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Avaliação diagnóstica 8º ano

Avaliação diagnóstica 8º ano

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Língua

Portuguesa
Avaliação Avaliação
Diagnóstica, Regresso as aulas Diagnóstica, Regresso as aulas
Língua Portuguesa- 8º ano Língua Portuguesa- 8º ano
Nome:________________________________________________________________
_____º ano !urma:_____ Nº "e aluno#a:________ Data: ____ #____ #______
O P O PINHEIRO INHEIRO A AMBICIOSO MBICIOSO
Era uma vez um pinheiro que não estava contente com a sua sorte.
Oh! " #izia e$e " Como são horren#as estas $inhas uni%ormes #e a&u$has
ver#es' que se esten#em ao $on&o #os meus (ra)os! Sou um pouco mais or&u$hoso
que os meus vizinhos' e sinto que %ui %eito para an#ar vesti#o #e outro mo#o. Ah! Se
as minhas %o$has %ossem #e oiro*
O +,nio #a montanha ouviu-o' e no #ia se&uinte pe$a manhã acor#ou o pinheiro
com %o$has #e oiro. .icou ra#iante #e a$e&ria' e a#mirou-se' pavoneou-se to#o'
o$han#o com a$tivez para os outros pinheiros que' mais sensatos #o que e$e' não
inve/avam tão r0pi#a %ortuna. 1 noite passou por a$i um /u#eu' arrancou-$he to#as
as %o$has' meteu-as num saco e %oi-se em(ora' #ei2an#o-o inteiramente nu #os p,s 3
ca(e)a.
Oh! " #isse e$e " 4ue #oi#o que %ui! Não me tinha $em(ra#o #a co(i)a #os
homens. 5espiram-me to#o. Não h0 a&ora em to#a a %$oresta uma p$anta tão po(re
como eu. .iz ma$ em pe#ir %o$has #e oiro6 o ouro atrai am(i)7es* Ah! Se eu
conse&uisse um vestu0rio #e crista$! Era #es$um(ra#or e o /u#eu avarento não me
teria #espi#o.
No #ia se&uinte acor#ou o pinheiro com %o$has #e crista$' que re$uziam ao so$
como pequeninos espe$hos. .icou outra vez to#o contente e or&u$hoso' %itan#o
#es#enhosamente os seus vizinhos. Mas nisto o c,u co(riu-se #e nuvens e o vento
ru&in#o' esta$an#o' que(rou com a sua asa ne&ra as %o$has #e crista$.
En&anei-me ain#a' - #isse o /ovem pinheiro' ven#o por terra' %eito em
(oca#os' o seu manto crista$ino " o oiro e o crista$ não servem para vestir (osques.
Se eu tivesse a %o$ha&em acetina#a #as ave$eiras' seria menos (ri$hante' mas viveria
#escansa#o.
Cumpriu-se o seu 8$timo #ese/o e' apesar #e ter renuncia#o 3s vai#a#es
primitivas' /u$&ava-se ain#a mais (em vesti#o #o que to#os os outros pinheiros seus
irmãos. Mas passou por a$i um re(anho #e ca(ras' e ven#o as %o$has tenrinhas e
%rescas' comeram-$has to#as sem $he #ei2ar uma 8nica.
O po(re pinheiro' enver&onha#o e arrepen#i#o' /0 queria vo$tar 3 sua %orma
natura$. Conse&uiu ain#a este %avor e nunca mais se quei2ou #a sua sorte.
$uerra %un&ueiro, Contos para a infância, '"iç(es A)A *a"a+ta"o,
Respon#e' com %rases comp$etas' 3s se&uintes quest7es.
-.
9Era uma vez um pinheiro que não estava contente com a sua sorte.:
// 0uem nos "1 esta in2ormação3_________________________________________
4.
/5 6n"ica "ois motivos &ue "emonstrem &ue o +in7eiro não estava contente com a
sua sorte__________________________________________________________
__________________________________________________________________
__________________________________________________________________
8.
O +,nio #a montanha reso$veu a/u#0-$o.
/9 De &ue maneira3____________________________________________________
__________________________________________________________________
8.
/- :omo reagiram os outros +in7eiros ao seu novo as+ecto3____________________
__________________________________________________________________
__________________________________________________________________
9.
9Oh! " #isse e$e " 4ue #oi#o que %ui!:
/8 0ue 2acto +rovocou este "esa;a2o "o +in7eiro3____________________________
__________________________________________________________________
5.
/4 < terceiro +ar1gra2o, começa com "iscurso "irecto ou in"irecto3_______________
__________________________________________________________________
5 ;< o te2to in%ormativo que se se&ue com aten)ão6
Os pinheiros são 0rvores pertencentes 3 #ivisão Pinophyta' tra#iciona$mente
