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Manual SIH Abril 2011

Manual SIH Abril 2011

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  • 1.APRESENTAÇÃO
  • 2.INTRODUÇÃO
  • 3.OBJETIVOS
  • 4.FLUXO PARA INTERNAÇÃO DOSUSUÁRIOSDO SUS
  • 4.1 CONSULTA/ATENDIMENTO
  • 4.2PROCESSAMENTO DA INFORMAÇÃO DO ATENDIMENTO NO SUS
  • 4.4 EMISSÃO DA AIH
  • 4.5 NUMERAÇÃO DE AIH
  • 4.7APRESENTAÇÃO DA AIH NO SISAIH01-SISTEMA DO PRESTADOR
  • 5.EMISSÃO DE NOVA AIHPARA UM MESMO PACIENTENA MESMA INTERNAÇÃO
  • 5.1 DE CIRURGIA PARA CIRURGIA
  • 5.2 DE OBSTETRÍCIA PARA CIRURGIA EVICE-VERSA
  • 5.3DE CLÍNICA MÉDICA PARA OBSTETRÍCIA
  • 5.4DE OBSTETRÍCIA PARA OBSTETRÍCIA
  • 5.5 DE OBSTETRÍCIA PARA CLÍNICA MÉDICA
  • 5.6 DE CIRURGIA PARA CLÍNICA MÉDICA
  • 5.7 DE CLÍNICA MÉDICA PARA CIRURGIA
  • 5.9EM CLÍNICA MÉDICA
  • 5.10POLITRAUMATIZADO/CIRURGIA MÚLTIPLA
  • 5.11 QUANDO NÃO EMITIR NOVA AIH
  • 6.1 ESPECIALIDADE DO LEITO
  • 6.2 CARÁTER DE ATENDIMENTO
  • 6.3 MOTIVO DESAÍDA /PERMANÊNCIA/ ENCERRAMENTO ADMINISTRATIVO
  • 7.CLASSIFICAÇÃO BRASILEIRA DE OCUPAÇÕES (CBO)ANTIGA ESPECIALIDADE
  • 7.1CADASTRO DE CBO DE MÉDICOS E DE MÉDICOS RESIDENTES
  • 8.SOLICITAÇÃO DE MUDANÇA DE PROCEDIMENTO
  • 8.1 DE CLINICA MÉDICA PARA CLINICA MÉDICA
  • 8.2 DE CLINICA MÉDICA PARA CIRURGIA
  • 8.3 DE CIRURGIA PARA CLÍNICA MÉDICA
  • 8.4 DE CIRURGIA PARA CIRURGIA
  • 8.5INTERCORRÊNCIAS PÓS-TRANSPLANTE
  • 8.6 MAIS DE UM PROCEDIMENTO PRINCIPAL NUMA MESMA AIH
  • 9.TRATAMENTO DE POLITRAUMATIZADO
  • 10.CIRURGIASMÚLTIPLAS
  • 10.1 LAPAROTOMIA EXPLORADORA EOUTROS ESCLARECIMENTOS
  • 11.PACIENTES COM LESÃO LABIO-PALATAL E CRÂNIOFACIAL
  • 12.TRATAMENTO DE AIDS
  • 12.1 MODALIDADE HOSPITALARNO TRATAMENTO DA AIDS
  • 12.2 MODALIDADE HOSPITAL DIA/AIDS
  • 12.3 LIPODISTROFIA
  • 13.REGISTRO DE DIÁRIASNA AIH
  • 13.1 DIÁRIA DE ACOMPANHANTE
  • 13.2 DIÁRIA DE ACOMPANHANTE PARA IDOSO
  • 13.3 DIÁRIA DE ACOMPANHANTE PARA GESTANTE
  • 13.4 DIÁRIAS DE UNIDADE DE TRATAMENTO INTENSIVO(UTI)
  • 13.5.DIÁRIAS DE UNIDADE DE CUIDADOS INTERMEDIÁRIOS NEONATAL (UCI)
  • 14.PERMANÊNCIA A MAIOR
  • 15.ATENDIMENTO CLÍNICO (CONSULTA/AVALIAÇÃO EM PACIENTE INTERNADO)
  • 16.QUANTIDADE MÁXIMA DE PROCEDIMENTOS POR AIH
  • 16.1 QUANTIDADE MÁXIMA DE OPM (COMPATIBILIDADE)
  • 17.DIÁLISE PERITONIAL E HEMODIÁLISE
  • 18.TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADAE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA
  • 20.TRANSFUSÃO DE SUBSTITUIÇÃO/TROCA (EXSANGÜINEOTRANSFUSÃO)
  • 21.ALBUMINA HUMANA
  • 22.HEMOTERAPIA
  • 22.1 AGÊNCIA TRANSFUSIONAL
  • 22.2 TRANSFUSÃO SANGUÍNEA
  • 22.3 ATO TRANSFUSIONAL
  • 22.4 CENTRO DE ATENÇÃO HEMOTERÁPICA-HEMATOLÓGICA (HEMOCENTRO)
  • 22.5 Orientações para Registro de Hemoterapia na AIH
  • 23.FISIOTERAPIA
  • 24.RADIOLOGIA
  • 25.ULTRA-SONOGRAFIA
  • 26.PATOLOGIA CLÍNICA
  • 27.ANATOMIA PATOLÓGICA
  • 28.REGISTRO DE ANESTESIAS NA AIH
  • 28.1 ANESTESIA REGIONAL
  • 28.2 ANESTESIA GERAL
  • 28.3 SEDAÇÃO
  • 28.4 ANESTESIA LOCAL
  • 28.5 ANESTESIA REALIZADA PELO CIRURGIÃO
  • 28.6 ANESTESIA OBSTÉTRICA/PARTO NORMAL ECESARIANA
  • 28.7 ANESTESIA EM QUEIMADOS
  • 29.ÓRTESES, PRÓTESES E MATERIAIS ESPECIAIS (OPM)
  • 29.1 REGISTRO DE NOTAS FISCAIS NO SISAIH01
  • 29.2 REGISTRO DE FORNECEDORES DE OPMECADASTRO NA ANVISA
  • 30.ACIDENTE DE TRABALHO
  • 31.VIDEOLAPAROSCOPIA
  • 32.ATENDIMENTO EM OBSTETRICIA
  • 32.1 PARTO NORMAL
  • 32.2 ATENDIMENTO ÀGESTAÇÃO DE ALTO RISCO
  • 32.3 PARTO GEMELAR EEXAME VDRLNA GESTANTE
  • 32.4 TESTE RÁPIDO PARA DETECÇÃO DE HIVEM GESTANTES
  • 32.5 INTERNAMENTO PARA CONTROLE DE GESTAÇÃO DE ALTO RISCO
  • 33.PLANEJAMENTO FAMILIAR (LAQUEADURA E VASECTOMIA)
  • 34.ASSISTÊNCIA AO RECÉM-NASCIDO (RN) –EMISSÃO DE AIHPARA O RN
  • 34.1 PRIMEIRA CONSULTA DE PEDIATRIA AO RECÉM NASCIDO
  • 34.2 ATENDIMENTO AO RECÉM-NATO NA SALA DE PARTO
  • 34.3 REGISTRO CIVIL DE NASCIMENTO
  • 35.FATORES DE COAGULAÇÃO
  • 36.ATENÇÃO PSICOSSOCIAL AO DEPENDENTE ÁLCOOL E DROGAS
  • 37.TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA
  • 37.1 TRATAMENTO COM INTERNAÇÃO
  • 37.2 TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA HOSPITAL GERAL
  • 38.ATENDIMENTOA PACIENTES QUEIMADOS
  • 38.1 PEQUENO QUEIMADO
  • 38.2 MÉDIO QUEIMADO
  • 38.3 GRANDE QUEIMADO
  • 38.4 INTERCORRÊNCIA DO PACIENTE MÉDIO EGRANDE QUEIMADO
  • 39.PACIENTES SOB CUIDADOS PROLONGADOS
  • 40.TRATAMENTO DA TUBERCULOSE
  • 41.TRATAMENTO DA HANSENÍASE
  • 42.TRATAMENTO EM REABILITAÇÃO
  • 44.TRATAMENTO CONSERVADOREM NEUROLOGIA
  • 45.ATENÇÃO AO IDOSO
  • 46.INTERNAÇÃO DOMICILIAR
  • 47.HOSPITAL DIA
  • 47.1HOSPITAL DIA EM GERIATRIA
  • 47.2 HOSPITAL DIA EM FIBROSE CÍSTICA
  • 48.REGISTRO DE MEDICAMENTOS NA AIH
  • 48.1 CICLOSPORINA
  • 49.TRANSPLANTES
  • 49.1 AÇÕES RELACIONADAS À DOAÇÃO DE ÓRGÃOS TECIDOS
  • 49.2 DIAGNÓSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA
  • 49.3 ENTREVISTA FAMILIAR
  • 49.6 DESLOCAMENTO DE EQUIPE PROFISSIONAL PARA RETIRADA DE ÓRGÃOS
  • 49.8 PROCESSAMENTO DE VÁLVULA/TUBO VALVADO CARDÍACO HUMANO
  • 49.8.1 PROCESSAMENTO DE TUBO VALVADO CARDÍACO HUMANO
  • 49.9 LÍQUIDOS DE PRESERVAÇÃO DE ÓRGÃOS
  • 49.10 PROCEDIMENTOS DE RETIRADA DE ÓRGÃOS
  • 49.11 PROCESSAMENTO DE CÓRNEA/ESCLERA
  • 49.13 RETIRADA DE ÓRGÃOS
  • 49.14 Intercorrências Pós-Transplante
  • 49.15 Medicamentos para Pacientes Transplantados
  • 50.ONCOLOGIA
  • 51.ASSISTÊNCIA CARDIOVASCULAR
  • 52.EPILEPSIA
  • 53.TRAUMATOLOGIA-ORTOPEDIA
  • 54.NEUROCIRURGIA–CIRURGIAS SEQUENCIAIS
  • 55.DISTÚRBIOS DO SONO –POLISSONOGRAFIA
  • 56.GASTROPLASTIA
  • 57.TRATAMENTO DA OSTEOGENESIS IMPERFECTA
  • 58.TERAPIA NUTRICIONAL
  • 59.OUTROS PROCEDIMENTOS COM CIRURGIAS SEQUENCIAIS
  • 60.CADASTRO E PAGAMENTO DE BENEFICIÁRIA DE PENSÃO ALIMENTÍCIA
  • 61.AGRAVO DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA
  • 62. ALTA POR ÓBITO
  • 63. VERIFICAÇÃO DE HABILITAÇÃODO ESTABELECIMENTO
  • 64. CURATIVO GRAU II
  • 65. REGISTRO DO TRATAMENTO DELUMBAGOna AIH
  • 66.RATEIO DE PONTOS DE SERVIÇOS PROFISSIONAIS/SP NA AIH
  • 67.COMPATIBILIDADES E EXCLUDÊNCIAS
  • 67.1CID X PROCEDIMENTO
  • 68.SOLICITAÇÃO DE LIBERAÇÃO DE CRÍTICA NO SISAIH01
  • 68.1 MÉDIA DE PERMANÊNCIA
  • 68.2 IDADE MENOR EMAIOR
  • 68.3 PERMANÊNCIA EIDADE
  • 68.4 QUANTIDADE MÁXIMA
  • 68.5 MÉDIA DE PERMANÊNCIA, IDADE EQUANTIDADE
  • 68.7 DEFINIÇÃO DE PROCEDIMENTO PRINCIPAL, ESPECIAL E SECUNDÁRIO
  • 68.8DUPLICIDADE
  • 69.PRONTUÁRIO DO PACIENTE
  • 69.1 ITENS OBRIGATÓRIOS NO PRONTUÁRIO DO PACIENTE
  • 69.2 O QUE NÃO DEVE SER FEITO NO PRONTUÁRIO
  • 69.3 ACESSO AO PRONTUÁRIO
  • 70.PROTOCOLOS CLÍNICOS
  • BIBLIOGRAFIA CONSULTADA

-

M II N II S T É R II O D A S A Ú D E M N STÉR O DA SAÚDE S E C R E T A R II A D E A T E N Ç Ã O À S A Ú D E SECRETAR A DE ATENÇÃO À SAÚDE D E P A R T A M E N T O D E R E G U L A Ç Ã O ,, A V A L II A Ç Ã O E C O N T R O L E DEPARTAMENTO DE REGULAÇÃO AVAL AÇÃO E CONTROLE C O O R D E N A Ç Ã O G E R A L D E S II S T E M A S D E II N F O R M A Ç Ã O COORDENAÇÃO GERAL DE S STEMAS DE NFORMAÇÃO

MANUAL TÉCNICO OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMACÕES HOSPITALARES MÓDULO I: ORIENTAÇÕES TÉCNICAS

VERSÃO 01 -- 2011 VERSÃO 01 2011

Este Manual é atualizado periodicamente pela CGSI.

Alterações em relação à última versão SETEMBRO_2010 estão marcadas em ROXO.

ABRIIL//2011 ABR L 2011

BRASÍÍLIIA//DF BRAS L A DF

MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Atenção à Saúde - SAS Departamento de Regulação, Avaliação e Controle - DRAC. Coordenação-Geral de Sistemas de Informação - CGSI
Edição, Distribuição e Informações: MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Regulação, Avaliação e Controle de Sistemas Coordenação Geral de Sistemas de Informação – CGSI/DRAC SAF Sul – Quadra 2 - Ed. Premium - Torre II - 3º Andar - Sala 303. CEP: 70070.600, Brasília - DF Telefone: (61) 3306-8433 / 3306-8423 / 3306-8419 FAX: (61) 3306-8431 Home Page: <http://www.saude.gov.br/sas> E-mail: cgsi@saude.gov.br Diretora DRAC: Maria do Carmo Coordenação CGSI: Giorgio Botin Técnica da CGSI responsável pela mantenção do manual: Ana Lourdes Marques Maia Ficha Catalográfica Brasil. Ministério da Saúde/ Secretaria de Atenção à Saúde/ Departamento de Regulação, Avaliação e Controle/Coordenação-Geral de Sistemas de Informação – 2010 MANUAL TÉCNICO OPERACIONAL DO ORIENTAÇÕES TÉCNICAS. Versão 01.2011 119 Páginas SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES –

1. Operacionalização do Sistema de Informação Hospitalar (SIH) 2. Operação do Sistema de Processamento da Produção Hospitalar, 3. Orientações Técnicas. Brasil. Ministério da Saúde. Departamento de Regulação, Avaliação e Controle. Coordenação Geral de Sistemas de Informação

MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO HOSPITALAR Versão Setembro 2010

ÍNDICE
1. APRESENTAÇÃO .........................................................................................................................6 2. INTRODUÇÃO ...............................................................................................................................6 3. OBJETIVOS ...................................................................................................................................7 4. FLUXO PARA INTERNAÇÃO DOS USUÁRIOS DO SUS ........................................................8 4.1 CONSULTA/ATENDIMENTO ......................................................................................................8 4.2 PROCESSAMENTO DA INFORMAÇÃO DO ATENDIMENTO NO SUS............................ 8 4.3 LAUDO PARA SOLICITAÇÃO DE INTERNAÇÃO - AIH .........................................................8 4.4 EMISSÃO DA AIH ........................................................................................................................9 4.5 NUMERAÇÃO DE AIH ...............................................................................................................10 4.7 APRESENTAÇÃO DA AIH NO SISAIH01 - SISTEMA DO PRESTADOR............................14 5. EMISSÃO DE NOVA AIH PARA UM MESMO PACIENTE NA MESMA INTERNAÇÃO .....14 5.1 DE CIRURGIA PARA CIRURGIA .............................................................................................14 5.2 DE OBSTETRÍCIA PARA CIRURGIA E VICE-VERSA...........................................................14 5.3 DE CLÍNICA MÉDICA PARA OBSTETRÍCIA..........................................................................14 5.4 DE OBSTETRÍCIA PARA OBSTETRÍCIA ...............................................................................14 5.5 DE OBSTETRÍCIA PARA CLÍNICA MÉDICA..........................................................................15 5.6 DE CIRURGIA PARA CLÍNICA MÉDICA.................................................................................15 5.7 DE CLÍNICA MÉDICA PARA CIRURGIA.................................................................................15 5.8 PACIENTES SOB CUIDADOS PROLONGADOS, PSIQUIATRIA, REABILITAÇÃO, INTERNAÇÃO DOMICILIAR, AIDS E TUBERCULOSE...............................................................15 5.9 EM CLÍNICA MÉDICA................................................................................................................15 5.10 POLITRAUMATIZADO / CIRURGIA MÚLTIPLA ..................................................................15 5.11 QUANDO NÃO EMITIR NOVA AIH ........................................................................................16 6. ESPECIALIDADE DO LEITO/CARÁTER DE ATENDIMENTO/ MOTIVO DE SAÍDA/PERMANÊNCIA/ALTA ........................................................................................................16 6.1 ESPECIALIDADE DO LEITO ....................................................................................................16 6.2 CARÁTER DE ATENDIMENTO ................................................................................................17 6.3 MOTIVO DE SAÍDA /PERMANÊNCIA/ ENCERRAMENTO ADMINISTRATIVO .................17 7. CLASSIFICAÇÃO BRASILEIRA DE OCUPAÇÕES (CBO) ANTIGA ESPECIALIDADE ....19 7.1CADASTRO DE CBO DE MÉDICOS E DE MÉDICOS RESIDENTES...................................19 8. SOLICITAÇÃO DE MUDANÇA DE PROCEDIMENTO............................................................21 8.1 DE CLINICA MÉDICA PARA CLINICA MÉDICA ....................................................................21 8.2 DE CLINICA MÉDICA PARA CIRURGIA.................................................................................21 8.3 DE CIRURGIA PARA CLÍNICA MÉDICA.................................................................................22 8.4 DE CIRURGIA PARA CIRURGIA .............................................................................................22 8.5 INTERCORRÊNCIAS PÓS-TRANSPLANTE...........................................................................22 8.6 MAIS DE UM PROCEDIMENTO PRINCIPAL NUMA MESMA AIH.......................................22 9. TRATAMENTO DE POLITRAUMATIZADO..............................................................................23 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO HOSPITALAR Versão Setembro 2010

.............................................................................27 11..........................49 28.........................................................................................30 12.........43 22.............................................................3 LIPODISTROFIA..........45 22...............................................TRANSFUSÃO DE SUBSTITUIÇÃO/TROCA (EXSANGÜINEOTRANSFUSÃO) ....5 ORIENTAÇÕES PARA REGISTRO DE HEMOTERAPIA NA AIH ..................................................................................................PERMANÊNCIA A MAIOR ..............................................................................28 12...................33 13.....................................................................47 28.........................2 TRANSFUSÃO SANGUÍNEA..................................48 28...............................................................REGISTRO DE DIÁRIAS NA AIH ...........................................................................................................................................4 ANESTESIA LOCAL ............REGISTRO DE ANESTESIAS NA AIH ...........................................................................................................................................40 20....................................33 13.........................................ULTRA-SONOGRAFIA ............4 CENTRO DE ATENÇÃO HEMOTERÁPICA-HEMATOLÓGICA (HEMOCENTRO)................................................................................... ARTERIOGRAFIA.................................................................................................39 18............................5.........................................................................1 MODALIDADE HOSPITALAR NO TRATAMENTO DA AIDS...........................................................PATOLOGIA CLÍNICA ...........44 22.....................................2 DIÁRIA DE ACOMPANHANTE PARA IDOSO .......1 AGÊNCIA TRANSFUSIONAL ........................................................................ALBUMINA HUMANA...................42 21......30 12............................................................10......................................................................................................................................................HEMOTERAPIA ......31 12.........4 DIÁRIAS DE UNIDADE DE TRATAMENTO INTENSIVO (UTI)........................................................................3 SEDAÇÃO ...............47 24...RADIOLOGIA.....47 26...............................FISIOTERAPIA ................................................ DIÁRIAS DE UNIDADE DE CUIDADOS INTERMEDIÁRIOS NEONATAL (UCI) ..................47 27......................34 13........................ NEURORADIOLOGIA E RADIOLOGIA INTERVENCIONISTA ..................................DIÁLISE PERITONIAL E HEMODIÁLISE ..........3 DIÁRIA DE ACOMPANHANTE PARA GESTANTE ............................44 22.....................................2 ANESTESIA GERAL .....TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA E RESSONÂNCIA MAGNÉTICA .............................................................................ANATOMIA PATOLÓGICA ............................26 10...................39 19.....38 17.........................49 28..........................................1 QUANTIDADE MÁXIMA DE OPM (COMPATIBILIDADE) ....47 25.......38 16........32 13......34 13.......................................................................43 22.................CIRURGIAS MÚLTIPLAS ..................1 ANESTESIA REGIONAL ........................................36 14..............50 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO HOSPITALAR Versão Setembro 2010 ......................................................................................1 DIÁRIA DE ACOMPANHANTE..............................................ATENDIMENTO CLÍNICO (CONSULTA/AVALIAÇÃO EM PACIENTE INTERNADO)....................................................37 16.................................50 28.......PACIENTES COM LESÃO LABIO-PALATAL E CRÂNIOFACIAL ...............................................QUANTIDADE MÁXIMA DE PROCEDIMENTOS POR AIH.....................................................................42 22...............TRATAMENTO DE AIDS .................................................................ESTUDOS HEMODINÂMICOS...............36 15..................................3 ATO TRANSFUSIONAL .....................1 LAPAROTOMIA EXPLORADORA E OUTROS ESCLARECIMENTOS ........46 23..2 MODALIDADE HOSPITAL DIA/AIDS ......................................................33 13........................

...................INTERNAÇÃO DOMICILIAR ..73 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO HOSPITALAR Versão Setembro 2010 ...............ÓRTESES...................................................2 MÉDIO QUEIMADO.......2 ATENDIMENTO À GESTAÇÃO DE ALTO RISCO ..................................................ATENDIMENTO EM OBSTETRICIA..................................FATORES DE COAGULAÇÃO ..............................TRATAMENTO CONSERVADOR EM NEUROLOGIA ...........71 42.......50 28...50 29...............................4 TESTE RÁPIDO PARA DETECÇÃO DE HIV EM GESTANTES ..60 34......5 ANESTESIA REALIZADA PELO CIRURGIÃO ..........................56 32.................................3 PARTO GEMELAR E EXAME VDRL NA GESTANTE ..............................70 41...........................................67 38.........................7 ANESTESIA EM QUEIMADOS ....................................................................................................................................................................................DIAGNOSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGÊNCIA EM CLÍNICA MÉDICA.......................50 29................................................1 PEQUENO QUEIMADO .4 INTERCORRÊNCIA DO PACIENTE MÉDIO E GRANDE QUEIMADO ......................................28...........5 INTERNAMENTO PARA CONTROLE DE GESTAÇÃO DE ALTO RISCO..............PACIENTES SOB CUIDADOS PROLONGADOS.................................72 45..................................63 37....................................................................................................................................................................................................................................68 40......71 44........................................62 37......63 37...........................................................................................................................................54 30.......TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA .......................................................... PEDIÁTRICA E CIRÚRGICA .............................2 TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA HOSPITAL GERAL................................................3 GRANDE QUEIMADO.......................................72 46...50 28..........................................................................................................ATENDIMENTO A PACIENTES QUEIMADOS ................................68 39..................................................................TRATAMENTO DA HANSENÍASE ............................................... PRÓTESES E MATERIAIS ESPECIAIS (OPM) ...................................................ACIDENTE DE TRABALHO ........60 34...........................................ATENÇÃO AO IDOSO ..60 34.6 ANESTESIA OBSTÉTRICA/PARTO NORMAL E CESARIANA .........................................67 38......................1NOTIFICAÇÃO DE CAUSAS EXTERNAS E DE AGRAVOS RELACIONADOS AO TRABALHO .............................................3 REGISTRO CIVIL DE NASCIMENTO..........................................................................ATENÇÃO PSICOSSOCIAL AO DEPENDENTE ÁLCOOL E DROGAS...........................................................................PLANEJAMENTO FAMILIAR (LAQUEADURA E VASECTOMIA) .1 PARTO NORMAL .............................................56 32.........1 PRIMEIRA CONSULTA DE PEDIATRIA AO RECÉM NASCIDO .....................................................................VIDEOLAPAROSCOPIA.............................................................TRATAMENTO DA TUBERCULOSE ...................................................................................................59 34.......................57 32......................................................................................ASSISTÊNCIA AO RECÉM-NASCIDO (RN) – EMISSÃO DE AIH PARA O RN ..........61 35...........................................58 32.....55 31.......................50 29........67 38.........71 43.............................................67 38..............55 30...............58 33..............................57 32...............................1 REGISTRO DE NOTAS FISCAIS NO SISAIH01 ................2 REGISTRO DE FORNECEDORES DE OPM E CADASTRO NA ANVISA...........................................62 36....66 38..56 32.........................................................................................2 ATENDIMENTO AO RECÉM-NATO NA SALA DE PARTO ..............................TRATAMENTO EM REABILITAÇÃO ...................1 TRATAMENTO COM INTERNAÇÃO .................

...............82 49.................................................92 53..................................................................................................................................................................................................74 47.84 49........................82 49....89 50.....NEUROCIRURGIA – CIRURGIAS SEQUENCIAIS .........90 51...........................................................................................................NÃO APARENTADO ...............................85 49............................................................................83 49..........................89 49....REGISTRO DE MEDICAMENTOS NA AIH...............................19 TRANSPLANTE ALOGÊNICO DE CÉLULAS-TRONCO HEMATOPOIÉTICAS DE MEDULA ÓSSEA ..............................................................................................................................................89 49.......10 PROCEDIMENTOS DE RETIRADA DE ÓRGÃOS .......................................1 AÇÕES RELACIONADAS À DOAÇÃO DE ÓRGÃOS TECIDOS ...................74 47......................................................7RETIRADA DO CORAÇÃO PARA PROCESSAMENTO DE VÁLVULAS/TUBO VALVADO PARA TRANSPLANTE................................94 55........9 LÍQUIDOS DE PRESERVAÇÃO DE ÓRGÃOS...................................2 DIAGNÓSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA...............................................98 57.....HOSPITAL DIA .................88 49.......1 CICLOSPORINA..............................5 COORDENAÇÃO SALA CIRÚRGICA PARA RETIRADA DE ÓRGÃOS E TECIDOS PARA TRANSPLANTE ....................17 TRANSPLANTE AUTOGÊNICO DE CÉLULAS-TRONCO HEMATOPOIÉTICAS DE MEDULA ÓSSEA.............................................................................................................................................................................6 DESLOCAMENTO DE EQUIPE PROFISSIONAL PARA RETIRADA DE ÓRGÃOS ...........12 DOADOR EM MORTE CEREBRAL.........75 49............................93 54.................................................3 ENTREVISTA FAMILIAR...............................................98 58........GASTROPLASTIA..............................ASSISTÊNCIA CARDIOVASCULAR ....TRATAMENTO DA OSTEOGENESIS IMPERFECTA ..............97 56..................99 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO HOSPITALAR Versão Setembro 2010 ...............................74 48........................81 49..............................................................47................................................2 HOSPITAL DIA EM FIBROSE CÍSTICA .................90 52............EPILEPSIA .................................................................................1 HOSPITAL DIA EM GERIATRIA .......................................88 49................................. DOADOR CORAÇÃO PARADO E AVALIAÇÃO DE MORTE CEREBRAL ...................................................75 48..............................................75 49.................................13 RETIRADA DE ÓRGÃOS .......................84 49.82 49.................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................84 49.............................18 TRANSPLANTE ALOGÊNICO DE CÉLULAS-TRONCO HEMATOPOIÉTICAS DE MEDULA ÓSSEA – APARENTADO ......14 INTERCORRÊNCIAS PÓS-TRANSPLANTE .TRAUMATOLOGIA-ORTOPEDIA .................75 49...............8 PROCESSAMENTO DE VÁLVULA/TUBO VALVADO CARDÍACO HUMANO.........................89 49...........................................................................................81 49............................................15 MEDICAMENTOS PARA PACIENTES TRANSPLANTADOS ........................................................................................................................4 MANUTENÇÃO HEMODINÂMICA DE POSSÍVEL DOADOR E TAXA DE SALA PARA RETIRADA DE ÓRGÃOS...............................................................................................................................TRANSPLANTES .....................11 PROCESSAMENTO DE CÓRNEA/ESCLERA..................ONCOLOGIA......................83 49.81 49..............................DISTÚRBIOS DO SONO – POLISSONOGRAFIA ........................................16 ATENDIMENTO REGIME DE HOSPITAL-DIA PARA INTERCORRÊNCIAS PÓSTRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA E OUTROS ÓRGÃOS HEMATOPOIÉTICOS ..........TERAPIA NUTRICIONAL ..........................

..112 69....................................111 68..............................................................................103 67................................................................................................................1 CID X PROCEDIMENTO.......................101 61...............106 68............................ REGISTRO DO TRATAMENTO DELUMBAGO NA AIH ..................114 69........107 68..................112 68......................... AGRAVO DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA ...................................................................................102 64.........102 62........................................................................6 REJEIÇÃO DE AIH POR QUANTIDADE DE DIÁRIAS SUPERIOR À CAPACIDADE INSTALADA .......SOLICITAÇÃO DE LIBERAÇÃO DE CRÍTICA NO SISAIH01........................107 68.................103 66..................7 DEFINIÇÃO DE PROCEDIMENTO PRINCIPAL.. ALTA POR ÓBITO...........114 70...........PROTOCOLOS CLÍNICOS ...................106 68.................................................114 69........................................................................................101 60.106 68.............103 65..........8 DUPLICIDADE .............................................OUTROS PROCEDIMENTOS COM CIRURGIAS SEQUENCIAIS ..................COMPATIBILIDADES E EXCLUDÊNCIAS................ VERIFICAÇÃO DE HABILITAÇÃO DO ESTABELECIMENTO.............................................................................. CADASTRO E PAGAMENTO DE BENEFICIÁRIA DE PENSÃO ALIMENTÍCIA ..................2 O QUE NÃO DEVE SER FEITO NO PRONTUÁRIO...........RATEIO DE PONTOS DE SERVIÇOS PROFISSIONAIS/SP NA AIH ......4 QUANTIDADE MÁXIMA .....................................................................................................................5 MÉDIA DE PERMANÊNCIA............................................................................................................................................................................... CURATIVO GRAU II ....... IDADE E QUANTIDADE ................................................. ESPECIAL E SECUNDÁRIO .......................3 PERMANÊNCIA E IDADE .........................................................106 68...............................................................................1 ITENS OBRIGATÓRIOS NO PRONTUÁRIO DO PACIENTE .2 IDADE MENOR E MAIOR.........................................................102 63........................................................................................................................3 ACESSO AO PRONTUÁRIO......................................PRONTUÁRIO DO PACIENTE.................................................................................................................................................106 67...59.......113 69..............1 MÉDIA DE PERMANÊNCIA ......118 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO HOSPITALAR Versão Setembro 2010 .......................110 68..............................116 BIBLIOGRAFIA CONSULTADA ...............

faturistas. surgiu também a necessidade de um sistema único de informações assistenciais para subsidiar os gestores no planejamento. Com o SUS. Os sistemas objeto deste manual são: 1. Acompanha a versão mensal do SISAIH01. são publicadas periodicamente Portarias que atualizam as normalizações e versões para operação do sistema. técnicos de informática. INTRODUÇÃO O Sistema Único de Saúde (SUS) foi instituído pela Constituição Federal de 1988. alimentação.gov.º 8142/1990. avaliação. as quais subsidiam. gestores e prestadores.1.º 8. Desde então.080/1990 e Lei n. O Ministério da Saúde (MS) implantou o Sistema de Informação Hospitalar (SIH/SUS) por meio da Portaria GM/MS n. regulação e auditoria. Sistema de Entrada de Dados da Internação/SISAIH01: utilizado pelo estabelecimento de saúde onde ocorre o atendimento ao paciente.aih@listas. Neste texto está detalhado o que deve ser observado na entrada dos dados nos sistemas. 2.contêm as orientações operacionais para instalação. 6 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Para gestores locais e prestadores . supervisores e autorizadores).contém as orientações técnicas para profissionais de saúde. enfermeiros. e regulamentado pela Lei N. operação e processamento do SISAIH01 para os técnicos do estabelecimento de saúde (médicos. O Manual é composto por dois módulos: 1. não só quanto às regras dos sistemas.br 2. Este sistema é uma ferramenta de trabalho do controle.datasus. 2. controle. prestadores e profissionais de saúde que em sua rotina trabalham com os sistemas de entrada de dados e processamento de sistemas da rede pública e complementar do Sistema Único de Saúde (SUS). avaliação e auditoria do SUS. APRESENTAÇÃO Este Manual é uma iniciativa do Ministério da Saúde para auxiliar gestores. Para prestadores . que alimentam o Banco de Dados Nacional. mas quanto às políticas de saúde prioritárias e suas normatizações. demais profissionais de nível superior. Sistema de Informação Hospitalar Descentralizado/SIHD: a partir do qual são compactadas as informações de toda a rede e enviadas ao nível federal que dissemina as informações. ao final do processamento.º 896/1990. possibilitando. responsáveis pela alimentação e processamento do SISAIH01. a geração de informações qualificadas. Os meios formais de interação e contribuição para melhor desempenho dos sistemas podem ser enviados pelo email: descentralização.

OBJETIVOS  Qualificar a informação em saúde a partir do registro dos atendimentos aos usuários internados nos estabelecimentos de saúde do SUS.º 396/2000 a gestão do SIH é responsabilidade da Secretaria de Atenção à Saúde (SAS). críticas e processamento do SIH à luz da Tabela Unificada de Procedimentos.  Conhecer aspectos clínicos e epidemiológicos dos pacientes internados no SUS. supervisores.  Atualizar servidores públicos. necessários ao processamento. definida pela Portaria SAS/MS n. auditores.  Reforçar a importância da integração dos sistemas.  Atualizar os gestores locais e prestadores de serviços no preenchimento dos Laudos para Emissão de AIH.  Orientar Gestores Estaduais e Municipais quanto a novas regras. na operação do sistema e a utilização dos documentos de suporte. Órteses e Próteses e Materiais Especiais (OPM) do SUS – SIGTAP em janeiro de 2008. para estados. especialmente do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES).A Autorização de Internação Hospitalar (AIH) é o instrumento de registro padrão desde a implantação do SIH/SUS. Medicamentos. bem como a atualização deste Manual de Orientações Técnicas e Operacionais. o processamento das AIH era centralizado no MS/Departamento de Informática do SUS (DATASUS/SE/MS). Com a unificação da Tabela de Procedimentos. 3. Distrito Federal e municípios plenos. como instrumento relevante para os sistemas de informação e sua compatibilização no processamento do SIH/SUS. A Portaria GM/MS nº. sendo utilizada por todos os gestores e prestadores de serviços. versões atualizadas do Manual do SIH são periodicamente disponibilizadas. Desde a Portaria GM/MS n. Até abril de 2006. municípios e Distrito Federal foram adequados os instrumentos e conceitos do SIH/SUS. 821/2004 descentralizou o processamento do SIH/SUS. direção e técnicos de informática dos estabelecimentos de saúde que lidam com o registro da internação hospitalar.º 2848/2007. Com a descentralização dos serviços de saúde para os estados. Medicamentos. auxiliando na gestão descentralizada do Sistema Único de Saúde.  Disponibilizar instrumentos para capacitação do corpo clínico. Órteses OPM do SUS. 7 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .  Disponibilizar subsidiariamente relatórios para os setores de contas e custo hospitalar.

cirurgiãodentista ou enfermeiro obstetra que realizou a consulta/atendimento solicita a Autorização para Internação Hospitalar (AIH) devendo.2 PROCESSAMENTO DA INFORMAÇÃO DO ATENDIMENTO NO SUS 4. resultados de exames complementares.3 Laudo para Solicitação de Internação .1 CONSULTA/ATENDIMENTO A consulta/atendimento que gera a internação deve ocorrer em estabelecimento de saúde integrante do SUS. devendo ser preenchido de forma legível e sem abreviaturas pelo médico. Nos procedimentos de urgência o fluxo inicia-se com o atendimento direto no estabelecimento para onde o usuário for levado. 4. e descrição 8 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . informações de anamnese. onde houver. obrigatoriamente. 4. Ele contém dados de identificação do paciente. preencher o Laudo para Solicitação de AIH.AIH LAUDO É DIFERENTE DE AIH. O profissional: médico. exame físico. O Laudo é o documento para solicitar a autorização de internação hospitalar.4. FLUXO PARA INTERNAÇÃO DOS USUÁRIOS DO SUS Nos procedimentos eletivos o fluxo inicia-se com uma consulta em estabelecimento de saúde ambulatorial onde o profissional assistente emite o laudo. ou por um encaminhamento de outra unidade ou ainda pela Central de Regulação ou SAMU. odontólogo ou enfermeiro que solicitou a internação em duas vias. sendo uma anexada ao prontuário do paciente e a outra arquivada pelo gestor.

O laudo poderá também ser enviado à Secretaria de Saúde a quem cabe a responsabilidade pela autorização. O SISAIH01 e SIHD mostram advertência para casos em que o período entre a data do internamento e da autorização seja maior do que 48 horas. o preenchimento deve ser feito na ocasião da internação e a autorização pelo gestor em preferencialmente em até 48 horas após a internação.das condições que justificam a internação do paciente. desenvolvidos por gestores locais ou prestadores. mas é possível a utilização de modelos próprios. O detalhamento do preenchimento do laudo está no Manual do SISAIH01 disponível no site http://sihd.º 508/2010 incluiu a obrigatoriedade de informação da ETNIA quando no campo raça/cor do usuário for informado com INDÍGENA.gov. A Portaria SAS/MS n. mas deixa passar a AIH sem rejeição. O preenchimento do Laudo deve ser feito pelo médico. Quando receber o número é só inserir no sistema.datasus. desde que contenham os dados necessários à alimentação do SISAIH01. odontólogo ou enfermeiro que está assistindo ao paciente. mas cabe ao gestor local definir sobre aceitar ou não autorizações de internamento independente desta crítica. devendo a autorização ocorrer antes da internação. 4.4 EMISSÃO DA AIH 9 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . além da hipótese diagnóstica inicial e/ou o diagnóstico definitivo. o sistema dá uma advertência informando que o tempo entre a internação e a autorização está maior que o previsto.br e nas versões mensais do SISAIH01. pois esta definição não pode ser rígida a ponto de desconsiderar as disponibilidades e estrutura das Secretarias Municipais e Estaduais. Os laudos autorizados recebem o número da AIH que vai possibilitar a digitação dos dados no SISAIH01. Esta advertência serve para auxiliar os gestores locais no trabalho de regulação da rede e monitoramento do sistema.br. disponibilizado no sitio http://sihd. O campo para informação da etnia já está incluído no SISAIH01. Desta forma. Laudos com rasuras devem ser rejeitados pelos supervisores/autorizadores. Existe o modelo padronizado de Laudo para Solicitação de AIH.datasus. nos casos eletivos. A AIH não precisa ser emitida em papel. A autorização pode ser concedida pelo autorizador no próprio estabelecimento de saúde de natureza pública. Nos da rede complementar é recomendável que o gestor disponha de autorizadores que verifiquem os internamentos nos próprios nos hospitais. O sistema aceita a autorização com períodos maiores que 72 horas. Nos casos de urgência. A digitação dos laudos e das demais informações sobre as internações podem ser registradas antes mesmo de o hospital conhecer o número da AIH. Esta é uma prerrogativa do gestor local no seu trabalho de Regulação do Sistema.gov.

O autorizador pode encaminhar das seguintes formas: a) as informações são insuficientes para autorizar. fornece o número daquela AIH e identifica o profissional que autorizou.2 Etiquetas impressas. 4.01. Algumas Secretarias Estaduais de Saúde continuam imprimindo as “AIH 7 e mini saias ou cheques”. O autorizador não deve ocupar-se com tarefas que são dispensadas. A internação pode ser considerada desnecessária pelo autorizador que pode rejeitar o laudo e não autorizar a internação ou a seu critério. então autoriza a internação.008-8 . O NÚMERO da AIH autorizada pode ser gerado pelo gestor das seguintes formas: 4. Solicita dados adicionais. mas com as atividades que trazem impactos efetivos no controle e avaliação. 10 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .01. onde será analisado pelo profissional autorizador. ficando em plano secundário as razões clínicas. b) as informações são satisfatórias e dão segurança autorizar a AIH.001-0 .5. No prontuário do paciente deve ser registrado o número da AIH autorizada pelo gestor para aquela internação. aplicativo do DATASUS. e. pode encaminhar-se ao órgão gestor local.06. 4.DIAGNOSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGENCIA EM CLINICA PEDIATRICA: Refere-se ao primeiro atendimento de urgência hospitalar com diagnóstico em clínica pediátrica.06.Existem dois tipos de AIH: Tipo 1: para internamento inicial.1 Gerado a partir do Módulo Autorizador. que podem ser autocolantes com numeração gerada por aplicativo específico.DIAGNOSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGENCIA EM CLINICA CIRURGICA: Refere-se ao primeiro atendimento de urgência hospitalar com diagnóstico para clínica cirúrgica.DIAGNOSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGENCIA EM CLINICA MEDICA: Refere-se ao primeiro atendimento de urgência hospitalar com diagnóstico em clínica médica. Nos casos de internação eletiva o paciente ou responsável.007-0 .06.5. No passado a AIH tinha objetivo exclusivo de pagamento. Tipo 5: de continuidade. 03.01. 03. de posse do Laudo para Solicitação de AIH preenchido. O responsável no Órgão Emissor preenche o campo do laudo que informa que a AIH está autorizada.5 NUMERAÇÃO DE AIH Não existe mais o formulário de AIH impresso (inclusive a antiga “minissaia ou cheque”). autorizar com os procedimentos e códigos abaixo: 03.

No site http://sihd. 11. 9.999. exceto para os casos de séries numéricas de internação específicas da Central Nacional de Regulação de Alta Complexidade (CNRAC). é o dígito verificador. que correspondem às posições 6. 4.gov.br). calculado pelo programa “DR SYSTEM”.999. O último algarismo. gera duplicidade com rejeição de AIH.5. O disquete é inseguro e facilmente se danifica não devendo ser usado.datasus. de acordo com o código do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 11 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .br.uso geral.000. Este arquivo deve ser em meio magnético seguro. da posição 13. sem divisão por UF. mas atualmente os computadores não dispõem de drive para disquete.condições e exigências O AUTORIZADOR é diferente do AUDITOR. Ex: 25– Paraíba.3 A numeração pode ser impressa em papel comum e ser colado no laudo de solicitação de AIH. que é gerado pelo SISAIH01 no fechamento da competência. que funcionará como comprovante.5. O Laudo de Internação deve ser carimbado nas duas vias. No passado era utilizado o disquete. pode ser feita a consulta digitando o número da AIH para saber se aquele número já foi utilizado em outra competência por qualquer outro estabelecimento. em Remessas de AIH. Ex: 10 para 2010. Pode ainda. 31–Minas Gerais. indo até no máximo 9. Não há consistência de repetição de número de AIH no SISAIH01. necessitando informar um intervalo de série numérica.gov. Ele gera o número de AIH automaticamente.5. Terceiro e quarto dígitos correspondem aos dois últimos algarismos do ano de referência. Esta opção é frágil.4. em última instância. O Módulo Autorizador é um aplicativo disponibilizado pelo DATASUS/MS (download no site http://sihd. A programação para gerar numeração da AIH é a seguinte: Primeiro e segundo dígitos correspondem a Unidade da Federação. o arquivo ser gravado em pendrive e copiado pelo gestor na presença do prestador e assinado um recibo.datasus. começando em 0.5. Quinto dígito deverá ser o número 1 (um) para identificar que a autorização é de Internação (AIH) .001. que iniciam com 99 em todo Brasil. 4.6 AUTORIZADOR E AUDITOR . utilizando obrigatoriamente o aviso de entrega e de leitura que existem nos programas de email.5 Pode ser usado um Carimbo Datador Automático. e 12 obedecem a uma ordem crescente. 8. 7. 10. 4. prioritariamente em CD-ROM ou através de um email especificamente criado. O arquivo gerado no SISAIH01 deve ser entregue ao gestor local a cada competência.4 Este número pode ser manuscrito e controlado por protocolo de entrega pelo autorizador. Os sete algarismos seguintes. portanto a AIH será normalmente consistida neste aplicativo. A duplicação vai implicar em rejeição da AIH por “duplicidade” no Banco de Dados Nacional (com a crítica “AIH já utilizada em outro processamento”).

Assim o auditor de gestão no SUS não está restrito aos médicos. exceto para internação e procedimentos que envolvam atos médicos exclusivos. Auditoria médica caracteriza-se como ato médico. É recomendável que o profissional seja capacitado para sua função e conheça suficientemente as Normas do SUS. nutricionistas para Terapia Nutricional etc.O trabalho de auditoria de gestão no SUS pode ser exercido por profissionais de nível superior com diversas formações acadêmicas. o gestor deve designar farmacêuticos para autorizar medicamentos. As diferenças regionais no país também estão na disponibilidade de recursos humanos no SUS. sendo recomendável a consulta a um profissional alcançável da área especifica da autorização que lhe dê suporte técnico. pleno e integrado da profissão. Não havendo esta disponibilidade. AUDITOR MÉDICO – restrito ao médico . Não é permitido que o médico que solicita a internação seja o autorizador da AIH desta mesma internação devendo ser realizada por profissionais diferentes: o assistente e o autorizador da AIH. por exigir conhecimento técnico. Na imensa maioria dos Municípios e Estados não há carreira instituída e assim o gestor tem autonomia para o preenchimento do cargo conforme a disponibilidade local de profissionais. odontólogo ou enfermeira. O AUDITOR MÉDICO é restrito ao médico e é o único que pode auditar o PRONTUÁRIO DO PACIENTE.Para autorizar internações no Laudo para Emissão de Internação é exigido que seja um médico (ou odontólogo). um profissional de nível superior poderá ser treinado e assumir a função. 12 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . O autorizador é. Estes profissionais vão avaliar outros aspectos não técnicos ligados à área médica. O AUDITOR DE GESTÃO DO SUS pode ser um profissional de nível superior em várias áreas do conhecimento e tem entre suas atribuições avaliar as ações e serviços de saúde do SUS no que se refere às ações relativas à gestão do sistema e não audita prontuário do paciente. esta última no caso de parto normal. AUDITOR DE GESTÃO DO SUS – aberto para várias categorias profissionais . Poucos Estados e Municípios têm a carreira de auditor do SUS instituída por Concurso Público. Havendo disponibilidade de profissionais. Esta função delegada não é exclusiva do médico. São conceitos diferentes.Autorizador é o profissional responsável por analisar os Laudos para Emissão de AIH e permitir ou não aquela internação. É o único que pode ter acesso ao Prontuário do Paciente. AUTORIZADOR – é um termo que designa no SUS o profissional designado pelo gestor local (autoridade delegada) para avaliar as solicitações de internamento ou de realização de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade/custo e AUTORIZAR ou não a sua realização. Esta tarefa é de competência do médico. No âmbito do SUS encontramos duas funções que são exercidas pelo profissional denominado AUDITOR: AUDITOR MÉDICO e AUDITOR DE GESTÃO DO SUS.

podendo solicitar por escrito. é permitida a retirada de cópias exclusivamente para fins de instrução da auditoria. podendo. cuja comprovação necessite de análise do prontuário médico. 4. Este tipo de auditoria do ato médico é de exclusiva competência do médico devidamente registrado no Conselho Regional de Medicina e é reconhecido como área de atuação médica. estão claras qualquer que seja a nomenclatura adotada localmente. na função de auditor. por exigir conhecimento técnico. de forma clara. se necessário. Havendo identificação de indícios de irregularidades no atendimento do paciente. antes de iniciar suas atividades. o médico deverá identificar-se. in loco. ao médico assistente. O médico. devendo-se apresentar ao diretor técnico ou substituto da unidade. Os autorizadores designados pelo gestor devem ter vínculo público. auditor e outros. pleno e integrado da profissão. tem o direito de acessar.614/2001. As funções. 13 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . A auditoria médica caracteriza-se como ato médico. supervisor. Não há impedimento que o responsável pela assinatura no campo diretor clínico seja o mesmo diretor médico ou diretor técnico ou diretor geral do hospital. Na função de auditor.º 1. muitas vezes. Não há impedimento legal para que um médico autorizador atue na rede do SUS como médico assistente. na função de auditor.6 AUDITORIA DO ATO MÉDICO A Resolução CFM n. fazendo constar o número de seu registro no Conselho Regional de Medicina. toda a documentação. O médico. desde que em estabelecimentos onde o mesmo não seja autorizador. não havendo restrições. As denominações mais comuns são: autorizador. examinar o paciente. no entanto. pode haver dificuldade de entendimento quanto às atribuições da função. um profissional do setor público cuja autoridade para autorizar é delgada pelo gestor local. O médico que é autorizador pode também ser auditor médico ou auditor de gestão do SUS. lhe é vedado realizar anotações no prontuário do paciente. e não é recomendável que o autorizador tenha vínculo apenas com hospitais privados ou filantrópicos.obrigatoriamente. em todos os seus atos. Na rede pública do SUS é normal que o autorizador das AIH do hospital seja o diretor médico ou coordenador médico deste mesmo hospital. Nos Serviços de Controle e Avaliação de Estados e Municípios a designação destes profissionais é variada e. 08/2002/2001 disciplina a fiscalização praticada nos atos médicos pelos serviços de saúde e deve ser de conhecimento de todos os auditores do SUS. os esclarecimentos necessários ao exercício de suas atividades. Este coordenador pode também atuar como assistente neste mesmo hospital público ou em outro estabelecimento.

originalmente para procedimento obstétrico e que precisa de intervenção cirúrgica fora da obstetrícia ou quando o ato for realizado em ato anestésico diferente. Alterações nas regras ou no sistema são colocadas no site http://sihd. O Módulo II deste manual tem as instruções de instalação e operação do SISAIH01. EMISSÃO DE NOVA AIH PARA UM MESMO PACIENTE NA MESMA INTERNAÇÃO A emissão de nova AIH é para o mesmo paciente é possível nas condições abaixo: O motivo de saída deve ser 2 – PERMANÊNCIA ou 5.br sendo importantíssimo o acesso diário deste site pelos gestores e prestadores de serviços para acompanharem novas versões.datasus. realização de parto normal (prematuro ou não) e na mesma internação a paciente precisa realizar uma curetagem por retenção de restos de parto.SISTEMA DO PRESTADOR O preenchimento da AIH deve ser feito no SISAIH01. 5.4 DE OBSTETRÍCIA PARA OBSTETRÍCIA 14 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Apresentação de AIH: AIH apresentada com mais de 04 (quatro) meses do mês da alta.datasus.7. será rejeitada em definitivo. Por exemplo.3 DE CLÍNICA MÉDICA PARA OBSTETRÍCIA Nos casos em que realizar parto e/ou intervenção cirúrgica obstétrica em paciente que havia sido internada por outro motivo não relacionado à obstetrícia no momento da internação. nos casos abaixo: 5. 5.br.7 APRESENTAÇÃO DA AIH NO SISAIH01 . Neste caso está incluída também a reoperação.1 Validade da AIH A validade da AIH segue a seguinte sistemática: Reapresentação de AIH: Uma AIH apresentada e rejeitada dentro dos 04 meses de validade podendo ser reapresentada até o 6º mês a contar do mês de alta do paciente.2 DE OBSTETRÍCIA PARA CIRURGIA E VICE-VERSA No caso de uma internação.1 ENCERRAMENTO ADMINISTRATIVO utilizado quando é necessário emitir nova AIH para o mesmo paciente na mesma internação. 5.gov. 5.1 DE CIRURGIA PARA CIRURGIA Quando uma nova cirurgia em ato anestésico diferente durante a mesma internação do mesmo paciente. 4. Todos devem acessar e baixar mensalmente as versões atualizadas dos Sistemas de Informação no site http://sihd.gov.4. portarias ou avisos.

