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LEI ORGÂNICA DO MUNICÍPIO DE MANAUS - Atualizada - 09 MAI 2

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LEI ORGÂNICA DO MUNICÍPIO DE MANAUS

- Promulgada em 05 de abril de l990 (Modificada através de várias emendas - texto atualizado, até emenda nº 29, de 05/12/2002)

SUMÁRIO TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES FUNDAMENTAIS .............................................................05 TÍTULO II DA COMPETÊNCIA MUNICIPAL .....................................................................06 TÍTULO III DO GOVERNO MUNICIPAL ..............................................................................09 Capítulo I DOS PODERES MUNICIPAIS ............................................................................09 Capítulo II DO PODER LEGISLATIVO ................................................................................10 Seção I DA CÂMARA MUNICIPAL .................................................................................10 Seção II DA INSTALAÇÃO DA LEGISLATURA E POSSE DOS VEREADORES ..........11 Seção III DAS ATRIBUIÇÕES DA CÂMARA MUNICIPAL ..............................................11 Seção IV DA FISCALIZAÇÃO CONTÁBIL, FINANCEIRA E ORÇAMENTARIA ..........14 Seção V DO EXAME PUBLICO DAS CONTAS MUNICIPAIS .........................................16 Seção VI DA REMUNERAÇÃO DOS AGENTES POLÍTICOS ...........................................17 Seção VII DA ELEIÇÃO DA MESA DA CÂMARA ...............................................................18 Seção VIII DAS ATRIBUIÇÕES DA MESA ............................................................................18 Seção IX DAS SESSÕES ........................................................................................................19 Seção X DAS COMISSÕES ..................................................................................................20 Seção XI DO PRESIDENTE E DO VICE-PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL .....21 Seção XII DA PROCURADORIA GERAL DA CÂMARA MUNICIPAL ..............................22 Seção XIII DOS VEREADORES ..............................................................................................23

Subseção I DISPOSIÇÕES GERAIS .......................................................................................23 Subseção II DAS INCOMPATIBILIDADES ............................................................................23 Subseção III DAS LICENÇAS ...................................................................................................24 Subseção IV DA CONVOCAÇÃO DOS SUPLENTES .............................................................25 Seção XIV DO PROCESSO LEGISLATIVO .........................................................................26 Subseção I DISPOSIÇÃO GERAL .........................................................................................26 Subseção II DAS EMENDAS _ LEI ORGÂNICA MUNICIPAL ............................................26 Subseção III DAS LEIS .............................................................................................................26 Capítulo III DO PODER EXECUTIVO ...................................................................................30 Seção I DISPOSIÇÕES GERAIS .....................................................................................30 Seção II DAS PROIBIÇÕES .............................................................................................31 Seção III DAS LICENÇAS..................................................................................................31 Seção IV DAS ATRIBUIÇÕES DO PREFEITO ..............................................................32 Seção V DA RESPONSABILIDADE DO PREFEITO ....................................................34 Seção VI DA TRANSIÇÃO ADMINISTRATIVA .............................................................35 Seção VII DOS SECRETÁRIOS DO MUNICÍPIO ............................................................36 Seção VIII DA PROCURADORIA GERAL DO MUNICÍPIO ...........................................37 Seção IX DA CONSULTA POPULAR ..............................................................................39 TÍTULO IV DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL ..............................................................39 Capítulo I

...................................57 Seção III DAS VEDAÇÕES ORÇAMENTARIAS ......................61 Seção V DA EXECUÇÃO ORÇAMENTARIA ......57 Seção I DISPOSIÇÕES GERAIS..........51 Seção II DAS LIMITAÇÕES DO PODER DE TRIBUTAR .......................59 Seção IV DAS EMENDAS AOS PROJETOS ORÇAMENTARIOS ...........39 Capítulo II DOS SERVIDORES PÚBLICOS ...........................................41 Seção I DISPOSIÇÕES GERAIS ..................................................................52 Seção III DOS IMPOSTOS DO MUNICÍPIO .....55 Capítulo V DA REMUNERAÇÃO DOS SERVIÇOS PÚBLICOS ..........................DISPOSIÇÕES GERAIS .............64 Seção VIII ............................................63 Seção VII DAS CONTAS MUNICIPAIS .....................................................................................................................................................................................................47 Capítulo III DOS ATOS MUNICIPAIS .......................................................................................................................................................................................54 Seção IV DA PARTICIPAÇÃO NAS RECEITAS TRIBUTARIAS ..62 Seção VI DA CONTABILIDADE MUNICIPAL ...................................................................................................................................................50 Seção I DISPOSIÇÕES GERAIS .........................56 Capítulo VI DAS FINANÇAS PUBLICAS ........................................................................................41 Seção II DA ASSISTÊNCIA E DA PREVIDÊNCIA SOCIAL ...........................................................50 Capítulo IV DOS TRIBUTOS MUNICIPAIS ...................................................................................................................................................................................................................................................57 Seção II DOS ORÇAMENTOS ......

.............................65 Capítulo VIII DAS OBRAS E SERVIÇOS PÚBLICOS ..75 Capítulo X DO PLANEJAMENTO MUNICIPAL ...........................................................67 Capítulo IX DOS DISTRITOS ...................................................................72 Seção I DISPOSIÇÕES GERAIS ...................................................................................75 Seção II DA COOPERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES NO PLANEJAMENTO .............94 Capítulo II DA POLÍTICA DO MEIO AMBIENTE ...................................................................................................................................................................................................75 Seção I DISPOSIÇÕES GERAIS ...............................................73 Seção III DO ADMINISTRADOR DISTRITAL ....................................64 Capítulo VII DA ADMINISTRAÇÃO DOS BENS PATRIMONIAIS ....................................................................................72 Seção II DOS CONSELHEIROS DISTRITAIS ......................78 Capítulo I DA POLÍTICA URBANA.......DO CONTROLE INTERNO .....................................................87 Subseção I DO TRANSPORTE INDIVIDUAL E COLETIVO DE PASSAGEIROS FRETAMENTO ..........................................................................77 MUNICIPAL TÍTULO V DAS POLÍTICAS MUNICIPAIS ......78 Seção II DO PLANEJAMENTO URBANO ..................78 Seção I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS ...............................................................................................................................84 Seção IV DOS SISTEMAS VIÁRIOS E DOS TRANSPORTES COLETIVOS .....................................97 Seção I POR .............................................................................................81 Seção III DO USO E OCUPAÇÃO DO SOLO ...............................................................................................

..101 Capítulo III DA POLÍTICA DE SAÚDE ........................................................... DESATINAÇÃO E TRATAMENTO DO LIXO .....................................................................................................................................................................117 Capítulo V DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA E PROMOÇÃO SOCIAL ...............................................................................................................................................111 Subseção III DA MANUTENÇÃO E AMPLIAÇÃO DOS ACERVOS ................................................................................................................129 Seção IV DA DEFESA DO CONSUMIDOR .....138 .............104 Capítulo IV DAS POLÍTICAS CULTURAL E EDUCACIONAL........................................109 Subseção II DO PATRIMÔNIO CULTURAL .........134 Seção V DO COMÉRCIO AMBULANTE ...........................................................113 Seção II DA EDUCAÇÃO .....................................................127 Seção III DO ABASTECIMENTO.........114 Seção III DO DESPORTO E DO LAZER .........................................................................................................................................................................................137 ATO DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS .................................109 DESPORTO E DO LAZER Seção I DA CULTURA .....................120 Capítulo VI DA POLÍTICA ECONÔMICA ............................123 Seção II DA POLÍTICA DE INCENTIVOS FISCAIS E EXTRAFISCAIS ..123 Seção I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS ........................135 TÍTULO VI DAS DISPOSIÇÕES GERAIS .................................................................97 Seção II DA COLETA......................... DO .........................................................109 Subseção I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS ..............DAS DISPOSIÇÕES GERAIS ...............................................

no sentido da sede do Município de Manaus. até alcançar sua interseção com o paralelo das cabeceiras do Igarapé Itucumã este igarapé. inadmitida sua alteração. este divisor.Os limites do Município de Manaus são os seguintes: I . este rio subindo. nos termos da Constituição da República e da Constituição do Estado. até alcançar o divisor de águas rios Preto da Eva-Puraquequara. II . é unidade territorial que integra. com autonomia política. com o objetivo de organizar o exercício do poder e fortalecer as instituições democráticas e os direitos da pessoa humana. até alcançar as cabeceiras do Igarapé Jatuarana. pessoa jurídica de direito público interno. até alcançar sua interseção com o divisor de águas rio Preto da Eva-Igarapé Tarumã.Com o Município do CAREIRO DA VÁRZEA: começa na margem esquerda do rio Amazonas. este igarapé. por sua linha mediana. III . Parágrafo único . este paraná subindo por sua linha mediana até encontrar sua boca na margem esquerda do rio Amazonas. que constitui a Lei Fundamental do Município de Manaus. 1º O Município de Manaus. administrativa e financeira. este rio por sua linha mediana até sua jusante com a margem esquerda do paraná da Eva. a presente Lei Orgânica. na boca de cima do paraná da Eva. descendo por sua linha mediana.Com o Município de RIO PRETO DA EVA: começa na interseção do rio Urubu com a Rodovia BR-174. promulgamos. até alcançar sua confluência com a margem direita do rio Preto da Eva.(*) PREÂMBULO: Nós. 2º . representantes do povo do Município de Manaus. por sua linha mediana até . Art. este divisor para sudeste. exceto na forma prevista na Constituição da República e na Constituição do Estado. reunidos no Paço da Câmara Municipal de Manaus. sob a proteção de Deus.Os limites do Município são os definidos e reconhecidos pela tradição. documentos e leis. este rio por sua linha mediana até alcançar a confluência do Igarapé Grande. a República Federativa do Brasil e o Estado do Amazonas. esta rodovia.Com o Município de ITACOATIARA: começa na jusante do Igarapé Grande com a margem esquerda do rio Preto da Eva. para sudeste. * (inserida pela Emenda nº 12 de 17/09/2001) TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES FUNDAMENTAIS Art. respeitando os preceitos da Constituição da República Federativa do Brasil e do Estado do Amazonas.

até alcançar a confluência do Igarapé-Açu.São símbolos do Município de Manaus a bandeira. o rio Apuaú. este rio. sem prejuízo da obrigatoriedade de prestar contas e publicar balancetes nos prazos fixados em lei.Com o Município de NOVO AIRÃO: começa na confluência do Igarapé-Açu com a margem direita do rio Negro. por sua linha mediana. 6º . fundada em 1669. V .suplementar a legislação federal e a estadual no que couber. Art.dispor sobre a organização e execução dos serviços públicos e sobre o quadro e o regime jurídico dos servidores que o integram. por uma linha.No exercício de sua autonomia. no território de sua jurisdição. IV . 4º .Com o Município de PRESIDENTE FIGUEIREDO: começa nas cabeceiras do rio Apuaú.O Município de Manaus. assegura a todos.A sede do Município. indistintamente. expedirá atos e adotará medidas pertinentes aos seus interesses. este rio. o hino e o brasão instituídos em lei. na Constituição do Estado e nesta Lei.Com o Município de IRANDUBA: começa na confluência do rio Solimões com a margem direita do rio Negro. 3º .Compete ao Município: I . representativos da cultura e da história de seu povo. Art. até alcançar as cabeceiras do rio Urubu. desta confluência. 5º . Art. III . dessas cabeceiras. subindo por sua margem direita. IV . até alcançar sua interseção com a Rodovia BR-174. II . tem nome de Manaus e a categoria de cidade.alcançar a confluência do rio Solimões com a margem direita do rio Negro. (*)Art. por sua linha mediana. bem como aplicar as suas rendas. até alcançar suas cabeceiras. a inviolabilidade dos direitos e garantias fundamentais declarados na Constituição da República. direitos e ações que a qualquer título lhe pertençam. por uma linha. às necessidades da administração e ao bem-estar do seu povo. VI . com a margem esquerda do rio Negro. 7º . até alcançar a confluência do rio Apuaú.Constituem bens do Município todas as coisas móveis e imóveis. . o Município editará leis. Art. TITULO II DA COMPETÊNCIA MUNICIPAL Art. nos limites de sua competência.instituir e arrecadar os tributos de sua competência.legislar sobre assuntos de interesse local. 8º .

organizar e suprimir distritos.realizar programas de apoio às práticas desportivas.preservar a floresta. VIII . de 29/03/2000. diretamente ou sob regime de permissão ou concessão. XII .instituir a guarda Municipal destinada à proteção de seus bens. XI . conforme critérios e condições fixados em lei Municipal. d) construção e conservação de estradas vicinais. inclusive a artesanal.V . serviços e instalações.realizar atividades de defesa civil. mediante planejamento e controle do uso. com cooperação técnica e financeira da União e do Estado. observado o disposto nesta Lei e na legislação estadual pertinente.promover o tombamento. e a proteção do patrimônio histórico. em coordenação com a União e o Estado. entre outras. os seguintes serviços: a) transporte coletivo urbano e intramunicipal. turístico e paisagístico local. conforme dispuser a lei. XIII . programas de alfabetização e de educação pré-escolar e o ensino fundamental.promover adequado ordenamento territorial. inclusive a de combate a incêndios e prevenção de acidentes naturais. XIX . c) mercado. VII . . XVII . XIV .elaborar e executar o plano plurianual.criar. tratamento e desatinação do lixo.incentivar a cultura e promover o lazer. jardins e hortos florestais. XVI . XVIII . obras de: a) abertura. b) abastecimento de água e esgotos sanitários. f) limpeza pública.organizar e prestar. cultural. a fauna e a flora. feiras e matadouros locais. parques. X . IX . dentre outros. (*) Emenda nº 01/2000.fomentar a produção agropecuária e demais atividades econômicas. XV . VI . diretamente ou por meio de instituições privadas. do parcelamento e da ocupação do solo urbano. c) construção e conservação de estradas.realizar serviços de assistência social.realizar programas permanentes de informação dos direitos do homem e do cidadão.manter. coleta. e) iluminação pública.executar. observada a legislação específica. * b) drenagem pluvial e saneamento básico. que terá caráter essencial. artístico. d) cemitérios e serviços funerários. pavimentação e conservação de vias.

cuja conservação seja da competência do Município. Art. c) utilização dos bens públicos de uso comum para realização de obras de qualquer natureza. XXIV .fixar: a) tarifas dos serviços públicos.dispor sobre depósito e desatinação de animais e mercadorias apreendidos em decorrência de transgressões da legislação Municipal. Parágrafo único . b) licenciamento e fiscalização de obras em geral. contará com um corpo especializado de proteção ecológica e ambiental. XXIII .outorgar isenções e anistia fiscal ou permitir a remissão de dívidas sem interesse .conceder licença para: a) localização. emblemas e utilização de altofalantes para fins de publicidade e propaganda.A guarda Municipal de que trata o inciso VI. d) realização de jogos.regulamentar e fiscalizar a utilização de vias e logradouros públicos. f) prestação de serviço de transporte coletivo especial para trabalhadores. espetáculos e divertimentos públicos. c) exercício de comércio eventual ou ambulante. quanto às últimas. ressalvados.disciplinar os serviços de carga e descarga. especialmente quando a: a) controle dos loteamentos. anúncios. bem como fixar a tonelagem máxima permitida a veículos que circulem em vias públicas. XX . escolares e turistas. de serviços e outros similares. b) afixação de cartazes. b) horário de funcionamento dos estabelecimentos industriais. comerciais. comerciais e de serviços. os aspectos relacionados com o interesse da segurança nacional. XXVI .sinalizar as vias públicas urbanas e rurais.exercer o poder de polícia urbanística. letreiros.Ao Município é vedado. além do estabelecido no artigo 19 da Constituição do Estado: I . XXI . deste artigo. XXV . incluídas as obras públicas e instalações de outros entes federativos. observadas as prescrições legais.e) edificação e conservação de prédios públicos municipais. 9º . e) prestação de serviços de táxi. XXII . inclusive dos serviços de táxi. instalação e funcionamento de estabelecimentos industriais. faixas.

dentro de noventa dias do requerimento do interessado. sendo assegurada a participação dos munícipes. 11 . jornal.permitir ou fazer uso de estabelecimento gráfico.Todo poder emana do povo. da Constituição da República. independentes e harmônicos entre si. Art. através da participação da coletividade local na formulação e execução das políticas de governo e do permanente controle popular da legalidade e da moralidade dos atos dos Poderes Municipais.Além das competências prevista no artigo 8º. que tornem inviável o exercício dos direitos constitucionais. Art.As omissões do Poder Público Municipal.A soberania popular será exercida. Art. da Constituição do Estado e desta Lei. nos termos da Constituição da República. sob pena de nulidade do ato.O Município. vantagens pecuniárias aos que tenham exercido o cargo de Prefeito ou de Vereador. Art. não permitirá discriminação de qualquer natureza. também. serão sanadas. 15 . na composição de todo e qualquer órgão de liberação coletiva que tenha atribuições consultivas. desta Lei. sob qualquer título. que o exerce por meio de representantes eleitos diretamente. de cargo ou função de confiança em órgão da Administração direta. III . serviço de auto-falante ou qualquer outro meio de comunicação de sua propriedade. 13 . II . televisão. 10º . TITULO III DO GOVERNO MUNICIPAL CAPÍTULO I DOS PODERES MUNICIPAIS Art.público justificado.criar ou conferir. Art. 14 . da Constituição da República. para propaganda político-partidária ou fins estranhos à administração. na esfera administrativa. por intermédio de representantes democraticamente escolhidos. incidindo em falta grave. indireta ou fundacional. estação de rádio. . na forma do artigo 5º. punível com a destituição de mandato administrativo. o Município atuará em cooperação com a União e o Estado para o exercício das competências enumeradas no artigo 23.O Governo Municipal é constituído pelos Poderes Legislativo e Executivo. ou sob suas expensas. o agente público que injustificadamente deixar de fazê-lo. 12 .

19 . sendo acrescida uma vaga para cada 500 mil habitantes ou fração. § 1º . até o total de 41 vagas. saúde.O plebiscito. III . segurança.acima de cinco milhões. culturais ou desportivas de países que adotem política de segregação racial.deliberativas ou de controle social nas áreas de educação. mediante decreto legislativo. 18 . o número de vagas será de 21. dentre cidadãos maiores de 18 anos.O Município não manterá convênio ou acordo com entidades comerciais. 16 .O Poder Legislativo é exercido. 17 . meio ambiente. respeitado o limite máximo de 55 vagas.até um milhão de habitantes. para cada legislatura. CAPÍTULO II DO PODER LEGISLATIVO SEÇÃO I DA CÂMARA MUNICIPAL Art. o referendo e a iniciativa popular são formas que asseguram a participação do povo na definição das questões fundamentais de interesse da coletividade local. observados os limites estabelecidos na Constituição da República e as seguintes normas: I . com autonomia administrativa e financeira.O número de vagas será fixado. o número de vagas é de 33. cultura. será acrescida uma vaga para cada um milhão de habitantes ou fração. no exercício dos direitos políticos. Art. II . que declare a população do Município.acima de um milhão. após informação oficial da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . número que permanecerá até cinco milhões de habitantes. desenvolvimento sócioeconômico. .IBGE. pela Câmara Municipal. composta de Vereadores eleitos pelo voto direto e secreto. Art. assistência e previdência social e defesa do consumidor. até o final da sessão legislativa do ano que anteceder as eleições.O número de vagas de Vereadores será fixados pela Câmara Municipal. Art.

§ 1º . II. (*) Acrescentado através da Emenda n. SEÇÃO II DA INSTALAÇÃO DA LEGISLATURA E POSSE DOS VEREADORES Art. de 10. (*) Art. § 2º . 20 .2003. à promoção e assistência social e à proteção e garantia das pessoas portadoras de deficiência.§ 2º . 21 .A Mesa da Câmara enviará ao Tribunal Regional Eleitoral. 22 . inclusive suplementando a legislação federal e estadual. Art.O Vereador que não tiver prestado o compromisso de posse na sessão para este fim realizada.(*) OBS: Modificada pela Emenda nº. para instalação e posse de seus membros. as deliberações da Câmara Municipal e de suas Comissões serão tomadas por maioria de votos.assuntos de interesse local. presente a maioria absoluta de seus membros. poderá faze-lo perante o Presidente da Câmara Municipal ou.º 33. logo após sua edição. SEÇÃO III DAS ATRIBUIÇÕES DA CÂMARA MUNICIPAL Art.a apresentação do diploma respectivo. . até 30 dias após a posse ou término do mandato.03. notadamente no que diz respeito: a) à saúde. perante qualquer outro membro da Mesa Diretora.a declaração de bens. § 3º . de 06/05/2002. repetida quando do término do mandato. lavrando-se o termo competente. 20-A – As deliberações da Câmara Municipal de Manaus e das suas Comissões se darão sempre por voto aberto. conferido pelo Tribunal Regional Eleitoral. dispor sobre todas as matérias de competência do Município.A declaração de bens será transcrita em livro próprio. 27.São requisitos para a posse dos Vereadores: I.A Câmara Municipal se reunirá em sessão preparatória no dia primeiro de janeiro do primeiro ano da legislatura. no Diário Oficial do Município. com a sanção do Prefeito. na ausência ou recusa deste. cópia do decreto legislativo de que trata o inciso anterior.Salvo disposição em contrário desta Lei. e especialmente: I .Cabe à Câmara Municipal. resumida em ata e divulgada para conhecimento público.

o) às políticas públicas do Município.obtenção e concessão de empréstimos e operações de crédito. j) ao registro.criação. IX . IV . artístico e cultural. XII .concessão de auxílio e subvenções. VII . atendidas as normas fixadas em lei complementar federal.tributos municipais. bem como autorizar a abertura de créditos suplementares e especiais. empregos e funções públicos e fixação da respectiva remuneração. c) aos meios de acesso à cultura. alteração e extinção de cargos. n) ao uso e armazenamento dos agrotóxicos. m) à cooperação com a União e o Estado. mediante o combate às causas da pobreza e aos fatores de marginalizado.alteração da denominação de prédios. X . XI .b) à proteção dos documentos. d) à proteção ao meio ambiente e ao combate à poluição. observada a legislação estadual. tendo em vista o equilíbrio do desenvolvimento e do bem-estar.aquisição de bens imóveis. bem como sobre a forma e os meios de seu pagamento.plano plurianual. à educação. à tecnologia e ao trabalho. vias e logradouros públicos. . acompanhamento e fiscalização das concessões de pesquisa e exploração dos recursos hídricos e minerais em seu território l) ao estabelecimento e implantação da política de educação para o trânsito. f) à criação de distrito industriais.concessão de direito real de uso de bens municipais. seus componentes e afins.criação. diretrizes orçamentárias e orçamento anual. i) à integração social dos setores desfavorecidos da comunidade.permissão e concessão de serviços públicos. h) à promoção de programas de construção de moradias e de melhoria das condições habitacionais e de saneamento básico. VI .plano diretor e normas urbanística. g) ao fomento da produção agropecuária e à organização do abastecimento alimentar. III . VIII . XIII . salvo quando se tratar de doação sem encargos.alienação e cessão de bens imóveis. e) ao incentivo à indústria. ao comércio e ao turismo. II . obras e outros bens de valor histórico. bem como autorizar isenções e anistias fiscais e remisso de dívidas. as paisagens naturais notáveis e os sítios arqueológicos do Município. à ciência. organização e supressão de distritos. V . como os monumentos.

XIV .elaborar e aprovar o seu Regimento Interno. incluídos os da administração indireta e fundacional. diretamente. sempre que o requerer. bem como destituí-la na forma desta Lei e do Regimento Interno.fixar a remuneração do Prefeito.proceder à tomada de contas do Prefeito Municipal. funcionamento. observandose o disposto no artigo 29.julgar as contas anuais do Prefeito e apreciar os relatórios sobre a execução dos planos de governo. XIII . uso e ocupação do solo urbano.exercer.convocar os Secretários Municipais ou ocupantes de cargos da mesma natureza .Competem privativamente à Câmara Municipal as seguintes atribuições: I .eleger sua Mesa Diretora. o Vice-Prefeito e os Vereadores. operacional e patrimonial do Município.conceder licença ao Prefeito. III . os atos do Poder Executivo. 23 . VII . na forma desta Lei. transformação ou extinção dos cargos. parcelamento. V.organização e prestação de serviços públicos.dar posse ao Prefeito e ao Vice-Prefeito. V . quando não apresentadas à Câmara dentro de sessenta dias após a abertura da sessão legislativa. orçamentária. do Vice-Prefeito e dos Vereadores. XI . ao Vice-Prefeito e aos Vereadores para afastamento do cargo. XV .mudar temporariamente sua sede. XVI . XVI . VI . serviços e instalações do Município. II . XII . empregos e funções de seus serviços e fixar a respectiva remuneração.guarda Municipal destinada a proteger os bens. quando a ausência exceder a sete dias. um terço dos membros da Câmara. com o auxilio do Tribunal de Contas do Estado.sustar os atos normativos do Poder Executivo que exorbitem do poder regulamentar ou dos limites de delegação legislativa.dispor sobre sua organização.processar e julgar o Prefeito. nos termos previsto em lei. nas infrações político-administrativas. IX . a fiscalização financeira. XIV . VIII . e o estabelecido nesta Lei. X .fiscalizar e controlar.ordenamento. conhecer de sua renúncia e afastá-los definitivamente do cargo. da Constituição da República.criar Comissões especiais de inquérito sobre fato determinado que se inclua na competência da Câmara Municipal. XV . observados os parâmetros da Lei de Diretrizes Orçamentárias. polícia.autorizar o Prefeito e o Vice-Prefeito a se ausentarem do Município. criação. Art. IV . pelo menos.

para prestar informações sobre matéria de sua competência. f) concessão de serviço público. nas hipóteses previstas nesta Lei.2003.O não-atendimento no prazo estipulado no parágrafo anterior configura infração político-administrativa. c) aquisição de bens imóveis por doação com encargos. (*) XIX . por voto aberto e pela maioria absoluta.03. b) alienação de bens imóveis. g) lei de regulamentação de permissões e concessões. d) Estatuto dos Servidores Municipais. . XX . f) rejeição do parecer prévio do Tribunal de Contas do Estado.É fixado em 15 dias. § 1º . nos termos desta Lei.decidir sobre a perda de mandato de Vereador. e) contratação de empréstimo de entidade privada. prorrogáveis por mais cinco dias úteis. (*) Modificada pela Emenda nº. aprovação e alterações do: a) Código de Obras e Edificações. na forma desta Lei.de dois terços dos membros da Câmara. 33. c) Código Tributário Municipal. b) Plano Diretor. mediante decreto legislativo aprovado por dois terços de seus membros.da maioria absoluta dos membros da Câmara. o prazo para que o Prefeito e os responsáveis pelos órgãos da Administração direta. XVII .Dependem do voto favorável: I . XVIII .autorizar referendo e convocar plebiscito.conceder título honorífico a pessoas que tenham reconhecidamente prestado serviços relevantes ao Município. d) outorga de títulos e honrarias. indireta e FUNDACIONAL do Município prestem as informações e encaminhem os documentos requisitados pela Câmara Municipal. § 2º . § 3º . de 10. e) plano de cargos e salários. punível com a perda do mandato ou destituição do cargo ou função.solicitar informações ao Prefeito Municipal sobre assuntos referentes à Administração. a autorização para: a) concessão de direito real de uso de bens imóveis. II .

diante de indícios de despesas não-autorizadas. 106. § 2º . utilize. ainda que sob a forma de investimentos não-programados ou de subsídios não-aprovados. orçamentária.As entidades da Administração Pública direta. em que fiquem demonstradas a mobilização e aplicação de recursos no respectivo exercício. no prazo de 30 dias.A fiscalização contábil. Art. a Câmara de Vereadores solicitará ao Tribunal de Contas do Estado pronunciamento conclusivo sobre a matéria. gerencie ou administre dinheiros. junto com o balanço financeiro e patrimonial.até 30 de abril prazo para o Prefeito fazerpublicar no Diário Oficial do . 27 . 25 .A Câmara dos Vereadores. independentemente de sua origem conforme disposto no art. Art.Não prestados os esclarecimentos. está obrigada a prestar contas de seus atos. poderá solicitar à autoridade responsável que. legitimidade. Art. a Câmara Municipal sustará o pagamento se julgar que o gasto possa causar dano irreparável ou grave lesão às finanças públicas. apreciação e julgamento das contas municipais obedecerão às seguintes normas: I . guarde. aplicação das subvenções e renúncia de receitas.Toda pessoa física ou entidade que arrecade. quanto à legalidade. será exercida pela Câmara de Vereadores. na forma da lei.A apresentação. FINANCEIRA E ORÇAMENTARIA Art.SEÇÃO IV DA FISCALIZAÇÃO CONTÁBIL. no prazo de cinco dias. Art. 28 . publicação oficial. ou que em nome deste assuma obrigações de natureza financeira ou patrimonial. 26 . ou considerados estes insuficientes. financeira. economicidade. indireta e FUNDACIONAL estão obrigadas a apresentar ao Tribunal de Contas do Estado circunstanciado relatório de suas atividades. da Constituição do Estado. indireta e FUNDACIONAL. 24 . bens e valores públicos municipais ou pelos quais o Município seja responsável. operacional e patrimonial do Município e de todas as entidades da administração direta.Entendendo o Tribunal de Contas do Estado irregular a despesa. preste os esclarecimentos necessários. § 1º . moralidade. com o auxílio do Tribunal de Contas do Estado e pelos órgãos de controle interno de cada Poder e de cada entidade.

o prazo durante o qual as contas municipais ficarão à disposição dos cidadãos para exame e questionamento sobre a sua legitimidade.a segunda via deverá ser anexada às contas à disposição do público pelo prazo que restar ao exame e apreciação. II . pelo menos três cópias à disposição do público. Parágrafo único . em local de fácil acesso ao público. § 2º .As contas do Município ficarão à disposição dos cidadãos durante 60 dias. § 3º . § 4º . SEÇÃO V DO EXAME PUBLICO DAS CONTAS MUNICIPAIS Art. III .Município e encaminhar à Câmara Municipal e ao Tribunal de Contas do Estado o balanço do ano anterior. II .As vias da reclamação apresentada no protocolo da Câmara terão a seguinte desatinação: I .de 01 de maio a 30 de junho . deste artigo.O parecer prévio do Tribunal de Contas do Estado sobre as contas do Prefeito só deixará de prevalecer por decisão de dois terços dos membros da Câmara Municipal. IV .A consulta só poderá ser feita no recinto da Câmara e haverá. no horário de funcionamento da Câmara Municipal. II . mediante ofício. § 1º .a primeira via deverá ser encaminhada imediatamente pela Câmara ao Tribunal de Contas do Estado. § 5º . com sua identificação pessoal e funcional. III . 29 . independerá do despacho de qualquer autoridade e deverá ser feita no prazo de 48 horas pelo .A anexação da segunda via. de que trata o inciso II.a quarta via será arquivada na Câmara Municipal. a partir de primeiro de maio de cada exercício. independente de requerimento. autorização ou despacho de qualquer autoridade.a terceira via se constituirá em recibo do reclamante e deverá ser autenticada pelo servidor que a receber no protocolo.A consulta às contas municipais poderá ser feita por qualquer cidadão.A reclamação apresentada deverá: I . do § 4º.ser formalizada em quatro vias no protocolo da Câmara.conter elementos e provas nas quais se fundamente o reclamante.ter a identificação e a qualificação do reclamante.

§ 1º .09. dos Secretários Municipais e dos Vereadores serão fixados pela Câmara Municipal. JEFFERSON PERES.Os subsídios do Prefeito. 04.92).A remuneração do Prefeito será composta de subsídios e verba de representação. de se encontrarem as contas à disposição do exame público. SEÇÃO VI DA REMUNERAÇÃO DOS AGENTES POLÍTICOS (*) Art. através de lei. § 3º . § 4º .A verba de representação do Vice-Prefeito e do Vice-Presidente da Câmara Municipal não poderá exceder a 80 por cento da que for fixada para o Prefeito e para o Presidente da Câmara Municipal.A Câmara dará conhecimento.servidor que a tenha recebido no protocolo da Câmara.O. § 6º . QUE SUPRIMIU O "CAPUT" DO ART. § 5º . (*) Emenda nº 06/2000. pelo prazo de 15 dias. do Vice-Prefeito. Art.M 07/12/2000. no último ano da legislatura. 30 .(suprimido) REDAÇÃO DADA PELA EMENDA Nº 07/92.A verba de representação dos demais integrantes da Mesa não poderá exceder a 80 por cento da que for paga ao Vice-Prefeito e ao Vice-Presidente da Câmara.31 . 32 . os respectivos atos serão encaminhados ao Tribunal de Contas do Estado para registro no prazo de cinco dias. D. sob pena de suspensão. de 30/11/200. vigorando para a legislatura seguinte. a contar da publicação.A verba de representação do Prefeito e do Presidente da Câmara Municipal não poderá exceder a dois terços de seus subsídios. 30 (Ver. § 2º . sem vencimento. Art. 31 E INCORPOROU SEUS PARÁGRAFOS AO ART.A remuneração dos Vereadores terá como limite máximo o valor percebido como remuneração pelo Prefeito Municipal. observando o disposto na Constituição da República. do Vice-Prefeito e dos Vereadores.Fixada a remuneração do Prefeito. e cessará no dia 31 de dezembro do último ano da . através de avisos veiculados em órgãos de comunicação.

na última reunião ordinária da sessão legislativa. do vereador que haja exercido mais recentemente.O mandato dos integrantes da Mesa será de dois anos.legislatura. § 2º . na forma que dispuser o Regimento Interno.Qualquer integrante da Mesa poderá ser destituído pelo voto da maioria absoluta dos membros da Câmara Municipal. dos Vereadores e de outros gastos havidos com o exercício do mandato. o Vereador mais votado ou. de 24/09/2001. se reeleito. na sua falta ou impedimento do mais idoso. Na falta destes. subsidiariamente.Na hipótese de não haver número suficiente para eleição da Mesa. quando faltoso.Caberá ao Regimento Interno da Câmara Municipal dispor sobre a composição da Mesa Diretora e. § 5º . sobre a sua eleição. § 4º . os integrantes da Câmara se reunirão sob a presidência do presidente da legislatura anterior. 33 . também da legislatura anterior.A lei fixará critérios de indenização de despesas de viagem do Prefeito. em caráter efetivo. vedada a recondução para o mesmo cargo na eleição imediatamente subseqüente. § 1º .: Modificada pela Emenda nº 09. Art.A eleição para renovação da Mesa se realizará. ou dentre os presentes. o mais idoso. quando se extinguem quaisquer direitos. a vice-presidência ou a secretaria. 35 – Até 48 horas após a instalação da nova legislatura e posse dos Vereadores. (*) OBS. obrigatoriamente. do Vice-Prefeito.A indenização de que trata este artigo não será considerada como remuneração. permanecerá na Presidência e convocará sessões diárias. por reunião. SEÇÃO VIII DAS ATRIBUIÇÕES DA MESA . empossando-se os eleitos no dia primeiro de janeiro.As sessões extraordinárias serão sempre remuneradas à razão de um doze avos da remuneração mensal. no caso de empate. 34 . prerrogativas ou vantagens de qualquer maneira decorrentes do exercício do mandato. omisso ou negligente no desempenho de suas atribuições. Art. SEÇÃO VII DA ELEIÇÃO DA MESA DA CÂMARA Art. até que seja processada a eleição. § 3º . do mais votado do pleito. Parágrafo único .

por . REDAÇÃO DADA PELA EMENDA Nº 07/91.91). 37 . assegurada ampla defesa. Parágrafo único . além de outras atribuições estipuladas no Regimento Interno: I . V . observadas as determinações legais. reuniões parlamentares.03. SEÇÃO IX DAS REUNIÕES Art. MÁRIO FROTA.Art. para apreciação do Plenário. a proposta do orçamento da Câmara aprovado pelo Plenário. por meio da anulação parcial ou total de dotações da Câmara. 38 . até o dia 31 de agosto. empregos ou funções da Câmara Municipal.As sessões somente poderão ser abertas pelo Presidente da Câmara.A Mesa decidirá sempre por maioria de seus membros.As sessões da Câmara Municipal serão sempre públicas. II . 33. desta Lei. de 10. bem como a fixação da respectiva remuneração.Compete à Mesa da Câmara Municipal. nos casos previstos no artigo 53. prevalecendo. Art.cumprir e fazer cumprir as decisões do Plenário. nos termos do Regimento Interno. sendo vedada a realização de reunião secreta. de ofício ou por provocação de qualquer dos membros da Câmara. transformem e extingam cargos. 36 .declarar a perda de mandato de Vereador.propor ao plenário projetos de lei que criem. 39 . IV . nomes de Vereadores que representarão o Poder Legislativo Municipal em congressos. para ser incluída no orçamento do Município.apresentar projetos de lei dispondo sobre a abertura de créditos suplementares ou especiais.indicar. ou qualquer evento em que a Câmara deva estar representada.A sessão legislativa desenvolve-se de 15 quinze de fevereiro a 30 trinta de junho e de 1º de agosto a 15 quinze de dezembro. na hipótese de sua não-aprovação pelo Plenário. I a VIII. QUE MODIFICOU A DATA DO INÍCIO DA SESSÃO LEGISLATIVA PASSANDO DO DIA PRIMEIRO PARA O DIA QUINZE DE FEVEREIRO ( Ver.2003.enviar ao Prefeito Municipal. (*) Modificada pela Emenda nº. até 31 de março.encaminhar ao Prefeito. VII . a proposta elaborada pela Mesa. VI . III .07. os relatórios do exercício anterior. (*) Art. 02.

apreciar programas de obras e planos e sobre eles emitir parecer. II . constituídas na forma e com atribuições definidas no Regimento Interno.outro membro da Mesa ou pelo Vereador mais idoso presente. V . 41 . a Câmara Municipal deliberará somente sobre a matéria para a qual foi convocada.Na sessão legislativa extraordinária. 40 .realizar audiências públicas com entidades da sociedade civil. Parágrafo único . III . com entidades representativas da população. ou no ato de que resultar a sua criação. . em razão da matéria de sua competência cabe: I . compete à Câmara Municipal fixar outras penalidades. nas sessões ordinárias.solicitar depoimento de qualquer autoridade ou cidadão. 42 . para reivindicar ou apresentar sugestões sobre assuntos de interesse da comunidade. IV . _s Comissões. assuntos de interesse da coletividade.O Vereador que faltar. SEÇÃO X DAS COMISSÕES Art. a um terço das sessões ordinárias mensais. de pessoas ou entidades representativas da população. terá sua remuneração reduzida em cinqüenta por cento. com o mínimo de um terço dos seus membros.receber petições.A Câmara Municipal terá Comissões permanentes e especiais.A Câmara Municipal admitirá. Art.a participação. injustificadamente. inclusive cassação de mandato. na forma do Regimento.convocar Secretários Municipais ou ocupantes de cargos da mesma natureza ou equivalentes para prestar informações sobre assuntos inerentes às suas atribuições.Em caso de reincidência. representações ou queixas de qualquer pessoa contra atos ou omissões das autoridades ou entidades públicas. Art. reclamações. na forma de seu regimento: I . Parágrafo único . II . na forma do que dispuser o Regimento Interno. Parágrafo único.a realização de sessões especiais para debater.

