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M II N II S T É R II O D A S A Ú D E M N STÉR O DA SAÚDE S E C R E T A R II A D E A T E N Ç Ã O À S A Ú D E SECRETAR A DE ATENÇÃO À SAÚDE D E P A R T A M E N T O D E R E G U L A Ç Ã O ,, A V A L II A Ç Ã O E C O N T R O L E DEPARTAMENTO DE REGULAÇÃO AVAL AÇÃO E CONTROLE C O O R D E N A Ç Ã O G E R A L D E S II S T E M A S D E II N F O R M A Ç Ã O COORDENAÇÃO GERAL DE S STEMAS DE NFORMAÇÃO

MANUAL TÉCNICO OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMACÕES HOSPITALARES MÓDULO I: ORIENTAÇÕES TÉCNICAS

VERSÃO 01 -- 2011 VERSÃO 01 2011

Este Manual é atualizado periodicamente pela CGSI.

Alterações em relação à última versão SETEMBRO_2010 estão marcadas em ROXO.

ABRIIL//2011 ABR L 2011

BRASÍÍLIIA//DF BRAS L A DF

MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Atenção à Saúde - SAS Departamento de Regulação, Avaliação e Controle - DRAC. Coordenação-Geral de Sistemas de Informação - CGSI
Edição, Distribuição e Informações: MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Regulação, Avaliação e Controle de Sistemas Coordenação Geral de Sistemas de Informação – CGSI/DRAC SAF Sul – Quadra 2 - Ed. Premium - Torre II - 3º Andar - Sala 303. CEP: 70070.600, Brasília - DF Telefone: (61) 3306-8433 / 3306-8423 / 3306-8419 FAX: (61) 3306-8431 Home Page: <http://www.saude.gov.br/sas> E-mail: cgsi@saude.gov.br Diretora DRAC: Maria do Carmo Coordenação CGSI: Giorgio Botin Técnica da CGSI responsável pela mantenção do manual: Ana Lourdes Marques Maia Ficha Catalográfica Brasil. Ministério da Saúde/ Secretaria de Atenção à Saúde/ Departamento de Regulação, Avaliação e Controle/Coordenação-Geral de Sistemas de Informação – 2010 MANUAL TÉCNICO OPERACIONAL DO ORIENTAÇÕES TÉCNICAS. Versão 01.2011 119 Páginas SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES –

1. Operacionalização do Sistema de Informação Hospitalar (SIH) 2. Operação do Sistema de Processamento da Produção Hospitalar, 3. Orientações Técnicas. Brasil. Ministério da Saúde. Departamento de Regulação, Avaliação e Controle. Coordenação Geral de Sistemas de Informação

MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO HOSPITALAR Versão Setembro 2010

ÍNDICE
1. APRESENTAÇÃO .........................................................................................................................6 2. INTRODUÇÃO ...............................................................................................................................6 3. OBJETIVOS ...................................................................................................................................7 4. FLUXO PARA INTERNAÇÃO DOS USUÁRIOS DO SUS ........................................................8 4.1 CONSULTA/ATENDIMENTO ......................................................................................................8 4.2 PROCESSAMENTO DA INFORMAÇÃO DO ATENDIMENTO NO SUS............................ 8 4.3 LAUDO PARA SOLICITAÇÃO DE INTERNAÇÃO - AIH .........................................................8 4.4 EMISSÃO DA AIH ........................................................................................................................9 4.5 NUMERAÇÃO DE AIH ...............................................................................................................10 4.7 APRESENTAÇÃO DA AIH NO SISAIH01 - SISTEMA DO PRESTADOR............................14 5. EMISSÃO DE NOVA AIH PARA UM MESMO PACIENTE NA MESMA INTERNAÇÃO .....14 5.1 DE CIRURGIA PARA CIRURGIA .............................................................................................14 5.2 DE OBSTETRÍCIA PARA CIRURGIA E VICE-VERSA...........................................................14 5.3 DE CLÍNICA MÉDICA PARA OBSTETRÍCIA..........................................................................14 5.4 DE OBSTETRÍCIA PARA OBSTETRÍCIA ...............................................................................14 5.5 DE OBSTETRÍCIA PARA CLÍNICA MÉDICA..........................................................................15 5.6 DE CIRURGIA PARA CLÍNICA MÉDICA.................................................................................15 5.7 DE CLÍNICA MÉDICA PARA CIRURGIA.................................................................................15 5.8 PACIENTES SOB CUIDADOS PROLONGADOS, PSIQUIATRIA, REABILITAÇÃO, INTERNAÇÃO DOMICILIAR, AIDS E TUBERCULOSE...............................................................15 5.9 EM CLÍNICA MÉDICA................................................................................................................15 5.10 POLITRAUMATIZADO / CIRURGIA MÚLTIPLA ..................................................................15 5.11 QUANDO NÃO EMITIR NOVA AIH ........................................................................................16 6. ESPECIALIDADE DO LEITO/CARÁTER DE ATENDIMENTO/ MOTIVO DE SAÍDA/PERMANÊNCIA/ALTA ........................................................................................................16 6.1 ESPECIALIDADE DO LEITO ....................................................................................................16 6.2 CARÁTER DE ATENDIMENTO ................................................................................................17 6.3 MOTIVO DE SAÍDA /PERMANÊNCIA/ ENCERRAMENTO ADMINISTRATIVO .................17 7. CLASSIFICAÇÃO BRASILEIRA DE OCUPAÇÕES (CBO) ANTIGA ESPECIALIDADE ....19 7.1CADASTRO DE CBO DE MÉDICOS E DE MÉDICOS RESIDENTES...................................19 8. SOLICITAÇÃO DE MUDANÇA DE PROCEDIMENTO............................................................21 8.1 DE CLINICA MÉDICA PARA CLINICA MÉDICA ....................................................................21 8.2 DE CLINICA MÉDICA PARA CIRURGIA.................................................................................21 8.3 DE CIRURGIA PARA CLÍNICA MÉDICA.................................................................................22 8.4 DE CIRURGIA PARA CIRURGIA .............................................................................................22 8.5 INTERCORRÊNCIAS PÓS-TRANSPLANTE...........................................................................22 8.6 MAIS DE UM PROCEDIMENTO PRINCIPAL NUMA MESMA AIH.......................................22 9. TRATAMENTO DE POLITRAUMATIZADO..............................................................................23 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO HOSPITALAR Versão Setembro 2010

.............................5 ORIENTAÇÕES PARA REGISTRO DE HEMOTERAPIA NA AIH .............................................................1 MODALIDADE HOSPITALAR NO TRATAMENTO DA AIDS..............................................49 28...................TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA E RESSONÂNCIA MAGNÉTICA ........................37 16............................33 13..................42 22...........TRANSFUSÃO DE SUBSTITUIÇÃO/TROCA (EXSANGÜINEOTRANSFUSÃO) .....30 12...........................................................................................DIÁLISE PERITONIAL E HEMODIÁLISE ............................34 13......PACIENTES COM LESÃO LABIO-PALATAL E CRÂNIOFACIAL ........................................................................................1 QUANTIDADE MÁXIMA DE OPM (COMPATIBILIDADE) ......................CIRURGIAS MÚLTIPLAS ...........................................................................................39 19.......................QUANTIDADE MÁXIMA DE PROCEDIMENTOS POR AIH...........................HEMOTERAPIA ....43 22.............32 13....................................................................................50 28.........1 DIÁRIA DE ACOMPANHANTE...............................................................................ULTRA-SONOGRAFIA ...........................................TRATAMENTO DE AIDS ........47 25...............................................................................................50 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO HOSPITALAR Versão Setembro 2010 ............2 TRANSFUSÃO SANGUÍNEA.33 13............42 21.............3 DIÁRIA DE ACOMPANHANTE PARA GESTANTE ..........36 15........................ALBUMINA HUMANA................................3 ATO TRANSFUSIONAL ................................................................................................................................................36 14..........................10...... NEURORADIOLOGIA E RADIOLOGIA INTERVENCIONISTA ... DIÁRIAS DE UNIDADE DE CUIDADOS INTERMEDIÁRIOS NEONATAL (UCI) .............PERMANÊNCIA A MAIOR ........................4 ANESTESIA LOCAL ........38 17..43 22..................................................................................................26 10...................................................27 11.........RADIOLOGIA.........2 DIÁRIA DE ACOMPANHANTE PARA IDOSO ......................................44 22...................................................................................................................28 12...........................................PATOLOGIA CLÍNICA ........................ATENDIMENTO CLÍNICO (CONSULTA/AVALIAÇÃO EM PACIENTE INTERNADO)................................30 12.................................................................ANATOMIA PATOLÓGICA .........................1 LAPAROTOMIA EXPLORADORA E OUTROS ESCLARECIMENTOS ...............................................................................................................................................................3 SEDAÇÃO .......................................REGISTRO DE ANESTESIAS NA AIH .......48 28........................................................................................47 28.......................................47 24..........................................................................................39 18............................................................................................3 LIPODISTROFIA.................46 23.......................................ESTUDOS HEMODINÂMICOS...............................................1 ANESTESIA REGIONAL .....................................34 13...........31 12.......................45 22.................................................................................................................................5...............................47 26....................FISIOTERAPIA ...............................40 20...49 28.............................................................33 13...................38 16...................................................1 AGÊNCIA TRANSFUSIONAL ..................................................2 ANESTESIA GERAL ................... ARTERIOGRAFIA................44 22.............................................REGISTRO DE DIÁRIAS NA AIH .......................4 DIÁRIAS DE UNIDADE DE TRATAMENTO INTENSIVO (UTI)...........................47 27..............2 MODALIDADE HOSPITAL DIA/AIDS ....4 CENTRO DE ATENÇÃO HEMOTERÁPICA-HEMATOLÓGICA (HEMOCENTRO)..............................................................................................

.........1 PRIMEIRA CONSULTA DE PEDIATRIA AO RECÉM NASCIDO ......................1 REGISTRO DE NOTAS FISCAIS NO SISAIH01 ............................DIAGNOSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGÊNCIA EM CLÍNICA MÉDICA................................................................................67 38........................................................56 32................................................................................. PRÓTESES E MATERIAIS ESPECIAIS (OPM) .................................58 33...............................................55 31...........................4 TESTE RÁPIDO PARA DETECÇÃO DE HIV EM GESTANTES .......50 29............................................................................................67 38...................................50 29................................................................................................................................72 45...........TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA ..................................................67 38..28.................................................ÓRTESES.................................................................3 GRANDE QUEIMADO.................................................................50 28......58 32.................................61 35............73 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO HOSPITALAR Versão Setembro 2010 ..............68 40...............54 30..............................................................................................57 32......66 38....ATENÇÃO PSICOSSOCIAL AO DEPENDENTE ÁLCOOL E DROGAS.........................67 38...........72 46..........................50 28............................................................................................................................................................56 32....................2 ATENDIMENTO À GESTAÇÃO DE ALTO RISCO ...ACIDENTE DE TRABALHO ...........................................PACIENTES SOB CUIDADOS PROLONGADOS..............................5 ANESTESIA REALIZADA PELO CIRURGIÃO ..62 36.........................1 PARTO NORMAL ..............................................71 44........56 32..............TRATAMENTO CONSERVADOR EM NEUROLOGIA ..........................6 ANESTESIA OBSTÉTRICA/PARTO NORMAL E CESARIANA ...............60 34....60 34..............................................................62 37........................................................... PEDIÁTRICA E CIRÚRGICA ...............57 32..........................63 37.....................1 PEQUENO QUEIMADO ...........................68 39..................71 43...............................................................................1 TRATAMENTO COM INTERNAÇÃO ..........................TRATAMENTO EM REABILITAÇÃO .........................................................................................................7 ANESTESIA EM QUEIMADOS ...63 37...................................................................................3 REGISTRO CIVIL DE NASCIMENTO...........................2 TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA HOSPITAL GERAL.........59 34................................................................................................................................................70 41.3 PARTO GEMELAR E EXAME VDRL NA GESTANTE ..................................ATENDIMENTO EM OBSTETRICIA....................................55 30..............................................................................50 29.............................................................INTERNAÇÃO DOMICILIAR .........PLANEJAMENTO FAMILIAR (LAQUEADURA E VASECTOMIA) ...................60 34..........................................71 42.......................................ASSISTÊNCIA AO RECÉM-NASCIDO (RN) – EMISSÃO DE AIH PARA O RN ...................1NOTIFICAÇÃO DE CAUSAS EXTERNAS E DE AGRAVOS RELACIONADOS AO TRABALHO ..............2 REGISTRO DE FORNECEDORES DE OPM E CADASTRO NA ANVISA...................................................TRATAMENTO DA HANSENÍASE ..............TRATAMENTO DA TUBERCULOSE .......ATENÇÃO AO IDOSO .....................................5 INTERNAMENTO PARA CONTROLE DE GESTAÇÃO DE ALTO RISCO................2 ATENDIMENTO AO RECÉM-NATO NA SALA DE PARTO ......................................VIDEOLAPAROSCOPIA..........FATORES DE COAGULAÇÃO ..4 INTERCORRÊNCIA DO PACIENTE MÉDIO E GRANDE QUEIMADO ............2 MÉDIO QUEIMADO....................................................................................................ATENDIMENTO A PACIENTES QUEIMADOS .

..........................................................................TRAUMATOLOGIA-ORTOPEDIA .....89 49..................................................90 52.....................89 50..4 MANUTENÇÃO HEMODINÂMICA DE POSSÍVEL DOADOR E TAXA DE SALA PARA RETIRADA DE ÓRGÃOS.................................................................................5 COORDENAÇÃO SALA CIRÚRGICA PARA RETIRADA DE ÓRGÃOS E TECIDOS PARA TRANSPLANTE ..........................................10 PROCEDIMENTOS DE RETIRADA DE ÓRGÃOS ...........................................................................8 PROCESSAMENTO DE VÁLVULA/TUBO VALVADO CARDÍACO HUMANO..81 49..............................89 49................................14 INTERCORRÊNCIAS PÓS-TRANSPLANTE ............................................9 LÍQUIDOS DE PRESERVAÇÃO DE ÓRGÃOS...................13 RETIRADA DE ÓRGÃOS ..................84 49...........................................................................................................................................................................ONCOLOGIA..............................................15 MEDICAMENTOS PARA PACIENTES TRANSPLANTADOS ....................................................................................................75 49.........................47.............................75 48.......................................................................97 56.................................................................18 TRANSPLANTE ALOGÊNICO DE CÉLULAS-TRONCO HEMATOPOIÉTICAS DE MEDULA ÓSSEA – APARENTADO ................84 49...............................NEUROCIRURGIA – CIRURGIAS SEQUENCIAIS .................99 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO HOSPITALAR Versão Setembro 2010 ...............16 ATENDIMENTO REGIME DE HOSPITAL-DIA PARA INTERCORRÊNCIAS PÓSTRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA E OUTROS ÓRGÃOS HEMATOPOIÉTICOS ............................75 49..........................1 CICLOSPORINA........................................................................................92 53...................11 PROCESSAMENTO DE CÓRNEA/ESCLERA............................................................................................ DOADOR CORAÇÃO PARADO E AVALIAÇÃO DE MORTE CEREBRAL ..................81 49.............................................89 49.............................................82 49.......................................................................88 49.......................................................................................................90 51.....94 55.................7RETIRADA DO CORAÇÃO PARA PROCESSAMENTO DE VÁLVULAS/TUBO VALVADO PARA TRANSPLANTE...................................GASTROPLASTIA......1 AÇÕES RELACIONADAS À DOAÇÃO DE ÓRGÃOS TECIDOS .............2 HOSPITAL DIA EM FIBROSE CÍSTICA ..............HOSPITAL DIA ..............3 ENTREVISTA FAMILIAR...............74 47...6 DESLOCAMENTO DE EQUIPE PROFISSIONAL PARA RETIRADA DE ÓRGÃOS ...............................2 DIAGNÓSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA...........DISTÚRBIOS DO SONO – POLISSONOGRAFIA .......................................................................................................................................................93 54.......................................................................83 49......................REGISTRO DE MEDICAMENTOS NA AIH............................................................................74 48...............................................................................12 DOADOR EM MORTE CEREBRAL......................................................NÃO APARENTADO ....................................................88 49..TRANSPLANTES ..............................19 TRANSPLANTE ALOGÊNICO DE CÉLULAS-TRONCO HEMATOPOIÉTICAS DE MEDULA ÓSSEA ..................................................82 49.........................TERAPIA NUTRICIONAL ......................................................98 58.98 57.................................................17 TRANSPLANTE AUTOGÊNICO DE CÉLULAS-TRONCO HEMATOPOIÉTICAS DE MEDULA ÓSSEA.......................................TRATAMENTO DA OSTEOGENESIS IMPERFECTA ..........................1 HOSPITAL DIA EM GERIATRIA .......................................................81 49..............85 49................................................................................ASSISTÊNCIA CARDIOVASCULAR ..........84 49.............................74 47............................................................................................................83 49.......EPILEPSIA ..................................75 49...............82 49.............

.........107 68.....1 MÉDIA DE PERMANÊNCIA .....106 68............101 60..................................................112 69..............102 62.......................................SOLICITAÇÃO DE LIBERAÇÃO DE CRÍTICA NO SISAIH01..................................6 REJEIÇÃO DE AIH POR QUANTIDADE DE DIÁRIAS SUPERIOR À CAPACIDADE INSTALADA ....................................................................106 68..........................106 68.............................101 61..............8 DUPLICIDADE ...... ESPECIAL E SECUNDÁRIO ..................113 69........................................................7 DEFINIÇÃO DE PROCEDIMENTO PRINCIPAL................................................118 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO HOSPITALAR Versão Setembro 2010 ..........................................................PRONTUÁRIO DO PACIENTE......................................2 IDADE MENOR E MAIOR......... REGISTRO DO TRATAMENTO DELUMBAGO NA AIH ......1 CID X PROCEDIMENTO..............103 66.............................................................................1 ITENS OBRIGATÓRIOS NO PRONTUÁRIO DO PACIENTE .....................59............................................................................................102 63...........................................................PROTOCOLOS CLÍNICOS ..3 PERMANÊNCIA E IDADE ...114 69..............110 68...116 BIBLIOGRAFIA CONSULTADA ...........................................3 ACESSO AO PRONTUÁRIO.....................................................................................................................................................107 68. CADASTRO E PAGAMENTO DE BENEFICIÁRIA DE PENSÃO ALIMENTÍCIA ..............................................................................112 68......................103 65................................................. VERIFICAÇÃO DE HABILITAÇÃO DO ESTABELECIMENTO.......COMPATIBILIDADES E EXCLUDÊNCIAS.................................................................106 67........ ALTA POR ÓBITO.........OUTROS PROCEDIMENTOS COM CIRURGIAS SEQUENCIAIS ...............................................................................................................................................................................RATEIO DE PONTOS DE SERVIÇOS PROFISSIONAIS/SP NA AIH ...................................111 68..................102 64................................................................................114 70........................5 MÉDIA DE PERMANÊNCIA.............. AGRAVO DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA ......................................4 QUANTIDADE MÁXIMA .......................106 68....................... IDADE E QUANTIDADE ......114 69.....................................................................103 67.............................................. CURATIVO GRAU II .............2 O QUE NÃO DEVE SER FEITO NO PRONTUÁRIO...................................................................................................................................

avaliação e auditoria do SUS. 2. Sistema de Informação Hospitalar Descentralizado/SIHD: a partir do qual são compactadas as informações de toda a rede e enviadas ao nível federal que dissemina as informações. 2. mas quanto às políticas de saúde prioritárias e suas normatizações. Para gestores locais e prestadores . Com o SUS. são publicadas periodicamente Portarias que atualizam as normalizações e versões para operação do sistema. Este sistema é uma ferramenta de trabalho do controle. gestores e prestadores. alimentação.1. Os sistemas objeto deste manual são: 1. enfermeiros.aih@listas. possibilitando. faturistas.contém as orientações técnicas para profissionais de saúde. Neste texto está detalhado o que deve ser observado na entrada dos dados nos sistemas.º 896/1990. que alimentam o Banco de Dados Nacional. técnicos de informática. as quais subsidiam. demais profissionais de nível superior. surgiu também a necessidade de um sistema único de informações assistenciais para subsidiar os gestores no planejamento.gov. 6 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Sistema de Entrada de Dados da Internação/SISAIH01: utilizado pelo estabelecimento de saúde onde ocorre o atendimento ao paciente. regulação e auditoria. INTRODUÇÃO O Sistema Único de Saúde (SUS) foi instituído pela Constituição Federal de 1988. supervisores e autorizadores).contêm as orientações operacionais para instalação.º 8142/1990. controle.º 8.br 2. O Manual é composto por dois módulos: 1. O Ministério da Saúde (MS) implantou o Sistema de Informação Hospitalar (SIH/SUS) por meio da Portaria GM/MS n. responsáveis pela alimentação e processamento do SISAIH01. a geração de informações qualificadas.datasus. não só quanto às regras dos sistemas. ao final do processamento. prestadores e profissionais de saúde que em sua rotina trabalham com os sistemas de entrada de dados e processamento de sistemas da rede pública e complementar do Sistema Único de Saúde (SUS). e regulamentado pela Lei N. Acompanha a versão mensal do SISAIH01. Para prestadores . Desde então.080/1990 e Lei n. APRESENTAÇÃO Este Manual é uma iniciativa do Ministério da Saúde para auxiliar gestores. operação e processamento do SISAIH01 para os técnicos do estabelecimento de saúde (médicos. avaliação. Os meios formais de interação e contribuição para melhor desempenho dos sistemas podem ser enviados pelo email: descentralização.

auditores. Com a descentralização dos serviços de saúde para os estados. como instrumento relevante para os sistemas de informação e sua compatibilização no processamento do SIH/SUS.  Reforçar a importância da integração dos sistemas. municípios e Distrito Federal foram adequados os instrumentos e conceitos do SIH/SUS. Órteses e Próteses e Materiais Especiais (OPM) do SUS – SIGTAP em janeiro de 2008. 3. especialmente do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES). o processamento das AIH era centralizado no MS/Departamento de Informática do SUS (DATASUS/SE/MS). para estados. OBJETIVOS  Qualificar a informação em saúde a partir do registro dos atendimentos aos usuários internados nos estabelecimentos de saúde do SUS. Medicamentos.  Conhecer aspectos clínicos e epidemiológicos dos pacientes internados no SUS.  Atualizar os gestores locais e prestadores de serviços no preenchimento dos Laudos para Emissão de AIH. supervisores. 821/2004 descentralizou o processamento do SIH/SUS. bem como a atualização deste Manual de Orientações Técnicas e Operacionais. direção e técnicos de informática dos estabelecimentos de saúde que lidam com o registro da internação hospitalar. 7 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Distrito Federal e municípios plenos. Com a unificação da Tabela de Procedimentos. A Portaria GM/MS nº. sendo utilizada por todos os gestores e prestadores de serviços.  Disponibilizar instrumentos para capacitação do corpo clínico.  Orientar Gestores Estaduais e Municipais quanto a novas regras. auxiliando na gestão descentralizada do Sistema Único de Saúde. necessários ao processamento. versões atualizadas do Manual do SIH são periodicamente disponibilizadas.º 396/2000 a gestão do SIH é responsabilidade da Secretaria de Atenção à Saúde (SAS).º 2848/2007.  Disponibilizar subsidiariamente relatórios para os setores de contas e custo hospitalar.  Atualizar servidores públicos. Medicamentos. Desde a Portaria GM/MS n. Órteses OPM do SUS. críticas e processamento do SIH à luz da Tabela Unificada de Procedimentos. Até abril de 2006. definida pela Portaria SAS/MS n. na operação do sistema e a utilização dos documentos de suporte.A Autorização de Internação Hospitalar (AIH) é o instrumento de registro padrão desde a implantação do SIH/SUS.

4.2 PROCESSAMENTO DA INFORMAÇÃO DO ATENDIMENTO NO SUS 4. e descrição 8 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . exame físico. odontólogo ou enfermeiro que solicitou a internação em duas vias. cirurgiãodentista ou enfermeiro obstetra que realizou a consulta/atendimento solicita a Autorização para Internação Hospitalar (AIH) devendo.AIH LAUDO É DIFERENTE DE AIH. sendo uma anexada ao prontuário do paciente e a outra arquivada pelo gestor. 4.3 Laudo para Solicitação de Internação . Nos procedimentos de urgência o fluxo inicia-se com o atendimento direto no estabelecimento para onde o usuário for levado. Ele contém dados de identificação do paciente. O Laudo é o documento para solicitar a autorização de internação hospitalar. O profissional: médico. devendo ser preenchido de forma legível e sem abreviaturas pelo médico. obrigatoriamente. preencher o Laudo para Solicitação de AIH. FLUXO PARA INTERNAÇÃO DOS USUÁRIOS DO SUS Nos procedimentos eletivos o fluxo inicia-se com uma consulta em estabelecimento de saúde ambulatorial onde o profissional assistente emite o laudo.1 CONSULTA/ATENDIMENTO A consulta/atendimento que gera a internação deve ocorrer em estabelecimento de saúde integrante do SUS. ou por um encaminhamento de outra unidade ou ainda pela Central de Regulação ou SAMU. resultados de exames complementares. informações de anamnese.4. onde houver.

A Portaria SAS/MS n. O preenchimento do Laudo deve ser feito pelo médico. O sistema aceita a autorização com períodos maiores que 72 horas. A AIH não precisa ser emitida em papel. A digitação dos laudos e das demais informações sobre as internações podem ser registradas antes mesmo de o hospital conhecer o número da AIH.datasus. O SISAIH01 e SIHD mostram advertência para casos em que o período entre a data do internamento e da autorização seja maior do que 48 horas. o preenchimento deve ser feito na ocasião da internação e a autorização pelo gestor em preferencialmente em até 48 horas após a internação. mas é possível a utilização de modelos próprios.º 508/2010 incluiu a obrigatoriedade de informação da ETNIA quando no campo raça/cor do usuário for informado com INDÍGENA. Nos da rede complementar é recomendável que o gestor disponha de autorizadores que verifiquem os internamentos nos próprios nos hospitais. Existe o modelo padronizado de Laudo para Solicitação de AIH. nos casos eletivos. Desta forma. Nos casos de urgência. desenvolvidos por gestores locais ou prestadores. Laudos com rasuras devem ser rejeitados pelos supervisores/autorizadores. devendo a autorização ocorrer antes da internação. o sistema dá uma advertência informando que o tempo entre a internação e a autorização está maior que o previsto.gov. disponibilizado no sitio http://sihd. mas cabe ao gestor local definir sobre aceitar ou não autorizações de internamento independente desta crítica.gov. mas deixa passar a AIH sem rejeição. O detalhamento do preenchimento do laudo está no Manual do SISAIH01 disponível no site http://sihd. além da hipótese diagnóstica inicial e/ou o diagnóstico definitivo. desde que contenham os dados necessários à alimentação do SISAIH01. 4. O campo para informação da etnia já está incluído no SISAIH01.datasus. Esta é uma prerrogativa do gestor local no seu trabalho de Regulação do Sistema.br e nas versões mensais do SISAIH01.br.das condições que justificam a internação do paciente.4 EMISSÃO DA AIH 9 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . pois esta definição não pode ser rígida a ponto de desconsiderar as disponibilidades e estrutura das Secretarias Municipais e Estaduais. Os laudos autorizados recebem o número da AIH que vai possibilitar a digitação dos dados no SISAIH01. odontólogo ou enfermeiro que está assistindo ao paciente. Esta advertência serve para auxiliar os gestores locais no trabalho de regulação da rede e monitoramento do sistema. Quando receber o número é só inserir no sistema. A autorização pode ser concedida pelo autorizador no próprio estabelecimento de saúde de natureza pública. O laudo poderá também ser enviado à Secretaria de Saúde a quem cabe a responsabilidade pela autorização.

4. Algumas Secretarias Estaduais de Saúde continuam imprimindo as “AIH 7 e mini saias ou cheques”. O autorizador pode encaminhar das seguintes formas: a) as informações são insuficientes para autorizar. Tipo 5: de continuidade. ficando em plano secundário as razões clínicas. onde será analisado pelo profissional autorizador. e. 4. O autorizador não deve ocupar-se com tarefas que são dispensadas. No prontuário do paciente deve ser registrado o número da AIH autorizada pelo gestor para aquela internação. que podem ser autocolantes com numeração gerada por aplicativo específico.06.01. mas com as atividades que trazem impactos efetivos no controle e avaliação.DIAGNOSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGENCIA EM CLINICA CIRURGICA: Refere-se ao primeiro atendimento de urgência hospitalar com diagnóstico para clínica cirúrgica. 03. Nos casos de internação eletiva o paciente ou responsável. então autoriza a internação.01.007-0 .2 Etiquetas impressas. fornece o número daquela AIH e identifica o profissional que autorizou.001-0 .06. b) as informações são satisfatórias e dão segurança autorizar a AIH.008-8 . O NÚMERO da AIH autorizada pode ser gerado pelo gestor das seguintes formas: 4. O responsável no Órgão Emissor preenche o campo do laudo que informa que a AIH está autorizada.5.DIAGNOSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGENCIA EM CLINICA MEDICA: Refere-se ao primeiro atendimento de urgência hospitalar com diagnóstico em clínica médica. A internação pode ser considerada desnecessária pelo autorizador que pode rejeitar o laudo e não autorizar a internação ou a seu critério.06. aplicativo do DATASUS. 03.1 Gerado a partir do Módulo Autorizador.Existem dois tipos de AIH: Tipo 1: para internamento inicial. pode encaminhar-se ao órgão gestor local. 10 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . No passado a AIH tinha objetivo exclusivo de pagamento.5 NUMERAÇÃO DE AIH Não existe mais o formulário de AIH impresso (inclusive a antiga “minissaia ou cheque”). de posse do Laudo para Solicitação de AIH preenchido.DIAGNOSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGENCIA EM CLINICA PEDIATRICA: Refere-se ao primeiro atendimento de urgência hospitalar com diagnóstico em clínica pediátrica. Solicita dados adicionais. autorizar com os procedimentos e códigos abaixo: 03.01.5.

Ex: 25– Paraíba. que é gerado pelo SISAIH01 no fechamento da competência. 4. Ele gera o número de AIH automaticamente. utilizando obrigatoriamente o aviso de entrega e de leitura que existem nos programas de email. O arquivo gerado no SISAIH01 deve ser entregue ao gestor local a cada competência.gov. que funcionará como comprovante. Quinto dígito deverá ser o número 1 (um) para identificar que a autorização é de Internação (AIH) .4 Este número pode ser manuscrito e controlado por protocolo de entrega pelo autorizador.condições e exigências O AUTORIZADOR é diferente do AUDITOR.datasus. em Remessas de AIH. O último algarismo. de acordo com o código do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).5.datasus.3 A numeração pode ser impressa em papel comum e ser colado no laudo de solicitação de AIH. Este arquivo deve ser em meio magnético seguro. em última instância. sem divisão por UF.br). Ex: 10 para 2010. e 12 obedecem a uma ordem crescente. 9. Os sete algarismos seguintes. começando em 0. indo até no máximo 9. exceto para os casos de séries numéricas de internação específicas da Central Nacional de Regulação de Alta Complexidade (CNRAC). calculado pelo programa “DR SYSTEM”.5.5.000. A duplicação vai implicar em rejeição da AIH por “duplicidade” no Banco de Dados Nacional (com a crítica “AIH já utilizada em outro processamento”). necessitando informar um intervalo de série numérica. O Módulo Autorizador é um aplicativo disponibilizado pelo DATASUS/MS (download no site http://sihd. O Laudo de Internação deve ser carimbado nas duas vias. 11. Pode ainda. gera duplicidade com rejeição de AIH. 31–Minas Gerais. pode ser feita a consulta digitando o número da AIH para saber se aquele número já foi utilizado em outra competência por qualquer outro estabelecimento.6 AUTORIZADOR E AUDITOR . No passado era utilizado o disquete. 4. portanto a AIH será normalmente consistida neste aplicativo.4. o arquivo ser gravado em pendrive e copiado pelo gestor na presença do prestador e assinado um recibo.5. 7.001.uso geral. Terceiro e quarto dígitos correspondem aos dois últimos algarismos do ano de referência. 10. 11 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . da posição 13. 8.999. que correspondem às posições 6. Não há consistência de repetição de número de AIH no SISAIH01. Esta opção é frágil.999. No site http://sihd. prioritariamente em CD-ROM ou através de um email especificamente criado. é o dígito verificador. mas atualmente os computadores não dispõem de drive para disquete.5 Pode ser usado um Carimbo Datador Automático. 4. que iniciam com 99 em todo Brasil. A programação para gerar numeração da AIH é a seguinte: Primeiro e segundo dígitos correspondem a Unidade da Federação.gov.br. O disquete é inseguro e facilmente se danifica não devendo ser usado.

AUDITOR MÉDICO – restrito ao médico . Havendo disponibilidade de profissionais. sendo recomendável a consulta a um profissional alcançável da área especifica da autorização que lhe dê suporte técnico. Estes profissionais vão avaliar outros aspectos não técnicos ligados à área médica. odontólogo ou enfermeira. Não é permitido que o médico que solicita a internação seja o autorizador da AIH desta mesma internação devendo ser realizada por profissionais diferentes: o assistente e o autorizador da AIH. São conceitos diferentes. AUTORIZADOR – é um termo que designa no SUS o profissional designado pelo gestor local (autoridade delegada) para avaliar as solicitações de internamento ou de realização de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade/custo e AUTORIZAR ou não a sua realização. AUDITOR DE GESTÃO DO SUS – aberto para várias categorias profissionais .Autorizador é o profissional responsável por analisar os Laudos para Emissão de AIH e permitir ou não aquela internação. o gestor deve designar farmacêuticos para autorizar medicamentos. Esta tarefa é de competência do médico. pleno e integrado da profissão. esta última no caso de parto normal. Na imensa maioria dos Municípios e Estados não há carreira instituída e assim o gestor tem autonomia para o preenchimento do cargo conforme a disponibilidade local de profissionais.O trabalho de auditoria de gestão no SUS pode ser exercido por profissionais de nível superior com diversas formações acadêmicas. O AUDITOR MÉDICO é restrito ao médico e é o único que pode auditar o PRONTUÁRIO DO PACIENTE. exceto para internação e procedimentos que envolvam atos médicos exclusivos. Assim o auditor de gestão no SUS não está restrito aos médicos. Esta função delegada não é exclusiva do médico. Poucos Estados e Municípios têm a carreira de auditor do SUS instituída por Concurso Público. O AUDITOR DE GESTÃO DO SUS pode ser um profissional de nível superior em várias áreas do conhecimento e tem entre suas atribuições avaliar as ações e serviços de saúde do SUS no que se refere às ações relativas à gestão do sistema e não audita prontuário do paciente. nutricionistas para Terapia Nutricional etc. É o único que pode ter acesso ao Prontuário do Paciente. Não havendo esta disponibilidade. É recomendável que o profissional seja capacitado para sua função e conheça suficientemente as Normas do SUS.Para autorizar internações no Laudo para Emissão de Internação é exigido que seja um médico (ou odontólogo). O autorizador é. As diferenças regionais no país também estão na disponibilidade de recursos humanos no SUS. Auditoria médica caracteriza-se como ato médico. 12 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . por exigir conhecimento técnico. No âmbito do SUS encontramos duas funções que são exercidas pelo profissional denominado AUDITOR: AUDITOR MÉDICO e AUDITOR DE GESTÃO DO SUS. um profissional de nível superior poderá ser treinado e assumir a função.

antes de iniciar suas atividades. Havendo identificação de indícios de irregularidades no atendimento do paciente. auditor e outros. tem o direito de acessar. na função de auditor. 08/2002/2001 disciplina a fiscalização praticada nos atos médicos pelos serviços de saúde e deve ser de conhecimento de todos os auditores do SUS. fazendo constar o número de seu registro no Conselho Regional de Medicina. examinar o paciente. é permitida a retirada de cópias exclusivamente para fins de instrução da auditoria. 4. estão claras qualquer que seja a nomenclatura adotada localmente. desde que em estabelecimentos onde o mesmo não seja autorizador. Não há impedimento que o responsável pela assinatura no campo diretor clínico seja o mesmo diretor médico ou diretor técnico ou diretor geral do hospital. O médico. e não é recomendável que o autorizador tenha vínculo apenas com hospitais privados ou filantrópicos. Os autorizadores designados pelo gestor devem ter vínculo público. Não há impedimento legal para que um médico autorizador atue na rede do SUS como médico assistente. As denominações mais comuns são: autorizador. um profissional do setor público cuja autoridade para autorizar é delgada pelo gestor local. ao médico assistente. se necessário.614/2001. supervisor. em todos os seus atos. devendo-se apresentar ao diretor técnico ou substituto da unidade. por exigir conhecimento técnico. podendo. podendo solicitar por escrito.º 1. As funções. Nos Serviços de Controle e Avaliação de Estados e Municípios a designação destes profissionais é variada e. O médico. não havendo restrições. toda a documentação. de forma clara. os esclarecimentos necessários ao exercício de suas atividades. lhe é vedado realizar anotações no prontuário do paciente. Este tipo de auditoria do ato médico é de exclusiva competência do médico devidamente registrado no Conselho Regional de Medicina e é reconhecido como área de atuação médica. o médico deverá identificar-se.obrigatoriamente. pleno e integrado da profissão. Na função de auditor. muitas vezes. na função de auditor. in loco. Na rede pública do SUS é normal que o autorizador das AIH do hospital seja o diretor médico ou coordenador médico deste mesmo hospital. A auditoria médica caracteriza-se como ato médico. O médico que é autorizador pode também ser auditor médico ou auditor de gestão do SUS.6 AUDITORIA DO ATO MÉDICO A Resolução CFM n. 13 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . pode haver dificuldade de entendimento quanto às atribuições da função. cuja comprovação necessite de análise do prontuário médico. Este coordenador pode também atuar como assistente neste mesmo hospital público ou em outro estabelecimento. no entanto.

7.br sendo importantíssimo o acesso diário deste site pelos gestores e prestadores de serviços para acompanharem novas versões.SISTEMA DO PRESTADOR O preenchimento da AIH deve ser feito no SISAIH01. originalmente para procedimento obstétrico e que precisa de intervenção cirúrgica fora da obstetrícia ou quando o ato for realizado em ato anestésico diferente.datasus. Por exemplo. será rejeitada em definitivo. Apresentação de AIH: AIH apresentada com mais de 04 (quatro) meses do mês da alta. 5.1 ENCERRAMENTO ADMINISTRATIVO utilizado quando é necessário emitir nova AIH para o mesmo paciente na mesma internação. EMISSÃO DE NOVA AIH PARA UM MESMO PACIENTE NA MESMA INTERNAÇÃO A emissão de nova AIH é para o mesmo paciente é possível nas condições abaixo: O motivo de saída deve ser 2 – PERMANÊNCIA ou 5.gov. Neste caso está incluída também a reoperação.3 DE CLÍNICA MÉDICA PARA OBSTETRÍCIA Nos casos em que realizar parto e/ou intervenção cirúrgica obstétrica em paciente que havia sido internada por outro motivo não relacionado à obstetrícia no momento da internação. 4.4 DE OBSTETRÍCIA PARA OBSTETRÍCIA 14 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Alterações nas regras ou no sistema são colocadas no site http://sihd.datasus. nos casos abaixo: 5.br.gov.7 APRESENTAÇÃO DA AIH NO SISAIH01 .2 DE OBSTETRÍCIA PARA CIRURGIA E VICE-VERSA No caso de uma internação. portarias ou avisos. 5. 5. realização de parto normal (prematuro ou não) e na mesma internação a paciente precisa realizar uma curetagem por retenção de restos de parto. O Módulo II deste manual tem as instruções de instalação e operação do SISAIH01. Todos devem acessar e baixar mensalmente as versões atualizadas dos Sistemas de Informação no site http://sihd.1 Validade da AIH A validade da AIH segue a seguinte sistemática: Reapresentação de AIH: Uma AIH apresentada e rejeitada dentro dos 04 meses de validade podendo ser reapresentada até o 6º mês a contar do mês de alta do paciente.1 DE CIRURGIA PARA CIRURGIA Quando uma nova cirurgia em ato anestésico diferente durante a mesma internação do mesmo paciente.4. 5.

sendo necessária a emissão de uma nova AIH para 15 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .7 DE CLÍNICA MÉDICA PARA CIRURGIA Em casos clínicos onde. REABILITAÇÃO. 5. a data de saída da primeira AIH será a mesma data de entrada da segunda AIH. o paciente apresentar quadro clínico que exija continuar internado por motivo não conseqüente ao ato cirúrgico. AIDS E TUBERCULOSE. 03 dias após a alta da primeira internação. 5. numa mesma internação.9 EM CLÍNICA MÉDICA Paciente clínico que necessite ser reinternado pela mesma patologia. PSIQUIATRIA. depois de ultrapassada a metade dos dias da média de permanência apara o procedimento clínico que gerou a internação.Quando houver duas intervenções obstétricas em tempos cirúrgicos diferentes. não relacionada diretamente com a patologia clínica. Em todos estes casos irá bloquear a AIH por “duplicidade” (homônimo). Deve ser utilizado código de 5. deve ser emitida nova AIH com motivo de saída 5. depois de esgotado o tempo de permanência estabelecido na tabela para o procedimento que gerou a internação.10 POLITRAUMATIZADO / CIRURGIA MÚLTIPLA Pode ser emitida uma nova AIH para o Tratamento de Politraumatizados e Cirurgia Múltipla nos casos em que é preciso reoperar o paciente no decorrer da mesma internação. 5. com motivo de acordo com a Tabela Auxiliar de Motivo de Saída/Permanência do SIH/SIA/CIH (ver item 6. INTERNAÇÃO DOMICILIAR. Quando no decorrer da internação. 5. haja uma intercorrência cirúrgica.Encerramento Administrativo para encerramento de AIH em que não seja possível o registro de todos os procedimentos realizados. o paciente desenvolver quadro clínico que necessite de cirurgia.6 DE CIRURGIA PARA CLÍNICA MÉDICA Se esgotado o tempo de permanência para o procedimento.1 .1-ENCERRAMENTO ADMINISTRATIVO.5 DE OBSTETRÍCIA PARA CLÍNICA MÉDICA Nos casos de parto ou intervenção cirúrgica. No caso do procedimento principal ser Politraumatizado e Cirurgia Múltipla e forem realizados mais de 05 (cinco) procedimentos principais. no decorrer do internamento. Nos casos de emissão de nova AIH para um mesmo paciente numa mesma internação pelos motivos acima explicitados.8 PACIENTES SOB CUIDADOS PROLONGADOS. 5. mas o gestor autoriza se assim julgar prudente e correto.3 deste Manual). 5.

o que obriga a abertura de nova AIH para o mesmo paciente na mesma internação. Não deve ser aberta nova AIH. (Exemplo: Tratamento em Politraumatizados e Cirurgias Múltiplas. Com este bloqueio. O monitoramento mensal do CNES é condição para o recebimento dos Procedimentos Realizados em cada paciente. Quando o internamento é feito com a emissão de uma nova AIH para o mesmo paciente com menos de 03 dias de uma internação anterior. a AIH vai ser bloqueada por “duplicidade” a partir da detecção do homônimo. quando necessário.completar as informações. como cirurgia e clínica. O erro de cadastro resulta em glosa de AIH.1 ESPECIALIDADE DO LEITO Os leitos existentes no hospital e disponibilizados para o SUS devem estar adequadamente cadastrados no CNES. dentro dos grandes blocos. desde que a outra AIH seja emitida pelo mesmo gestor. ESPECIALIDADE DO LEITO/CARÁTER DE ATENDIMENTO/ MOTIVO DE SAÍDA/PERMANÊNCIA/ALTA 6. Outros procedimentos Sequenciais. desmembrados por especialidade médica. Para efeito de preenchimento da especialidade do leito no SISAIH01. 5. pois nestes casos é possível solicitar liberação de crítica. deve permanecer com a mesma AIH anterior. para o mesmo hospital e necessitando continuar internado pela mesma patologia. o gestor deve enviar um auditor ou autorizador ao hospital e decidir pela liberação ou não da AIH. excetuando-se os procedimentos que atingem a quantidade máxima definida no SIGTAP. por exemplo. 6. devem ser considerados os códigos conforme tabela abaixo: CÓDIGO 01 02 03 04 05 06 07 08 NOME CIRURGIA OBSTETRICIA CLINICA MEDICA CRONICOS PSIQUIATRIA PNEUMOLOGIA SANITARIA PEDIATRIA REABILITACAO 16 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .1 para AIH cujo procedimento principal solicitado for um dos que têm valor zerado e que necessite informar mais de 5 procedimentos. Esta é uma decisão de competência exclusiva do gestor local. mesmo que o internamento seja feito por médicos diferentes. mas no processamento do SIHD. Deve ser registrado na AIH o código de consulta de paciente internado para cada médico que atender ao paciente. Cirurgias Sequenciais e Neurocirurgia).11 QUANDO NÃO EMITIR NOVA AIH No caso de retorno do paciente com menos de 03 dias da alta. o SISAIH01 aceita a digitação da AIH. É permitida também a utilização do código 5.

9 ALTA CURADO ALTA MELHORADO ALTA A PEDIDO ALTA COM PREVISÃO DE RETORNO PARA ACOMPANHAMENTO DO PACIENTE ALTA POR EVASAO ALTA POR OUTROS MOTIVOS ALTA EM PACIENTE AGUDO EM PSIQUIATRIA POR PERMANÊNCIA: 2 2.3 MOTIVO DE SAÍDA /PERMANÊNCIA/ ENCERRAMENTO ADMINISTRATIVO Para registro na AIH do motivo de saída do paciente do hospital ou para registrar a emissão de uma nova AIH numa mesma internação.8 OUTROS MOTIVOS 2. TECIDOS E CELULAS .2.6 1.3 POR IMPOSSIBILIDADE SOCIO-FAMILIAR POR PROCESSO DE DOACAO DE ORGAOS. TECIDOS E CELULAS .6 POR MUDANCA DE PROCEDIMENTO 2.2 1.9 TRANSFERIDO PARA INTERNAÇÃO DOMICILIAR POR TRANSFERÊNCIA: 3 3. POR INTERCORRENCIA 2.2 CARÁTER DE ATENDIMENTO Para registro do caráter de atendimento na AIH devem ser observados os códigos abaixo: COD 01 02 03 04 05 CARÁTER DE ATENDIMENTO DESCRIÇÃO ELETIVO URGENCIA ACIDENTE NO LOCAL DE TRABALHO OU A SERVICO DA EMPRESA ACIDENTE NO TRAJETO PARA O TRABALHO OUTROS TIPOS DE ACIDENTE DE TRANSITO OUTROS TIPOS DE LESOES E ENVENENAMENTOS POR AGENTES QUIMICOS OU 06 FISICOS 6.5 MORTO.7 POR REOPERACAO 2.DOADOR 2.DOADOR 2. POR PROCESSO DE DOACAO DE ORGAOS. devem ser observados os códigos da tabela abaixo: TABELA AUXILIAR MOTIVO DE SAÍDA/PERMANÊNCIA POR ALTA: 1 1.4 1.1 POR CARACTERISTICAS PROPRIAS DA DOENCA 2. 2.09 10 11 12 13 14 HOSPITAL DIA CIRURGICOS HOSPITAL DIA AIDS HOSPITAL DIA FIBROSE CISTICA HOSPITAL DIA – INTERCORRENCIA POS TRANSPLANTES HOSPITAL DIA GERIATRIA HOSPITAL DIA – SAUDE MENTAL 6.4 VIVO.8 1.5 1.1 TRANSFERIDO PARA OUTRO ESTABELECIMENTO 17 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .1 1.

