P. 1
Sugestão de experimentos de física com materiais de fácil acesso - UNESP

Sugestão de experimentos de física com materiais de fácil acesso - UNESP

|Views: 6.269|Likes:
UNESP - Experimentos de Física
UNESP - Experimentos de Física

More info:

Categories:Types, Research, Science
Published by: José Neres Almeida Jr on Mar 20, 2012
Direitos Autorais:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

08/13/2013

pdf

text

original

SUGESTÃO DE EXPERIMENTOS PÃRÃ O 9º ÃNO

1. http://www2.fc.unesp.br/experimentosdefisica/

Bexigas Carregadas

Objetivo Mostrar a existência de cargas elétricas e suas propriendades.

Contexto Alguns materiais apresentam, sob determindas condições, fenômenos elétricos que podemos explicar usando um modelo teórico. Estes fenômenos são observados pelo homem desde a antigüidade. E desde então houveram vários modelos que foram propostos para tentar explicar a sua origem. O modelo que melhor explicou tais fenômenos é o modelo de cargas elétricas, que é usado até os dias de hoje. Este modelo prevê a existência de dois tipos de cargas elétricas, uma carga de sinal positivo e outra de sinal negativo. Para explicar os fenômenos elétricos que eram observados, foi proposta a lei da atração e repulsão: cargas elétricas de mesmo sinal se repelem entre si e cargas elétricas de sinais opostos se atraem entre si. Veja o esquema das leis de atração e repulsão na figura abaixo.

Os materiais em seu estado fundamental são neutros; a somatória de suas cargas elétricas é nula. É por isso que os fenômenos elétricos só podem ser observados em determinadas condições, ou seja, para que haja repulsão ou atração entre dois ou mais materiais é preciso que a somatória de suas cargas não seja nula. Isso quer dizer que é preciso que hajam cargas positivas ou negativas em excesso no material. É possível fazer com que um material que está neutro fique carregado eletricamente. Para isso basta fornecer ou retirar algumas cargas elétricas neste material, fazendo com que ele fique com uma carga líquida positiva ou negativa. Este processo é chamado de eletrização. Há vários métodos de eletrização que são empregados, de forma que cada método é usado dependendo do resultado que se quer obter. A eletrização só se dá entre materiais isolantes, pois os materiais condutores não tem a capacidade de reter cargas elétricas, pois elas escoam pelo material. Já os materiais isolantes não permitem que as cargas se movimentem em seu interior. Neste experimento, para demonstrarmos a existência de cargas elétricas, utilizaremos do método de eletrização por atrito. Esta eletrização é feita com dois materiais de características elétricas diferentes. Um deve ter mais facilidade para receber cargas negativas, estes materiais são chamados de eletronegativos e o outro deve ter mais facilidade para doar cargas negativas, estes são chamados de materiais eletropositivos. Assim quando estes materias são atritados as cargas negativas migram de um material para o outro. Ao afastá-los um deles terá recebido cargas elétricas negativas, se tornando um material eletrizado negativamente. E o outro se tornará um material eletrizado positivamente, pois ao doar cargas negativas, ficou com excesso de cargas positivas em seu interior. Como mostra a figura abaixo.

Podemos a partir daqui compreender como se dá a repulsão e a atração entre materiais carregados. Para que haja repulsão entre dois materiais, eles devem estar carregados com a mesma carga. Ao serem aproximados haverá uma força de repulsão entre eles que se opõe à aproximação. Veja a figura abaixo.

Para que haja atração entre dois materiais é preciso que eles estejam carregados com cargas elétricas de sinais opostos ou que um deles esteja carregado e o outro neutro. A atração entre um material carregado e outro neutro é mais comum, pente e papel por exemplo, e pode ser explicado utilizando-se da idéia da formação de dipolos elétricos, fenômeno comumente citado como "separação de cargas".

O átomo neutro torna-se um dipolo elétrico quando os centros de carga positiva e negativa se separam. Isto acontece quando ele é submetido à ação de outras cargas elétricas.

Se um material tem uma superfície eletrizada e se aproxima de um material neutro elétricamente, os átomos do material neutro se tornarão dipolos elétricos (polarização) na região de aproximação. Por exemplo se aproximarmos um material eletrizado negativamente de um material neutro, as cargas negativas em excesso do material eletrizado vão atrair as cargas positivas dos átomos da região de aproximação e consequentemente vão repelir as cargas de sinal negativo destes átomos. Isso faz o átomo assumir uma nova distribuição espacial na forma de um dipolo, como se fosse um íma, positivo de um lado e negativo de outro. Como mostra a figura abaixo.

Note que o material continua neutro, pois o número de cargas continua o mesmo. A atração é favorecida devido a formação dos dipolos.