3 deste Manual).7 DE CLÍNICA MÉDICA PARA CIRURGIA Em casos clínicos onde. mas o gestor autoriza se assim julgar prudente e correto. 5. PSIQUIATRIA. a data de saída da primeira AIH será a mesma data de entrada da segunda AIH. 5. 5.5 DE OBSTETRÍCIA PARA CLÍNICA MÉDICA Nos casos de parto ou intervenção cirúrgica. não relacionada diretamente com a patologia clínica. No caso do procedimento principal ser Politraumatizado e Cirurgia Múltipla e forem realizados mais de 05 (cinco) procedimentos principais. haja uma intercorrência cirúrgica. o paciente desenvolver quadro clínico que necessite de cirurgia.10 POLITRAUMATIZADO / CIRURGIA MÚLTIPLA Pode ser emitida uma nova AIH para o Tratamento de Politraumatizados e Cirurgia Múltipla nos casos em que é preciso reoperar o paciente no decorrer da mesma internação. no decorrer do internamento. Deve ser utilizado código de 5. Quando no decorrer da internação. 5. REABILITAÇÃO. deve ser emitida nova AIH com motivo de saída 5. Em todos estes casos irá bloquear a AIH por “duplicidade” (homônimo). depois de ultrapassada a metade dos dias da média de permanência apara o procedimento clínico que gerou a internação.Encerramento Administrativo para encerramento de AIH em que não seja possível o registro de todos os procedimentos realizados.8 PACIENTES SOB CUIDADOS PROLONGADOS. sendo necessária a emissão de uma nova AIH para 15 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . 5. AIDS E TUBERCULOSE.Quando houver duas intervenções obstétricas em tempos cirúrgicos diferentes.6 DE CIRURGIA PARA CLÍNICA MÉDICA Se esgotado o tempo de permanência para o procedimento. Nos casos de emissão de nova AIH para um mesmo paciente numa mesma internação pelos motivos acima explicitados. o paciente apresentar quadro clínico que exija continuar internado por motivo não conseqüente ao ato cirúrgico.1-ENCERRAMENTO ADMINISTRATIVO. numa mesma internação. com motivo de acordo com a Tabela Auxiliar de Motivo de Saída/Permanência do SIH/SIA/CIH (ver item 6.1 . 03 dias após a alta da primeira internação. INTERNAÇÃO DOMICILIAR. depois de esgotado o tempo de permanência estabelecido na tabela para o procedimento que gerou a internação. 5.9 EM CLÍNICA MÉDICA Paciente clínico que necessite ser reinternado pela mesma patologia.

desmembrados por especialidade médica. como cirurgia e clínica. Com este bloqueio. Cirurgias Sequenciais e Neurocirurgia).1 ESPECIALIDADE DO LEITO Os leitos existentes no hospital e disponibilizados para o SUS devem estar adequadamente cadastrados no CNES. Outros procedimentos Sequenciais. desde que a outra AIH seja emitida pelo mesmo gestor. O erro de cadastro resulta em glosa de AIH. quando necessário. Esta é uma decisão de competência exclusiva do gestor local. o que obriga a abertura de nova AIH para o mesmo paciente na mesma internação. (Exemplo: Tratamento em Politraumatizados e Cirurgias Múltiplas. 5.11 QUANDO NÃO EMITIR NOVA AIH No caso de retorno do paciente com menos de 03 dias da alta. o SISAIH01 aceita a digitação da AIH. Não deve ser aberta nova AIH. É permitida também a utilização do código 5. Deve ser registrado na AIH o código de consulta de paciente internado para cada médico que atender ao paciente. deve permanecer com a mesma AIH anterior. o gestor deve enviar um auditor ou autorizador ao hospital e decidir pela liberação ou não da AIH. excetuando-se os procedimentos que atingem a quantidade máxima definida no SIGTAP. para o mesmo hospital e necessitando continuar internado pela mesma patologia. 6. dentro dos grandes blocos. ESPECIALIDADE DO LEITO/CARÁTER DE ATENDIMENTO/ MOTIVO DE SAÍDA/PERMANÊNCIA/ALTA 6. Para efeito de preenchimento da especialidade do leito no SISAIH01. Quando o internamento é feito com a emissão de uma nova AIH para o mesmo paciente com menos de 03 dias de uma internação anterior. a AIH vai ser bloqueada por “duplicidade” a partir da detecção do homônimo. mesmo que o internamento seja feito por médicos diferentes. mas no processamento do SIHD. devem ser considerados os códigos conforme tabela abaixo: CÓDIGO 01 02 03 04 05 06 07 08 NOME CIRURGIA OBSTETRICIA CLINICA MEDICA CRONICOS PSIQUIATRIA PNEUMOLOGIA SANITARIA PEDIATRIA REABILITACAO 16 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .completar as informações. pois nestes casos é possível solicitar liberação de crítica.1 para AIH cujo procedimento principal solicitado for um dos que têm valor zerado e que necessite informar mais de 5 procedimentos. por exemplo. O monitoramento mensal do CNES é condição para o recebimento dos Procedimentos Realizados em cada paciente.

5 1.9 TRANSFERIDO PARA INTERNAÇÃO DOMICILIAR POR TRANSFERÊNCIA: 3 3.4 VIVO. 2. POR PROCESSO DE DOACAO DE ORGAOS.4 1.09 10 11 12 13 14 HOSPITAL DIA CIRURGICOS HOSPITAL DIA AIDS HOSPITAL DIA FIBROSE CISTICA HOSPITAL DIA – INTERCORRENCIA POS TRANSPLANTES HOSPITAL DIA GERIATRIA HOSPITAL DIA – SAUDE MENTAL 6.8 OUTROS MOTIVOS 2.1 1.6 POR MUDANCA DE PROCEDIMENTO 2.5 MORTO.7 POR REOPERACAO 2. devem ser observados os códigos da tabela abaixo: TABELA AUXILIAR MOTIVO DE SAÍDA/PERMANÊNCIA POR ALTA: 1 1.3 MOTIVO DE SAÍDA /PERMANÊNCIA/ ENCERRAMENTO ADMINISTRATIVO Para registro na AIH do motivo de saída do paciente do hospital ou para registrar a emissão de uma nova AIH numa mesma internação.2.1 POR CARACTERISTICAS PROPRIAS DA DOENCA 2.2 CARÁTER DE ATENDIMENTO Para registro do caráter de atendimento na AIH devem ser observados os códigos abaixo: COD 01 02 03 04 05 CARÁTER DE ATENDIMENTO DESCRIÇÃO ELETIVO URGENCIA ACIDENTE NO LOCAL DE TRABALHO OU A SERVICO DA EMPRESA ACIDENTE NO TRAJETO PARA O TRABALHO OUTROS TIPOS DE ACIDENTE DE TRANSITO OUTROS TIPOS DE LESOES E ENVENENAMENTOS POR AGENTES QUIMICOS OU 06 FISICOS 6.DOADOR 2. TECIDOS E CELULAS .9 ALTA CURADO ALTA MELHORADO ALTA A PEDIDO ALTA COM PREVISÃO DE RETORNO PARA ACOMPANHAMENTO DO PACIENTE ALTA POR EVASAO ALTA POR OUTROS MOTIVOS ALTA EM PACIENTE AGUDO EM PSIQUIATRIA POR PERMANÊNCIA: 2 2. TECIDOS E CELULAS .8 1.1 TRANSFERIDO PARA OUTRO ESTABELECIMENTO 17 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . POR INTERCORRENCIA 2.2 1.3 POR IMPOSSIBILIDADE SOCIO-FAMILIAR POR PROCESSO DE DOACAO DE ORGAOS.DOADOR 2.6 1.

mais de um recémnascido. 6. ou seja. Motivo informado quando da alta da mãe em cujo parto houver natimorto (nascido morto).4 Alta da mãe/ puérpera com óbito fetal Informação permitida exclusivamente para encerramento de AIH com registro de procedimento principal de parto. Motivo informado quando na alta da mãe tiver ocorrido o óbito do recém-nascido. No caso de gemelaridade. Motivo informado quando da alta da mãe e o recémnascido apresenta situação de saúde que não permite ter alta necessitando permanecer internado. deverá ser usado este motivo de alta quando pelo menos um dos recém-nascidos permanecer internado após a alta da mãe. mais de um recém-nascido. o número da AIH da mãe. ou seja.2 Alta da mãe/ puérpera e permanência do recém-nascido 6. Na AIH da mãe deverá ser informado no campo AIH posterior do SISAIH01 o número da AIH do recém-nascido e na AIH do recém-nascido deverá ser informado no campo AIH anterior do SISAIH01. 18 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Estes códigos se referem exclusivamente a alta com procedimento principal da AIH de parto. Informação permitida exclusivamente para encerramento de AIH com registro de procedimento principal de parto. A Portaria n. No caso de gemelaridade.1 Alta da mãe/ puérpera e do recém-nascido 6. óbito e transferência.3 OBITO – SVO POR OUTROS MOTIVOS: 5 5.1 ENCERRAMENTO ADMINISTRATIVO O sistema paga o último dia de internamento nos motivos de permanência. ou seja.1 COM DECLARACAO DE OBITO FORNECIDA PELO MEDICO ASSISTENTE COM DECLARACAO DE OBITO FORNECIDA PELO INSTITUTO MÉDICO LEGAL – 4.3 Alta da mãe/ puérpera e óbito do recémnascido Informação permitida exclusivamente para encerramento de AIH com registro de procedimento principal de parto. O óbito poderá ter sido ainda intra-útero (a partir da 22ª semana de gestação ou caso se desconheça a idade gestacional com peso a partir de 500 gramas) ou durante o parto. deverá ser usado este motivo de alta quando pelo menos 1 dos recémnascidos for a óbito. COD NOME DESCRIÇÃO Motivo informado quando da alta da mãe e do(s) recémnascido(s).POR ÓBITO: 4 4.º 384 de 12 de agosto de 2010 incluiu os códigos abaixo na Tabela Auxiliar de Motivo de Saída/Permanência do SIH/SIA/CIH.2 IML COM DECLARACAO DE OBITO FORNECIDA PELO SERVIÇO DE VERIFICAÇÃO DE 4. mais de um filho deverá ser usado CRITICA NO SIH Informação permitida exclusivamente para encerramento de AIH com registro de procedimento principal de parto. No caso de gemelaridade. 6.

Por ser uma tabela para utilização em todos os sistemas nacionais que precisem da informação sobre ocupação de qualquer trabalhador. sendo este o CBO a ser informado no CNES do estabelecimento. sabidamente as da alta complexidade. CLASSIFICAÇÃO ESPECIALIDADE BRASILEIRA DE OCUPAÇÕES (CBO) ANTIGA Com a unificação das tabelas dos sistemas ambulatorial e hospitalar e implantação da Tabela de Procedimentos. é recomendável que se tenha por base os registros do setor administrativo/recursos humanos da instituição na qual presta serviço.este motivo de alta quando pelo menos 1 dos filhos for a óbito. especialmente pelas diferenças regionais no país e a conseqüente oferta de profissionais para o atendimento na rede de saúde. como garantia de habilitação do profissional para aquela “ocupação”.1CADASTRO DE CBO DE MÉDICOS E DE MÉDICOS RESIDENTES Não é condição para o cadastramento de CBO de médicos e médicos residentes no CNES que o profissional seja portador de título de especialista.). não é de caráter obrigatório. adotou o CBO para identificação da ocupação dos profissionais. a especialização deve ser atendida. enfermeiro etc. possibilitando estudos e levantamentos úteis para o planejamento e a avaliação de políticas públicas. Esta tabela de CBO tem caráter nacional e está sob a responsabilidade e gestão do Ministério do Trabalho. 19 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Medicamentos OPM do SUS. no entanto. O CNES. 7. É recomendável que. a Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) foi adotada como forma de registro obrigatório para definir o profissional responsável ou habilitado para realizar determinado procedimento. desde a sua implantação. seja solicitado documentação que comprove a especialização. A informação a ser inserida no CNES deve ter como base a “ocupação” que determinado trabalhador “se ocupa” naquele estabelecimento de saúde. contribui para a qualidade da informação e para a formação e cruzamentos dos Bancos de Dados Nacionais. Para os procedimentos em que há definição e exigência nas políticas específicas. mas de cadastro de estabelecimentos de saúde com relação à área física. para os médicos especialistas. Para o caso de profissões que exigem diploma para o seu exercício (médico. 7. O CNES não é um instrumento de gestão de recursos humanos. O CBO informado no CNES para o médico deve representar a real ocupação desempenhada pelo profissional no estabelecimento de saúde ao qual ele está vinculado. equipamentos e profissionais.

conforme o caso. A supervisão e o acompanhamento destes médicos nos hospitais é parte do programa de formação ao qual está matriculado. O SIGTAP foi atualizado na competência julho/2008. registrados nos respectivos Conselhos Regionais de Medicina. A exigência de apresentação de título de especialista é prerrogativa do órgão. Quanto aos médicos residentes. Com relação ao CBO de anestesista. incluindo estes 5 CBO. portanto.”.º 98. há uma particularidade. naqueles municípios em que não existem profissionais com esta titulação ou cujo número ou disponibilidade para cadastramento não seja suficiente ao pleno atendimento aos pacientes do SUS. sendo o contratante responsável pelas informações inseridas no Módulo do Profissional do CNES. reforça e autoriza o registro de médicos na seguinte forma: “Fica autorizado o recadastramento/cadastramento. No entanto. 20 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . É recomendável que os antigos profissionais cadastrados no SIA como Plantonistas (58) ou Médico de qualquer especialidade (84) sejam cadastrados no CNES com estes CBO visando garantir o registro da realização de todos os procedimentos clínicos e cirúrgicos de média complexidade realizados. regional. estes devem ser cadastrados com o CBO de Programa de Residência Médica. esclarecemos que a Portaria SAS/MS n. ou seja. para a realização de atos anestésicos. exigem dados complementares da equipe. mesmo que não possuam titulação de especialista em anestesiologia. de 26 de março de 1999. sedação e obstétrica). da ocupação que exercem no estabelecimento. nos procedimentos de média complexidade. por esta razão. que. No SISAIH01 e no SIHD os procedimentos cirúrgicos que incluem anestesia no seu valor. pediatra. verifica a compatibilidade entre o procedimento e o CBO do cirurgião e não com o CBO dos auxiliares ou do anestesista. instituição ou estabelecimento na ocasião da contratação do médico. obstetra. por representar uma inverdade. Considerando que existem municípios que dispõem de apenas um médico ou pouco mais e que. O CBO dos auxiliares do cirurgião pode ser qualquer um da família 2231 (médico) ou 223268 (cirurgião buço maxilo). O sistema admite o mesmo CPF para o médico que exerceu a função/ocupação de anestesista e que também foi o cirurgião ou ainda o CPF de um dos auxiliares. ao abrir a janela para preenchimento da equipe cirúrgica. de profissionais médicos. No SIGTAP. cirurgião geral e anestesista. em seu Artigo 2º. o CBO de anestesiologista será compatível apenas com os procedimentos de anestesia (geral. O CPF do cirurgião não pode se repetir para registro como auxiliar. e. a verificação de títulos é feita no ato da seleção e/ou contratação do médico pela instituição para compor equipe médica qualificada e não por exigência do CNES. o que adequa o sistema de informação e a realidade dos serviços de saúde. O CBO específico de médico residente é o código 2231F9. este profissional desempenha várias ocupações tais como: clínico.As portarias normativas da Alta Complexidade exigem que o médico tenha título de especialista para realização de determinados procedimentos.

Ações Relacionadas à Doação de Órgãos. Politraumatizado.2 DE CLINICA MÉDICA PARA CIRURGIA No caso do paciente ser internado com quadro de Colecistite aguda. sob pena de rejeição da AIH. do Órgão Gestor. SOLICITAÇÃO DE MUDANÇA DE PROCEDIMENTO Durante a internação.03.012-9 – TRATAMENTO DE 21 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Esta modificação deve ser feita mediante o preenchimento do Laudo para Solicitação/Autorização de Procedimentos Especiais e/ou Mudança de Procedimento de Internação Hospitalar. para: Cirurgia Múltipla. sendo este último de valor maior. Cirurgia Múltipla de Lesões Lábio-Palatais. no decorrer da internação desenvolver um quadro compatível com outro procedimento. quando a mudança for de um procedimento previamente autorizado. ou ainda. Não é permitida mudança de procedimento. Para estas mudanças. nos estabelecimentos da rede complementar filantrópica ou privada. Para autorizar a mudança de procedimento é importante que o autorizador observe: se o caso é eletivo ou urgência. Pode ser solicitada mudança de procedimento para o procedimento de maior valor.gov. a hipótese diagnóstica inicial pode não ser confirmada ou pode surgir uma condição clínica superveniente. Procedimentos Seqüenciais de Coluna em Ortopedia e/ou Neurocirurgia. Clinica Cirúrgica. O modelo de Laudo Para Solicitação/Autorização de Procedimentos Especiais e/ou Mudança de Procedimento de Internação Hospitalar está disponível no sítio: http://sihd. Psiquiatria. Nestes casos. com procedimento do SIGTAP código 03.07. A mudança de procedimento pode acontecer nas seguintes situações: 8. o código do novo procedimento será registrado no campo Procedimento Realizado. o procedimento solicitado e autorizado no Laudo para Solicitação de AIH precisa ser modificado. 8. devendo ser marcado o campo de “sim” para mudança de procedimento no SISAIH01. Cuidados Prolongados. No caso de mudança de procedimento.datasus. é necessária a autorização do Diretor Geral ou Diretor Clínico nos estabelecimentos públicos e.br.1 DE CLINICA MÉDICA PARA CLINICA MÉDICA No caso do paciente ser internado para realização de um determinado procedimento. Avaliar o tempo decorrido para solicitar a mudança de procedimento ou se é mais aconselhável a alta administrativa e a emissão de nova AIH. ser identificada outra patologia de maior gravidade. complexidade ou intercorrência que implique na necessidade de mudança da conduta inicialmente recomendada ou da especialidade médica/leito. Tecidos e Células.8. Diagnostico e/ou Atendimento de Urgência em Clinica Pediátrica. Tratamento da AIDS. Cirurgias Plásticas Corretivas em Pacientes Pós Gastroplastia. Clinica Médica e em Psiquiatria.

22 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . sendo que.03. se for o caso.002-6 . deve ser registrado no campo Procedimento Solicitado e Realizado. obedecendo aos pontos do SP de cada procedimento. Ou seja. Nesse caso.003-4 . Não cabe mudança de procedimento na mesma AIH neste caso. Depois de registrado o código. porém é detectado.COLECISTECTOMIA ou 04.03.7 POR REOPERAÇÃO.HISTERECTOMIA TOTAL. precisar ser submetido ao procedimento 04. decorrido este prazo e.013-5 . o código para o qual a AIH foi autorizada. durante a internação.07. a AIH deve ser encerrada e solicitada emissão de nova AIH. 8. Quanto a apurar valores. registrar na linha seguinte o segundo procedimento e suas OPM. O valor do SP do primeiro procedimento é que será dividido por todos os profissionais que atuaram na AIH.COLECISTECTOMIA VIDEOLAPAROSCOPICA. deve-se abrir uma nova AIH. antes da cirurgia. registrar em seguida as OPM correspondentes a este procedimento e. O motivo de permanência será 2.6 MAIS DE UM PROCEDIMENTO PRINCIPAL NUMA MESMA AIH No caso de ser necessário informar mais de um procedimento numa mesma AIH. este procedimento é 03.003-8 .03.DIABETES MELLITUS. Nesse caso deve ser solicitada mudança de procedimento para clínica médica.TRANSTORNOS DAS VIAS BILIARES E PANCREAS e.03. que a paciente apresenta um quadro de diabetes descompensado. Devido ao quadro clínico da paciente não é possível realizar a cirurgia. 8.06.3 DE CIRURGIA PARA CLÍNICA MÉDICA No caso do paciente internado submeter-se ao procedimento 04. o sistema os trata da seguinte forma: Apenas o valor do SH do primeiro procedimento será pago. 8. depois o terceiro.5 INTERCORRÊNCIAS PÓS-TRANSPLANTE A AIH emitida para intercorrências pós-transplante tem validade de 31 (trinta e um) dias.4 DE CIRURGIA PARA CIRURGIA No caso de realização de uma segunda cirurgia durante o período de internação.07.09. reduzirá o valor de um ponto para pagamento aos profissionais. quanto mais profissionais atuarem e quanto mais procedimentos forem realizados e tiverem pontos do SP. como também a especialidade do leito de clínico para cirúrgico. na 1ª linha da tela Procedimentos Realizados. deve ser solicitada não só a mudança de procedimento. havendo necessidade de permanência do paciente em regime de internação. O valor do SH deste procedimento será apurado para o estabelecimento. na mesma lógica do procedimento principal com as próteses correspondentes. 8. No SIGTAP.

Politraumatizados e Seqüenciais em Neurocirurgia. músculo-esquelético. obedecendo à mesma lógica para procedimentos principais e OPM.). até o quinto procedimento. no mesmo ato anestésico for realizado mais de 05 procedimentos cirúrgicos em politraumatizado. Este procedimento tem o valor zero no SIGTAP.º 421/2007 as cirurgias em politraumatizado são cirurgias múltiplas ou procedimentos seqüenciais procedidos em indivíduo que sofre traumatismo seguido de lesões que. devem ser registrados numa segunda AIH. Na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01 devem ser digitados. baço.03.15. Deve ser registrado na AIH o código 04.03. Quando. os Procedimentos Realizados. em ordem decrescente de complexidade e valores do SH. A ordem de digitação dos Procedimentos Realizados deve obedecer à seguinte seqüência: Procedimento principal realizado de maior complexidade e nas linhas abaixo os procedimentos especiais e OPM compatíveis com o procedimento principal.7 – POR REOPERAÇÃO. e na linha imediatamente abaixo digitados as suas OPM compatíveis e assim por diante. respiratório. nervoso. No SISAIH01 devem ser registrado.Neste caso não podem ser registrados os procedimentos de Tratamento com Cirurgias Múltiplas. No caso de serem necessárias outras cirurgias em atos anestésicos diferentes. etc. Os procedimentos realizados no politraumatizado podem ser registrados no SISAIH01 sem a preocupação de pertencerem a um mesmo segmento ou lado do corpo humano acometido.001-3 . É permitido o registro de até 05 procedimentos realizados na mesma AIH. TRATAMENTO DE POLITRAUMATIZADO De acordo com a Portaria SAS/MS n. 1º Exemplo: Foram realizadas reduções cirúrgicas de fratura de úmero e cúbito direito e cúbito esquerdo.) ou sistemas corporais (circulatório. Sob a denominação de politraumatizados. pulmão etc. na tela Dados da 23 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Os demais procedimentos. ao acometer múltiplos órgãos (fígado. a partir do sexto. deverá ser encerrada a primeira AIH com motivo de alta 5.15.TRATAMENTO CIRÚRGICO EM POLITRAUMATIZADO. 9. deverá ser solicitada nova AIH para o mesmo paciente na mesma internação. pela gravidade de uma ou mais lesões. os códigos das cirurgias realizadas necessárias para o tratamento das lesões sofridas pelo paciente. O motivo de saída da primeira AIH será o 2.1 – ENCERRAMENTO ADMINISTRATIVO. sendo informados na tela Procedimentos Realizados. podem ou não pôr em risco a vida.001-3 TRATAMENTO CIRÚRGICO EM POLITRAUMATIZADO. deve ser digitado o segundo procedimento principal realizado. estão as internações de pacientes vítimas de causas externas. A seguir. tanto no campo Procedimento Solicitado quanto no Procedimento Realizado. Emitir laudo para solicitação/AIH com código 04.

010-6 .03. nas linhas subseqüentes necessárias.08. Na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01 deve ser digitado primeiro o procedimento principal.Procedimento: 04. Existem procedimentos clínicos que são compatíveis na AIH de politraumatizado.03. 1ª linha .043-1 – TRATAMENTO CIRÚRGICO DA FRATURA DO CÚBITO (DIREITO) deverá ser registrado na linha imediatamente abaixo da última OPM do primeiro procedimento e. a seguir.TRATAMENTO CONSERVADOR DO TRAUMATISMO CRANIOENCEFALICO GRAU MEDIO.036-9 . pois a AIH “assumirá” a complexidade do primeiro procedimento informado para os procedimentos com valor zerado (Politraumatizados.043-1 – TRATAMENTO CIRÚRGICO DA FRATURA DO CÚBITO (ESQUERDO) e. nos campos Procedimento Realizado e Procedimento Principal e.03. depois que tudo que se refere aos procedimentos principais já tiver sido inserido.TRATAMENTO CONSERVADOR DO TRAUMATISMO CRANIO ENCEFALICO GRAVE só pode ser registrado quando realizado em paciente internado em hospital de Alta Complexidade com habilitação em Trauma e Anomalias do Desenvolvimento.02.08. 24 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . é recomendável que este seja registrado na primeira linha. Nas linhas a seguir registra as OPM deste primeiro procedimento. OPM. as OPM correspondentes ao terceiro procedimento principal informado.TRATAMENTO CONSERVADOR DO TRAUMATISMO CRANIOENCEFALICO LEVE. a seguir. na tela Procedimentos Realizados.010-6 .04.TRATAMENTO CONSERVADOR DO TRAUMATISMO CRANIOENCEFALICO GRAVE.02.03. em sua quase totalidade são de cirurgia.04. informar o terceiro procedimento realizado 04.Internação. 03. Outros procedimentos especiais que não guardem relação direta de compatibilidade devem ser informados ao final. Procedimentos Seqüenciais em Neurocirurgia e AIDS). O procedimento 03. 04.03.011-4 – TRATAMENTO CONSERVADOR DE TRAUMATISMO RAQUIMEDULAR.04. 03. se houver algum dos procedimentos principais realizados que seja de Alta Complexidade. O segundo procedimento.009-2 . O sistema aceita se não colocar o de maior valor primeiro.TRATAMENTO CIRÚRGICO DE FRATURA/LESÃO FISÁRIA DO CÔNDILO/TROCANTER DO ÚMERO. mas é recomendável que se coloque para não resultar em perda econômica para o hospital. mesmo que os especiais tenham maior valor e tenham sido autorizados ou realizados anteriormente.008-4 . 03. nas linhas imediatamente abaixo. os procedimentos especiais compatíveis com ele. Observar para colocar em primeiro lugar o procedimento principal de maior valor do SH. após ele. as OPM relativas ao segundo procedimento principal.04. Quando encerrar os procedimentos especiais.04. As compatibilidades entre tratamento de politraumatizado e procedimentos clínicos são os seguintes: 03. cujos procedimentos. Cirurgias Múltiplas. compatíveis com o segundo procedimento principal digitado e suas OPM.02.08. No caso de hospitais com Contrato de Gestão.

051-9 – TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA DA DIAFISE DO FEMUR OPM compatível OPM compatível 04.012-3 – ESPLENECTOMIA 04.07.03.15. Na AIH.001-3 . Na AIH.044-0 – TRATAMENTO CIRURGICO DE LESAO FISARIA DOS OSSOS DO ANTEBRACO Na linha abaixo de cada procedimento principal devem ser incluídas as OPM compatíveis utilizadas neste procedimento. 04.15. Quando encerrar o registro das OPM deste procedimento.08.COLOSTOMIA 04.010-1 – COLOSTOMIA 04.: 04.001-3 TRATAMENTO CIRURGICO EM POLITRAUMATIZADO.03.010-1 . O total de linhas disponíveis no SISAIH01 para inclusão de procedimentos é de 150.08. Se colocar o procedimento principal separado por linhas com outros procedimentos e as OPM do primeiro procedimento. redução cirúrgica de fratura de úmero.03.039-3 – TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA DE DIAFISE DO UMERO OPM compatível OPM compatível OPM compatível Após encerrar o registro de todas as OPM compatíveis utilizadas é que coloca na linha abaixo o próximo procedimento principal realizado. Não esquecer.07.004-2 .ESPLENECTOMIA 04. pode ser informado no SISAIH01 o mesmo procedimento duas vezes e solicitada a liberação de quantidade. informar a terceira cirurgia realizada ou terceiro procedimento principal.012-3 .2° Exemplo: Foram realizados os procedimentos: esplenectomia. colostomia.02.POLITRAUMATIZADO. e amputação de dedo da mão D.001-3 25 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . após cada procedimento principal. Deve ser emitido Laudo com código de procedimento solicitado e realizado 04. deverá ser registrado na tela “Procedimentos Realizados”: 04.03. Emitir Laudo para Emissão de AIH com código 04. mesmo no caso de procedimentos iguais para liberação de quantidade.AMPUTACAO/DESARTICULACAO DE DEDO 3° Exemplo: Foram realizadas reduções cirúrgicas de fratura de rádio e fêmur. em especialidades diferentes não envolvendo a ortopedia: Paciente com ruptura de baço. Ex.05.07. mais esplenectomia e colostomia. lesão de cólon e hemotórax em que foram realizados 03 procedimentos: esplenectomia. haverá rejeição da AIH.03. 4° Exemplo: No caso do paciente ser submetido a mais de um procedimento.02.06. Para os procedimentos que sejam realizados em órgãos pares.TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA INTERCONDILEANA/ DOS CONDILOS DO FEMUR. deverá ser registrado na tela “Procedimentos Realizados”: 04. de incluir abaixo as OPM antes de registrar o segundo procedimento principal.058-6 .08.02.02.05. colostomia e toracotomia com drenagem fechada.15. Solicitar a AIH com o procedimento 04.07.08.08.

07. sem vínculo de continuidade. o componente Serviço Hospitalar será remunerado em percentual decrescente de valores. interdependência ou complementaridade realizados em conjunto pela mesma equipe ou equipes distintas.001-2 – TRATAMENTO COM CIRURGIAS MULTIPLAS.03. No SISAIH 01. executado através de única ou várias vias de acesso e praticados sob o mesmo ato anestésico (Portaria nº. em seguida aos procedimentos com instrumentos de registro AIH principal e especial. Também se o primeiro procedimento informado for financiado pelo FAEC. na ordem em que forem registrados na tela Procedimentos Realizados.001-3 .TORACOSTOMIA COM DRENAGEM PLEURAL FECHADA Na ocorrência de Procedimentos Realizados que não necessitam de autorização. estes também devem ser registrados na tela Procedimentos Realizados.15. em ordem decrescente de complexidade e valores. Na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. conforme tabela abaixo: 1º 2º 3º 4º 5º PROCEDIMENTO PROCEDIMENTO PROCEDIMENTO PROCEDIMENTO PROCEDIMENTO 100% 100% 75% 75% 50% Os componentes Serviços Profissionais (SP) recebem remuneração de 100% dos valores para todos os procedimentos registrados na tela Procedimentos Realizados. É importante observar que a AIH de politraumatizado “assumirá” a complexidade do primeiro procedimento informado (Média ou Alta Complexidade). deverão ser registrados.010-1 . 26 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . a AIH “assume” a complexidade do primeiro procedimento informado.02. Deve ser registrado no SISAIH01 como procedimento solicitado e procedimento principal realizado 04. deverão ser aceitos quando registrados duas vezes no SISAIH01. os procedimentos principais realizados.12. 421 de 23 de julho de 2007). CIRURGIAS MÚLTIPLAS Cirurgias múltiplas são atos cirúrgicos. Quanto à complexidade. o instrumento de registro é AIH secundária.COLOSTOMIA 04.15.03. ou seja.TRATAMENTO CIRÚRGICO EM POLITRAUMATIZADO. registrar na tela Procedimentos Realizados: 04.01.012-3 – ESPLENECTOMIA 04. devidos a diferentes doenças. Neste conceito.TRATAMENTO CIRÚRGICO EM POLITRAUMATIZADO.04. bilaterais ou não. todos os procedimentos em órgãos bilaterais. 10. aplicados a órgão único ou diferentes órgãos localizados em região anatômica única ou regiões diversas.016-6 . toda a AIH será paga pelo FAEC. Serão admitidos até 05 Procedimentos Realizados na mesma AIH. Numa AIH com o procedimento 04.07.

desde que tenham sido solicitados e autorizados no Laudo para Solicitação de AIH.09.12. EXEMPLO: 04.MASTECTOMIA SIMPLES POR TUMOR e 04.003-2 concomitante com o 04. Cirurgia bilateral não é considerada cirurgia múltipla quando no nome ou descrição do procedimento contenha a palavra bilateral. inclusive para as reoperações.12. o Ministério da Saúde inclui e recomenda a autorização como Tratamento com Cirurgias Múltiplas os procedimentos 04.01. ou ainda 04. Deverá ser emitida nova AIH quando houver mais de 5 Procedimentos Realizados e o motivo de saída da primeira AIH deve ser o 5.08. O procedimento cirúrgico de Mastectomia por Câncer é compatível com o implante de Prótese Mamária e/ou Reconstrução com Retalho Miocutâneo (qualquer parte em oncologia).01.1 LAPAROTOMIA EXPLORADORA E OUTROS ESCLARECIMENTOS 1.15. o médico assistente deverá solicitar nova AIH.16.Quando ocorrerem novas cirurgias de emergência.16.002-4.01.12. 10. na mesma internação.16. conforme tabela abaixo: Na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01 devem ser digitados em ordem decrescente de complexidade e valores do SH dos Procedimentos Realizados.002-4 – MASTECTOMIA RADICAL COM LINFADENECTOMIA AXILAR.009-0 e/ou 04. e 04.16. com atos anestésicos diferentes.OOFORECTOMIA/OOFOROPLASTIA (a descrição explicita que é uni ou bilateral). registrando o motivo de saída 2. quando realizados no mesmo Ato Anestésico. na ordem que forem registrados na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. Se durante esta cirurgia for necessária a 27 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .01. e 04.1 – ENCERRAMENTO ADMINISTRATIVO.10. O procedimento principal solicitado e realizado a ser digitado no SISAIH01 deve ser o 04.005-7 MASTECTOMIA RADICAL COM LINFADENECTOMIA. No caso de quadro de abdômen agudo é realizada uma cirurgia chamada laparotomia exploradora.021-6 .001-2 – TRATAMENTO COM CIRURGIAS MULTIPLAS e os dois procedimentos. Exemplos de como devem ser registrados os Procedimentos Realizados em cirurgia múltipla: 1° Exemplo: Colecistectomia mais Herniorrafia Inguinal. é possível registrar na AIH o procedimento 04.01. Assim.10.003-2 . Ou seja.10.005-7 ou 04.16.10. pela importância da questão da humanização no atendimento à paciente.009-0 PLASTICA MAMARIA RECONSTRUTIVA POS-MASTECTOMIA COM IMPLANTE DE PRÓTESE.06. Os componentes Serviços Hospitalares serão remunerados em percentual decrescente de valores.008-1. colecistectomia e herniorrafia inguinal deverão ser digitados na tela Procedimentos Realizados. 1º 2º 3º 4º 5º PROCEDIMENTO PROCEDIMENTO PROCEDIMENTO PROCEDIMENTO PROCEDIMENTO 100% 75% 75% 60% 50% Os Serviços Profissionais (SP) recebem remuneração de 100% de valores em todos os registros.12.7 – POR REOPERAÇÃO.

pois há o fechamento de colostomia e hernioplastia incisional (que precisará de colocação de tela inorgânica). examina os órgãos abdominais podendo ser necessária à retirada de amostras de tecidos para biópsia ou tratadas áreas afetadas. o que vem a ser chamado de cirurgia branca. 11. PACIENTES COM CRÂNIOFACIAL LESÃO LABIO-PALATAL E Os Procedimentos Realizados em pacientes com lesões labiopalatais e craniofaciais somente podem ser realizados em hospitais com habilitação no CNES de código 0401 . 28 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Paciente vítima de arma de fogo. sendo aceito informar qualquer CID na AIH. a AIH não pode ter como procedimento principal a cirurgia múltipla porque o abscesso é conseqüência da lesão do colo. se no mesmo ato anestésico corrige-se hérnia incisional pode ser cirurgia múltipla.realização de um hemicolectomia e/ou drenagem de abscesso subfrênico. Pode também não ser detectado nada que justifique os sintomas do paciente e seguir-se apenas a sutura da parede abdominal. nada ser identificado que justifique o quadro clinico do paciente. o resultado pode ser negativo. Paciente com colostomia sendo operado para reconstrução de trânsito intestinal. 3. o procedimento de laparotomia não tem relação com CID. outra retira adenóide e por último é corrigido o desvio do septo. Certamente houve. A laparotomia exploradora é indicada como opção de diagnóstico quando há uma possível doença abdominal proveniente de causa desconhecida. A laparotomia exploradora é uma cirurgia que consiste na abertura do abdome com finalidade de explorar a cavidade abdominal e os órgãos nela contidos para possível identificação/exame/tratamento de um ou mais problemas que podem ter ocorrido no interior do abdome. anteriormente. Assim. submetido à cirurgia com realização de enterectomia + toracotomia com drenagem pleural fechada e arteriorrafia femoral é politraumatizado e não cirurgia múltipla. O paciente é submetido à anestesia geral. 2. não é possível um esclarecimento sobre o quadro do paciente. ou seja. concluindo assim o procedimento cirúrgico. Paciente com doença respiratória alta que no mesmo ato cirúrgico são realizadas turbinectomia + adenoidectomia + correção de desvio do septo pode ser cirurgia múltipla porque uma é no tímpano. Nestes casos para o diagnóstico é preciso "explorar" diretamente. apesar da realização de exames físicos e complementares disponíveis. o cirurgião faz uma incisão no abdome. perfuração do colo causada por tumor ou diverticulite que leva a formação do abscesso. 4.Alta Complexidade de Malformação/Labiopalatal – Centro de Tratamento em Malformação Labiopalatal. Como a laparotomia exploradora é feita para identificar o diagnóstico apenas quando da abertura da cavidade abdominal e ainda assim.

021-6 Reconstrução total de mandíbula/maxila 04.002-9 04.002-9 04.04.021-6 04.16.02.15. Foi incluído o PROCEDIMENTO: 04. interdependência e complementaridade. lembrando que a AIH assume a complexidade do primeiro procedimento principal informado no SISAIH01: Código do PROCEDIMENTO 1° PROCEDIMENTO 2° PROCEDIMENTO 3° PROCEDIMENTO Percentual Remunerado 100% 75% 50% A Portaria estabelece os PROCEDIMENTOS COMPATÍVEIS com o PROCEDIMENTO 04.A Portaria SAS/MS n. realizados em conjunto pela mesma equipe ou equipes distintas.04. Outros Procedimentos Sequenciais.01.04.PROCEDIMENTO SEQUENCIAL EM ANOMALIA CRÂNIO E BUCOMAXILOFACIAL: Código Procedimento Principal Código 04.08.02.04.04.02.01.04. As regras para registro deste procedimento são as mesmas dos demais procedimentos principais com valor zero como Tratamento com Cirurgias Múltiplas.015-1 04.02.02.16. Para este procedimento 04. devidos a mesma doença.15.073-9 04.015-1 04.008-1 04.º 718/10 implantou alterações no SIGTAP em relação aos Procedimentos integrados para reabilitação estético-funcional dos portadores de má-formação lábio-palatal.01. aplicados a órgão único ou região anatômica única ou regiões contíguas.podem ser registrados no máximo três procedimentos principais na AIH.08.002-9 04.003-7 04.04.01.009-0 04.quatro unidades Implante osteointegradoextra29 04.02.02.04.008-1 04.02.08.004-2 .003-7 04. Tratamento em Politraumatizados.PROCEDIMENTO SEQUENCIAL EM ANOMALIA CRÂNIO E BUCOMAXILOFACIAL que se refere a atos cirúrgicos com vínculo de continuidade. Nestes Procedimentos Sequenciais o componente Serviço Hospitalar é remunerado em percentual decrescente de valores na ordem que forem registrados e de acordo com a tabela a seguir.02.003-7 04.02.04.13.022-0 Procedimento Principal Compatível Reconstrução por microcirurgia (qualquer parte) em oncologia Enxerto dermo-epidérmico Enxerto livre de pele total Reconstrução com retalho miocutâneo (qualquer parte) em oncologia Transferência intermediária de retalho Reconstrução parcial de mandíbula/ maxila Reconstrução total de mandíbula/ maxila Enxerto dermo-epidérmico Enxerto livre de pele total Reconstrução com retalho miocutâneo (qualquer parte) em oncologia Transferência intermediária de retalho Enxerto dermo-epidérmico Enxerto livre de pele total Reconstrução com retalho miocutâneo (qualquer parte) em oncologia Implante osteointegradoextraoralbucomaxilofacial .02.024-0 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .008-1 04.02.02.01. executados por meio de única ou várias vias de acesso e praticados sob o mesmo ato anestésico.15.004-2 PROCEDIMENTO SEQUENCIAL EM ANOMALIA CRÂNIO E BUCOMAXILOFACIAL .03.13.16.01.03.04. bilaterais ou não. Procedimentos Sequenciais em Neurocirurgia e Ortopedia.022-0 04.004-2 .08.022-4 Reconstrução total de cavidade orbitária Reconstrução 04.16.017-8 Maxilectomia parcial 04.02.02.

08.total ou parcial de nariz 04.04.02.01. Subgrupo 03 e Forma de Organização 18. em ordem decrescente de complexidade e valores.02.050-4 04.003-7 04.04. TRATAMENTO DE AIDS Incluídos na tabela do SIH/SUS pela Portaria SAS/MS n.009-0 04.002-9 04. Podem ser registrados os procedimentos do Grupo 03. Os componentes Serviços Profissionais (S.008-1 04.01. o tratamento de pacientes com AIDS deve ser registrado.001-0 Enxerto composto 04. 12.04.16.16. e com no máximo até 04 Procedimentos Realizados dentre os abaixo listados: 30 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .064-0 04.1 MODALIDADE HOSPITALAR NO TRATAMENTO DA AIDS Na internação de pacientes com AIDS deve ser registrado na AIH o procedimento 03.03.18.P) recebem remuneração de 100% dos valores em todos os procedimentos registrados.077-1 Ressecção de lesão da boca Ressecção de lesão maligna e benigna da região crânio e buço maxilo facial Tratamento cirúrgico de perfuração do septo nasal Tratamento cirúrgico de anquilose da articulação têmporomandibular 04.02.027-5 04.008-1 Reconstrução com retalho miocutâneo (qualquer parte) em oncologia Todas as compatibilidades entre Procedimentos Principais e Procedimentos Especiais de reabilitação estético-funcional dos portadores de má-formação lábio-palatal. na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01.02.001-3 no campo Procedimento Solicitado e Procedimento Principal Realizado do SISAIH01.002-9 oralbucomaxilofacial .quatro unidades Ressecção de lesão maligna e benigna da região crânio e bucomaxilofacial Reconstrução com retalho miocutâneo (qualquer parte) em oncologia Enxerto dermo-epidérmico Enxerto livre de pele total Reconstrucao com retalho miocutâneo (qualquer parte) em oncologia Reconstrução por microcirurgia (qualquer parte) em oncologia Enxerto dermo-epidérmico 04. os procedimentos para tratamento da Síndrome de Imunodeficiência Adquirida (AIDS) somente são autorizados para hospitais com habilitação específica no CNES.027-5 04.08.01. Na modalidade hospitalar.02.008-1 04.04.º 291/1992.08.08. 12.01.02.02.01.02.16.04.16.

TRATAMENTO DE Toxoplasmose cerebral AFECCOES DO SISTEMA NERVOSO EM Meningite criptocóccica HIV/AIDS Linfoma Neuropatia periférica 03.03.TRATAMENTO DE DOENÇAS DISSEMINADAS EM AIDS 12. lesões ano retais.03.º 130/94).004-8 .TRATAMENTO DE AFECÇÕES DO SISTEMA NERVOSO EM HIV/AIDS 0303180056 . evitando a internação integral (Portaria SAS/MS n.006-4 .005-6 .2 MODALIDADE HOSPITAL DIA/AIDS O tratamento da AIDS em hospital-dia é um recurso intermediário entre a internação e o ambulatório.11.18. carinii AFECCOES DO SISTEMA Tuberculose Pulmonar RESPIRATORIO EM HIV/AIDS Pneumonia intersticial indiferenciada Tratamento de casos de Tuberculose disseminada Outras micobacterioses disseminadas 03.01 – Habilitação em Serviço hospitalar para tratamento AIDS. 31 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . conforme tabela a seguir: 1º PROCEDIMENTO 100% 2º PROCEDIMENTO 100% 3º PROCEDIMENTO 75% 4º PROCEDIMENTO 75% Os componentes Serviços Profissionais (SP) recebem remuneração de 100% de valores em todos os procedimentos registrados na tela de Procedimentos Realizados. os componentes Serviços Hospitalares (SH) são remunerados em percentual decrescente de complexidade e valores. Este tratamento inclui programas de atenção de cuidados intensivos por equipe multiprofissional.TRATAMENTO DE AFECÇÕES ASSOCIADAS AO HIV/AIDS 0303180030 .18. Os códigos para tratamento de portador de HIV na modalidade hospitalar exigem a habilitação .18.TRATAMENTO DE AFECÇÕES DO SISTEMA RESPIRATÓRIO EM HIV/AIDS 0303180064 .03. No tratamento da AIDS.003-0 .TRATAMENTO DE Tratamento de Pneumonia por P.TRATAMENTO DE Herpes simples esofagiano AFECCOES DO APARELHO DIGESTIVO Cândida sp esofagiana EM HIV/AIDS Síndrome diarréica Colites.TRATAMENTO DE AFECÇÕES DO APARELHO DIGESTIVO EM HIV/AIDS 0303180048 . são eles: 0303180013 .03.18.CÓDIGO / DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO DIAGNÓSTICOS Tratamento dos casos de síndrome neurológica indiferenciada 03.TRATAMENTO DE Histoplasmose DOENCAS DISSEMINADAS EM HIV/AIDS Salmonela septicêmica Sarcoma de Kaposi Linfomas não Hodgkin Tratamento de citomegalovirus esofagiano 03.

Os procedimentos de lipodistrofia só podem ser realizados por serviços habilitados em conformidade com a Portaria SAS/MS nº 118/2005. ou seja.03 . Com resultados clínico-laboratoriais: a. incluiu na Tabela do SIH/SUS.000 cópias/ml e estável nos últimos 06 meses (sem variação de 0.3 LIPODISTROFIA A Portaria GM/MS n.exige a habilitação . serão considerados.º 2. Não é permitido registro de permanência a maior nos Procedimentos Realizados em regime de Hospital Dia em AIDS. São considerados critérios de indicação para realização dos referidos procedimentos todas as condições a seguir:  Paciente com diagnóstico de HIV/AIDS e lipodistrofia decorrente do uso de anti-retroviral (ARV). Parâmetros clínico-laboratoriais que preencham os critérios necessários e suficientes de segurança para qualquer procedimento cirúrgico.12.5 log entre duas contagens). As diárias são pagas até 05 dias úteis da semana. aquele sem manifestações clínicas sugestivas de imunodeficiência nos últimos seis meses. não cabendo emissão de AIH-5. O código para tratamento de portador de HIV na modalidade hospital dia . CD4 > 350 cels/mm3 (exceto para lipoatrofia facial) b. os procedimentos de cirurgias reparadoras para pacientes portadores de AIDS e usuários de anti-retrovirais. c. Deve ser registrado na 1ª linha da tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. no máximo 45 dias corridos.Hospital Dia – AIDS 12. o código 03.Somente podem ser registrados procedimentos em regime de Hospital Dia em AIDS nos estabelecimentos habilitados e que a habilitação esteja devidamente inserida no CNES do estabelecimento. Os procedimentos de lipodistrofia deverão ser submetidos à autorização prévia do gestor local.007-2 – TRATAMENTO DE HIV/AIDS (POR DIA) e o quantitativo de diárias utilizadas no período do tratamento.03.0303180072 . Carga Viral < 10. os Hospitais Universitários e de Ensino certificados. Para fins de habilitação.  Paciente clinicamente estável.582/2004.18. preferencialmente.TRATAMENTO DE HIV / AIDS . Estes Serviços devem estar cadastrados no CNES com o tipo de estabelecimento de saúde Hospital Geral ou Hospital Especializado. Há consenso quanto à contra-indicação dos tratamentos cirúrgicos para lipodistrofia associada à infecção pelo HIV/AIDS nas condições a seguir: 32 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .  Paciente submetido à terapia anti-retroviral por pelo menos 12 meses.  Paciente que não responde ou não pode ser submetido à mudança da terapia ARV.