COD NOME DESCRIÇÃO Motivo informado quando da alta da mãe e do(s) recémnascido(s). 6.º 384 de 12 de agosto de 2010 incluiu os códigos abaixo na Tabela Auxiliar de Motivo de Saída/Permanência do SIH/SIA/CIH. óbito e transferência. deverá ser usado este motivo de alta quando pelo menos um dos recém-nascidos permanecer internado após a alta da mãe. 6.POR ÓBITO: 4 4. o número da AIH da mãe. Motivo informado quando da alta da mãe em cujo parto houver natimorto (nascido morto). Motivo informado quando na alta da mãe tiver ocorrido o óbito do recém-nascido. Motivo informado quando da alta da mãe e o recémnascido apresenta situação de saúde que não permite ter alta necessitando permanecer internado.1 COM DECLARACAO DE OBITO FORNECIDA PELO MEDICO ASSISTENTE COM DECLARACAO DE OBITO FORNECIDA PELO INSTITUTO MÉDICO LEGAL – 4.2 Alta da mãe/ puérpera e permanência do recém-nascido 6. mais de um recém-nascido. No caso de gemelaridade. A Portaria n. mais de um filho deverá ser usado CRITICA NO SIH Informação permitida exclusivamente para encerramento de AIH com registro de procedimento principal de parto.1 Alta da mãe/ puérpera e do recém-nascido 6.4 Alta da mãe/ puérpera com óbito fetal Informação permitida exclusivamente para encerramento de AIH com registro de procedimento principal de parto. Estes códigos se referem exclusivamente a alta com procedimento principal da AIH de parto. No caso de gemelaridade. O óbito poderá ter sido ainda intra-útero (a partir da 22ª semana de gestação ou caso se desconheça a idade gestacional com peso a partir de 500 gramas) ou durante o parto. 18 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .3 OBITO – SVO POR OUTROS MOTIVOS: 5 5. deverá ser usado este motivo de alta quando pelo menos 1 dos recémnascidos for a óbito. ou seja. Informação permitida exclusivamente para encerramento de AIH com registro de procedimento principal de parto. mais de um recémnascido. Na AIH da mãe deverá ser informado no campo AIH posterior do SISAIH01 o número da AIH do recém-nascido e na AIH do recém-nascido deverá ser informado no campo AIH anterior do SISAIH01. No caso de gemelaridade.1 ENCERRAMENTO ADMINISTRATIVO O sistema paga o último dia de internamento nos motivos de permanência. ou seja. ou seja.2 IML COM DECLARACAO DE OBITO FORNECIDA PELO SERVIÇO DE VERIFICAÇÃO DE 4.3 Alta da mãe/ puérpera e óbito do recémnascido Informação permitida exclusivamente para encerramento de AIH com registro de procedimento principal de parto.

adotou o CBO para identificação da ocupação dos profissionais. a Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) foi adotada como forma de registro obrigatório para definir o profissional responsável ou habilitado para realizar determinado procedimento. para os médicos especialistas. 19 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . enfermeiro etc. Para os procedimentos em que há definição e exigência nas políticas específicas. Por ser uma tabela para utilização em todos os sistemas nacionais que precisem da informação sobre ocupação de qualquer trabalhador. no entanto. é recomendável que se tenha por base os registros do setor administrativo/recursos humanos da instituição na qual presta serviço. 7. O CNES não é um instrumento de gestão de recursos humanos. a especialização deve ser atendida.1CADASTRO DE CBO DE MÉDICOS E DE MÉDICOS RESIDENTES Não é condição para o cadastramento de CBO de médicos e médicos residentes no CNES que o profissional seja portador de título de especialista. A informação a ser inserida no CNES deve ter como base a “ocupação” que determinado trabalhador “se ocupa” naquele estabelecimento de saúde. possibilitando estudos e levantamentos úteis para o planejamento e a avaliação de políticas públicas. O CNES.).este motivo de alta quando pelo menos 1 dos filhos for a óbito. não é de caráter obrigatório. O CBO informado no CNES para o médico deve representar a real ocupação desempenhada pelo profissional no estabelecimento de saúde ao qual ele está vinculado. seja solicitado documentação que comprove a especialização. 7. como garantia de habilitação do profissional para aquela “ocupação”. especialmente pelas diferenças regionais no país e a conseqüente oferta de profissionais para o atendimento na rede de saúde. Esta tabela de CBO tem caráter nacional e está sob a responsabilidade e gestão do Ministério do Trabalho. Medicamentos OPM do SUS. equipamentos e profissionais. contribui para a qualidade da informação e para a formação e cruzamentos dos Bancos de Dados Nacionais. sendo este o CBO a ser informado no CNES do estabelecimento. Para o caso de profissões que exigem diploma para o seu exercício (médico. CLASSIFICAÇÃO ESPECIALIDADE BRASILEIRA DE OCUPAÇÕES (CBO) ANTIGA Com a unificação das tabelas dos sistemas ambulatorial e hospitalar e implantação da Tabela de Procedimentos. sabidamente as da alta complexidade. É recomendável que. desde a sua implantação. mas de cadastro de estabelecimentos de saúde com relação à área física.

A supervisão e o acompanhamento destes médicos nos hospitais é parte do programa de formação ao qual está matriculado. No entanto. nos procedimentos de média complexidade. O sistema admite o mesmo CPF para o médico que exerceu a função/ocupação de anestesista e que também foi o cirurgião ou ainda o CPF de um dos auxiliares. O SIGTAP foi atualizado na competência julho/2008. verifica a compatibilidade entre o procedimento e o CBO do cirurgião e não com o CBO dos auxiliares ou do anestesista. o CBO de anestesiologista será compatível apenas com os procedimentos de anestesia (geral. mesmo que não possuam titulação de especialista em anestesiologia. para a realização de atos anestésicos. de profissionais médicos. A exigência de apresentação de título de especialista é prerrogativa do órgão. Quanto aos médicos residentes. em seu Artigo 2º. este profissional desempenha várias ocupações tais como: clínico. conforme o caso. por esta razão. sedação e obstétrica). instituição ou estabelecimento na ocasião da contratação do médico. o que adequa o sistema de informação e a realidade dos serviços de saúde. estes devem ser cadastrados com o CBO de Programa de Residência Médica. registrados nos respectivos Conselhos Regionais de Medicina. a verificação de títulos é feita no ato da seleção e/ou contratação do médico pela instituição para compor equipe médica qualificada e não por exigência do CNES. É recomendável que os antigos profissionais cadastrados no SIA como Plantonistas (58) ou Médico de qualquer especialidade (84) sejam cadastrados no CNES com estes CBO visando garantir o registro da realização de todos os procedimentos clínicos e cirúrgicos de média complexidade realizados. esclarecemos que a Portaria SAS/MS n. reforça e autoriza o registro de médicos na seguinte forma: “Fica autorizado o recadastramento/cadastramento. e. regional. ou seja. de 26 de março de 1999. No SIGTAP. 20 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . da ocupação que exercem no estabelecimento. incluindo estes 5 CBO. Considerando que existem municípios que dispõem de apenas um médico ou pouco mais e que.”. cirurgião geral e anestesista. portanto. O CPF do cirurgião não pode se repetir para registro como auxiliar. ao abrir a janela para preenchimento da equipe cirúrgica. naqueles municípios em que não existem profissionais com esta titulação ou cujo número ou disponibilidade para cadastramento não seja suficiente ao pleno atendimento aos pacientes do SUS. há uma particularidade. pediatra. Com relação ao CBO de anestesista.As portarias normativas da Alta Complexidade exigem que o médico tenha título de especialista para realização de determinados procedimentos. sendo o contratante responsável pelas informações inseridas no Módulo do Profissional do CNES.º 98. O CBO dos auxiliares do cirurgião pode ser qualquer um da família 2231 (médico) ou 223268 (cirurgião buço maxilo). obstetra. que. No SISAIH01 e no SIHD os procedimentos cirúrgicos que incluem anestesia no seu valor. O CBO específico de médico residente é o código 2231F9. exigem dados complementares da equipe. por representar uma inverdade.

03. O modelo de Laudo Para Solicitação/Autorização de Procedimentos Especiais e/ou Mudança de Procedimento de Internação Hospitalar está disponível no sítio: http://sihd. Nestes casos.1 DE CLINICA MÉDICA PARA CLINICA MÉDICA No caso do paciente ser internado para realização de um determinado procedimento. no decorrer da internação desenvolver um quadro compatível com outro procedimento.8. Procedimentos Seqüenciais de Coluna em Ortopedia e/ou Neurocirurgia. A mudança de procedimento pode acontecer nas seguintes situações: 8. ser identificada outra patologia de maior gravidade. Para estas mudanças. Cirurgia Múltipla de Lesões Lábio-Palatais.br. devendo ser marcado o campo de “sim” para mudança de procedimento no SISAIH01. Tratamento da AIDS. a hipótese diagnóstica inicial pode não ser confirmada ou pode surgir uma condição clínica superveniente. nos estabelecimentos da rede complementar filantrópica ou privada. Ações Relacionadas à Doação de Órgãos. quando a mudança for de um procedimento previamente autorizado. Não é permitida mudança de procedimento.datasus. Esta modificação deve ser feita mediante o preenchimento do Laudo para Solicitação/Autorização de Procedimentos Especiais e/ou Mudança de Procedimento de Internação Hospitalar.012-9 – TRATAMENTO DE 21 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Cuidados Prolongados. No caso de mudança de procedimento.07.gov. ou ainda. Clinica Médica e em Psiquiatria. Diagnostico e/ou Atendimento de Urgência em Clinica Pediátrica. complexidade ou intercorrência que implique na necessidade de mudança da conduta inicialmente recomendada ou da especialidade médica/leito. sob pena de rejeição da AIH. Avaliar o tempo decorrido para solicitar a mudança de procedimento ou se é mais aconselhável a alta administrativa e a emissão de nova AIH. sendo este último de valor maior. Clinica Cirúrgica. é necessária a autorização do Diretor Geral ou Diretor Clínico nos estabelecimentos públicos e. o código do novo procedimento será registrado no campo Procedimento Realizado.2 DE CLINICA MÉDICA PARA CIRURGIA No caso do paciente ser internado com quadro de Colecistite aguda. Tecidos e Células. para: Cirurgia Múltipla. Para autorizar a mudança de procedimento é importante que o autorizador observe: se o caso é eletivo ou urgência. do Órgão Gestor. com procedimento do SIGTAP código 03. Cirurgias Plásticas Corretivas em Pacientes Pós Gastroplastia. Politraumatizado. Psiquiatria. Pode ser solicitada mudança de procedimento para o procedimento de maior valor. o procedimento solicitado e autorizado no Laudo para Solicitação de AIH precisa ser modificado. 8. SOLICITAÇÃO DE MUDANÇA DE PROCEDIMENTO Durante a internação.

havendo necessidade de permanência do paciente em regime de internação. 22 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . na mesma lógica do procedimento principal com as próteses correspondentes.03. O valor do SP do primeiro procedimento é que será dividido por todos os profissionais que atuaram na AIH. O valor do SH deste procedimento será apurado para o estabelecimento.002-6 . 8. deve ser solicitada não só a mudança de procedimento. depois o terceiro. antes da cirurgia. Devido ao quadro clínico da paciente não é possível realizar a cirurgia. Nesse caso deve ser solicitada mudança de procedimento para clínica médica.07. 8. precisar ser submetido ao procedimento 04. registrar na linha seguinte o segundo procedimento e suas OPM.013-5 . que a paciente apresenta um quadro de diabetes descompensado.06. 8.6 MAIS DE UM PROCEDIMENTO PRINCIPAL NUMA MESMA AIH No caso de ser necessário informar mais de um procedimento numa mesma AIH.HISTERECTOMIA TOTAL. quanto mais profissionais atuarem e quanto mais procedimentos forem realizados e tiverem pontos do SP.09. No SIGTAP. durante a internação. 8. Nesse caso. deve ser registrado no campo Procedimento Solicitado e Realizado. Depois de registrado o código. decorrido este prazo e.4 DE CIRURGIA PARA CIRURGIA No caso de realização de uma segunda cirurgia durante o período de internação.3 DE CIRURGIA PARA CLÍNICA MÉDICA No caso do paciente internado submeter-se ao procedimento 04. a AIH deve ser encerrada e solicitada emissão de nova AIH.DIABETES MELLITUS. este procedimento é 03. o sistema os trata da seguinte forma: Apenas o valor do SH do primeiro procedimento será pago.003-4 . porém é detectado.7 POR REOPERAÇÃO.5 INTERCORRÊNCIAS PÓS-TRANSPLANTE A AIH emitida para intercorrências pós-transplante tem validade de 31 (trinta e um) dias. sendo que.03.03. se for o caso.COLECISTECTOMIA ou 04.07. reduzirá o valor de um ponto para pagamento aos profissionais. Ou seja.03. na 1ª linha da tela Procedimentos Realizados.TRANSTORNOS DAS VIAS BILIARES E PANCREAS e. O motivo de permanência será 2. Quanto a apurar valores. Não cabe mudança de procedimento na mesma AIH neste caso. como também a especialidade do leito de clínico para cirúrgico.COLECISTECTOMIA VIDEOLAPAROSCOPICA. obedecendo aos pontos do SP de cada procedimento.003-8 . o código para o qual a AIH foi autorizada. registrar em seguida as OPM correspondentes a este procedimento e. deve-se abrir uma nova AIH.

podem ou não pôr em risco a vida. pulmão etc. no mesmo ato anestésico for realizado mais de 05 procedimentos cirúrgicos em politraumatizado. Politraumatizados e Seqüenciais em Neurocirurgia.7 – POR REOPERAÇÃO.03. Sob a denominação de politraumatizados. 9.03. ao acometer múltiplos órgãos (fígado. Na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01 devem ser digitados.). 1º Exemplo: Foram realizadas reduções cirúrgicas de fratura de úmero e cúbito direito e cúbito esquerdo. em ordem decrescente de complexidade e valores do SH.) ou sistemas corporais (circulatório. O motivo de saída da primeira AIH será o 2.001-3 TRATAMENTO CIRÚRGICO EM POLITRAUMATIZADO. É permitido o registro de até 05 procedimentos realizados na mesma AIH. pela gravidade de uma ou mais lesões. A seguir. Quando. Os procedimentos realizados no politraumatizado podem ser registrados no SISAIH01 sem a preocupação de pertencerem a um mesmo segmento ou lado do corpo humano acometido. deve ser digitado o segundo procedimento principal realizado. Este procedimento tem o valor zero no SIGTAP. até o quinto procedimento. os Procedimentos Realizados. respiratório. sendo informados na tela Procedimentos Realizados. deverá ser solicitada nova AIH para o mesmo paciente na mesma internação. os códigos das cirurgias realizadas necessárias para o tratamento das lesões sofridas pelo paciente.001-3 . e na linha imediatamente abaixo digitados as suas OPM compatíveis e assim por diante.15. A ordem de digitação dos Procedimentos Realizados deve obedecer à seguinte seqüência: Procedimento principal realizado de maior complexidade e nas linhas abaixo os procedimentos especiais e OPM compatíveis com o procedimento principal.TRATAMENTO CIRÚRGICO EM POLITRAUMATIZADO.º 421/2007 as cirurgias em politraumatizado são cirurgias múltiplas ou procedimentos seqüenciais procedidos em indivíduo que sofre traumatismo seguido de lesões que. obedecendo à mesma lógica para procedimentos principais e OPM. devem ser registrados numa segunda AIH. etc. No caso de serem necessárias outras cirurgias em atos anestésicos diferentes. na tela Dados da 23 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . nervoso. Deve ser registrado na AIH o código 04. deverá ser encerrada a primeira AIH com motivo de alta 5. baço. músculo-esquelético. estão as internações de pacientes vítimas de causas externas. TRATAMENTO DE POLITRAUMATIZADO De acordo com a Portaria SAS/MS n. Emitir laudo para solicitação/AIH com código 04. Os demais procedimentos.Neste caso não podem ser registrados os procedimentos de Tratamento com Cirurgias Múltiplas.1 – ENCERRAMENTO ADMINISTRATIVO. No SISAIH01 devem ser registrado. a partir do sexto.15. tanto no campo Procedimento Solicitado quanto no Procedimento Realizado.

mas é recomendável que se coloque para não resultar em perda econômica para o hospital. As compatibilidades entre tratamento de politraumatizado e procedimentos clínicos são os seguintes: 03. Outros procedimentos especiais que não guardem relação direta de compatibilidade devem ser informados ao final. as OPM correspondentes ao terceiro procedimento principal informado.02.Internação.010-6 . 03.TRATAMENTO CONSERVADOR DO TRAUMATISMO CRANIOENCEFALICO LEVE.04.008-4 . informar o terceiro procedimento realizado 04. Observar para colocar em primeiro lugar o procedimento principal de maior valor do SH. compatíveis com o segundo procedimento principal digitado e suas OPM.Procedimento: 04. 03.TRATAMENTO CIRÚRGICO DE FRATURA/LESÃO FISÁRIA DO CÔNDILO/TROCANTER DO ÚMERO.04. em sua quase totalidade são de cirurgia. O procedimento 03.009-2 .08. Quando encerrar os procedimentos especiais. 03. O sistema aceita se não colocar o de maior valor primeiro. Procedimentos Seqüenciais em Neurocirurgia e AIDS). OPM. Cirurgias Múltiplas.043-1 – TRATAMENTO CIRÚRGICO DA FRATURA DO CÚBITO (DIREITO) deverá ser registrado na linha imediatamente abaixo da última OPM do primeiro procedimento e.02. O segundo procedimento.04.08.02. nos campos Procedimento Realizado e Procedimento Principal e. Na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01 deve ser digitado primeiro o procedimento principal. é recomendável que este seja registrado na primeira linha.010-6 .08. após ele.03.011-4 – TRATAMENTO CONSERVADOR DE TRAUMATISMO RAQUIMEDULAR.04. se houver algum dos procedimentos principais realizados que seja de Alta Complexidade. Existem procedimentos clínicos que são compatíveis na AIH de politraumatizado. nas linhas subseqüentes necessárias. 1ª linha . pois a AIH “assumirá” a complexidade do primeiro procedimento informado para os procedimentos com valor zerado (Politraumatizados. nas linhas imediatamente abaixo.TRATAMENTO CONSERVADOR DO TRAUMATISMO CRANIOENCEFALICO GRAVE. depois que tudo que se refere aos procedimentos principais já tiver sido inserido.04.03.TRATAMENTO CONSERVADOR DO TRAUMATISMO CRANIO ENCEFALICO GRAVE só pode ser registrado quando realizado em paciente internado em hospital de Alta Complexidade com habilitação em Trauma e Anomalias do Desenvolvimento. as OPM relativas ao segundo procedimento principal. Nas linhas a seguir registra as OPM deste primeiro procedimento.TRATAMENTO CONSERVADOR DO TRAUMATISMO CRANIOENCEFALICO GRAU MEDIO.03.043-1 – TRATAMENTO CIRÚRGICO DA FRATURA DO CÚBITO (ESQUERDO) e.03.036-9 . No caso de hospitais com Contrato de Gestão.03. a seguir. 24 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . os procedimentos especiais compatíveis com ele. 04. na tela Procedimentos Realizados. a seguir. cujos procedimentos. mesmo que os especiais tenham maior valor e tenham sido autorizados ou realizados anteriormente.

044-0 – TRATAMENTO CIRURGICO DE LESAO FISARIA DOS OSSOS DO ANTEBRACO Na linha abaixo de cada procedimento principal devem ser incluídas as OPM compatíveis utilizadas neste procedimento. Não esquecer.058-6 .03.001-3 .05. deverá ser registrado na tela “Procedimentos Realizados”: 04.: 04. mesmo no caso de procedimentos iguais para liberação de quantidade.012-3 – ESPLENECTOMIA 04.03.03.02.POLITRAUMATIZADO.001-3 TRATAMENTO CIRURGICO EM POLITRAUMATIZADO.05. haverá rejeição da AIH.07. Quando encerrar o registro das OPM deste procedimento. 4° Exemplo: No caso do paciente ser submetido a mais de um procedimento. informar a terceira cirurgia realizada ou terceiro procedimento principal.02.07.010-1 – COLOSTOMIA 04.07.051-9 – TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA DA DIAFISE DO FEMUR OPM compatível OPM compatível 04.15. após cada procedimento principal. Ex.039-3 – TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA DE DIAFISE DO UMERO OPM compatível OPM compatível OPM compatível Após encerrar o registro de todas as OPM compatíveis utilizadas é que coloca na linha abaixo o próximo procedimento principal realizado.COLOSTOMIA 04.02. deverá ser registrado na tela “Procedimentos Realizados”: 04.03.15. em especialidades diferentes não envolvendo a ortopedia: Paciente com ruptura de baço. 04.004-2 . lesão de cólon e hemotórax em que foram realizados 03 procedimentos: esplenectomia. pode ser informado no SISAIH01 o mesmo procedimento duas vezes e solicitada a liberação de quantidade. Na AIH.TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA INTERCONDILEANA/ DOS CONDILOS DO FEMUR. e amputação de dedo da mão D.07. Para os procedimentos que sejam realizados em órgãos pares.012-3 . Solicitar a AIH com o procedimento 04. Emitir Laudo para Emissão de AIH com código 04.001-3 25 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .AMPUTACAO/DESARTICULACAO DE DEDO 3° Exemplo: Foram realizadas reduções cirúrgicas de fratura de rádio e fêmur.15.08. O total de linhas disponíveis no SISAIH01 para inclusão de procedimentos é de 150.03.08. Na AIH.ESPLENECTOMIA 04.08. Deve ser emitido Laudo com código de procedimento solicitado e realizado 04. Se colocar o procedimento principal separado por linhas com outros procedimentos e as OPM do primeiro procedimento. redução cirúrgica de fratura de úmero.06. mais esplenectomia e colostomia. colostomia e toracotomia com drenagem fechada.08. colostomia.010-1 .2° Exemplo: Foram realizados os procedimentos: esplenectomia.08.02. de incluir abaixo as OPM antes de registrar o segundo procedimento principal.

deverão ser registrados. Na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01.016-6 .TRATAMENTO CIRÚRGICO EM POLITRAUMATIZADO.07. Numa AIH com o procedimento 04.03. interdependência ou complementaridade realizados em conjunto pela mesma equipe ou equipes distintas. 26 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . o componente Serviço Hospitalar será remunerado em percentual decrescente de valores. em seguida aos procedimentos com instrumentos de registro AIH principal e especial. sem vínculo de continuidade. conforme tabela abaixo: 1º 2º 3º 4º 5º PROCEDIMENTO PROCEDIMENTO PROCEDIMENTO PROCEDIMENTO PROCEDIMENTO 100% 100% 75% 75% 50% Os componentes Serviços Profissionais (SP) recebem remuneração de 100% dos valores para todos os procedimentos registrados na tela Procedimentos Realizados. 421 de 23 de julho de 2007). em ordem decrescente de complexidade e valores. aplicados a órgão único ou diferentes órgãos localizados em região anatômica única ou regiões diversas.001-3 . deverão ser aceitos quando registrados duas vezes no SISAIH01.12. Neste conceito. Deve ser registrado no SISAIH01 como procedimento solicitado e procedimento principal realizado 04. estes também devem ser registrados na tela Procedimentos Realizados. devidos a diferentes doenças. ou seja.001-2 – TRATAMENTO COM CIRURGIAS MULTIPLAS. todos os procedimentos em órgãos bilaterais.03. toda a AIH será paga pelo FAEC.07. executado através de única ou várias vias de acesso e praticados sob o mesmo ato anestésico (Portaria nº. a AIH “assume” a complexidade do primeiro procedimento informado. Também se o primeiro procedimento informado for financiado pelo FAEC.04.012-3 – ESPLENECTOMIA 04.15.TRATAMENTO CIRÚRGICO EM POLITRAUMATIZADO. registrar na tela Procedimentos Realizados: 04. o instrumento de registro é AIH secundária.TORACOSTOMIA COM DRENAGEM PLEURAL FECHADA Na ocorrência de Procedimentos Realizados que não necessitam de autorização. Serão admitidos até 05 Procedimentos Realizados na mesma AIH. CIRURGIAS MÚLTIPLAS Cirurgias múltiplas são atos cirúrgicos.COLOSTOMIA 04. No SISAIH 01. bilaterais ou não. na ordem em que forem registrados na tela Procedimentos Realizados.15. os procedimentos principais realizados. Quanto à complexidade. É importante observar que a AIH de politraumatizado “assumirá” a complexidade do primeiro procedimento informado (Média ou Alta Complexidade).010-1 . 10.01.02.

Se durante esta cirurgia for necessária a 27 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .10. com atos anestésicos diferentes.16. e 04.12.08.16. o médico assistente deverá solicitar nova AIH.7 – POR REOPERAÇÃO. 1º 2º 3º 4º 5º PROCEDIMENTO PROCEDIMENTO PROCEDIMENTO PROCEDIMENTO PROCEDIMENTO 100% 75% 75% 60% 50% Os Serviços Profissionais (SP) recebem remuneração de 100% de valores em todos os registros.01. na ordem que forem registrados na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01.16. Deverá ser emitida nova AIH quando houver mais de 5 Procedimentos Realizados e o motivo de saída da primeira AIH deve ser o 5. desde que tenham sido solicitados e autorizados no Laudo para Solicitação de AIH. inclusive para as reoperações.01.002-4 – MASTECTOMIA RADICAL COM LINFADENECTOMIA AXILAR. na mesma internação.001-2 – TRATAMENTO COM CIRURGIAS MULTIPLAS e os dois procedimentos.OOFORECTOMIA/OOFOROPLASTIA (a descrição explicita que é uni ou bilateral). No caso de quadro de abdômen agudo é realizada uma cirurgia chamada laparotomia exploradora. Os componentes Serviços Hospitalares serão remunerados em percentual decrescente de valores.06. colecistectomia e herniorrafia inguinal deverão ser digitados na tela Procedimentos Realizados. Ou seja. ou ainda 04.005-7 ou 04. Cirurgia bilateral não é considerada cirurgia múltipla quando no nome ou descrição do procedimento contenha a palavra bilateral.15.005-7 MASTECTOMIA RADICAL COM LINFADENECTOMIA.MASTECTOMIA SIMPLES POR TUMOR e 04. 10.10. Assim.003-2 .021-6 . O procedimento principal solicitado e realizado a ser digitado no SISAIH01 deve ser o 04. é possível registrar na AIH o procedimento 04.008-1. conforme tabela abaixo: Na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01 devem ser digitados em ordem decrescente de complexidade e valores do SH dos Procedimentos Realizados.009-0 e/ou 04. EXEMPLO: 04. o Ministério da Saúde inclui e recomenda a autorização como Tratamento com Cirurgias Múltiplas os procedimentos 04.01.Quando ocorrerem novas cirurgias de emergência. e 04.009-0 PLASTICA MAMARIA RECONSTRUTIVA POS-MASTECTOMIA COM IMPLANTE DE PRÓTESE.12.16.01.1 LAPAROTOMIA EXPLORADORA E OUTROS ESCLARECIMENTOS 1.10. pela importância da questão da humanização no atendimento à paciente.12.09. quando realizados no mesmo Ato Anestésico.003-2 concomitante com o 04. O procedimento cirúrgico de Mastectomia por Câncer é compatível com o implante de Prótese Mamária e/ou Reconstrução com Retalho Miocutâneo (qualquer parte em oncologia).10. Exemplos de como devem ser registrados os Procedimentos Realizados em cirurgia múltipla: 1° Exemplo: Colecistectomia mais Herniorrafia Inguinal.16. registrando o motivo de saída 2.01.12.002-4.1 – ENCERRAMENTO ADMINISTRATIVO.

Paciente com doença respiratória alta que no mesmo ato cirúrgico são realizadas turbinectomia + adenoidectomia + correção de desvio do septo pode ser cirurgia múltipla porque uma é no tímpano. concluindo assim o procedimento cirúrgico. não é possível um esclarecimento sobre o quadro do paciente. nada ser identificado que justifique o quadro clinico do paciente. a AIH não pode ter como procedimento principal a cirurgia múltipla porque o abscesso é conseqüência da lesão do colo. A laparotomia exploradora é indicada como opção de diagnóstico quando há uma possível doença abdominal proveniente de causa desconhecida. pois há o fechamento de colostomia e hernioplastia incisional (que precisará de colocação de tela inorgânica). anteriormente. examina os órgãos abdominais podendo ser necessária à retirada de amostras de tecidos para biópsia ou tratadas áreas afetadas. perfuração do colo causada por tumor ou diverticulite que leva a formação do abscesso. 2. o cirurgião faz uma incisão no abdome.realização de um hemicolectomia e/ou drenagem de abscesso subfrênico. Assim. 4. o que vem a ser chamado de cirurgia branca. apesar da realização de exames físicos e complementares disponíveis. sendo aceito informar qualquer CID na AIH. PACIENTES COM CRÂNIOFACIAL LESÃO LABIO-PALATAL E Os Procedimentos Realizados em pacientes com lesões labiopalatais e craniofaciais somente podem ser realizados em hospitais com habilitação no CNES de código 0401 . Paciente vítima de arma de fogo. 28 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Nestes casos para o diagnóstico é preciso "explorar" diretamente. submetido à cirurgia com realização de enterectomia + toracotomia com drenagem pleural fechada e arteriorrafia femoral é politraumatizado e não cirurgia múltipla. se no mesmo ato anestésico corrige-se hérnia incisional pode ser cirurgia múltipla.Alta Complexidade de Malformação/Labiopalatal – Centro de Tratamento em Malformação Labiopalatal. 11. Certamente houve. Como a laparotomia exploradora é feita para identificar o diagnóstico apenas quando da abertura da cavidade abdominal e ainda assim. outra retira adenóide e por último é corrigido o desvio do septo. ou seja. o procedimento de laparotomia não tem relação com CID. 3. Pode também não ser detectado nada que justifique os sintomas do paciente e seguir-se apenas a sutura da parede abdominal. o resultado pode ser negativo. O paciente é submetido à anestesia geral. Paciente com colostomia sendo operado para reconstrução de trânsito intestinal. A laparotomia exploradora é uma cirurgia que consiste na abertura do abdome com finalidade de explorar a cavidade abdominal e os órgãos nela contidos para possível identificação/exame/tratamento de um ou mais problemas que podem ter ocorrido no interior do abdome.

Foi incluído o PROCEDIMENTO: 04.024-0 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .02.003-7 04.16. Tratamento em Politraumatizados.03. interdependência e complementaridade.02.021-6 04.PROCEDIMENTO SEQUENCIAL EM ANOMALIA CRÂNIO E BUCOMAXILOFACIAL que se refere a atos cirúrgicos com vínculo de continuidade.004-2 PROCEDIMENTO SEQUENCIAL EM ANOMALIA CRÂNIO E BUCOMAXILOFACIAL .º 718/10 implantou alterações no SIGTAP em relação aos Procedimentos integrados para reabilitação estético-funcional dos portadores de má-formação lábio-palatal. Para este procedimento 04.015-1 04. aplicados a órgão único ou região anatômica única ou regiões contíguas.04.022-0 04.008-1 04. As regras para registro deste procedimento são as mesmas dos demais procedimentos principais com valor zero como Tratamento com Cirurgias Múltiplas. Procedimentos Sequenciais em Neurocirurgia e Ortopedia.02.16.003-7 04.16. bilaterais ou não.02.021-6 Reconstrução total de mandíbula/maxila 04.022-4 Reconstrução total de cavidade orbitária Reconstrução 04.02.004-2 .08.02. Outros Procedimentos Sequenciais.01.02.02.02.08.02.04.15.02.13.A Portaria SAS/MS n.08. lembrando que a AIH assume a complexidade do primeiro procedimento principal informado no SISAIH01: Código do PROCEDIMENTO 1° PROCEDIMENTO 2° PROCEDIMENTO 3° PROCEDIMENTO Percentual Remunerado 100% 75% 50% A Portaria estabelece os PROCEDIMENTOS COMPATÍVEIS com o PROCEDIMENTO 04.015-1 04. Nestes Procedimentos Sequenciais o componente Serviço Hospitalar é remunerado em percentual decrescente de valores na ordem que forem registrados e de acordo com a tabela a seguir.002-9 04.073-9 04.13.02. realizados em conjunto pela mesma equipe ou equipes distintas.022-0 Procedimento Principal Compatível Reconstrução por microcirurgia (qualquer parte) em oncologia Enxerto dermo-epidérmico Enxerto livre de pele total Reconstrução com retalho miocutâneo (qualquer parte) em oncologia Transferência intermediária de retalho Reconstrução parcial de mandíbula/ maxila Reconstrução total de mandíbula/ maxila Enxerto dermo-epidérmico Enxerto livre de pele total Reconstrução com retalho miocutâneo (qualquer parte) em oncologia Transferência intermediária de retalho Enxerto dermo-epidérmico Enxerto livre de pele total Reconstrução com retalho miocutâneo (qualquer parte) em oncologia Implante osteointegradoextraoralbucomaxilofacial .008-1 04.008-1 04.002-9 04.02.quatro unidades Implante osteointegradoextra29 04.004-2 .02.002-9 04.15.017-8 Maxilectomia parcial 04.04.04. executados por meio de única ou várias vias de acesso e praticados sob o mesmo ato anestésico.04. devidos a mesma doença.04.podem ser registrados no máximo três procedimentos principais na AIH.16.15.01.003-7 04.04.04.08.04.PROCEDIMENTO SEQUENCIAL EM ANOMALIA CRÂNIO E BUCOMAXILOFACIAL: Código Procedimento Principal Código 04.01.009-0 04.01.03.01.04.01.02.

Podem ser registrados os procedimentos do Grupo 03.002-9 oralbucomaxilofacial .04.16.008-1 Reconstrução com retalho miocutâneo (qualquer parte) em oncologia Todas as compatibilidades entre Procedimentos Principais e Procedimentos Especiais de reabilitação estético-funcional dos portadores de má-formação lábio-palatal. o tratamento de pacientes com AIDS deve ser registrado.002-9 04. e com no máximo até 04 Procedimentos Realizados dentre os abaixo listados: 30 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . TRATAMENTO DE AIDS Incluídos na tabela do SIH/SUS pela Portaria SAS/MS n. na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01.16.027-5 04.008-1 04.16.1 MODALIDADE HOSPITALAR NO TRATAMENTO DA AIDS Na internação de pacientes com AIDS deve ser registrado na AIH o procedimento 03.02.02.04.º 291/1992.01.064-0 04.08.027-5 04.quatro unidades Ressecção de lesão maligna e benigna da região crânio e bucomaxilofacial Reconstrução com retalho miocutâneo (qualquer parte) em oncologia Enxerto dermo-epidérmico Enxerto livre de pele total Reconstrucao com retalho miocutâneo (qualquer parte) em oncologia Reconstrução por microcirurgia (qualquer parte) em oncologia Enxerto dermo-epidérmico 04. os procedimentos para tratamento da Síndrome de Imunodeficiência Adquirida (AIDS) somente são autorizados para hospitais com habilitação específica no CNES.02.08.02.02.009-0 04.04. Subgrupo 03 e Forma de Organização 18.02.03.003-7 04. 12.08. em ordem decrescente de complexidade e valores.18.02.077-1 Ressecção de lesão da boca Ressecção de lesão maligna e benigna da região crânio e buço maxilo facial Tratamento cirúrgico de perfuração do septo nasal Tratamento cirúrgico de anquilose da articulação têmporomandibular 04.001-0 Enxerto composto 04.008-1 04. Na modalidade hospitalar.01.16. 12.total ou parcial de nariz 04. Os componentes Serviços Profissionais (S.01.04.050-4 04.P) recebem remuneração de 100% dos valores em todos os procedimentos registrados.01.001-3 no campo Procedimento Solicitado e Procedimento Principal Realizado do SISAIH01.08.01.04.02.

03.CÓDIGO / DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO DIAGNÓSTICOS Tratamento dos casos de síndrome neurológica indiferenciada 03.18. No tratamento da AIDS. conforme tabela a seguir: 1º PROCEDIMENTO 100% 2º PROCEDIMENTO 100% 3º PROCEDIMENTO 75% 4º PROCEDIMENTO 75% Os componentes Serviços Profissionais (SP) recebem remuneração de 100% de valores em todos os procedimentos registrados na tela de Procedimentos Realizados.004-8 .005-6 .TRATAMENTO DE AFECÇÕES DO SISTEMA NERVOSO EM HIV/AIDS 0303180056 . são eles: 0303180013 .03.18.TRATAMENTO DE Herpes simples esofagiano AFECCOES DO APARELHO DIGESTIVO Cândida sp esofagiana EM HIV/AIDS Síndrome diarréica Colites.TRATAMENTO DE DOENÇAS DISSEMINADAS EM AIDS 12.03. os componentes Serviços Hospitalares (SH) são remunerados em percentual decrescente de complexidade e valores. evitando a internação integral (Portaria SAS/MS n.TRATAMENTO DE AFECÇÕES DO APARELHO DIGESTIVO EM HIV/AIDS 0303180048 . carinii AFECCOES DO SISTEMA Tuberculose Pulmonar RESPIRATORIO EM HIV/AIDS Pneumonia intersticial indiferenciada Tratamento de casos de Tuberculose disseminada Outras micobacterioses disseminadas 03. 31 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . lesões ano retais.TRATAMENTO DE Tratamento de Pneumonia por P.TRATAMENTO DE AFECÇÕES DO SISTEMA RESPIRATÓRIO EM HIV/AIDS 0303180064 .11.2 MODALIDADE HOSPITAL DIA/AIDS O tratamento da AIDS em hospital-dia é um recurso intermediário entre a internação e o ambulatório.º 130/94). Os códigos para tratamento de portador de HIV na modalidade hospitalar exigem a habilitação .TRATAMENTO DE Histoplasmose DOENCAS DISSEMINADAS EM HIV/AIDS Salmonela septicêmica Sarcoma de Kaposi Linfomas não Hodgkin Tratamento de citomegalovirus esofagiano 03.01 – Habilitação em Serviço hospitalar para tratamento AIDS.18.003-0 .TRATAMENTO DE AFECÇÕES ASSOCIADAS AO HIV/AIDS 0303180030 .TRATAMENTO DE Toxoplasmose cerebral AFECCOES DO SISTEMA NERVOSO EM Meningite criptocóccica HIV/AIDS Linfoma Neuropatia periférica 03.006-4 .03.18. Este tratamento inclui programas de atenção de cuidados intensivos por equipe multiprofissional.

 Paciente submetido à terapia anti-retroviral por pelo menos 12 meses.000 cópias/ml e estável nos últimos 06 meses (sem variação de 0. Não é permitido registro de permanência a maior nos Procedimentos Realizados em regime de Hospital Dia em AIDS. preferencialmente. os Hospitais Universitários e de Ensino certificados.exige a habilitação .03. Estes Serviços devem estar cadastrados no CNES com o tipo de estabelecimento de saúde Hospital Geral ou Hospital Especializado.582/2004.Somente podem ser registrados procedimentos em regime de Hospital Dia em AIDS nos estabelecimentos habilitados e que a habilitação esteja devidamente inserida no CNES do estabelecimento. o código 03. incluiu na Tabela do SIH/SUS.Hospital Dia – AIDS 12. Os procedimentos de lipodistrofia deverão ser submetidos à autorização prévia do gestor local.12.18. CD4 > 350 cels/mm3 (exceto para lipoatrofia facial) b. Para fins de habilitação.  Paciente que não responde ou não pode ser submetido à mudança da terapia ARV. Os procedimentos de lipodistrofia só podem ser realizados por serviços habilitados em conformidade com a Portaria SAS/MS nº 118/2005. ou seja. Com resultados clínico-laboratoriais: a. Deve ser registrado na 1ª linha da tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. não cabendo emissão de AIH-5. aquele sem manifestações clínicas sugestivas de imunodeficiência nos últimos seis meses.º 2. O código para tratamento de portador de HIV na modalidade hospital dia . c. Há consenso quanto à contra-indicação dos tratamentos cirúrgicos para lipodistrofia associada à infecção pelo HIV/AIDS nas condições a seguir: 32 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . no máximo 45 dias corridos. As diárias são pagas até 05 dias úteis da semana.0303180072 .5 log entre duas contagens). Carga Viral < 10. Parâmetros clínico-laboratoriais que preencham os critérios necessários e suficientes de segurança para qualquer procedimento cirúrgico.TRATAMENTO DE HIV / AIDS . serão considerados. São considerados critérios de indicação para realização dos referidos procedimentos todas as condições a seguir:  Paciente com diagnóstico de HIV/AIDS e lipodistrofia decorrente do uso de anti-retroviral (ARV).3 LIPODISTROFIA A Portaria GM/MS n. os procedimentos de cirurgias reparadoras para pacientes portadores de AIDS e usuários de anti-retrovirais.  Paciente clinicamente estável.007-2 – TRATAMENTO DE HIV/AIDS (POR DIA) e o quantitativo de diárias utilizadas no período do tratamento.03 .

Para alguns procedimentos. O valor vigente em junho de 2010 é de R$ 8. O gestor do hospital deve criar mecanismos de controle de acompanhantes para evitar cobrar diárias no sistema de acompanhantes que na verdade não existiram. não está prevista a presença de acompanhantes mesmo para menores de 18 anos. Diagnóstico e/ou Primeiro Atendimento e UTI. Todas as diárias de acompanhante com pernoite em hospitais públicos ou da rede complementar do SUS recebem a remuneração definida no SIGTAP. Psiquiatria. não há restrições. igual aos dias de permanência do paciente no hospital. 33 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . imunossupressores e/ou quimioterápicos. Psiquiatria. O número de diárias de acompanhante pode ser no máximo. o médico assistente deve decidir pela necessidade da permanência do acompanhante.004-0 .02.02.1 DIÁRIA DE ACOMPANHANTE PARA CADA PACIENTE SERÁ PERMITIDO APENAS UM ACOMPANHANTE. Diagnóstico e/ou Primeiro Atendimento e UTI. nos casos em que o quadro clínico justifique.DIARIA DE ACOMPANHANTE DE IDOSOS COM PERNOITE e 08.005-9 – DIARIA DE ACOMPANHANTE DE IDOSO SEM PERNOITE.01. Medicamentos e OPM do SUS existem dois procedimentos de diária de acompanhante para idosos: 08. 13. O auditor não deve discutir a liberação ou não do acompanhante. Essas diárias também são remuneradas e deve ser registrado nos Procedimentos Realizados do SISAIH01. Na Tabela de Procedimentos. Hospital Dia. para todos os pacientes com mais de 60 anos de idade internados em hospitais públicos. Hospital Dia.2 DIÁRIA DE ACOMPANHANTE PARA IDOSO A Portaria GM/MS n. Qualquer condição clínica ou co-morbidade descompensada nos últimos seis meses que confira aumento de risco ao procedimento. inclusive nas internações por: Cuidados Prolongados. É permitida a presença de acompanhante para todos os menores de 18 anos conforme define o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). imunomoduladores. independente do custo real destas despesas para o hospital.00 (oito reais) e inclui acomodação e alimentação. mas se ela realmente existiu.º 280/1999 define que.01. como no o caso de: Cuidados Prolongados. 13. conforme determina o Estatuto do Idoso. Já para pacientes maiores de 18. Não existe formulário próprio definido pelo MS.  Qualquer tratamento concomitante com anticoagulantes. contratados e conveniados com o SUS é permitida a presença do acompanhante. REGISTRO DE DIÁRIAS NA AIH 13. Os idosos têm direito a acompanhante independente do procedimento ao qual ele está sendo submetido.

as diárias de UTI estão incluídas no valor total do procedimento.004-7. Transplante de Fígado. Tratamento de Grande Queimado. 34 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .01.11.432/1998 como: TIPO I.01.010-6. Pacientes sob Cuidados Prolongados.05.003-4. Tratamento de Médio Queimado. Entende-se o pós–parto imediato como o período que abrange 10 dias após o parto. salvo intercorrências.01. de acordo com a incorporação de tecnologia. Tratamento Ortodôntico em Lesões Labiopalatais.13.418/2005. para os procedimentos: 03.05. a solicitação deve ser feita no Laudo para Solicitação / Autorização de Mudança de Procedimento e de Procedimento(s) Especial (ais). Em qualquer das situações acima.3 DIÁRIA DE ACOMPANHANTE PARA GESTANTE A Portaria GM/MS n. com a devida autorização pelo Diretor Geral.11. equipes técnicas e monitorização do paciente nas 24 horas. deve estar em conformidade com os dias de internação da paciente.108/2005.002-6 e 04. Se for superior a da internação.10. Coração. em conformidade com o Art. Diretor Clínico do hospital. 1º da Lei n. 04. o registro do número de diárias. Estes procedimentos são: Epilepsia.004-2. O Órgão Gestor tem a prerrogativa de confirmar esta autorização a partir da auditoria operativa.º 1.0039. Os hospitais devem registrar as diárias de acompanhante no trabalho de parto e pós-parto imediato. especialização de recursos humanos e adequação da área física são classificadas. devendo ser registrada no SISAIH01 na tela Procedimentos Realizados de acordo com sua habilitação no mês de competência em que foi utilizada. há crítica para eles nos sistemas SISAIH01 e SIHD. Psiquiatria. estão incluídos a acomodação e o fornecimento das refeições. No valor das Diárias de UTI está incluída a utilização de toda a aparelhagem própria para terapia intensiva. As Unidades de Tratamento Intensivo. Psiquiatria Hospital-Dia. de acordo com a Portaria GM/MS 3. regulamenta a presença de acompanhante para mulheres em trabalho de parto.01. É permitido o registro de diárias de UTI no SISAIH01 no procedimento Transplante de Rim com códigos no SIGTAP 05. Pulmão. Pâncreas.01. Atendimento de Urgência em Médio e Grande Queimado. Existem procedimentos em que as diárias de UTI já estão incluídas no valor do procedimento e. TIPO II e TIPO III. A diária de UTI é procedimento especial. 04.11. Tratamento de Pequeno Queimado. Rim e Pâncreas. na AIH na tela de Procedimentos Realizados do SISAIH01. parto e pós-parto imediato em todos os hospitais do SUS.009-2 e 05.º 2.02. No valor da diária de acompanhante. Implante Osteointegrado Extra Oral. Nos transplantes de qualquer dos outros órgãos. Medula Óssea. a AIH é rejeitada.01. O valor inclui acomodação e alimentação. portanto. 03.02.4 DIÁRIAS DE UNIDADE DE TRATAMENTO INTENSIVO (UTI) Se durante a internação hospitalar houver necessidade do paciente ser submetido à UTI. 13.