Idéia do Experimento Se atritarmos uma bexiga com os cabelos ela se eletrizará, pois a bexiga é um material isolante e se eletriza por atrito.

É importante ressaltar que para se conseguir uma boa eletrização, a bexiga e os cabelos devem estar limpos e secos. Para verificarmos a existência de cargas podemos fazer um experimento simples com duas bexigas. Um primeiro teste é a verificação da repulsão entre elas. Eletrizamos as duas bexigas por atrito com os cabelos. Assim, as duas bexigas receberão o mesmo tipo de carga dos cabelos e ao proximarmos uma da outra elas se repelirão. Note que para garantir que as bexigas irão se eletrizar com as mesmas cargas, elas devem ser do mesmo material e serem eletrizadas no mesmo cabelo. E para se garantir que elas irão se repelir as áreas de aproximação devem ser as mesmas áreas que foram eletrizadas. Veja a figura abaixo.

Para verificarmos a atração entre dua bexigas, eletrizamos por atrito uma bexiga com os cabelos, e aproximamos esta de uma bexiga neutra. Devemos observar neste caso uma atração quando se aproxima a bexiga eletrizada da bexiga que está neutra. As cargas da superfície da bexiga neutra

se rearranjarão em dipolos fazendo com que as bexigas se atraiam. Veja figura abaixo.

Com os testes deste experimento, podemos mostrar a existência de cargas elétricas bem como suas propriedades de atração e repulsão.

Tabela do Material.
Item Observações

Bexigas Encontradas em lojas para festas, bazares, supermercados etc.

Montagem Para fazer a atração entre as bexigas. Encha duas bexigas de forma que elas fiquem firmes e pequenas. Atrite uma delas no cabelo de uma pessoa. Atrite toda a superfície da bexiga no cabelo. Aproxime a bexiga eletrizada da bexiga neutra. Para fazer a repulsão entre as bexigas. Encha duas bexigas de forma que elas fiquem firmes e pequenas. Atrite as duas bexigas no cabelo de uma pessoa. Atrite toda a superfície das bexigas no cabelo. Solte lentamente uma das bexigas sobre uma mesa e aproxime dela a bexiga que ficou na mão.

Comentários Ao encher a bexiga ela deve ficar o menor possível, mas também deve ficar cheia o suficiente para que fique firme. Ao atritar a bexiga com os cabelos, a bexiga e os cabelos devem estar limpos e secos. Ao atritar a bexiga com os cabelos vá girando a bexiga, para que toda a sua superfície fique eletrizada. Dê preferência para modelos pequenos de bexigas, pois ficam firmes e pequenas depois de cheias.

Projeto Experimentos de Física com Materiais do Dia-a-Dia - UNESP/Bauru

2. http://www2.fc.unesp.br/experimentosdefisica/

Eletroscópio

Objetivo Mostrar a existência de cargas elétricas e suas propriendades.

Contexto Alguns materiais apresentam, sob determindas condições, fenômenos elétricos que podemos explicar usando um modelo teórico. Estes fenômenos são observados pelo homem desde a antigüidade. E desde então houveram vários modelos que foram propostos para tentar explicar a sua origem. O modelo que melhor explicou tais fenômenos é o modelo de cargas elétricas, que é usado até os dias de hoje. Este modelo prevê a existência de dois tipos de cargas elétricas, uma carga de sinal positivo e outra de sinal negativo. Para explicar os fenômenos elétricos que eram observados, foi proposta a lei da atração e repulsão: cargas elétricas de mesmo sinal se repelem entre si e cargas elétricas de sinais opostos se atraem entre si. Veja o esquema das leis de atração e repulsão na figura abaixo.

Os materiais em seu estado fundamental são neutros; a somatória de suas cargas elétricas é nula.

É por isso que os fenômenos elétricos só podem ser observados em determinadas condições, ou seja, para que haja repulsão ou atração entre dois ou mais materiais é preciso que a somatória de suas cargas não seja nula. Isso quer dizer que é preciso que hajam cargas positivas ou negativas em excesso no material. É possível fazer com que um material que está neutro fique carregado eletricamente. Para isso basta fornecer ou retirar algumas cargas elétricas neste material, fazendo com que ele fique com uma carga líquida positiva ou negativa. Este processo é chamado de eletrização. Há vários métodos de eletrização que são empregados, de forma que cada método é usado dependendo do resultado que se quer obter. A eletrização só se dá entre materiais isolantes, pois os materiais condutores não tem a capacidade de reter cargas elétricas, pois elas escoam pelo material. Já os materiais isolantes não permitem que as cargas se movimentem em seu interior. Neste experimento, para demonstrarmos a existência de cargas elétricas, utilizaremos do método de eletrização por atrito. Esta eletrização é feita com dois materiais de características elétricas diferentes. Um deve ter mais facilidade para receber cargas negativas. Estes materiais são chamados de eletronegativos. E o outro deve ter mais facilidade para doar cargas negativas. Estes são chamados de materiais eletropositivos. Assim quando estes materiais são atritados, as cargas negativas migram de um material para o outro. Ao afastá-los um deles terá recebido cargas elétricas negativas, se tornando um material eletrizado negativamente. E o outro se tornará um material eletrizado positivamente, pois ao doar cargas negativas, ficou com excesso de cargas positivas em seu interior. Como mostra a figura abaixo.

