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Apostila Lab Eap - Cefet-mg - 2012 - Parte 1

Apostila Lab Eap - Cefet-mg - 2012 - Parte 1

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i

C a m p u s V I I I – V a r g i n h a
Curso Técnico de Mecatrônica

Disciplina (aulas teóricas e práticas):
EAP – Eletrônica Analógica e de Potência



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ANDRÉ BARROS DE MELLO OLIVEIRA
VARGINHA – 2012
Parte 1 (1º Semestre)
Diodos e Transistores


Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores
ii

























C a m p u s VIII

Av. dos Imigrantes, 1000. Bairro Vargem. CEP: 37.022-560 – Varginha.
Homepage: http://www.varginha.cefetmg.br

CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica
iii
Prefácio


Este texto tem por objetivo principal oferecer um material de referência para as aulas práticas
de Eletrônica Analógica e de Potência, do Curso Técnico de Mecatrônica.
Ao todo são 12 (doze) guias de aulas, abordando aplicações dos componentes diodos e
transistores, numa seqüência que possibilita ao aluno consolidar os conceitos teóricos vistos em sala
de aula. Serão vistas aplicações como: retificadores, portas lógicas, ceifadores e grampeadores de
tensão, filtros capacitivos, sinalização através de diodos LED, reguladores de tensão com diodos
zener, transistores como chave acionando relés eletrônicos e em circuitos reguladores de tensão etc.
É importante que o leitor tenha como pontos de partida os conceitos fundamentais de
eletricidade básica e de circuitos elétricos. Vale salientar que o presente texto é apenas um
complemento para a vasta literatura técnica da área de Eletrônica Analógica e de Potência. As
referências bibliográficas são, além de base desta obra, muito enriquecedoras em aspectos teóricos e
práticos. O bom aluno deve sempre ler e pesquisar os assuntos referentes a esta disciplina do curso
nos excelentes livros editados em português, além de apostilas e tutoriais disponíveis na Internet.
Pede-se a compreensão dos alunos e professores pelos eventuais erros. Assim sendo, são
imensamente bem-vindas as críticas, sugestões e correções, que certamente contribuirão para a
melhoria deste material didático.


Varginha, fevereiro de 2012.


Professor André Barros de Mello Oliveira.
E-mail: mellogalo@gmail.com
Espaço virtual: mellogalo.4shared.com









Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores
iv


























C a m p u s VIII




CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica
v
Agradecimentos


Em primeiro lugar, agradeço a Deus pelo dom da vida e por ter me proporcionado saúde e
vontade para realizar este trabalho.
Agradeço aos professores Márcio Silva Basílio, diretor geral do CEFET-MG, Fernando
Teixeira Filho, diretor do Campus VIII – Varginha e Wanderley Xavier Pereira, coordenador do curso
técnico de Mecatrônica, pelo constante incentivo para a produção de um material didático de
qualidade.
Agradeço ao técnico de laboratório da área Eletro-Eletrônica, Antônio Carlos Borges, pelo
constante apoio durante a elaboração de várias aulas práticas e também aos alunos das disciplinas
Circuitos Elétricos e Eletrônica (curso de Informática Industrial, onde lecionei até 2009), e das
disciplinas Circuitos Elétricos e Eletrônica Analógica e de Potência (curso técnico de Mecatrônica),
pelas dicas de melhoria e pelas correções das transparências e guias de aulas teóricas (material de base
para este texto) e dos guias de aulas práticas anteriores.
Por último, um agradecimento especial à Gráfica do CEFET-MG localizada no Campus I, em
Belo Horizonte, que sempre nos atendeu com ótimos serviços de impressão e encadernação, sempre
dentro do prazo.

André Barros.















Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores
vi



























C a m p u s VIII





CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica
vii
BIOGRAFIA


André Barros de Mello Oliveira nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais, em 17 de julho de 1969.
Formou-se em Engenharia Industrial Elétrica pelo Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas
Gerais (CEFET-MG), em dezembro de 1992. Obteve o título de Mestre em Engenharia Elétrica pela
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em dezembro de 1998, na área de Eletrônica de
Potência. Atuou como professor em Escolas de formação técnica em Belo Horizonte, como o SENAI,
a Utramig, o SESI e o CEFET-MG, até 2001. De 2001 a 2006 foi professor/pesquisador nos cursos de
Engenharia de Telecomunicações e de Engenharia Elétrica do Centro Universitário de Belo Horizonte
(Uni-BH). Desde outubro de 2006 é professor do CEFET-MG em Varginha (campus VIII), tendo
atuado nos cursos técnicos de Informática Industrial e Mecatrônica, até 2009. Atualmente é professor
no curso técnico de Mecatrônica, onde, além de ministrar aulas, orienta alunos de Iniciação Científica
e no Estágio Supervisionado.





















Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores
viii






















“Um país se constrói com Homens e Livros.”
(Monteiro Lobato)


“Há grandes homens que fazem
com que todos se sintam pequenos.
Mas o verdadeiro grande homem é aquele
que faz com que todos se sintam grandes.”
(Gilbert Keith Chesterton)

CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica
ix
Alfabeto Grego




"Escola de Atenas", Rafael Sanzio. Retrata filósofos gregos e personalidades da época do pintor.
Fonte: http://www.drsa.com.br/wp-content/uploads/2010/10/escola_atenas_rafael.jpg.


Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores
x



CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica
xi
Sumário
Aula Prática 1 – Formas de Onda de CA. Medição e Cálculo de Valores Característicos. (médio e eficaz).
Uso do Osciloscópio Digital. .................................................................................................................................. 1
1.1 - Objetivos..................................................................................................................................................... 1
1.2 – Introdução – Valor Médio e Valor Eficaz de um Sinal Periódico ............................................................. 1
1.3 – Parte Prática – Medições via Osciloscópio ............................................................................................... 2
Aula Prática 2 – A Curva Característica do Diodo Retificador (I x V) ............................................................ 9
2.1 – Objetivos .................................................................................................................................................... 9
2.2 – Material Utilizado ..................................................................................................................................... 9
2.3 – Parte Prática - Procedimentos .................................................................................................................. 9
2.4 – Curva I x V do diodo através do Osciloscópio ........................................................................................ 10
Aula Prática 3 – Diodos LED e Display de 7 segmentos ................................................................................... 15
3.1 - Objetivos................................................................................................................................................... 15
3.2 - Material Utilizado .................................................................................................................................... 15
3.3 – Acionando um Diodo LED ....................................................................................................................... 15
3.4 – O Display de Sete Segmentos ................................................................................................................... 17
Aula Prática 4 – Portas Lógicas com Diodos ..................................................................................................... 19
4.1 – Objetivo ................................................................................................................................................... 19
4.2 – Material Utilizado ................................................................................................................................... 19
4.3 – Parte Prática ........................................................................................................................................... 19
Aula Prática 5 – Retificador Monofásico de ½ onda e de onda completa – Carga R e RC ........................... 23
5.1 – Medições de Parâmetros com o Osciloscópio ......................................................................................... 23
5.3 – Formas de onda nos circuitos – verificação e análise ............................................................................. 24
5.1 – Cálculos e Considerações Finais............................................................................................................. 25
Aula Prática 6 – Circuitos Limitadores e Grampeadores de Tensão .............................................................. 29
6.1 – Objetivo ................................................................................................................................................... 29
6.2 – Material Utilizado ................................................................................................................................... 29
6.3 – Parte Prática - Procedimentos ................................................................................................................ 29
Aula Prática 7 – Regulador de Tensão com Zener: operação e medições ...................................................... 35
7.1 – Objetivos .................................................................................................................................................. 35
7.2 – Procedimentos ......................................................................................................................................... 35
Aula Prática 8 – Transistor de Junção Bipolar: polarização fixa e operação como chave ........................... 39
8.1 – Objetivos .................................................................................................................................................. 39
8.2 – Material Utilizado ................................................................................................................................... 39

Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores
xii
8.3 – Procedimentos ......................................................................................................................................... 39
Aula Prática 9 – O Transistor Bipolar como chave acionando um Relé Eletrônico. Uso do Optoacoplador
4N25. ..................................................................................................................................................................... 47
9.1 - Objetivos................................................................................................................................................... 47
9.2 – Material Utilizado ................................................................................................................................... 47
9.3 – Introdução ............................................................................................................................................... 47
9.4 – Parte Prática ........................................................................................................................................... 49
Aula Prática 10 – O TJB operando como chave no acionamento de cargas através de relés eletrônicos .... 53
10.1 – Objetivos ................................................................................................................................................ 53
10.2 – Procedimentos ....................................................................................................................................... 53
Aula Prática 11 – Regulador de Tensão com Transistor (tipo Série) .............................................................. 59
11.1 – Objetivos ................................................................................................................................................ 59
11.2 – Material Utilizado ................................................................................................................................. 59
11.3 – Introdução ............................................................................................................................................. 60
11.4 – Parte Prática ......................................................................................................................................... 61
Aula Prática 12 – Regulador de Tensão 7812. Relé Temporizado acionado por TJB ................................... 63
12.1 – Objetivos ................................................................................................................................................ 63
12.2 – Material Utilizado ................................................................................................................................. 63
12.3 – Introdução ............................................................................................................................................. 64
12.4 – Parte Prática ......................................................................................................................................... 64
12.5 – Questões................................................................................................................................................. 65
Referências Bibliográficas .................................................................................................................................. 67
Apêndice I – Plano de Ensino da Disciplina Eletrônica Analógica e de Potência .......................................... 69
Apêndice II – Códigos de Cores de Resistores – 4 e 5 Faixas .......................................................................... 73
Apêndice III – Principais diodos ZENER - Parâmetros .................................................................................. 75
Apêndice IV – A Matriz de Contatos (protoboard) .......................................................................................... 77



CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica
1
Aula Prática 1 – Formas de Onda de CA. Medição e Cálculo de Valores Característicos.
(médio e eficaz). Uso do Osciloscópio Digital.



A Au ul la a

1
1
Formas de Onda de C. A. Medição e Cálculo
de Valores Característicos (médio e eficaz).
Uso do Osciloscópio Digital.


1.1 - Objetivos

1.1.1 – Conhecer a ementa das aulas práticas da disciplina Eletrônica Analógica e de Potência,
incluindo o trabalho final (montagem de um circuito em placa de circuito impresso).
1.1.2 – Efetuar medidas com o osciloscópio e anotar os valores característicos de sinais de CA, obtidos
através de um gerador de sinais – vide Figura 1.1 – aplicados a uma carga resistiva pura.
1.1.3 – Compreender os significados dos parâmetros médio e eficaz de um sinal periódico e calcular
estes valores para um sinal senoidal e um sinal triangular.


Figura 1.1 – Sinais periódicos obtidos em um gerador de sinais típico.

1.2 – Introdução – Valor Médio e Valor Eficaz de um Sinal Periódico

a) Valor Médio de um sinal periódico:

V
DC
= V
med
÷
}
=
T
DC
dt t v
T
V

0
) (
1
(1.1)

De um modo mais simples,
DC
Área da função num período T
V
período T
= ·

b) Valor Eficaz de um sinal periódico (ou valor RMS, do inglês Root Mean Square):

Seja um sinal de tensão v(t) periódico. O seu valor eficaz, V
ef
ou V
RMS
é uma medida de sua
eficácia em liberar potência para um resistor de carga, ou seja, para uma tensão senoidal, por exemplo,
o seu valor eficaz de 127 V equivale à uma tensão média (ou contínua) de 127 V que, aplicada a um
resistor, libera a mesma quantidade de calor pelo efeito Joule (DORF, 2003).
Matematicamente,

V
ef
=
}
=
T
RMS
dt t v
T
V

0
2
) (
1
(1.2)


Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores
2
Nesta primeira aula prática do curso serão feitas medições de dois sinais CA, um senoidal e
outro triangular, obtidos através de um gerador de funções (ou gerador de sinal). Os valores medidos
deverão ser anotados para posterior comparação com os valores teóricos, calculados através das
equações apresentadas acima.


1.3 – Parte Prática – Medições via Osciloscópio

Medição 1 – Seja um sinal senoidal de 3 V
p
, 1 kHz, aplicado a uma carga resistiva, conforme ilustra a
montagem do circuito na Figura 1.2a.

a) Desenhar o aspecto deste sinal (Figura 1.2b), identificando:

Período (T) em ms: T = _______ ms.
Amplitude (valor de pico-a-pico): V
pp
= ______ V.



(a) (b)

Figura 1.2 – (a) Esquema de ligação para leitura do sinal a ser medido. (b) Aspecto do sinal (esboço).


Conexão do gerador de forma de onda com freqüência variável

Ligar através de um fio apropriado para o protoboard o pino D2 do conector D ao resistor R do
circuito da Figura 1.2 (veja a Figura 1.3, onde o slot D indica a seção de comunicação analógica e
DSP, saída do gerador de funções do módulo universal 2000 - Datapool
®
).




Figura 1.3 – Alimentação do cartão EAC-02 com sinal
de onda quadrada obtido do gerador de funções.



CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica
3
Ajuste do sinal do gerador de sinais

Com a chave de simetria, CH3, em OFF, fazer o ajuste do sinal de entrada em 4 V
RMS
, no
formato senoidal. Verificar o ajuste de OFFSET (simetria do sinal em relação ao eixo do tempo –
Figura 1.4).

Figura 1.4 – Ajuste de Simetria da forma de onda:
terceiro cursor da esquerda para a direita.

Se for utilizado o multímetro para medir a freqüência do sinal de entrada, selecionar o calibre
20 k com os cabos para medição de tensão.
O ajuste da forma de onda – SENOIDAL – é obtido através de uma chave, localizada próxima
ao conjunto de chaves de ajuste de freqüência – veja a Figura 1.5.


Figura 1.5 – Painel do módulo para ajuste de freqüência e do formato do sinal. Detalhe
para o conjunto de chaves para ajuste em escalas da freqüência (com ajuste fino).

Para alterar o valor da freqüência, utilizar as chaves de ajuste da freqüência (o aspecto do
conjunto é ilustrado no quadro da Figura 1.5).
Por exemplo, para o ajuste da primeira freqüência, em 10 Hz, as chaves deverão estar
ajustadas totalmente à esquerda (até 10 kHz, com ajuste fino até 100 Hz). Verifique pelo osciloscópio.



Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores
4
b) Medir e anotar na Tabela 1.1 os seguintes valores, através do osciloscópio:

Tabela 1.1.
Período (T) [ms] V
DC
[V] V
ef
ou V
rms
[V]



Uso do MENU Cursores, disponível no osciloscópio (Figura 1.4).

Procedimento – medida do período:

- Apertar o botão CURSORES (ver a
Figura 1.6, para o osciloscópio
Tektronix, modelo TDS 2002B);
- Marcar tipo = TEMPO e origem = CH2,
utilizado para medição da curva senoidal
v
R
(t) no resistor;
- fixar o cursor de CH1 no meio da tela,
através do botão de ajuste acima do botão
PRINT, após selecionar no menu do
display cursor 1 (ver exemplo na Figura
1.7);
- assim, o cursor 1 estará com ∆t (Delta)
= 0,00 s e o cursor 2 será movimentado
pelo usuário ao longo da curva da tensão
v
R
(t), posicionado de modo a indicar o
período do sinal senoidal em questão.

Figura 1.6 – Acesso ao menu Cursores. Botões para
acessar funções de medida de cursor no osciloscópio
utilizado.




Figura 1.7 – Exemplo de medida de tempo (∆t) com o uso da função CURSORES.


CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica
5
Medição 2 – Sinal Triangular variando de 0 a 3 V
p
, em 1 kHz – Figura 1.8.



Medidas obtidas:

Período (T)

[ms]
V
DC
[V]
V
ef
= V
rms
[V]



Figura 1.8 – Medidas características para um sinal triangular.




Formas de Onda de C. A. Medição e Cálculo
de Valores Característicos (médio e eficaz).
Uso do Osciloscópio Digital.


1.1 - Efetuar os cálculos dos valores médio e eficaz do sinal senoidal da medição 1, através das
Equações (1.1) e (1.2).

















Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores
6







1.2 – Repetir o item anterior para o sinal triangular.



















1.3 – Como foi obtido no gerador de sinais o sinal triangular variando de 0 a 3 V
p
?







CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica
7
1.4 – Conclusões

Elaborar e redigir as conclusões às quais o grupo chegou. As experiências de laboratório têm o
objetivo de oferecer informações reais, a partir da manipulação dos componentes e montagens, para
consolidar o aprendizado teórico e prover contato com a prática. A discussão das experiências feitas
em grupo deve oferecer o subsídio necessário para a elaboração de conclusões consistentes, que são a
parte mais importante do relatório.





















Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores
8


CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica
9
Aula Prática 2 – A Curva Característica do Diodo Retificador (I x V)
A Au ul la a

2
2
A Curva Característica do
Diodo Retificador (I x V)


Grupo de trabalho (nome completo) Matrícula
1.
2.
3.
4.
5.

Turma: Modalidade: Data:
___/___/20___
Nota:


2.1 – Objetivos

2.1 - Efetuar o teste de um diodo com o multímetro;
2.2 - medir corretamente a corrente e a tensão no diodo conectado em um circuito série alimentado por
uma fonte de tensão CC variável;
2.3 - levantar experimentalmente medidas relativas à tensão e à corrente sobre um diodo retificador
para esboçar sua curva característica.
2.4 - verificar a curva característica do diodo através do osciloscópio, com operação no modo XY.

2.2 – Material Utilizado

1 resistor de 1 kO
1 diodo do tipo 1N4148 ou da série 1N 400X
1 multímetro digital
2 tomadas adaptadoras de 3 para 2 pinos
1 osciloscópio digital
1 fonte de tensão C.C. ajustável
Pontas de prova para os instrumentos de medição
(multímetro e osciloscópio)

2.3 – Parte Prática - Procedimentos

2.3.1 – Circuito 1: montagem do circuito da Figura 2.1 e preenchimento das Tabelas 2.1 e 2.2.

a) Testar o diodo direta e reversamente com o multímetro digital na
escala de resistências. Repetir o teste direto e reverso com o
multímetro operando na escala de teste de semicondutores.
R
D
= ______ O. R
R
= ______ O. V
F
= ______ V.
b) Montar o circuito da Figura 2.1.
c) Ajustar a tensão da fonte de alimentação V
f
a partir do valor seu
valor mínimo.

Figura 2.1
d) Medir a tensão sobre o diodo, V
D
e a corrente I
D
do circuito. Repetir os procedimentos anteriores
até completar as tabelas de polarização direta e reversa.

Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores
10
Tabela 2.1 – Dados para a região direta da curva I x V do diodo.
V
f
(V) 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 0,7 0,8 1,0 2,0 3,0 5,0 10,0 12,0
V
D
(V)
I
D
(mA)

Tabela 2.2 – Dados para a região reversa da curva I x V do diodo.
Valores de corrente: anotar com sinal negativo!
V
f
(V) -1 -2 -5 -8 -10
V
D
(V)
I
D
(mA)


2.4 – Curva I x V do diodo através do Osciloscópio

a) Montar o circuito da Figura 2.2 – utilizar o diodo 1N4148 (diodo rápido) e aplicar, através do
gerador de funções, um sinal triangular de 4 V
pp
em 1 kHz. Desenhar no oscilograma da Figura
2.4 o esboço deste sinal.




Figura 2.2 – Esquema do circuito para a
verificação da curva I
D
x V
D
do diodo.

Figura 2.3 – Oscilograma – esboço
da curva I
D
x V
D
do diodo.










Figura 2.4 – Esboço do sinal triangular de 4 V
pp
, 1 kHz aplicado ao circuito da Figura 2.2.


CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica
11
b) Medir o sinal referente à tensão no diodo pelo canal 1 (eixo x, horizontal) e ajustar o osciloscópio
para operar no formato XY;

c) medir o sinal referente à corrente no diodo (tensão em R1) através do canal 2 (eixo y, vertical);

d) observar a tela do osciloscópio e fazer um esboço da mesma no oscilograma da Figura 2.3.

e) alterar a amplitude de v
i
(sinal triangular) e observar o que ocorre com a curva I
D
x V
D
.









Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores
12

A Curva Característica do Diodo Retificador (I x V)


2.1 – Curva do Diodo

A partir dos dados levantados plotar no Excel
©
ou em um programa similar a curva
característica I x V do diodo retificador da experiência. Colar esta curva no espaço a seguir.







Espaço reservado para
a colagem do gráfico elaborado
em programa de computador







2.2 – Levantamento Técnico

Buscar em “datasheets” os dados principais do diodo utilizado na prática. Definir quais os
parâmetros são os principais na especificação do componente em questão.









CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica
13





2.3 – Conclusões

- Elaborar e redigir as conclusões às quais o grupo chegou.
- As experiências de laboratório têm o objetivo de oferecer informações reais, a partir da manipulação
dos componentes e montagens, para consolidar o aprendizado teórico e prover contato com a prática.
- A discussão das experiências feitas em grupo deve oferecer o subsídio necessário para a elaboração
de conclusões consistentes, que são a parte mais importante do relatório.























Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores
14


CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica
15
Aula Prática 3 – Diodos LED e Display de 7 segmentos
Aula
3
3
Diodos LED e Display
de 7 segmentos



Grupo de trabalho (nome completo) Matrícula
1.
2.
3.
4.
5.

Turma: Modalidade: Data:
___/___/20___
Nota:


3.1 - Objetivos

- Conhecer as características e modo de operação de um diodo LED;
- verificar o tipo (anodo comum e catodo comum), os terminais e a operação de um display de 7
segmentos.

3.2 - Material Utilizado

- 01 resistor de 220 ohms
- 01 resistor de 100 ohms
- 01 diodo LED (vermelho, verde ou amarelo)
- Fios (para conexão em protoboard)
- 01 protoboard
- 02 multímetros digitais
- Pontas de prova para os instrumentos de
medição


3.3 – Acionando um Diodo LED

Na Figura 3.1, vê-se o aspecto de um diodo LED, com destaque para o terminal de catodo
(mais próxima à parte chanfrada, no esquema). Esta é a maneira mais simples e direta de se identificar
o terminal de catodo (K). Outro modo é identificar o terminal maior no encapsulamento do LED, o
qual é o catodo (K), como mostra a Figura 3.2.



