuva ..........A-47 Auto lamp ...............A-30 Botões de comandos no painel .........B-15 Airbag .......... E-4 Alinhamento das rodas ..................... A-118.........................desativação .......A-60...A-99 Características dos lubrificantes e dos líquidos........................................A-56 Avaria no sistema de controle do motor ............... E-10 .................................. D-16 Chave com controle motor .................... 2 Botões de comando da tela Multifuncional...........................alavanca direita ......A-59.............................................................A-98 Bancos ........A-2 Chave mecânica ........................ E-2 Centrais eletrônicas .......A-105 ........... E-1 Antes de sair com o veículo ...A-100 Chaves ............A-73 ......................... A-63 Ativação/desativação do airbag ...... A-113...... A-62 Ar-condicionado ...... D-6 Bem-vindo a bordo ............... D-29............................... D-28 Arrefecimento..............A-1 F-1 F ....................A-54 Avaria no Fiat Code .... E-7 Alternador ...........................................................lado do passageiro .............Ativação/desativação ................... E Carroceria ................................... E-5 Câmbio ............A-71 Alimentação e ignição...........................A-81 Caixa de mudanças e diferencial ...............A-9 Apoia-cabeças ...............................alavanca esquerda ......................................A-103 ...............................................A-9 Aquecimento do habitáculo ..............A-90 Apoia-braço dianteiro .................................. E-15 ABS .A-50 Avaria nas luzes externas ....................A-2 Bagageiro de teto ...............A-29 ........................... D-15....A-76 Autoclose .............................advertências ...........A-8 Bateria .................................B-4 Capô do motor ......................................A-35 Avaria do airbag ..A-73 Ativação da circulação do ar .............................................................A-54 Avaria no sensor crepuscular ...........A-71 ............... E-10 Alto-falantes ..A-101 Acessórios comprados pelo usuário ............ E-4 Assistência à marcha a ré ..........A-53 Banco traseiro bipartido ..regulagens.......ÍNDICE ALFABÉTICO Abastecimentos ...A-112 Ano de fabricação .....A-105 ...A-62 Aquecimento rápido do habitáculo .........................

.. E-2 ....A-54 ................A-64 Climatizador manual ....A-103 Corretor eletrônico de frenagem ..etiqueta adesiva de identificação do fabricante ......... E-1 Definição de relógio.........................A-15 ............A-12...............................................A-118 Difusores de ar orientáveis ..............A-59 Desempenho .. E-6 Dirigir à noite .....A-24 Contenção de gastos de utilização e da poluição ambiental ......................A-12 Cinzeiro ...............................................tipo e número do motor ........................ E-13 Direção .........A-84 Conselhos para a boa conservação da carroceria .....utilização dos cintos de segurança ........ E-1 ..................... 4 Consumo de óleo do motor....................A-7 Conhecimento do veículo ..........................A-58 Dimensões ..............Cinto de segurança...... E-12 Desligar o motor ....etiqueta adesiva de identificação da tinta de carroceria ....A-64 Combustíveis .........................A-13 .....regulagem de altura ..................... E-2 Comandos do ar ......................................... E-17 Como aquecer o motor de partida................B-11 Controles frequentes e antes de longas viagens ........................A-86 Climatização (resfriamento) ....A-16 ....A-26 Desativação do airbag ......tipo e número do chassi............................A-14 .. E-17 Conta-giros ..............A-61 CODE geração II ........A-12 ................A-14 ........avisos gerais................ E-1 .....................B-2 Destinação de baterias ..... E-2 .....B-6 Dados gerais sobre o motor ....versão de carroceria...Seção de identificação do veículo ................B-1 F-2 Comutador de ignição ..............................B-6 Dirigir com ABS ......A-4 Conversor catalítico trivalente ...B-14 Controles remotos adicionais ............................................................. E-1 ...............................................B-8 Dirigir com chuva ........como utilizar .... D-29 Conselhos úteis para prolongar a vida da bateria ..............................................................................................................A-62 Climatizador automático ...... E-3 Dados para identificação..uso dos cintos traseiros ................................. A-53 ....................................A-1 Código dos motores ....................A-116 Corretor de frenagem .................................A-29 Desembaçamento/descongelamento do vidro traseiro térmico ............A-58 Comandos do climatizador automático ............... D-16 Considerações importantes ................como manter os cintos sempre eficientes ...................................... E-1 ...................A Conjunto da luz interna .......ano de fabricação ...........A-60 Desembaçamento/descongelamento rápido .....................uso do cinto não retrátil .....