44 . indicando. IV. promulgar e remeter à publicação os projetos de lei . a chefia do Executivo Municipal nos casos previstos em lei.requisitar o numerário destinado às despesas da Câmara.apresentar ao Plenário. junto às Comissões. além de outros previstos no Regimento Interno. Parágrafo único . bem como leis que receberem sanção tácita e as cujo veto tenha sido rejeitado pelo Plenário e não tenham sido promulgadas pelo Prefeito Municipal. no prazo de 48 horas. além de outras atribuições estipuladas no Regimento Interno: I . serão criadas pela Câmara mediante requerimento de um terço de seus membros. 45 . dia e hora para o pronunciamento e seu tempo de duração. se for o caso. Art.As Comissões Especiais de Inquérito. após o estabelecido no artigo 80. do Vice-Prefeito e dos Vereadores. V .acompanhar.O Presidente da Câmara enviará o pedido ao Presidente da respectiva Comissão.representar a Câmara Municipal. bem como a sua posterior execução. II . a elaboração da proposta Orçamentária. o balanço relativo aos recursos recebidos e às despesas realizadas no mês anterior.Compete ao Presidente da Câmara. que terão poderes de investigação próprios das autoridades judiciais. em substituição automática.exercer. sendo suas conclusões. à qual caberá deferir ou indeferir o requerimento. desta Lei. VII . junto ao Poder Executivo Municipal.mandar prestar informações por escrito e expedir certidões requeridas para defesa de direitos e esclarecimentos de situações. Art. se for o caso.Qualquer entidade da sociedade civil poderá solicitar ao Presidente da Câmara que lhe permita emitir conceitos ou opiniões. § 1º . IV . VI . SECÃO XI DO PRESIDENTE E DO VICE-PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL Art.declarar extinto o mandato do Prefeito. até o dia 20 de cada mês. nos casos previstos em lei.promulgar as resoluções e os decretos legislativos. encaminhadas ao Ministério Público para que este promova a responsabilidade civil ou criminal dos infratores. para apuração de fato determinado e por prazo certo.VI .Cabe ao Presidente do Poder Legislativo. III . sobre projetos que nelas se encontrem para estudo. 43 .

as resoluções e os decretos legislativos sempre que o Presidente.A consultoria e assessoria jurídica do Poder Legislativo são exercidas.quando ocorrer empate em qualquer votação no Plenário.promulgar e fazer publicar. § 1º . somente manifestará o seu voto nas seguintes hipótese: I . sem prejuízo da competência de outros orgãos municipais. que será efetuada obrigatoriamente na mesma reunião. Art. incluídos os de natureza financeiroorçamentária.O Presidente da Câmara. órgão superior subordinado à Mesa Diretora. . se descumprido o que estabelece o parágrafo anterior. para cargos de carreira integrantes da Procuradoria Geral da Câmara Municipal. o voto favorável de dois terços ou da maioria absoluta dos membros da Câmara.Aos primeiro e segundo Vice-Presidentes compete.No desempenho de suas atribuições. impedimentos ou licenças.quando a matéria exigir. deixar de fazê-lo no prazo estabelecido.na eleição da Mesa Diretora. 46 . III . ou quem o substituir. pelos Procuradores da Câmara. II . § 2º .Qualquer Vereador poderá requerer a promulgação. 47 . 48 . além das atribuições contidas no Regimento Interno: I . o assessoramento legislativo à Mesa e aos Vereadores e a assistência judiciária aos servidores da Câmara Municipal.aprovados pela Câmara Municipal e não promulgados pelo Prefeito. ausências. obrigatoriamente. a defesa dos legítimos interesses do Poder Legislativo. privativamente. admitidos mediante concurso público de provas e títulos. aos Procuradores da Câmara incumbe exercer o controle da legalidade dos atos e procedimentos administrativos da Mesa Diretora. Art. SEÇÃO XII DA PROCURADORIA GERAL DA CÂMARA MUNICIPAL Art.substituir o Presidente da Câmara em suas faltas. ainda que se ache em exercício. para a sua aprovação. II .

Os Vereadores gozam de inviolabilidade por suas opiniões. Art. e os Procuradores Chefes. Art.filiação partidária. SUBSEÇÃO II DAS INCOMPATIBILIDADES Art.Seção do Amazonas.O Procurador-Geral da Câmara.idade mínima de 18 anos.desde a expedição do diploma: a) firmar ou manter contrato com pessoa jurídica de direito público. integrantes ou não do quadro funcional. serão nomeados por livre escolha do Presidente do Poder dentre os Advogados regularmente inscritos na Ordem dos Advogados do Brasil . 52 . Vers.ser brasileiro. perante a Câmara.§ 2º . Chefe da Instituição. palavras e votos no exercício do mandato e na circunscrição do Município. sobre informações recebidas ou prestadas em razão do exercício do mandato.Os Vereadores não poderão: I . V .São condições de elegibilidade para Câmara Municipal de Manaus: I . III . autarquia.pleno gozo dos direitos políticos. REDAÇÃO DADA PELAS EMENDAS Nº 10/93 E 002/95. II . . 50 . 49 . SERAFIM CORRÊA e BOSCO SARAIVA. IV . 51 . SEÇÃO XIII DOS VEREADORES SUB SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art.domicílio eleitoral no Município. nem sobre as pessoas que lhes confiaram ou deles receberam informações.Os Vereadores não serão obrigados a testemunhar.

b) aceitar ou exercer cargo.Nos casos dos incisos I. quando ocorrer falecimento ou renúncia por escrito do Vereador. II . nas entidades constantes da alínea anterior. c) patrocinar causa em que seja interessada qualquer das entidades a que se refere o inciso I. IV .que perder ou tiver suspensos os direitos políticos. inclusive os de que sejam demissíveis "ad nutum". e assim será declarado pela Mesa da Câmara. § 2º . sem motivo justificado. salvo em caso de licença ou de missão oficial autorizada. a perda do mandato será decidida pela Câmara em votação nominal e por maioria absoluta. VIII que deixar de tomar posse. § 1º .Perderá o mandato o Vereador: I . sociedade de economia mista. "a". dentro do prazo estabelecido nesta Lei.desde a posse: a) ser proprietários. "a".Extingue-se o mandato. deste artigo. ou nela exercer função remunerada.que deixar de comparecer. d) ser titulares de mais de um cargo ou mandato público eletivo. VI e VII deste artigo. fundação ou empresa concessionária de serviço público municipal. II . salvo o cargo de Secretário Municipal ou equivalente.que deixar de residir no Município.quando o decretar a Justiça Eleitoral. II.que infringir qualquer das proibições estabelecidas no artigo anterior. em cada sessão legislativa. 53 . deste artigo. à terça parte das sessões ordinárias da Câmara. b) ocupar cargo ou função de que sejam demissíveis "ad nutum".cujo procedimento for declarado incompatível com o decoro parlamentar. III . controladores ou diretores de empresa que goze de favor decorrente de contrato celebrado com pessoa jurídica de direito público. salvo quando o contrato obedecer a cláusula uniformes. VI . nos casos previstos na Constituição da República. V . mediante denúncia . Art.que sofrer condenação criminal em sentença transitada em julgado. função ou emprego remunerado. VII . nas entidades referidas no inciso I.empresa pública.

10. (*) III – Para assumir. adoção. § 2º . a) b) c) . de 05. 54 .O afastamento para o desempenho de missões temporárias de interesse do Município não será considerado como licença. cargo ou mandato público eletivo estadual ou federal. assegurada ampla defesa.A renúncia de vereador submetido a processo que vise ou possa levar à perda de mandato.(*) Emenda nº 002/98. a perda do mandato será declarada pela Mesa da Câmara. de 26. na condição de suplente.02. de ofício ou mediante provocação de qualquer Vereador. (*) § 5o – O Vereador licenciado nos termos do inciso III não receberá remuneração e extinguir-se-á.2002.por motivo de saúde. § 3º .11.fundamentada de Vereador ou de eleitor no pleno gozo de seus direitos políticos. quando a serviço ou em missão de representação da Câmara Municipal. § 1º . sua Verba de Gabinete pelo tempo que perdurar sua licença.12.12.98 SUBSEÇÃO III DAS LICENÇAS Art. fazendo o Vereador jus à remuneração estabelecida.Nos casos dos incisos III.º 19. (*) Emenda n. desde que o período de licença não seja superior a 120 dias por sessão legislativa. § 3º . no prazo da lei.2002.O Vereador poderá licenciar-se: (*) I . assegurada ampla defesa. pela remuneração da vereança. por escrito. * § 4º . pelo tempo em que durar o afastamento ou licença do titular. considerar-se-á como em exercício o Vereador licenciado nos termos do inciso I deste artigo. II . de 05.10.para tratar de interesse particular. devidamente comprovado e nos casos de : maternidade ou paternidade. de 20. IV e VIII deste artigo. será considerado automaticamente licenciado. não poderá o Vereador reassumir antes que se tenha esgotado o prazo de sua licença. também. equivalente ou superior. § 4º . terá seus efeitos suspensos até as deliberações finais de que tratam os § 2º e § 3º.Para fins de remuneração. nos termos em que a lei dispuser. (*) Emenda nº 29. podendo optar. (*) Emenda n.º 29.Ver JEFFERSON PERES.94.O Vereador investido no cargo de Secretário Municipal. ou de partido político representado na Câmara. nos termos deste artigo.2002. .No caso dos incisos I e II deste artigo. EMENDA Nº 05/94.

o Presidente da Câmara comunicará o fato. sob pena de ser considerado renunciante. 12.Ocorrendo vaga e não havendo suplente.No caso de vaga. (*) Emenda nº 29 de 05. REDAÇÃO DADA PELA EMENDA JEFFERSON PERES. Ver. calcular-se-á o quórum em função dos Vereadores remanescentes.leis ordinárias.2002.SUBSEÇÃO IV DA CONVOCAÇÃO DOS SUPLENTES Art. independentemente do tempo em que durar o afastamento ou licença do titular. II . nos casos de licença ou investidura.94.emendas à Lei Orgânica Municipal. licença superior a 120 dias.12. § 2º . § 1º .O processo legislativo municipal compreende a elaboração de: I .O suplente convocado deverá tomar posse dentro do prazo de 15 dias.05. 56 . 55 . § 3º . afastar-se em gozo de licença para tratar de interesse particular. . conforme preceitua o Artigo 54. dentro de quarenta e oito horas.É vedado ao suplente convocado.Enquanto a vaga a que se refere o parágrafo anterior não for preenchida. salvo motivo justo aceito pela Câmara. cargo ou mandato público eletivo estadual ou federal far-se-á a imediata convocação do suplente pelo Presidente da Câmara. III . § 4º .leis complementares. investidura no cargo de Secretário Municipal ou equivalente ou licença para assumir na condição de suplente. no cargo de Secretário Municipal. ao Tribunal Regional Eleitoral. Nº 01/94. Inciso III. SEÇÃO XIV DO PROCESSO LEGISLATIVO SUBSEÇÃO I DISPOSIÇÃO GERAL Art.

II .IV . 57 . III .criação. na forma do artigo 60.orçamento anual. com o respectivo número de ordem. § 1º.do Prefeito Municipal.decretos legislativos. empregos e funções na Administração direta e autárquica do Município. SUBSEÇÃO II DAS EMENDAS .resoluções. considerando-se aprovada quando obtiver. II .criação. desta Lei. V . III . SUBSEÇÃO III DAS LEIS Art.A iniciativa das leis complementares e ordinárias cabe a qualquer Vereador ou Comissão da Câmara.A emenda à Lei Orgânica Municipal será promulgada pela Mesa da Câmara. estruturação e atribuições dos orgãos da Administração direta. ao Prefeito Municipal a iniciativa das leis que versem sobre: I . dos membros da Câmara Municipal. na forma e nos casos previstos nesta Lei. ou aumento de sua remuneração. transformação e extinção de cargos. Art.leis delegadas. no mínimo. ao Prefeito Municipal e aos cidadãos. subscrita por. privativamente.Compete.A proposta de emenda à Lei Orgânica Municipal será discutida e votada em dois turnos de discussão e votação.LEI ORGÂNICA MUNICIPAL Art. . IV .de iniciativa popular. cinco por cento dos eleitores do Município. 58 . dois terços dos votos dos membros da Câmara. com identificação eleitoral.regime jurídico dos servidores. no mínimo. em ambos. diretrizes orçamentárias e plano plurianual. § 2º . VI . 59 . § 1º .de um terço. indireta e fundacional do Município.A Lei Orgânica Municipal poderá ser emendada mediante proposta: I .

mediante indicação do número do respectivo título eleitoral. que especificará seu conteúdo e os termos de seu exercício. 62 . § 3º . 61 . contendo a informação do número total de eleitores do Município.Plano Diretor. exigindo-se. VIII .A delegação ao Prefeito Municipal terá forma de resolução da Câmara Municipal._s leis complementares exigem para a sua aprovação o voto favorável da maioria absoluta dos membros da Câmara. de bairros ou distritos.Código de Postura. § 2º . para o seu recebimento pela Câmara.Regimento Jurídico dos Servidores.A tramitação dos projetos de lei de iniciativa popular obedecerá às normas relativas ao processo legislativo.Código de Obras e Edificações. Art. V .Se a resolução determinar a apreciação do Projeto pela Câmara.Código de Parcelamento do Solo.A iniciativa popular será exercida pela apresentação à Câmara Municipal de projeto de lei subscrito por. contendo assunto de interesse específico da cidade.Art. esta a fará em votação única.Código Tributário Municipal. VI . matéria reservada à lei complementar e à legislação sobre planos plurianuais. Art. 63 . no mínimo. que deverá solicitar a delegação à Câmara Municipal.Caberá ao Regimento Interno da Câmara assegurar e dispor sobre o modo pelo qual os projetos de iniciativa popular serão defendidos na Tribuna da Câmara por instituição da sociedade civil ou integrante da comunidade local. IV . II . VII . § 1º . Parágrafo único . a identificação dos assinantes.São objeto de leis complementares as seguintes matérias: I . um por cento dos eleitores inscritos no Município. § 1º .Código Sanitário. § 2º . Art.Código de Zoneamento. vedada qualquer emenda. 60 . § 3º . diretrizes orçamentárias e orçamento.Não serão objeto de delegação os atos de competência privativa da Câmara Municipal.As leis delegadas serão elaboradas pelo Prefeito Municipal. bem como a certidão expedida pelo órgão eleitoral competente.A proposta popular deverá ser articulada.Não será admitido qualquer aumento da despesa prevista: . III .

os quais deverão ser apreciados no prazo de 30 dias úteis. para que se ultime sua votação. Art.Decorrido. no prazo de cinco dias úteis. o projeto será obrigatoriamente incluído na ordem do dia.I . . 65 . o prazo fixado no "caput" deste artigo. Art. exceto veto e leis orçamentárias. neste caso. sem deliberação. II .nos projetos sobre organização dos serviços administrativos da Câmara Municipal. 64 . § 1º .O projeto de lei aprovado pela Câmara será. sobrestando-se a deliberação sobre qualquer outra matéria. § 1º . considerados relevantes. os projetos de leis orçamentárias.O prazo referido neste artigo não corre no período de recesso da Câmara nem se aplica aos projetos de codificação.nos projetos de iniciativa exclusiva do Prefeito Municipal.O Prefeito Municipal poderá solicitar urgência para apreciação de projetos de sua iniciativa. ressalvados.

§ 1º .2003 § 6º . DO § 7º .Se o Prefeito Municipal não promulgar as leis nos prazos previstos. 67 . com parecer ou sem ele. de sua competência exclusiva. 66 . (*) § 5º O veto somente será rejeitado pela maioria absoluta dos Vereadores. dentro de 48 horas. total ou parcialmente. os motivos do veto. e comunicará.91. 22. em 48 horas. § 4º O veto será apreciado no prazo de 30 dias úteis. de parágrafo. o silêncio do Prefeito Municipal importará sanção. Art.enviado pelo seu Presidente ao Prefeito Municipal que. no prazo de 15 dias úteis. não dependendo de sanção ou veto do Prefeito. de 10. concordando. o Presidente da Câmara a promulgará e.A manutenção do veto não restaura matéria suprimida ou modificada pela Câmara. Art.Se o veto for rejeitado. a perda do mandato do Presidente da Mesa. implicando. REDAÇÃO DADA PELA EMENDA Nº 02/91. sobrestadas as demais proposições.05. inconstitucional ou contrário ao interesse público ou a esta Lei. § 9º . vetá-lo-á. se este não o fizer no prazo de 48 horas. .Decorrido o prazo de 15 dias úteis. § 2º . VEREADOR JOÃO PEDRO. acrescendo o § 6º. de inciso ou de alínea. neste caso.03.Se o Prefeito considerar o projeto. na mesma sessão legislativa. ao presidente da Câmara. § 3º O veto parcial somente abrangerá texto integral de artigo. o veto será colocado na Ordem do Dia da sessão imediata.No vigésimo dia do prazo previsto no § 4º deste artigo.A matéria constante do projeto de lei rejeitado somente poderá constituir objeto de novo projeto. mediante votação aberta. mediante proposta da maioria absoluta dos membros da Câmara. excetuando-se medida de caráter urgente. contados da data do recebimento.A Resolução destina-se a regular matéria político-administrativa da Câmara. em uma única discussão e votação. (*) Modificada pela Emenda nº 33. o projeto será enviado ao Prefeito Municipal. para promulgação. no todo ou em parte. contados do seu recebimento. até sua votação final. o sancionará no prazo de 15 dias úteis. § 8º . caberá ao Vice-Presidente obrigatoriamente fazê-lo. e ainda no caso de sanção tácita.

73 . Art. no dia primeiro de janeiro do ano subseqüente ao da eleição. § 1º .O Prefeito e o Vice-Prefeito serão eleitos por sufrágio universal e voto direto e secreto. 74 .O Prefeito e o Vice-Prefeito tomarão posse perante a Câmara Municipal. prestando o compromisso de manter.Ao inscrever-se. Art.O Vice-Prefeito auxiliará o Prefeito sempre que for convocado para missões especiais.Caberá ao Presidente da Câmara fixar o número de cidadãos que poderão fazer uso da palavra em cada sessão. que produza efeitos externos. dentre brasileiros com idade mínima de 21 anos. a Constituição do Estado e a Lei Orgânica .O cidadão que desejar poderá usar da palavra durante a primeira discussão dos projetos de lei. o cidadão deverá fazer referência à matéria sobre a qual falará. Art. antes de iniciada a sessão. 70 . 72 . CAPÍTULO III DO PODER EXECUTIVO SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art.O processo legislativo se dará conforme determinado no Regimento Interno da Câmara. não lhe sendo permitido abordar temas que não tenham sido expressamente mencionados na inscrição.Art.O Regimento Interno da Câmara estabelecerá as condições e requisitos para o uso da palavra pelos cidadãos. para opinar exclusivamente sobre eles. para mandato de quatro anos. desde que se inscreva em lista especial na Secretaria da Câmara. Parágrafo único . 69 . com o auxilio dos Secretários Municipais. registrados conjuntamente e para igual mandato. 68 . § 2º . 71 . observadas as normas para eleição e posse.O Poder Executivo do Município é exercido pelo Prefeito. não dependendo de sanção ou veto do Prefeito Municipal. além de outras atribuições que lhe forem conferidas em lei complementar. no exercício dos direitos políticos e em consonância com as exigências da legislação eleitoral.A eleição do Prefeito importa a do Vice-Prefeito. observado o disposto nesta Lei. Art. Art.O Decreto Legislativo destina-se a regular matéria de competência exclusiva da Câmara. § 3º . defender e cumprir a Constituição da República.

preservar a cultura e os valores municipais e servir com honra. não tiver assumido o respectivo cargo. o Vice-Prefeito. de 22.firmar ou manter contrato com entidade de direito público. § 2º . Art. fundação ou empresa permissionária ou concessionária de serviço público municipal. 75 . observar as leis. até 30 dias após a posse ou conclusão do mandato. o Prefeito e o Vice-Prefeito farão declaração pública de seus bens. serão sucessivamente chamados ao exercício do Poder Executivo Municipal o Presidente da Câmara Municipal e o Juiz de Direito mais antigo na 2ª Entrância. Parágrafo único . automaticamente. inclusive os de que sejam demissíveis "ad nutum". sob pena de perda de mandato: (*) Emenda nº 17/01. ressalvada . lealdade e dedicação ao povo de Manaus.No ato de posse e ao término do mandato. autarquia. o Prefeito ou o VicePrefeito. § 1º . no de vaga. Art. 76 .Substituirá o Prefeito. empresa pública. resumidas em atas e divulgadas para conhecimento público no Diário Oficial do Município. os eleitos deverão completar o período de seus antecessores. far-se-á eleição 90 dias depois de aberta a última vaga.10. este será declarado vago pela Câmara Municipal. § 2º . e suceder-lhe-á. decorrido 10 dias da data fixada para a posse. 77 . para complemento do respectivo mandato. devendo ser estas transcritas em livro próprio.O Prefeito não poderá. em caso de impedimento.Se.Em qualquer dos casos.aceitar ou exercer cargo. desde a posse.Vagando os cargos de Prefeito e Vice-Prefeito Municipal.Em caso de impedimento do Prefeito e do Vice-Prefeito. ressalvado motivo de força maior. sociedade de economia mista. § 1º .Ocorrendo a vacância nos dois últimos anos de mandato do Prefeito.Municipal. função ou emprego remunerado. na Administração Pública direta. ou vacância dos respectivos cargos. SEÇÃO II DAS PROIBIÇÕES * Art. na forma da lei. II . a eleição para ambos os cargos será feita 15 dias depois da ocorrência da última vaga pela Câmara Municipal.01 I . indireta e fundacional.

nesta hipótese. aplicando-se. SEÇÃO III DAS LICENÇAS Art. SEÇÃO IV DAS ATRIBUIÇÕES DO PREFEITO Art.O Prefeito e o Vice-Prefeito não poderão ausentar-se do Município quando o afastamento exceder a sete dias.patrocinar causas em que seja interessada qualquer das entidades mencionadas no inciso I deste artigo. Parágrafo único .O Prefeito poderá licenciar-se quando impossibilitado de exercer o cargo. permanecer no exercício até que a autorização se efetive.a posse em virtude de concurso público. Parágrafo único . . o Prefeito licenciado fará jus a sua remuneração. sob pena de perda do mandato. sem prévia autorização da Câmara Municipal.representar o Município em Juízo e fora dele. IV . VI . e do País. controladores ou diretores de entidade de direito público que goze de favor decorrente de contrato celebrado com o Município ou nela exercerem função remunerada. o disposto no artigo 38 da Constituição da República.fixar residência fora do Município. devendo. ainda. por qualquer prazo.ser proprietário.A autorização será solicitada através de expediente que defina o destino e as finalidades. Art.ser titular de mais de um mandato eletivo de qualquer natureza.No caso previsto neste artigo e de ausência em missão oficial.É da competência do Prefeito: I . 78 . por motivo de doença devidamente comprovada. 79 . 80 . V . III .

na forma da lei. IX .remeter mensagem e plano de governo à Câmara Municipal por ocasião da abertura da sessão legislativa.sancionar. desapropriação por utilidade ou necessidade pública. em sessão pública.celebrar convênios com entidades públicas ou privadas para a realização de objetivos de interesse do Município. plano detalhado de obras e serviços relacionados ao desenvolvimento urbano. XIII . XIV .prestar à Câmara Municipal. no prazo de quinze dias úteis. a pedido.II. pela complexidade da matéria . indireta e fundacional. III. e a prevista no artigo 182. X .encaminhar a Câmara Municipal. pelo período de duração do Governo. nos termos legais. anualmente. IV . o Plano Plurianual Integrado. § 4º. VIII . na forma desta Lei.exercer a direção superior da Administração Pública. podendo o prazo ser prorrogado por mais cinco dias úteis. III. XII . anualmente e até o dia 30 de março. os orgãos da administração direta. dentro de 15 dias. obrigatoriamente. até 30 de junho do ano de início de cada gestão administrativa. à Câmara Municipal. o organograma do Poder Executivo. as contas do Município referentes ao exercício anterior. expondo a situação do Município e solicitando as providências que julgar necessárias.enviar à Câmara Municipal. dentro do prazo estabelecido no artigo 28 desta Lei. acompanhado de relatório e avaliação das atividades desenvolvidas no setor e. na forma e nos casos previstos nesta Lei.prover e extinguir os cargos públicos municipais.dispor sobre a organização e o funcionamento da Administração Municipal. as informações solicitadas.iniciar o processo legislativo.decretar. especificando os cargos e o nome dos respectivos ocupantes. bem como expedir decretos e regulamentos para sua fiel execução. na forma que a lei estabelecer. promulgar e fazer publicar. VII . funções e salários pagos pelo Município. da Constituição da República. no qual constarão.prestar.vetar os projetos de lei aprovados pela Câmara. ainda. XI . VI . ou interesse social. total ou parcialmente. as leis aprovadas pela Câmara. V . relativo a todos os orgãos sob sua autoridade.

conforme critérios estabelecidos na legislação municipal.Pelo Tribunal de Justiça do Estado nos crimes comuns e de responsabilidade. XVIII . XXII .fixar as tarifas dos serviços públicos permitidos e concedidos. 81 .convocar extraordinariamente a Câmara.O Prefeito será processado e julgado: I . reclamações ou representações que lhe forem dirigidos.resolver sobre os requerimentos. os recursos correspondentes às suas dotações orçamentárias. bem como daqueles explorados pelo próprio Município. II . autorizando as despesas e os pagamentos. XVII . XXI . XXIII . XVI . * b) impedir o exame de livros. compreendidos os créditos suplementares e especiais. XX . que de-vam . bem como fazer uso da guarda municipal.entregar à Câmara Municipal.Pela Câmara Municipal.solicitar o auxílio das forças policiais para garantir o cumprimento de seus atos. na forma da lei. XIX . SEÇÃO V DA RESPONSABILIDADE DO PREFEITO Art.decretar estado de emergência e calamidade pública quando ocorrerem fatos que o justifiquem. mediante processo administrativo devidamente justificado. nas seguintes infrações político-administrativas: a) impedir o funcionamento regular da Câmara.superintender a arrecadação dos tributos e preços. XV .aplicar as multas previstas na legislação e nos contratos ou convênios. quando necessário. bem como anulá-las quando impostas irregularmente. folhas de pagamento e demais documentos. dentro das disponibilidades orçamentárias ou dos créditos autorizados pela Câmara. de conformidade com o Regimento Interno. e nas contravenções penais. bem como a guarda e aplicação da receita. até o dia 20 de cada mês.ou pela dificuldade de obtenção dos dados solicitados.realizar audiências públicas.

contra expressa disposição de lei. rendas. por tempo superior ao permitido em lei.O Prefeito. sem autorização da Câmara dos Vereadores. 20. direitos ou interesses do Município. regularmente instituída. c) desatender. o julgamento não estiver concluído. ou afastar-se da prefeitura. quando condenado pela Câmara de Vereadores por infração politíco-adminitrativa. § 3º . fundação ou empresa municipal. l) negar-se a demitir Secretário ou dirigente de autarquia. i) ausentar-se do Município.11. d) retardar a publicação ou deixar de publicar as leis e atos sujeitos a essa formalidade.11. j) proceder de modo incompatível com a dignidade e decoro do cargo. quando: a) infringir qualquer uma das proibições estabelecidas no artigo 77 desta Lei.92 (*) Emenda nº 005/98. por partido político e por qualquer munícipe eleitor. e em forma regular. h) omitir-se ou negligenciar na defesa de bens. a proposta orçamentária.por cassação. ou ainda por qualquer munícipe eleitor. Ver. sujeitos à administração da Prefeitura. sem motivo justo.98 Art. e) deixar de apresentar à Câmara no devido tempo. f) descumprir o orçamento aprovado para o exercício financeiro. ato de sua competência ou omitir-se na sua prática. g) praticar. nos termos do artigo 78 e .constar dos arquivos da Prefeitura. § 4º .Admitir-se-á a denúncia por qualquer Vereador. cessará o afastamento do Prefeito.Se. bem como a verificação de obras e serviços municipais. nos termos do inciso II e dos parágrafos do artigo anterior. b) ausentar-se do Município sem autorização legislativa. EMENDA 06/92. § 1º . por comissão de investigação da Câmara ou auditoria. 82 . na vigência do seu mandato. quando feitos a tempo e em forma regular. § 2º . decorrido o prazo de 180 dias.Não participará do julgamento o Vereador denunciante. de 18. não pode ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício de suas funções.O Prefeito perderá o mandato: I . as convocações ou os pedidos de informações da Câmara. sem prejuízo do regular prosseguimento do processo. JEFFERSON PEREZ.

II . para permitir que a nova Administração decida quanto à conveniência de dar-lhes prosseguimento. para entrega ao sucessor e para publicação imediata. considerada também como tal o não comparecimento para a posse no prazo previsto nesta Lei Orgânica. em curso na Câmara Municipal. d) de renúncia por escrito. 83 .transferências a serem recebidas da União e do Estado por força de mandamento constitucional ou de convênios. VII . em se fazendo necessário.prestação de contas de convênios celebrados com organismos da União e do Estado. V . o livre exercício da Câmara Municipal. direta e fundacional.seu parágrafo único. o exercício dos direitos políticos.Até 30 dias das eleições municipais. bem como do recebimento de subvenções ou auxílios.estado dos contratos de obras e serviços em execução ou apenas formalizados. por credor. que conterá entre outras.situação dos contratos com permissionárias e concessionárias dos serviços públicos. .por extinção. a probidade na administração. e c) atentar contra a autonomia do Município.dívidas do Município. II . c) o decretar a Justiça Eleitoral. bem como sobre o que há por executar e pagar. com os prazos respectivos. VI . b) perder ou tiver suspensos os direitos políticos. desta Lei. nos casos previstos na Constituição da República. com as datas dos respectivos vencimentos. acelerar seu andamento ou retirá-los.projetos de lei de iniciativa do Poder Executivo. individuais e sociais.medidas necessárias à regularização das contas municipais perante o Tribunal de Contas do Estado. a lei orçamentária e o cumprimento das leis e das decisões judiciais. informações atualizadas sobre: I . informando sobre a capacidade de a administração municipal realizar operações creditícias de qualquer natureza. III . o Prefeito deverá preparar. inclusive das dívidas a longo prazo e encargos decorrentes de operações de crédito. informando sobre o que foi realizado e pago. relatório da situação da Administração Municipal. quando: a) sofrer condenação criminal em sentença transitada em julgado. SEÇÃO VI DA TRANSIÇÃO ADMINISTRATIVA Art. IV . declarada pela Mesa da Câmara Municipal.

Os Secretários do Município serão escolhidos dentre brasileiros maiores de 21 anos e no exercício dos direitos políticos.exercer o planejamento. decretos e regulamentos. os Secretários do Município poderão comparecer à Câmara Municipal ou a qualquer de suas Comissões. circunstanciado. por ato expresso. seu custo. que servirá para fundamentação da mensagem anual do Prefeito.apresentar ao Prefeito relatório anual. coordenação e supervisão dos orgãos e entidades da administração municipal na área de sua competência e referendar os atos e decretos assinados pelo Prefeito Municipal. relativos à respectiva Secretaria. Art. III . dentre outras: I .VIII .expedir instruções para a execução das lei. 87 . Parágrafo único . Art. quantidade e orgãos em que estão lotados e em exercício.Aos Secretários do Município cabe: I . 86 . resumidas em atas e divulgadas para conhecimento público no Diário Oficial do Município.Os Secretários do Município. deverão fazer declaração pública de seus bens. Art.delegar atribuições.Independentemente de convocação.número de cargos e funções. para expor assunto de relevância da Secretária. SEÇÃO VII DOS SECRETÁRIOS DO MUNICÍPIO Art. V . dos serviços de sua Secretaria e orgãos vinculados. devendo ser estas transcritas em livro próprio. 85 . a seus subordinados. 84 . II . ao assumirem ou deixarem o cargo. até 30 dias após respectivo ato de posse.São infrações político-administrativas do Secretários do Município. orientação. IV . Art. 88 . quando .praticar os atos pertinentes às atribuições que lhe forem outorgadas e delegadas pelo Prefeito.Os Secretários do Município são obrigados a atender à convocação da Câmara Municipal ou à de suas Comissões. situação dos servidores do Município.a ausência injustificada à Câmara Municipal ou às respectivas Comissões.

SEÇÃO VIII DA PROCURADORIA GERAL DO MUNICÍPIO Art. a pedidos escritos de esclarecimentos formulados pela Câmara Municipal. e iniciativa do Prefeito. informações sobre assunto previamente determinado.convocados para prestar.A competência. exercerá. vinculada diretamente ao Prefeito Municipal. Parágrafo único . com a função de defesa dos interesses do Município e orientação jurídica da Administração. II . II .assessoria e consultoria jurídica em matéria de alta indagação do Chefe do Poder Executivo e da Administração em geral. III . legitimidade e moralidade no âmbito da Administração pública municipal.a defesa dos atos e interesses do Município junto ao Tribunal de Contas do Estado.a prestação de informações falsas ou desatendimento.a representação judicial e extrajudicial do Município e a cobrança de sua dívida ativa. . no prazo de 20 dias. 89 .A Procuradoria Geral do Município. ouvido o Conselho de Procuradores. privativamente: I . órgão permanente. pessoalmente. promovendo a unificação da jurisprudência administrativa e zelando pela observância dos princípios da legalidade. organização e funcionamento da Procuradoria Geral do Município serão estabelecidos em lei específica.

90 . II . organizado e realizado pela Procuradoria Geral do Município. (*) Parágrafo único . 91 .A organização do Colégio observará: I . será provido.Art. Art.mandato eletivo. vedado a recondução na eleição subseqüente. mediante concurso público de provas e títulos. a nomeação dependerá da aprovação prévia da Câmara Municipal. privativo de advogado.representação paritária entre os integrantes das diferentes classes e entre estes e o chefe da Procuradoria Geral. .03.O Colégio de Procuradores do Município é o órgão superior de consulta e de deliberação coletiva da categoria em matéria de interesse da instituição e da classe.Na hipótese de a escolha recair em advogados não integrantes da categoria de Procuradores do Município. Art.O cargo de Procurador do Município. com mais de cinco anos de inscrição. Parágrafo único . mediante eleição direta e voto secreto. seção do Amazonas. 33. de 10. com a participação da Ordem dos Advogados do Brasil.O Procurador-Geral do Município será escolhido dentre advogados inscritos na Ordem dos Advogados do Brasil .2003. (*)Modificada pela Emenda nº. 92 .Seção Amazonas. pelo voto aberto da maioria simples dos Vereadores. na classe inicial. integrantes ou não da categoria de Procuradores do Município.

aprovação ou rejeição da proposta. no máximo. Art. após dois anos de efetivo exercício no cargo. nos termos da Constituição da República e do Estado. § 3º .prerrogativas inerentes à advocacia. que será . Art. Art.Aos Procuradores do Município é assegurado: I . que conterá as palavras SIM e NÃO.Art. VI . § 1º e 135. nos termos dos artigos 37. podendo requisitar. não podendo ser demitidos senão mediante decisão judicial passada em julgado. adotando-se cédula oficial. sendo vedada qualquer manifestação fora desse prazo. IV . nem cinco por cento entre os de classe final e os do Procurador-Geral do Município.O Prefeito poderá realizar.A proposta será considerada aprovada se o resultado lhe tiver sido favorável pelo voto da maioria dos eleitores que comparecerem às urnas . 94 . apresentarem proposição nesse sentido. 93 . de qualquer órgão da Administração. informações. II . da Constituição da República. consultas populares para decidir sobre política de desenvolvimento urbano e prestação de serviços essenciais. por sua livre iniciativa. respectivamente. cinqüenta por cento da totalidade dos eleitores envolvidos.O Prefeito proclamará o resultado da consulta popular. 39. moralidade. com identificação do título eleitoral. por solicitação da Câmara ou expresso desejo da população da área interessada.estabilidade. da Constituição do Estado.irredutibilidade de vencimentos. 96 .Poderão ser realizadas. 95 . esclarecimentos e diligências necessárias ao cumprimento de suas funções.A consulta popular poderá ser realizada sempre que a maioria absoluta dos membros da Câmara ou. V . duas consultas por ano. SEÇÃO IX DA CONSULTA POPULAR Art.A consulta popular será admitida no Município no prazo estabelecido na legislação eleitoral.vencimentos com diferença nunca superior a 10 por cento entre os de uma classe e outra. XII. § 1º .isonomia remuneratória com os cargos e funções essenciais à justiça. em manifestação a que se tenham apresentado. sujeitos apenas aos princípios da legalidade. pelo menos. impessoalidade e indisponibilidade do interesse público. § 2º . e do artigo 83. no bairro ou distrito. indicando. III .A votação será organizada pelo Poder Executivo no prazo de dois meses após a apresentação da proposta. pelo menos.independência funcional. cujas medidas deverão ser tomadas diretamente pela Administração Municipal. cinco por cento do eleitorado inscrito no Município. 97 .

nas matérias publicitárias pagas pelos cofres do Município e na identificação dos bens do patrimônio municipal. as sociedades de economia mista e as empresas públicas.11. sociedades de economia mista e fundações instituídas ou mantidas pelo Município terão.94. vedada a sua modificação.º 28. Art. .Os orgãos colegiados das autarquias. TÍTULO I DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 10. devendo o Governo Municipal adotar as providências legais para sua consecução.A Administração Pública direta e indireta do Município guardará obediência. manterão uma Central de Informações ao Público. bem como aos dispositivo constantes do Título III. inclusive placas indicativas de obras públicas. 98 . Parágrafo único – As secretarias e fundações municipais. tamanho ou cor das letras. criadas por lei municipal. COM SUPRESSÃO DO INCISO II. empresas públicas.considerado como decisão sobre a questão proposta. caracterizem propaganda de pessoas ou partidos políticos. representante eleito pelos servidores ou empregados.o disposto no inciso anterior aplica-se às entidades que recebem auxílios ou subvenções do Município. aos princípios estabelecidos na Constituição da República. a Prefeitura será referida pela designação de Prefeitura Municipal de Manaus. nos documentos oficiais. entre seus membros. as autarquias. no que couber.em consonância com o disposto no artigo 37. § 1º.A Administração Municipal será desenvolvida de forma a garantir a plena execução dos serviços públicos de sua competência. da Constituição da República. bem como o uso de artifícios que. IV . da Constituição do Estado. observando: Parágrafo único . WASHINGTON RÉGIS. Capítulo VII. Obs: Acrescentado através da Emenda n. bem como as concessionárias do Município. III . pela forma. Ver. 99 . de 05/06/2002. disposição. visando à promoção do bem-estar coletivo. ARTIGO MODIFICADO PELA EMENDA Nº 04/94. obrigatoriamente.