Na Tabela de Procedimentos.2 DIÁRIA DE ACOMPANHANTE PARA IDOSO A Portaria GM/MS n. inclusive nas internações por: Cuidados Prolongados. 13.1 DIÁRIA DE ACOMPANHANTE PARA CADA PACIENTE SERÁ PERMITIDO APENAS UM ACOMPANHANTE. Psiquiatria. para todos os pacientes com mais de 60 anos de idade internados em hospitais públicos. Hospital Dia. O auditor não deve discutir a liberação ou não do acompanhante. O valor vigente em junho de 2010 é de R$ 8.01. Para alguns procedimentos. imunossupressores e/ou quimioterápicos. Psiquiatria. o médico assistente deve decidir pela necessidade da permanência do acompanhante.01. O número de diárias de acompanhante pode ser no máximo. O gestor do hospital deve criar mecanismos de controle de acompanhantes para evitar cobrar diárias no sistema de acompanhantes que na verdade não existiram. conforme determina o Estatuto do Idoso. Não existe formulário próprio definido pelo MS.DIARIA DE ACOMPANHANTE DE IDOSOS COM PERNOITE e 08. Os idosos têm direito a acompanhante independente do procedimento ao qual ele está sendo submetido. Hospital Dia. mas se ela realmente existiu. É permitida a presença de acompanhante para todos os menores de 18 anos conforme define o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). contratados e conveniados com o SUS é permitida a presença do acompanhante. não está prevista a presença de acompanhantes mesmo para menores de 18 anos.º 280/1999 define que. 13.  Qualquer tratamento concomitante com anticoagulantes. Essas diárias também são remuneradas e deve ser registrado nos Procedimentos Realizados do SISAIH01. 33 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . independente do custo real destas despesas para o hospital. REGISTRO DE DIÁRIAS NA AIH 13. Diagnóstico e/ou Primeiro Atendimento e UTI. Medicamentos e OPM do SUS existem dois procedimentos de diária de acompanhante para idosos: 08.02. Já para pacientes maiores de 18. Todas as diárias de acompanhante com pernoite em hospitais públicos ou da rede complementar do SUS recebem a remuneração definida no SIGTAP.02. como no o caso de: Cuidados Prolongados.004-0 . não há restrições. nos casos em que o quadro clínico justifique.005-9 – DIARIA DE ACOMPANHANTE DE IDOSO SEM PERNOITE. imunomoduladores. Qualquer condição clínica ou co-morbidade descompensada nos últimos seis meses que confira aumento de risco ao procedimento.00 (oito reais) e inclui acomodação e alimentação. igual aos dias de permanência do paciente no hospital. Diagnóstico e/ou Primeiro Atendimento e UTI.

10. 13. Estes procedimentos são: Epilepsia. portanto.004-7. Se for superior a da internação.3 DIÁRIA DE ACOMPANHANTE PARA GESTANTE A Portaria GM/MS n. No valor da diária de acompanhante.01.108/2005. Atendimento de Urgência em Médio e Grande Queimado. Tratamento de Pequeno Queimado. 04.05.11. devendo ser registrada no SISAIH01 na tela Procedimentos Realizados de acordo com sua habilitação no mês de competência em que foi utilizada. As Unidades de Tratamento Intensivo. a AIH é rejeitada.01. de acordo com a Portaria GM/MS 3. especialização de recursos humanos e adequação da área física são classificadas.004-2.010-6. regulamenta a presença de acompanhante para mulheres em trabalho de parto. Tratamento de Grande Queimado.11.418/2005. em conformidade com o Art. Transplante de Fígado. Entende-se o pós–parto imediato como o período que abrange 10 dias após o parto.º 2. 1º da Lei n. O Órgão Gestor tem a prerrogativa de confirmar esta autorização a partir da auditoria operativa. Em qualquer das situações acima. para os procedimentos: 03. na AIH na tela de Procedimentos Realizados do SISAIH01.01.01. Psiquiatria. A diária de UTI é procedimento especial.01. 03. com a devida autorização pelo Diretor Geral. Existem procedimentos em que as diárias de UTI já estão incluídas no valor do procedimento e. Diretor Clínico do hospital.01. há crítica para eles nos sistemas SISAIH01 e SIHD. parto e pós-parto imediato em todos os hospitais do SUS. Tratamento Ortodôntico em Lesões Labiopalatais.009-2 e 05. o registro do número de diárias.003-4. Implante Osteointegrado Extra Oral. No valor das Diárias de UTI está incluída a utilização de toda a aparelhagem própria para terapia intensiva.02. as diárias de UTI estão incluídas no valor total do procedimento. Pulmão. deve estar em conformidade com os dias de internação da paciente. Pacientes sob Cuidados Prolongados. Coração. Medula Óssea. 04.05. O valor inclui acomodação e alimentação. Psiquiatria Hospital-Dia. Pâncreas.º 1. a solicitação deve ser feita no Laudo para Solicitação / Autorização de Mudança de Procedimento e de Procedimento(s) Especial (ais). Os hospitais devem registrar as diárias de acompanhante no trabalho de parto e pós-parto imediato. salvo intercorrências. de acordo com a incorporação de tecnologia.4 DIÁRIAS DE UNIDADE DE TRATAMENTO INTENSIVO (UTI) Se durante a internação hospitalar houver necessidade do paciente ser submetido à UTI.02.13.002-6 e 04. Tratamento de Médio Queimado.432/1998 como: TIPO I.11. equipes técnicas e monitorização do paciente nas 24 horas. Rim e Pâncreas. É permitido o registro de diárias de UTI no SISAIH01 no procedimento Transplante de Rim com códigos no SIGTAP 05. estão incluídos a acomodação e o fornecimento das refeições. Nos transplantes de qualquer dos outros órgãos. 34 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . TIPO II e TIPO III.0039.

a qualquer tempo pode ser encerrada a AIH por 5. Por exemplo: um mês com 31 dias. O laudo solicitando internação em UTI Tipo I. então = 5 X 31 = 155. se o procedimento tem como média de permanência 06 dias. Por exemplo: Se uma UTI possui 5 leitos cadastrados e ativos no CNES e o mês tem 31 dias. possibilitando ao hospital receber naquela competência as diárias de UTI já utilizadas. não é possível mais que 155 diárias de UTI neste mês. suspende a contagem dos dias para a média de permanência. O paciente permanecendo na UTI será aberta nova 35 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . o sistema irá calcular as diárias utilizadas na competência agosto e as da competência setembro. Se um paciente ficou internado de 20/2008 a 15/2009. Os códigos de Diária de UTI são válidos para todos os procedimentos.Exemplo: Paciente internado na UTI de 02 de janeiro a 05 de fevereiro. Cada leito de UTI gera a quantidade de diárias igual à quantidade de dias daquele mês. II e III deve ser autorizado pelo Diretor Geral ou Diretor Clínico ou Órgão Gestor. não são computados para solicitação de permanência a maior definida para o procedimento principal. A capacidade instalada da UTI pode ser calculada multiplicando a quantidade de leitos ativos no CNES pela quantidade de dias de um dado mês ou competência. Logo. e no terceiro dia de internamento. Unidades Intermediárias consideradas como UTI. Não há limite máximo de diárias numa mesma AIH. As diárias utilizadas podem ser consultadas no SIHD por meio do SELECT*FROM TB_UL. cada leito de UTI gera também 31 diárias. Deverá ser repetido o código da diária de UTI para competência janeiro e fevereiro. são duas diárias de UTI (dias 1 e 2) e a do dia 3 já é da enfermaria. ele é transferido para a UTI. Se o paciente internou no dia 1 e saiu da UTI no dia 3 e foi para a enfermaria. Quando um paciente entra na UTI e vem a óbito no mesmo dia da entrada. Seu resultado dirá a quantidade de diárias disponível e a quantidade utilizada e será possível verificar quando a capacidade máxima foi atingida. e só retorna a contar no dia da saída do paciente da UTI para efeito de solicitação de permanência a maior. No entanto. retornando a contagem da média de permanência do procedimento principal da AIH.1 . O laudo de solicitação de internação em UTI deve estar arquivado juntamente com a respectiva AIH no prontuário do paciente. Ou seja.ENCERRAMENTO ADMINISTRATIVO. Os dias de internação nos quais o paciente permaneceu na UTI. ou Semi-intensivas não são Quanto às diárias de UTI o sistema não faz o cálculo de diárias utilizadas pela competência de AIH e sim pelo período de internação informado na AIH. esta diária poderá ser informada no SISAIH01 e será recebida pelo hospital. independente de quantos dias cada paciente utilizou o mesmo leito de UTI.

cabe ao gestor estadual e/ou municipal. ele pode permanecer o tempo necessário e o hospital utilizar periodicamente o encerramento administrativo da AIH. definido no SIGTAP. 14. Entretanto. O uteista é um plantonista que monitora o paciente o tempo inteiro. após aprovação pela Comissão Intergestores Bipartite (CIB).091/1999. Desde outubro de 2006.º 1. As diárias de Unidade de Cuidados Intermediários Neonatal devem ser registradas. DIÁRIAS DE UNIDADE DE CUIDADOS INTERMEDIÁRIOS NEONATAL (UCI) É uma Unidade destinada ao atendimento do Recém Nascido nas seguintes situações: após alta da UTI e que precise de observação nas primeiras 24 horas. PERMANÊNCIA A MAIOR A Permanência a maior é a designação do sistema para os casos em que o paciente necessite permanecer internado após o período. Que esteja em venóclise para infusão de glicose. que necessite realizar exsanguineotransfusão.AIH e começado a contagem das diárias da AIH a partir de 01 até a saída do paciente da UTI para a enfermaria ou até nova alta administrativa ou óbito. eletrólitos. portanto não tem visita ou consulta. solicitando internação Unidade de Cuidados Intermediários Neonatal. em fototerapia com níveis de bilirrubinas próximos aos níveis de exsanguineotransfusão. É preciso ficar claro que não há limite de dias para a permanência do paciente na UTI. com peso superior a 1500g e inferior a 2000g em observação nas primeiras 72 horas ou o recém nascido submetido à cirurgia de médio porte. Este encerramento possibilita ao hospital receber parte do valor do tratamento do paciente.5. 13. para a média de permanência do procedimento principal que determinou a internação. deve ser autorizado pelo Diretor Geral ou Diretor Clínico ou Órgão Gestor. definir quais Unidades de Cuidados Intermediários Neonatais serão habilitadas. Podem habilitar-se a UCI os estabelecimentos que atenderem aos critérios estabelecidos na Portaria GM/MS n. os gestores estaduais/municipais de saúde são responsáveis pelas habilitações de UCI no SCNES. antibióticos e alimentação parenteral em transição. uma vez que a manutenção na UTI é um procedimento de alto custo e que o hospital precisa receber recursos em tempo menor do que o período em que o paciente está na UTI. O laudo. e em condições clínicas estáveis. na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. podendo ser registrada com a diária de UTI Neonatal na mesma AIH quando utilizada e habilitada. O registro de permanência a maior é feito quando o 36 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . com desconforto respiratório leve que não necessite de assistência ventilatória mecânica. Não se registra consulta de internação de médico “uteista ou intensivista”.

Quando não for previsto no SIGTAP este atributo para um determinado procedimento. 37 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . H. Colocar também o CPF do profissional para possibilitar o rateio de pontos.CONSULTA/AVALIACAO EM PACIENTE INTERNADO. Diretor Clínico. Tratamento da AIDS. 15. deve-se utilizar como parâmetro a média de permanência do procedimento de maior número de dias. o SIHD efetuará a glosa. Nos casos em que o paciente necessite de avaliação de médico especialista para emissão de parecer.período de internação ultrapassa o dobro dos dias previstos na Média de Permanência considerando o que está definido no SIGTAP para o procedimento principal informado na AIH. O Diretor Geral. Realizou 3 procedimentos principais com – Cirurgia Múltipla – e a maior média de permanência prevista no SIGTAP para estes 3 procedimentos é de 20 dias. excluídas as diárias de UTI.01. Este procedimento tem origem nos seguintes códigos. Deve ser contado a partir do primeiro dia de permanência à maior. Nos casos de Cirurgia Múltipla. Esta visita clínica pode ser realizada diariamente para evolução do paciente internado. Procedimentos Seqüenciais de Coluna em Ortopedia e/ou Neurocirurgia e Cirurgia Plástica Corretiva pós Gastroplastia. ATENDIMENTO CLÍNICO PACIENTE INTERNADO) (CONSULTA/AVALIAÇÃO EM Corresponde à consulta/avaliação do médico ou do cirurgião dentista realizada no leito para acompanhamento da evolução clínica do paciente internado. exceto o dia da alta. Politraumatizado. conforme o CBO do médico que prestou o atendimento. Este registro do CPF foi substituído pelo número do Cartão Nacional de Saúde (CNS) do profissional ainda em 2008. Diretor Técnico ou Órgão Gestor deve autorizar previamente a Permanência a Maior no Laudo de Solicitação/Autorização de Procedimento Especiais e/ou Mudança de Procedimento. Procedimento 03.25001019. deve-se registrar uma consulta para cada parecer emitido. (81-40=41). Por exemplo. A Permanência a Maior é um atributo do procedimento.01. para fins de cálculo de permanência. Deve ser registrado na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. Para o recebimento da permanência a maior deve ser registrada a diferença entre os dias de real permanência do paciente internado.14016010 É um procedimento de média complexidade com financiamento MAC. o que daria 41 dias de permanência a maior. que são pagas com código próprio.017-0 . menos o dobro + 1 da maior permanência prevista (40). Então a permanência a maior só poderá ser registrada a partir do dia 41 (20+20 +1=41). para um paciente que passou 81 dias internados. O registro no SISAIH01 deve ser feito na tela Procedimentos Realizados e colocado o número de dias que o paciente permaneceu além do dobro dos dias previstos para a Média de Permanência do procedimento principal. entre os registrados na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. utilizados até dezembro de 2007: H.

REIMPLANTE DO TERCO DISTAL DO ANTEBRACO ATE OS METACARPIANOS OPM: 07. ou seja. Apesar de 06 ser a quantidade máxima de parafuso aceita. no SIGTAP. se forem órgãos pares ou múltiplos (dedos). 16. Para este procedimento parafuso. sob pena de rejeição da AIH.Qtd: 08 07.017-2 . QUANTIDADE MÁXIMA DE PROCEDIMENTOS POR AIH A partir da competência maio de 2008 a regra adotada é a seguinte: se o procedimento exige média de permanência. Ex: Se forem amputados 3 dedos informar três vezes o mesmo procedimento com a quantidade 01.FIO MONONYLON 8. e ainda. Como há um limite de cinco principais por AIH.02.004-8 .01. ser usado um determinado parafuso em quantidade 02.5 MM (INCLUI PARAFUSOS) .03. deve ser informado a quantidade correta. No entanto. por exemplo. deverá ser colocada a quantidade máxima de 06.026-1 . há procedimentos em que a compatibilidade estabelecida no SIGTAP é menor que 06 e nestes casos. A quantidade que estiver no atributo “quantidade máxima” do procedimento será o limite. do Grupo 07. 06 num terceiro.CONSULTA DE PROFISSIONAIS DE NIVEL SUPERIOR NA ATENCAO ESPECIALIZADA (EXCETO MEDICO).01. fica limitada a quantidade somada 01+01+01.05. quando ele for informado na AIH deve obedecer à quantidade estabelecida no Relatório de Compatibilidades do SIGTAP. Mas a quantidade utilizada não é a mesma para qualquer dos procedimentos principais informados na AIH.02. Exemplo 01: Principal: 04. Pode. acima disto abre-se outra AIH. não é por dia.Qtd: 02 Exemplo 02: Principal: 38 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Subgrupo 02.08.02. No entanto. uma vez que não são todos. A quantidade a ser registrada no SISAIH01 será 01. relacionadas ao ato cirúrgico que são compatíveis com diversos procedimentos principais ou cirurgias.Para os demais profissionais de nível superior que realizarem consulta ao paciente internado deve ser registrado o procedimento 03. ou seja.0 .089-9 . A quantidade máxima neste caso é 05. 16. Existem várias OPM. Não deve ser entendido que para qualquer procedimento poderá ser informada quantidade 06. devendo ser solicitada a liberação de crítica pelo gestor para os procedimentos que permitem liberação de quantidade.PLACA DE COMPRESSAO DINAMICA 3. em um determinado procedimento e 03 noutro.1 QUANTIDADE MÁXIMA DE OPM (COMPATIBILIDADE) Cada procedimento no SIGTAP tem o atributo quantidade máxima.

ser registrado no campo CID Principal ou CID Secundário.018-0 .05. É permitido o registro de uma sessão/dia de Hemodiálise ou Diálise Peritoneal durante os dias de internação do paciente.015-8 03.05. Os códigos do SIGTAP são os mesmos.01. e necessita autorização do Diretor Clínico ou do Órgão Gestor: CÓDIGO 03.Qtd: 01 17. conforme o caso.02. podem ser registrados tomografias de diferentes partes do corpo humano ou órgãos numa mesma AIH.02.003-4 03.014-0 PROCEDIMENTO HEMODIÁLISE PARA PACIENTES RENAIS AGUDOS/CRÔNICOS AGUDIZADOS DIÁLISE PERITONEAL PARA PACIENTES RENAIS AGUDOS HEMOPERFUSÃO ULTRA FILTRAÇÃO HEMODIÁLISE CONTÍNUA HEMOFILTRAÇÃO CONTÍNUA HEDIAFILTRAÇÃO CONTÍNUA HEMOFILTRAÇÃO QUANT. O registro desses procedimentos é realizado na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01.01.PLACA SEMITUBULAR 2. assim como a existência de profissional com CBO de especialista.07.107-0 . uma vez que este procedimento admite liberação de crítica de quantidade e verifica se a quantidade de dias de internamento é compatível com a quantidade de sessões de hemodiálise.01. como procedimentos especiais.01.FIO MONONYLON 9.05.02. Um determinado código de tomografia só deve ser registrado numa AIH uma única vez.05.004-2 03. assim como seus valores.0 .01. O código CID de Insuficiência Renal deverá.REIMPLANTE OU REVASCULARIZACAO AO NIVEL DA MAO E OUTROS DEDOS (EXCETO POLEGAR) OPM: 07.013-1 03. sem necessidade de liberação de quantidade. permitindo liberação de quantidade.02. em seu CNES.Qtd: 04 07.05. O estabelecimento de saúde que realiza tomografias deve ter.05.03. DIÁLISE PERITONIAL E HEMODIÁLISE O registro de Hemodiálise e Diálise Peritoneal é permitido em casos de Insuficiência Renal Aguda.002-1 03. em pacientes internados.03.7 MM (INCLUI PARAFUSOS) .04.01. TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA E RESSONÂNCIA MAGNÉTICA Os exames de Tomografia Computadorizada podem ser registrados no SISAIH01. A realização do procedimento dialítico em UTI só pode ocorrer quando a situação clínica do paciente exigir sua permanência nessa Unidade.019-0 03. tanto para a modalidade ambulatorial como hospitalar. No entanto. 15 15 15 15 15 15 15 15 18.05.027-0 . É permitido o registro de 15 sessões de Diálise Peritoneal ou Hemodiálise por AIH. o cadastro do serviço/classificação e do equipamento.001-4 03. na tela Procedimentos Realizados. 39 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .08.08.

É necessário também que. deve ser digitado na tela de Procedimentos Realizados. Diretor Clínico ou do órgão Gestor para a realização de tomografias em pacientes internados. No caso de ceder o crédito. se o estabelecimento onde o paciente está internado for público. no CNES do executante. não podendo ser autorizado e registrado no SIA/SUS. naquele período. Todas as definições e parâmetros aplicados à tomografia se aplicam totalmente aos exames de ressonância magnética. Então. É necessária a autorização do Diretor Geral.A tomografia é um exame complementar que auxilia no esclarecimento diagnóstico ou no acompanhamento de pacientes com diagnóstico firmado. mesmo não sendo credenciado junto ao SUS pelo gestor local e conste como Terceiro do estabelecimento no qual o paciente está internado. esta marcação só será válida se ele realmente for credenciado pelo gestor para atendimento ao SUS. mas o registro da realização da tomografia deve ser feito na AIH que pertence ao hospital onde ele está internado. não tendo nenhuma implicação legal específica para o SUS. ARTERIOGRAFIA. esteja “marcado” que o mesmo está à disposição do SUS. registrados no SIH/SUS. No entanto. Quanto ao estabelecimento que vai receber o valor da tomografia. mesmo que seja realizado em outro estabelecimento. deverá ser informado no campo Apurar Valores. o paciente está sendo assistido sob regime de internação em outra unidade. Se o gestor não optar pela cessão de crédito. é prerrogativa do gestor local optar por ceder ou não o crédito a terceiro. quando realizados em paciente internado deverão ser. obrigatoriamente. A cessão de crédito não se aplica aos estabelecimentos de natureza pública. portanto não é exigido que o estabelecimento seja habilitado em neurologia ou ortopedia. NEURORADIOLOGIA E RADIOLOGIA INTERVENCIONISTA 40 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Os exames. mesmo que o paciente tenha realizado a tomografia em outro estabelecimento. no campo executante. se houver. o CNES do estabelecimento onde o paciente realizou a tomografia deve ser registrado no campo Apurar Valores e constar como Terceiro no CNES do estabelecimento onde o paciente está internado. ou pelos termos do contrato. deve ser informado o CNES de onde o paciente está internado. o CNES do hospital onde o paciente está internado. o CNES do estabelecimento que de fato realizou o exame. Para o registro destas tomografias no SISAIH01. uma vez que para estes não é previsto a terceirização e nem a desvinculação de honorários. É obrigatório que o estabelecimento executante tenha o CNES. Não é permitido este registro no BPA-I do SIA/SUS do estabelecimento onde o exame foi realizado. no campo Apurar Valores. ESTUDOS HEMODINÂMICOS. O paciente internado pode ser levado em ambulância para realizar uma tomografia em outro estabelecimento. pois. 19. O pagamento ao executante será feito conforme as condições definidas por ambas as partes.

003-0 .095-1 .TRATAMENTO DE INFARTO AGUDO DO MIOCARDIO  03.093-5 .06.ANGIOPLASTIA CORONARIANA C/IMPLANTE DE DUPLA PROTESE INTRALUMINAL ARTERIAL  04.11.03. autorizado pelo Diretor Geral.06.REVASCULARIZACAO MIOCARDICA C/USO DE EXTRACORPOREA  04. Em qualquer outra circunstância.06.02.06.06.06.03.01.06.03. CÓDIGO 02.Quando um desses exames for necessário por intercorrência da patologia que motivou a internação.ANGIOPLASTIA CORONARIANA C/IMPLANTE DE PROTESE INTRALUMINAL O procedimento especial 02.06.11.02.06. Diretor Clínico ou pelo Gestor do SUS.021-2 .092-7 .012-3 .028-0 TRATAMENTO DE SINDROME CORONARIANA AGUDA  04.06. O procedimento especial 02.094-3 . deve ser justificado pelo médico assistente.06.01.03.TRATAMENTO DE INSUFICIENCIA CARDIACA  04.11.ANGIOPLASTIA CORONARIANA  04.02. esses exames devem ser realizados ambulatorialmente.TRATAMENTO DE INSUFICIENCIA CARDIACA  03.002-2 .01.002-8 – CATETERISMO CARDIACO EM PEDIATRIA.001-0 . informando o CPF e CBO de quem realizou a anestesia.120-6 .01.03.02.019-0 .002-8 CATETERISMO CARDIACO EM PEDIATRIA é compatível com os seguintes procedimentos principais:  03.06.11.TRATAMENTO DE DOENÇA REUMATICA S/CARDITE  03.03. é autorizada a inclusão do código do procedimento de anestesia e o registro deve ser feito na tela Procedimentos Realizados.01.093-5 .002-8 02.02.01.092-7 .001-0 DESCRIÇÃO ATUAL CATETERISMO CARDIACO EM PEDIATRIA CATETERISMO CARDIACO Na realização do procedimento 02.CATETERISMO CARDIACO é compatível com os seguintes procedimentos principais:  03.11.REVASCULARIZACAO MIOCARDICA C/ USO DE EXTRACORPOREA (C/2 OU MAIS ENXERTOS)  04.REVASCULARIZACAO MIOCARDICA S/ USO DE EXTRACORPOREA (C/2 OU MAIS ENXERTOS)  04.01.004-2 .TRATAMENTO DE CARDIOPATIA ISQUEMICA CRONICA  03.06.REVASCULARIZAÇÃO MIOCARDICA C/ USO DE EXTRACORPOREA  04.03.06.REVASCULARIZACAO MIOCARDICA S/ USO DE EXTRACORPOREA  04.TROCA VALVAR C/REVASCULARIZACAO MIOCARDICA  04.021-2 .06.REVASCULARIZACAO MIOCARDICA C/USO DE EXTRACORPOREA (C/2 OU MAIS ENXERTOS) 41 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .06.001-4 .03.03.

120-6 . Preencher só o campo de identificação do executante.001-4 .07. 20.02.REVASCULARIZACAO MIOCARDICA S/USO DE EXTRACORPOREA  04.01.06.06.ANGIOPLASTIA CORONARIANA  04.06.003-0 . sendo permitido o registro de até 99 frascos.095-1 . Necessita de autorização do Diretor Clínico ou do Gestor. O pagamento da exsanguineotransfusão é efetuado diretamente ao hospital. O código 02. 42 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .06. ALBUMINA HUMANA É a Albumina Humana é uma solução protéica.03.06. cabendo.TROCA VALVAR C/REVASCULARIZACAO MIOCARDICA  04. O registro deste procedimento deve ser feito na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01.001-9 – ALBUMINA HUMANA 20 POR CENTO (FRASCO-AMPOLA DE 50 ML). 10 da Portaria SAS/MS n. portanto não deve ser colocado na AIH. obrigatoriamente têm que ter em seus laudos as descrições das devidas mensurações angiográficas digitais e as fotos dos respectivos aneurismas.047-9 – PROVA DE COMPATIBILIDADE PRÉ TRANSFUSIONAL também deve ser registrado na mesma tela. 21. Deve ser informado o CPF e CBO do médico que realizou o procedimento. Os procedimentos especiais diagnósticos neurointervencionistas (Arteriografias) relacionados no Art.002-2 . o CPF do profissional que realizou o procedimento.01. 04. estéril e apirogênica de origem plasmática.ANGIOPLASTIA CORONARIANA C/IMPLANTE DE PROTESE INTRALUMINAL Procedimentos Especiais de Cintilografia devem ser registrados na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01.REVASCULARIZACAO MIOCARDICA S/USO DE EXTRACORPOREA (C/2 OU MAIS ENXERTOS)  04. obtida por fracionamento de plasma ou soro humano e que corresponde eletroforeticamente à fração albumina do plasma. obedecendo às compatibilidades entre procedimentos. a opção apurar valor para “terceiros” através de registro no CNES do estabelecimento responsável pelos exames pré transfusionais.º 247/2000 estabelece padrões de referência para adoção de conduta terapêutica de Albumina Humana no âmbito do SUS. quando for o caso.03.06.094-3 .02.º 765/2005. Deve ser registrada na tela Procedimentos Realizados e a quantidade máxima é de 05 sessões. no campo apurar valor para.ANGIOPLASTIA CORONARIANA C/IMPLANTE DE DUPLA PRÓTESE INTRALUMINAL ARTERIAL  04. A Portaria SAS/MS n.01. icterícia neonatal ou sepsis em pediatria.03.03. Está no SIGTAP com o código 06. TRANSFUSÃO DE SUBSTITUIÇÃO/TROCA (EXSANGÜINEOTRANSFUSÃO) É realizada nos casos de Incompatibilidade ABO/Rh.

XVIII – by pass cardiopulmonar com hemodiluição. cadastrado como terceiro pelo Hospital. O serviço que efetua menos de 60 transfusões por mês pode ser suprido de sangue e componentes por serviço de hemoterapia externo. XIX – insuficiência cardíaca. com 43 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . deverá ser registrado no prontuário do paciente as informações referentes ao produto: número da bolsa.º 153/2004. IX – plasmaferese e exsanguineotransfusão parcial. O pagamento da transfusão é efetuado diretamente ao hospital. o sangue só deve ser liberado para transfusão em pacientes mediante solicitação por escrito ou prescrição do médico requisitante. tipo de hemocomponente. deve ser informado o CNES do serviço executante responsável. o CNES do próprio hospital.Agencia Transfusional) os procedimentos registrados na AIH devem informar nos campos Executante e Apurar Valor. Pode ser usado inclusive o selo ou carimbo para esta identificação (Portaria SAS/MS n. No caso dos procedimentos relacionados aos exames pré transfusionais serem realizados utilizando serviços de hemoterapia terceirizados. deve contar com. Para os hospitais que tenham serviço próprio de Medicina Transfusional (Serviço de Hemoterapia . X – queimaduras. pelo menos. III – síndrome nefrótica associada a edema refratário aos diuréticos e associados à oligúria. II – doença hepática: crônica associada à hipoalbuminemia grave. Preencher apenas o campo Executante. VIII – peritonite com drenagem externa. hipovolêmico associado à hipoalbuminemia grave. 22.º 163/1993. ou que efetue mais de 60 (sessenta) transfusões por mês. apurando valor para o mesmo. XV – reposição volêmica com indicação de colóide. XVI – mediastinite. ascite não responsiva ao tratamento clássico. portanto não deve ser colocado na AIH o CPF do profissional que realizou o procedimento no campo Apurar Valor Para. Desde a implantação da Portaria SAS/MS n. HEMOTERAPIA De acordo com a RDC ANVISA n. uma Agência Transfusional (AT) dentro das suas instalações. insuficiência hepática aguda. VI – fistulas liquóricas ou derivação ventricular externa.1 AGÊNCIA TRANSFUSIONAL O hospital que realiza intervenções cirúrgicas de grande porte. nome legível e número do CRM local. Quando da transfusão de sangue ou hemocomponente. XIV – enteropatia com perda de proteína. os procedimentos de coleta/processamento e sorologia são registrados apenas na modalidade ambulatorial no sistema SIA/SUS.º 163/1993).Indicações: I – choque: séptico. edema genital associado não responsivo à terapêutica clássica. 22. XVII – cirurgias externas de abdômen. IV – dermatites esfoliativas generalizadas. XI – transplante hepático. XIII – pré-eclampsia grave. XII – hemorragia meningea espontânea. quantidade transfundida e nome do técnico responsável pela liberação. V – diálise associada à hipoalbuminemia. VII – hipoalbuminemia grave. com assinatura.

mas o produto (sangue ou derivados) seja trazido de outro estabelecimento de saúde.02. diagnóstico. a realizar dentro das 3 horas.06. pode ser registrado apenas o ato transfusional na AIH do paciente. a assinatura e o número do CRM do médico solicitante. resultados laboratoriais que justifiquem a indicação do hemocomponente. a data. Urgente.007-6 03.3 ATO TRANSFUSIONAL Toda transfusão de sangue ou componentes sanguíneos deve ser prescrita por um médico e deve ser registrada no prontuário do paciente no hospital.002-5 03.2 TRANSFUSÃO SANGUÍNEA Requisições de Sangue e Hemocomponentes para Transfusão: As solicitações para transfusão de sangue ou componentes devem ser feitas em formulários específicos que contenham informações suficientes para uma correta identificação do receptor. peso. sexo. ou De extrema urgência.001-7 03. para determinado dia e hora.006-8 03. 22. na produção do Hemocentro ou estabelecimento no qual os exames tenham sido de fato realizados.06. Não urgente.004-1 03. deve ter contrato formalmente estabelecido com serviço de hemoterapia. inadequada ou ilegível não deve ser aceita pelo serviço de hemoterapia. Uma requisição incompleta. (com o respectivo volume ou quantidade).06.06. a se realizar dentro das 24 horas.008-4 PROCEDIMENTOS DE HEMOTERAPIA AFERESE TERAPEUTICA APLICACAO DE FATOR IX DE COAGULACAO APLICACAO DE FATOR VIII DE COAGULACAO SANGRIA TERAPEUTICA TRANSFUSAO DE CONCENTRADO DE GRANULOCITOS TRANSFUSAO DE CONCENTRADO DE HEMACIAS TRANSFUSAO DE CONCENTRADO DE PLAQUETAS TRANSFUSAO DE CRIOPRECIPITADO 44 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . número do prontuário ou registro do paciente. d. Os exames pré-transfusionais devem ser registrados no SIA/SUS. antecedentes transfusionais. prevendo o suprimento em caso de transfusão de extrema urgência. b. pelo menos.06.005-0 03. Quanto ao tipo. os seguintes dados: nome e sobrenome do paciente.02. Todo serviço que tenha atendimento de emergência ou obstetrícia ou que realize cirurgias de médio porte. Programada.02.02. número do leito (no caso de paciente internado).02. os números e a origem dos hemocomponentes transfundidos. CODIGO 03.06.06. 22. bem como a data em que a transfusão foi realizada. hemocomponente solicitado.06. idade.02. sendo obrigatório que fique registrado no prontuário. No caso do sangue ou derivados serem apenas transfundidos no paciente no hospital onde o mesmo está internado.02.003-3 03. c. quando o retardo na administração da transfusão pode acarretar risco para a vida do paciente. No formulário devem constar.02.contrato formalmente estabelecido. tipo da transfusão. a transfusão pode ser classificada em: a.

45 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .3 .NUCLEO  69.02. Não cabe registro na AIH de atos relacionados aos processos de coleta/processamento e sorologia destinados à produção de bolsas de hemocomponentes que são informados pelos Hemocentros exclusivamente através do SIA/SUS. testes imunohematológicos.5 .AGÊNCIA TRANSFUSIONAL – AT Centro de Atenção Hemoterápica e/ou Hematológica é um estabelecimento isolado.CENTRO DE ATENCAO HEMOTERAPICA E/OU HEMATOLOGICA.02.2 .009-2 03. e seus subtipos:  69.010-6 03. que realiza o ciclo do sangue.REGIONAL  69.012-2 03.1 .UNIDADE DE COLETA .06.02.HEMOTERAPIA/HEMATOLOGIA . processamento.CENTRAL DE TRIAGEM LABORATORIAL DE DOADORES – CTLD  69.013-0 03.7 .COORDENADOR (antigo HEMOCENTRO)  69.UNIDADE DE COLETA E TRANSFUSÃO – UCT  69. A Portaria SAS/MS n.4 CENTRO (HEMOCENTRO) DE ATENÇÃO HEMOTERÁPICA-HEMATOLÓGICA É um estabelecimento de saúde que pode prestar serviço de terceiro a outro estabelecimento que emita AIH por meio da realização de procedimentos relacionados aos exames pré transfusionais para análise de compatibilidade sanguínea.06.06.06. de esfera administrativa pública ou privado.03.02.HEMOTERAPIA/HEMATOLOGIA .02. desde a captação do doador. Este Centro pode estar envolvido nas atividades relacionadas ao diagnóstico e tratamento ambulatorial e hospitalar de doenças hematológicas.015-7 TRANSFUSAO DE PLAQUETAS POR AFERESE TRANSFUSAO DE PLASMA FRESCO TRANSFUSAO DE PLASMA ISENTO DE CRIOPRECIPITADO TRANSFUSAO DE SANGUE/COMPONENTES IRRADIADOS TRANSFUSAO DE SUBSTITUICAO/TROCA (EXSANGUINEOTRANSFUSÃO) TRANSFUSAO DE UNIDADE DE SANGUE TOTAL TRANSFUSAO FETAL INTRA-UTERINA 22.UC  69.02.06.4 . distribuição e transfusão de sangue de maneira total ou parcial.014-9 03.06.06.º 198/2008 incluiu no SCNES. testes sorológicos.011-4 03.02.6 .HEMOTERAPIA/ HEMATOLOGIA . o tipo de estabelecimento 69 . Os procedimentos de coleta/processamento e sorologia são realizados nos centros de hemoterapia e hematologia e são registrados somente na modalidade ambulatorial no sistema SIA/SUS.

22.006-8TRANSFUSAO DE CONCENTRADO DE HEMACIAS 03.06.004-1SANGRIA TERAPEUTICA 03.12.002-6EXAMES PRE-TRANSFUSIONAIS I 02.02.02.014-9TRANSFUSAO DE UNIDADE DE SANGUE TOTAL Legenda: CP – Concentrado de Plaquetas CPF – Concentrado de Plaquetas com Filtro CPA – Concentrado de Plaquetas por Aférese CH – Concentrado de Hemácias CHF – Concentrado de Hemácias com Filtro CHL – Concentrado de Hemácias Lavadas CHD – Concentrado de Hemácias Deleucocitada CHPL – Concentrado de Hemácias Pobre em Leucócitos CHA – Concentrado de Hemácias Aliquotado PL – Plasma Fresco CRIO – Crioprecipitado SANGRIA – Sangria ST – Sangue total Estes procedimentos são especiais na AIH.010-6TRANSFUSAO DE PLASMA FRESCO 03.06.01.009-2TRANSFUSAO DE PLAQUETAS POR AFERESE 03.06.02.02.02.06. 46 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .5 Orientações para Registro de Hemoterapia na AIH CÓDIGO PROCEDIMENTO PRODUTO CHD ou CP CPF CPA CH CHF CHL CHA PL CRIOSANGRIA ST CHPL SIM NÃO NÃO NÃO SIM NÃO NÃO NÃO NÃO SIM NÃO NÃO NÃO SIM NÃO NÃO NÃO NÃO SIM NÃO NÃO NÃO SIM NÃO SIM NÃO NÃO SIM SIM NÃO SIM NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO SIM SIM NÃO SIM NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO SIM SIM NÃO SIM NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO SIM SIM NÃO SIM NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO SIM SIM NÃO SIM NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO SIM NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO SIM NÃO SIM NÃO NÃO NÃO NÃO SIM NÃO NÃO NÃO SIM NÃO SIM NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO SIM SIM NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO SIM 02.003-4EXAMES PRE-TRANSFUSIONAIS II 03.12.007-6TRANSFUSAO DE CONCENTRADO DE PLAQUETAS 03.008-4TRANSFUSAO DE CRIOPRECIPITADO 03.06.06.02.02.01.06.

ULTRA-SONOGRAFIA Os exames de ultra-sonografia são procedimentos especiais na AIH e devem ser registrados no SISAIH01. A quantidade máxima é de 20 por AIH. Todos os procedimentos de Fisioterapia estão no Grupo 03. O instrumento de registro é a AIH Secundária. Estes registros podem também auxiliar em estudos sobre custo hospitalar. Todos os procedimentos de fisioterapia são Procedimentos Especiais na AIH. PATOLOGIA CLÍNICA Os exames de patologia clínica. 26. assim como a radiologia simples são procedimentos que são realizados de rotina em pacientes sob regime de internação. Então deve informar 47 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Subgrupo 02 e Formas de Organização de 01 a 07. 24. exceto para os hospitais públicos que não podem ceder crédito a terceiros. 27. o pagamento deve ser feito mediante contrato formalizado pelo Fundo de Saúde. mesmo não tendo valor ou pontos do SP. por licitação ou convênio de parceria. Na AIH eles não têm valor. colocar o CNES do hospital para permitir apurar valores de forma correta. com recolhimento dos tributos previstos em lei para cada caso.23. O hospital público pode ter terceiros. na tela Procedimentos Realizados. No futuro. RADIOLOGIA Os exames de radiologia simples fazem parte do componente Serviços Hospitalares (SH) do Procedimento. devendo ser registrado. sob empenho. Estes exames são procedimentos que fazem parte da fração Serviços Hospitalares do SIH. E no caso do serviço ser do próprio hospital. Pode-se dizer que são exames complementares básicos para a avaliação do paciente. e apurar valor para o terceiro. Quando o exame for realizado por terceiros deve ser informado o CNES do executante. na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. no entanto. podendo ser solicitada liberação de quantidade. 25. independente da patologia que gerou o atendimento. FISIOTERAPIA Os procedimentos relativos à fisioterapia realizados em pacientes internados são registrados na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. e tem valor próprio que é pago para o estabelecimento informado no campo Apurar Valores do SISAIH01. para efeito de informação e para estudos posteriores sobre custo hospitalar e de procedimentos. Eles devem ser registrados na AIH. nem pontos. ANATOMIA PATOLÓGICA Os exames de anatomia patológica são registrados na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. estes registros podem influenciar na reavaliação de valores da Tabela de Procedimentos do SUS. Os procedimentos de radiologia são Procedimentos Secundários.

008-1 .anestésica. REGISTRO DE ANESTESIAS NA AIH O ato anestésico se inicia com a avaliação prévia das condições do paciente. É de responsabilidade do anestesista a assistência permanente. Os procedimentos possíveis são os seguintes:  02.02.003-0 .02. A remuneração dos anestesistas é calculada no percentual de 30% do valor dos Serviços Profissionais (SP).  02.03. 28.005-7 – NECROPSIA: Realizada em serviço de verificação de óbito. direta e pessoal ao paciente durante o período de duração da anestesia e até a total recuperação pós.006-5 .  02.  02.03. não entrando no rateio de pontos dos 48 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .03.EXAME ANATOMO-PATOLOGICO P/ CONGELAMENTO / PARAFINA (EXCETO COLO UTERINO) PECA CIRURGICA.EXAME ANATOMO-PATOLOGICO DO COLO UTERINO – BIOPSIA: Consiste no exame macro e microscópico de material obtido por biopsia do colo uterino.03.03.PECA CIRURGICA: Consiste no exame macro e microscópico de peca de ressecção parcial ou total do útero .02.03.  02.  02. Maximo de 06 marcadores por paciente.02.004-9 .  02.03. terminando com o restabelecimento de todos os reflexos. mas o valor será apurado para o estabelecimento onde o paciente estiver internado.03. da consciência e da estabilidade cardiorrespiratória do paciente. com ou sem esvaziamento axilar.EXAME ANATOMO-PATOLOGICO DO COLO UTERINO .IMUNOHISTOQUIMICA DE NEOPLASIAS MALIGNAS (POR MARCADOR): Consiste na utilização de anticorpos monoclonais (marcadores) para determinar a origem tecidual e o diagnostico definitivo de neoplasias malignas inespecíficas ao exame histopatológico.EXAME ANATOMO-PATOLOGICO DE MAMA – BIOPSIA: Consiste no exame macro e microscópio de material obtido por punção de mama por agulha grossa ou por biopsia/exerese cirúrgica.EXAME ANATOMO-PATOLOGICO DE MAMA PECA CIRURGICA: Consiste no exame macro e microscópio de peca de ressecção parcial ou total de mama.001-4 DETERMINACAO DE RECEPTORES TUMORAIS HORMONAIS: Consiste no exame de espécime tumoral mamário ou de endométrio para a determinação da ausência ou presença de receptores tumorais hormonais para estrogênios e progesterona.02.002-2 .o CNES do executante quando tiver terceiros.02. para diagnostico definitivo de modulo mamário. essenciais para a indicação da hormonioterapia do carcinoma de mama ou de endométrio. prossegue com a administração de drogas pré-anestésicas até a anestesia propriamente dita.3 .02. para diagnostico definitivo e estadiamento cirúrgico de câncer mamário.  02.02. com ou sem esvaziamento linfático. para diagnostico definitivo e estadiamento cirúrgico do câncer do colo uterino.007.

Os procedimentos para registro de Anestesia em Queimados no SIGTAP passaram a ser os mesmos que para os demais procedimentos. estão incluídos no componente SH. possibilitando a realização de qualquer intervenção cirúrgica conhecida. Os procedimentos específicos de anestesia incluem o CBO de cirurgião geral para anesteia obstétrica para cesariana.01. Estas técnicas têm em comum o fato da anestesia ser produzida através de um anestésico local e ser limitada a uma determinada área do corpo. Os valores referentes a oxigênio.004-4 – ANESTESIA GERAL. Este procedimento de anestesia pode ser usado em procedimentos nos quais a anestesia não está incluída no valor total. bloqueios espinhais (peridural. mas por indicação clínica for necessário submeter o paciente a ato anestésico. Nestes casos pode ser informado o CPF do mesmo médico no campo cirurgião e anestesista. O mesmo previsto para a utilização da anestesia regional. abolição da dor (analgesia/anestesia) e relaxamento do paciente. 28. 04. quanto na indicação.01. na anestesia regional e na analgesia obstétrica para parto normal e está também o CBO do obstetra. tanto na execução. É obtida com agentes inalatórios e/ou endovenosos.17.01. E será pago em separado. 04. prolongando alívio da dor sem perda da sensação. Para tanto. 28.006-0 SEDACAO. São técnicas de anestesia regional: bloqueios tronculares. Paralisa uma área específica do corpo para a operação.17. Ocorre a perda reversível da consciência e de todas as formas de sensibilidade.1 ANESTESIA REGIONAL Anestesia regional é uma denominação que engloba uma série de técnicas anestésicas distintas.2 ANESTESIA GERAL Anestesia Geral é a técnica anestésica que promove inconsciência (hipnose) total. podem ser registrados os seguintes códigos: 04. aplica-se para a anestesia geral. medicamentos e utilização de equipamentos. O profissional médico que realiza anestesia deve ter no seu cadastro do CNES o código de anestesista.SP da AIH. mas que por condições ligadas ao paciente foi necessária a sua administração. em caso de realização de um procedimento para o qual não está prevista a anestesia. sendo registrados na AIH de Queimados da forma descrita no paragrafo anterior. raquidiana ou raquianestesia). (atributo no SIGTAP – Inclui anestesia). bloqueios de plexo. 49 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . deve ser registrado no SISAIH01 o código do procedimento anestésico com CBO 223104.17. o código deverá ser registrado na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01.005-2 – ANESTESIA REGIONAL. Estes procedimentos têm valor próprio e devem ser registrados na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. Quando um procedimento for realizado e não incluir anestesia. O valor dos procedimentos de anestesia se refere exclusivamente aos serviços do profissional. Quando for realizado ato anestésico em procedimento que no SIGTAP não inclui o valor da anestesia no valor do procedimento principal.