inc$u=#a no &rupo #as gimnospérmicas. Os pinheiros são p$antas perenes. A casca #a
maioria #os pinheiros , &rossa e escamosa. A resina #e a$&umas esp,cies , uma
importante %onte #e (reu #o qua$ se e2trai terebintina e outros >$eos essenciais.
A$&umas esp,cies t<m sementes comest=veis que se po#em cozinhar ou assar.
A$&umas esp,cies são usa#as como 0rvores #e nata$ e suas pinhas e ramos são
$ar&amente usa#os em #ecora)7es nata$=cias. ?am(,m e2iste uma $on&a tra#i)ão
orienta$' especia$mente na China e no @apão' e (em #i%un#i#a entre as cu$turas
oci#entais mo#ernas' #o cu$tivo #e miniaturas art=sticas #as mais #iversas esp,cies
#e pinheiros' os bonsai' um termo empresta#o #o i#ioma /apon<s. Nos pinhais h0 um
&ran#e risco #e inc<n#io por causa #a cama#a #e ac=cu$as secas que se acumu$am no
so$o e porque a 0rvore' em si mesma' possui uma &ran#e quanti#a#e #e resina'
che&a#o mesmo ao ponto #a sua ma#eira ser e2p$osiva em #etermina#as con#i)7es.
In 7tt+:##+t=i>i+e"iaorg#=i>i#Pin7eiro *a"a+ta"o,5.
5/ A &ue 2amília +ertence a es+?cie &ue cresce nos +in7ais3_____________________
9.
55 6n"ica tr@s ti+os "e materiais &ue se +o"em eAtrair "e um +in7eiro_____________
8.
59 < +in7eiro est1 +resente em algumas tra"iç(es ancestrais 0uais3______________
__________________________________________________________________
__________________________________________________________________
B.
A. I#enti%ica as %ormas ver(ais que encontras no se2to par0&ra%o #o te2to. Co$oca-
as no qua#ro que se se&ue e comp$eta-o.
.ormas ver(ais In%initivo
Bimpessoa$C
?empo eDou Mo#o
5.
?ranscreve um e2emp$o #e ca#a um #os se&uintes recursos e2pressivos6
9/ :om+aração:_______________________________________________________
5.
95 Personi2icação:______________________________________________________
__________________________________________________________________
- CNão h0 agora em to"a a 2lorestaDE
CAh! )e eu conseguisse um vestu1rio "e cristalFE
5.
C< +in7eiro GDH &ueria voltar 3 sua 2orma naturalE
9.
As +alavras "estaca"as t@m ou gra2ia ou +ronIncia semel7antes Por isso, &ue nome l7es
"1s3
-/ Por&ue "esignas assim as +alavras h0, ah, 33______________________________
__________________________________________________________________
5.
C$assi%ica quanto ao tipo e 3 %orma as se&uintes %rases6
-5 C'ra uma veJ um +in7eiro &ue não estava contente com a sua sorteE
5.
-9 C<7F 0ue "oi"o &ue 2uiFE
5.
-- Por&ue 2oste tão am;icioso, +in7eirin7o3
_________________________________________________________________________
4.
No que respeita 3 acentua)ão' como c$assi%icarias as pa$avras que se se&uemE
Preenche o qua#ro com as #esi&na)7es correctas Bes#r82u$a' &rave ou a&u#aC.
Pa$avra C$assi%ica)ão quanto 3 acentua)ão
+in7eiro
$?nio
man7ã
cristal
Iltimo
;oca"os
5.
No que respeita ao n8mero #e s=$a(as' como #esi&narias as se&uintes pa$avras6
Pa$avra C$assi%ica)ão quanto ao n.F #e s=$a(as
envergon7a"o
mais
9.
Sa(es que as pa$avras são #e Gc$assesH (em #i%erentes* ;i&a os nomes a(ai2o 3
respectiva su(c$asse.
Pin7al
• •
:omum
Pin7eiro
• •
Pró+rio
)r Pin7eiro
• •
:olectivo
58.
Ima&ina que o +,nio #a montanha te conce#ia tr<s #ese/os. S> tinhas #e $he escrever
uma (onita carta' em que BIC te apresentarias' BJC enumerarias os teus #ese/os e BAC
e2p$icarias os motivos porque os pe#es.
;em(ra-te que a am(i)ão não , o me$hor #os sentimentos* S< &eneroso!
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
Bom
tra(a$ho!
'stima"o#a 'ncarrega"o#a "e '"ucação,
'sta 2oi a classi2icação atri;uí"a K +resente 2ic7a "e avaliação sumativa "o#a seu#sua
e"ucan"o#a:
______________________________________ *o &ue corres+on"e a _____.,
Agra"eço &ue, "e+ois "e ter toma"o con7ecimento "o "esem+en7o "o#a seu#sua
e"ucan"o#a neste teste, assine na lin7a a;aiAo:
L _________________________________________________________________________
:om os mel7ores cum+rimentos,
______________________________________________
*A +ro2essora "e Língua Portuguesa,