VII . Art. para a execução de atividades especiais.os Secretários Municipais. na condição de Presidente. * Parágrafo único – Os veículos de propriedade ou a serviço da administração pública direta.é vedada a inscrição de nomes de autoridades ou administradores em veículos de propriedade ou a serviço da Administração Pública direta. relativas à definição da política organizacional. apenas a contratação de serviços de profissionais com notórios conhecimentos de que não disponha em seu quadro e vedada a remuneração complementar de servidores municipais que os integrem.os Dirigentes dos orgãos da Administração indireta e fundacional.O Poder Executivo encaminhará à Câmara Municipal. II . Art. fica vedada a divulgação de fotografias ou imagens de membros dos Poderes Legislativo e Executivo.em matérias publicitárias pagas pelos cofres municipais. IV . VI . VII .o Vice-Prefeito. indireta e fundacional. permitido o seu uso. sendo permitida. § 2º. obrigatoriamente.A organização.Da composição do Conselho Municipal de Administração Superior participarão: I . funcionamento e provimento das representações serão definidos . a cada bimestre. § 1º . VIII . (alterado pela Emenda nº 16 de 22/10/2001) Art. de pessoal. indireta e fundacional.o Presidente do Sindicato dos Servidores Municipais. o brasão do Município e serão utilizados no horário de expediente. indireta e fundacional terão. de que conste o nome do beneficiário. salarial. desde que disciplinado por ato do Poder Executivo. V .o Prefeito Municipal.os Administradores Distritais e Regionais. bem como dos orgãos da administração direta. fora desse horário. III .Apenas os titulares dos Poderes Executivo e Legislativo poderão dispor de carros oficiais de representação. para esse fim.Fica criado o Conselho Municipal de Administração Superior com funções normativas. 100 . em atividades que assim o exijam. VI . relatório circunstanciado das contribuições efetuadas a pessoas físicas ou jurídicas de direito público e privado. 101 . tipo e valor.o Procurador-Geral do Município.o Presidente do Conselho Municipal de Contribuintes. rotinas e planejamento interno. com duração máxima de seis meses.V . 102 . de treinamento.o município poderá instituir grupos de trabalho temporário. disciplinares e deliberativas da administração do Município.

§ 2º. § 3º .o trabalho executado entre as 18 e 23 horas terá um acréscimo de 10 por cento sobre a remuneração do trabalho diurno.será repassada à instituição até 72 horas subseqüentes ao seu recolhimento. ao início de cada exercício. sob pena de sofrer correção monetária. sendo vedada a concessão de férias ou outro tipo de licença continuada.dependerá de autorização expressa e específica do servidor. da Constituição do Estado. declarando estar amamentando. resguardadas as exceções previstas nesta Lei e respeitada a carga horária profissional.em Regimento Interno. aos servidores . § 7º . II . II . § 1º . § 6º .para o trabalho executado entre as 23 horas e seis horas. independente de contribuição prevista em lei.A licença à gestante terá a duração de 120 dias. § 5º .Em relação à remuneração do trabalho noturno será observado: I . sem prejuízo da apuração de responsabilidade da autoridade.A Contribuição mensal relativa aos Sindicatos ou Associações de classe será descontada em folha de pagamento. a requerimento da interessada.Ficam assegurados aos servidores municipais os direitos dispostos no artigo 110. prorrogável por mais 60 dias. aprovado por Lei. fixará o percentual relativo à remuneração de férias dos servidores.O Poder Executivo.O Município. observado: I . em relação a seus servidores. 103 . § 2º . CAPÍTULO II DOS SERVIDORES PÚBLICOS SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. guardará obediência ao estabelecido na Constituição da República e atenderá ao que dispõem os artigos 108 a 112 da Constituição do Estado.É assegurado ao servidor da Administração direta. das autarquias e fundações públicas o turno único de seis horas diárias de trabalho ininterrupto. § 4º . ainda. o acréscimo a que se refere o inciso anterior será de 25 por cento.O Estatuto do Servidor Público Municipal garantirá. respeitado o limite máximo estabelecido pela Constituição da República.

b) para prestar serviço militar. a 15. não se aplica aos servidores da . II .estímulo à especialização e ao aperfeiçoamento profissional. e) para exercício de mandato eletivo. respectivamente. V. § 8º .promoção obrigatória para os cargos organizados em carreira.O salário-produtividade fiscal.outros direitos que visem à melhoria de sua condição social.O disposto no § 7º. c) para acompanhar o cônjuge. 30 e 60 por cento do vencimento do servidor. § 10º . mestrado ou doutorado uma gratificação adicional. com interstício de dois anos. VIII . g) para estudos especializados. f) para tratar de interesses particulares. III . estabelecido no § 7º. § 11º . deste artigo. correspondendo. aos servidores ocupantes de cargo fiscal de tributos municipais.O estímulo à especialização e ao aperfeiçoamento profissional de que trata o § 7º.gratificação de tempo integral e dedicação exclusiva ou salário-produtividade. VII. IV. não-cumulativa.além do estabelecido pela Constituição da República e Constituição do Estado. obedecidos os critérios de antigüidade e merecimento. d) especial. garantirá ao servidor com curso de especialização.adicional pelo tempo de exercício de cargo ou função de confiança.O mesmo princípio do parágrafo anterior aplica-se aos servidores que já ingressarem no serviço público municipal com os cursos previstos para efeito da gratificação adicional. na forma da lei. deste artigo. VII . especialmente: I . desde que o curso tenha sido indicado pelo Município e integre área do conhecimento compatível com o interesse municipal. as licenças: a) por doença em pessoa da família. vedado o recebimento de gratificações estabelecidas no § 7º. ou com a atividade exercida pelo servidor. destinase. h) por morte de pessoa da família. deste artigo. V .adicional por tempo de serviço. IV .salário-produtividade fiscal. deste artigo.benefícios de assistência e previdência social estabelecidos no artigo 119 desta lei. § 9º . VI . à produtividade no serviço público e à valorização profissional.

A reposição das perdas salariais ou a concessão de aumento real de salários se farão na mesma data e nos mesmos índices para os servidores de todas as categorias.Aos servidores municipais. cemitérios municipais. com turno não-superior a cinco horas ininterruptas. atendendo aos princípios da Constituição da República e do Estado. que fixará sua denominação. § 13º . número. fica assegurado. conservação asfáltica das vias públicas. autárquica e fundacional isonomia de vencimentos. ou. 104 .Os cargos públicos serão criados por lei.Fica estabelecido o dia 1º de maio como data-base unificada para todos os servidores. que garantam o exercício da atividade e a prevenção dos riscos a ela inerentes. IV .administração descentralizada. § 12º . I .O Plano de Cargos e Salários será obrigatoriamente revisto de dois em dois anos.O Município assegurará aos servidores da Administração direta. simbologia e padrão de vencimento.adicional pelo exercício de atividade penosa. autárquica e fundacional. para efeito de sua adaptação às reais necessidades do serviço público e do mercado de trabalho.Aos servidores da guarda municipal será concedido o adicional de risco de vida eqüivalente a 50 por cento do seu vencimento. regidos pelas leis trabalhistas. § 2º . da Constituição da República.o não-exercício de serviços extraordinários. § 4º . observado. empregos e funções.horário de trabalho diferenciado. § 1º . § 14º . Art. além dos direitos dispostos neste artigo.O Município estabelecerá em lei. . o regime jurídico único e planos de carreira de seus servidores da Administração direta.O disposto nos incisos I e II do parágrafo anterior. aos quais o Município garantirá os demais direitos estabelecidos na Constituição da República e aplicará as normas da legislação específica. § 3º . a qualquer tempo. § 15º . aplica-se aos servidores que exerçam atividades de processamento eletrônico de dados e de radiologia. desobstrução e reparo de esgotos sanitários e drenagem pluvial. § 1º. conforme estabelece o artigo 39. excepcionalmente. o disposto na lei de diretrizes orçamentárias. insalubre ou perigosa de 100 por cento de seu vencimento. III . II . se circunstâncias conjunturais assim o determinarem.o fornecimento gratuito e renovado dos equipamentos de uso pessoal. em ambos os casos. que exerçam atividades nas áreas de limpeza pública. cargos.

§ 2º .O Município observará o que dispõem as Constituições da República e do Estado em relação a investidura em cargo ou emprego público e realização de concursos públicos. 15 dias. pelo menos.firmar convênios com instituições especializadas. sem prejuízo de qualquer vantagem. § 1º . sendo facultada a convocação de outras instituições interessadas.Na organização dos concursos públicos do Município. REDAÇÃO MODIFICADA PELA EMENDA Nº 004/95. . as quais deverão estar abertas por.Fica assegurado aos servidores estudantes o direito de freqüentar os respectivos cursos em horas do expediente normal. § 3º .12. IV .96 Art.outros que a lei estabelecer. § 1º . com objetivo de: I .proporcionar o treinamento. de vagas cumulativas para profissões assemelhadas.A contratação por tempo determinado somente será admitida para atender à necessidade temporária de excepcional interesse público. 106 . fica instituída a Escola de Serviço Público Municipal. Parágrafo único . desde que possa haver compensação do horário de trabalho. 107 . aperfeiçoamento e reciclagem de mão-de-obra em caráter permanente.realizar concursos e seleções.O Município proporcionará aos servidores oportunidade de crescimento profissional através de programas de formação. V .Para atender ao disposto no "caput" deste artigo.A indicação do horário a que o servidor estiver sujeito será comprovada mediante certidão expedida pela Instituição de Ensino. participará o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais. DE 12.Art. 105 . VI . Art. 108 .apoiar e promover a formação de mão-de-obra para o setor de turismo. no edital de convocação dos concursos municipais. II .É vedada a fixação. Art.efetuar cursos regulares de administração pública. nos termos e nos limites estabelecidos em lei ordinária. a requerimento deste.Os concursos públicos para preenchimento de cargos e empregos públicos não poderão ser realizados antes de decorridos 30 dias de encerramento das inscrições. aperfeiçoamento e reciclagem dos servidores em todas as áreas requeridas pela administração municipal. III .

garantia ao servidor de adicional de 50 por cento de seu vencimento a título de gratificação de localidade. 111 .Anualmente. na forma legal. 115 . Parágrafo único .É passível de punição. Art. é garantido o transporte ao local de trabalho em condições de continuidade. 38 da Constituição da República. ao proverem os cargos em comissão e as funções de confiança. preferentemente. 110 . o servidor será obrigado a apresentar. por portadores de deficiência. civil. Art.pagamento de passagem e diárias quando o servidor for convocado pela administração a comparecer a órgão do Poder Municipal.É vedada a remoção de servidor para outros locais que o impossibilitem de dar continuidade ao seu curso.O Poder Público reservará dois por cento das vagas nos quadros de pessoal da Administração direta.O Prefeito e o Secretário ou dirigente de órgão da administração indireta. § 3º . II . certidão de freqüência expedida pela Instituição em que estiver matriculado. o Poder Executivo apresentará o demonstrativo do cumprimento do disposto no "caput" deste artigo. 112 . Art.as funções gratificadas são privativas dos servidores do quadro efetivo. Art.Em relação ao trabalho efetuado na zona rural do Município. inclusive com demissão nos termos da lei.Ao servidor que mora na zona urbana e desempenha suas funções na zona rural. respeitadas as exigências funcionais e a qualificação para o cargo ou emprego. Parágrafo único .na administração superior e demais cargos comissionados. II . por ocasião da mensagem encaminhada à Câmara Municipal. 114 O servidor municipal será responsável. segurança e higiene. Art. o servidor municipal que. por servidores municipais. criminal e administrativamente. Art.Para efeito de recebimento de vencimentos. mantida a vinculado administrativa e assegurados os direitos previdenciários. será observado: I . pelos atos que praticar no exercício de cargo ou função. . 109 . deverão observar: I . mensalmente. ao órgão em que estiver lotado.As disposições de servidor ou empregado para órgão público federal e estadual somente poderão ser efetuadas se o ônus da remuneração for por eles assumido. 113 . Art. em prejuízo dos direitos do cidadão. no exercício de suas funções.§ 2º . indireta e fundacional para a ocupação. de carreira técnica ou profissional compatível. violar direitos individuais e sociais ou deixar de cumprir o que determina a lei. o Município observará o que dispõe o art.Em relação aos servidores públicos em exercício de mandato eletivo. conforto.

cuja contribuição ao órgão previdenciário municipal será facultada durante a permanência no respectivo cargo.Os servidores mencionados no "caput" deste artigo são inamovíveis.Os benefícios da assistência e da previdência social serão prestados diretamente pelo Município ou através de instituto de previdência ou. VI . seja mãe. Art.cobertura integral dos eventos de doenças. pelo tempo de duração de seus mandatos. remuneração superior àquela paga ao Prefeito.A assistência e a previdência social serão prestadas pelo Município aos seus servidores ativos ou inativos. salário e função. II . em caráter permanente. IV . II . observado: * (alterado pela Emenda nº11 de 17/09/2001) I . § 1º . sem perdas salariais. VIII. sem prejuízo do cargo. a: I . e corresponderão. na forma da lei. até que seja atingida a maioridade civil ou a capacitação para o trabalho. considerada dependente sob o ponto de vista sócio-educacional. 118 . 117 .Aplica-se o disposto neste artigo ao servidor solteiro ou viúvo. 116 .licenças previstas no artigo 103.aposentadoria voluntária. 119. III . criadora ou responsável pela criação. * (alterado pela Emenda nº 11 de 17/09/2001) Art. SEÇÃO II DA ASSISTÊNCIA E DA PREVIDÊNCIA SOCIAL Art. exclusivamente para os fins do "caput" deste artigo.Parágrafo único . (*)Art. por morte do segurado. . comprovadamente. dentre outros.auxílio-reclusão. .nos casos de deficiência física e sensorial. tutora. ainda. (*)§ 2º .É assegurada jornada de trabalho de quatro horas diárias.Nenhum servidor ativo ou inativo e pensionista poderá perceber. de ofício. desta Lei. V . mediante convênios. Parágrafo único . pensionistas e contribuintes opcionais. § 7º.pensão aos dependentes.nos casos de deficiência mental. em qualquer hipótese e sob quaisquer formas ou título.auxílio-funeral. educação e proteção de pessoa portadora de deficiência. dependentes.São considerados contribuintes opcionais os ocupantes de cargos eletivos e comissionados. à servidora pública municipal que.O estado de deficiência deverá ser comprovado mediante atestado médico. compulsória ou por invalidez permanente.

atendimento médico convencional e alternativo. .salário-família.assistência judiciária. no mínimo. quando for o caso. IX .para efeito do inciso anterior. XI . § 1º Integra o benefício previsto no inciso I deste artigo: I .O benefício previsto no inciso VIII deste artigo corresponderá. previsto no inciso VII deste artigo. § 6º . laboratorial e hospitalar local. o setor especializado da previdência municipal atestará a necessidade de acompanhamento pessoal. § 2º Para o cumprimento do parágrafo anterior. § 9º . destinar-se-á ao servidor que possuir filho deficiente físico. ou de ambos. insalubres ou perigosas. de forma a contribuir com os dispêndios para a sua integração na sociedade e corresponderá a 25 por cento do menor vencimento percebido pelo servidor municipal. § 8º . o Instituto de Previdência do Município firmará convênios com centros de saúde reconhecidamente mais desenvolvidos.É vedada a utilização dos recursos da contribuição previdênciária para a execução dos programas habitacionais e para quaisquer outros objetivos estranhos aos estabelecidos neste artigo.cobertura de tratamento médico-hospitalar fora do Estado. VIII .Dentre os seguros previstos no inciso IX deste artigo inclui-se o seguro contra acidente de trabalho para servidores que exerçam atividades penosas. médico. corresponderá a dois valores da remuneração que o servidor deveria perceber no mês do falecimento. que vise à sua ampla recuperaç_o e reabilitaç_o física. a 10 por cento do valor do menor vencimento percebido pelo servidor municipal. que organizará a estrutura necessária para o seu atendimento e atuará para a captação de recursos junto às entidades federais. § 3º Ao servidor público municipal acidentado fica assegurado tratamento específico. hipótese em que a necessidade será comprovada mediante laudo médico. § 5º O benefício do auxilio-integraç_o social.seguros.empréstimos. § 4º O benefício do auxílio-funeral.auxílio-integração social. XII .VII . do Sistema Financeiro da Habitação e outras fontes. II .atendimento de dependentes em creches e pré-escola. mental ou sensorial. III . XIII .programas habitacionais.A implementação dos programas habitacionais será efetuada através do Instituto Municipal de Previdência. X . § 7º . odontológico. de que trata o inciso VI deste artigo. inclusive do próprio Município.

O Município atenderá ao que dispõem as Constituições da República e do Estado em relação aos servidores aposentados e pensionistas. Art. comprovar a necessidade de tratamento médico ou medicamentoso constante e a dificuldade de locomoção em decorrência da moléstia.Autoridade que der causa ao descumprimento do estabelecido no parágrafo anterior terá sua responsabilidade apurada. a qualquer título constituirá a base de cálculo da contribuição previdenciária e conseqüente repercussão em benefícios. mediante comprovação do óbito e da relação conjugal. 125 . II . especialmente aqueles por invalidez. descontados em folha de pagamento. 121 . que. serão repassados ao órgão municipal de previdência. 123 . o valor real. devendo credenciar-se para esse fim no prazo máximo de três meses da data do evento.Os recursos da contribuição previdenciária.o registro junto ao Instituto de Previdência poderá ser voluntário. inclusive. 122 . clinicamente. mesmo que não haja registro prévio. até 48 horas subseqüentes ao seu recolhimento. vedadas quaisquer distinções em relação à prestação dos benefícios. será concedido. desde que comprove o seu estado por um prazo mínimo de cinco anos.A remuneração do servidor público municipal. . doença ou acidente. Art. no máximo. § 12º . em caráter permanente.É reconhecido ao companheiro ou à companheira o direito aos benefícios da previdência social.Os processos de aposentadoria e. em decorrência do acidente de trabalho ou doença profissional. respeitada a legislação federal pertinente.Nenhum benefício de prestação continuada terá valor inferior a dois salários mínimos. em infração políticoadministrativa. Art. § 13º . observando: I . Art. seus proventos e pensões. terão tramitação sumária no âmbito da administração. ou diretamente pelo companheiro ou companheira. quando aposentados. que deu causa a sua invalidez.fará jus ao benefício de pensão por morte. 120 .Ao servidor público aposentado por invalidez permanente. 124 . conforme critérios definidos em lei. feito a qualquer tempo pelo próprio servidor. sob pena de responsabilidade. incorrendo. um abono mensal igual aos seus proventos.Os pensionistas e servidores públicos municipais. § 11º .§ 10º .Nenhum segurado ou contribuinte opcional poderá ser afastado de seu cargo ou função antes que tenha sido consultado o órgão da Previdência do Município quanto à sua situação relativa à quitação de empréstimos concedidos e inadimplência no programa habitacional. com prazo máximo de 30 dias para decisão final da autoridade competente. sendo assegurado o seu reajustamento para preservar-lhe. não estarão sujeitos ao pagamento da contribuição previdenciária. Art. em caráter permanente. Art.

bem como dos orgãos da Administração direta. deverão ser feitas no Diário Oficial do Município. preferentemente. a portaria. § 4º As publicações de entidades privadas.dos orgãos de deliberação coletiva. decorrentes de sua relação com o Município.dos Secretários Municipais. II . Art.dos titulares dos orgãos de demais níveis. Art.Os presidentes dos orgãos referidos no inciso IV. expedirão portaria. para fazer jus aos benefícios estabelecidos nesta Lei. Subsecretários Municipais.Art. . CAPÍTULO III DOS ATOS MUNICIPAIS Art. § 3º É vedado ao Município constituir estrutura gráfica que incorra em custos adicionais. § 2º A impressão do Diário Oficial do Município será efetuada. a resolução. no órgão oficial do Estado. 126 .Para efeito do disposto no artigo 127 desta Lei fica criado o Diário Oficial do Município. de natureza não-consultiva. IV . 128 . para que produzam os efeitos regulares. anualmente. Parágrafo único . do Chefe de Gabinete do Prefeito ou equivalente e dirigentes de órgão da Administração indireta. 129 . 127 . ao instituto de previdência.Constituem atos de competência: I . comprovante do cumprimento do programa de imunização de seus dependentes. com objetivo de cumprir o disposto neste artigo. o memorando e a ordem de serviço. que utilizará estrutura de que dispõe para tal fim. o decreto. III . privativamente.O servidor público municipal fica obrigado a apresentar.As leis e atos administrativos deverão ser publicados em órgão oficial do Município.do Prefeito. indireta e fundacional e do Poder Legislativo. deste artigo. § 1º O Diário Oficial do Município será organizado pela Procuradoria Geral do Município. podendo a publicação de atos não-normativos ser resumida e importando a não-publicação a nulidade do ato e a punição da autoridade responsável pelo fato. quando competentes para a prática de atos administrativos inerentes ao seu funcionamento.

taxas.O Município poderá instituir: I . ou postos à sua disposição. 130 .Sempre que possível. § 1º .contribuição cobrada de seu servidores. efetiva ou potencial. em decorrência de obras públicas. IV . identificar. III . de sistema de previdência e assistência social. II .CAPÍTULO IV DOS TRIBUTOS MUNICIPAIS SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art.A administração tributária é atividade vinculada. respeitados os direitos individuais e nos termos da lei. especialmente para conferir efetividade a esses objetivos. os rendimentos e as atividades econômicas do contribuinte.contribuição de melhoria. principalmente no que se refere a: . e deverá estar dotada de recursos humanos e materiais necessários ao fiel exercício de suas atribuições.As taxas não poderão ter base de cálculo própria de impostos.os impostos de sua competência. o patrimônio. prestados ao contribuinte. facultado à administração tributária. Art. para custeio. § 2º . os impostos terão caráter pessoal e serão graduados segundo a capacidade econômica do contribuinte. essencial ao Município. de serviços públicos específicos e divisíveis. em razão do exercício regular do poder de polícia. 131 . em benefício destes. ou pela utilização.

inscrição dos inadimplentes em dívida ativa e respectiva cobrança amigável ou encaminhamento para cobrança judicial. indicados pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais. cobrado de autônomos e sociedade civis.O Município manterá o Conselho Municipal de Contribuintes. periodicamente.50 por cento dos servidores municipais. em grau de recurso.A presidência do Conselho será exercida por um dos representantes do Município. Art.lançamento dos tributos. § 1º .A base de cálculo do imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana IPTU . 132 . § 2º .adequado tratamento tributário ao ato cooperativo praticado pelas sociedades cooperativas.quando a variação de custos for superior àqueles índices. a atualização poderá ser feita mensalmente até esse limite. poderá ser realizada mensalmente. IV . com formação nas áreas de conhecimento fiscal e tributário. Art.O Prefeito Municipal promoverá. II . observados os seguintes critérios: I . devendo ser aprovada pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico e fixada por decreto do Prefeito Municipal. § 4º . ficando o percentual restante para ser atualizado por lei que . com atribuição de decidir. a atualização da base de cálculo dos tributos municipais. II .I . 133 . e 50 por cento restantes. indicados da seguinte forma: I . II . Parágrafo único . III .A atualização da base de cálculo do imposto municipal sobre serviços de qualquer natureza. obedecerá aos índices oficiais de atualização monetária e poderá ser realizada mensalmente. objeto de reclamações.cadastramento dos contribuintes e das atividades econômicas.será atualizada anualmente. constituído paritariamente por servidores municipais e por contribuintes. designado pelo Prefeito. serão indicados pelo Prefeito.os contribuintes serão indicados por entidades representativas de categorias econômicas e profissionais.fiscalização do cumprimento das obrigações tributárias. sobre lançamentos e demais questões tributárias. § 3º A atualização da base de cálculo das taxas decorrentes do exercício do poder de polícia municipal obedecerá à variação do valor real do custo dos serviços prestados ao contribuinte.A atualização da base de cálculo das taxas de serviços levará em consideração a variação de custos dos serviços prestados ao contribuinte ou colocados à sua disposição.quando a variação de custos for inferior ou igual aos índices oficiais de atualização monetária. antes do término do exercício. V .

ressalvada a cobrança de pedágio pela utilização de vias conservadas pelo Poder Público. II . das entidades sindicais dos trabalhadores. b) no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou.IPTU.instituir impostos sobre: a) patrimônio.deverá entrar em vigor antes do início do exercício subseqüente.exigir ou aumentar tributo sem lei que o estabeleça. sem fins lucrativos. inclusive suas fundações.cobrar tributos: a) em relação a fatos ocorridos antes do início da vigência da lei que os houver instituído ou aumentado. SEÇÃO II DAS LIMITAÇÕES DO PODER DE TRIBUTAR Art. do Distrito Federal e da União.estabelecer limitações ao tráfego de pessoas ou bens. VII . V . § 5º .Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte. VI .estabelecer diferença tributária entre bens e serviços. proibida qualquer distinção em razão de ocupação profissional ou função por eles exercida. .O fator de permissão edílica constituí ítem obrigatório para fins de cálculo do valor para pagamento do imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana . independentemente da denominação jurídica dos rendimentos.utilizar tributo com efeito de confisco. em razão de sua procedência ou destino. é vedado ao Município: I . . por meio de tributos. das instituições de educação e de assistência social. de qualquer natureza. renda ou serviços do Estado. renda ou serviços dos partidos políticos. 134. atendidos os requisitos da lei. IV . c) patrimônio.instituir tratamento desigual entre contribuintes que se encontrem em situação equivalente. títulos ou direitos. III . b) templos de qualquer culto.

a renda e os serviços relacionados com as finalidades essenciais das entidades nelas mencionadas. (*) I . "a". pinturas e acréscimos do imóvel. para fins de lançamento no cadastro da Prefeitura. § 6º . no prazo de 08 dias.A remissão de créditos tributários somente poderá ocorrer nos casos de calamidade pública ou notória pobreza do contribuinte. "b" e "c" . não cumpria ou deixou de cumprir os requisitos para sua concessão. § 4º . . ou em que haja contraprestação ou pagamento de preços ou tarifas pelo usuário. compreendem somente o patrimônio. vinculados às suas finalidades essenciais ou às delas decorrentes. renda e aos serviços relacionados com exploração de atividades econômicas regidas pelas normas aplicáveis a empreendimentos privados.A concessão de isenção e de anistia de tributos municipais. devendo a lei que a autorize ser aprovada por maioria de dois terços dos membros da Câmara Municipal. "a".As vedações expressas no inciso VII. jornais. periódicos e o papel destinado a sua impressão. (*) IV – Quando se tratar de acréscimo do templo. e do parágrafo anterior não se aplicam ao patrimônio. à renda e aos serviços.A lei determinará medidas para que os consumidores sejam esclarecidos acerca dos impostos que incidam sobre mercadorias e serviços.d) livros. construção de muros. (*) III – Estes melhoramentos independem de concessão de licenças por parte da Prefeitura. é extensiva às autarquias e às fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. § 3º . não o fazendo ficam os templos com o livre arbítrio para iniciar os trabalhos a serem executados. § 2º . anistia ou moratória não gera direito adquirido e será revogada de ofício sempre que se apure que o beneficiário não satisfazia ou deixou de satisfazer as condições. § 5º . § 1º . dependerá de autorização legislativa. aprovada por maioria de dois terços dos Membros da Câmara Municipal. nem exonera o promitente comprador da obrigação de pagar imposto relativo ao bem imóvel.A vedação do inciso VII. este ficará obrigado a apresentar a respectiva planta junto ao setor competente do Município. § 7º . ficando seus responsáveis obrigados a comunicar ao setor competente da Prefeitura sobre tal execução. desde que tenha sido atendido o disposto inciso I deste parágrafo. (*) II – A exigência do caput deste artigo é necessária para que o setor competente faça a inspeção adequada.As vedações do inciso VII.A concessão de isenção.Ficam isentos de taxas e outros encargos os templos religiosos que efetuarem melhorias em calçadas. bem como a dispensa de correção monetária nos débitos dos contribuintes inadimplentes. no que se refere ao patrimônio.

DE 10/08/99 SEÇÃO III DOS IMPOSTOS DO MUNICÍPIO Art. locação de bens imóveis ou arrendamento mercantil. deste artigo. cisco ou extinção de pessoas jurídicas.a fixação das alíquotas máximas dos impostos previstos nos incisos III E IV deste artigo. Art.Obedecerão ao que dispuser lei complementar federal: I .a exclusão da incidência do imposto previsto no inciso IV.(*) Emenda nº 003/99. § 3º . 136 . salvo se. nesses casos. exceto os de garantia.O imposto previsto no inciso I deste artigo será progressivo. II . por servidor público municipal. III .Compete ao Município instituir imposto sobre: I .É de responsabilidade do órgão competente da Prefeitura Municipal a . nos termos de lei municipal. os definidos em lei complementar federal. não compreendidos no artigo 155. nem sobre a transmissão de bens ou direitos decorrentes de fusão. e de direitos reais sobre imóveis.venda a varejo de combustíveis líquidos e gasosos. incorporação. 135 . da Constituição da República. II . de imóvel para sua residência. a qualquer título.O imposto de que trata o inciso II deste artigo não incide sobre: a) a transmissão de bens ou direitos incorporados ao patrimônio da pessoa jurídica em realização de capital. por natureza ou acessão física. I.propriedade predial e territorial urbana. "b". desde que não possua outro. b) a aquisição. sobre as exportações de serviços para o exterior. § 1º . a atividade preponderante do adquirente for a compra e venda desses bens ou direitos. de bens imóveis. § 2º . por ato oneroso. exceto óleo diesel.serviços de qualquer natureza. bem como cessão de direitos a sua aquisição.transmissão "inter vivos". IV . de forma a assegurar o cumprimento da função social da propriedade.

VIII . civil. 153. incidente na fonte. sobre rendimentos pagos a qualquer título. da Constituição da República. contribuição de melhoria e multas de qualquer natureza. e independentemente do vínculo que possuir com o Município.50 por cento do produto da arrecadação do imposto sobre a propriedade de veículos automotores licenciados em seu território.50 por cento do produto da arrecadação do imposto da União sobre a propriedade territorial rural. quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento cambial. da Constituição da República. emprego ou função. por suas autarquias e pelas fundações que instituir ou mantiver. da Constituição da República. ou por decisão proferida em processo regular de fiscalização. § 1º. na forma da lei. relativos à exportação de produtos industrializados. 137 . responderá. e seu § 5º. II . V . SEÇÃO IV DA PARTICIPAÇÃO NAS RECEITAS TRIBUTÁRIAS Art. .70 por cento da arrecadação conforme a origem do imposto a que se refere o art. decorrentes de infrações à legislação tributária. § 3º. na forma do que dispõe o artigo 20. VII . nos termos do art.25 por cento do produto da arrecadação do imposto estadual sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal de comunicações.a respectiva cota no Fundo de Participação dos Municípios.inscrição em dívida ativa dos créditos provenientes de impostos.o produto de arrecadação do imposto da União sobre renda e proventos de qualquer natureza. relativamente aos imóveis nele situados. de recursos hídricos para fins de geração de energia elétrica e outros recursos minerais. qualquer que seja seu cargo. abrir-se-á processo administrativo disciplinar para apurar as responsabilidades.A autoridade municipal. VII . da Constituição da República. taxas. IV . I. III .25 por cento dos recursos recebidos pelo Estado. incidente sobre o ouro. 138 .participação no resultado de exploração de petróleo ou gás natural.Pertence ao Município: I . ou a prescrição da ação de cobrá-lo. criminal e administrativamente. Parágrafo único . cumprindo-lhe indenizar o Município do valor dos créditos prescritos ou não-lançados. Art. previsto no art. "b" . 159.Ocorrendo a decadência do direito de constituir o crédito tributário. pela prescrição ou decadência ocorrida sob sua responsabilidade. por ele. 159. V. com prazo de pagamento fixado pela legislação.

da Constituição do Estado. é garantido ao Município apresentar reclamações sobre o índice de participação no produto da arrecadação do imposto sobre circulação de mercadorias e sobre a prestação de serviços de transporte e comunicações . 142 .O Poder Executivo dará ampla publicidade e divulgará. II. no prazo de 30 dias após sua publicação.ICMs. até o último dia do mês subseqüente ao da arrecadação.Os preços devidos pela utilização de bens e serviços municipais deverão ser fixados de modo a cobrir os custos dos respectivos serviços e ser reajustados quando se tornarem deficitários. 140 . ou de sua atuação na organização ou exploração de atividades econômicas. CAPÍTULO V DA REMUNERAÇÃO DOS SERVIÇOS PÚBLICOS Art. o Município poderá cobrar preços públicos. Parágrafo único . Art. os montantes de cada um dos tributos arrecadados e os recursos recebidos. bem como em que foram gastos.A Secretaria respectiva examinará a base de cálculo.Art. acionará a Procuradoria Geral do Município para que apresente reclamação junto ao Estado. CAPÍTULO VI DAS FINANÇAS PÚBLICAS SEÇÃO I .Lei Municipal estabelecerá outros critérios para fixação de preços. Art. 139 . 141 . havendo discordância no que for estabelecido. Parágrafo único .De conformidade com o estabelecido no artigo 148.Para obter o ressarcimento da prestação de serviços de natureza comercial ou industrial. os prazos e os critérios previstos em lei e.

com as respectivas metas.A.as disposições sobre as alterações na legislação tributária. contribuições e demais receitas do Município e dos orgãos vinculados à Administração direta.o plano plurianual. Art. II . Banco da Amazônia S. obrigatoriamente. Banco da Amazônia S.A. observados os princípios estabelecidos na Constituição da República. bem como os respectivos pagamentos a terceiros.orientações para a elaboração da lei orçamentária anual. Banco do Brasil S.A arrecadação de impostos.DISPOSIÇÕES GERAIS Art. e Caixa Econômica Federal. III . (*) Art.. 145 . obrigatoriamente. pelo Banco oficial do Estado. 146 . Art. 144 .diretrizes.as prioridades da Administração Pública Municipal.A.os orçamentos anuais. com exclusividade. indireta e fundacional. 143 . Art.As disponibilidades de caixa da Prefeitura Municipal. § 1º . em lei complementar federal e estadual. objetivos e metas para as ações municipais de execução plurianual. § 2º . o foro para a decisão de qualquer litígio será o de Manaus. II . taxas.gastos com a execução de programas de duração continuada.A. 147 - .A Lei Municipal disporá sobre finanças públicas.as diretrizes orçamentárias. da Câmara Municipal de Manaus. serão processados. no Banco Oficial do Estado. Banco do Brasil S.. III .O plano plurianual compreenderá: I . quer da Administração indireta.Nas operações de crédito realizadas pelo Município. dos orgãos da Administração direta e indireta e das empresas controladas pelo Município serão depositadas. II .As diretrizes orçamentárias compreenderão: I . SEÇÃO II DOS ORÇAMENTOS Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão: I . e Caixa Econômica Federal. quer de orgãos da Administração direta. III .investimentos de execução plurianual.

§ 4º . II .autorização para a concessão de qualquer vantagem ou aumento de remuneração. a qualquer título. remissões.os critérios para distribuição setorial de recursos. subsídios e benefícios de natureza financeira. no ensino rural e na educação especial. § 5º . estimando as receitas do Tesouro Municipal efetivas e potenciais. inclusive as fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público Municipal. evidenciando os programas e políticas do Governo Municipal. incluindo os seus fundos especiais.2000 § 7º .IV .03. V . bem como de demonstrativo referente à aplicação dos recursos orçamentários na manutenção e desenvolvimento do ensino. não incluindo na proibição a autorização para abertura de créditos .O projeto de lei orçamentária será acompanhado de demonstrativo do efeito sobre as receitas e despesas.o orçamento fiscal referente aos Poderes do Município. III .Os orçamentos previstos no § 3º deste artigo serão compatibilizados com o plano plurianual e as diretrizes orçamentárias. decorrente de isenções.O orçamento anual compreenderá: I . bem como a demissão de pessoal. inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público Municipal. * § 6º . IV . respectivamente. criação de cargos ou alterações de estrutura de carreiras. (*) Emenda nº 02/2000.A lei orçamentária anual não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação de despesa. decorrentes de uma reavaliação da realidade econômica.Os planos e programas municipais de execução plurianual ou anual serão elaborados em consonância com o plano plurianual e com as diretrizes orçamentárias. detenha a maioria do capital social com direito a voto. VI . pelas unidades governamentais da Administração direta ou indireta. VII . e apreciados pela Câmara.o orçamento de investimentos das empresas em que o Município. inclusive das fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público Municipal. da Administração direta ou indireta. na educação infantil.as projeções das receitas e despesas para o exercício financeiro subseqüente. direta ou indiretamente. anistias. ressalvadas as empresas públicas e as sociedades de economia mista.os ajustamentos do plano plurianual. de 29.os orçamentos das entidades de Administração indireta. abrangendo todas as entidades e orgãos a ela vinculados.o orçamento da seguridade social. § 3º . aqui incluídas as renúncias fiscais a qualquer título.

a realização de despesas ou a assunção de obrigações diretas que excedam os créditos orçamentários originais ou adicionais. VIII .São vedados: I . III . ou de um órgão para outro. os prazos. recursos para programas de educação. cultura.a utilização.O Município guardará observância à legislação federal e estadual que: I .dispuser sobre o exercício financeiro.A lei orçamentária anual assegurará. aprovados pela Câmara Municipal por maioria absoluta.suplementares e contratação de operações de crédito. VII . V . ressalvadas as autorizadas mediante créditos suplementares ou especiais. elaboração e organização do plano plurianual. nos termos da lei. a vigência. sem autorização legislativa específica. da lei de diretrizes orçamentárias e da lei orçamentária anual. saneamento básico e fomento à pesquisa científica e tecnológica. § 8º . ainda que por antecipação da receita. fundações e fundos especiais. . o remanejamento ou a transferência de recursos de uma categoria de programação para outra.estabelecer normas de gestão financeira e patrimonial da Administração direta e indireta. 148 . ressalvada a destinação de recursos para a manutenção e desenvolvimento do ensino. de recursos dos orçamentos fiscais e da seguridade social para suprir necessidades ou cobrir déficit de empresas.a transposição. IX .a abertura de créditos adicionais suplementares ou especiais sem prévia autorização legislativa e sem indicação dos recursos correspondentes. seguridade social.a instituição de fundos especiais de qualquer natureza. SEÇÃO III DAS VEDAÇÕES ORÇAMENTARIAS Art. II . sem prévia autorização legislativa.a realização de operações de crédito que excedam o montante das despesas de capital. prioritariamente. fundo ou despesa e a prestação de garantias às operações de crédito por antecipação de receita.a concessão ou utilização de créditos ilimitados.o início de programas ou projetos não-incluídos no orçamento anual. IV .a vinculação de receita de tributos e transferências estaduais e federais a órgão. agricultura. § 9º . bem como condições para instituição e funcionamento de fundos. VI . sem prévia autorização legislativa. II .