28.º 572/2000. 28. como os demais procedimentos do SIGTAP.001-0 ANESTESIA OBSTETRICA P/ CESARIANA. O pagamento do anestesista é desvinculado.7 ANESTESIA EM QUEIMADOS Os procedimentos para registro de anestesia em queimados no SIGTAP passaram a ser os mesmos que para os demais procedimentos. Para a sedação também se aplicam os mesmos parâmetros da anestesia geral e regional para registro no SISAIH01.17. Este tipo de anestesia está incluído na cirurgia.1 REGISTRO DE NOTAS FISCAIS NO SISAIH01 50 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .003-6 . 28. Os tipos de anestesia são excludentes entre si.5 ANESTESIA REALIZADA PELO CIRURGIÃO Conforme define a Resolução CFM 1. não entrando no rateio de valor dos Serviços Profissionais.17. ÓRTESES.0028 – ANALGESIA OBSTETRICA P/ PARTO NORMAL.01. é exigido que o mesmo esteja cadastrado no CNES daquele estabelecimento com os CBO das duas especialidades.3 SEDAÇÃO Sedação é um estado em que o paciente permanece calmo.4 ANESTESIA LOCAL Anestesia Local é quando ocorre infiltração de um anestésico em uma determinada área do corpo. com o código 04.28. O procedimento de anestesia obstétrica deve ser registrado. na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01.17. PRÓTESES E MATERIAIS ESPECIAIS (OPM) 29. Não estando cadastrado a AIH será rejeitada. sendo registrados na AIH de queimados da forma descrita neste item 28 deste manual.01. tranqüilo. na tela Procedimentos Realizados. devendo isto ficar a cargo de outro médico”.6 ANESTESIA OBSTÉTRICA/PARTO NORMAL E CESARIANA Os procedimentos de anestesia para obstetrícia foram incluídos na tabela de procedimentos pela Portaria GM/MS n. No caso em que a anestesia for aplicada em procedimentos em que não exige a tela de equipe. 04. não havendo registro em separado.670/2003. 29. sem que ocorra bloqueio de um nervo específico ou plexo ou medula espinhal. Para que o cirurgião possa atuar como anestesista nos casos descritos acima. o procedimento anestésico deve ser informado. 28. em seu Artigo 2º “O médico que realiza o procedimento não pode encarregar-se simultaneamente da administração de sedação profunda/analgesia. mas acordado. 04.01.ANESTESIA OBSTETRICA P/CESARIANA EM GESTACAO DE ALTO RISCO.

possuir registro na ANVISA. Próteses e Materiais Especiais). devem ser observadas as compatibilidades entre procedimento principal e OPM. o sistema não permite o pagamento das OPM e a AIH será rejeitada. obrigatoriamente. O fornecedor não constando deste arquivo da ANVISA. mesmo que na nota constem também outros materiais não utilizados naquele paciente. devendo obrigatoriamente ser observadas as normas vigentes da ANVISA relacionadas às boas práticas de fabricação. O SIHD importa mensalmente a Tabela de Fornecedores Cadastrados na ANVISA e faz o batimento com o CNPJ informado na AIH. com a identificação do paciente. Toda conta hospitalar deve conter a cópia da Nota 51 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . cirurgia múltipla e procedimentos seqüenciais de coluna em ortopedia e/ou neurocirurgia). No GRUPO 07 do SIGTAP estão discriminadas todas as OPM autorizadas pelo SUS. em casos de problemas decorrentes do uso de OPM. No caso de repetição do procedimento realizado na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01 (politraumatizado. o limite das quantidades máximas estabelecidas para cada produto constante do SIGTAP. próteses e materiais especiais. para serem comercializadas têm que. Nestas compras por licitação as Notas Fiscais emitidas contém.As órteses. No SIGTAP está disponível para consulta um relatório completo com as compatibilidades e excludências entre procedimentos e OPM (Órteses. as metaloses. Não é necessária a emissão de uma nota fiscal para cada OPM com o nome do paciente no qual a OPM foi utilizada. A aquisição das órteses. Os estabelecimentos de saúde públicos e privados prestadores de serviços para o SUS deverão informar o CNPJ do Fornecedor do material e o número da Nota Fiscal correspondente na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. comercialização e registro de produtos. que abrirá uma tela específica para preenchimento destes dados obrigatórios. As OPM deverão ser registradas logo após o procedimento principal que deu origem a essa utilização e o sistema faz consistência com cada um deles. próteses e materiais especiais são de inteira responsabilidade dos hospitais. Deve ser anexada cópia da Nota Fiscal que contém o material utilizado. A cópia da Nota fiscal deve ficar anexada ao prontuário do paciente. publicado em Diário Oficial da União. como por exemplo. O objetivo de registro da Nota Fiscal e CNPJ do fornecedor é permitir o rastreamento do material utilizado naquele paciente. a fim de instruir os responsáveis pela digitação dos dados do prontuário no SISAIH01. na maioria das vezes número variável de OPM e que serão usadas em Procedimentos Realizados em vários pacientes. independente da origem. ou mais de uma unidade da OPM utilizada no procedimento do paciente. Em caso de implantes de produtos radiopacos. O sistema fará a consistência com cada procedimento principal em que ele foi utilizado. Na utilização de OPM relacionadas ao ato cirúrgico. uma vez que estas OPM são adquiridas nos hospitais públicos a partir de processos licitatórios. é obrigatório o controle radiológico pré e pós-operatório.

02. na medida em que este uso for ocorrendo. são eles: CODIGO 07.022-3 07. exemplos: 52 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .02. os conjuntos para circulação Extra Corpórea (CEC). esta não é uma exigência do SUS.01.013-0 DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO CONJUNTO DE CATETER DE DRENAGEM EXTERNA E MPIC CONJUNTO DE ELETRODO E EXTENSÃO P/ ESTIMULACAO CEREBRAL CONJUNTO P/ HIDROCEFALIA DE BAIXO PERFIL CONJUNTO PADRÃO P/ HIDROCEFALIA CONJUNTO DE ACESSO HEPÁTICO TRANSJUGULAR CONJUNTO DO SEIO CORONARIO CONJUNTO P/ CIRCULACAO EXTRACORPOREA (ADULTO) CONJUNTO P/ CIRCULACAO EXTRACORPOREA (NEONATAL) CONJUNTO P/ CIRCULACAO EXTRACORPOREA (PEDIATRICO) CONJUNTO P/ VALVOPLASTIA MITRAL PERCUTÂNEA CONJUNTO DESCARTAVEL DE BALÃO INTRA-AORTICO CONJUNTO P/ AUTOTRANSFUSAO Como a compra desses materiais pode ser feita a diferentes fornecedores.010-3 07. data da internação e nome do paciente.02.009-0 07.04.05.02. Mas. número da AIH. filtros de linha. as quais podem ser verificadas por auditorias. A comunicação de uso é um formulário que é preenchido no bloco cirúrgico e contém o código.019-3 07. reservatório para cardiotomia. (licitações.02.02.04. conjunto de tubos. já que só será pago o material que for utilizado.02. sendo então necessário tirar tantas cópias de nota fiscal quantas forem necessárias para anexar ao prontuário/AIH.04.02.020-7 07.04. A Portaria SAS/MS nº 218/2004 incluiu na Tabela de OPM do SIH/SUS.04.04.02. uma vez que no SISAIH01 só há campo para inclusão de uma informação. Para o caso de hospitais da rede complementar do SUS (filantrópicos e privados) que compram OPM em consignação. e deve ser arquivados no prontuário médico. Conforme a política de Alta Complexidade há parâmetros definidos para a utilização de determinadas OPM.021-5 (30 DIAS ATÉ 12 ANOS) CONJUNTO PARA CIRCULAÇÃO EXTRACORPÓREA NEONATAL (CEC) 07.04.02.02.017-7 07. estes poderão solicitar ao fornecedor de OPM uma nota fiscal contendo apenas o nome do paciente.012-1 07. Vários outros procedimentos de OPM são formados por conjuntos e também deve ser observada a mesma regra para registro dos dados no SISAIH01.021-5 07.02.011-1 07.02. nome e quantidade do material. reservatório para cardioplegia e hemoconcentrador.012-0 07. No entanto. o hospital deve registrar uma das Notas Fiscais referente a qualquer dos materiais que compõem o conjunto para CEC.02. devem ser anexadas as cópias da Nota Fiscal de cada um dos componentes/materiais usados naquele paciente.02.01.018-5 07. que no SIGTAP estão assim codificados: CÓDIGO DESCRIÇÃO CONJUNTO PARA CIRCULAÇÃO EXTRACORPÓREA ADULTO (CEC) 07.05.020-7 (ZERO ATÉ 30 DIAS) O conjunto para CEC é formado pelos seguintes materiais: oxigenador.04.01.019-3 (ACIMA DE 12 ANOS) CONJUNTO PARA CIRCULAÇÃO EXTRACORPÓREA PEDIÁTRICO (CEC) 07.Fiscal da OPM utilizada.01.04. assim como laudos. pareceres médicos que justifiquem a utilização. por exemplo).

002-7.04.04.06. O valor do SH é apurado para o hospital que emite a AIH e corresponde ao estabelecimento onde ocorreu o procedimento.04. devendo ser informado o CNES do INTO. que deve espelhar a definição das portarias. Portaria SAS/MS nº 173/2005.02.02.03. 07.PROTESE VALVULAR – MECANICA DE DUPLO FOLHETO.002-9 .004-9 .PROTESE VALVULAR MECANICA BAIXO PERFIL (DISCO). estabelece compatibilidade entre procedimentos especiais e procedimentos e inclui OPM.06.º 316/2006).PROTESE VALVULAR BIOLOGICA COM SUPORTE OU ANEL.07.02.03.02. Prótese e Materiais Especiais (OPM) constantes das tabelas do SIH/SUS para a assistência ao paciente neurológico e/ou neurocirúrgico. Desde a unificação das tabelas. A Portaria SAS/MS nº 218/2004. não haverá geração de credito referente à OPM e o valor do SP não será apurado nem para o estabelecimento no qual foi realizado o atendimento de suporte e nem em favor do INTO.ANEL PARA ANULOPLASTIA VALVULAR.001-6 .02. não deve exceder ao máximo de 30% (trinta por cento) da freqüência total de cirurgias que utilizam a circulação extracorpórea.057-6 . o que critica nos sistemas é o que está no SIGTAP. Para permitir a rastreabilidade das OPM utilizadas nas cirurgias devem ser anotados os seguintes itens conforme Resolução da ANVISA: 1 LOTE. 53 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .02.BOMBA CENTRIFUGA DESCARTAVEL PARA USO EM CIRCULACAO EXTRA CORPOREA (CEC).067-7 .05.055-0 PROTESE VALVULAR BIOLOGICA SEM SUPORTE OU ANEL.05.056-8 . a OPM a ser registrada. 07. 07. 07.04.º 756/2005 define compatibilidade entre procedimentos de Neurocirurgia e Órtese. As OPM utilizadas são levadas do INTO e não adquiridas pelo hospital onde o procedimento foi realizado.02.Angioplastia Coronariana Primária (inclui cateterismo) (Portaria SAS n.CATETER DE TERMODILUICAO: o uso desses materiais fica limitado em 10% (dez por cento) sobre o quantitativo total do procedimento de código 04. No SIGTAP existe o relatório de Compatibilidade de procedimentos e OPM disponível para impressão e consulta na tela. 3 – LOTE SÉRIE E NÚMERO DA CAIXA. Esses atendimentos são realizados pela equipe de profissional.01. utilizando OPM cedida pelo INTO (Portaria SAS/MS n.082-0 . A Portaria SAS/MS nº 123/2005 inclui e altera procedimentos da assistência cardiovascular. 05.PLASTICA VALVAR E/OU TROCA VALVAR MULTIPLA. define as OPM da assistência cardiovascular excludentes entre si. A Portaria SAS/MS n.04. relaciona a tabela de compatibilidade entre os procedimentos da Assistência Cardiovascular e OPM.04.CONJUNTO DESCARTAVEL DE BALAO INTRAAORTICO e 07.054-1 . O Instituto de Traumatologia e Ortopedia (INTO) presta Atendimento Ortopédico no Projeto de Suporte procedimentos cirúrgicos de média e alta complexidade em estabelecimentos públicos ou filantrópicos que necessitem de suporte na área de Ortopedia.012-1 . no procedimento 04. 07.02. Quando na AIH for registrada OPM com CNPJ do Fornecedor e o Profissional que realizou o procedimento for do INTO prestando Atendimento Ortopédico no Projeto de Suporte.05. É permitido o registro de mais de um dos materiais 07.PROCESSAMENTO DE VALVA CARDIACA HUMANA.º 123/2005). 2 – LOTE E SÉRIE.

informando no campo do CNES a condição de “terceiro”. Com base nos Artigos n. fornecedoras de produtos. dados que possibilitem o pagamento direto. Agência e Banco. A Portaria SAS/MS n. o código e a quantidade da OPM utilizada.º 929/2002 aprimorou a regra para Cessão de Crédito para fornecedores de OPM. Próteses e Materiais Especiais se habilitarem a receber como terceiros os recursos devidos por Estabelecimentos de Saúde vinculados ao SUS para os quais sejam fornecedores. Então deve informar o CNES do executante quando tiver terceiros. mas o valor será apurado para o estabelecimento onde o paciente estiver internado.2 REGISTRO DE FORNECEDORES DE OPM E CADASTRO NA ANVISA Desde a Portaria GM/MS n.º 1.No SIGTAP existem vários procedimentos que são definidos como CONJUNTO e cuja composição destes conjuntos pode ser adquirida por fornecedores diferentes. informações essas já incorporadas ao cadastro da ANVISA.065 e seguintes do Código Civil que prevêem a Cessão de Crédito como um mecanismo pelo qual o credor pode transferir a terceiros o direito de receber de seu devedor a importância estipulada no documento que a formalizar para quitação de dívida com o cessionário. acrescentando ao cadastro daquele órgão. materiais especiais. 54 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Para que o Estabelecimento de Saúde proceda à cessão de crédito a pessoas jurídicas ou físicas cadastradas no CNES e o estabelecimento que a contrata deverá reconhecê-la como seu serviço de terceiros. O Cadastro do serviço terceirizado se efetua no CNES marcando no Módulo Conjunto e deve ser informada a conta corrente. em campo da AIH. assinada e carimbada pelo médico assistente e a autorização de utilização pelo Diretor Clínico ou gestor. Serviço de Terapia Nutricional. do número de CGC/MF da empresa fornecedora. A cessão de crédito é formalizada com o registro. Banco de Olhos. com descrição do produto. O cadastramento na ANVISA assim como as normas básicas de atendimento e cadastros dos agentes regulados pode ser encontrado no endereço eletrônico da ANVISA http://www.anvisa. por licitação ou convênio de parceria. e apurar valor para o terceiro. O estabelecimento público pode ter terceiros. portanto em todos estes casos devem observar o mesmo processo descrito para o Conjunto para Circulação Extracorpórea. deverão estar cadastrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). É obrigatório constar no prontuário médico a solicitação de uso. a critério deste. Banco de Órgãos e Tecidos não são conceituados como estabelecimentos de saúde.gov. no entanto. diretamente para o fornecedor.º 707/1999 é facultado ao prestador da rede complementar do SUS proceder à cessão do crédito relativo à OPM. com recolhimento dos tributos previstos em lei para cada caso. Banco de Válvula Cardíaca. 29. Para os Fornecedores de Órteses. o pagamento deve ser feito mediante contrato formalizado pelo Fundo de Saúde. sob empenho. após indicação do número da nota fiscal relativa ao fornecimento de OPM. É possível a operacionalização pelos Estabelecimentos de Saúde de pagamentos desvinculados a pessoas jurídicas.br.

ao responsável técnico pela saúde do trabalhador do município. prestadores de serviços para o SUS que com registro destas OPM na AIH estão obrigados a informar no SISAIH01 o número da Nota Fiscal e o CNPJ do Fornecedor cadastrado na ANVISA para efeitos de Tecnovigilância.º 381/2009 uniformizou os procedimentos de acessos venosos centrais de média e de longa permanência. No entanto. É obrigatório nos casos de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho o preenchimento na AIH os seguintes campos:  Ocupação (Informar o código da CBO). No SIGTAP. por escrito. desempregado. o qual deve comunicar à Vigilância Epidemiológica. Este procedimento foi incluído na Tabela pela Portaria Conjunta SE/SAS n. aposentado. seja para as reposições volêmicas rápidas na instabilidade hemodinâmica ou para a administração de medicamentos. seja em caso de impossibilidade de acesso periférico.081-4 – Cateter Venoso Central Mono lúmen têm valor zero no SIGTAP.009-1 . mas está na mesma regra. Os procedimentos 07.1NOTIFICAÇÃO DE CAUSAS RELACIONADOS AO TRABALHO EXTERNAS E DE AGRAVOS A Portaria GM/MS n.º 88/2001.  Vínculo com a Previdência (atividade autônoma.º 1969/2001 e Portaria SAS/MS n.02. 30. Portaria GM/MS n. Nos casos acima é obrigatório também os preenchimento dos dados de Causas Externas. Este é especial e.º 579/2001 torna obrigatório o preenchimento dos campos CID Principal e CID Secundário.  CNPJ da empresa. contidos na janela específica do SISAIH01.Cateter para acesso Venoso Central semi/totalmente implantável de longa permanência e 07.05.  Classificação Nacional de Atividades Econômica Resumida (CNAE-R).02.02. no SISAIH01 existe a seguinte crítica: Se o CID principal informado na AIH for do Capítulo XIX do CID 10 – Códigos de S00 a T98 – Lesões. o procedimento para registros de causas externas e doenças relacionadas ao trabalho é o código 08. D680. os estabelecimentos de saúde. nos registros de atendimento à vítima de causas externas e de agravos à saúde do trabalhador na AIH. D681 ou D684 que não fazem parte deste capítulo.002-0 – NOTIFICACAO DE CAUSAS EXTERNAS E DE AGRAVOS.05.º 737/2001 aprova a Política Nacional de Redução da Morbimortalidade por Acidentes e Violências. O responsável técnico pelo hospital atende o paciente é responsável pela emissão da notificação. de acordo com a regra do SIGTAP. mesmo assim. públicos e privados. e estabelece mecanismos para incentivar as atividades assistenciais relacionadas à identificação das causas externas. não exigiria o preenchimento de CID.02.Portaria SAS/MS n. hemoderivados ou soluções. empregador). ACIDENTE DE TRABALHO 30. 55 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Envenenamento e Algumas Outras Conseqüências de Causas Externas exige que o CID Secundário seja obrigatoriamente do Capítulo XX do CID 10 cujos códigos estão no intervalo V01 a Y98 – Causas externas de Morbidade e Mortalidade ou ainda os CID D66. D67. empregado.

Com a implantação do SIGTAP houve a unificação dos vários procedimentos relativos ao Parto Normal em um único procedimento. o valor do SP não pode ser desvinculado. considera-se o laudo de AIH com o procedimento de Parto Normal. No caso de parto realizado na ambulância ou a caminho da maternidade. calculado com base no valor base do parto e que permitiu a manutenção dos valores diferenciados para partos realizados em Hospital Amigo da Criança. os estabelecimentos devem atender aos requisitos da Portaria SAS/MS n. No caso do parto realizado por enfermeiro obstetra.31.1 ENCERRAMENTO ADMINISTRATIVO.001-0 TRATAMENTO DE COMPLICACOES RELACIONADAS PREDOMINANTEMENTE AO PUERPÉRIO.º 114/96. quais sejam: ter cadastrado no CNES cirurgião especialista em videolaparoscopia e disporem de videolaparoscópio. quanto no momento em que forem concedidos aumentos na remuneração dos procedimentos do SIGTAP. Estas informações precisam estar devidamente cadastradas no SCNES. ATENDIMENTO EM OBSTETRICIA 32. VIDEOLAPAROSCOPIA Desde 2006.1 PARTO NORMAL O Parto Normal pode ser realizado pelo profissional médico e também pelo enfermeiro obstetra conforme define a Lei 7498/86 e Decreto 94. 56 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Para se habilitarem a realização dos procedimentos de Cirurgia por Videolaparoscopia. 32. No caso de médicos. sendo todo o valor apurado para o estabelecimento no qual o parto foi realizado. trata-se período expulsivo em transito. recebendo os cuidados necessários. Parto seguido de histerectomia dentro das primeiras 24 horas do pós-parto deverá ser solicitada nova AIH. o valor do SP pode ser apurado para o CPF do médico que realizou o parto.406/87.10. Se houver qualquer intercorrência com a puérpera que teve parto normal antes da alta hospitalar que obrigue a realização de uma cirurgia está caracterizada a necessidade de emissão de nova AIH por mudança de clínica obstétrica para cirúrgica. O motivo de saída será 5. Este atributo facilitará tanto o registro dos partos no SISAIH01. a competência para habilitação dos estabelecimentos para realização dos procedimentos de Cirurgia por Videolaparoscopia pelo SIH/SUS foi descentralizada para os gestores estaduais/municipais de saúde. Se a histerectomia ocorrer durante o mesmo ato anestésico deverá ser mantido o procedimento já autorizado e cabendo apenas o registro da histerectomia como intercorrência. deve ser emitida nova AIH com o código 03. No caso do tratamento da intercorrência não implicar em intervenção cirúrgica. após chegar à unidade. E foi incorporado aos atributos do procedimento o atributo “incremento” que corresponde a um percentual a mais.03. Cabe ao gestor local o registro dessas habilitações no SCNES. com os respectivos serviço/classificação.

01.02.01.002-8 06.3 PARTO GEMELAR E EXAME VDRL NA GESTANTE Quando o parto for gemelar deve ser registrado o procedimento realizado com o código de parto normal ou cesariana.001-2 08.003-9 PROCEDIMENTO REAÇÃO DE HEMAGLUTINACÃO (TPHA) P/ DIAGNÓSTICO DA SÍFILIS TESTE RÁPIDO PARA DETECÇÃO DE HIV EM GESTANTE TESTE RÁPIDO PARA DETECÇÃO DE INFECÇÃO PELO HIV PRIMEIRA CONSULTA DE PEDIATRIA AO RECÉM-NASCIDO ATENDIMENTO AO RECÉM-NASCIDO EM SALA DE PARTO ANALGESIA OBSTÉTRICA P/ PARTO NORMAL CABERGOLINA 0.004-7 PARTO NORMAL EM GESTAÇÃO DE ALTO RISCO 04.PARTO NORMAL EM GESTACAO DE ALTO RISCO e 04.01.01. O Sistema Estadual de Referência Hospitalar no Atendimento à Gestante de Alto Risco é composto de Unidade Secundária e Terciária e os códigos para registro de partos nestas unidades são os seguintes: CÓDIGO PROCEDIMENTO 03.005-6 RELACIONADOS PREDOMINANTEMENTE À GRAVIDEZ 03.01.03.002-6 .04.01.2 ATENDIMENTO À GESTAÇÃO DE ALTO RISCO Os procedimentos 03. no SIGTAP sob o código 0411020056 .11.TRATAMENTO DE OUTROS TRANSTORNOS MATERNOS RELACIONADOS PREDOMINANTEMENTE A GRAVIDEZ e também exige que o estabelecimento tenha habilitação para o Atendimento Secundário e Terciário à Gestante de Alto Risco. de acordo com a Portaria GM/MS n.17.002-8 ANALGESIA OBSTETRICA P/ PARTO NORMAL.014-5 03.01.004-7 08.17.10.5 MG (POR COMPRIMIDO) (INIBIDOR DA LACTAÇÃO) INCENTIVO AO REGISTRO CIVIL DE NASCIMENTO INCENTIVO AO PARTO (COMPONENTE I) QUANT 01 01 01 01 01 01 02 01 01 São excludentes entre si os seguintes Procedimentos Especiais: 04.17. Os procedimentos especiais compatíveis com os procedimentos de Parto Normal são os seguintes: CÓDIGO 02. 04.01.004-0 02. 04.º 3477/1998.PARTO CESARIANO EM GESTACAO DE ALTO RISCO só podem ser realizados em estabelecimentos com habilitação para o Atendimento Secundário ou Terciário à Gestante de Alto Risco.02.01.17.002-6 PARTO CESARIANO EM GESTAÇÃO DE ALTO RISCO As intercorrências clínicas ou relacionadas à própria gestação devem ser registradas com os códigos: CÓDIGO PROCEDIMENTO TRATAMENTO DE OUTROS TRANSTORNOS MATERNOS 04.10.03.01.01.01.01.11.11. O procedimento de origem hospitalar 35031018 INTERCORRENCIA OBSTETRICA NA GRAVIDEZ EM GESTANTE DE ALTO RISCO.10.01.14.005-8 03.003-6 ANESTESIA OBSTETRICA P/ CESARIANA EM GESTAÇÃO DE ALTO RISCO.001-0 ANESTESIA OBSTETRICA P/ CESARIANA.109-8 02.03.14.002-0 04.10.01.004-7 .01.004-4 TRATAMENTO DE INTERCORRÊNCIAS CLÍNICAS NA GRAVIDEZ 32. Devem também ser registrados os procedimentos especiais compatíveis com os procedimentos de 57 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .32.01.

parto na tela de Procedimentos Realizados do SISAIH01.03. conforme a quantidade de recém nascidos.117-9 .10.VDRL PARA DETECÇÃO DE SÍFILIS EM GESTANTE em todas as parturientes internadas nos estabelecimentos hospitalares integrantes do SUS. O resultado do exame de VDRL deverá ser anexado ao prontuário médico. PROTEINURIA E TRANSTORNOS HIPERTENSIVOS NA GRAVIDEZ 03. inclusive os dados de registro civil se houver. 32.5 INTERNAMENTO PARA CONTROLE DE GESTAÇÃO DE ALTO RISCO Quando for necessário.02. Devem ser registrados no SISAIH01 todos os códigos de registro civil. Caso positivo.14. 32.TESTE RÁPIDO PARA DETECÇÃO DE INFECÇÃO PELO HIV deve ser realizado em todos os partos para controle e tratamento da doença. sendo compatível com qualquer tipo de parto. É necessário o consentimento verbal da mãe para que se realize o teste rápido para detecção de HIV.TRATAMENTO DE ECLÂMPSIA 03. O parto gemelar gera apenas uma (01) AIH no nome da mãe. para intercorrências clínicas na gravidez e controle de gestantes de alto risco. devem ser informados os dados de cada um dos recémnascidos.10.4 TESTE RÁPIDO PARA DETECÇÃO DE HIV EM GESTANTES O procedimento 02.03. Dá alta por permanência ou por encerramento administrativo e abre nova AIH para a cesariana. e o registro nas AIH de partos. Esta situação não era permitida antes da implantação da Tabela Unificada. independente da classificação de gestação de baixo risco ou alto risco.001-2 . Nesta AIH. AIH de parto sem registro do código do procedimento de VDRL será rejeitada pelo SIHD/SUS.10.03. passa a ser um caso de emissão de nova AIH para a mesma paciente numa mesma internação. a notificação é compulsória.03. Quando a gravidez é gemelar e ocorre alguma complicação na ocasião do parto resultando em que um dos fetos nasce por parto normal e o outro vai exigir que seja realizada uma cesariana.10: 03. A dose é de 02 comprimidos em dose única. na tela de Procedimentos Realizados do SISAIH01. É obrigatória a realização de 02.03. No caso de positividade para o teste rápido de detecção de HIV deve ser administrado o inibidor de lactação para tais puérperas e registrado na AIH com o código 06.002-8 .01.5MG (POR COMPRIMIDO). Deve ser registrado exclusivamente na tela Procedimentos Realizados das AIH de todos os partos. 58 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .TRATAMENTO DE EDEMA.004-4 .003-6 . mas todos admitem permanência a maior. Estes três procedimentos têm média de permanência no SIGTAP de 03 dias.005-8 .04.03. a paciente pode ser tratada sob regime hospitalar e os códigos que podem ser utilizados como procedimentos principais são os do Grupo 03.CABERGOLINA 0. pois o parto normal era classificado como Clínica Obstétrica.TRATAMENTO DE INTERCORRÊNCIAS CLINICAS NA GRAVIDEZ.

4 Deve obrigatoriamente constar no prontuário médico o registro de expressa manifestação da vontade em documento escrito e firmado. acesso ao serviço de regulação da fecundidade. Somente podem realizar procedimento de esterilização cirúrgica as instituições que atenderem aos critérios.06. a indicação deve ser testemunhada em relatório escrito e assinado por dois médicos. Estes procedimentos exigem o registro do CID 10.11. 33. ou quando a mulher for portadora de doença de base e a exposição ao segundo ato cirúrgico ou anestésico representar maior risco para sua saúde. 33. período no qual será propiciada. devendo a mesma ser arquivada junto ao prontuário médico.1 Em homens e mulheres com capacidade civil plena e maiores de 25 anos ou. possíveis efeitos colaterais. No caso da realização da esterilização em pacientes na modalidade hospitalar devem ser registrados os seguintes códigos na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01: CÓDIGO 04. e comprovar a existência de médico capacitado para realização do ato. testemunhado em relatório escrito e assinado por dois médicos. Desde outubro de 2006.024-0 04.33. sendo vedada por meio de histerectomia e ooforectomia. visando a desencorajar a esterilização precoce. PLANEJAMENTO VASECTOMIA) FAMILIAR (LAQUEADURA E De acordo com a Política de Planejamento Familiar. por cesarianas sucessivas anteriores. quando da realização dos procedimentos Parto Cesariano com Laqueadura Tubária e Vasectomia.018-6 04. após a informação dos riscos da cirurgia. É obrigatório o preenchimento da ficha de registro de notificação de esterilização. e que estejam habilitado/autorizado para realização dos mesmos (Portaria SAS/MS nº 48/1999). 59 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . vasectomia ou de outro método cientificamente aceito. pelo menos.01. o estabelecimento deve oferecer todas as demais opções de meios e métodos contraceptivos reversíveis. código Z30.09.004-2 DESCRIÇÃO VASECTOMIA LAQUEADURA TUBÁRIA PARTO CESARIANO C/ LAQUEADURA TUBÁRIA É vedada a esterilização cirúrgica em mulher durante períodos de parto. 33. aborto ou até 42º dia do pós-parto ou aborto. Neste caso.09.04. Para a realização de esterilização cirúrgica. incluindo aconselhamento por equipe multidisciplinar.3 A esterilização cirúrgica como método contraceptivo somente deve ser executado por laqueadura tubária. só é permitida a esterilização voluntária no SUS nas seguintes condições: 33.2 – Esterilização. a pessoa interessada. com 2 filhos vivos observados o prazo mínimo de 60 dias entre a manifestação da vontade e o ato cirúrgico. exceto nos casos de comprovada necessidade. a responsabilidade pelo registro das habilitações no SCNES para que os estabelecimentos possam realizar os procedimentos de Planejamento Familiar/Esterilização (Laqueadura e Vasectomia) pelo SIH/SUS é dos gestores estaduais/municipais de saúde. dificuldades de reversão e opções de contracepção reversíveis existentes.2 Em caso de risco à vida ou à saúde da mulher ou do futuro concepto.

34. Este procedimento é exclusivo para os médicos especialistas em pediatria/neonatologia.º 572/2000). desde o período imediatamente anterior ao parto. até que o RN seja entregue aos cuidados da equipe profissional do berçário/alojamento conjunto.01.1 PRIMEIRA CONSULTA DE PEDIATRIA AO RECÉM NASCIDO É o primeiro atendimento do pediatra no berçário (Portaria GM/MS n. no entanto deve ser solicitada liberação de quantidade. RN potencialmente infectado ou filho de mãe diabética ou outras patologias que obriguem a permanência do RN. independente da AIH da mãe.03. é preciso colocar os números das AIH anterior e posterior para efeito de regulação da qualidade da assistência e adequada informação para o Banco de Dados Nacional. Deve constar o número da AIH da mãe no campo AIH anterior da AIH do RN e no campo AIH posterior da AIH da mãe. medicação apropriada para os casos de 60 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . o número da AIH do recém nascido. O limite para a quantidade é o número de nascidos vivos. deve ser solicitada nova AIH. O código a ser registrado é 03.º 096/94 para que o hospital realize este procedimento é preciso que disponha de: mesa de reanimação com fonte de calor radiante. Quantidade de nascidos vivos é o limite para a Primeira consulta em pediatria.014-5 – PRIMEIRA CONSULTA DE PEDIATRIA AO RECÉM NASCIDO. No caso de o RN. para que seja possível ao hospital ser ressarcido pelo tratamento realizado no RN. O valor é fixo e apurado para o CPF ou CNES informado no SISAIH01 na tela Procedimentos Realizados.003-9 . aspirador de secreções. fonte de oxigênio puro. O motivo de saída da AIH da mãe pode ser diferente do motivo de saída da AIH do recém nascidoRN. Não entra no rateio de pontos e deve ser registrado com o código 03.16. De acordo com a Portaria SAS/MS n. ainda no período de internamento da mãe. é possível emitir uma AIH para o RN.01. Se após a alta da mãe houver necessidade de assistência hospitalar ao RN por problemas como: icterícia fisiológica. São permitidas no sistema tantas consultas por AIH quanto forem os recém nascidos. 34. Para efetuar o registro deste procedimento o hospital/maternidade deve ter pediatra/neonatologista cadastrado no seu CNES.TRATAMENTO DE OUTROS TRANSTORNOS ORIGINADOS NO PERIODO PERINATAL (obriga o preenchimento de AIH anterior e AIH posterior). desenvolver ou apresentar quadro patológico que implique na manutenção de sua internação. Mesmo assim.2 ATENDIMENTO AO RECÉM-NATO NA SALA DE PARTO O Atendimento ao RN na Sala de Parto consiste na assistência ao RN pelo neonatologista ou pediatra. diferente da AIH da mãe.34. máscara facial e bolsa para ressuscitação. ASSISTÊNCIA AO RECÉM-NASCIDO (RN) – EMISSÃO DE AIH PARA O RN Deve ser solicitada a emissão de AIH para o RN quando for necessário submetê-lo a tratamento clínico ou cirúrgico.

º 938/2002 define o repasse de recurso ao estabelecimento do SUS que providencie o registro de nascimento antes da alta hospitalar. Este procedimento é compatível com procedimentos de parto.003-9 03.01. é obrigatória a informação da matrícula da certidão de nascimento composta por 32 dígitos.01.003-4 04. Quando no parto for informado o procedimento 08.01. data de emissão da certidão.01.01.004-2 DESCRIÇÃO PARTO NORMAL PARTO NORMAL EM GESTAÇÃO DE ALTO RISCO PARTO CESARIANO PARTO CESARIANO EM GESTAÇÃO DE ALTO RISCO PARTO CESARIANO COM LAQUEADURA TUBÁRIA 34. A inclusão do campo matricula na tela de dados complementares de registro civil. Os equipamentos devem também constar no CNES do estabelecimento. No SISAIH01. A Portaria GM/MS n. deverão ser preenchidos os campos com as informações sobre ao registro civil de nascimento em tela específica.ano 15ª .11.tipo de livro de registro (1 para nascimento) 61 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . que atualizou o layout do SIH em virtude da adequação necessária às alterações implantadas legalmente no registro civil. folhas. O Decreto n. razão social do cartório. Surgiu então a necessidade da publicação da Portaria SAS/MS n.3 REGISTRO CIVIL DE NASCIMENTO Cadastrado pelo procedimento 08. O código 03.01.código 55 11ª a 14ª . n.ºda declaração de nascido vivo.01.º 6828/2009 aprovou.10. conforme a Portaria GM/MS n.10.10. e não entra no rateio de pontos da AIH.º da Declaração de Nascido Vivo (DN) e data de emissão da certidão. A partir da competência junho de 2010.01.002-0 – ATENDIMENTO AO RECEM NASCIDO EM SALA DE PARTO tem valor SP.º da declaração de nascido vivo e data de emissão da certidão.11. livro. a partir de 1º janeiro de 2010. na tela procedimentos realizados da AIH de parto.º 572/2000: CÓDIGO 03.004-7 – INCENTIVO AO REGISTRO CIVIL DE NASCIMENTO.código nacional de serventia 7ª e 8ª . Para crianças nascidas até 31 de dezembro de 2009 devem ser preenchidas no SISAIH01 as seguintes informações: n. nome do recém nascido. a nova Certidão de Registro Civil de Nascimento.código do acervo (01 ou 02) 9ª e 10ª .004-7 – INCENTIVO AO REGISTRO CIVIL DE NASCIMENTO na AIH. O preenchimento do campo matrícula de acordo com as posições abaixo:      1ª a 6ª . Este procedimento é compatível com a AIH onde o procedimento principal seja um dos a seguir descritos. O registro deve ser feito na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01.11.002-6 04.01.º 17 de janeiro de 2010. Além deste campo também deverão ser preenchidos os campos n.insuficiência cardiorrespiratória neonatal.004-7 04. termo.01. Esse campo contém 32 posições. os dois últimos dígitos são os dígitos verificadores que poderão ser "xx". ficarão apenas as informações matrícula da certidão de nascimento.

A AIH para registro deste procedimento tem validade de 30 dias sendo o limite de 15 62 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Para atenção a estes pacientes pode também ser realizado o procedimento 03. caso contrário.º 817/2002 disciplina o tratamento dos transtornos relativos à dependência de álcool e drogas. o sistema permitirá somente a digitação da matrícula. Para administração de Fatores de Coagulação deve haver prévia autorização do Gestor. só é permitido o registro de no máximo 21 diárias. embora a AIH tenha validade de 30 dias.17. Diagnóstico secundário: Deficiência Fator VIII.TRATAMENTO DE TRANSTORNOS MENTAIS OU COMPORTAMENTAIS DEVIDOS AO USO PREJUDICIAL DE ALCOOL E DROGAS: consiste no tratamento em regime de internação de pacientes com transtornos decorrentes de uso prejudicial e/ou dependência de álcool e drogas.    16ª a 20ª .02.TRATAMENTO DE SINDROME DE ABSTINENCIA POR USO PREJUDICIAL DE ALCOOL E DROGAS.TRATAMENTO DE OUTRAS DOENCAS DO SANGUE E DOS ORGAOS HEMATOPOIETICOS Exemplo: Diagnóstico principal: Fratura de rádio.006-7 TRATAMENTO DE DEFEITOS DA COAGULACAO PURPURA E OUTRAS AFECCOES  03. portanto o usuário terá que digitar primeiro a data da emissão do registro.03. livro. 35. FATORES DE COAGULAÇÃO Quando houver administração de Fatores de Coagulação em pacientes internados deve ser informado no campo CID principal obrigatoriamente o código da patologia que determinou a internação ou agudização do quadro e no campo CID secundário o código correspondente a Deficiência de Fator VIII ou Fator IX.03.02.005-0 . folha e termo estarão disponíveis. Procedimentos:  03. A AIH para registro deste procedimento tem validade de 30 dias.dígitos verificadores (número ou xx) A tela de dados complementares de registro civil foi alterada para contemplar o novo campo da matrícula.17.numero da folha do registro 24ª a 30ª . que aprova regulamento técnico para indicação.02. os outros dados como nome.TRATAMENTO DE HEMOFILIAS  03. ATENÇÃO PSICOSSOCIAL AO DEPENDENTE ÁLCOOL E DROGAS A Portaria SAS/MS n. Se a data for do ano de 2010.03. sendo o limite de 21 diárias por AIH.03. O código para registro no SISAIH01 é o 03.numero do termo 31ª e 32ª .numero do livro 21ª a 23ª . 36.008-3 .03. A administração de Crioprecipitado Fator VIII deve atender a RDC ANVISA 23/2002.007-5 . ou seja.006-9 . cartório.

O registro dos procedimentos 03. reajusta os incrementos e cria um incentivo para internação de curta duração nos hospitais psiquiátricos. A emissão da AIH para realização destes procedimentos deve ser mediante apresentação de laudo médico de solicitação de internação emitido preferencialmente por especialista vinculado ao CAPS.  03.03.006-9 – TRATAMENTO DE TRANSTORNOS MENTAIS E COMPORTAMENTAIS DEVIDOS AO USO DE SUBSTANCIAS PSICOATIVAS e 03.006-9 – TRATAMENTO DE SÍNDROME DE ABSTINENCIA POR USO PREJUDICIAL DE ALCOOL E DROGAS podem ser realizados em Hospitais Gerais e não exigem habilitação.TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA (POR DIA). A Portaria GM/MS n.TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA (POR DIA): internação para tratamento de transtornos mentais e comportamentais realizado em hospital especializado.17.17.º 2. O valor das diárias dos hospitais psiquiátricos passou a ter incremento por classe a partir do valor do procedimento 03.EM HOSPITAL GERAL (POR DIA): internação para tratamento de transtornos mentais e comportamentais realizado exclusivamente em hospital geral.17. VII.diárias por AIH. VIII IX a XIV Os hospitais psiquiátricos são classificados de acordo com o número de leitos constante do CNES.DIAGNOSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGENCIA EM PSIQUIATRIA: refere-se ao primeiro atendimento de urgência hospitalar em psiquiatria.03. Medicamentos.009-3 . VI. Próteses e Materiais Especiais do SUS são os seguintes:  03.03.17.º 52/2004. foram extintas e criadas novas conforme descrito abaixo: CLASSE CRIADA NI N II N III N IV PORTE Até 160 leitos De 161 a 240 De 241 a 400 Acima de 400 CLASSE EXTINTA (Portaria GM/MS n. realizado em hospital geral. TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA 37.17.1 TRATAMENTO COM INTERNAÇÃO Os procedimentos em Psiquiatria previstos na Tabela de Procedimentos.  03.008-5 .644/2009 reagrupa as classes para os hospitais psiquiátricos.009-3 . Órteses. 63 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .º 52/2004) I e II III e IV V.001-8 .03. diária de UTI e demais procedimentos especiais para estes procedimentos. Na tela de Procedimentos Realizados do SISAIH01 deverá ser registrado o número de diárias em que o paciente esteve internado.03. As classes até então definidas na Portaria GM\MS n.TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA . A nova classificação dos hospitais psiquiátricos passa a ser feita de acordo com o porte. Não serão permitidos os registros de permanência a maior.03. 37.17.

TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA (POR DIA) permanece como base de cálculo dos incrementos para os hospitais psiquiátricos. seguindo a classificação da Portaria GM/MS n. definidos pela Portaria GM/MS n.PACIENTE AGUDO.º 374/2009 incluiu.TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA e excluiu também as habilitações referentes à Atenção em Saúde Mental.03. Haverá bloqueio das Autorizações de Internação Hospitalar (AIH) pelo sistema quando houver a apresentação de mais de uma AIH para o mesmo paciente na mesma competência de produção. na mesma competência de produção. Os referidos hospitais psiquiátricos permanecem nesta classificação por não atenderem aos critérios mínimos de qualidade assistencial definidos pelo PNASH/psiquiatria e por necessitarem de novas pactuações para que seja finalizado o processo de desinstitucionalização dos pacientes internados. c.34 Nível I Nível II Nível III Nível IV DESCRIÇÃO Estabelecimento de saúde com psiquiatria até 160 leitos Estabelecimento de saúde com psiquiatria entre 161 a 240 leitos Estabelecimento de saúde com psiquiatria entre 241 a 400 leitos Estabelecimento de saúde com psiquiatria acima de 400 leitos O valor total do procedimento 03. Permanência igual ou inferior a 20 dias. utilizando como Motivo de Saída: 1.9 – Alta de paciente agudo em psiquiatria. na Tabela de Motivo de Saída/Permanência.º 52/2004 (classes de I a XIV) até o seu descredenciamento.03. que a admissão do paciente tenha sido a partir de 1º de novembro de 2009.17.31 06. as internações com estes requisitos não devem ultrapassar 10% do total dos leitos de cada hospital.A mesma Portaria estabelece também incentivo adicional de 10% no valor de Serviço Hospitalar e Serviço Profissional nas classes N I e N II exclusivamente para as internações que não ultrapassarem 20 (vinte) dias com motivo de saída "alta de paciente agudo".644/2009 para os hospitais psiquiátricos classificados no Nível I e II e em conformidade com os 03 registros a seguir: a. Motivo de saída 1.009-3 . permanecendo nas classes em que se encontrava em outubro de 2009. nos hospitais gerais e especializados de psiquiatria. Este procedimento e estas habilitações tinham sido instituídos pela Portaria GM/MS n.9 .9 . o procedimento 03. Para receber o incentivo de 10% previsto. o hospital não poderá apresentar mais de uma AIH.32 06.º 2. 64 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Data de entrada do paciente igual ou superior a 01/11/2009. Este motivo de saída deve ser utilizado nas internações de curta duração em tratamento psiquiátrico.PACIENTE AGUDO. A Portaria SAS/MS n. de acordo com sua classificação. do SIGTAP.33 06.º 426/2009 indicou os hospitais psiquiátricos para descredenciamento pelo PNASH/PSIQUIATRIA. o código para alta: 1. Esta mesma portaria incluiu no CNES as habilitações dos estabelecimentos de saúde que realizam procedimentos referentes à Atenção a Saúde Mental (Portaria GM/MS n.17.º 2. para o mesmo paciente.007-7 . b.º 251/2002. O SIH calcula o incentivo de 10% dos componentes SH e SP. A Portaria MS/SAS n.º 423/2009 excluiu. A Portaria SAS/MS n.644/2009): CÓDIGO NOME 06. No entanto.