Figura 3.1 – Aspecto Físico do LED, com destaque para a parte chanfrada (lado do catodo).
Fonte: http://commons.wikimedia.org/wiki/File:LED,_5mm,_green_(unlabelled,_full).svg

Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores
16


Figura 3.2 – Fonte: http://viaspositronicas.blogspot.com/2009/06/led-faca-se-luz.html


Circuito para a polarização de um diodo LED

A Figura 3.3 apresenta um circuito para a polarização de um LED. Nesta montagem serão
medidas a tensão e a corrente diretas no dispositivo, de acordo com a variação da tensão aplicada.




Figura 3.3 – Polarizando um diodo LED. Medição de V
F
e I
F
= I
S
.

Etapas:

a) Identificar os terminais do LED, com o multímetro, polarizando-o corretamente (V
AK
> V
F
);
b) Montar o circuito da Figura 3.3, para o qual será adotado um resistor R
S
= 220 O.
c) Medir I
F
e V
F
no LED e anotar na Tabela 3.1.

Nota:
Para o correto dimensionamento do resistor limitador de corrente no LED, o valor de R
S
no
circuito da Figura 3.3 pode ser facilmente encontrado por:

S F
S
F
V V
R
I
÷
=


Tabela 3.1 – Parâmetros do LED (tensão e corrente) de acordo com a tensão aplicada.
V
S
aplicado (V)
Cor do LED: Vermelho Verde Amarelo
V
F
(V) I
F
(mA)
-5 V
-3 V
1 V
4 V
6 V


CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica
17
3.4 – O Display de Sete Segmentos

Outro componente que se encontra na bancada é um
display de sete segmentos de LED, cujo aspecto está apresentado
na Figura 3.4. Cada traço apresentado neste dispositivo
corresponde a um LED que deve ser aceso/acionado.
Para formar, por exemplo, o número 7 no display,
deverão ser acionados em 5 V os segmentos a, b e c.


Configurações ANODO COMUM e CATODO COMUM

A configuração anodo comum (Figura 3.5), é aquela onde
todos os segmentos ou diodos têm o seu terminal de anodo
ligados em comum. Logo, tais terminais só podem receber o sinal
+ 5 V, como ilustra a Figura 3.5, onde um resistor R é ligado em
série com a fonte, para dimensionar a corrente de cada LED do
display. A configuração catodo comum é vista na Figura 3.6.

Figura 3.4.


Figura 3.5 – Configuração ANODO COMUM de um display de sete segmentos.



Figura 3.6 – Configuração CATODO COMUM de um display de sete segmentos.


Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores
18
Parte Prática

a) Encontrar com o multímetro analógico a pinagem do display em bancada (anodo comum ou
catodo comum), com base nas representações apresentadas nas Figuras 3.5 e 3.6.

b) Montar números no display, lembrando de limitar a corrente com um resistor de 100 O no terminal
comum.


3.5 – Considerações Finais

















CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica
19
Aula Prática 4 – Portas Lógicas com Diodos
Aula
Portas Lógicas com Diodos

Grupo de trabalho (nome completo) Matrícula
1.
2.
3.
4.
5.

Turma: Modalidade: Data:
___/___/20___
Nota:



4.1 – Objetivo

Verificar a aplicação do diodo LED como dispositivo indicador na saída de circuitos lógicos
com diodos (portas AND e OR).

4.2 – Material Utilizado

01 resistor de 470 ohms
01 diodo LED (amarelo, verde ou vermelho)
02 diodos (1N4148 ou da série 1N400X)
01 protoboard
01 osciloscópio e 01 gerador de funções
fios (para conexão em protoboard)



4.3 – Parte Prática

4.3.1 – Portas Lógicas com Diodos – Saída lógica identificada pelo diodo LED

PORTAS AND e OR – CONVENÇÕES

Para as entradas A e B do circuito da Figura 4.1, adota-se como nível 0 binário o sinal de 0 V,
e para o nível 1 binário o sinal de 5 V.
A saída será representada no circuito por um diodo LED, o qual indicará o nível lógico 1
quando aceso (estado ON, ligado), e o nível lógico 0 quando apagado (OFF, desligado).



Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores
20

PORTA E (AND)

Esta função lógica apresenta nível alto na
saída (nível 1 binário) somente quando todas as
entradas estiverem em nível alto (ver a Tabela
4.1, e preencher o nível lógico esperado na
saída).

Expressão Booleana: S = A . B
(lê-se A e B ou A and B).

Figura 4.1.

Tabela 4.1 – Tabela-verdade – Porta AND.
Entradas Estado do LED Nível Lógico da Saída
A B ON ou OFF 0 = OFF e 1 = ON
0 0
0 1
1 0
1 1


PORTA OU (OR)

O circuito lógico com diodos que desempenha a função OU é mostrado na Figura 4.2. A saída
S apresenta um nível lógico alto na saída (1) quando qualquer das entradas estiver em nível alto.
Preencher a Tabela 4.2 (nível lógico esperado na saída).

A expressão Booleana do circuito é: S = A + B (lê-se A ou B ou A or B).


Figura 4.2.

Tabela 4.2 – Tabela-verdade – Porta OU.
Entradas Estado do LED Nível Lógico da Saída
A B ON ou OFF 0 = OFF e 1 = ON
0 0
0 1
1 0
1 1


CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica
21
Procedimentos:


a) Montar os circuitos das Figuras 4.1 e 4.2 para confirmar o nível lógico da saída de ambos.

b) Alimentar as entradas (A ou B) com sinais de 0 V (nível lógico 0) e 5 V (nível lógico 1).

c) Anotar na tabela verdade de cada circuito o estado do LED:

ligado (ON): nível lógico 1 ou
apagado (OFF), nível lógico 0, zero.

d) Inserir em uma das entradas uma onda quadrada (v
quad
) de 0 a 5 V, na freqüência de 10 Hz e na
outra um sinal de 0 V ou 5 V (alternar estes sinais), para visualizar pelo LED a saída lógica do
circuito.

Observações:

1) utilizar o gerador de funções do Módulo Universal 2000 AD – Fabricante: Datapool
®
(slot D,
pino D2).

Conexão da fonte v
i
(t), senoidal, com freqüência variável – ligar através de um fio apropriado para o
protoboard o pino D2 do conector D da seção de comunicação analógica e DSP (saída do gerador de
funções), como indica graficamente a Figura 4.3.

Pino D2: sinal de v
i
(t)

Figura 4.3 – Obtendo a tensão senoidal do gerador de funções.

2) Observação: para uma melhor visualização do sinal de onda quadrada, ajustar a base de
tempo em 50 ms / div.



Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores
22




Portas Lógicas
com Diodos

4.1 – Apontamentos

Para o circuito da Figura 4.1, calcular as correntes nos diodos retificadores e no diodo LED, para todas
as situações da Tabela 4.1. Preencher os resultados na Tabela 4.3.


Tabela 4.3 – Tabela-verdade – Porta AND.
Entradas Estado do LED Nível Lógico da Saída
I
D1

(mA)
I
D2
(mA)
I
LED
(mA)
A B ON ou OFF 0 = OFF e 1 = ON
0 0
0 1
1 0
1 1

- CÁLCULOS – Circuito da PORTA E (AND):

















CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica
23
Aula Prática 5 – Retificador Monofásico de ½ onda e de onda completa – Carga R e RC
Aula
Retificador Monofásico de ½ onda e de onda
completa – Carga R e RC (filtro capacitivo)
Grupo de trabalho (nome completo) Matrícula
1.
2.
3.
4.
5.

Turma: Modalidade: Data:
___/___/20___
Nota:


5.1 – Medições de Parâmetros com o Osciloscópio

Montar no protoboard o circuito
retificador de meia-onda (Figura 5.1,
chave S
1
aberta).
Medir e anotar na Tabela 5.1 os
valores indicados, sem filtro e com o
filtro capacitivo (chave S
2
aberta e
fechada, respectivamente).

Figura 5.1 – Retificador monof. com filtro capacitivo.
Dados: R = _____ Ω, C
1
= 22 µF e C
2
= 47 µF.

Tabela 5.1 – Medidas efetuadas no circuito da Figura 5.1, como retificador de ½ onda.
Tipo de carga I
DC
(multímetro)
Medidas com o Osciloscópio

V
DC
V
ripple p-p
V
rms

R: sem filtro
RC: C
1
= 22 µF
RC: C
2
= 47 µF

Para se obter o retificador monofásico de onda completa a partir da Figura 5.1, basta fechar a
chave S
1
. Na Tabela 5.2 devem ser anotados os valores característicos do circuito.

Tabela 5.2 – Medidas efetuadas no circuito da Figura 5.1, como retificador de onda completa.
Tipo de carga I
DC
(multímetro)
Medidas com o Osciloscópio

V
DC
V
ripple p-p
V
rms

R: sem filtro
RC: C
1
= 22 µF
RC: C
2
= 47 µF

Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores
24
5.3 – Formas de onda nos circuitos – verificação e análise

a) Medir com o osciloscópio, as formas de onda na entrada do retificador (secundário do
transformador), no diodo D
1
e na carga R, sem e com filtro capacitivo. Verificar, nas Figuras 5.2
5.3, o modo correto de ligação do terra do osciloscópio e das pontas de prova dos canais 1 e 2.

b) Anotar nos oscilogramas da Figura 5.4 as formas de onda indicadas.


Figura 5.2. Figura 5.3.

Formas de Onda (esboço) – Retificador Monofásico de Meia-onda

Carga Resistiva (sem filtro)

Carga RC, onde C = ________ µF

Figura 5.4 - Formas de Onda – Retificador Monofásico de Meia-onda – Carga R e RC.

CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica
25
Relatório: Aula 5 5
Retificador Monofásico de ½ onda e de onda completa – carga R e RC

5.1 – Cálculos e Considerações Finais

Efetuar os cálculos para os retificadores utilizados na aula prática para os dois valores de capacitor
eletrolítico utilizados. Comentar a respeito dos valores medidos e comparar os mesmas com os
cálculos efetuados.

Informações úteis:

Figura 5.5- (a) Retificador de ½ onda com filtro capacitivo. (b) formas de onda de
entrada (azul, senoidal) e de saída (vermelho, com decaimento exponencial).

1 – Retificador Monofásico - Carga R (resistiva)
Topologia de ½ onda,
onde VT = 0,7 V
(diodo de Silício)

max F
dc
V V
V
t
÷
~


max
2
F
rms
V V
V
÷
=



Topologia
de onda completa
(2 diodos, com
transformador
com Tap central)

max
2( - )
F
dc
V V
V
t
=


max
2
F
rms
V V
V
÷
=

Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores
26

Figura 5.6 – Detalhe da tensão de ripple (forma de onda linearizada)
para a saída de um retificador de meia-onda completa com filtro capacitivo.


Figura 5.7 - Forma de onda linearizada para a saída de um retificador
de onda completa com filtro capacitivo (BOYLESTAD, 2004).

2 – Retificador Monofásico - Carga RC (filtro capacitivo, capacitor em paralelo com o resistor)
* Para RC > T (ver Figuras 4.3 e 4.4, tensão na carga linearizada):

max
. . . .
1 . . .
DC
n RC f V
V
n RC f
=
+

Valor médio, onde n = 2 para topologia de ½ onda (M. O.)
e n = 4 para topologia de onda completa (O. C.).

( - )
max
=
2
riplle p p
dc
V
V V ÷

max
( )
max
( )
(M. O.)

(O. C.)
2
ripple pp
ripple pp
V
V
fRC
V
V
fRC
¦
=
¦
¦

´
¦
=
¦
¹


Componente AC da ondulação:
( )
2 3
ripple p p
ac
V
V
÷
=
Valor RMS (valor eficaz da ondulação):
2 2 2
rms ac dc
V V V = +

Fator de Ripple
%
100 %
ac
dc
V
FR
V
= ×



CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica
27

Figura 5.8 - Forma de onda na saída de um retificador de meia-onda com
filtro capacitivo – capacitor com valor baixo (NOVAES, 2002).


* Para RC < T (ver Figura 5.8, sinal na saída com decaimento exponencial):

Para o retificador de ½ onda:
/
( ) max max
T RC
ripple p p
V V V e
÷
÷
= ÷ ·


Para o retificador de onda completa:
/
( ) max max
T RC
ripple p p
V V V e
' ÷
÷
= ÷ ·


Onde T’ = T/2 (vale lembrar que o sinal retificado em OC tem o dobro da freqüência
do sinal retificado em MO).
Para um sinal senoidal da CEMIG, por exemplo, T’ é o período de saída, com f’ = 120
Hz (a frequência do sinal de entrada é f = 60 Hz).

Valor médio:

( - )
max
=
2
riplle p p
dc
V
V V ÷

Componente AC da ondulação:
( )
2 3
ripple p p
ac
V
V
÷
=

Valor RMS (valor eficaz da ondulação):
2 2 2
rms ac dc
V V V = +


Fator de Ripple (r ou FR)
%
100 %
ac
dc
V
FR
V
= ×

( )
o
DC DC

100% 100%
V V
r rms
V
valor eficaz de v
r = × = ×




Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores
28


CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica
29
Aula Prática 6 – Circuitos Limitadores e Grampeadores de Tensão
A Au ul la a
Circuitos Limitadores e
Grampeadores de Tensão



Grupo de trabalho (nome completo) Matrícula
1.
2.
3.
4.
5.

Turma: Modalidade: Data:
___/___/20___
Nota:


6.1 – Objetivo

Comprovar o funcionamento dos circuitos ceifadores e grampeadores.

6.2 – Material Utilizado

01 resistor de 1 kO
01 resistor de 100 kO
01 diodo da série 1N400X
01 capacitor eletrolítico de 100 µF
01 multímetro digital
01 Gerador de Funções
01 Osciloscópio digital
Pontas de prova para os instrumentos de medição.

6.3 – Parte Prática - Procedimentos

6.3.1 – Circuitos Ceifadores e Grampeadores.

a) Para o circuito das Figura 6.1, aplicar a forma de onda indicada e medir suas tensões de saída com
o osciloscópio, verificando seu comportamento.

b) Desenhar no oscilograma da Figura 6.2 os sinais v
i
(t) e v
o
(t).


R
v
i
(t)
v
o
(t)
+
-
- 5 V
-
D
1


Figura 6.1 – v
i
: onda triangular com 15 V
pp
, 1 kHz. Componentes: R = 1 kO e D = 1N4002.


Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores
30
v
i
(t)







v
o
(t)








Figura 6.2 – Esboço dos sinais v
i
(t) e v
o
(t) medidos no circuito da Figura 6.1.


c) Repita o mesmo procedimento para o circuito das Figura 6.3.

C
1
= 100 µF
v
i
(t)
v
o
(t)
+
-
+ 5 V
R
D
1


Figura 6.3 – Componentes: R = 100 kO, D = 1N4002 e C = 100 µF, eletrolítico.
Sinal de entrada: v
i
(t): onda quadrada, de 10 V
pp
(1 kHz).


d) Formas de onda: anotar, nos oscilogramas da Figura 6.4, as formas de onda dos sinais v
i
(t) e v
o
(t).

v
i
(t)







v
o
(t)








Figura 6.4 – Esboço dos sinais v
i
(t) e v
o
(t) medidos no circuito da Figura 6.3.

t (ms) t (ms)
t (ms) t (ms)

CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica
31
Relatório: Aula 6 6
Circuitos Limitadores e Grampeadores de Tensão

6.1 – Análise e Projeto de um circuito grampeador

6.1.1 – Para o circuito grampeador da Figura 6.1, seja o sinal de onda quadrada da Figura 6.5a, onde,
no instante t
7
, ocorreu uma interrupção do gerador de sinal. A partir daí a tensão de entrada ficou nula.
Desenhar o sinal de saída no oscilograma da Figura 6.5b e explicar a operação do circuito, por etapas.



(a)


(b)
Figura 6.5.






v
i
(t): onda quadrada, de 12 V
pp
(1 kHz)


Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores
32











6.1.2 – Qual é a tensão reversa neste circuito?





6.1.2 – Seja o circuito retificador da Figura 6.6, onde o diodo utilizado é ideal.


Figura 6.6 – Observação: v
i
(t) = V
max
sen et + V
DC
 Equação geral.


a) Qual é o componente contínuo (V
CC
ou V
DC
) do sinal v
i
(t)? Qual é o valor médio de v
o
(t)?








CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica
33

b) Qual será a forma de onda esperada para v
o
(t), dentre as alternativas mostradas na Figura 6.7?
Justifique.


Figura 6.7.











Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores
34


CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica
35
Aula Prática 7 – Regulador de Tensão com Zener: operação e medições
A Au ul la a
7
7
Regulador de
Tensão com diodo Zener:
operação e medições


Grupo de trabalho (nome completo) Matrícula
1.
2.
3.
4.
5.

Turma: Modalidade: Data:
___/___/20___
Nota:


7.1 – Objetivos

- Verificação da operação de um circuito regulador zener, considerando-se os parâmetros v
i

(tensão de entrada), R
S
(resistência limitadora de corrente), R
L
(resistência de carga) e os valores
nominais do diodo zener: tensão zener (V
Z
) e potência zener máxima (P
ZM
).
- Determinar experimentalmente o mínimo valor da tensão de entrada não-regulada (tensão de
saída de um filtro capacitivo) que fixa o diodo zener no estado de chave fechada e plotar o gráfico v
o
x
v
i
(gráfico da tensão de saída regulada).

7.2 – Procedimentos

7.2.1 - Verificar a conexão do transformador - ligação dos terminais T1, T2 e CT do módulo aos
terminais V
AC
da placa CEB-01.
7.2.2 – Fechar somente as chaves S1, S2 e S6 (posição ON) do micro switch. Nestas condições obtém-
se o circuito equivalente da Figura 7.1.


Figura 7.1 – Esquema do regulador de tensão com diodo zener.



Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores
36
7.2.3 – Ligar o terra do osciloscópio em PT0, o canal 1 em PT10 e o canal 2 em PT11.
7.2.4 – Ajustar a escala do osciloscópio, para melhor visualização dos sinais, como:

T/div: 5 ms Canal 1: 2V/div Acoplamento: DC
Canal 2: 2V/div Acoplamento: DC

7.2.5 – Sinais medidos/observados:

a) No canal 1 será observado o sinal de entrada não regulado que pode ser variado através do
potenciômetro P1 do módulo universal (no valor de 1 kO).
b) No canal 2 será observada a tensão de saída regulada pelo diodo zener (quando ligado).


7.2.6 – Medição da Tensão em R
L
e Gráfico v
o
x v
i
(gráfico da tensão de saída regulada).

a) Através do potenciômetro P1, regular a tensão de entrada (valores aproximados) de acordo com os
sugeridos na Tabela 7.1. Anotar na 2ª coluna os valores correspondentes da tensão de saída.


Tabela 7.1 – Tensões de Entrada e de Saída do Regulador de Tensão com Zener.
v
i
(tensão de entrada) v
o
(tensão de saída)
10
9
8
6
4



CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica
37
Relatório – AULA
7
7
Regulador de Tensão com
diodo Zener: operação e medições




7.1 – Gráfico v
o
x v
i
– Regulador Zener

a) Plotar no software Excel
®
ou similar o gráfico v
o
x v
i
e colar o mesmo no espaço abaixo.







Espaço reservado para
a colagem do gráfico elaborado
em programa de computador








b) Fazer o levantamento de dados técnicos do diodo zener com V
Z
= ______ V, com relação à
potência máxima e corrente máxima. Calcular o máximo valor de V
i
no resistor R
1
para o regulador
operar em condições nominais.













Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores
38
7.2 – PROJETO - Configuração com V
i
e R
s
fixos
Seja o circuito da Figura 7.2 e V
Z
= 5,1 V e P
Z
= 0,4 W (diodo zener 1N751).


Figura 7.2 - Esquema do circuito regulador zener.

a) Calcule a corrente máxima no zener.


I
ZM
= ________ mA.

b) Qual é a tensão nos terminais a e b suficiente para disparar o diodo zener?




c) Determinar então o valor de R
L
no circuito da Figura 5.2 que garanta que V
L
= V
Z
, considerando
V
i
= 9 V e R
S
= 560 ohms.





d) Após o cálculo de R
L
, selecionar abaixo o valor comercial mais próximo para a montagem do
circuito da Figura 7.2.

a. ( ) 560 O. b. ( ) 470 O. c. ( ) 680 O. d. ( ) 220 O. e. ( ) 820 O.




CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica
39
Aula Prática 8 – Transistor de Junção Bipolar: polarização fixa e operação como chave
A Au ul la a
8
8
Transistor de Junção Bipolar (TJB):
polarização fixa e operação como chave



Grupo de trabalho (nome completo)

Matrícula
1.
2.
3.
4.
5.

Turma: Modalidade: Data:
___/___/20___
Nota:


8.1 – Objetivos

- Teste do TJB com o multímetro, a fim de se identificar: 1) o tipo de transistor (npn ou pnp); 2) os
seus terminais: base (B), emissor (E) e coletor (C).
- Verificação da operação de um transistor de junção bipolar (TJB) operando como chave
(corte/saturação).
- Construção da reta de carga do TJB operando como chave (emissor comum): curva I
C
x V
CE
.

8.2 – Material Utilizado

Módulo universal 2000 – Fabricante: Datapool
®
Placa de experiências CEB-02
Multímetro (digital) – com função de teste de diodos Transistores BC 547 e BC 558

8.3 – Procedimentos

8.3.1 – Teste e Identificação dos Transistores

De posse dos componentes BC 547 e BC 548, efetuar o teste dos mesmos pelo multímetro
digital (pode ser utilizado também um multímetro analógico, mas os procedimentos são um pouco
diferentes).
Colocar o cursor do multímetro na escala de testes de semicondutores (aquela que possui um
diodo desenhado).
Colocar o TJB fixado no protoboard (um terminal em cada fileira - veja a Figura 8.1).
Os transistores podem ser testados utilizando-se o mesmo procedimento para os diodos,
medindo-se as junções base-coletor (V
BC
) e base-emissor (V
BE
).
O primeiro passo é encontrar a base (B) do TJB. A partir daí se identifica os dois diodos do
componente. Se, com a ponta vermelha (+) em um terminal e a ponta preta (-) em um dos outros dois,
se mediu um valor próximo de + 0,7 V, já se encontrou um diodo do TJB (Figura 8.2, modelo de um
TJB NPN com dois diodos – duas junções PN) .


Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores
40

Figura 8.1 – Exemplo de como fixar o TJB em um protoboard.