Podemos a partir daqui compreender como se dá a repulsão e a atração entre materiais carregados. Para que haja repulsão entre dois materiais, eles devem estar carregados com a mesma carga. Ao serem aproximados haverá uma força de repulsão entre eles que se opõe à aproximação. Veja a figura abaixo.

Para que haja atração entre dois materiais é preciso que eles estejam carregados com cargas elétricas de sinais opostos ou que um deles esteja carregado e o outro neutro. A atração entre um material carregado e outro neutro é mais comum, pente e papel por exemplo, e pode ser explicado utilizando-se da idéia da formação de dipolos elétricos, fenômeno comumente citado como "separação de cargas".

O átomo neutro torna-se um dipolo elétrico quando os centros de carga positiva e negativa se separam. Isto acontece quando ele é submetido à ação de outras cargas elétricas.

Se um material tem uma superfície eletrizada e se aproxima de um material neutro elétricamente, os átomos do material neutro se tornarão dipolos elétricos (polarização) na região de aproximação. Por exemplo se aproximarmos um material eletrizado negativamente de um material neutro, as cargas negativas em excesso do material eletrizado vão atrair as cargas positivas dos átomos da região de aproximação e consequentemente vão repelir as cargas de sinal negativo destes átomos. Isso faz o átomo assumir uma nova distribuição espacial na forma de um dipolo, numa situação análoga a um ímã, positivo de um lado e negativo de outro, como mostra a figura abaixo.

Note que o material continua neutro, pois o número de cargas continua o mesmo. A atração é favorecida devido a formação dos dipolos.

Idéia do Experimento Para verificarmos a existência de cargas elétricas e a propriedade de repulsão entre cargas de mesmo sinal, podemos fazer um experimento simples usando um instrumento chamado eletroscópio. A idéia principal do funcionamento de um eletroscópio é fazer com que as cargas elétricas em excesso em seu

interior, sejam divididas em duas quantidades aproximadamente iguais, que por sua vez são guiadas a duas partes móveis e próximas do aparelho. Devido à mobilidade dessas partes e ao fato delas estarem carregadas com o mesmo tipo de carga, elas se afastarão uma da outra. Isto permite mostrar de forma visível a repulsão entre cargas de mesmo sinal. Não é importante neste momento identificar qual o sinal da carga em excesso presente no eletroscópio e sim verificar que cargas de mesmo sinal se repelem. O eletroscópio consiste num frasco de vidro lacrado onde um fio metálico atravessa a tampa desse frasco até o seu interior. No interior do frasco, o fio é dobrado de modo particular e sobre ele é colocado duas lâminas de papel alumínio. No exterior do frasco o fio é envolvido por papel alumínio e amassado sobre ele até que se forme uma pequena bola (veja a figura no final). O próximo passo é atritarmos uma régua com os cabelos. E ela se eletrizará, pois a régua é um material isolante e se eletriza por atrito com determinados materiais. Então toca-se a régua recém eletrizada na bolinha de papel alumínio. Esta fica com excesso de cargas elétricas devido ao contato com a régua. Ou porque perderam cargas para a régua ou porque receberam cargas dela. Sabemos que os metais são condutores, ou seja, são materiais nos quais as cargas elétricas podem se locomover livremente. Logo, quando da transferência ou retirada de cargas da régua para a bolinha de alumínio, o excesso de cargas resultante desta troca se espalha por toda a bolinha (pois como elas se repelem, tendem a se afastar umas das outras), pelo fio e finalmente pelas lâminas de papel alumínio da extremidade inferior do eletroscópio. As cargas, ao chegarem na ponta inferior do fio, se dividem entre as lâminas de papel alumínio, ficando ambas com excesso de cargas (não há porque as cargas migrarem para uma lâmina e não para a outra, ou muito mais para uma do que para a outra, visto que elas são do mesmo material e possuem dimensões praticamente idênticas). O resultado desta divisão é que as lâminas ficarão eletrizadas com a mesma carga. As lâminas de papel alumínio tem liberdade de movimento sobre o fio. Como as lâminas se afastam uma da outra depois da eletrização, podemos verificar visualmente que cargas de mesmo sinal se repelem.