No entanto. desde que o período de internamento até o último dia do 2º mês de internamento seja inferior a 45. Não deve ser dada alta para emitir uma AIH nova com novo número. 15 dias após a alta da internação anterior. O quantitativo de AIH/mês possível para um hospital psiquiátrico em um mês corresponde à soma de AIH inicial e AIH de continuação 65 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Deve ser dada alta da psiquiatria e autorizada uma nova AIH para a cirurgia no outro hospital. no formulário do Laudo médico a cada 30 dias.1. desde que inferior a 45. 45 é o número máximo de diárias para uma AIH-1 de psiquiatria. não pode ser emitida outra AIH para este paciente em outro hospital diferente do que ele está internado para tratamento psiquiátrico. óbito ou transferência do paciente. quando o paciente permanecer internado ou a data da saída no caso de alta. Os procedimentos secundários têm valor zerado na AIH. para avaliação por especialista na área. Se o 45º dia não for o último do mês. No primeiro mês de internamento em psiquiatria. podem e devem ser registrados os procedimentos secundários realizados no paciente durante a internação. não podendo haver registros adicionais ou mudança de procedimento. Somente pode ser emitida nova AIH . solicitar AIH 5 que tem o mesmo número da AIH-1. Na AIH de psiquiatria somente pode ser preenchida a primeira linha dos Procedimentos Realizados com o código do Procedimento Psiquiátrico. No atendimento psiquiátrico hospitalar está incluído o atendimento de intercorrências clínicas. uma AIH de psiquiatria só admite 1 procedimento principal.37. óbito ou transferência. Não é permitida a emissão de AIH – 1 para continuidade de tratamento. exceto para o caso de tratamento cirúrgico. autorizando ou não a continuação da internação. A alta pode ser por continuidade no último dia do mês com AIH com menos de 45 dias.1 nos casos em que o paciente tenha alta hospitalar e a reinternação seja. A AIH-1 pode ser apresentada qualquer quantidade de dias. A abertura da AIH –5 tem que ser no primeiro dia do mês. a AIH-1 Deve ser fechada e apresentada com a quantidade de diárias utilizadas até o último dia do mês. devendo ser apresentada no SIH a mesma AIH-5 quantas vezes forem necessárias. o hospital deve solicitar a AIH-5 de continuidade. o paciente deve ser reavaliado para que permaneça depois do final do mês. Cada AIH-5 permite o registro de até 31 diárias. se o paciente internou até o dia 14 do mês. Esta informação contribuirá para avaliação de custo hospitalar em estudos de revisão de valores de procedimentos pelos gestores do SUS. Não existe limite ou prazo para encerramento de AIH 5 e pode ser usado indefinidamente enquanto o paciente permanecer internado no mesmo hospital. Como o paciente vai continuar internado. No caso de permanência do paciente. No caso de necessidade de cirurgia. no mínimo. A autorização para emissão de AIH-5 deve ser solicitada pelo Diretor Clínico. A data de saída a ser informada mensalmente na AIH-5 deve ser o último dia de cada mês.1 REGRAS PARA APRESENTAÇÃO DA AIH DE PSIQUIATRIA: As regras para apresentação de AIH permanecem para os procedimentos de psiquiatria na AIH – 1: máximo de 45 dias. até a alta. A data de internação permanece a mesma que foi informada na AIH-1. Ou seja. Detalhando melhor. Esta AIH-5 só pode ter no máximo 31 dias. que encaminha ao Órgão Gestor. O fechamento desta AIH-1 não é obrigatório. desde que o 45º dia seja o último dia do mês. e não tem validade máxima.

visando substituir a internação integral. depois de esgotadas todas as possibilidades de atendimento extra-hospitalares e de urgência. Os procedimentos psiquiátricos realizados em hospital geral são registrados na AIH-1.008-5 – TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA EM HOSPITAL GERAL (POR DIA).03. 37.2 ATENDIMENTO EM REGIME DE HOSPITAL DIA – SAÚDE MENTAL O hospital-dia na assistência em saúde mental é um recurso intermediário entre a internação e o ambulatório. Não é permitido registro de permanência à maior nos Procedimentos Realizados em regime de Hospital DIA em Saúde Mental. não cabendo emissão de AIH-5. Havendo necessidade de continuidade do tratamento poderá ser emitida nova AIH – 1 sob autorização do gestor. uma para cada dia útil da semana. Para o registro deste procedimento na AIH não é necessário habilitação do estabelecimento em Psiquiatria. fibrose cística e HIV-AIDS. no máximo 45 dias corridos. Os cuidados em hospital-dia na assistência à saúde mental devem abranger um conjunto diversificado de atividades desenvolvidas em até 05 dias da semana (2ª a 6ª feira) com uma carga horária de 08 horas diárias para cada paciente.1 SERVIÇO DE URGÊNCIA PSIQUIÁTRICA EM HOSPITAL GERAL O serviço de urgência psiquiátrica em prontos socorros gerais deve funcionar 24 horas e contar com leitos de internação para até 72 horas e equipe multiprofissional. Somente podem ser efetuados registros dos procedimentos em regime de Hospital Dia em Saúde Mental as unidades previamente habilitadas. O número de leitos psiquiátricos em hospital geral não deve ultrapassar 10% da capacidade instalada do hospital. Desenvolve programas de atenção e cuidados intensivos por equipe multiprofissional. 66 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .1. Cada estabelecimento pode atender o máximo de 30 pacientes/dia.17. Os Procedimentos Realizados no hospital-dia são registrados por AIH-1.2 LEITOS DE PSIQUIATRIA EM HOSPITAL GERAL Os leitos psiquiátricos em hospital geral são de retaguarda hospitalar para os casos em que a internação se faz necessária.2 TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA HOSPITAL GERAL O tratamento em psiquiatria em hospitais gerais pode ser prestado nas seguintes condições: 37.17. para um máximo de 45 diárias.2. Na primeira linha da tela Procedimentos Realizados do SISAIH01 deve ser registrado o código do procedimento realizado e o quantitativo de diárias utilizadas no período de tratamento.001-8 DIAGNOSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGÊNCIA EM PSIQUIATRIA. o mesmo deve ser transferido para hospital especializado em tratamento psiquiátrico. 37. O procedimento a ser registrado é o 03. Se não houver condição de alta do paciente até 45 dias. O Procedimento a ser registrado é o 03.37.2.03. A quantidade permitida é de até 05 diárias. até um máximo de 30 leitos. não cabendo emissão de AIH-5. O sistema SIH calcula dias úteis para o tratamento de psiquiatria em Hospital-DIA.

que são unidades de Alta Complexidade e devem ter habilitação no CNES.01. ou. embolia pulmonar. ou.13. insuficiência renal. O tratamento de queimados pode ser realizado em Hospitais Gerais.008-2 TRATAMENTO DE MEDIO QUEIMADO 04. Este 67 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .01.ATENDIMENTO DE URGENCIA EM MEDIO E GRANDE QUEIMADO.  Queimaduras de 3º grau com até 10% da área corporal atingida. ou.38. 38.  Queimadura de mão e/ou pé.1 PEQUENO QUEIMADO Paciente com queimaduras de 1º e 2º graus com até10% da área corporal atingida. o limite de registro é de 01 por AIH. aumento do metabolismo e/ou perda de calorias.13. politrauma. infarto agudo. Podem ser realizados os procedimentos a seguir relacionados: CÓDIGO PROCEDIMENTO 04. choque.13. em Centros Intermediários de Assistência ou em Centros de Referência em Queimados.  Queimaduras de 3º grau com mais de 10% da área corporal atingida.009-0 TRATAMENTO DE PEQUENO QUEIMADO 04. perda de mais de 5% do peso corporal em cerca de 6 a 12 meses). ATENDIMENTO A PACIENTES QUEIMADOS A classificação do grau de extensão e gravidade para pacientes com queimaduras é a seguinte: 38. que reduz a perfusão capilar até um nível inferior aquele necessário para que seja mantida a viabilidade dos tecidos).001-5 QUEIMADO E GRANDE No procedimento 04. distúrbios de hemostasia.01. com área corporal atingida maior do que 25%. trauma craniano.2 MÉDIO QUEIMADO Paciente com:  Queimaduras de 1º e 2º graus. 38.001-5 .  Queimadura de períneo Paciente vítima de queimadura de qualquer extensão que tenha associada a esta queimadura uma ou mais das seguintes situações: lesão inalatória. com área corporal atingida entre 10% e 25%.01. insuficiência cardíaca.13. ou. insuficiência hepática. quadros infecciosos graves decorrentes ou não da queimadura.13. síndrome compartimental (Aumento da pressão no interior de um espaço osteofascial fechado. e doenças consuptivas (etiopatogenia relacionada à diminuição da ingesta calórica.01.006-6 TRATAMENTO DE GRANDE QUEIMADO ATENDIMENTO DE URGENCIA EM MEDIO 04.3 GRANDE QUEIMADO Paciente com:  Queimaduras de 1º e 2º graus. trauma elétrico.

ainda no serviço de urgência/emergência. Para registro deste código é necessário que o estabelecimento de saúde tenha leitos de UTI – Queimados cadastrados no SIH/SUS (portaria GM/MS n° 1274/2000). cirúrgicos e os curativos do paciente. A Diária de UTI em Queimados é registrada no SISAIH01 com o código 08. de acordo das normas específicas e nos limites e codificações constantes do SIGTAP. Quando registrado no SISAIH01 e SIHD. conforme a Portaria SAS/MS n. Os códigos para anestesia em paciente queimado são os mesmos constantes do SIGTAP.procedimento somente deve ser autorizado no primeiro atendimento ao paciente queimado. O tratamento de pacientes sob cuidados prolongados na AIH . Havendo necessidade de prorrogação das internações. 39. A abertura da AIH –5 é no primeiro dia do mês.007-4 TRATAMENTO DE INTERCORRENCIA DO PACIENTE MEDIO E GRANDE QUEIMADO tem valor de incremento no SIGTAP. especializados ou de apoio podem cadastrar leitos em cuidados prolongados e a habilitação é de responsabilidades do gestor local.4 INTERCORRÊNCIA DO PACIENTE MÉDIO E GRANDE QUEIMADO O procedimento 04. Centros de Referência em Assistência a Queimados – Alta Complexidade e Centros Intermediários de Assistência a Queimados.02.13.1 é de no máximo 45 dias. Qualquer hospital pode ter leitos de cuidados prolongados habilitados pelo Gestor Local.01. será utilizada a AIH-5. ou seja. ou de outro Centro de Referência. PACIENTES SOB CUIDADOS PROLONGADOS Os procedimentos para tratamento de pacientes sob cuidados prolongados somente podem ser registrados nas AIH de hospitais previamente habilitados. antes da transferência do paciente para a Unidade de Tratamento de Queimado do próprio hospital que prestou o primeiro atendimento. em qualquer fase. exceto nos centros de referência que podem registrar como procedimentos especiais. Não há código específico para queimado.1. está incluído no procedimento. cuidados clínicos. quando então deve ser solicitada AIH de Grande ou Médio Queimado. Cada AIH-5 permite o registro de até 31 68 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . assim como a nutrição enteral em Hospitais Gerais. desde que o 45º dia seja o último dia do mês. são responsáveis pelo registro das habilitações no SCNES. Hospitais gerais. para os estabelecimentos aptos a realizar os procedimentos de Cuidados Prolongados pelo SIH/SUS. O debridamento cirúrgico. será feita verificação de habilitação e só será aprovado se o estabelecimento for habilitado como Centros de Referência em Assistência a Queimados – Alta Complexidade e Centros Intermediários de Assistência a Queimados. Caso seja necessário o uso de albumina humana e nutrição parenteral deve ser registrada na tela Procedimentos Realizada do SISAIH01. que levará o mesmo número da AIH . 38. No procedimento estão incluídos os profissionais e serviços hospitalares.01.º 629/2006. depois de vencidas as 45 diárias. Desde a competência outubro de 2006 os gestores estaduais/municipais de saúde.011-3 e deve ser informada a quantidade em dias.

com vistas à reabilitação físico-funcional. 45 é o número máximo de dias para esta AIH 1.1. o paciente deve ser reavaliado para que permaneça depois do final do mês. não cabendo registros adicionais ou mudança de procedimento. e não tem mais validade máxima. óbito ou transferência. Se o 45º dia não for o último do mês. A AIH-1 pode ser apresentada qualquer quantidade de dias.  Pacientes sob cuidados permanentes: Aquele que teve esgotada todas as condições de terapia específica e que necessita de assistência médica ou cuidados permanentes. óbito ou transferência do paciente. O fechamento desta AIH-1 não é obrigatório. desde que o período de internamento até o último dia do 2º mês de internamento seja inferior a 45. A data de internação permanece a mesma da AIH-1. de outros cuidados de assistência e de reabilitação físico funcional por período prolongado. solicitar AIH 5. A data de inicio da internação constante da AIH-5 deve ser a da AIH . que se encontre em recuperação e necessite de acompanhamento médico. se o paciente internou até o dia 14 do mês. Pacientes sob Cuidados Prolongados são os que apresentam os seguintes quadros:  Paciente convalescente: Aquele submetido a procedimento clínico/cirúrgico. 15 dias após internação anterior. desde que inferior a 45. 69 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . no mínimo. ou a data da saída por alta. Somente pode ser emitida nova AIH . exceto para o caso de tratamento cirúrgico.  Paciente portador de múltiplos agravos à saúde: Aquele que necessita de cuidados médico-assistenciais permanentes e de terapia de reabilitação. não sendo permitida a emissão de AIH . No valor estipulado para atendimento de pacientes sob cuidados prolongados está previsto atendimento de intercorrências clínicas. No caso de permanência do paciente.  Paciente crônico: Aquele portador de patologia de evolução lenta. Deve fechar a AIH no último dia do mês e apresentar o número de diárias daquele primeiro mês de internamento e solicitar a AIH-5 que só pode ter no máximo 31 dias. ou portador de seqüela da patologia básica que gerou a internação e que necessita de cuidados médicos assistenciais permanentes. a cada 30 dias. quando o paciente permanecer internado. Somente é permitida a internação após autorização do Gestor Local. A alta pode ser por continuidade no último dia do mês com AIH com menos de 45 dias. que encaminhará ao Órgão Gestor. para avaliação por especialista que autoriza ou não a continuação da internação. para continuidade de tratamento. Na eventual necessidade de tratamento cirúrgico. A autorização para emissão de AIH-5 deve ser solicitada pelo Diretor Clínico.1.diárias. sendo o caráter da internação 1 (eletivo). A data de saída deve ser o último dia de cada mês. ou seja. mediante laudo médico. devendo ser emitidas AIH-5 quantas necessárias. até a alta. é permitida solicitação de nova AIH na especialidade respectiva.1 nos casos em que o paciente tenha alta hospitalar e a reinternação de longa permanência seja.

03.004-0 PROLONGADOS POR ENFERMIDADES DECORRENTES DA AIDS (POR DIA) TRATAMENTO DE PACIENTE SOB CUIDADOS 03. que eram remunerados por dia. portanto ser solicitada AIH5 para os pacientes. A Tuberculose com lesões extensas deve ser registrada com o mesmo código.03. podendo.17. TRATAMENTO DA TUBERCULOSE O registro das internações de tuberculose através de AIH é feito exclusivamente por intermédio do código específico com os diagnósticos principal e secundário pela CID/2010.006-7 PROLONGADOS POR ENFERMIDADES ONCOLÓGICAS (POR DIA) TRATAMENTO DE PACIENTE SOB CUIDADOS 03.13.03. 40.TRATAMENTO DA TUBERCULOSE (POR DIA).13.17. No caso do paciente precisar de UTI.03.03.13.01.03.008-3 PROLONGADOS EM HANSENÍASE (POR DIA) TRATAMENTO DE TUBERCULOSE (A15 A A19) 03.01.13. Somente os hospitais que tenham leitos cadastrados na especialidade Pneumologia Sanitários (Tisiologia) ou Pediatria podem apresentar AIH com o procedimento 03.03. Existiam também os procedimentos de tratamento 70 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .074-9 PROLONGADA Procedimentos que têm média de permanência são excludentes entre si com os que são remunerados por dia.Os procedimentos para pacientes sob cuidados prolongados são os seguintes de acordo com a patologia apresentada: CODIGO PROCEDIMENTO HABILITAÇÃO EXIGIDA 0905 TRATAMENTO DE PACIENTE SOB CUIDADOS 03.002-4 PROLONGADOS POR ENFERMIDADES CARDIOVASCULARES (POR DIA) ATENDIMENTO A PACIENTE SOB CUIDADOS 03.021-5 .009-3 TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA (POR DIA) Tem incremento MANUTENCAO DE ASSISTENCIA CIRCULATORIA 0801 e 0803 04. deve ser dado alta administrativa e emitida nova AIH.003-2 PROLONGADOS POR ENFERMIDADES PNEUMOLÓGICAS (POR DIA) TRATAMENTO DE PACIENTE SOB CUIDADOS PROLONGADOS POR ENFERMIDADES 03. Se houvesse necessidade de permanecer com o tratamento.03.005-9 PROLONGADOS POR ENFERMIDADES NEUROLÓGICAS (POR DIA) ATENDIMENTO A PACIENTE SOB CUIDADOS 03.01.03.007-7 0903 0901 0902 0904 0907 0906 Não exige habilitação Não exige habilitação TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA (CLASSIFICACAO PT GM Tem incremento 251/2002) 03.13.03.03.1 – ENCERRAMENTO ADMINISTRATIVO.13. Até dezembro de 2007 existiam os procedimentos de tratamento da tuberculose com Lesões Extensas.13. e a AIH com até 30 dias.021-5 03.03. Motivo de saída é o 5.13.007-5 OSTEOMUSCULARES E DO TECIDO CONJUNTIVO (POR DIA) TRATAMENTO DE PACIENTE SOB CUIDADOS 03.06. Este procedimento admite longa permanência.001-6 PROLONGADOS DEVIDO A CAUSAS EXTERNAS (POR DIA) TRATAMENTO DE PACIENTE SOB CUIDADOS 03. era emitida uma nova AIH.

Tratamento de patologia de rápida resolução não codificada na tabela. 43.007-0 CIRÚRGICA 03. Em casos passíveis de tratamentos ambulatoriais. por razões de natureza médica.03.001-0 Estes códigos devem ser utilizados nos seguintes casos: Em caso de alta a pedido. 41. com internação de curta permanência. e usar o código 03. Para registro dos procedimentos na AIH o hospital deve ter leitos cadastrados na especialidade de reabilitação. Com a tabela unificada.03.19. o regime de internação for o mais adequado ao paciente.01. após avaliação de equipe multiprofissional. Admitiam também registro de diária de UTI. conforme a Portaria GM/MS n.008-8 na AIH exige o diagnóstico principal e secundário pela CID 10. todos os procedimentos relativos à tuberculose foram unificados dando origem a um só procedimento com remuneração por dia. O Tratamento da Hanseníase com Lesões Extensas deve ser registrado na AIH com código 03.01.03. Diagnóstico não confirmado.06.TRATAMENTO EM REABILITAÇÃO. Não cabe Permanência a Maior em AIH emitida com o código do procedimento Diagnóstico e/ou Primeiro Atendimento.º 303/1992 estabeleceu as diretrizes e normas para o atendimento hospitalar para tratamento de reabilitação.008-8 MÉDICA DIAGNÓSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGÊNCIA EM CLÍNICA 03. PEDIÁTRICA E CIRÚRGICA O registro de Diagnóstico e/ou Primeiro Atendimento deve ser realizado de acordo com: CÓDIGO PROCEDIMENTO DIAGNÓSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGÊNCIA EM CLÍNICA PEDIÁTRICA DIAGNÓSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGÊNCIA EM CLÍNICA 03. DIAGNOSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGÊNCIA EM CLÍNICA MÉDICA.06. evasão ou transferência para outro hospital.º 164/1997 (CID: A30 e B92). Não cabe mudança de procedimento em AIH de Diagnóstico e/ou Primeiro Atendimento. com período de internação igual ou inferior a 24 (vinte e quatro) horas. TRATAMENTO EM REABILITAÇÃO Tem como objetivo o atendimento integral à pessoa portadora de deficiência quando.01.01. 42.001-9 . TRATAMENTO DA HANSENÍASE O registro das internações para Tratamento da Hanseníase – 03.de tuberculose remunerados por media de permanência e que admitiam permanência a maior. o procedimento solicitado deverá obrigatoriamente ser mudado para Diagnóstico e/ou Primeiro Atendimento na especialidade correspondente. 71 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . A Portaria SAS/MS n. identificados pela auditoria. Internação para investigação diagnóstica.06.008-3 – TRATAMENTO DE PACIENTES SOB CUIDADOS PROLONGADOS EM HANSENIASE.13.

a ser encaminhado ao Órgão Gestor do SUS para avaliação. quando o paciente permanecer internado. desde que o período de internamento até o último dia do 2º mês de internamento seja inferior a 45. A autorização para emissão de AIH-5 deverá ser solicitada pelo Diretor Clínico.04. O fechamento desta AIH-1 não é obrigatório. ATENÇÃO AO IDOSO A Portaria GM/MS n. 45 é o número máximo de dias para esta AIH-1.º 702/2002 organiza a implantação de Redes Estaduais de Assistência à Saúde do Idoso e as normas para o cadastramento de Centros de Referência em Assistência à Saúde do Idoso. Se o 45º dia não for o último do mês.03. TRATAMENTO CONSERVADOR EM NEUROLOGIA Conforme especificados na Portaria SAS/MS n. 723/2007: CÓDIGO 03.007-6 03.º 2.006-8 E NEOPLÁSICA 45. ou a data da saída por alta. Deve fechar a AIH no último dia do mês e apresentar o número de diárias daquele primeiro mês de internamento e solicitar a AIH-5 que só pode ter no máximo 31 dias. O procedimento 03.528/2006 aprova a Política Nacional da Pessoa Idosa e a Portaria GM/MS n.01.03.009-2 03.03.04.010-6 TRATAMENTO CONSERVADOR DO TRAUMATISMO RAQUIMEDULAR TRATAMENTO CONSERVADOR DA DOR REBELDE DE ORIGEM CENTRAL 03. A data de início da internação constante da AIH-5 deverá ser a mesma da AIH-1.007-4 – INTERNAÇÃO DOMICILIAR (POR DIA) deve ser utilizado para registro destes atendimentos na AIH. mediante laudo médico a cada 30 (trinta) dias.44. A AIH-1 pode ser 72 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .04. A data de encerramento da AIH deve ser o último dia de cada mês.03.03.04.03.03.529/2006.03.04.008-4 03.03. ou seja.04. o paciente deve ser reavaliado para que permaneça depois do final do mês. institui a Internação Domiciliar no SUS e altera a denominação dos procedimentos assistência domiciliar para internação domiciliar. a qual autorizará.04.º 2.04.011-4 03.006-8 PROCEDIMENTO TRATAMENTO CONSERVADOR DO TRAUMATISMO CRÂNIO ENCEFÁLICO (GRAU LEVE) TRATAMENTO CONSERVADOR DO TRAUMATISMO CRÂNIO ENCEFÁLICO (GRAU MÉDIO) TRATAMENTO CONSERVADOR DA HEMORRAGIA CEREBRAL TRATAMENTO CONSERVADOR DO TRAUMATISMO CRÂNIO ENCEFÁLICO GRAVE TRATAMENTO CONSERVADOR DO TRAUMATISMO RAQUIMEDULAR TRATAMENTO CONSERVADOR DA DOR REBELDE DE ORIGEM CENTRAL E NEOPLÁSICA Procedimentos clínicos de tratamento conservador de alta complexidade só podem ser registrados na AIH quando realizados por Serviço de Alta complexidade de Neurologia/Neurocirurgia habilitado em Trauma e Anomalias do Desenvolvimento: CÓDIGO PROCEDIMENTO TRATAMENTO CONSERVADOR DO TRAUMATISMO CRANIOENCEFALICO 03.04. A publicação da Portaria GM/MS n. a continuidade da internação.010-6 03. A data de internação permanece a mesma da AIH-1.05. ou não.º.011-4 GRAVE 03. óbito ou transferência.

O atendimento geriátrico em hospital dia deve ser registrado na tela de Procedimentos Realizados com os códigos abaixo: CÓDIGO 03. A internação domiciliar somente pode ser realizada em seguimento a uma internação hospitalar imediatamente anterior.002-5 PROCEDIMENTO ATENDIMENTO EM GERIATRIA (UM TURNO) ATENDIMENTO EM GERIATRIA (DOIS TURNOS) A AIH para atendimento em regime de Hospital Dia nos Centros de Referência à Saúde do Idoso tem a validade de até 30 dias. Somente os hospitais previamente autorizados podem realizar a internação domiciliar. 73 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . para os estabelecimentos aptos a realizar os procedimentos de Internação Domiciliar pelo SIH/SUS. portadores de doenças crônico-degenerativas agudizadas.529/2006. se o paciente internou até o dia 14 do mês. que são procedimentos especiais na AIH. A alta pode ser por continuidade no último dia do mês com AIH com menos de 45 dias. A internação domiciliar não pode exceder 31 dias. exceto em caso de transferência para unidade hospitalar. conforme Portaria SAS/MS n. devendo obrigatoriamente estar relacionada com o procedimento realizado que a precedeu.01.01. portadores de patologias que necessitem de cuidados paliativos e portadores de incapacidade funcional provisória ou permanente O registro de Internação Domiciliar é feito por meio de AIH pelo código 03. Deverão ser registrados.01.apresentada qualquer quantidade de dias.º 629/2006. domiciliares e do cuidado ao paciente. 46. Deve ser registrado no SISAIH01 o quantitativo dos dias utilizados no período do tratamento.09.09. são responsáveis pelo registro das habilitações no SCNES.007-4 e deve ser informado de forma obrigatória as consultas médicas realizadas. solicitar AIH-5.05. Caso seja necessária a continuidade do tratamento deve ser solicitada ao gestor a mudança para AIH-5. que institui a Internação Domiciliar no âmbito do SUS. Não é permitido o registro de Permanência a Maior. No caso de permanência do paciente. na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01 o código do procedimento realizado e o número de diárias utilizadas. quando será emitida nova AIH. por membro da equipe de saúde que expedirá laudo específico condicionando à condição da internação. Desde a competência outubro de 2006. A publicação da Portaria GM/MS n. sendo precedida de avaliação das condições familiares.º 2. os gestores estaduais/municipais de saúde. É vedada a internação domiciliar quando a internação hospitalar que a precedeu ocorrer por diagnóstico ou primeiro atendimento ou a qualquer outro procedimento com tempo médio de permanência inferior a 04 dias.001-7 03. estabelece as seguintes prioridades: As condições prioritárias para a internação domiciliar são: pacientes idosos. não podendo ultrapassar a quantidade máxima do procedimento que é de 31 dias. INTERNAÇÃO DOMICILIAR A internação domiciliar somente é permitida após avaliação médica e solicitação específica em laudo próprio. desde que inferior a 45.

no Menu . conforme necessidade detectada pela equipe básica. devendo ser composta por: fisioterapeuta. que requeiram a permanência do paciente no hospital por um período máximo de 12 horas. 01 Assistente Social. terapeuta ocupacional.  Planta física adequada para receber o paciente idoso. cirúrgicos.1 HOSPITAL DIA EM GERIATRIA Condições e requisitos específicos do estabelecimento de saúde para realização do atendimento:  Possuir estrutura assistencial para os idosos realizarem ou complementarem tratamentos médicos. Para os procedimentos nos quais a modalidade de atendimento hospital dia foi incluída com a Tabela Unificada não é exigido a habilitação. Somente pode ser efetuado registro de procedimentos em regime de Hospital Dia em Geriatria as Unidades previamente habilitadas. A AIH para atendimento em regime de Hospital Dia Geriátrico tem validade de 30 dias. O registro dos procedimentos de atendimento em regime de Hospital Dia.  Recursos Humanos: . 02 Enfermeiros.47. equipada com todos os aparelhos necessários para garantir o cumprimento dos planos terapêuticos indicados. terapêuticos. nutricionista. cirúrgicos. 07 Auxiliares de Enfermagem. Os procedimentos que exigem habilitação em hospital dia podem ser obtidos nos relatórios disponíveis no SIGTAP web ou desktop. Não é permitida registro de permanência à maior nos procedimentos de atendimento em regime de hospital dia cirúrgicos. fonoaudiólogo. 47.01 Geriatra. outros membros da equipe multiprofissional ampliada e equipe consultora.Relatórios – Relacionamentos – Procedimento X Habilitação. farmacêutico e odontólogo. poderá ser emitida nova AIH-1. Não será permitido registro de permanência à maior nos procedimentos de Atendimento em regime de Hospital Dia – Geriátrico.  A equipe multiprofissional ampliada não necessita ser exclusiva do serviço. HOSPITAL DIA Hospital Dia é a assistência intermediária entre a internação e o atendimento ambulatorial. diagnósticos e terapêuticos. 47. mediante autorização do gestor. psicólogo. diagnósticos e terapêuticos.2 HOSPITAL DIA EM FIBROSE CÍSTICA Somente pode ser efetuado registro dos procedimentos de Atendimento em regime de Hospital Dia em Fibrose Cística as Unidades 74 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . diagnósticos e terapêuticos é efetuado na AIH. diagnósticos e terapêuticos por Unidades previamente habilitadas. Somente podem ser efetuados registros de procedimentos de atendimento em regime de Hospital Dia cirúrgicos. Caso a continuidade do tratamento seja necessária. fisioterápicos ou de reabilitação. para realização de procedimentos clínicos.

nos campos procedimento principal solicitado e realizado o procedimento 05. MÁXIMA 480 240 5 720 10 CICLOSPORINA 50MG (POR CAPSULA) CICLOSPORINA 100MG (POR CAPSULA) CICLOSPORINA 100MG/ML SOLUCAO ORAL CICLOSPORINA 25MG (POR CAPSULA) CICLOSPORINA 50 MG INJETAVEL (POR 06.  05.003-8 06. A quantidade máxima de utilização de Ciclosporina por AIH é de: CÓDIGO 06.03. As compatibilidades e as quantidades máximas podem ser consultadas no SIGTAP. e necessita autorização no Laudo de Solicitação/Autorização de Procedimentos Especiais e/ou Mudança de Procedimento. As AIH. TRANSPLANTES 49. pelo máximo de 30 dias corridos.001-4 . referentes a estes procedimentos deverão ser emitidas em nome do doador registrando na tela Identificação da Internação.ACOES RELACIONADAS À DOAÇAO DE ORGAOS TECIDOS REALIZADAS POR EQUIPES DE OUTRO ESTABELECIMENTO DE SAUDE: utilizado quando realizadas por equipe profissional de outro estabelecimento diferente daquela que iniciou o processo de doação. 48. REGISTRO DE MEDICAMENTOS NA AIH Os medicamentos que são procedimentos especiais na AIH têm as compatibilidades com o procedimento principal informado e elas são criticadas nos sistemas SISAIH01 e SIHD.03.1 AÇÕES RELACIONADAS À DOAÇÃO DE ÓRGÃOS TECIDOS Os procedimentos destinados a identificar as Ações Relacionadas à Doação de Órgãos.01.02.01. Caso seja necessária a continuidade do tratamento poderá ser emitida nova AIH-1.1 CICLOSPORINA O registro na AIH deve ser feito na tela Procedimentos Realizados.001-1 06.02.02.previamente habilitadas e que comprovadamente realizem atendimento ambulatorial especializado ao portador de Fibrose Cística.03.01.03. mediante autorização do gestor.02.03. Tecidos subdividem-se em:  05.03.002-0 06.03.001-4 75 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . TECIDOS: deve ser usado quando realizadas por equipe profissional do próprio hospital.005-4 FRASCO-AMPOLA) 49.03.ACOES RELACIONADAS À DOACAO DE ORGAOS.002-2 . As diárias são pagas por no máximo 05 dias úteis por semana. 48.02. Não é permitido registro de permanência à maior nos procedimentos de atendimento em regime de Hospital Dia em Fibrose Cística.004-6 MEDICAMENTO QUANT.

impede o processamento da AIH.12 Busca Ativa de Órgãos e incluiu as novas habilitações no SCNES referente a Transplantes: Código Descrição 24. 05.06.01. 05.06.01.20 24.01.01. pois integram o procedimento 05.03. de acordo com as compatibilidades a seguir.01. 05.Ações relacionadas à doação de órgãos.01. Todos os procedimentos do Grupo 05 do SIGTAP são financiados com recursos extra teto dos Estados.06. Portaria SAS/MS n. TECIDOS REALIZADAS POR EQUIPE DE OUTRO ESTABELECIMENTO DE SAUDE.ACOES RELACIONADAS À DOAÇÃO DE ORGAOS.005-7 Exame complementar para diagnóstico de morte encefálica Consiste na realização de 01 dos exames previstos na resolução vigente do Conselho Federal de Medicina (CFM).06.005-7 . Este atributo complementar vai identificar os procedimentos principais que exigem que na AIH sejam informados os procedimentos secundários compatíveis com o principal. concomitante a pelo menos um dos exames previstos na resolução do Conselho Federal de Medicina.01.002-2.01. A Portaria SAS/MS n.03. Estes exames podem ser realizados por meio de Serviço de Telemedicina.06.005-7 .001-4. os procedimentos especiais constantes dessas ações.01. Com vistas a auxiliar no controle dos gestores.004-9 Eletroencefalograma para diagnóstico de morte encefálica Foi excluída a compatibilidade dos procedimentos 05. tecidos e células para transplante.001-4 .º 510/2010 incluiu o procedimento a seguir descrito: 05. A não informação destes procedimentos.06.06. TECIDOS ou 05.002-2.003-0 Eco doppler colorido cerebral para diagnóstico de morte encefálica 05. quando for exigido no SIGTAP.002-2 Cintilografia radioisotópica cerebral para diagnóstico de morte encefálica 05.01. Este procedimento 05.21 Retirada de Órgãos e Tecidos Banco de Multitecidos 76 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . foi incluído no SIGTAP o atributo complementar de código 26 . Estes dois procedimentos têm valor zerado na AIH e são pagos os procedimentos realizados com o valor definido no SIGTAP.06.06.01.06.01.º 511 de 27 de setembro de 2010 excluiu do SCNES a habilitação 24.01.03.Exame complementar para diagnóstico de morte encefálica deve ser registrado na AIH do doador. e na tela Procedimentos Realizados. com o objetivo de caracterizar a morte encefálica.005-7 é compatível com o procedimento 05.Exame complementar para diagnóstico de morte encefálica.001-4 .EXIGE REGISTRO DE PROCEDIMENTOS SECUNDÁRIOS COMPATÍVEIS.06.001-4 Angiografia cerebral para diagnóstico de morte encefálica (4 vasos) 05.Ações relacionadas a doação de órgãos.01.004-9 com o procedimento 05. 05.06. conforme o caso.ACOES RELACIONADAS À DOAÇÃO DE ORGAOS.003-0. cujos recursos são provenientes do Fundo de Ações Estratégicas e Compensação (FAEC). ao quais a partir desta Portaria têm o valor zero. tecidos e células para transplante. O procedimento 05.

Ações Relacionadas à doação de órgãos. com os seguintes perfis: 77 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .Não é necessário renovar a habilitação 24. pois os estabelecimentos de saúde constantes no anexo da Portaria SAS/MS n. da Forma de Organização 01 .º 511/10 estarão automaticamente habilitadas.20 (Retirada de Órgãos e Tecidos).01. Podem ser solicitadas novas autorizações desde que haja solicitação dos gestores locais de saúde.03.Transplante da Tabela de Serviço Especializado/Classificação/CBO do SCNES.20 pode ocorrer a pedido do estabelecimento de saúde ou a critério da CNCDO em caso de inobservância de quaisquer dispositivos da Lei 9. A exclusão da habilitação 24. sendo incluído no SCNES.Ações para Doação e Captação de Órgãos e Tecidos conforme se segue: Cod.434/1997. tecidos e células dos procedimentos inseridos neste Subgrupo e em sua Forma de Organização conforme se segue: Subgrupo 03 Forma de Organização 01 05.Ações Relacionadas à Doação de órgãos. tecidos e células do Grupo 05 -Transplante de órgãos.001-4 05. realizadas por equipe de outro estabelecimento de saúde.002-2 Ações relacionadas à doação de órgãos e tecidos para transplante Ações relacionadas à doação de órgãos e tecidos para transplante Ações relacionadas à doação de órgãos e tecidos para transplante Ações relacionadas à doação de órgãos e tecidos para transplante. tecidos e células. Também foi incluído no serviço especializado 149 . Descrição Serv. do serviço 149 Transplante Cod. Descrição Class. A Portaria definiu como estabelecimento de saúde notificante de morte encefálica ou coração parado o estabelecimento com cadastro atualizado no SCNES de acordo com a legislação vigente. Houve também alteração da denominação do Subgrupo 03 . garantido o direito a ampla defesa e ao contraditório. a classificação 015 . Classificação 015 da Grupo CBO 2231* 2235* 251510 251520 Descrição Todos os médicos Todos os enfermeiros Psicólogo clínico Psicólogo hospitalar 1 Ações para doação e captação de órgãos e 2 tecidos 3 4 5 6 7 8 251605 Assistente Social 223410 221105 221205 Farmacêutico bioquímico Biólogo Biomédico *Refere-se a qualquer profissional dentro da família da Classificação Brasileira de Ocupação (CBO).03.01.

a) Perfil de assistência capaz de gerar notificação de óbitos com potencial de doação apenas de tecidos (óbito com coração parado); b) Perfil de assistência compatível com a identificação e notificação de morte encefálica qual seja: 1. Dispor de médico capacitado a realizar o exame clínico descrito no Protocolo de morte encefálica, conforme Resolução do Conselho Federal de Medicina vigente e com o Regulamento Técnico do SNT (Portaria GM/MS n.º 2.600 de 21 de outubro de 2009). 2. Dispor de aparelho de suporte a ventilação mecânica respirador/ventilador mecânico. A partir da Portaria SAS/MS n.º 511/10 os estabelecimentos de saúde definidos como notificantes de morte encefálica ou coração parado, e que podem realizar as ações definidas como de doação e captação de órgãos e tecidos, inclusive os bancos de tecidos, bem como os estabelecimentos autorizados pela Coordenação Geral do Sistema Nacional de Transplante (CGSNT) a realizar retiradas e/ou transplantes devem cadastrar no SCNES como SUS o serviço/classificação:149/015 - TRANSPLANTE/AÇÕES PARA DOAÇÃO E CAPTAÇÃO DE ÓRGÃOS E TECIDOS. É importante atentar para o fato de que todos os procedimentos constantes da Portaria SAS/MS n.º 511/10 serão pagos pela fonte de remuneração SUS de acordo com a Tabela de Procedimentos SUS vigente, mesmo quando o estabelecimento de saúde não for conveniado ao SUS. Desde a competência novembro de 2010 fica definido que os estabelecimentos de saúde notificantes devem ter o registro em seus respectivos CNES de serviços especializados que constam da lista abaixo para realização de pelo menos um dos exames necessários para avaliação de morte encefálica:
Cod Descrição do serviço serv Class. Descrição da classificação 001 121 Diagnóstico por imagem 007 002 008 122 Diagnóstico. Por métodos gráficos/dinâmicos 004 008 001 151 Medicina Nuclear 003 Medicina Nuclear In vivo por telemedicina Radiologia Radiologia por telemedicina Ultra-sonografia Ultra-sonografia por telemedicina Exame eletroencefalográfico Exame eletroencefalográfico por telemedicina Medicina Nuclear In vivo

Estes estabelecimentos devem dispor também do serviço especializado abaixo para a realização dos exames sorológicos e imunológicos: Sorologia e tipagem sanguínea.
Cod serv Descrição do serviço 145 Class Descrição da classificação Exames sorológicos e imunológicos

Diagnóstico por laboratório clínico 003

No entanto, está liberado para todos os estabelecimentos de saúde integrantes ou não do SUS e definidos como notificantes, e que não sejam autorizados a realizarem retiradas e ou transplantes podem realizar e receber
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pelo SUS os procedimentos da tabela abaixo. Para os estabelecimentos de saúde notificantes autorizados pela CGSNT a realizar retiradas de órgãos e tecidos e ou transplantes, poderão apresentar para faturamento além dos procedimentos descritos, os procedimentos referentes às retiradas.
Código 05.01.06.001-4 05.01.06.002-2 05.01.06.003-0 05.01.06.004-9 05.01.06.005-7 05.01.07.002-8 05.01.07.003-6 05.02.01.001-0 05.02.01.002-9 05.03.03.001-5 05.03.04.001-0 05.03.04.004-5 05.03.04.005-3 05.03.04.006-1 05.03.04.008-8 05.06.01.005-8 ANGIOGRAFIA CEREBRAL ENCEFÁLICA (4 VASOS) Procedimento PARA DIAGNÓSTICO DE MORTE

CINTILOGRAFIA RADIOISOTÓPICA CEREBRAL PARA DIAGNÓSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA ECO DOPPLER COLORIDO CEREBRAL PARADIAGNÓSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA ELETROENCEFALOGRAMA ENCEFÁLICA EXAME COMPLEMENTAR ENCEFÁLICA PARA PARA DIAGNÓSTICO DIAGNÓSTICO DE DE MORTE MORTE

SOROLOGIA DE POSSÍVEL DOADOR DE ÓRGÃOS OU TECIDOS EXCETO CÓRNEA TIPAGEM SANGUÍNEA ABO E OUTROS EXAMES HEMATOLÓGICOS EM POSSÍVEL DOADOR DE ÓRGÃOS AVALIAÇÃO CLÍNICA DE MORTE ENCEFÁLICA EM MAIOR DE 2 ANOS AVALIAÇÃO CLÍNICA DE MORTE ENCEFÁLICA EM MENOR DE 2 ANOS MANUTENÇÃO HEMODINÂMICA DE POSSÍVEL DOADOR E TAXA DE SALA PARA RETIRADA DE ÓRGÃOS COORDENAÇÃO DE SALA CIRÚRGICA PARARETIRADA DE ÓRGÃOS E TECIDOS PARA TRANSPLANTE DIÁRIA DE UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA DE PROVÁVEL DOADOR DE ÓRGÃOS ENTREVISTA FAMILIAR PARA DOAÇÃO DEÓRGÃOS DE DOADORES EM MORTE ENCEFÁLICA ENTREVISTA FAMILIAR PARA DOAÇÃO DEÓRGÃOS DE TECIDOS DE DOADORES COMCORAÇÃO PARADO CAPTAÇÃO DE ÓRGÃO EFETIVAMENTET R A N S P L A N TA D O AVALIAÇÃO DO DOADOR FALECIDO DE ÓRGÃOS OU TECIDOS PARA TRANSPLANTES

O procedimento Captação de órgão efetivamente transplantado é compatível com o procedimento 05.03.01.001-4 - Ações relacionadas à doação de órgãos, tecidos para transplante. As Centrais de Notificação, Captação e Distribuição de Órgãos (CNCDO) tem a responsabilidade de informar ao estabelecimento de saúde notificante a efetivação do transplante do órgão para que este estabelecimento possa apresentar para processamento o procedimento 05.03.01.001-4 CAPTAÇÃO DE ÓRGÃO EFETIVAMENTE TRANSPLANTADO. A habilitação de código 24.20 - Retiradas de órgãos e tecidos e o serviço 149/015 foram incluídos nos procedimentos abaixo. Estes procedimentos devem ser realizados pelos estabelecimentos e equipes autorizadas pela CGSNT/DAE/SAS/MS a realizar as retiradas de órgãos e tecidos.
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MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011

CÓDIGO

DESCRIÇÃO

05.03.03.002-3 RETIRADA DE CORAÇÃO (P/ TRANSPLANTE) 05.03.03.003-1 RETIRADA DE CORAÇÃO PARA PROCESSAMENTO DE VÁLVULA/TUBO VALVADO (P/TRANSPLANTE) 05.03.03.004-0 RETIRADA DE FÍGADO (P/ TRANSPLANTE) 05.03.03.005-8 RETIRADA DE GLOBO OCULAR UNI/BILATERAL P/ TRANSPLANTE) 05.03.03.006-6 RETIRADA DE PÂNCREAS (P/ TRANSPLANTE) 05.03.03.007-4 RETIRADA DE PULMÕES (P/ TRANSPLANTE) 05.03.03.008-2 RETIRADA UNI/BILATERAL DE RIM (P/TRANSPLANTE) - DOADOR FALECIDO 05.03.03.009-0 RETIRADA DE TECIDO ÓSTEO-FASCIO-COND R O - L I G A M E N TO S O 05.03.03.010-4 RETIRADA DE PELE (P/ TRANSPLANTE) 05.03.04.002-9 DESLOCAMENTO INTERESTADUAL DE EQUIPE PROFISSIONAL PARA RETIRADA DE ÓRGÃOS 05.03.04.003-7 DESLOCAMENTO DE EQUIPE PROFISSIONALPARA RETIRADA DE ÓRGÃOS INTERMUNIC I PA L

Para os procedimentos referentes às Ações de Doação e Captação de Órgãos e Tecidos não incide a critica de especialidade de leito e controle da taxa de ocupação. As AIH e APAC referentes aos procedimentos de do Grupo 05 do SIGTAP devem ser encerradas com o código da tabela auxiliar de motivo de saída/permanência: 2.5 - POR PROCESSO DE DOAÇÃO DE ÓRGÃOS, TECIDOS E CÉLULAS - DOADOR MORTO. As retiradas dos órgãos e/ou tecidos para transplantes, só podem ser realizadas por profissionais/equipes autorizadas pela CGSNT/DAE/SAS/MS e designadas pela respectiva. A relação dos estabelecimentos de saúde notificantes está disponível no endereço eletrônico www.saude.gov. br/ transplante. Os procedimentos especiais compatíveis com a informação dos dois códigos 05.03.01.002-2 e 05.03.01.001-4 e que, portanto podem ser registrados nas linhas da tela Procedimentos Realizados do SISAIH01 são os constantes da tabela abaixo: CÓDIGO
05.01.06.001-4 05.01.06.002-2 05.01.06.003-0 05.01.06.004-9 05.01.07.003-6 05.02.01.001-0 05.02.01.002-9 05.03.03.001-5 05.03.03.002-3 05.03.03.003-1

PROCEDIMENTO
ANGIOGRAFIA CEREBRAL P/ DIAGNÓSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA (4 VASOS) CINTILOGRAFIA RADIOISOTÓPICA CEREBRAL P/ DIAGNOSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA ECO DOPPLER COLORIDO CEREBRAL P/ DIAGNOSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA ELETROENCEFALOGRAMA P/ DIAGNOSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA TIPAGEM SANGUÍNEA ABO E OUTROS EXAMES HEMATOLÓGICOS EM POSSÍVEL DOADOR DE ÓRGÃOS AVALIAÇÃO CLINICA DE MORTE ENCEFÁLICA EM MAIOR DE 2 ANOS AVALIAÇÃO CLINICA DE MORTE ENCEFÁLICA EM MENOR DE 2 ANOS MANUTENÇÃO HEMODINÂMICA DE POSSÍVEL DOADOR E TAXA DE SALA P/ RETIRADA DE ÓRGÃOS RETIRADA DE CORAÇÃO (P/ TRANSPLANTE) RETIRADA DE CORAÇÃO P/ PROCESSAMENTO DE VÁLVULA / TUBO
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005-3 .04.04.04.003-0 07.03.004-0 05. Pode ser emitida AIH para esta ação. Caso a família recuse a doação.02. 49.03. Captação e Distribuição de Órgãos (CNCDO).12.03. tecidos e células registrando na tela “Procedimentos Realizados” o procedimento 05.ENTREVISTA FAMILIAR PARA DOAÇÃO DE ÓRGÃOS E OU TECIDOS PARA TRANSPLANTE e os exames para diagnóstico de morte cerebral. caso tenham sido realizados.005-8 05. e para que possa ser iniciado o processo de doação de órgãos deve ser realizada entrevista familiar que busca avaliar a posição dos entes do possível doador quanto à decisão sobre autorizar ou não a doação.04.02.004-9 07.05.03.03.04.04.03.03. deve ser encerrada a AIH das Ações relacionadas à doação de órgãos.03.006-5 VALVADO/ TRANSPLANTE RETIRADA DE FÍGADO (P/ TRANSPLANTE) RETIRADA DE GLOBO OCULAR UNI / BILATERAL (P/ TRANSPLANTE) RETIRADA DE PÂNCREAS (P/ TRANSPLANTE) RETIRADA DE PULMÕES (P/ TRANSPLANTE) RETIRADA UNI / BILATERAL DE RIM (P/ TRANSPLANTE) COORDENAÇÃO DE SALA CIRÚRGICA P/ RETIRADA DE ÓRGÃOS E TECIDOS P/ TRANSPLANTE DESLOCAMENTO INTERESTADUAL DE EQUIPE PROFISSIONAL P/ RETIRADA DE ÓRGÃOS DESLOCAMENTO DE EQUIPE PROFISSIONAL P/ RETIRADA DE ÓRGÃOS – INTERMUNICIPAL DIÁRIA DE UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA DE PROVÁVEL DOADOR DE ÓRGÃOS ENTREVISTA FAMILIAR P/ DOAÇÃO E/ OU TECIDOS P/ TRANSPLANTE PROCESSAMENTO DE VÁLVULA CARDÍACA HUMANA PROCESSAMENTO DE TUBO VALVADO CARDÍACO HUMANO LIQUIDO DE PRESERVAÇÃO DE CORAÇÃO P/ TRANSPLANTE (LITRO) LIQUIDO DE PRESERVAÇÃO DE FÍGADO P/ TRANSPLANTE (LITRO) LIQUIDO DE PRESERVAÇÃO DE PÂNCREAS P/ TRANSPLANTE (LITRO) LIQUIDO DE PRESERVAÇÃO DE PULMÃO P/ TRANSPLANTE (LITRO) LIQUIDO DE PRESERVAÇÃO DE RIM P/ TRANSPLANTE (LITRO) LIQUIDO DE PRESERVAÇÃO PARA TRANSPLANTE DA CÓRNEA (20 ML) 49.03.004-5 05.12. 49.02.03. No caso de doador coração-parado.12.001-4 07.04.003-7 05.005-3 05.03.008-2 05.002-7 07. independentemente do número de órgãos retirados.2 DIAGNÓSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA Os exames clínicos e complementares e respectivos quantitativos para o diagnóstico de morte encefálica são definidos de acordo com as legislações vigentes (Resolução do Conselho Federal de Medicina e Decretos).001-9 05.03.12.02.03.007-4 05.03.04.02.12.3 ENTREVISTA FAMILIAR Havendo o diagnóstico de morte cerebral confirmado.006-6 05.MANUTENCAO HEMODINAMICA DE POSSIVEL DOADOR E TAXA DE SALA P/ RETIRADA DE ORGAOS deve ser registrado apenas uma única vez (quantidade máxima 01) na AIH em nome do doador.002-9 05.001-0 05.03.03.002-2 07. somente poderá ser emitida AIH com o procedimento Entrevista Familiar se pelo menos a retirada do globo ocular efetivamente ocorrer e após notificação à Central de Notificação.005-7 07.001-5 .03.4 MANUTENÇÃO HEMODINÂMICA DE POSSÍVEL DOADOR E TAXA DE SALA PARA RETIRADA DE ÓRGÃOS O procedimento 05. com apenas este procedimento especial. 81 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .03.03.03.02.12.

exceto para córnea. por equipe profissional. autorizada pelo Sistema Nacional de Transplantes (SNT). TECIDOS E CELULAS realizadas por equipe de outro Estabelecimento de Saúde.003-7 .03. por atendimento das demandas estaduais.92% e ao 2º cirurgião o valor correspondente ao percentual de 23.03. com distância acima de 100 km. para retirada de órgãos de doador morto. para realizar o processamento das válvulas cardíacas e pedículos venosos para posterior transplante.  05.DESLOCAMENTO INTERESTADUAL DE EQUIPE PROFISSIONAL P/ RETIRADA DE ORGAOS: este procedimento destina-se à remuneração de equipe profissional. acima de 100 km. 82 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .03. por atendimento a demandas interestaduais.6 DESLOCAMENTO DE EQUIPE PROFISSIONAL PARA RETIRADA DE ÓRGÃOS Os procedimentos de deslocamento de Equipe Profissional p/ Retirada de Órgãos referem-se ao atendimento.03.COORDENACAO DE SALA CIRURGICA P/ RETIRADA DE ORGAOS E TECIDOS P/ TRANSPLANTE deve ser registrado apenas uma única vez (quantidade máxima 01) na AIH em nome do doador. Cabe ao 1º cirurgião o valor correspondente ao percentual de 76. para retirada de órgãos de doador morto.002-9 .005-8 – RETIRADA DE GLOBO OCULAR UNI/BILATERAL PARA TRANSPLANTE. o SISAIH01 não abre tela de equipe. com distância. que devem ser encaminhadas ao Banco de Válvulas definido pela CNCDO. embora cada retirada possa dar origem a mais de um procedimento de processamento. e subdivide-se em:  05. Este procedimento só pode ser registrado uma vez.7RETIRADA DO CORAÇÃO PARA PROCESSAMENTO VÁLVULAS/TUBO VALVADO PARA TRANSPLANTE DE Esse procedimento destina-se a obtenção de válvulas cardíacas.DESLOCAMENTO DE EQUIPE PROFISSIONAL P/ RETIRADA DE ORGAOS INTERMUNICIPAL: o valor deste procedimento destina-se a remuneração de equipe profissional. mas é obrigatório informar CPF e CBO.08% do valor do procedimento.001-0 .03. O mesmo vale para o procedimento 05.04. exceto para córnea e rim. Os procedimentos de Deslocamento devem ser registrados somente em AIH em nome do doador com o procedimento principal 05.001-4 ACOES RELACIONADAS À DOACAO DE ORGAOS.03.04.01. O procedimento 05. independentemente do número de órgãos retirados. para possibilitar a retirada de órgãos de doador morto.5 COORDENAÇÃO SALA CIRÚRGICA PARA RETIRADA DE ÓRGÃOS E TECIDOS PARA TRANSPLANTE Envolve os atos necessários à viabilização da retirada de órgãos e tecidos para transplante. 49. desde que realizadas em estado e/ou município distintos dos da origem da equipe. Nestes dois casos.49.04. 49.