Seu resultado dirá a quantidade de diárias disponível e a quantidade utilizada e será possível verificar quando a capacidade máxima foi atingida. ou Semi-intensivas não são Quanto às diárias de UTI o sistema não faz o cálculo de diárias utilizadas pela competência de AIH e sim pelo período de internação informado na AIH. o sistema irá calcular as diárias utilizadas na competência agosto e as da competência setembro. Logo.1 . Os dias de internação nos quais o paciente permaneceu na UTI. Por exemplo: um mês com 31 dias. independente de quantos dias cada paciente utilizou o mesmo leito de UTI. O laudo de solicitação de internação em UTI deve estar arquivado juntamente com a respectiva AIH no prontuário do paciente. O laudo solicitando internação em UTI Tipo I. Quando um paciente entra na UTI e vem a óbito no mesmo dia da entrada. Os códigos de Diária de UTI são válidos para todos os procedimentos. Não há limite máximo de diárias numa mesma AIH. O paciente permanecendo na UTI será aberta nova 35 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . então = 5 X 31 = 155. II e III deve ser autorizado pelo Diretor Geral ou Diretor Clínico ou Órgão Gestor. Ou seja. As diárias utilizadas podem ser consultadas no SIHD por meio do SELECT*FROM TB_UL. não são computados para solicitação de permanência a maior definida para o procedimento principal. retornando a contagem da média de permanência do procedimento principal da AIH. Deverá ser repetido o código da diária de UTI para competência janeiro e fevereiro. Se um paciente ficou internado de 20/2008 a 15/2009. se o procedimento tem como média de permanência 06 dias. Cada leito de UTI gera a quantidade de diárias igual à quantidade de dias daquele mês. Unidades Intermediárias consideradas como UTI. são duas diárias de UTI (dias 1 e 2) e a do dia 3 já é da enfermaria. A capacidade instalada da UTI pode ser calculada multiplicando a quantidade de leitos ativos no CNES pela quantidade de dias de um dado mês ou competência. ele é transferido para a UTI. No entanto. possibilitando ao hospital receber naquela competência as diárias de UTI já utilizadas. suspende a contagem dos dias para a média de permanência. e no terceiro dia de internamento.ENCERRAMENTO ADMINISTRATIVO. a qualquer tempo pode ser encerrada a AIH por 5. Por exemplo: Se uma UTI possui 5 leitos cadastrados e ativos no CNES e o mês tem 31 dias. cada leito de UTI gera também 31 diárias.Exemplo: Paciente internado na UTI de 02 de janeiro a 05 de fevereiro. Se o paciente internou no dia 1 e saiu da UTI no dia 3 e foi para a enfermaria. esta diária poderá ser informada no SISAIH01 e será recebida pelo hospital. e só retorna a contar no dia da saída do paciente da UTI para efeito de solicitação de permanência a maior. não é possível mais que 155 diárias de UTI neste mês.

após aprovação pela Comissão Intergestores Bipartite (CIB).AIH e começado a contagem das diárias da AIH a partir de 01 até a saída do paciente da UTI para a enfermaria ou até nova alta administrativa ou óbito. e em condições clínicas estáveis. definir quais Unidades de Cuidados Intermediários Neonatais serão habilitadas. deve ser autorizado pelo Diretor Geral ou Diretor Clínico ou Órgão Gestor. solicitando internação Unidade de Cuidados Intermediários Neonatal. É preciso ficar claro que não há limite de dias para a permanência do paciente na UTI. 13. com desconforto respiratório leve que não necessite de assistência ventilatória mecânica. com peso superior a 1500g e inferior a 2000g em observação nas primeiras 72 horas ou o recém nascido submetido à cirurgia de médio porte. portanto não tem visita ou consulta.º 1. antibióticos e alimentação parenteral em transição. DIÁRIAS DE UNIDADE DE CUIDADOS INTERMEDIÁRIOS NEONATAL (UCI) É uma Unidade destinada ao atendimento do Recém Nascido nas seguintes situações: após alta da UTI e que precise de observação nas primeiras 24 horas.5. Desde outubro de 2006. para a média de permanência do procedimento principal que determinou a internação. definido no SIGTAP. O registro de permanência a maior é feito quando o 36 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . podendo ser registrada com a diária de UTI Neonatal na mesma AIH quando utilizada e habilitada. os gestores estaduais/municipais de saúde são responsáveis pelas habilitações de UCI no SCNES. O uteista é um plantonista que monitora o paciente o tempo inteiro. O laudo. ele pode permanecer o tempo necessário e o hospital utilizar periodicamente o encerramento administrativo da AIH. eletrólitos. Que esteja em venóclise para infusão de glicose. 14. na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. Entretanto.091/1999. PERMANÊNCIA A MAIOR A Permanência a maior é a designação do sistema para os casos em que o paciente necessite permanecer internado após o período. Este encerramento possibilita ao hospital receber parte do valor do tratamento do paciente. As diárias de Unidade de Cuidados Intermediários Neonatal devem ser registradas. que necessite realizar exsanguineotransfusão. em fototerapia com níveis de bilirrubinas próximos aos níveis de exsanguineotransfusão. uma vez que a manutenção na UTI é um procedimento de alto custo e que o hospital precisa receber recursos em tempo menor do que o período em que o paciente está na UTI. cabe ao gestor estadual e/ou municipal. Podem habilitar-se a UCI os estabelecimentos que atenderem aos critérios estabelecidos na Portaria GM/MS n. Não se registra consulta de internação de médico “uteista ou intensivista”.

15.25001019.01. Procedimento 03. Tratamento da AIDS. Politraumatizado. Deve ser registrado na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. exceto o dia da alta. Este registro do CPF foi substituído pelo número do Cartão Nacional de Saúde (CNS) do profissional ainda em 2008.período de internação ultrapassa o dobro dos dias previstos na Média de Permanência considerando o que está definido no SIGTAP para o procedimento principal informado na AIH. ATENDIMENTO CLÍNICO PACIENTE INTERNADO) (CONSULTA/AVALIAÇÃO EM Corresponde à consulta/avaliação do médico ou do cirurgião dentista realizada no leito para acompanhamento da evolução clínica do paciente internado. para um paciente que passou 81 dias internados. Esta visita clínica pode ser realizada diariamente para evolução do paciente internado. O Diretor Geral. entre os registrados na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. Deve ser contado a partir do primeiro dia de permanência à maior. menos o dobro + 1 da maior permanência prevista (40). deve-se utilizar como parâmetro a média de permanência do procedimento de maior número de dias. que são pagas com código próprio. Procedimentos Seqüenciais de Coluna em Ortopedia e/ou Neurocirurgia e Cirurgia Plástica Corretiva pós Gastroplastia. o SIHD efetuará a glosa. Nos casos de Cirurgia Múltipla. A Permanência a Maior é um atributo do procedimento. o que daria 41 dias de permanência a maior.14016010 É um procedimento de média complexidade com financiamento MAC. Este procedimento tem origem nos seguintes códigos.CONSULTA/AVALIACAO EM PACIENTE INTERNADO.01. O registro no SISAIH01 deve ser feito na tela Procedimentos Realizados e colocado o número de dias que o paciente permaneceu além do dobro dos dias previstos para a Média de Permanência do procedimento principal. Para o recebimento da permanência a maior deve ser registrada a diferença entre os dias de real permanência do paciente internado. Por exemplo. Realizou 3 procedimentos principais com – Cirurgia Múltipla – e a maior média de permanência prevista no SIGTAP para estes 3 procedimentos é de 20 dias. (81-40=41). Colocar também o CPF do profissional para possibilitar o rateio de pontos. Diretor Clínico.017-0 . para fins de cálculo de permanência. H. utilizados até dezembro de 2007: H. conforme o CBO do médico que prestou o atendimento. excluídas as diárias de UTI. 37 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Então a permanência a maior só poderá ser registrada a partir do dia 41 (20+20 +1=41). deve-se registrar uma consulta para cada parecer emitido. Quando não for previsto no SIGTAP este atributo para um determinado procedimento. Diretor Técnico ou Órgão Gestor deve autorizar previamente a Permanência a Maior no Laudo de Solicitação/Autorização de Procedimento Especiais e/ou Mudança de Procedimento. Nos casos em que o paciente necessite de avaliação de médico especialista para emissão de parecer.

Subgrupo 02. ou seja.017-2 . devendo ser solicitada a liberação de crítica pelo gestor para os procedimentos que permitem liberação de quantidade.026-1 . No entanto. relacionadas ao ato cirúrgico que são compatíveis com diversos procedimentos principais ou cirurgias.02.FIO MONONYLON 8. ou seja. QUANTIDADE MÁXIMA DE PROCEDIMENTOS POR AIH A partir da competência maio de 2008 a regra adotada é a seguinte: se o procedimento exige média de permanência. sob pena de rejeição da AIH.03. Não deve ser entendido que para qualquer procedimento poderá ser informada quantidade 06. no SIGTAP. A quantidade a ser registrada no SISAIH01 será 01.REIMPLANTE DO TERCO DISTAL DO ANTEBRACO ATE OS METACARPIANOS OPM: 07.089-9 .Qtd: 08 07. Ex: Se forem amputados 3 dedos informar três vezes o mesmo procedimento com a quantidade 01. Como há um limite de cinco principais por AIH. Existem várias OPM. deverá ser colocada a quantidade máxima de 06. não é por dia. Exemplo 01: Principal: 04.CONSULTA DE PROFISSIONAIS DE NIVEL SUPERIOR NA ATENCAO ESPECIALIZADA (EXCETO MEDICO).08. 16. por exemplo. acima disto abre-se outra AIH. do Grupo 07. 16. uma vez que não são todos.1 QUANTIDADE MÁXIMA DE OPM (COMPATIBILIDADE) Cada procedimento no SIGTAP tem o atributo quantidade máxima. e ainda. ser usado um determinado parafuso em quantidade 02. há procedimentos em que a compatibilidade estabelecida no SIGTAP é menor que 06 e nestes casos.02. em um determinado procedimento e 03 noutro. Apesar de 06 ser a quantidade máxima de parafuso aceita.01.02.004-8 .5 MM (INCLUI PARAFUSOS) .05. 06 num terceiro. No entanto. A quantidade máxima neste caso é 05.Para os demais profissionais de nível superior que realizarem consulta ao paciente internado deve ser registrado o procedimento 03. A quantidade que estiver no atributo “quantidade máxima” do procedimento será o limite. quando ele for informado na AIH deve obedecer à quantidade estabelecida no Relatório de Compatibilidades do SIGTAP.Qtd: 02 Exemplo 02: Principal: 38 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . fica limitada a quantidade somada 01+01+01. deve ser informado a quantidade correta.0 .01. Pode. Para este procedimento parafuso. se forem órgãos pares ou múltiplos (dedos). Mas a quantidade utilizada não é a mesma para qualquer dos procedimentos principais informados na AIH.PLACA DE COMPRESSAO DINAMICA 3.

A realização do procedimento dialítico em UTI só pode ocorrer quando a situação clínica do paciente exigir sua permanência nessa Unidade.08. o cadastro do serviço/classificação e do equipamento. como procedimentos especiais.02.0 . 39 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .015-8 03.05. uma vez que este procedimento admite liberação de crítica de quantidade e verifica se a quantidade de dias de internamento é compatível com a quantidade de sessões de hemodiálise.05.018-0 .01. assim como seus valores.03. ser registrado no campo CID Principal ou CID Secundário. tanto para a modalidade ambulatorial como hospitalar.01. O estabelecimento de saúde que realiza tomografias deve ter. DIÁLISE PERITONIAL E HEMODIÁLISE O registro de Hemodiálise e Diálise Peritoneal é permitido em casos de Insuficiência Renal Aguda. assim como a existência de profissional com CBO de especialista.7 MM (INCLUI PARAFUSOS) . No entanto. O código CID de Insuficiência Renal deverá.PLACA SEMITUBULAR 2.019-0 03.05. sem necessidade de liberação de quantidade.01.001-4 03.002-1 03.003-4 03.01. e necessita autorização do Diretor Clínico ou do Órgão Gestor: CÓDIGO 03.Qtd: 04 07. Um determinado código de tomografia só deve ser registrado numa AIH uma única vez.07.027-0 .004-2 03.01. em pacientes internados.05.01.Qtd: 01 17.03. Os códigos do SIGTAP são os mesmos. conforme o caso.107-0 . O registro desses procedimentos é realizado na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01.08.014-0 PROCEDIMENTO HEMODIÁLISE PARA PACIENTES RENAIS AGUDOS/CRÔNICOS AGUDIZADOS DIÁLISE PERITONEAL PARA PACIENTES RENAIS AGUDOS HEMOPERFUSÃO ULTRA FILTRAÇÃO HEMODIÁLISE CONTÍNUA HEMOFILTRAÇÃO CONTÍNUA HEDIAFILTRAÇÃO CONTÍNUA HEMOFILTRAÇÃO QUANT. na tela Procedimentos Realizados. permitindo liberação de quantidade.05. É permitido o registro de uma sessão/dia de Hemodiálise ou Diálise Peritoneal durante os dias de internação do paciente.013-1 03.05.REIMPLANTE OU REVASCULARIZACAO AO NIVEL DA MAO E OUTROS DEDOS (EXCETO POLEGAR) OPM: 07.02.05. TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA E RESSONÂNCIA MAGNÉTICA Os exames de Tomografia Computadorizada podem ser registrados no SISAIH01. podem ser registrados tomografias de diferentes partes do corpo humano ou órgãos numa mesma AIH. em seu CNES. É permitido o registro de 15 sessões de Diálise Peritoneal ou Hemodiálise por AIH.02.04. 15 15 15 15 15 15 15 15 18.FIO MONONYLON 9.02.

No caso de ceder o crédito. uma vez que para estes não é previsto a terceirização e nem a desvinculação de honorários. deve ser informado o CNES de onde o paciente está internado. portanto não é exigido que o estabelecimento seja habilitado em neurologia ou ortopedia. no campo executante. mesmo que seja realizado em outro estabelecimento. A cessão de crédito não se aplica aos estabelecimentos de natureza pública. Não é permitido este registro no BPA-I do SIA/SUS do estabelecimento onde o exame foi realizado. Os exames. o CNES do hospital onde o paciente está internado. esta marcação só será válida se ele realmente for credenciado pelo gestor para atendimento ao SUS. É necessária a autorização do Diretor Geral. no campo Apurar Valores. ESTUDOS HEMODINÂMICOS. obrigatoriamente. ARTERIOGRAFIA. Diretor Clínico ou do órgão Gestor para a realização de tomografias em pacientes internados. Todas as definições e parâmetros aplicados à tomografia se aplicam totalmente aos exames de ressonância magnética. esteja “marcado” que o mesmo está à disposição do SUS. se houver. mesmo não sendo credenciado junto ao SUS pelo gestor local e conste como Terceiro do estabelecimento no qual o paciente está internado. se o estabelecimento onde o paciente está internado for público. É obrigatório que o estabelecimento executante tenha o CNES. não podendo ser autorizado e registrado no SIA/SUS. O pagamento ao executante será feito conforme as condições definidas por ambas as partes. ou pelos termos do contrato. 19. registrados no SIH/SUS. No entanto. o CNES do estabelecimento que de fato realizou o exame. O paciente internado pode ser levado em ambulância para realizar uma tomografia em outro estabelecimento. mas o registro da realização da tomografia deve ser feito na AIH que pertence ao hospital onde ele está internado. mesmo que o paciente tenha realizado a tomografia em outro estabelecimento. o CNES do estabelecimento onde o paciente realizou a tomografia deve ser registrado no campo Apurar Valores e constar como Terceiro no CNES do estabelecimento onde o paciente está internado. não tendo nenhuma implicação legal específica para o SUS. o paciente está sendo assistido sob regime de internação em outra unidade.A tomografia é um exame complementar que auxilia no esclarecimento diagnóstico ou no acompanhamento de pacientes com diagnóstico firmado. Se o gestor não optar pela cessão de crédito. Quanto ao estabelecimento que vai receber o valor da tomografia. deverá ser informado no campo Apurar Valores. deve ser digitado na tela de Procedimentos Realizados. É necessário também que. NEURORADIOLOGIA E RADIOLOGIA INTERVENCIONISTA 40 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . naquele período. Para o registro destas tomografias no SISAIH01. quando realizados em paciente internado deverão ser. é prerrogativa do gestor local optar por ceder ou não o crédito a terceiro. no CNES do executante. pois. Então.

TRATAMENTO DE DOENÇA REUMATICA S/CARDITE  03. O procedimento especial 02.06.095-1 .120-6 .002-8 – CATETERISMO CARDIACO EM PEDIATRIA.03.003-0 .REVASCULARIZACAO MIOCARDICA C/USO DE EXTRACORPOREA (C/2 OU MAIS ENXERTOS) 41 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .01.06.03.01.TRATAMENTO DE INSUFICIENCIA CARDIACA  03.002-8 CATETERISMO CARDIACO EM PEDIATRIA é compatível com os seguintes procedimentos principais:  03.ANGIOPLASTIA CORONARIANA  04.004-2 . Diretor Clínico ou pelo Gestor do SUS. CÓDIGO 02.06.01.021-2 .06.03.06.093-5 . informando o CPF e CBO de quem realizou a anestesia.092-7 .02.03.028-0 TRATAMENTO DE SINDROME CORONARIANA AGUDA  04.TRATAMENTO DE CARDIOPATIA ISQUEMICA CRONICA  03.11.11.01. esses exames devem ser realizados ambulatorialmente.092-7 .06.ANGIOPLASTIA CORONARIANA C/IMPLANTE DE DUPLA PROTESE INTRALUMINAL ARTERIAL  04.06.03.06.11.TROCA VALVAR C/REVASCULARIZACAO MIOCARDICA  04.002-8 02. é autorizada a inclusão do código do procedimento de anestesia e o registro deve ser feito na tela Procedimentos Realizados.REVASCULARIZACAO MIOCARDICA S/ USO DE EXTRACORPOREA  04.06.02.CATETERISMO CARDIACO é compatível com os seguintes procedimentos principais:  03.11.02.03.TRATAMENTO DE INSUFICIENCIA CARDIACA  04.03.094-3 .06.06.01.001-4 .093-5 .03.019-0 .021-2 .REVASCULARIZACAO MIOCARDICA C/ USO DE EXTRACORPOREA (C/2 OU MAIS ENXERTOS)  04.REVASCULARIZACAO MIOCARDICA C/USO DE EXTRACORPOREA  04.REVASCULARIZAÇÃO MIOCARDICA C/ USO DE EXTRACORPOREA  04.TRATAMENTO DE INFARTO AGUDO DO MIOCARDIO  03.06.02.06.06.Quando um desses exames for necessário por intercorrência da patologia que motivou a internação.01.002-2 .012-3 .06.ANGIOPLASTIA CORONARIANA C/IMPLANTE DE PROTESE INTRALUMINAL O procedimento especial 02. deve ser justificado pelo médico assistente.REVASCULARIZACAO MIOCARDICA S/ USO DE EXTRACORPOREA (C/2 OU MAIS ENXERTOS)  04.11.01.001-0 DESCRIÇÃO ATUAL CATETERISMO CARDIACO EM PEDIATRIA CATETERISMO CARDIACO Na realização do procedimento 02.001-0 . Em qualquer outra circunstância.03.06. autorizado pelo Diretor Geral.02.

06.REVASCULARIZACAO MIOCARDICA S/USO DE EXTRACORPOREA (C/2 OU MAIS ENXERTOS)  04.01. portanto não deve ser colocado na AIH.01. O pagamento da exsanguineotransfusão é efetuado diretamente ao hospital. A Portaria SAS/MS n.03. cabendo.TROCA VALVAR C/REVASCULARIZACAO MIOCARDICA  04. no campo apurar valor para.REVASCULARIZACAO MIOCARDICA S/USO DE EXTRACORPOREA  04.07.01.02.06.ANGIOPLASTIA CORONARIANA C/IMPLANTE DE DUPLA PRÓTESE INTRALUMINAL ARTERIAL  04. a opção apurar valor para “terceiros” através de registro no CNES do estabelecimento responsável pelos exames pré transfusionais.06. Necessita de autorização do Diretor Clínico ou do Gestor.095-1 .ANGIOPLASTIA CORONARIANA  04. obedecendo às compatibilidades entre procedimentos.02. o CPF do profissional que realizou o procedimento. Os procedimentos especiais diagnósticos neurointervencionistas (Arteriografias) relacionados no Art.º 247/2000 estabelece padrões de referência para adoção de conduta terapêutica de Albumina Humana no âmbito do SUS.03.001-4 . ALBUMINA HUMANA É a Albumina Humana é uma solução protéica.094-3 .120-6 . 10 da Portaria SAS/MS n. 20.001-9 – ALBUMINA HUMANA 20 POR CENTO (FRASCO-AMPOLA DE 50 ML).03. Preencher só o campo de identificação do executante.ANGIOPLASTIA CORONARIANA C/IMPLANTE DE PROTESE INTRALUMINAL Procedimentos Especiais de Cintilografia devem ser registrados na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01.06. O registro deste procedimento deve ser feito na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. O código 02.º 765/2005. 42 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .06.03. sendo permitido o registro de até 99 frascos. 21. Deve ser registrada na tela Procedimentos Realizados e a quantidade máxima é de 05 sessões.06.002-2 . quando for o caso. Está no SIGTAP com o código 06. obtida por fracionamento de plasma ou soro humano e que corresponde eletroforeticamente à fração albumina do plasma.003-0 . estéril e apirogênica de origem plasmática. icterícia neonatal ou sepsis em pediatria. obrigatoriamente têm que ter em seus laudos as descrições das devidas mensurações angiográficas digitais e as fotos dos respectivos aneurismas. Deve ser informado o CPF e CBO do médico que realizou o procedimento. 04.047-9 – PROVA DE COMPATIBILIDADE PRÉ TRANSFUSIONAL também deve ser registrado na mesma tela. TRANSFUSÃO DE SUBSTITUIÇÃO/TROCA (EXSANGÜINEOTRANSFUSÃO) É realizada nos casos de Incompatibilidade ABO/Rh.

XVII – cirurgias externas de abdômen. 22. ascite não responsiva ao tratamento clássico. portanto não deve ser colocado na AIH o CPF do profissional que realizou o procedimento no campo Apurar Valor Para. 22. com assinatura. nome legível e número do CRM local. XVI – mediastinite. VII – hipoalbuminemia grave.1 AGÊNCIA TRANSFUSIONAL O hospital que realiza intervenções cirúrgicas de grande porte. uma Agência Transfusional (AT) dentro das suas instalações.º 163/1993. insuficiência hepática aguda. XII – hemorragia meningea espontânea. edema genital associado não responsivo à terapêutica clássica. Preencher apenas o campo Executante. VIII – peritonite com drenagem externa. deve ser informado o CNES do serviço executante responsável.º 153/2004. XIV – enteropatia com perda de proteína. X – queimaduras. Quando da transfusão de sangue ou hemocomponente. apurando valor para o mesmo. HEMOTERAPIA De acordo com a RDC ANVISA n. o sangue só deve ser liberado para transfusão em pacientes mediante solicitação por escrito ou prescrição do médico requisitante. XIX – insuficiência cardíaca. pelo menos. o CNES do próprio hospital. IX – plasmaferese e exsanguineotransfusão parcial. deverá ser registrado no prontuário do paciente as informações referentes ao produto: número da bolsa. cadastrado como terceiro pelo Hospital. os procedimentos de coleta/processamento e sorologia são registrados apenas na modalidade ambulatorial no sistema SIA/SUS. Para os hospitais que tenham serviço próprio de Medicina Transfusional (Serviço de Hemoterapia . II – doença hepática: crônica associada à hipoalbuminemia grave. XI – transplante hepático. XIII – pré-eclampsia grave. ou que efetue mais de 60 (sessenta) transfusões por mês. O pagamento da transfusão é efetuado diretamente ao hospital. No caso dos procedimentos relacionados aos exames pré transfusionais serem realizados utilizando serviços de hemoterapia terceirizados. XV – reposição volêmica com indicação de colóide. Pode ser usado inclusive o selo ou carimbo para esta identificação (Portaria SAS/MS n. IV – dermatites esfoliativas generalizadas. III – síndrome nefrótica associada a edema refratário aos diuréticos e associados à oligúria.Indicações: I – choque: séptico. deve contar com. com 43 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . tipo de hemocomponente. O serviço que efetua menos de 60 transfusões por mês pode ser suprido de sangue e componentes por serviço de hemoterapia externo. hipovolêmico associado à hipoalbuminemia grave. quantidade transfundida e nome do técnico responsável pela liberação. XVIII – by pass cardiopulmonar com hemodiluição. VI – fistulas liquóricas ou derivação ventricular externa.º 163/1993).Agencia Transfusional) os procedimentos registrados na AIH devem informar nos campos Executante e Apurar Valor. V – diálise associada à hipoalbuminemia. Desde a implantação da Portaria SAS/MS n.

hemocomponente solicitado. Quanto ao tipo. Uma requisição incompleta.006-8 03.06. Os exames pré-transfusionais devem ser registrados no SIA/SUS. deve ter contrato formalmente estabelecido com serviço de hemoterapia.004-1 03.3 ATO TRANSFUSIONAL Toda transfusão de sangue ou componentes sanguíneos deve ser prescrita por um médico e deve ser registrada no prontuário do paciente no hospital.06. pelo menos. sexo. Todo serviço que tenha atendimento de emergência ou obstetrícia ou que realize cirurgias de médio porte.003-3 03. número do leito (no caso de paciente internado).008-4 PROCEDIMENTOS DE HEMOTERAPIA AFERESE TERAPEUTICA APLICACAO DE FATOR IX DE COAGULACAO APLICACAO DE FATOR VIII DE COAGULACAO SANGRIA TERAPEUTICA TRANSFUSAO DE CONCENTRADO DE GRANULOCITOS TRANSFUSAO DE CONCENTRADO DE HEMACIAS TRANSFUSAO DE CONCENTRADO DE PLAQUETAS TRANSFUSAO DE CRIOPRECIPITADO 44 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .02. inadequada ou ilegível não deve ser aceita pelo serviço de hemoterapia. resultados laboratoriais que justifiquem a indicação do hemocomponente. b. bem como a data em que a transfusão foi realizada. mas o produto (sangue ou derivados) seja trazido de outro estabelecimento de saúde. a realizar dentro das 3 horas. 22. prevendo o suprimento em caso de transfusão de extrema urgência.002-5 03. idade.001-7 03.005-0 03.06.2 TRANSFUSÃO SANGUÍNEA Requisições de Sangue e Hemocomponentes para Transfusão: As solicitações para transfusão de sangue ou componentes devem ser feitas em formulários específicos que contenham informações suficientes para uma correta identificação do receptor.06.06. 22. c. Programada. peso. a data.06.02.02. antecedentes transfusionais.007-6 03. os seguintes dados: nome e sobrenome do paciente. os números e a origem dos hemocomponentes transfundidos.02. quando o retardo na administração da transfusão pode acarretar risco para a vida do paciente. d. CODIGO 03. Não urgente.02. a se realizar dentro das 24 horas. pode ser registrado apenas o ato transfusional na AIH do paciente. para determinado dia e hora. diagnóstico. No formulário devem constar.02. na produção do Hemocentro ou estabelecimento no qual os exames tenham sido de fato realizados.06. número do prontuário ou registro do paciente.contrato formalmente estabelecido. a transfusão pode ser classificada em: a. Urgente. sendo obrigatório que fique registrado no prontuário.06. tipo da transfusão.02. a assinatura e o número do CRM do médico solicitante.02. No caso do sangue ou derivados serem apenas transfundidos no paciente no hospital onde o mesmo está internado. ou De extrema urgência. (com o respectivo volume ou quantidade).

o tipo de estabelecimento 69 . distribuição e transfusão de sangue de maneira total ou parcial. Os procedimentos de coleta/processamento e sorologia são realizados nos centros de hemoterapia e hematologia e são registrados somente na modalidade ambulatorial no sistema SIA/SUS. processamento.06.02.03.HEMOTERAPIA/HEMATOLOGIA .UNIDADE DE COLETA . desde a captação do doador.06.REGIONAL  69.HEMOTERAPIA/HEMATOLOGIA .º 198/2008 incluiu no SCNES.02.CENTRAL DE TRIAGEM LABORATORIAL DE DOADORES – CTLD  69. e seus subtipos:  69.4 .011-4 03.013-0 03.7 . A Portaria SAS/MS n.AGÊNCIA TRANSFUSIONAL – AT Centro de Atenção Hemoterápica e/ou Hematológica é um estabelecimento isolado.06.5 . 45 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .012-2 03.06.NUCLEO  69.02.02.2 .06.UNIDADE DE COLETA E TRANSFUSÃO – UCT  69.4 CENTRO (HEMOCENTRO) DE ATENÇÃO HEMOTERÁPICA-HEMATOLÓGICA É um estabelecimento de saúde que pode prestar serviço de terceiro a outro estabelecimento que emita AIH por meio da realização de procedimentos relacionados aos exames pré transfusionais para análise de compatibilidade sanguínea.CENTRO DE ATENCAO HEMOTERAPICA E/OU HEMATOLOGICA. Este Centro pode estar envolvido nas atividades relacionadas ao diagnóstico e tratamento ambulatorial e hospitalar de doenças hematológicas.UC  69. testes imunohematológicos.02.02.02.COORDENADOR (antigo HEMOCENTRO)  69. que realiza o ciclo do sangue.06. de esfera administrativa pública ou privado.010-6 03.015-7 TRANSFUSAO DE PLAQUETAS POR AFERESE TRANSFUSAO DE PLASMA FRESCO TRANSFUSAO DE PLASMA ISENTO DE CRIOPRECIPITADO TRANSFUSAO DE SANGUE/COMPONENTES IRRADIADOS TRANSFUSAO DE SUBSTITUICAO/TROCA (EXSANGUINEOTRANSFUSÃO) TRANSFUSAO DE UNIDADE DE SANGUE TOTAL TRANSFUSAO FETAL INTRA-UTERINA 22.009-2 03.HEMOTERAPIA/ HEMATOLOGIA .014-9 03.6 .06. testes sorológicos. Não cabe registro na AIH de atos relacionados aos processos de coleta/processamento e sorologia destinados à produção de bolsas de hemocomponentes que são informados pelos Hemocentros exclusivamente através do SIA/SUS.1 .3 .

007-6TRANSFUSAO DE CONCENTRADO DE PLAQUETAS 03.02.06.01.004-1SANGRIA TERAPEUTICA 03.06.06.22.01.06.02.014-9TRANSFUSAO DE UNIDADE DE SANGUE TOTAL Legenda: CP – Concentrado de Plaquetas CPF – Concentrado de Plaquetas com Filtro CPA – Concentrado de Plaquetas por Aférese CH – Concentrado de Hemácias CHF – Concentrado de Hemácias com Filtro CHL – Concentrado de Hemácias Lavadas CHD – Concentrado de Hemácias Deleucocitada CHPL – Concentrado de Hemácias Pobre em Leucócitos CHA – Concentrado de Hemácias Aliquotado PL – Plasma Fresco CRIO – Crioprecipitado SANGRIA – Sangria ST – Sangue total Estes procedimentos são especiais na AIH.12.06.02.02.010-6TRANSFUSAO DE PLASMA FRESCO 03.02.002-6EXAMES PRE-TRANSFUSIONAIS I 02.006-8TRANSFUSAO DE CONCENTRADO DE HEMACIAS 03.02.06.008-4TRANSFUSAO DE CRIOPRECIPITADO 03. 46 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .009-2TRANSFUSAO DE PLAQUETAS POR AFERESE 03.5 Orientações para Registro de Hemoterapia na AIH CÓDIGO PROCEDIMENTO PRODUTO CHD ou CP CPF CPA CH CHF CHL CHA PL CRIOSANGRIA ST CHPL SIM NÃO NÃO NÃO SIM NÃO NÃO NÃO NÃO SIM NÃO NÃO NÃO SIM NÃO NÃO NÃO NÃO SIM NÃO NÃO NÃO SIM NÃO SIM NÃO NÃO SIM SIM NÃO SIM NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO SIM SIM NÃO SIM NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO SIM SIM NÃO SIM NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO SIM SIM NÃO SIM NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO SIM SIM NÃO SIM NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO SIM NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO SIM NÃO SIM NÃO NÃO NÃO NÃO SIM NÃO NÃO NÃO SIM NÃO SIM NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO SIM SIM NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO SIM 02.02.003-4EXAMES PRE-TRANSFUSIONAIS II 03.12.06.

RADIOLOGIA Os exames de radiologia simples fazem parte do componente Serviços Hospitalares (SH) do Procedimento. e tem valor próprio que é pago para o estabelecimento informado no campo Apurar Valores do SISAIH01. Na AIH eles não têm valor. FISIOTERAPIA Os procedimentos relativos à fisioterapia realizados em pacientes internados são registrados na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. Todos os procedimentos de Fisioterapia estão no Grupo 03. Subgrupo 02 e Formas de Organização de 01 a 07. com recolhimento dos tributos previstos em lei para cada caso. no entanto. A quantidade máxima é de 20 por AIH. Pode-se dizer que são exames complementares básicos para a avaliação do paciente. 26. Eles devem ser registrados na AIH. nem pontos. estes registros podem influenciar na reavaliação de valores da Tabela de Procedimentos do SUS. Todos os procedimentos de fisioterapia são Procedimentos Especiais na AIH. colocar o CNES do hospital para permitir apurar valores de forma correta. podendo ser solicitada liberação de quantidade. 24. para efeito de informação e para estudos posteriores sobre custo hospitalar e de procedimentos. devendo ser registrado. Então deve informar 47 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .23. O hospital público pode ter terceiros. 27. mesmo não tendo valor ou pontos do SP. sob empenho. O instrumento de registro é a AIH Secundária. e apurar valor para o terceiro. o pagamento deve ser feito mediante contrato formalizado pelo Fundo de Saúde. assim como a radiologia simples são procedimentos que são realizados de rotina em pacientes sob regime de internação. por licitação ou convênio de parceria. na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. Quando o exame for realizado por terceiros deve ser informado o CNES do executante. 25. ULTRA-SONOGRAFIA Os exames de ultra-sonografia são procedimentos especiais na AIH e devem ser registrados no SISAIH01. E no caso do serviço ser do próprio hospital. Estes registros podem também auxiliar em estudos sobre custo hospitalar. na tela Procedimentos Realizados. Os procedimentos de radiologia são Procedimentos Secundários. independente da patologia que gerou o atendimento. ANATOMIA PATOLÓGICA Os exames de anatomia patológica são registrados na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. exceto para os hospitais públicos que não podem ceder crédito a terceiros. PATOLOGIA CLÍNICA Os exames de patologia clínica. No futuro. Estes exames são procedimentos que fazem parte da fração Serviços Hospitalares do SIH.

03.02.  02.EXAME ANATOMO-PATOLOGICO DE MAMA PECA CIRURGICA: Consiste no exame macro e microscópio de peca de ressecção parcial ou total de mama.  02. Os procedimentos possíveis são os seguintes:  02. para diagnostico definitivo e estadiamento cirúrgico do câncer do colo uterino.02. para diagnostico definitivo de modulo mamário.03.  02. A remuneração dos anestesistas é calculada no percentual de 30% do valor dos Serviços Profissionais (SP). prossegue com a administração de drogas pré-anestésicas até a anestesia propriamente dita.  02.03.007. REGISTRO DE ANESTESIAS NA AIH O ato anestésico se inicia com a avaliação prévia das condições do paciente.005-7 – NECROPSIA: Realizada em serviço de verificação de óbito. não entrando no rateio de pontos dos 48 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .anestésica. direta e pessoal ao paciente durante o período de duração da anestesia e até a total recuperação pós.PECA CIRURGICA: Consiste no exame macro e microscópico de peca de ressecção parcial ou total do útero .02. É de responsabilidade do anestesista a assistência permanente.  02.001-4 DETERMINACAO DE RECEPTORES TUMORAIS HORMONAIS: Consiste no exame de espécime tumoral mamário ou de endométrio para a determinação da ausência ou presença de receptores tumorais hormonais para estrogênios e progesterona.o CNES do executante quando tiver terceiros.008-1 . Maximo de 06 marcadores por paciente. para diagnostico definitivo e estadiamento cirúrgico de câncer mamário. mas o valor será apurado para o estabelecimento onde o paciente estiver internado.02.006-5 . 28.  02.03. da consciência e da estabilidade cardiorrespiratória do paciente.003-0 .3 .  02.EXAME ANATOMO-PATOLOGICO DE MAMA – BIOPSIA: Consiste no exame macro e microscópio de material obtido por punção de mama por agulha grossa ou por biopsia/exerese cirúrgica.IMUNOHISTOQUIMICA DE NEOPLASIAS MALIGNAS (POR MARCADOR): Consiste na utilização de anticorpos monoclonais (marcadores) para determinar a origem tecidual e o diagnostico definitivo de neoplasias malignas inespecíficas ao exame histopatológico.02.004-9 .EXAME ANATOMO-PATOLOGICO DO COLO UTERINO . com ou sem esvaziamento linfático.03.03. terminando com o restabelecimento de todos os reflexos.02.EXAME ANATOMO-PATOLOGICO P/ CONGELAMENTO / PARAFINA (EXCETO COLO UTERINO) PECA CIRURGICA.03.02.002-2 .EXAME ANATOMO-PATOLOGICO DO COLO UTERINO – BIOPSIA: Consiste no exame macro e microscópico de material obtido por biopsia do colo uterino. essenciais para a indicação da hormonioterapia do carcinoma de mama ou de endométrio.03.02. com ou sem esvaziamento axilar.

01.1 ANESTESIA REGIONAL Anestesia regional é uma denominação que engloba uma série de técnicas anestésicas distintas. Quando um procedimento for realizado e não incluir anestesia. E será pago em separado. bloqueios espinhais (peridural.01. O profissional médico que realiza anestesia deve ter no seu cadastro do CNES o código de anestesista.2 ANESTESIA GERAL Anestesia Geral é a técnica anestésica que promove inconsciência (hipnose) total. O mesmo previsto para a utilização da anestesia regional.006-0 SEDACAO. Os procedimentos específicos de anestesia incluem o CBO de cirurgião geral para anesteia obstétrica para cesariana. Paralisa uma área específica do corpo para a operação. 04.17. prolongando alívio da dor sem perda da sensação. mas que por condições ligadas ao paciente foi necessária a sua administração. (atributo no SIGTAP – Inclui anestesia).01. o código deverá ser registrado na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. em caso de realização de um procedimento para o qual não está prevista a anestesia. deve ser registrado no SISAIH01 o código do procedimento anestésico com CBO 223104.005-2 – ANESTESIA REGIONAL. Este procedimento de anestesia pode ser usado em procedimentos nos quais a anestesia não está incluída no valor total. possibilitando a realização de qualquer intervenção cirúrgica conhecida. abolição da dor (analgesia/anestesia) e relaxamento do paciente. 28.17. tanto na execução. na anestesia regional e na analgesia obstétrica para parto normal e está também o CBO do obstetra. estão incluídos no componente SH. raquidiana ou raquianestesia). bloqueios de plexo.004-4 – ANESTESIA GERAL. Estes procedimentos têm valor próprio e devem ser registrados na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01.SP da AIH.17. Nestes casos pode ser informado o CPF do mesmo médico no campo cirurgião e anestesista. O valor dos procedimentos de anestesia se refere exclusivamente aos serviços do profissional. medicamentos e utilização de equipamentos. São técnicas de anestesia regional: bloqueios tronculares. Estas técnicas têm em comum o fato da anestesia ser produzida através de um anestésico local e ser limitada a uma determinada área do corpo. mas por indicação clínica for necessário submeter o paciente a ato anestésico. Os procedimentos para registro de Anestesia em Queimados no SIGTAP passaram a ser os mesmos que para os demais procedimentos. podem ser registrados os seguintes códigos: 04. sendo registrados na AIH de Queimados da forma descrita no paragrafo anterior. Os valores referentes a oxigênio. 49 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . 04. 28. Para tanto. Quando for realizado ato anestésico em procedimento que no SIGTAP não inclui o valor da anestesia no valor do procedimento principal. Ocorre a perda reversível da consciência e de todas as formas de sensibilidade. É obtida com agentes inalatórios e/ou endovenosos. aplica-se para a anestesia geral. quanto na indicação.

28.1 REGISTRO DE NOTAS FISCAIS NO SISAIH01 50 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .6 ANESTESIA OBSTÉTRICA/PARTO NORMAL E CESARIANA Os procedimentos de anestesia para obstetrícia foram incluídos na tabela de procedimentos pela Portaria GM/MS n.17.17.01.670/2003.4 ANESTESIA LOCAL Anestesia Local é quando ocorre infiltração de um anestésico em uma determinada área do corpo. Para a sedação também se aplicam os mesmos parâmetros da anestesia geral e regional para registro no SISAIH01. O procedimento de anestesia obstétrica deve ser registrado.01.001-0 ANESTESIA OBSTETRICA P/ CESARIANA. na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01.17. No caso em que a anestesia for aplicada em procedimentos em que não exige a tela de equipe. O pagamento do anestesista é desvinculado. PRÓTESES E MATERIAIS ESPECIAIS (OPM) 29.ANESTESIA OBSTETRICA P/CESARIANA EM GESTACAO DE ALTO RISCO. sendo registrados na AIH de queimados da forma descrita neste item 28 deste manual. ÓRTESES. é exigido que o mesmo esteja cadastrado no CNES daquele estabelecimento com os CBO das duas especialidades. 29. Este tipo de anestesia está incluído na cirurgia. o procedimento anestésico deve ser informado.5 ANESTESIA REALIZADA PELO CIRURGIÃO Conforme define a Resolução CFM 1. 28. 28. em seu Artigo 2º “O médico que realiza o procedimento não pode encarregar-se simultaneamente da administração de sedação profunda/analgesia.3 SEDAÇÃO Sedação é um estado em que o paciente permanece calmo. com o código 04. 28.7 ANESTESIA EM QUEIMADOS Os procedimentos para registro de anestesia em queimados no SIGTAP passaram a ser os mesmos que para os demais procedimentos. Não estando cadastrado a AIH será rejeitada.0028 – ANALGESIA OBSTETRICA P/ PARTO NORMAL. tranqüilo. na tela Procedimentos Realizados. 04. não havendo registro em separado. Os tipos de anestesia são excludentes entre si. como os demais procedimentos do SIGTAP. devendo isto ficar a cargo de outro médico”.º 572/2000. 04. Para que o cirurgião possa atuar como anestesista nos casos descritos acima. sem que ocorra bloqueio de um nervo específico ou plexo ou medula espinhal. mas acordado. não entrando no rateio de valor dos Serviços Profissionais.003-6 . 28.01.

As órteses. devem ser observadas as compatibilidades entre procedimento principal e OPM. Em caso de implantes de produtos radiopacos. O objetivo de registro da Nota Fiscal e CNPJ do fornecedor é permitir o rastreamento do material utilizado naquele paciente. Próteses e Materiais Especiais). A cópia da Nota fiscal deve ficar anexada ao prontuário do paciente. No GRUPO 07 do SIGTAP estão discriminadas todas as OPM autorizadas pelo SUS. ou mais de uma unidade da OPM utilizada no procedimento do paciente. a fim de instruir os responsáveis pela digitação dos dados do prontuário no SISAIH01. O fornecedor não constando deste arquivo da ANVISA. Nestas compras por licitação as Notas Fiscais emitidas contém. como por exemplo. Na utilização de OPM relacionadas ao ato cirúrgico. independente da origem. As OPM deverão ser registradas logo após o procedimento principal que deu origem a essa utilização e o sistema faz consistência com cada um deles. Não é necessária a emissão de uma nota fiscal para cada OPM com o nome do paciente no qual a OPM foi utilizada. O SIHD importa mensalmente a Tabela de Fornecedores Cadastrados na ANVISA e faz o batimento com o CNPJ informado na AIH. próteses e materiais especiais são de inteira responsabilidade dos hospitais. uma vez que estas OPM são adquiridas nos hospitais públicos a partir de processos licitatórios. comercialização e registro de produtos. Toda conta hospitalar deve conter a cópia da Nota 51 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . A aquisição das órteses. cirurgia múltipla e procedimentos seqüenciais de coluna em ortopedia e/ou neurocirurgia). com a identificação do paciente. o limite das quantidades máximas estabelecidas para cada produto constante do SIGTAP. possuir registro na ANVISA. No SIGTAP está disponível para consulta um relatório completo com as compatibilidades e excludências entre procedimentos e OPM (Órteses. publicado em Diário Oficial da União. próteses e materiais especiais. Deve ser anexada cópia da Nota Fiscal que contém o material utilizado. O sistema fará a consistência com cada procedimento principal em que ele foi utilizado. o sistema não permite o pagamento das OPM e a AIH será rejeitada. para serem comercializadas têm que. devendo obrigatoriamente ser observadas as normas vigentes da ANVISA relacionadas às boas práticas de fabricação. em casos de problemas decorrentes do uso de OPM. obrigatoriamente. é obrigatório o controle radiológico pré e pós-operatório. mesmo que na nota constem também outros materiais não utilizados naquele paciente. que abrirá uma tela específica para preenchimento destes dados obrigatórios. na maioria das vezes número variável de OPM e que serão usadas em Procedimentos Realizados em vários pacientes. Os estabelecimentos de saúde públicos e privados prestadores de serviços para o SUS deverão informar o CNPJ do Fornecedor do material e o número da Nota Fiscal correspondente na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. as metaloses. No caso de repetição do procedimento realizado na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01 (politraumatizado.

010-3 07.02.017-7 07.04.02. Vários outros procedimentos de OPM são formados por conjuntos e também deve ser observada a mesma regra para registro dos dados no SISAIH01.019-3 07.01.04.02.04.02. reservatório para cardiotomia. Para o caso de hospitais da rede complementar do SUS (filantrópicos e privados) que compram OPM em consignação.02.04.02.021-5 07. Conforme a política de Alta Complexidade há parâmetros definidos para a utilização de determinadas OPM. filtros de linha. uma vez que no SISAIH01 só há campo para inclusão de uma informação.02.019-3 (ACIMA DE 12 ANOS) CONJUNTO PARA CIRCULAÇÃO EXTRACORPÓREA PEDIÁTRICO (CEC) 07. e deve ser arquivados no prontuário médico.Fiscal da OPM utilizada. são eles: CODIGO 07. exemplos: 52 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .05. pareceres médicos que justifiquem a utilização.020-7 07.04.021-5 (30 DIAS ATÉ 12 ANOS) CONJUNTO PARA CIRCULAÇÃO EXTRACORPÓREA NEONATAL (CEC) 07. A comunicação de uso é um formulário que é preenchido no bloco cirúrgico e contém o código. estes poderão solicitar ao fornecedor de OPM uma nota fiscal contendo apenas o nome do paciente. que no SIGTAP estão assim codificados: CÓDIGO DESCRIÇÃO CONJUNTO PARA CIRCULAÇÃO EXTRACORPÓREA ADULTO (CEC) 07.04.02.04.012-1 07. No entanto.04.009-0 07. sendo então necessário tirar tantas cópias de nota fiscal quantas forem necessárias para anexar ao prontuário/AIH. (licitações.02. conjunto de tubos.02.05. o hospital deve registrar uma das Notas Fiscais referente a qualquer dos materiais que compõem o conjunto para CEC. já que só será pago o material que for utilizado. reservatório para cardioplegia e hemoconcentrador.018-5 07.02. nome e quantidade do material.022-3 07.04.02.020-7 (ZERO ATÉ 30 DIAS) O conjunto para CEC é formado pelos seguintes materiais: oxigenador. na medida em que este uso for ocorrendo. as quais podem ser verificadas por auditorias.02.012-0 07.02. Mas.013-0 DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO CONJUNTO DE CATETER DE DRENAGEM EXTERNA E MPIC CONJUNTO DE ELETRODO E EXTENSÃO P/ ESTIMULACAO CEREBRAL CONJUNTO P/ HIDROCEFALIA DE BAIXO PERFIL CONJUNTO PADRÃO P/ HIDROCEFALIA CONJUNTO DE ACESSO HEPÁTICO TRANSJUGULAR CONJUNTO DO SEIO CORONARIO CONJUNTO P/ CIRCULACAO EXTRACORPOREA (ADULTO) CONJUNTO P/ CIRCULACAO EXTRACORPOREA (NEONATAL) CONJUNTO P/ CIRCULACAO EXTRACORPOREA (PEDIATRICO) CONJUNTO P/ VALVOPLASTIA MITRAL PERCUTÂNEA CONJUNTO DESCARTAVEL DE BALÃO INTRA-AORTICO CONJUNTO P/ AUTOTRANSFUSAO Como a compra desses materiais pode ser feita a diferentes fornecedores.01. data da internação e nome do paciente. devem ser anexadas as cópias da Nota Fiscal de cada um dos componentes/materiais usados naquele paciente. número da AIH. por exemplo). A Portaria SAS/MS nº 218/2004 incluiu na Tabela de OPM do SIH/SUS. esta não é uma exigência do SUS.011-1 07. assim como laudos.01.01. os conjuntos para circulação Extra Corpórea (CEC).02.