Este experimento corrobora o modelo de cargas elétricas bem como uma das propriedades destas: a de repulsão de cargas de mesmo sinal.

Tabela do Material.
Item Observações

O frasco pode ser qualquer um, mas é necessário que seja de Frasco de vidro e que tenha tampa (metálica ou não, tanto faz) ou que seja vidro construído uma tampa para ele. Dê preferência em fechá-lo com rolha. Qualquer fio condutor serve. Mas na falta de um fio pode-se usar outros objetos metálicos: arame, prego fino, clips de papel etc. Obtém-se melhores resultados com fios de cobres esmaltados, pois evita-se a perda de cargas. Se a tampa do pote for metálica, esse fio é o ideal pois do contrário perdería-se cargas para a tampa. Estes fios são encontrados em casa de materiais elétricos, ou retirados de aparelhos elétricos velhos. São fios de cobre recobertos com um verniz. Papel usado para embalar comida, ou encontrado em embalagens de barras de chocolates ou de cigarros, por exemplo. Qualquer fita isolante serve (fita usada em fios elétricos) ou fita crepe etc. Fita isolante de fios elétricos são encontradas em casa de materiais elétricos, supermercados, bazares, etc. Na falta de uma régua, pode-se usar qualquer outro material plástico, como um pente, por exemplo. São facilmente encontradas em frascos de bebidas (vinho, conhaque, etc). Ou podem ser compradas em armazéns, supermercados ou bares. Estas geralmente são de cortiça. Rolhas de borracha são encontradas em farmácias ou lojas que fornecem materiais para farmácias e hospitais.

Fio metálico condutor

Papel alumínio

Fita isolante Régua de plástico

Rolha

Montagem Corte um pedaço de fio esmaltado de forma que ele vá até o centro do pote e ainda sobre uns 3 cm para fora da rolha;

raspe 3 cm do fio em uma extremidade e 3 cm de fio na outra, até que todo o verniz à volta do fio seja retirado (nestas regiões); enrole e aperte o papel alumínio na extremidade do fio que ficará do lado de fora do frasco até que se forme uma pequena bolinha prensada de papel alumínio nesta extremidade. A bolinha não precisa ser grande: um diâmetro de dois centímetros será suficiente; faça um pequeno furo no centro da rolha. Tente não deixar o furo muito maior do que a espessura do fio; depois de passado o fio pela rolha, dobre a extremidade inferior do fio como indicado na figura abaixo, na forma de um "U" horizontal, perpendicularmente ao fio que desce da rolha;

recorte duas tiras de papel alumínio com aproximadamente 5 cm de comprimento e de 3 a 5mm de espessura; faça uma pequena dobra em cada uma, dando o formato de bengala, como mostra a figura acima (na figura acima a lâmina de papel alumínio está sendo mostrada de lado); coloque as lâminas sobre o fio raspado da parte inferior de forma que elas fiquem paralelas (veja a figura no final); Ajuste este conjunto (fio rolha e lâminas) no frasco; atrite uma régua com os cabelos e toque na bolinha de papel alumínio; repita o procedimento com mais de uma régua e de preferência atritados no cabelo de pessoas diferentes;

Comentários Se a tampa do pote de vidro for metálica, use fita isolante para cobrir a superfície externa da tampa sob a região onde está a bolinha de papel alumínio, de modo que esta não toque em nenhuma parte metálica da tampa e evite a troca de cargas entre a bolinha e a tampa; Caso o experimento não seja montado com um fio de cobre esmaltado e este seja substituído por algum material não esmaltado, como um prego por exemplo, recomendamos não utilizar uma tampa metálica para o pote de vidro. Isso evita a troca de cargas com a tampa e melhora os resultados. É muito importante que ao atritar a régua com os cabelos, a régua e os cabelos estejam limpos e secos. Se o dia estiver úmido, aqueça o pote de vidro, sem a tampa ou rolha, sobre a chama de um vela antes de começar o experimento e imediatamente antes de fechar o frasco. Isso diminui a umidade interna do pote, melhorando os resultados. Ao tocar a régua eletrizada na bolinha de papel alumínio, as lâminas vão se repelir. Se ao se repelirem, uma ou ambas as lâminas tocarem o pote de vidro podem ocorrer duas situações: se o eletroscópio estiver apoiado numa superfície aterrada, ou seja em algum lugar através do qual as cargas podem fluir para fora do pote de vidro, isso faz com que as lâminas retornem rapidamente para a posição original, devido a essa descarga (ou deseletrização). se o pote estiver sobre uma superfície não condutora (não aterrada) e se as lâminas tocarem o vidro haverá troca de cargas entre a(s) lâmina(s) e vidro, fazendo com que elas retornem à posição original. Depois de fazer o experimento algumas vezes, as lâminas não voltarão para a posição inicial, pois mesmo trocando cargas com o vidro, vai chegar um momento em que não trocarão mais (o vidro ficará cada vez mais saturado) e então as lâminas retornarão para uma posição um pouco afastada da original. É que com o excesso de cargas nas lâminas elas continuarão repelidas até as cargas fluirem para algum lugar não saturado ou descarregado. Você poderá ver esse fenômeno tocando a bolinha de papel alumínio com as mãos ou com algum material condutor. Nestes materiais ou na sua mão, as cargas elétricas em excesso poderão fluir e isso descarregará as lâminas e elas voltarão para a posição inicial.