X - a realização de operação externa ou interna de natureza financeira, sem prévia autorização legislativa; XI - a autorga de mandato procuratório para receber valores pertencentes ao Município, exceto aos auxiliares diretos do Prefeito e servidores municipais, desde que constem as especificações de prazo e objetivo. § 1º - Os créditos adicionais especiais e extraordinários terão vigência no exercício financeiro em que forem autorizados, salvo se o ato de autorização for promulgado nos últimos quatro meses daquele exercício, caso em que, reaberto nos limites de seus saldos, serão incorporados ao orçamento do exercício financeiro subseqüente. § 2º - A abertura de crédito extraordinário somente será admitida para atender a despesas imprevisíveis e urgentes, como as decorrentes de calamidade pública. § 3º - Sob pena de infração político-administrativa, nenhum investimento, cuja execução ultrapasse um exercício financeiro, poderá ser indicado sem prévia inclusão no plano plurianual, ou sem lei que autorize. Art. 149 - Os recursos correspondentes às dotações orçamentárias, compreendidos os créditos suplementares e especiais, destinados ao Legislativo, ser-lhe-ão entregues até o dia 20 de cada mês, na forma de lei complementar federal. Art. 150 - A despesa com pessoal ativo e inativo do Município não poderá exceder os limites estabelecidos em lei federal. § 1º - A concessão de qualquer vantagem ou aumento de remuneração, a criação de cargos ou alteração de estruturas de carreiras, bem como a admissão de pessoal a qualquer título, pelos órgãos e entidades da Administração direta, indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público, só poderão ser feitas: I - se houver prévia dotação orçamentária, suficiente para atender às projeções de despesas de pessoal e aos acréscimos dela decorrentes; II - se houver autorização específica na lei de diretrizes orçamentárias, ressalvadas as empresas públicas e sociedades de economia mista que não dependam de receita orçamentária do Município para fazer face às despesas de pessoal. § 2º - Os Poderes Legislativo e Executivo, os órgãos da Administração indireta e as empresas controladas pelo Município publicarão, a cada bimestre, o valor global da despesa com pessoal ativo, bem como o número de funcionários.

SEÇÃO IV

DAS EMENDAS AOS PROJETOS ORÇAMENTÁRIOS Art. 151 - Os projetos de lei relativos ao plano plurianual, às diretrizes orçamentárias, ao orçamento anual e aos créditos adicionais suplementares e especiais serão enviados pelo Chefe do Poder Executivo ao Poder Legislativo, nos termos da legislação a que se refere o artigo 147, § 8º, desta Lei. § 1º - Caberá à Comissão permanente da Câmara Municipal: I - examinar e emitir parecer sobre os projetos de plano plurianual, diretrizes orçamentárias, orçamento anual e sobre as contas do Município apresentadas anualmente pelo Prefeito; II - examinar e emitir parecer sobre os planos e programas municipais e setoriais previstos nesta Lei Orgânica e exercer o acompanhamento e a fiscalização orçamentária, sem prejuízo da atuação das demais Comissões do Poder Legislativo. § 2º - As emendas serão apresentadas na Comissão permanente, que sobre elas emitirá parecer, e apreciadas, na forma do Regimento Interno, pelo Plenário da Câmara Municipal. § 3º - As emendas ao projeto de lei do orçamento anual ou aos projetos que modifiquem somente poderão ser aprovadas caso: I - sejam compatíveis com o plano plurianual e com a lei de diretrizes orçamentárias; II - indiquem os recursos necessários, admitidos apenas os provenientes de anulação de despesas, excluídas as que incidam sobre: a) dotações para pessoal e seus cargos; b) serviço da dívida; III - sejam relacionadas: a) com a correção de erros ou omissões; ou b) com os dispositivos do texto do projeto de lei; § 4º - As emendas ao projeto de lei de diretrizes orçamentárias não poderão ser aprovadas quando incompatíveis com o plano plurianual. § 5º - O Prefeito poderá enviar mensagem à Câmara Municipal para propor modificação nos projetos a que se refere este artigo enquanto não iniciada a votação, na Comissão permanente, da parte cuja alteração é proposta.

§ 6º - Os recursos que, em decorrência de veto, emenda ou rejeição do projeto de lei orçamentária anual, ficarem sem despesas correspondentes poderão ser utilizados, conforme o caso, mediante abertura de créditos adicionais suplementares ou especiais, com prévia e específica autorização legislativa. § 7º - Aplicam-se aos projetos referidos neste artigo, no que não contraria o disposto nesta Seção, as demais normas relativas ao processo legislativo. SEÇÃO V DA EXECUÇÃO ORÇAMENTARIA Art. 152 - A execução do orçamento do Município se refletirá na obtenção das suas receitas próprias, transferidas e outras, bem como na utilização das dotações consignadas às despesas para a execução dos programas nele determinados, observado sempre o princípio do equilíbrio. Art. 153 - O Prefeito Municipal fará publicar, até 30 dias após o encerramento de cada bimestre, relatório resumido da execução orçamentária. Art. 154 - As alterações orçamentárias durante o exercício, observado o disposto no artigo 148 desta Lei, representar-se-ão: I - pelos créditos adicionais, suplementares, especiais e extraordinários; II - pelos remanejamentos, transferências e transposições de recursos de uma categoria de programação para outra. Art. 155 - Na efetivação dos empenhos sobre as dotações fixadas para cada despesa, será emitido documento Nota de Empenho, que conterá as características já determinadas nas normas gerais de Direito Financeiro. Art. 156 - As receitas e despesas orçamentárias serão movimentadas através de caixa único, regularmente instituído. Art. 157 - Poderá ser constituído regime de adiantamento em cada uma das unidades da Administração direta, nas autarquias e nas fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público Municipal, para ocorrer às despesas miúdas de pronto pagamento, definidas em lei.

Ressalvado o disposto no artigo anterior. as contas Municipais serão compostas de. 161 .o conhecimento da situação. 160 .O serviço de contabilidade fará o controle contábil dos direitos e obrigações. na organização do seu sistema administrativo e informativo e nos seus procedimentos.A contabilidade do Município obedecerá. de todos quantos. entre outros: . da Constituição do Estado.SEÇÃO VI DA CONTABILIDADE MUNICIPAL Art. arrecadem receitas.A contabilidade da Câmara Municipal encaminhará as suas demonstrasses até o dia 15 do mês subsequente. Art. encaminhará ao Tribunal de Contas do Estado as contas municipais referentes ao exercício anterior. aos princípios fundamentais de contabilidade e às normas estabelecidas na legislação pertinente. III .o acompanhamento da execução orçamentária.A Câmara Municipal terá sua própria contabilidade. II .o conhecimento da composição patrimonial. para fins de incorporação à contabilidade central na Prefeitura. SEÇÃO VII DAS CONTAS MUNICIPAIS Art. perante a Fazenda Municipal.a determinação dos custos dos serviços. Parágrafo único . efetuem despesas. de ajustes e contratos em que a Administração for parte. Art.O serviço de contabilidade será organizado de forma a assegurar. entre outros: I . IV . até 30 de abril de cada exercício. 158 . 159 .O Prefeito Municipal. observando o artigo 127. § 3º. administrem ou guardem bens a ela pertencentes ou confiados. V . de qualquer modo. § 1º .o levantamento do balanço e dos quadros demonstrativos e a interpretação dos resultados econômicos. § 2º .

II . 41. V .notas explicativas às demonstrações de que trata este artigo. Parágrafo único .o sistema de controle interno dos dois Poderes deverá. 163 .Os responsáveis pelo controle interno. no que couber. e 42. Art. orçamentárias e financeiras da Administração direta e indireta. deles darão ciência ao Tribunal de Contas do Estado. sob pena de responsabilidade solidária. orçamentárias e financeiras consolidadas dos órgãos da Administração direta.a comprovação da legalidade e a avaliação dos resultados quanto à eficácia e eficiência da gestão orçamentária. sistema de controle interno que vise à execução da auditoria prévia dos atos administrativos praticados em cada exercício. II . inclusive dos fundos especiais e fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. contidos nos artigos 37. . orçamentárias e financeiras consolidadas das empresas municipais. da Constituição da República. 39.Os Poderes Executivo e Legislativo manterão. das autarquias e das fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público Municipal. bem como dos direitos ehaveres do Município. 38. IV . 40. III . no seu âmbito. avais e garantias.exercer o controle dos empréstimos e financiamentos. dos fundos especiais. III . ilegal ou de ofensa aos princípios da Administração Pública. observar. 162 .Demonstração contábeis.a avaliação do cumprimento das metas previstas no plano plurianual e a execução dos programas de governo.demonstração contábeis. SEÇÃO VIII DO CONTROLE INTERNO Art.I . financeira e patrimonial nas entidades da administração municipal. bem como da aplicação de recursos públicos municipais por entidades de direito privado.relatório de que trata o artigo 26 desta Lei. ao tomarem conhecimento de qualquer ocorrência irregular. entre outros: I .demonstrações contábeis.

será sempre precedida de avaliação.CAPITULO VII DA ADMINISTRAÇÃO DOS BENS PATRIMONIAIS Art. mediante contrato. 164 . e obedecerá às seguintes normas: I .Todos os bens municipais deverão ser cadastrados. Art. há pelo menos um ano. dependerá de autorização legislativa e será submetida à licitação pública. bens móveis e imóveis e as rendas provenientes do exercício das atividades de sua competência e da exploração dos seus serviços. Art.Constituem patrimônio do Município seus direitos.poderão ser alienados. 166 . permitida exclusivamente para fins de interesse social. III . mediante direito de preferência. com autorização do Poder Legislativo. Art.A alienação de bens municipais.quando se tratar de imóveis. respeitado o princípio licitatório. a cláusula de reversão para os casos de desvio de finalidades ou de não-realização. com a identidade respectiva. 165 . segundo o que for estabelecido em regulamento. b) permuta. o prazo de seu cumprimento. independente de autorização legislativa. subordinada à existência de interesse público devidamente justificado. ações. b) permuta.quando se tratar de móveis.Compete ao Prefeito Municipal a administração dos bens municipais. desde que o interessado não possua outro. dependerá de licitação pública. considerando o melhor preço do mercado. . que serão vendidas em Bolsas de Valores. respeitada a competência da Câmara quanto àqueles empregados nos serviços desta. que se dispensará nos seguintes casos: a) doações . II . observado comprovadamente o preço de mercado. 167 . declaradas de utilidade pública. c) ações. sob pena de nulidade do ato. de que deverão constar os encargos do donatário. os imóveis que venham sendo utilizados há mais de cinco anos. que será dispensada nos seguintes casos: a) doação. que somente poderão ser efetuadas às entidades de direito público e às instituições de assistência social.

O Município. ou verificar-se relevante interesse público.A licitação poderá ser dispensada por lei. resultados de obras públicas. Art. transferido. 168 . a abrir inquérito administrativo e a propor a competente ação civil e penal contra qualquer servidor. e que prestou contas de dinheiros e valores públicos que utilizou. guardou. aprovada por dois terços dos membros da Câmara Municipal. concederá direito real de uso. Parágrafo único . inexigível esta se as necessidades de instalação e localização condicionarem a escolha. sob pena de responsabilidade político-administrativa. ou terá aceito o seu pedido de exoneração ou rescisão.A Procuradoria Geral do Município será obrigada. permuta ou desapropriação dependerá de prévia avaliação. gerenciou ou administrou.A aquisição de bens imóveis por compra. . e as áreas resultantes de alinhamento serão alienadas nas mesmas condições. preferentemente à venda ou doação de bens imóveis.O Município. 172 . arrecadou. 174 . mediante autorização legislativa e licitação.As áreas transferidas ao Município.Nenhum servidor ou empregado será dispensado. há pelo menos um ano. previamente.A venda aos proprietários de imóveis lindeiros de áreas urbanas remanescentes e inaproveitáveis para edificação. Art. 171 . 173 . Art. independentemente de despacho de qualquer autoridade. a entidades assistências declaradas de utilidade pública. em decorrência da aprovação de loteamentos. 169 . sob pena de nulidade do ato.§ 1º . § 2º . ao promover programas habitacionais populares sob a forma de doação de lotes urbanizados em áreas de seu patrimônio.A afetação e a desafetação de bens de uso comum do povo dependerá de lei específica. 170 . Art. Art.O uso de bens municipais por terceiros será regulamentado por lei específica. não poderão ter destinação diversa da especificada no projeto. sempre que forem apresentadas denúncias. Parágrafo único . devidamente justificado. quer sejam aproveitadas ou não. sem que os órgãos responsáveis pelo controle financeiro e pelos bens patrimoniais da Prefeitura ou da Câmara atestem que o mesmo devolveu os bens móveis do Município que estavam sob sua guarda. autorização legislativa e licitação. quando o uso se destinar a concessionária de serviço público. sob qualquer forma. Art. contra o extravio ou danos de bens municipais. o projeto à aprovação da Câmara Municipal.A concessão administrativa dos bens municipais de uso especial e dominiais dependerá de lei e de licitação e far-se-á mediante contrato por prazo determinado. deverá submeter. Art. dependerá de prévia avaliação e autorização legislativa. exonerado.

Nenhuma obra pública.Os usuários estarão representados nas entidades da administração prestadoras de serviços públicos ou contratantes de permissão e concessão.planos e programas de expansão dos serviços.É de responsabilidade do Município. prestar serviços públicos. mediante licitação e de conformidade com os interesses e necessidades da população.revisão da base de cálculo dos custos operacionais. II . . podendo contratá-las com particulares através de procedimento licitatório.política tarifária. § 1º . devidamente justificados. III . salvo os casos de extrema urgência. III . sua conveniência e oportunidade para o interesse público. 176 .CAPITULO VIII DAS OBRAS E SERVIÇOS PÚBLICOS Art.nível de atendimento da população em termos de quantidade e qualidade. Art. V .Os serviços permitidos ou concedidos ficarão sempre sujeitos à regulamentação e fiscalização da Administração Municipal. 178 . IV . bem como realizar obras públicas.Serão nulas de pleno direito as permissões e concessões para a exploração de serviços públicos feitas em desacordo com o estabelecido neste artigo. § 2º .o orçamento de seu custo.os prazos para o seu início e término.a indicação dos recursos financeiros para o atendimento das respectivas despesas.A permissão ou a concessão de serviço público somente será efetivada com autorização da Câmara Municipal e mediante contrato. diretamente ou sob regime de permissão ou concessão. precedido de licitação e na forma de lei específica.o respectivo projeto. Art. Art. II . 175 . IV .a viabilidade do empreendimento. 177 . será licitada e realizada sem que conste: I . assegurando-se sua participação em decisões relativas a: I .

a aplicação de recursos financeiros. rescisão e reversão da permissão ou concessão. V .as condições de prazo. Parágrafo único . inclusive para apuração de danos causados a terceiros. caducidade. Art. entre outros: I . à exploração monopolística e ao aumento abusivo de lucros.estabelecimento de penalidades diferenciadas. informando.os prazos mínimos e máximos da permissão.V .As empresas permissionárias ou concessionárias de serviços públicos são obrigadas. ainda: I .as normas que possam comprovar eficiência no atendimento do interesse público. III . Art. adequado e acessível. a dar ampla divulgação de suas atividades.mecanismos para atenção de pedidos e reclamações dos usuários. fica estabelecida a obrigatoriedade de apresentação ao Poder concedente. inclusive as hipóteses de gratuidade. § 1º . serão estabelecidos. ainda. II .os direitos dos usuários.as regras para orientar a revisão periódica das bases de cálculo dos custos operacionais e da remuneração da capital. 179 .A representação dos usuários se fará através da participação de Conselheiro Distrital.Nos contratos de permissão e concessão. Art. que divulgarão. em especial.as regras para a remuneração do capital e para garantir o equilíbrio econômico e financeiro do contrato. que será encaminhado à Câmara Municipal. no Conselho de Administração das entidades referidas no "caput" deste artigo. VI . o Município observará. prorrogação. . sobre planos de expansão e realização de programas de trabalho. 181 .Na permissão ou concessão de serviços públicos. bem como permitir a fiscalização pelo Município. Parágrafo único . até 30 de junho de cada ano. principalmente as que visem à dominação do mercado. do balanço financeiropatrimonial.as regras para a fixação da remuneração dos serviços prestados. 180 . IV .A mesma obrigação impõe-se às entidades da administração prestadoras de serviços públicos ou contratantes de permissão e concessão.Nos contratos de permissão ou concessão de serviços públicos. eleito entre seus pares. sob a forma de tarifas ou de taxas. § 2º . ainda que estipulada em contrato anterior. de modo a manter o serviço contínuo. II .Na prestação indireta de serviços públicos. o Município reprimirá qualquer forma de abuso do poder econômico. uma vez por ano. bem como os limites exigidos para o capital social das empresas não devem ser inferiores aos da concessão.

183 .notificação de rescisão.Não havendo a renovação contratual. para o restabelecimento da normalidade da prestação do serviço. Art. II .A rescisão da permissão ou concessão poderá ocorrer: I . a Administração Municipal procederá previamente com: I . 186 . IV .É dispensável a licitação para o atendimento de estado de cáos urbano e calamidade pública. Art. Art. mediante edital ou comunicado resumido. 185 . vantagens e obrigações do tempo de vigência pactual. Parágrafo único . os serviços a ele referentes.notificação e multa nos termos contratuais nos casos de reincidência ou em que perdure a causa inicial. Art. III . V . com antecedência de 30 dias em caso de reincidência ocorrida até um ano da data do final da intervenção.0 Poder concedente poderá modificar ou ampliar os serviços em área de influência operacional de permissionária ou concessionária. com prazo de 30 dias para regularização. em igual prazo.Art. quando o valor do contrato ou o interesse público justificar. 187 . expressamente. 182 .notificação expressa da deficiência e prazo de até 90 dias para regularização.Para a rescisão do contrato. de conformidade com os incisos IV e V deste artigo. na forma definida pela administração. por prazo de até 90 dias. 120 dias antes do pacto contratual e independente de licitação pública. .por suspensão do serviço a qualquer título.intervenção. a operadora obriga-se a manter a operação dos serviços até 120 dias depois do vencimento do pacto. quando devidamente comprovada a responsabilidade da empresa. III .As licitações para a permissão ou concessão de serviços públicos deverão ser precedidas de ampla publicidade.por extinção da pessoa jurídica permissionária ou concessionária. restrita à administração operacional. assegurados todos os direitos. Art. obrigando-se o Poder Público a licitar. 184 .por manifesta deficiência do serviço a que a concessionária der causa. IV . que gerem colapso público e notório no serviço ou em parte dele.por decretação de falência transitada em julgado. o contrato poderá ser renovado por igual prazo mediante manifestação do interesse do executante.Vencido o prazo contratual dos serviços e atendidas as condições de idoneidade econômico-financeira da operadora. inclusive na imprensa nacional. II .por renúncia nos termos contratuais.

incorporação de empresas. e. II . com o inteiro teor do processo constituído para esse fim.Cabe ao Município avaliar a oportunidade de manutenção da permissão ou concessão nos casos de: I .A administração poderá modificar. para fins de análise e homologação. bem como a remuneração do capital. permitida pela legislação pertinente.transferência de propriedades de qualquer forma. 190 . no caso de serviços prestados diretamente pelo Município.Na hipótese do inciso II deste artigo. aqui incluído o ressarcimento dos compromissos relativos aos contratos firmados até a data da comunicação e que se destinarem.Não havendo homologação e persistindo as razões que originaram o ato do Poder Executivo. § 1º . ao Município. no prazo máximo de 72 horas. não sendo homologada a nova tarifa. além das despesas operacionais e administrativas. § 2º . mediante comunicação e com justa indenização nos termos contratuais. após a deliberação do Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico. alterar e rescindir contratos de permissão ou concessão se o interesse público o exigir. cumprindo. § 1º . as formalidades do "caput" deste artigo.A tarifa fixada na forma do "caput" deste artigo só entrará em vigor após a homologação do Poder Legislativo. 188 . a seguir. à instrumentalização da empresa para a prestação do serviço.pelo Prefeito. o órgão municipal competente encaminhará ao Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico todas as informações necessárias à definição das tarifas ou taxas. especificamente. computar-se-ão. no prazo de 72 horas. caberá ao Poder Legislativo fixá-la no prazo de cinco dias.As tarifas ou taxas dos serviços públicos serão fixadas: I .fusão de empresas. III . Art. Art. por ato próprio do Poder Executivo e remetida à Câmara Municipal. devidamente publicada no Diário Oficial do Município. § 2º .A empresa permissionária ou concessionária comunicará.pelo Prefeito. as reservas para depreciação e reposição dos equipamentos e instalações. 191 . será fixada. este deverá promover nova fixação. II . no caso dos serviços com contrato de permissão ou concessão. Art.A tarifa dos transportes coletivos urbanos. previamente. que deverá manifestar-se no prazo máximo de 15 dias. Parágrafo único . preliminar e obrigatoriamente. tipo ônibus. .Art. 189 .Na formação do custo dos serviços de natureza industrial.

II e III.A criação pelo Município de entidade da Administração indireta para execução de obras ou prestação de serviços públicos só será permitida caso a entidade possa assegurar sua auto-sustentação financeira.O Município poderá consorciar-se com outros Municípios para o fomento às atividades econômicas e à realização de obras ou prestação de serviço públicos de interesse comum.propor critérios para fixação de tarifas ou taxas.os pontos de captação de passageiros. visando à prestação física do bem e à não-promoção da agressão visual. III . II . para propaganda pessoal de autoridade ou político-partidária.realizar avaliação periódica da prestação dos serviços. 192 . § 1º .os veículos objeto das permissões ou concessões do serviço de limpeza pública.É vedado o uso de meios estabelecidos nos incisos I.O Município manterá a publicidade comercial. constituído por cidadãos não-pertencentes ao serviço público municipal. III . deverá o Município: I . .Ao Município é facultado conveniar com a União ou com o Estado a prestação de serviços de sua competência privativa. § 2º . 195 .O Município deverá propiciar meios para criação. Art.Os contratos de publicidade serão firmados exclusivamente com o Município. de órgão consultivo. necessariamente. exclusivamente. usando como meios: I . § 3º .Na celebração de convênios de que trata este artigo. § 4º . nos consórcios. 193 .A publicidade de que trata o "caput" deste artigo obedecerá. educativa e filantrópica. II . deste artigo. à recuperaç_o e conservação das vias públicas de uso do sistema e construção e manutenção dos pontos de captação de passageiros.os veículos objeto das permissões ou concessões do serviço de transporte coletivo urbano e especial. 194 .Art. Art.propor os planos de expansão dos serviços públicos. Parágrafo único . e os recursos provenientes se incorporarão ao Fundo de Desenvolvimento Urbano. Parágrafo único . através do órgão municipal de administração de transportes urbanos. aos padrões técnicos estabelecidos pelo órgão contratante. ou quando houver interesse mútuo para celebração do convênio. Art.Ao transporte público individual fica liberada a opção de contratar diretamente os serviços de publicidade de que trata este artigo. resguardadas a área destinada à identificação institucional do veículo e as normas de segurança. quando lhe faltarem recursos técnicos ou financeiros para execução do serviço em padrões adequados. destinando-se.

dos secretários do Município.09. leia-se:”é vedado ao município efetuar contratos de serviços e obras com empresas devedora de tributos municipais.(*) Modificado pela Emenda nº 15/2001. estes últimos no âmbito de suas respectivas secretarias”.A instalação de distrito novo se dará com a posse do Administrador Distrital e dos Conselheiros Distritais perante o Prefeito e a Câmara Municipal. a qual deliberará. E ACRESCENTOU O PARÁGRAFO ÚNICO (Ver.. 04. de 10/10/2001 Parágrafo único . 197 . dos Secretários do Município. dos Vereadores. JEFFERSON PERES. CAPITULO IX DOS DISTRITOS SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. QUE ACRESCEU O 'CAPUT' A PARTIR DA EXPRESSÃO "BEM COMO . dentro de cinco dias do recebimento da indicação do Prefeito. até o segundo grau.. Parágrafo único .". estes últimos no âmbito de suas respectivas Secretarias”.92). como sócios. em conjunto. do prefeito. sendo admitida a sua destituição por igual número de votos. de âmbito .A investidura do Administrador Distrital dependerá da homologação prévia da Câmara Municipal.Incorrem na mesma redação as empresas às quais tenham pertencido. do Vice-Prefeito. as autoridades mencionadas no "caput" deste artigo. bem como as que tenham como sócios parentes consangüíneos.O Prefeito comunicará aos órgãos competentes. pelo voto da maioria simples de seus integrantes. REDAÇÃO DADA PELA EMENDA Nº 05/92. 198 . Art. obrigatoriamente.Art. 196 – Onde se lê: é vedado ao Município efetuar contratos de serviços e obras com empresas devedoras de tributos municipais. nos 12 meses anteriores à sua posse no cargo. do vice-prefeito. do Prefeito. Parágrafo único .Nos distritos haverá um Conselho Distrital composto por cinco Conselheiros eleitos pela respectiva população e um Administrador Distrital. até o segundo grau. bem como as que tenham como sócios parentes consangüíneos.

Quando se tratar de distrito novo. pelo menos uma vez por mês. e. § 1º . a instalação do Distrito. tomando suas deliberações por maioria de votos.As reuniões do Conselho Distrital serão presididas pelo Administrador . 202 . Art. 201 . por meio de Decreto Legislativo. quando de sua posse. extraordinariamente. Art. coleta de votos e apuração dos resultados. § 3º .A mudança de residência para fora do distrito implicará a perda do mandato de Conselheiro Distrital. § 5º . independente de filiação partidária.O Conselho Distrital se reunirá. por convocação do Prefeito Municipal ou Administrador Distrital. trabalhando pelo engrandecimento do distrito que represento" . para os devidos fins.Qualquer eleitor residente no distrito onde se realizar a eleição poderá candidatar-se ao Conselho Distrital. SEÇÃO II DOS CONSELHEIROS DISTRITAIS Art. admitida a recondução. § 6º .A Câmara Municipal editará. § 7º . cabendo à Câmara Municipal adotar as providências necessárias à sua realização.A eleição dos Conselheiros Distritais e de seus respectivos suplentes ocorrerá de dois em dois anos. 199 .A posse dos Conselheiros Distritais e do Administrador Distrital se dará dez dias após a divulgação dos resultados da eleição. § 4º . Art. 200 . ordinariamente. a eleição dos Conselheiros Distritais será realizada 90 dias após a expedição da lei de criação. § 1º . as instruções para inscrição de candidatos.O Decreto Legislativo referido no parágrafo anterior só poderá ser modificado até um ano antes das eleições dos Conselheiros Distritais. § 8º .O voto para Conselheiro Distrital não será obrigatório. a Constituição do Estado. cabendo à Câmara Municipal regulamentá-la na forma do parágrafo 5º deste artigo. nos dias estabelecidos em seu Regimento Interno.federal e estadual.O mandato dos Conselheiros Distritais terminará quando da posse dos novos Conselheiros. observando a Constituição da República.A função do Conselheiro Distrital constitui serviço público relevante e será exercida gratuitamente.Os Conselheiros Distritais. a Lei Orgânica e as leis. observado o disposto nesta Lei Orgânica. proferirão o seguinte juramento: "Prometo cumprir dignamente o mandato a mim confiado. § 2º .

Distrital, que não terá direito a voto. § 2º - Servirá de secretário um dos Conselheiros, eleito por seus pares. § 3º - Os serviços administrativos do Conselho Distrital serão providos pela Administração Distrital, com aproveitamento obrigatório e exclusivo de servidores públicos. § 4º - Nas reuniões do Conselho Distrital, qualquer cidadão, desde que residente no distrito, poderá usar da palavra, na forma que dispuser o Regimento Interno do Conselho, e encaminhar reclamações e pleitos. § 5º - O Regimento Interno do Conselho Distrital será publicado no Diário Oficial do Município. Art. 203 - Nos casos de licença oficialmente comunicada ou vaga do membro do Conselho Distrital, será convocado o respectivo suplente. Art. 204 - Compete ao Conselho Distrital: I - elaborar, com a colaboração do Administrador Distrital e da população, a proposta de trabalho anual do distrito e encaminhá-la ao Prefeito nos prazos fixados por este; II - opinar, obrigatoriamente, no prazo de 10 dias, sobre a proposta de plano plurianual no que concerne ao distrito, antes de seu envio pelo Prefeito à Câmara Municipal; III - fiscalizar as repartições municipais no distrito e a qualidade dos serviços prestados pela Administração Distrital; IV - representar ao Prefeito ou a Câmara Municipal sobre qualquer assunto de interesse do distrito; V - dar parecer sobre reclamações, representações e recursos de habitantes do distrito, encaminhando-o ao Poder competente; VI - colaborar com a administração distrital na prestação dos serviços públicos; VII - prestar as informações que lhe forem solicitadas pelo Governo Municipal.

SEÇÃO III DO ADMINISTRADOR DISTRITAL Art. 205 - O Administrador Distrital terá a remuneração que for fixada na legislação municipal. Parágrafo único - Criado o distrito, fica o Prefeito Municipal autorizado a criar o respectivo cargo de Administrador Distrital. Art. 206 - Compete ao Administrador Distrital:

I - executar e fazer executar, na parte que lhe couber, as leis e demais atos emanados dos Poderes competentes; II - coordenar e supervisionar os serviços públicos distritais de acordo com o que for estabelecido nas leis e regulamentos; III - propor ao Prefeito Municipal a lotação e a remoção dos servidores na Administração Distrital; IV - promover a guarda e manutenção dos bens públicos municipais localizados no distrito; V - prestar contas das importâncias recebidas para fazer face às despesas da Administração Distrital, observadas as normas legais; VI - solicitar ao Prefeito as providências necessárias à boa administração do distrito; VII - presidir as reuniões do Conselho Distrital; VIII - executar outras atividades que lhe forem atribuídas pelo Prefeito Municipal e pela legislação municipal.

CAPITULO X DO PLANEJAMENTO MUNICIPAL SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 207 - O Governo Municipal manterá processo permanente de planejamento, visando a promover o desenvolvimento do Município, o bem-estar da população e a melhoria da prestação dos serviços públicos municipais. Parágrafo único - O desenvolvimento do Município terá por objetivo o homem, a realização plena de seu potencial econômico e a redução das desigualdades sociais no acesso aos bens e serviços, respeitadas as vocações, as peculiaridades e as culturas locais e preservado o seu patrimônio ambiental, natural, cultural e construído. Art. 208 - O processo de planejamento municipal deverá considerar os aspectos técnicos e políticos envolvidos na fixação de objetivos, diretrizes e metas para a ação municipal, propiciando que autoridades, técnicos de planejamento, executores e representantes da sociedade civil participem do debate sobre os problemas locais e alternativas a fim de enfrentá-los, buscando conciliar interesses e solucionar conflitos.

Art. 209 - O planejamento municipal se orientará pelos seguintes princípios básicos: I - democracia e transparência no acesso às informações disponíveis, com ênfase para educação, saúde, saneamento, trabalho, cultura e reorganização urbanas; II - eficiência e eficácia na utilização dos recursos financeiros, técnicos e humanos disponíveis; III - complementariedade e integração das políticas, planos e programas setoriais; IV - viabilidade técnica e econômica das proposições, avaliadas, a partir do interesse social da solução e dos benefícios públicos; V - respeito e adequação à realidade local e regional em consonância com os planos e programas estaduais e federais existentes. Art. 210 - O Governo Municipal cuidará para que a execução dos seus planos e programas tenham acompanhamento e avaliação permanentes, de modo a garantir o seu êxito e assegurar sua continuidade no horizonte de tempo necessário. Art. 211 - O planejamento das atividades do Governo Municipal obedecerá às diretrizes deste Capítulo e será feito por meio da elaboração e manutenção atualizada, entre outros, dos seguintes instrumentos: I - plano plurianual integrado; II - lei de diretrizes orçamentárias; III - orçamento anual; IV - plano diretor. (*) Parágrafo único – Fica o Poder Público obrigado a manter banco de dados com estatística, diagnóstico físico, territorial e outras informações relativas às atividades comerciais, industriais e de serviços, destinando-se a serviço de suporte para as ações de planejamento. * (alterado pela Emenda nº 10 de 17/09/2001) Art. 212 - Os instrumentos de planejamento municipal mencionados no artigo anterior deverão incorporar as propostas constantes dos planos e programas setoriais do Município, dadas as suas implicações para o desenvolvimento local. Parágrafo único - A população do Município, através da manifestação de, pelo menos, cinco por cento de seu eleitorado, poderá ter a iniciativa da indicação de programas ou projetos de interesse específico da cidade, de bairros ou de distritos. Art. 213 - O Município, em conjunto com o Estado, promoverá a execução do zoneamento sócio-econômico e ecológico de seu território, adotando-o como instrumento norteador do uso e ocupação do solo urbano e rural e da utilização racional de seus recursos naturais, observados o disposto no art. 131 da Constituição do Estado. Parágrafo único - O Executivo Municipal, na implantação de novos núcleos populacionais, deverá, além do disposto no artigo 133, da Constituição do Estado, observar:

Para fins deste artigo. TÍTULO V DAS POLÍTICAS MUNICIPAIS CAPITULO I DA POLÍTICA URBANA . de mecanismos e instrumentos de apoio às atividades econômicas. SEÇÃO II DA COOPERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES PLANEJAMENTO MUNICIPAL Art. Art. II . que tenha legitimidade para representar seus filiados.O Município submeterá à apreciação das associações. a cooperação das associações representativas no planejamento municipal. 216 . além dos estudos e levantamento de natureza geográfica. os projetos de lei do plano plurianual. de fins lícitos. Art. antes das datas fixadas para a sua remessa à Câmara Municipal.A convocação das entidades mencionadas neste capítulo se fará por todos os meios à disposição do Governo Municipal. Parágrafo único . 214 .I . a fim de receber sugestões quanto à oportunidade e estabelecimento de prioridades das medidas propostas. antropológica e econômica.as disposições e pressupostos do zoneamento a que se refere o "caput" deste artigo. entende-se como associação representativa qualquer grupo organizado. por todos os meios ao seu alcance. do orçamento anual e do plano diretor. independentemente de seus objetivos ou natureza jurídica. 215 . antes de encaminhá-los à Câmara Municipal.Os projetos de que trata este artigo ficarão à disposição das associações durante 30 dias. Parágrafo único .O Município buscará.instalação de todas as obras de infra-estrutura física e de serviços.

devolutas ou não.início imediato de processo de transferência de lotes.no meio urbano. a assentamento de população de baixa renda. 217 . matrícula e registro de todas as suas terras. tributários. ressalvadas as identidades culturais. observado o disposto nos artigos 188 da Constituição da República. Art. água tratada. vias de circulação em perfeito estado.Dentro dos limites territoriais do Município. ambiente sadio e preservação do patrimônio ambiental. observando: I . § 1º . comunicação. reservas e áreas de preservação permanente e instalação de equipamentos coletivos. prioritariamente: I . que se dará mediante títulos definitivos e de concessão de direito real de uso. § 2º . financeiros e de controle do uso e ocupação do solo urbano. lazer. saneamento básico.A política urbana tem por objetivo a ordenação do pleno desenvolvimento das funções satisfatórias de qualidade de vida e bem-estar de seus habitantes. abastecimento. e 134 da Constituição do Estado. na forma da lei. informação. e o zoneamento sócio-econômico-ecológico. no mínimo de 250 metros e no . programas e projetos de assentamento e colonização .O Município deverá promover todas as ações relativas ao levantamento. discriminação.As funções econômicas da cidade dizem respeito à estrutura e infra-estrutura física e de serviços necessários ao exercício das atividades produtivas.As funções sociais são compreendidas como os direitos de todos os cidadãos relativos a acesso à moradia. poderá utilizar e propor instrumentos jurídicos. instalação de equipamentos coletivos. energia. 219 . Art. segurança. as terras devolutas e áreas públicas desocupadas ou subutilizadas se destinarão. arrecadação. áreas verdes ou de recreação. transporte público. II . Parágrafo único . limpeza pública.no meio rural.SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. o Poder Executivo.Para assegurar a plena efetividade das funções urbanas. justiça. saúde. educação. histórico e cultural. 218 .

será mantido um cadastro atualizado da situação das terras públicas urbanas e rurais. V . 2º. além de outros que a lei estipular. I.01 (um) representante do Instituto Municipal de Planejamento Urbano e Informática. Art. (*) (Modificada pela Emenda nº 30. com funções normativas. funcionamento e provimento das representações . de 19/02/2003) III . ou representante por ele designado. Parágrafo único . histórico e ambiental. disciplinares e deliberativas sobre as questões relativas aos sistemas. § 1º . o constante no artigo 182. II.01 (um) representante da Secretaria Municipal de Obras. §§ 1º. membro da Comissão de Cultura e Patrimônio Histórico.01 (um) um representante da Empresa Municipal de Urbanização. § 2º . IX .o direito a títulos definitivos ou de concessão de direito real de uso não será reconhecido ao mesmo beneficiário por mais de uma vez.Deverá ser observado em relação à propriedade urbana.01 (um) representante da Procuradoria Geral do Município de Manaus. expressas no Plano Diretor e em legislação específica relativa ao uso do solo e dos imóveis. III . §§ 3º e 4º. VIII . além do disposto no "caput" deste artigo. VII . Saneamento Básico e Serviços Públicos.01 (um) representante do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura do Amazonas.A propriedade pública ou particular urbana cumprirá sua função atendendo às exigências da ordenação da cidade.Fica criado o Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano.o Prefeito de Manaus.e III. na condição de Presidente. Art.01 (um) representante do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil do Município de Manaus. código de obras e proteção do patrimônio cultural. obedecidos os critérios de indivisibilidade e de intransferibilidade antes de decorrido o prazo de 10 anos. serviços e ordenação do espaço urbano.máximo de mil metros quadrados para área urbana e até 25 hectares para a área rural. II .01 (um) um representante do Sindicato das Indústrias de Construção Civil do Município de Manaus. §§ 3º e 4º. da Constituição da República. (*) II .Da composição do Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano participarão: I . e artigo 138.01 (um) Vereador da Câmara Municipal de Manaus. 221 . IV . da Constituição do Estado. 220 .A forma de reorganização. VI .

relativas ao § 1º, e seus incisos, deste artigo, será definida em Regimento Interno, aprovado por ato do Chefe do Poder Executivo. § 3º - Fica extinto o atual Conselho de Zoneamento, órgão integrante da estrutura do Poder Executivo, e incorporadas ao Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano suas atribuições. ARTIGO MODIFICADO PELA EMENDA Nº 03/94, do Executivo Municipal, 10.11.94. Art. 222 - O Município, em conjunto com o Estado ou com a União ou, ainda, isoladamente, promoverá, com prioridade, programas de construção de moradias, de melhorias das condições habitacionais, lotes urbanizados e de saneamento básico, assegurando sempre a compatibilidade de padrões ao meio ambiente saudável e à dignidade humana. § 1º - Terão prevalência os programas habitacionais que visem à erradicação de situações de miséria absoluta e submoradias, principalmente as que se localizem em baixadas, margens de igarapés, orla fluvial e zonas alagadiças. § 2º - Os programas destinados à retirada das famílias, ocupantes das margens de igarapés, deverão ser dirigidos, de forma isolada, para áreas específicas e tornadas públicas, obrigada a demolição das casas objeto de permuta, e com trabalho imediato de urbanização e saneamento do igarapé objeto do programa. Art. 223 - Será estimulada a formação de cooperativas, associações, condomínios de habitação, bem como a utilização de sistemas de autoconstrução, como forma de viabilizar o acesso da população à casa própria. Art. 224 - Mediante concorrência pública, o Poder Executivo poderá contratar, por permissão ou concessão, a exploração de cemitérios particulares, obrigando-se ao controle, fiscalização e emissão de normas gerais de funcionamento, onde se inclua, dentre outros, o impedimento à discriminação de qualquer natureza e a majoração indisciplinada de taxas. Art. 225 - Todos os cemitérios públicos ou particulares, permitidos ou concedidos pelo Poder Público, estão obrigados a dispor de, dentre outros, capela ecumênica, instalações administrativas, alojamento para trabalhadores, instalações sanitárias, inclusive para uso público, área reservada para atos religiosos populares, indicação visível das quadras e números de registros dos túmulos. Art. 226 - O Serviço Funerário Municipal será prestado, regular e gratuitamente, pelo Poder Público, através dos postos de atendimento nos próprios cemitérios, quando comprovada a carência do usuário, e inclui atestado de óbito, certidão, urna funerária, isenção de taxas públicas, transporte, sepultamento e expedição de documentos de propriedade quando for o caso.