BOMBA CENTRIFUGA DESCARTAVEL PARA USO EM CIRCULACAO EXTRA CORPOREA (CEC).02.03.04.05.02.05. 07.02. o que critica nos sistemas é o que está no SIGTAP. 2 – LOTE E SÉRIE.07.002-7. As OPM utilizadas são levadas do INTO e não adquiridas pelo hospital onde o procedimento foi realizado. Quando na AIH for registrada OPM com CNPJ do Fornecedor e o Profissional que realizou o procedimento for do INTO prestando Atendimento Ortopédico no Projeto de Suporte. não deve exceder ao máximo de 30% (trinta por cento) da freqüência total de cirurgias que utilizam a circulação extracorpórea.04. A Portaria SAS/MS nº 123/2005 inclui e altera procedimentos da assistência cardiovascular. O Instituto de Traumatologia e Ortopedia (INTO) presta Atendimento Ortopédico no Projeto de Suporte procedimentos cirúrgicos de média e alta complexidade em estabelecimentos públicos ou filantrópicos que necessitem de suporte na área de Ortopedia. Desde a unificação das tabelas.04.05.01.002-9 . não haverá geração de credito referente à OPM e o valor do SP não será apurado nem para o estabelecimento no qual foi realizado o atendimento de suporte e nem em favor do INTO. 07.PROTESE VALVULAR BIOLOGICA COM SUPORTE OU ANEL.ANEL PARA ANULOPLASTIA VALVULAR. Para permitir a rastreabilidade das OPM utilizadas nas cirurgias devem ser anotados os seguintes itens conforme Resolução da ANVISA: 1 LOTE. 07.04.04. no procedimento 04.03.067-7 .056-8 . 05.02. estabelece compatibilidade entre procedimentos especiais e procedimentos e inclui OPM. Portaria SAS/MS nº 173/2005. Prótese e Materiais Especiais (OPM) constantes das tabelas do SIH/SUS para a assistência ao paciente neurológico e/ou neurocirúrgico. Esses atendimentos são realizados pela equipe de profissional.06.02.054-1 .º 756/2005 define compatibilidade entre procedimentos de Neurocirurgia e Órtese. devendo ser informado o CNES do INTO. relaciona a tabela de compatibilidade entre os procedimentos da Assistência Cardiovascular e OPM.055-0 PROTESE VALVULAR BIOLOGICA SEM SUPORTE OU ANEL.CONJUNTO DESCARTAVEL DE BALAO INTRAAORTICO e 07.PROTESE VALVULAR – MECANICA DE DUPLO FOLHETO.082-0 . A Portaria SAS/MS nº 218/2004.04.057-6 .06.Angioplastia Coronariana Primária (inclui cateterismo) (Portaria SAS n.º 316/2006). A Portaria SAS/MS n. utilizando OPM cedida pelo INTO (Portaria SAS/MS n. 53 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . 3 – LOTE SÉRIE E NÚMERO DA CAIXA.º 123/2005). 07. define as OPM da assistência cardiovascular excludentes entre si.PROTESE VALVULAR MECANICA BAIXO PERFIL (DISCO).02. É permitido o registro de mais de um dos materiais 07.02. O valor do SH é apurado para o hospital que emite a AIH e corresponde ao estabelecimento onde ocorreu o procedimento.02. No SIGTAP existe o relatório de Compatibilidade de procedimentos e OPM disponível para impressão e consulta na tela.004-9 .001-6 . que deve espelhar a definição das portarias. 07.PLASTICA VALVAR E/OU TROCA VALVAR MULTIPLA.CATETER DE TERMODILUICAO: o uso desses materiais fica limitado em 10% (dez por cento) sobre o quantitativo total do procedimento de código 04. a OPM a ser registrada.012-1 .PROCESSAMENTO DE VALVA CARDIACA HUMANA.

2 REGISTRO DE FORNECEDORES DE OPM E CADASTRO NA ANVISA Desde a Portaria GM/MS n. no entanto.anvisa.br.065 e seguintes do Código Civil que prevêem a Cessão de Crédito como um mecanismo pelo qual o credor pode transferir a terceiros o direito de receber de seu devedor a importância estipulada no documento que a formalizar para quitação de dívida com o cessionário. Para que o Estabelecimento de Saúde proceda à cessão de crédito a pessoas jurídicas ou físicas cadastradas no CNES e o estabelecimento que a contrata deverá reconhecê-la como seu serviço de terceiros. deverão estar cadastrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). com recolhimento dos tributos previstos em lei para cada caso. e apurar valor para o terceiro. por licitação ou convênio de parceria. acrescentando ao cadastro daquele órgão. fornecedoras de produtos. Serviço de Terapia Nutricional. Para os Fornecedores de Órteses. A Portaria SAS/MS n. O estabelecimento público pode ter terceiros.gov. assinada e carimbada pelo médico assistente e a autorização de utilização pelo Diretor Clínico ou gestor. O cadastramento na ANVISA assim como as normas básicas de atendimento e cadastros dos agentes regulados pode ser encontrado no endereço eletrônico da ANVISA http://www. informando no campo do CNES a condição de “terceiro”. Banco de Válvula Cardíaca. O Cadastro do serviço terceirizado se efetua no CNES marcando no Módulo Conjunto e deve ser informada a conta corrente. do número de CGC/MF da empresa fornecedora. 29. É obrigatório constar no prontuário médico a solicitação de uso. Agência e Banco. diretamente para o fornecedor. Próteses e Materiais Especiais se habilitarem a receber como terceiros os recursos devidos por Estabelecimentos de Saúde vinculados ao SUS para os quais sejam fornecedores. o pagamento deve ser feito mediante contrato formalizado pelo Fundo de Saúde. o código e a quantidade da OPM utilizada. Então deve informar o CNES do executante quando tiver terceiros. informações essas já incorporadas ao cadastro da ANVISA. mas o valor será apurado para o estabelecimento onde o paciente estiver internado. com descrição do produto. dados que possibilitem o pagamento direto. a critério deste. em campo da AIH. Banco de Olhos. Com base nos Artigos n. A cessão de crédito é formalizada com o registro. 54 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . materiais especiais.No SIGTAP existem vários procedimentos que são definidos como CONJUNTO e cuja composição destes conjuntos pode ser adquirida por fornecedores diferentes. após indicação do número da nota fiscal relativa ao fornecimento de OPM.º 707/1999 é facultado ao prestador da rede complementar do SUS proceder à cessão do crédito relativo à OPM. portanto em todos estes casos devem observar o mesmo processo descrito para o Conjunto para Circulação Extracorpórea.º 1. Banco de Órgãos e Tecidos não são conceituados como estabelecimentos de saúde. sob empenho.º 929/2002 aprimorou a regra para Cessão de Crédito para fornecedores de OPM. É possível a operacionalização pelos Estabelecimentos de Saúde de pagamentos desvinculados a pessoas jurídicas.

05. de acordo com a regra do SIGTAP.Cateter para acesso Venoso Central semi/totalmente implantável de longa permanência e 07. Nos casos acima é obrigatório também os preenchimento dos dados de Causas Externas. mas está na mesma regra. os estabelecimentos de saúde. não exigiria o preenchimento de CID.  Classificação Nacional de Atividades Econômica Resumida (CNAE-R). Portaria GM/MS n. Este procedimento foi incluído na Tabela pela Portaria Conjunta SE/SAS n.  Vínculo com a Previdência (atividade autônoma.º 579/2001 torna obrigatório o preenchimento dos campos CID Principal e CID Secundário. ACIDENTE DE TRABALHO 30. D680. hemoderivados ou soluções. desempregado. Este é especial e. prestadores de serviços para o SUS que com registro destas OPM na AIH estão obrigados a informar no SISAIH01 o número da Nota Fiscal e o CNPJ do Fornecedor cadastrado na ANVISA para efeitos de Tecnovigilância. o procedimento para registros de causas externas e doenças relacionadas ao trabalho é o código 08. mesmo assim. contidos na janela específica do SISAIH01.081-4 – Cateter Venoso Central Mono lúmen têm valor zero no SIGTAP. D67. ao responsável técnico pela saúde do trabalhador do município. No SIGTAP.º 88/2001. Os procedimentos 07.05. por escrito. seja para as reposições volêmicas rápidas na instabilidade hemodinâmica ou para a administração de medicamentos.º 1969/2001 e Portaria SAS/MS n. o qual deve comunicar à Vigilância Epidemiológica. empregador). D681 ou D684 que não fazem parte deste capítulo. e estabelece mecanismos para incentivar as atividades assistenciais relacionadas à identificação das causas externas. No entanto.009-1 .Portaria SAS/MS n. no SISAIH01 existe a seguinte crítica: Se o CID principal informado na AIH for do Capítulo XIX do CID 10 – Códigos de S00 a T98 – Lesões. seja em caso de impossibilidade de acesso periférico. empregado.º 381/2009 uniformizou os procedimentos de acessos venosos centrais de média e de longa permanência.02.  CNPJ da empresa. 55 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Envenenamento e Algumas Outras Conseqüências de Causas Externas exige que o CID Secundário seja obrigatoriamente do Capítulo XX do CID 10 cujos códigos estão no intervalo V01 a Y98 – Causas externas de Morbidade e Mortalidade ou ainda os CID D66.02.º 737/2001 aprova a Política Nacional de Redução da Morbimortalidade por Acidentes e Violências. públicos e privados.02.1NOTIFICAÇÃO DE CAUSAS RELACIONADOS AO TRABALHO EXTERNAS E DE AGRAVOS A Portaria GM/MS n. O responsável técnico pelo hospital atende o paciente é responsável pela emissão da notificação. nos registros de atendimento à vítima de causas externas e de agravos à saúde do trabalhador na AIH. 30. aposentado.002-0 – NOTIFICACAO DE CAUSAS EXTERNAS E DE AGRAVOS. É obrigatório nos casos de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho o preenchimento na AIH os seguintes campos:  Ocupação (Informar o código da CBO).02.

No caso do parto realizado por enfermeiro obstetra.001-0 TRATAMENTO DE COMPLICACOES RELACIONADAS PREDOMINANTEMENTE AO PUERPÉRIO.1 ENCERRAMENTO ADMINISTRATIVO. Este atributo facilitará tanto o registro dos partos no SISAIH01.10. Se houver qualquer intercorrência com a puérpera que teve parto normal antes da alta hospitalar que obrigue a realização de uma cirurgia está caracterizada a necessidade de emissão de nova AIH por mudança de clínica obstétrica para cirúrgica. deve ser emitida nova AIH com o código 03. No caso de médicos. o valor do SP não pode ser desvinculado.406/87. VIDEOLAPAROSCOPIA Desde 2006. calculado com base no valor base do parto e que permitiu a manutenção dos valores diferenciados para partos realizados em Hospital Amigo da Criança.1 PARTO NORMAL O Parto Normal pode ser realizado pelo profissional médico e também pelo enfermeiro obstetra conforme define a Lei 7498/86 e Decreto 94. Com a implantação do SIGTAP houve a unificação dos vários procedimentos relativos ao Parto Normal em um único procedimento. após chegar à unidade. Estas informações precisam estar devidamente cadastradas no SCNES. 56 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . considera-se o laudo de AIH com o procedimento de Parto Normal. Cabe ao gestor local o registro dessas habilitações no SCNES. ATENDIMENTO EM OBSTETRICIA 32. trata-se período expulsivo em transito. quais sejam: ter cadastrado no CNES cirurgião especialista em videolaparoscopia e disporem de videolaparoscópio.03. Para se habilitarem a realização dos procedimentos de Cirurgia por Videolaparoscopia. com os respectivos serviço/classificação. sendo todo o valor apurado para o estabelecimento no qual o parto foi realizado. O motivo de saída será 5. os estabelecimentos devem atender aos requisitos da Portaria SAS/MS n. quanto no momento em que forem concedidos aumentos na remuneração dos procedimentos do SIGTAP. o valor do SP pode ser apurado para o CPF do médico que realizou o parto. Parto seguido de histerectomia dentro das primeiras 24 horas do pós-parto deverá ser solicitada nova AIH.31. E foi incorporado aos atributos do procedimento o atributo “incremento” que corresponde a um percentual a mais. 32. Se a histerectomia ocorrer durante o mesmo ato anestésico deverá ser mantido o procedimento já autorizado e cabendo apenas o registro da histerectomia como intercorrência. recebendo os cuidados necessários.º 114/96. No caso do tratamento da intercorrência não implicar em intervenção cirúrgica. No caso de parto realizado na ambulância ou a caminho da maternidade. a competência para habilitação dos estabelecimentos para realização dos procedimentos de Cirurgia por Videolaparoscopia pelo SIH/SUS foi descentralizada para os gestores estaduais/municipais de saúde.

01.º 3477/1998.002-6 .005-6 RELACIONADOS PREDOMINANTEMENTE À GRAVIDEZ 03.03.002-6 PARTO CESARIANO EM GESTAÇÃO DE ALTO RISCO As intercorrências clínicas ou relacionadas à própria gestação devem ser registradas com os códigos: CÓDIGO PROCEDIMENTO TRATAMENTO DE OUTROS TRANSTORNOS MATERNOS 04.004-0 02. 04.PARTO NORMAL EM GESTACAO DE ALTO RISCO e 04.002-8 ANALGESIA OBSTETRICA P/ PARTO NORMAL.TRATAMENTO DE OUTROS TRANSTORNOS MATERNOS RELACIONADOS PREDOMINANTEMENTE A GRAVIDEZ e também exige que o estabelecimento tenha habilitação para o Atendimento Secundário e Terciário à Gestante de Alto Risco.014-5 03.14. O Sistema Estadual de Referência Hospitalar no Atendimento à Gestante de Alto Risco é composto de Unidade Secundária e Terciária e os códigos para registro de partos nestas unidades são os seguintes: CÓDIGO PROCEDIMENTO 03.10.17.004-7 08.003-9 PROCEDIMENTO REAÇÃO DE HEMAGLUTINACÃO (TPHA) P/ DIAGNÓSTICO DA SÍFILIS TESTE RÁPIDO PARA DETECÇÃO DE HIV EM GESTANTE TESTE RÁPIDO PARA DETECÇÃO DE INFECÇÃO PELO HIV PRIMEIRA CONSULTA DE PEDIATRIA AO RECÉM-NASCIDO ATENDIMENTO AO RECÉM-NASCIDO EM SALA DE PARTO ANALGESIA OBSTÉTRICA P/ PARTO NORMAL CABERGOLINA 0.02. Devem também ser registrados os procedimentos especiais compatíveis com os procedimentos de 57 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .01.02. de acordo com a Portaria GM/MS n.01.17.01.01. no SIGTAP sob o código 0411020056 .01.17.11.01.17.003-6 ANESTESIA OBSTETRICA P/ CESARIANA EM GESTAÇÃO DE ALTO RISCO.109-8 02.11.5 MG (POR COMPRIMIDO) (INIBIDOR DA LACTAÇÃO) INCENTIVO AO REGISTRO CIVIL DE NASCIMENTO INCENTIVO AO PARTO (COMPONENTE I) QUANT 01 01 01 01 01 01 02 01 01 São excludentes entre si os seguintes Procedimentos Especiais: 04.01.004-4 TRATAMENTO DE INTERCORRÊNCIAS CLÍNICAS NA GRAVIDEZ 32.01.11.3 PARTO GEMELAR E EXAME VDRL NA GESTANTE Quando o parto for gemelar deve ser registrado o procedimento realizado com o código de parto normal ou cesariana.01.01.004-7 PARTO NORMAL EM GESTAÇÃO DE ALTO RISCO 04. Os procedimentos especiais compatíveis com os procedimentos de Parto Normal são os seguintes: CÓDIGO 02.001-0 ANESTESIA OBSTETRICA P/ CESARIANA.01.03.002-8 06.01.005-8 03.04. O procedimento de origem hospitalar 35031018 INTERCORRENCIA OBSTETRICA NA GRAVIDEZ EM GESTANTE DE ALTO RISCO.01.001-2 08.10.PARTO CESARIANO EM GESTACAO DE ALTO RISCO só podem ser realizados em estabelecimentos com habilitação para o Atendimento Secundário ou Terciário à Gestante de Alto Risco.004-7 .01.10.002-0 04.2 ATENDIMENTO À GESTAÇÃO DE ALTO RISCO Os procedimentos 03.01.03.10. 04.01.14.32.

5 INTERNAMENTO PARA CONTROLE DE GESTAÇÃO DE ALTO RISCO Quando for necessário.TESTE RÁPIDO PARA DETECÇÃO DE INFECÇÃO PELO HIV deve ser realizado em todos os partos para controle e tratamento da doença.CABERGOLINA 0.03.03. inclusive os dados de registro civil se houver.5MG (POR COMPRIMIDO). Nesta AIH. É obrigatória a realização de 02. pois o parto normal era classificado como Clínica Obstétrica. sendo compatível com qualquer tipo de parto.004-4 .parto na tela de Procedimentos Realizados do SISAIH01. PROTEINURIA E TRANSTORNOS HIPERTENSIVOS NA GRAVIDEZ 03. 32. AIH de parto sem registro do código do procedimento de VDRL será rejeitada pelo SIHD/SUS. devem ser informados os dados de cada um dos recémnascidos. A dose é de 02 comprimidos em dose única.03. O parto gemelar gera apenas uma (01) AIH no nome da mãe.4 TESTE RÁPIDO PARA DETECÇÃO DE HIV EM GESTANTES O procedimento 02.005-8 .03. na tela de Procedimentos Realizados do SISAIH01. Quando a gravidez é gemelar e ocorre alguma complicação na ocasião do parto resultando em que um dos fetos nasce por parto normal e o outro vai exigir que seja realizada uma cesariana. É necessário o consentimento verbal da mãe para que se realize o teste rápido para detecção de HIV.14.003-6 . conforme a quantidade de recém nascidos.10: 03. a paciente pode ser tratada sob regime hospitalar e os códigos que podem ser utilizados como procedimentos principais são os do Grupo 03.TRATAMENTO DE INTERCORRÊNCIAS CLINICAS NA GRAVIDEZ.VDRL PARA DETECÇÃO DE SÍFILIS EM GESTANTE em todas as parturientes internadas nos estabelecimentos hospitalares integrantes do SUS. Deve ser registrado exclusivamente na tela Procedimentos Realizados das AIH de todos os partos. Dá alta por permanência ou por encerramento administrativo e abre nova AIH para a cesariana. O resultado do exame de VDRL deverá ser anexado ao prontuário médico. Esta situação não era permitida antes da implantação da Tabela Unificada.10. para intercorrências clínicas na gravidez e controle de gestantes de alto risco.02.03.117-9 .002-8 .TRATAMENTO DE ECLÂMPSIA 03. independente da classificação de gestação de baixo risco ou alto risco.TRATAMENTO DE EDEMA.001-2 . a notificação é compulsória. mas todos admitem permanência a maior. Caso positivo. 32.10. Devem ser registrados no SISAIH01 todos os códigos de registro civil.10.04. No caso de positividade para o teste rápido de detecção de HIV deve ser administrado o inibidor de lactação para tais puérperas e registrado na AIH com o código 06. Estes três procedimentos têm média de permanência no SIGTAP de 03 dias. 58 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .03. e o registro nas AIH de partos.01. passa a ser um caso de emissão de nova AIH para a mesma paciente numa mesma internação.

09.09. após a informação dos riscos da cirurgia. Neste caso. por cesarianas sucessivas anteriores.11. o estabelecimento deve oferecer todas as demais opções de meios e métodos contraceptivos reversíveis. sendo vedada por meio de histerectomia e ooforectomia. ou quando a mulher for portadora de doença de base e a exposição ao segundo ato cirúrgico ou anestésico representar maior risco para sua saúde. dificuldades de reversão e opções de contracepção reversíveis existentes. Somente podem realizar procedimento de esterilização cirúrgica as instituições que atenderem aos critérios. Estes procedimentos exigem o registro do CID 10. vasectomia ou de outro método cientificamente aceito.3 A esterilização cirúrgica como método contraceptivo somente deve ser executado por laqueadura tubária. acesso ao serviço de regulação da fecundidade.04.018-6 04.33.1 Em homens e mulheres com capacidade civil plena e maiores de 25 anos ou. com 2 filhos vivos observados o prazo mínimo de 60 dias entre a manifestação da vontade e o ato cirúrgico. PLANEJAMENTO VASECTOMIA) FAMILIAR (LAQUEADURA E De acordo com a Política de Planejamento Familiar. Para a realização de esterilização cirúrgica. e que estejam habilitado/autorizado para realização dos mesmos (Portaria SAS/MS nº 48/1999). 33. 33. 33. visando a desencorajar a esterilização precoce. e comprovar a existência de médico capacitado para realização do ato.4 Deve obrigatoriamente constar no prontuário médico o registro de expressa manifestação da vontade em documento escrito e firmado. testemunhado em relatório escrito e assinado por dois médicos. a responsabilidade pelo registro das habilitações no SCNES para que os estabelecimentos possam realizar os procedimentos de Planejamento Familiar/Esterilização (Laqueadura e Vasectomia) pelo SIH/SUS é dos gestores estaduais/municipais de saúde. aborto ou até 42º dia do pós-parto ou aborto. exceto nos casos de comprovada necessidade.2 Em caso de risco à vida ou à saúde da mulher ou do futuro concepto.2 – Esterilização. devendo a mesma ser arquivada junto ao prontuário médico. só é permitida a esterilização voluntária no SUS nas seguintes condições: 33.004-2 DESCRIÇÃO VASECTOMIA LAQUEADURA TUBÁRIA PARTO CESARIANO C/ LAQUEADURA TUBÁRIA É vedada a esterilização cirúrgica em mulher durante períodos de parto. período no qual será propiciada. a indicação deve ser testemunhada em relatório escrito e assinado por dois médicos. incluindo aconselhamento por equipe multidisciplinar. possíveis efeitos colaterais. 59 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .01. Desde outubro de 2006.06. quando da realização dos procedimentos Parto Cesariano com Laqueadura Tubária e Vasectomia. É obrigatório o preenchimento da ficha de registro de notificação de esterilização. código Z30.024-0 04. a pessoa interessada. No caso da realização da esterilização em pacientes na modalidade hospitalar devem ser registrados os seguintes códigos na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01: CÓDIGO 04. pelo menos.

O motivo de saída da AIH da mãe pode ser diferente do motivo de saída da AIH do recém nascidoRN. desenvolver ou apresentar quadro patológico que implique na manutenção de sua internação.01.1 PRIMEIRA CONSULTA DE PEDIATRIA AO RECÉM NASCIDO É o primeiro atendimento do pediatra no berçário (Portaria GM/MS n.34. São permitidas no sistema tantas consultas por AIH quanto forem os recém nascidos. Quantidade de nascidos vivos é o limite para a Primeira consulta em pediatria. até que o RN seja entregue aos cuidados da equipe profissional do berçário/alojamento conjunto.01. ASSISTÊNCIA AO RECÉM-NASCIDO (RN) – EMISSÃO DE AIH PARA O RN Deve ser solicitada a emissão de AIH para o RN quando for necessário submetê-lo a tratamento clínico ou cirúrgico. fonte de oxigênio puro. No caso de o RN. deve ser solicitada nova AIH. Não entra no rateio de pontos e deve ser registrado com o código 03.º 096/94 para que o hospital realize este procedimento é preciso que disponha de: mesa de reanimação com fonte de calor radiante.003-9 . diferente da AIH da mãe. O valor é fixo e apurado para o CPF ou CNES informado no SISAIH01 na tela Procedimentos Realizados. medicação apropriada para os casos de 60 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . O código a ser registrado é 03. máscara facial e bolsa para ressuscitação. independente da AIH da mãe. o número da AIH do recém nascido. Para efetuar o registro deste procedimento o hospital/maternidade deve ter pediatra/neonatologista cadastrado no seu CNES.014-5 – PRIMEIRA CONSULTA DE PEDIATRIA AO RECÉM NASCIDO.2 ATENDIMENTO AO RECÉM-NATO NA SALA DE PARTO O Atendimento ao RN na Sala de Parto consiste na assistência ao RN pelo neonatologista ou pediatra.03.º 572/2000). Deve constar o número da AIH da mãe no campo AIH anterior da AIH do RN e no campo AIH posterior da AIH da mãe. De acordo com a Portaria SAS/MS n. ainda no período de internamento da mãe.16. O limite para a quantidade é o número de nascidos vivos. é possível emitir uma AIH para o RN. Este procedimento é exclusivo para os médicos especialistas em pediatria/neonatologia. aspirador de secreções. é preciso colocar os números das AIH anterior e posterior para efeito de regulação da qualidade da assistência e adequada informação para o Banco de Dados Nacional. para que seja possível ao hospital ser ressarcido pelo tratamento realizado no RN. 34.TRATAMENTO DE OUTROS TRANSTORNOS ORIGINADOS NO PERIODO PERINATAL (obriga o preenchimento de AIH anterior e AIH posterior). RN potencialmente infectado ou filho de mãe diabética ou outras patologias que obriguem a permanência do RN. Se após a alta da mãe houver necessidade de assistência hospitalar ao RN por problemas como: icterícia fisiológica. no entanto deve ser solicitada liberação de quantidade. Mesmo assim. 34. desde o período imediatamente anterior ao parto.

004-7 04.código nacional de serventia 7ª e 8ª . n. Quando no parto for informado o procedimento 08. Além deste campo também deverão ser preenchidos os campos n.º da Declaração de Nascido Vivo (DN) e data de emissão da certidão. No SISAIH01. A partir da competência junho de 2010. Surgiu então a necessidade da publicação da Portaria SAS/MS n.10. O Decreto n.10. Este procedimento é compatível com a AIH onde o procedimento principal seja um dos a seguir descritos.º 17 de janeiro de 2010. é obrigatória a informação da matrícula da certidão de nascimento composta por 32 dígitos. a nova Certidão de Registro Civil de Nascimento. livro.01. Este procedimento é compatível com procedimentos de parto.01. que atualizou o layout do SIH em virtude da adequação necessária às alterações implantadas legalmente no registro civil.insuficiência cardiorrespiratória neonatal. A Portaria GM/MS n. A inclusão do campo matricula na tela de dados complementares de registro civil. na tela procedimentos realizados da AIH de parto.002-0 – ATENDIMENTO AO RECEM NASCIDO EM SALA DE PARTO tem valor SP. nome do recém nascido.004-7 – INCENTIVO AO REGISTRO CIVIL DE NASCIMENTO.01.003-4 04.º da declaração de nascido vivo e data de emissão da certidão.002-6 04. ficarão apenas as informações matrícula da certidão de nascimento.º 6828/2009 aprovou.01.º 572/2000: CÓDIGO 03.ºda declaração de nascido vivo. folhas.11. data de emissão da certidão. razão social do cartório.01. e não entra no rateio de pontos da AIH.004-2 DESCRIÇÃO PARTO NORMAL PARTO NORMAL EM GESTAÇÃO DE ALTO RISCO PARTO CESARIANO PARTO CESARIANO EM GESTAÇÃO DE ALTO RISCO PARTO CESARIANO COM LAQUEADURA TUBÁRIA 34.01. O registro deve ser feito na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. termo.01. O código 03. Esse campo contém 32 posições.ano 15ª .código do acervo (01 ou 02) 9ª e 10ª .10.01.11.004-7 – INCENTIVO AO REGISTRO CIVIL DE NASCIMENTO na AIH.código 55 11ª a 14ª . Para crianças nascidas até 31 de dezembro de 2009 devem ser preenchidas no SISAIH01 as seguintes informações: n. deverão ser preenchidos os campos com as informações sobre ao registro civil de nascimento em tela específica. os dois últimos dígitos são os dígitos verificadores que poderão ser "xx". a partir de 1º janeiro de 2010.tipo de livro de registro (1 para nascimento) 61 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . O preenchimento do campo matrícula de acordo com as posições abaixo:      1ª a 6ª .º 938/2002 define o repasse de recurso ao estabelecimento do SUS que providencie o registro de nascimento antes da alta hospitalar.01.3 REGISTRO CIVIL DE NASCIMENTO Cadastrado pelo procedimento 08.01.003-9 03.11. Os equipamentos devem também constar no CNES do estabelecimento. conforme a Portaria GM/MS n.

007-5 .008-3 .numero do livro 21ª a 23ª . A administração de Crioprecipitado Fator VIII deve atender a RDC ANVISA 23/2002. A AIH para registro deste procedimento tem validade de 30 dias sendo o limite de 15 62 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Para administração de Fatores de Coagulação deve haver prévia autorização do Gestor. que aprova regulamento técnico para indicação.006-9 .03.numero da folha do registro 24ª a 30ª . ou seja.03.03. 35. FATORES DE COAGULAÇÃO Quando houver administração de Fatores de Coagulação em pacientes internados deve ser informado no campo CID principal obrigatoriamente o código da patologia que determinou a internação ou agudização do quadro e no campo CID secundário o código correspondente a Deficiência de Fator VIII ou Fator IX.03. A AIH para registro deste procedimento tem validade de 30 dias.dígitos verificadores (número ou xx) A tela de dados complementares de registro civil foi alterada para contemplar o novo campo da matrícula.º 817/2002 disciplina o tratamento dos transtornos relativos à dependência de álcool e drogas. os outros dados como nome.17. ATENÇÃO PSICOSSOCIAL AO DEPENDENTE ÁLCOOL E DROGAS A Portaria SAS/MS n.006-7 TRATAMENTO DE DEFEITOS DA COAGULACAO PURPURA E OUTRAS AFECCOES  03.005-0 .02.    16ª a 20ª .02. Se a data for do ano de 2010. O código para registro no SISAIH01 é o 03.numero do termo 31ª e 32ª . Procedimentos:  03.TRATAMENTO DE TRANSTORNOS MENTAIS OU COMPORTAMENTAIS DEVIDOS AO USO PREJUDICIAL DE ALCOOL E DROGAS: consiste no tratamento em regime de internação de pacientes com transtornos decorrentes de uso prejudicial e/ou dependência de álcool e drogas.03. o sistema permitirá somente a digitação da matrícula. embora a AIH tenha validade de 30 dias. Diagnóstico secundário: Deficiência Fator VIII. só é permitido o registro de no máximo 21 diárias.02. folha e termo estarão disponíveis. livro. Para atenção a estes pacientes pode também ser realizado o procedimento 03.17. sendo o limite de 21 diárias por AIH.TRATAMENTO DE OUTRAS DOENCAS DO SANGUE E DOS ORGAOS HEMATOPOIETICOS Exemplo: Diagnóstico principal: Fratura de rádio. portanto o usuário terá que digitar primeiro a data da emissão do registro. cartório.TRATAMENTO DE HEMOFILIAS  03. caso contrário.TRATAMENTO DE SINDROME DE ABSTINENCIA POR USO PREJUDICIAL DE ALCOOL E DROGAS. 36.

VIII IX a XIV Os hospitais psiquiátricos são classificados de acordo com o número de leitos constante do CNES. Medicamentos.17. A nova classificação dos hospitais psiquiátricos passa a ser feita de acordo com o porte. VII. Órteses.diárias por AIH.006-9 – TRATAMENTO DE SÍNDROME DE ABSTINENCIA POR USO PREJUDICIAL DE ALCOOL E DROGAS podem ser realizados em Hospitais Gerais e não exigem habilitação.009-3 .001-8 .º 52/2004.17. A Portaria GM/MS n. Na tela de Procedimentos Realizados do SISAIH01 deverá ser registrado o número de diárias em que o paciente esteve internado.03.º 2. A emissão da AIH para realização destes procedimentos deve ser mediante apresentação de laudo médico de solicitação de internação emitido preferencialmente por especialista vinculado ao CAPS.TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA .03. O registro dos procedimentos 03.1 TRATAMENTO COM INTERNAÇÃO Os procedimentos em Psiquiatria previstos na Tabela de Procedimentos.17. Não serão permitidos os registros de permanência a maior. diária de UTI e demais procedimentos especiais para estes procedimentos.  03.03.644/2009 reagrupa as classes para os hospitais psiquiátricos.17. VI.03. realizado em hospital geral. 63 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . As classes até então definidas na Portaria GM\MS n. foram extintas e criadas novas conforme descrito abaixo: CLASSE CRIADA NI N II N III N IV PORTE Até 160 leitos De 161 a 240 De 241 a 400 Acima de 400 CLASSE EXTINTA (Portaria GM/MS n. TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA 37.009-3 . reajusta os incrementos e cria um incentivo para internação de curta duração nos hospitais psiquiátricos.EM HOSPITAL GERAL (POR DIA): internação para tratamento de transtornos mentais e comportamentais realizado exclusivamente em hospital geral.03.º 52/2004) I e II III e IV V.17.008-5 .17.DIAGNOSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGENCIA EM PSIQUIATRIA: refere-se ao primeiro atendimento de urgência hospitalar em psiquiatria. O valor das diárias dos hospitais psiquiátricos passou a ter incremento por classe a partir do valor do procedimento 03.006-9 – TRATAMENTO DE TRANSTORNOS MENTAIS E COMPORTAMENTAIS DEVIDOS AO USO DE SUBSTANCIAS PSICOATIVAS e 03. 37.03.TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA (POR DIA): internação para tratamento de transtornos mentais e comportamentais realizado em hospital especializado. Próteses e Materiais Especiais do SUS são os seguintes:  03.  03.TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA (POR DIA).

b. Esta mesma portaria incluiu no CNES as habilitações dos estabelecimentos de saúde que realizam procedimentos referentes à Atenção a Saúde Mental (Portaria GM/MS n. O SIH calcula o incentivo de 10% dos componentes SH e SP. permanecendo nas classes em que se encontrava em outubro de 2009. Para receber o incentivo de 10% previsto.PACIENTE AGUDO. definidos pela Portaria GM/MS n.TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA e excluiu também as habilitações referentes à Atenção em Saúde Mental.03. 64 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA (POR DIA) permanece como base de cálculo dos incrementos para os hospitais psiquiátricos. o código para alta: 1.º 423/2009 excluiu. de acordo com sua classificação.9 .A mesma Portaria estabelece também incentivo adicional de 10% no valor de Serviço Hospitalar e Serviço Profissional nas classes N I e N II exclusivamente para as internações que não ultrapassarem 20 (vinte) dias com motivo de saída "alta de paciente agudo". na mesma competência de produção.º 251/2002.644/2009 para os hospitais psiquiátricos classificados no Nível I e II e em conformidade com os 03 registros a seguir: a. Motivo de saída 1. Data de entrada do paciente igual ou superior a 01/11/2009. Este procedimento e estas habilitações tinham sido instituídos pela Portaria GM/MS n. nos hospitais gerais e especializados de psiquiatria. que a admissão do paciente tenha sido a partir de 1º de novembro de 2009. utilizando como Motivo de Saída: 1.007-7 .9 .º 2.03.º 426/2009 indicou os hospitais psiquiátricos para descredenciamento pelo PNASH/PSIQUIATRIA.33 06. Este motivo de saída deve ser utilizado nas internações de curta duração em tratamento psiquiátrico. A Portaria MS/SAS n. No entanto. para o mesmo paciente.34 Nível I Nível II Nível III Nível IV DESCRIÇÃO Estabelecimento de saúde com psiquiatria até 160 leitos Estabelecimento de saúde com psiquiatria entre 161 a 240 leitos Estabelecimento de saúde com psiquiatria entre 241 a 400 leitos Estabelecimento de saúde com psiquiatria acima de 400 leitos O valor total do procedimento 03.17.31 06.644/2009): CÓDIGO NOME 06. A Portaria SAS/MS n. A Portaria SAS/MS n.PACIENTE AGUDO. o hospital não poderá apresentar mais de uma AIH.17. do SIGTAP. Haverá bloqueio das Autorizações de Internação Hospitalar (AIH) pelo sistema quando houver a apresentação de mais de uma AIH para o mesmo paciente na mesma competência de produção. as internações com estes requisitos não devem ultrapassar 10% do total dos leitos de cada hospital.º 52/2004 (classes de I a XIV) até o seu descredenciamento.º 2. c.32 06. Permanência igual ou inferior a 20 dias. na Tabela de Motivo de Saída/Permanência.9 – Alta de paciente agudo em psiquiatria.º 374/2009 incluiu.009-3 . seguindo a classificação da Portaria GM/MS n. Os referidos hospitais psiquiátricos permanecem nesta classificação por não atenderem aos critérios mínimos de qualidade assistencial definidos pelo PNASH/psiquiatria e por necessitarem de novas pactuações para que seja finalizado o processo de desinstitucionalização dos pacientes internados. o procedimento 03.

quando o paciente permanecer internado ou a data da saída no caso de alta.37. No atendimento psiquiátrico hospitalar está incluído o atendimento de intercorrências clínicas. Deve ser dada alta da psiquiatria e autorizada uma nova AIH para a cirurgia no outro hospital. óbito ou transferência. Os procedimentos secundários têm valor zerado na AIH. A data de saída a ser informada mensalmente na AIH-5 deve ser o último dia de cada mês. No entanto.1. solicitar AIH 5 que tem o mesmo número da AIH-1. desde que o 45º dia seja o último dia do mês. Ou seja. o hospital deve solicitar a AIH-5 de continuidade. A autorização para emissão de AIH-5 deve ser solicitada pelo Diretor Clínico. no formulário do Laudo médico a cada 30 dias. desde que o período de internamento até o último dia do 2º mês de internamento seja inferior a 45. para avaliação por especialista na área. No caso de necessidade de cirurgia. óbito ou transferência do paciente. e não tem validade máxima. no mínimo. a AIH-1 Deve ser fechada e apresentada com a quantidade de diárias utilizadas até o último dia do mês. desde que inferior a 45. A abertura da AIH –5 tem que ser no primeiro dia do mês. No primeiro mês de internamento em psiquiatria. A data de internação permanece a mesma que foi informada na AIH-1. não podendo haver registros adicionais ou mudança de procedimento. Não deve ser dada alta para emitir uma AIH nova com novo número. autorizando ou não a continuação da internação. exceto para o caso de tratamento cirúrgico. O quantitativo de AIH/mês possível para um hospital psiquiátrico em um mês corresponde à soma de AIH inicial e AIH de continuação 65 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Se o 45º dia não for o último do mês. não pode ser emitida outra AIH para este paciente em outro hospital diferente do que ele está internado para tratamento psiquiátrico. A AIH-1 pode ser apresentada qualquer quantidade de dias. Na AIH de psiquiatria somente pode ser preenchida a primeira linha dos Procedimentos Realizados com o código do Procedimento Psiquiátrico.1 REGRAS PARA APRESENTAÇÃO DA AIH DE PSIQUIATRIA: As regras para apresentação de AIH permanecem para os procedimentos de psiquiatria na AIH – 1: máximo de 45 dias. O fechamento desta AIH-1 não é obrigatório. até a alta. 15 dias após a alta da internação anterior. 45 é o número máximo de diárias para uma AIH-1 de psiquiatria. A alta pode ser por continuidade no último dia do mês com AIH com menos de 45 dias. devendo ser apresentada no SIH a mesma AIH-5 quantas vezes forem necessárias. Como o paciente vai continuar internado. Esta AIH-5 só pode ter no máximo 31 dias. podem e devem ser registrados os procedimentos secundários realizados no paciente durante a internação. Não existe limite ou prazo para encerramento de AIH 5 e pode ser usado indefinidamente enquanto o paciente permanecer internado no mesmo hospital. Detalhando melhor. Cada AIH-5 permite o registro de até 31 diárias. que encaminha ao Órgão Gestor. Não é permitida a emissão de AIH – 1 para continuidade de tratamento. Esta informação contribuirá para avaliação de custo hospitalar em estudos de revisão de valores de procedimentos pelos gestores do SUS. Somente pode ser emitida nova AIH . No caso de permanência do paciente. o paciente deve ser reavaliado para que permaneça depois do final do mês.1 nos casos em que o paciente tenha alta hospitalar e a reinternação seja. uma AIH de psiquiatria só admite 1 procedimento principal. se o paciente internou até o dia 14 do mês.

até um máximo de 30 leitos. 37.1 SERVIÇO DE URGÊNCIA PSIQUIÁTRICA EM HOSPITAL GERAL O serviço de urgência psiquiátrica em prontos socorros gerais deve funcionar 24 horas e contar com leitos de internação para até 72 horas e equipe multiprofissional. não cabendo emissão de AIH-5. Havendo necessidade de continuidade do tratamento poderá ser emitida nova AIH – 1 sob autorização do gestor.17. Para o registro deste procedimento na AIH não é necessário habilitação do estabelecimento em Psiquiatria. Na primeira linha da tela Procedimentos Realizados do SISAIH01 deve ser registrado o código do procedimento realizado e o quantitativo de diárias utilizadas no período de tratamento. Não é permitido registro de permanência à maior nos Procedimentos Realizados em regime de Hospital DIA em Saúde Mental.03. O procedimento a ser registrado é o 03. Desenvolve programas de atenção e cuidados intensivos por equipe multiprofissional. O número de leitos psiquiátricos em hospital geral não deve ultrapassar 10% da capacidade instalada do hospital. Somente podem ser efetuados registros dos procedimentos em regime de Hospital Dia em Saúde Mental as unidades previamente habilitadas. Cada estabelecimento pode atender o máximo de 30 pacientes/dia. Os Procedimentos Realizados no hospital-dia são registrados por AIH-1. O sistema SIH calcula dias úteis para o tratamento de psiquiatria em Hospital-DIA.03.001-8 DIAGNOSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGÊNCIA EM PSIQUIATRIA.2 LEITOS DE PSIQUIATRIA EM HOSPITAL GERAL Os leitos psiquiátricos em hospital geral são de retaguarda hospitalar para os casos em que a internação se faz necessária. O Procedimento a ser registrado é o 03.2 ATENDIMENTO EM REGIME DE HOSPITAL DIA – SAÚDE MENTAL O hospital-dia na assistência em saúde mental é um recurso intermediário entre a internação e o ambulatório. uma para cada dia útil da semana.2 TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA HOSPITAL GERAL O tratamento em psiquiatria em hospitais gerais pode ser prestado nas seguintes condições: 37.37. no máximo 45 dias corridos. depois de esgotadas todas as possibilidades de atendimento extra-hospitalares e de urgência. o mesmo deve ser transferido para hospital especializado em tratamento psiquiátrico.008-5 – TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA EM HOSPITAL GERAL (POR DIA). A quantidade permitida é de até 05 diárias. Os cuidados em hospital-dia na assistência à saúde mental devem abranger um conjunto diversificado de atividades desenvolvidas em até 05 dias da semana (2ª a 6ª feira) com uma carga horária de 08 horas diárias para cada paciente. visando substituir a internação integral.1.2. Se não houver condição de alta do paciente até 45 dias.17. 37. fibrose cística e HIV-AIDS.2. 66 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Os procedimentos psiquiátricos realizados em hospital geral são registrados na AIH-1. para um máximo de 45 diárias. não cabendo emissão de AIH-5.

008-2 TRATAMENTO DE MEDIO QUEIMADO 04. ou. aumento do metabolismo e/ou perda de calorias. infarto agudo.  Queimaduras de 3º grau com até 10% da área corporal atingida. perda de mais de 5% do peso corporal em cerca de 6 a 12 meses). 38.001-5 QUEIMADO E GRANDE No procedimento 04.01. insuficiência renal.009-0 TRATAMENTO DE PEQUENO QUEIMADO 04.13. O tratamento de queimados pode ser realizado em Hospitais Gerais. Este 67 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .006-6 TRATAMENTO DE GRANDE QUEIMADO ATENDIMENTO DE URGENCIA EM MEDIO 04.01. ATENDIMENTO A PACIENTES QUEIMADOS A classificação do grau de extensão e gravidade para pacientes com queimaduras é a seguinte: 38. politrauma. com área corporal atingida entre 10% e 25%. distúrbios de hemostasia. que reduz a perfusão capilar até um nível inferior aquele necessário para que seja mantida a viabilidade dos tecidos). em Centros Intermediários de Assistência ou em Centros de Referência em Queimados. 38. síndrome compartimental (Aumento da pressão no interior de um espaço osteofascial fechado.01. trauma craniano.13. Podem ser realizados os procedimentos a seguir relacionados: CÓDIGO PROCEDIMENTO 04.ATENDIMENTO DE URGENCIA EM MEDIO E GRANDE QUEIMADO. quadros infecciosos graves decorrentes ou não da queimadura. com área corporal atingida maior do que 25%.3 GRANDE QUEIMADO Paciente com:  Queimaduras de 1º e 2º graus. trauma elétrico. ou.1 PEQUENO QUEIMADO Paciente com queimaduras de 1º e 2º graus com até10% da área corporal atingida.13. ou. que são unidades de Alta Complexidade e devem ter habilitação no CNES. insuficiência cardíaca.2 MÉDIO QUEIMADO Paciente com:  Queimaduras de 1º e 2º graus. e doenças consuptivas (etiopatogenia relacionada à diminuição da ingesta calórica. o limite de registro é de 01 por AIH.01. choque. embolia pulmonar.13.38.  Queimaduras de 3º grau com mais de 10% da área corporal atingida. insuficiência hepática.  Queimadura de períneo Paciente vítima de queimadura de qualquer extensão que tenha associada a esta queimadura uma ou mais das seguintes situações: lesão inalatória.13. ou.  Queimadura de mão e/ou pé.001-5 .01.

38. conforme a Portaria SAS/MS n. desde que o 45º dia seja o último dia do mês. de acordo das normas específicas e nos limites e codificações constantes do SIGTAP. está incluído no procedimento. ou de outro Centro de Referência. cuidados clínicos. No procedimento estão incluídos os profissionais e serviços hospitalares. O tratamento de pacientes sob cuidados prolongados na AIH . são responsáveis pelo registro das habilitações no SCNES.4 INTERCORRÊNCIA DO PACIENTE MÉDIO E GRANDE QUEIMADO O procedimento 04.011-3 e deve ser informada a quantidade em dias. Centros de Referência em Assistência a Queimados – Alta Complexidade e Centros Intermediários de Assistência a Queimados. Não há código específico para queimado. será feita verificação de habilitação e só será aprovado se o estabelecimento for habilitado como Centros de Referência em Assistência a Queimados – Alta Complexidade e Centros Intermediários de Assistência a Queimados. 39. quando então deve ser solicitada AIH de Grande ou Médio Queimado. especializados ou de apoio podem cadastrar leitos em cuidados prolongados e a habilitação é de responsabilidades do gestor local. para os estabelecimentos aptos a realizar os procedimentos de Cuidados Prolongados pelo SIH/SUS.procedimento somente deve ser autorizado no primeiro atendimento ao paciente queimado. será utilizada a AIH-5. ou seja. em qualquer fase. cirúrgicos e os curativos do paciente. Havendo necessidade de prorrogação das internações. ainda no serviço de urgência/emergência.01.01. Caso seja necessário o uso de albumina humana e nutrição parenteral deve ser registrada na tela Procedimentos Realizada do SISAIH01.1 é de no máximo 45 dias. Quando registrado no SISAIH01 e SIHD. PACIENTES SOB CUIDADOS PROLONGADOS Os procedimentos para tratamento de pacientes sob cuidados prolongados somente podem ser registrados nas AIH de hospitais previamente habilitados. assim como a nutrição enteral em Hospitais Gerais. Qualquer hospital pode ter leitos de cuidados prolongados habilitados pelo Gestor Local. Cada AIH-5 permite o registro de até 31 68 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Para registro deste código é necessário que o estabelecimento de saúde tenha leitos de UTI – Queimados cadastrados no SIH/SUS (portaria GM/MS n° 1274/2000). depois de vencidas as 45 diárias. O debridamento cirúrgico. antes da transferência do paciente para a Unidade de Tratamento de Queimado do próprio hospital que prestou o primeiro atendimento.13. exceto nos centros de referência que podem registrar como procedimentos especiais. A abertura da AIH –5 é no primeiro dia do mês.02. Desde a competência outubro de 2006 os gestores estaduais/municipais de saúde. Os códigos para anestesia em paciente queimado são os mesmos constantes do SIGTAP.1. Hospitais gerais. que levará o mesmo número da AIH .007-4 TRATAMENTO DE INTERCORRENCIA DO PACIENTE MEDIO E GRANDE QUEIMADO tem valor de incremento no SIGTAP. A Diária de UTI em Queimados é registrada no SISAIH01 com o código 08.º 629/2006.