Esquema Geral de Montagem

Projeto Experimentos de Física com Materiais do Dia-a-Dia - UNESP/Bauru

3. http://www2.fc.unesp.br/experimentosdefisica/

Acende ou Não

Objetivo Os materiais se classificam em condutores ou isolantes, dependendo da sua capacidade de conduzir ou não eletricidade. Nosso objetivo é mostrar que com um simples experimento, podemos testar diversos materiais comuns e descobrir quais deles conduzem ou não corrente elétrica.

Contexto Os condutores de eletricidades são materiais que possuem elétrons livre em seu interior. Estes elétrons quando submetidos a uma diferença de potencial elétrico, se movem sob o efeito deste potencial. Por exemplo, os metais. Já nos isolantes, as cargas elétricas do material estão em equilíbrio, atraíndose mutuamente. Portanto não há elétrons livres para compor o movimento. Por exemplo, os plásticos ou borrachas.

Idéia do Experimento Se fizermos fluir uma corrente elétrica em um circuito muito simples com uma pilha e uma lâmpada, esta acenderá. Se o circuito for interrompido a lâmpada apagará. Então se a interrupção for preenchida com algum tipo de material condutor, a corrente elétrica será restabelecida e a lâmpada acenderá. Já no caso contrário, quando o material que for usado para fechar o circuito não tiver a propriedade de conduzir eletricidade, a lâmpada não acenderá. Com esse método é possível identificar e classificar os materiais em isolantes e condutores.

Tabela do Material
Item Observações

Aproximadamente 10 cm de fio elétrico comum. Pode ser Um pedaço de fio encontrado em casa de materiais elétricos ou eletrônicos ou condutor então retirados de aparelhos elétricos ou eletrodomésticos fora de uso. Pilha Uma pilha comun de 1.5 Volts será o suficiente.

Uma lâmpada de De preferência de 1.5 Volts. lanterna Vários tipos de materiais poderão ser usados: -Metais (pregos, pedaço de fios elétricos, arame, clips etc). Materiais -Plásticos (réguas escolares, sacos de lixo, sacolas de supermercado, parte exterior de canetas, borrachas de apagar, pedaço de borracha de câmara de ar de bicicletas etc). -Objetos caseiros (cinzeiros, pedras etc). Porta Pilhas e Estes equipamento são opcionais. O funcionamento do Fios de Conexão experimento não será prejudicado na falta destes. (jacaré)

Montagem Descasque as pontas de dois pedaços de fios elétricos. Ligue um pedaço de fio numa extremidade de uma pilha, por exemplo polo positivo.Veja figura (a). Ligue outro pedaço de fio à outra extremidade da pilha, (se você usou a sugestão acima agora será o negativo) e a um polo de uma lâmpada, por exemplo amarre na rosca da lâmpada. Veja figura (b). Encoste a extemidade do fio que está livre no outro contato da lâmpada (ponto metálico na parte de baixo da lâmpada), para testá-la. Ela deve acender. Coloque o fio que está encostado no ponto metálico sobre uma mesa. Sem que encoste na lâmpada.

Sobre o fio que está na mesa, coloque algum dos materiais escolhidos. Sobre o material que está sobre o fio encoste o contato da lâmpada (ponto metálico no fundo da lâmpada), para fechar a conexão do circuito. Verifique se os contatos estão bem feitos e então verifique se a lâmpada acendeu ou não.

Comentários: Use fita adesiva para prender o fio na pilha. O pedaço de fio elétrico que ficará fixo entre uma extremidade da pilha e a lâmpada, deverá ter um pedaço maior de fio descascado na extremidade que ligará a lâmpada, para que seja possível amarrá-lo na rosca da lâmpada.

Esquema Geral de Montagem:

Projeto Experimentos de Física com Materiais do Dia-a-Dia - UNESP/Bauru

4. http://www2.fc.unesp.br/experimentosdefisica/

Efeito Quente

Objetivo O objetivo deste experimento é monstrar uma propriedade física de determinados materiais: a transformação de energia elétrica em energia térmica, conhecida como Efeito Joule.