Parágrafo único - A prestação do presente serviço para fins de simplificação poderá ser feita por empresas comerciais contratadas regularmente. SEÇÃO II DO PLANEJAMENTO URBANO Art. 227 - O Plano Diretor, aprovado por dois terços dos integrantes da Câmara Municipal, é o instrumento básico da política urbana a ser executada pelo Município. § 1º - O Plano Diretor deverá ser elaborado com a participação das entidades representativas da comunidade diretamente interessada. § 2º - O Plano Diretor definirá as áreas especiais de interesse social, econômico, urbanístico, histórico e ambiental, para as quais será exigido aproveitamento adequado nos termos previstos nas Constituições da República e do Estado e nas leis específicas. § 3º - A obrigatoriedade de revisão dos princípios e levantamentos, inclusive aerofotogamétrico e cadastral, que integram o Plano Diretor, respeitará a periodicidade de dez anos, pelo menos. Art. 228 - Para efeito do que trata o artigo anterior e seus parágrafos, os estudos com vistas à definição do plano diretor se pautarão considerando como texto de referência Plano de Desenvolvimento Local Integrado, procedendo-se, a partir do PLAMAN, às designações e atualizações necessárias em função do que estabelece esta Lei. Art. 229 - Constituem-se em ítens, a serem obrigatoriamente observados no Processo do Planejamento Urbano: I - estabelecimento das áreas destinadas à construção de moradia popular definição das áreas para produção de hortifrutigranjeiros; II Fixação de normas sobre zoneamento, parcelamentos, loteamentos, uso expansão e ocupação do solo, contemplando áreas destinadas às atividades econômicas, áreas residenciais, de lazer, cultura e desporto, reservas de interesse urbanístico, ecológico e turístico; III - proibição de construções em áreas de saturação urbana, risco sanitário ou ambiental, áreas históricas e reservadas para fins especiais, áreas verdes, bem como áreas de preservação permanente; IV - delimitação, reserva e preservação de áreas verdes; V - definição dos gabaritos máximos para as construções em cada área ou zona urbana; VI - definição e manutenção de sistemas de limpeza pública, abrangendo os aspectos de coleta, tratamento e disposição final do lixo.

Art. 230. - O Poder Público Municipal, sempre que necessário, poderá realizar desapropriação, por interesse social, de área urbana que será destinada à implementação do programa de construção de moradia popular ou a outro fim constante do plano diretor. Art. 23l. - A realização de obras, dentro dos limites municipais, dependerá de autorização prévia do órgão competente da Prefeitura e deverá sempre ser precedida de apresentação de projeto, elaborado segundo as normas técnicas e legais a que se ajuste cada caso. § 1º - A execução das obras públicas municipais poderá ser realizada, diretamente, pela Prefeitura, por suas autarquias e entidades paraestatais e, indiretamente, por terceiros, mediante licitação. § 2º - Quando da aprovação para fins de edificação, os projetos de conjuntos habitacionais serão encaminhados com memorial descritivo e planta de situação ao Poder Legislativo, para fins de denominação prévia de ruas, praças e logradouros, mediante lei. § 3º - A identificação das vias públicas de que trata o presente artigo e a numeração dos imóveis, de caráter obrigatório, é incumbência da empresa construtora e objeto de fiscalização para fins de liberação de "habite-se".

Art. 232 - A requerimento de um número mínimo de 100 moradores para as ruas e mil para bairros, poderão ser submetidos a referendo, com vistas a restauração dos antigos nomes, as leis que modificarem denominação de bairros, vias públicas, praças e demais logradouros de uso comum do povo antes da vigência desta Lei. Art. 233 - Para efeito de planejamento, desconcentrado urbana, descentralização administrativa e atuação executiva da Prefeitura, o espaço urbano será integrado de Regiões Administrativas. Parágrafo único - Adotar-se-ão para as Regiões Administrativas, no que tange ao gerenciamento, as normas definidas para os Distritos, objeto do Título IV, Capítulo IX desta Lei. Art. 234 - A área do Tarumã/Ponta Negra fica designada como Região Turística de Manaus, devendo ser orientadas as ações do Município para viabilizar a infra-estrutura adequada. Art. 235 - Fica estabelecido que o gabarito máximo a ser admitido na área compreendida pelo Sítio Histórico e de em torno dos prédios, monumentos ou logradouros com características a serem preservadas, objeto de proteção especial, é de vinte e um metros, e, para área compreendida pelo Centro Antigo tombado, na forma do artigo 342 desta Lei é de, no máximo, 30 metros, contados a partir do solo. § 1º - Considerar-se-á como "em torno" uma área mínima de 300 metros, circunvizinha ao imóvel tombado como patrimônio histórico, por qualquer das esferas administrativas.

§ 2º - Tem-se por Sítio Histórico da cidade o trecho compreendido entre a Avenida Sete de Setembro até a orla do Rio Negro, inclusive Porto Flutuante de Manaus, Praças Torquato Tapajós, 15 de Novembro e Pedro II, Ruas da Instalação, Frei José dos Inocentes, Bernardo Ramos, Av. Joaquim Nabuco, em toda a sua extensão, Visconde de Mauá, Almirante Tamandaré, Henrique Antony, Lauro Cavalcante e Governador Vitório. Art. 236 - A partir da data da promulgação desta Lei não serão concedidas licenças para construção habitacional de qualquer natureza em áreas de risco, inclusive as de patrocínio oficial. Art. 237 - Com relação ao ambiente construído e implantação de agrupamentos urbanos e de infra-estrutura social e econômica, o Município se empenhará com vistas à instalação de serviços e estrutura hierarquizadas, a serem regulamentados por lei, com base nos estudos de zoneamento, a partir do que se estabelece nos §§ 3º e 4º deste artigo. § 1º - Os subcentros integrantes da área urbana da cidade obedecerão à classificação hierárquica, objeto do artigo 23, da Lei nº 1213, que aprova o Plano de Desenvolvimento Local Integrado da Cidade de Manaus - PLAMAN, ressalvado o que se relaciona aos tamanhos ali especificados, que deverão ser objetos de ajustamento quanto à revisão do citado Plano. § 2º - Os tipos de equipamentos que deverão integrar cada subcentro, observado o aspecto hierárquico de cada um, são os mesmos constantes do § 2º, do artigo 23 da Lei nº 1213, de 02.05.75, D.O. de 23.05.75, que aprovou o Plano de Desenvolvimento Local Integrado de Manaus. § 3º - Para fins de implantação imediata das Regiões Administrativas, o Poder Executivo Municipal deverá priorizar a construção e implantação dos serviços administrativos municipais, essenciais dessas unidades. § 4º - Terão prioridades na instalação dos equipamentos urbanos, necessários à dotação mínima de uma Região Administrativa, creche, escola de ensino fundamental, posto de saúde, maternidade, posto de serviço funerário, centro livre de recreação e criação artísticacultural, área para atividades comerciais, área para microempresas, área para feira itinerante e área para desenvolvimento de atividades ambulantes. § 5º - A existência, na área de jurisdição regional, de qualquer equipamento urbano, independente de sua propriedade e instância administrativa, dispensará o Município da construção de equipamento similar, salvo se por justificação de demanda. § 6º - Os agrupamentos devem, se possível, ser construídos agregadamente, formando Centros Administrativos.

SEÇÃO III

DO USO E OCUPAÇÃO DO SOLO Art. II . § 1º . ao órgão de planejamento urbano da municipalidade. todos os planos. nas seguintes penalidades. § . podendo este ser suspenso caso não apresente as condições básicas de segurança aos operários. deverá orientar-se para: I . com validade para todos os lotes incluídos na área urbana da sede do Município.ampliar o acesso dos munícipes a lotes mínimos. I . incorrendo. ou seja. sendo sempre . a fiscalização será executada por iniciativa do Poder Executivo ou por provocação de denúncia. II . para fins de ordenamento do uso do solo urbano. III .CAMT o fator dois.Qualquer área construída acima do permitido pelo CAMT. mediante a correspondência de pagamento do excedente. 240 . regularizar e titular as áreas ocupadas por população de baixa renda. principalmente saneamento básico.urbanizar.000 UFMs. ainda. para fins de compatibilização e aprovação. será alvo de permissão especial. expedida pelo Poder Executivo. projetos comunitários e associativos de construção de habitação e serviços. passíveis de urbanização.O Município se obrigará a manter uma reserva de terras para atender às necessidades de construção de novos equipamentos urbanos em áreas de ocupação de interesse social. com referência à ocupação do solo urbano. Art.O Poder Executivo. telecomunicações. área Construída até o dobro da metragem do terreno. após autorização prévia do Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano. 238 . a preço fixado pelo mesmo Conselho. distribuição de energia e distribuição de gás. tecnicamente.multa de 10. 239 .3º Para fins de cumprimento do que se estabelece neste artigo. sistema de esgotamento de água pluviais.A Ação do Município.cancelamento do alvará. 241 . considerará como Coeficiente de Aproveitamento Máximo dos Terrenos .estimular e assistir. dotados de infra-estrutura básica e servidos por transporte coletivo. Art. a empresa ficará sujeita à fiscalização continuada.000 a 100.Deverão ser submetidos. projetos e intervenções em serviços urbanos. § 2º Após o alvará para a execução de obra. respeitados todos os parâmetros de legislação específica. Art.

obrigatória a sua comprovação. desta Lei. a ser regulamentado em lei. VI .Para o cumprimento do que determina o presente artigo. § 1º. § 1º Integrarão o Fundo de Desenvolvimento Urbano. 242 .recurso de que trata o artigo 192. os imóveis de residência coletiva ou empreendimentos comerciais de grande porte só poderão obter "habite-se" se contiverem instalações próprias de tratamento de esgoto e águas pluviais. energia e esgotos. IV . Parágrafo único . V . o Poder Executivo Municipal fica obrigado a requisitar do interessado a liberação formal dos órgãos prestadores de serviços público de água. a destinação obrigatória de áreas verdes para a prática de esportes e recreação. com o objetivo de constatar a fidelidade das plantas relativas à incêndio e pânico e instalação de infra-estrutura.Inclui-se entre as condicionantes à concessão de licenças para a construção. além dos recursos previstos no "caput" deste artigo.cobrança das contribuições de melhorias. desta Lei. § 1º. constituirão o Fundo de Desenvolvimento Urbano. de conjuntos. 244 . II . verbas provenientes das seguintes origens: I . VII .Incorrerá em crime de responsabilidade a destinação dos recursos do Fundo sem autorização expressa do Conselho e para outra finalidade que não a prevista neste artigo. 243 . conjuntos residenciais e condomínios ou edificações isoladas.recurso do orçamento do Município.transferência do Estado e da União.A contar da promulgação da presente Lei.O Município poderá delegar ao Corpo de Bombeiros e a órgãos oficiais prestadores de serviços de água. Art. previsto anualmente na Lei de Diretrizes Orçamentárias.outras fontes internas e externas. III .A administração do Fundo será operacionalizada pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano e seu agenciamento financeiro será do Banco Oficial do Estado. Parágrafo único .resultados de aplicação. pela iniciativa particular ou pública. § 2º . para aplicação exclusiva em estrutura e infra-estrutura urbanas. § 3º . 245 . interessado deverá comprovar a contratação da manutenção do sistema de esgotos com . Art. Art. energia e esgoto a fiscalização de obras com poder de embargo. calculadas com base em indexador oficial a partir de seu ingresso no Banco Oficial do Estado.Os recursos originários de cobrança de que trata o artigo 241.empréstimos ou doações de entidades. Art.Para concessão do "habite-se" a prédios. condomínios ou prédios habitacionais acima de quarenta e oito unidades.

Igarapé de São Raimundo e Igarapé do Mestre Chico. (*) Modificada pela Emenda nº 31.Não serão permitidas garagens de coletivos. de 19/02/2003 Art. 246 . 247 . calçadas e locais públicos de lazer e de prática desportiva.companhia especializada.Ficam proibidas as autorizações para instalação de supermercados. subordinamse ao respeito e preservação da vida. 248 . muros e fachadas das casas. pedestres e animais. (*) Art. e à proteção do patrimônio público. de veículos pesados ou similares. SEÇÃO IV DOS SISTEMAS VIÁRIOS E DOS TRANSPORTES COLETIVOS Art. com especialidade a humana. Art. Art. bem como oficinas montadoras ou desmontadoras de veículos de qualquer porte ou natureza em áreas caracteristicamente residenciais.O Município isentará de cobrança de taxas e emolumentos e até estimulará reformas nas calçadas. observado o disposto no artigo 178 da Constituição da República. do trabalhador.Na edificação de praças.Os sistemas viários e de transportes coletivos. especialmente dentro do perímetro do Sítio Histórico. em particular. Art. e no artigo 253 da Constituição do Estado. 250 . 249 . na área compreendida entre a Rua Leonardo Malcher e Rio Negro.Na defesa e garantia do direito constitucional ao transporte ao cidadão. constituindo-se sua oprecionalização em atividades de caráter essencial de interesse público. e do trânsito de veículos. o . em geral. o Poder Público impedirá qualquer barreira que dificulte o acesso e a locomoção do portador de deficiência. 251 .

o planejamento.Para atendimento dos fins a que se destina. autuando e aplicando as medidas administrativas cabíveis e arrecadando as multas por infrações à circulação. sob qualquer expediente. pedestres e animais são da competência do Município. os sistemas municipais viário e de transportes coletivos urbanos de passageiros atenderão à orientação da política nacional dos transportes e do desenvolvimento urbano. (*) Modificado pela Emenda nº 22. dirigir e fiscalizar o trânsito de veículos.organizar.viabilizar a efetivação do direito ao transporte à população. atuará no sentido de: (*) Modificado pela Emenda nº 23. 253 . conforme estabelece o artigo 30. educativa e de repressão. respeitadas as peculiaridades locais e as legislações estadual e municipal específicas.Município. respeitadas as instâncias de competência da União.O transporte urbano e o trânsito de veículos. (*) Modificado pela Emenda nº 14/2001. a organização.O Município não poderá delegar a outros. exclusivamente. Art. Incisos I e V. de 06/03/2002 I .proceder o disciplinamento e fiscalização do uso das vias de circulação no espaço municipal. II . de 06/03/2002 . o gerenciamento e a operação de suas variantes. no exercício regular do poder de Polícia de Trânsito. de 10/10/2001 Parágrafo único . administração e gestão do sistema de transporte urbano. III . da Constituição da República. Art. 252 . estabelecimento e parada prevista na legislação de trânsito. cabendo-lhe. pessoas e animais em seu território e exercer a ação normativa.

e os fluviais.A estrutura operacional do trânsito urbano compreende os equipamentos. III – o planejamento.Integra o inciso V deste artigo o transporte de passageiros em veículos de aluguel.as unidades de conexão modal e intermodal.a estrutura operacional. II .pontos e terminais de embarque e desembarque.As unidades de conexão modal ou intermodal são constituídas por: I . VI – o trânsito de veículos. § 2º . além de outras modalidades.os transportes coletivos públicos e privados. o controle e a fiscalização dos serviços pertinentes. tais como ônibus.Integram o inciso IV deste artigo os transportes coletivos urbanos de passageiros.a infra-estrutura viária. a operação. § 6º . e tem por objetivos: I – a funcionalidade do sistema viário em condições de proporcionar aos usuários economia. na área de atribuição do município de Manaus. bondes. § 5º .terminais intermediários de embarque. V . o controle e a fiscalização dos serviços e dos terminais. inclusive a sinalização indicativa. § 4º . IV .o transporte público individual de passageiros. § 3º .as vias públicas de uso comum aos diversos tipos de veículos. em utilização ou a ser implementado. III .A infra-estrutura viária abrange: I . II – a circulação de veículos que atendam aos requisitos de segurança veicular estabelecidos pelo CONTRAN. o controle e a fiscalização de programas de aperfeiçoamento de .Os sistemas Municipal viário e de transportes coletivos compreendem: I .as calçadas. pessoas e animais.estacionamentos integrados ao sistema de transportes coletivos.a rede de acostamento e ponto de parada das linhas urbanas. vias alimentadoras e vias exclusivas de ônibus da rede de transporte público de passageiros.A estrutura operacional compreende os equipamentos. a operação.as vias que constituem corredores estruturais. metrôs de superfície. a taxímetro e especial. estatigráfica e semafórica. entendidos esses os terrestres. desembarques e transbordo. fluidez e segurança em seus deslocamentos. IV . III . 254 . III . § 1º . barcos de passageiros como transporte opcional de caráter urbano. calçadões ou trechos intermediários de proteção aos pedestres. II . inclusive entre subsistemas.Art. II . tais como balsas. o pessoal.

. pertinentes à operacionalização do sistema de trânsito de veículos. o tratamento e a análise de dados estatísticos relativos aos acidentes de trânsito. Modificada pela Emenda nº. 24 de 06/05/02 / D. de 10/05/2002. IV e V. II. 254 da LOMAN e acrescenta o Inciso VI. dos veículos e dos condutores. fluidez e segurança do trânsito.M. com vistas à reciclagem contínua de padrões comportamentais adequados à economia. V – a coleta.O. visando à identificação e correção de óbices.(*)OBS: MODIFICA a redação do Art. IV – a adoção de medidas legais de prevenção e repressão aos infratores do trânsito. III.motoristas e pedestres. à fluidez e à segurança viária. § 6º e seus Incisos I. através da fiscalização ostensiva das vias.

sonora e hídrica. em integração com as representações comunitárias e classistas interessadas no setor. III . vistoria de veículos.tarifa social que remunere de forma justa o serviço. 256 . Art. § 1º . II .prioridade a pedestres e usuários dos serviços. IV .segurança. é o Poder concedente e permissor ou órgão de gerência municipal do sistema. V . desta Lei. as questões relativas a horários. Capítulo VIII.Art.proteção ambiental contra a poluição atmosférica. § 2º . 255 .A permissão e concessão de serviços de transportes coletivos se subordinarão ao que dispõe o Título IV. rotas. fiscalizar e disciplinar.integração operacional e tarifária entre sistemas e meios de transporte e racionalização de itinerários. em especial. itinerários.O Poder Público. para a prestação de serviços de transporte público. . linhas. garantindo. mediante critérios estabelecidos pelo órgão Municipal competente. na forma constitucional. ainda que cobertas por toldos ou similares. devendo operar. paradas e terminais.O Município. fará obedecer os seguintes princípios básicos: I . acesso às pessoas portadoras de deficiências físicas e dificuldade de locomoção e a mulheres em estado de gravidez.Não se admitirá o transporte de pessoas em carrocerias. higiene e conforto dos passageiros.

fiscalizar o cumprimento dos itinerários.º 155/2002 do TJA). ou por via de representação comunitária. II .propor medidas que objetivem a melhoria do serviço e do sistema.(*) Emenda nº 04/2000. conforto.2000. 15. higiene e a preço justo. (*) Emenda à LOMAN nº 05/2000. devidamente cadastrado no órgão competente. alterada pela Emenda nº 18. (*) Emenda à LOMAN nº 05/2000.amplo acesso às informações referentes a itinerário. alterações de rotas. (suspensa por decisão liminar concedida através do Ofício n.VI . de 09/08/2000. de 09/08/2000. freqüência de viagens. Art. de 14. Art. III . de 09/05/2000. a que se refere o parágrafo anterior. trabalhadores e empresários de transportes. (*)Emenda nº 32. dos cursos profissionalizantes com igual ou superior a 06 (seis) meses.dispor de transporte coletivo. Publicado no D. horários. na administração pública. mediante apresentação da identidade estudantil ou sistema equivalente.2001.12. de 09/05/2000.O de 18/05/2000. seletivo ou não. no planejamento. horário. para os transportes coletivos urbanos de passageiros. fiscalização e avaliação dos serviços de que trata esta Seção. (*) Emenda nº 04/2000. médio. pontos de paradas e terminais. sendo postos respectivos de reclamações os terminais e o órgão da administração central do sistema.08. pontos de paradas e terminais e outros dados pertinentes à operação de linhas que possibilitem uma fiscalização informal do sistema.Constituem obrigações das empresas operadoras. de 25/02/2003 (*) (*) § 2º . alterada pela Emenda nº 18. VII .São direitos do usuário: I .2001. publicada no D. (*) VI – Receber troco integral quando efetuar o pagamento com a moeda mais próxima de 5 vezes o valor de uma passagem inteira.compatibilização entre o transporte e o uso do solo urbano.participação paritária das entidades representativas dos usuários. 257 .Fica assegurado aos estudantes de ensino fundamental. número de veículos.2000.transporte de pacotes e embrulhos sem pagamento de valor adicional ao da passagem. em condições de segurança. pré-vestibulandos.12. através de cartazes no interior dos ônibus.O. desde que não acarretem risco ou incômodo aos demais passageiros.º 155/2002 do TJA). arredondada a menor para valor múltiplo de 5 ou 10.08. 15. sendo o empresário obrigado a publicitar. publicada no D.O. sendo o passageiro transportado gratuitamente em caso de inexistência do troco integral.(suspensa por decisão liminar concedida através do Ofício n. 258 . V . de 25/02/2003 (*) § 3o – O valor da meia passagem será a metade do valor da tarifa. (*) (*) § 1º . podendo o estudante efetuar o pagamento opcionalmente na catraca em moeda ou pelo sistema pré-pago nos postos autorizados. (*)Emenda nº 32. universitários e supletivos o direito de 120 passes por mês. de 14. diretamente à administração. IV . o valor da moeda com a indicação do Artigo e Parágrafo da LOMAN que obriga o troco integral.No direito. será assegurado 120 passes em todos os meses do ano. permissionárias e concessionárias: . com pagamento de meia passagem.

XIV . sem prejuízo da prestação do serviço público.segurar em companhia idônea todos os empregados através do seguro de vida em grupo.registrar. suspensão. local.promover a renovação da frota disponível na proporção de 25 por cento ao ano. II . pela sua necessidade. pessoas portadores de deficiências. em seus quadros funcionais. mediante determinação expressa do Poder Público. observando vida útil média do veículo de seis anos.selecionar pessoal de operação através de rigorosos testes. por sua interrupção. itinerários. se preenchidas as exigências legais.garantir a segurança. XI .iniciar o serviço no prazo determinado. previstos na legislação específica. na relação mínima de cinco por cento sobre o total do pessoal empregado. IV .submeter os veículos à vistoria periódica pela entidade pública de administração do sistema. XII . X . para a realização de atividades compatíveis com o interesse da empresa e a possibilidade do servidor. .operar as linhas permitidas ou concedidas com direito de preferência à ampliação de linhas no sistema e assegurada a ampliação das que explorem. bem como assegurar a sua ampliação em razão direta do crescimento populacional comprovado nas áreas de sua atuação. lotação e tipo de veículos. e também veículos e passageiros contra acidentes nos limites fixados nos regulamentos próprios. mediante notificação prévia de 30 dias. limpeza e conservação. e mantê-lo até 125 dias depois de vencido o contrato. inclusive no que tange à regulagem do escoamento de gases. V . XIII . VII . referentes a horários.manter os veículos em perfeito estado de funcionamento. que defina dia. visando ao perfeito atendimento à demanda. VI . VIII . III .manter. sem acarretar ônus para os mesmos. abandono ou acidentes. higiene e regularidade do serviço aos usuários. conforto. veículos a serem vistoriados. exames técnicos e de saúde e cumprimento legal das regras de capacitação profissional. dotados dos equipamentos obrigatórios. no órgão coordenador do sistema.I . IX . mediante prévia convocação.cumprir as regras contratuais de serviço e operações. horário. número de veículos por rota. os nomes e números de cadastro de seus empregados para fins de controle. que constituem acervo documental específico e disponível à inspeção regular pelo órgão competente da administração municipal.cobrar os preços tarifados.estabelecer uso regular de uniforme aprovado pela administração municipal a todos os trabalhadores do sistema de transporte sem acarretar ônus para os mesmos.responder por si e seus prepostos pelos prejuízos decorrentes do serviço.

04. podendo ser estendido o benefício ao ensino pré-escolar.As empresas de transporte coletivo. de todas as trabalhadoras. de 28. 259 . Parágrafo único .identificação própria. por veículos.99 (*) Emenda nº 001/99.arquivamento do contrato na Prefeitura.conceder a todos os seus trabalhadores o passe especial de livre acesso ao transporte coletivo urbano. respeitadas as normas da Lei.conceder vale-refeição a todos os trabalhadores do sistema de Transportes. AUTORIA: VEREADORA VANESSA GRAZZIOTIN Art. (**) Emenda nº 002/99. ficam obrigadas a manter o funcionamento das linhas desses transportes 24 horas por dia. III .Compete. II .conceder aos filhos menores. * XIX – Fica a empresa obrigada a afixar tarjeta de identificação em todos os assentos especiais com o seguinte teor: “Reservado para gestantes. idosos e portadores de deficiência física (na ausência destes. poderá ser usado por qualquer usuário”).manter quatro assentos especiais. ** XVIII . EMENDA MODIFICATIVA CAPUT DO ART. 260 . permissionárias ou concessionárias. 260 Nº 001/97. observando os fluxos de demanda por hora para efeito de determinação da necessidade de veículos. bem como proceder nesses às adequações ao seu acesso. XVI . ao órgão público municipal a venda de passagens antecipadas. de acordo com a legislação federal específica. através de empresas especializadas no fornecimento de alimentação para o trabalhador ou por administração própria. de 28.XV . assistência em creches. privativamente. além dos itens previstos neste artigo.04. quando devidamente uniformizados e mediante identificação própria.99 Art. destinados aos usuários gestantes. para as linhas em operação. idosos e portadores de deficiência. públicas. ininterruptamente. expedida pelo órgão Municipal competente. . XVII .As empresas permissionárias e concessionárias do serviço especial de transportes. de zero a seis anos de idade. DE 24/02/97.uso específico para o serviço objeto da qualificação. estão obrigadas ao cumprimento das seguintes normas: I .

As passagens adquiridas por antecipação serão válidas e seu valor está assegurado durante o exercício em que forem vendidas. (*) urbanos: Art. 261 . (*) Emenda nº 004/98.Parágrafo único . de . auditiva.Estão isentos do pagamento de tarifas nos transportes coletivos * I . mental e visual em atividade escolar.Pessoas portadora de deficiência física. em Centro Especializados. ou em tratamento reabilitatório.

05. que possa motivar preconceito contra o portador da referida identificação. REDAÇÃO DADA PELA EMENDA Nº 03/91. (*) Emenda nº 26.A efetividade da isenção se dará nas seguintes condições: I . com renovação anual de cadastro.11. Parágrafo único .idosos. com reconhecida impossibilidade de locomoção.Os atuais concessionários desse serviço terão prioridade para o recadastramento. 230. II . micro-ônibus.É vedada qualquer identificação organizada pelo Poder Público ou por concessionário.98 (Parágrafo Único) Parágrafo Primeiro . capacidade de lotação e respeito às normas de trânsito. . (***) Emenda nº 005/99.deficiente menor em atividade escolar. de 09.06. de 18/10/99 ** III – pessoas portadoras de elevado grau de deficiência. 19. JOÃO PEDRO GONÇALVES. de 28. observadas. MANOEL MARÇAL. para efeito dos direitos assegurados neste artigo. desta Lei.idosos maiores de 65 anos. QUE ACRESCENTOU "KOMBI OU VEÍCULOS SIMILARES" (Ver.09.92). segundo enquadramento legal por meio de regulamento específica do órgão municipal.91).07. as normas estabelecidas no artigo 258 e seus incisos. mediante apresentação de carteira própria. nos termos do Art. (**) Emenda nº 003/98. e mais as condições de trafegabilidade do veículo. Kombi ou veículos similares. da Constituição da República Federativa do Brasil. sem qualquer exigência.2002 Art. promovido pelo órgão municipal competente.98 REDAÇÃO DADA PELA EMENDA Nº 04/92.11. § 2º . *** II . 262 . parágrafo 2º. QUE AMPLIOU A ISENÇÃO PREVISTA ORIGINALMENTE APENAS PARA O "DEFICIENTE MENOR" (Ver.O transporte escolar só poderá ser feito em ônibus. 14. no que couber.

proteção e sinalização das vias de circulação. e da recuperação da trafegabilidade dos igarapés. à modernização e redução do comprometimento ambiental. realizar os investimentos necessários a: I . § 2º . 264 . 265 .construção das calçadas e calçadões. Parágrafo único . respeitadas as competência da União e do Estado. de 29/04/2003. VIII . na forma da lei. VI .viabilização de estudos que visem.construção de terminais e estações rodoviárias.abertura e manutenção de vias com garantia de condições de tráfego.disciplinar o transporte de cargas. fica proibido o estacionamento prolongado de qualquer tipo de veículo. especialmente de carga perigosa. mediante cobrança de contribuições de melhoria. diesel e álcool. bastando o sinal de parada ou pedido do usuário. V . com relação aos estudos objeto do inciso VIII deste artigo. Art. o aproveitamento e identificação de novas fontes de energia com vistas à substituição ou redução do uso da gasolina. Art. (*) Alterada pela Emenda à Loman nº 34.Nas paradas obrigatórias do sistema de transporte coletivo.implantar e conservar as hidrovias como opção preferencial e imediata de integração de sistemas de transporte urbano. VII . hidroviárias e de integração. mediante utilização da faixa fluvial que margeia a cidade. a parada em qualquer local. 263 – As paradas de ônibus deverão ser obrigatoriamente instaladas o mais próximo possível dos estabelecimentos de ensino. observando a destinação de dois por cento de custo total para investimentos na estrutura operacional e na capacitação e desenvolvimento de recursos humanos do Sistema de Transporte Urbanos.Compete ao Poder Executivo Municipal.A lei estabelecerá os itens integrantes da planilha de custos do serviço.implantar e conservar as ciclovias.(*) Art.O Município priorizará. III . principalmente. aumento da margem de segurança e economicidade dos transportes de passageiros. de 29/04/2003. IV . II . principalmente no que se relaciona ao subsistema terrestre. . independentemente de abrigos ou placas indicativas para tal. (*) Alterada pela Emenda à Loman nº 34. respeitada a faixa de sessenta metros em torno de ponto obrigatório. (*) § lº . para embarque e desembarque de passageiro.Entre 22:00h e 5:00h da manhã é obrigatória.

§ 2º . regulamento de uso e definição de locais de utilização serão definidos pela Prefeitura. através de permissão. Dos Andradas. 267 .Parágrafo único . 269 . § 3º . o Poder Público poderá conferir autorização temporária para operação do serviço em caráter precário e prazo determinado. Parágrafo único . efetuando-se mediante apresentação do certificado de propriedade do veículo.Estão desativados os estacionamentos nas seguintes vias: Quintino Bocaiúva. § 1º . Art. de exploração direta por órgão público. § 1º . de pública e notória crise no sistema.Fica criado o passe especial.22.O Selo Estar será posto à venda unicamente através da rede bancária oficial. proteção ao transeunte ou circulação de veículos. do Executivo Municipal.09. escolas e de turismo. Art. Guilherme Moreira. EDAÇÃO DADA PELA EMENDA Nº 04/93.O Poder Executivo poderá. coletivo ou contratado por fábricas. 270 . diretamente ou através de Convênios ou Contratos com escola e entidades devidamente credenciadas. Floriano Peixoto.Sujeitam-se a essa regra os transportes de passageiros individual. atendidos os requisitos da lei.O Selo Estar poderá ser utilizado em estacionamentos circulantes ou fixos. Mundurucus. José Paranaguá. autorizar a exploração de estacionamentos por particulares. 266 . pela porta . não-superior a um terço do menor prazo contratual do sistema. objeto do artigo 342. com efeito de acesso diferenciado.O Poder Executivo Municipal providenciará a implantação de novos estacionamentos na área urbana com vistas à desobstrução de vias no perímetro tombado da cidade. Miranda Leão. § 3º . Art. Dos Barés.Em casos excepcionais.Por ato do Executivo. 268 .Fica criado o Selo Estar como opção para estacionamento de curta e longa permanências. Art. Art. Epaminondas e Dr. capeado pela Mensagem nº 021/93 . em prol do patrimônio público. desta Lei.As características de apresentação do Selo Estar.93. poderão ser desativadas outras vias para a finalidade expressa acima. Instalação. a ser utilizado em locais previamente fixados pelo órgão competente da Prefeitura.O treinamento dos trabalhadores nos transportes urbanos e os investimentos na estrutura operacional serão realizados pelo órgão Municipal gestor do Serviço de Transporte Coletivo Urbano do Município. através do órgão competente.Nenhum transporte coletivo poderá ser realizado sem prévia autorização expressa e contratual da administração do sistema. § 2º . Moreira.

Compete à Prefeitura fixar e sinalizar os limites das "Zonas de Silêncio".controle do impacto sobre o meio ambiente. o Transporte Coletivo de Passageiros por Fretamento atenderá. Art.O transporte coletivo deve ser considerado pelo Poder Público Municipal como prioritário sobre o transporte individual. além de: I . II . como no que se relaciona aos recursos aplicados.03. IV .licença anual. no órgão próprio da administração. depois de prévia vistoria dos veículos. Ver. para uso da mulher grávida.arquivamento compulsório dos contratos de serviço com prazo igual ou superior a 30 dias. tanto no uso do sistema viário. 274 . nas área compreendida pelo Sítio Histórico. especialmente com relação à área correspondente ao Sítio Histórico.Fica proibida a carga e descarga de mercadorias. Art. SUBSEÇÃO I DO TRANSPORTE INDIVIDUAL E COLETIVO DE PASSAGEIROS POR FRETAMENTO Art. 273 . no que couber.comprovação da existência e manutenção de garagem e oficina mecânicas com indicação de sua localização. bem como disciplinar os serviços de carga e descarga e fixar a tonelagem máxima permitida aos veículos que circulem em vias públicas municipais. às regras definidas para o Sistema Municipal de Transportes Coletivos Urbanos. Parágrafo único . no período das seis às 18 horas. ALOYSIO NOGUEIRA. Art. expedida até o dia 20 de fevereiro. pelo órgão competente da administração municipal.dianteira. por empresa exploradora do serviço. 271 . . 02. EMENDA Nº 06/94.O passe de que trata o "caput" deste artigo terá sua utilização regulamentada por lei. de trânsito e tráfego em condições especiais.95. 272 .Para atendimento dos fins a que se destina. III .

observada a relação aritmética entre o número de habitantes da cidade e o número de veículos de aluguel a taxímetro ou especial. 281 . no veículo. comprovação de capacidade técnica. qualidade do serviço.A licença de que trata o artigo 174.O Poder Executivo. por parte do permissionário ou concessionário. pelo órgão de classe a que esteja vinculado.Art. na proporção de um veículo para cada grupo de 500 habitantes. da empresa contratante.A permissão para o serviço de transporte individual de passageiros será concedida. será concedida mediante documentação formal e selo obrigatoriamente afixado no pára-brisa dos veículos autorizados a operar. observar-se-á o disposto no artigo 189. quando da revisão periódica a que está sujeita. desta Lei.Fica vedada a transferência de licenças de transportes coletivos por fretamento de uma para outra empresa. § 2º . exercerá o controle das permissões para o tipo de serviço. I. Art. 279 .Fica assegurado a todos os taxista devidamente regularizado junto ao órgão municipal encarregado do sistema de transporte o fornecimento. a unidade taximétrica do veículo. Art. dos seguintes requisitos: I . em lugar de fácil alcance da visão do usuário. obrigatoriamente. conforto e segurança do passageiro. dentre outras obrigações. II. anualmente. somente para cooperativas e empresas ou taxista autônomo. mediante o pagamento de taxa única mensal.Só será concedida permissão para o transporte individual de passageiros ao taxista proprietário de apenas um veículo de aluguel a taxímetro ou especial. I.A concessão de novas licenças para serviço de transporte de passageiro por fretamento poderá ser efetuada a qualquer tempo.regularidade de emplacamento. 277 . IV . III.definição de rota. por veículo. 278 .Nos contratos firmados para execução dos serviços de fretamento.designação dos veículos por número de ordem correspondente ao registro no órgão municipal. mediante a verificação do atendimento.Para a revogação da licença de operação de transporte coletivo por fretamento. correspondente ao número de assentos. 275 . instalações adequadas e comprovação de propriedade de 20 por cento dos veículos com idade média de dois anos. 280 .fixação máxima do número de passageiros por veículos e viagem.identificação. condições das empresas operadoras no que concerne ao estado dos veículos. Art. III . II . especialmente no que concerne à coincidência da . sendo obrigatória a sua afixação no interior do veículo. 276 . § 1º . das tabelas de atualização taximétrica aprovadas pelo Poder Público. Art. devem ser observadas as seguintes: I . Art. correspondente a uma UFM. observadas a demanda. excetuando-se os casos previstos no artigo189 desta Lei. Art. desta Lei.