03. Tecidos e Células realizadas por equipe de outro Estabelecimento de Saúde. 05.03. realizada em Banco de Tecidos autorizado pelo SNT.01. preservação. O valor do procedimento inclui insumos necessários à execução de todo processamento.8. A AIH é em nome do doador. para posterior transplante. As habilitações dos procedimentos 05.03. TECIDOS E CELULAS. A AIH é em nome do doador. A AIH é em nome do doador. de acordo com os órgãos efetivamente retirados.9 LÍQUIDOS DE PRESERVAÇÃO DE ÓRGÃOS Os líquidos de preservação de órgãos e/ou tecidos. Não é permitido o registro concomitante na AIH do hospital onde se realiza a retirada ou em AIH do hospital de origem das equipes. O Banco de Olhos só pode apresentar em APAC e não AIH. Tecidos e Células considerando as seguintes situações: No caso do Líquido de Preservação utilizado pertencer ao próprio hospital em que se realiza a retirada de órgãos. utilizados conforme os órgãos efetivamente retirados devem ser registrados como procedimentos especiais na AIH com procedimento principal . 49.1 PROCESSAMENTO DE TUBO VALVADO CARDÍACO HUMANO Refere-se ao fracionamento.49.AÇÕES RELACIONADAS À DOACAO DE ORGAOS.001-4 – AÇÕES RELACIONADAS À DOACAO DE ORGAOS. O valor do procedimento inclui insumos necessários à execução de todo processamento. No caso do Líquido de Preservação ser levado de outros hospitais pelas equipes profissionais que farão a retirada de órgãos. o procedimento deve ser registrado na AIH das Ações Relacionadas à Doação de Órgãos.8 PROCESSAMENTO DE VÁLVULA/TUBO VALVADO CARDÍACO HUMANO Os procedimentos especiais Processamento de Válvulas e de Tubo Valvado devem ser registrados pelo Banco de Válvulas Cardíacas nas AIH das Ações Relacionadas à Doação de Órgãos.8.Ações Relacionadas à Doação de Órgãos. 49. Tecidos e Células. preservação. embalagem e armazenamento de válvula cardíaca humana. os procedimentos referentes aos mesmos devem ser registrados na tela de Procedimentos Realizados da AIH de Ações Relacionadas à Doação de Órgãos. 49. embalagem e armazenamento de tubo valvado cardíaco humano. Na AIH ele é terceiro do hospital. 83 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .005-8 – RETIRADA DE GLOBO OCULAR UNI/BILATERAL PARA TRANSPLANTE exigem as habilitações 2412 . TECIDOS E CELULAS REALIZADAS POR EQUIPE DE OUTRO ESTABELECIMENTO DE SAÚDE e 05.01.03.002-2 .SNT.2 PROCESSAMENTO DE VÁLVULA CARDÍACA HUMANA Refere-se ao fracionamento. realizado em Banco de Tecidos autorizado pelo Sistema Nacional de Transplantes . A AIH é em nome do doador.Busca ativa de órgãos ou 2413 – Banco de tecido ocular humano. Tecidos e Células.

são os seguintes: CÓDIGO PROCEDIMENTO 05. TECIDOS E CÉLULAS e na tela Procedimentos Realizados. Estes procedimentos não permitem registro de outro procedimento principal na 84 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .03. somente pode ser registrado o procedimento 05.º 1480/1997 do CFM.03.04. As AIH. Na tela Procedimentos Realizados devem ser registrados os códigos dos procedimentos especiais realizados.01. Em ambas as situações.001-4 . Os procedimentos relativos às atividades relacionadas à avaliação e diagnóstico de morte cerebral de possível doador de órgãos e tecidos. No caso de doador coração-parado.01. o código 05.92% do procedimento no SIGTAP e para o segundo cirurgião 23.01.02. em conformidade com o estabelecido na Resolução n.01.01.001-8 – CONTAGEM DE CELULAS ENDOTELIAIS DA CORNEA. TECIDOS E CÉLULAS pode ocorrer quando realizadas atividades em duas situações: doador em morte cerebral e doador coração-parado.12 DOADOR EM MORTE CEREBRAL. o procedimento especial 05.002-6 – PROCESSAMENTO DE CORNEA/ESCLERA.002-9 AVALIAÇÃO CLÍNICA DE MORTE ENCEFÁLICA DE MENOR DE 2 ANOS 05.002-9 ou o código 05. Estes dois códigos não podem ser registrados. e na tela Procedimentos Realizados o código 05.01.04.003-4 – SEPARACAO BIOMICROSCOPICA DA CORNEA e/ou 05.11 PROCESSAMENTO DE CÓRNEA/ESCLERA Neste procedimento estão incluídos todos os procedimentos necessários em nível hospitalar e ambulatorial – Separação e Avaliação Biomicroscópica da Córnea/Esclera e Contagem Endotelial da Córnea.ENTREVISTA FAMILIAR P/ DOAÇÃO DE ÓRGÃOS E/OU TECIDOS P/TRANSPLANTE se.001-4 .001-4 . 49.02.10 PROCEDIMENTOS DE RETIRADA DE ÓRGÃOS Os procedimentos especiais de retiradas de órgãos só têm valor na fração SP.AÇÕES RELACIONADAS À DOAÇÃO DE ÓRGÃOS.49.01.002-9 e 05.001-0 AVALIAÇÃO CLÍNICA DE MORTE ENCEFÁLICA DE MAIOR DE 2 ANOS Para o registro dos procedimentos dos 05. a retirada de córneas efetivamente ocorrer. 49.01.001-0 deve ser emitida AIH em nome do doador e registrado nos campos Procedimento Solicitado e Procedimento Realizado o código 05. DOADOR CORAÇÃO PARADO E AVALIAÇÃO DE MORTE CEREBRAL O registro do procedimento 05.02.001-0. concomitantemente na mesma AIH.03.04.005-3 .03.AÇÕES RELACIONADAS À DOAÇÃO DE ÓRGÃOS. pelo menos.AÇÕES RELACIONADAS À DOAÇÃO DE ÓRGÃOS.0401. conforme a idade do doador. referentes a este procedimento devem ser emitidas em nome do doador.02.01. que tem o valor zerado e na tela Procedimentos Realizados.02. TECIDOS E CÉLULAS. registrando na tela Identificação da Internação no campo procedimento solicitado e realizado o procedimento 05.01.02. registrado no campo Procedimento Solicitado e Procedimento Realizado da tela Identificação da Internação.01.08% deste valor. os procedimentos devem ser registrados em AIH em nome do doador. Para a remuneração do primeiro cirurgião o sistema calcula 76.

o registro na mesma AIH de procedimentos especiais que comprovam a morte cerebral. no entanto.004-5 . 6º.1.13. conforme abaixo especificado: a. b. serão necessárias ações por parte do hospital e da equipe profissional para a da manutenção hemodinâmica do doador e para a retirada de órgãos: O processo de retirada de órgãos pode ocorrer em uma das seguintes situações abaixo: 49. Os exames complementares a serem observados para constatação de morte encefálica deverão demonstrar de forma inequívoca: a. Os exames complementares serão utilizados por faixa etária.mesma AIH. tecidos e células: 49. a AIH deve ser emitida em nome do doador registrando-se nos campos Procedimentos Solicitados e realizados da tela 85 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .2 eletroencefalogramas com intervalo de 24 horas entre um e outro.06. 49.1 Retirada processada por equipe profissional deste mesmo hospital.2 eletroencefalogramas com intervalo de 48 horas entre um e outro. b.001-4 (4 VASOS) ECO DOPPLER COLORIDO CEREBRAL P/ DIAGNOSTICO DE MORTE 05. alíneas "a".01. É possível. "b" e "c" acima.03. ausência de atividade metabólica cerebral ou. d.01. serão necessários 2 exames com intervalo de 12 horas entre um e outro. c.004-9 ELETROENCEFALOGRAMA P/ DIAGNOSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA ANGIOGRAFIA CEREBRAL P/ DIAGNÓSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA 05. Os códigos no SIGTAP para estes procedimentos são os seguintes: CÓDIGO DESCRIÇÃO 05. "b" e "c".1 Retirada de órgãos efetuada no hospital em que foi realizado o procedimento de ações relacionadas à doação de órgãos.06. c. de 2 meses a 1 ano incompleto .13 RETIRADA DE ÓRGÃOS No caso de morte cerebral confirmada.04.06. Quando optar-se por eletroencefalograma.01. de 1 a 2 anos incompletos: um dos exames citados no Art.º 1480/1997 do Conselho Federal de Medicina. Nesta hipótese. conforme determina a Resolução n.um dos exames citados nas letras "a".003-0 ENCEFALICA O procedimento destinado às ações necessárias para a manutenção de paciente em morte encefálica sob condições adequadas à viabilização da doação de órgãos e tecidos é o 05. ausência de perfusão sangüínea cerebral. Para avaliação da morte encefálica devem ser realizados e registrados exames gráficos para o diagnóstico de morte encefálica.DIARIA DE UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA DE PROVÁVEL DOADOR DE ÓRGÃO.13. ausência de atividade elétrica cerebral ou. mais de 2 anos . de 7 dias a 2 meses incompletos .

01.002-9 05.03. poderá também registrar os procedimentos relativos a estes líquidos.Manutenção hemodinâmica de possível doador e taxa de sala p/ retirada de órgãos.04.03.2 Retirada processada por equipe profissional proveniente de outro(s) hospital (is) Nesta hipótese.04. registrando-se nos campos procedimentos solicitado e realizado da tela Identificação da Internação.03.03.04.004-5 05.03.01.005-3 PROCEDIMENTO ANGIOGRAFIA CEREBRAL P/ DIAGNÓSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA (4 VASOS) CINTILOGRAFIA RADIOISOTÓPICA CEREBRAL P/ DIAGNOSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA ECO DOPPLER COLORIDO CEREBRAL P/ DIAGNOSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA ELETROENCEFALOGRAMA P/ DIAGNOSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA TIPAGEM SANGÜÍNEA ABO E OUTROS EXAMES HEMATOLÓGICOS EM POSSÍVEL DOADOR ÓRGÃOS AVALIAÇÃO CLINICA DE MORTE ENCEFÁLICA EM MAIOR DE 2 ANOS AVALIAÇÃO CLINICA DE MORTE ENCEFÁLICA EM MENOR DE 2 ANOS AÇÕES RELACIONADAS À DOAÇÃO DE ÓRGÃOS TECIDOS E CÉLULA MANUTENÇÃO HEMODINÂMICA DE POSSÍVEL DOADOR E TAXA DE SALA P/ RETIRADA DE ÓRGÃOS RETIRADA DE CORAÇÃO (P/ TRANSPLANTE) RETIRADA DE CORAÇÃO P/ PROCESSAMENTO DE VÁLVULA / TUBO VALVADO / TRANSPLANTE RETIRADA DE FÍGADO (P/ TRANSPLANTE) RETIRADA DE GLOBO OCULAR UNI / BILATERAL (P/ TRANSPLANTE) RETIRADA DE PÂNCREAS (P/ TRANSPLANTE) RETIRADA DE PULMÕES (P/ TRANSPLANTE) RETIRADA UNI / BILATERAL DE RIM (P/ TRANSPLANTE) COORDENAÇÃO DE SALA CIRÚRGICA P/ RETIRADA DE ÓRGÃOS E TECIDOS P/ TRANSPLANTE DESLOCAMENTO INTERESTADUAL DE EQUIPE PROFISSIONAL P/ RETIRADA DE ÓRGÃOS DESLOCAMENTO DE EQUIPE PROFISSIONAL P/ RETIRADA DE ÓRGÃOS – INTERMUNICIPAL DIÁRIA DE UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA DE PROVÁVEL DOADOR DE ÓRGÃOS ENTREVISTA FAMILIAR P/ DOAÇÃO E/ OU TECIDOS P/ TRANSPLANTE 49.002-3 05.01. Se o hospital for o fornecedor dos líquidos de preservação de órgãos.ACOES RELACIONADAS À DOACAO DE ORGAOS.001-5 05.03.001-4 .005-8 05.03.007-4 05.01.Identificação da Internação.001-4 05.01.03.Ações Relacionadas à Doação de Órgãos.03.03.01. Tecidos e Células e na tela Procedimentos Realizados o código 05.03.02.04.001-4 .01. TECIDOS E CELULAS e na tela Procedimentos Realizados os procedimentos especiais realizados.03.03. com o Procedimento 05.03. emite-se uma AIH em nome do doador para o hospital em que ocorreu a retirada.03.002-2 .1.06.03.03.06.006-6 05.008-2 05.002-9 05.001-0 05.004-0 05.03. Podem ser registrados na tela Procedimentos Realizados da AIH do doador.003-7 05.003-6 05. o código 05.03.03.13.03.03.01.07. o código 05.06. conforme os 86 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .03.04.03.01.003-1 05. portanto compatibilidade entre estes procedimentos principais e estes procedimentos especiais.03.01.ACOES RELACIONADAS À DOACAO DE ORGAOS.002-2 05.03.003-0 05.02. TECIDOS E CELULAS realizadas por Equipe de Outro Estabelecimento todos os procedimentos relacionados à manutenção hemodinâmica do doador e os de retirada de órgãos constantes da tabela abaixo havendo.001-0 05.004-9 05.001-5 . CÓDIGO 05.001-4 05.01.06.03.

Devem ser obedecidas as seguintes orientações: 05. Nas retiradas de órgãos realizadas por equipe proveniente de outro hospital. o procedimento 05.01.) deve ser registrado o 05. tecidos e células Pode ser realizada por equipe profissional deste segundo hospital ou de outro(s) para onde o paciente tenha sido transferido para a efetivação da retirada. os respectivos códigos devem ser registrados na AIH de retirada. No caso da retirada de órgão ser realizada por mais de uma equipe.13. registrando ainda os procedimentos especiais referentes ás retiradas. registrando os respectivos códigos na tela Procedimentos Realizados dessa AIH.Deslocamento interestadual de equipe profissional p/ retirada de órgãos.001-5 . (distâncias acima de 100 km) o procedimento 05. excetuando-se a retirada de córnea. observando-se que não é permitido o registro concomitante do líquido de preservação na AIH do hospital onde foi executada a retirada e nas AIH das equipes quando estas são de outro hospital. Deve ser observado que não é permitido registro concomitante destes líquidos na AIH do hospital e nas AIH das equipes. devendo nesta hipótese serem emitidas tantas AIH quantos forem os Procedimentos Realizados (retirada de órgãos por equipes distintas). as AIH devem ser emitidas para o hospital que deslocou a equipe.002-9 .003-7 . E se for realizado por equipe intermunicipal. Para remuneração adicional do primeiro cirurgião e por equipe intermunicipal (distâncias acima e 100 km. deve ser emitida uma AIH para cada retirada de órgão. ou seja.03. desde que por equipes distintas.04. deve ser emitida uma única AIH. deverá 87 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . devem ser emitidas tantas AIH quantos forem os Procedimentos Realizados. devem ser registrados na respectiva AIH de retirada.03. exceto nos casos de córnea e rim. (exceto para córnea e rim).003-7 DESLOCAMENTO DE EQUIPE PROFISSIONAL P/ RETIRADA DE ÓRGÃOS – INTERMUNICIPAL o que também vai permitir a remuneração adicional do primeiro cirurgião.DESLOCAMENTO INTERESTADUAL DE EQUIPE PROFISSIONAL P/ RETIRADA DE ÓRGÃOS para possibilitar a remuneração adicional do primeiro cirurgião.03. No caso de líquido de preservação fornecido pela equipe de retirada.002-2 – ações relacionadas à doação de órgãos.03.3 Retirada processada em hospital distinto do das ações relacionadas A retirada pode ser realizada em hospital distinto de onde foi realizado o procedimento de ações relacionadas à doação de órgãos. (exceto córnea).04.Deslocamento de equipe profissional p/ retirada de órgãos – intermunicipal. tecidos e células realizadas por equipe de outro estabelecimento. seus respectivos códigos. No caso dos líquidos de preservação fornecidos pela equipe de retirada.002-9 . Quando a retirada de órgãos for realizada por equipe interestadual deve ser registrado também o procedimento 05. registrando-se nos campos procedimento solicitado e realizado da tela Identificação da Internação o código 05.04.MANUTENCAO HEMODINAMICA DE POSSIVEL DOADOR E TAXA DE SALA P/ RETIRADA DE ORGAOS. Se for uma única equipe.03.04.órgãos efetivamente retirados. 49. Quando a retirada de órgãos for realizada por equipe interestadual deve ser registrado também.03.03.

012-0 06. IMUNOGLOBULI OBTIDA/COELHOANTITIMOCITOS HUMANOS 200MG INJETÁVEL P/TRANSPLANTE (POR FRASC-AMP).001-5 . METILPREDNISOLONA 500MG INJETÁVEL P/TRANSPLANTE (POR FRASCO AMPOLA) MICOFENOLATO DE MOFETILA 500MG P/TRANSPLANTE (POR COMPRIMIDO) MICOFENOLATO DE SÓDIO 360MG P/TRANSPLANTE (POR COMPRIMIDO) MUROMONABE CD3 5MG INJETÁVEL P/TRANSPLANTE (POR FRASCO AMPOLA DE 0.03.004-5 .15 Medicamentos para Pacientes Transplantados Os medicamentos para administração em pacientes transplantados são pagos com recursos do FAEC. Estão descriminados no SIGTAP sob os códigos descritos abaixo: CODIGO 06.004-9 06.03. 49. 49.5ML) 88 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .03.ser emitida uma AIH (apenas uma.TRATAMENTO DE INTERCORRENCIA POS TRANSPLANTE DE ORGAOS/CELULAS-TRONCO HEMATOPOIETICOS.005-7 06.03. a AIH deve ser encerrada e solicitada emissão de nova.08.010-3 06. registrando nos campos Procedimento solicitado e Procedimento Realizado da tela Identificação da Internação o código 05. deve ser emitida AIH em nome do paciente e registrar nos campos Procedimento Solicitado e Procedimento Realizado da AIH. decorrido este prazo e havendo necessidade de permanência do paciente em regime de internação.001-0 .03. A AIH emitida para realização deste procedimento tem validade de 31 (trinta) dias.03.03. o código 05.03.04.03.08.08.014-6 06.001-4 06.03.08.03. os medicamentos administrados e suas dosagens.006-5 06.08.08.08. E na tela Procedimentos Realizados.03.007-3 06.03. Registrar também em Procedimentos Realizados.08. IMUNOGLOBUL OBTIDA/COELHO ANTITIMOCITOS HUMANOS 25MG INJETÁVEL P/TRANSPLANTE (POR FRASC-AMP).08.002-2 .P/ TRANSPLANTE (FRASCOAMPOLA 2 ml E 10 ml) IMUNOGLOBU OBTIDA/COELHO ANTITIMÓCITOS HUMANOS 100MG INJETÁV.015-4 PROCEDIMENTO BASILIXIMABE 20MG INJETÁVEL (POR FRASCO-AMPOLA) P/ TRANSPLANTE CICLOSPORINA 10MG P/ TRANSPLANTE (POR CÁPSULA) CICLOSPORINA 100MG P/ TRANSPLANTE (POR CÁPSULA) CICLOSPORINA 25MG P/ TRANSPLANTE (POR CÁPSULA) CICLOSPORINA 50MG P/ TRANSPLANTE (POR CÁPSULA) DACLIZUMABE 5MG/ ML INJETÁVEL P/ TRANSPLANTE (POR FRASCO DE 5 ml) IMUNOGLOBULINA EQÜINA ANTILINFÓCITOS 100MG INJETÁVEL P/TRANSPLANTE (POR FRASCO-AMPOLA 0. O número de diárias utilizadas por AIH será registrado na 1ª linha da Tela Procedimentos Realizados.008-1 06.01.08.MANUTENCAO HEMODINAMICA DE POSSIVEL DOADOR E TAXA DE SALA P/ RETIRADA DE ORGAOS e 05. sendo que.03.ACOES RELACIONADAS À DOACAO DE ORGAOS TECIDOS E CELULAS realizadas por equipes de outro estabelecimento.COORDENACAO DE SALA CIRURGICA P/ RETIRADA DE ORGAOS E TECIDOS P/ TRANSPLANTE.003-0 06.03.5ML) IMUNOGLOBULINA HIPERIMUNE ANTI-HBS .03.06.03.03.14 Intercorrências Pós-Transplante Para os procedimentos relativos à intercorrência pós-transplante.002-2 06.02.08. os códigos 05.011-1 06.08.03.08. P/TRANSPLANTE (POR FRASC-AMP).009-0 06.08. independentemente do número de órgãos retirados) em nome do doador.08.013-8 06. os quais possuem códigos no SIGTAP (abaixo listados).

06. hemoterapia e demais procedimentos especiais. até completar 06 (seis) meses da realização do transplante. permitido o registro dos medicamentos previstos para as intercorrência pós-transplante. entretanto.08. Em caso de necessidade de continuação do tratamento.020-0 TACROLIMO MG P/TRANSPLANTE (POR CÁPSULA) 06. Em caso de necessidade de continuação do tratamento.Não Aparentado O limite de registro por AIH é de 30 (trinta) dias. entretanto. para o paciente.019-7 ACROLIMO 0. permitido o registro dos medicamentos previstos para as intercorrências pós-transplante.5MG P/TRANSPLANTE (FRASCO-AMPOLA) 06. não sendo permitido o registro de permanência a maior ou Diária de UTI. 49. Cross Match (provas cruzadas de linfócitos T.08. 49.03. não sendo permitido o registro de permanência a maior e Diária de UTI. É.08. HLA Classe I e HLA Classe II.08.017-0 60ML) 06. 49. para o paciente. até completar 24 (vinte e quatro) meses da realização do transplante.03. permitido o registro dos medicamentos previstos para as intercorrências póstransplante.08. hemoterapia e demais procedimentos especiais.021-9 TACROLIMO 5MG P/TRANSPLANTE (POR CÁPSULA) 06. podem ser emitidas novas AIH.03. É. 89 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . AGH e linfócitos B) em possíveis doadores de órgãos devem ser efetuadas pelo SIA-SUS. até completar 24 meses da realização do transplante.016-2 SIROLIMO 1MG P/ TRANSPLANTE (POR DRÁGEA) SIROLIMO 1MG/ML SOLUÇÃO ORAL P/TRANSPLANTE (POR FRASCO DE 06. não sendo permitido o registro de permanência à maior ou Diária de UTI.022-7 MICOFENOLATO DE SÓDIO 180MG P/TRANSPLANTE (POR COMPRIMIDO) Os registros de realização de módulo sorológico.19 Transplante Alogênico de Células-Tronco Hematopoiéticas de Medula Óssea . 49.03.16 Atendimento Regime de Hospital-Dia para Intercorrências PósTransplante de Medula Óssea e Outros Órgãos Hematopoiéticos Para atendimento de pacientes pós-transplantes o estabelecimento de saúde deve ser habilitado no código de habilitação 1204 devidamente registrado no CNES.03. para o paciente.18 Transplante Alogênico de Células-Tronco Hematopoiéticas de Medula Óssea – Aparentado O limite de registro por AIH é de 15 (quinze) dias. poderão ser emitidas novas AIH.018-9 SIROLIMO 2 MG P/ TRANSPLANTE (POR DRÁGEA) 06.17 Transplante Autogênico de Células-Tronco Hematopoiéticas de Medula Óssea O limite de registro por AIH para o procedimento é de 07 (sete) dias. podem ser emitidas novas AIH.03. É. Em caso de necessidade de continuação do tratamento.08. entretanto.03. hemoterapia e demais procedimentos especiais.08.

10.50. composta por Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Cardiovascular e Centros de Referência de Alta Complexidade em Cardiovascular. a internação será autorizada. para serem realizados em hospitais previamente habilitados para alta complexidade em câncer. definindo Redes Estaduais e/ou Regionais de Atenção Oncológica composta por: Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia. Reabilitação e Cuidados Paliativos. O procedimento 03.001-3. As normas de classificação e credenciamento dos Serviços. Unidades e Centros de Referência em Alta Complexidade Cardiovascular estão definidas na Portaria SAS/MS nº 210 de 15 de junho de 2004.04. será mantido o pagamento da quimioterapia por meio de APAC à exceção dos procedimentos 03. O procedimento 03.04. Os procedimentos a seguir descritos podem ser realizados em Unidades habilitadas em Assistência em Alta Complexidade Cardiovascular. Centros de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (CACON).04. A quimioterapia dos pacientes deve ser realizada em regime ambulatorial.º 1. 90 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .INTERNACAO PARA RADIOTERAPIA EXTERNA (COBALTOTERAPIA OU ACELERADOR LINEAR) poderá ser realizado por hospitais habilitados ou não para alta complexidade.004-7 – QUIMIOTERAPIA INTRARTERIAL e 03.01. Esses procedimentos somente poderão ser autorizados pelo gestor.º 2.439/2005.08. ASSISTÊNCIA CARDIOVASCULAR Portaria GM/MS n.04. Prevenção. Para realização destes procedimentos é necessário que os hospitais estejam habilitados em Alta Complexidade de Assistência Cardiovascular. onde os valores da quimioterapia estão incluídos nos serviços hospitalares.006-3 – QUIMIOTERAPIA INTRACAVITARIA (PLEURAL/ PERICARDICA/PERITONEAL).º 741/2005. devendo registrado como CID principal a neoplasia e como CID secundário o patologia que gerou a internação.169/2004 institui a Política Nacional de Atenção Cardiovascular de Alta Complexidade e define a implantação de Redes Estaduais e/ou Regionais de Atenção em Alta Complexidade Cardiovascular. após justificativa técnica do médico assistente. ONCOLOGIA A Portaria GM/MS n.011-1 . Centros de Referência de Alta Complexidade em Oncologia. A validade da AIH para internação deste procedimento será de 30 dias/mês.08. Quando não houver possibilidade de sua realização em regime ambulatorial. DE ser ser da 51. Diagnóstico. Tratamento. ou a critério deste. – TRATAMENTO INTERCORRENCIAS CLINICAS EM PACIENTES ONCOLOGICOS pode realizado por hospitais habilitados ou não para alta complexidade. instituiu a Política Nacional de Atenção Oncológica: Promoção. Durante a internação do paciente para tratamento oncológico. Os demais Procedimentos radioterápicos devem ser registrados em APAC. As normas de classificação e credenciamentos de Unidades e Centros de Assistência e Autorização dos Centros de Referência de Alta Complexidade em Oncologia estão definidas na Portaria SAS/MS n.

051-0 04. Tratamento Cirúrgico de Aneurismas das Artérias Viscerais.ANGIOPLASTIA CORONARIANA PRIMÁRIA (INCLUI CATETERISMO).006-7 – CATETER DE TERMODILUIÇÃO e 07.02.02.026-5 .030-2 04. cirurgião cardiovascular e cirurgião vascular.03.077-3 04.06. (QUALQUER TÉCNICA).005-1 04.02.068-4 04.01.06. 91 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .004-3 04.01.SHUNT INTRAHEPÁTICO PORTO-SISTÊMICO (TIPS) COM STENT NÃO RECOBERTO.06.02.096-0 04.02.051-5 04. 04.02.06. qualquer técnica e Aneurismectomia Toraco-Abdominal.011-0 04. ANEURISMECTOMIA TORACO-ABDOMINAL IMPLANTE DE MARCAPASSO TEMPORÁRIO TRANSVENOSO CARDIOGRAFIA CARDIOTOMIA PARA RETIRADA DE CORPO ESTRANHO PERICARDIOCENTESE DRENAGEM COM BIÓPSIA DE PERICÁRDIO TROMBECTOMIA VENOSA EMBOLECTOMIA ARTERIAL TRATAMENTO CIRÚRGICO LESÕES VASCULARES TRAUMÁTICAS DE MEMBRO SUPERIOR UNILATERAL TRATAMENTO CIRÚRGICO LESÕES VASCULARES TRAUMÁTICAS DE MEMBRO SUPERIOR BILATERAL TRATAMENTO CIRÚRGICO LESÕES VASCULARES TRAUMÁTICAS DE MEMBRO INFERIOR UNILATERAL TRATAMENTO CIRÚRGICO LESÕES VASCULARES TRAUMÁTICAS DE MEMBRO INFERIOR BILATERAL TRATAMENTO CIRÚRGICO LESÕES VASCULARES TRAUMÁTICAS DA REGIÃO CERVICAL FASCIOTOMIA PARA DESCOMPRESSÃO DEBRIDAMENTO DE ÚLCERA OU DE TECIDOS DESVITALIZADOS ANEURISMECTOMIA DE AORTA ABDOMINAL INFRA-RENAL TRATAMENTO CIRÚRGICO DE ANEURISMAS DAS ARTÉRIAS VISCERAIS PLASTIA ARTERIAL COM REMENDO.06.06.06.004-9 .02.004-3 04.06. Plastia Arterial com remendo. TRATAMENTO CIRÚRGICO DE LESÕES VASCULARES TRAUMÁTICAS DO ABDOME TRATAMENTO DE CONTUSÃO MIOCÁRDICA TRATAMENTO DE FERIMENTO CARDÍACO PERFURO-CORTANTE A realização de cada um dos procedimentos de Aneurismectomia de Aorta Abdominal Infra-renal.06.º 123/2005.06.06.01.052-3 04.014-6 04.INCLUI ABDOMINAL.097-8 PROCEDIMENTO VALVULOPLASTIA MITRAL PERCUTÂNEA VALVULOPLASTIA TRICÚSPIDE PERCUTÂNEA TROCA DE AORTA DESCENDENTE .059-0 04.04.02.02.06.048-5 04.014-3 .06.050-7 04. realizado por médico radiologista intervencionista.01.15.06. ANEURISMECTOMIA TORACO-ABDOMINAL.não sendo restrito apenas aos hospitais habilitados como Centros de Referência conforme Portaria SAS/MS n.02.02.012-4 04. não deverá ultrapassar o percentual de 30% (trinta por cento) do total das cirurgias realizadas (PT SAS/MS n.06.005-1 04.BIÓPSIA ENDOMIOCÁRDICA.º 21/2004). CÓDIGO 04.06.06. é compatível com os materiais códigos 07.02. Para os procedimentos fica estabelecido: 02.06. 04.01.01.003-5 04.06.01.058-2 04.01.06.010-2 04.125-0 – CONJUNTO DESCARTÁVEL DE BALÃO INTRA-AÓRTICO.03.06.06.06. deve ser realizada exclusivamente nos hospitais habilitados para Transplantes Cardíacos.054-0 04.02.06. somente pode ser realizado em hospitais habilitados para a realização de Transplante de Fígado.02.016-7 04.02.053-1 04.012-0 04.05.03.05.06.06.01.02. e não aceita permanência maior.02.06. no percentual de até 20% (vinte por cento) sobre o quantitativo total deste procedimento.

o percentual de 50% (cinqüenta por cento) do total dos procedimentos eletrofisiológicos realizados (PT SAS/MS n. 04. 08.010-4 e 04.06.013-9.01.03 .(0802 e 0803) . cirurgia cardiovascular e procedimentos de cardiologia intervencionista. só podem ser registrados na AIH quando realizados em Serviços de Assistência de Alta Complexidade de Investigação e Cirurgia da Epilepsia.º 123/2005). 08.º 756/2005 estabelece normas específicas para credenciamento e habilitação em Serviço de Assistência de Alta Complexidade de Investigação e Cirurgia da Epilepsia.Cirurgia cardiovascular pediátrica.05 . não devem exceder em conjunto. A Portaria SAS/MS n.002-2– ANGIOPLASTIA CORONARIANA COM IMPLANTE DE DUPLA PRÓTESE INTRALUMINAL ARTERIAL.06 . 08. EPILEPSIA A Portaria SAS/MS n. não deve exceder o total de 20% (vinte por cento) do total das angioplastias coronarianas realizadas. Subgrupo 06 exigem habilitação e tem portarias específicas que definem as normas a serem cumpridas pelos estabelecimentos de saúde para sua realização.04.02 .Cirurgia vascular.XXX-X. 92 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .(0802 e 0805) – (0802 e 0806) .06.06. As habilitações da Cardiovascular são as seguintes: 08.06. 08.Unidade de assistência de alta complexidade cardiovascular.recém nascidos internados em Unidades de Tratamento Intensivo Neonatal de hospitais gerais e/ou materno-infantis.Centro de referência em alta complexidade cardiovascular.º 346/2010 redefiniu as compatibilidades de OPM dos procedimentos da Cirurgia Cardiovascular em todos os procedimentos do Grupo.05. 08.03.07 – Laboratório de eletrofisiologia.XX.CORREÇÃO DA PERSISTÊNCIA DO CANAL ARTERIAL NO RECÉM-NASCIDO . Os procedimentos Eletrofisiológicos Terapêuticos de códigos 04. 08.01 .05. Os procedimentos de alta complexidade em epilepsia a seguir relacionados. 52.(0801 e 0807) .Cirurgia vascular e procedimentos endovasculares extra cardíacos.(0802 e 0804) . pode ser realizado também por cirurgião pediátrico com experiência em cirurgia torácica e/ou cirurgião cardiovascular. Todo procedimento de Alta Complexidade deste elenco exige um ou mais dos seguintes GRUPOS DE HABILITAÇÃO AO MESMO TEMPO PARA UM DETERMINADO PROCEDIMENTO: (0801 e 0803) – (0801 e 0804) – (0801 e 0805) .06. Os procedimentos que envolvem marcapasso de mais de uma câmera/cardiodesfibrilador são exclusivos dos Centros de Referência em Alta Complexidade Cardiovascular. Os procedimentos de alta complexidade do Grupo 04.06.Cirurgia cardiovascular e procedimentos em cardiologia intervencionista.007-4.(0801 e 0806) .(0802 e 0807).05.041-2 . Nos relatórios do SIGTAP estão as habilitações exigidas para cada procedimento do 04.04 . 04.

MICROCIRURGIA PARA LESIONECTOMIA SEM MONITORAMENTO INTRAOPERATÓRIO.06.03. devidamente credenciado e habilitado como Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Traumatologia e Ortopedia.06. que o estabelecimento seja habilitado para a sua realização. 04.MICROCIRURGIA PARA LESIONECTOMIA COM MONITORAMENTO INTRAOPERATÓRIO. que são formadas por: Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Traumato-Ortopedia.003-6 .05. As Unidades de Assistência e os Centros de Referência em Traumatologia e Ortopedia podem prestar atendimento nos serviços de: 93 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .007-9 – MICROCIRURGIA PARA RESSECÇÃO UNILOBAR EXTRA TEMPORAL COM MONITORAMENTO INTRAOPERATÓRIO.para atendimento aos portadores de epilepsia são de média complexidade.06.º 90/2009 define Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Traumatologia e Ortopedia e Centro de Referência em Traumatologia e Ortopedia de Alta Complexidade.001-0 – EXPLORAÇÃO DIAGNÓSTICA CIRÚRGICA P/ IMPLANTAÇÃO ELETRODOS INVASIVOS BILATERAL.03.03. 04.03. CIRÚRGICA P/ IMPLANTAÇÃO ELETRODOS INVASIVOS UNILATERAL. 04. 04.instalados em um Centro de Referência de Alta Complexidade em Neurologia.06.009-5 – TRANSECÇÕES SUBPIAIS MÚLTIPLAS EM ÁREAS ELOQÜENTES. 04. e definiu a organização de Redes Estadual e/ou Regional de Atenção em Alta Complexidade em Traumato-Ortopedia.11. INCLUI VIDEO-EEG.03. HEMISFERECTOMIA OU CALOSOTOMIA 02. portanto.008-7 – MICROCIRURGIA P/ RESSECÇÃO UNILOBAR EXTRA TEMPORAL S/ MONITORAMENTO INTRA-OPERATÓRIO. 53.03.004-4 .002-8 – EXPLORAÇÃO DIAGNÓSTICA. instalações físicas. TRAUMATOLOGIA-ORTOPEDIA A Portaria GM/MS n.001-7 AJUSTE MEDICAMENTOSO DE SITUAÇÕES NEUROLÓGICAS AGUDIZADAS . Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Traumatologia e Ortopedia é o hospital geral ou especializado que possua condições técnicas. INCLUI VIDEO-EEG. Centro de Referência em Traumatologia e Ortopedia de Alta Complexidade é o hospital geral ou especializado em Traumatologia e Ortopedia. 04. ao gestor do SUS na Política de Atenção em Traumatologia e Ortopedia e possua atributos definidos na portaria.03. e 02.05.03.06.06.009-1 – EXPLORAÇÃO DIAGNÓSTICA PELO VIDEO-EEG C/ OU S/ USO DE ELETRODO ESFENOIDAL. e Centros de Referência de Alta Complexidade em Traumato-Ortopedia.11.04.03.006-0 – MICROCIRURGIA PARA RESSECÇÕES MULTILOBARES. A Portaria SAS/MS n.014-8 – TESTE DE WADA COM AMITAL SÓDICO. equipamentos e recursos humanos capazes de prestar assistência em traumatologia e ortopedia.005-2 – MICROCIRURGIA PARA LOBECTOMIA TEMPORAL OU AMIGDALO-HIPOCAMPECTOMIA e 04. O procedimento clínico 03.º 221/2005 instituiu a Política Nacional de Atenção de Alta Complexidade em Traumato-Ortopedia.03.06. não necessitando.06.06. 04. de caráter técnico. que exerça o papel auxiliar. habilitado em Investigação e Cirurgia da Epilepsia: 04.

003-9 DESCOMPRESSIVA FOSSA POSTERIOR 04. NEUROCIRURGIA – CIRURGIAS SEQUENCIAIS A Portaria SAS/MS n.005-6 RETIRADA DE ENXERTO AUTÓGENO DE ILÍACO MICROCIRURGIA DERIVAÇÃO VENTRICULAR 04.04.01.04. A Portaria estabelece as diretrizes para o credenciamento em Traumatologia e Ortopedia. Serviço de Traumatologia e Ortopedia Pediátrica (até 21 anos de idade).01.08.009-8 CEREBRAL ENDOSCÓPICA EXTERNA OU SUBGALEAL RECONSTRUÇÃO RETIRADA DE ENXERTO CRANIANA OU CRÂNIO 04.01.º 1.08.02. e define a implantação de Redes Estaduais e/ou Regionais de Atenção ao Portador de Doença Neurológica formadas por: Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Neurocirurgia.02.º 723/2007 também redefine o procedimento 04.03.03. devidos à mesma doença.002-6 Procedimentos Seqüenciais em Ortopedia e/ou Neurocirurgia: PROCED. PRINCIPAL DESCRIÇÃO PROCED.PROCEDIMENTOS SEQÜENCIAIS DE COLUNA EM ORTOPEDIA E/OU NEUROCIRURGIA: são atos cirúrgicos com vínculo de continuidade. interdependência e complementaridade realizados em conjunto pela mesma equipe ou equipes distintas.03. 54.03. A complexidade deste procedimento depende dos procedimentos realizados.002-6 . A Portaria SAS/MS n.161/2005 que instituiu a Política Nacional de Atenção ao Portador de Doença Neurológica.04. nos percentuais a seguir: 1º PROCEDIMENTO 100% 2º PROCEDIMENTO 75% 3º PROCEDIMENTO 50% Os procedimentos a seguir correlacionados são os possíveis para o código 04.03.01.01. Serviço de Traumatologia e Ortopedia de Urgência. executados através de única ou várias vias de acesso e praticados sob o mesmo ato anestésico.021-1 DESCRIÇÃO DERIVAÇÃO VENTRICULAR EXTERNA/ SUBGALEAL CRANIOTOMIA 04.03.03.021-1 AUTÓGENO DE ILÍACO FACIAL TRATAMENTO CIRÚRGICO RETIRADA DE ENXERTO DA CRANIOSSINOSTOSE 04.15.01.014-4 04.º 723/2007 altera alguns artigos da Portaria GM/MS n. aplicados a órgão único ou região anatômica única ou regiões contíguas.08.001-2 CRANIOPLASTIA 04.01.01.021-7 04. Quanto à remuneração.03. tem quantidade máxima de três e deverão ser registrados em ordem decrescente de complexidade.021-1 AUTÓGENO DE ILÍACO COMPLEXA CRANIECTOMIA POR 04.001-2 CRANIOPLASTIA TUMOR ÓSSEO 94 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .03. COMPATÍVEIS DA 04.012-8 04. bilaterais ou não. Os Procedimentos Seqüenciais deverão ser registrados no campo procedimentos realizados do SISAIH01.15.Serviço de Traumatologia e Ortopedia.009-8 04. será pago um percentual decrescente do valor de acordo com a ordem em que forem registrados no SISAIH01. e Centros de Referência de Alta Complexidade em Neurocirurgia.03.

04.016-1 RAQUIMEDULAR EXTRALOMBO-SACRA ANTERIOR 04.03.03.021-1 AUTÓGENO DE ILÍACO POSTERIOR/POSTEROLATERAL / DISTAL A C2 95 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .04.03.08.01.03.03.017-4 EXPLORADORA LOMBO-SACROS (INCLUI LAPAROTOMIA RECONSTRUÇÃO) 04.03.12.08.01.04.12.026-7 (1 NÍVEL-INCLUI INSTRUMENTAÇÃO) ARTRODESE TÓRACOLOMBO-SACRA POSTERIOR 04.03.08.04.08.022-4 ARTRODESE OCCIPTOCERVICAL (C5) POSTERIOR ARTRODESE OCCIPTOCERVICAL (C6) POSTERIOR ARTRODESE OCCIPTOCERVICAL (C7) POSTERIOR ARTRODESE TÓRACOLOMBO-SACRA ANTERIOR 04.03.08.03.017-4 TORACOTOMIA EXPLORADORA LAPAROTOMIA EXPLORADORA 04.020-8 04.001-2 CRANIOPLASTIA TUMOR BASE DO CRÂNIO CRANIOTOMIA P/RETIRADA TUMOR DERIVAÇÃO VENTRICULAR 04.03.016-1 EXPLORADORA RESSECÇÃO DE RETIRADA DE ENXERTO ELEMENTO VERTEBRAL 04.0.03.03.08.021-6 04.009-8 04.03. 04.021-1 AUTÓGENO DE ILÍACO MAIS CORPOS TORACOTOMIA 04.0003-0 CEREB FOSSA EXTERNA OU SUBGALEAL POSTERIOR RETIRADA DE ENXERTO 04.04.03.027-5 (3 NÍVEIS INCLUI INSTRUMENTAÇÃO) ARTRODESE TÓRACOLOMBO-SACRA POSTERIOR.07.03.024-0 DURAL (2 NÍVEIS INCLUI INSTRUMENTAÇÃO) ARTRODESE TÓRACOLOMBO-SACRA POSTERIOR 04.012-9 04.023-2 (1 NÍVEL INCLUI INSTRUMENTAÇÃO) RESSECÇÃO DE TUMOR ARTRODESE TÓRACO04.029-1 (DOIS NÍVEIS.03.08.08.04.021-1 04.053-4 04.08.018-6 CERVICAL (C3) POSTERIOR ARTRODESE OCCIPTO04.04.08.08.08.08.04.04.021-1 AUTÓGENO DE ILÍACO ARTRODESE OCCIPTO04.016-1 RESSECÇÃO DE 2 OU MAIS CORPOS RETIRADA DE ENXERTO 04.08.08.019-4 CERVICAL (C4) POSTERIOR 04.03.03.03. INCLUI INSTRUMENTAÇÃO) 04.03.051-8 VERTEBRAIS TÓRACO.08.08.050-0 VERTEBRAIS CERVICAIS AUTÓGENO DE ILÍACO (INCLUI RECONSTRUÇÃO) RETIRADA DE ENXERTO RESSECÇÃO DE 2 OU 04.07.MICROCIRURGIA P/ 04.

(MAIS DE 2 SEGMENTOS) RESSECÇÃO DE ELEMENTO VERTEBRAL RETIRADA DE ENXERTO 04.08.03.054-2 POSTERIOR/POSTERO04.08.04.021-1 AUTÓGENO DE ILÍACO LATERAL DISTAL A C2 (ATE 2 SEGMENTOS) RESSECÇÃO DE UM RETIRADA DE ENXERTO 04.08.03.055-0 CORPO VERTEBRAL 04.08.04.021-1 AUTÓGENO DE ILÍACO CERVICAL RETIRADA DE ENXERTO 04.08.04.021-1 AUTÓGENO DE ILÍACO RESSECÇÃO UM CORPO TORACOTOMIA VERTEBRAL TÓRACO04.08.03.051-9 04.12.04.017-4 EXPLORADORA LOMBO-SACRO (INCLUI RECONSTRUÇÃO) LAPAROTOMIA 04.07.04.016-1 EXPLORADORA RETIRADA DE ENXERTO REVISÃO ARTRODESE 04.08.04.021-1 AUTÓGENO ILÍACO /TRATAMENTO CIRÚRGICO TORACOTOMIA 04.08.03.061-5 DE PSEUDARTOSE DA 04.12.04.017-4 EXPLORADORA COLUNA TÓRACO-LOMBOLAPAROTOMIA SACRA ANTERIOR 04.07.04.016-1 EXPLORADORA REVISÃO ARTRODESE / TRATAMENTO CIRÚRGICO RETIRADA DE ENXERTO DE PSEUDARTROSE DA 04.08.04.021-1 04.08.03.062-3 AUTÓGENO DE ILÍACO COLUNA CERVICAL POSTERIOR RETIRADA DE ENXERTO REVISÃO ARTRODESE / 04.08.04.021-1 AUTÓGENO DE ILÍACO TRATAMENTO CIRÚRGICO TORACOTOMIA 04.08.03.063-1 DE PSEUDARTROSE DA 04.12.04.017-4 EXPLORADORA COLUNA TÓRACO-LOMBOLAPAROTOMIA SACRA POSTERIOR 04.07.04.016-1 EXPLORADORA REVISÃO ARTRODESE TRATAMENTO CIRÚRGICO RETIRADA DE ENXERTO 04.08.03.064-0 DE PSEUDOARTORSE DA 04.08.04.021-1 AUTÓGENO DE ILÍACO COLUNA CERVICAL ANTERIOR

Cada procedimento informado deve ser seguido nas linhas imediatamente abaixo com as OPM correspondentes. Só registrar o código da segunda cirurgia quando encerrar todas as OPM da primeira cirurgia e assim sucessivamente. Se não for obedecida esta lógica, haverá rejeição da AIH. As OPM são pagas integralmente para todas as cirurgias. A Portaria SAS/MS n.º 694 incluiu novas cirurgias seqüenciais em neurocirurgia compatíveis com o código 04.15.02.002-6 - Procedimentos Seqüenciais em Ortopedia e/ou Neurocirurgia, conforme a seguir relacionado:
PROCEDIMENTO PRINCIPAL SEQÜENCIAL

PROCEDIMENTO PRINCIPAL

04.03.01.011-0 Descompressão de órbita 04.03.01.001-2 Cranioplastia por doença ou trauma 04.03.01.014-4 Reconstrução craniana/crânio-facial 04.03.01.026-8 Tratamento cirúrgico de fratura do crânio c/ afundamento 04.03.01.027-6 Tratamento cirúrgico de hematoma extradural 04.03.01.001-2 Cranioplastia 04.03.01.001-2 Cranioplastia 04.03.01.001-2 Cranioplastia 04.03.01.026-8 - Tratamento
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cirúrgico de fratura do crânio c/ afundamento 04.03.01.028-4 Tratamento cirúrgico de hematoma intracerebral 04.03.01.030-6 Tratamento cirúrgico de hematoma subdural agudo 04.03.01.028-4 Tratamento cirúrgico de hematoma intracerebral 04.03.01.026-8- Tratamento cirúrgico de fratura do crânio c/ afundamento 04.03.01.030-6- Tratamento cirúrgico de hematoma subdural agudo 04.03.01.027-6- Tratamento cirúrgico de hematoma extradural 04.03.01.026-8- Tratamento cirúrgico de fratura do crânio c/ afundamento 04.03.01.028-4-Tratamento cirúrgico de hematoma intracerebral 04.03.01.027-6- Tratamento cirúrgico de hematoma extradural 04.03.01.001-2 Cranioplastia 04.03.01.001-2 Cranioplastia 04.03.01.001-2 Cranioplastia 04.03.01.001-2 Cranioplastia 04.03.01.001-2 Cranioplastia 04.03.01.001-2 Cranioplastia

04.03.01.030-6 Tratamento cirúrgico de hematoma subdural agudo

04.03.01.033-0 Tratamento cirúrgico de platibasia e malformação de arnold chiari 04.03.03.005-6 Craniectomia por tumor ósseo 04.03.03.012-9 Microcirurgia p/ tumor da base do crânio 04.03.03.013-7 Microcirurgia p/ tumor de órbita 04.03.03.014-5 Microcirurgia p/ tumor intracraniano 04.03.03.015-3 Microcirurgia p/ tumor intracraniano (c/ técnica complementar)

A Portaria define também que em todo tratamento cirúrgico de aneurisma cerebral múltiplo a liberação do procedimento deve ser mediante autorização do gestor local. Nos casos de urgência/emergência o tratamento cirúrgico deve ser justificado ao gestor local posteriormente à sua execução.

55. DISTÚRBIOS DO SONO – POLISSONOGRAFIA
O procedimento 02.11.05.010-5 - POLISSONOGRAFIA, incluído pela Portaria SAS/MS n.º 165/1998, somente pode ser realizado por Hospitais Universitários habilitados para alta complexidade em neurocirurgia e que possuam profissionais com título de especialista em psiquiatria, pneumologia, bem como odontólogos com especialização em aparelhos extra-orais para apnéia.

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56. GASTROPLASTIA
O procedimento e o material compatível constante nas tabelas de procedimentos e compatibilidade, somente podem ser realizados/registrados por hospital que esteja previamente habilitado como Centro de Referência em Cirurgia Bariátrica. As despesas decorrentes do tratamento cirúrgico de Obesidade Mórbida serão custeadas com recursos do FAEC e consideradas procedimento estratégico. No procedimento 04.07.01.018-1 – GASTROPLASTIA VERTICAL COM BANDA, já estão incluídos no seu valor as OPM: 07.02.05.00-40 – CARGA PARA GRAMPEADOR LINEAR CORTANTE, 07.02.05.028-8 – GRAMPEADOR LINEAR CORTANTE, não sendo registrado à parte no SISAIH01. As unidades que efetuarem a avaliação inicial e os Centros de Referência devem observar o Protocolo de Indicação de Tratamento Cirúrgico da Obesidade Mórbida – Gastroplastia, sendo obrigatório o preenchimento de todas as informações contidas no protocolo, aprovado, na forma do anexo I da Portaria GM/MS n.º 628/2001. Considerando a necessidade de criar mecanismos que facilitem o acesso aos pacientes submetidos à Gastroplastia, aos procedimentos de cirurgia plástica corretiva a portaria GM/MS n.º 545/2002 incluiu os procedimentos abaixo: PROCEDIMENTO DESCRIÇÃO
04.13.04.005-4 04.13.04.008-9 04.13.04.007-0 04.13.04.006-2 04.15.02.001-8 Dermolipectomia Abdominal pós Gastroplastia Mamoplastia pós Gastroplastia Dermolipectomia Crural pós Gastroplastia Dermolipectomia Braquial pós Gastroplastia Cirurgias Plásticas Seqüenciais em pacientes pós Gastroplastia

O registro do procedimento 04.15.02.001-8 - CIRURGIAS PLÁSTICAS SEQÜENCIAIS EM PACIENTES PÓS GASTROPLASTIA é efetuado da seguinte forma: Podem ser registrados simultaneamente (no máximo 02 procedimentos) por AIH, quando as condições clínicas do paciente assim o permitirem. A AIH deverá ter como Procedimento Solicitado e Realizado o código 04.15.02.001-8. Os Procedimentos Realizados devem ser registrados na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. Quando for realizado qualquer procedimento relativo à Gastroplastia deve ser preenchido o formulário de Indicação de Cirurgia Plástica Reparadora Pós Gastroplastia que obrigatoriamente fará parte do prontuário médico. Para registro desses procedimentos, deve ser digitado no campo específico “AIH Anterior” o n.º da AIH referente à cirurgia de Gastroplastia realizada no paciente. O paciente pode realizar a cirurgia em outro hospital diferente do que realizou a Gastroplastia, desde que este outro estabelecimento seja habilitado em obesidade mórbida.