Mudando a ponta (-) do multímetro para o outro terminal, encontra-se o outro diodo, com uma
tensão também próxima de + 0,7 V. Neste caso o TJB será do tipo npn – veja a Figura 8.3). A base
então está no pino onde foi fixada a ponta vermelha (+).



Figura 8.2 – Modelo a dois diodos de um TJB npn.


Figura 8.3 – Símbolos do TJB npn e pnp.

A Figura 8.4 mostra os pinos de um TJB no encapsulamento TO - 92.
O próximo passo é identificar, continuando o caso do TJB npn, os terminais E e C. Como
se sabe da construção do TJB, o emissor é mais dopado, portanto, possui mais portadores livres.


CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica
41


Figura 8.4 – Vistas de topo e de perfil do TJB com o encapsulamento TO – 92.
Fonte: http://www.datasheetcatalog.org/datasheet/vishay/85113.pdf


Logo, a sua junção com a base terá um potencial de depleção ligeiramente maior que a da
junção base-coletor, BC. Daí encontra-se e se comprova que V
BE
> V
BC
.
A análise do TJB pnp segue a mesma metodologia.
Para a verificação da situação do componente (em bom estado ou danificado), se as junções
(diodos) apresentarem um potencial em torno de 0,7 V indica bom estado.
Se for marcado um valor baixo, igual ou próximo a 0 V, existe um "curto" ou se não houver
indicação no display, o transistor está "aberto" (indicação 1, ou OL, overload).



8.3.2 – Valores medidos e identificação dos TJBs

Anotar na Tabela 8.1 as medidas e observações.

Consultar a folha de dados (datasheet) dos transistores utilizados. Podem ser citadas como
referências na Internet:

TJB BC 546/47/48: http://www.datasheetcatalog.org/datasheet/philips/BC546_547_3.pdf
TJB BC 546/47/48: http://www.datasheetcatalog.org/datasheet/fairchild/BC558.pdf



Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores
42

Tabela 8.1 – Transistores utilizados para teste e principais parâmetros.
Transistor
(vista de frente)
Tipo (NPN ou PNP) e
símbolo (desenho)
Valores caracteríticos: ganho | (ou h
FE
, mínimo
e máximo), I
Cmax
, V
CEO
, V
CBO
e P
C
(mW)








8.3.3 – Polarização do TJB pela base e medição do ganho de corrente (|
DC
)

a) Desligar o módulo universal 2000 e instalar a placa CEB-02 no slot E ou F. Colocar as chaves S
2
, S
3

e S
4
do dip switch localizado na placa na posição fechada (ON) e as demais na posição aberta, de
modo que se tenha o seguinte estado: S
1
S
2
S
3
S
4
S
5
S
6
S
7
S
8
= 01110000. O circuito equivalente obtido na
placa CEB-02 é ilustrado na Figura 8.5.



Os valores dos parâmetros deste circuito são:

R
B
= R
4
= 560 kO; R
C
= R
2
= 1 kO;

V
BB
= 12 V e V
CC
= 12 V.

O TJB utilizado no módulo (Q
1
): BC 548.
Os pontos de medida na placa CEB-02 são:
Base (B): PT1
Coletor (C): PT2
Emissor (E): PT3
Terra (GND): PT0. Figura 8.5.

b) Ligar o módulo e efetuar as medidas (anotar):

V
BE
= ____________ V e V
CE
= ____________ V



CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica
43
8.3.4 – Operação do TJB como Chave


Com a placa CEB-02 ainda instalada, mudar a posição das chaves do dip switch de maneira
que somente a chave S
4
fique na posição fechada (ON). Assim obtém-se o circuito equivalente da
Figura 8.6, onde, no circuito de saída, está ligado um LED em série com o resistor de coletor (R
2
).


Figura 8.6 – Circuito do TJB
operando como chave.
Procedimentos:

a) Fechar e abrir sucessivamente a chave Ch1 (ou S1). O
que ocorre com o diodo LED?












b) Medir o sinal V
CE
e anotar:

V
CE
= __________ V (chave fechada, saturação)

V
CE
= __________ V (chave aberta, corte)

Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores
44
Relatório – AULA
8
8
Transistor de Junção Bipolar (TJB): polarização
fixa e operação como chave (corte e saturação)



a) Efetuar os cálculos de I
B
, I
C
e |
DC
para o circuito da Figura 8.5 (polarização do TJB pela base).






b) Traçar a Reta de Carga do circuito da Figura 8.5 na curva característica do TJB (Figura 8.7). Indicar
todos os parâmetros e o ponto quiescente (Q) de operação do TJB.

Figura 8.7 - Curva I
C
x V
CE
- TJB como chave (corte e saturação).

Cálculos:







CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica
45
c) Qual é a máxima corrente que circula pelo diodo LED no circuito da Figura 8.6?




d) Redesenhar o circuito da Figura 8.6 inserindo uma fonte com um sinal de onda quadrada, variando
de 0 a 5 V, em uma freqüência de 1 Hz, para alimentar a base do TJB. Explicar a operação do circuito.































Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores
46


CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica
47
Aula Prática 9 – O Transistor Bipolar como chave acionando um Relé Eletrônico. Uso
do Optoacoplador 4N25.

A Au ul la a
9
9

O Transistor Bipolar como chave
acionando um relé eletrônico. Uso
do Optoacoplador 4N25.



Grupo de trabalho (nome completo) Matrícula
1.
2.
3.
4.
5.

Turma: Modalidade: Data:
___/___/20___
Nota:


9.1 - Objetivos

- Comprovar o funcionamento do transistor bipolar como elemento chaveador acionando um relé;
- comprovar o funcionamento do circuito integrado 4N25 (optoacoplador) acionado por um sinal de
onda quadrada.

9.2 – Material Utilizado

01 resistor de 47 O
01 resistor de 100 O
01 resistor de 470 O
01 resistor de 1 kO
01 diodo 1N4148
01 transistor BC 547 ou equivalente
01 diodo LED (vermelho)
01 acoplador óptico 4N25
01 relé 12 V
CC

01 multímetro digital
01 fonte de tensão C.C. ajustável
01 gerador de funções
01 osciloscópio
02 tomadas adaptadoras (3 para 2 pinos)
Pontas de prova para os instrumentos de medição

9.3 – Introdução

9.3.1 – Relés Eletromecânicos – Aspectos Básicos

Os relés são dispositivos comutadores eletromecânicos. A estrutura simplificada de um relé é
mostrada na Figura 9.1 (BRAGA, 2005).
Nas proximidades de um eletroímã é instalada uma armadura móvel que tem por finalidade
abrir ou fechar um jogo de contatos. Quando a bobina é percorrida por uma corrente elétrica é criado

Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores
48
um campo magnético que atua sobre a armadura, atraindo-a. Nesta atração ocorre um movimento
que ativa os contatos, os quais podem ser abertos, fechados ou comutados. A aplicação mais
imediata de um relé com contato simples é no controle de um circuito externo ligando ou desligando-
o, conforme mostra a Figura 9.2. Observe o símbolo usado para representar este componente.

Figura 9.1 - Aspecto de um relé eletromecânico (BRAGA, 2005).


Figura 9.2 - Relé controlando um circuito de potência (BRAGA, 2005).

Quando a chave S
1
for ligada, a corrente do gerador E1 pode circular pela bobina do relé,
energizando-o. Com isso, os contatos do relé fecham, permitindo que a corrente do gerador E2 circule
pela carga, ou seja, o circuito controlado que pode ser uma lâmpada. Para desligar a carga basta
interromper a corrente que circula pela bobina do relé, abrindo para isso S
1
.
Uma das características do relé é que ele pode ser energizado com correntes muito pequenas
em relação à corrente que o circuito controlado exige para funcionar. Isso significa a possibilidade de
controlarmos circuitos de altas correntes como motores, lâmpadas e máquinas industriais, diretamente
a partir de dispositivos eletrônicos com sinais baixos de corrente, como por exemplo transistores,
circuitos integrados, fotoresistores etc.

9.3.2 – Acopladores Ópticos

A respeito dos dispositivos optoacopladores ou acopladores ópticos, são componentes que
possibilitam a transferência de um sinal de controle ou mesmo de um sinal que carrega uma
informação, de um circuito para outro, sem a necessidade de acoplamento elétrico (BRAGA, 2005). O

CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica
49
sinal é transferido por um feixe de luz produzido por um emissor LED e recebido por um sensor, que
pode ir desde um foto-diodo até um foto-diac.
A entrada de sinal é feita por um LED, o qual deve ser convenientemente excitado para
produzir radiação em um nível que possa excitar o sensor. Assim, deve-se levar em conta a tensão
mínima que deve ser aplicada ao LED para sua condução, bem como a corrente mínima a fim de se
obter a excitação do sensor.
Em todo caso, deve haver um resistor limitador de corrente no circuito de entrada, e seu valor
pode ser calculado levando-se em conta a corrente máxima no LED.
Com relação à saída, as principais características que devem ser observadas no foto-transistor
são a corrente de coletor e a máxima tensão entre emissor e coletor.
Além dessas características estáticas do transistor, é importante considerar suas características
dinâmicas, uma vez que muitas aplicações de interfaceamento e controle a transferência de sinais
ocorre a taxas muito elevadas.
Assim, em qualquer projeto que envolva acopladores ópticos e que opere em alta velocidade,
os tempos de resposta do sensor e do próprio emissor devem ser levados em conta. Em geral, o foto-
emissor (LED) pode operar numa faixa que se estende até vários MHz, mas a resposta do transistor
depende de sua polarização. Quando se deseja aumentar a velocidade de resposta, pode-se
simplesmente aumentar o nível de corrente nesse componente. No entanto, tipicamente o foto-
transistor não tem bom desempenho trabalhando com freqüências acima de 600 Hz.


9.4 – Parte Prática

9.4.1 - O transistor bipolar acionando um relé eletromecânico de 12 V.

Na Figura 9.3 é ilustrado o esquema da montagem 1, onde um relé de 12 V é acionado por um
transistor bipolar operando como chave.

Observação: usar como V
2
a fonte fixa de 5 V da fonte de tensão (bornes à direita).


Figura 9.3 - O transistor bipolar acionando uma carga através de um relé eletromecânico.



Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores
50
Tabela 9.1 - Medições a serem efetuadas para o circuito da Figura 9.3.
Situação 1 - Chave S
1
fechada
V
CE
(V) I
C
(mA) V
RL
(V) I
RL
(mA)

Situação 2 - Chave S
1
aberta
V
CE
(V) I
C
(mA) V
RL
(V) I
RL
(mA)



9.4.2 - Uso do acoplador óptico 4N25

A segunda montagem é apresentada pela Figura 9.4 – circuito para operação com pulsos.
Notar a identificação dos pinos do circuito integrado 4N25.
Sinais envolvidos:

Ponto A: sinal de entrada v
i
, onda quadrada de 0 a 10 V
p
, obtida através do gerador de
funções, em 5 Hz (usar uma base de tempo de 50 ms no osciloscópio, para uma melhor visualização).
Observação: fazer o ajuste da tensão de 10 V
pp
através do ajuste de off-set.

Ponto B: sinal de saída v
o
(t), a ser medido no pino 4 do circuito integrado do acoplador
óptico 4N25.



Figura 9.4 - Montagem 2: aplicação do acoplador óptico 4N25
com um sinal de onda quadrada na entrada (ponto A).

Medir, para o circuito da Figura 9.4, os sinais nos pontos A e B e plotar o seu aspecto na Figura 9.5.
NOTA: aterrando o resistor de 470 ohms, o sinal de v
B
melhora (verifique).


CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica
51



Figura 9.5 – Formas de onda de entrada e de saída para o acoplador óptico 4N25 – circuito da Figura 9.4.






Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores
52


CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica
53
Aula Prática 10 – O TJB operando como chave no acionamento de cargas através de
relés eletrônicos
A Au ul la a
1
1
0
0
O TJB operando como chave no acionamento
de cargas através de relés eletrônicos



Grupo de trabalho (nome completo) Matrícula
1.
2.
3.
4.
5.

Turma: Modalidade: Data:
___/___/20___
Nota:


10.1 – Objetivos

10.1 - Verificação da operação de um transistor de junção bipolar (TJB) operando como chave
(corte/saturação), sendo acionado por um sinal digital de 5 V.
10.2 - Montagem de circuitos eletrônicos (com o TJB como chave) similares aos diagramas de
comandos elétricos e comprovação do seu funcionamento.

10.2 – Procedimentos

Parte 1 – Comando de uma lâmpada incandescente de 127 V/ 60 W

Seja o diagrama de comando da Figura 10.1, utilizado na partida direta de cargas monofásicas
ou trifásicas. A lâmpada L
1
é incandescente (127 V/ 60 W) e Q
1
é uma chave disjuntora-seccionadora.




Figura 10.1.


Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores
54
Um circuito eletrônico pode ser implementado para desempenhar a mesma função do contator
K
1
, bastando, para isso, empregar um relé eletrônico (de 6 ou 12 V) acionado por um transistor
operando como chave.
Daí, um simples circuito digital representando a lógica de comando da Figura 10.1 é
apresentado na Figura 10.2, cuja função lógica é dada pela Equação (10.1).


___
1 o 1
K =B .B (10.1)


Assim, a saída K
1
só terá nível alto se B
o
tiver nível 0 (não estiver acionada) e B
1
tiver nível 1
(estiver acionada).


Figura 10.2 – Circuito digital para o acionamento de uma lâmpada.

Procedimentos:

a) Consultando os diagramas internos dos CIs 7404 (inversor lógico, Figura 10.3) e 7408 (porta AND,
Figura 10.4), montar o diagrama da Figura 10.2. Efetuar o teste através do diodo LED e, em seguida,
conectar o sinal de saída ao circuito do relé eletrônico, disponível no módulo.



Figura 10.3 – Pinagem do CI 7404. Figura 10.4 – Pinagem do CI 7408.

b) Conectar a lâmpada L
1
aos terminais NA1 (normalmente aberto) do relé e ao neutro (N) da fonte
CA. O outro terminal do relé - C
1
(comum) - deve ser ligado ao disjuntor Q
1
e este à fase (F) da
fonte CA, fechando o circuito de carga. Efetuar o teste, atuando nas chaves B
o
e B
1
do circuito
eletrônico.

CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica
55
c) Descrever o funcionamento do sistema completo.







Parte 2 – Comando condicionado de duas cargas:
L1, lâmpada incandescente de 127 V/ 60 W e M1, motor elétrico universal, alimentado em 127 V.


A Figura 10.5 mostra o acionamento condicionado de duas cargas. Nesta situação, o contator
K
2
só é acionado se o contator K
1
for acionado antes.



Figura 10.5 – Comando condicionado de duas cargas, acionadas pelos contatores K1 e K2.

Assim, pode-se montar um circuito eletrônico-lógico equivalente, onde as entradas serão o
sinal K
1
e o sinal B
2
(representando a botoeira B
2
do diagrama de acionamento).
O circuito resultante fornece uma função lógica AND, dada por:

K
2
= K
1
.B
2
(10.1)

Tal função é facilmente implantada pelo circuito mostrado na Figura 10.6. O sinal de K1 é
obtido da saída da porta AND do circuito da Figura 10.2.



Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores
56

Figura 10.6 – Circuito eletrônico equivalente ao comando condicionado da Figura 10.4.

A sua saída deverá ser conectada a um segundo relé eletrônico (para o acionamento do
motor universal M
1
).
O circuito com os sinais para os relés de acionamento das cargas L
1
e M
1
é mostrado na
Figura 10.7, com as conexões dos relés 1 e 2 identificadas. Verificar as ligações dos terminais dos
relés!



Figura 10.7 – Circuito eletrônico equivalente – etapa de sinais de saída para os relés de L
1
e de M
1
.

a) Montar o circuito eletrônico equivalente ao diagrama de comando da Figura 10.5 e efetuar o teste
através dos diodos LEDs disponíveis no módulo. Em seguida, conectar o sinal de saída K
2
ao circuito
do relé eletrônico, como mostra o diagrama da Figura 10.6. Explicar o funcionamento.






CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica
57



b) Conectar a carga M
1
e efetuar o teste do circuito. Comentar a sequência de operação.





c) Conectar o sinal do gerador de freqüência do módulo, com f = 0,1 Hz, no lugar de B
2
. O que ocorre
com a operação das cargas L
1
e M
1
?





10.3 – Projeto – Projetar um comando lógico onde seja utilizado um circuito multiplex (MUX) 2x1,
onde a variável SEL (seleção) controla o funcionamento das cargas L
1
e M
1
(veja a Figura 10.7).
Desenhar o diagrama eletrônico e incluir os relés necessários para o acionamento independente das
cargas.

















Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores
58

CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica
59
Aula Prática 11 – Regulador de Tensão com Transistor (tipo Série)
A Au ul la a
1
1
1
1
Regulador de Tensão com
Transistor (tipo Série)



Grupo de trabalho (nome completo) Matrícula
1.
2.
3.
4.
5.

Turma: Modalidade: Data:
___/___/20___
Nota:



11.1 – Objetivos

- Conhecer e comprovar o funcionamento de uma fonte de alimentação em C.C. (corrente contínua)
com o transistor bipolar atuando como elemento regulador série.
- Verificar a dissipação de potência do transistor neste tipo de operação, através da expressão
P
C max
= V
CE
. I
C

- Verificar o princípio de regulação de carga no circuito, através da variação do valor de R
L
e da
medição de v
i
(tensão de entrada não regulada), V
L
(tensão média na carga) e das principais correntes.

11.2 – Material Utilizado

RESISTORES:
560 O (1 un.), 1k O (1 un.), 3,3 kO (1 un.), 10 kO (2 un.), 33 kO (1 un.), e 100 kO (1 un.).
TRANSISTOR:
01 transistor TIP 31 A.
CAPACITOR:
01 capacitor eletrolítico de 47 µF.
DIODOS:
01 diodo da série 1N 400X, 01 diodo zener 1N751 (5,1 V, 500 mW) e 01 diodo zener 1N758 (9 V,
500 mW).
TRANSFORMADOR:
01 transformador de 127V/9 + 9 V - 300 mA ou equivalente (com tensão próxima).
INSTRUMENTOS DE MEDIÇÃO:
01 multímetro digital e 01 osciloscópio.
ACESSÓRIOS:
pontas de prova para os instrumentos de medição.


Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores
60
11.3 – Introdução

O circuito da Figura 11.1 mostra um circuito regulador de tensão tipo série, onde o transistor
Q
1
atua como elemento regulador. A tensão de entrada CA é obtida no secundário de um
transformador T1 127 V / 9 V + 9 V.
Na ocorrência de uma variação na tensão de entrada não-regulada v
i
ou na corrente de saída I
L

(desde que dentro de valores limites), consegue-se uma tensão de saída praticamente constante.


Figura 11.1 - Esquema do circuito regulador de tensão tipo série.

Fazendo uma análise da malha de saída do circuito, verifica-se que a tensão de saída V
o
(ou
V
L
) é dada pela relação:

BE Z o
V V V ÷ = (11.1)
Outras equações importantes são:

CE i o
V V V = ÷ (11.2)
RS
I
i Z
S
V V
R
÷
=
(11.3)
Como as tensões V
Z
e V
BE
são parâmetros do circuito praticamente constantes, conclui-se que
a tensão de saída V
o
varia muito pouco.
A Figura 11.2 mostra o esquema do circuito regulador da Figura 11.1 com o acréscimo de uma
chave para efetuar o transitório de carga, em uma simulação através do software PSpice
®
.



Figura 11.2 - Esquema do circuito regulador de tensão tipo série no software PSpice
®
.


CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica
61
Nesta simulação, a carga fica alterada, de 10 kO para 5 kO (foi escolhido o instante de 20 ms
para o fechamento da chave (U1, no esquema).
Se V
o
+ (diminui), pela equação

V
Z
= V
o
+ V
BE

então V
BE
aumenta, e o TJB conduz mais (ocorre aumento na corrente de base e nas correntes
de coletor e de emissor). Daí V
o
volta a crescer (|). Isto pode ser observado na Figura 11.3, que
apresenta a corrente de emissor de Q
1
(corrente na carga R
L
) e a tensão de saída v
o
(t), que mantém o
valor de 4 V (diferença entre a tensão de 4,7 V do diodo zener e a de 0,7 V do diodo do TJB TIP 31,
tensão V
BE
).


Figura 11.3 – Resultado de simulação do circuito da Figura 11.2 (software PSpice
®
).


11.4 – Parte Prática

11.4.1 – Montar o circuito da Figura 11.1 e medir os parâmetros indicados na Tabela 11.1, utilizando
o diodo zener 1N 750 (4,7 V).

Tabela 11.1 – Parâmetros do circuito da Figura 11.1 com o diodo zener 1N758.
R
L
(O) I
C
(mA) I
E
(mA) I
B
(µA) I
R2
(mA) I
Z
(mA) V
BE
(V) V
Z
(V) V
CE
(V) V
o
(V)
10 kO
4,7 kO

Time
0s 5ms 10ms 15ms 20ms 25ms 30ms 35ms 40ms 45ms 50ms 55ms 60ms
V(D2:2)
0V
2.5V
5.0V
-IE(Q1)
0A
0.5mA
1.0mA
SEL>>

Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores
62
11.4.2 – Cálculo da potência dissipada no transistor, para R
L
= 4,7 kO :

P
C max
= V
CE
. I
C
= _________ = ______ mW.

11.4.3 – Gráfico V
o
x R
L
– Regulação da Tensão de Carga e Resposta à Variação de Carga

a) Ainda com o diodo zener 1N750 (4,7 V), para os valores de R
L
mostrados na Tabela 11.2, medir a
tensão V
o
.

Tabela 11.2 - Parâmetros do circuito da Figura 11.1 com o diodo zener 1N751.
R
L
(O) 1 k 3k3 5 k 10 k 33 k
V
o
(V)

b) Construir o gráfico V
o
x R
L
utilizando o software Excel
®
ou similar. Colar o mesmo na área indicada
a seguir. Fazer uma análise deste gráfico.







Gráfico V
o
x R
L

Regulador de Tensão
com TJB tipo Série











CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica
63
Aula Prática 12 – Regulador de Tensão 7812. Relé Temporizado acionado por TJB
A Au ul la a
1
1
2
2


Uso do Regulador de Tensão 7812
(série 78XX, tensão positiva).
Relé Temporizado acionado por TJB.



Grupo de trabalho (nome completo) Matrícula
1.
2.
3.
4.
5.