CAPITULO II DA POLÍTICA DO MEIO AMBIENTE SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. as anotações e registros devidos. 230 e 231 da Constituição do Estado.a titularidade de permissão. o conforto e a segurança do usuário. o Município. Art. inclusive quanto ao comprometimento do ambiente de trabalho.comprovação de a cooperativa. observado o disposto nos artigos 229. IV . empresa ou taxista proprietário possuir ou não licenciamento de ponto fixo de estacionamento. como titular do poder de polícia sobre as atividades que interessam à coletividade local. ao qual incumbe promover a autorização.uso do combustível adequado para a utilização do veículo.O Município integra. Parágrafo único . a revisão de veículos utilizados no serviço de transporte individual ou coletivo de passageiros.apresentação do Documento de Arrecadação Municipal (DAM) em relação a cada veículo.Para assegurar a efetividade desse direito. conforme dispõem a lei e os regulamentos. bem de uso comum do povo e essencial à qualidade de vida. incumbindo ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo. VI . 282 .O meio ambiente ecologicamente saudável e equilibrado é direito de todo o cidadão. 284 . II . poderá proceder.O Poder Público Municipal. o Sistema Nacional de . com a finalidade de verificar o fiel atendimento das normas estabelecidas nesta Seção e nos regulamentos. III . atuará de forma cooperativa com os órgãos públicos e privados e ainda com Municípios. V . Art.estado ou situação que não comprometa a qualidade. inadmitida a transferência de placa para outro profissional sem a obrigatória e prévia comunicação ao órgão competente.placa utilizada com o veículo identificado nos registros de licenciamento. na condição de órgão local. a qualquer momento e em qualquer lugar do território sob sua jurisdição. 283 . Estados e Países que integrem a Região Amazônica.

não o exime da obrigatoriedade de licenciamento no que tange à questão ambiental. .O Município. 230. coibindo as práticas que coloquem em risco sua função ecológica ou concorram para a extinção das espécies ou submetam os animais a crueldade.coleta. para o trato das questões relativas ao meio ambiente. 286 . Parágrafo Único . postos de serviços para veículos e de fornecimento de combustíveis. nem o libera do dever de respeitar normas e padrões pertinentes.licenciamento de edificações. ou a seu interesse público. com prioridade. da Constituição do Estado. nas questões que lhe são afetas. líquidos e gasosos. Art. deverá emitir normas. hídrica. nas condições previstas no art. estabelecer procedimentos e fazer valer o cumprimento de suas funções precípuas. Parágrafo único .O Município manterá órgão específico.O Município. destinação e tratamento de resíduos sólidos. áreas de recreação e logradouros de uso público. direta ou indiretamente realizadas pelo Município.controle e fiscalização das condições de uso de balneários. IV . VI . na forma do disposto no art. estabelecendo normas ou medidas com vistas à recuperaç_o ou redução de situações lesivas já existentes ou de estados constatados de poluição. competindo-lhe. 2l4.prevenção e eliminação das conseqüências advindas da poluição sonora. 287 . garantido amplo acesso dos interessados às (*)Art. através de órgão específico.A execução de obras com potencial de impacto. VII . de materiais ou substâncias que comportem riscos efetivos ou potenciais para a vida. 288 . Art. Art. respeitadas as instâncias federal e estadual. 285 . de 29/03/2000. no nível da administração direta. proceder à fiscalização e controle das atividades suscetíveis de degradar o meio ambiente ou comprometer a sua qualidade.estocagem. estejam elas na esfera pública ou privada. entre outras áreas.O Município atuará na questão ambiental. dentro do perímetro urbano. II . comercialização e transporte.fiscalização e controle preventivo de serviços com potencial de impacto ou passíveis de gerar comprometimentos ao meio ambiente. para a qualidade da vida e do ambiente.Revogado (*) Emenda nº 03/2000. no planejamento e na fiscalização do uso dos recursos ambientais. no que segue: I . da erosão.O Município. III . assegurará a participação das entidades representativas da comunidade. poluição provocada por veículos e qualquer ameaça ou dano ao patrimônio público e privado instalado no Município.proteger a fauna e a flora. parques.Meio Ambiente. instituirá plano de proteção ao ambiente e de prevenção às situações de comprometimento. tais como oficinas. Parágrafo único . V . visual. desta Lei. reformas e loteamentos.

a concessão de direitos. as infrações ou irregularidades atentatórias à normalidade e ao equilíbrio ecológico de que tiver conhecimento. informando sistematicamente à população sobre os níveis de comprometimento da qualidade do meio ambiente. Parágrafo único . Parágrafo único. em seu território. lavra ou exploração de recursos minerais que possam afetar o equilíbrio ambiental. responsáveis pela execução da Política de Meio Ambiente. no exercício de seu poder de polícia ou através de pleito judicial para que a União exerça esse poder.O Município. obrigam-se a instalar equipamentos que eliminem. agentes e causas de poluição e degradação ambiental. 293 . reduzir o impacto da exploração dos adensamentos vegetais nativos. de 29/03/2000. bem como pela recuperaç_o do meio ambiente degradado pela exploração mineral. sob pena de responsabilidade administrativa. 289 . § lº.O Município. 290 .Na hipótese de situações de infrações persistentes ou internacionais.Os empreendimentos cuja atividade resulte na liberação de resíduos poluentes ou potencialmente poluentes. Art.O Município embargará diretamente. autorizações de lavra e concessões de pesquisa e exploração. .informações sobre as fontes. transformem ou reduzam essa condição.A educação ambiental será proporcionada pelo Município na condição de matéria extracurricular e ministrada nas escolas e centros comunitários integrantes de sua estrutura e do setor privado. Parágrafo único . de modo a resguardar a Floresta Amazônica da destruição.É vedado o abate. autorização ou licenças. se na condição de subvencionado ou conveniado com esse. 29l . (*)Art.(*) Emenda nº 03/2000. proceder à arborização e restauração das áreas verdes no ambiente urbano e garantir a racionalidade na utilização dos recursos naturais. Parágrafo único . atuará cooperativamente. independente da ação do Estado e da União procederá ao acompanhamento das licenças. Art. adotando medidas que visem a coibir o desmatamento indiscriminado. com o propósito de zelar pela efetividade do dispositivo constante do artigo 20. com o Estado e com a União. Art. os agentes públicos terão o prazo máximo de 15 dias para comunicar o fato ao Ministério Público.É dever do cidadão informar aos agentes públicos. da Constituição da República. no que se relaciona ao interesse municipal. perfil paisagístico ou a segurança da população e dos monumentos naturais de seu território. corte ou poda de árvores ou arbustos frutíferos ou ornamentais sem autorização do órgão de defesa ambiental do Município. 292 . O Município de utilizará de programas especiais e campanhas de ampla repercussão e alcance popular com vistas a promover a educação ambiental no âmbito comunitário. as situações de riscos e a presença de substâncias danosas à saúde e à vida. para a pesquisa. Art. resultado de auditorias e monitorias.

assim definidas na legislação específica. Art. permissionárias ou concessionárias de serviço público. 294 . somente se prestarão às atividades de cunho científico ou àquelas próprias do turismo contemplativo.Está facultado ao Município criar. onde haja área de relevante interesse ecológico ou de proteção ambiental. 296 . as normas.Para definição do valor da multa e demais procedimentos com relação aos atos infracionários ou lesivos. no solo. § 2º . 297 . os agentes liberados ou emitidos não poderão ser lançados diretamente na atmosfera. se essas não dispuserem de mecanismos adequados de controle da poluição. critérios e níveis para o tratamento exigido em cada caso. serão punidas com multas que poderão variar de 10 a 100.O órgão competente do Poder Público Municipal estabelecerá. são consideradas áreas de interesse ecológico a Ponta Negra.Além do disposto no artigo 231. 295 . (*)Art. deverão atender rigorosamente aos dispositivos de proteção ambiental e dispor dos mecanismos de controle que lhes forem requeridos pelo órgão competente. por critério próprio. não poderão ser transferidas a particulares. 298 . em lei.As terras devolutas. além de sujeitar os infratores a sanções administrativas ou penais. a Ponte da Bolívia. exceto as indispensáveis aos serviços públicos para a sua guarda. na orla do bairro de Educandos. a qualquer título.As reservas ecológicas. Parágrafo único .As empresas contratadas. da Constituição do Estado.§ 1º . inadmitida qualquer obra ou edificação destinada à exploração econômica. Art.As transgressões ou condutas atentatórias ao meio ambiente e à vida ou de lesa-natureza. de domínio do Município. e os igarapés localizados no Município de Manaus. devidamente atestados pela Câmara do Meio Ambiente. de que trata o artigo 285 desta Lei. Parágrafo único . nas áreas de atuação privativa do Município. a Praia do Tupé e a Praia do Amarelinho. na forma da legislação específica. o Tarumã. da Constituição do Estado. reservas ecológicas ou declarar áreas de relevante interesse ecológico. § 2º .000 UFMs (Unidade Fiscal do Município) ou Unidade correspondente.Mesmo após tratamento. segurança e manutenção. § 1º .O Poder Público Municipal fica impedido de contratar com empresas potencialmente poluentes. Art. Art. no subsolo ou em cursos d'água. independente de obrigação de restaurar ou ressarcir os danos causados. será observado o disposto no artigo 233 e seus parágrafos.O Conselho Municipal de Desenvolvimento e Meio Ambiente é o órgão .

. DESTINAÇÃO E TRATAMENTO DO LIXO Art. 300 . administração.A limpeza pública. desta Lei. serviço de caráter essencial.Merecerão trato específico e diferenciado os lixos. caso não disponha de pessoal habilitado para tal. de acordo com o disposto nos artigos 99. os resíduos serão classificados em perigosos e não-perigosos. de 29/03/2000. consultorias ou assessorias. 302 . para a execução ou atendimento de situações específicas. isoladamente ou em mistura com outras substâncias. concentração. resíduos ou escórias resultantes das diversas atividades desenvolvidas pelas pessoas físicas e jurídicas dentro dos limites municipais. 299 . (*) Emenda nº 03/2000.A expedição de alvará de funcionamento de empreendimentos passíveis de causar degradação ambiental e prejuízo à qualidade de vida da população dependerá do parecer prévio do órgão de Meio Ambiente do Município e do licenciamento do Sistema Estadual de Licenciamento de Atividade com Potencial de Impacto.São considerados resíduos perigosos: I . possam: a) causar ou contribuir de modo significativo para um aumento de mortalidade da vida animal ou provocar graves doenças.aqueles que. e 106. I. bem como definição de urgência na sua regulamentação ou normalização.competente para julgamento dos recursos relacionados a atos e sanções administrativas aplicadas pelo órgão de defesa ambiental do Município. § 3º . Art. tratamento e destinação do lixo.Fica o Município autorizado a contratar. é competência do Município. Art. § 2º . Art. sob qualquer expediente. conforme estabelece o artigo 30. em decorrência da quantidade. fiscalização e gestão do sistema municipal de limpeza pública. coleta. 303 .Constitui obrigação do Município capacitar e atualizar seus servidores para que exerçam com competência suas funções com relação ao trato da questão ambiental. VI. se necessário. incapacitações reversíveis ou não.Serão definidas em lei as atividades ou situações passíveis de serem apenadas com a correspondente gradualidade da multa. § 1º . Parágrafo único .O Município não poderá delegar a outros. da Constituição da República. de caráter absolutamente temporário. Art. SEÇÃO II DA COLETA. a organização. 301 . características físicas.Para efeito da aplicabilidade do que se estabelece no "caput" deste artigo. químicas ou biológicas.

esgotos sanitários de hospital e casas de saúde. por suas características de concentração.coleta. instalações. deverá promover estudos com revisões permanentes para a definição de áreas destinadas a depósito final do lixo coletado. radioatividade. VI . II . critérios de classificação.Não serão considerados resíduos sólidos perigosos: I . II . corrosividade.efluentes industriais provenientes de fontes pontuais. ao serem transportados. observada a necessidade de pontos diferenciados para os . toxidez ou outras especificidades não sejam passíveis de descarte em redes de esgotos estações de tratamento ou cursos d'água. em consonância com a política urbana. IV . 304 .cinzas e escórias provenientes da queima de carvão ou combustível fósseis. estocagem. identificação da fonte. definidas na presente lei.outros que venham a ser classificados como tal. III . toxidez. tratamento e diferenciação de lixo domiciliar. comercial. § 3º . industrial e hospitalar. armazenagem e industrialização. implicarão listagem. IV . controle.O sistema deve ser desenvolvido em perfeita sintonia com as regras de uso do solo e da qualidade de vida. acondicionamento. II .b) representar substancial risco.limpeza de vias.comercialização do produto originário do tratamento ou beneficiamento do lixo.esgotos sanitários domésticos. V .O sistema Municipal de limpeza pública compreende: I . prédios e logradouros públicos.os que apresentarem em suas características inflamabilidade. § 4º .fluidos e outros resíduos decorrentes da perfuração e operação de poços de petróleo ou gás natural. III . tratamento e destinação. deste artigo.os líquidos que. tratados ou manipulados de forma inadequada. III . urbanos ou similares.O Município.resíduos de fontes específicas. armazenados. com alas ou setores de doenças infecto-contagiosas. forma de transporte.realização de investimentos necessários aos procedimentos objeto do inciso II. durante ou após recolhimento e processamento.O trato a que se refere o "caput" deste artigo. Art. § lº . V . definição de características. reatividade. § 2º . IV . presente ou potencial para a saúde pública ou para o ambiente. que venham a ser considerados como tal.resíduos domiciliares. tratamento e disposição dos resíduos. bem como os previstos no § 3º deste artigo.

previamente definidos pela administração e com amplo conhecimento público. em horário fora do previsto para coleta. além dos preceitos objeto do Título IV. obedecida a orientação e fiscalização do Poder Público. de 25/02/2002 Parágrafo Único – No uniforme dos garis deverá ter sinalização de segurança para o trânsito de veículos. 306 . depositar lixo na via pública e em locais não-autorizados para tal fim.000 UFMs. botas e capas de chuva. deverá obedecer aos seguintes princípios: I . taxação diferenciada e rígidas regras de controle.proteção ambiental e pessoal contra a poluição e contágios decorrentes da atividade. ainda que não utilizar equipamentos próprios de acondicionamento e separação do tipo de lixo.Incorrerá em penalidades de multa a pessoa ou empresa que.recolhimento de lixo hospitalar em equipamentos próprios. luvas. Capítulos V e VIII. conforme definição em lei específica. para organização de consórcio que proceda à coleta e destinação do lixo produzido na área. o Poder Público poderá multar de 10 a 100.recolhimento de lixo urbano em equipamentos próprios e setorização diferenciada. com espaço separado para o lixo orgânico e para o lixo que pode ser reciclado. por tipo de coleta.O Município. (*) Modificado pela Emenda nº 13/2001. de 10/10/2001 Art. até o valor máximo fixado. (*) Modificado pela Emenda nº 21/2001. de forma progressiva.Os serviços serão executados diretamente ou mediante permissão. IV .diversos tipos de resíduos.Para os fins previstos no presente artigo. em tinta fosforescente de cor viva. a colocação de um Coletor de Lixo Seletivo. Art. V . de 10/10/2001 VIII – para cada 10 (dez) casas. . II . por conta e risco próprios. 307 . 305 . máscaras. Parágrafo único . concessão ou contrato que atendam.definição do destino final do lixo coletado e mecanismos permanentes de modernização da industrialização e trato de armazenagem e depósito.estímulo à iniciativa de grande porte. e. para execução dos serviços de limpeza pública e coleta de lixo. VI .A limpeza pública e a coleta serão desenvolvidas em horários compatíveis.prioridade para coleta de lixo domiciliar e resíduos que submetam a população a substancial risco. (*) Modificado pela Emenda nº 13/2001. § 3º . especialmente do Distrito Industrial. Art. III . tais como capacetes de segurança. VII – fornecimento aos garis coletores de lixo de equipamento de proteção.

mediante comunicação expressa na forma contratual. IV . tecidos. para executá-lo diretamente. permissões ou concessões serão específicos por tipo de lixo ou resíduo ou líquido e por Região Administrativa.definição de coleta diferenciada. II . V .Os contratos. cuja condição de permuta será estabelecida pelo Poder Executivo. convenientemente embalados. os procedimentos licitatórios serão de caráter nacional. acrescida de. III . § 2º .É facultado ao Poder Público regulamentar a coleta de lixo mediante solicitação de serviço diferenciado e pagamento de remuneração extra pelo contribuinte.Fica proibida a instalação de fábrica de processamento de lixo e ponto de depósito terminal da coleta no limite do centro urbano da cidade. 308 .equipamentos específicos para o objeto do contrato e instalações físicas que incluam garagem. CAPITULO III DA POLÍTICA DE SAÚDE . vidro.Em casos excepcionais. alterar e rescindir os contratos de serviços de limpeza e coleta de lixo.fixação de tempo de vida útil dos veículos específico do serviço até cinco anos. aos seguintes requisitos: I . manterá.A Administração Pública poderá modificar. através do órgão competente.Taxa de serviço de limpeza pública.O Município. metais e restos vegetais.O lixo consistirá de madeira. 312 . Art. devida pelo usuário. nos bairros postos de permuta de lixo domiciliar por tíquetes de vale-transporte. plásticos.exigência de experiência mínima no setor de três anos. 187 desta Lei. independente dos prazos estabelecidos no art. 313 .desta Lei. ressalvadas ainda as áreas de interesse científico ou ecológico. 309 . Parágrafo único . em caráter precário. 10 por cento como reserva técnica. 311 . vedada a acumulação de contrato por mais de duas Regiões. VI . o Poder Público poderá intervir no serviço.fixação de frota necessária para o serviço. Art. Art. Art. Art. 310 . definida e corrigida pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico. papel. Art. § 1º . no mínimo. oficina mecânica e postos de abastecimento de combustível.prazo de contrato não superior a dois anos.Para os casos de manipulação de resíduos perigosos. será diferenciada por tipo e natureza do lixo ou resíduo. papelão. de pública e notória crise no sistema. para coleta de resíduos perigosos.

proteção e recuperaç_o.Para atingir os objetivos estabelecidos no art. propugnará por: I . o Município.gestão democrática com eleições para cargos de chefia de postos de saúde. saneamento. transporte. 320. Art. saneamento básico. constará no Plano Diretor de Saúde e obedecerá aos seguintes critérios: I . com instalação e acesso a todos os níveis dos serviços de saúde à população.área geográfica de abrangência. VI .Entende-se como saúde as condições resultantes da alimentação. acesso e posse da terra. acesso aos serviços públicos e outras condições usufruídas pelas pessoas integrantes da sociedade.A atuação descentralizada. segurança.A saúde é direto de todos os munícipes e dever do Poder Público assegurá-la mediante políticas sociais. moradia. com mandato improrrogável de dois anos. no controle de suas ações. deste artigo.integração das ações e serviços de saúde adequados às diversas realidades epidemiológicas. econômicas e ambientais que visem à eliminação do risco de doenças e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção.descentralização por região administrativa sob a direção única do Município através da Secretaria Municipal de Saúde. resguardado o direito deste de obter as informações e esclarecimentos sobre assuntos pertinentes à promoção. II . Parágrafo único . renda.especificidade e qualidade de serviços à disposição da população. em nível de decisão de entidades representativas de usuários. III . IV .participação paritária. a nível de unidade de prestadora dos serviços de saúde. trabalho. educação. proteção e recuperaç_o de sua saúde e da coletividade.participação direta do usuário. regional e municipal. assegurada a participação pelo voto direto. gestão e controle das políticas e ações de saúde em nível estadual.condições dignas de trabalho. Art. alimentação.Art. lazer. educação.descrição de clientela. II . desta Lei. IV . transporte e lazer. trabalhadores de saúde e prestadores de serviços na formulação. qualidade ambiental. 315 . . V . da comunidade jurisdicionada. 314 . habitação.características sócio-econômica e demográfica. III . 316 . referida no inciso I. liberdade. Parágrafo único . respeitadas as seguintes diretrizes: I .As ações e serviços de saúde no Município serão prestadas através do Sistema único de Saúde. por todos os meios ao seu alcance.universalização da assistência de igual qualidade.

as filantrópicas e sem fins lucrativos. em articulação com sua direção estadual. devendo sua execução ser feita através de serviços públicos e. e) prevenção. preventivo e de recuperaç_o. da União e da seguridade social. Art.II . § 2º .É vedado ao Município cobrar do usuário pela prestação de serviços de assistência à saúde mantidos pelo Poder Público ou contratados com particulares.É vedada a destinação de recursos públicos para auxílios ou subvenções às instituições privadas com fins lucrativos. tratamento e reabilitaç_o dos diversos tipos de agravos à saúde. no âmbito do Município. Art.Os recursos destinados às ações e serviços de saúde no Município constituirão o Fundo Municipal de Saúde. 317 . III .executar serviços de: a) vigilância epidemiológica. inclusive transferências. § 1º .planejar e executar a política de saneamento com o Estado e a União. do Estado. § 4º . ações educativas em saúde em todos os tipos de serviços e órgãos afins. Art. executar. organizar.São atribuições do Município. gerir. II . será financiado com recursos do orçamento do Município.respeito ao meio ambiente e controle da poluição ambiental.Serão de caráter obrigatório.A aprovação de contratos de serviços privados cabe ao Conselho Municipal de Desenvolvimento Social.planejar. controlar e avaliar. III .O Município aplicará. controlar e avaliar as ações e os serviços que lhe são inerentes. § 2º . sem qualquer discriminação. de preferência.gerir. no setor de saúde e saneamento. ouvida a Câmara de Saúde. prioritariamente. atuando. proteção e recuperaç_o da saúde. 318 . no campo da medicina preventiva e emergencial. no que couber. IV . b) vigilância sanitária. além de outras fontes. anualmente. c) atendimento odontológico.O Sistema único de Saúde. no âmbito do Município. V .acesso universal e igualitário de todos os habitantes do Município às ações e serviços de promoção.planejar. conforme dispuser a lei. § 1º . programar e organizar a rede regionalizada e hierarquizada do SUS. § 3º . . complementarmente. d) alimentação e nutrição. parte da receita resultante de impostos. por entidades privadas.As ações de saúde são de relevância pública. 319 . as ações referentes às condições e aos ambientes de trabalho. no âmbito do Sistema único de Saúde: I .

executar a política de insumos e equipamentos para a saúde e saneamento básico. com entidades privadas prestadoras de serviços de saúde. IX .aprovar a contratação de serviços privados de saúde. celebrados pelo Município.autorizar a instalação de serviços privados de saúde e fiscalizar-lhes o funcionamento.fiscalizar os convênios e concessões. Art.formular e avaliar a política municipal de saúde a partir das diretrizes emanadas da administração central do Sistema único de Saúde. Art. drogas e insumos farmacêuticos destinados ao uso e consumo humanos. X .planejar e fiscalizar a destinação dos recursos do Fundo Municipal de Saúde.O Município garantirá assistência integral à saúde da mulher através de . junto aos órgãos estaduais e federais competentes. III . XI . Art. 320 . em seu âmbito de ação.avaliar e controlar a execução de convênios e contratos. VIII .garantir a capacitação permanente de recursos humanos na área da saúde. dentro de rigorosos padrões técnicos.A lei disporá sobre a organização e funcionamento da Câmara de Saúde. VII . 323 . para assegurar proteção ao trabalhador no exercício de suas atividades e aos usuários desses serviços. II . Art. inclusive no que se relaciona à manipulação do sangue e seus derivados e dos órgãos. a inspeção e fiscalização dos serviços de saúde públicos e privados.fiscalizar as agressões ao meio ambiente que tenham repercussão sobre a saúde humana e atuar. dispensação e venda de medicamentos. atendidas as diretrizes do plano municipal para o setor.definir estabelecimentos de manipulação. II .gerir as instalações municipais de saúde.aprovar a instalação e funcionamento de novos serviços públicos ou privados de saúde. observado o disposto na Constituição da República. órgão técnico do Conselho Municipal de Desenvolvimento Social. V . que terá as seguintes atribuições: I .É da competência do Poder Público providenciar. principalmente aqueles possuidores de instalações que utilizem substâncias ionizantes. para controlá-las.garantir o acesso de toda a população aos medicamentos básicos e aos recursos da medicina alternativa através da elaboração e aplicação da lista padronizada dos medicamentos essenciais. IV . tecidos e substâncias humanas. observada a legislação pertinente.A assistência farmacêutica faz parte da assistência global à saúde e as ações a ela correspondentes devem ser integradas ao Sistema único de Saúde. ao qual cabe: I .VI . 321 . 322 .

Parágrafo único . serão precedidas de ampla divulgação. previstos em lei. * Art.Os animais apreendidos serão vacinados e mantidos por cinco dias para fins de resgate ou observação veterinária. de forma sistemática.realização de estudos e pesquisas sobre a matéria. abrangerá: I . serviços de medicina alternativa. prestará o atendimento clínico. § 2º . Art. . estarão obrigados a instalar sanitários e vestiários privativos para uso de seus empregados. judicial.A política antidrogas. através de órgão competente. o Município.Serão prioritariamente desenvolvidos pelo município programas materno-infantis. formuladas pelo Município. obrigatoriamente. Art. compreendendo-se como tal a assistência ao pré-natal.O Sistema de Saúde prestará serviço de orientação e apoio ao planejamento familiar. 328 . prevenção e tratamento de doenças sexualmente transmissíveis. Art. § 2º . que compreendam alimentação.Integrará. que inclua exames sorológicos. § 1º . através da rede pública de saúde e outros órgãos.programas a serem implantados no serviço de saúde da rede pública. 325 . e o artigo 244. psicológico e social imediato à mulher.2001 Art.06. prioritariamente voltado à prevenção da raiva. nos casos previstos em lei. observado o que dispõe o artigo 226. com vistas ao que preceitua o "caput" deste artigo. 329 . § 3º . § 7º.O Município deverá divulgar. nos meios de comunicação. da Constituição da República.Os estabelecimentos de qualquer natureza.Nos casos de interrupção da gravidez. que dispuserem de corpo funcional misto. (*) Alterado pela Emenda nº 08 de 12.O Município implantará programas de controle. 327 . após o que se procederá à liberação dos animais sadios. 330 . 326 . obrigatoriamente. assistência médico-odontológica e aplicação tópica de flúor à população em idade escolar e um programa específico para acompanhamento psicológico a crianças e/ou adolescente vítimas de violência sexual. manterá serviço de vacinação de animais. da Constituição do Estado. Art. de caráter facultativo. programas sobre reprodução humana. a estrutura dos serviços municipais de saúde um centro de referência de doenças sexualmente transmissíveis. Art.Será garantida à mulher livre opção pela maternidade. a garantia de evitar e. informando sobre os Centros Municipais de atendimentos. § 1º . 324 . interromper a gravidez sem prejuízo para a sua saúde. deverão ser ofertados.. parto e pós-parto.O Poder Executivo.As campanhas. especialmente da AIDS.Nos postos de saúde mantidos pelo Poder Municipal.

afrobrasileira e de outros grupos integrantes do processo cultural local. indígena.proteção.criação e manutenção de espaços públicos acessíveis à população. destruição e descaracterização de obras de arte. monumentos. III . objetos.A atuação do Município com relação à cultura se efetivará. acervos e outros bens de valor histórico.intercâmbio cultural amplo e irrestrito. II . evasão.O Poder Público garantirá à população do Município o pleno exercício dos direitos culturais. documentos e imóveis. através de: I . VI .criação de centros de reabilitaç_o de usuários de drogas. devidamente equipados e apropriados para as diversas manifestações culturais. álcool e fumo. IV .criação de núcleos de toxicômanos e alcoólicos anônimos. V . principalmente. III . valorização e recuperação do patrimônio histórico-cultural. 331 . valorização e difusão das expressões da cultura popular.promoção de campanhas educativas para esclarecimentos dos malefícios decorrentes do uso de drogas.II . 332 . proteção. arquitetônico e paisagístico do Município. Art. regional e brasileiro. IV . DO DESPORTO E DO LAZER SEÇÃO I DA CULTURA SUBSEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. . facilitará o acesso às diversas fontes de cultura e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais. conservação. inclusive obras de arte.apoio à manutenção de entidades culturais de notório reconhecimento de utilidade pública.identificação. impeditiva e punitiva aos danos.ação coercitiva. prédios. CAPITULO IV DAS POLÍTICAS CULTURAL E EDUCACIONAL. restauração.

estímulo e incentivo às pessoas físicas e jurídicas. artística ou científica. teatrais. artístico. pelo Poder Executivo. sob critério seletivo. X . 333 .97 Art.º 20. submetendo-a à aprovação da Câmara Municipal. * Art. visando à integração de portadores de deficiência física e sensitiva. estimulando o desenvolvimento de habilidades.artístico. VIII . cultural.promoção do aperfeiçoamento e valorização de talentos e de profissionais da produção e animação cultural. para atendimento da formalidade estabelecida no "caput" deste artigo. foro competente para decidir sobre as .Os prazos a serem observados. as propostas de intercâmbio ou participação de eventos relevantes a nível nacional ou internacional.estímulo às iniciativas e organizações privadas no âmbito cultural. circenses e cinematográficos. a programação para o setor. e dando oportunidade de surgirem novos talentos. no início de cada gestão administrativa e anualmente. paisagístico e científico. 335 . científico e tecnológico. com redução de cinqüenta por cento. promovam ou se ocupem da produção artístico-cultural. atendem ao expresso no artigo 147.2002.02. estimulando o desenvolvimento de suas habilidades pessoais. visando a estimular a criatividade intelectual. de forma específica.criação de Oficina de Arte nos bairros.Fica criada a Câmara de Cultura como órgão de apoio técnico.O financiamento da programação de que trata este artigo correrá à conta de verbas orçamentárias e recursos do Fundo Municipal de Desenvolvimento Sócio-Econômico e outras fontes mobilizadas para tal.Do programa também deverão constar.Deverá o Município instituir prêmios.estímulo e incentivo dos movimentos de jovens que exerçam atividades sócioculturais reconhecidas pela comunidade. para que invistam. para os estudantes regularmente matriculados em estabelecimentos de ensino. § 3º . apresentadas pelo conselho Municipal de Desenvolvimento Social. nas exibidoras de espetáculos musicais. (*) Emenda nº 002/97 de 29. Art. (*) Emenda n. (*) XII . 336 . Art. VII .desenvolvimento de programas específicos. ou a propor medidas que tenham por objetivo lembrar datas marcantes ou vultos ilustres da história amazonense. integrante do Conselho Municipal de Desenvolvimento Social. preço diferenciado. XI . 334 – Será garantido no Município. de 25. desta Lei. § 1º . IX .08. arquitetônico. § 2º . § 8º. de conhecimento e da formação de acervos culturais e científicos.O Poder Executivo obriga-se a encaminhar. ouvida a Câmara de Cultura.

familiares e públicos. sala de áudiovídeo. § lº .O Executivo Municipal dotará as Regiões Administrativas. inclusive cinema. de estrutura simplificada. sala para espetáculos. espaços livres para criação. atividades culturais e eventos sociais. de uma estrutura complexa para o desenvolvimento de atividades sócio-culturais de qualquer natureza. e todos os bairros.questões relativas a esse seguimento. tendo por base sempre as escolas publicas. arquivos suplementares e leitores de microfichas e microfilmes. 337 . SUBSEÇÃO II DO PATRIMÔNIO CULTURAL . § 2º .Entende-se por estrutura simplificada a composta por biblioteca. espaços livres criação e atividades culturais e eventos sociais e familiares.Entende-se por estrutura complexa a que for integrada por biblioteca com seção para deficientes visuais. conjunto e acervos de áudio-vídeo. Art.

III . § lº . à ação e à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade. com inscrições em livro próprio. devidamente conservados. VI . 340 . II .os modos de criar. no que tange à proteção do patrimônio cultural do Município. o disposto na Lei nº 2044.o ambiente na sua composição de homem. bibliotecas e arquivos.Os imóveis localizados no mesmo Sítio. ato que deverá ser dado a público. os imóveis localizados no Sítio Histórico. que poderá ser feito individualmente. cultural. 338 . § 3º . com a colaboração da comunidade.as criações científicas. Art.outros que vierem a ser tombados. de 18 de outubro de 1989. § 2º . ainda. de propriedade do Município ou de particulares. recuperados e restaurados na forma original. edificações e monumentos. 339 .A incorporação de bens à condição de patrimônio cultural se fará por tombamento. reprimirá ações danosas ou atentatórias à sua integralidade ou caracterização. fazer e viver dessa mesma sociedade. o imóvel gozará da redução de até setenta por cento do valor do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana.Integram o patrimônio cultural do Município: I . que não preencham as exigências deste artigo.as diversas formas de expressões culturais dos grupos constitutivos da sociedade. a partir do respectivo tombamento. § 2º . Art. portadores de referência à identidade. tombamento. VII . tecnológicas e artísticas. serão agravados progressivamente.Art. enquanto conservado adequadamente pelo proprietário ou ocupante. por ano.A partir da publicação do ato de tombamento no Diário Oficial do Município e da inscrição do fato no Registro Geral de Imóveis. adequados ou doados ao Município. arquitetônico ou científico. em conjunto ou parcialmente pelo Poder Executivo.Observar-se-à. flora e fauna. § 1º . V . paisagístico. IV . pelo percentual de setenta por cento do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana.as obras e objetos de arte ou de valor histórico. desapropriação e outras formas de acautelamento e preservação e. o patrimônio cultural por meio de registro. sítios ou lugares de valor histórico.Constituem o patrimônio cultural do município os bens tangíveis e de natureza imaterial. vigilância.O Município protegerá. . arqueológico. gozarão de desconto anual de setenta por cento do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana.conjuntos urbanos.A partir da data de promulgação desta Lei.

identificação e classificação dos imóveis e sítios. arquivo. excetuando-se. o aparelhamento necessário ao exercício de suas funções precípuas. principalmente no que tange a sua estrutura física e área construída. que deverão ser recuperados com vistas a se transformarem em vias de respiração e circulação da cidade. em prazo nunca superior a doze meses. se sujeitará ao pagamento de multa. bem como emissão de normas a serem observadas para os casos de reformas e edificações.O Município garantirá assistência e orientação técnica nas áreas de biblioteconomia. a serem adotadas. § 1º. acautelamento e programação especial. § 3º . apenas. microfilmagem. à esquerda. Art. caracterizará crime. Art.O Executivo investirá com recursos do Fundo de Desenvolvimento SócioEconômico do Município.000 UFMs (Unidade Fiscal do Município). não poderá sofrer alterações que modifiquem suas atuais características. 342 . os igarapés e a orla fluvial. de que trata o artigo 404. com vistas ao estabelecimento das providências de trato. Sendo um patrimônio tombado. para fins de proteção. compreendido entre a Rua Leonardo Malcher e a orla fluvial. desta Lei. . tendo como referência a Ponte Benjamin Constant. Parágrafo único . na manutenção e conservação de acervos culturais e na ampliação desses. independentemente da obrigação de ressarcir o Município dos gastos despendidos para recuperação. 344 . (*)OBS: Modificada pela Emenda nº. determinado pelo Executivo. pelo igarapé de São Raimundo e. papel e outros. o centro antigo da cidade. museologia. implicará a sua desapropriação. à direita. 25. sendo ele pessoa física ou jurídica.Fica o Município incumbido de proceder às medidas relativas aos registros do tombamento. ou efetuá-lo às expensas. mediante processo administrativo. conforme dispõe o artigo 339 desta Lei. recuperação de objetos de arte. SUBSEÇÃO III DA MANUTENÇÃO E AMPLIAÇÃO DOS ACERVOS Art. visando a determinação do percentual de redução do imposto predial. a partir da data da promulgação desta Lei. expedição de certidão. § 2º .Aquele que puser em risco. pelo igarapé de Educandos.A descaracterização dolosa de imóvel tombado ou qualquer patrimônio público municipal. danificar ou descaracterizar um bem tombado ou um patrimônio público municipal de qualquer natureza. no trecho tombado.O Porto de Manaus. como bem tombado pelo Patrimônio Municipal.Fica tombado.Incluem-se. 341 . de 06/05/2002. se exclusivamente de propriedade ou interesse público. acautelamento e proteção. cujo valor poderá variar de 10 a 100. § 1º . limitado esse espaço. recuperação de telas.Art. na forma da legislação específica. 343 .

com piso salarial igual a três vezes à menor retribuição paga aos funcionários públicos municipais. ficando assegurado. Clube da Madrugada. anualmente. Museu do Porto de Manaus. Museu Tiradentes. através de mecanismos como reuniões de pais e mestres e faculdade de uso do espaço escolar pela comunidade jurisdicionada. . SEÇÃO II DA EDUCAÇÃO Art. Museu do índio. serão previstos recursos que possibilitem convênios de apoio e cooperação operacional.gratuidade do ensino. União Brasileira de Escultores do Amazonas. no Orçamento. assegurado regime jurídico estatutário para todas as instituições de ensino mantidas pelo Município. tendo por objetivo o pleno desenvolvimento da pessoa humana. Academia Amazonense de Letras Jurídicas. VI . a cargo do Município. 345 . Academia Amazonense de Letras. assegurada a participação pelo voto direto da comunidade escolar.implantação de programas de capacitação e aperfeiçoamento do pessoal docente e técnico-administrativo. para atendimento dessa finalidade. promoção obrigatória e ingresso exclusivo por concurso público de provas e títulos. mais a gratificação de cinqüenta por cento de regência de classe. Museu do Homem do Norte. destinados à manutenção das referidas entidades e efetivação de eventos públicos por elas promovidos. os acervos do Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas.Para fins de cumprimento do "caput" deste artigo. Associação Amazonense dos Artista Plásticos e Movimento Alma Negra. 346 .implantação progressiva do turno de oito horas diárias no ensino fundamental.valorização dos profissionais do ensino mediante planos de carreira para todos os cargos do magistério.gestão democrática com eleições para os cargos de direção e deliberação dos estabelecimentos de ensino. será promovida e estimulada com a participação e colaboração da comunidade local.A educação.incentivo participação da comunidade no processo educacional. fundada na reflexão da realidade. observados. Parágrafo único . II . merecedores de todo o zelo e atenção do Município. com mandato improrrogável de dois anos. IV . o afastamento temporário do funcionário de suas atividades. V . seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. com preparação para o trabalho e na pré-escola. portanto. além do estabelecido na Constituição da República e na Constituição do Estado.São integrantes do patrimônio cultural de Manaus e. sem perda salarial.Art. inclusive na aprovação do regimento interno e do currículo escolar. III . os seguintes princípios: I .