.........................A-46 Dispositivo para reboque ....limite de velocidade ...............B-15 Dispositivos para reduzir as emissões..................C-14 Em emergência ..........habilitação do trip B ...... D-31 Em caso de acidente ............. B-9 Drive by wire ........ativação/desativação do airbag ..............................................................regula data ............seleção de entrada do menu principal..............B-8 Dirigir com segurança .....A-33 ........repetição de informação do rádio ..A-47 .........Regulagem da unidade de medida ..........A-39 ..Manutenção programada ..A-83 Esguichos ......................A-43 ....A-33 ...B-5 Embreagem ........................saída do menu .....A-45 ......................................B-5 Dirigir em estradas não pavimentadas ....Dirigir com economia e respeitando o meio ambiente .......................A-33 .........................................................................A-43 ...........A-30 ........A-41 ...............B-8 Dirigir em montanha ....A-36 ....A-34 ..............................A-38 ..............................Seleção de idioma ..............A-39 .....A-41 .........A-35 ........A-46 ......................A-41 ....................................C Em viagem ... A-116.regulagem da iluminação do quadro de instrumentos..............B-7 Dirigir na neblina ........habilitação do trip B ..............................Fechamento centralizado automático ................................limite de velocidade .......regulagem da sensibilidade do sensor de chuva ......revisão ................A-47 ...........fechamento centralizado...A-101 Duplicação das chaves..............A-24 Display Multifuncional ...................................Volume das teclas .............botões de comando .........Ativação/desativação do airbag ..............ajuste da data.............B-7 Display eletrônico .........................A-45 .........primeira página.............. D-27 F-3 F ..................A-30 .......A-43 ...................................saída do menu ......regulagem do volume das teclas..A-44 ..regulagem da sensibilidade do sensor crepuscular.. E-5 Equipamentos internos ....ajuste do relógio ..ajuste da data.........................................A-36 Display Multifuncional reconfigurável ......A-42 ..........................regulagem do sensor de chuva ......................................................A-34 ............................A-31 ...........A-42 .....A-35 .repetição das informações áudio.........seleção do idioma...............Sinal acústico........................................A-44 ........ajuste do relógio .......................A-7 Eletroventilador do radiador........

...................................A-100 ................compensação da inclinação ...A-52 F-4 Guardar ferramentas .............advertência ..................advertência ... E-6 Funcionamento do Fiat Code .................A-55 Faróis ..........A-55 Freio de mão acionado ....................................B-14 Levantadores elétricos com antiesmagamento ..B-3 Etiqueta adesiva de identificação da tinta de carroceria ...A-90 ..........................................B-15 Instrumentos de bordo...........A-10 Espelhos retrovisores externos ........... D-17 Indicador de direção direita .....advertência ....A-55 Indicador de temperatura do líquido de arrefecimento do motor ................................ A-52 Extintor de incêndio ..A-55 Fechamento centralizado automático ............. D-7 Fiat CODE geração II ...................................................................A-22 Insuficiente carga da bateria ...........conta-giros ...C-15 ........... E-6 Freios ............C-5 evantadores dos vidros das Identificação do veículo .A-23............. D-17 Fusíveis no vão motor ...........A-11 Espelho retrovisor interno ..........................................altos .............................A-24 ....................A-22 ................... D-14 ..A-51 Interior do veículo ..............A-23 Indicador do nível de combustível...............B-3........A-55 Indicador de direção esquerda ...A-100 .............................. D-7 Fluido dos freios insuficiente ...............de neblina.................. D-15 Filtro de ar...A-82 Interruptor inercial .....................velocímetro ..................... D-31 Interruptor inercial para corte de combustível...................................... E-6 Freios de serviço ..............A-50 Freio de mão ............................A-55 ..................... A-35.......A-6 Fusíveis na central ..............A-22 Instalação do gancho de reboque...........................Espelho retrovisor interno eletrocrômico ..............................................A-11 Espia da exclusão do airbag .....................A-51 Insuficiente pressão do óleo do motor .......................................A-51 Estacionamento ......A-90 Idioma ....................... A-44.A-1 Filtro antipólen e carvão ativado . A-45 Inatividade do veículo .......................... A-89 Fechamento incorreto das portas .... E-1 Lportas ................................................. D-6 Filtro de combustível ........ E-2 Etiqueta adesiva de identificação do fabricante ................................ E-2 Excessiva temperatura do líquido de arrefecimento .............................A-36..........A-50 Follow me Home ...................................................