Turma: Modalidade: Data:
___/___/20___
Nota:


12.1 – Objetivos

- Conhecer e comprovar o funcionamento de uma fonte de alimentação em C.C. (corrente
contínua) regulada, através do Regulador de Tensão 7812, da série 78XX;
- implementar um circuito com relé temporizado, acionado por transistor bipolar e alimentado
por uma tensão de 12 V obtida pelo regulador de tensão 7812.

12.2 – Material Utilizado
RESISTORES 10 ohms (1 un.)
100 ohms (1 un.)
330 ohms (2 unidades)
10 kO (1 un.)
POTENCIÔMETRO 4,7 kO (1 un.)
CAPACITORES ELETROLÍTICOS 220 µF (1 un.)
0,47 µF (1 un.)
2200 µF (1 un.).
DIODOS 1N 400X (1 un.) – diodo retificador
1N 4148 (1 un.) – diodo de sinal
LED vermelho (1 un.)
LED verde (1 un.)
TRANSISTOR BIPOLAR TIP 31 A (1 un.)
REGULADOR DE TENSÃO CI 7812 - encapsulamento TO-220 (1 un.)
TRANSFORMADOR Transformador de 127 V / 9 +9 V, 300 mA
RELÉ ELETROMECÂNICO Do tipo Schrack RP 420012, de 12 V
CC
(8A, 250 V
CA
), 1 un.
INSTRUMENTOS DE MEDIÇÃO Multímetro digital (1 un.)
Osciloscópio (1 un.)
FONTE DE TENSÃO DE C.C. 01 fonte com um terminal fixo de 5 V e 1 terminal ajustável.
ACESSÓRIOS pontas de prova para os instrumentos de medição e para a
fonte C.C.


Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores
64
12.3 – Introdução

Os circuitos integrados (CI) da série 78XX são reguladores projetados para tensões fixas e
positivas. Entretanto, através do acréscimo de alguns componentes externos, pode-se alterar a
configuração do circuito com este CI e se obter uma tensão de saída ajustável ou com um valor maior
(PINHO, 1991).

12.4 – Parte Prática

12.4.1 - Montar o circuito da Figura 12.1. A pinagem do CI 7812 é indicada na sequência.



Figura 12.1.


PINAGEM - Encapsulamento TO - 220

1: V
i
(tensão de entrada, não regulada)
2: terra (gnd)
3: V
o
, tensão de saída, regulada.

Medir a tensão disponível no pino 3. Anotar: V
o
= _________ V.

12.4.2 - Relé de Tempo Ajustável

a) Montar o circuito da Figura 12.2.


Figura 12.2 - Relé de tempo ajustável (esquema).

CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica
65
b) Fechar momentaneamente a chave S
1
, aplicando um pulso da tensão de 12 V
CC
no capacitor. O
que ocorre?






c) Monitorar a tensão V
CE
pelo canal 1 do osciloscópio e a tensão no capacitor, V
C1
, pelo
multímetro. O que ocorre com V
CE
e com V
C1
?







d) Medir o tempo de atuação do relé (tempo de comutação do led vermelho para o led verde), com
R
B mínimo
= 10 kO e com R
B máximo
= 14,7 kO (com o ajuste do potenciômetro de 4k7 O em seu
valor nominal). Anotar os valores aproximados do tempo:

Para R
B mínimo
= 10 kO, o tempo de atuação do relé foi de: ________ s.
Para R
B máximo
= 14,7 kO, o tempo de atuação do relé foi de: _______ s.


12.5 – Questões

a) Pelo esquema do circuito e do relé, qual das duas cargas tem o seu funcionamento temporizado?
b) Refazer o esquema deste circuito, usando apenas uma fonte de 5 V acionando as duas cargas.
c) A respeito dos contatos do relé, que medidas podem ser tomadas para a sua proteção e,
consequentemente, aumentar a sua vida útil?
Sugestão: verificar a homepage http://www.metaltex.com.br/tudosobrereles/tudo7.asp

CIRCUITOS PRÁTICOS – DRIVERS

Denomina-se drivers os circuitos que acionam relés a partir de correntes ou tensões muito
pequenas, não sendo possível fazer isto diretamente. Tais circuitos são empregados para:
1) maximizar a sensibilidade do relé, o que possibilita acionar relés de corrente contínua a partir
de sinais alternados;
2) modificar o tempo de resposta;
3) fazer com que os relés operem em determinadas faixas de tensões.

Fontes: http://www.metaltex.com.br/tudosobrereles/tudo7.asp e http://www.metaltex.com.br/tudosobrereles/tudo8.asp

- Desenhar 2 exemplos destes circuitos e explicar em poucas palavras o seu funcionamento.



Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores
66


CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica
67
Referências Bibliográficas


[1] BOYLESTAD, R. L. e NASHELSKY L. Dispositivos Eletrônicos e Teoria de Circuitos. 8ª ed. Pearson
Prentice-Hall, 2004.

[2] BRAGA, NEWTON C. Como funcionam os relés.
Disponível em:<http://www.metaltex.com.br/tudosobrereles/tudo1.asp>. Acesso em 25 abr de 2005.

[3] BRAGA, NEWTON C. Circuito de Proteção com Acopladores Ópticos (adaptado).
Disponível em:<http://geocities.yahoo.com.br/gedaepage/Doc/optoacopladores.htm>. Acesso em 25 abr de
2005.

[4] BRUMATTI, M. Eletrônica de Potência. Apostila. Serra: CEFET-ES, Curso Técnico de Automação
Industrial, 2005. Disponível em:
<http://adjutojunior.com.br/eletronica_potencia/apostila_eletronica_potencia.pdf>. Acesso em 20 set 2011.

[5] CIPELLI, Antônio Marco V. et alli. Teoria e Desenvolvimento de Projetos de Circuitos Eletrônicos. 18a
edição. São Paulo: Érica, 2001.

[6] DORF, R. C; SVOBODA, J. A. Introdução aos Circuitos Elétricos. 5
a
ed. Rio de Janeiro: Editora LTC,
2003.

[7] FRANCISCO, Antônio M. S. Componentes Eletrônicos. Fontes de Alimentação. Osciladores.
Temporizadores. APOSTILA.
Disponível em:< http://automatos.planetaclix.pt/download/Circuitos_Electronicos.pdf >.
Acesso em: 29 abr 2005.

[8] KUPHALDT, Tony R. Lessons In Electric Circuits – A free series of textbooks on the subjects of
electricity and electronics. Disponível em:< http://www.ibiblio.org/obp/electricCircuits > Copyright © 2000-
2004, Tony R. Kuphaldt. Acesso em: 14 abr de 2010.

[9] MALVINO, A. P. Eletrônica. Vol. I. 4ª. ed. São Paulo: Makron Books, 1997.

[10] MARQUES, A. E. B. et al. Dispositivos Semicondutores: Diodos e Transistores. São Paulo: Érica, 1996.

[11] NOVAES, Regina Célia Roland. Eletrônica Analógica – Atividades de Laboratório. Campinas: Escola
SENAI “Prof. Dr. Euryclides de Jesus Zerbini”, 2002.

[12] PINHO, Luis F. C. Conheça o 78XX. Revista Saber Eletrônica, n
o
226, pp. 17-20. São Paulo: Editora
Saber, 1991.

[13] ______________ Manual do Usuário – Osciloscópios Digitais de Tempo Real – Série TDS 2000.
TDS1000- and TDS2000-Series Digital Storage Oscilloscope – Tektronix.
Disponível em: <http://courses.washington.edu/phys334/datasheets/Tek2kUserManual.pdf>. Acesso em 17 abr
2011.

[14] _________ RACK de Eletrônica de Potência. Manual de Experiências. Itajubá: Datapool Eletrônica
Ltda., 2010.




Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores
68





CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica
69
Apêndice I – Plano de Ensino da Disciplina Eletrônica Analógica e de Potência
Apêndice I – Plano de Ensino da Disciplina Eletrônica Analógica e de Potência


CENTRO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA
DE MINAS GERAIS

DIRETORIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA
COORDENAÇÃO GERAL DE AVALIAÇÃO EPT
COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA

PLANO DE ENSINO
I – Identificação
1.1 - Campus: VIII Unidade: Varginha
1.2 - Curso: Técnico em Mecatrônica.
Modalidades: Integrado (série: 2ª) e Concomitância Externa e Subsequente (1ª série – noturno).
1.3 - Disciplina: Eletrônica Analógica e de Potência - CH. Anual: 80 - Aulas Semanais: 2
1.4 – Professor: André Barros de Mello Oliveira

II – Ementa Contida no Projeto de Curso
Diodos. Transistores. Amplificadores operacionais. Retificadores controlados de potência. Conversores de
potência – gradadores. Conversores CC-CA de potência – inversores.

III - Interface com outras Disciplinas e Áreas de Conhecimento
Circuitos Elétricos, Sistemas Digitais e Acionamentos Elétricos.

IV – Objetivos
Ao final da série, o aluno deverá ser capaz de:
- Identificar dispositivos semicondutores em circuitos eletrônicos.
- Analisar circuitos com diodos retificadores.
- Desenhar formas de onda de circuitos retificadores.
- Analisar circuitos com transistores.
- Utilizar o transistor como chave e amplificador.
- Analisar circuitos básicos com amplificadores operacionais.
- Utilizar amplificadores operacionais.
- Identificar componentes eletrônicos de potência.
- Calcular os valores de tensão, corrente e potência dos circuitos eletrônicos.
- Analisar circuitos retificadores de potência controlados.
- Especificar retificadores de potência.
- Analisar circuitos conversores de potência CC/CA e suas aplicações.


V – Unidades de Ensino e Conteúdos Programáticos Bimestrais

UNIDADE 1 – DIODOS

1.1 - Características e funcionamento.
1.2 - Diodos LED e display de sete segmentos.
1.3 - Portas lógicas com diodos.
1.4 - Retificadores monofásicos de meia onda e de onda completa.

Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores
70
1.5 - Retificadores monofásicos com Filtro Capacitivo.
1.6 - Circuitos ceifadores e grampeadores.
1.7 - Diodos Zener: modelo e aplicações.

UNIDADE 2 – TRANSISTOR DE JUNÇÃO BIPOLAR (TJB)

2.1 – Construção e operação básica do Transistor.
2.2 – Configurações base-comum (BC). Ação amplificadora do TJB.
2.3 – Configurações emissor-comum (EC) e coletor-comum (CC).
2.4 – Limites de operação e folha de dados do TJB.
2.5 – Teste de transistores e identificação do tipo (NPN ou PNP) e dos terminais.
2.6 – Polarização do TJB – configurações e análise de estabilidade.
2.7 – Transistores como chave – projeto e reta de carga.
2.8 – Aplicações práticas do TJB: acionador de relé, fonte de corrente constante e em fontes de tensão
reguladas.

UNIDADE 3 - AMPLIFICADORES OPERACIONAIS

3.1 – Amplificadores operacionais: constituição e características.
3.2 – Amplificador inversor, não inversor, somador e subtrator.
3.3 – Comparador de tensão: inversor e não-inversor. Aplicações.
3.4 – O circuito integrado 555 (temporizador).
3.5 – O comparador com histerese.
3.6 – Integradores e diferenciadores com amplificadores operacionais.
3.7 – Filtros com amplificadores operacionais (filtros ativos).

UNIDADE 4 - RETIFICADORES CONTROLADOS DE POTÊNCIA

4.1 - SCR – Características e Funcionamento.
4.2 - Aplicações – SCR como relé de estado sólido e como retificador.
4.3 - Retificadores controlados monofásicos de meia onda.
4.4 - Retificadores controlados monofásicos de onda completa.
4.5 - Retificadores controlados trifásicos de meia onda e onda completa.

UNIDADE 5 - CONVERSORES DE POTÊNCIA – GRADADORES

5.1 - Gradador monofásico com SCRs – controle por ângulo de fase e por ciclos integrais - curva de
transferência de potência.
5.2 - DIAC e TRIAC – funcionamento e características.
5.3 - Aplicações – TRIAC como chave CA eletrônica.
5.4 - Gradador monofásico como TRIAC e DIAC.

UNIDADE 6 - CONVERSORES CC-CA DE POTÊNCIA – INVERSORES

6.1 - Transistor IGBT – funcionamento e características.
6.2 - Inversor monofásico em ponte a transistor - onda quadrada e quase quadrada - funcionamento e
aplicações.
6.3 - Inversor monofásico em ponte a transistor – funcionamento em PWM senoidal e aplicações.
6.4 - Inversor trifásico a transistor – funcionamento em PWM senoidal e aplicações.



VI – Metodologia:
- Aulas expositivas, com o auxilio de retro-projetor, datashow/notebook e quadro negro.
- Resolução de exercícios e problemas práticos.
- Montagens de experiências (visão mais clara e concreta dos fenômenos físicos, elétricos e eletrônicos em
estudo).



CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica
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VII – Avaliação

Processo de Avaliação

Primeiro Bimestre
Primeira Avaliação – Exercícios em Sala 2 pontos (em dupla, com consulta)
Segunda Avaliação – AF – Avaliação Formativa 4 pontos (individual, sem consulta)
Terceira Avaliação – Aulas Práticas
4 pontos (em grupo – elaboração de relatórios e
participação)
Quarta Avaliação – AF – Avaliação Formativa 10 pontos (individual, sem consulta)
Total: 20 pontos

Segundo Bimestre
Primeira Avaliação – Exercícios em Sala 4 pontos (em dupla, com consulta)
Segunda Avaliação – AF – Avaliação Formativa 8 pontos (individual, sem consulta)
Terceira Avaliação – Aulas Práticas
6 pontos (em grupo – elaboração de relatórios e
participação)
Quarta Avaliação – AF – Avaliação Formativa 12 pontos (individual, sem consulta)
Total: 30 pontos
Total Semestral: 50 pontos

Terceiro Bimestre
Primeira Avaliação – Exercícios em Sala 2 pontos (em dupla, com consulta)
Segunda Avaliação – AF – Avaliação Formativa 4 pontos (individual, sem consulta)
Terceira Avaliação – Aulas Práticas
4 pontos (em grupo – elaboração de relatórios e
participação)
Quarta Avaliação – AF – Avaliação Formativa 10 pontos (individual, sem consulta)
Total: 20 pontos

Quarto Bimestre
Primeira Avaliação – Exercícios em Sala 4 pontos (em dupla, com consulta)
Segunda Avaliação – AF – Avaliação Formativa 8 pontos (individual, sem consulta)
Terceira Avaliação – Aulas Práticas
6 pontos (em grupo – elaboração de relatórios e
participação)
Quarta Avaliação – AF – Avaliação Formativa 12 pontos (individual, sem consulta)
Total: 30 pontos

Total Anual: 100 pontos


VIII – Bibliografia Específica

1. AHMED, Ashfaq. Eletrônica de Potência. Ed. Prentice-Hall, São Paulo, 2000, ISBN 8587918036.
2. BOYLESTAD, Robert L. e NASHELSKY, Louís. Dispositivos Eletrônicos e Teoria de Circuitos. 8ª edição. São
Paulo: Ed. Prentice-Hall, 2004. ISBN 8587918222.
3. BARBI, Ivo. Eletrônica de Potência. 6ª edição. Florianópolis: Edição do autor, 2006.
ISBN 85-901046-2-1. Disponível em <http://www.ivobarbi.com/PotI.php>
4. MARTINS, Denizar Cruz e BARBI, Ivo. Introdução ao Estudo dos Conversores CC-CA. 1ª edição. Florianópolis:
Edição dos autores, 2005. ISBN 85905203-1.
5. OLIVEIRA, André Barros de Mello. Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas. 1ª ed. experimental
(apostila). Belo Horizonte: Gráfica do CEFET-MG, 2012.
6. OLIVEIRA, André Barros de Mello. Eletrônica Analógica e de Potência – Notas de Aulas (transparências). Disponível
em: <mellogalo.4shared.com>. Varginha, CEFET-MG – Campus VIII, 2012.

IX – Bibliografia Complementar

1. MALVINO, Albert Paul. Eletrônica. Volume 1, 4ª edição. São Paulo: Ed. Makron Books do Brasil, 2001. ISBN
8534603782.
2. MALVINO, Albert Paul. Eletrônica. Volume 2, 4ª edição. São Paulo: Ed. Makron Books do Brasil, 1997. ISBN
853460455X.
3. MARQUES, Ângelo Eduardo B. e LOURENÇO, Antônio Carlos. Dispositivos Semicondutores: diodos e transistores.
1ª edição, Ed. Érica, 1996, ISBN 8571943176.
4. RASHID, Muhammad H. Eletrônica de Potência – Circuitos, Dispositivos e Aplicações. São Paulo: Makron Books,
1999.


Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores
72


CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica
73
Apêndice II – Códigos de Cores de Resistores – 4 e 5 Faixas
Apêndice II
C
CCó
óód
ddi
ii g
ggo
oos
ss d
dde
ee C
CCo
oor
rre
ees
ss d
dde
ee R
RRe
ees
ssi
iis
sst
tto
oor
rre
ees
ss –
–– 4
44 e
ee 5
55 F
FFa
aai
ii x
xxa
aas
ss




A extremidade com mais faixas deve apontar para a esquerda

Fonte: http://www.eletronicadidatica.com.br/componentes/resistor/codigo_de_cores.png


Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores
74


CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica
75
Apêndice III – Principais diodos ZENER - Parâmetros
Apêndice III

P
PPr
rri
iin
nnc
cci
iip
ppa
aai
iis
ss d
ddi
iio
ood
ddo
oos
ss Z
ZZE
EEN
NNE
EER
RR -
-- P
PPa
aar
rrâ
ââm
mme
eet
ttr
rro
oos
ss



Código Tensão Potência Código Tensão Potência Código Tensão Potência
1N746 3,3 V 400 mW 1N5227 3,6 V 500 mW 1N4751 30 V 1 W
1N747 3,6 400 mW 1N5228 3,9 500 mW 1N4752 33 1 W
1N748 3,9 400 mW 1N5229 4,3 500 mW 1N4753 36 1 W
1N749 4,3 400 mW 1N5230 4,7 500 mW 1N4754 39 1 W
1N750 4,7 400 mW 1N5231 5,1 500 mW 1N4755 43 1 W
1N751 5,1 400 mW 1N5232 5,6 500 mW 1N4756 47 1 W
1N752 5,6 400 mW 1N5234 6,2 500 mW 1N4757 51 1 W
1N753 6,2 400 mW 1N5235 6,8 500 mW 1N4758 56 1 W
1N754 6,8 400 mW 1N5236 7,5 500 mW 1N4759 62 1 W
1N755 7,5 400 mW 1N5237 8,2 500 mW 1N4760 68 1 W
1N756 8,2 400 mW 1N5239 9,1 500 mW 1N4761 75 1 W
1N757 9,1 400 mW 1N5240 10 500 mW 1N4762 82 1 W
1N758 10 400 mW 1N5242 12 500 mW 1N4763 91 1 W
1N759 12 400 mW 1N5245 15 500 mW 1N4764 100 1 W
1N957 6,8 400 mW 1N5246 16 500 mW 1N5333 3,3 5 W
1N958 7,5 400 mW 1N5248 18 500 mW 1N5334 3,6 5 W
1N959 8,2 400 mW 1N5250 20 500 mW 1N5335 3,9 5 W
1N960 9,1 400 mW 1N5251 22 500 mW 1N5336 4,3 5 W
1N961 10 400 mW 1N5252 24 500 mW 1N5337 4,7 5 W
1N962 11 400 mW 1N5254 27 500 mW 1N5338 5,1 5 W
1N963 12 400 mW 1N5256 30 500 mW 1N5339 5,6 5 W
1N964 13 400 mW 1N5257 33 500 mW 1N5340 6,0 5 W
1N965 15 400 mW 1N5258 36 500 mW 1N5341 6,2 5 W
1N966 16 400 mW 1N5259 39 500 mW 1N5342 6,8 5 W
1N967 18 400 mW 1N5260 43 500 mW 1N5343 7,5 5 W
1N968 20 400 mW 1N5261 47 500 mW 1N5344 8,2 5 W
1N969 22 400 mW 1N5262 51 500 mW 1N5345 8,7 5 W
1N970 24 400 mW 1N5263 56 500 mW 1N5346 9,1 5 W
1N971 27 400 mW 1N5265 62 500 mW 1N5347 10 5 W
1N972 30 400 mW 1N5266 68 500 mW 1N5348 11 5 W
1N973 33 400 mW 1N5267 75 500 mW 1N5349 12 5 W
1N974 36 400 mW 1N5268 82 500 mW 1N5350 13 5 W
1N975 39 400 mW 1N5270 91 500 mW 1N5351 14 5 W
1N976 43 400 mW 1N5271 100 500 mW 1N5352 15 5 W
1N977 47 400 mW 1N4728 3,3 1 W 1N5353 16 5 W
1N978 51 400 mW 1N4729 3,6 1 W 1N5354 17 5 W
1N979 56 400 mW 1N4730 3,9 1 W 1N5355 18 5 W

Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores
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Fonte: http://www.esquemas.org/Zeners.htm


Figura III.1 – Aspectos do diodo zener, que variam conforme a sua potência nominal.

Código Tensão Potência Código Tensão Potência Código Tensão Potência
1N980 62 V 400 mW 1N4731 4,3 V 1 W 1N5356 19 V 5 W
1N981 68 400 mW 1N4732 4,7 1 W 1N5357 20 5 W
1N982 75 400 mW 1N4733 5,1 1 W 1N5358 22 5 W
1N983 82 400 mW 1N4734 5,6 1 W 1N5359 24 5 W
1N984 91 400 mW 1N4735 6,2 1 W 1N5361 27 5 W
1N985 100 400 mW 1N4736 6,8 1 W 1N5362 28 5 W
1N986 110 400 mW 1N4737 7,5 1 W 1N5363 30 5 W
1N987 120 400 mW 1N4738 8,2 1 W 1N5364 33 5 W
1N988 130 400 mW 1N4739 9,1 1 W 1N5365 36 5 W
1N989 150 400 mW 1N4740 10 1 W 1N5366 39 5 W
1N990 160 400 mW 1N4742 12 1 W 1N5367 43 5 W
1N991 180 400 mW 1N4743 13 1 W 1N5368 47 5 W
1N992 200 400 mW 1N4744 15 1 W 1N5369 51 5 W
1N5221 2,4 500 mW 1N4745 16 1 W 1N5370 56 5 W
1N5222 2,5 500 mW 1N4746 18 1 W 1N5371 60 5 W
1N5223 2,7 500 mW 1N4747 20 1 W 1N5372 62 5 W
1N5224 2,8 500 mW 1N4748 22 1 W 1N5373 68 5 W
1N5225 3,0 500 mW 1N4749 24 1 W 1N5374 75 5 W
1N5226 3,3 500 mW 1N4750 27 1 W

CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica
77
Apêndice IV – A Matriz de Contatos (protoboard)
Apêndice IV
A
AA M
MMa
aat
ttr
rri
iiz
zz d
dde
ee C
CCo
oon
nnt
tta
aat
tto
oos
ss (
((p
ppr
rro
oot
tto
oob
bbo
ooa
aar
rrd
dd)
))

Em nossas aulas práticas, as montagens experimentais serão feitas com facilidade e sem a
necessidade de se utilizar soldas, através de uma matriz de contatos, também conhecida como
protoboard - Figura IV.1.