III .A distribuição dos recursos públicos assegurará. V .fornecimento de material didático escolar. serão incluídos os de educação ambiental e os de prevenção de acidentes pessoais e de trabalho. VI . Parágrafo único . preferencialmente na rede regular de ensino. transporte.inclusão obrigatória.atendimento em creches às crianças de zero a três anos de idade. afastamento por doença. VIII . X .cursos livres permanentes de orientação sobre os direitos do homem e do cidadão. Art.VII .ensino pré-escolar e fundamental obrigatórios. alimentação e assistência obrigatória à saúde. quando no exercício de atividade profissional. II . 347 . 349 . IX . anualmente. no conteúdo programático ministrado pelas escolas municipais. ainda que no gozo de licença especial.ensino fundamental noturno regular para os que ultrapassem a idade própria. prioritariamente.atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência.O Município estabelecerá programa específico de treinamento para os professores na área rural. acidente de trabalho. ou em razão do exercício de função diretiva ou de representação sindical. IV .programas especiais de ensino às crianças com dificuldades de aprendizagem. VII . a escolas comunitárias. cujo valor se incorporará aos proventos da inatividade. o recenseamento da população escolar demandante do ensino fundamental e fará a chamada dos educandos.horário especial de ensino ao menor trabalhador. . excepcionalmente. Art. 348 .garantia de remuneração complementar por regência de classe ou atividade técnica. do ensino da Geografia e da História do Amazonas e de educação ambiental.O Município promoverá. com cooperação do Estado e da União.programas especiais de ensino de técnicas agrícolas.comprovem finalidade não-lucrativa e apliquem seus excedentes financeiros em educação. definidas em lei. podendo ser dirigidos.O Município manterá: I . confessionais ou filantrópicas. gestação. a manutenção de creches pré-escola e ensino fundamental. casamento.Dentre os programas de conscientização coletiva. Art. inclusive odontológica. 350 . que: I . sendo destinados às escolas municipais da rede e zona rural. Art.

até o dia 10 de março de cada ano. e nos casos de absoluta falta de vagas e cursos regulares da rede pública. atendido o disposto neste artigo e mediante a deliberação do Conselho Municipal de Desenvolvimento Social. § 2º .O Poder Executivo publicará.O Município não manterá escolas de nível superior nem subvencionará estabelecimentos dessa natureza até que estejam atendidas todas as crianças demandantes do ensino fundamental. no caso de encerramento de suas atividades. obrigatotiamente.promovam ensino gratuito à coletividade. 353 .O Município aplicará.Dos cursos de educação fundamental constarão. III . filantrópica ou confessional. Art. bem como os quantitativos a elas destinados e suas respectivas finalidades. 352 . a relação nominal das entidades privadas de ensino beneficiadas com recursos públicos. direitos humanos. 355 . ouvida a Câmara de Educação. 351 . 354 . Art. ecologia. mesmo que beneficiem a rede escolar pública. Art. Art. § 2º . ou ao Poder Público. no mínimo.assegurem a destinação de seu patrimônio a outra escola comunitária. § 1º . Parágrafo único .Os currículos escolares serão adequados às peculiaridades do Município e valorização sua cultura e seu patrimônio cultural e ambiental. anualmente. na liberdade de expressão e no direito ao conhecimento do respeito à dignidade e direito humanos.Não serão consideradas aplicações para o desenvolvimento e manutenção do ensino aquelas relacionadas com obras de infra-estrutura urbana ou rural.Os recursos de que trata este artigo somente poderão ser destinados à manutenção de bolsas de estudo.Fica o Poder Público proibido de utilizar mecanismos de redução ou . Art. práticas educativas referentes a trânsito. VIII. fundamentados nos princípios da democracia. nos casos previstos no artigo 332.Dos recursos orçamentários destinados à educação. 10 por cento na educação pré-escolar. desta Lei. o Município aplicará.O Calendário escolar municipal será flexível e adequado às peculiaridades locais climáticas e às condições sociais e econômicas dos alunos. cinco por cento na educação da área rural e três por cento na educação especial. nunca menos de 30 por cento da receita resultante de impostos e das transferências recebidas do Estado e da União na manutenção e desenvolvimento do ensino. por ano.II . educação sexual e prevenção do uso de drogas. § 1º .

instalados nos bairros.O Município criará e manterá Unidades Integradas de Educação e Saúde com dependências para creche. com vistas à alimentação. atendidas as seguintes condições: I . 360 . Art. sendo dever do Município criar condições de acesso e usufruto em segurança à população. SEÇÃO III DO DESPORTO E DO LAZER Art. 357 . seguindo normas do Conselho Estadual e da Câmara de Educação do Conselho Municipal de Desenvolvimento Social. Art. dependências para o posto de saúde com ambulatório. a concessão de estágio profissional remunerado em número nunca inferior a cinco por cento do quadro permanente de servidores municipais.O não-atendimento às normas gerais relativas ao ensino e aos seus profissionais acarretará sanções administrativas e financeiras. da qualidade do ensino ministrado. Parágrafo único . lazer. 356 . Art. independente de poder aquisitivo. Parágrafo único .O ensino é livre à iniciativa privada. artes. orientações profissionais e outros programas importantes desenvolvidos nos centros de recreação das Unidades Integradas.autorização e avaliação pelo Poder Público Municipal. II . berçário e banco de aleitamento materno. a relação das áreas profissionais.O escotismo é considerado método complementar de educação e deverá receber apoio dos órgãos municipais. são direitos de cada um e de todos os cidadãos.O Poder Público assegurará. assim.cumprimento das normas gerais da educação nacional.isenção de impostos e taxas municipais. Parágrafo único . . continuidade da assistência integral ao menor. nas suas diversas manifestações. para conhecimento amplo. mediante convênio com estabelecimentos de ensino profissionalizantes.O Município viabilizará programas especiais de Educação Informal para atender a crianças e adolescentes que freqüentem o ensino fundamental em meio período. Art. 358 . que receberão estagiários. leituras.Anualmente. garantindo. bem como estabelecerá os critérios de seleção dos mesmos. o Poder Público Municipal publicará. esporte. escola do ensino fundamental e centro de recreação. visando à aquisição de vagas em estabelecimentos educacionais de caráter não-filantrópico.O desporto e o lazer. pré-escola. 359 . de qualquer grau ou nível.

ficando este. o desporto participação. atividades sociais. de funcionamento e supervisão. § 2º . festas populares. audiovisuais. no âmbito rural. no primeiro caso. facilitando-se o uso destas pela comunidade jurisdicionária. sistematicamente. 363 . festas folclóricas. II . festivais. atividades ligadas à natureza. quermesses.No planejamento de qualquer unidade de recreação deverá ser obrigatoriamente considerado: I .obediência às normas usuais de segurança. IV . III . além de outros. olimpíadas ou outras práticas assemelhadas. priorizando. conferências. leilões.preço acessível ao poder aquisitivo da população usuária. VI . 365 .consideração de valores estéticos e proteção das belezas naturais. V . § 1º . apropriados para essas práticas. VII . de educação física e lazer comunitário. promovê-los e estimular a sua realização como forma de incentivo e sensibilização a essas atividades. VIII . a programação de investimento a ser .público alvo. obrigatoriamente.Integrará. de áreas adequadas a práticas desportivas.preservação da identidade cultural. quando de iniciativa alheia à sua esfera administrativa.É vedado ao Município subvencionar entidades desportivas profissionais ou recreativas de uso restrito. atividades dramáticas. de caráter não-comercial e profissional. § 2º . cinema. certames. mostras e exposições de artes.facilidade de acesso.O Município destinará recursos e investirá no desporto e no lazer comunitários e estimulará a iniciativa privada a adotar idêntico procedimento.o máximo possível de utilização das áreas pelo público a que se destina. na obrigatoriedade de. § 3º . Art. 364 . § 1º . esporte.O Executivo Municipal proverá cada bairro e cada vila.Estará facultado ao Poder Municipal contribuir financeiramente para a realização de torneios. Art. 361 . 362 . Art.Todas as escolas e centros comunitários edificados pelo Poder Municipal deverão dispor de espaço apropriado para o desenvolvimento de práticas de educação física e desportivas.economia de construção e manutenção. devidamente referendadas pelo Conselho Regional de Desportos. feiras.Art.O Município garantirá atendimento desportivo e recreativo especializado ao deficiente no âmbito escolar e de logradouros ou ambientes de uso comunitário. entretanto.O desporto compreende as práticas notoriamente reconhecidas como tal. música. Art.O lazer comunitário compreende jogos. tais como celebrações ou comemorações de datas festivas. inclusive a portadores de deficiência.

programa de construções de unidades para recreação. obrigatoriamente. § 2º .Entende-se como unidades de recreação: quadras.Do programa geral de construção de unidades recreativas. salas para espetáculo. ioga.lugares adequados para adultos. Art. hortos e outros. estádios. Art. teatros. segundo a natureza do estabelecimento. com profissionais habilitados nas áreas de educação e medicina. III . Parágrafo único . § 1º . 368 .acomodações para famílias.O Município só concederá ou renovará alvará de funcionamento às academias de cultura física. Art. estar assistidos de aparato de segurança. além do disposto no § 1º deste artigo.O Município fomentará as práticas náuticas. 369 .centro de criatividade para produção artístico-cultural. campos para futebol. mediante a comprovação de contar.parques infantis. IV . espaço para exposições.Mediante plano anual apresentado pelas federações desportivas amadoras. Parágrafo único . destinados à recreação pública. II . capoeira. parques.apresentada pelo Poder Executivo. prevenção de possíveis emergências e dependências sanitárias.Os ambientes fechados. 366 . lutas marciais. deverão conter. igarapés e áreas delimitadas para tal. piscinas. ginásios.locais apropriados para adolescentes. pelo menos.áreas de proteção da natureza. cinema ao ar livre. no início de cada gestão administrativa. da Constituição do Estado. incluindo-se nessas a prática de esporte e lazer dirigido. ao Legislativo Municipal. V . bosques. obrigatoriamente. 367 . sauna e outros estabelecimentos similares. CAPITULO V . parques infantis. Art.Para o fomento das práticas desportivas no Município. praças. no seu quadro. facilidades para evacuação das pessoas e prevenção de sinistros. 370 . VI . as seguintes unidades: I . Art. devem constar. danças. observada a legislação específica. áreas verdes. áreas para acampamento.Os espaços de recreação pública deverão. idosos e deficientes.Não serão admitidas no Município práticas recreativas que submetam os animais a crueldade ou que provoquem ou contribuam para sua extinção. ginásticas. o Poder Público Municipal determinará providências de apoio à participação de representações atléticas em competições nacionais de relevante interesse. pescas desportivas e recreação pública em rios. colônias para férias. deverá ser observado o disposto no artigo 208 e seus parágrafos. salões para dança.

independentemente de contribuição à seguridade social. assegurados no artigo 227 da Constituição da República.garantir. IV .a integração das comunidades carentes. V . 373 . o Município investirá na criação e manutenção de asilos. de acordo com os objetivos previstos nas Constituições da República e do Estado.programa de prevenção e atendimento especializado aos usuários e dependentes de drogas. com recursos do orçamento da seguridade social.DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA E PROMOÇÃO SOCIAL Art. III . assistência sanitária. serão realizadas por equipes multiprofissionais.garantir. na área da assistência social. IX . no âmbito de sua competência. Art. 372 .a defesa dos direitos das crianças e adolescentes. certidões. além de outras fontes. social.As ações do Município.A assistência social será prestada a quem dela necessitar. que inclui verbas do Município. VIII . com base nas seguintes diretrizes: . Art. gratuitamente. psicológica e serviços funerários. para viabilizar o acesso à moradia à população de baixa renda.o amparo à velhice.A ação do Município no campo social objetivará promover: I . o Município buscará a participação das associações representativas da comunidade. II . a quem dela necessitar. devendo o Município assegurar os mecanismos para o seu desempenho. Art. e organizadas de conformidade com o previsto no artigo 204.A maternidade e a paternidade constituem funções sociais de relevância. Parágrafo único . da Constituição da República. VII . registros.o amparo às vítimas de acidentes ou fatos catastróficos. gratuitamente.Na formulação e desenvolvimento dos programas de assistência social. 375 . aos adolescentes e às crianças em situação de risco. casas de recuperaç_o e albergues. Art.contribuir com o Estado no que se relaciona à destinação de áreas e obras de infra-estrutura no âmbito de sua competência. VI . aos deficientes. do Estado e da União. cópia documental de interesse particular para os reconhecidamente pobres. às vítimas de violência. 371 .a integração do indivíduo ao mercado de trabalho e ao meio social.Com o objetivo de viabilizar os propósitos deste artigo. aos incapazes. 374 .

odontológica.É dever do Município cooperar para o provimento de órgãos públicos e auxiliar os privados filantrópicos. acompanhamento. através de suas entidades representativas. * VI – retirar o menor da rua. por meio de organizações representativas. e observadas as características culturais e sócio-econômicas locais. órgão de deliberação colegiada. 377 . com recursos humanos e materias que se fizerem necessários.atendimento prioritário às crianças e adolescentes em situação de risco. nutricional e social. nomeados pelo Prefeito. 380 .participação da sociedade civil. cabendo a coordenação e as normas gerais à esfera federal e a coordenação e a execução dos respectivos programas às esferas estadual e municipal. Art. de 12/06/2001 Art. Art.descentralização do atendimento. com base nos seguintes termos: I . 379 . vinculado à estrutura do órgão da Administração Pública Municipal. 378 . II . emprego.descentralização político-administrativa. controle e fiscalização de sua execução. absoluta prioridade.participação da população. assistência psicológica e desintoxicação dos viciados em drogas. V . reintegrando-o à família com bolsa escola. têm mandato de 02 (dois) anos. realizado em seus lares. dando prioridade à criança e ao adolescente carente e em situação irregular.priorização dos veículos familiares e comunitários como medida preferencial para a integração social de crianças e adolescentes. na formulação de políticas e programas. encarregados de atividades ligadas à prevenção e fiscalização do uso de drogas e entorpecentes. III . definidos em lei.O atendimento à criança e ao adolescente será. na formulação das políticas e no controle das ações em todos os níveis. social e profissionalizante da criança e do adolescente a que for atribuído ato infracional. permitida uma . (*) Emenda à LOMAN Nº 07. assim como implantação.As ações do Município de proteção à infância e à adolescência serão organizadas na forma da lei. devendo ser levada em conta sua condição peculiar de pessoa em desenvolvimento e de seus direitos terem. Parágrafo único . II . Art.Fica criado o Conselho Municipal de Assistência Social. bem como a entidades beneficentes e de assistência social. 376 . cujos membros.I .realização de programas de assistência médica. atividades esportivas. Art.O Município atuará complementarmente ao Estado no amparo e formação psicológica. sempre. IV . preferencialmente.A criança e o adolescente são sujeitos de direitos. responsável pela coordenação da política de Assistência Social no âmbito do Município de Manaus.

Será facilitado o trânsito. INCLUSIVE NOS PARÁGRAFOS. 01 (um) representante da Entidade formadora e 06 (seis) representantes da Prefeitura de Manaus. sendo inacumulável com quaisquer rendimentos recebidos do Poder Público. comprovadamente incapaz de prover seu sustento. bem como de incentivo e apoio à criação de cooperativa de trabalho.O Conselho Municipal de Assistência Social contará com uma Secretaria Executiva. e respectivos suplentes. 381 . eleito dentre seus membros. fica assegurada uma pensão especial. será definida em Regimento Interno. § 1º . provimento das representações relativas ao parágrafo primeiro. 383 . 382 . cujos nomes são indicados ao órgão da Administração Pública Municipal responsável pela coordenação da política municipal de Assistência Social. dentre representantes dos usuários ou de organizações de usuários.O Conselho Municipal de Assistência Social é composto por 18 (dezoito) membros. § 3º .O Poder Público desenvolverá programas de capacitação e valorização de mão-de-obra feminina. permitida uma única recondução por igual período.09 (nove) representantes da sociedade civil.Cabe ao Município criar mecanismos sociais que facilitem o desempenho profissional e a consciência social dos cidadãos. escolhidos em foro próprio sob fiscalização do Ministério Público Estadual. das entidades e organizações de assistência social e dos trabalhadores do setor.A presidência do Conselho Municipal de Assistência Social será exercida por um de seus integrantes. a qualquer tempo. funcionamento. deste artigo. Art. aprovado por ato do Chefe do Executivo. Art. de acordo com os critérios seguintes: I . § 2º . Parágrafo único . as atividades e o atendimento preferencial da mulher gestante em prédios e logradouros públicos em que ocorram filas e exijam espera. Art. Parágrafo único . para mandato de 01 (um) ano.A forma de organização. que o . ressalvado o direito de opção.O benefício será requerido ao Prefeito. incluindo 01 (um) representante da União.Ao portador de hanseníase ou doença infecciosa crônica.única recondução por igual período. correspondente a um salário piso do servidor municipal. exceto em benefícios previdenciários.09 (nove) representantes governamentais. II . ARTIGO MODIFICADO. PELA EMENDA Nº 003/95. 01 (um) representante do Estado. § 4º . e seus incisos.

se necessário. ex-hansenianos. desde que observados os requisitos exigidos. o Município atuará de forma exclusiva ou em articulação com a União. § 1º . aqueles integrantes da Região Amazônica. 387 . gozarão da isenção de 20 por cento do imposto sobre serviços de qualquer natureza. as empresas interessadas formalizarão pedido ao Conselho Municipal de Desenvolvimento Social.fomentar a livre iniciativa. 385 .O Município promoverá o seu desenvolvimento social e econômico. 384 . com o Estado. deficientes e pessoas idosas. serão concedidos sob forma de aplicação imediata. Art. com Países. para elevar o nível de vida e o bem-estar da população local. obrigando-se a comprovar. qualquer que seja o número destes últimos.Na promoção do Desenvolvimento econômico. agindo de modo que as atividades econômicas realizadas em seu território contribuam. o Município agirá no sentido de: I . bem como para valorizar o trabalho humano. manterão creches e pré-escola para os filhos destes. Art.Para a consecução do objetivo mencionado neste artigo. Art. 386 . com os Municípios e. II . impondo-se a mesma obrigação ao Município em relação aos seus servidores. a manutenção da contratação das referidas pessoas. trimestralmente.Para ter acesso ao gozo da referida isenção.As empresas que comprovarem manter em seus quadros funcionais dez por cento do total de seus empregados. ex-presidiários.Os pedidos de isenção.concederá mediante deliberação do Conselho Municipal de Desenvolvimento Social. prioritariamente. bem como qualquer empresa com número de empregados superior a duzentos.As empresas que desfrutarem de benefícios fiscais ou financeiros concedidos pelo Município e que possuam número de empregados superior a cem. . Parágrafo único .privilegiar a geração de emprego. § 2º . com idade superior a 45 anos. com especialidade. CAPITULO VI DA POLÍTICA ECONÔMICA SEÇÃO I Disposições GERAIS Art.

serviços de suporte informativo ou de mercado. possibilitando-lhes acesso aos meios de produção e geração de renda. Art.dar tratamento diferenciado à pequena produção artesanal e mercantil. IV . Art. 168. estabelecendo a necessária infra-estrutura. § 1º. o cooperativismo e as microempresas.III . entre outros: I .estímulos fiscais e financeiros. sobretudo aquela destinada ao abastecimento alimentar. IV . apoiar ou incentivar o desenvolvimento de atividades produtivas. considerando sua contribuição para a democratização de oportunidades econômicas.É de responsabilidade do Município.eliminar entraves burocráticos que possam limitar ou restringir o exercício da atividade econômica.garantir a utilização racional dos recursos naturais. junto a outras esferas de governo. 391 . III .compatibilizar a atividade econômica com a proteção do meio ambiente.utilizar tecnologia de uso intensivo de mão-de-obra. a rentabilidade dos empreendimentos e a melhora do padrão de vida da família rural. assim definidas conforme estabelece o art. Art. no campo de sua competência.racionalizar a utilização de recursos naturais. podendo contratar ou conveniar com instituições de âmbito público ou privado. Art.O Município dispensará tratamento diferenciado à microempresa e à empresa de pequeno porte. empenhando-se em: I .A atuação do Município na área rural estará voltada para a fixação de contingentes populacionais. VIII . com prioridade à empresa rural. seja diretamente ou mediante delegação ao setor privado.assistência técnica. V .garantir o escoamento da produção. V . destinada a viabilizar esse propósito. III . incisos I e II. .estimular e privilegiar o associativismo. indireta ou reivindicatória.proteger os direitos dos usuários dos serviços públicos e dos consumidores.oferecer meios para assegurar ao pequeno produtor e trabalhador rural condições de trabalho e de mercado para os produtos. 389 . para que sejam efetivados. a realização de investimentos para formar e manter infra-estrutura capaz de atrair. 390 . da Constituição do Estado.crédito especializado ou subsidiado. II . II . 388 . VII .investimento de infra-estrutura básica e de apoio. inclusive para os grupos sociais mais carentes.O Município desenvolverá sua ação de forma direta. IX . VI . às microempresas e às pequenas empresas locais.

O Município promoverá e incentivará o turismo como fator de desenvolvimento social e econômico. Art. de procedimentos administrativos em seu relacionamento com a Administração Municipal direta. com vistas ao atendimento. bem como preferência na aquisição de bens e serviços de valor compatível com seu porte. II . Art. de trânsito e de saúde pública.a simplificação ou eliminação. 392 . respeitadas as diretrizes estabelecidas pela União. desde que haja conveniência para a administração. indireta e fundacional. 392.Para fins previstos no "caput" deste artigo. visando à utilização racional dos recursos hídricos e das bacias hidrográficas. 396 . 397 . II .a habilitação sumária e procedimentos simplificados para participação em licitações públicas. 395 . desperdícios e subutilização de estruturas ou equipamentos de uso coletivo. § 1º . no campo da economia. entre outros: I . desde que não prejudiquem as normas ambientais de segurança. permitirá às microempresas se estabelecerem na residência de seus titulares. das seguintes diretrizes: I . 393 . 402 e 403 desta Lei.O Município.Parágrafo único .Fica assegurado às microempresas ou empresas de pequeno porte.A diferenciação de tratamento se efetivará mediante a aplicação do previsto nos arts. principalmente a valorização do patrimônio histórico. estocagem e higiene. III . Art. em caráter precário e por prazo limitado. definido em ato do Prefeito. nos assuntos de natureza administrativa e fiscal. de silêncio. particularmente no que tange a investimentos de lazer e serviços. . Art. através de ato do Prefeito.O Município propugnará para que. Art.adoção permanente de plano turístico integrado. 394 . Art. estabelecidas pelos órgãos competentes da estrutura do Poder Público. III . paisagístico e natural.O Município deverá manter articulação permanente com os demais Municípios e com o Estado. e prioridade de atendimento nos serviços de assistência técnica. entre outras. priorizando o turismo receptivo.priorização de investimentos que visem à formação de estrutura turística voltada para o aproveitamento das potencialidades existentes no Município. o Poder Executivo desenvolverá ações conforme dispõe o artigo 179 da Constituição do Estado.É vedada a comercialização de gêneros alimentícios que não atendam às condições mínimas de manuseio.a notificação prévia quando da realização de qualquer tipo de fiscalização no âmbito do Município.apoio e estímulo à iniciativa privada voltada para o setor. sejam eliminadas as formas e fatores geradores ou motivadores de entraves.

IV . sistematicamente.A lei definirá as condições de participação.conservação e preservação dos valores artísticos.Superintendência da Zona Franca de Manaus. VIII . VI .Governo do Estado.Federação dos Trabalhadores da Indústria. renda e incentivos.apoio a programa de sensibilização da população e de segmentos sócioeconômicos de importância para o setor. objetivando garantir a funcionalidade desses equipamentos e o atendimento satisfatório de seus usuários. II . V . com funções deliberativas. . VI .Federação da Agricultura do Estado do Amazonas. § 3º . arquitetônicos e culturais do Município. para as áreas de abastecimento. Art. voltadas. § 2º .O Município incentivará o trabalho artesanal e apoiará o artesanato como forma de suporte à atividade turística e principalmente. Art. III . VII .Federação das Indústrias do Estado do Amazonas. como Presidente. arquitetônicos e turísticos. VIII .formação de pessoal especializado. IX .proteção e incentivo às manifestações folclóricas e culturais. composto pelo Prefeito. V .13ª Região. X . VII . IX . ocupação e fruição de bens naturais.Fica criado o Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico.manutenção e aparelhamento de logradouros públicos sob a perspectiva de sua utilização. de geração e complementado da renda familiar. reguladoras e normativas. dispondo de composição paritária entre representantes oriundos do setor público e privado. ao inventário do patrimônio turístico da cidade e levantamento dos logradouros e estabelecimentos de suporte à atividade turística.Conselho Regional de Economia . preços de serviços públicos.O Poder Executivo procederá. acessoriamente ao setor. e representantes de: I .regulamentação de uso.IV .Federação dos Trabalhadores do Comércio. promoção de emprego.Associação Comercial do Amazonas. 398 . organização e funcionamento do Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico. prioritariamente.Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Amazonas. 399 .difusão e divulgação da Cidade de Manaus como pólo de importância turística.

Sindicato do Comércio dos Feirantes. com base nos seguintes princípios: I .Integrarão o Conselho a Comissão de Abastecimento e a Comissão Tarifária.Distritos e Regiões Administrativas. III . na forma da lei. II . 400 . XIV .Em casos excepcionais. Art. poderá o Município autorizar a realização de investimentos pelo setor privado. Parágrafo único .regressividade . § 2º . encargos e benefícios sociais. Art.Associação Brasileira dos Agentes de Viagens . XII .Fundação Universidade do Amazonas.Fica assegurada às empresas prestadoras de serviços de educação. a Programação de Investimentos para o exercício.condição necessária à retirada do incentivo num processo gradual. na esfera de sua competência.X .reciprocidade . de acordo com as .concessão diferenciada do benefício. responderá pela realização de investimento para a formação de infra-estrutura básica e de apoio necessários à sustentação e motivação das atividades produtivas. anualmente.Sindicato do Comércio Varejista. § 1º .Seção Amazonas. XIII .O Município. 401 . saúde e turismo a simplificação de procedimentos em todos os atos relacionados com a administração Pública Municipal.contrapartida a ser oferecida pela beneficiada. IV .transitoriedade . ouvido o Poder Legislativo. até 15 de março de cada ano. 402 . XI . expressa em salário. SEÇÃO II DA POLÍTICA DE INCENTIVOS FISCAIS E EXTRAFISCAIS Art.condição de prazo certo que deve ter o incentivo.gradualidade .A lei regulamentará a Política de Incentivos Fiscais e Extrafiscais. com o propósito da exploração de serviços públicos.O Poder Executivo encaminhará à Câmara Municipal para aprovação.O Município poderá conceder incentivos fiscais relativos aos tributos de sua competência e incentivos extrafiscais para as atividades consideradas de fundamental interesse ao seu desenvolvimento. § 1º .

prioridades estabelecidas em lei. inclusive fiscais. deste artigo.promoção do desporto educação III . § 1º. cuja composição de recursos será efetivada com base nas seguintes origens: I ._s microempresas prestadoras de serviços serão concedidos os favores fiscais de isenção do imposto sobre serviços de qualquer natureza e isenção da taxa de licença para localização de estabelecimento. § 2º . a partir do seu ingresso no Banco Oficial do Estado.apoio às microempresas prestadoras de serviços através do apoio gerencial. V .Os incentivos fiscais de competência do Município são os referentes ao artigo 130 desta Lei.contribuição de cinco por cento da isenção concedida pelas empresas beneficiadas com essa condição. são os definidos no artigo 212. VIII . § 2º .retornos e resultados de suas aplicações. fica criado o Fundo Municipal de Desenvolvimento Econômico e Social.participação no resultado da exploração a que se refere o artigo 20.transferência da União e do Estado. da Constituição do Estado.Os incentivos extrafiscais compreendem: I . Art. especificamente para as áreas de urbanismo e meio ambiente. bem como a concessão de financiamentos através de linha de crédito subsidiada. II . § 1º.Para atender ao disposto no "caput" deste artigo.recursos do orçamento do Município.apoio à pesquisa. Parágrafo único . a ser regulamentado pela Lei de Incentivos Fiscais e Extrafiscais.empréstimos ou doações de entidades. V .inversões em prol da recuperaç_o de estados críticos de comprometimento ambiental. e destinar-se-ão às atividades econômicas e sociais do Município de Manaus. IV . Art. IX .valorização e difusão das manifestações culturais. à capacitação científica e tecnológica e difusão de conhecimentos.Os benefícios sociais de que trata o parágrafo 1º. previstos anualmente na lei de diretrizes orçamentárias. tecnológico e mercadológico. III .recursos oriundos das multas de qualquer natureza. VII . I. VI . § 1º .É vedada a aplicação dos recursos do fundo para outras finalidades que não as . II . calculados com base em indexador oficial.outras fontes internas e externas. IV . 403 . sanções administrativas e de condenações judiciais por atos lesivos à comunidade e ao meio ambiente. da Constituição da República. 404 .resultado da remuneração dos recursos momentaneamente não-aplicados.

407 . cuja composição será definida em lei. § 3º . que implicar prejuízo. II . § 1º . no exercício de suas funções. pesquisa sem fins lucrativos e lojas maçônicas regulares. as seguintes situações: I .As empresas prestadoras de serviços que efetuarem contrato de treinamento de seus servidores com a Escola Municipal de Serviço Público.O Poder Executivo exercerá. Parágrafo único . irrecorrível e irreversível do incentivo concedido pelo Município para empreendimento ou pessoa jurídica beneficiada com essa condição.Resultarão na suspensão automática. 405 . risco. Art. correspondente ao valor do contrato e até o limite de 10 por cento do total do imposto devido.O Poder Legislativo. com repasses mensais. Art.O fundo mencionado no § 1º deste artigo será administrado por um Comitê. e a redução calculada mensalmente à base de um 12 avos do valor total contratado. exercerá a fiscalização do cumprimento dos incentivos concedidos e provocará a ação do Poder Executivo em relação à nãoobservância da Lei e desta Lei Orgânica. 406 . desta Lei.ato ou ocorrência grave de responsabilidade jurídica da empresa beneficiária.Os impostos previstos no artigo 135. comprometimento ou degradação do meio ambiente. entre membros da iniciativa privada e do setor público. § 2º . definitiva. SEÇÃO III .previstas neste artigo.Os contratos deverão ser anuais. não incidirão sobre entidades de cultura. sistemática e periodicamente. gozarão de redução do imposto sobre serviços de qualquer natureza. sendo o Banco Oficial do Estado seu agente financeiro.ato comprovado de burla ao fisco de qualquer esfera. III . Art. ônus social.descumprimento das condições convencionadas para a concessão do estímulo em causa. I. IV. a fiscalização com referência ao que tratam os incisos deste artigo.

o processo de desenvolvimento agrícola deve proporcionar ao homem do campo o acesso aos serviços essenciais de saúde.O Município exercitará sua função reguladora do abastecimento alimentar no sentido de garantir a sua normalidade. para a área agrícola e fundiária. IV . bem como observará o interesse da coletividade na conservação do solo. a ser implementada pelo Município. controlar.a reforma agrária é fundamental ao processo de desenvolvimento. e organizará sua ação tendo por base uma política voltada. florestais e extrativas. especialmente alimentar. 410 . com acompanhamento de estocagem. 408 . com vista ao melhor aproveitamento dos seus recursos.abrir estradas vicinais e conservar as já existentes para escoamento dos produtos nas áreas da zona rural. visando a assegurar o incremento da produção e da produtividade agrícola. considerando a especificidade de produtos essenciais a serem definidos em lei. regular. observando suas diferenças e características. recreação e outros benefícios sociais. no planejamento agrícola. Parágrafo único . avaliar atividades e suprir as necessidades do setor. estabelecendo políticas compatíveis de produção. pesqueiras. o contingenciamento e a política de preços mínimos. comunicação. III . segurança pública. 409 .São instrumentos da política agrícola o planejamento.o adequado abastecimento alimentar é condição básica para garantir a tranqüilidade social. de modo a prevenir situações de carência ou de interrupções de fornecimento. os incentivos fiscais. Art. Parágrafo único . as atividades agroindustriais. Art. saneamento.São objetivos da Política de Abastecimento: I .estabelecer e normatizar as ações e instrumentos do Município. a pesquisa. fiscalizar.Incluem-se. habitação. inclusive as de pesquisa. a extensão rural.promover a utilização racional das várzeas e das terras firmes. o armazenamento. a assistência técnica. além dos seguintes pressupostos: I . principalmente. a . níveis de qualidade e preços satisfatórios. 411 . os estoques reguladores. priorizará a pequena produção e o abastecimento alimentar através de sistema de comercialização direta entre produtores e consumidores. agropecuárias. origem e qualidade.DO ABASTECIMENTO Art. o crédito. educação. a rentabilidade dos empreendimentos. eletrificação rural. respeitando suas limitações e potencialidades. destinados a promover. Art. sendo a política agrícola indissociável das questões agrárias e do meio ambiente.O abastecimento de gêneros alimentícios será objeto de controle permanente. observados os princípios estabelecidos na Constituição da República e do Estado. o transporte. o associativismo. a regularidade do abastecimento interno. V . a ordem pública e o processo de desenvolvimento econômico-social.A política agrícola. II .

IV.O Município exercerá o controle sobre a produção.proteger o meio ambiente. garantir o seu uso racional e estimular a recuperaç_o dos recursos naturais. e do artigo l68. podendo ser proprietário ou não dos meios de produção necessários ao desenvolvimento de suas atividades.estimular a formação de excedentes agrícolas que possibilitem condição competitiva no mercado externo. nos termos desta Lei. a realização de serviços de assistência técnica e extensão rural gratuita aos pequenos e médios produtores rurais e ás suas famílias. adequando os diversos instrumentos à sua necessidade e realidade. 4l5 .estabilidade de preços e de mercado.promover a descentralização da execução dos serviços públicos de apoio ao setor rural. eventualmente recorrendo à contratação de mão-de-obra temporária. Art. reduzindo as incertezas do setor. VIII . aquele que desenvolve atividades agrícolas. a qual dará tratamento diferenciado e privilegiado aos pequenos e médios agricultores. das quais. da Constituição do Estado. e por pequeno produtor.propugnar para que sejam eliminadas distorções que afetam o desempenho das funções econômicas e sociais da agricultura. VII . Entende-se por produtor rural. no que couber.Em favor dos objetivos propugnados nesta Lei. III . visando a preservação do meio ambiente. 4l4 . aquele que as desenvolve à custa do esforço de seu próprio trabalho ou de sua família.estimular o processo de beneficiamento e agroindustrialização junto às respectivas áreas de produção. transporte.garantir o desenvolvimento da ciência e da tecnologia.sistematizar. comercialização e utilização de produtos agrotóxicos. extrativistas não-predatórias ou artesanais. . a sua difusão e protegêlas. a redução das disparidades de renda e a melhoria das condições de vida da família rural: II . Art. Art. Art. a atuação do Poder Público para que os diversos segmentos intervenientes na agricultura possam planejar suas ações e investimentos numa perspectiva de médio e longo prazos. a proteção do consumidor. para os fins desta Lei.Fica assegurado. 4l2 .Cabe ao Município a edição da Lei Agrícola Municipal como instrumento suplementar às Leis Agrícolas Federal e Estadual. Parágrafo Único.divulgar. a Prefeitura orientará sua ação para: I . V . bem como promover a simplificação e agilização do processo de concessão de incentivos aos pequenos produtores. § 2º. da Constituição da República. armazenamento. 4l3 . privilegiando a utilização de fatores de produção internamente mais abundantes. e do artigo l87. IV . tire sustento seu e de sua família. VI . exclusivamente.

XII . no sentido de elevar-lhes o nível técnico e o poder competitivo no mercado. milho. 416 . visando à ocupação do vazio amazonense e transformação da economia e do modo de vida no interior. IX .selecionar matrizes e reprodutores para a ampliação dos rebanhos de suínos. caprinos e outros pequenos animais. XI . bem como racionalizar a intermediação no processo de comercialização. qualquer abuso de poder.elevar os níveis de sanidade dos rebanhos existentes.realizar o assentamento dirigido em núcleos de produção. pupunha. bem como técnicas adequadas de salga e defumação de peixe. a organização e o . poderá colocar ao alcance da população. IV . V . bem como as épocas da captura não-predatória.estimular a implantação de fábricas de gelo e frigoríficos para estocagem do pescado. iminência de estados calamitosos e de emergência. as áreas piscosas existentes no âmbito do Município. Art. junto às comunidades pesqueiras.incentivar a organização de pescadores em colônias. nas áreas selecionadas. VI . atuando.O Município apoiará e estimulará a criação.acelerar o processo de regularização fundiária em áreas selecionadas. destinadas a pequenos produtores. Art.divulgar. ou no exercício de função reguladora. Art. visando a reduzir o custo e proporcionar melhor acesso da população a esse produto. sobras de dendê. XIII .fomentar a criação de peixes em lagos.Estimular o criatório de aves e ampliação dos plantéis. cooperativamente com o Estado e a União.identificar e divulgar processo nativos de beneficiamento do pescado. 417 . de modo a minimizar os danos ecológicos e garantir o suprimento alimentar à população.simplificar e reduzir. na forma da lei. etc. por intermédio de linhas especiais de crédito para financiamento ao pequeno produtor.II . a preços acessíveis. III . à eliminação da concorrência e ao aumento arbitrário do lucro. 418 . nas áreas selecionadas.farinha de peixe. açudes. VII . XIV .incrementar a produção de ração animal a partir de produtos regionais . especialmente as que visem à dominação dos mercados. ao mínimo. os custos da regularização fundiária. farelo de arroz. no disciplinamento dessas atividades. cesta básica de alimentos que já integrem o hábito alimentar da população e supram as necessidades orgânicas do indivíduo. através de campanhas sanitárias sistemática. X .O Município reprimirá. barragens e outros sistemas de cursos d'água controláveis.O Município. VIII. manifesto sob suas distintas formas.instituir políticas de distribuição de pescado. em casos de crise.

. o Sindicato do Comércio Varejista dos Feirantes de Manaus. representantes da comunidade. feiras itinerantes para possibilitar à população de baixa renda. principalmente: I . tendo por alvo.Fica criada a Comissão de Abastecimento como órgão técnico de apoio ao Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico. mediante utilização da estrutura distrital. o acesso aos produtos básicos de alimentação. SEÇÃO IV DA DEFESA DO CONSUMIDOR Art. Art. 423 . principalmente. definidos em lei. conforme dispuser a lei. função indutora com vistas a estimular e incentivar a formação de estruturas simplificadas de comércio na periferia urbana.O Poder Executivo dotará as Regiões Administrativas de mercados ou feiras cobertas e promoverá em bairros. 419 . com vistas a garantir. na qual terão representação o Sindicato do Comércio Varejista. devendo. concedendo-lhes anistias ou remissão tributária.desenvolvimento de cooperativas de produção. promover a distribuição de mudas. em tais casos. Art. nos assentamentos populacionais de sua iniciativa.Ficará a cargo da Prefeitura ou empresa concessionária. favorecendo-lhes serviços de assistência técnica e. no âmbito público e privado. 424 . consumo e outras formas de associação. onde não exista feira fixa.O Executivo estimulará a implantação de hortas caseiras e comunitárias. prioritariamente. 422 . além de outros. dispondo de participação paritária. o transporte e estrutura necessária à viabilização das feiras itinerantes. com ação descentralizada. também. 420 . em casos excepcionais. sementes e adubos. 42l . Art. bem como a implantação de empresas de impacto reduzido.O Município se empenhará na defesa dos direitos do consumidor mediante o desenvolvimento de ações de caráter motivacional ou coercitivo. Parágrafo único . Art.O Município deverá regulamentar e fiscalizar a venda de guloseimas. Art. o aumento do número de empresas e do poder aquisitivo da população.a qualidade e higiene dos alimentos posto à disposição da população para consumidor.O Município exercerá. por custos menores.

cassação do Alvará de Localização e Funcionamento para as pessoas jurídicas.A atuação do Município. VIII .veículos de transporte de cargas perecíveis e de passageiros. II .adoção de mecanismos de coerção. cozinhas e outros similares. III .O Município desenvolverá sua ação.lavanderias. 426 . as diferentes penalidades ou sanções administrativas a serem aplicadas àqueles que transgredirem o direito do consumidor. os seguintes instrumentos: I . entre outros. efetivar-se á pela: I . restaurantes.controle na utilização de produtos tóxicos e insumos químicos no processamento de substâncias ou produtos para alimentação. principalmente à saúde. inexistência de precedência e caso de reincidência.ação coordenada e cooperativa com o Estado e com a União. Art. III .o rigor sanitário nos logradouros ou instalações de uso coletivo público ou em instituições privadas. Art. principalmente: I . II . bem . IV . desmistificação de conceitos ou mecanismos que conduzam as pessoas a enganos ou erros.a efetividade. regularidade e qualidade dos serviços públicos. no que tange a defesa do consumidor. indução e punição contra os praticantes de atos prejudiciais aos cidadãos. hotéis. pensões. que visem à elucidação de fatos. VI . burla de autenticidade ou garantia. 427 .difusão de informações à população.O Município manterá organismos de atuação específica e especializada para o cumprimento das finalidades aqui definidas.Serão estabelecidas em lei.fiscalização sanitária. mercados e outros locais de venda. de pesos e medidas. Parágrafo único . III . abusos de preços.nos locais de fabricação ou manipulação de produtos destinados à alimentação. IV . lanchonetes. V .estabelecimentos de normas que resguardem o consumidor de ações lesivas aos seus direitos e saúde. Art.banheiros coletivos e públicos. a lei observará.II . V . VI .refeitórios de uso coletivo.locais públicos de recreação. como observância de gradualidade. Parágrafo único .punição administrativa para os chefes de repartição da administração direta.áreas ao ar livre. VII . II . incorreção.feiras.Para os casos de reincidência. nas quais sejam processados ou manipulados alimentos. 425 .

assim como as pessoas com idade superior a quarenta e cinco anos. levando em consideração: a) as características de freqüência de pessoas que permitam o exercício da atividade. de forma a não concorrer com o comércio estabelecido.bebidas alcoólicas.O Poder Executivo deverá observar os seguintes critérios para a regulamentação do exercício da atividade: I . a qualquer momento. terão prioridade para exercer o comércio eventual ou ambulante do Município.O exercício do comércio ambulante. b) a existência de espaços livres para exposição das mercadorias. retirados produtos determinados.como os dirigentes das entidades da administração indireta e fundacional. independente da responsabilidade civil e criminal.o estabelecimento do zoneamento dos locais com demarcação das áreas necessárias à atividade. competindolhe disciplinar e regulamentar essa atividade. Art. c) o tipo de mercadoria.Fica expressamente proibida a utilização e comercialização.Os portadores de deficiência física e de limitação sensorial. . II .O exercício da atividade de comércio ambulante será concedido mediante a expedição de um alvará e documento especial de identificação com o pagamento de uma contribuição anual. logradouros públicos ou de porta em porta. 431 .verduras e estivas em geral. 429 . de: I . dependerá sempre de licença do Poder Executivo. no limite do Município de Manaus. III . por parte dos vendedores ambulantes. em vias e logradouros públicos. Art. em vias.o horário a que está sujeito o comércio ambulante. II . SEÇÃO V DO COMÉRCIO AMBULANTE Art. revertida para o Fundo Municipal de Desenvolvimento Econômico e Social. Parágrafo único . com distribuição dos espaços por categoria. da qual poderão ser. 430 .Considera-se comércio ambulante aquele que é exercido por pessoa autônoma.a lista de mercadorias comerciáveis. Art. igual a cinco UFMs (Unidade Fiscal do Município). Parágrafo único . 428 . no interesse público.