57. TRATAMENTO DA OSTEOGENESIS IMPERFECTA
Portaria GM/MS n.º 2305/2001 aprova o Protocolo de Indicação de Tratamento Clínico da osteogêneses imperfecta com pamidronato dissódico no âmbito do SUS. O Protocolo deve ser observado na avaliação inicial dos pacientes, na indicação do procedimento clínico e na descrição da evolução do
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administrada através de sondas nasoentérica. Definiu as Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional e Centros de Referência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional. pelas unidades que efetuarem a avaliação inicial e pelos Centros de Referência que realizarem o procedimento e o acompanhamento clínico dos pacientes. de 06 de julho 2000. TERAPIA NUTRICIONAL A Portaria SAS/MS n. leite ou proteína de soja.002-5 somente pode ser realizado/registrado por hospital que esteja previamente habilitado como Centro de Referência em Osteogêneses Imperfecta. as unidades hospitalares que.º 120/2009 aprovou as Normas de Classificação e Credenciamento/ Habilitação dos Serviços de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional Enteral e Enteral/ Parenteral. executem ações de triagem e avaliação. de jejunostomia ou de gastrostomia. etc.03. indicação e acompanhamento nutricional. a partir de maltodextrina. Inclui na Tabela de Procedimentos do SIH/SUS. abaixo descritos: 03. podendo ainda ser responsável pela manipulação/fabricação.03.002-5 . São Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional. equipamentos e recursos humanos adequados à prestação de assistência integral e especializada em nutrição enteral ou enteral/parenteral. A portaria também aprova a Ficha de inclusão de Pacientes no Tratamento da Osteogêneses Imperfecta TOI no SUS. O procedimento 03. caseína. suas competências e qualidades. a pacientes em risco nutricional ou desnutridos. conforme definido na Resolução de Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária n. Nutrição enteral é aquela fórmula nutricional completa. Normas para Cadastramento e Centros de Referência em Osteogêneses Imperfecta. As dietas artesanais ou semi-artesanais administradas por sondas. dispensação e administração da fórmula enteral e/ou parenteral necessária. daqueles pacientes a ele submetidos. como procedimento estratégico. As despesas decorrentes do TOI são custeadas com recursos do FAEC. o Grupo de Procedimentos e os procedimentos.04. nasogástrica. em 99 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .04. além de preencherem os critérios previstos para Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional. São Centros de Referência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional. dispensação e administração da fórmula nutricional. de manipulação/fabricação. ovo. A fórmula nutricional completa exclui qualquer tipo de dieta artesanal e semi-artesanal. É obrigatório o preenchimento de todas as informações contidas na Ficha de Inclusão de Pacientes ao TOI. gordura. insumos e exames necessários para o tratamento.tratamento. indicação e acompanhamento nutricional. incluindo triagem e avaliação nutricional. as unidades hospitalares que possuírem condições técnicas. 58. instalações físicas. materiais.º 63. que aprova o Regulamento Técnico da Nutrição Enteral.INTERNACAO PARA ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAÇÃO ESPECÍFICA PARA O TOI No valor do procedimento estão incluídos os medicamentos.

01.15. ou seja.09. para suprir as necessidades metabólicas e nutricionais de pacientes impossibilitados de alcançá-la por via oral ou enteral.003-9 03. estão com seus valores inseridos nos Serviços Hospitalares (SH).001-9 .0047. em conformidade com a Portaria SVS/MS n.09. Medicamentos e OPM do SUS.005-5 e 03.006-3 e de de e de de e de de e de de e de de e de de 03. Na administração concomitante de nutrição parenteral e enteral.007-1 100 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .09. CODIGO 03.01.09.007-1.09.09.09. As Empresas Prestadoras de Bens e/ou Serviços contratadas pelos hospitais (EPBS) deverão estar autorizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária. mas com déficit de deglutição.009-8 03.01. 03. A administração de nutrição enteral parenteral será remunerada por dia NUTRIÇÃO ENTERAL ADULTO acordo com a prescrição médica no limite 99 por AIH A administração de nutrição enteral NUTRIÇÃO PARENTERAL parenteral será remunerada por dia ADULTO acordo com a prescrição médica no limite 99 por AIH 03.º 272/1998. 03.01. Nutrição parenteral é aquela administrada por via intravenosa.09.006-3 relacionados à nutrição enteral.01.008-0 03. será remunerada a terapia de maior valor.09. com ou sem administração diária de lipídios.006-3 03. que aprova o Regulamento Técnico da Nutrição Enteral.01. relacionados à nutrição parenteral.09.09. que aprova o Regulamento Técnico da Nutrição Parenteral e a Resolução de Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária N.01.01.04. são excludentes com os procedimentos 03.09.01.01.008-0 e 03. independente da faixa etária.004-5 03.009-8. da Tabela de Procedimentos.01.01. vitaminas e minerais.01. sendo uma solução ou emulsão composta obrigatoriamente de aminoácidos.pacientes com trato digestivo íntegro.09.09. a parenteral.CATETERISMO DE VEIA CENTRAL POR PUNCAO foi excluído do SIGTAP pela Portaria SAS/MS n.º 63/2000.º 381/2009.010-1 PROCEDIMENTO LIMITE ÚTIL PASSAGEM DE SONDA NASO 01 ENTÉRICA (INCLUI SONDA) GASTROSTOMIA ENDOSCÓPICA PERCUTÂNEA 01 (INCLUI MATERIAL E SEDAÇÃO) A administração de nutrição enteral NUTRIÇÃO ENTERAL parenteral será remunerada por dia PEDIÁTRICA acordo com a prescrição médica no limite 99 por AIH A administração de nutrição enteral NUTRIÇÃO PARENTERAL parenteral será remunerada por dia PEDIÁTRICA acordo com a prescrição médica no limite 99 por AIH A administração de nutrição enteral NUTRIÇÃO ENTERAL EM parenteral será remunerada por dia NEONATOLOGIA acordo com a prescrição médica no limite 30 por AIH A administração de nutrição enteral NUTRIÇÃO PARENTERAL EM parenteral será remunerada por dia NEONATOLOGIA acordo com a prescrição médica no limite 30 por AIH. O procedimento 04. carboidratos.01. Os procedimentos 03.

A título de lembrete: deve ser exigido que o interessado apresente o Mandado Judicial que determinou o desconto e/ou a suspensão da pensão. decorrente de qualquer decisão judicial. devidos a mesma doença. devendo aceitar os códigos autorizados pelo gestor local e informados na AIH.59. interdependência e complementaridade realizados em conjunto pela mesma equipe ou equipes distintas. foi disponibilizada na MSBBS. OUTROS PROCEDIMENTOS SEQUENCIAIS COM CIRURGIAS A Portaria SAS/MS n° 662/ 2008 inclui na Tabela de Procedimentos. Os gestores definem a forma para cadastro e pagamento dos beneficiários das pensões de acordo com a legislação vigente. desde que do grupo 04 . o controle de cadastros. Não é necessário que seja através do sistema da AIH. O SISAIH01 aceita o registro de mais de 01 procedimento principal na mesma AIH. Medicamentos e OPM do SUS o Procedimento 04. 101 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . A AIH assumirá a complexidade do primeiro procedimento principal registrado no SISAIH01. a relação de todos os profissionais que tinham descontos de pensão alimentícia com os dados dos seus respectivos pensionistas. Estas são atos cirúrgicos com vínculo de continuidade. Este pagamento de pensão alimentícia é como qualquer outro. executados por uma ou várias vias de acesso e praticados sob o mesmo ato anestésico e permitindo o registro de procedimentos seqüenciais ainda não formalizados em portarias técnicas específicas e cujas concomitâncias não estejam contempladas na Portaria SAS/MS n. Neste procedimento só serão aceitos nos sistemas as concomitâncias de procedimentos do Grupo 04 – Procedimentos Cirúrgicos. Em abril de 2006. Nos sistemas SISAIH01 e SIHD não há críticas de restrição às compatibilidades e concomitâncias não definidas em portaria específica e constante no SIGTAP.002-6 – PROCEDIMENTOS SEQUENCIAIS EM NEUROCIRURGIA E/OU ORTOPEDIA. A partir de então.15.02. para dar conhecimento aos gestores locais sobre os pensionistas até então cadastrados no SIH com processamento centralizado. aplicados a órgão único ou regiões contíguas. bilaterais ou não.02. no entanto só haverá o cálculo dos valores do primeiro procedimento informado. 60. na área restrita aos gestores.Procedimentos Cirúrgicos. CADASTRO E PAGAMENTO DE BENEFICIÁRIA DE PENSÃO ALIMENTÍCIA Com a implementação do Sistema de Informação Hospitalar Descentralizado (SIHD) e a habilitação de todos os estados na gestão plena.º 723/2007. pagamentos.15.003-4 – OUTROS PROCEDIMENTOS COM CIRURGIAS SEQÜENCIAIS. a responsabilidade pelo pagamento das pensões alimentícias é do gestor estadual ou municipal. exclusões ou qualquer outro assunto que diga respeito à pensões cabe exclusivamente ao gestor local. Os outros servirão apenas para efeito de informação. As regras para a informação e percentuais de remuneração para o procedimento são as mesmas do procedimento 04. conforme a forma de gestão do SUS.

º 20/2005 deve ser avaliada pela equipe da Vigilância Epidemiológica em âmbito Hospitalar ou pelo Serviço de Vigilância Epidemiológica (VE) da Secretaria Municipal de Saúde / Secretaria Estadual de Saúde. independente do fato dos procedimentos administrativos relacionados à internação já terem sido realizados ou não. identificada através da CID10. 63. exceto no caso de Transplantes que é um procedimento especial zerado.º 719/2007. Não é necessário o número da Declaração de Óbito no sistema. do Ministério da Saúde. ALTA POR ÓBITO De acordo com a Portaria SAS/MS n. VERIFICAÇÃO DE HABILITAÇÃO DO ESTABELECIMENTO O SIHD verifica a habilitação do estabelecimento na DATA DA ALTA do paciente. Anexos I e II da Portaria Conjunta SAS/SVS/MS n.º 312/2002. da Secretaria Municipal de Saúde / Secretaria Estadual de Saúde e para a Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS). As AIH com CID constante da Portaria SAS/MS n. se este ocorrer após o paciente ter dado entrada no hospital. encontram-se os motivos de saída por óbito.Quando numa AIH houver mais de 01 procedimento principal registrado o valor do SP do primeiro procedimento será dividido pelo número de pontos da soma de todos os procedimentos principais informados para efeito de rateio. Assim sendo. O SISAIH01 obriga que na primeira linha seja informado um procedimento principal. AGRAVO DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA Toda AIH com agravos de notificação compulsória (ANC). mesmo que estas visitas sejam realizadas pelo mesmo médico. mas é obrigatório o CID da causa mortis. deverá ser emitido AIH com o código do procedimento que seja compatível com a hipótese diagnóstica levantada. 61. é considerado óbito hospitalar. Na Portaria SAS/MS n. e não a data ou competência da apresentação da AIH. 62. O relatório deverá ser disponibilizado para o Serviço de Vigilância Epidemiológica (VE) em âmbito hospitalar. 102 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . assim como das AIH desbloqueadas com o CID correspondente e o respectivo autorizador.º 20/2005 serão bloqueadas pelo SIHD. para análise do Serviço de Vigilância Epidemiológica. Se o procedimento principal de uma AIH for compatível com a idade do paciente. Após o processamento o sistema emite um relatório com a relação das AIH com ANC bloqueadas. Nos procedimentos clínicos o valor referente aos pontos vai para o CPF do médico que foi informado na primeira linha do procedimento principal. não haverá rejeição se um procedimento especial realizado tenha idade diferente. Todas as consultas ou visitas médicas feitas ao paciente internado devem ser registradas no sistema.

Dor lombar baixa pode ser pesquisado no SIGTAP os procedimentos permitidos.01.br No Menu escolher – Relatórios – Relacionamentos – Procedimentos X CID e serão exibidas as opções definidas no sistema.TRATAMENTO CONSERVADOR DE LUMBAGO OU DORSALGIA REFRATÁRIA. em que há grande área de tecido afetado nos aspectos de extensão.01. M545 . É possível que o paciente não apresente nenhum dos CID’s previstos no SIGTAP.001-5 . onde estão incluídos os valores referentes à: Alimentação. Taxas de Sala. O pagamento dos serviços hospitalares atribuídos a cada um dos Procedimentos Realizados é feito pela soma dos valores correspondentes a coluna dos Serviços Hospitalares SH registrados na AIH.Lumbago com ciática.09.DIAGNÓSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGÊNCIA EM CLINICA PEDIATRICA: refere-se ao primeiro atendimento de urgência hospitalar com diagnóstico em clínica pediátrica. É uma ação realizada em pacientes que necessitam de cuidados mais complexos.64. conforme o caso:  03. REGISTRO DO TRATAMENTO DELUMBAGO na AIH A Portaria MS/SAS n.06. Este procedimento não tem compatibilidade especificada no SIGTAP por atender a necessidades clínicas inerentes ao quadro clínico do paciente e não tem ligação formal ou técnica com nenhum procedimento principal que tenha gerado a internação do paciente.06.gov.º 706/2008 alterou o instrumento de registro do procedimento 03.029-4 .06.01.  03. com a finalidade de promover cicatrização e evitar a contaminação e/ou para tratar infecções. Ele é um procedimento especial e pode ser registrado em uma AIH de qualquer procedimento principal e será remunerado pelo valor do SIGTAP. 66.RATEIO DE PONTOS DE SERVIÇOS PROFISSIONAIS/SP NA AIH A hospitalização de um paciente resultará na geração de valores para SP e SH. 65.CURATIVO GRAU II C/ OU S/ DEBRIDAMENTO corresponde ao tratamento de lesão aberta. Materiais 103 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . CURATIVO GRAU II O procedimento 04.  03.001-0 .datasus.01.008-8 – DIAGNÓSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGÊNCIA EM CLÍNICA MEDICA: refere-se ao primeiro atendimento de urgência hospitalar com diagnóstico em clínica médica.007-0 . Para tanto buscar em http://sigtap.DIAGNÓSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGÊNCIA EM CLÍNICA CIRÚRGICA: refere-se ao primeiro atendimento de urgência hospitalar com diagnóstico para clínica cirúrgica.03.01. Nos casos de pacientes com CID M544 . Nestes casos os procedimentos possíveis são aqueles que se referem ao primeiro Atendimento. profundidade e exsudato (grau II). tornando-o AIH Procedimento Secundário.

00 e a quantidade de Pontos = 1800.00 – 249. um anestesista: Cálculo para apuração dos valores do anestesista: Conforme legislação. cujo valor de SP é R$ 833. dois auxiliares. Cálculo da quantidade pontos de cada participante (exceto para o anestesista que não tem pontos) Cirurgião = 1800 (a mesma quantidade de ponto do procedimento.Hospitalares. o anestesista não recebe por rateio. O pagamento dos demais profissionais médicos relacionados na AIH é através de rateio após o cálculo dos 30% do anestesista.10 Ficando R$ 583. e sim 30% do valor do SP do procedimento cirúrgico. Do valor bruto devem ser deduzidas as retenções obrigatórias por lei. um exemplo detalhado de como encontrar o valor de cada participante de um ato cirúrgico com anestesia: No Hospital X realizou-se o procedimento Y constante na Tabela de Procedimentos. Os valores pagos aos auxílios cirúrgicos correspondem a 30% da quantidade de pontos do cirurgião para o 1º auxiliar e 20% para os demais auxiliares A remuneração dos SP prestados por cada hospital é feita obedecendo à seguinte sistemática: Somam-se os valores em reais que correspondam aos SP registrados na AIH. mediante a divisão do valor em reais dos SP pelo total de pontos dos Procedimentos Realizados. Multiplica o valor do ponto dos SP pelo total de pontos da pessoa física ou jurídica.00 = R$ 249.º de pontos acumulados por profissional na AIH X Valor do Ponto S. e que para sua realização foram necessários: um cirurgião.10 para ratear com os demais profissionais cujo CPF/CNPJ foram registrados na AIH.º de pontos Serviços Profissionais da AIH (2) Valor a ser recebido pelo profissional é igual: N.P da AIH A seguir. Medicamentos e OPM do SUS. Considerando que na AIH foi registrado somente este procedimento. a ser pago. constante na tabela) 104 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . obtendo-se daí o valor em reais. As anestesias nas AIH cujo procedimento tem como atributo “não inclui anestesia” podem ser realizadas sob anestesia. Soma-se o número de pontos correspondentes a todos os Procedimentos Realizados registrados na AIH para obter o valor do ponto do SP por AIH. EXEMPLO: (1) Valor do Ponto Profissional é igual: Valor dos Serviços Profissionais da AIH em Reais menos 30% caso haja registro de anestesia dividido pela soma n. 30% de 833.90 = 583. O SIHD gera os valores brutos. em casos específicos e para eles existem os códigos próprios que podem ser registrados na tela de Procedimentos Realizados do SISAIH01. O pagamento de anestesia dos atos cirúrgicos não será por rateio. Os demais exames têm valores próprios. Soma-se o número de pontos correspondentes aos Procedimentos Realizados e prestados por cada uma das pessoas física ou jurídica. mas correspondem a 30% do valor de SP.90 R$ 833. Medicamentos e exames de apoio diagnóstico de natureza simples como a patologia Clínica e Radiologia.

03.02.21596 Valor do ponto = 0. CÓDIGO NOME DO PROCEDIMENTO COMPLEXIDADE* VALOR VALOR SH SP 0.75 Numa mesma AIH pode ser registrado mais de um procedimento principal realizado mesmo quando os procedimentos têm valor do Serviço Hospitalar e Serviços Profissionais diferente de zero.73 1º auxiliar = 0.00 0.00 0.001-2 CIRURGIAS MULTIPLAS PROCED.00 0.00 0.01.00 105 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .00 AC 0.00 0. os valores do SH são pagos de acordo com os percentuais definidos em cada Portaria específica que incluiu o procedimento na Tabela de Procedimentos do SUS.15.00 0. Neste caso é pago o valor total do SH do primeiro procedimento informado e o valor dos Serviços Profissionais é rateado de acordo com os pontos de cada procedimento definido no SIGTAP.02.00 AC 0.00 TRATAMENTO DE 03.003-4 COM CIRURGIAS SEQUENCIAIS PROCEDIMENTO SEQUENCIAL EM 04.18.001-8 REPARADORA PÓS GASTROPLASTIA PROCEDIMENTOS SEQUENCIAIS EM 04.02.62 2º auxiliar = 0.002-6 NEUROCIRURGIA E/OU ORTOPEDIA OUTROS PROCEDIMENTOS 04.00 0.00 NA 0. R$ 583.1º auxiliar = 540 (correspondentes a 30% de 1800 pontos do cirurgião) 2º auxiliar = 360 (correspondentes a 20% de 1800 pontos do Cirurgião) Somam-se os pontos calculados para cada participante totalizando 2.15.00 0.21596 Calculo para apuração do valor de cada participante Multiplica-se o valor do ponto pela quantidade de ponto de cada participante. Quando os procedimentos são zerados.00 0.001-3 AFECÇÕES ASSOCIADAS AO HIV/AIDS TRATAMENTO C/ 04.15.15.00 0.21596 * 1800 = R$ 388.02.10 / 2.21596 * 540 = R$ 116.700 pontos O valor do ponto será calculado da seguinte forma: Valor do SP menos valor do anestesista dividido pelo total de pontos encontrados.21596 * 360 = R$ 77.00 0.15.004-2 ANOMALIA CRÂNIO E BUCOMAXILOFACIAL AC NA AC 0.00 0.700 = 0.00 VALOR TOTAL 0. Cirurgião = 0. SEQUENCIAIS CIRUR PLÁSTICA 04.

1 CID X PROCEDIMENTO No SIGTAP estão disponíveis informações sobre a compatibilidade entre o Procedimento Realizado e o Diagnóstico Principal informado.Alta Complexidade NA – Não se aplica NA 0.15.COMPATIBILIDADES E EXCLUDÊNCIAS 67. O SISAIH01 faz a crítica quanto à compatibilidade entre procedimento e a CID-10.00 0. Não existe a possibilidade de liberação de quantidade para OPM.04. mas houve alta precoce do paciente. existe a quantidade máxima da compatibilidade entre o procedimento principal e OPM. vale a quantidade que consta no procedimento da OPM.2 IDADE MENOR E MAIOR Os procedimentos rejeitados por motivo de idade maior ou menor que o definido na tabela de procedimentos. 68. mas que de fato ocorreram em idade diferente.00 0. liberação de critica no sistema SIAIH01.Opção . Os motivos de solicitação de liberação de crítica previstos no sistema são: 68. liberação de critica informando no sistema. mas a confirmação da liberação ou não é feita pelo gestor no momento do processamento das AIH no SIHD. quando a OPM constar na compatibilidade com o procedimento principal no SIGTAP e estiver com a quantidade zero. Ver no Menu . o prestador poderá solicitar. Cada procedimento tem a quantidade máxima.00 67. ao gestor. 68. SOLICITAÇÃO DE LIBERAÇÃO DE CRÍTICA NO SISAIH01 A solicitação é registrada no momento da digitação da AIH no SISAIH01.1 MÉDIA DE PERMANÊNCIA Quantidade de dias inferior ao previsto no SIGTAP: Os procedimentos rejeitados por motivo de permanência menor em número de dias (menos de 50% dos dias previstos) do que o definido na tabela de procedimentos. Estas compatibilidades são definidas pelas áreas técnicas do Ministério da Saúde e Sociedades de Especialistas. o prestador poderá solicitar.Compatibilidades do SIGTAP. Ou seja. A quantidade máxima é a definida no SIGTAP. ao gestor. qual a quantidade máxima da OPM permitida para aquele procedimento principal.001-3 TRATAMENTO CIRURGICO EM POLITRAUMATIZADO *AC . vale a quantidade máxima do Procedimento/OPM. Se a quantidade máxima da compatibilidade for 0 (zero). porém. de acordo com a Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID-10). 106 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .03.

004-8 RESSONANCIA MAGNETICA DE COLUNA LOMBO-SACRA 02.02.004-0 TOMOGRAFIA DE HEMITORAX / MEDIASTINO (POR PLANO) 02.05.01.004-8 ASSOCIADA A 02.02.01. o prestador poderá solicitar.002-7 EXAME CITOPATOLOGICO HORMONAL SERIADO (MINIMO 3 COLETAS) 02.003-7 TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE PELVE / BACIA 02.01.06.01.02.01.05.001-6 ECOCARDIOGRAFIA DE ESTRESSE 02.02.06.007-9 TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO CRANIO 02.02.03.01. 68.003-6 CONTRASTE TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE FACE / SEIOS DA FACE / 02.05.05.002-4 ECOCARDIOGRAFIA TRANSESOFAGICA 02.04.06.003-2 ECOCARDIOGRAFIA TRANSTORACICA 02.05.07.014-3 BIOPSIAS DE ENDOCARDIO / MIOCARDIO 02. liberação de critica informando no sistema.01.004-4 ARTICULACOES 02.07.01.05. exceto se for um procedimento especial que já tem no SIGTAP a compatibilidade prevista.001-0 TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE ABDOMEN SUPERIOR 02. Neste caso a crítica de idade não é feita porque não é necessário.01.01.06.005-4 ULTRA-SONOGRAFIA DE APARELHO URINARIO 02.02.02.01.06.012-7 ULTRA-SONOGRAFIA DE TIREOIDE 02.02.02.002-1 (BILATERAL) 02.013-5 ULTRA-SONOGRAFIA DE TORAX (EXTRACARDIACA) 02.06.005-6 RESSONANCIA MAGNETICA DE COLUNA TORACICA 02.07.O sistema faz crítica de idade a cada procedimento.001-9 RESSONANCIA MAGNETICA DE CORACAO / AORTA C/ CINE 107 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .001-1 ECODOPPLER TRANSCRANIANO ULTRA-SONOGRAFIA DE ABDOMEN SUPERIOR (FIGADO.05.03.05.003-0 RESSONANCIA MAGNETICA DE COLUNA CERVICAL 02.01.02.07.003-8 VIAS BILIARES) 02.007-0 ULTRA-SONOGRAFIA DE BOLSA ESCROTAL 02.006-0 TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE SELA TURCICA 02.07.01.02.05. A partir da competência março de 2011 foi incluída a liberação de crítica de idade para os procedimentos de ultrassonografia obstétrica e VDRL.001-8 MIELOGRAFIA MARCACAO PRE-CIRURGICA DE LESAO NAO PALPAVEL DE MAMA 02.06.05.01. ao gestor.02.06.03.001-3 ANGIORESSONANCIA CEREBRAL RESSONANCIA MAGNETICA DE ARTICULACAO TEMPORO-MANDIBULAR 02.4 QUANTIDADE MÁXIMA Esta liberação de crítica está restrita aos procedimentos que tem o atributo complementar “Admite liberação de quantidade na AIH” e que são os abaixo listados: CODIGO PROCEDIMENTO 02.05.008-9 ULTRA-SONOGRAFIA DE GLOBO OCULAR / ORBITA (MONOCULAR) 02.04. 02.002-8 CONTRASTE TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE COLUNA TORACICA C/ OU S/ 02.01.05.02.003-1 TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE TORAX 02.02.019-4 MAMA TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE COLUNA CERVICAL C/ OU S/ 02.001-0 CONTRASTE TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE COLUNA LOMBO-SACRA C/ OU S/ 02.3 PERMANÊNCIA E IDADE Os procedimentos rejeitados por ambos os motivos.016-0 ULTRA-SONOGRAFIA PELVICA (GINECOLOGICA) 02.02.01.01.06.03. 68.07.05.017-8 ULTRA-SONOGRAFIA TRANSFONTANELA MARCACAO DE LESAO PRE-CIRURGICA DE LESAO NAO PALPAVEL DE 02. VESICULA.05.06.011-9 ULTRA-SONOGRAFIA DE PROSTATA (VIA TRANSRETAL) 02.

08.006-3 02.08.002-6 02.01.004-1 02.01.08.08.003-3 02.004-4 02.07.08.01.06.02.009-9 02.04.03.02.008-4 02.002-2 02.03.08.003-0 02.02.08.007-1 02.08.012-8 02.08.002-2 02.001-2 02.08.07.02.002-7 02.08.07.06.007-6 02.010-1 02.08.08.04.03.001-5 02.004-3 02.01.02.003-0 02.006-8 02.002-0 02.04.07.05.001-4 02.005-0 02.08.02.04.01.08.08.007-2 02.01.08.08.011-0 02.003-9 02.001-9 02.02.002-8 02.002-5 02.02.04.02.001-4 02.003-4 02.002-1 02.002-3 PROCEDIMENTO RESSONANCIA MAGNETICA DE MEMBRO SUPERIOR (UNILATERAL) RESSONANCIA MAGNETICA DE TORAX RESSONANCIA MAGNETICA DE ABDOMEN SUPERIOR RESSONANCIA MAGNETICA DE BACIA / PELVE RESSONANCIA MAGNETICA DE MEMBRO INFERIOR (UNILATERAL) CINTILOGRAFIA DE MIOCARDIO P/ AVALIACAO DA PERFUSAO EM SITUACAO DE CINTILOGRAFIA DE MIOCARDIO P/ AVALIACAO DA PERFUSAO EM SITUACAO DE CINTILOGRAFIA DE MIOCARDIO P/ LOCALIZACAO DE NECROSE (MINIMO 3 PROJECOES) CINTILOGRAFIA P/ AVALIACAO DE FLUXO SANGUINEO DE EXTREMIDADES CINTILOGRAFIA P/ QUANTIFICACAO DE SHUNT EXTRACARDIACO CINTILOGRAFIA SINCRONIZADA DE CAMARAS CARDIACAS EM SITUACAO DE ESFORCO CINTILOGRAFIA SINCRONIZADA DE CAMARAS CARDIACAS EM SITUACAO DE REPOUSO DETERMINACAO DE FLUXO SANGUINEO REGIONAL CINTILOGRAFIA DE FIGADO E BACO (MINIMO 5 IMAGENS) CINTILOGRAFIA DE FIGADO E VIAS BILIARES CINTILOGRAFIA DE GLANDULAS SALIVARES C/ OU S/ ESTIMULO CINTILOGRAFIA P/ ESTUDO DE TRANSITO ESOFAGICO (LIQUIDO) CINTILOGRAFIA P/ ESTUDO DE TRANSITO ESOFAGICO (SEMI-SOLIDO) CINTILOGRAFIA P/ ESTUDO DE TRANSITO GASTRICO CINTILOGRAFIA P/ PESQUISA DE DIVERTICULOSE DE MECKEL CINTILOGRAFIA P/ PESQUISA DE HEMORRAGIA DIGESTIVA ATIVA CINTILOGRAFIA P/ PESQUISA DE HEMORRAGIA DIGESTIVA NAO ATIVA CINTILOGRAFIA P/ PESQUISA DE REFLUXO GASTRO-ESOFAGICO IMUNO-CINTILOGRAFIA (ANTICORPO MONOCLONAL) CINTILOGRAFIA DE PARATIREOIDES CINTILOGRAFIA DE TIREOIDE C/ OU S/ CAPTACAO CINTILOGRAFIA DE TIREOIDE C/ TESTE DE SUPRESSAO / ESTIMULO CINTILOGRAFIA P/ PESQUISA DO CORPO INTEIRO TESTE DO PERCLORATO C/ RADIOISOTOPO CINTILOGRAFIA DE RIM C/ GALIO 67 CINTILOGRAFIA DE TESTICULO E BOLSA ESCROTAL CINTILOGRAFIA RENAL/RENOGRAMA (QUALITATIVA E/OU QUANTITATIVA) CISTOCINTILOGRAFIA DIRETA CISTOCINTILOGRAFIA INDIRETA DETERMINACAO DE FILTRACAO GLOMERULAR DETERMINACAO DE FLUXO PLASMATICO RENAL ESTUDO RENAL DINAMICO C/ OU S/ DIURETICO CINTILOGRAFIA DE ARTICULACOES E/OU EXTREMIDADES E/OU OSSO CINTILOGRAFIA DE OSSOS C/ OU S/ FLUXO SANGUINEO (CORPO INTEIRO) CINTILOGRAFIA DE SEGMENTO OSSEO C/ GALIO 67 CINTILOGRAFIA DE PERFUSAO CEREBRAL C/ TALIO (SPCTO) CISTERNOCINTILOGRAFIA (INCLUINDO PESQUISA E/OU AVALIACAO DO TRÂNSITO ESTUDO DE FLUXO SANGUINEO CEREBRAL CINTILOGRAFIA DE PULMAO C/ GALIO 67 CINTILOGRAFIA DE PULMAO P/ PESQUISA DE ASPIRACAO CINTILOGRAFIA DE PULMAO POR INALACAO (MINIMO 2 PROJECOES) CINTILOGRAFIA DE PULMAO POR PERFUSAO (MINIMO 4 PROJECOES) CINTILOGRAFIA DE SISTEMA RETICULO-ENDOTELIAL (MEDULA OSSEA) DEMONSTRACAO DE SEQUESTRO DE HEMACIAS PELO BACO (C/ RADIOISOTOPOS) 108 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .08.08.08.08.03.08.03.001-0 02.07.08.08.08.08.008-0 02.006-4 02.07.02.08.08.CODIGO 02.08.08.08.08.03.08.08.02.05.003-5 02.05.02.03.005-6 02.08.005-0 02.08.08.001-8 02.003-6 02.02.003-5 02.009-2 02.03.01.08.08.07.003-0 02.005-5 02.08.04.008-0 02.004-2 02.07.04.08.010-2 02.08.08.06.07.01.04.08.08.009-8 02.

01.02.001-0 NEOPLASIAS 02.01.010-5 POLISSONOGRAFIA 03.019-3 LINFANGIOADENOGRAFIA 02.03.11.009-0 PARAMETROS EXPLORACAO DIAGNOSTICA PELO VIDEO-ELETROENCEFALOGRAMA C/ 02.001-8 OCULOMOTORAS ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE COM ALTERAÇÕES 03.11.001-0 COLANGIOPANCREATOGRAFIA RETROGRADA (VIA ENDOSCOPICA) 02.001-6 COLANGIOGRAFIA TRANSCUTANEA 02.09.02.01.04.004-5 AORTOGRAFIA ABDOMINAL 02.005-3 AORTOGRAFIA TORACICA 02.02.007-4 AVALIACAO FUNCIONAL MUSCULAR 02.006-6 AVALIACAO DE MOVIMENTO (POR IMAGEM) 02.001-2 PALIATIVOS ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE ONCOLÓGICO 03.01.01.011-8 ARTERIOGRAFIA P/ INVESTIGACAO DE ISQUEMIA CEREBRAL 02.003-9 CIRURGIA ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTES COM ALTERAÇÕES 03.10.11.01.03.02.013-4 ARTERIOGRAFIA SELETIVA DE CAROTIDA 02.002-9 COLONOSCOPIA (COLOSCOPIA) 02.10.006-1 ARTERIOGRAFIA CERVICO-TORACICA 02.08.01.09.03. AVALIACAO CINETICA.004-0 LINFOCINTILOGRAFIA CINTILOGRAFIA DE CORPO INTEIRO C/ GALIO 67 P/ PESQUISA DE 02.01.02.003-7 CINTILOGRAFIA DE MAMA (BILATERAL) 02.08.001-7 CIRURGIAS 03.08. CINEMATICA E DE PARAMETROS LINEARES 02.11.010-0 ARTERIOGRAFIA P/ INVESTIGACAO DE HEMORRAGIA CEREBRAL 02.01.002-5 ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTES C/ DISFUNÇÕES 03.03.01.11.03.012-6 ARTERIOGRAFIA PELVICA 02.014-5 PRIMEIRA CONSULTA DE PEDIATRIA AO RECEM-NASCIDO ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE NO PRÉ/PÓS 03.02.01.015-0 ARTERIOGRAFIA SELETIVA VERTEBRAL 02.11.09.09.01.09.02.002-0 CLÍNICO ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE NO PRÉ E PÓS 03.02.10.11.004-5 LAPAROSCOPIA 02.10.05.11.10.002-9 CINTILOGRAFIA DE GLANDULA LACRIMAL (DACRIOCINTILOGRAFIA) 02.009-6 AORTO-ILIACA E 02.01.CODIGO PROCEDIMENTO 02.01.04.08.009-1 OU S/ USO DE 02.02.003-1 AVALIACAO DE EQUILIBRIO ESTATICO EM PLACA DE FORCA 02.05.02.08.08.03.004-0 AVALIACAO DE FUNCAO E MECANICA RESPIRATORIA AVALIACAO DE FUNCAO E MECANICA RESPIRATORIA C/ 02.10.01.08.007-0 ARTERIOGRAFIA DE MEMBRO ARTERIOGRAFIA P/ INVESTIGACAO DE DOENCA ARTERIOSCLEROTICA 02.01.03.10.11.01.003-1 DETERMINACAO DE SOBREVIDA DE HEMACIAS (C/ RADIOSOTOPOS) 02.005-8 TRANSDUTORES 02. CINEMATICA E DE 02.10.04.03.001-0 ANGIOGRAFIA CEREBRAL (4 VASOS) 02.003-3 ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE NEONATO ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO DE PACIENTE COM CUIDADOS 03.09.002-1 RESPIRATÓRIO S/ 109 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .008-2 ELETRODIAGNOSTICO CINETICO FUNCIONAL ELETROMIOGRAFIA DINAMICA.014-2 ARTERIOGRAFIA SELETIVA POR CATETER (POR VASO) 02.11.003-7 ESOFAGOGASTRODUODENOSCOPIA 02.03.02.10.01.02.01.01.10.10.01.10.002-6 OCULOMOTORAS ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE C/ TRANSTORNO 03.01.10.10.09.002-3 AVALIACAO CINETICA.03.001-5 AVALIACAO CINEMATICA E DE PARAMETROS LINEARES 02.02.11.001-3 RESPIRATÓRIO C/ ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE C/ TRANSTORNO 03.09.005-0 VIDEOTORACOSCOPIA 02.02.03.

01.001-9 03.09.005-6 03.09.003-0 03.06.03.02.03.02.002-8 03.02.datasus.003-5 03.02.gov.004-9 03.01.004-8 03.02. Não existe liberação de quantidade para procedimento principal.03.01. que podem confirmar ou não esta liberação.05. escolher em Atributos Complementares selecionar Admite liberação de quantidade na AIH e clicar no final para exibir o relatório.005-7 03.04.004-4 04.17.004-9 03.02.04.09. Escolher a opção COMPLETO no início da página e. 110 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .09.02.5 MÉDIA DE PERMANÊNCIA.005-5 03.07.002-2 03.008-0 03.10.01.06. IDADE E QUANTIDADE Os procedimentos rejeitados pelos três motivos.01.04.001-4 03.001-0 03. Escolhendo no menu lateral o seguinte: Relatórios – Procedimentos – Consultar.05.06.02. liberação de critica informando no sistema.br.01.CODIGO 03.02.013-1 03.003-0 03. o prestador poderá solicitar.004-7 PROCEDIMENTO ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE COM TRANSTORNO CLÍNICO ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE PRÉ/PÓS CIRURGIA CARDIOVASCULAR ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO NAS DISFUNÇÕES VASCULARES PERIFÉRICAS ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTES NO PRÉ E PÓSOPERATÓRIO NAS ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTES NO PRÉ E PÓSOPERATÓRIO NAS ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE C/ DISTÚRBIOS NEURO-CINÉTICOATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTES C/ DISTÚRBIOS NEURO-CINÉTICOATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO NAS DESORDENS DO DESENVOLVIMENTO NEURO ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE C/ COMPROMETIMENTO COGNITIVO ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE NO PRÉ/PÓSOPERATÓRIO DE ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE MÉDIO QUEIMADO ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE GRANDE QUEIMADO ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE COM SEQÜELAS POR QUEIMADURAS ARTROCENTESE DE GRANDES ARTICULACOES ARTROCENTESE DE PEQUENAS ARTICULACOES INSTALACAO DE TRACAO CUTANEA HEMODIALISE P/ PACIENTES RENAIS AGUDOS / CRONICOS AGUDIZADOS S/ NUTRICAO ENTERAL EM NEONATOLOGIA NUTRICAO PARENTERAL EM NEONATOLOGIA ATENDIMENTO AO RECEM-NASCIDO EM SALA DE PARTO INCISAO E DRENAGEM DE ABSCESSO ANESTESIA GERAL ANESTESIA REGIONAL SEDACAO INCENTIVO AO REGISTRO CIVIL DE NASCIMENTO 68.07.02.01.06.17.010-4 04.17.02.006-0 08.005-2 04.01.001-4 03.01.02. ao gestor. O SIHD bloqueará automaticamente as AIH com solicitação de liberação de critica realizada no SISAIH01 para análise dos auditores/autorizadores (gestor).02.06.003-6 03.05.09.002-2 03. Aí estarão todos os procedimentos para os quais é possível liberar a quantidade na AIH. Os procedimentos que admitem esta liberação podem ser conhecidos no SIGTAP no endereço: http://sigtap.07.01.01.002-0 04.

68. Centros de Referência com serviço de emergência. por exemplo. A Portaria SAS/MS n. e bom conhecer o Relatório das AIH Rejeitadas que o SIH disponibiliza mensalmente e através 111 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Cabe ao gestor local. Para hospitais com Contrato de Gestão e Metas.6 REJEIÇÃO DE AIH POR QUANTIDADE DE DIÁRIAS SUPERIOR À CAPACIDADE INSTALADA A capacidade instalada de leitos dos estabelecimentos de saúde no SUS é calculada da seguinte forma: Número de dias do mês X número de leitos cadastrados = total de diárias possíveis de serem pagas ao hospital na competência 30 X 100 = 3000 diárias. medicação. "Quantidade de diárias superior a capacidade instalada” Os fundamentos legais para cálculo da capacidade instalada dos hospitais estão disponíveis na Portaria SAS/MS n. por exemplo. realocação de recursos humanos e de disponibilidade de recursos materiais. especialmente no que se refere à classificação de leitos. A definição de leito de observação reversível implica que já exista. muitas vezes dificulta as condições para o imediato atendimento de pacientes que chegam à Emergência. próteses relacionadas ao ato cirúrgico.º 312/2002 definição Leito de observação reversível: “É o leito hospitalar de observação que pode ser revertido para um leito de internação em caso de necessidade”. verificar as rejeições das AIH por "Quantidade de diárias superior a capacidade instalada” e implantar um Sistema de Regulação eficaz que permita um monitoramento adequado de vagas. uma estratégia para a sua reversibilidade em caso de necessidade como. No caso dos hospitais públicos é importante analisar que o custo decorrente das AIH rejeitadas por "Quantidade de diárias superior a capacidade instalada” representam despesas e dívidas do próprio gestor junto aos fornecedores. por exemplo: de gases medicinais. que normatiza a PADRONIZAÇÃO DA NOMENCLATURA NO CENSO HOSPITALAR. o cadastramento estritamente nos hospitais públicos que disponham de atendimento de urgência 24 horas. diárias de UTI.º 312/2002. É possível. ou seja: 30 dias do mês/5 dias de permanência = 6 internações mês por leito. evitando que as AIH rejeitadas e cujo internamento e tratamento tenham sido efetivamente prestado não sejam rejeitadas. por meio do Serviço de Controle e Avaliação. No CNES. alimentação. então cada leito gera 6 internações/mês. Então 3000 diárias/6 internações por leito = 500 AIH ou internamentos naquele mês. as instalações físicas dos hospitais do SUS destinados a atendimentos de Urgência e Emergência não são cadastrados como leitos e. lavanderia etc. A ocupação de leitos especializados com pacientes de menor gravidade. Se a média de permanência no hospital no mês é de 5 dias. por parte do hospital. portanto não entram no cálculo da capacidade instalada utilizada para o cálculo de diárias que é realizado pelo SIH no processamento das AIH apresentadas. maternidades públicas com habilitação em Gestação de Alto Risco os chamados leitos reversíveis como leitos clínicos ou pediátricos.

especiais e secundários com pontos é obrigatório o registro do CPF do profissional executante no SISAIH01. O cálculo de capacidade de diárias é feito levando-se em consideração o total de leitos cadastrados no CNES do estabelecimento independente da especialidade dos leitos. mesmo em outro hospital.dele é possível conhecer as rejeições por "Quantidade de diárias superior a capacidade instalada” de cada hospital. Procedimento Especial: é aquele que não permite que o paciente seja internado exclusivamente para realizá-lo. 68. Esta AIH é bloqueada e apenas o gestor pode liberar ou não esta AIH para pagamento. Todas as AIH que são emitidas por mudança de clínica são bloqueadas por “duplicidade” e o gestor pode liberá-las ou não. Os internamentos das AIH rejeitadas por este motivo poderão ser contabilizados para avaliação do desempenho do hospital em relação ao cumprimento das metas físicas estabelecidas no Plano Operativo. Estas AIH por serem rejeitadas não “sobem” para o Banco de Dados Nacional do SUS disponibilizado pelo Tabwin ou Tabnet. mas ele pode ser realizado também na modalidade ambulatorial. mas é um procedimento de esclarecimento diagnóstico ou de apoio terapêutico que pode ser feito dentro da AIH de um procedimento principal.8 DUPLICIDADE Quando um paciente é reinternado na rede de um mesmo gestor com intervalo menor que 03 dias entre a alta de um estabelecimento de saúde e seu novo internamento. Os leitos de UTI não contam para o cálculo da capacidade instalada do hospital. quer seja no mesmo estabelecimento ou em outro. Desde a implantação da Tabela Unificada – SIGTAP os procedimentos especiais diagnósticos e terapêuticos têm o mesmo valor tanto na modalidade ambulatorial como na hospitalar. O que vale é o total de leitos. tem valor zerado na AIH e deve ser registrado para auxiliar em futuros cálculos de custo hospitalar. o registro dos exames realizados na AIH permite conhecer a quantidade de exames realizados no hospital em cada competência. conforme análise técnica.7 DEFINIÇÃO SECUNDÁRIO DE PROCEDIMENTO PRINCIPAL. No caso de Laboratório e radiologia. O CNPJ é permitido apenas para OPM. Procedimento Secundário: é aquele que não gera AIH. No caso do paciente ter tido alta melhorado ou curado e antes de três dias voltar a internar-se. ESPECIAL E Procedimento Principal: é aquele que gera a AIH. auxiliando no cálculo do pagamento de serviços prestados por Terceiros em pacientes internados. Apenas um procedimento principal pode gerar um internamento. 68. Eles têm valor de SP e SH e exigem preenchimento de CBO e CID. o sistema entende da 112 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Para todos os procedimentos principais. o SIH detecta esta internação na consistência como “DUPLICIDADE”. O procedimento especial tem valor na AIH.

assinar. O correto e completo preenchimento do prontuário são grandes aliados do médico para sua eventual defesa. Evolução de enfermagem e de outros profissionais assistentes. hora. então. 87º do Novo Código de Ética Médica é vedado ao médico: “Deixar de elaborar prontuário legível para cada paciente. No caso de internação. identificar os profissionais de saúde envolvidos no cuidado. Exames complementares (laboratoriais. 113 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . em ordem cronológica com data. Evolução médica. j. 69. l. d. sendo preenchido. a pesquisa. Prescrição médica. com data e horário em todas elas. mas que o nome do médico e seu respectivo CRM estejam legíveis. e.Boletins médicos. § 2º: O prontuário estará sob a guarda do médico ou da instituição que assiste o paciente”. O prontuário médico é um instrumento valioso para a paciente. Não há lei que obrigue o uso do carimbo. as evoluções devem ser diárias. em cada avaliação. para o médico e demais profissionais de saúde. Descrição cirúrgica. ordenados e concisos.mesma forma e também bloqueia a AIH por “duplicidade”. Prescrição de enfermagem e de outros profissionais assistentes No caso de internação. Partograma (em obstetrícia). escrever seu nome legível e sua respectiva inscrição no CRM. Além disso. assinatura e número de registro do médico no Conselho Regional de Medicina. Ficha de anestesia. i. Resumo de alta. b. o médico está obrigado a assinar e carimbar ou. Este bloqueio é preventivo e busca evitar pagamento indevido. k. § 1º: O prontuário deve conter os dados clínicos necessários para a boa condução do caso. Atendimento de urgência. com data e horário em todas elas. O prontuário médico. é o conjunto de documentos padronizados. propostas de assistência à saúde pública e para a avaliação da qualidade da assistência prestada. destinados ao registro de todas as informações referentes aos cuidados médicos e de outros profissionais de saúde prestados ao paciente. a elaboração de censos. permitindo. f. na verdade prontuário do paciente. inclusive. m. No prontuário do paciente deve ser registrado a. as prescrições devem ser diárias. As anotações no prontuário ou ficha clínica devem ser feitas de forma legível. ultrasonografias e outros) e seus respectivos resultados. PRONTUÁRIO DO PACIENTE De acordo com o Art. radiológicos. h. Atendimento ambulatorial. g. Material usado no centro cirúrgico ou obstétrico (gasto de sala). bem como para o ensino. c. para a instituição que atende.