Figura IV.1 - Protoboard típico de uma camada.

Nesta matriz, existem furos onde podem ser encaixados fios e componentes de modo que o
contato é feito de uma forma definida, possibilitando a montagem do circuito desejado.
No caso de um projeto, antes de se montar a placa de circuito impresso definitiva, é
aconselhável verificar o funcionamento do esquema desejado no protoboard, a fim de não se correr
riscos desnecessários.
As duas linhas horizontais (A e B) vistas na Figura IV.1 podem ser usadas para servir de
linhas positiva e negativa de alimentação para o circuito, respectivamente.
Os furos da parte central (C) estão interligados em grupos de 5, em posição vertical. É aí que
serão dispostos os componentes. Entre os dois grupos de 5 furos da parte central está uma faixa central
(D), prevista para a colocação de circuitos integrados.
Na Figura IV.2 tem-se um exemplo simples de montagem de acendimento de um diodo LED
usando a matriz. Observe que são usados pedaços de fios rígidos para algumas conexões, de modo a
“fechar” o circuito.



Figura IV.2 – Montagem para o acionamento de um diodo LED.


Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores
78
A Figura IV.3 mostra o aspecto de um protoboard para a montagem de circuitos mais simples.
Na Figura IV.4 são apresentados alguns exemplos de circuitos montados nesta estrutura matricial.
Deve-se conectar os dispositivos através de fios, de forma otimizada, procurando manter um
bom leiaute de modo a facilitar a medição de todos os pontos do circuito.


Figura IV.3 – Protoboard – aspecto de uma placa.


Figura IV.4 – Exemplos de circuitos simples montados em um protoboard.

C a m p u s VIII
Av. dos Imigrantes, 1000. Bairro Vargem. CEP: 37.022-560 – Varginha. Homepage: http://www.varginha.cefetmg.br

ii

Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores

Prefácio

Este texto tem por objetivo principal oferecer um material de referência para as aulas práticas de Eletrônica Analógica e de Potência, do Curso Técnico de Mecatrônica. Ao todo são 12 (doze) guias de aulas, abordando aplicações dos componentes diodos e transistores, numa seqüência que possibilita ao aluno consolidar os conceitos teóricos vistos em sala de aula. Serão vistas aplicações como: retificadores, portas lógicas, ceifadores e grampeadores de tensão, filtros capacitivos, sinalização através de diodos LED, reguladores de tensão com diodos zener, transistores como chave acionando relés eletrônicos e em circuitos reguladores de tensão etc. É importante que o leitor tenha como pontos de partida os conceitos fundamentais de eletricidade básica e de circuitos elétricos. Vale salientar que o presente texto é apenas um complemento para a vasta literatura técnica da área de Eletrônica Analógica e de Potência. As referências bibliográficas são, além de base desta obra, muito enriquecedoras em aspectos teóricos e práticos. O bom aluno deve sempre ler e pesquisar os assuntos referentes a esta disciplina do curso nos excelentes livros editados em português, além de apostilas e tutoriais disponíveis na Internet. Pede-se a compreensão dos alunos e professores pelos eventuais erros. Assim sendo, são imensamente bem-vindas as críticas, sugestões e correções, que certamente contribuirão para a melhoria deste material didático.

Varginha, fevereiro de 2012.

Professor André Barros de Mello Oliveira. E-mail: mellogalo@gmail.com Espaço virtual: mellogalo.4shared.com

CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica

iii

C a m p u s VIII iv Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores .

um agradecimento especial à Gráfica do CEFET-MG localizada no Campus I. André Barros. que sempre nos atendeu com ótimos serviços de impressão e encadernação. Antônio Carlos Borges. Agradeço aos professores Márcio Silva Basílio. Por último. Agradeço ao técnico de laboratório da área Eletro-Eletrônica. diretor geral do CEFET-MG. e das disciplinas Circuitos Elétricos e Eletrônica Analógica e de Potência (curso técnico de Mecatrônica). pelo constante apoio durante a elaboração de várias aulas práticas e também aos alunos das disciplinas Circuitos Elétricos e Eletrônica (curso de Informática Industrial. diretor do Campus VIII – Varginha e Wanderley Xavier Pereira. onde lecionei até 2009). agradeço a Deus pelo dom da vida e por ter me proporcionado saúde e vontade para realizar este trabalho. coordenador do curso técnico de Mecatrônica. pelo constante incentivo para a produção de um material didático de qualidade. CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica v . sempre dentro do prazo.Agradecimentos Em primeiro lugar. em Belo Horizonte. pelas dicas de melhoria e pelas correções das transparências e guias de aulas teóricas (material de base para este texto) e dos guias de aulas práticas anteriores. Fernando Teixeira Filho.

C a m p u s VIII vi Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores .

em dezembro de 1998. Atuou como professor em Escolas de formação técnica em Belo Horizonte. Formou-se em Engenharia Industrial Elétrica pelo Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG). orienta alunos de Iniciação Científica e no Estágio Supervisionado. CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica vii . até 2009. Desde outubro de 2006 é professor do CEFET-MG em Varginha (campus VIII). em dezembro de 1992. Obteve o título de Mestre em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). a Utramig. além de ministrar aulas. até 2001.BIOGRAFIA André Barros de Mello Oliveira nasceu em Belo Horizonte. em 17 de julho de 1969. o SESI e o CEFET-MG. tendo atuado nos cursos técnicos de Informática Industrial e Mecatrônica. Minas Gerais. De 2001 a 2006 foi professor/pesquisador nos cursos de Engenharia de Telecomunicações e de Engenharia Elétrica do Centro Universitário de Belo Horizonte (Uni-BH). Atualmente é professor no curso técnico de Mecatrônica. onde. como o SENAI. na área de Eletrônica de Potência.

Mas o verdadeiro grande homem é aquele que faz com que todos se sintam grandes.” (Monteiro Lobato) “Há grandes homens que fazem com que todos se sintam pequenos.“Um país se constrói com Homens e Livros.” (Gilbert Keith Chesterton) viii Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores .

Retrata filósofos gregos e personalidades da época do pintor.com. CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica ix .Alfabeto Grego "Escola de Atenas".drsa. Fonte: http://www.br/wp-content/uploads/2010/10/escola_atenas_rafael.jpg. Rafael Sanzio.

x Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores .

........................................................................................................... 23 5............ 15 3.............3 – Parte Prática ..4 – O Display de Sete Segmentos......................... 1 1............................................................ 29 6................................................................................4 – Curva I x V do diodo através do Osciloscópio .......................................... 1 1..................... 19 4............................Procedimentos .............. Medição e Cálculo de Valores Característicos................2 – Introdução – Valor Médio e Valor Eficaz de um Sinal Periódico .................................................... 9 2....1 – Objetivos ..........1 – Cálculos e Considerações Finais.............................................. 19 4......................... 39 CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica xi .......................................1 – Objetivos ...................... 29 6..... 29 6............................................................................................................................................................................................................................................... 9 2................................................................. 19 4..........Objetivos......................1 – Objetivo ...................................................................................................... 39 8................................................................................1 – Objetivo ............................................. 9 2.................................2 – Procedimentos ....... 35 7...........................................................3 – Parte Prática – Medições via Osciloscópio ........................................................................................................................................................................................................................ 15 3...1 ........2 ...................................................2 – Material Utilizado .............................................................................................................................................................. 35 Aula Prática 8 – Transistor de Junção Bipolar: polarização fixa e operação como chave .................................Procedimentos ...................................................................................................................................................3 – Acionando um Diodo LED ....................1 – Medições de Parâmetros com o Osciloscópio ..........................................................................................Sumário Aula Prática 1 – Formas de Onda de CA............. 35 7.....................................Material Utilizado ......................... 15 3...........................................................1 ................................................................................................................................. 25 Aula Prática 6 – Circuitos Limitadores e Grampeadores de Tensão ................................. Uso do Osciloscópio Digital.............. 17 Aula Prática 4 – Portas Lógicas com Diodos ........................................................................................ 39 8...................Objetivos..........................................3 – Parte Prática .....2 – Material Utilizado ......................................................... 24 5............. 19 Aula Prática 5 – Retificador Monofásico de ½ onda e de onda completa – Carga R e RC .................................................................................................. 29 Aula Prática 7 – Regulador de Tensão com Zener: operação e medições ........................ 1 1.........................2 – Material Utilizado ..... (médio e eficaz)............................... 10 Aula Prática 3 – Diodos LED e Display de 7 segmentos ................................................................................................................................ 23 5...........2 – Material Utilizado ....................................................................................... 2 Aula Prática 2 – A Curva Característica do Diodo Retificador (I x V) ...............................................................................................................3 – Formas de onda nos circuitos – verificação e análise ................... 15 3...........................................................................................................................1 – Objetivos .........................................................3 – Parte Prática .......................................................................................................................................................................................................................................... 9 2.......................

........................... 60 11....... 63 12.................4 – Parte Prática ............ 53 10........................................... 63 12........................................ 53 Aula Prática 11 – Regulador de Tensão com Transistor (tipo Série) ................................................................ 61 Aula Prática 12 – Regulador de Tensão 7812.......................................................................................................... 64 12................... 47 9..................................3 – Procedimentos .......................................................................................................1 – Objetivos ................................................................. 47 9...................................................... 75 Apêndice IV – A Matriz de Contatos (protoboard) .....................................................................................................................................4 – Parte Prática .................................................................................................................................................................................... Relé Temporizado acionado por TJB ................................................................. 47 9..............................2 – Procedimentos ..1 – Objetivos ........................... 59 11...........2 – Material Utilizado ............................... 69 Apêndice II – Códigos de Cores de Resistores – 4 e 5 Faixas ................3 – Introdução ...................................... 59 11......................................................1 ............................................... 53 10...........................................................................................................2 – Material Utilizado ..................... 47 9..........................................................................................................2 – Material Utilizado ........................................................................................................................Parâmetros .....................................................................................8......................................................................... 49 Aula Prática 10 – O TJB operando como chave no acionamento de cargas através de relés eletrônicos ......... 64 12.............................................................................. 67 Apêndice I – Plano de Ensino da Disciplina Eletrônica Analógica e de Potência .......................................................3 – Introdução ......................................................... 59 11.............................................................................................. Uso do Optoacoplador 4N25......................................................3 – Introdução ..................................... 73 Apêndice III – Principais diodos ZENER ..................................4 – Parte Prática .1 – Objetivos ..............................................................................................................................................................................................................................................................................................................................Objetivos..................................................................................................... ...............................................5 – Questões...... 39 Aula Prática 9 – O Transistor Bipolar como chave acionando um Relé Eletrônico....................................................................................................... 63 12............... 65 Referências Bibliográficas ................................................................. 77 xii Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores ......................................................................................................................

O seu valor eficaz. 2003). aplicada a um resistor. 1.2) CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica 1 . V ef ou VRMS é uma medida de sua eficácia em liberar potência para um resistor de carga.1. Vef = VRMS  1 T  T 0 v(t ) 2 dt (1. (médio e eficaz). 1. 1.3 – Compreender os significados dos parâmetros médio e eficaz de um sinal periódico e calcular estes valores para um sinal senoidal e um sinal triangular. por exemplo.Aula Prática 1 – Formas de Onda de CA. Medição e Cálculo de Valores Característicos (médio e eficaz).Objetivos 1. Figura 1. Uso do Osciloscópio Digital. Aula Formas de Onda de C. obtidos através de um gerador de sinais – vide Figura 1. Matematicamente. VDC  Área da função num período T  período T b) Valor Eficaz de um sinal periódico (ou valor RMS.2 – Efetuar medidas com o osciloscópio e anotar os valores característicos de sinais de CA. 1 1. Medição e Cálculo de Valores Característicos.1 – Conhecer a ementa das aulas práticas da disciplina Eletrônica Analógica e de Potência. ou seja.1) De um modo mais simples.1 – aplicados a uma carga resistiva pura. para uma tensão senoidal. Uso do Osciloscópio Digital. A. libera a mesma quantidade de calor pelo efeito Joule (DORF.1. do inglês Root Mean Square): Seja um sinal de tensão v(t) periódico.1 – Sinais periódicos obtidos em um gerador de sinais típico.1. o seu valor eficaz de 127 V equivale à uma tensão média (ou contínua) de 127 V que.1 .2 – Introdução – Valor Médio e Valor Eficaz de um Sinal Periódico a) Valor Médio de um sinal periódico: VDC = Vmed  VDC  1 T  T 0 v(t ) dt (1. incluindo o trabalho final (montagem de um circuito em placa de circuito impresso).

a) Desenhar o aspecto deste sinal (Figura 1.2 – (a) Esquema de ligação para leitura do sinal a ser medido. 1 kHz.Datapool). identificando: Período (T) em ms: T = _______ ms. obtidos através de um gerador de funções (ou gerador de sinal). um senoidal e outro triangular. (b) Aspecto do sinal (esboço). saída do gerador de funções do módulo universal 2000 . onde o slot D indica a seção de comunicação analógica e DSP.2 (veja a Figura 1.3.Nesta primeira aula prática do curso serão feitas medições de dois sinais CA. aplicado a uma carga resistiva.2a. conforme ilustra a montagem do circuito na Figura 1.3 – Alimentação do cartão EAC-02 com sinal de onda quadrada obtido do gerador de funções. Conexão do gerador de forma de onda com freqüência variável Ligar através de um fio apropriado para o protoboard o pino D2 do conector D ao resistor R do circuito da Figura 1. 2 Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores . calculados através das equações apresentadas acima.3 – Parte Prática – Medições via Osciloscópio Medição 1 – Seja um sinal senoidal de 3 Vp. 1. Figura 1. (a) (b) Figura 1. Amplitude (valor de pico-a-pico): Vpp = ______ V.2b). Os valores medidos deverão ser anotados para posterior comparação com os valores teóricos.

Detalhe para o conjunto de chaves para ajuste em escalas da freqüência (com ajuste fino).4). em 10 Hz. CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica 3 . com ajuste fino até 100 Hz). utilizar as chaves de ajuste da freqüência (o aspecto do conjunto é ilustrado no quadro da Figura 1.Ajuste do sinal do gerador de sinais Com a chave de simetria.4 – Ajuste de Simetria da forma de onda: terceiro cursor da esquerda para a direita. O ajuste da forma de onda – SENOIDAL – é obtido através de uma chave. Verificar o ajuste de OFFSET (simetria do sinal em relação ao eixo do tempo – Figura 1. Figura 1. em OFF. CH3.5. Para alterar o valor da freqüência. as chaves deverão estar ajustadas totalmente à esquerda (até 10 kHz. Verifique pelo osciloscópio. Figura 1. fazer o ajuste do sinal de entrada em 4 VRMS. Por exemplo.5 – Painel do módulo para ajuste de freqüência e do formato do sinal. Se for utilizado o multímetro para medir a freqüência do sinal de entrada. para o ajuste da primeira freqüência. no formato senoidal. localizada próxima ao conjunto de chaves de ajuste de freqüência – veja a Figura 1.5). selecionar o calibre 20 k com os cabos para medição de tensão.

b) Medir e anotar na Tabela 1. 4 Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores . o cursor 1 estará com ∆t (Delta) = 0. Botões para acessar funções de medida de cursor no osciloscópio utilizado.1 os seguintes valores.7).4).1. . Figura 1. Figura 1.Apertar o botão CURSORES (ver a Figura 1.6 – Acesso ao menu Cursores.6. após selecionar no menu do display cursor 1 (ver exemplo na Figura 1.fixar o cursor de CH1 no meio da tela. Procedimento – medida do período: .Marcar tipo = TEMPO e origem = CH2. para o osciloscópio Tektronix. disponível no osciloscópio (Figura 1.00 s e o cursor 2 será movimentado pelo usuário ao longo da curva da tensão vR(t). através do botão de ajuste acima do botão PRINT. . posicionado de modo a indicar o período do sinal senoidal em questão. . modelo TDS 2002B). Período (T) [ms] VDC [V] Vef ou Vrms [V] Uso do MENU Cursores. através do osciloscópio: Tabela 1.7 – Exemplo de medida de tempo (∆t) com o uso da função CURSORES. utilizado para medição da curva senoidal vR(t) no resistor.assim.

Medição e Cálculo de Valores Característicos (médio e eficaz).1 . A. através das Equações (1.8.Efetuar os cálculos dos valores médio e eficaz do sinal senoidal da medição 1.8 – Medidas características para um sinal triangular. em 1 kHz – Figura 1. Uso do Osciloscópio Digital. CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica 5 .Medição 2 – Sinal Triangular variando de 0 a 3 Vp. Formas de Onda de C.1) e (1.2). 1. Medidas obtidas: Período (T) VDC Vef = Vrms [ms] [V] [V] Figura 1.

3 – Como foi obtido no gerador de sinais o sinal triangular variando de 0 a 3 Vp ? 6 Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores .1. 1.2 – Repetir o item anterior para o sinal triangular.

1. As experiências de laboratório têm o objetivo de oferecer informações reais. A discussão das experiências feitas em grupo deve oferecer o subsídio necessário para a elaboração de conclusões consistentes. CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica 7 . para consolidar o aprendizado teórico e prover contato com a prática. que são a parte mais importante do relatório. a partir da manipulação dos componentes e montagens.4 – Conclusões Elaborar e redigir as conclusões às quais o grupo chegou.

8 Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores .

com operação no modo XY. Figura 2. VF = ______ V.2 . ajustável Pontas de prova para os instrumentos de medição (multímetro e osciloscópio) 9 .1 – Objetivos 2.Efetuar o teste de um diodo com o multímetro. 3.1 e preenchimento das Tabelas 2.1. 2. RD = ______ . Repetir o teste direto e reverso com o multímetro operando na escala de teste de semicondutores.verificar a curva característica do diodo através do osciloscópio.2 – Material Utilizado 1 resistor de 1 k 1 diodo do tipo 1N4148 ou da série 1N 400X 1 multímetro digital 2 tomadas adaptadoras de 3 para 2 pinos 2. 5. 2. CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica 1 osciloscópio digital 1 fonte de tensão C.4 .1 e 2. 4.3 .Aula Prática 2 – A Curva Característica do Diodo Retificador (I x V) Aula 2 Grupo de trabalho (nome completo) 1. c) Ajustar a tensão da fonte de alimentação Vf a partir do valor seu valor mínimo.3 – Parte Prática .medir corretamente a corrente e a tensão no diodo conectado em um circuito série alimentado por uma fonte de tensão CC variável.2. VD e a corrente ID do circuito. 2.3. 2. RR = ______ .1 .Procedimentos 2.1 d) Medir a tensão sobre o diodo. Repetir os procedimentos anteriores até completar as tabelas de polarização direta e reversa.C. Turma: Modalidade: A Curva Característica do Diodo Retificador (I x V) Matrícula Data: Nota: ___/___/20___ 2.levantar experimentalmente medidas relativas à tensão e à corrente sobre um diodo retificador para esboçar sua curva característica. b) Montar o circuito da Figura 2.1 – Circuito 1: montagem do circuito da Figura 2. a) Testar o diodo direta e reversamente com o multímetro digital na escala de resistências. 2.

0 10. Vf (V) 0. 10 Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores .4 o esboço deste sinal.2 – utilizar o diodo 1N4148 (diodo rápido) e aplicar. Valores de corrente: anotar com sinal negativo! Vf (V) VD (V) ID (mA) -1 -2 -5 -8 -10 2.5 0.1 – Dados para a região direta da curva I x V do diodo.2 0.8 1.7 0.6 0. 1 kHz aplicado ao circuito da Figura 2.3 – Oscilograma – esboço da curva ID x VD do diodo.0 12. um sinal triangular de 4 Vpp em 1 kHz.4 – Esboço do sinal triangular de 4 Vpp. através do gerador de funções.4 0.0 2. Figura 2.2.1 VD (V) ID (mA) 0.3 0. Desenhar no oscilograma da Figura 2. Figura 2.Tabela 2.2 – Dados para a região reversa da curva I x V do diodo.0 3.0 5.4 – Curva I x V do diodo através do Osciloscópio a) Montar o circuito da Figura 2.2 – Esquema do circuito para a verificação da curva ID x VD do diodo. Figura 2.0 Tabela 2.

b) Medir o sinal referente à tensão no diodo pelo canal 1 (eixo x.3. e) alterar a amplitude de vi (sinal triangular) e observar o que ocorre com a curva ID x VD. vertical). horizontal) e ajustar o osciloscópio para operar no formato XY. c) medir o sinal referente à corrente no diodo (tensão em R1) através do canal 2 (eixo y. CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica 11 . d) observar a tela do osciloscópio e fazer um esboço da mesma no oscilograma da Figura 2.

Espaço reservado para a colagem do gráfico elaborado em programa de computador 2. Definir quais os parâmetros são os principais na especificação do componente em questão.2 – Levantamento Técnico Buscar em “datasheets” os dados principais do diodo utilizado na prática.A Curva Característica do Diodo Retificador (I x V) 2.1 – Curva do Diodo A partir dos dados levantados plotar no Excel ou em um programa similar a curva característica I x V do diodo retificador da experiência. Colar esta curva no espaço a seguir. 12 Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores .

Elaborar e redigir as conclusões às quais o grupo chegou. a partir da manipulação dos componentes e montagens.As experiências de laboratório têm o objetivo de oferecer informações reais.A discussão das experiências feitas em grupo deve oferecer o subsídio necessário para a elaboração de conclusões consistentes.3 – Conclusões . que são a parte mais importante do relatório. .2. . CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica 13 . para consolidar o aprendizado teórico e prover contato com a prática.