.....................indicador de direção esquerda .avaria no sensor de chuva .reserva de combustível ......................avaria do airbag .A-53 ..........A-56 .....espia da exclusão do airbag .........................A-55 ......A-50 ..........A-50 ....... D-32 Limpeza de partes de plásticos ....A-55 .A-55 Luzes-espia e sinalizações ..........................................................A-50 ..avaria no Fiat Code..................................A-51 .........A-54 ................A-51 ......... D-31 Líquido do sistema de arrefecimento do motor ......insuficiente pressão do óleo do motor ..A-52 ..........A-27.................A-55 ...........avaria no sensor crepuscular.......velocidade limite ultrapassada ........... D-13 Líquido dos lavadores do para-brisa e do vidro traseiro ............A-55 ..........excessiva temperatura do líquido de arrefecimento ...............faróis de neblina ..A-54 . D-32 Limpeza dos bancos e das partes de tecido .............A-52 ..A-55 ................A-73 Limpadores de para-brisa e do vidro traseiro .A-51 ..........A-52 Manutenção do sistema do climatizador de ar ...fluido dos freios insuficiente ..........A-53 ............................. D-12 Longa inatividade do veículo ....A-56 ......A-116 Meio ambiente ....indicador de direção direita .............................A-54 ......luzes de posição e faróis .........................A-64 Manutenção do veículo.....faróis altos ..................A-46 Materiais não nocivos ao meio ambiente ...........A-55 .. D-32 Limpeza de tapetes e partes de borracha......................... D Manutenção programada ............. D-18 Limpeza de bancos com partes parciais em couro ...........A-54 ..............................................A-50 .................Follow me Home ..B-14 Lubrificação ..................A-54 ........................... A-33 Limpador inteligente do vidro traseiro ............fechamento incorreto das portas .....................corretor eletrônico de frenagem ......................sistema antitravamento da rodas ABS ineficiente ................A-53 .A-19 Limite de velocidade ......avaria nas luzes externas ...avaria no sistema de controle do motor .....insuficiente carga da bateria ...possível presença de gelo nas estrada ...........A-56 .. D-1 ................ D-11 Líquido dos freios ......Limitadores de carga ...........interruptor inercial .............. D-12 Líquido para direção hidráulica ..........A-55 ............................ E-4 Luzes de posição e faróis ...........................A-116 F-5 F .............................................revisão ....cinto de segurança ........................freio de mão acionado ..............nível insuficiente de gasolina no reservatório de partida a frio ..

A-25 ................ D-2 Pneu ............... E-18 Produtos utilizados e suas características.......................A-77 Plano de manutenção programada ........... E-11 Motor ...... E-14 Piloto automático .................................................................. D-5............ C-12 Partida com manobras por inércia .....................Botões de comando ............................B-9 Nível insuficiente de gasolina no reservatório de partida a frio .........................A-9 Porta-objetos ............A-87 Porta-óculos ................................................ 3 Outros conselhos sobre emissões........................... E-17 Os símbolos para uma direção correta................................................................................................................................................................................A-87 Portas laterais ..................A-88 Portas ..............................B-12 Motor de partida .........................B-16 Óleo do motor .............B-10 F-6 ..A-86 Porta-luvas .........A-111 Predisposição para sensor de estacionamento .........................A-88 Posição dos fusíveis....................... E-18 Proteção do meio ambiente ...............B-1 Pesos ........A-20 Palhetas dos limpadores ... D-23..B-2 Para-sóis .A-54 No posto de abastecimento ................A-116 Proteção dos dispositivos que reduzem as emissões..A-87 Partida com bateria auxiliar ............................A-25 Painel de instrumentos .........A-96 ........ D-27 Para desligar o motor .... C-2 Porta-copos .......A-113 Observações gerais sobre o reboque............................................abertura de emergência .....................................A-113 Predisposição para faróis auxiliares...A-26 Modo de dirigir ..................................A-18 Primeira página do menu ............................................................A-113 Pressão de calibragem dos pneus frios ....A-43 Produtos lubrificantes ............ D-17 Possível presença de gelo nas estrada ...........A-25 .................A-82 Predisposição para instalação do rádio .............................................A-83 Porta-malas .Menu de setup da tela Multifuncional.......A-97 Porta-objetos das portas .. E-9 Pré-tensionador .....................C-1 Partida com o motor quente ................................................ B-12.... E-3 My car Fiat ..............................................C-1..........Tela standard ............ E-9 Pressão dos pneus ..................................................................A-26 Menu principal do My car.........B-1 Partida do motor ...............A-30 Menu de setup do My car .................................A-56 Predisposição para alarme..........................