Tratamento(s) efetuado(s). c.” Artigo 71 do CEM: "É vedado ao médico deixar de fornecer laudo médico ao paciente. se solicitado. podendo. se solicitado. 69.3 ACESSO AO PRONTUÁRIO 69. Hipóteses diagnósticas. Usar líquido corretor. salvo quando ocasionar riscos para o paciente ou para terceiros. exceto nos casos em que seu silêncio prejudique ou ponha em risco a saúde do trabalhador ou da comunidade". 69. a qualquer momento.3. portanto é um direito do paciente ter acesso. ao seu prontuário. Fazer anotações que não se referem à paciente.1 SOLICITAÇÃO PELO PRÓPRIO PACIENTE Artigo 70 do CEM: "É vedado ao médico negar ao paciente acesso ao seu prontuário médico. com a identificação do nome do profissional e o número de registro no órgão de regulamentação e controle da profissão (CRM. d. O prontuário pertence ao paciente. solicitar cópias do mesmo. Diagnóstico(s) definitivo(s). Deixar folhas em branco. inclusive. Cópia do Espelho da AIH (para possíveis auditorias) 69.).2 O QUE NÃO DEVE SER FEITO NO PRONTUÁRIO     Escrever a lápis. Coren etc. e. Anamnese. Identificação da paciente. Os documentos gerados no atendimento de urgência e no ambulatório devem ser arquivados junto com o prontuário em caso de gerar internação hospitalar.3.1 ITENS OBRIGATÓRIOS NO PRONTUÁRIO DO PACIENTE a. ficha clínica ou similar. O mesmo se aplica ao trabalho em empresas. recebendo por escrito o diagnóstico e o tratamento indicado.O nome completo do paciente deve constar em todas as folhas do prontuário. bem como deixar de dar explicações necessárias a sua compreensão. fornecer as cópias solicitadas ou elaborar um laudo que contenha o 114 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .” Artigo 11 do CEM: "O médico deve manter sigilo quanto às informações confidenciais de que tiver conhecimento no desempenho de suas funções. 69. b. g. Exame físico. quando do encaminhamento ou transferência para fins de continuidade do tratamento ou na alta.2 SOLICITAÇÃO POR FAMILIARES E/OU DO RESPONSÁVEL LEGAL DO PACIENTE Quando da solicitação do responsável legal pelo paciente – sendo este menor ou incapaz – o acesso ao prontuário deve ser-lhe permitido e. f.

por dever legal. isto é. o direito de examinar o paciente para confrontar o descrito no prontuário. na sua totalidade ou em partes. 69. No caso de ter havido óbito. Os diretores técnicos ou clínicos que autorizarem a saída de prontuário violam o Artigo 108 do CEM. precisa ser arquivado pela entidade que o elaborou. De acordo com o entendimento do Supremo Tribunal Federal no "Habeas Corpus" n.º 1614/2001). cuja ementa é a seguinte: 115 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . o procedimento do médico e a "causa mortis". Esse acesso deve ocorrer dentro das dependências da instituição de assistência à saúde responsável por sua posse e guarda. 69. Os laudos médicos emitidos a partir das informações constantes do prontuário do paciente não podem ser registrados facultando-se. não deve ser fornecido aos solicitantes. obrigatoriamente. já que ele tem atribuição de perito para analisar a cobrança dos serviços prestados. ele deve comparecer perante a autoridade e declarar seu impedimento. a critérios da entidade. (Artigo 102 do CEM). pois é documento que. inclusive. cabendo opinar pela regularidade dos procedimentos efetuados e registrados.4 SOLICITAÇÃO DO PRONTUÁRIO AUTORIDADES POLICIAIS OU JUDICIÁRIAS DO PACIENTE POR Com relação ao pedido de cópia do prontuário por Autoridades Policiais e/ou Judiciárias por "justa causa" ou implicando em "dever legal" ou por autorização expressa do paciente. tendo. quando diante de um estado extremo de necessidade.º 39308 de São Paulo. o laudo deverá revelar o diagnóstico.3. porém.3 SOLICITAÇÃO POR OUTRAS ENTIDADES Salvo com autorização expressa do paciente é vedado ao médico fornecer tais informações. Não há disposição legal que respalde ordens desta natureza. a qualquer título. O acesso ao prontuário pelo médico auditor enquadra-se no princípio do dever legal. o médico está liberado do segredo.3. Exemplos de "Justa Causa": Para evitar casamento de portador de defeito físico irremediável ou moléstia grave e transmissível por contágio ou herança. Exemplos de "Dever Legal": Doenças infecto-contagiosas de notificação compulsória Doenças de declaração obrigatória (toxicomanias) Crime de ação pública cuja comunicação não exponha o paciente a procedimento criminal mesmo que o fato seja de conhecimento público ou que o paciente tenha falecido. No entanto. Haverá justa causa quando a revelação for o único meio de conjurar perigo atual ou iminente e injusto para si e para outro. a cobrança das xerocópias quando fornecidas por ela. o prontuário original. Na hipótese do médico depor como testemunha. Em qualquer caso. capaz de por em risco a saúde do futuro cônjuge ou de sua descendência.resumo das informações lá contidas. casos suscetíveis de motivar anulação de casamento. O hospital não pode ser obrigado. a enviar os prontuários para qualquer instituição pública ou privada (Resolução CFM n. crimes de ação pública quando solicitado por autoridade judicial ou policial. o segredo médico também não deve ser revelado para autoridade judiciária ou policial. salvo por justa causa.

tenham acesso ao prontuário.23/04/2010 Portaria SAS/MS nº 208 . Neste sentido.Doença de Reiter Hiperprolactinemia Retificado Raquitismo e Osteomalácia Anemia Aplástica.10/05/2010 Portaria SAS/MS nº 223 . Estabelecem os critérios de diagnóstico." Por força do sigilo. 70.10/05/2010 116 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .23/04/2010 Portaria SAS/MS nº 109 .15/01/2010 Portaria SAS/MS nº 16 .23/04/2010 Portaria SAS/MS nº 207 .23/04/2010 Portaria SAS/MS nº 111 . o médico não pode revelar à autoridade. PROTOCOLOS CLÍNICOS Protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas são o consenso sobre a condução da terapêutica para determinada patologia.31/03/2010 Portaria SAS/MS nº 56 .Uso de Fatores estimulantes de Crescimento de Colônias de Neutrófilos Deficiência de Hormônio do Crescimento Hipopituitarismo Republicado Síndrome de Turner Hiperfosfatemia na Insuficiência Renal Crônica Portaria Portaria SAS/MS nº 13 . Mielodisplasia e Neutropenias Constitucionais .10/05/2010 Portaria SAS/MS nº 225 . O dever de manutenção do segredo médico decorre de necessidade do paciente em confiar em ter que confiar. os mecanismos de controle. para que o tratamento se estabeleça da melhor forma e com o menor agravo à saúde.Doença de Addison Hiperplasia Adrenal Congênita Doença Falciforme Insuficiência Pancreática Exócrina Osteodistrofia Renal Acne Grave Hipotireoidismo Congênito Republicado Angioedema Republicado Puberdade Precoce Central Republicado Artrite Reativa ."Segredo profissional. O médico não está obrigado a comunicar às autoridades crime pelo qual seu paciente possa ser processado. o tratamento preconizado com os medicamentos disponíveis nas respectivas doses corretas.29/01/2010 Portaria SAS/MS nº 69 . posto que isso pode ser considerado procedimento criminal contra a sua paciente. Destinam-se a orientar o tratamento de determinada patologia e criar mecanismos para a garantia da prescrição segura e eficaz.11/02/2010 Portaria SAS/MS nº 143 . Constitui constrangimento ilegal a exigência da revelação do sigilo e participação de anotações constantes das clínicas e hospitais. por exemplo. por dever de ofício.15/01/2010 Portaria SAS/MS nº 14 . o acompanhamento e a verificação de resultados. Situação Clínica Ictioses Hereditárias Hipoparatireoidismo Insuficiência Adrenal Primária . um aborto criminoso.23/04/2010 Portaria SAS/MS nº 209 .15/01/2010 Portaria SAS/MS nº 15 .23/04/2010 Portaria SAS/MS nº 110 .29/01/2010 Portaria SAS/MS nº 57 . irrestritamente no médico. as informações contidas no prontuário do paciente alcançam todos os profissionais e pessoas afins que.15/01/2010 Portaria SAS/MS nº 55 . a racionalização da prescrição e do fornecimento dos medicamentos.23/04/2010 Portaria SAS/MS nº 212 .

Aplasia Pura Adquirida Crônica da Série Vermelha Endometriose Retificado Dermatomiosite e Polimiosite Republicado Fibrose Cística - Manifestações Pulmonares Retificado Fibrose Cística - Insuficiência Pancreática Retificado Anemia em Pacientes com Insuficiência Renal Crônica - Alfaepoetina Retificado Anemia em Pacientes com Insuficiência Renal Crônica - Reposição de Ferro Retificado Doença de Parkinson Republicado Miastenia Gravis Retificado Doença Celíaca* Republicado Anemia Aplástica Adquirida Doença de Alzheimer Epilepsia Esclerose Múltipla Espondilose* Leiomioma de Útero Anemia Hemolítica Auto-imune Asma Diabete Insípido Doença de Crohn Fenilcetonúria Imunossupressão no Transplante Hepático em Pediatria Osteogênese Imperfeita* Púrpura Trombocitopênica Idiopática Síndrome Nefrótica Primária em Adultos Síndrome de Ovários Policísticos e Hirsutismo/Acne

Portaria SAS/MS nº 227 - 10/05/2010 Portaria SAS/MS nº 144 - 31/03/2010 Portaria SAS/MS nº 206 - 23/04/2010 Portaria SAS/MS nº 224 - 10/05/2010 Portaria SAS/MS nº 224 - 10/05/2010 Portaria SAS/MS nº 226 - 10/05/2010 Portaria SAS/MS nº 226 - 10/05/2010 Portaria SAS/MS nº 228 - 10/05/2010 Portaria SAS/MS nº 229 - 10/05/2010 Portaria SAS/MS nº 307 - 17/09/2010 Portaria SAS/MS nº 490 - 23/09/2010 Portaria SAS/MS nº 491 - 23/09/2010 Portaria SAS/MS nº 492 - 23/09/2010 Portaria SAS/MS nº 493 - 23/09/2010 Portaria SAS/MS nº 494 - 23/09/2010 Portaria SAS/MS nº 495 - 23/09/2010 Portaria SAS/MS nº 708 - 17/12/2010 Portaria SAS/MS nº 709 - 17/12/2010 Portaria SAS/MS nº 710 - 17/12/2010 Portaria SAS/MS nº 711 - 17/12/2010 Portaria SAS/MS nº 712 - 17/12/2010 Portaria SAS/MS nº 713 - 17/12/2010 Portaria SAS/MS nº 714 - 17/12/2010 Portaria SAS/MS nº 715 - 17/12/2010 Portaria SAS/MS nº 716 - 17/12/2010 Portaria SAS/MS nº 717 - 17/12/2010

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BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
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Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 29 de agosto de 1994, seção 1. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Portaria SAS/MS n º 743 de 20 de dezembro de 2005. Aprova novo modelo de laudo para solicitação de AIH - AIH e solicitação/autorização de mudanças de procedimentos e de procedimentos especiais no SIH. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 23 de dezembro de 2005, seção 1 e 04 de abril de 2006, seção 1, republicação. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Portaria SAS/MS n º 25 de 27 de janeiro de 2000. Estabelece critérios para registro de procedimentos pagos por diária. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 28 de janeiro de 2000, seção 1. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Portaria SAS/MS n º 84 de 24 de junho de 1997. Estabelece critérios para emissão de AIH para pacientes sem documentos de identificação. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 25 de junho de 1997, seção 1. BRASIL. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. Portaria GM/MS n º 396, de 12 de abril de 2000. Aprova o Manual do Sistema de Informações Hospitalares e Sistema de Informações Ambulatoriais - SIH/SUS e SAI/SUS. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 14 de abril de 2000, seção 1. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Portaria SAS/MS n º 316 08 de maio de 2006. Inclui no SIH o tipo de vinculo 52, identifica profissional do Instituto de Traumatologia e Ortopedia -INTO prestando atendimento Ortopédico do Projeto Suporte em outros estabelecimentos de saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 09 de maio de 2006, seção 1. BRASIL. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. Portaria GM/MS n º 251, de 31 de janeiro de 2002. Classifica os hospitais psiquiátricos integrantes do SUS de acordo com avaliação do PNASH – Programa Nacional de Avaliação do Sistema Hospitalar/Psiquiatria e o número de leitos do hospital. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 04 de fevereiro de 2002, seção 1. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Portaria SAS/MS n º 77 de 01 de fevereiro de 2002. Inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos psiquiátricos para hospitais classificados de acordo com a Portaria GM/MS 251/2002. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 04 de fevereiro de 2002, seção 1 e 06 de fevereiro de 2002, seção 1. BRASIL. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. Portaria GM/MS n º 1.686, de 20 de setembro de2002. Aprova normas para autorização e funcionamento e cadastramento de Bancos de Musculoesquelético pelo SUS. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 24 de setembro de 2002, seção 1. BRASIL. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. Portaria GM/MS n º 1687, de 20 de setembro de 2002. Inclui na Tabela de Procedimentos do SIH-SUS os grupos de procedimentos de Processamento de Tecido Musculoesquelético. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 24 de setembro 7 de novembro de 2002, seção 1 e 7 de novembro de 2002, seção 1, republicação. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Portaria SAS/MS n º 483 de 23 de agosto de 1999. Veda os hospitais públicos de realizar cessão de crédito (republicação). Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 24 de agosto de 1999, seção 1 e 10 de setembro de 1999, seção 1 - republicação. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Portaria SAS/MS n º 434, de 14 junho de 2006. Inclui no SIH o tipo 53- OPM sem cessão de crédito e torna obrigatório informar CNPJ do Fornecedor do material e o número da Nota fiscal correspondente, na AIH com registro de OPM.Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil,Brasília/DF,16 de junho de 2006,seção 1. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Portaria SAS/MS n º 218, de 15 de junho de 2004. Inclui na tabela do SIH Órtese, Prótese e Materiais Especiais - OPM da área de cardiovascular, definindo limite de uso, e excludência. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 21 de junho de 2004, seção 1, e 23 de agosto de 2004, seção 1.
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Brasília/DF. Ministério da Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. seção 1. de 27 de dezembro de 2005. 14 de novembro de 2005. BRASIL. seção 1. Ministério da Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. seção 1 e 29 de junho de 2004. Ministério da Saúde. 187.º. V. BRASIL. Brasília DF. Portaria GM/MS n º 821. o procedimento Cirurgia Múltipla Pacientes com Lesões Lábios-Palatais ou Craniofaciais. distribuição de série numérica de AIH também por meio eletrônico. Ministério da Saúde. 510 de 30 de setembro de 2005. Brasília/DF. Estabelece. BRASIL. de 01 de dezembro de 2005 prorroga a implantação do processamento descentralizado do SIH/SUS para competência fevereiro de 2006. 19 de maio de 2006. com definição de uso.º. Secretaria de Assistência à Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 3 de outubro de 2005. 05 de maio de 2004. 98. de 28 de março de 2005. define procedimentos comuns a Ortopedia e a Neurocirurgia e Órtese Prótese e Materiais Especiais . Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Estabelece compatibilidade entre os procedimentos da assistência cardiovascular e Órtese. seção 1. 25 de maio de 2004. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Secretaria de Atenção à Saúde.º. Ministério da Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.BRASIL. 05 de dezembro de 2005. Brasília/DF. Secretaria de Assistência à Saúde. VI e VII. Secretaria Executiva e Secretaria de Atenção à Saúde. Ministério da Saúde. seção 1 e 27 de abril de 2005. Define série numérica de AIH com 13 dígitos.º. republicação. de 14 de fevereiro de 2006. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. de 21 de maio de 2004. BRASIL. Secretaria de Atenção à Saúde. Ministério da Saúde. 30 de dezembro de 2005. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Portaria SE/SAS/MS n.OPM. Ministério da Saúde. Inclui na tabela do SIH/SUS. 637. BRASIL. Ministério da Saúde. Estabelece a implantação do processamento descentralizado do SIH para novembro/2005 e torna obrigatório o preenchimento do órgão emissor no SISAIH01. seção 1. Brasília/DF. de 28 de fevereiro de 2005. Portaria SAS/MS n. Portaria SAS/MS n. Ministério da Saúde.OPM da área da cardiovascular. Exclui. Brasília/DF. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Altera e Inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos e Órtese. Altera a quantidade de órgãos emissores para estados e municípios. 675. Secretaria de Atenção à Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. de 16 de outubro de 1998. BRASIL.OPM compatíveis. e estabelece compatibilidade com procedimentos especiais. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.º. Portaria SAS/MS n º 567 de 13 de outubro de 2005. seção 1.º. BRASIL. 14 de fevereiro de 2000.º 756. Ministério da Saúde. de 04 de maio de 2004. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília/DF. seção 1. Portaria SAS/MS n. 29 de março de 2005. Determina a descentralização do processamento do Sistema de Informação Hospitalar – SIH. 756. Portaria SAS/MS n. BRASIL. retificação. seção 1. Brasília/DF. seção 1. seção 1. Portaria SAS/MS n. seção 1. Portaria SAS/MS n º 51 de 11 de fevereiro de 2000. Prótese e Materiais Especiais . BRASIL. 120 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . 19 de outubro de 1998. Portaria SAS/MS n. Secretaria de Atenção à Saúde. de 27 de dezembro de 2005. Portaria SAS/MS n. Portaria SAS/MS n. seção 1. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Prótese e Materiais Especiais .º 23. seção 1. 15 de fevereiro de 2006. prorroga a implantação do processamento descentralizado do SIH/SUS para competência abril de 2006. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.º. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Altera a estrutura do órgão emissor. Gabinete do Ministro. altera e inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos de Neurologia e Neurocirurgia. seção 1. Secretaria de Atenção à Saúde. 17 de outubro de 2005. BRASIL. Portaria SAS/MS n º 123. Republica os anexos III. de 11 de novembro de 2005. 01 de março de 2005. como forma alternativa. Brasília/DF. BRASIL. Brasília/DF. Brasília/ DF. Brasília/DF. Brasília/ DF. BRASIL. 173.

Ministério da Saúde. de 7 de abril de 1999. Portaria SAS/MS n º 126 de 17 de setembro de 1993. 121 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . de 25 de agosto de 999. Portaria GM/MS n. Brasília/DF. Secretaria de Assistência à Saúde. 26 de março de 1998. republicação. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. e estabelece requisitos para credenciamento de hospitais para sua realização. 8 de abril 1999. Brasília/DF. Brasília/DF. Inclui na tabela do SIH/SUS procedimento de Diária de Acompanhante para Pacientes Idosos. e 30 de março de 2006. Brasília/DF.274. Inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos para o tratamento da AIDS e define a forma de registro na AIH – AIH. Portaria SAS/MS n. 24 de junho de 1999. Gabinete do Ministro. Brasília/DF. BRASIL. Brasília/ DF. seção 1. Inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos de Internação Domiciliar. e estabelece requisitos para credenciamento de hospitais para sua realização. Redefinir a Política Nacional de Procedimentos Cirúrgicos Eletivos de Média Complexidade Ambulatorial e Hospitalar. seção 1. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 05 de agosto de 1994. 21 setembro 1993. Portaria GM/MS n º 1. Ministério da Saúde. Inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos para Cuidados Prolongados. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. seção 1. Portaria GM/MS n. Portaria SAS/MS n º 93 de 30 de maio de 1994. 08 de março de 2006 1999.º 2413. Gabinete do Ministro Portaria. Ministério da Saúde. Exclui e inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos para tratamento de queimados em Hospital Geral. Inclui na tabela de SIH procedimentos para tratamento de lesões lábios palatais e craniofaciais. Brasília/DF. 25de junho de 1999. seção 1 – republicação. seção 1. seção 1.º 130 de 3 de agosto de 1994. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. Brasília/DF. 23 de março de 1998. seção 1. Inclui na tabela de SIH procedimentos para tratamento de lesões lábios palatais e craniofaciais. Torna obrigatória a presença do acompanhante para pacientes maiores de 60 (sessenta) anos. e o procedimento tratamento da AIDS em hospital dia. Portaria SNAS/MS n º 291 de 17 de junho de 1992. de 03 de junho 1994.º 2414. seção 1 BRASIL. BRASIL.BRASIL. e 26 de fevereiro de 2001. e estabelece requisitos para habilitação dos hospitais para sua realização. 23 de março de 1998. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Portaria GM/MS n º 280. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Inclui na tabela do SIH/SUS os procedimentos Atendimento em Hospital Dia Geriátrico um e dois turnos. BRASIL. 23 de março de 1998. BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília/DF. Brasília/DF. BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Gabinete do Ministro. seção 1. seção 1. seção 1. BRASIL. BRASIL. Gabinete do Ministro.º 2416. Estabelece critérios para habilitação de Unidade de Cuidados Intermediário Neonatal – UCI. Ministério da Saúde. Estabelece normas e forma de remuneração para o atendimento em hospital dia AIDS.091. Institui a modalidade de Hospital Dia para pacientes com AIDS. Ministério da Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. BRASIL. seção 1. Ministério da Saúde. Brasília/DF. GM/MS n º 252. Gabinete do Ministro. Gabinete do Ministro. Ministério da Saúde. 06 de setembro de 1999. seção 1. Portaria SAS/MS n º 503 de 03 de setembro de 1999. 23 de junho de 1992. Centros de Referência Centros Intermediários de Assistência a Queimados. BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Secretaria de Assistência à Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Gabinete do Ministro. Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Brasília/DF. 26 de março de 1998. Ministério da Saúde. Secretaria Nacional de Assistência à Saúde. Portaria GM/MS n. 26 de março de 1998. seção 1. BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Portaria GM/MS n º 1. de 06 de fevereiro de 2006. Ministério da Saúde. Brasília/DF. 26 de agosto de 1999. Ministério da Saúde. 29 de dezembro de 2000. Portaria GM/MS n º 830. BRASIL. seção 1. 22 de novembro de 2000.

BRASIL. Secretaria de Assistência a Saúde. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. 22 de agosto de 1994. BRASIL. Brasília/DF.BRASIL. Ministério da Saúde. 03 de dezembro de 2001. Ministério da Saúde.º 216. Estabelece código para os procedimentos incluídos do SIH pelas Portarias 2413. de 14 de junho de 2004. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Ministério da Saúde. 25 de outubro de 2001. Institui a modalidade de Hospital Dia Fibrose Cística e Hospital Dia Cirúrgico e Terapêutico e altera as condições e requisitos para atendimento em Hospital Dia: geriátrico. Brasília/DF. Portaria GM/MS n º 1. Ministério da Saúde. 2416 de 23 de março de 1998. seção 1. BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Ministério da Saúde. seção 1. Secretaria de Atenção à Saúde. seção 1. BRASIL. Brasília/DF. Secretaria de Assistência a Saúde. parto e pós-parto. Secretaria de Assistência à Saúde. BRASIL.º153. Estabelece critérios para liberação de sangue para transfusão. Secretaria Executiva e Secretaria de Assistência à Saúde. seção 1. Portaria SE/SAS/MS n. Portaria SAS/MS n. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília/DF. Secretaria de Assistência a Saúde. 29 de novembro de 2001. seção 1. seção 1. BRASIL. 7 de fevereiro de 2003. Secretaria de Assistência à Saúde. Torna obrigatório informar na AIH CID Principal e CID Secundário nos registros de causas externas e de agravos à saúde do trabalhador (republicação). 16 de junho de 2004.º 249.418. Altera a sistemática de apresentação de AIH em meio magnético.AIH em meio magnético para os Hospitais integrantes do Sistema de Informações Hospitalares . Ministério da Saúde. seção 1. Ministério da Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 24 de junho de 2004. Portaria SAS/MS n. BRASIL. BRASIL. Portaria SAS/MS n º 38 de 1º de abril de 1998.º 134. Gabinete do Ministro. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Portaria SAS/MS n. BRASIL. BRASIL. seção 1 e 19 de junho de 2002. Estabelece critérios sobre a forma de registro de procedimentos de hemoterapia na Autorização de Informação Hospitalar. Ministério da Saúde.º 238. Secretaria de Atenção à Saúde.º 134. 06 de dezembro de 2005. Portaria SAS/MS n. seção 1. Ministério da Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. AIDS e Intercorrência Pós Transplante de Medula Óssea. Saúde Mental. 31 de março de 204. Inclui na tabela do SIH/SUS procedimento Diária de acompanhante para gestante. 02 de abril de 1998. Brasília/DF. seção 1. 27 de novembro de 2002. Brasília/DF. Brasília/DF. republicação. 12 de abril de 2002 de fevereiro de 2003.SIH/SUS. Portaria SAS/MS n.969. Inclui na tabela do SIH/SUS Procedimento de Notificação de Causas Externas e de Agravos relacionados ao Trabalho. seção 1. 12 de setembro de 1994. Brasília/DF. Ministério da Saúde. Brasília/DF. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.º 922. BRASIL. Secretaria de Assistência à Saúde. seção 1. republicação. 22 de agosto de 1994. Gabinete do Ministro. Portaria SAS/MS n º 163. de 16 de junho de 2004. de 3 de dezembro de 1993. Secretaria de Assistência à Saúde. seção 1. Brasília/DF. 26 de novembro de 2002. BRASIL. 10 de janeiro de 2001. Brasília/DF. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. RDC n. retificação. Ministério da Saúde. seção 1. Define critérios para cadastramento de Centros de 122 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Altera a sistemática de para apresentação de AIH em meio magnético. de 12 de janeiro de 2001. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS n. BRASIL. de 26 de outubro de 2001.º 44. BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Gabinete do Ministro. Portaria SAS/MS n. seção 1 e 20 de dezembro de 2001. 06 de fevereiro de 2003. Brasília/DF. Portaria GM/MS n º 2.AIH. Brasília/DF.º17. 6 de dezembro de 1993. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.º 88. BRASIL. 23 de agosto de 1994. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.º 58 de 26 de março de 1998. Portaria SAS/MS n. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 02 de dezembro de 2005. 2414. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Altera redação dos procedimentos de cateterismo e a sua forma de registro na AIH. Regulamenta a presença de acompanhante para mulheres em trabalho de parto. publicadas no Diário Oficial da União n. Retificação. de 30 de março de 2006. Secretaria Nacional de Vigilância Sanitária. Alterar a sistemática de apresentação de Autorização de Autorização Hospitalar .

Exclui e inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos da cardiovascular e estabelece normas para credenciamento/habilitação nesta área. 16 de julho de 1990. 1. Brasília/DF.º 92.439. Decreto n. Lei n. Gabinete do Ministro. e 3 de março de 2004.406. Ministério da Saúde. Brasília/DF. seção 1. tecidos e partes do corpo humano para fins de transplante e tratamento. BRASIL. 09 de junho de 1987. BRASIL. seção 1. Dispõe sobre acesso ao prontuário médico para efeito de auditoria. Brasília/DF. Conselho Federal de Medicina. Dispõe sobre a remoção de órgãos. Portaria SAS/MS n. Institui a Política Nacional de Atenção Ontológica. Ministério da Saúde. Conselho Federal de Medicina. 23 de novembro de 2007. Altera e inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos cardiovasculares. 10 de abril de 2001. 20 de janeiro de 2004. BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Portaria SAS/MS n. seção 1.º 8. seção 1. seção 1. Ministério da Saúde. Dispõe sobre a profissão de Enfermeiro Obstetra. Ministério da Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Portaria SAS/MS n. Brasília/DF. Inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos para Assistência Domiciliar Geriátrica pelos Centros de Referência em Assistência à Saúde do Idoso e altera redação dos procedimentos de Atendimento Geriátrico em Hospital Dia.º 513. Resolução n. seção 1. BRASIL. 16 de abril de 2002. Ministério da Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Define as atribuições do Enfermeiro Obstetra. 26 de junho de 1986. Gabinete do Ministro.º 9.º 738. Brasília/DF. Brasília/DF. Gabinete do Ministro. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 21 de janeiro de 2004. de 13 de julho de 1990. Institui o Programa Anual de Reestruturação da Assistência Psiquiátrica Hospitalar no SUS. 23 de dezembro de 2005. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil Brasília/DF.º 7498. 05 de fevereiro de 1997. republicação dos anexos. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Portaria GM/MS n. seção 1. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.º 53.º 2. 10 de julho de 2002. Brasília/DF. retificação. Conselho Federal de Medicina. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 08 de dezembro de 2005. seção 1 e 27 de julho de 2004. Gabinete do Ministro. Ministério da Saúde.º 52. Brasília/DF. BRASIL. BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Portaria GM/MS n. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.º 210. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. seção 1. seção 1. BRASIL. BRASIL. Ministério da Saúde. 24de janeiro de 2001. BRASIL. Portaria GM/MS n. Brasília/DF. 08 de junho de 1987. 16 de abril de 2002. 11 de julho de 2007.638. 25 de junho de 1986. seção 1. Secretaria de Atenção à Saúde. Brasília/DF. Inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos de Internação em Psiquiatria RPH (Programa Anual de Reestruturação da Assistência Psiquiátrica Hospitalar). Secretaria de Atenção à Saúde. 12 de abril de 2002. Brasília DF. Resolução n. seção 1. 20 de janeiro de 2004.069. Portaria GM/MS n. seção 1. 21 de junho de 2004. seção 1. 23 de janeiro de 2001.614. BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Secretaria de Atenção à Saúde.º 741. 08 de fevereiro de 2001. Brasília/DF.Referência em Assistência à Saúde do Idoso.º 1. 123 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .º 94.º 1. Brasília/DF. BRASIL.434. BRASIL. Estabelece critérios e forma de registrar na AIH os procedimentos de doação de órgãos para transplante.º. Estabelece normas de classificação e credenciamento de Alta Complexidade em Oncologia. BRASIL. 19 de dezembro de 2005. Ministério da Saúde. 09 de agosto de 2002.821. Gabinete do Ministro. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 04 de fevereiro de 1997. Dispõe sobre tempo de guarda dos prontuários médicos. Lei n. Torna obrigatória a criação de Comissão de Revisão de Prontuário nas instituições de saúde. 22 de setembro de 2004. Portaria GM/MS n. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília DF. 9 de dezembro de 2005. BRASIL. seção 1. seção 1. Lei n. 15 de junho de 2004. BRASIL. Resolução n. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 21 de janeiro de 2004. Define o período que os estabelecimentos de atenção à saúde de gestantes devem manter registros das atividades desenvolvidas.

BRASIL. Secretaria de Atenção á Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília/DF. Gabinete do Ministro. Secretaria de Atenção à Saúde. seção 1. Gabinete do Ministro. Institui a Política Nacional de Atenção de Alta Complexidade em TraumatologiaOrtopedia. BRASIL. Secretaria de Atenção à Saúde. Gabinete do Ministro. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS n. Aprova Protocolo de Indicação de Tratamento Clínico das Osteogêneses Imperfecta e Inclui na tabela do SIH/SUS e os procedimentos para o tratamento. e o registro deste exame nas AIH de partos. Ministério da Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Gabinete do Ministro. seção 1. Portaria Conjunta SAS/SVS n. Secretaria de Atenção à Saúde. seção 1. BRASIL. Brasília/ DF. Brasília/DF. Gabinete do Ministro. Torna obrigatório identificar na AIH através da CID 10 os procedimentos de notificação compulsória. seção 1. BRASIL. Portaria SAS/MS n. 18 de março de 2002. BRASIL. 27 de abril de 2001. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Inclui na Tabela do SIH/SUS Cirurgias Plásticas Corretivas Seqüenciais em Pacientes Pós Gastroplastia.º 766. Define normas de credenciamento/habilitação das Unidades de Assistência e Centros de Referência de Alta Complexidade em Traumato-Ortopedia. Brasília/DF. 19 de dezembro de 2001. Aprova Protocolo Clinico de Indicação de Tratamento Cirúrgico da Obesidade Mórbida – Gastroplastia. Ministério da Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Portaria SAS/MS n. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. BRASIL. 95. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília/DF. Ministério da Saúde. 16 de fevereiro de 2005. Ministério da Saúde. 23 de março de 2006. 23 de setembro de 2004. Define os procedimentos e normas de classificação e credenciamento dos Serviços de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional. Ministério da Saúde. Define nova composição dos grupos de procedimentos na especialidade de Ortopedia. Portaria SAS/MS.º 224. Portaria GM/MS n. 24 de março de 2006.º 343.º 118. 15 de fevereiro de 2005. Torna obrigatória a realização do exame de VDRL em parturiente internadas em hospitais integrante do SUS. 30 de maio de 2005. 3 de dezembro de 2004. de 8 de março de 2005. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 23 de fevereiro de 2005. seção 1.Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 12 de novembro de 2002. BRASIL. Portaria GM/MS n. Brasília/DF. Secretaria de Atenção á Saúde e Secretaria de Vigilância Sanitária. Brasília/DF. BRASIL. Portaria GM/MS n. 20 de dezembro de 2001. 2 de dezembro de 2004.º 545.º 221. Portaria SAS/MS. 16 de fevereiro de 2005.º 2. seção 1. Brasília/DF. 20 de março de 2002. Brasília/DF. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. seção 1. Gabinete do Ministro. 165. seção 1. seção 1. BRASIL. Define atributos para os procedimentos de cirurgias reparadoras para pacientes portadores de AIDS e usuários de anti-retrovirais. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília/ DF. Ministério da Saúde. BRASIL. seção 1. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Ministério da Saúde. 26 de abril de 2001. 893. BRASIL. 25 de setembro de 1998. de 21 de dezembro de 2004.º 2305. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. BRASIL. 23 de setembro de 1998. Ministério da Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 13 de novembro de 2002. Portaria GM/MS n. 15 de fevereiro de 2005. seção 1. Secretaria de Atenção à Saúde. Ministério da Saúde. seção 1. 7 de março de 2005. seção 1. Portaria GM/MS n. Ministério da Saúde.º 628. 25 de maio de 2005. Brasília/DF. Brasília/DF. Institui no âmbito do SUS mecanismo para organização e implantação da Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional. Inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos de cirurgias reparadoras para pacientes portadores de AIDS e usuários de anti-retrovirais. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.582. BRASIL. Inclui procedimento de Polissonografia – Distúrbio do Sono. Portaria SAS/MS.º 20. Secretaria de Assistência à Saúde. Portaria SAS/MS n. seção 1. Brasília/DF de 24 de fevereiro de 2000. 22 de dezembro de 2004. 124 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Ministério da Saúde. Brasília/DF.

29 de junho de 1990. Gabinete do Ministro. Portaria GM/MS n. Brasília/DF. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. seção 1. republicação. Gabinete do Ministro. Portaria SAS/MS n.º 74 de 04 de maio de 1994. Gabinete do Ministro. BRASIL. Brasília/DF.º 572.º 96. Ministério da Saúde. Aprova no âmbito do Sistema Único de Saúde a modalidade de assistência – Hospital Dia. 06 de julho de 2000. Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social INAMPS. de 14 de junho de 1994. republicação. Institui o Componente III do Programa de Humanização no Pré-natal e Nascimento e estabelece nova sistemática de pagamento para a assistência ao parto. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS n. demonstrativo contendo os dados referentes à sua internação. de 24 de julho de 2002. BRASIL. Ministério da Saúde. de 10 de janeiro de 2001.º 304. BRASIL. Gabinete do Ministro. Aprova as Normas básicas para implantação de atendimento na forma de Alojamento Conjunto. Gabinete do Ministro. de 27 de julho de 1990. seção 1 e 14 de novembro de 2000. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. de 5 de julho de 2000. Brasília/DF. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. BRASIL. Ministério da Saúde. de 08 de julho de 2002. Brasília/DF. Secretaria de Atenção à Saúde.º 693. Ministério da Saúde. de 1º de junho de 2000.º 570. seção 1. BRASIL. Gabinete do Ministro. Estabelece a inclusão de Módulo de Segurança no Programa SISAIH. para Hospitais de Referencia em Gestante de Alto Risco. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.º 1.º 448. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Gabinete do Ministro. seção 1 e 01 de julho de 1994.º 569. Portaria SAS/MS n. de 09 de agosto de 2002. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Portaria GM/MS n. 3 de março de 2005. Regulamenta a implantação do Sistema 125 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .º 124. BRASIL. Ministério da Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Resolução n. Brasília/DF. BRASIL. Aprova as Normas de Orientação para implantação do Método Canguru. Brasília/DF. 08 de junho de 2000. destinado a atenção e humanizada ao recém-nascido de baixo peso. no âmbito do SUS.º 571. republicação. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Gabinete do Ministro.º 1016. Brasília/DF. 8 de junho de 2000. BRASIL. Inclui na tabela do SIH/SUS o procedimento Atendimento ao recém nascido na sala de parto. Portaria GM/MS n º 896. BRASIL. Gabinete do Ministro. Altera para março/2005 a obrigatoriedade do registro do VDRL. seção 1. Ministério da Saúde. 2 de julho de 1990. BRASIL. Secretaria de Atenção à Saúde. Brasília/DF. 09 de julho de 2002. Revoga a Portaria SAS/MS n. Secretaria de Atenção à Saúde. Brasília/DF.BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 01 de setembro de 1993. 8 de junho de 2000. pela qual o hospital deviria entregar ao paciente. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 08 de junho de 2000. Ministério da Saúde. seção 1. seção 1. Portaria SAS/MS n.º 227. de 26 de agosto de 1993. seção 1. Portaria SAS/MS n. de 1º de junho de 2000. 12 de janeiro de 2001. Secretaria de Atenção à Saúde. seção 1. Institui o Programa de Humanização no Pré-natal e Nascimento. e torna obrigatório arquivar no prontuário médico do paciente o Espelho de AIH – Definitivo. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. de 01 de março de 2005. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS n. BRASIL. seção 1 e 18 de agosto de 2000. Portaria GM/MS n. Inclui na tabela do SIH/SUS o procedimento Atendimento ao recém nascido na sala de Parto II. de 10 de agosto de 2001. Brasília/DF. seção 1. Determinou que o INAMPS implantasse o Sistema de Informação Hospitalar – SIH/SUS. seção 1 e 18 de agosto de 2000. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.343. seção 1. 15 de junho de 1994. seção 1. seção 1. Institui o Componente I do Programa de Humanização no Pré-natal e Nascimento – Incentivo à Assistência Pré-natal no âmbito do SUS. Portaria GM/MS n. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Ministério da Saúde. Brasília/DF. de 1º de junho de 2000. seção 1. BRASIL. Institui o Componente II do Programa de Humanização no Pré-natal e Nascimento – Incentivo à Assistência Pré-Natal no âmbito do SUS. seção 1. Brasília/ DF. Brasília/DF. 14 de agosto de 2001. Ministério da Saúde. de 1º de junho de 2000.º 44. Portaria GM/MS n. BRASIL. Portaria GM/MS n. republicação.

seção 1. Estabelecem diretrizes e normas para internação de pacientes nos hospitais integrantes do SUS. Ministério da Saúde. o procedimento Cirurgia Múltipla . Ministério da Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Ministério da Saúde. seção 1. 21 de novembro de 1984. Ministério da Saúde. Brasília/DF. e o que inclui no valor do procedimento cirúrgico. 24 de setembro de 2002. Secretaria de Assistência à Saúde. Brasília/DF. Brasília/DF.º 3477. Ministério da Saúde. BRASIL. Dispõe sobre ato anestésico – inicio e término-. Recompõe os procedimentos de esterilização . seção 1.º 434. 17 de fevereiro de 1999. Ministério da Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 12 de janeiro de 1996. Portaria SAS/MS n. saude. de 08 de maio de 2006. Departamento de Controle e Avaliação de Serviços de Saúde. de 11 de fevereiro de 1999. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 09 de maio de 2006. seção 1. para identificar profissional do Instituto de Traumatologia e Ortopedia -INTO prestando atendimento Ortopédico do Projeto Suporte em outros estabelecimentos de saúde. Brasília/DF. Ministério da Saúde. Portaria SAS/MS n º 187 16 de outubro de 1998. Inclui no SIH o tipo de vinculo 52. Brasília/DF.º 48. 126 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Gabinete do Ministro.º 579. Secretaria de Serviços Médicos. Portaria SAS/MS n.OPM sem cessão de crédito e estabelece que nas AIH de estabelecimentos público e privado com registro de OPM seja informados o CNPJ do Fornecedor do material e o n. BRASIL. 16 de junho de 2006. BRASIL. Brasília/ DF.de Informação Hospitalar – SIH/SUS . seção 1. Lei n. Portaria SAS/MS n º 98. Ministério da Saúde. 15 de janeiro de 1996. Inclui na tabela do SIH/SUS. 21 de dezembro de 2002. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. de 20 de setembro de 2002. Brasília/DF. BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília/DF. Brasília/DF. Aprova normas para autorização e funcionamento e cadastramento de Bancos de Musculoesquelético pelo SUS. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. de 04 de setembro de 1997. BRASIL. Secretaria de Assistência à Saúde. Gabinete do Ministro. seção 1. BRASIL. seção 1. Manual do Sistema de Informação hospitalar.º 299. Brasília/DF. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Portaria n.Pacientes com Lesões Lábio-Palatal ou Craniofaciais. 19 de outubro de 1998.686. de 20 de setembro de2002. BRASIL. Portaria SAS/MS n. seção 1 e 20 de agosto de 1997. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 20 de dezembro de 2001. de 14 de fevereiro de 2006. seção 1. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Gabinete do Ministro. 05 de setembro de 1997. Portaria SAS/MS n º 316. www. seção 1. Secretaria de Assistência à Saúde. 21 de agosto de 1991.Inclui no SIH o tipo 53. Secretaria de Atenção à Saúde. Dispõe sobre planejamento familiar. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Brasília/DF. Secretaria de Assistência à Saúde.º da Nota fiscal correspondente. BRASIL. de 19 de novembro de 1984. 15 de fevereiro de 2006. Ministério da Saúde.º 1687. 24 de setembro 2002. seção 1. Portaria GM/MS n. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.º SAS/MS 113. BRASIL. republicação. Estabelece critérios para inclusão de hospitais nos Sistemas de Referência Hospitalar no Atendimento Terciário e Secundário Gravidez de Alto Risco e inclui na tabela procedimentos para atendimento nesses estabelecimentos. Ministério da Previdência Social. seção 1. Brasília/DF. Brasília/DF.263. seção 1. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS n. BRASIL. 14 junho de 2006.Laqueadura e Vasectomia. 01 agosto de 1990. Portaria GM/MS n º 1. BRASIL.º 9.gov. BRASIL. Prorroga a implantação do processamento descentralizado do SIH para abril de 2006. e 7 de novembro 2002. Compatibiliza procedimentos com CID de Causas Externas. 20 de agosto de 1998. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. seção 1.br BRASIL. Portaria MPAS/SSM n. Inclui na Tabela de Procedimentos do SIH-SUS os grupos de procedimentos de Processamento de Tecido Musculoesquelético. seção 1. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.

o Incentivo ao Registro Civil de Nascimento. seção 1. seção 1. Brasília. 27 de junho de 2003. Incluir. Ministério da Saúde. Brasília/DF. Brasília/DF. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 30 de junho de 2003.Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 12 de abril de 2002. de 30 de junho de 1997. BRASIL.º 1. de 20 de maio de 2002. Portaria SAS/MS n. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. 29 de dezembro de 2005. Secretaria de Atenção à Saúde. Portaria SAS/MS n. BRASIL. BRASIL. 15 de junho de 2004. seção 1. Regula a retirada e doação de órgão. de 25 de março de 1998. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Incluem na tabela do SIH/SUS procedimentos para o Tratamento de Transtorno Decorrentes do uso de Álcool e/ou Outras Drogas e estabelece critérios para sua utilização. seção 1. seção 1. Brasília/DF. antes da alta hospitalar. BRASIL.º 702. Secretaria de Atenção à Saúde. BRASIL. de 10 de julho de 2002. Brasília/DF. de 16 de abril de 2002. seção 1. de 16 de novembro de 2000. 27 de março de 1998. Portaria SAS/MS n. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS n. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. na Tabela de Procedimentos Especiais do SIH/SUS.º 96. de 17 de novembro de 2000. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. BRASIL. a ser pago aos hospitais integrantes do SIH/SUS que propiciarem o registro de nascimento. Incluir. seção 1. seção 1. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Estabelece compatibilidade entre procedimento e Órtese. Secretaria de Atenção à Saúde. 1997.º 817.638. a codificação de "tipo" 45 para profissionais autônomos sem cessão de crédito. Define prontuário médico e torna obrigatória a criação de Comissão de Revisão de Prontuário nas instituições de saúde. seção 1. no Sistema de Informações Hospitalares do Sistema Único de Saúde – SIH/SUS. Decreto 2268. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Secretaria de Atenção à Saúde.º 34. 09 de agosto de 2002. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Inclui na tabele do SIH/SUS procedimentos relacionados ao Programa de Humanização no Pré-natal e Nascimento – Teste Rápido. Portaria SAS/MS n. Prótese e Materiais Especiais – OPM na área de Cardiologia. Institui a Política Nacional de Atenção Cardiovascular. Conselho Federal de Medicina. Gabinete do Ministro.169. e 18 de julho de 2003.BRASIL. define procedimentos a serem registrados com o Procedimento Seqüenciais de Coluna em Ortopedia e/ou Neurocirurgia e estabelece limite de uso de procedimentos. Ministério da Saúde. Brasília/DF. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Resolução n. Inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos de Tratamento da Hanseníase e da Tuberculose com Lesões Externas.º 158.º 938. Portaria SAS/MS. 17 de junho de 2004. Estabelece mecanismos para organização e implantação de Redes Estaduais de Assistência à Saúde do Idoso. Secretaria de Atenção à Saúde. Gabinete do Ministro. Brasília/DF. BRASIL.º 822. Portaria SAS/MS n. BRASIL. de 07 de dezembro de 2000. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. seção 1. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.º 1. seção 1.º 438.º 465. Brasília/DF. 03 de maio de 2002. Ministério da Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Portaria GM/MS n. seção 1 e 5 de setembro de 2002. seção retificação. Gabinete do Ministro. Ministério da Saúde. Define o código de Tipo com e sem vínculo com o hospital. Ministério da Saúde. Brasília/DF. Incluir no Sistema de Informações Hospitalares do Sistema Único de Saúde – SIH/SUS a codificação de "tipo" 30 para profissionais que possuem vínculo empregatício com estabelecimento de saúde. Gabinete do Ministro. 30 de dezembro de 2005. de 05 de maio de 2004. Brasília/DF. Brasília/DF. BRASIL. de 06 de maio de 2004. de 2002. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. 08 de dezembro de 2000. Portaria GM/MS n. seção 1. 15 de fevereiro de 2006. Brasília/ DF. 127 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . de 14 de fevereiro de 2006. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 1 de julho de 1997. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Exclui Procedimentos Seqüenciais em Neurocirurgia. 765. 30 de abril de 2002. Brasília/DF. BRASIL. Brasília/DF. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS n. BRASIL. Portaria GM/MS n.

Portaria SAS/MS n. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.º 11.Dispõe sobre acesso ao prontuário médico para efeito de auditoria. seção 1. Gabinete do Ministro. Define a estrutura e o detalhamento completo dos procedimentos com seus atributos para janeiro de 2008. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília/DFBRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.REPUBLICAÇÃO Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília/DF BRASIL. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. seção 1. Secretaria de Atenção à Saúde. Portaria GM/MS n. Brasília/DF BRASIL. Portaria GM/MS n. Brasília/DF. Portaria SAS/MS n. Brasília/DF BRASIL. Gabinete do Ministro. Portaria SAS/MS n.614. seção 1. Define os procedimentos seqüenciais de neurocirurgia da Tabela de Procedimentos. 21 de fevereiro de 1995. caráter de atendimento. estabelece: RESOLUÇÃO N.º 958 16 de maio de 2008. Portaria GM/MS n. 20 de outubro de 2006. Aprova a Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa. Ministério da Saúde. 19 de outubro de 2006. republicação. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. de 13/2007/1990 – Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências. seção 1 e 6 de abril de 1995. de 25 de agosto de 2006. BRASIL. Institui a tabela de procedimentos. Portaria SAS/MS n. redefine tabela tipo de vínculo. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro.º 723 de 28 de janeiro de 2007. Portaria GM/MS n. Institui a Política Nacional de Oftalmologia. Secretaria de Atenção à Saúde.º 569 de 31/2010/2007 DEFINE A SÉRIE NUMÉRICA APAC E AIH PARA 2008 . Brasília/DF. a nacionalidade do paciente. Brasília/DF. Secretaria de Atenção à Saúde.º 30 de 21 de janeiro de 2008.º 2.º 2. Ministério da Saúde.º 958 de 15 de maio de 2008. que descentraliza para os gestores estaduais/municipais de saúde o registro das habilitações no SCNES. Institui a Internação Domiciliar no âmbito do SUS. BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria SAS/MS n. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Medicamentos e OPM do SUS. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.848 de 06 de novembro de 2007. Brasília/DF BRASIL. Secretaria de Atenção à Saúde. Portaria SAS/MS n. Brasília/DF BRASIL.638. Brasília/DF BRASIL. Redefine a Política para Cirurgias Eletivas. Brasília/DF. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Ministério da Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. medicamentos e OPM do SUS. BRASIL. 128 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .º 2. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Brasília/DF BRASIL. Portaria GM/MS n. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Medicamentos e OPM do SUS e as compatibilidades.º 1.º 957 de 15 de maio de 2008. Define os procedimentos financiados pelo FAEC da Tabela de Procedimentos. Define os procedimentos da Tabela de Procedimentos. Brasília/DF BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.º 629. Secretaria de Atenção à Saúde. Recompõe as compatibilidades dos procedimentos de válvula cardíaca da Tabela de Procedimentos do SUS.º 321 de 08 de fevereiro de 2007. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS n. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 23 de março de 1995.069. Gabinete do Ministro.529. seção 1. Medicamentos. Gabinete do Ministro. de 2001 . Portaria GM/MS n. DE 10 DE JULHO DE 2002 – Define prontuário médico e torna obrigatória a criação da Comissão de Revisão de Prontuários nas instituições de saúde. Inclui campo: raça/cor.º 719 de 28 de janeiro de 2007. atualiza os laudos de APAC e AIH. OPM do SUS. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Torna obrigatório informar na AIH – AIH em meio magnético.º 219 de 1 de abril de 2008. Medicamentos e OPM do SUS que integram o elenco de cirurgias eletivas. BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.º 8. 20 de outubro de 2006. Brasília/DF Lei n.528. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.BRASIL. 19 de outubro de 2006. Portaria SAS/MS n. 28 de agosto de 2006. RESOLUÇÃO N. Aprova a Tabela de Procedimentos. Ministério da Saúde.º 1.

15.° 662/ 2008 Inclui o Procedimento 04. dispõe sobre tempo de guarda dos prontuários. Ministério da Saúde.821 DE 2007 – Aprova as “Normas Técnicas para o Uso de Sistemas Informatizados para a Guarda e Manuseio do Prontuário Médico”. BRASIL. Aprova as “Normas de Classificação e Credenciamento/ Habilitação dos Serviços de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional Enteral e Enteral/ Parenteral” Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.º 1. Secretaria de Atenção à Saúde. Brasília/DF BRASIL. estabelece critérios para certificação dos sistemas de informação e dá outras providências. Portaria SAS/MS n. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.02. Brasília/DF BRASIL.º 90. de 14 de abril de 2009. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.RESOLUÇÃO N. Ministério da Saúde. Define Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Traumatologia e Ortopedia e Centro de Referência em Traumatologia e Ortopedia de Alta Complexidade.003-4 – Outros Procedimentos com Cirurgias Seqüenciais. Ministério da Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Portaria SAS/MS n.º 120. Portaria SAS/MS n. Brasília/DF 129 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . de 27 de março de 2009.

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