Conseguiu ainda este favor e nunca mais se queixou da sua sorte. deixando-o inteiramente nu dos pés à cabeça. vendo por terra.» 1. Indica dois motivos que demonstrem que o pinheiro não estava contente com a sua sorte. fitando desdenhosamente os seus vizinhos. No dia seguinte acordou o pinheiro com folhas de cristal. Despiram-me todo. comeram-lhas todas sem lhe deixar uma única. Se eu tivesse a folhagem acetinada das aveleiras. O pobre pinheiro. envergonhado e arrependido.as folhas. . Cumpriu-se o seu último desejo e. apesar de ter renunciado às vaidades primitivas. estalando. Não há agora em toda a floresta uma planta tão pobre como eu. com frases completas. Ficou outra vez todo contente e orgulhoso. julgava-se ainda mais bem vestido do que todos os outros pinheiros seus irmãos. Guerra Junqueiro.1. meteu-as num saco e foi-se embora. o seu manto cristalino – o oiro e o cristal não servem para vestir bosques. já queria voltar à sua forma natural. mas viveria descansado. e vendo as folhas tenrinhas e frescas. Edições ASA (adaptado) Responde. Mas passou por ali um rebanho de cabras. seria menos brilhante.disse o jovem pinheiro. às seguintes questões.2. feito em bocados.__________________________________________________________ __________________________________________________________________ __________________________________________________________________ 5% O Génio da montanha resolveu ajudá-lo. Fiz mal em pedir folhas de oiro: o ouro atrai ambições… Ah! Se eu conseguisse um vestuário de cristal! Era deslumbrador e o judeu avarento não me teria despido. Contos para a infância. 4% «Era uma vez um pinheiro que não estava contente com a sua sorte. — Oh! – disse ele – Que doido que fui! Não me tinha lembrado da cobiça dos homens. . Mas nisto o céu cobriu-se de nuvens e o vento rugindo. Quem nos dá esta informação?_________________________________________ 6% 1. — Enganei-me ainda. que reluziam ao sol como pequeninos espelhos. quebrou com a sua asa negra as folhas de cristal.

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