.....................A-1 Solicitação de controles remotos adicionais...A-8 Relógio ..............alinhamento da direção ...................A-41..........................A-4 F-7 F .... D-26 Ruídos veiculares ...........A-35 Regulagem do relógio . 6 .......A-117 Seleção de uma entrada do menu.........A-28 Regulagem dos bancos ....A-10 Rodas e pneus ........pegar ferramentas .................................................... A-76 Sensor de chuva . D-22 .......................A-79 Serviços adicionais ....C-13 Se precisar rebocar o veículo .......indicações gerais ...........................C-6 . A-33......A-28 Regulagem do volume buzzer ............................................................ D-5 Simbologia .................................... D-17 Seção de identificação do veículo .......símbolos de proibição..................C-13 Se queimar um fusível ..C-14 Se precisar levantar o veículo............. D-25 .................. D-21.......C-6 Se descarregar a bateria ......C-12 Se furar um pneu.............balanceamento das rodas..pneus novos..... D-25 .....A-26 Seleção do idioma......... A-74 Saída do menu.................... D-21 ..........A-21 Recarga da bateria ............................A-47 Sair com o veículo .. E-10 Sistema Fiat CODE geração II....A-36 Sensor crepuscular ........Quadro de instrumentos ............rodízio das rodas ........................ 5 .............................................................C-2 Se houver feridos............B-5 Se apagar uma luz externa ou interna .......A-11 Retrovisor .....parafusos das rodas ................ E-1 Sensores de estacionamento ......................... E-8 ... 5 Sinal acústico ............................................... D-24 ....................tipos de lâmpadas ....C-13 Regulagem da iluminação interna do quadro de instrumentos....parar o veículo....................símbolos de perigo........................símbolos de obrigação ......... D-25 ...........símbolos de advertência ...A-117 Sistema antitravamento da rodas ABS ineficiente .............. 6 .....A-26...................................... D-13 Retrovisor eletrocrômico ............ A-41...A-45 Sistema antievaporação ....A-25 Regulagem da unidade de medida ................................A-57 Sistema elétrico ...................leitura correta dos pneus........A-54 Sistema de aquecimento/ ventilação ... A-34 Reserva de combustível .C-2 .............................................................A-8 Regulagens personalizadas .................durabilidade dos pneus ...................C-2 .....substituir a roda ..................................... 5 ..............A-53 Reservatório de gasolina para partida a frio .......C-2 .......

..........uso correto..............A-109 Unidade de medida ...A-49 Tubulações de borracha ... D-21 Velocidade limite ultrapassada ...............brake light.....................................................................................grupos óticos traseiros......Substituição da bateria da chave com controle remoto..................................luzes de posição .............................. E-5 Travamento elétrico das portas ............................grupos óticos dianteiros .............................................. E-6 Tipo e número do chassi .A-49 .......................... D-8 Volante...............C-9 ....................... B .............C-9 ...A-52 Velocímetro....A-29 Tela standard do My Car .......................................A-85 Transporte de crianças em segurança .........................A-46 Window bag .......plafoniera do porta-malas . A-61 Verificação dos níveis do motor ................................... D-17 Substituições fora do plano ..............A-29 Teto solar ..........A-59...............procedimento de início de viagem ............... E-1 Tipo e número do motor ...........................C-10 ......................C-10 Substituição de lâmpada interna ...........A-93 F-8 Veículo .....indicadores de direção..............A-22 Ventilação no habitáculo .. D-5 Suspensões .............C-11 Substituição dos fusíveis ..........................plafoniera dianteira ..........................A-28................................saída do Trip .......................A-5 Substituição da lâmpada externa ............A-89 Trip computer .............. E-1 Tomada de corrente ...........B-4 Utilização do sistema de climatização.................luzes de ré ..................... A-35 Uso correto do veículo .C-8 ....... B Uso do câmbio.....C-8 ...luz de neblina .luz de placa ..nova contagem ..........................A-10 Volume das teclas ....faróis baixos e altos .............................C-10 .........A-17 Transmissão...A-49 ..A-48 .. D-26 Velas ....C-11 .....C-9 .....A-66 Tela multifuncional do My Car .....................................C-8 ...

NOTAS F F-9 .

NOTAS F-10 .

F .

.

1001 FIAT Automóveis S. ligue ou mande um fax para: Central de Relacionamento Fiat Fone: DDG (0800) 707 . Assistência Técnica Rodovia Fernão Dias.br Produzido pela Ark Br Este veículo está em conformidade com o PROCONVE .MG CEP 32501-970 Internet: http://www. de qualquer parte do Brasil. km 429 .A.com. .Programa de Controle de Poluição do Ar por Veículos Automotores.fiat.Se você deseja entrar em contato conosco.Betim .1000 Fax: DDG (0800) 707 .

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