O fechamento desta AIH-1 não é obrigatório. devendo ser emitidas AIH-5 quantas necessárias. não cabendo registros adicionais ou mudança de procedimento. Se o 45º dia não for o último do mês. A data de saída deve ser o último dia de cada mês. que encaminhará ao Órgão Gestor. não sendo permitida a emissão de AIH . no mínimo. ou portador de seqüela da patologia básica que gerou a internação e que necessita de cuidados médicos assistenciais permanentes. 15 dias após internação anterior. A data de inicio da internação constante da AIH-5 deve ser a da AIH .  Pacientes sob cuidados permanentes: Aquele que teve esgotada todas as condições de terapia específica e que necessita de assistência médica ou cuidados permanentes.  Paciente crônico: Aquele portador de patologia de evolução lenta.1. mediante laudo médico. óbito ou transferência do paciente. desde que inferior a 45. se o paciente internou até o dia 14 do mês. No valor estipulado para atendimento de pacientes sob cuidados prolongados está previsto atendimento de intercorrências clínicas. Deve fechar a AIH no último dia do mês e apresentar o número de diárias daquele primeiro mês de internamento e solicitar a AIH-5 que só pode ter no máximo 31 dias.  Paciente portador de múltiplos agravos à saúde: Aquele que necessita de cuidados médico-assistenciais permanentes e de terapia de reabilitação. ou seja. para avaliação por especialista que autoriza ou não a continuação da internação. o paciente deve ser reavaliado para que permaneça depois do final do mês. A autorização para emissão de AIH-5 deve ser solicitada pelo Diretor Clínico. desde que o período de internamento até o último dia do 2º mês de internamento seja inferior a 45. No caso de permanência do paciente.diárias. Pacientes sob Cuidados Prolongados são os que apresentam os seguintes quadros:  Paciente convalescente: Aquele submetido a procedimento clínico/cirúrgico. a cada 30 dias. A alta pode ser por continuidade no último dia do mês com AIH com menos de 45 dias. óbito ou transferência. Na eventual necessidade de tratamento cirúrgico. é permitida solicitação de nova AIH na especialidade respectiva. 69 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Somente é permitida a internação após autorização do Gestor Local. para continuidade de tratamento. até a alta. e não tem mais validade máxima. 45 é o número máximo de dias para esta AIH 1. A AIH-1 pode ser apresentada qualquer quantidade de dias. quando o paciente permanecer internado. com vistas à reabilitação físico-funcional. de outros cuidados de assistência e de reabilitação físico funcional por período prolongado.1. A data de internação permanece a mesma da AIH-1. Somente pode ser emitida nova AIH . ou a data da saída por alta. que se encontre em recuperação e necessite de acompanhamento médico. exceto para o caso de tratamento cirúrgico.1 nos casos em que o paciente tenha alta hospitalar e a reinternação de longa permanência seja. sendo o caráter da internação 1 (eletivo). solicitar AIH 5.

portanto ser solicitada AIH5 para os pacientes.13.1 – ENCERRAMENTO ADMINISTRATIVO.03.03.13. No caso do paciente precisar de UTI. A Tuberculose com lesões extensas deve ser registrada com o mesmo código.13.002-4 PROLONGADOS POR ENFERMIDADES CARDIOVASCULARES (POR DIA) ATENDIMENTO A PACIENTE SOB CUIDADOS 03.13. deve ser dado alta administrativa e emitida nova AIH.008-3 PROLONGADOS EM HANSENÍASE (POR DIA) TRATAMENTO DE TUBERCULOSE (A15 A A19) 03. que eram remunerados por dia.007-7 0903 0901 0902 0904 0907 0906 Não exige habilitação Não exige habilitação TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA (CLASSIFICACAO PT GM Tem incremento 251/2002) 03.13. Somente os hospitais que tenham leitos cadastrados na especialidade Pneumologia Sanitários (Tisiologia) ou Pediatria podem apresentar AIH com o procedimento 03.13.001-6 PROLONGADOS DEVIDO A CAUSAS EXTERNAS (POR DIA) TRATAMENTO DE PACIENTE SOB CUIDADOS 03.021-5 03.004-0 PROLONGADOS POR ENFERMIDADES DECORRENTES DA AIDS (POR DIA) TRATAMENTO DE PACIENTE SOB CUIDADOS 03.009-3 TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA (POR DIA) Tem incremento MANUTENCAO DE ASSISTENCIA CIRCULATORIA 0801 e 0803 04. Motivo de saída é o 5. era emitida uma nova AIH.03. Até dezembro de 2007 existiam os procedimentos de tratamento da tuberculose com Lesões Extensas.06. Este procedimento admite longa permanência.03.03. Existiam também os procedimentos de tratamento 70 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . TRATAMENTO DA TUBERCULOSE O registro das internações de tuberculose através de AIH é feito exclusivamente por intermédio do código específico com os diagnósticos principal e secundário pela CID/2010.13.17.01.003-2 PROLONGADOS POR ENFERMIDADES PNEUMOLÓGICAS (POR DIA) TRATAMENTO DE PACIENTE SOB CUIDADOS PROLONGADOS POR ENFERMIDADES 03.03.006-7 PROLONGADOS POR ENFERMIDADES ONCOLÓGICAS (POR DIA) TRATAMENTO DE PACIENTE SOB CUIDADOS 03.074-9 PROLONGADA Procedimentos que têm média de permanência são excludentes entre si com os que são remunerados por dia.03. e a AIH com até 30 dias.01.03.Os procedimentos para pacientes sob cuidados prolongados são os seguintes de acordo com a patologia apresentada: CODIGO PROCEDIMENTO HABILITAÇÃO EXIGIDA 0905 TRATAMENTO DE PACIENTE SOB CUIDADOS 03.03.17.13.03.021-5 . 40.01.TRATAMENTO DA TUBERCULOSE (POR DIA).03. podendo. Se houvesse necessidade de permanecer com o tratamento.005-9 PROLONGADOS POR ENFERMIDADES NEUROLÓGICAS (POR DIA) ATENDIMENTO A PACIENTE SOB CUIDADOS 03.03.007-5 OSTEOMUSCULARES E DO TECIDO CONJUNTIVO (POR DIA) TRATAMENTO DE PACIENTE SOB CUIDADOS 03.

41. A Portaria SAS/MS n.008-3 – TRATAMENTO DE PACIENTES SOB CUIDADOS PROLONGADOS EM HANSENIASE.001-0 Estes códigos devem ser utilizados nos seguintes casos: Em caso de alta a pedido.13. Com a tabela unificada. 43. 42.01.06. por razões de natureza médica. Não cabe mudança de procedimento em AIH de Diagnóstico e/ou Primeiro Atendimento. conforme a Portaria GM/MS n.01.03. o procedimento solicitado deverá obrigatoriamente ser mudado para Diagnóstico e/ou Primeiro Atendimento na especialidade correspondente. evasão ou transferência para outro hospital. identificados pela auditoria.06.007-0 CIRÚRGICA 03. Em casos passíveis de tratamentos ambulatoriais.º 164/1997 (CID: A30 e B92). DIAGNOSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGÊNCIA EM CLÍNICA MÉDICA. Diagnóstico não confirmado. com internação de curta permanência. Não cabe Permanência a Maior em AIH emitida com o código do procedimento Diagnóstico e/ou Primeiro Atendimento. O Tratamento da Hanseníase com Lesões Extensas deve ser registrado na AIH com código 03. com período de internação igual ou inferior a 24 (vinte e quatro) horas. após avaliação de equipe multiprofissional.008-8 MÉDICA DIAGNÓSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGÊNCIA EM CLÍNICA 03.º 303/1992 estabeleceu as diretrizes e normas para o atendimento hospitalar para tratamento de reabilitação.001-9 .19. TRATAMENTO EM REABILITAÇÃO Tem como objetivo o atendimento integral à pessoa portadora de deficiência quando.008-8 na AIH exige o diagnóstico principal e secundário pela CID 10. TRATAMENTO DA HANSENÍASE O registro das internações para Tratamento da Hanseníase – 03.TRATAMENTO EM REABILITAÇÃO. Para registro dos procedimentos na AIH o hospital deve ter leitos cadastrados na especialidade de reabilitação. Admitiam também registro de diária de UTI.01.01.06. Tratamento de patologia de rápida resolução não codificada na tabela.03. o regime de internação for o mais adequado ao paciente.de tuberculose remunerados por media de permanência e que admitiam permanência a maior.03. e usar o código 03. PEDIÁTRICA E CIRÚRGICA O registro de Diagnóstico e/ou Primeiro Atendimento deve ser realizado de acordo com: CÓDIGO PROCEDIMENTO DIAGNÓSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGÊNCIA EM CLÍNICA PEDIÁTRICA DIAGNÓSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGÊNCIA EM CLÍNICA 03. 71 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . todos os procedimentos relativos à tuberculose foram unificados dando origem a um só procedimento com remuneração por dia. Internação para investigação diagnóstica.

quando o paciente permanecer internado.03.03. a ser encaminhado ao Órgão Gestor do SUS para avaliação. a continuidade da internação. a qual autorizará.º 702/2002 organiza a implantação de Redes Estaduais de Assistência à Saúde do Idoso e as normas para o cadastramento de Centros de Referência em Assistência à Saúde do Idoso. A data de internação permanece a mesma da AIH-1.528/2006 aprova a Política Nacional da Pessoa Idosa e a Portaria GM/MS n.010-6 03. o paciente deve ser reavaliado para que permaneça depois do final do mês. TRATAMENTO CONSERVADOR EM NEUROLOGIA Conforme especificados na Portaria SAS/MS n.03.º 2. institui a Internação Domiciliar no SUS e altera a denominação dos procedimentos assistência domiciliar para internação domiciliar.04. ou não. A autorização para emissão de AIH-5 deverá ser solicitada pelo Diretor Clínico.04. O procedimento 03.04.009-2 03. ou a data da saída por alta.011-4 GRAVE 03.007-6 03. Se o 45º dia não for o último do mês.011-4 03.º 2. A AIH-1 pode ser 72 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . O fechamento desta AIH-1 não é obrigatório.008-4 03.04. óbito ou transferência. ou seja. ATENÇÃO AO IDOSO A Portaria GM/MS n.006-8 PROCEDIMENTO TRATAMENTO CONSERVADOR DO TRAUMATISMO CRÂNIO ENCEFÁLICO (GRAU LEVE) TRATAMENTO CONSERVADOR DO TRAUMATISMO CRÂNIO ENCEFÁLICO (GRAU MÉDIO) TRATAMENTO CONSERVADOR DA HEMORRAGIA CEREBRAL TRATAMENTO CONSERVADOR DO TRAUMATISMO CRÂNIO ENCEFÁLICO GRAVE TRATAMENTO CONSERVADOR DO TRAUMATISMO RAQUIMEDULAR TRATAMENTO CONSERVADOR DA DOR REBELDE DE ORIGEM CENTRAL E NEOPLÁSICA Procedimentos clínicos de tratamento conservador de alta complexidade só podem ser registrados na AIH quando realizados por Serviço de Alta complexidade de Neurologia/Neurocirurgia habilitado em Trauma e Anomalias do Desenvolvimento: CÓDIGO PROCEDIMENTO TRATAMENTO CONSERVADOR DO TRAUMATISMO CRANIOENCEFALICO 03. mediante laudo médico a cada 30 (trinta) dias.006-8 E NEOPLÁSICA 45.04.44. Deve fechar a AIH no último dia do mês e apresentar o número de diárias daquele primeiro mês de internamento e solicitar a AIH-5 que só pode ter no máximo 31 dias.05.03.03.03.04.04. desde que o período de internamento até o último dia do 2º mês de internamento seja inferior a 45.º.03. A data de encerramento da AIH deve ser o último dia de cada mês.03.01. A publicação da Portaria GM/MS n.010-6 TRATAMENTO CONSERVADOR DO TRAUMATISMO RAQUIMEDULAR TRATAMENTO CONSERVADOR DA DOR REBELDE DE ORIGEM CENTRAL 03. 45 é o número máximo de dias para esta AIH-1.529/2006. 723/2007: CÓDIGO 03.04. A data de início da internação constante da AIH-5 deverá ser a mesma da AIH-1.03.04.007-4 – INTERNAÇÃO DOMICILIAR (POR DIA) deve ser utilizado para registro destes atendimentos na AIH.

Deverão ser registrados. INTERNAÇÃO DOMICILIAR A internação domiciliar somente é permitida após avaliação médica e solicitação específica em laudo próprio. para os estabelecimentos aptos a realizar os procedimentos de Internação Domiciliar pelo SIH/SUS. não podendo ultrapassar a quantidade máxima do procedimento que é de 31 dias. A alta pode ser por continuidade no último dia do mês com AIH com menos de 45 dias. 46. 73 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Caso seja necessária a continuidade do tratamento deve ser solicitada ao gestor a mudança para AIH-5. Não é permitido o registro de Permanência a Maior.529/2006. A publicação da Portaria GM/MS n.apresentada qualquer quantidade de dias. Somente os hospitais previamente autorizados podem realizar a internação domiciliar. A internação domiciliar somente pode ser realizada em seguimento a uma internação hospitalar imediatamente anterior.01. que são procedimentos especiais na AIH. solicitar AIH-5. O atendimento geriátrico em hospital dia deve ser registrado na tela de Procedimentos Realizados com os códigos abaixo: CÓDIGO 03. Desde a competência outubro de 2006. devendo obrigatoriamente estar relacionada com o procedimento realizado que a precedeu. Deve ser registrado no SISAIH01 o quantitativo dos dias utilizados no período do tratamento. se o paciente internou até o dia 14 do mês. quando será emitida nova AIH.01. que institui a Internação Domiciliar no âmbito do SUS. desde que inferior a 45.002-5 PROCEDIMENTO ATENDIMENTO EM GERIATRIA (UM TURNO) ATENDIMENTO EM GERIATRIA (DOIS TURNOS) A AIH para atendimento em regime de Hospital Dia nos Centros de Referência à Saúde do Idoso tem a validade de até 30 dias.09. na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01 o código do procedimento realizado e o número de diárias utilizadas.º 2. por membro da equipe de saúde que expedirá laudo específico condicionando à condição da internação.01. É vedada a internação domiciliar quando a internação hospitalar que a precedeu ocorrer por diagnóstico ou primeiro atendimento ou a qualquer outro procedimento com tempo médio de permanência inferior a 04 dias.001-7 03. portadores de doenças crônico-degenerativas agudizadas. A internação domiciliar não pode exceder 31 dias.09.007-4 e deve ser informado de forma obrigatória as consultas médicas realizadas. são responsáveis pelo registro das habilitações no SCNES. exceto em caso de transferência para unidade hospitalar. portadores de patologias que necessitem de cuidados paliativos e portadores de incapacidade funcional provisória ou permanente O registro de Internação Domiciliar é feito por meio de AIH pelo código 03.05. conforme Portaria SAS/MS n. domiciliares e do cuidado ao paciente. os gestores estaduais/municipais de saúde.º 629/2006. estabelece as seguintes prioridades: As condições prioritárias para a internação domiciliar são: pacientes idosos. No caso de permanência do paciente. sendo precedida de avaliação das condições familiares.

47. no Menu .  A equipe multiprofissional ampliada não necessita ser exclusiva do serviço.01 Geriatra. conforme necessidade detectada pela equipe básica. psicólogo. equipada com todos os aparelhos necessários para garantir o cumprimento dos planos terapêuticos indicados. cirúrgicos. diagnósticos e terapêuticos por Unidades previamente habilitadas. terapêuticos. diagnósticos e terapêuticos é efetuado na AIH.2 HOSPITAL DIA EM FIBROSE CÍSTICA Somente pode ser efetuado registro dos procedimentos de Atendimento em regime de Hospital Dia em Fibrose Cística as Unidades 74 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . outros membros da equipe multiprofissional ampliada e equipe consultora. Somente pode ser efetuado registro de procedimentos em regime de Hospital Dia em Geriatria as Unidades previamente habilitadas. farmacêutico e odontólogo. 07 Auxiliares de Enfermagem. fisioterápicos ou de reabilitação.Relatórios – Relacionamentos – Procedimento X Habilitação. 47. mediante autorização do gestor. 01 Assistente Social. terapeuta ocupacional. 02 Enfermeiros. fonoaudiólogo. para realização de procedimentos clínicos. cirúrgicos. O registro dos procedimentos de atendimento em regime de Hospital Dia. HOSPITAL DIA Hospital Dia é a assistência intermediária entre a internação e o atendimento ambulatorial.  Recursos Humanos: . A AIH para atendimento em regime de Hospital Dia Geriátrico tem validade de 30 dias. Não é permitida registro de permanência à maior nos procedimentos de atendimento em regime de hospital dia cirúrgicos. diagnósticos e terapêuticos.1 HOSPITAL DIA EM GERIATRIA Condições e requisitos específicos do estabelecimento de saúde para realização do atendimento:  Possuir estrutura assistencial para os idosos realizarem ou complementarem tratamentos médicos. poderá ser emitida nova AIH-1. Somente podem ser efetuados registros de procedimentos de atendimento em regime de Hospital Dia cirúrgicos. diagnósticos e terapêuticos. Para os procedimentos nos quais a modalidade de atendimento hospital dia foi incluída com a Tabela Unificada não é exigido a habilitação. 47. Caso a continuidade do tratamento seja necessária. Os procedimentos que exigem habilitação em hospital dia podem ser obtidos nos relatórios disponíveis no SIGTAP web ou desktop. devendo ser composta por: fisioterapeuta. nutricionista. que requeiram a permanência do paciente no hospital por um período máximo de 12 horas.  Planta física adequada para receber o paciente idoso. Não será permitido registro de permanência à maior nos procedimentos de Atendimento em regime de Hospital Dia – Geriátrico.

03.02.1 CICLOSPORINA O registro na AIH deve ser feito na tela Procedimentos Realizados. TRANSPLANTES 49. referentes a estes procedimentos deverão ser emitidas em nome do doador registrando na tela Identificação da Internação.01.ACOES RELACIONADAS À DOACAO DE ORGAOS.02.previamente habilitadas e que comprovadamente realizem atendimento ambulatorial especializado ao portador de Fibrose Cística. As compatibilidades e as quantidades máximas podem ser consultadas no SIGTAP.1 AÇÕES RELACIONADAS À DOAÇÃO DE ÓRGÃOS TECIDOS Os procedimentos destinados a identificar as Ações Relacionadas à Doação de Órgãos.002-0 06.001-4 . Não é permitido registro de permanência à maior nos procedimentos de atendimento em regime de Hospital Dia em Fibrose Cística. MÁXIMA 480 240 5 720 10 CICLOSPORINA 50MG (POR CAPSULA) CICLOSPORINA 100MG (POR CAPSULA) CICLOSPORINA 100MG/ML SOLUCAO ORAL CICLOSPORINA 25MG (POR CAPSULA) CICLOSPORINA 50 MG INJETAVEL (POR 06. 48.03.001-4 75 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .01.004-6 MEDICAMENTO QUANT. REGISTRO DE MEDICAMENTOS NA AIH Os medicamentos que são procedimentos especiais na AIH têm as compatibilidades com o procedimento principal informado e elas são criticadas nos sistemas SISAIH01 e SIHD.03. Caso seja necessária a continuidade do tratamento poderá ser emitida nova AIH-1. TECIDOS: deve ser usado quando realizadas por equipe profissional do próprio hospital.03.ACOES RELACIONADAS À DOAÇAO DE ORGAOS TECIDOS REALIZADAS POR EQUIPES DE OUTRO ESTABELECIMENTO DE SAUDE: utilizado quando realizadas por equipe profissional de outro estabelecimento diferente daquela que iniciou o processo de doação.01. nos campos procedimento principal solicitado e realizado o procedimento 05. pelo máximo de 30 dias corridos.02.005-4 FRASCO-AMPOLA) 49. mediante autorização do gestor.  05. 48.02. e necessita autorização no Laudo de Solicitação/Autorização de Procedimentos Especiais e/ou Mudança de Procedimento.002-2 .03. As AIH.03.03.03.001-1 06. A quantidade máxima de utilização de Ciclosporina por AIH é de: CÓDIGO 06.02. As diárias são pagas por no máximo 05 dias úteis por semana.003-8 06. Tecidos subdividem-se em:  05.

com o objetivo de caracterizar a morte encefálica.004-9 com o procedimento 05.ACOES RELACIONADAS À DOAÇÃO DE ORGAOS.º 510/2010 incluiu o procedimento a seguir descrito: 05.004-9 Eletroencefalograma para diagnóstico de morte encefálica Foi excluída a compatibilidade dos procedimentos 05.01.Exame complementar para diagnóstico de morte encefálica. A Portaria SAS/MS n.03. concomitante a pelo menos um dos exames previstos na resolução do Conselho Federal de Medicina.003-0 Eco doppler colorido cerebral para diagnóstico de morte encefálica 05. de acordo com as compatibilidades a seguir.EXIGE REGISTRO DE PROCEDIMENTOS SECUNDÁRIOS COMPATÍVEIS. 05.01.06.Ações relacionadas a doação de órgãos.003-0. quando for exigido no SIGTAP.01. 05.01.06.06.002-2.06. e na tela Procedimentos Realizados. impede o processamento da AIH.01. pois integram o procedimento 05.01.001-4 Angiografia cerebral para diagnóstico de morte encefálica (4 vasos) 05. Estes dois procedimentos têm valor zerado na AIH e são pagos os procedimentos realizados com o valor definido no SIGTAP.002-2 Cintilografia radioisotópica cerebral para diagnóstico de morte encefálica 05.20 24.01.06. 05. ao quais a partir desta Portaria têm o valor zero. A não informação destes procedimentos.01. conforme o caso. Todos os procedimentos do Grupo 05 do SIGTAP são financiados com recursos extra teto dos Estados. Este atributo complementar vai identificar os procedimentos principais que exigem que na AIH sejam informados os procedimentos secundários compatíveis com o principal. Estes exames podem ser realizados por meio de Serviço de Telemedicina. foi incluído no SIGTAP o atributo complementar de código 26 .005-7 . 05.03.Ações relacionadas à doação de órgãos.01.01. tecidos e células para transplante.01.01.06.21 Retirada de Órgãos e Tecidos Banco de Multitecidos 76 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .03.06.002-2. Com vistas a auxiliar no controle dos gestores.005-7 Exame complementar para diagnóstico de morte encefálica Consiste na realização de 01 dos exames previstos na resolução vigente do Conselho Federal de Medicina (CFM). O procedimento 05. Este procedimento 05. TECIDOS ou 05. tecidos e células para transplante. cujos recursos são provenientes do Fundo de Ações Estratégicas e Compensação (FAEC). TECIDOS REALIZADAS POR EQUIPE DE OUTRO ESTABELECIMENTO DE SAUDE.º 511 de 27 de setembro de 2010 excluiu do SCNES a habilitação 24.001-4 . os procedimentos especiais constantes dessas ações.06.01.Exame complementar para diagnóstico de morte encefálica deve ser registrado na AIH do doador.06.005-7 é compatível com o procedimento 05.001-4.06.001-4 .01.06.ACOES RELACIONADAS À DOAÇÃO DE ORGAOS. Portaria SAS/MS n.12 Busca Ativa de Órgãos e incluiu as novas habilitações no SCNES referente a Transplantes: Código Descrição 24.005-7 .06.

434/1997.001-4 05.Ações para Doação e Captação de Órgãos e Tecidos conforme se segue: Cod. Descrição Class. tecidos e células. pois os estabelecimentos de saúde constantes no anexo da Portaria SAS/MS n. a classificação 015 .Ações Relacionadas à Doação de órgãos. Descrição Serv.002-2 Ações relacionadas à doação de órgãos e tecidos para transplante Ações relacionadas à doação de órgãos e tecidos para transplante Ações relacionadas à doação de órgãos e tecidos para transplante Ações relacionadas à doação de órgãos e tecidos para transplante. realizadas por equipe de outro estabelecimento de saúde. A exclusão da habilitação 24.03.20 (Retirada de Órgãos e Tecidos). Também foi incluído no serviço especializado 149 . A Portaria definiu como estabelecimento de saúde notificante de morte encefálica ou coração parado o estabelecimento com cadastro atualizado no SCNES de acordo com a legislação vigente. Houve também alteração da denominação do Subgrupo 03 .20 pode ocorrer a pedido do estabelecimento de saúde ou a critério da CNCDO em caso de inobservância de quaisquer dispositivos da Lei 9.03. do serviço 149 Transplante Cod.º 511/10 estarão automaticamente habilitadas.01. Classificação 015 da Grupo CBO 2231* 2235* 251510 251520 Descrição Todos os médicos Todos os enfermeiros Psicólogo clínico Psicólogo hospitalar 1 Ações para doação e captação de órgãos e 2 tecidos 3 4 5 6 7 8 251605 Assistente Social 223410 221105 221205 Farmacêutico bioquímico Biólogo Biomédico *Refere-se a qualquer profissional dentro da família da Classificação Brasileira de Ocupação (CBO).01. sendo incluído no SCNES.Não é necessário renovar a habilitação 24. tecidos e células do Grupo 05 -Transplante de órgãos. garantido o direito a ampla defesa e ao contraditório.Ações Relacionadas à doação de órgãos. Podem ser solicitadas novas autorizações desde que haja solicitação dos gestores locais de saúde.Transplante da Tabela de Serviço Especializado/Classificação/CBO do SCNES. com os seguintes perfis: 77 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . da Forma de Organização 01 . tecidos e células dos procedimentos inseridos neste Subgrupo e em sua Forma de Organização conforme se segue: Subgrupo 03 Forma de Organização 01 05.

a) Perfil de assistência capaz de gerar notificação de óbitos com potencial de doação apenas de tecidos (óbito com coração parado); b) Perfil de assistência compatível com a identificação e notificação de morte encefálica qual seja: 1. Dispor de médico capacitado a realizar o exame clínico descrito no Protocolo de morte encefálica, conforme Resolução do Conselho Federal de Medicina vigente e com o Regulamento Técnico do SNT (Portaria GM/MS n.º 2.600 de 21 de outubro de 2009). 2. Dispor de aparelho de suporte a ventilação mecânica respirador/ventilador mecânico. A partir da Portaria SAS/MS n.º 511/10 os estabelecimentos de saúde definidos como notificantes de morte encefálica ou coração parado, e que podem realizar as ações definidas como de doação e captação de órgãos e tecidos, inclusive os bancos de tecidos, bem como os estabelecimentos autorizados pela Coordenação Geral do Sistema Nacional de Transplante (CGSNT) a realizar retiradas e/ou transplantes devem cadastrar no SCNES como SUS o serviço/classificação:149/015 - TRANSPLANTE/AÇÕES PARA DOAÇÃO E CAPTAÇÃO DE ÓRGÃOS E TECIDOS. É importante atentar para o fato de que todos os procedimentos constantes da Portaria SAS/MS n.º 511/10 serão pagos pela fonte de remuneração SUS de acordo com a Tabela de Procedimentos SUS vigente, mesmo quando o estabelecimento de saúde não for conveniado ao SUS. Desde a competência novembro de 2010 fica definido que os estabelecimentos de saúde notificantes devem ter o registro em seus respectivos CNES de serviços especializados que constam da lista abaixo para realização de pelo menos um dos exames necessários para avaliação de morte encefálica:
Cod Descrição do serviço serv Class. Descrição da classificação 001 121 Diagnóstico por imagem 007 002 008 122 Diagnóstico. Por métodos gráficos/dinâmicos 004 008 001 151 Medicina Nuclear 003 Medicina Nuclear In vivo por telemedicina Radiologia Radiologia por telemedicina Ultra-sonografia Ultra-sonografia por telemedicina Exame eletroencefalográfico Exame eletroencefalográfico por telemedicina Medicina Nuclear In vivo

Estes estabelecimentos devem dispor também do serviço especializado abaixo para a realização dos exames sorológicos e imunológicos: Sorologia e tipagem sanguínea.
Cod serv Descrição do serviço 145 Class Descrição da classificação Exames sorológicos e imunológicos

Diagnóstico por laboratório clínico 003

No entanto, está liberado para todos os estabelecimentos de saúde integrantes ou não do SUS e definidos como notificantes, e que não sejam autorizados a realizarem retiradas e ou transplantes podem realizar e receber
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pelo SUS os procedimentos da tabela abaixo. Para os estabelecimentos de saúde notificantes autorizados pela CGSNT a realizar retiradas de órgãos e tecidos e ou transplantes, poderão apresentar para faturamento além dos procedimentos descritos, os procedimentos referentes às retiradas.
Código 05.01.06.001-4 05.01.06.002-2 05.01.06.003-0 05.01.06.004-9 05.01.06.005-7 05.01.07.002-8 05.01.07.003-6 05.02.01.001-0 05.02.01.002-9 05.03.03.001-5 05.03.04.001-0 05.03.04.004-5 05.03.04.005-3 05.03.04.006-1 05.03.04.008-8 05.06.01.005-8 ANGIOGRAFIA CEREBRAL ENCEFÁLICA (4 VASOS) Procedimento PARA DIAGNÓSTICO DE MORTE

CINTILOGRAFIA RADIOISOTÓPICA CEREBRAL PARA DIAGNÓSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA ECO DOPPLER COLORIDO CEREBRAL PARADIAGNÓSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA ELETROENCEFALOGRAMA ENCEFÁLICA EXAME COMPLEMENTAR ENCEFÁLICA PARA PARA DIAGNÓSTICO DIAGNÓSTICO DE DE MORTE MORTE

SOROLOGIA DE POSSÍVEL DOADOR DE ÓRGÃOS OU TECIDOS EXCETO CÓRNEA TIPAGEM SANGUÍNEA ABO E OUTROS EXAMES HEMATOLÓGICOS EM POSSÍVEL DOADOR DE ÓRGÃOS AVALIAÇÃO CLÍNICA DE MORTE ENCEFÁLICA EM MAIOR DE 2 ANOS AVALIAÇÃO CLÍNICA DE MORTE ENCEFÁLICA EM MENOR DE 2 ANOS MANUTENÇÃO HEMODINÂMICA DE POSSÍVEL DOADOR E TAXA DE SALA PARA RETIRADA DE ÓRGÃOS COORDENAÇÃO DE SALA CIRÚRGICA PARARETIRADA DE ÓRGÃOS E TECIDOS PARA TRANSPLANTE DIÁRIA DE UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA DE PROVÁVEL DOADOR DE ÓRGÃOS ENTREVISTA FAMILIAR PARA DOAÇÃO DEÓRGÃOS DE DOADORES EM MORTE ENCEFÁLICA ENTREVISTA FAMILIAR PARA DOAÇÃO DEÓRGÃOS DE TECIDOS DE DOADORES COMCORAÇÃO PARADO CAPTAÇÃO DE ÓRGÃO EFETIVAMENTET R A N S P L A N TA D O AVALIAÇÃO DO DOADOR FALECIDO DE ÓRGÃOS OU TECIDOS PARA TRANSPLANTES

O procedimento Captação de órgão efetivamente transplantado é compatível com o procedimento 05.03.01.001-4 - Ações relacionadas à doação de órgãos, tecidos para transplante. As Centrais de Notificação, Captação e Distribuição de Órgãos (CNCDO) tem a responsabilidade de informar ao estabelecimento de saúde notificante a efetivação do transplante do órgão para que este estabelecimento possa apresentar para processamento o procedimento 05.03.01.001-4 CAPTAÇÃO DE ÓRGÃO EFETIVAMENTE TRANSPLANTADO. A habilitação de código 24.20 - Retiradas de órgãos e tecidos e o serviço 149/015 foram incluídos nos procedimentos abaixo. Estes procedimentos devem ser realizados pelos estabelecimentos e equipes autorizadas pela CGSNT/DAE/SAS/MS a realizar as retiradas de órgãos e tecidos.
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CÓDIGO

DESCRIÇÃO

05.03.03.002-3 RETIRADA DE CORAÇÃO (P/ TRANSPLANTE) 05.03.03.003-1 RETIRADA DE CORAÇÃO PARA PROCESSAMENTO DE VÁLVULA/TUBO VALVADO (P/TRANSPLANTE) 05.03.03.004-0 RETIRADA DE FÍGADO (P/ TRANSPLANTE) 05.03.03.005-8 RETIRADA DE GLOBO OCULAR UNI/BILATERAL P/ TRANSPLANTE) 05.03.03.006-6 RETIRADA DE PÂNCREAS (P/ TRANSPLANTE) 05.03.03.007-4 RETIRADA DE PULMÕES (P/ TRANSPLANTE) 05.03.03.008-2 RETIRADA UNI/BILATERAL DE RIM (P/TRANSPLANTE) - DOADOR FALECIDO 05.03.03.009-0 RETIRADA DE TECIDO ÓSTEO-FASCIO-COND R O - L I G A M E N TO S O 05.03.03.010-4 RETIRADA DE PELE (P/ TRANSPLANTE) 05.03.04.002-9 DESLOCAMENTO INTERESTADUAL DE EQUIPE PROFISSIONAL PARA RETIRADA DE ÓRGÃOS 05.03.04.003-7 DESLOCAMENTO DE EQUIPE PROFISSIONALPARA RETIRADA DE ÓRGÃOS INTERMUNIC I PA L

Para os procedimentos referentes às Ações de Doação e Captação de Órgãos e Tecidos não incide a critica de especialidade de leito e controle da taxa de ocupação. As AIH e APAC referentes aos procedimentos de do Grupo 05 do SIGTAP devem ser encerradas com o código da tabela auxiliar de motivo de saída/permanência: 2.5 - POR PROCESSO DE DOAÇÃO DE ÓRGÃOS, TECIDOS E CÉLULAS - DOADOR MORTO. As retiradas dos órgãos e/ou tecidos para transplantes, só podem ser realizadas por profissionais/equipes autorizadas pela CGSNT/DAE/SAS/MS e designadas pela respectiva. A relação dos estabelecimentos de saúde notificantes está disponível no endereço eletrônico www.saude.gov. br/ transplante. Os procedimentos especiais compatíveis com a informação dos dois códigos 05.03.01.002-2 e 05.03.01.001-4 e que, portanto podem ser registrados nas linhas da tela Procedimentos Realizados do SISAIH01 são os constantes da tabela abaixo: CÓDIGO
05.01.06.001-4 05.01.06.002-2 05.01.06.003-0 05.01.06.004-9 05.01.07.003-6 05.02.01.001-0 05.02.01.002-9 05.03.03.001-5 05.03.03.002-3 05.03.03.003-1

PROCEDIMENTO
ANGIOGRAFIA CEREBRAL P/ DIAGNÓSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA (4 VASOS) CINTILOGRAFIA RADIOISOTÓPICA CEREBRAL P/ DIAGNOSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA ECO DOPPLER COLORIDO CEREBRAL P/ DIAGNOSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA ELETROENCEFALOGRAMA P/ DIAGNOSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA TIPAGEM SANGUÍNEA ABO E OUTROS EXAMES HEMATOLÓGICOS EM POSSÍVEL DOADOR DE ÓRGÃOS AVALIAÇÃO CLINICA DE MORTE ENCEFÁLICA EM MAIOR DE 2 ANOS AVALIAÇÃO CLINICA DE MORTE ENCEFÁLICA EM MENOR DE 2 ANOS MANUTENÇÃO HEMODINÂMICA DE POSSÍVEL DOADOR E TAXA DE SALA P/ RETIRADA DE ÓRGÃOS RETIRADA DE CORAÇÃO (P/ TRANSPLANTE) RETIRADA DE CORAÇÃO P/ PROCESSAMENTO DE VÁLVULA / TUBO
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008-2 05.03.03.04.02. 49.03.02.006-6 05.03.04. somente poderá ser emitida AIH com o procedimento Entrevista Familiar se pelo menos a retirada do globo ocular efetivamente ocorrer e após notificação à Central de Notificação.03.03.2 DIAGNÓSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA Os exames clínicos e complementares e respectivos quantitativos para o diagnóstico de morte encefálica são definidos de acordo com as legislações vigentes (Resolução do Conselho Federal de Medicina e Decretos).001-9 05. independentemente do número de órgãos retirados.001-0 05.005-3 05. Captação e Distribuição de Órgãos (CNCDO).03. 49.03.03. No caso de doador coração-parado.12.04.001-4 07.03. caso tenham sido realizados.004-9 07. e para que possa ser iniciado o processo de doação de órgãos deve ser realizada entrevista familiar que busca avaliar a posição dos entes do possível doador quanto à decisão sobre autorizar ou não a doação.005-3 .03. Caso a família recuse a doação. Pode ser emitida AIH para esta ação. deve ser encerrada a AIH das Ações relacionadas à doação de órgãos. com apenas este procedimento especial.03.ENTREVISTA FAMILIAR PARA DOAÇÃO DE ÓRGÃOS E OU TECIDOS PARA TRANSPLANTE e os exames para diagnóstico de morte cerebral.005-8 05.05.02.04.005-7 07.004-0 05.03.004-5 05.002-9 05. 81 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .001-5 .03.003-0 07.003-7 05.4 MANUTENÇÃO HEMODINÂMICA DE POSSÍVEL DOADOR E TAXA DE SALA PARA RETIRADA DE ÓRGÃOS O procedimento 05.02.12.04.03.12.3 ENTREVISTA FAMILIAR Havendo o diagnóstico de morte cerebral confirmado.002-2 07.04.04.03.002-7 07.12.03.03.02.MANUTENCAO HEMODINAMICA DE POSSIVEL DOADOR E TAXA DE SALA P/ RETIRADA DE ORGAOS deve ser registrado apenas uma única vez (quantidade máxima 01) na AIH em nome do doador.03.03.12.12.007-4 05. tecidos e células registrando na tela “Procedimentos Realizados” o procedimento 05.006-5 VALVADO/ TRANSPLANTE RETIRADA DE FÍGADO (P/ TRANSPLANTE) RETIRADA DE GLOBO OCULAR UNI / BILATERAL (P/ TRANSPLANTE) RETIRADA DE PÂNCREAS (P/ TRANSPLANTE) RETIRADA DE PULMÕES (P/ TRANSPLANTE) RETIRADA UNI / BILATERAL DE RIM (P/ TRANSPLANTE) COORDENAÇÃO DE SALA CIRÚRGICA P/ RETIRADA DE ÓRGÃOS E TECIDOS P/ TRANSPLANTE DESLOCAMENTO INTERESTADUAL DE EQUIPE PROFISSIONAL P/ RETIRADA DE ÓRGÃOS DESLOCAMENTO DE EQUIPE PROFISSIONAL P/ RETIRADA DE ÓRGÃOS – INTERMUNICIPAL DIÁRIA DE UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA DE PROVÁVEL DOADOR DE ÓRGÃOS ENTREVISTA FAMILIAR P/ DOAÇÃO E/ OU TECIDOS P/ TRANSPLANTE PROCESSAMENTO DE VÁLVULA CARDÍACA HUMANA PROCESSAMENTO DE TUBO VALVADO CARDÍACO HUMANO LIQUIDO DE PRESERVAÇÃO DE CORAÇÃO P/ TRANSPLANTE (LITRO) LIQUIDO DE PRESERVAÇÃO DE FÍGADO P/ TRANSPLANTE (LITRO) LIQUIDO DE PRESERVAÇÃO DE PÂNCREAS P/ TRANSPLANTE (LITRO) LIQUIDO DE PRESERVAÇÃO DE PULMÃO P/ TRANSPLANTE (LITRO) LIQUIDO DE PRESERVAÇÃO DE RIM P/ TRANSPLANTE (LITRO) LIQUIDO DE PRESERVAÇÃO PARA TRANSPLANTE DA CÓRNEA (20 ML) 49.04.02.

7RETIRADA DO CORAÇÃO PARA PROCESSAMENTO VÁLVULAS/TUBO VALVADO PARA TRANSPLANTE DE Esse procedimento destina-se a obtenção de válvulas cardíacas.  05.03.DESLOCAMENTO INTERESTADUAL DE EQUIPE PROFISSIONAL P/ RETIRADA DE ORGAOS: este procedimento destina-se à remuneração de equipe profissional. Os procedimentos de Deslocamento devem ser registrados somente em AIH em nome do doador com o procedimento principal 05.001-4 ACOES RELACIONADAS À DOACAO DE ORGAOS. desde que realizadas em estado e/ou município distintos dos da origem da equipe.01. Cabe ao 1º cirurgião o valor correspondente ao percentual de 76.6 DESLOCAMENTO DE EQUIPE PROFISSIONAL PARA RETIRADA DE ÓRGÃOS Os procedimentos de deslocamento de Equipe Profissional p/ Retirada de Órgãos referem-se ao atendimento.003-7 .5 COORDENAÇÃO SALA CIRÚRGICA PARA RETIRADA DE ÓRGÃOS E TECIDOS PARA TRANSPLANTE Envolve os atos necessários à viabilização da retirada de órgãos e tecidos para transplante. exceto para córnea e rim. O mesmo vale para o procedimento 05. mas é obrigatório informar CPF e CBO. 49. autorizada pelo Sistema Nacional de Transplantes (SNT). TECIDOS E CELULAS realizadas por equipe de outro Estabelecimento de Saúde. por equipe profissional. 82 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .49. acima de 100 km. por atendimento das demandas estaduais. com distância. Este procedimento só pode ser registrado uma vez.001-0 .03. para retirada de órgãos de doador morto.04. para realizar o processamento das válvulas cardíacas e pedículos venosos para posterior transplante. por atendimento a demandas interestaduais.03. independentemente do número de órgãos retirados. que devem ser encaminhadas ao Banco de Válvulas definido pela CNCDO.03. e subdivide-se em:  05.04.08% do valor do procedimento. para retirada de órgãos de doador morto. exceto para córnea.005-8 – RETIRADA DE GLOBO OCULAR UNI/BILATERAL PARA TRANSPLANTE.002-9 .DESLOCAMENTO DE EQUIPE PROFISSIONAL P/ RETIRADA DE ORGAOS INTERMUNICIPAL: o valor deste procedimento destina-se a remuneração de equipe profissional. embora cada retirada possa dar origem a mais de um procedimento de processamento. 49.03. para possibilitar a retirada de órgãos de doador morto. com distância acima de 100 km.COORDENACAO DE SALA CIRURGICA P/ RETIRADA DE ORGAOS E TECIDOS P/ TRANSPLANTE deve ser registrado apenas uma única vez (quantidade máxima 01) na AIH em nome do doador.03.92% e ao 2º cirurgião o valor correspondente ao percentual de 23.04. O procedimento 05. Nestes dois casos. o SISAIH01 não abre tela de equipe.

03. 05. Tecidos e Células.002-2 .9 LÍQUIDOS DE PRESERVAÇÃO DE ÓRGÃOS Os líquidos de preservação de órgãos e/ou tecidos. utilizados conforme os órgãos efetivamente retirados devem ser registrados como procedimentos especiais na AIH com procedimento principal .8. No caso do Líquido de Preservação ser levado de outros hospitais pelas equipes profissionais que farão a retirada de órgãos.01. Não é permitido o registro concomitante na AIH do hospital onde se realiza a retirada ou em AIH do hospital de origem das equipes.8 PROCESSAMENTO DE VÁLVULA/TUBO VALVADO CARDÍACO HUMANO Os procedimentos especiais Processamento de Válvulas e de Tubo Valvado devem ser registrados pelo Banco de Válvulas Cardíacas nas AIH das Ações Relacionadas à Doação de Órgãos.Busca ativa de órgãos ou 2413 – Banco de tecido ocular humano.03.AÇÕES RELACIONADAS À DOACAO DE ORGAOS.8.001-4 – AÇÕES RELACIONADAS À DOACAO DE ORGAOS. embalagem e armazenamento de válvula cardíaca humana.03. Tecidos e Células. O Banco de Olhos só pode apresentar em APAC e não AIH.Ações Relacionadas à Doação de Órgãos. O valor do procedimento inclui insumos necessários à execução de todo processamento. 49. de acordo com os órgãos efetivamente retirados. Tecidos e Células considerando as seguintes situações: No caso do Líquido de Preservação utilizado pertencer ao próprio hospital em que se realiza a retirada de órgãos. 49. A AIH é em nome do doador. O valor do procedimento inclui insumos necessários à execução de todo processamento. A AIH é em nome do doador. A AIH é em nome do doador. realizado em Banco de Tecidos autorizado pelo Sistema Nacional de Transplantes .03. para posterior transplante.SNT. preservação. preservação. os procedimentos referentes aos mesmos devem ser registrados na tela de Procedimentos Realizados da AIH de Ações Relacionadas à Doação de Órgãos. As habilitações dos procedimentos 05. Tecidos e Células realizadas por equipe de outro Estabelecimento de Saúde.2 PROCESSAMENTO DE VÁLVULA CARDÍACA HUMANA Refere-se ao fracionamento. TECIDOS E CELULAS REALIZADAS POR EQUIPE DE OUTRO ESTABELECIMENTO DE SAÚDE e 05. realizada em Banco de Tecidos autorizado pelo SNT. o procedimento deve ser registrado na AIH das Ações Relacionadas à Doação de Órgãos.49. TECIDOS E CELULAS. 49. 83 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . A AIH é em nome do doador. Na AIH ele é terceiro do hospital. embalagem e armazenamento de tubo valvado cardíaco humano.01.005-8 – RETIRADA DE GLOBO OCULAR UNI/BILATERAL PARA TRANSPLANTE exigem as habilitações 2412 .1 PROCESSAMENTO DE TUBO VALVADO CARDÍACO HUMANO Refere-se ao fracionamento.

são os seguintes: CÓDIGO PROCEDIMENTO 05. os procedimentos devem ser registrados em AIH em nome do doador.03. referentes a este procedimento devem ser emitidas em nome do doador. Para a remuneração do primeiro cirurgião o sistema calcula 76.02. em conformidade com o estabelecido na Resolução n.005-3 . 49.02. TECIDOS E CÉLULAS e na tela Procedimentos Realizados.002-9 e 05.AÇÕES RELACIONADAS À DOAÇÃO DE ÓRGÃOS.01. Estes dois códigos não podem ser registrados.10 PROCEDIMENTOS DE RETIRADA DE ÓRGÃOS Os procedimentos especiais de retiradas de órgãos só têm valor na fração SP.002-9 ou o código 05. As AIH. DOADOR CORAÇÃO PARADO E AVALIAÇÃO DE MORTE CEREBRAL O registro do procedimento 05.01.01.01.001-0 deve ser emitida AIH em nome do doador e registrado nos campos Procedimento Solicitado e Procedimento Realizado o código 05.04.001-8 – CONTAGEM DE CELULAS ENDOTELIAIS DA CORNEA. Em ambas as situações.001-4 .03.01. o procedimento especial 05. pelo menos.001-0 AVALIAÇÃO CLÍNICA DE MORTE ENCEFÁLICA DE MAIOR DE 2 ANOS Para o registro dos procedimentos dos 05. conforme a idade do doador. No caso de doador coração-parado.04.001-0.001-4 .02. 49. que tem o valor zerado e na tela Procedimentos Realizados.92% do procedimento no SIGTAP e para o segundo cirurgião 23.001-4 .01. Na tela Procedimentos Realizados devem ser registrados os códigos dos procedimentos especiais realizados.01.12 DOADOR EM MORTE CEREBRAL.04.01.01.003-4 – SEPARACAO BIOMICROSCOPICA DA CORNEA e/ou 05.03.01. Estes procedimentos não permitem registro de outro procedimento principal na 84 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Os procedimentos relativos às atividades relacionadas à avaliação e diagnóstico de morte cerebral de possível doador de órgãos e tecidos. a retirada de córneas efetivamente ocorrer.02.49.0401.01.AÇÕES RELACIONADAS À DOAÇÃO DE ÓRGÃOS.02.02.º 1480/1997 do CFM.03.002-9 AVALIAÇÃO CLÍNICA DE MORTE ENCEFÁLICA DE MENOR DE 2 ANOS 05. TECIDOS E CÉLULAS. o código 05.002-6 – PROCESSAMENTO DE CORNEA/ESCLERA. registrando na tela Identificação da Internação no campo procedimento solicitado e realizado o procedimento 05.ENTREVISTA FAMILIAR P/ DOAÇÃO DE ÓRGÃOS E/OU TECIDOS P/TRANSPLANTE se.AÇÕES RELACIONADAS À DOAÇÃO DE ÓRGÃOS. registrado no campo Procedimento Solicitado e Procedimento Realizado da tela Identificação da Internação.08% deste valor. TECIDOS E CÉLULAS pode ocorrer quando realizadas atividades em duas situações: doador em morte cerebral e doador coração-parado.11 PROCESSAMENTO DE CÓRNEA/ESCLERA Neste procedimento estão incluídos todos os procedimentos necessários em nível hospitalar e ambulatorial – Separação e Avaliação Biomicroscópica da Córnea/Esclera e Contagem Endotelial da Córnea. somente pode ser registrado o procedimento 05. concomitantemente na mesma AIH. e na tela Procedimentos Realizados o código 05.

conforme determina a Resolução n.º 1480/1997 do Conselho Federal de Medicina.DIARIA DE UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA DE PROVÁVEL DOADOR DE ÓRGÃO.01.06. c.003-0 ENCEFALICA O procedimento destinado às ações necessárias para a manutenção de paciente em morte encefálica sob condições adequadas à viabilização da doação de órgãos e tecidos é o 05. Os exames complementares a serem observados para constatação de morte encefálica deverão demonstrar de forma inequívoca: a. de 1 a 2 anos incompletos: um dos exames citados no Art. "b" e "c". 49.06.03.2 eletroencefalogramas com intervalo de 48 horas entre um e outro. c. alíneas "a". b. É possível.2 eletroencefalogramas com intervalo de 24 horas entre um e outro. Os exames complementares serão utilizados por faixa etária.13.1 Retirada de órgãos efetuada no hospital em que foi realizado o procedimento de ações relacionadas à doação de órgãos. b.01.001-4 (4 VASOS) ECO DOPPLER COLORIDO CEREBRAL P/ DIAGNOSTICO DE MORTE 05. 6º.13 RETIRADA DE ÓRGÃOS No caso de morte cerebral confirmada. serão necessárias ações por parte do hospital e da equipe profissional para a da manutenção hemodinâmica do doador e para a retirada de órgãos: O processo de retirada de órgãos pode ocorrer em uma das seguintes situações abaixo: 49. ausência de atividade metabólica cerebral ou.13.04. Nesta hipótese. serão necessários 2 exames com intervalo de 12 horas entre um e outro.1 Retirada processada por equipe profissional deste mesmo hospital. de 7 dias a 2 meses incompletos . Quando optar-se por eletroencefalograma.06. Para avaliação da morte encefálica devem ser realizados e registrados exames gráficos para o diagnóstico de morte encefálica. ausência de perfusão sangüínea cerebral. a AIH deve ser emitida em nome do doador registrando-se nos campos Procedimentos Solicitados e realizados da tela 85 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .1. mais de 2 anos .004-5 .um dos exames citados nas letras "a". de 2 meses a 1 ano incompleto . d. conforme abaixo especificado: a. no entanto.mesma AIH.01. "b" e "c" acima. Os códigos no SIGTAP para estes procedimentos são os seguintes: CÓDIGO DESCRIÇÃO 05. tecidos e células: 49.004-9 ELETROENCEFALOGRAMA P/ DIAGNOSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA ANGIOGRAFIA CEREBRAL P/ DIAGNÓSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA 05. o registro na mesma AIH de procedimentos especiais que comprovam a morte cerebral. ausência de atividade elétrica cerebral ou.

poderá também registrar os procedimentos relativos a estes líquidos.03.01.03.03.004-0 05.01.03.004-9 05.03.001-5 .001-5 05.01.1.01. Tecidos e Células e na tela Procedimentos Realizados o código 05.01.002-3 05. Podem ser registrados na tela Procedimentos Realizados da AIH do doador.Ações Relacionadas à Doação de Órgãos. CÓDIGO 05.002-9 05.03.03.Manutenção hemodinâmica de possível doador e taxa de sala p/ retirada de órgãos.ACOES RELACIONADAS À DOACAO DE ORGAOS.03.006-6 05.03.02.001-0 05.03.003-0 05.01.03.03.07. emite-se uma AIH em nome do doador para o hospital em que ocorreu a retirada.02. portanto compatibilidade entre estes procedimentos principais e estes procedimentos especiais.002-2 05.001-4 05.Identificação da Internação.03.03.01.004-5 05.03.06.04.005-8 05.01.03.003-1 05.03.03. o código 05.001-0 05.001-4 . registrando-se nos campos procedimentos solicitado e realizado da tela Identificação da Internação.002-2 .007-4 05.03.03.ACOES RELACIONADAS À DOACAO DE ORGAOS.03.03.002-9 05.005-3 PROCEDIMENTO ANGIOGRAFIA CEREBRAL P/ DIAGNÓSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA (4 VASOS) CINTILOGRAFIA RADIOISOTÓPICA CEREBRAL P/ DIAGNOSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA ECO DOPPLER COLORIDO CEREBRAL P/ DIAGNOSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA ELETROENCEFALOGRAMA P/ DIAGNOSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA TIPAGEM SANGÜÍNEA ABO E OUTROS EXAMES HEMATOLÓGICOS EM POSSÍVEL DOADOR ÓRGÃOS AVALIAÇÃO CLINICA DE MORTE ENCEFÁLICA EM MAIOR DE 2 ANOS AVALIAÇÃO CLINICA DE MORTE ENCEFÁLICA EM MENOR DE 2 ANOS AÇÕES RELACIONADAS À DOAÇÃO DE ÓRGÃOS TECIDOS E CÉLULA MANUTENÇÃO HEMODINÂMICA DE POSSÍVEL DOADOR E TAXA DE SALA P/ RETIRADA DE ÓRGÃOS RETIRADA DE CORAÇÃO (P/ TRANSPLANTE) RETIRADA DE CORAÇÃO P/ PROCESSAMENTO DE VÁLVULA / TUBO VALVADO / TRANSPLANTE RETIRADA DE FÍGADO (P/ TRANSPLANTE) RETIRADA DE GLOBO OCULAR UNI / BILATERAL (P/ TRANSPLANTE) RETIRADA DE PÂNCREAS (P/ TRANSPLANTE) RETIRADA DE PULMÕES (P/ TRANSPLANTE) RETIRADA UNI / BILATERAL DE RIM (P/ TRANSPLANTE) COORDENAÇÃO DE SALA CIRÚRGICA P/ RETIRADA DE ÓRGÃOS E TECIDOS P/ TRANSPLANTE DESLOCAMENTO INTERESTADUAL DE EQUIPE PROFISSIONAL P/ RETIRADA DE ÓRGÃOS DESLOCAMENTO DE EQUIPE PROFISSIONAL P/ RETIRADA DE ÓRGÃOS – INTERMUNICIPAL DIÁRIA DE UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA DE PROVÁVEL DOADOR DE ÓRGÃOS ENTREVISTA FAMILIAR P/ DOAÇÃO E/ OU TECIDOS P/ TRANSPLANTE 49.01.03.003-7 05. Se o hospital for o fornecedor dos líquidos de preservação de órgãos.001-4 .03. conforme os 86 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .13.003-6 05. TECIDOS E CELULAS e na tela Procedimentos Realizados os procedimentos especiais realizados.01.04.001-4 05.04. o código 05.03.04.04.06.06.2 Retirada processada por equipe profissional proveniente de outro(s) hospital (is) Nesta hipótese.01.06.03. com o Procedimento 05. TECIDOS E CELULAS realizadas por Equipe de Outro Estabelecimento todos os procedimentos relacionados à manutenção hemodinâmica do doador e os de retirada de órgãos constantes da tabela abaixo havendo.008-2 05.03.