Contexto A energia possui a característica de poder existir sob várias formas e ser transformada de uma forma para outra. Por exemplo, a energia mecânica que se transforma em energia elétrica numa usina hidrelétrica ou a transformação de energia elétrica em energia térmica numa resistência de chuveiro. A transformação de energia pode ser em alguns casos bem vinda, e em outros não. Por exemplo: para um automóvel em movimento, a transformação da energia cinética em atrito, em função da resistência do ar não é bem vinda. Já a transformação de energia elétrica em calor na resistência de um chuveiro num dia de frio, é muito bem vinda. Este último fenômeno denomina-se Efeito Joule: é a transformação de energia elétrica em calor num material por onde passa uma corrente elétrica.

Idéia do Experimento Uma das maneiras que temos para a verificação do Efeito Joule é usando o sentido do tato. Para isso basta construir um circuito elétrico muito simples, composto de uma fita de papel alumínio e uma pilha comum de 1,5 volts. Ao ligar as duas extremidades da fita de papel alumínio nos polos da pilha, estabelece-se uma corrente elétrica. Depois de um certo tempo a fita se aquece devido à passagem da corrente elétrica. Este aquecimento é pequeno e só é possível verificá-lo usando o sentido do tato, numa região do corpo sensível a pequenas temperaturas. Como por exemplo, as costas da mão, o pulso etc.

Outra maneira de se demonstrar o Efeito Joule, é ligando-se dois fios às extremidades de uma pilha. Ao se encostar as extremidades livres dos fios em um pedaço de palha de aço fina (BOM-BRIL por exemplo), a palha de aço é aquecida, pelo efeito Joule, e incandesce, queimando toda. A corrente elétrica em um filamento de palha de aço o aquece. Por ele ser muito fino, ele então queima. Como a palha de aço é um emaranhado de filamentos, um queima o outro sucessivamente até que todo o pedaço de palha esteja queimado.

Tabela do Material
Item Palha de aço Pilha Papel alumínio Observações Quanto mais fina for a expessura dos fios da palha de aço, melhor. Os usados para lavar louças de cozinha são bons. Uma pilha comum de 1.5 Volts será suficiente. Papel alumínio comum, usado na cozinha. O fio deve ser fino e condutor de eletricidade. Estes fios podem ser encontrados em aparelhos eltétrico-eletrônicos velhos. Ou podem ser comprados em casa de material elétrico ou eletrônicos.

Fio para conexões

Porta Pilhas e Estes equipamento são opcionais. O funcionamento do Fios de Conexão experimento não será prejudicado, na falta destes. (jacaré)

Montagem Para a verificação do Efeito Joule com o papel alumínio (veja Figura A): Recorte uma fita de papel alumínio de aproximadamente 3 mm por 10 cm ( comprimento suficiente para ligar os polos da pilha); Ligue as extremidades da fita de alumínio e aguarde uns dois minutos; Sinta pelo tato se houve aquecimento da tira de papel alumínio. Para a verificação do Efeito Joule com palha de aço (veja Figura B):

Ligue um pedaço de fio numa extremidade de uma pilha; Ligue outro pedaço de fio à outra extremidade da pilha; Pegue um pedaço pequeno de palha de aço e coloque-o no chão; Encoste as extremidades livres do fio na palha de aço, próximos um do outro.

Comentários Para fazer com que a palha de aço se queime, é preciso que ao encostar os fios na palha de aço os fios estejam bem próximos e, caso a palha de aço não se queime com apenas uma encostada, faça pequenos movimentos com os fios, mantendo sempre um distância pequena entre eles. Na montagem da palha de aço, tome o cuidado de não apoiá-la em algum lugar que possa pegar fogo como tapetes, carpetes, madeira, compensados, plásticos etc ou tampouco próximo a inflamáveis como álcool, querosene, gasolina, bebida destilada, óleo, perfumes, desodorantes etc. Recomenda-se que se faça sobre um piso (ou mesa) de cimento ou pedra, como o chão de uma cozinha, ou sobre pia de mármore. Verifique sempre se não há algo que possa queimar por perto. Não queime a palha de aço onde haja corrente de vento forte, ou algum ventilador ligado. O vento pode fazer com que a palha de aço voe, por ser muito leve. Ou ainda fazer com que faíscas soltem durante uma rajada de vento. Nas duas montagens o consumo da pilha é alto, pois a corrente elétrica não tem resistência no percurso, ou seja, o circuito está em curto. Por isso, é aconselhável não deixar o circuito fechado por muito tempo desligando-o a cada demonstração. Outra maneira de resolver este problema é colocar uma resistência no circuito. Uma lâmpada de lanterna seria um bom resistor, mas então serão necessárias duas pilhas, visto que uma lâmpada necesita de no mínimo de 1,5 volts.