14 Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores .

com destaque para o terminal de catodo (mais próxima à parte chanfrada. 4.02 multímetros digitais .wikimedia. Fonte: http://commons.3 – Acionando um Diodo LED Na Figura 3.org/wiki/File:LED. 3.2 . os terminais e a operação de um display de 7 segmentos.Material Utilizado 01 resistor de 220 ohms 01 resistor de 100 ohms 01 diodo LED (vermelho._5mm. Turma: Modalidade: Data: Matrícula Nota: ___/___/20___ 3.2.1 . 5. vê-se o aspecto de um diodo LED. com destaque para a parte chanfrada (lado do catodo).Objetivos   Conhecer as características e modo de operação de um diodo LED. o qual é o catodo (K).01 protoboard . Figura 3.Aula Prática 3 – Diodos LED e Display de 7 segmentos Aula 3 Diodos LED e Display de 7 segmentos Grupo de trabalho (nome completo) 1. verificar o tipo (anodo comum e catodo comum). 3.Pontas de prova para os instrumentos de medição 3.1. como mostra a Figura 3. verde ou amarelo) Fios (para conexão em protoboard) ._full).svg CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica 15 . no esquema).1 – Aspecto Físico do LED. Esta é a maneira mais simples e direta de se identificar o terminal de catodo (K). Outro modo é identificar o terminal maior no encapsulamento do LED._green_(unlabelled. 2.

1 – Parâmetros do LED (tensão e corrente) de acordo com a tensão aplicada.blogspot.1.2 – Fonte: http://viaspositronicas. de acordo com a variação da tensão aplicada.html Circuito para a polarização de um diodo LED A Figura 3. VS aplicado (V) -5 V -3 V 1V 4V 6V Cor do LED:  Vermelho VF (V) 16 Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores . polarizando-o corretamente (VAK > VF). Nota: Para o correto dimensionamento do resistor limitador de corrente no LED. Medição de VF e IF = IS.3 apresenta um circuito para a polarização de um LED. Figura 3. Nesta montagem serão medidas a tensão e a corrente diretas no dispositivo. o valor de RS no circuito da Figura 3. com o multímetro.com/2009/06/led-faca-se-luz.3.Figura 3. Etapas: a) Identificar os terminais do LED. b) Montar o circuito da Figura 3. para o qual será adotado um resistor RS = 220 .3 – Polarizando um diodo LED. c) Medir IF e VF no LED e anotar na Tabela 3.3 pode ser facilmente encontrado por: RS  VS  VF IF  Verde  Amarelo IF (mA) Tabela 3.

onde um resistor R é ligado em série com a fonte. Cada traço apresentado neste dispositivo corresponde a um LED que deve ser aceso/acionado.4. por exemplo.5). como ilustra a Figura 3.3. A configuração catodo comum é vista na Figura 3. Figura 3. Logo. é aquela onde todos os segmentos ou diodos têm o seu terminal de anodo ligados em comum. b e c. tais terminais só podem receber o sinal + 5 V. deverão ser acionados em 5 V os segmentos a. Figura 3.5 – Configuração ANODO COMUM de um display de sete segmentos. para dimensionar a corrente de cada LED do display. cujo aspecto está apresentado na Figura 3. Para formar.6 – Configuração CATODO COMUM de um display de sete segmentos.4. Figura 3.5.4 – O Display de Sete Segmentos Outro componente que se encontra na bancada é um display de sete segmentos de LED. CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica 17 . Configurações ANODO COMUM e CATODO COMUM A configuração anodo comum (Figura 3.6. o número 7 no display.

lembrando de limitar a corrente com um resistor de 100  no terminal comum. com base nas representações apresentadas nas Figuras 3.6. 3.Parte Prática a) Encontrar com o multímetro analógico a pinagem do display em bancada (anodo comum ou catodo comum).5 – Considerações Finais 18 Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores .5 e 3. b) Montar números no display.

Aula Prática 4 – Portas Lógicas com Diodos Aula 4 Portas Lógicas com Diodos Matrícula Grupo de trabalho (nome completo) 1.3. o qual indicará o nível lógico 1 quando aceso (estado ON.1 – Portas Lógicas com Diodos – Saída lógica identificada pelo diodo LED PORTAS AND e OR – CONVENÇÕES Para as entradas A e B do circuito da Figura 4. ligado). 2. 4. verde ou vermelho) 02 diodos (1N4148 ou da série 1N400X) 01 protoboard 01 osciloscópio e 01 gerador de funções fios (para conexão em protoboard) 4. adota-se como nível 0 binário o sinal de 0 V. 4.2 – Material Utilizado 01 resistor de 470 ohms 01 diodo LED (amarelo.3 – Parte Prática 4. e para o nível 1 binário o sinal de 5 V. CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica 19 . e o nível lógico 0 quando apagado (OFF. 3. Turma: Modalidade: Data: Nota: ___/___/20___ 4.1 – Objetivo Verificar a aplicação do diodo LED como dispositivo indicador na saída de circuitos lógicos com diodos (portas AND e OR). A saída será representada no circuito por um diodo LED.1. desligado). 5.

1. Tabela 4.2 – Tabela-verdade – Porta OU. A saída S apresenta um nível lógico alto na saída (1) quando qualquer das entradas estiver em nível alto. Figura 4.1. A expressão Booleana do circuito é: S = A + B (lê-se A ou B ou A or B). Entradas A 0 0 1 1 B 0 1 0 1 Estado do LED ON ou OFF Nível Lógico da Saída 0 = OFF e 1 = ON 20 Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores .PORTA E (AND) Esta função lógica apresenta nível alto na saída (nível 1 binário) somente quando todas as entradas estiverem em nível alto (ver a Tabela 4. Figura 4.2. Expressão Booleana: S = A . Tabela 4. Preencher a Tabela 4. e preencher o nível lógico esperado na saída).2 (nível lógico esperado na saída).1 – Tabela-verdade – Porta AND. B (lê-se A e B ou A and B). Entradas A 0 0 1 1 B 0 1 0 1 Estado do LED ON ou OFF Nível Lógico da Saída 0 = OFF e 1 = ON PORTA OU (OR) O circuito lógico com diodos que desempenha a função OU é mostrado na Figura 4.2.

Procedimentos:

a) Montar os circuitos das Figuras 4.1 e 4.2 para confirmar o nível lógico da saída de ambos.

b) Alimentar as entradas (A ou B) com sinais de 0 V (nível lógico 0) e 5 V (nível lógico 1).

c) Anotar na tabela verdade de cada circuito o estado do LED:

ligado (ON): nível lógico 1 ou apagado (OFF), nível lógico 0, zero.

d) Inserir em uma das entradas uma onda quadrada (vquad) de 0 a 5 V, na freqüência de 10 Hz e na outra um sinal de 0 V ou 5 V (alternar estes sinais), para visualizar pelo LED a saída lógica do circuito.

Observações: utilizar o gerador de funções do Módulo Universal 2000 AD – Fabricante: Datapool (slot D, pino D2).
Conexão da fonte vi (t), senoidal, com freqüência variável – ligar através de um fio apropriado para o protoboard o pino D2 do conector D da seção de comunicação analógica e DSP (saída do gerador de funções), como indica graficamente a Figura 4.3. Pino D2: sinal de vi(t)

1)

Figura 4.3 – Obtendo a tensão senoidal do gerador de funções.

2) Observação: para uma melhor visualização do sinal de onda quadrada, ajustar a base de tempo em 50 ms / div.

CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica

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Portas Lógicas com Diodos
4.1 – Apontamentos Para o circuito da Figura 4.1, calcular as correntes nos diodos retificadores e no diodo LED, para todas as situações da Tabela 4.1. Preencher os resultados na Tabela 4.3.

Tabela 4.3 – Tabela-verdade – Porta AND.

Entradas

Estado do LED ON ou OFF

Nível Lógico da Saída 0 = OFF e 1 = ON

ID1
(mA)

ID2
(mA)

ILED
(mA)

A 0 0 1 1

B 0 1 0 1

- CÁLCULOS – Circuito da PORTA E (AND):

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Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores

Aula Prática 5 – Retificador Monofásico de ½ onda e de onda completa – Carga R e RC
Aula

5
Grupo de trabalho (nome completo) 1. 2. 3. 4. 5.
Turma: Modalidade:

Retificador Monofásico de ½ onda e de onda completa – Carga R e RC (filtro capacitivo)
Matrícula

Data:

Nota:

___/___/20___

5.1 – Medições de Parâmetros com o Osciloscópio Montar no protoboard o circuito retificador de meia-onda (Figura 5.1, chave S1 aberta). Medir e anotar na Tabela 5.1 os valores indicados, sem filtro e com o filtro capacitivo (chave S2 aberta e fechada, respectivamente).

Figura 5.1 – Retificador monof. com filtro capacitivo. Dados: R = _____ Ω, C1 = 22 µF e C2 = 47 µF.

Tabela 5.1 – Medidas efetuadas no circuito da Figura 5.1, como retificador de ½ onda.

Medidas com o Osciloscópio Tipo de carga R: sem filtro RC: C1 = 22 µF RC: C2 = 47 µF Para se obter o retificador monofásico de onda completa a partir da Figura 5.1, basta fechar a chave S1. Na Tabela 5.2 devem ser anotados os valores característicos do circuito.
Tabela 5.2 – Medidas efetuadas no circuito da Figura 5.1, como retificador de onda completa.

IDC (multímetro)

VDC

Vripple p-p

Vrms

Medidas com o Osciloscópio Tipo de carga R: sem filtro RC: C1 = 22 µF RC: C2 = 47 µF IDC (multímetro)

VDC

Vripple p-p

Vrms

CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica

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5.3 – Formas de onda nos circuitos – verificação e análise
a) Medir com o osciloscópio, as formas de onda na entrada do retificador (secundário do transformador), no diodo D1 e na carga R, sem e com filtro capacitivo. Verificar, nas Figuras 5.2 5.3, o modo correto de ligação do terra do osciloscópio e das pontas de prova dos canais 1 e 2. b) Anotar nos oscilogramas da Figura 5.4 as formas de onda indicadas.

Figura 5.2.

Figura 5.3.

Formas de Onda (esboço) – Retificador Monofásico de Meia-onda Carga RC, onde C = ________ F

Carga Resistiva (sem filtro)

Figura 5.4 - Formas de Onda – Retificador Monofásico de Meia-onda – Carga R e RC.

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Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores

Relatório: Aula Retificador Monofásico de ½ onda e de onda completa – carga R e RC
5.1 – Cálculos e Considerações Finais Efetuar os cálculos para os retificadores utilizados na aula prática para os dois valores de capacitor eletrolítico utilizados. Comentar a respeito dos valores medidos e comparar os mesmas com os cálculos efetuados. Informações úteis:

5

Figura 5.5- (a) Retificador de ½ onda com filtro capacitivo. (b) formas de onda de entrada (azul, senoidal) e de saída (vermelho, com decaimento exponencial).

1 – Retificador Monofásico - Carga R (resistiva)

Topologia de ½ onda, onde VT = 0,7 V (diodo de Silício)

Vdc 

Vmax  VF

Vrms 

Vmax  VF 2

Topologia de onda completa (2 diodos, com transformador com Tap central)

Vdc 

2(Vmax - VF )

Vrms 

Vmax  VF 2

CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica

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)  fRC    Vmax V (O. f .) ripple ( pp )   2 fRC  Componente AC da ondulação: Valor RMS (valor eficaz da ondulação): Fator de Ripple Vac  Vripple ( p  p ) 2 3 2 2 2 Vrms  Vac  Vdc FR %  Vac 100 % Vdc 26 Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores . capacitor em paralelo com o resistor) * Para RC  T (ver Figuras 4. C.R.Forma de onda linearizada para a saída de um retificador de onda completa com filtro capacitivo (BOYLESTAD.) e n = 4 para topologia de onda completa (O. Figura 5.R. onde n = 2 para topologia de ½ onda (M.Vmax 1  n. Vdc = Vmax  Vriplle ( p .C. 2004).4. tensão na carga linearizada): VDC  n.6 – Detalhe da tensão de ripple (forma de onda linearizada) para a saída de um retificador de meia-onda completa com filtro capacitivo. 2 – Retificador Monofásico . O.). f Valor médio.C.Figura 5. C.Carga RC (filtro capacitivo.3 e 4. O.p ) 2 V  Vripple ( pp )  max (M.7 .

8 . 2002). com f’ = 120 Hz (a frequência do sinal de entrada é f = 60 Hz).8. por exemplo. sinal na saída com decaimento exponencial): Para o retificador de ½ onda: Vripple Vripple ( p p)  Vmax  Vmax  eT / RC  Vmax  Vmax  eT  / RC Para o retificador de onda completa: ( p p) Onde T’ = T/2 (vale lembrar que o sinal retificado em OC tem o dobro da freqüência do sinal retificado em MO).Forma de onda na saída de um retificador de meia-onda com filtro capacitivo – capacitor com valor baixo (NOVAES. Valor médio: Vdc = Vmax  Vac  Vriplle ( p .Figura 5. Para um sinal senoidal da CEMIG. T’ é o período de saída.p ) 2 2 3 Componente AC da ondulação: Valor RMS (valor eficaz da ondulação): Vripple ( p  p ) 2 2 2 Vrms  Vac  Vdc Fator de Ripple (r ou FR) FR %  Vac 100 % Vdc r Vr ( rms ) valor eficaz de vo 100%  100% VDC VDC CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica 27 . * Para RC  T (ver Figura 5.

28 Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores .

2 os sinais vi(t) e vo(t). 2. 6. a) Para o circuito das Figura 6.1. 6.3 – Parte Prática .3.Aula Prática 6 – Circuitos Limitadores e Grampeadores de Tensão Aula 6 Circuitos Limitadores e Grampeadores de Tensão Grupo de trabalho (nome completo) 1. CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica 29 . 5. 3. b) Desenhar no oscilograma da Figura 6.1 – Objetivo Comprovar o funcionamento dos circuitos ceifadores e grampeadores.2 – Material Utilizado 01 resistor de 1 k 01 resistor de 100 k 01 diodo da série 1N400X 01 capacitor eletrolítico de 100 F 01 multímetro digital 01 Gerador de Funções 01 Osciloscópio digital Pontas de prova para os instrumentos de medição.1 – vi : onda triangular com 15 Vpp.Procedimentos 6. 1 kHz. aplicar a forma de onda indicada e medir suas tensões de saída com o osciloscópio. verificando seu comportamento. R vi(t) D1 -5V - + vo (t) Figura 6. Componentes: R = 1 k e D = 1N4002.1 – Circuitos Ceifadores e Grampeadores. Turma: Modalidade: Data: Matrícula Nota: ___/___/20___ 6. 4.

3 – Componentes: R = 100 k. vi(t) vo(t) t (ms) t (ms) Figura 6. C1 = 100 F vi (t) D1 R +5V + vo (t) - Figura 6.3. c) Repita o mesmo procedimento para o circuito das Figura 6. Sinal de entrada: vi (t): onda quadrada. D = 1N4002 e C = 100 F. as formas de onda dos sinais vi(t) e vo(t).1. nos oscilogramas da Figura 6. d) Formas de onda: anotar. de 10 Vpp (1 kHz).3.vi(t) vo(t) t (ms) t (ms) Figura 6. 30 Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores .4 – Esboço dos sinais vi(t) e vo(t) medidos no circuito da Figura 6.4.2 – Esboço dos sinais vi(t) e vo(t) medidos no circuito da Figura 6. eletrolítico.

1 – Para o circuito grampeador da Figura 6.1 – Análise e Projeto de um circuito grampeador 6. A partir daí a tensão de entrada ficou nula. vi (t): onda quadrada. onde. ocorreu uma interrupção do gerador de sinal. no instante t7. CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica 31 .1.5a. seja o sinal de onda quadrada da Figura 6. por etapas. de 12 Vpp (1 kHz) (a) (b) Figura 6. Desenhar o sinal de saída no oscilograma da Figura 6.Relatório: Aula 6 Circuitos Limitadores e Grampeadores de Tensão 6.5b e explicar a operação do circuito.1.5.

6.6.1.2 – Qual é a tensão reversa neste circuito? 6. onde o diodo utilizado é ideal.2 – Seja o circuito retificador da Figura 6. a) Qual é o componente contínuo (VCC ou VDC) do sinal vi (t)? Qual é o valor médio de vo (t)? 32 Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores .6 – Observação: vi(t) = Vmax sen t + VDC  Equação geral. Figura 6.1.

dentre as alternativas mostradas na Figura 6.b) Qual será a forma de onda esperada para vo (t).7. CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica 33 .7? Justifique. Figura 6.

34 Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores .

Nestas condições obtémse o circuito equivalente da Figura 7. considerando-se os parâmetros vi (tensão de entrada).1 – Objetivos .2 – Fechar somente as chaves S1.1 . 7. 7. S2 e S6 (posição ON) do micro switch. . Modalidade: Data: Nota: ___/___/20___ 7.Aula Prática 7 – Regulador de Tensão com Zener: operação e medições Aula 7 Turma: Regulador de Tensão com diodo Zener: operação e medições Matrícula Grupo de trabalho (nome completo) 1.Verificação da operação de um circuito regulador zener. T2 e CT do módulo aos terminais VAC da placa CEB-01.Verificar a conexão do transformador . CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica 35 . RL (resistência de carga) e os valores nominais do diodo zener: tensão zener (VZ) e potência zener máxima (PZM).2.1. RS (resistência limitadora de corrente). 2.2 – Procedimentos 7. Figura 7.Determinar experimentalmente o mínimo valor da tensão de entrada não-regulada (tensão de saída de um filtro capacitivo) que fixa o diodo zener no estado de chave fechada e plotar o gráfico vo x vi (gráfico da tensão de saída regulada).2. 3.1 – Esquema do regulador de tensão com diodo zener. 5. 4.ligação dos terminais T1.

7. o canal 1 em PT10 e o canal 2 em PT11. Tabela 7. Anotar na 2ª coluna os valores correspondentes da tensão de saída. regular a tensão de entrada (valores aproximados) de acordo com os sugeridos na Tabela 7.1.6 – Medição da Tensão em RL e Gráfico vo x vi (gráfico da tensão de saída regulada). para melhor visualização dos sinais.7.2.4 – Ajustar a escala do osciloscópio.3 – Ligar o terra do osciloscópio em PT0. 7. como: T/div: 5 ms Canal 1: Canal 2: 2V/div 2V/div Acoplamento: DC Acoplamento: DC 7.2.5 – Sinais medidos/observados: a) No canal 1 será observado o sinal de entrada não regulado que pode ser variado através do potenciômetro P1 do módulo universal (no valor de 1 k).1 – Tensões de Entrada e de Saída do Regulador de Tensão com Zener. vi (tensão de entrada) 10 9 8 6 4 vo (tensão de saída) 36 Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores .2.2. a) Através do potenciômetro P1. b) No canal 2 será observada a tensão de saída regulada pelo diodo zener (quando ligado).

Relatório – AULA 7 Regulador de Tensão com diodo Zener: operação e medições 7. Espaço reservado para a colagem do gráfico elaborado em programa de computador b) Fazer o levantamento de dados técnicos do diodo zener com VZ = ______ V. Calcular o máximo valor de Vi no resistor R1 para o regulador operar em condições nominais. com relação à potência máxima e corrente máxima.1 – Gráfico vo x vi – Regulador Zener a) Plotar no software Excel ou similar o gráfico vo x vi e colar o mesmo no espaço abaixo. CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica 37 .

4 W (diodo zener 1N751). ( ) 470 . Figura 7.2 – PROJETO . IZM = ________ mA.Configuração com Vi e Rs fixos Seja o circuito da Figura 7. b.2 que garanta que VL = VZ . a) Calcule a corrente máxima no zener. a. c. d) Após o cálculo de RL.1 V e PZ = 0. b) Qual é a tensão nos terminais a e b suficiente para disparar o diodo zener? c) Determinar então o valor de RL no circuito da Figura 5.2 e VZ = 5. considerando Vi = 9 V e RS = 560 ohms. selecionar abaixo o valor comercial mais próximo para a montagem do circuito da Figura 7. ( ) 680 . ( ) 560 . ( ) 820 .7. d.Esquema do circuito regulador zener. ( ) 220 .2. e.2 . 38 Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores .

8. se mediu um valor próximo de + 0. com a ponta vermelha (+) em um terminal e a ponta preta (-) em um dos outros dois. Turma: Modalidade: Data: Matrícula Nota: ___/___/20___ 8. O primeiro passo é encontrar a base (B) do TJB. modelo de um TJB NPN com dois diodos – duas junções PN) . 2) os seus terminais: base (B).1 – Teste e Identificação dos Transistores De posse dos componentes BC 547 e BC 548. Se. medindo-se as junções base-coletor (VBC) e base-emissor (VBE).3. .Aula Prática 8 – Transistor de Junção Bipolar: polarização fixa e operação como chave Aula 8 Transistor de Junção Bipolar (TJB): polarização fixa e operação como chave Grupo de trabalho (nome completo) 1. a fim de se identificar: 1) o tipo de transistor (npn ou pnp). efetuar o teste dos mesmos pelo multímetro digital (pode ser utilizado também um multímetro analógico. 2. A partir daí se identifica os dois diodos do componente.Verificação da operação de um transistor de junção bipolar (TJB) operando como chave (corte/saturação). Placa de experiências CEB-02 Transistores BC 547 e BC 558 CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica 39 .veja a Figura 8. 5. mas os procedimentos são um pouco diferentes). já se encontrou um diodo do TJB (Figura 8.Construção da reta de carga do TJB operando como chave (emissor comum): curva IC x VCE. emissor (E) e coletor (C).Teste do TJB com o multímetro.1 – Objetivos . 4. . Colocar o cursor do multímetro na escala de testes de semicondutores (aquela que possui um diodo desenhado).1).3 – Procedimentos 8.2 – Material Utilizado Módulo universal 2000 – Fabricante: Datapool Multímetro (digital) – com função de teste de diodos 8. 3.7 V. Os transistores podem ser testados utilizando-se o mesmo procedimento para os diodos.2. Colocar o TJB fixado no protoboard (um terminal em cada fileira .