07.Fica vedada. estaduais e municipais e aos .O Poder Executivo disciplinará a utilização dos espaços objeto do "caput" deste artigo e o exercício das atividades previstas em seu § 2º.mercadorias eletro-eletrônicas. V .o uso de gás liquefeito de petróleo-GLP. a atividade de comércio ambulante nas áreas de em torno. I . § 1º . nesta Lei. devendo ser observados os aspectos de segurança e higiene. ainda. REDAÇÃO DADA PELA EMENDA Nº 01/93. 434 . Ver. para o exercício do comércio ambulante e a instalação de pontos fixos de vendas de comidas e bebidas típicas. o trecho da Av. Sete de Setembro e a parte final da Rua Barão de São Domingos. como terçado. V . IV . 433 . § 2º .Paço Municipal. no raio de 300 metros dos imóveis protegidos pela legislação do patrimônio-histórico.Palácio da Justiça.Nas feiras itinerantes. Art. II . definido.armas e utensílios. especialmente: I . Eduardo Ribeiro entre a Rua Marquês de Santa Cruz e a Av. 432 .as praças Oswaldo Cruz e 15 de Novembro. Parágrafo único .Biblioteca Pública. tesoura. § 3º .as praças Tenreiro Aranha e Torquato Tapajós. II .Os alimentos preparados no local dependerão de autorização específica. chave de fenda. sendo-lhes vedada a comercialização de produtos alimentícios em geral.Excetuam-se da vedação.Teatro Amazonas. Art. objeto deste artigo e seu parágrafo 1º. Art. 09. box de informações turísticas de órgão oficial. faca. III .Ficam vedados o comércio ambulante e a instalação de pontos fixos de venda de quaisquer produtos no espaço urbano. formão. excetuadas as seguintes áreas e preservados os cruzamentos de ruas.III . será reservado um espaço para vendedores ambulantes. através da instalação de equipamentos urbanos para acomodação de camelôs e comercialização de refeições rápidas.93. WASHINGTON RÉGIS. as bancas de revistas. canivete. IV . destinados a pontos fixos de vendas.Palácio Rio Negro. como Sítio Histórico.Nas datas fixadas para os feriados federais. punhal. fotógrafos.

(*) Emenda nº 003/97.As declarações de bens serão publicadas no órgão Oficial do Município.24 de outubro . na proporção mínima de um quarto dos imóveis cadastrados. sob pena de responsabilidade.A partir da data da promulgação desta Lei. sendo permitidas as atividades indispensáveis.A renovação do cadastro imobiliário do Município será realizada observando a periodicidade de dois em dois anos. com prazo máximo de trinta dias para a decisão final da autoridade competente. Art.Fica o Poder Executivo obrigado a remeter à Câmara Municipal.domingos. Art. 439 .Antes de assumir e de deixar o exercício de cargo de qualquer natureza. Art.10. no máximo 30 dias após o encerramento de cada trimestre.5 de setembro .Todas as Câmaras que integrem os Conselhos de que dispõe esta Lei. os titulares do Poder Executivo e Legislativo e ocupantes de cargos em comissão estão obrigados a fazer expressas declaração de bens. Art. . pelos órgãos da Administração direta. Parágrafo único .elevação de Manaus à categoria de Cidade. Parágrafo único .97 Art. de 21. de que conste a sua origem. 440 . no período. no prazo de trinta dias da posse e da exoneração. referindo o nome do órgão recebedor.Os processos de aposentadoria e. indireta e fundacional. estão nulos todos os atos limitativos do livre exercício de qualquer atividade econômica.São feriados municipais. terão tramitação sumária no âmbito da administração. destinados a comemorações da coletividade: I . o Poder Executivo definirá áreas no centro urbano para o livre exercício do comércio ambulante.elevação do Amazonas à categoria de Província. Art. na forma da lei. TÍTULO VI DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. * Parágrafo único . especialmente aqueles por invalidez. em forma de feira. a razão do pagamento e o respectivo valor.Fica revogada a Lei nº 1769. 441 . de 3 de setembro de 1985. 438 . à conta do respectivo Poder. no âmbito municipal.O comércio e as instituições públicas não funcionarão nessas datas. relatório circunstanciado dos gastos publicitários efetuados. 436 . 437 . II . 435 .

O Arquivo do Município fará a consolidação das leis e decretos editados em data anterior à estabelecida no "caput" deste artigo. 2º . o plano de Cargos e Salários e o Estatuto do Servidor Público Municipal. observados os princípios estabelecidos nas Constituições da República e do Estado e nesta Lei.O Poder Executivo deverá encaminhar à Câmara Municipal. no ato e na data da promulgação. no prazo máximo de 180 dias. a decisão aos Conselhos respectivos. 4º .Os servidores públicos do Município da administração direta. com prazo definido e fim específico. Art. 3º . cujo .O Prefeito. § 2º .A partir da data de promulgação desta Lei.O tempo de serviço dos servidores referidos neste artigo será contado como título quando se submeterem a concurso para fins de efetivação na forma da lei. o Presidente da Câmara Municipal e os Vereadores prestarão. objetivando a organização do Arquivo do Município. 1º . funções e empregos de confiança ou em comissão. Parágrafo único . Art. ATO DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS Art.O disposto neste artigo não se aplica aos ocupantes de cargos. há pelo menos cinco anos continuados. autárquica e das fundações públicas. no prazo de 60 dias. em exercício na data da promulgação da Constituição da República. Parágrafo único . no prazo máximo de 90 dias. e que não tenham sido admitidos na forma regulada no artigo 37 da Constituição da República. nem aos que a lei declare de livre exoneração. 6º .Ficam revogadas todas as procurações outorgadas pelo Poder executivo Municipal. são considerados estáveis no serviço público. 5º . nacional ou internacional. a nível de homologação e recurso. fazer cumprir e manter esta Lei. exceto os Conselhos de Administração e Fiscal dos órgãos da Administração indireta. cabendo. Art. Art.O Executivo remeterá ao Legislativo. § 1º . existentes em contratos e convênios com entidades de direito público e privado.Ficam extintos todos os Conselhos que não estejam previstos nesta Lei. Parágrafo único . Art. o juramento de cumprir. a proposta de regulamentação do Conselho Municipal de desenvolvimento Urbano e. dos demais Conselhos Constantes desta Lei. será dado início à nova ordem cronológica na numeração das leis municipais.gozarão de autonomia deliberativa no âmbito operacional.O Poder Executivo poderá outorgar procuração a seus servidores.

.Para fins do disposto no artigo 103.A contar da promulgação da presente Lei. EMENDA Nº 10/94. Art. exceto quando se tratar de servidor. os imóveis destinados a . excluindo-se. 02. § 7º. § 3º .Para fins do que trata o "caput" deste artigo. reajustado na forma da lei. conforme dispõem os artigos 342 e 235. ou considerado em estado de invalidez permanente. desta Lei. § 2º . com o benefício sendo pago a partir do término do mandato. na área definida como Centro Antigo Histórico. a contar da data de publicação do Estatuto do Servidor Público. § 4º ._ viúva ou viúvo.Obrigado a edificar ou contratar uso de imóveis para o serviço público.A invalidez permanente será comprovada na forma do artigo 218 do Regimento Interno desta Câmara Municipal. 9º . nem contratará aluguel. só poderá fazê-lo em área identificada como Centro Urbano e Centro de Expansão Urbana. ANTÔNIO SANTINO. o Poder Público Municipal não edificará prédio. 10 . vedada a prorrogação a qualquer título.Excetuam-se das regras definidas no presente artigo. também durante o mandato. fica estabelecida a data de 31 de dezembro de 1990 como limite máximo para o Poder Público tomar as providências cabíveis à resolução.tempo de serviço não será computado. é devida pensão mensal equivalente ao subsídio fixo do Parlamentar.Dentro de 180 dias. Ver. o Centro Antigo tombado por esta Lei. nessa data. desta Lei. dos referidos contratos. Art. proceder-se-á à revisão dos direitos dos servidores públicos inativos e pensionistas e à atualização dos proventos e pensões a eles devidos. Art. § 1º . firmados antes da instalação da Comissão Especial da Lei Orgânica. serão respeitados os contratos com prazo em vigor. falecido no exercício do mandato.95. cessão de uso a seu favor ou comodato.Para os contratos em vigor com prazo indeterminado. companheiro ou companheira de Vereador. 8º .03. para solicitarem seu enquadramento. II. a fim de ajustá-los ao disposto nas Constituições da República e do Estado e nesta Lei. a contar da promulgação desta Lei. Parágrafo único . Art. § 2º. da primeira. 7º . os servidores já aposentados terão um prazo de 180 dias.

propondo ao Poder Legislativo medidas cabíveis. Art. a contar da data da promulgação desta Lei. dotação própria para satisfaço do débito com a Previdência Social. anualmente. pela administração municipal. 17 .As condições de concessão. Parágrafo único . revogando-se todas aquelas que se refiram a mais de um imóvel. a Câmara Municipal promoverá. devendo. 18 . incidente sobre os imóveis enquadrados como habitações econômicas. 11 . da Constituição da República. critérios.No prazo de um ano. localizados na periferia da cidade. da Constituição da República. 14 . que deverá ser localizado fora do perímetro central da cidade de Manaus.As isenções tributárias. concedidas aos proprietários de habitações econômicas. a cada dois anos. na forma do artigo 57. da Constituição da República.A Lei Orçamentária de 1990 poderá ser revista para compatibilizar-se com as disposições desta Lei.Ficam revogadas todas as isenções de impostos municipais concedidas. Art. no entanto. ser avaliada a cada quinqüênio. exceto as de imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana. referida no artigo 169.A vigência da Política de Incentivos.013. Art.Até a promulgação da lei complementar.Quando a despesa com pessoal exceder o limite previsto neste artigo. Art. deverá ser reduzido o percentual excedente à razão de um quinto por ano. 16 . através de Comissão Especial. Art. serão revistas. do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. ora em vigor.O Poder Executivo reavaliará todos os incentivos fiscais de natureza setorial. Art. em seu orçamento até a sua liquidação. exame analítico e pericial dos atos e fatos geradores do endividamento do Município. Art. o Município não poderá despender com pessoal mais que 65 por cento do valor das respectivas receitas correntes. 12 . 13 .O Município consignará. estabelecida nesta Lei. 19 . 15 .A Comissão terá a força legal de Comissão de Inquérito. § 5º . a contar da promulgação desta Lei. assim definidas em lei. Parágrafo único .A legislação fiscal do Município de Manaus será adaptada de modo a preservar a Zona Franca de Manaus como instrumento de desenvolvimento. . conforme estabelece o artigo 40. Art. Art. normas e operacionalizão dos incentivos fiscais e extrafiscais serão formuladas pelo Poder Executivo e encaminhadas à Câmara Municipal no prazo máximo de 90 dias. o Poder Executivo submeterá ao Poder Legislativo o projeto do Centro Administrativo. do Ato das Disposições Transitórias. de conformidade com o que estabelece o artigo 41.postos médicos. hospitais ou atendimento médico de urgência. até o referido limite.No prazo de 180 dias. será até o ano 2. Parágrafo único . da Constituição da República. do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.

§ 2º . ou outra unidade referencial.toda área urbana compreendida entre os limites da 1ª Região Administrativa e Estrada do Tarumã. para a regularização de pagamento de tributos municipais. que atenda aos empregados. que vier a substituí-lo. Art.Até que seja fixada a lei complementar federal.acréscimo anual de 20 por cento do valor da alíquota para aqueles localizados na área urbana de concentração esparsa. Parágrafo único . após diligências de . após a promulgação desta Lei. II . conforme o artigo 8º. quando. sub-utilizado ou nãoutilizado obedecerá aos seguintes critérios: I . a progressividade do imposto para o solo urbano não-edificado.As microempresas deverão requerer ao Município.BÔNUS DO TESOURO NACIONAL. Art. além do atendimento às exigências já regulamentadas. 25 .Fica o Poder Executivo autorizado a expedir o Alvará de Licença Provisório no ato de inscrição da empresa. 21 . II .Para concessão do Alvará de ampliação de edificações industriais na sede do Município. desta Lei. Cidade Nova e final do Distrito Industrial II.Consideram-se. § 1º .Até a entrada em vigor da Lei Municipal a que se refere o artigo 135. a alíquota do imposto municipal sobre venda a varejo de combustíveis líquidos e gasosos não excederá a três por cento. no prazo de até 120 dias. desta Lei. Art. pelas microempresas. será considerado: I .Os benefícios de que trata este artigo não se estendem aos débitos já quitados e aos devedores que tenham Vereadores como sócios. Art. § 3º . o benefício de que trata este artigo.Fica concedido o prazo de 30 dias.a área de que trata o artigo 342. o interessado deverá comprovar a existência de creche diretamente mantida pela empresa ou conveniada. ainda que ajuizados. III . 22 .000 BTNs . a contar da data da promulgação desta Lei.acréscimo anual de 50 por cento do valor da alíquota para aqueles localizados no centro urbano de concentração densa. de todos os imóveis erguidos no Distrito Industrial. Entrada da Cidade Nova.Para efeito da cobrança do imposto progressivo.centro antigo tombado . desta Lei. III .Art. § 1º. as pessoas jurídicas e as firmas individuais com receitas anuais de até 70. de que trata o artigo 342. Avenida Santos Dumond.acréscimo anual de 70 por cento do valor da alíquota para aqueles localizados no centro antigo tombado. 20 . corrigidos monetariamente.centro urbano de concentração densa . com prazo de validade de 20 dias. da Constituição do Estado. Art. estão anistiados a partir da promulgação desta Lei. 23 .Os débitos fiscais devidos ao Município até 31 de dezembro de 1989.o trecho compreendido pela 1ª Região Administrativa. 24 . para efeito deste artigo.área urbana de concentração esparsa .

Rua Paraíba. desta Lei. Rua Paraíba. Estrada Torquato Tapajós.PDLI. sendo facultado ao Poder Executivo. Constantino Nery. se constituirão na forma e limites expostos a seguir: 1ª Região .Para efeito do que dispõe o artigo 233. 7º Região . de que trata o "caput" deste artigo. § 1º . 2º Região . Rua A. A Oeste . após a promulgação desta Lei.Centro Trecho compreendido com a seguinte limitação: Ao Norte .(área de Expansão Urbana) Trecho compreendido entre Diretriz L04 -PDLI e Distrito Industrial II até o Igarapé do Leão e Puraquequara. Diretriz L04 -PDLI. Avenida Constantino Nery. 26 .o igarapé do Mestre Chico. 4º Região . Art. industria e comércio em geral. Rua A do Conjunto Residencial Ponta Negra em seu prolongamento. Igarapé do Mindu. 5º Região . Av.o eixo das Avenidas Álvaro Botelho Maia e Caco Caminha. de sete Regiões Administrativas. Ao Sul . o Poder Executivo Municipal regulamentará os horários de funcionamento das escolas.Setor Sul Trecho compreendido entre o Igarapé do Educandos. Av.Rio Negro A Leste . inicialmente. Igarapé do Mindu.o igarapé de São Raimundo.Setor Centro-Oeste Trecho compreendido pelo perímetro formado pelas vias: Diretriz L04 . Pedro Teixeira.Setor Sudoeste Trecho compreendido pelo perímetro formado pelo eixo das seguintes vias: Avenida da Torre e Diretriz L04 . estabelecendo períodos diferenciados entre estes. proceder aos ajustamentos necessários a sua compatibilização com o crescimento da cidade.direito. Avenida Pedro Teixeira. Art. o espaço urbano do Município se integrará. . Limites do Distrito I e II. 6º Região . Igarapé do Puraquequara. através de lei.Setor Norte . Limites do Distrito Industrial I e II e Igarapé do 40. Igarapé do São Raimundo. Estrada do Tarumã. Estrada da Ponta Negra.PDLI até a Estrada Torquato Tapajós. Diretriz L04 -PDLI.Setor Leste Trecho compreendido entre Boulevard Álvaro Maia. Rua Caco Caminha. 3º Região .As Regiões Administrativas. emitirá o Alvará definitivo. 27 .Setor Sudoeste Trecho compreendido entre o igarapé do Mestre Chico. Rio Amazonas e Rio Negro. do Conjunto Ponta Negra em seu prolongamento. Avenida Constantino Nery. Igarapé do Quarenta. Estrada da Ponta Negra.No prazo de 60 dias.

serão observados os critérios estabelecidos no artigo 19 e seus parágrafos. após a promulgação desta Lei. da Constituição do Estado. e. as denominações dos bairros com a finalidade da oficialização e eliminação de titulações esdrúxulas e alheias à cultura local. providenciando placas indicativas para identificação das mesmas. § lº . 32 . ruas e praças de Manaus.O Poder Executivo está obrigado a proceder. todas as doações. a contar da data de promulgação desta Lei. mediante apresentação da planta baixa.§ 2º .A construção de muros e calçadas no sítio Histórico de que trata o artigo 247 desta Lei. com a colocação de placas padronizadas e a respectiva numeração de quadras e casas. o Poder Executivo expedirá normas desburocratizantes. 35 . dentro de 180 dias. 30 . desta Lei. devendo o Poder Executivo determinar a modificação dos empreendimentos que infringirem a presente regra. 29 . Art. Art. mediante cobrança das taxas. sob pena de cancelamento do Alvará ou suspensão do habite-se. está isenta de pagamento de quaisquer taxas.No prazo de 90 dias. do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.Serão revistas. o Poder Executivo promoverá a identificação das avenidas. 31 .Somente o Município dará nome às novas ruas. que procederá em igual prazo. visando a regularizar o arquivamento dos loteamentos particulares.Para a revisão. Art. atualização e adequação dos Códigos de Obras e de Postura do Município e Lei de Uso do Solo. Parágrafo único . Art. à revisão. 34 .No prazo de 180 dias. contados da promulgação da presente Lei. se efetivadas no prazo de 60 dias. Parágrafo único .Fica proibida a utilização da denominação de prédios públicos. realizadas de primeiro de janeiro de 1962 até a data de promulgação desta Lei.O Poder executivo poderá estender o prazo por mais 60 dias para atendimento do disposto no "caput" deste artigo. autorização e multas. no prazo máximo de 300 dias. Art. 33 . Art. pela Câmara Municipal.No prazo de um ano. vendas e concessões de terras com área superior a duzentos e cinqüenta metros quadrados. Art. ajustando-os aos princípios estabelecidos por esta Lei. multas e licenças a que alude o . Art. o Poder Executivo procederá ao levantamento dos conjuntos que não preencham os requisitos do artigo 231. através de Comissão Especial. 28 . nos três anos a contar da data da promulgação desta Lei.Serão revistas pela Câmara Municipal. após a promulgação desta Lei.A delimitação da área urbana passa a considerar a Diretriz L04 -PDLI o limite da área do Distrito Industrial II. em empreendimentos privados de qualquer natureza. no prazo de 30 dias. encaminhará ao Poder Legislativo para fins de denominação. por Lei.

acrescido de multa e correção monetária. Art. inclusive área urbana e rural irregulares.O mesmo estudo deverá contemplar e delimitar as áreas de risco na cidade em relação a possíveis ocorrências de alagação. II .O Poder Executivo realizará. Parágrafo único . para fins de alocação de equipamentos urbanos e de apoio às atividades produtivas. no prazo máximo de seis meses.ficam regularizados. imputando ao proprietário do imóvel o ressarcimento das despesas. o prazo para regularização. observado o que segue: I . emitindo os respectivos títulos. pertencentes à Prefeitura.No prazo de seis meses.Para o Centro Tombado. § 3º . ficam obrigados a construir calçadas e muros de frente nos mesmos.nos assentamentos novos. procederá à identificação e delimitação oficial dos bairros e levantamentos dos assentamentos existentes no Município. para efeito de medidas de tratamento preventivo. 36 . procederá. a Prefeitura terá 180 dias para regularização dos membros. Parágrafo único . será de 90 dias. 40 . Art.citado dispositivo. § 2º . completo e detalhado levantamento de todas as áreas públicas de propriedade do Município. 39 . 38 . ao levantamento dos ocupantes de áreas de assentamentos que preencham os requisitos estabelecidos no inciso I. .O Município se ocupará da regularização. Art. a contar da promulgação desta Lei. sob a forma de contribuição de melhoria. urbanização e titulação de áreas de assentamento de famílias de baixa renda. III . sem que seja efetivada a construção de muros e calçadas.Decorrido o prazo de 60 dias. a Prefeitura executará os serviços. os proprietários de imóveis situados em ruas com pavimentação asfáltica. com expedição de respectivo título.Fica estabelecido o prazo máximo de dois anos para a Prefeitura implantar as regiões Administrativas previstas nesta Lei. Parágrafo único . os loteamentos já implantados. 37 .O descumprimento desta norma será punido com multa no valor de 100 por cento do IPTU incidente sobre o imóvel.A Prefeitura. após o assentamento. deste artigo. Art.Para fins do disposto no "caput" deste artigo. Art. no prazo de 180 dias. que estejam de conformidade com o que estabelece o artigo 134. mantendo cadastros atualizados sobre as mesmas. a Prefeitura através de órgão competente. da Constituição do Estado.nos assentamentos habitacionais não-regularizados fundiariamente. o prazo de execução de que trata o "caput" deste artigo é de 180 dias. deslizamentos e sinistros. em 120 dias.

Parques Municipais. a Prefeitura efetuará a recuperaç_o.Ficam regularizados os sepultamentos efetuados até a data da promulgação da presente Lei. Art.A Prefeitura dispõe do prazo de 60 dias para realocar o depósito de explosivos a que se obriga. e procederá à restauração dessas áreas. 42 . as questões relativas ao trato de resíduos sólidos.No prazo de 120 dias. 43 . Art.Parques Zoológicos. para que as empresas que atuam no transporte escolar se ajustem ao que preceitua o artigo 262 desta Lei. perigosos e não-perigosos. 4l . Art.Fica estabelecido o prazo de um ano para que sejam regulamentadas. no prazo máximo de um ano. Art. Art. fica proibida a construção. no prazo de 90 dias. Art. a contar da data de promulgação desta Lei. 45 .Reservas Ecológicas. III . 46 . a Prefeitura procederá à comunicação do débito. delimitar e demarcar as áreas que constituirão o Sistema Municipal de Unidades de Conservação. deste artigo. para fins de imediata incorporação à Administração Pública. o Poder Executivo procederá a amplo levantamento dos cemitérios irregulares na sede do Município. da Constituição do Estado. especialmente a recuperaç_o paisagística e restabelecimento das condições de uso. . II . com prioridade do Tarumã. Art.A Prefeitura efetuará a identificação dos agentes depredadores dos logradouros públicos. Praia da Ponta Negra. Art. estabelecido o prazo para sua liquidação. por dispositivo legal a manter. imóveis ou áreas a serem especialmente protegidos. Art. § 2º .No prazo de 180 dias. 50 . efetuando a inscrição do mesmo na dívida ativa. § lº .Até a realização de novo zoneamento da cidade. no bairro de Adrianópolis. no caso do não-ressarcimento. na área pública do Cemitério Tarumã. o Poder Executivo procederá a rigoroso levantamento da utilização do Cemitério São João Batista. de edifícios com mais de seis pavimentos.O Município deverá. 48 . por meio de legislações específicas. contados da promulgação da presente Lei.A Prefeitura definirá.Fica estabelecido o prazo de um ano. devendo o Poder Executivo proceder a rigoroso levantamento e expedição de documentos de propriedade. dentre as quais deverão estar obrigatoriamente incluídos: I . no prazo de 240 dias. correndo o custo decorrente desse procedimento por conta desse agente.Identificados os responsáveis pela depredação. 44 . 49 . 47 .Concluída a recuperaç_o de que tratam o "caput" e § lº. a contar da data da promulgação desta Lei. líquidos. Ponte da Bolívia e Praia do Tupé. com o fim de definir a sua ampliação ou uso continuado. na forma constante do artigo 230. os locais. transferindo para área não residencial. contados da publicação da presente Lei.Art.

priorizando as ações de medicina preventiva. para adolescentes.utilização racional de espaços cedidos por entidades integrantes da comunidade para instalação e funcionamento de turmas de alfabetização de adultos. da Constituição da República. construir hospitais de atendimento infanto-juvenil. do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. em igual prazo. envolvendo as instituições e entidades da comunidade. no prazo máximo de um ano. no âmbito administrativo. pelo menos. o Município deverá criar e implantar Centros de Atendimento Profissional Educacional. de mecanismos de planejamento. II . 5l . Art.O Município deverá. no prazo de 180 dias. o Programa Municipal de Saúde. Art. no prazo de seis meses. proceder à sua relocalização. Através de órgão competente. delimitará as áreas de que tratam os artigos 234 e 296. em colaboração com o Estado e a União. as seguintes ações: I . 55 .A Prefeitura. a partir da promulgação desta Lei. de dotação correspondente a um inteiro e 32 avos da receita resultante de impostos vinculados à educação.A Prefeitura definirá. desta Lei.O Poder Executivo Municipal. no prazo deste artigo. 53 . VI . 52 . bem como definirá os procedimentos a serem adotados em relação a sua conservação. o Município desenvolverá esforços. as áreas apropriadas para atendimento do que dispõe o artigo 249. 50 por cento dos recursos a que se refere o artigos 2l2. para. para eliminar o analfabetismo e universalizar o ensino fundamental.destinação. 54 . da Constituição da República.A Prefeitura deverá identificar e notificar as situações que se enquadrem no citado preceito.promoção de cursos de alfabetização para os pais de alunos nas escolas de matrículas dos filhos. Art.Nos 10 primeiros anos da promulgação da Constituição da República. IV . III .Para eliminar o analfabetismo. Parágrafo único . após a definição de que trata o "caput" deste artigo. Art. Art. por força do artigo 212.utilização dos modernos recursos de comunicação de massa para a ministração de recursos de alfabetização. elaborará.criação de campanhas permanentes de alfabetização. equipar e alocar recursos para manutenção dos mesmos.Art. execução e controle das ações públicas municipais voltadas para a erradicação do analfabetismo.No prazo de até dois anos. no orçamento anual. o Município desenvolverá. com a mobilização de todos os setores organizados da sociedade e com a aplicação de. em regime de oito horas. Parágrafo único . no prazo de três anos. parágrafo único. V . desta Lei. Constituição da República.criação. . como determina o artigo 60. dentre outras. 56 .

A Prefeitura. no prazo máximo de 90 dias. no prazo de um ano. Parágrafo único . Art. Art. Art. Art. 60 . aberta à manifestação livre de qualquer cidadão. até a data da instalação da Comissão Especial da Lei Orgânica. uma política específica para o setor agrícola. de produtores e trabalhadores rurais e das instituições de ensino e pesquisa. contemplando. Art.É vedado ao Município efetuar novos contratos com empresas objeto do "caput" deste artigo. em local adequado. feitas após a instalação da Comissão Especial da Lei Orgânica.A partir da promulgação desta Lei. .A Escola de Serviço Público Municipal será implantada pelo Município no prazo máximo de um ano.O Município. Art. 64 . no prazo máximo de até três anos. o Museu da Cidade de Manaus. que. 59 . será objeto de programação especial. no prazo máximo de dois anos. em débito com os tributos municipais. com a participação efetiva dos órgãos de produção do Legislativo Municipal. Art. no prazo mínimo de um ano. por mais de 90 dias. como bem a ser preservado. Art. 66 .A partir da data de promulgação desta Lei. no prazo de dois anos. 58 . 65 . a partir da promulgação da Constituição do Estado. a questão fundiária e abrangendo todas as atividades inerentes ao setor. devendo edificar local apropriado para este fim. nas escolas da rede pública. são consideradas rescindidas. uma tribuna fixa. na Praça Heliodoro Balbi. a Prefeitura estabelecerá o reordenamento de sua ocupação e a definição dos produtos possíveis de comercialização naquele mercado. fica revogada a concessão de uso ou contrato de qualquer natureza da usina de asfalto de propriedade do Município.Art. Escola de Arte. Art. deverá criar e implantar.O Município organizará e estruturará.Para fins de atendimento ao que se estabelece no "caput" deste artigo. Parágrafo único . independente de licença da autoridade. ficam rescindidos todos os contratos de obras e serviços firmados pelo Município com empresas que se encontrassem.Para fins de concentrações e animações populares. 62 . 63 . também. com a participação da comunidade. o Poder Público não utilizará vias públicas.O Poder Executivo constituirá. 67 . a partir do ano de 1991. revogadas. Orquestra Sinfônica e Coral Municipal. a contar da promulgação desta Lei.O Município definirá.Todas as permissões e concessões de serviços públicos. após a promulgação desta Lei. no prazo máximo de um ano. Art. salas destinadas à educação especial. fará a restauração do Mercado Adolpho Lisboa. a contar da promulgação desta Lei. a contar da promulgação desta Lei. 6l . 57 . cassadas ou nulas. mantendo suas características de centro de comercialização de alimentos.O Executivo Municipal implantará.

O Projeto de Lei referente ao orçamento anual será enviado pelo Prefeito à Câmara Municipal até quatro meses antes do início do exercício financeiro seguinte. caso não seja enviada pelo Executivo a proposta orçamentária no prazo fixado. O PREFEITO MUNICIPAL DE MANAUS.Da Lei Orgânica do Município serão elaborados 10 autógrafos para distribuição. permissões. conforme dispõe o Regimento Interno de sua elaboração. § 2º . DE 07 DE OUTUBRO DE 1991 REGULAMENTA o artigo 437. 68 . 72 . aprovada pela Câmara Municipal.O.O Município mandará imprimir esta Lei para distribuição nas escolas e entidades representativas da comunidade. canceladas as conferidas a empresas que não estejam operando no sistema há. Art. § 1º .As licenças.Se. da Lei Orgânica do Município de Manaus". 69 .A Câmara considerará como proposta a Lei Orçamentária vigente. 180 dias. previstos no artigo 274 desta Lei. pelo menos. será por ela promulgada e entrará em vigor na data de sua publicação. Art. Art. 70 . revogadas as disposições em contrário. gratuitamente. de modo que se faça a mais ampla divulgação do seu conteúdo. usando de atribuições que lhe são . o mesmo será promulgado como Lei. 71 . concessões ou quaisquer outros atos de autorização do serviço de fretamento.Esta Lei. serão revistos no prazo de 30 dias. Art. a Câmara Municipal não devolver para sanção o projeto do que trata este artigo. contados da promulgação desta Lei. até 30 dias antes do encerramento do exercício financeiro.Art. 23/10/91 LEI Nº 101. LEIS REGULAMENTADORAS AUTORIA: Vereador Robério Braga D.

2º .Os feriados Municipais de 5 de setembro e 24 de outubro.000 UFMs ou suspensão do Alvará de Funcionamento por 30 dias. da Lei Orgânica do Município de Manaus. a regra do "caput" do presente artigo. 4º . Art.000 a 5.O não cumprimento das regras previstas na presente Lei implicará em pena de multa de 1. na forma da Lei. ficam impedidas de funcionar. Manaus. Art.Para os fins de que trata o parágrafo único do artigo 437 da Lei Orgânica. de escritório e administração pública municipal e privada no território do Município. industriais. 07 de outubro de 1991 ARTHUR VIRGILIO NETO Prefeito Municipal de Manaus Cláudio Antunes Correia Secretário Municipal de Administração .conferidas pelo artigo 80. 3º . as atividades comerciais. LEI Art. nas datas referidas no artigo anterior. serão objeto de ampla comemoração cívica orientada pelo Poder Público. definidos na Lei Orgânica do Município de Manaus. 1º . lojistas. Parágrafo único .Revogadas as disposições em contrário. esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação. FAÇO SABER que o Poder Legislativo decretou e eu sanciono a seguinte.Não se aplica às atividades consideradas essenciais. IV. Art.

.Lino José de Souza Chíxaro Procurador Geral do Município Jefferson Luiz Rodrigues Coronel Secretário Municipal de Comunicação Gilvan Geraldo de Aquino Seixas Secretário Municipal de Economia e Finanças Orlando Cabral Holanda Secretário Municipal de Obras e Saneamento Básico Aílton Luiz Soares Secretário Municipal de Limpeza pública Wilson Duarte Alecrim Secretário Municipal de Educação Antonio Evandro Melo de Oliveira Secretário Municipal de Saúde Paulo Henrique de Paixão e Silva Secretário Municipal de Mercados e Feiras Maria Rita Furtado Rodrigues Secretária Municipal de Ação Comunitária Abel Rodrigues Alves Secretário Municipal de Defesa do Meio Ambiente Mário Bezerra de Araújo Secretário Municipal de Planejamento.

1º . postos de serviço de órgãos públicos municipais ou de entidade representativa do empresariado do setor. inciso IV. FAÇO SABER que o Poder Legislativo decretou e eu sanciono a seguinte. serviço da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. O PREFEITO MUNICIPAL DE MANAUS. deverão ser utilizados serviços bancários disseminados na cidade. de 30 de setembro de 1993 AUTORIA: Vereador ROBÉRIO BRAGA D. Art.LEI Nº 212. 2º . será feita de forma amplamente descentralizada e ininterrupta. que representam no mínimo 15 (quinze) pontos diversos de venda. da Lei Orgânica do Município. . unidade de ensino público.Para os fins definidos no artigo anterior.A venda antecipada de passagens de qualquer tipo em transporte coletivo urbano em Manaus. LEI Art.O. no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 80. 05/10/93 "REGULAMENTA o artigo 260 da Lei Orgânica do Município de Manaus e dá outras providências".

§ 2º .A presente Lei obriga os concessionários.00 UFM por dia. seja através de entidade de classe. justificada e imediata ao Poder concedente ou permissionário. entidade que os represente. 6º .A infração das normas estabelecidas na presente Lei obrigará o Poder concedente a intervir na venda antecipada. 8º . 4º . salvo motivo de força maior que obrigará comunicação expressa. 3º .Fica vedada a suspensão da venda antecipada de passagens em transporte coletivo urbano. a partir de 31 . Art.O valor a ser compensado é igual a 50% do índice da inflação do IBGE. seja diretamente. Art.Art. Art.Estando a venda antecipada de passagens no âmbito da iniciativa privada. Art.No caso do atraso ser superior a trinta dias.Serão compensados do custo total do transporte coletivo. anunciar as providências saneadoras e fixar prazo de duração da medida. e será ampla e oficialmente divulgada pelo Poder concedente. 9º . pelo mesmo preço da passagem cobrada ao tempo da suspensão. § 3º . dias contados da publicado desta Lei. é obrigatória a prestadio mensal de informações ao órgão público municipal gerenciador do sistema de transporte coletivo relativamente ao número de passagens vendidas. os ganhos de capital decorrentes da aplicação do dinheiro resultante da venda antecipada de passagens pelas empresas.O atraso na informação será punido com a multa de 1. Art. a multa será de 10. sendo o atraso de entidades de classe. a empresa perderá a concessão das linhas. Parágrafo único . e durante igual período.Fica fixado em 45 (quarenta e cinco). o prazo de implantação e funcionamento regular do serviço ora regulamentado. § 2º . contratado ou não. seja diretamente pelas empresas. de direito público ou privado que venha a proceder a venda de passagens antecipadas para uso em transporte coletivo urbano. os concessionários ou permissionários do serviço ficam obrigados a proceder a venda antecipada quando da regularização da atividade. no prazo de 24 horas.O prazo para prestar tal informação é de cinco dias úteis. § 1º . sob pena de responsabilidade da autoridade competente. 5º . exploradores do serviço a título precário. 7º .A comunicação da suspensão da venda antecipada deve explicitar os motivos. § 1º . na forma de regras definidas pelo Poder concedente e amplamente divulgadas. empresa contratada para tal venda e a qualquer órgão ou entidade. Art.00 UFM dia. para fins de cálculo da planilha do preço da passagem do transporte coletivo. permissionários. de forma a repor prejuízos causados aos usuários. discriminando dia a dia.O cadastro de adquirente de passagens antecipadas poderá ser revisto semestralmente. para fins de restabelecimento da venda regular. a qualquer tempo e a qualquer título. fora o mês a que se referir. seja através de entidade de classe.Caracterizada tal circunstância.

30 de setembro de 1993.Revogadas as disposições em contrário. 10 . Art. AMAZONINO ARMANDO MENDES Prefeito Municipal de Manaus KLINGER COSTA Procurador Geral do Município JOSÉ ALVES PACÍFICO Secretário Chefe do Gabinete Civil ODACI DE LIMA OKADA Secretário Chefe de Gabinete Militar ALFREDO PEREIRA DO NASCIMENTO Secretário Municipal de Economia e Finanças SILVIO ROMANO BENJAMIN JÚNIOR Secretário de Administração MÁRIO ADOLFO ARCYE DE CASTRO Secretário Municipal de Comunicação Social CARLOS EDUARDO DE SOUZA BRAGA Secretário Municipal de Obras. Manaus. esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação. Saneamento Básico e Serviços Públicos JOSÉ MELO DE OLIVEIRA Secretário Municipal de Educação .dias.

Abastecimento e Fomento à Micro e à Pequena Empresa .ILIDO DE ALMEIDA LIMA Secretário Municipal de Saúde AFONSO LUIZ COSTA LINS Secretário Municipal de Desenvolvimento e Meio Ambiente CLEBER CID GAMA SANCHES Secretário Municipal de Cultura. Desporto e Lazer FRANCISCO DE ASSIS FARIAS RODRIGUES Secretário Municipal de Organização SocialFundiária PAULO DA CUNHA FREIRE Secretário Municipal de Agricultura.

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