Esquema Geral de Montagem:

Projeto Experimentos de Física com Materiais do Dia-a-Dia - UNESP/Bauru

5. http://www2.fc.unesp.br/experimentosdefisica/

Associações de Resistores

Objetivo Este experimento se presta a dois tipos de abordagem: Para os alunos que nunca viram como funciona uma associação de resistores, o objetivo é tão somente ilustrar o papel dos resistores num circuito elétrico e também a forma como estes resistores podem ser arranjados dentro do circuito. Pois estes se comportam de maneira diferente quando se muda o tipo de arranjo. Os dois tipos de arranjo possíveis, com dois resistores, serão ilustrados e comparados neste experimento: são o arranjo ou associação de resistores em paralelo e em série. Já para aqueles alunos, que já estudaram ou estão estudando eletricidade, nosso interesse é reverter uma concepção bastante comum, porém incorreta que os alunos tem. É comum entre os alunos a idéia de que uma bateria de tensão constante, como uma pilha comum, libera para qualquer tipo de circuito a mesma corrente. Ou seja, grande parte dos alunos acham que uma bateria libera uma corrente constante, o que não é verdade. Na realidade uma bateria libera para o circuito uma corrente apropriada, que depende da necessidade de cada circuito.

Contexto Os resistores de um circuito podem ser combinados em paralelo ou em série. Quando a combinação é feita em paralelo temos que a tensão (ou diferença de potencial elétrico) entre os terminais das resistências será a mesma, mas a corrente elétrica que percorre o circuito é dividida entre as resistências, de forma que a corrente elétrica total é a soma das correntes que passam pelos resistores. Já na associação em série, temos que a corrente entre os terminais das resistências será a mesma, mas a tensão sobre o circuito é dividida entre as resistências, de forma que a tensão total é a soma das tensões em cada resistor.

Porém não se engane: a corrente elétrica fornecida pela bateria é diferente nos dois casos.

Idéia do Experimento Para aqueles que não tem noções de eletricidade, após a realização do experimento, fica claro que a intensidade luminosa é diferente nos dois tipos de associação. As lâmpadas brilham mais na associação em paralelo do que na associação em série. Para aqueles alunos que já estudaram um pouco de eletricidade, é possivel explicar esse fenômeno com uma explicação matemática. Sabemos que o potencial elétrico entre dois pontos de um circuito é igual ao produto do valor da resistência elétrica pela corrente elétrica daquele trecho (V=R.i). Sabemos também que o potencial gerado por uma bateria, neste caso uma pilha comum, é constante. Quando associamos os resistores em série, temos que a corrente que passa pelos pontos onde estão os resistores, será a mesma em todo o circuito (veja a figura a). A corrente que passa pelos resistores (trecho CD) é calculada tomando-se a tensão entre os pontos C e D e dividindo-se pela resistência total entre os mesmos pontos. A tensão no trecho CD é igual à tensão V entre os polos da bateria (AB). Já a resistência em CD vale R+R=2R. Assim, a corrente no trecho CD vale i=V/2R. Já quando associamos os resistores em paralelo, temos que a corrente que sai da bateria ao chegar no nó da associação, se divide em duas: i1 e i2. E como neste caso o valor da resistência é igual para cada resistor (são usadas duas lâmpadas iguais), a intensidade da corrente em cada ramo do circuito será a mesma (veja figura b). A corrente que passa pelo resistor do trecho CD é calculada da mesma forma que na associação em série. A tensão no trecho CD é igual a tensão V entre os polos da bateria (AB). Já a resistência em CD vale R. Assim, a corrente no trecho CD vale i1=V/R.

Analogamente, a corrente que passa pelo resistor do trecho EF é calculada da mesma forma que na associação em série. A tensão no trecho EF é igual à tensão do trecho CD, que é igual à tensão V entre os polos da bateria (AB). Já a resistência em EF vale R. Assim, a corrente no trecho EF vale i2=V/R. Com esta análise matemática podemos concluir que a corrente que atravessa cada resistor, quando associados em série é igual a V/2R e quando associados em paralelo é igual a V/R. Ou seja, a intensidade da corrente elétrica em cada lâmpada da associação em série é a metade da intensidade da corrente elétrica em cada lâmpada da associação em paralelo. Daí resulta que cada lâmpada individualmente brilha mais na associação em paralelo do que na associação em série, visto que o valor da intensidade da corrente elétrica que atravessa cada uma delas na associação em paralelo é maior. Podemos finalizar observando que a corrente elétrica total fornecida pela bateria é diferente nas duas associações. Para provar tal fato basta comparar a intensidade da corrente total do circuito nos dois casos: na associação de resistores em paralelo, temos duas corrente de valor V/R, totalizando uma corrente que tem que ser gerada pela bateria de 2V/R. E na associação de resistores em série temos uma corrente total fornecida pela bateria de intensidade V/2R. Comparando a intensidade destas corrente vemos que a intensidade da corrente elétrica na associação em paralelo é quatro vezes a intensidade da corrente elétrica na associação em série. (iparalelo = 4.isérie).