A base então está no pino onde foi fixada a ponta vermelha (+). Mudando a ponta (-) do multímetro para o outro terminal. os terminais E e C. Figura 8. possui mais portadores livres. encontra-se o outro diodo.7 V. portanto.92.2 – Modelo a dois diodos de um TJB npn. o emissor é mais dopado. A Figura 8.3). Como se sabe da construção do TJB. Figura 8. continuando o caso do TJB npn.Figura 8.3 – Símbolos do TJB npn e pnp. Neste caso o TJB será do tipo npn – veja a Figura 8.4 mostra os pinos de um TJB no encapsulamento TO .1 – Exemplo de como fixar o TJB em um protoboard. com uma tensão também próxima de + 0. O próximo passo é identificar. 40 Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores .

Para a verificação da situação do componente (em bom estado ou danificado).pdf Logo.Figura 8. BC. Se for marcado um valor baixo.1 as medidas e observações.org/datasheet/vishay/85113.4 – Vistas de topo e de perfil do TJB com o encapsulamento TO – 92. Podem ser citadas como referências na Internet: TJB BC 546/47/48: http://www. A análise do TJB pnp segue a mesma metodologia.2 – Valores medidos e identificação dos TJBs Anotar na Tabela 8.org/datasheet/philips/BC546_547_3. se as junções (diodos) apresentarem um potencial em torno de 0. Consultar a folha de dados (datasheet) dos transistores utilizados.datasheetcatalog. Fonte: http://www. overload). ou OL.org/datasheet/fairchild/BC558. igual ou próximo a 0 V.pdf TJB BC 546/47/48: http://www. existe um "curto" ou se não houver indicação no display. Daí encontra-se e se comprova que VBE > VBC. 8.7 V indica bom estado.pdf CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica 41 .3. o transistor está "aberto" (indicação 1. a sua junção com a base terá um potencial de depleção ligeiramente maior que a da junção base-coletor.datasheetcatalog.datasheetcatalog.

3 – Polarização do TJB pela base e medição do ganho de corrente (DC) a) Desligar o módulo universal 2000 e instalar a placa CEB-02 no slot E ou F.3. O TJB utilizado no módulo (Q 1): BC 548.1 – Transistores utilizados para teste e principais parâmetros. Os pontos de medida na placa CEB-02 são: Base (B): PT1 Coletor (C): PT2 Emissor (E): PT3 Figura 8. b) Ligar o módulo e efetuar as medidas (anotar): VBE = ____________ V e VCE = ____________ V 42 Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores . VCBO e PC (mW) 8. mínimo e máximo). VBB = 12 V e VCC = 12 V. VCEO. Os valores dos parâmetros deste circuito são: RB = R4 = 560 k. O circuito equivalente obtido na placa CEB-02 é ilustrado na Figura 8. Transistor (vista de frente) Tipo (NPN ou PNP) e símbolo (desenho) Valores caracteríticos: ganho  (ou hFE.5. de modo que se tenha o seguinte estado: S1S2S3S4S5S6S7S8 = 01110000. Colocar as chaves S2.Tabela 8. RC = R2 = 1 k. S3 e S4 do dip switch localizado na placa na posição fechada (ON) e as demais na posição aberta. Terra (GND): PT0.5. ICmax.

saturação) VCE = __________ V (chave aberta. está ligado um LED em série com o resistor de coletor (R2). Procedimentos: a) Fechar e abrir sucessivamente a chave Ch1 (ou S1).3.8. mudar a posição das chaves do dip switch de maneira que somente a chave S4 fique na posição fechada (ON). corte) CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica 43 .6. Assim obtém-se o circuito equivalente da Figura 8. O que ocorre com o diodo LED? Figura 8.6 – Circuito do TJB operando como chave. no circuito de saída. onde.4 – Operação do TJB como Chave Com a placa CEB-02 ainda instalada. b) Medir o sinal VCE e anotar: VCE = __________ V (chave fechada.

5 na curva característica do TJB (Figura 8. Cálculos: 44 Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores .5 (polarização do TJB pela base). b) Traçar a Reta de Carga do circuito da Figura 8.7 . IC e DC para o circuito da Figura 8.7). Indicar todos os parâmetros e o ponto quiescente (Q) de operação do TJB.TJB como chave (corte e saturação).Curva IC x VCE .Relatório – AULA 8 Transistor de Junção Bipolar (TJB): polarização fixa e operação como chave (corte e saturação) a) Efetuar os cálculos de IB. Figura 8.

Explicar a operação do circuito.6? d) Redesenhar o circuito da Figura 8. em uma freqüência de 1 Hz.c) Qual é a máxima corrente que circula pelo diodo LED no circuito da Figura 8. variando de 0 a 5 V. para alimentar a base do TJB. CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica 45 .6 inserindo uma fonte com um sinal de onda quadrada.

46 Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores .

Objetivos .2 – Material Utilizado 01 resistor de 47  01 resistor de 100  01 resistor de 470  01 resistor de 1 k 01 diodo 1N4148 01 transistor BC 547 ou equivalente 01 diodo LED (vermelho) 01 acoplador óptico 4N25 9. 3. 5. Uso do Optoacoplador 4N25. A estrutura simplificada de um relé é mostrada na Figura 9.3 – Introdução 9. Aula 9 Turma: O Transistor Bipolar como chave acionando um relé eletrônico. .Aula Prática 9 – O Transistor Bipolar como chave acionando um Relé Eletrônico. 2005).C.1 . 9. 2.Comprovar o funcionamento do transistor bipolar como elemento chaveador acionando um relé. Quando a bobina é percorrida por uma corrente elétrica é criado CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica 47 . Modalidade: Data: Matrícula Nota: ___/___/20___ 9. ajustável 01 gerador de funções 01 osciloscópio 02 tomadas adaptadoras (3 para 2 pinos) Pontas de prova para os instrumentos de medição Os relés são dispositivos comutadores eletromecânicos.1 – Relés Eletromecânicos – Aspectos Básicos 01 relé 12 VCC 01 multímetro digital 01 fonte de tensão C. Uso do Optoacoplador 4N25.3. Grupo de trabalho (nome completo) 1. 4.comprovar o funcionamento do circuito integrado 4N25 (optoacoplador) acionado por um sinal de onda quadrada. Nas proximidades de um eletroímã é instalada uma armadura móvel que tem por finalidade abrir ou fechar um jogo de contatos.1 (BRAGA.

Relé controlando um circuito de potência (BRAGA. 2005). abrindo para isso S1. conforme mostra a Figura 9. Uma das características do relé é que ele pode ser energizado com correntes muito pequenas em relação à corrente que o circuito controlado exige para funcionar. ou seja. como por exemplo transistores. atraindo-a. Isso significa a possibilidade de controlarmos circuitos de altas correntes como motores. Figura 9. Nesta atração ocorre um movimento que ativa os contatos. Figura 9. 2005). Observe o símbolo usado para representar este componente. O 48 Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores . sem a necessidade de acoplamento elétrico (BRAGA. 9.2.2 – Acopladores Ópticos A respeito dos dispositivos optoacopladores ou acopladores ópticos. permitindo que a corrente do gerador E2 circule pela carga. são componentes que possibilitam a transferência de um sinal de controle ou mesmo de um sinal que carrega uma informação.3. 2005). lâmpadas e máquinas industriais. fotoresistores etc. a corrente do gerador E1 pode circular pela bobina do relé. os contatos do relé fecham.um campo magnético que atua sobre a armadura.1 . A aplicação mais imediata de um relé com contato simples é no controle de um circuito externo ligando ou desligandoo. fechados ou comutados. os quais podem ser abertos. Quando a chave S1 for ligada.2 . Com isso. energizando-o. diretamente a partir de dispositivos eletrônicos com sinais baixos de corrente. o circuito controlado que pode ser uma lâmpada.Aspecto de um relé eletromecânico (BRAGA. circuitos integrados. Para desligar a carga basta interromper a corrente que circula pela bobina do relé. de um circuito para outro.

que pode ir desde um foto-diodo até um foto-diac. é importante considerar suas características dinâmicas. onde um relé de 12 V é acionado por um transistor bipolar operando como chave. uma vez que muitas aplicações de interfaceamento e controle a transferência de sinais ocorre a taxas muito elevadas.1 . 9. A entrada de sinal é feita por um LED. Figura 9. mas a resposta do transistor depende de sua polarização. Assim. tipicamente o fototransistor não tem bom desempenho trabalhando com freqüências acima de 600 Hz.4.3 é ilustrado o esquema da montagem 1. as principais características que devem ser observadas no foto-transistor são a corrente de coletor e a máxima tensão entre emissor e coletor. deve haver um resistor limitador de corrente no circuito de entrada. em qualquer projeto que envolva acopladores ópticos e que opere em alta velocidade.O transistor bipolar acionando uma carga através de um relé eletromecânico. Além dessas características estáticas do transistor. o fotoemissor (LED) pode operar numa faixa que se estende até vários MHz. pode-se simplesmente aumentar o nível de corrente nesse componente. e seu valor pode ser calculado levando-se em conta a corrente máxima no LED. Com relação à saída. o qual deve ser convenientemente excitado para produzir radiação em um nível que possa excitar o sensor. No entanto. Assim. Observação: usar como V2 a fonte fixa de 5 V da fonte de tensão (bornes à direita). Na Figura 9.3 . deve-se levar em conta a tensão mínima que deve ser aplicada ao LED para sua condução.4 – Parte Prática 9.O transistor bipolar acionando um relé eletromecânico de 12 V.sinal é transferido por um feixe de luz produzido por um emissor LED e recebido por um sensor. Em todo caso. os tempos de resposta do sensor e do próprio emissor devem ser levados em conta. bem como a corrente mínima a fim de se obter a excitação do sensor. Em geral. CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica 49 . Quando se deseja aumentar a velocidade de resposta.

4.1 .Medições a serem efetuadas para o circuito da Figura 9. Notar a identificação dos pinos do circuito integrado 4N25. Medir. os sinais nos pontos A e B e plotar o seu aspecto na Figura 9.4 – circuito para operação com pulsos.Uso do acoplador óptico 4N25 A segunda montagem é apresentada pela Figura 9. Situação 1 .Tabela 9. a ser medido no pino 4 do circuito integrado do acoplador óptico 4N25.Chave S1 fechada VCE (V) Situação 2 . Observação: fazer o ajuste da tensão de 10 Vpp através do ajuste de off-set. para o circuito da Figura 9. NOTA: aterrando o resistor de 470 ohms.3. Ponto B: sinal de saída vo (t). Sinais envolvidos: Ponto A: sinal de entrada vi .Montagem 2: aplicação do acoplador óptico 4N25 com um sinal de onda quadrada na entrada (ponto A).4.5.2 . para uma melhor visualização). em 5 Hz (usar uma base de tempo de 50 ms no osciloscópio. o sinal de vB melhora (verifique). 50 Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores . onda quadrada de 0 a 10 Vp.Chave S1 aberta VCE (V) IC (mA) VRL (V) IRL (mA) IC (mA) VRL (V) IRL (mA) 9. obtida através do gerador de funções. Figura 9.4 .

Figura 9. CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica 51 .5 – Formas de onda de entrada e de saída para o acoplador óptico 4N25 – circuito da Figura 9.4.

52 Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores .

4.2 .2 – Procedimentos Parte 1 – Comando de uma lâmpada incandescente de 127 V/ 60 W Seja o diagrama de comando da Figura 10.1.1. utilizado na partida direta de cargas monofásicas ou trifásicas. A lâmpada L1 é incandescente (127 V/ 60 W) e Q1 é uma chave disjuntora-seccionadora.1 – Objetivos 10. CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica 53 . 2. 5. 10. Turma: Modalidade: Data: Nota: ___/___/20___ 10.Montagem de circuitos eletrônicos (com o TJB como chave) similares aos diagramas de comandos elétricos e comprovação do seu funcionamento.Verificação da operação de um transistor de junção bipolar (TJB) operando como chave (corte/saturação). 3. Figura 10. 10. sendo acionado por um sinal digital de 5 V.1 .Aula Prática 10 – O TJB operando como chave no acionamento de cargas através de relés eletrônicos Aula O TJB operando como chave no acionamento 10 de cargas através de relés eletrônicos Matrícula Grupo de trabalho (nome completo) 1.

3 – Pinagem do CI 7404.1) Assim.Um circuito eletrônico pode ser implementado para desempenhar a mesma função do contator K1.1 é apresentado na Figura 10.2. Efetuar o teste através do diodo LED e. Figura 10. empregar um relé eletrônico (de 6 ou 12 V) acionado por um transistor operando como chave. Figura 10.4 – Pinagem do CI 7408. em seguida. bastando. Efetuar o teste.4). um simples circuito digital representando a lógica de comando da Figura 10. cuja função lógica é dada pela Equação (10. atuando nas chaves Bo e B1 do circuito eletrônico. a saída K1 só terá nível alto se Bo tiver nível 0 (não estiver acionada) e B1 tiver nível 1 (estiver acionada). fechando o circuito de carga. Figura 10.3) e 7408 (porta AND.C1 (comum) . para isso. O outro terminal do relé . Figura 10. ___ K1 = Bo . b) Conectar a lâmpada L1 aos terminais NA1 (normalmente aberto) do relé e ao neutro (N) da fonte CA. montar o diagrama da Figura 10.2. conectar o sinal de saída ao circuito do relé eletrônico. disponível no módulo.1).2 – Circuito digital para o acionamento de uma lâmpada. Figura 10.deve ser ligado ao disjuntor Q1 e este à fase (F) da fonte CA. Daí. 54 Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores .B1 (10. Procedimentos: a) Consultando os diagramas internos dos CIs 7404 (inversor lógico.

onde as entradas serão o sinal K1 e o sinal B2 (representando a botoeira B2 do diagrama de acionamento). Assim.2. o contator K2 só é acionado se o contator K1 for acionado antes. motor elétrico universal.c) Descrever o funcionamento do sistema completo. alimentado em 127 V. acionadas pelos contatores K1 e K2. Figura 10.6. lâmpada incandescente de 127 V/ 60 W e M1. O sinal de K1 é obtido da saída da porta AND do circuito da Figura 10. CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica 55 .5 mostra o acionamento condicionado de duas cargas. A Figura 10.5 – Comando condicionado de duas cargas.1) Tal função é facilmente implantada pelo circuito mostrado na Figura 10. Nesta situação. Parte 2 – Comando condicionado de duas cargas: L1. O circuito resultante fornece uma função lógica AND.B2 (10. dada por: K2 = K1. pode-se montar um circuito eletrônico-lógico equivalente.

Em seguida. 56 Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores .4. como mostra o diagrama da Figura 10. O circuito com os sinais para os relés de acionamento das cargas L1 e M1 é mostrado na Figura 10. conectar o sinal de saída K 2 ao circuito do relé eletrônico. A sua saída deverá ser conectada a um segundo relé eletrônico (para o acionamento do motor universal M1). com as conexões dos relés 1 e 2 identificadas. Explicar o funcionamento.6 – Circuito eletrônico equivalente ao comando condicionado da Figura 10.7 – Circuito eletrônico equivalente – etapa de sinais de saída para os relés de L1 e de M1.6. Verificar as ligações dos terminais dos relés! Figura 10.Figura 10.7.5 e efetuar o teste através dos diodos LEDs disponíveis no módulo. a) Montar o circuito eletrônico equivalente ao diagrama de comando da Figura 10.

no lugar de B2. c) Conectar o sinal do gerador de freqüência do módulo. onde a variável SEL (seleção) controla o funcionamento das cargas L1 e M1 (veja a Figura 10.b) Conectar a carga M1 e efetuar o teste do circuito.3 – Projeto – Projetar um comando lógico onde seja utilizado um circuito multiplex (MUX) 2x1. Desenhar o diagrama eletrônico e incluir os relés necessários para o acionamento independente das cargas. Comentar a sequência de operação. com f = 0.7). CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica 57 . O que ocorre com a operação das cargas L1 e M1? 10.1 Hz.

58 Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores .

CAPACITOR: 01 capacitor eletrolítico de 47 F.Aula Prática 11 – Regulador de Tensão com Transistor (tipo Série) Aula 11 Regulador de Tensão com Transistor (tipo Série) Matrícula Grupo de trabalho (nome completo) 1. INSTRUMENTOS DE MEDIÇÃO: 01 multímetro digital e 01 osciloscópio.1 – Objetivos . e 100 k (1 un. .Conhecer e comprovar o funcionamento de uma fonte de alimentação em C. 3. 01 diodo zener 1N751 (5. VL (tensão média na carga) e das principais correntes. TRANSISTOR: 01 transistor TIP 31 A. 1k  (1 un.). IC .2 – Material Utilizado RESISTORES: 560  (1 un.). 10 k (2 un. 2. 500 mW). através da variação do valor de RL e da medição de vi (tensão de entrada não regulada). através da expressão PC max = VCE .C. Turma: Modalidade: Data: Nota: ___/___/20___ 11.3 k (1 un. 3. 11. 33 k (1 un. DIODOS: 01 diodo da série 1N 400X.300 mA ou equivalente (com tensão próxima). (corrente contínua) com o transistor bipolar atuando como elemento regulador série.).).1 V.Verificar a dissipação de potência do transistor neste tipo de operação.Verificar o princípio de regulação de carga no circuito. 5. TRANSFORMADOR: 01 transformador de 127V/9 + 9 V . ACESSÓRIOS: pontas de prova para os instrumentos de medição.).). CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica 59 . 4. 500 mW) e 01 diodo zener 1N758 (9 V.

2) (11. consegue-se uma tensão de saída praticamente constante. Figura 11.1 com o acréscimo de uma chave para efetuar o transitório de carga.3) IRS  Vi  VZ RS Como as tensões VZ e VBE são parâmetros do circuito praticamente constantes. Fazendo uma análise da malha de saída do circuito.2 mostra o esquema do circuito regulador da Figura 11. em uma simulação através do software PSpice. A tensão de entrada CA é obtida no secundário de um transformador T1 127 V / 9 V + 9 V. 60 Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores . Figura 11.1) VCE  Vi  Vo (11.Esquema do circuito regulador de tensão tipo série no software PSpice.Esquema do circuito regulador de tensão tipo série. verifica-se que a tensão de saída Vo (ou VL) é dada pela relação: Vo  VZ  VBE Outras equações importantes são: (11.1 .3 – Introdução O circuito da Figura 11.11.2 . onde o transistor Q1 atua como elemento regulador. Na ocorrência de uma variação na tensão de entrada não-regulada vi ou na corrente de saída IL (desde que dentro de valores limites).1 mostra um circuito regulador de tensão tipo série. conclui-se que a tensão de saída Vo varia muito pouco. A Figura 11.

0mA 0. RL () 10 k 4. que mantém o valor de 4 V (diferença entre a tensão de 4.5mA SEL>> 0A -IE(Q1) 5. Se Vo  (diminui).3 – Resultado de simulação do circuito da Figura 11.3.7 V).Nesta simulação. e o TJB conduz mais (ocorre aumento na corrente de base e nas correntes de coletor e de emissor). a carga fica alterada.1 e medir os parâmetros indicados na Tabela 11.7 V do diodo zener e a de 0.7 k IC (mA) IE (mA) IB (A) IR2 (mA) IZ (mA) VBE (V) VZ (V) VCE (V) Vo (V) CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica 61 . Tabela 11.2 (software PSpice ). utilizando o diodo zener 1N 750 (4.1.4 – Parte Prática 11. 11. Daí Vo volta a crescer (). de 10 k para 5 k (foi escolhido o instante de 20 ms para o fechamento da chave (U1.0V 2.1 – Parâmetros do circuito da Figura 11. tensão VBE).1 – Montar o circuito da Figura 11.7 V do diodo do TJB TIP 31. 1.1 com o diodo zener 1N758. pela equação VZ = Vo + VBE então VBE aumenta.4.5V 0V 0s V(D2:2) Time 5ms 10ms 15ms 20ms 25ms 30ms 35ms 40ms Figura 11. Isto pode ser observado na Figura 11. no esquema). que apresenta a corrente de emissor de Q1 (corrente na carga RL) e a tensão de saída vo (t).

Tabela 11. IC = _________ = ______ mW.11. para os valores de RL mostrados na Tabela 11. para RL = 4.Parâmetros do circuito da Figura 11.4.2 – Cálculo da potência dissipada no transistor.7 V).4.3 – Gráfico Vo x RL – Regulação da Tensão de Carga e Resposta à Variação de Carga a) Ainda com o diodo zener 1N750 (4. Gráfico Vo x RL Regulador de Tensão com TJB tipo Série 62 Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores . RL () Vo (V) 1k 3k3 5k 10 k 33 k b) Construir o gráfico Vo x RL utilizando o software Excel ou similar.7 k : PC max = VCE . Colar o mesmo na área indicada a seguir. 11.2.1 com o diodo zener 1N751. Fazer uma análise deste gráfico.2 . medir a tensão Vo.

tensão positiva). 1 un. Relé Temporizado acionado por TJB Aula Uso do Regulador de Tensão 7812 (série 78XX. POTENCIÔMETRO CAPACITORES ELETROLÍTICOS DIODOS TRANSISTOR BIPOLAR REGULADOR DE TENSÃO TRANSFORMADOR RELÉ ELETROMECÂNICO INSTRUMENTOS DE MEDIÇÃO FONTE DE TENSÃO DE C. 2.) CI 7812 .Aula Prática 12 – Regulador de Tensão 7812.C. 3. (corrente contínua) regulada. 5.) LED verde (1 un.) TIP 31 A (1 un. acionado por transistor bipolar e alimentado por uma tensão de 12 V obtida pelo regulador de tensão 7812. Turma: Modalidade: Data: Matrícula Nota: ___/___/20___ 12. implementar um circuito com relé temporizado.C. Relé Temporizado acionado por TJB.) 4.) 100 ohms (1 un.47 F (1 un. 12 Grupo de trabalho (nome completo) 1.).) 2200 F (1 un.encapsulamento TO-220 (1 un. 1N 400X (1 un.7 k (1 un.) 330 ohms (2 unidades) 10 k (1 un. 12. de 12 VCC (8A.2 – Material Utilizado RESISTORES 10 ohms (1 un.1 – Objetivos   Conhecer e comprovar o funcionamento de uma fonte de alimentação em C. através do Regulador de Tensão 7812. ACESSÓRIOS CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica 63 .) Transformador de 127 V / 9 +9 V.) – diodo de sinal LED vermelho (1 un. 250 VCA). 300 mA Do tipo Schrack RP 420012.) 220 F (1 un. Multímetro digital (1 un.) Osciloscópio (1 un. pontas de prova para os instrumentos de medição e para a fonte C. da série 78XX. 4.) 0.C.) 01 fonte com um terminal fixo de 5 V e 1 terminal ajustável.) – diodo retificador 1N 4148 (1 un.