MANUTENCAO HEMODINAMICA DE POSSIVEL DOADOR E TAXA DE SALA P/ RETIRADA DE ORGAOS. tecidos e células realizadas por equipe de outro estabelecimento. (exceto córnea).003-7 . tecidos e células Pode ser realizada por equipe profissional deste segundo hospital ou de outro(s) para onde o paciente tenha sido transferido para a efetivação da retirada. devendo nesta hipótese serem emitidas tantas AIH quantos forem os Procedimentos Realizados (retirada de órgãos por equipes distintas). os respectivos códigos devem ser registrados na AIH de retirada. Nas retiradas de órgãos realizadas por equipe proveniente de outro hospital.04. devem ser emitidas tantas AIH quantos forem os Procedimentos Realizados.002-2 – ações relacionadas à doação de órgãos.03.04.001-5 .Deslocamento de equipe profissional p/ retirada de órgãos – intermunicipal. Para remuneração adicional do primeiro cirurgião e por equipe intermunicipal (distâncias acima e 100 km. registrando-se nos campos procedimento solicitado e realizado da tela Identificação da Internação o código 05.3 Retirada processada em hospital distinto do das ações relacionadas A retirada pode ser realizada em hospital distinto de onde foi realizado o procedimento de ações relacionadas à doação de órgãos.Deslocamento interestadual de equipe profissional p/ retirada de órgãos. E se for realizado por equipe intermunicipal.01.03. excetuando-se a retirada de córnea.03. No caso da retirada de órgão ser realizada por mais de uma equipe. 49.) deve ser registrado o 05.04. deverá 87 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Deve ser observado que não é permitido registro concomitante destes líquidos na AIH do hospital e nas AIH das equipes. No caso de líquido de preservação fornecido pela equipe de retirada. devem ser registrados na respectiva AIH de retirada.002-9 .003-7 DESLOCAMENTO DE EQUIPE PROFISSIONAL P/ RETIRADA DE ÓRGÃOS – INTERMUNICIPAL o que também vai permitir a remuneração adicional do primeiro cirurgião. Quando a retirada de órgãos for realizada por equipe interestadual deve ser registrado também. exceto nos casos de córnea e rim.órgãos efetivamente retirados. (exceto para córnea e rim). desde que por equipes distintas. deve ser emitida uma AIH para cada retirada de órgão.03. deve ser emitida uma única AIH. o procedimento 05. Se for uma única equipe. (distâncias acima de 100 km) o procedimento 05.03.13.04. Devem ser obedecidas as seguintes orientações: 05. seus respectivos códigos. as AIH devem ser emitidas para o hospital que deslocou a equipe. observando-se que não é permitido o registro concomitante do líquido de preservação na AIH do hospital onde foi executada a retirada e nas AIH das equipes quando estas são de outro hospital. registrando os respectivos códigos na tela Procedimentos Realizados dessa AIH. Quando a retirada de órgãos for realizada por equipe interestadual deve ser registrado também o procedimento 05.002-9 . No caso dos líquidos de preservação fornecidos pela equipe de retirada. registrando ainda os procedimentos especiais referentes ás retiradas.DESLOCAMENTO INTERESTADUAL DE EQUIPE PROFISSIONAL P/ RETIRADA DE ÓRGÃOS para possibilitar a remuneração adicional do primeiro cirurgião.03. ou seja.03.

004-5 .08. 49.03.011-1 06.004-9 06.14 Intercorrências Pós-Transplante Para os procedimentos relativos à intercorrência pós-transplante.015-4 PROCEDIMENTO BASILIXIMABE 20MG INJETÁVEL (POR FRASCO-AMPOLA) P/ TRANSPLANTE CICLOSPORINA 10MG P/ TRANSPLANTE (POR CÁPSULA) CICLOSPORINA 100MG P/ TRANSPLANTE (POR CÁPSULA) CICLOSPORINA 25MG P/ TRANSPLANTE (POR CÁPSULA) CICLOSPORINA 50MG P/ TRANSPLANTE (POR CÁPSULA) DACLIZUMABE 5MG/ ML INJETÁVEL P/ TRANSPLANTE (POR FRASCO DE 5 ml) IMUNOGLOBULINA EQÜINA ANTILINFÓCITOS 100MG INJETÁVEL P/TRANSPLANTE (POR FRASCO-AMPOLA 0. A AIH emitida para realização deste procedimento tem validade de 31 (trinta) dias.08.03.03.03.08. registrando nos campos Procedimento solicitado e Procedimento Realizado da tela Identificação da Internação o código 05.ser emitida uma AIH (apenas uma.014-6 06.013-8 06.08.03.08.001-4 06.03.006-5 06. deve ser emitida AIH em nome do paciente e registrar nos campos Procedimento Solicitado e Procedimento Realizado da AIH.03.03.03.03.08.001-0 . sendo que.007-3 06.002-2 .ACOES RELACIONADAS À DOACAO DE ORGAOS TECIDOS E CELULAS realizadas por equipes de outro estabelecimento.001-5 .08. IMUNOGLOBUL OBTIDA/COELHO ANTITIMOCITOS HUMANOS 25MG INJETÁVEL P/TRANSPLANTE (POR FRASC-AMP).008-1 06.08.012-0 06.MANUTENCAO HEMODINAMICA DE POSSIVEL DOADOR E TAXA DE SALA P/ RETIRADA DE ORGAOS e 05.03.03.03. E na tela Procedimentos Realizados.08.08.03.009-0 06. O número de diárias utilizadas por AIH será registrado na 1ª linha da Tela Procedimentos Realizados.15 Medicamentos para Pacientes Transplantados Os medicamentos para administração em pacientes transplantados são pagos com recursos do FAEC. o código 05. IMUNOGLOBULI OBTIDA/COELHOANTITIMOCITOS HUMANOS 200MG INJETÁVEL P/TRANSPLANTE (POR FRASC-AMP).08.5ML) IMUNOGLOBULINA HIPERIMUNE ANTI-HBS .P/ TRANSPLANTE (FRASCOAMPOLA 2 ml E 10 ml) IMUNOGLOBU OBTIDA/COELHO ANTITIMÓCITOS HUMANOS 100MG INJETÁV.01.003-0 06.5ML) 88 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Estão descriminados no SIGTAP sob os códigos descritos abaixo: CODIGO 06. METILPREDNISOLONA 500MG INJETÁVEL P/TRANSPLANTE (POR FRASCO AMPOLA) MICOFENOLATO DE MOFETILA 500MG P/TRANSPLANTE (POR COMPRIMIDO) MICOFENOLATO DE SÓDIO 360MG P/TRANSPLANTE (POR COMPRIMIDO) MUROMONABE CD3 5MG INJETÁVEL P/TRANSPLANTE (POR FRASCO AMPOLA DE 0.02.06.COORDENACAO DE SALA CIRURGICA P/ RETIRADA DE ORGAOS E TECIDOS P/ TRANSPLANTE. independentemente do número de órgãos retirados) em nome do doador.03. os quais possuem códigos no SIGTAP (abaixo listados).002-2 06.08.005-7 06.03.08.08. Registrar também em Procedimentos Realizados. os medicamentos administrados e suas dosagens. os códigos 05.010-3 06. decorrido este prazo e havendo necessidade de permanência do paciente em regime de internação.08.TRATAMENTO DE INTERCORRENCIA POS TRANSPLANTE DE ORGAOS/CELULAS-TRONCO HEMATOPOIETICOS.04.03. a AIH deve ser encerrada e solicitada emissão de nova. P/TRANSPLANTE (POR FRASC-AMP).03. 49.03.

Não Aparentado O limite de registro por AIH é de 30 (trinta) dias. Em caso de necessidade de continuação do tratamento. É.19 Transplante Alogênico de Células-Tronco Hematopoiéticas de Medula Óssea .08.08. É.017-0 60ML) 06. para o paciente.08.018-9 SIROLIMO 2 MG P/ TRANSPLANTE (POR DRÁGEA) 06.18 Transplante Alogênico de Células-Tronco Hematopoiéticas de Medula Óssea – Aparentado O limite de registro por AIH é de 15 (quinze) dias. É. não sendo permitido o registro de permanência a maior ou Diária de UTI.03. para o paciente.06. entretanto.5MG P/TRANSPLANTE (FRASCO-AMPOLA) 06. não sendo permitido o registro de permanência à maior ou Diária de UTI. Cross Match (provas cruzadas de linfócitos T.019-7 ACROLIMO 0. 89 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . entretanto. permitido o registro dos medicamentos previstos para as intercorrência pós-transplante. 49. 49. hemoterapia e demais procedimentos especiais. poderão ser emitidas novas AIH.03. 49. hemoterapia e demais procedimentos especiais. permitido o registro dos medicamentos previstos para as intercorrências póstransplante. não sendo permitido o registro de permanência a maior e Diária de UTI. para o paciente. permitido o registro dos medicamentos previstos para as intercorrências pós-transplante. entretanto. Em caso de necessidade de continuação do tratamento.016-2 SIROLIMO 1MG P/ TRANSPLANTE (POR DRÁGEA) SIROLIMO 1MG/ML SOLUÇÃO ORAL P/TRANSPLANTE (POR FRASCO DE 06.03.020-0 TACROLIMO MG P/TRANSPLANTE (POR CÁPSULA) 06. AGH e linfócitos B) em possíveis doadores de órgãos devem ser efetuadas pelo SIA-SUS.08. hemoterapia e demais procedimentos especiais. até completar 24 meses da realização do transplante.03.08. podem ser emitidas novas AIH.03.022-7 MICOFENOLATO DE SÓDIO 180MG P/TRANSPLANTE (POR COMPRIMIDO) Os registros de realização de módulo sorológico.16 Atendimento Regime de Hospital-Dia para Intercorrências PósTransplante de Medula Óssea e Outros Órgãos Hematopoiéticos Para atendimento de pacientes pós-transplantes o estabelecimento de saúde deve ser habilitado no código de habilitação 1204 devidamente registrado no CNES. 49.021-9 TACROLIMO 5MG P/TRANSPLANTE (POR CÁPSULA) 06.03.17 Transplante Autogênico de Células-Tronco Hematopoiéticas de Medula Óssea O limite de registro por AIH para o procedimento é de 07 (sete) dias. podem ser emitidas novas AIH. Em caso de necessidade de continuação do tratamento.03. até completar 24 (vinte e quatro) meses da realização do transplante.08.08. HLA Classe I e HLA Classe II. até completar 06 (seis) meses da realização do transplante.

50.004-7 – QUIMIOTERAPIA INTRARTERIAL e 03. Centros de Referência de Alta Complexidade em Oncologia. – TRATAMENTO INTERCORRENCIAS CLINICAS EM PACIENTES ONCOLOGICOS pode realizado por hospitais habilitados ou não para alta complexidade. Diagnóstico. Centros de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (CACON). Unidades e Centros de Referência em Alta Complexidade Cardiovascular estão definidas na Portaria SAS/MS nº 210 de 15 de junho de 2004. DE ser ser da 51.º 741/2005. Esses procedimentos somente poderão ser autorizados pelo gestor. ONCOLOGIA A Portaria GM/MS n.º 2.04. após justificativa técnica do médico assistente. A validade da AIH para internação deste procedimento será de 30 dias/mês. composta por Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Cardiovascular e Centros de Referência de Alta Complexidade em Cardiovascular. Os demais Procedimentos radioterápicos devem ser registrados em APAC. Durante a internação do paciente para tratamento oncológico.º 1.006-3 – QUIMIOTERAPIA INTRACAVITARIA (PLEURAL/ PERICARDICA/PERITONEAL). Prevenção.08.001-3. Reabilitação e Cuidados Paliativos.04.10.04. Tratamento.169/2004 institui a Política Nacional de Atenção Cardiovascular de Alta Complexidade e define a implantação de Redes Estaduais e/ou Regionais de Atenção em Alta Complexidade Cardiovascular.08. 90 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . A quimioterapia dos pacientes deve ser realizada em regime ambulatorial.439/2005.INTERNACAO PARA RADIOTERAPIA EXTERNA (COBALTOTERAPIA OU ACELERADOR LINEAR) poderá ser realizado por hospitais habilitados ou não para alta complexidade. O procedimento 03. onde os valores da quimioterapia estão incluídos nos serviços hospitalares. será mantido o pagamento da quimioterapia por meio de APAC à exceção dos procedimentos 03. a internação será autorizada.04.01. As normas de classificação e credenciamento dos Serviços. definindo Redes Estaduais e/ou Regionais de Atenção Oncológica composta por: Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia. ASSISTÊNCIA CARDIOVASCULAR Portaria GM/MS n. instituiu a Política Nacional de Atenção Oncológica: Promoção. ou a critério deste. As normas de classificação e credenciamentos de Unidades e Centros de Assistência e Autorização dos Centros de Referência de Alta Complexidade em Oncologia estão definidas na Portaria SAS/MS n. devendo registrado como CID principal a neoplasia e como CID secundário o patologia que gerou a internação. Os procedimentos a seguir descritos podem ser realizados em Unidades habilitadas em Assistência em Alta Complexidade Cardiovascular. para serem realizados em hospitais previamente habilitados para alta complexidade em câncer. O procedimento 03. Quando não houver possibilidade de sua realização em regime ambulatorial. Para realização destes procedimentos é necessário que os hospitais estejam habilitados em Alta Complexidade de Assistência Cardiovascular.011-1 .

01. qualquer técnica e Aneurismectomia Toraco-Abdominal.03.06.02. Plastia Arterial com remendo.012-0 04.01.02. é compatível com os materiais códigos 07.005-1 04.06.INCLUI ABDOMINAL.054-0 04.02.05.ANGIOPLASTIA CORONARIANA PRIMÁRIA (INCLUI CATETERISMO).03.026-5 .030-2 04.02.048-5 04.01. Para os procedimentos fica estabelecido: 02.06.06.02.06.06.01.não sendo restrito apenas aos hospitais habilitados como Centros de Referência conforme Portaria SAS/MS n.068-4 04.06. no percentual de até 20% (vinte por cento) sobre o quantitativo total deste procedimento.014-6 04.06.06.06.06. TRATAMENTO CIRÚRGICO DE LESÕES VASCULARES TRAUMÁTICAS DO ABDOME TRATAMENTO DE CONTUSÃO MIOCÁRDICA TRATAMENTO DE FERIMENTO CARDÍACO PERFURO-CORTANTE A realização de cada um dos procedimentos de Aneurismectomia de Aorta Abdominal Infra-renal.004-9 . somente pode ser realizado em hospitais habilitados para a realização de Transplante de Fígado. deve ser realizada exclusivamente nos hospitais habilitados para Transplantes Cardíacos.06. 04.06. cirurgião cardiovascular e cirurgião vascular.005-1 04.06.02.051-0 04.02.02.011-0 04.012-4 04.06.06. realizado por médico radiologista intervencionista.014-3 .02.02. não deverá ultrapassar o percentual de 30% (trinta por cento) do total das cirurgias realizadas (PT SAS/MS n.SHUNT INTRAHEPÁTICO PORTO-SISTÊMICO (TIPS) COM STENT NÃO RECOBERTO.06.052-3 04.004-3 04.053-1 04. 04.010-2 04.06. Tratamento Cirúrgico de Aneurismas das Artérias Viscerais.06.006-7 – CATETER DE TERMODILUIÇÃO e 07.01.059-0 04.06. e não aceita permanência maior.051-5 04.º 21/2004).06.096-0 04.125-0 – CONJUNTO DESCARTÁVEL DE BALÃO INTRA-AÓRTICO.02.058-2 04. (QUALQUER TÉCNICA).016-7 04.06.06.06.06.03.02.01.15.077-3 04.004-3 04.02.06.02.01. CÓDIGO 04.04.050-7 04.097-8 PROCEDIMENTO VALVULOPLASTIA MITRAL PERCUTÂNEA VALVULOPLASTIA TRICÚSPIDE PERCUTÂNEA TROCA DE AORTA DESCENDENTE . 91 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .01.01.02.02.02. ANEURISMECTOMIA TORACO-ABDOMINAL.05.BIÓPSIA ENDOMIOCÁRDICA.06.003-5 04.º 123/2005. ANEURISMECTOMIA TORACO-ABDOMINAL IMPLANTE DE MARCAPASSO TEMPORÁRIO TRANSVENOSO CARDIOGRAFIA CARDIOTOMIA PARA RETIRADA DE CORPO ESTRANHO PERICARDIOCENTESE DRENAGEM COM BIÓPSIA DE PERICÁRDIO TROMBECTOMIA VENOSA EMBOLECTOMIA ARTERIAL TRATAMENTO CIRÚRGICO LESÕES VASCULARES TRAUMÁTICAS DE MEMBRO SUPERIOR UNILATERAL TRATAMENTO CIRÚRGICO LESÕES VASCULARES TRAUMÁTICAS DE MEMBRO SUPERIOR BILATERAL TRATAMENTO CIRÚRGICO LESÕES VASCULARES TRAUMÁTICAS DE MEMBRO INFERIOR UNILATERAL TRATAMENTO CIRÚRGICO LESÕES VASCULARES TRAUMÁTICAS DE MEMBRO INFERIOR BILATERAL TRATAMENTO CIRÚRGICO LESÕES VASCULARES TRAUMÁTICAS DA REGIÃO CERVICAL FASCIOTOMIA PARA DESCOMPRESSÃO DEBRIDAMENTO DE ÚLCERA OU DE TECIDOS DESVITALIZADOS ANEURISMECTOMIA DE AORTA ABDOMINAL INFRA-RENAL TRATAMENTO CIRÚRGICO DE ANEURISMAS DAS ARTÉRIAS VISCERAIS PLASTIA ARTERIAL COM REMENDO.

08.007-4.Cirurgia cardiovascular e procedimentos em cardiologia intervencionista. Nos relatórios do SIGTAP estão as habilitações exigidas para cada procedimento do 04.(0801 e 0806) . Os procedimentos de alta complexidade em epilepsia a seguir relacionados. 08.06. 04. 08. A Portaria SAS/MS n. pode ser realizado também por cirurgião pediátrico com experiência em cirurgia torácica e/ou cirurgião cardiovascular.03 .05.041-2 .Unidade de assistência de alta complexidade cardiovascular.02 . Os procedimentos Eletrofisiológicos Terapêuticos de códigos 04.XX.(0801 e 0807) .06. Os procedimentos de alta complexidade do Grupo 04.06 . não devem exceder em conjunto. 52.010-4 e 04.recém nascidos internados em Unidades de Tratamento Intensivo Neonatal de hospitais gerais e/ou materno-infantis.01.05. o percentual de 50% (cinqüenta por cento) do total dos procedimentos eletrofisiológicos realizados (PT SAS/MS n.º 346/2010 redefiniu as compatibilidades de OPM dos procedimentos da Cirurgia Cardiovascular em todos os procedimentos do Grupo.Cirurgia vascular. 08. Subgrupo 06 exigem habilitação e tem portarias específicas que definem as normas a serem cumpridas pelos estabelecimentos de saúde para sua realização. EPILEPSIA A Portaria SAS/MS n.XXX-X. 92 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Todo procedimento de Alta Complexidade deste elenco exige um ou mais dos seguintes GRUPOS DE HABILITAÇÃO AO MESMO TEMPO PARA UM DETERMINADO PROCEDIMENTO: (0801 e 0803) – (0801 e 0804) – (0801 e 0805) .04 .Centro de referência em alta complexidade cardiovascular.º 756/2005 estabelece normas específicas para credenciamento e habilitação em Serviço de Assistência de Alta Complexidade de Investigação e Cirurgia da Epilepsia.05 .Cirurgia cardiovascular pediátrica. Os procedimentos que envolvem marcapasso de mais de uma câmera/cardiodesfibrilador são exclusivos dos Centros de Referência em Alta Complexidade Cardiovascular.06.05.002-2– ANGIOPLASTIA CORONARIANA COM IMPLANTE DE DUPLA PRÓTESE INTRALUMINAL ARTERIAL.(0802 e 0804) .07 – Laboratório de eletrofisiologia.03. não deve exceder o total de 20% (vinte por cento) do total das angioplastias coronarianas realizadas.04.013-9. só podem ser registrados na AIH quando realizados em Serviços de Assistência de Alta Complexidade de Investigação e Cirurgia da Epilepsia.(0802 e 0803) .(0802 e 0805) – (0802 e 0806) . 04.(0802 e 0807).º 123/2005).Cirurgia vascular e procedimentos endovasculares extra cardíacos.06.CORREÇÃO DA PERSISTÊNCIA DO CANAL ARTERIAL NO RECÉM-NASCIDO . 08.06.01 . cirurgia cardiovascular e procedimentos de cardiologia intervencionista. 08. As habilitações da Cardiovascular são as seguintes: 08.06.

009-1 – EXPLORAÇÃO DIAGNÓSTICA PELO VIDEO-EEG C/ OU S/ USO DE ELETRODO ESFENOIDAL.005-2 – MICROCIRURGIA PARA LOBECTOMIA TEMPORAL OU AMIGDALO-HIPOCAMPECTOMIA e 04.002-8 – EXPLORAÇÃO DIAGNÓSTICA.04. CIRÚRGICA P/ IMPLANTAÇÃO ELETRODOS INVASIVOS UNILATERAL.001-7 AJUSTE MEDICAMENTOSO DE SITUAÇÕES NEUROLÓGICAS AGUDIZADAS .03.º 221/2005 instituiu a Política Nacional de Atenção de Alta Complexidade em Traumato-Ortopedia.004-4 .MICROCIRURGIA PARA LESIONECTOMIA COM MONITORAMENTO INTRAOPERATÓRIO. 04. 04.11.03.009-5 – TRANSECÇÕES SUBPIAIS MÚLTIPLAS EM ÁREAS ELOQÜENTES. de caráter técnico.05. O procedimento clínico 03. 53.03. 04.03.003-6 . equipamentos e recursos humanos capazes de prestar assistência em traumatologia e ortopedia. INCLUI VIDEO-EEG.11. 04.03.03.06. 04.º 90/2009 define Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Traumatologia e Ortopedia e Centro de Referência em Traumatologia e Ortopedia de Alta Complexidade. portanto. As Unidades de Assistência e os Centros de Referência em Traumatologia e Ortopedia podem prestar atendimento nos serviços de: 93 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . e Centros de Referência de Alta Complexidade em Traumato-Ortopedia.instalados em um Centro de Referência de Alta Complexidade em Neurologia.06.03.03.06. não necessitando. Centro de Referência em Traumatologia e Ortopedia de Alta Complexidade é o hospital geral ou especializado em Traumatologia e Ortopedia. HEMISFERECTOMIA OU CALOSOTOMIA 02.007-9 – MICROCIRURGIA PARA RESSECÇÃO UNILOBAR EXTRA TEMPORAL COM MONITORAMENTO INTRAOPERATÓRIO.014-8 – TESTE DE WADA COM AMITAL SÓDICO.MICROCIRURGIA PARA LESIONECTOMIA SEM MONITORAMENTO INTRAOPERATÓRIO. 04.06. que são formadas por: Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Traumato-Ortopedia. instalações físicas. TRAUMATOLOGIA-ORTOPEDIA A Portaria GM/MS n.006-0 – MICROCIRURGIA PARA RESSECÇÕES MULTILOBARES.03. que exerça o papel auxiliar. INCLUI VIDEO-EEG.06. 04.para atendimento aos portadores de epilepsia são de média complexidade. Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Traumatologia e Ortopedia é o hospital geral ou especializado que possua condições técnicas.001-0 – EXPLORAÇÃO DIAGNÓSTICA CIRÚRGICA P/ IMPLANTAÇÃO ELETRODOS INVASIVOS BILATERAL. A Portaria SAS/MS n.06.06. ao gestor do SUS na Política de Atenção em Traumatologia e Ortopedia e possua atributos definidos na portaria.06.05.03. devidamente credenciado e habilitado como Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Traumatologia e Ortopedia. habilitado em Investigação e Cirurgia da Epilepsia: 04. que o estabelecimento seja habilitado para a sua realização. e definiu a organização de Redes Estadual e/ou Regional de Atenção em Alta Complexidade em Traumato-Ortopedia.008-7 – MICROCIRURGIA P/ RESSECÇÃO UNILOBAR EXTRA TEMPORAL S/ MONITORAMENTO INTRA-OPERATÓRIO. e 02.06.

bilaterais ou não.03.03. devidos à mesma doença.03.Serviço de Traumatologia e Ortopedia.012-8 04. NEUROCIRURGIA – CIRURGIAS SEQUENCIAIS A Portaria SAS/MS n.03.01.01.014-4 04.01.º 1.04.º 723/2007 altera alguns artigos da Portaria GM/MS n.021-7 04.002-6 Procedimentos Seqüenciais em Ortopedia e/ou Neurocirurgia: PROCED.03. tem quantidade máxima de três e deverão ser registrados em ordem decrescente de complexidade.161/2005 que instituiu a Política Nacional de Atenção ao Portador de Doença Neurológica.01.08. 54. será pago um percentual decrescente do valor de acordo com a ordem em que forem registrados no SISAIH01.02.15.03. Quanto à remuneração. A Portaria SAS/MS n. interdependência e complementaridade realizados em conjunto pela mesma equipe ou equipes distintas.08.PROCEDIMENTOS SEQÜENCIAIS DE COLUNA EM ORTOPEDIA E/OU NEUROCIRURGIA: são atos cirúrgicos com vínculo de continuidade.15.04.021-1 DESCRIÇÃO DERIVAÇÃO VENTRICULAR EXTERNA/ SUBGALEAL CRANIOTOMIA 04.021-1 AUTÓGENO DE ILÍACO COMPLEXA CRANIECTOMIA POR 04. aplicados a órgão único ou região anatômica única ou regiões contíguas.03. e define a implantação de Redes Estaduais e/ou Regionais de Atenção ao Portador de Doença Neurológica formadas por: Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Neurocirurgia. COMPATÍVEIS DA 04. Os Procedimentos Seqüenciais deverão ser registrados no campo procedimentos realizados do SISAIH01.04.01. Serviço de Traumatologia e Ortopedia de Urgência.01.08. Serviço de Traumatologia e Ortopedia Pediátrica (até 21 anos de idade).01.009-8 04.º 723/2007 também redefine o procedimento 04.03.001-2 CRANIOPLASTIA TUMOR ÓSSEO 94 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . executados através de única ou várias vias de acesso e praticados sob o mesmo ato anestésico.001-2 CRANIOPLASTIA 04.021-1 AUTÓGENO DE ILÍACO FACIAL TRATAMENTO CIRÚRGICO RETIRADA DE ENXERTO DA CRANIOSSINOSTOSE 04.02.01. PRINCIPAL DESCRIÇÃO PROCED.03.002-6 . e Centros de Referência de Alta Complexidade em Neurocirurgia. A Portaria estabelece as diretrizes para o credenciamento em Traumatologia e Ortopedia.009-8 CEREBRAL ENDOSCÓPICA EXTERNA OU SUBGALEAL RECONSTRUÇÃO RETIRADA DE ENXERTO CRANIANA OU CRÂNIO 04.003-9 DESCOMPRESSIVA FOSSA POSTERIOR 04. A complexidade deste procedimento depende dos procedimentos realizados. nos percentuais a seguir: 1º PROCEDIMENTO 100% 2º PROCEDIMENTO 75% 3º PROCEDIMENTO 50% Os procedimentos a seguir correlacionados são os possíveis para o código 04.005-6 RETIRADA DE ENXERTO AUTÓGENO DE ILÍACO MICROCIRURGIA DERIVAÇÃO VENTRICULAR 04.03.

07.07.03.016-1 EXPLORADORA RESSECÇÃO DE RETIRADA DE ENXERTO ELEMENTO VERTEBRAL 04.021-6 04.024-0 DURAL (2 NÍVEIS INCLUI INSTRUMENTAÇÃO) ARTRODESE TÓRACOLOMBO-SACRA POSTERIOR 04.026-7 (1 NÍVEL-INCLUI INSTRUMENTAÇÃO) ARTRODESE TÓRACOLOMBO-SACRA POSTERIOR 04.08.03.03. 04.04.017-4 TORACOTOMIA EXPLORADORA LAPAROTOMIA EXPLORADORA 04.051-8 VERTEBRAIS TÓRACO.01.04.019-4 CERVICAL (C4) POSTERIOR 04.0003-0 CEREB FOSSA EXTERNA OU SUBGALEAL POSTERIOR RETIRADA DE ENXERTO 04.08.050-0 VERTEBRAIS CERVICAIS AUTÓGENO DE ILÍACO (INCLUI RECONSTRUÇÃO) RETIRADA DE ENXERTO RESSECÇÃO DE 2 OU 04. INCLUI INSTRUMENTAÇÃO) 04.020-8 04.03.03.08.08.03.MICROCIRURGIA P/ 04.023-2 (1 NÍVEL INCLUI INSTRUMENTAÇÃO) RESSECÇÃO DE TUMOR ARTRODESE TÓRACO04.03.01.08.03.009-8 04.03.03.03.03.08.04.016-1 RAQUIMEDULAR EXTRALOMBO-SACRA ANTERIOR 04.04.04.029-1 (DOIS NÍVEIS.021-1 AUTÓGENO DE ILÍACO POSTERIOR/POSTEROLATERAL / DISTAL A C2 95 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .08.027-5 (3 NÍVEIS INCLUI INSTRUMENTAÇÃO) ARTRODESE TÓRACOLOMBO-SACRA POSTERIOR.08.08.03.08.08.03.021-1 AUTÓGENO DE ILÍACO ARTRODESE OCCIPTO04.12.018-6 CERVICAL (C3) POSTERIOR ARTRODESE OCCIPTO04.08.017-4 EXPLORADORA LOMBO-SACROS (INCLUI LAPAROTOMIA RECONSTRUÇÃO) 04.03.03.0.08.016-1 RESSECÇÃO DE 2 OU MAIS CORPOS RETIRADA DE ENXERTO 04.021-1 04.001-2 CRANIOPLASTIA TUMOR BASE DO CRÂNIO CRANIOTOMIA P/RETIRADA TUMOR DERIVAÇÃO VENTRICULAR 04.04.08.04.012-9 04.08.053-4 04.03.022-4 ARTRODESE OCCIPTOCERVICAL (C5) POSTERIOR ARTRODESE OCCIPTOCERVICAL (C6) POSTERIOR ARTRODESE OCCIPTOCERVICAL (C7) POSTERIOR ARTRODESE TÓRACOLOMBO-SACRA ANTERIOR 04.08.04.021-1 AUTÓGENO DE ILÍACO MAIS CORPOS TORACOTOMIA 04.03.03.12.08.03.04.

(MAIS DE 2 SEGMENTOS) RESSECÇÃO DE ELEMENTO VERTEBRAL RETIRADA DE ENXERTO 04.08.03.054-2 POSTERIOR/POSTERO04.08.04.021-1 AUTÓGENO DE ILÍACO LATERAL DISTAL A C2 (ATE 2 SEGMENTOS) RESSECÇÃO DE UM RETIRADA DE ENXERTO 04.08.03.055-0 CORPO VERTEBRAL 04.08.04.021-1 AUTÓGENO DE ILÍACO CERVICAL RETIRADA DE ENXERTO 04.08.04.021-1 AUTÓGENO DE ILÍACO RESSECÇÃO UM CORPO TORACOTOMIA VERTEBRAL TÓRACO04.08.03.051-9 04.12.04.017-4 EXPLORADORA LOMBO-SACRO (INCLUI RECONSTRUÇÃO) LAPAROTOMIA 04.07.04.016-1 EXPLORADORA RETIRADA DE ENXERTO REVISÃO ARTRODESE 04.08.04.021-1 AUTÓGENO ILÍACO /TRATAMENTO CIRÚRGICO TORACOTOMIA 04.08.03.061-5 DE PSEUDARTOSE DA 04.12.04.017-4 EXPLORADORA COLUNA TÓRACO-LOMBOLAPAROTOMIA SACRA ANTERIOR 04.07.04.016-1 EXPLORADORA REVISÃO ARTRODESE / TRATAMENTO CIRÚRGICO RETIRADA DE ENXERTO DE PSEUDARTROSE DA 04.08.04.021-1 04.08.03.062-3 AUTÓGENO DE ILÍACO COLUNA CERVICAL POSTERIOR RETIRADA DE ENXERTO REVISÃO ARTRODESE / 04.08.04.021-1 AUTÓGENO DE ILÍACO TRATAMENTO CIRÚRGICO TORACOTOMIA 04.08.03.063-1 DE PSEUDARTROSE DA 04.12.04.017-4 EXPLORADORA COLUNA TÓRACO-LOMBOLAPAROTOMIA SACRA POSTERIOR 04.07.04.016-1 EXPLORADORA REVISÃO ARTRODESE TRATAMENTO CIRÚRGICO RETIRADA DE ENXERTO 04.08.03.064-0 DE PSEUDOARTORSE DA 04.08.04.021-1 AUTÓGENO DE ILÍACO COLUNA CERVICAL ANTERIOR

Cada procedimento informado deve ser seguido nas linhas imediatamente abaixo com as OPM correspondentes. Só registrar o código da segunda cirurgia quando encerrar todas as OPM da primeira cirurgia e assim sucessivamente. Se não for obedecida esta lógica, haverá rejeição da AIH. As OPM são pagas integralmente para todas as cirurgias. A Portaria SAS/MS n.º 694 incluiu novas cirurgias seqüenciais em neurocirurgia compatíveis com o código 04.15.02.002-6 - Procedimentos Seqüenciais em Ortopedia e/ou Neurocirurgia, conforme a seguir relacionado:
PROCEDIMENTO PRINCIPAL SEQÜENCIAL

PROCEDIMENTO PRINCIPAL

04.03.01.011-0 Descompressão de órbita 04.03.01.001-2 Cranioplastia por doença ou trauma 04.03.01.014-4 Reconstrução craniana/crânio-facial 04.03.01.026-8 Tratamento cirúrgico de fratura do crânio c/ afundamento 04.03.01.027-6 Tratamento cirúrgico de hematoma extradural 04.03.01.001-2 Cranioplastia 04.03.01.001-2 Cranioplastia 04.03.01.001-2 Cranioplastia 04.03.01.026-8 - Tratamento
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cirúrgico de fratura do crânio c/ afundamento 04.03.01.028-4 Tratamento cirúrgico de hematoma intracerebral 04.03.01.030-6 Tratamento cirúrgico de hematoma subdural agudo 04.03.01.028-4 Tratamento cirúrgico de hematoma intracerebral 04.03.01.026-8- Tratamento cirúrgico de fratura do crânio c/ afundamento 04.03.01.030-6- Tratamento cirúrgico de hematoma subdural agudo 04.03.01.027-6- Tratamento cirúrgico de hematoma extradural 04.03.01.026-8- Tratamento cirúrgico de fratura do crânio c/ afundamento 04.03.01.028-4-Tratamento cirúrgico de hematoma intracerebral 04.03.01.027-6- Tratamento cirúrgico de hematoma extradural 04.03.01.001-2 Cranioplastia 04.03.01.001-2 Cranioplastia 04.03.01.001-2 Cranioplastia 04.03.01.001-2 Cranioplastia 04.03.01.001-2 Cranioplastia 04.03.01.001-2 Cranioplastia

04.03.01.030-6 Tratamento cirúrgico de hematoma subdural agudo

04.03.01.033-0 Tratamento cirúrgico de platibasia e malformação de arnold chiari 04.03.03.005-6 Craniectomia por tumor ósseo 04.03.03.012-9 Microcirurgia p/ tumor da base do crânio 04.03.03.013-7 Microcirurgia p/ tumor de órbita 04.03.03.014-5 Microcirurgia p/ tumor intracraniano 04.03.03.015-3 Microcirurgia p/ tumor intracraniano (c/ técnica complementar)

A Portaria define também que em todo tratamento cirúrgico de aneurisma cerebral múltiplo a liberação do procedimento deve ser mediante autorização do gestor local. Nos casos de urgência/emergência o tratamento cirúrgico deve ser justificado ao gestor local posteriormente à sua execução.

55. DISTÚRBIOS DO SONO – POLISSONOGRAFIA
O procedimento 02.11.05.010-5 - POLISSONOGRAFIA, incluído pela Portaria SAS/MS n.º 165/1998, somente pode ser realizado por Hospitais Universitários habilitados para alta complexidade em neurocirurgia e que possuam profissionais com título de especialista em psiquiatria, pneumologia, bem como odontólogos com especialização em aparelhos extra-orais para apnéia.

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56. GASTROPLASTIA
O procedimento e o material compatível constante nas tabelas de procedimentos e compatibilidade, somente podem ser realizados/registrados por hospital que esteja previamente habilitado como Centro de Referência em Cirurgia Bariátrica. As despesas decorrentes do tratamento cirúrgico de Obesidade Mórbida serão custeadas com recursos do FAEC e consideradas procedimento estratégico. No procedimento 04.07.01.018-1 – GASTROPLASTIA VERTICAL COM BANDA, já estão incluídos no seu valor as OPM: 07.02.05.00-40 – CARGA PARA GRAMPEADOR LINEAR CORTANTE, 07.02.05.028-8 – GRAMPEADOR LINEAR CORTANTE, não sendo registrado à parte no SISAIH01. As unidades que efetuarem a avaliação inicial e os Centros de Referência devem observar o Protocolo de Indicação de Tratamento Cirúrgico da Obesidade Mórbida – Gastroplastia, sendo obrigatório o preenchimento de todas as informações contidas no protocolo, aprovado, na forma do anexo I da Portaria GM/MS n.º 628/2001. Considerando a necessidade de criar mecanismos que facilitem o acesso aos pacientes submetidos à Gastroplastia, aos procedimentos de cirurgia plástica corretiva a portaria GM/MS n.º 545/2002 incluiu os procedimentos abaixo: PROCEDIMENTO DESCRIÇÃO
04.13.04.005-4 04.13.04.008-9 04.13.04.007-0 04.13.04.006-2 04.15.02.001-8 Dermolipectomia Abdominal pós Gastroplastia Mamoplastia pós Gastroplastia Dermolipectomia Crural pós Gastroplastia Dermolipectomia Braquial pós Gastroplastia Cirurgias Plásticas Seqüenciais em pacientes pós Gastroplastia

O registro do procedimento 04.15.02.001-8 - CIRURGIAS PLÁSTICAS SEQÜENCIAIS EM PACIENTES PÓS GASTROPLASTIA é efetuado da seguinte forma: Podem ser registrados simultaneamente (no máximo 02 procedimentos) por AIH, quando as condições clínicas do paciente assim o permitirem. A AIH deverá ter como Procedimento Solicitado e Realizado o código 04.15.02.001-8. Os Procedimentos Realizados devem ser registrados na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. Quando for realizado qualquer procedimento relativo à Gastroplastia deve ser preenchido o formulário de Indicação de Cirurgia Plástica Reparadora Pós Gastroplastia que obrigatoriamente fará parte do prontuário médico. Para registro desses procedimentos, deve ser digitado no campo específico “AIH Anterior” o n.º da AIH referente à cirurgia de Gastroplastia realizada no paciente. O paciente pode realizar a cirurgia em outro hospital diferente do que realizou a Gastroplastia, desde que este outro estabelecimento seja habilitado em obesidade mórbida.

57. TRATAMENTO DA OSTEOGENESIS IMPERFECTA
Portaria GM/MS n.º 2305/2001 aprova o Protocolo de Indicação de Tratamento Clínico da osteogêneses imperfecta com pamidronato dissódico no âmbito do SUS. O Protocolo deve ser observado na avaliação inicial dos pacientes, na indicação do procedimento clínico e na descrição da evolução do
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pelas unidades que efetuarem a avaliação inicial e pelos Centros de Referência que realizarem o procedimento e o acompanhamento clínico dos pacientes. A portaria também aprova a Ficha de inclusão de Pacientes no Tratamento da Osteogêneses Imperfecta TOI no SUS. executem ações de triagem e avaliação. de 06 de julho 2000. o Grupo de Procedimentos e os procedimentos. incluindo triagem e avaliação nutricional. A fórmula nutricional completa exclui qualquer tipo de dieta artesanal e semi-artesanal.tratamento. suas competências e qualidades.º 63. em 99 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . São Centros de Referência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional. Inclui na Tabela de Procedimentos do SIH/SUS. de manipulação/fabricação. dispensação e administração da fórmula nutricional. que aprova o Regulamento Técnico da Nutrição Enteral. conforme definido na Resolução de Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária n.04. como procedimento estratégico.º 120/2009 aprovou as Normas de Classificação e Credenciamento/ Habilitação dos Serviços de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional Enteral e Enteral/ Parenteral. indicação e acompanhamento nutricional. Definiu as Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional e Centros de Referência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional. caseína.03. gordura. materiais. As despesas decorrentes do TOI são custeadas com recursos do FAEC. etc.002-5 somente pode ser realizado/registrado por hospital que esteja previamente habilitado como Centro de Referência em Osteogêneses Imperfecta. leite ou proteína de soja. Normas para Cadastramento e Centros de Referência em Osteogêneses Imperfecta.04. nasogástrica. São Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional. daqueles pacientes a ele submetidos. equipamentos e recursos humanos adequados à prestação de assistência integral e especializada em nutrição enteral ou enteral/parenteral. As dietas artesanais ou semi-artesanais administradas por sondas. além de preencherem os critérios previstos para Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional. a pacientes em risco nutricional ou desnutridos. podendo ainda ser responsável pela manipulação/fabricação. É obrigatório o preenchimento de todas as informações contidas na Ficha de Inclusão de Pacientes ao TOI. TERAPIA NUTRICIONAL A Portaria SAS/MS n. as unidades hospitalares que.002-5 . Nutrição enteral é aquela fórmula nutricional completa. ovo. de jejunostomia ou de gastrostomia.03. dispensação e administração da fórmula enteral e/ou parenteral necessária. 58.INTERNACAO PARA ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAÇÃO ESPECÍFICA PARA O TOI No valor do procedimento estão incluídos os medicamentos. abaixo descritos: 03. as unidades hospitalares que possuírem condições técnicas. O procedimento 03. insumos e exames necessários para o tratamento. indicação e acompanhamento nutricional. instalações físicas. administrada através de sondas nasoentérica. a partir de maltodextrina.

01. que aprova o Regulamento Técnico da Nutrição Enteral.09.009-8 03.009-8.º 381/2009.09.CATETERISMO DE VEIA CENTRAL POR PUNCAO foi excluído do SIGTAP pela Portaria SAS/MS n.003-9 03. 03. que aprova o Regulamento Técnico da Nutrição Parenteral e a Resolução de Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária N. são excludentes com os procedimentos 03. Nutrição parenteral é aquela administrada por via intravenosa.007-1. vitaminas e minerais. ou seja.09.001-9 .004-5 03. a parenteral. em conformidade com a Portaria SVS/MS n.09. Na administração concomitante de nutrição parenteral e enteral. 03.01.04.01. para suprir as necessidades metabólicas e nutricionais de pacientes impossibilitados de alcançá-la por via oral ou enteral.01.008-0 03. As Empresas Prestadoras de Bens e/ou Serviços contratadas pelos hospitais (EPBS) deverão estar autorizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária.01.15.09. Medicamentos e OPM do SUS.º 63/2000.01.01.01.09.01.005-5 e 03.01.01. estão com seus valores inseridos nos Serviços Hospitalares (SH). Os procedimentos 03.010-1 PROCEDIMENTO LIMITE ÚTIL PASSAGEM DE SONDA NASO 01 ENTÉRICA (INCLUI SONDA) GASTROSTOMIA ENDOSCÓPICA PERCUTÂNEA 01 (INCLUI MATERIAL E SEDAÇÃO) A administração de nutrição enteral NUTRIÇÃO ENTERAL parenteral será remunerada por dia PEDIÁTRICA acordo com a prescrição médica no limite 99 por AIH A administração de nutrição enteral NUTRIÇÃO PARENTERAL parenteral será remunerada por dia PEDIÁTRICA acordo com a prescrição médica no limite 99 por AIH A administração de nutrição enteral NUTRIÇÃO ENTERAL EM parenteral será remunerada por dia NEONATOLOGIA acordo com a prescrição médica no limite 30 por AIH A administração de nutrição enteral NUTRIÇÃO PARENTERAL EM parenteral será remunerada por dia NEONATOLOGIA acordo com a prescrição médica no limite 30 por AIH.09.008-0 e 03.007-1 100 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .pacientes com trato digestivo íntegro. A administração de nutrição enteral parenteral será remunerada por dia NUTRIÇÃO ENTERAL ADULTO acordo com a prescrição médica no limite 99 por AIH A administração de nutrição enteral NUTRIÇÃO PARENTERAL parenteral será remunerada por dia ADULTO acordo com a prescrição médica no limite 99 por AIH 03. CODIGO 03. com ou sem administração diária de lipídios.006-3 03.09. será remunerada a terapia de maior valor.09. independente da faixa etária.09. sendo uma solução ou emulsão composta obrigatoriamente de aminoácidos.006-3 relacionados à nutrição enteral.09.09.01.09. relacionados à nutrição parenteral.º 272/1998. mas com déficit de deglutição.0047.01. O procedimento 04. da Tabela de Procedimentos.01. carboidratos.09.006-3 e de de e de de e de de e de de e de de e de de 03.

Neste procedimento só serão aceitos nos sistemas as concomitâncias de procedimentos do Grupo 04 – Procedimentos Cirúrgicos.003-4 – OUTROS PROCEDIMENTOS COM CIRURGIAS SEQÜENCIAIS. a relação de todos os profissionais que tinham descontos de pensão alimentícia com os dados dos seus respectivos pensionistas.15. no entanto só haverá o cálculo dos valores do primeiro procedimento informado. CADASTRO E PAGAMENTO DE BENEFICIÁRIA DE PENSÃO ALIMENTÍCIA Com a implementação do Sistema de Informação Hospitalar Descentralizado (SIHD) e a habilitação de todos os estados na gestão plena. decorrente de qualquer decisão judicial. aplicados a órgão único ou regiões contíguas. 60. Medicamentos e OPM do SUS o Procedimento 04. A AIH assumirá a complexidade do primeiro procedimento principal registrado no SISAIH01. a responsabilidade pelo pagamento das pensões alimentícias é do gestor estadual ou municipal.002-6 – PROCEDIMENTOS SEQUENCIAIS EM NEUROCIRURGIA E/OU ORTOPEDIA. 101 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Os outros servirão apenas para efeito de informação.02. devendo aceitar os códigos autorizados pelo gestor local e informados na AIH. A partir de então. Nos sistemas SISAIH01 e SIHD não há críticas de restrição às compatibilidades e concomitâncias não definidas em portaria específica e constante no SIGTAP.15. Em abril de 2006. conforme a forma de gestão do SUS. O SISAIH01 aceita o registro de mais de 01 procedimento principal na mesma AIH. exclusões ou qualquer outro assunto que diga respeito à pensões cabe exclusivamente ao gestor local. A título de lembrete: deve ser exigido que o interessado apresente o Mandado Judicial que determinou o desconto e/ou a suspensão da pensão. Estas são atos cirúrgicos com vínculo de continuidade. pagamentos.59. executados por uma ou várias vias de acesso e praticados sob o mesmo ato anestésico e permitindo o registro de procedimentos seqüenciais ainda não formalizados em portarias técnicas específicas e cujas concomitâncias não estejam contempladas na Portaria SAS/MS n.Procedimentos Cirúrgicos. devidos a mesma doença. Os gestores definem a forma para cadastro e pagamento dos beneficiários das pensões de acordo com a legislação vigente. desde que do grupo 04 . Este pagamento de pensão alimentícia é como qualquer outro.02.º 723/2007. o controle de cadastros. As regras para a informação e percentuais de remuneração para o procedimento são as mesmas do procedimento 04. bilaterais ou não. OUTROS PROCEDIMENTOS SEQUENCIAIS COM CIRURGIAS A Portaria SAS/MS n° 662/ 2008 inclui na Tabela de Procedimentos. para dar conhecimento aos gestores locais sobre os pensionistas até então cadastrados no SIH com processamento centralizado. foi disponibilizada na MSBBS. Não é necessário que seja através do sistema da AIH. na área restrita aos gestores. interdependência e complementaridade realizados em conjunto pela mesma equipe ou equipes distintas.

mesmo que estas visitas sejam realizadas pelo mesmo médico. Na Portaria SAS/MS n. Todas as consultas ou visitas médicas feitas ao paciente internado devem ser registradas no sistema.º 312/2002. do Ministério da Saúde. assim como das AIH desbloqueadas com o CID correspondente e o respectivo autorizador. encontram-se os motivos de saída por óbito. Se o procedimento principal de uma AIH for compatível com a idade do paciente. não haverá rejeição se um procedimento especial realizado tenha idade diferente. ALTA POR ÓBITO De acordo com a Portaria SAS/MS n. deverá ser emitido AIH com o código do procedimento que seja compatível com a hipótese diagnóstica levantada. para análise do Serviço de Vigilância Epidemiológica. 102 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .º 20/2005 deve ser avaliada pela equipe da Vigilância Epidemiológica em âmbito Hospitalar ou pelo Serviço de Vigilância Epidemiológica (VE) da Secretaria Municipal de Saúde / Secretaria Estadual de Saúde. Nos procedimentos clínicos o valor referente aos pontos vai para o CPF do médico que foi informado na primeira linha do procedimento principal. 62. mas é obrigatório o CID da causa mortis. 61. O SISAIH01 obriga que na primeira linha seja informado um procedimento principal. Assim sendo. O relatório deverá ser disponibilizado para o Serviço de Vigilância Epidemiológica (VE) em âmbito hospitalar. é considerado óbito hospitalar. identificada através da CID10. independente do fato dos procedimentos administrativos relacionados à internação já terem sido realizados ou não.º 719/2007. e não a data ou competência da apresentação da AIH. As AIH com CID constante da Portaria SAS/MS n. Após o processamento o sistema emite um relatório com a relação das AIH com ANC bloqueadas.Quando numa AIH houver mais de 01 procedimento principal registrado o valor do SP do primeiro procedimento será dividido pelo número de pontos da soma de todos os procedimentos principais informados para efeito de rateio. da Secretaria Municipal de Saúde / Secretaria Estadual de Saúde e para a Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS). AGRAVO DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA Toda AIH com agravos de notificação compulsória (ANC). exceto no caso de Transplantes que é um procedimento especial zerado.º 20/2005 serão bloqueadas pelo SIHD. 63. Anexos I e II da Portaria Conjunta SAS/SVS/MS n. VERIFICAÇÃO DE HABILITAÇÃO DO ESTABELECIMENTO O SIHD verifica a habilitação do estabelecimento na DATA DA ALTA do paciente. se este ocorrer após o paciente ter dado entrada no hospital. Não é necessário o número da Declaração de Óbito no sistema.

Para tanto buscar em http://sigtap.008-8 – DIAGNÓSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGÊNCIA EM CLÍNICA MEDICA: refere-se ao primeiro atendimento de urgência hospitalar com diagnóstico em clínica médica.06. M545 . em que há grande área de tecido afetado nos aspectos de extensão.001-0 . Nestes casos os procedimentos possíveis são aqueles que se referem ao primeiro Atendimento.TRATAMENTO CONSERVADOR DE LUMBAGO OU DORSALGIA REFRATÁRIA. 66. Este procedimento não tem compatibilidade especificada no SIGTAP por atender a necessidades clínicas inerentes ao quadro clínico do paciente e não tem ligação formal ou técnica com nenhum procedimento principal que tenha gerado a internação do paciente. conforme o caso:  03.01.Lumbago com ciática.RATEIO DE PONTOS DE SERVIÇOS PROFISSIONAIS/SP NA AIH A hospitalização de um paciente resultará na geração de valores para SP e SH. É possível que o paciente não apresente nenhum dos CID’s previstos no SIGTAP.64.br No Menu escolher – Relatórios – Relacionamentos – Procedimentos X CID e serão exibidas as opções definidas no sistema.  03.06.01. Taxas de Sala. Ele é um procedimento especial e pode ser registrado em uma AIH de qualquer procedimento principal e será remunerado pelo valor do SIGTAP. 65.º 706/2008 alterou o instrumento de registro do procedimento 03.09. tornando-o AIH Procedimento Secundário. CURATIVO GRAU II O procedimento 04.001-5 .DIAGNÓSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGÊNCIA EM CLÍNICA CIRÚRGICA: refere-se ao primeiro atendimento de urgência hospitalar com diagnóstico para clínica cirúrgica. É uma ação realizada em pacientes que necessitam de cuidados mais complexos. profundidade e exsudato (grau II).029-4 .01.03. onde estão incluídos os valores referentes à: Alimentação. O pagamento dos serviços hospitalares atribuídos a cada um dos Procedimentos Realizados é feito pela soma dos valores correspondentes a coluna dos Serviços Hospitalares SH registrados na AIH.007-0 .06. Materiais 103 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .  03.DIAGNÓSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGÊNCIA EM CLINICA PEDIATRICA: refere-se ao primeiro atendimento de urgência hospitalar com diagnóstico em clínica pediátrica.Dor lombar baixa pode ser pesquisado no SIGTAP os procedimentos permitidos.gov.CURATIVO GRAU II C/ OU S/ DEBRIDAMENTO corresponde ao tratamento de lesão aberta. REGISTRO DO TRATAMENTO DELUMBAGO na AIH A Portaria MS/SAS n. com a finalidade de promover cicatrização e evitar a contaminação e/ou para tratar infecções. Nos casos de pacientes com CID M544 .01.01.datasus.

As anestesias nas AIH cujo procedimento tem como atributo “não inclui anestesia” podem ser realizadas sob anestesia. obtendo-se daí o valor em reais. mediante a divisão do valor em reais dos SP pelo total de pontos dos Procedimentos Realizados. O pagamento de anestesia dos atos cirúrgicos não será por rateio. e sim 30% do valor do SP do procedimento cirúrgico. Os valores pagos aos auxílios cirúrgicos correspondem a 30% da quantidade de pontos do cirurgião para o 1º auxiliar e 20% para os demais auxiliares A remuneração dos SP prestados por cada hospital é feita obedecendo à seguinte sistemática: Somam-se os valores em reais que correspondam aos SP registrados na AIH.P da AIH A seguir. a ser pago.10 Ficando R$ 583. cujo valor de SP é R$ 833. mas correspondem a 30% do valor de SP. um anestesista: Cálculo para apuração dos valores do anestesista: Conforme legislação. o anestesista não recebe por rateio. Medicamentos e exames de apoio diagnóstico de natureza simples como a patologia Clínica e Radiologia. Soma-se o número de pontos correspondentes aos Procedimentos Realizados e prestados por cada uma das pessoas física ou jurídica. Cálculo da quantidade pontos de cada participante (exceto para o anestesista que não tem pontos) Cirurgião = 1800 (a mesma quantidade de ponto do procedimento.10 para ratear com os demais profissionais cujo CPF/CNPJ foram registrados na AIH. 30% de 833. Soma-se o número de pontos correspondentes a todos os Procedimentos Realizados registrados na AIH para obter o valor do ponto do SP por AIH.90 = 583.º de pontos Serviços Profissionais da AIH (2) Valor a ser recebido pelo profissional é igual: N.00 e a quantidade de Pontos = 1800. Do valor bruto devem ser deduzidas as retenções obrigatórias por lei. dois auxiliares. um exemplo detalhado de como encontrar o valor de cada participante de um ato cirúrgico com anestesia: No Hospital X realizou-se o procedimento Y constante na Tabela de Procedimentos.Hospitalares. e que para sua realização foram necessários: um cirurgião. O SIHD gera os valores brutos. Medicamentos e OPM do SUS. Os demais exames têm valores próprios. constante na tabela) 104 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . EXEMPLO: (1) Valor do Ponto Profissional é igual: Valor dos Serviços Profissionais da AIH em Reais menos 30% caso haja registro de anestesia dividido pela soma n.00 – 249. em casos específicos e para eles existem os códigos próprios que podem ser registrados na tela de Procedimentos Realizados do SISAIH01. Considerando que na AIH foi registrado somente este procedimento. O pagamento dos demais profissionais médicos relacionados na AIH é através de rateio após o cálculo dos 30% do anestesista. Multiplica o valor do ponto dos SP pelo total de pontos da pessoa física ou jurídica.00 = R$ 249.90 R$ 833.º de pontos acumulados por profissional na AIH X Valor do Ponto S.

00 105 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .00 0.21596 Calculo para apuração do valor de cada participante Multiplica-se o valor do ponto pela quantidade de ponto de cada participante. os valores do SH são pagos de acordo com os percentuais definidos em cada Portaria específica que incluiu o procedimento na Tabela de Procedimentos do SUS.00 0. R$ 583.00 TRATAMENTO DE 03.700 pontos O valor do ponto será calculado da seguinte forma: Valor do SP menos valor do anestesista dividido pelo total de pontos encontrados.00 0.00 0.001-2 CIRURGIAS MULTIPLAS PROCED.00 0.00 0.002-6 NEUROCIRURGIA E/OU ORTOPEDIA OUTROS PROCEDIMENTOS 04.00 VALOR TOTAL 0.21596 * 360 = R$ 77.00 0.004-2 ANOMALIA CRÂNIO E BUCOMAXILOFACIAL AC NA AC 0. Quando os procedimentos são zerados.003-4 COM CIRURGIAS SEQUENCIAIS PROCEDIMENTO SEQUENCIAL EM 04.00 0.75 Numa mesma AIH pode ser registrado mais de um procedimento principal realizado mesmo quando os procedimentos têm valor do Serviço Hospitalar e Serviços Profissionais diferente de zero.15. Neste caso é pago o valor total do SH do primeiro procedimento informado e o valor dos Serviços Profissionais é rateado de acordo com os pontos de cada procedimento definido no SIGTAP.15.00 0.700 = 0.00 NA 0.15.21596 * 1800 = R$ 388.01.00 AC 0.15.1º auxiliar = 540 (correspondentes a 30% de 1800 pontos do cirurgião) 2º auxiliar = 360 (correspondentes a 20% de 1800 pontos do Cirurgião) Somam-se os pontos calculados para cada participante totalizando 2.10 / 2.21596 * 540 = R$ 116.73 1º auxiliar = 0.00 0. Cirurgião = 0.001-8 REPARADORA PÓS GASTROPLASTIA PROCEDIMENTOS SEQUENCIAIS EM 04. SEQUENCIAIS CIRUR PLÁSTICA 04.02.02.00 AC 0.00 0.02.21596 Valor do ponto = 0. CÓDIGO NOME DO PROCEDIMENTO COMPLEXIDADE* VALOR VALOR SH SP 0.02.18.03.15.62 2º auxiliar = 0.001-3 AFECÇÕES ASSOCIADAS AO HIV/AIDS TRATAMENTO C/ 04.00 0.

qual a quantidade máxima da OPM permitida para aquele procedimento principal. liberação de critica no sistema SIAIH01. o prestador poderá solicitar. SOLICITAÇÃO DE LIBERAÇÃO DE CRÍTICA NO SISAIH01 A solicitação é registrada no momento da digitação da AIH no SISAIH01. Ver no Menu . 106 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Cada procedimento tem a quantidade máxima.04.Alta Complexidade NA – Não se aplica NA 0. quando a OPM constar na compatibilidade com o procedimento principal no SIGTAP e estiver com a quantidade zero.1 CID X PROCEDIMENTO No SIGTAP estão disponíveis informações sobre a compatibilidade entre o Procedimento Realizado e o Diagnóstico Principal informado. existe a quantidade máxima da compatibilidade entre o procedimento principal e OPM.1 MÉDIA DE PERMANÊNCIA Quantidade de dias inferior ao previsto no SIGTAP: Os procedimentos rejeitados por motivo de permanência menor em número de dias (menos de 50% dos dias previstos) do que o definido na tabela de procedimentos.Opção .001-3 TRATAMENTO CIRURGICO EM POLITRAUMATIZADO *AC . 68. Estas compatibilidades são definidas pelas áreas técnicas do Ministério da Saúde e Sociedades de Especialistas. mas que de fato ocorreram em idade diferente. de acordo com a Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID-10).00 0.2 IDADE MENOR E MAIOR Os procedimentos rejeitados por motivo de idade maior ou menor que o definido na tabela de procedimentos. 68. Não existe a possibilidade de liberação de quantidade para OPM. Os motivos de solicitação de liberação de crítica previstos no sistema são: 68.15. Se a quantidade máxima da compatibilidade for 0 (zero). ao gestor.00 67. Ou seja. O SISAIH01 faz a crítica quanto à compatibilidade entre procedimento e a CID-10. mas houve alta precoce do paciente. o prestador poderá solicitar.03. mas a confirmação da liberação ou não é feita pelo gestor no momento do processamento das AIH no SIHD.00 0. vale a quantidade máxima do Procedimento/OPM. liberação de critica informando no sistema. ao gestor.Compatibilidades do SIGTAP. A quantidade máxima é a definida no SIGTAP. porém.COMPATIBILIDADES E EXCLUDÊNCIAS 67. vale a quantidade que consta no procedimento da OPM.

VESICULA.06.03.07.003-7 TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE PELVE / BACIA 02.01.05.05.06.02.017-8 ULTRA-SONOGRAFIA TRANSFONTANELA MARCACAO DE LESAO PRE-CIRURGICA DE LESAO NAO PALPAVEL DE 02.05.01. o prestador poderá solicitar.02.06.05. A partir da competência março de 2011 foi incluída a liberação de crítica de idade para os procedimentos de ultrassonografia obstétrica e VDRL.004-4 ARTICULACOES 02.06.05.001-6 ECOCARDIOGRAFIA DE ESTRESSE 02.002-4 ECOCARDIOGRAFIA TRANSESOFAGICA 02.02.04.001-1 ECODOPPLER TRANSCRANIANO ULTRA-SONOGRAFIA DE ABDOMEN SUPERIOR (FIGADO.01.05.02. 68. ao gestor.07.01.05.004-8 RESSONANCIA MAGNETICA DE COLUNA LOMBO-SACRA 02.004-0 TOMOGRAFIA DE HEMITORAX / MEDIASTINO (POR PLANO) 02.04.02.002-8 CONTRASTE TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE COLUNA TORACICA C/ OU S/ 02.019-4 MAMA TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE COLUNA CERVICAL C/ OU S/ 02.03.001-0 TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE ABDOMEN SUPERIOR 02.05.01.01.05.006-0 TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE SELA TURCICA 02.005-4 ULTRA-SONOGRAFIA DE APARELHO URINARIO 02.3 PERMANÊNCIA E IDADE Os procedimentos rejeitados por ambos os motivos.01.003-2 ECOCARDIOGRAFIA TRANSTORACICA 02.02.005-6 RESSONANCIA MAGNETICA DE COLUNA TORACICA 02.07.008-9 ULTRA-SONOGRAFIA DE GLOBO OCULAR / ORBITA (MONOCULAR) 02.003-0 RESSONANCIA MAGNETICA DE COLUNA CERVICAL 02.01.001-9 RESSONANCIA MAGNETICA DE CORACAO / AORTA C/ CINE 107 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .004-8 ASSOCIADA A 02. exceto se for um procedimento especial que já tem no SIGTAP a compatibilidade prevista.01.02.007-0 ULTRA-SONOGRAFIA DE BOLSA ESCROTAL 02.002-1 (BILATERAL) 02.002-7 EXAME CITOPATOLOGICO HORMONAL SERIADO (MINIMO 3 COLETAS) 02.06.05.05.05.01.02.01.01.06.01.01.05.4 QUANTIDADE MÁXIMA Esta liberação de crítica está restrita aos procedimentos que tem o atributo complementar “Admite liberação de quantidade na AIH” e que são os abaixo listados: CODIGO PROCEDIMENTO 02.01.O sistema faz crítica de idade a cada procedimento.02.003-6 CONTRASTE TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE FACE / SEIOS DA FACE / 02. liberação de critica informando no sistema.013-5 ULTRA-SONOGRAFIA DE TORAX (EXTRACARDIACA) 02. 68.06. 02.07.001-8 MIELOGRAFIA MARCACAO PRE-CIRURGICA DE LESAO NAO PALPAVEL DE MAMA 02.06.07.01.003-1 TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE TORAX 02. Neste caso a crítica de idade não é feita porque não é necessário.012-7 ULTRA-SONOGRAFIA DE TIREOIDE 02.02.03.02.07.003-8 VIAS BILIARES) 02.02.007-9 TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO CRANIO 02.02.01.016-0 ULTRA-SONOGRAFIA PELVICA (GINECOLOGICA) 02.011-9 ULTRA-SONOGRAFIA DE PROSTATA (VIA TRANSRETAL) 02.05.02.014-3 BIOPSIAS DE ENDOCARDIO / MIOCARDIO 02.03.02.06.001-0 CONTRASTE TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE COLUNA LOMBO-SACRA C/ OU S/ 02.06.001-3 ANGIORESSONANCIA CEREBRAL RESSONANCIA MAGNETICA DE ARTICULACAO TEMPORO-MANDIBULAR 02.

03.002-2 02.009-2 02.004-1 02.009-9 02.08.002-6 02.08.003-0 02.009-8 02.06.08.08.08.03.08.08.002-1 02.05.08.006-3 02.006-8 02.012-8 02.08.01.001-9 02.08.003-3 02.08.003-5 02.08.08.04.007-2 02.02.08.08.08.002-7 02.01.08.08.005-0 02.03.08.02.007-6 02.001-4 02.04.07.003-0 02.07.02.02.07.07.001-0 02.08.04.002-8 02.08.003-5 02.08.07.02.07.02.08.010-2 02.03.03.08.08.008-0 02.08.04.08.003-6 02.08.06.07.01.08.01.08.04.08.08.01.004-2 02.08.CODIGO 02.004-3 02.005-0 02.08.08.06.01.08.006-4 02.03.001-8 02.001-4 02.08.01.08.002-3 PROCEDIMENTO RESSONANCIA MAGNETICA DE MEMBRO SUPERIOR (UNILATERAL) RESSONANCIA MAGNETICA DE TORAX RESSONANCIA MAGNETICA DE ABDOMEN SUPERIOR RESSONANCIA MAGNETICA DE BACIA / PELVE RESSONANCIA MAGNETICA DE MEMBRO INFERIOR (UNILATERAL) CINTILOGRAFIA DE MIOCARDIO P/ AVALIACAO DA PERFUSAO EM SITUACAO DE CINTILOGRAFIA DE MIOCARDIO P/ AVALIACAO DA PERFUSAO EM SITUACAO DE CINTILOGRAFIA DE MIOCARDIO P/ LOCALIZACAO DE NECROSE (MINIMO 3 PROJECOES) CINTILOGRAFIA P/ AVALIACAO DE FLUXO SANGUINEO DE EXTREMIDADES CINTILOGRAFIA P/ QUANTIFICACAO DE SHUNT EXTRACARDIACO CINTILOGRAFIA SINCRONIZADA DE CAMARAS CARDIACAS EM SITUACAO DE ESFORCO CINTILOGRAFIA SINCRONIZADA DE CAMARAS CARDIACAS EM SITUACAO DE REPOUSO DETERMINACAO DE FLUXO SANGUINEO REGIONAL CINTILOGRAFIA DE FIGADO E BACO (MINIMO 5 IMAGENS) CINTILOGRAFIA DE FIGADO E VIAS BILIARES CINTILOGRAFIA DE GLANDULAS SALIVARES C/ OU S/ ESTIMULO CINTILOGRAFIA P/ ESTUDO DE TRANSITO ESOFAGICO (LIQUIDO) CINTILOGRAFIA P/ ESTUDO DE TRANSITO ESOFAGICO (SEMI-SOLIDO) CINTILOGRAFIA P/ ESTUDO DE TRANSITO GASTRICO CINTILOGRAFIA P/ PESQUISA DE DIVERTICULOSE DE MECKEL CINTILOGRAFIA P/ PESQUISA DE HEMORRAGIA DIGESTIVA ATIVA CINTILOGRAFIA P/ PESQUISA DE HEMORRAGIA DIGESTIVA NAO ATIVA CINTILOGRAFIA P/ PESQUISA DE REFLUXO GASTRO-ESOFAGICO IMUNO-CINTILOGRAFIA (ANTICORPO MONOCLONAL) CINTILOGRAFIA DE PARATIREOIDES CINTILOGRAFIA DE TIREOIDE C/ OU S/ CAPTACAO CINTILOGRAFIA DE TIREOIDE C/ TESTE DE SUPRESSAO / ESTIMULO CINTILOGRAFIA P/ PESQUISA DO CORPO INTEIRO TESTE DO PERCLORATO C/ RADIOISOTOPO CINTILOGRAFIA DE RIM C/ GALIO 67 CINTILOGRAFIA DE TESTICULO E BOLSA ESCROTAL CINTILOGRAFIA RENAL/RENOGRAMA (QUALITATIVA E/OU QUANTITATIVA) CISTOCINTILOGRAFIA DIRETA CISTOCINTILOGRAFIA INDIRETA DETERMINACAO DE FILTRACAO GLOMERULAR DETERMINACAO DE FLUXO PLASMATICO RENAL ESTUDO RENAL DINAMICO C/ OU S/ DIURETICO CINTILOGRAFIA DE ARTICULACOES E/OU EXTREMIDADES E/OU OSSO CINTILOGRAFIA DE OSSOS C/ OU S/ FLUXO SANGUINEO (CORPO INTEIRO) CINTILOGRAFIA DE SEGMENTO OSSEO C/ GALIO 67 CINTILOGRAFIA DE PERFUSAO CEREBRAL C/ TALIO (SPCTO) CISTERNOCINTILOGRAFIA (INCLUINDO PESQUISA E/OU AVALIACAO DO TRÂNSITO ESTUDO DE FLUXO SANGUINEO CEREBRAL CINTILOGRAFIA DE PULMAO C/ GALIO 67 CINTILOGRAFIA DE PULMAO P/ PESQUISA DE ASPIRACAO CINTILOGRAFIA DE PULMAO POR INALACAO (MINIMO 2 PROJECOES) CINTILOGRAFIA DE PULMAO POR PERFUSAO (MINIMO 4 PROJECOES) CINTILOGRAFIA DE SISTEMA RETICULO-ENDOTELIAL (MEDULA OSSEA) DEMONSTRACAO DE SEQUESTRO DE HEMACIAS PELO BACO (C/ RADIOISOTOPOS) 108 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .03.003-9 02.003-0 02.001-5 02.005-6 02.03.010-1 02.002-0 02.002-5 02.04.02.04.02.04.002-2 02.08.004-4 02.08.02.02.001-2 02.02.011-0 02.007-1 02.008-4 02.08.07.05.003-4 02.08.08.02.05.005-5 02.08.008-0 02.01.08.07.02.08.

03.009-6 AORTO-ILIACA E 02.08.10.08.002-5 ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTES C/ DISFUNÇÕES 03.11.05.01.003-7 ESOFAGOGASTRODUODENOSCOPIA 02.11.04.001-7 CIRURGIAS 03.09.02.10.01.02.10.001-0 COLANGIOPANCREATOGRAFIA RETROGRADA (VIA ENDOSCOPICA) 02.11. CINEMATICA E DE 02.04.01.03.08.02.10.005-3 AORTOGRAFIA TORACICA 02.007-0 ARTERIOGRAFIA DE MEMBRO ARTERIOGRAFIA P/ INVESTIGACAO DE DOENCA ARTERIOSCLEROTICA 02.002-6 OCULOMOTORAS ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE C/ TRANSTORNO 03.11.001-8 OCULOMOTORAS ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE COM ALTERAÇÕES 03.10.002-3 AVALIACAO CINETICA.08.10.03.02.001-0 ANGIOGRAFIA CEREBRAL (4 VASOS) 02.006-1 ARTERIOGRAFIA CERVICO-TORACICA 02.03.02.003-3 ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE NEONATO ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO DE PACIENTE COM CUIDADOS 03.003-7 CINTILOGRAFIA DE MAMA (BILATERAL) 02.01.03.01.003-1 AVALIACAO DE EQUILIBRIO ESTATICO EM PLACA DE FORCA 02.005-0 VIDEOTORACOSCOPIA 02.09.03.03.10.003-9 CIRURGIA ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTES COM ALTERAÇÕES 03.002-1 RESPIRATÓRIO S/ 109 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .01.01.05.11.01.01.014-2 ARTERIOGRAFIA SELETIVA POR CATETER (POR VASO) 02.001-5 AVALIACAO CINEMATICA E DE PARAMETROS LINEARES 02.02.02.10.02.004-5 LAPAROSCOPIA 02.01.01.003-1 DETERMINACAO DE SOBREVIDA DE HEMACIAS (C/ RADIOSOTOPOS) 02.CODIGO PROCEDIMENTO 02.01.10.005-8 TRANSDUTORES 02.02.015-0 ARTERIOGRAFIA SELETIVA VERTEBRAL 02.02.006-6 AVALIACAO DE MOVIMENTO (POR IMAGEM) 02.001-0 NEOPLASIAS 02.03.010-5 POLISSONOGRAFIA 03.08.10.009-0 PARAMETROS EXPLORACAO DIAGNOSTICA PELO VIDEO-ELETROENCEFALOGRAMA C/ 02.11.09.03.02.09.03.11.02.010-0 ARTERIOGRAFIA P/ INVESTIGACAO DE HEMORRAGIA CEREBRAL 02. AVALIACAO CINETICA.01.09.10.10.002-9 CINTILOGRAFIA DE GLANDULA LACRIMAL (DACRIOCINTILOGRAFIA) 02.011-8 ARTERIOGRAFIA P/ INVESTIGACAO DE ISQUEMIA CEREBRAL 02.01.03. CINEMATICA E DE PARAMETROS LINEARES 02.11.004-5 AORTOGRAFIA ABDOMINAL 02.08.01.10.10.02.09.004-0 LINFOCINTILOGRAFIA CINTILOGRAFIA DE CORPO INTEIRO C/ GALIO 67 P/ PESQUISA DE 02.002-9 COLONOSCOPIA (COLOSCOPIA) 02.01.02.004-0 AVALIACAO DE FUNCAO E MECANICA RESPIRATORIA AVALIACAO DE FUNCAO E MECANICA RESPIRATORIA C/ 02.009-1 OU S/ USO DE 02.001-3 RESPIRATÓRIO C/ ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE C/ TRANSTORNO 03.001-6 COLANGIOGRAFIA TRANSCUTANEA 02.11.01.01.09.04.09.01.013-4 ARTERIOGRAFIA SELETIVA DE CAROTIDA 02.01.002-0 CLÍNICO ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE NO PRÉ E PÓS 03.11.01.008-2 ELETRODIAGNOSTICO CINETICO FUNCIONAL ELETROMIOGRAFIA DINAMICA.08.007-4 AVALIACAO FUNCIONAL MUSCULAR 02.001-2 PALIATIVOS ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE ONCOLÓGICO 03.01.014-5 PRIMEIRA CONSULTA DE PEDIATRIA AO RECEM-NASCIDO ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE NO PRÉ/PÓS 03.11.019-3 LINFANGIOADENOGRAFIA 02.012-6 ARTERIOGRAFIA PELVICA 02.

02.01.02.06.01. IDADE E QUANTIDADE Os procedimentos rejeitados pelos três motivos.004-4 04.002-2 03. liberação de critica informando no sistema.CODIGO 03.09.01.02.04. Escolher a opção COMPLETO no início da página e.09.03.07.02.004-9 03.004-9 03.05.br.09.001-4 03.03.5 MÉDIA DE PERMANÊNCIA.003-5 03.07.001-9 03.10.001-0 03.01.02.06.02.02.06. O SIHD bloqueará automaticamente as AIH com solicitação de liberação de critica realizada no SISAIH01 para análise dos auditores/autorizadores (gestor).02.005-5 03.001-4 03.003-0 03.01.002-8 03.04. Os procedimentos que admitem esta liberação podem ser conhecidos no SIGTAP no endereço: http://sigtap.04.17. que podem confirmar ou não esta liberação.02.02.02.013-1 03.008-0 03.01. Aí estarão todos os procedimentos para os quais é possível liberar a quantidade na AIH. ao gestor.010-4 04.datasus.05. o prestador poderá solicitar.01. 110 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .02.01.17.07.09.004-7 PROCEDIMENTO ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE COM TRANSTORNO CLÍNICO ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE PRÉ/PÓS CIRURGIA CARDIOVASCULAR ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO NAS DISFUNÇÕES VASCULARES PERIFÉRICAS ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTES NO PRÉ E PÓSOPERATÓRIO NAS ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTES NO PRÉ E PÓSOPERATÓRIO NAS ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE C/ DISTÚRBIOS NEURO-CINÉTICOATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTES C/ DISTÚRBIOS NEURO-CINÉTICOATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO NAS DESORDENS DO DESENVOLVIMENTO NEURO ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE C/ COMPROMETIMENTO COGNITIVO ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE NO PRÉ/PÓSOPERATÓRIO DE ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE MÉDIO QUEIMADO ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE GRANDE QUEIMADO ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE COM SEQÜELAS POR QUEIMADURAS ARTROCENTESE DE GRANDES ARTICULACOES ARTROCENTESE DE PEQUENAS ARTICULACOES INSTALACAO DE TRACAO CUTANEA HEMODIALISE P/ PACIENTES RENAIS AGUDOS / CRONICOS AGUDIZADOS S/ NUTRICAO ENTERAL EM NEONATOLOGIA NUTRICAO PARENTERAL EM NEONATOLOGIA ATENDIMENTO AO RECEM-NASCIDO EM SALA DE PARTO INCISAO E DRENAGEM DE ABSCESSO ANESTESIA GERAL ANESTESIA REGIONAL SEDACAO INCENTIVO AO REGISTRO CIVIL DE NASCIMENTO 68. escolher em Atributos Complementares selecionar Admite liberação de quantidade na AIH e clicar no final para exibir o relatório.005-2 04.02.004-8 03. Escolhendo no menu lateral o seguinte: Relatórios – Procedimentos – Consultar.01.06.01.09.01.003-6 03. Não existe liberação de quantidade para procedimento principal.006-0 08.05.005-6 03.005-7 03.17.003-0 03.06.03.gov.002-2 03.002-0 04.

muitas vezes dificulta as condições para o imediato atendimento de pacientes que chegam à Emergência. A definição de leito de observação reversível implica que já exista. realocação de recursos humanos e de disponibilidade de recursos materiais.6 REJEIÇÃO DE AIH POR QUANTIDADE DE DIÁRIAS SUPERIOR À CAPACIDADE INSTALADA A capacidade instalada de leitos dos estabelecimentos de saúde no SUS é calculada da seguinte forma: Número de dias do mês X número de leitos cadastrados = total de diárias possíveis de serem pagas ao hospital na competência 30 X 100 = 3000 diárias. uma estratégia para a sua reversibilidade em caso de necessidade como. "Quantidade de diárias superior a capacidade instalada” Os fundamentos legais para cálculo da capacidade instalada dos hospitais estão disponíveis na Portaria SAS/MS n. Para hospitais com Contrato de Gestão e Metas.68. Cabe ao gestor local. verificar as rejeições das AIH por "Quantidade de diárias superior a capacidade instalada” e implantar um Sistema de Regulação eficaz que permita um monitoramento adequado de vagas. maternidades públicas com habilitação em Gestação de Alto Risco os chamados leitos reversíveis como leitos clínicos ou pediátricos. diárias de UTI. É possível. que normatiza a PADRONIZAÇÃO DA NOMENCLATURA NO CENSO HOSPITALAR. e bom conhecer o Relatório das AIH Rejeitadas que o SIH disponibiliza mensalmente e através 111 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Então 3000 diárias/6 internações por leito = 500 AIH ou internamentos naquele mês. No CNES. evitando que as AIH rejeitadas e cujo internamento e tratamento tenham sido efetivamente prestado não sejam rejeitadas. alimentação. No caso dos hospitais públicos é importante analisar que o custo decorrente das AIH rejeitadas por "Quantidade de diárias superior a capacidade instalada” representam despesas e dívidas do próprio gestor junto aos fornecedores.º 312/2002 definição Leito de observação reversível: “É o leito hospitalar de observação que pode ser revertido para um leito de internação em caso de necessidade”.º 312/2002. as instalações físicas dos hospitais do SUS destinados a atendimentos de Urgência e Emergência não são cadastrados como leitos e. lavanderia etc. por exemplo. A ocupação de leitos especializados com pacientes de menor gravidade. então cada leito gera 6 internações/mês. Se a média de permanência no hospital no mês é de 5 dias. o cadastramento estritamente nos hospitais públicos que disponham de atendimento de urgência 24 horas. especialmente no que se refere à classificação de leitos. próteses relacionadas ao ato cirúrgico. portanto não entram no cálculo da capacidade instalada utilizada para o cálculo de diárias que é realizado pelo SIH no processamento das AIH apresentadas. Centros de Referência com serviço de emergência. por exemplo: de gases medicinais. A Portaria SAS/MS n. medicação. ou seja: 30 dias do mês/5 dias de permanência = 6 internações mês por leito. por meio do Serviço de Controle e Avaliação. por parte do hospital. por exemplo.

Os internamentos das AIH rejeitadas por este motivo poderão ser contabilizados para avaliação do desempenho do hospital em relação ao cumprimento das metas físicas estabelecidas no Plano Operativo. Eles têm valor de SP e SH e exigem preenchimento de CBO e CID.dele é possível conhecer as rejeições por "Quantidade de diárias superior a capacidade instalada” de cada hospital. tem valor zerado na AIH e deve ser registrado para auxiliar em futuros cálculos de custo hospitalar. Todas as AIH que são emitidas por mudança de clínica são bloqueadas por “duplicidade” e o gestor pode liberá-las ou não. Esta AIH é bloqueada e apenas o gestor pode liberar ou não esta AIH para pagamento. No caso de Laboratório e radiologia. Procedimento Especial: é aquele que não permite que o paciente seja internado exclusivamente para realizá-lo. O cálculo de capacidade de diárias é feito levando-se em consideração o total de leitos cadastrados no CNES do estabelecimento independente da especialidade dos leitos. No caso do paciente ter tido alta melhorado ou curado e antes de três dias voltar a internar-se. especiais e secundários com pontos é obrigatório o registro do CPF do profissional executante no SISAIH01. 68. Estas AIH por serem rejeitadas não “sobem” para o Banco de Dados Nacional do SUS disponibilizado pelo Tabwin ou Tabnet. Apenas um procedimento principal pode gerar um internamento. o registro dos exames realizados na AIH permite conhecer a quantidade de exames realizados no hospital em cada competência. O CNPJ é permitido apenas para OPM. mesmo em outro hospital. O procedimento especial tem valor na AIH. quer seja no mesmo estabelecimento ou em outro. o sistema entende da 112 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . mas é um procedimento de esclarecimento diagnóstico ou de apoio terapêutico que pode ser feito dentro da AIH de um procedimento principal. Desde a implantação da Tabela Unificada – SIGTAP os procedimentos especiais diagnósticos e terapêuticos têm o mesmo valor tanto na modalidade ambulatorial como na hospitalar.8 DUPLICIDADE Quando um paciente é reinternado na rede de um mesmo gestor com intervalo menor que 03 dias entre a alta de um estabelecimento de saúde e seu novo internamento. ESPECIAL E Procedimento Principal: é aquele que gera a AIH. o SIH detecta esta internação na consistência como “DUPLICIDADE”.7 DEFINIÇÃO SECUNDÁRIO DE PROCEDIMENTO PRINCIPAL. conforme análise técnica. O que vale é o total de leitos. 68. auxiliando no cálculo do pagamento de serviços prestados por Terceiros em pacientes internados. Os leitos de UTI não contam para o cálculo da capacidade instalada do hospital. Para todos os procedimentos principais. Procedimento Secundário: é aquele que não gera AIH. mas ele pode ser realizado também na modalidade ambulatorial.

então. Descrição cirúrgica. h. Exames complementares (laboratoriais. as evoluções devem ser diárias. Não há lei que obrigue o uso do carimbo. mas que o nome do médico e seu respectivo CRM estejam legíveis. No prontuário do paciente deve ser registrado a. permitindo. Partograma (em obstetrícia). O prontuário médico. ordenados e concisos. o médico está obrigado a assinar e carimbar ou. Evolução médica. e. 113 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Resumo de alta. j. a elaboração de censos. 87º do Novo Código de Ética Médica é vedado ao médico: “Deixar de elaborar prontuário legível para cada paciente. as prescrições devem ser diárias.mesma forma e também bloqueia a AIH por “duplicidade”. é o conjunto de documentos padronizados. a pesquisa. Este bloqueio é preventivo e busca evitar pagamento indevido. Atendimento de urgência. Prescrição médica. i. Ficha de anestesia. inclusive. ultrasonografias e outros) e seus respectivos resultados. com data e horário em todas elas. g. bem como para o ensino. assinar. l. b. propostas de assistência à saúde pública e para a avaliação da qualidade da assistência prestada. 69. Evolução de enfermagem e de outros profissionais assistentes. No caso de internação. radiológicos. m. sendo preenchido. para a instituição que atende. O prontuário médico é um instrumento valioso para a paciente. Material usado no centro cirúrgico ou obstétrico (gasto de sala). § 1º: O prontuário deve conter os dados clínicos necessários para a boa condução do caso. d. f. para o médico e demais profissionais de saúde. com data e horário em todas elas. em cada avaliação. Atendimento ambulatorial. c.Boletins médicos. em ordem cronológica com data. § 2º: O prontuário estará sob a guarda do médico ou da instituição que assiste o paciente”. O correto e completo preenchimento do prontuário são grandes aliados do médico para sua eventual defesa. assinatura e número de registro do médico no Conselho Regional de Medicina. PRONTUÁRIO DO PACIENTE De acordo com o Art. As anotações no prontuário ou ficha clínica devem ser feitas de forma legível. hora. escrever seu nome legível e sua respectiva inscrição no CRM. k. identificar os profissionais de saúde envolvidos no cuidado. Prescrição de enfermagem e de outros profissionais assistentes No caso de internação. Além disso. na verdade prontuário do paciente. destinados ao registro de todas as informações referentes aos cuidados médicos e de outros profissionais de saúde prestados ao paciente.

Diagnóstico(s) definitivo(s). portanto é um direito do paciente ter acesso.O nome completo do paciente deve constar em todas as folhas do prontuário. Fazer anotações que não se referem à paciente. c. bem como deixar de dar explicações necessárias a sua compreensão. inclusive. f. fornecer as cópias solicitadas ou elaborar um laudo que contenha o 114 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . com a identificação do nome do profissional e o número de registro no órgão de regulamentação e controle da profissão (CRM. 69. e.1 SOLICITAÇÃO PELO PRÓPRIO PACIENTE Artigo 70 do CEM: "É vedado ao médico negar ao paciente acesso ao seu prontuário médico. exceto nos casos em que seu silêncio prejudique ou ponha em risco a saúde do trabalhador ou da comunidade". d. salvo quando ocasionar riscos para o paciente ou para terceiros. 69. O mesmo se aplica ao trabalho em empresas. g.1 ITENS OBRIGATÓRIOS NO PRONTUÁRIO DO PACIENTE a.” Artigo 11 do CEM: "O médico deve manter sigilo quanto às informações confidenciais de que tiver conhecimento no desempenho de suas funções. 69. Tratamento(s) efetuado(s). a qualquer momento. Cópia do Espelho da AIH (para possíveis auditorias) 69.2 SOLICITAÇÃO POR FAMILIARES E/OU DO RESPONSÁVEL LEGAL DO PACIENTE Quando da solicitação do responsável legal pelo paciente – sendo este menor ou incapaz – o acesso ao prontuário deve ser-lhe permitido e. Os documentos gerados no atendimento de urgência e no ambulatório devem ser arquivados junto com o prontuário em caso de gerar internação hospitalar. quando do encaminhamento ou transferência para fins de continuidade do tratamento ou na alta. se solicitado. Usar líquido corretor.3 ACESSO AO PRONTUÁRIO 69. b. se solicitado. Deixar folhas em branco.” Artigo 71 do CEM: "É vedado ao médico deixar de fornecer laudo médico ao paciente. ficha clínica ou similar.3.3. solicitar cópias do mesmo. Identificação da paciente. Hipóteses diagnósticas. Coren etc. O prontuário pertence ao paciente. ao seu prontuário. Exame físico. recebendo por escrito o diagnóstico e o tratamento indicado. podendo.).2 O QUE NÃO DEVE SER FEITO NO PRONTUÁRIO     Escrever a lápis. Anamnese.

Esse acesso deve ocorrer dentro das dependências da instituição de assistência à saúde responsável por sua posse e guarda. casos suscetíveis de motivar anulação de casamento. por dever legal. Os diretores técnicos ou clínicos que autorizarem a saída de prontuário violam o Artigo 108 do CEM. o laudo deverá revelar o diagnóstico. salvo por justa causa. o procedimento do médico e a "causa mortis". Em qualquer caso. já que ele tem atribuição de perito para analisar a cobrança dos serviços prestados.º 39308 de São Paulo.resumo das informações lá contidas. o médico está liberado do segredo. pois é documento que. (Artigo 102 do CEM). precisa ser arquivado pela entidade que o elaborou. cabendo opinar pela regularidade dos procedimentos efetuados e registrados. na sua totalidade ou em partes. cuja ementa é a seguinte: 115 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . isto é. não deve ser fornecido aos solicitantes. o segredo médico também não deve ser revelado para autoridade judiciária ou policial. a cobrança das xerocópias quando fornecidas por ela. De acordo com o entendimento do Supremo Tribunal Federal no "Habeas Corpus" n. Na hipótese do médico depor como testemunha. obrigatoriamente. capaz de por em risco a saúde do futuro cônjuge ou de sua descendência. Exemplos de "Justa Causa": Para evitar casamento de portador de defeito físico irremediável ou moléstia grave e transmissível por contágio ou herança. a enviar os prontuários para qualquer instituição pública ou privada (Resolução CFM n. quando diante de um estado extremo de necessidade. No entanto.º 1614/2001). crimes de ação pública quando solicitado por autoridade judicial ou policial. porém.3. o prontuário original. ele deve comparecer perante a autoridade e declarar seu impedimento. a critérios da entidade.3. 69. O hospital não pode ser obrigado. Haverá justa causa quando a revelação for o único meio de conjurar perigo atual ou iminente e injusto para si e para outro. O acesso ao prontuário pelo médico auditor enquadra-se no princípio do dever legal. a qualquer título. 69.4 SOLICITAÇÃO DO PRONTUÁRIO AUTORIDADES POLICIAIS OU JUDICIÁRIAS DO PACIENTE POR Com relação ao pedido de cópia do prontuário por Autoridades Policiais e/ou Judiciárias por "justa causa" ou implicando em "dever legal" ou por autorização expressa do paciente. Não há disposição legal que respalde ordens desta natureza. Exemplos de "Dever Legal": Doenças infecto-contagiosas de notificação compulsória Doenças de declaração obrigatória (toxicomanias) Crime de ação pública cuja comunicação não exponha o paciente a procedimento criminal mesmo que o fato seja de conhecimento público ou que o paciente tenha falecido.3 SOLICITAÇÃO POR OUTRAS ENTIDADES Salvo com autorização expressa do paciente é vedado ao médico fornecer tais informações. No caso de ter havido óbito. Os laudos médicos emitidos a partir das informações constantes do prontuário do paciente não podem ser registrados facultando-se. tendo. inclusive. o direito de examinar o paciente para confrontar o descrito no prontuário.