Entretanto.4. Medir a tensão disponível no pino 3. PINAGEM .2 . através do acréscimo de alguns componentes externos. 1991). tensão de saída.Relé de Tempo Ajustável a) Montar o circuito da Figura 12. não regulada) 2: terra (gnd) 3: Vo . 12.4.Relé de tempo ajustável (esquema).1 .12.2.3 – Introdução Os circuitos integrados (CI) da série 78XX são reguladores projetados para tensões fixas e positivas.220 1: Vi (tensão de entrada. A pinagem do CI 7812 é indicada na sequência. 64 Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores . pode-se alterar a configuração do circuito com este CI e se obter uma tensão de saída ajustável ou com um valor maior (PINHO.1. Figura 12.4 – Parte Prática 12. Figura 12. 12. regulada.1.2 . Anotar: Vo = _________ V.Montar o circuito da Figura 12.Encapsulamento TO .

c) A respeito dos contatos do relé.metaltex.com. aumentar a sua vida útil? Sugestão: verificar a homepage http://www. com RB mínimo = 10 k e com RB máximo = 14.metaltex. usando apenas uma fonte de 5 V acionando as duas cargas. 3) fazer com que os relés operem em determinadas faixas de tensões. CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica 65 . O que ocorre? c) Monitorar a tensão VCE pelo canal 1 do osciloscópio e a tensão no capacitor. qual das duas cargas tem o seu funcionamento temporizado? b) Refazer o esquema deste circuito. que medidas podem ser tomadas para a sua proteção e. Tais circuitos são empregados para: 1) maximizar a sensibilidade do relé.metaltex. multímetro.5 – Questões a) Pelo esquema do circuito e do relé. 12. Anotar os valores aproximados do tempo: Para RB mínimo = 10 k.br/tudosobrereles/tudo7.asp  Desenhar 2 exemplos destes circuitos e explicar em poucas palavras o seu funcionamento.b) Fechar momentaneamente a chave S1 .asp CIRCUITOS PRÁTICOS – DRIVERS Denomina-se drivers os circuitos que acionam relés a partir de correntes ou tensões muito pequenas. o tempo de atuação do relé foi de: ________ s.asp e http://www.br/tudosobrereles/tudo7.7 k. O que ocorre com VCE e com VC1 ? pelo d) Medir o tempo de atuação do relé (tempo de comutação do led vermelho para o led verde).com. consequentemente.com. 2) modificar o tempo de resposta.br/tudosobrereles/tudo8. Fontes: http://www. não sendo possível fazer isto diretamente. VC1 . o que possibilita acionar relés de corrente contínua a partir de sinais alternados. Para RB máximo = 14.7 k (com o ajuste do potenciômetro de 4k7  em seu valor nominal). aplicando um pulso da tensão de 12 VCC no capacitor. o tempo de atuação do relé foi de: _______ s.

66 Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores .

Luis F. Vol. Disponível em:< http://www. L. 8ª ed. A. C. TDS1000.washington. Como funcionam os relés. [7] FRANCISCO. [14] _________ RACK de Eletrônica de Potência. APOSTILA. 2002. Temporizadores. ed. Introdução aos Circuitos Elétricos. Antônio Marco V. [9] MALVINO. Disponível em:<http://www. Manual de Experiências.edu/phys334/datasheets/Tek2kUserManual. [4] BRUMATTI. Euryclides de Jesus Zerbini”. 1996. A. Acesso em 20 set 2011.br/eletronica_potencia/apostila_eletronica_potencia. Fontes de Alimentação. Tony R. J. 1991. Apostila. Acesso em: 29 abr 2005. 2005. 4ª. Eletrônica.pdf >. Pearson Prentice-Hall.planetaclix. São Paulo: Editora Saber. S. R. [8] KUPHALDT.pdf>. CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica 67 . [6] DORF. [2] BRAGA. Kuphaldt. NEWTON C. C. Itajubá: Datapool Eletrônica Ltda. Eletrônica de Potência.Referências Bibliográficas [1] BOYLESTAD.org/obp/electricCircuits > Copyright © 20002004. A. 2004. São Paulo: Érica. Revista Saber Eletrônica. et al. Acesso em: 14 abr de 2010. [13] ______________ Manual do Usuário – Osciloscópios Digitais de Tempo Real – Série TDS 2000.htm>. Disponível em: <http://adjutojunior. no 226. 2003. Circuito de Proteção com Acopladores Ópticos (adaptado).yahoo..com. Componentes Eletrônicos. B. Campinas: Escola SENAI “Prof. Antônio M.com. [12] PINHO. Dispositivos Semicondutores: Diodos e Transistores. Lessons In Electric Circuits – A free series of textbooks on the subjects of electricity and electronics.metaltex. et alli. Tony R. Disponível em:<http://geocities. Acesso em 17 abr 2011. [5] CIPELLI.ibiblio.br/gedaepage/Doc/optoacopladores. SVOBODA.pt/download/Circuitos_Electronicos. 18a edição. [10] MARQUES. Dispositivos Eletrônicos e Teoria de Circuitos. 1997.and TDS2000-Series Digital Storage Oscilloscope – Tektronix. E.pdf>.br/tudosobrereles/tudo1. Curso Técnico de Automação Industrial. [11] NOVAES. Rio de Janeiro: Editora LTC. Regina Célia Roland. Disponível em: <http://courses. Acesso em 25 abr de 2005. P. 17-20. 5a ed. Serra: CEFET-ES. pp. 2010. [3] BRAGA. NEWTON C. 2001. Osciladores.asp>. M. e NASHELSKY L. São Paulo: Makron Books. São Paulo: Érica. I. R.com. Disponível em:< http://automatos. Teoria e Desenvolvimento de Projetos de Circuitos Eletrônicos. Conheça o 78XX. Dr. Acesso em 25 abr de 2005. Eletrônica Analógica – Atividades de Laboratório.

68 Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores .

Sistemas Digitais e Acionamentos Elétricos. 1. III . IV – Objetivos Ao final da série. Desenhar formas de onda de circuitos retificadores.Curso: Técnico em Mecatrônica. Conversores CC-CA de potência – inversores. CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica 69 . Identificar componentes eletrônicos de potência. 1.Diodos LED e display de sete segmentos.CH. corrente e potência dos circuitos eletrônicos. Especificar retificadores de potência.Retificadores monofásicos de meia onda e de onda completa.Campus: VIII Unidade: Varginha 1.Apêndice I – Plano de Ensino da Disciplina Eletrônica Analógica e de Potência Apêndice I – Plano de Ensino da Disciplina Eletrônica Analógica e de Potência CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS DIRETORIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA COORDENAÇÃO GERAL DE AVALIAÇÃO EPT COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA PLANO DE ENSINO I – Identificação 1. Analisar circuitos básicos com amplificadores operacionais.Disciplina: Eletrônica Analógica e de Potência .Características e funcionamento. Analisar circuitos com transistores. Anual: 80 .1 .Aulas Semanais: 2 1.Interface com outras Disciplinas e Áreas de Conhecimento Circuitos Elétricos. Transistores.Portas lógicas com diodos. Utilizar o transistor como chave e amplificador. Conversores de potência – gradadores. Retificadores controlados de potência. Modalidades: Integrado (série: 2ª) e Concomitância Externa e Subsequente (1ª série – noturno).4 .3 . Calcular os valores de tensão. Analisar circuitos conversores de potência CC/CA e suas aplicações. Utilizar amplificadores operacionais.2 .3 . V – Unidades de Ensino e Conteúdos Programáticos Bimestrais UNIDADE 1 – DIODOS 1. 1. Amplificadores operacionais. Analisar circuitos com diodos retificadores.1 .2 . o aluno deverá ser capaz de: - Identificar dispositivos semicondutores em circuitos eletrônicos. Analisar circuitos retificadores de potência controlados.4 – Professor: André Barros de Mello Oliveira II – Ementa Contida no Projeto de Curso Diodos. 1.

Circuitos ceifadores e grampeadores.7 – Filtros com amplificadores operacionais (filtros ativos). 2.1 – Amplificadores operacionais: constituição e características.Aplicações – SCR como relé de estado sólido e como retificador.onda quadrada e quase quadrada .4 . 2.5 .5 – O comparador com histerese. 3. 2.6 – Integradores e diferenciadores com amplificadores operacionais. 3. 3. 6.3 – Configurações emissor-comum (EC) e coletor-comum (CC).Aplicações – TRIAC como chave CA eletrônica. 5. UNIDADE 4 . 1.4 . não inversor.3 .Inversor monofásico em ponte a transistor – funcionamento em PWM senoidal e aplicações. 5.1 .Retificadores controlados monofásicos de onda completa. 5. . 1.Retificadores controlados trifásicos de meia onda e onda completa. UNIDADE 2 – TRANSISTOR DE JUNÇÃO BIPOLAR (TJB) 2. 2.curva de transferência de potência. 3. 2.Retificadores controlados monofásicos de meia onda. .Resolução de exercícios e problemas práticos.5 – Teste de transistores e identificação do tipo (NPN ou PNP) e dos terminais.3 – Comparador de tensão: inversor e não-inversor. elétricos e eletrônicos em estudo). UNIDADE 6 .Retificadores monofásicos com Filtro Capacitivo.2 . 3.AMPLIFICADORES OPERACIONAIS 3. com o auxilio de retro-projetor.1. 2.Gradador monofásico como TRIAC e DIAC. 2.Inversor trifásico a transistor – funcionamento em PWM senoidal e aplicações.RETIFICADORES CONTROLADOS DE POTÊNCIA 4.Inversor monofásico em ponte a transistor .1 – Construção e operação básica do Transistor.3 .5 .7 . Aplicações.2 .1 .4 .Montagens de experiências (visão mais clara e concreta dos fenômenos físicos. fonte de corrente constante e em fontes de tensão reguladas.SCR – Características e Funcionamento.2 – Amplificador inversor. UNIDADE 3 .Transistor IGBT – funcionamento e características.CONVERSORES CC-CA DE POTÊNCIA – INVERSORES 6. VI – Metodologia: .4 – Limites de operação e folha de dados do TJB. datashow/notebook e quadro negro.Diodos Zener: modelo e aplicações. 4.6 – Polarização do TJB – configurações e análise de estabilidade. 70 Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores . 6.1 . 3.8 – Aplicações práticas do TJB: acionador de relé. 6.2 .7 – Transistores como chave – projeto e reta de carga.CONVERSORES DE POTÊNCIA – GRADADORES 5. 4.4 – O circuito integrado 555 (temporizador).Gradador monofásico com SCRs – controle por ângulo de fase e por ciclos integrais . UNIDADE 5 .Aulas expositivas.6 .DIAC e TRIAC – funcionamento e características.2 – Configurações base-comum (BC).3 . Ação amplificadora do TJB. 4. 4. somador e subtrator.funcionamento e aplicações.

4ª edição. Florianópolis: Edição do autor. São Paulo: Ed. sem consulta) 4 pontos (em grupo – elaboração de relatórios e participação) 10 pontos (individual. com consulta) 4 pontos (individual. 4. 5. São Paulo: Makron Books. 2012. ISBN 85-901046-2-1. Eletrônica Analógica e de Potência – Notas de Aulas (transparências). Dispositivos e Aplicações. 2012. RASHID. Ed. e LOURENÇO. AHMED. Robert L. Makron Books do Brasil. Makron Books do Brasil. ISBN 8587918222. Prentice-Hall. 2. Prentice-Hall. 2005. OLIVEIRA. ISBN 8534603782. Varginha. 1ª edição. Albert Paul. 1ª ed. 1997. Disponível em <http://www. Florianópolis: Edição dos autores. Eletrônica. 4ª edição. MALVINO. MARTINS. 3. Introdução ao Estudo dos Conversores CC-CA. São Paulo: Ed. Dispositivos Semicondutores: diodos e transistores. ISBN 8571943176. sem consulta) 30 pontos Total Anual: 100 pontos VIII – Bibliografia Específica 1.ivobarbi. 6. 2001. com consulta) 4 pontos (individual. São Paulo. Antônio Carlos. sem consulta) Total: 30 pontos Total Semestral: 50 pontos Terceiro Bimestre Primeira Avaliação – Exercícios em Sala Segunda Avaliação – AF – Avaliação Formativa Terceira Avaliação – Aulas Práticas Quarta Avaliação – AF – Avaliação Formativa Total: Quarto Bimestre Primeira Avaliação – Exercícios em Sala Segunda Avaliação – AF – Avaliação Formativa Terceira Avaliação – Aulas Práticas Quarta Avaliação – AF – Avaliação Formativa Total: 2 pontos (em dupla. André Barros de Mello.com>.com/PotI. Dispositivos Eletrônicos e Teoria de Circuitos. Eletrônica de Potência. sem consulta) 20 pontos 4 pontos (em dupla. OLIVEIRA. Volume 2. CEFET-MG – Campus VIII. Eletrônica de Potência – Circuitos. 8ª edição. André Barros de Mello. com consulta) 8 pontos (individual. sem consulta) 6 pontos (em grupo – elaboração de relatórios e Terceira Avaliação – Aulas Práticas participação) Quarta Avaliação – AF – Avaliação Formativa 12 pontos (individual. Érica. 2. Volume 1. 1ª edição.VII – Avaliação Processo de Avaliação Primeiro Bimestre Primeira Avaliação – Exercícios em Sala Segunda Avaliação – AF – Avaliação Formativa Terceira Avaliação – Aulas Práticas Quarta Avaliação – AF – Avaliação Formativa Total: Segundo Bimestre Primeira Avaliação – Exercícios em Sala Segunda Avaliação – AF – Avaliação Formativa 2 pontos (em dupla. 1996. São Paulo: Ed. e NASHELSKY. BARBI. Muhammad H.4shared. 2006. ISBN 8587918036. Ed. Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas. CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica 71 . ISBN 85905203-1. Ashfaq. Ângelo Eduardo B. Ivo. com consulta) 8 pontos (individual. Eletrônica. Eletrônica de Potência. MARQUES. 3. sem consulta) 4 pontos (em grupo – elaboração de relatórios e participação) 10 pontos (individual. 1999. IX – Bibliografia Complementar 1. Belo Horizonte: Gráfica do CEFET-MG. Louís. Denizar Cruz e BARBI. MALVINO. ISBN 853460455X. 2004. sem consulta) 6 pontos (em grupo – elaboração de relatórios e participação) 12 pontos (individual. 6ª edição. sem consulta) 20 pontos 4 pontos (em dupla. BOYLESTAD. 2000. Albert Paul. Disponível em: <mellogalo. experimental (apostila).php> 4. Ivo.

72 Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores .

eletronicadidatica.png CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica 73 .com.Apêndice II – Códigos de Cores de Resistores – 4 e 5 Faixas Apêndice II Códiigos de Corres de Resiisttorres – 4 e 5 Faiixas Cód gos de Co es de Res s o es – 4 e 5 Fa xas A extremidade com mais faixas deve apontar para a esquerda Fonte: http://www.br/componentes/resistor/codigo_de_cores.

74 Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores .

9 4.2 9.1 5.8 7.Apêndice III – Principais diodos ZENER .5 8.1 5.5 8.9 4.9 4.7 5.3 V 3.3 4.8 7.3 3.2 8.Parrâmettrros P nc pa s d odos ZENER Pa âme os Potência 400 mW 400 mW 400 mW 400 mW 400 mW 400 mW 400 mW 400 mW 400 mW 400 mW 400 mW 400 mW 400 mW 400 mW 400 mW 400 mW 400 mW 400 mW 400 mW 400 mW 400 mW 400 mW 400 mW 400 mW 400 mW 400 mW 400 mW 400 mW 400 mW 400 mW 400 mW 400 mW 400 mW 400 mW 400 mW 400 mW 400 mW Código 1N5227 1N5228 1N5229 1N5230 1N5231 1N5232 1N5234 1N5235 1N5236 1N5237 1N5239 1N5240 1N5242 1N5245 1N5246 1N5248 1N5250 1N5251 1N5252 1N5254 1N5256 1N5257 1N5258 1N5259 1N5260 1N5261 1N5262 1N5263 1N5265 1N5266 1N5267 1N5268 1N5270 1N5271 1N4728 1N4729 1N4730 Tensão 3.6 3.9 Potência 500 mW 500 mW 500 mW 500 mW 500 mW 500 mW 500 mW 500 mW 500 mW 500 mW 500 mW 500 mW 500 mW 500 mW 500 mW 500 mW 500 mW 500 mW 500 mW 500 mW 500 mW 500 mW 500 mW 500 mW 500 mW 500 mW 500 mW 500 mW 500 mW 500 mW 500 mW 500 mW 500 mW 500 mW 1W 1W 1W Código 1N4751 1N4752 1N4753 1N4754 1N4755 1N4756 1N4757 1N4758 1N4759 1N4760 1N4761 1N4762 1N4763 1N4764 1N5333 1N5334 1N5335 1N5336 1N5337 1N5338 1N5339 1N5340 1N5341 1N5342 1N5343 1N5344 1N5345 1N5346 1N5347 1N5348 1N5349 1N5350 1N5351 1N5352 1N5353 1N5354 1N5355 Tensão 30 V 33 36 39 43 47 51 56 62 68 75 82 91 100 3.Parâmetros Apêndice III Código 1N746 1N747 1N748 1N749 1N750 1N751 1N752 1N753 1N754 1N755 1N756 1N757 1N758 1N759 1N957 1N958 1N959 1N960 1N961 1N962 1N963 1N964 1N965 1N966 1N967 1N968 1N969 1N970 1N971 1N972 1N973 1N974 1N975 1N976 1N977 1N978 1N979 Tensão 3.8 7.6 6.5 8.1 10 12 15 16 18 20 22 24 27 30 33 36 39 43 47 51 56 62 68 75 82 91 100 3.2 9.2 9.7 5.7 5.3 3.2 6.3 4.6 6.5 8.3 4.2 6.1 10 11 12 13 14 15 16 17 18 Potência 1W 1W 1W 1W 1W 1W 1W 1W 1W 1W 1W 1W 1W 1W 5W 5W 5W 5W 5W 5W 5W 5W 5W 5W 5W 5W 5W 5W 5W 5W 5W 5W 5W 5W 5W 5W 5W CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica 75 .6 3.1 5.8 7.6 3.6 6.7 9.1 10 11 12 13 15 16 18 20 22 24 27 30 33 36 39 43 47 51 56 Prriinciipaiis diiodos ZENER -.6 V 3.2 6.0 6.1 10 12 6.

esquemas.7 2. 76 Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores .0 3.8 3.6 6.1 – Aspectos do diodo zener.7 5.org/Zeners.5 2.2 6.5 8.1 5.htm Figura III.2 9. que variam conforme a sua potência nominal.Código 1N980 1N981 1N982 1N983 1N984 1N985 1N986 1N987 1N988 1N989 1N990 1N991 1N992 1N5221 1N5222 1N5223 1N5224 1N5225 1N5226 Tensão 62 V 68 75 82 91 100 110 120 130 150 160 180 200 2.8 7.3 V 4.1 10 12 13 15 16 18 20 22 24 27 Potência 1W 1W 1W 1W 1W 1W 1W 1W 1W 1W 1W 1W 1W 1W 1W 1W 1W 1W 1W Código 1N5356 1N5357 1N5358 1N5359 1N5361 1N5362 1N5363 1N5364 1N5365 1N5366 1N5367 1N5368 1N5369 1N5370 1N5371 1N5372 1N5373 1N5374 Tensão 19 V 20 22 24 27 28 30 33 36 39 43 47 51 56 60 62 68 75 Potência 5W 5W 5W 5W 5W 5W 5W 5W 5W 5W 5W 5W 5W 5W 5W 5W 5W 5W Fonte: http://www.3 Potência 400 mW 400 mW 400 mW 400 mW 400 mW 400 mW 400 mW 400 mW 400 mW 400 mW 400 mW 400 mW 400 mW 500 mW 500 mW 500 mW 500 mW 500 mW 500 mW Código 1N4731 1N4732 1N4733 1N4734 1N4735 1N4736 1N4737 1N4738 1N4739 1N4740 1N4742 1N4743 1N4744 1N4745 1N4746 1N4747 1N4748 1N4749 1N4750 Tensão 4.4 2.

1 . prevista para a colocação de circuitos integrados. As duas linhas horizontais (A e B) vistas na Figura IV.2 – Montagem para o acionamento de um diodo LED.2 tem-se um exemplo simples de montagem de acendimento de um diodo LED usando a matriz. é aconselhável verificar o funcionamento do esquema desejado no protoboard. de modo a “fechar” o circuito. Observe que são usados pedaços de fios rígidos para algumas conexões. Entre os dois grupos de 5 furos da parte central está uma faixa central (D).1 podem ser usadas para servir de linhas positiva e negativa de alimentação para o circuito. Figura IV.1. possibilitando a montagem do circuito desejado. existem furos onde podem ser encaixados fios e componentes de modo que o contato é feito de uma forma definida. Os furos da parte central (C) estão interligados em grupos de 5. Na Figura IV.Apêndice IV – A Matriz de Contatos (protoboard) Apêndice IV A Mattrriiz de Conttattos ((prottoboard)) A Ma z de Con a os pro oboard Em nossas aulas práticas. No caso de um projeto. antes de se montar a placa de circuito impresso definitiva. também conhecida como protoboard . em posição vertical. É aí que serão dispostos os componentes. a fim de não se correr riscos desnecessários.Figura IV. respectivamente. através de uma matriz de contatos.Protoboard típico de uma camada. Figura IV. Nesta matriz. CEFET-MG – Curso Técnico de Mecatrônica 77 . as montagens experimentais serão feitas com facilidade e sem a necessidade de se utilizar soldas.

Figura IV.3 mostra o aspecto de um protoboard para a montagem de circuitos mais simples.4 são apresentados alguns exemplos de circuitos montados nesta estrutura matricial. Deve-se conectar os dispositivos através de fios.A Figura IV. 78 Eletrônica Analógica e de Potência – Guias de Aulas Práticas – PARTE 1: Diodos e Transistores .3 – Protoboard – aspecto de uma placa.4 – Exemplos de circuitos simples montados em um protoboard. de forma otimizada. Figura IV. procurando manter um bom leiaute de modo a facilitar a medição de todos os pontos do circuito. Na Figura IV.

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