31/03/2010 Portaria SAS/MS nº 56 . o médico não pode revelar à autoridade. Situação Clínica Ictioses Hereditárias Hipoparatireoidismo Insuficiência Adrenal Primária .29/01/2010 Portaria SAS/MS nº 69 . posto que isso pode ser considerado procedimento criminal contra a sua paciente.23/04/2010 Portaria SAS/MS nº 208 . as informações contidas no prontuário do paciente alcançam todos os profissionais e pessoas afins que.Doença de Addison Hiperplasia Adrenal Congênita Doença Falciforme Insuficiência Pancreática Exócrina Osteodistrofia Renal Acne Grave Hipotireoidismo Congênito Republicado Angioedema Republicado Puberdade Precoce Central Republicado Artrite Reativa . o acompanhamento e a verificação de resultados.11/02/2010 Portaria SAS/MS nº 143 . por exemplo.15/01/2010 Portaria SAS/MS nº 55 . O dever de manutenção do segredo médico decorre de necessidade do paciente em confiar em ter que confiar.15/01/2010 Portaria SAS/MS nº 15 . Mielodisplasia e Neutropenias Constitucionais . para que o tratamento se estabeleça da melhor forma e com o menor agravo à saúde.23/04/2010 Portaria SAS/MS nº 209 .Doença de Reiter Hiperprolactinemia Retificado Raquitismo e Osteomalácia Anemia Aplástica.10/05/2010 Portaria SAS/MS nº 225 .10/05/2010 116 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . os mecanismos de controle.29/01/2010 Portaria SAS/MS nº 57 .23/04/2010 Portaria SAS/MS nº 109 . Estabelecem os critérios de diagnóstico.Uso de Fatores estimulantes de Crescimento de Colônias de Neutrófilos Deficiência de Hormônio do Crescimento Hipopituitarismo Republicado Síndrome de Turner Hiperfosfatemia na Insuficiência Renal Crônica Portaria Portaria SAS/MS nº 13 .10/05/2010 Portaria SAS/MS nº 223 . um aborto criminoso." Por força do sigilo. Destinam-se a orientar o tratamento de determinada patologia e criar mecanismos para a garantia da prescrição segura e eficaz.15/01/2010 Portaria SAS/MS nº 16 . o tratamento preconizado com os medicamentos disponíveis nas respectivas doses corretas."Segredo profissional.15/01/2010 Portaria SAS/MS nº 14 . a racionalização da prescrição e do fornecimento dos medicamentos.23/04/2010 Portaria SAS/MS nº 207 . irrestritamente no médico.23/04/2010 Portaria SAS/MS nº 110 .23/04/2010 Portaria SAS/MS nº 212 . Neste sentido. O médico não está obrigado a comunicar às autoridades crime pelo qual seu paciente possa ser processado.23/04/2010 Portaria SAS/MS nº 111 . por dever de ofício. Constitui constrangimento ilegal a exigência da revelação do sigilo e participação de anotações constantes das clínicas e hospitais. tenham acesso ao prontuário. 70. PROTOCOLOS CLÍNICOS Protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas são o consenso sobre a condução da terapêutica para determinada patologia.

Aplasia Pura Adquirida Crônica da Série Vermelha Endometriose Retificado Dermatomiosite e Polimiosite Republicado Fibrose Cística - Manifestações Pulmonares Retificado Fibrose Cística - Insuficiência Pancreática Retificado Anemia em Pacientes com Insuficiência Renal Crônica - Alfaepoetina Retificado Anemia em Pacientes com Insuficiência Renal Crônica - Reposição de Ferro Retificado Doença de Parkinson Republicado Miastenia Gravis Retificado Doença Celíaca* Republicado Anemia Aplástica Adquirida Doença de Alzheimer Epilepsia Esclerose Múltipla Espondilose* Leiomioma de Útero Anemia Hemolítica Auto-imune Asma Diabete Insípido Doença de Crohn Fenilcetonúria Imunossupressão no Transplante Hepático em Pediatria Osteogênese Imperfeita* Púrpura Trombocitopênica Idiopática Síndrome Nefrótica Primária em Adultos Síndrome de Ovários Policísticos e Hirsutismo/Acne

Portaria SAS/MS nº 227 - 10/05/2010 Portaria SAS/MS nº 144 - 31/03/2010 Portaria SAS/MS nº 206 - 23/04/2010 Portaria SAS/MS nº 224 - 10/05/2010 Portaria SAS/MS nº 224 - 10/05/2010 Portaria SAS/MS nº 226 - 10/05/2010 Portaria SAS/MS nº 226 - 10/05/2010 Portaria SAS/MS nº 228 - 10/05/2010 Portaria SAS/MS nº 229 - 10/05/2010 Portaria SAS/MS nº 307 - 17/09/2010 Portaria SAS/MS nº 490 - 23/09/2010 Portaria SAS/MS nº 491 - 23/09/2010 Portaria SAS/MS nº 492 - 23/09/2010 Portaria SAS/MS nº 493 - 23/09/2010 Portaria SAS/MS nº 494 - 23/09/2010 Portaria SAS/MS nº 495 - 23/09/2010 Portaria SAS/MS nº 708 - 17/12/2010 Portaria SAS/MS nº 709 - 17/12/2010 Portaria SAS/MS nº 710 - 17/12/2010 Portaria SAS/MS nº 711 - 17/12/2010 Portaria SAS/MS nº 712 - 17/12/2010 Portaria SAS/MS nº 713 - 17/12/2010 Portaria SAS/MS nº 714 - 17/12/2010 Portaria SAS/MS nº 715 - 17/12/2010 Portaria SAS/MS nº 716 - 17/12/2010 Portaria SAS/MS nº 717 - 17/12/2010

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MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011

BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
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Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 29 de agosto de 1994, seção 1. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Portaria SAS/MS n º 743 de 20 de dezembro de 2005. Aprova novo modelo de laudo para solicitação de AIH - AIH e solicitação/autorização de mudanças de procedimentos e de procedimentos especiais no SIH. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 23 de dezembro de 2005, seção 1 e 04 de abril de 2006, seção 1, republicação. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Portaria SAS/MS n º 25 de 27 de janeiro de 2000. Estabelece critérios para registro de procedimentos pagos por diária. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 28 de janeiro de 2000, seção 1. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Portaria SAS/MS n º 84 de 24 de junho de 1997. Estabelece critérios para emissão de AIH para pacientes sem documentos de identificação. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 25 de junho de 1997, seção 1. BRASIL. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. Portaria GM/MS n º 396, de 12 de abril de 2000. Aprova o Manual do Sistema de Informações Hospitalares e Sistema de Informações Ambulatoriais - SIH/SUS e SAI/SUS. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 14 de abril de 2000, seção 1. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Portaria SAS/MS n º 316 08 de maio de 2006. Inclui no SIH o tipo de vinculo 52, identifica profissional do Instituto de Traumatologia e Ortopedia -INTO prestando atendimento Ortopédico do Projeto Suporte em outros estabelecimentos de saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 09 de maio de 2006, seção 1. BRASIL. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. Portaria GM/MS n º 251, de 31 de janeiro de 2002. Classifica os hospitais psiquiátricos integrantes do SUS de acordo com avaliação do PNASH – Programa Nacional de Avaliação do Sistema Hospitalar/Psiquiatria e o número de leitos do hospital. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 04 de fevereiro de 2002, seção 1. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Portaria SAS/MS n º 77 de 01 de fevereiro de 2002. Inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos psiquiátricos para hospitais classificados de acordo com a Portaria GM/MS 251/2002. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 04 de fevereiro de 2002, seção 1 e 06 de fevereiro de 2002, seção 1. BRASIL. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. Portaria GM/MS n º 1.686, de 20 de setembro de2002. Aprova normas para autorização e funcionamento e cadastramento de Bancos de Musculoesquelético pelo SUS. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 24 de setembro de 2002, seção 1. BRASIL. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. Portaria GM/MS n º 1687, de 20 de setembro de 2002. Inclui na Tabela de Procedimentos do SIH-SUS os grupos de procedimentos de Processamento de Tecido Musculoesquelético. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 24 de setembro 7 de novembro de 2002, seção 1 e 7 de novembro de 2002, seção 1, republicação. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Portaria SAS/MS n º 483 de 23 de agosto de 1999. Veda os hospitais públicos de realizar cessão de crédito (republicação). Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 24 de agosto de 1999, seção 1 e 10 de setembro de 1999, seção 1 - republicação. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Portaria SAS/MS n º 434, de 14 junho de 2006. Inclui no SIH o tipo 53- OPM sem cessão de crédito e torna obrigatório informar CNPJ do Fornecedor do material e o número da Nota fiscal correspondente, na AIH com registro de OPM.Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil,Brasília/DF,16 de junho de 2006,seção 1. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Portaria SAS/MS n º 218, de 15 de junho de 2004. Inclui na tabela do SIH Órtese, Prótese e Materiais Especiais - OPM da área de cardiovascular, definindo limite de uso, e excludência. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 21 de junho de 2004, seção 1, e 23 de agosto de 2004, seção 1.
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Portaria SAS/MS n º 123. BRASIL.BRASIL. seção 1. 120 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Secretaria de Atenção à Saúde. VI e VII. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. seção 1. 17 de outubro de 2005. Secretaria de Atenção à Saúde. 15 de fevereiro de 2006.º. Brasília/DF. seção 1 e 27 de abril de 2005. Determina a descentralização do processamento do Sistema de Informação Hospitalar – SIH. Ministério da Saúde. Brasília/DF. seção 1. Brasília/DF. seção 1. Secretaria de Atenção à Saúde.º. seção 1. 01 de março de 2005. Portaria SAS/MS n. Secretaria de Atenção à Saúde. seção 1 e 29 de junho de 2004. BRASIL. 675. Ministério da Saúde. Brasília DF. BRASIL. seção 1. retificação. Estabelece. Brasília/ DF. e estabelece compatibilidade com procedimentos especiais. prorroga a implantação do processamento descentralizado do SIH/SUS para competência abril de 2006. seção 1.OPM. define procedimentos comuns a Ortopedia e a Neurocirurgia e Órtese Prótese e Materiais Especiais . Brasília/DF. de 14 de fevereiro de 2006. Brasília/DF. BRASIL. BRASIL. seção 1. como forma alternativa. 510 de 30 de setembro de 2005. republicação.º. 173.OPM da área da cardiovascular. Ministério da Saúde. de 28 de março de 2005. Ministério da Saúde. de 21 de maio de 2004.º 23. 29 de março de 2005. altera e inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos de Neurologia e Neurocirurgia. 14 de fevereiro de 2000. V. de 11 de novembro de 2005. Ministério da Saúde. seção 1. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. BRASIL. de 28 de fevereiro de 2005. 3 de outubro de 2005. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde.º. 05 de dezembro de 2005. 98. 19 de outubro de 1998. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. BRASIL. Altera a quantidade de órgãos emissores para estados e municípios. de 01 de dezembro de 2005 prorroga a implantação do processamento descentralizado do SIH/SUS para competência fevereiro de 2006. Secretaria de Atenção à Saúde. Brasília/DF. Secretaria de Atenção à Saúde.º 756. Secretaria Executiva e Secretaria de Atenção à Saúde. seção 1. distribuição de série numérica de AIH também por meio eletrônico. Portaria SAS/MS n. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. BRASIL. Prótese e Materiais Especiais . com definição de uso. Republica os anexos III. Ministério da Saúde. Brasília/DF. 756. Ministério da Saúde. de 27 de dezembro de 2005. Prótese e Materiais Especiais . BRASIL. Inclui na tabela do SIH/SUS. Secretaria de Atenção à Saúde. Ministério da Saúde. BRASIL. Gabinete do Ministro. 14 de novembro de 2005. Brasília/DF. Exclui. Portaria SAS/MS n. Secretaria de Assistência à Saúde.OPM compatíveis. Portaria SAS/MS n º 567 de 13 de outubro de 2005. Brasília/DF. Ministério da Saúde. Define série numérica de AIH com 13 dígitos. Secretaria de Atenção à Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Ministério da Saúde. Altera a estrutura do órgão emissor. Portaria SAS/MS n.º. Portaria SAS/MS n. de 16 de outubro de 1998. BRASIL. 25 de maio de 2004. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Secretaria de Atenção à Saúde. de 27 de dezembro de 2005. Secretaria de Assistência à Saúde. 19 de maio de 2006. 637. BRASIL.º. Portaria SAS/MS n. de 04 de maio de 2004. 30 de dezembro de 2005. Brasília/DF. Brasília/ DF. Altera e Inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos e Órtese. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. o procedimento Cirurgia Múltipla Pacientes com Lesões Lábios-Palatais ou Craniofaciais. 05 de maio de 2004. Ministério da Saúde. Portaria SAS/MS n. seção 1.º. seção 1. 187. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Portaria SAS/MS n º 51 de 11 de fevereiro de 2000. Estabelece a implantação do processamento descentralizado do SIH para novembro/2005 e torna obrigatório o preenchimento do órgão emissor no SISAIH01. Estabelece compatibilidade entre os procedimentos da assistência cardiovascular e Órtese. Portaria SAS/MS n. Portaria GM/MS n º 821. seção 1. Portaria SE/SAS/MS n.

Gabinete do Ministro. Brasília/DF. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos de Internação Domiciliar. de 7 de abril de 1999. Ministério da Saúde. 23 de junho de 1992. Gabinete do Ministro. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS n º 280. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Portaria SAS/MS n º 126 de 17 de setembro de 1993. 25de junho de 1999. GM/MS n º 252. Ministério da Saúde. Brasília/DF. seção 1. 08 de março de 2006 1999. Portaria GM/MS n. Portaria SNAS/MS n º 291 de 17 de junho de 1992. Brasília/DF. seção 1 BRASIL. Secretaria de Assistência à Saúde. Ministério da Saúde. e 30 de março de 2006. Ministério da Saúde. BRASIL. 121 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . BRASIL. seção 1. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Inclui na tabela de SIH procedimentos para tratamento de lesões lábios palatais e craniofaciais. Ministério da Saúde. BRASIL. 26 de março de 1998. 26 de março de 1998.BRASIL. Gabinete do Ministro. Secretaria de Assistência à Saúde.º 2414. Brasília/ DF. Institui a modalidade de Hospital Dia para pacientes com AIDS. Brasília/DF. 26 de março de 1998. Portaria GM/MS n. e estabelece requisitos para habilitação dos hospitais para sua realização.º 2416. 23 de março de 1998. Brasília/DF. Portaria GM/MS n º 830. seção 1. Brasília/DF. seção 1. seção 1 – republicação. Gabinete do Ministro. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. 29 de dezembro de 2000. Redefinir a Política Nacional de Procedimentos Cirúrgicos Eletivos de Média Complexidade Ambulatorial e Hospitalar. Exclui e inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos para tratamento de queimados em Hospital Geral. Centros de Referência Centros Intermediários de Assistência a Queimados. Estabelece normas e forma de remuneração para o atendimento em hospital dia AIDS. Ministério da Saúde. seção 1. Secretaria Nacional de Assistência à Saúde. e o procedimento tratamento da AIDS em hospital dia. Brasília/DF. seção 1. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos para o tratamento da AIDS e define a forma de registro na AIH – AIH. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Inclui na tabela de SIH procedimentos para tratamento de lesões lábios palatais e craniofaciais. seção 1. seção 1. BRASIL. BRASIL. BRASIL. BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 05 de agosto de 1994. Brasília/DF. Portaria GM/MS n º 1. 22 de novembro de 2000.º 2413. Inclui na tabela do SIH/SUS procedimento de Diária de Acompanhante para Pacientes Idosos. 8 de abril 1999. Portaria SAS/MS n º 503 de 03 de setembro de 1999. seção 1. Ministério da Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. de 03 de junho 1994. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília/DF. Brasília/DF. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. seção 1. Brasília/DF. Portaria GM/MS n. 23 de março de 1998.091. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília/DF. BRASIL. Inclui na tabela do SIH/SUS os procedimentos Atendimento em Hospital Dia Geriátrico um e dois turnos. seção 1. BRASIL. Torna obrigatória a presença do acompanhante para pacientes maiores de 60 (sessenta) anos. Ministério da Saúde. BRASIL. Estabelece critérios para habilitação de Unidade de Cuidados Intermediário Neonatal – UCI. Inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos para Cuidados Prolongados. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. Ministério da Saúde. Portaria SAS/MS n. Gabinete do Ministro. 23 de março de 1998. Secretaria de Assistência à Saúde. e estabelece requisitos para credenciamento de hospitais para sua realização. BRASIL.º 130 de 3 de agosto de 1994. de 06 de fevereiro de 2006. Gabinete do Ministro Portaria. 26 de agosto de 1999. seção 1. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 06 de setembro de 1999. 24 de junho de 1999. de 25 de agosto de 999. e estabelece requisitos para credenciamento de hospitais para sua realização. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. e 26 de fevereiro de 2001.274. republicação. Portaria SAS/MS n º 93 de 30 de maio de 1994. Portaria GM/MS n º 1. 21 setembro 1993. Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. seção 1.

Portaria SAS/MS n. 16 de junho de 2004. Ministério da Saúde. seção 1 e 20 de dezembro de 2001. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. seção 1. BRASIL. RDC n. BRASIL. 26 de novembro de 2002. 06 de dezembro de 2005. BRASIL. 29 de novembro de 2001. parto e pós-parto. BRASIL. de 14 de junho de 2004. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Secretaria de Assistência à Saúde. Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência a Saúde. seção 1. Portaria SAS/MS n º 38 de 1º de abril de 1998. Estabelece critérios sobre a forma de registro de procedimentos de hemoterapia na Autorização de Informação Hospitalar. seção 1. republicação. BRASIL.º 249. seção 1.º 134. Portaria GM/MS n. de 16 de junho de 2004. Brasília/DF. Portaria SAS/MS n º 163. Brasília/DF. de 3 de dezembro de 1993.AIH em meio magnético para os Hospitais integrantes do Sistema de Informações Hospitalares . Portaria SAS/MS n. publicadas no Diário Oficial da União n. seção 1. Ministério da Saúde. 31 de março de 204.BRASIL. BRASIL. 06 de fevereiro de 2003. Secretaria de Assistência à Saúde. seção 1. 12 de setembro de 1994. 03 de dezembro de 2001. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 22 de agosto de 1994. Secretaria de Assistência à Saúde. Ministério da Saúde. BRASIL.º 922. Inclui na tabela do SIH/SUS procedimento Diária de acompanhante para gestante.º 88. seção 1. seção 1. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência a Saúde.418. AIDS e Intercorrência Pós Transplante de Medula Óssea. Altera redação dos procedimentos de cateterismo e a sua forma de registro na AIH. Alterar a sistemática de apresentação de Autorização de Autorização Hospitalar . Portaria GM/MS n º 2.º 58 de 26 de março de 1998. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Portaria SAS/MS n. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Ministério da Saúde. retificação. 25 de outubro de 2001. de 30 de março de 2006. Secretaria de Atenção à Saúde. seção 1 e 19 de junho de 2002. Portaria SE/SAS/MS n.º17. 12 de abril de 2002 de fevereiro de 2003. seção 1.º 238. Secretaria Nacional de Vigilância Sanitária. Ministério da Saúde. Estabelece código para os procedimentos incluídos do SIH pelas Portarias 2413.º153.969.º 134. 02 de dezembro de 2005. Institui a modalidade de Hospital Dia Fibrose Cística e Hospital Dia Cirúrgico e Terapêutico e altera as condições e requisitos para atendimento em Hospital Dia: geriátrico. 23 de agosto de 1994. Ministério da Saúde. seção 1. 7 de fevereiro de 2003. Brasília/DF. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. BRASIL. 2416 de 23 de março de 1998.º 44. Retificação. Gabinete do Ministro. 24 de junho de 2004. BRASIL. Regulamenta a presença de acompanhante para mulheres em trabalho de parto. Secretaria de Assistência à Saúde. Brasília/DF. BRASIL. seção 1. Portaria SAS/MS n. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Saúde Mental. 10 de janeiro de 2001. Torna obrigatório informar na AIH CID Principal e CID Secundário nos registros de causas externas e de agravos à saúde do trabalhador (republicação). Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. seção 1. Brasília/DF. republicação. Brasília/DF. Brasília/DF. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Gabinete do Ministro. Estabelece critérios para liberação de sangue para transfusão. Ministério da Saúde. Brasília/DF. Secretaria de Assistência a Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília/DF. Portaria SAS/MS n. Define critérios para cadastramento de Centros de 122 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . seção 1. BRASIL.AIH. Portaria SAS/MS n. Secretaria de Atenção à Saúde. Brasília/DF. 6 de dezembro de 1993. 2414. Secretaria Executiva e Secretaria de Assistência à Saúde. 02 de abril de 1998. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Inclui na tabela do SIH/SUS Procedimento de Notificação de Causas Externas e de Agravos relacionados ao Trabalho. Portaria SAS/MS n. de 26 de outubro de 2001. BRASIL. Brasília/DF. 27 de novembro de 2002. Ministério da Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Altera a sistemática de apresentação de AIH em meio magnético. 22 de agosto de 1994. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro.º 216.SIH/SUS. BRASIL. Altera a sistemática de para apresentação de AIH em meio magnético. BRASIL. Brasília/DF. Brasília/DF. Portaria GM/MS n º 1. Ministério da Saúde. BRASIL. de 12 de janeiro de 2001. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.

15 de junho de 2004. Brasília/DF.º 52. 16 de abril de 2002. BRASIL. Dispõe sobre tempo de guarda dos prontuários médicos. Dispõe sobre a remoção de órgãos.º 94. 24de janeiro de 2001. Lei n. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Resolução n.434. BRASIL. seção 1. BRASIL. Portaria GM/MS n.º. Portaria GM/MS n. Conselho Federal de Medicina. 09 de agosto de 2002. Portaria SAS/MS n.069.439.406.Referência em Assistência à Saúde do Idoso. Ministério da Saúde. 9 de dezembro de 2005.º 8. Brasília/DF. BRASIL. 10 de abril de 2001. 08 de junho de 1987. 08 de fevereiro de 2001. BRASIL.821. Define as atribuições do Enfermeiro Obstetra. 23 de dezembro de 2005. BRASIL. Ministério da Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil Brasília/DF. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. seção 1. 23 de novembro de 2007. 16 de julho de 1990. tecidos e partes do corpo humano para fins de transplante e tratamento. e 3 de março de 2004. Resolução n. Dispõe sobre a profissão de Enfermeiro Obstetra. Estabelece normas de classificação e credenciamento de Alta Complexidade em Oncologia. Brasília/DF. Altera e inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos cardiovasculares.º 92. 09 de junho de 1987. 05 de fevereiro de 1997. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Lei n. seção 1. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. republicação dos anexos. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Institui o Programa Anual de Reestruturação da Assistência Psiquiátrica Hospitalar no SUS. seção 1 e 27 de julho de 2004. Ministério da Saúde. 04 de fevereiro de 1997. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 21 de janeiro de 2004. 20 de janeiro de 2004. seção 1. seção 1. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília DF. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Exclui e inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos da cardiovascular e estabelece normas para credenciamento/habilitação nesta área. Inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos para Assistência Domiciliar Geriátrica pelos Centros de Referência em Assistência à Saúde do Idoso e altera redação dos procedimentos de Atendimento Geriátrico em Hospital Dia. Brasília DF. Conselho Federal de Medicina. Torna obrigatória a criação de Comissão de Revisão de Prontuário nas instituições de saúde.º 513.º 2. Brasília/DF. BRASIL.º 9. 1. 20 de janeiro de 2004. Ministério da Saúde.º 741. 123 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. seção 1. seção 1. Gabinete do Ministro. BRASIL. Define o período que os estabelecimentos de atenção à saúde de gestantes devem manter registros das atividades desenvolvidas. seção 1. BRASIL.º 738. seção 1. 21 de janeiro de 2004. 08 de dezembro de 2005. seção 1. Portaria GM/MS n. seção 1. Ministério da Saúde. Portaria SAS/MS n. Conselho Federal de Medicina.º 1. 10 de julho de 2002. Portaria GM/MS n. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília/DF. seção 1. 21 de junho de 2004. 25 de junho de 1986. Portaria SAS/MS n. 11 de julho de 2007. seção 1.638. 23 de janeiro de 2001. Portaria GM/MS n. Gabinete do Ministro. Brasília/DF. Ministério da Saúde. Brasília/DF. Decreto n. BRASIL. seção 1. Gabinete do Ministro. 16 de abril de 2002. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Ministério da Saúde. BRASIL. Lei n. 12 de abril de 2002. 19 de dezembro de 2005. Dispõe sobre acesso ao prontuário médico para efeito de auditoria.º 53. 26 de junho de 1986. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília/DF. Gabinete do Ministro. BRASIL. de 13 de julho de 1990. Resolução n. Institui a Política Nacional de Atenção Ontológica. Gabinete do Ministro.º 7498. BRASIL.614. 22 de setembro de 2004. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Estabelece critérios e forma de registrar na AIH os procedimentos de doação de órgãos para transplante.º 1.º 210. BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos de Internação em Psiquiatria RPH (Programa Anual de Reestruturação da Assistência Psiquiátrica Hospitalar). Brasília/DF. retificação. BRASIL. seção 1. Brasília/DF. Brasília/DF. Brasília/DF.

Ministério da Saúde. Institui no âmbito do SUS mecanismo para organização e implantação da Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional. 20 de março de 2002. Gabinete do Ministro. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. BRASIL. Portaria SAS/MS n. Aprova Protocolo Clinico de Indicação de Tratamento Cirúrgico da Obesidade Mórbida – Gastroplastia. e o registro deste exame nas AIH de partos. 3 de dezembro de 2004. 25 de setembro de 1998. Ministério da Saúde. seção 1. Brasília/DF. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Portaria SAS/MS. seção 1. Define nova composição dos grupos de procedimentos na especialidade de Ortopedia. 16 de fevereiro de 2005. Inclui procedimento de Polissonografia – Distúrbio do Sono.º 2305. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 23 de setembro de 1998. Brasília/DF. Ministério da Saúde. 23 de fevereiro de 2005. BRASIL. BRASIL. Secretaria de Atenção à Saúde. seção 1. Brasília/DF de 24 de fevereiro de 2000. Secretaria de Atenção à Saúde. 12 de novembro de 2002. Portaria GM/MS n. 19 de dezembro de 2001. Brasília/DF. BRASIL. Ministério da Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.º 224. Brasília/DF. seção 1. Ministério da Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Define normas de credenciamento/habilitação das Unidades de Assistência e Centros de Referência de Alta Complexidade em Traumato-Ortopedia. seção 1. Gabinete do Ministro. 18 de março de 2002. Ministério da Saúde. Portaria Conjunta SAS/SVS n. Portaria SAS/MS. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 124 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .º 20.º 2. Brasília/ DF. Ministério da Saúde. 22 de dezembro de 2004. Ministério da Saúde. Brasília/DF. Aprova Protocolo de Indicação de Tratamento Clínico das Osteogêneses Imperfecta e Inclui na tabela do SIH/SUS e os procedimentos para o tratamento. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Ministério da Saúde. 27 de abril de 2001. 7 de março de 2005. Portaria GM/MS n. Gabinete do Ministro. seção 1. BRASIL. Ministério da Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Secretaria de Atenção á Saúde e Secretaria de Vigilância Sanitária. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Portaria SAS/MS. BRASIL. Torna obrigatória a realização do exame de VDRL em parturiente internadas em hospitais integrante do SUS. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 16 de fevereiro de 2005. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS n. Portaria SAS/MS n. Brasília/DF. 23 de setembro de 2004. 165. 15 de fevereiro de 2005. Ministério da Saúde. BRASIL. Secretaria de Atenção à Saúde.582.º 766. 23 de março de 2006. de 8 de março de 2005. Brasília/DF. 26 de abril de 2001. seção 1. 20 de dezembro de 2001. Secretaria de Assistência à Saúde. Ministério da Saúde. seção 1. Brasília/ DF. Inclui na Tabela do SIH/SUS Cirurgias Plásticas Corretivas Seqüenciais em Pacientes Pós Gastroplastia. Secretaria de Atenção à Saúde. seção 1. 30 de maio de 2005.º 545. BRASIL. de 21 de dezembro de 2004.º 343.º 221. Define atributos para os procedimentos de cirurgias reparadoras para pacientes portadores de AIDS e usuários de anti-retrovirais. BRASIL. Institui a Política Nacional de Atenção de Alta Complexidade em TraumatologiaOrtopedia. BRASIL. Gabinete do Ministro. 893. Inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos de cirurgias reparadoras para pacientes portadores de AIDS e usuários de anti-retrovirais. BRASIL. Portaria GM/MS n. BRASIL. seção 1. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.º 628. seção 1. Portaria GM/MS n. Brasília/DF. seção 1. Portaria SAS/MS n. Portaria GM/MS n. Define os procedimentos e normas de classificação e credenciamento dos Serviços de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional. Brasília/DF. Secretaria de Atenção á Saúde. 24 de março de 2006. Brasília/DF. 25 de maio de 2005. 95.º 118. Brasília/DF. Torna obrigatório identificar na AIH através da CID 10 os procedimentos de notificação compulsória. seção 1. 13 de novembro de 2002. seção 1. 15 de fevereiro de 2005. Gabinete do Ministro. 2 de dezembro de 2004. BRASIL. Gabinete do Ministro.

Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.º 304. Portaria GM/MS n º 896.º 124. Aprova no âmbito do Sistema Único de Saúde a modalidade de assistência – Hospital Dia. 12 de janeiro de 2001. Institui o Componente II do Programa de Humanização no Pré-natal e Nascimento – Incentivo à Assistência Pré-Natal no âmbito do SUS. republicação. de 26 de agosto de 1993. seção 1. Brasília/DF. Ministério da Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.º 1016. 14 de agosto de 2001. de 1º de junho de 2000. Gabinete do Ministro. Ministério da Saúde. BRASIL. de 08 de julho de 2002. Brasília/DF. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 29 de junho de 1990. Portaria SAS/MS n. Portaria GM/MS n. Portaria GM/MS n.º 693. 09 de julho de 2002. Portaria GM/MS n. 01 de setembro de 1993. Brasília/DF. Brasília/DF. de 01 de março de 2005. Gabinete do Ministro. Brasília/DF. BRASIL. Aprova as Normas de Orientação para implantação do Método Canguru. BRASIL. Gabinete do Ministro. BRASIL.º 448. pela qual o hospital deviria entregar ao paciente. Altera para março/2005 a obrigatoriedade do registro do VDRL. 08 de junho de 2000. seção 1. seção 1. Brasília/DF. Secretaria de Atenção à Saúde.BRASIL. seção 1 e 18 de agosto de 2000. Portaria SAS/MS n.º 1. seção 1. Institui o Programa de Humanização no Pré-natal e Nascimento. Ministério da Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. BRASIL. Ministério da Saúde. 3 de março de 2005. BRASIL. Brasília/ DF. Gabinete do Ministro. Estabelece a inclusão de Módulo de Segurança no Programa SISAIH. seção 1. e torna obrigatório arquivar no prontuário médico do paciente o Espelho de AIH – Definitivo. Gabinete do Ministro. republicação.º 569. Ministério da Saúde. Brasília/DF. seção 1. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. seção 1. seção 1 e 18 de agosto de 2000. Secretaria de Atenção à Saúde. de 09 de agosto de 2002. Brasília/DF. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. seção 1. Gabinete do Ministro. Secretaria de Atenção à Saúde. Brasília/DF. de 14 de junho de 1994. 08 de junho de 2000. Portaria SAS/MS n. Portaria GM/MS n. republicação. Institui o Componente I do Programa de Humanização no Pré-natal e Nascimento – Incentivo à Assistência Pré-natal no âmbito do SUS. 8 de junho de 2000. Portaria GM/MS n. Brasília/DF. Ministério da Saúde.º 572. 15 de junho de 1994. no âmbito do SUS. Regulamenta a implantação do Sistema 125 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Portaria SAS/MS n. seção 1 e 14 de novembro de 2000. BRASIL.343. seção 1. destinado a atenção e humanizada ao recém-nascido de baixo peso. Aprova as Normas básicas para implantação de atendimento na forma de Alojamento Conjunto. Resolução n. Gabinete do Ministro. Gabinete do Ministro. BRASIL. BRASIL. Inclui na tabela do SIH/SUS o procedimento Atendimento ao recém nascido na sala de parto. Institui o Componente III do Programa de Humanização no Pré-natal e Nascimento e estabelece nova sistemática de pagamento para a assistência ao parto. Gabinete do Ministro. Determinou que o INAMPS implantasse o Sistema de Informação Hospitalar – SIH/SUS. de 1º de junho de 2000.º 570. BRASIL.º 571. Brasília/DF. seção 1. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. de 1º de junho de 2000. seção 1. 8 de junho de 2000. Ministério da Saúde. seção 1 e 01 de julho de 1994. de 10 de janeiro de 2001. de 5 de julho de 2000. Revoga a Portaria SAS/MS n. demonstrativo contendo os dados referentes à sua internação. Ministério da Saúde. 06 de julho de 2000. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Portaria GM/MS n. de 24 de julho de 2002. Secretaria de Atenção à Saúde. Portaria GM/MS n. de 10 de agosto de 2001.º 74 de 04 de maio de 1994. de 27 de julho de 1990. BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Ministério da Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Ministério da Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. de 1º de junho de 2000.º 96. Portaria GM/MS n. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.º 44. seção 1. BRASIL. BRASIL. republicação. Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social INAMPS. Brasília/DF. seção 1. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. Inclui na tabela do SIH/SUS o procedimento Atendimento ao recém nascido na sala de Parto II. para Hospitais de Referencia em Gestante de Alto Risco. 2 de julho de 1990. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.º 227.

BRASIL. 17 de fevereiro de 1999. 20 de agosto de 1998. Portaria SAS/MS n º 316. Secretaria de Atenção à Saúde. Manual do Sistema de Informação hospitalar. 19 de outubro de 1998. Brasília/DF. www. 09 de maio de 2006. seção 1. Brasília/DF. seção 1. de 20 de setembro de 2002. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 12 de janeiro de 1996. para identificar profissional do Instituto de Traumatologia e Ortopedia -INTO prestando atendimento Ortopédico do Projeto Suporte em outros estabelecimentos de saúde.686. Gabinete do Ministro. seção 1. Brasília/DF. 126 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Estabelece critérios para inclusão de hospitais nos Sistemas de Referência Hospitalar no Atendimento Terciário e Secundário Gravidez de Alto Risco e inclui na tabela procedimentos para atendimento nesses estabelecimentos. Ministério da Saúde. seção 1. 24 de setembro 2002. Ministério da Saúde. 21 de agosto de 1991. Portaria MPAS/SSM n. Portaria GM/MS n. Portaria SAS/MS n. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. BRASIL.OPM sem cessão de crédito e estabelece que nas AIH de estabelecimentos público e privado com registro de OPM seja informados o CNPJ do Fornecedor do material e o n.º 3477. 15 de janeiro de 1996. Portaria SAS/MS n. Inclui no SIH o tipo de vinculo 52. seção 1. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 21 de novembro de 1984. Aprova normas para autorização e funcionamento e cadastramento de Bancos de Musculoesquelético pelo SUS. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 16 de junho de 2006. seção 1. Ministério da Saúde.º 1687. Portaria GM/MS n º 1. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Ministério da Saúde. Brasília/DF. Secretaria de Serviços Médicos. BRASIL. Secretaria de Assistência à Saúde. 20 de dezembro de 2001.º 48. Brasília/DF. republicação. de 11 de fevereiro de 1999. Brasília/DF. seção 1.º 434. Secretaria de Assistência à Saúde. BRASIL. Ministério da Saúde. Brasília/DF. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. Ministério da Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília/DF. de 20 de setembro de2002.gov. BRASIL. Secretaria de Atenção à Saúde.de Informação Hospitalar – SIH/SUS . Secretaria de Assistência à Saúde. 21 de dezembro de 2002. 14 junho de 2006. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Lei n. Ministério da Saúde. BRASIL. Ministério da Saúde. de 14 de fevereiro de 2006. Portaria SAS/MS n º 98. BRASIL. de 08 de maio de 2006. Brasília/DF.263. Portaria n. seção 1.br BRASIL. Ministério da Saúde. BRASIL. BRASIL.º 9. seção 1. Ministério da Previdência Social. Dispõe sobre planejamento familiar. Brasília/DF. Inclui na Tabela de Procedimentos do SIH-SUS os grupos de procedimentos de Processamento de Tecido Musculoesquelético. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. de 04 de setembro de 1997. 05 de setembro de 1997.º da Nota fiscal correspondente. BRASIL.º SAS/MS 113. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Prorroga a implantação do processamento descentralizado do SIH para abril de 2006. Ministério da Saúde. Estabelecem diretrizes e normas para internação de pacientes nos hospitais integrantes do SUS. 01 agosto de 1990.º 579. seção 1. o procedimento Cirurgia Múltipla . seção 1. BRASIL. Portaria GM/MS n.Laqueadura e Vasectomia. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. saude. seção 1. Portaria SAS/MS n. Brasília/DF. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.Inclui no SIH o tipo 53.º 299. Brasília/DF. e 7 de novembro 2002. Brasília/ DF. seção 1. seção 1. de 19 de novembro de 1984. Secretaria de Atenção à Saúde. Inclui na tabela do SIH/SUS. e o que inclui no valor do procedimento cirúrgico. Departamento de Controle e Avaliação de Serviços de Saúde. seção 1 e 20 de agosto de 1997. Recompõe os procedimentos de esterilização . Secretaria de Assistência à Saúde.Pacientes com Lesões Lábio-Palatal ou Craniofaciais. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Secretaria de Assistência à Saúde. BRASIL. Gabinete do Ministro. 15 de fevereiro de 2006. Portaria SAS/MS n º 187 16 de outubro de 1998. 24 de setembro de 2002. Dispõe sobre ato anestésico – inicio e término-. Compatibiliza procedimentos com CID de Causas Externas.

Incluem na tabela do SIH/SUS procedimentos para o Tratamento de Transtorno Decorrentes do uso de Álcool e/ou Outras Drogas e estabelece critérios para sua utilização. Inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos de Tratamento da Hanseníase e da Tuberculose com Lesões Externas. 09 de agosto de 2002. BRASIL. 765. BRASIL. Brasília/DF. Gabinete do Ministro. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS n.BRASIL. seção 1 e 5 de setembro de 2002. Incluir no Sistema de Informações Hospitalares do Sistema Único de Saúde – SIH/SUS a codificação de "tipo" 30 para profissionais que possuem vínculo empregatício com estabelecimento de saúde. Brasília/DF. Inclui na tabele do SIH/SUS procedimentos relacionados ao Programa de Humanização no Pré-natal e Nascimento – Teste Rápido. de 07 de dezembro de 2000. Ministério da Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. seção retificação. define procedimentos a serem registrados com o Procedimento Seqüenciais de Coluna em Ortopedia e/ou Neurocirurgia e estabelece limite de uso de procedimentos. Ministério da Saúde.º 34. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Regula a retirada e doação de órgão. Brasília/DF. o Incentivo ao Registro Civil de Nascimento. Secretaria de Atenção à Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Ministério da Saúde. Portaria SAS/MS n. Portaria SAS/MS n. de 25 de março de 1998. Portaria SAS/MS n. e 18 de julho de 2003.º 1. de 16 de abril de 2002. seção 1. BRASIL. Ministério da Saúde. de 2002. no Sistema de Informações Hospitalares do Sistema Único de Saúde – SIH/SUS. 08 de dezembro de 2000. 1 de julho de 1997. Brasília. seção 1. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 17 de junho de 2004. BRASIL.º 96.Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Secretaria de Atenção à Saúde. de 10 de julho de 2002. seção 1. Ministério da Saúde. de 05 de maio de 2004. Brasília/DF. Define prontuário médico e torna obrigatória a criação de Comissão de Revisão de Prontuário nas instituições de saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 15 de fevereiro de 2006. Define o código de Tipo com e sem vínculo com o hospital. 27 de junho de 2003. BRASIL. Gabinete do Ministro. de 30 de junho de 1997. Brasília/DF. de 16 de novembro de 2000. Brasília/DF. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS n. 03 de maio de 2002. Brasília/DF. seção 1. a codificação de "tipo" 45 para profissionais autônomos sem cessão de crédito. 29 de dezembro de 2005. seção 1. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. seção 1. BRASIL. Institui a Política Nacional de Atenção Cardiovascular. 30 de abril de 2002. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Ministério da Saúde.º 465. 12 de abril de 2002. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 15 de junho de 2004. Portaria SAS/MS n.638. Brasília/DF. Incluir. Portaria GM/MS n. Ministério da Saúde. Estabelece mecanismos para organização e implantação de Redes Estaduais de Assistência à Saúde do Idoso. Portaria GM/MS n. 30 de junho de 2003.º 938. antes da alta hospitalar. de 14 de fevereiro de 2006. seção 1. Secretaria de Atenção à Saúde. seção 1. BRASIL. Secretaria de Atenção à Saúde. 127 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . BRASIL. Brasília/DF. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Decreto 2268. Gabinete do Ministro. BRASIL. de 06 de maio de 2004. Brasília/ DF. de 20 de maio de 2002. Incluir. 1997. Ministério da Saúde. Conselho Federal de Medicina. Resolução n. seção 1. BRASIL.169. Estabelece compatibilidade entre procedimento e Órtese.º 158. Brasília/DF. seção 1. seção 1. Gabinete do Ministro. Prótese e Materiais Especiais – OPM na área de Cardiologia. Portaria SAS/MS. Brasília/DF. a ser pago aos hospitais integrantes do SIH/SUS que propiciarem o registro de nascimento. de 17 de novembro de 2000. 27 de março de 1998.º 1. Portaria SAS/MS n. BRASIL. Ministério da Saúde. BRASIL. Portaria GM/MS n.º 702. 30 de dezembro de 2005. seção 1.º 822.º 817.º 438. Secretaria de Atenção à Saúde. Brasília/DF. na Tabela de Procedimentos Especiais do SIH/SUS. Gabinete do Ministro. Secretaria de Atenção à Saúde. Exclui Procedimentos Seqüenciais em Neurocirurgia.

528. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. RESOLUÇÃO N. medicamentos e OPM do SUS. Secretaria de Atenção à Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília/DF.º 11. Brasília/DF. 20 de outubro de 2006.º 321 de 08 de fevereiro de 2007.069. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. que descentraliza para os gestores estaduais/municipais de saúde o registro das habilitações no SCNES. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS n. Medicamentos. Ministério da Saúde. Institui a tabela de procedimentos. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS n. Gabinete do Ministro. Portaria GM/MS n.º 569 de 31/2010/2007 DEFINE A SÉRIE NUMÉRICA APAC E AIH PARA 2008 .º 2. BRASIL. 20 de outubro de 2006.º 8. Brasília/DF Lei n. 19 de outubro de 2006. Medicamentos e OPM do SUS. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Portaria GM/MS n. Brasília/DF. BRASIL.848 de 06 de novembro de 2007.638.º 1.º 629.º 1. Ministério da Saúde. Portaria SAS/MS n. redefine tabela tipo de vínculo. de 13/2007/1990 – Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.º 719 de 28 de janeiro de 2007. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Define os procedimentos financiados pelo FAEC da Tabela de Procedimentos. Gabinete do Ministro. Medicamentos e OPM do SUS e as compatibilidades. Institui a Internação Domiciliar no âmbito do SUS. Portaria GM/MS n. Medicamentos e OPM do SUS que integram o elenco de cirurgias eletivas.º 958 de 15 de maio de 2008. Gabinete do Ministro.REPUBLICAÇÃO Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Portaria GM/MS n. 19 de outubro de 2006. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde.BRASIL. Brasília/DF BRASIL. Portaria SAS/MS n. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Ministério da Saúde. BRASIL. Portaria SAS/MS n. atualiza os laudos de APAC e AIH. Inclui campo: raça/cor.º 723 de 28 de janeiro de 2007. seção 1. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.Dispõe sobre acesso ao prontuário médico para efeito de auditoria. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 28 de agosto de 2006. Define os procedimentos seqüenciais de neurocirurgia da Tabela de Procedimentos.º 2. Secretaria de Atenção à Saúde. Brasília/DF. Brasília/DFBRASIL.º 958 16 de maio de 2008. estabelece: RESOLUÇÃO N. DE 10 DE JULHO DE 2002 – Define prontuário médico e torna obrigatória a criação da Comissão de Revisão de Prontuários nas instituições de saúde.º 2.529. Redefine a Política para Cirurgias Eletivas. Ministério da Saúde. a nacionalidade do paciente. seção 1. de 2001 . Institui a Política Nacional de Oftalmologia.614. Brasília/DF BRASIL. 23 de março de 1995. Brasília/DF BRASIL. Gabinete do Ministro. Brasília/DF BRASIL. seção 1 e 6 de abril de 1995. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. OPM do SUS. Ministério da Saúde.º 30 de 21 de janeiro de 2008. Brasília/DF BRASIL.º 957 de 15 de maio de 2008. caráter de atendimento. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. de 25 de agosto de 2006. Portaria GM/MS n. 21 de fevereiro de 1995. seção 1. Recompõe as compatibilidades dos procedimentos de válvula cardíaca da Tabela de Procedimentos do SUS. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Portaria SAS/MS n. Define os procedimentos da Tabela de Procedimentos. seção 1. Portaria SAS/MS n. Define a estrutura e o detalhamento completo dos procedimentos com seus atributos para janeiro de 2008. Brasília/DF BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Aprova a Tabela de Procedimentos. Ministério da Saúde. 128 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Gabinete do Ministro. BRASIL. Ministério da Saúde. Torna obrigatório informar na AIH – AIH em meio magnético. Secretaria de Atenção à Saúde. Portaria SAS/MS n. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. republicação. Gabinete do Ministro. Brasília/DF BRASIL. Portaria SAS/MS n. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Aprova a Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa. Brasília/DF BRASIL.º 219 de 1 de abril de 2008. Gabinete do Ministro.

Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Secretaria de Atenção à Saúde. Portaria SAS/MS n. Portaria SAS/MS n. Secretaria de Atenção à Saúde. Brasília/DF 129 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Ministério da Saúde.821 DE 2007 – Aprova as “Normas Técnicas para o Uso de Sistemas Informatizados para a Guarda e Manuseio do Prontuário Médico”. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.° 662/ 2008 Inclui o Procedimento 04. Ministério da Saúde. dispõe sobre tempo de guarda dos prontuários.º 90.02. Define Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Traumatologia e Ortopedia e Centro de Referência em Traumatologia e Ortopedia de Alta Complexidade.º 1.º 120. Portaria SAS/MS n. de 27 de março de 2009.003-4 – Outros Procedimentos com Cirurgias Seqüenciais. Brasília/DF BRASIL. Ministério da Saúde. de 14 de abril de 2009. Secretaria de Atenção à Saúde. BRASIL. Brasília/DF BRASIL.RESOLUÇÃO N.15. Aprova as “Normas de Classificação e Credenciamento/ Habilitação dos Serviços de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional Enteral e Enteral/ Parenteral” Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. estabelece critérios para certificação dos sistemas de informação e dá outras providências.

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