Tabela do Material
Item Observações

Se não houver lâmpadas pequenas, poderão ser utilizadas outras Duas lâmpadas lâmpadas, mas a voltagem da bateria deve ser condizente com a de lanterna voltagem das lâmpadas, ou seja, não pode ser muito inferior pois (1.2V ou 1.5 V) corre-se o risco de não acender as lâmpadas e nem muito superior para não queimá-las. Duas pilhas de 1.5 V Fios para conexão

Montagem em Série e em Paralelo Una duas pihas de 1.5 V. Se você não possui um suporte apropriado, prenda as pilhas sobre uma mesa com fita adesiva, de tal modo que o polo negativo de uma esteja em contato com o positivo da outra. Prenda também com fita adesiva os fios nos polos positivo e negativo das pilhas Ligue com fios todos os polos da associação de pilhas e lâmpadas de acordo com os esquemas das figuras a) e b).

Esquema Geral de Montagem:

Projeto Experimentos de Física com Materiais do Dia-a-Dia - UNESP/Bauru

6. http://www2.fc.unesp.br/experimentosdefisica/

Associação de Pilhas

Objetivo Neste experimento mostramos como é possível fazer associações ou arranjos de pilhas (geradores de energia) em circuitos elétricos e suas aplicações.

Contexto Pilhas são um dos vários tipos de geradores que podem fazer parte de circuitos elétricos. Por exemplo, uma associação de pilhas que resulte numa diferença de potencial (ddp) de 12 Volts, tem o mesmo efeito que uma bateria de 12 Volts neste mesmo circuito, embora não tenha a mesma durabilidade. Por causa desta equivalência usamos neste experimento pilhas de 1,5 V ao invés de outro tipo de gerador. Logo, ao ler pilha neste experimento, entenda que ela pode ser substituída por outro gerador equivalente, até mesmo uma usina. O comportamento e os resultados destes geradores num circuito elétrico muda de acordo com o tipo de associação. Os dois tipos de associações básicas são: a associação de pilhas em paralelo e a associação de pilhas em série (veja as figuras abaixo). É uma idéia comum que uma bateria de tensão constante, como uma pilha, libera para qualquer tipo de circuito a mesma corrente elétrica. Ou seja, a idéia é de que uma bateria libera uma corrente constante, o que não é verdade. Na realidade uma bateria libera para o circuito uma corrente apropriada, que depende da necessidade de cada circuito. Quando a combinação é feita em paralelo temos que a tensão ou ddp entre os terminais dos geradores é igual à tensão de cada pilha. Mas a corrente elétrica que percorre o circuito é dividida entre os geradores, de forma que a corrente elétrica total é a soma das correntes que são liberadas por cada gerador. Já na associação em série, temos que a corrente entre os terminais dos geradores é igual à corrente de cada pilha. Mas a tensão sobre o circuito é a soma das

tensões em cada gerador. Então não se engane: a corrente elétrica fornecida por cada pilha é diferente nos dois casos.

Idéia do Experimento Numa associação em série, duas pilhas são conectadas de forma que o polo positivo de uma se ligue ao polo negativo da outra e os polos da extremidade estão livres para se conectarem ao circuito, como mostra a parte "Associação em série" da figura abaixo. Nesta associação, a ddp é a soma do potencial individual de cada pilha ou seja, 3.0 V e a corrente total "it" fornecida ao circuito tem valor igual às correntes que saem de cada pilha, nesta associação. Numa associação em paralelo, duas pilhas são conectadas de forma que o polo positivo de uma se ligue ao polo positivo da outra e o mesmo acontece com os polos negativos. E destes polos saem as pontas que se ligarão ao restante do circuito, como mostra a parte "Associação em paralelo" da figura abaixo. Nesta associação, a ddp resultante da associação é igual em valor da ddp individual de cada pilha. A corrente elétrica total "it" fornecida ao circuito é

dividida entre as pilhas de forma que somando-se a corrente que cada pilha fornece ao circuito se tem a corrente total consumida pelo circuito. Logo, estas associações possuem características distintas. Numa temos uma soma de potenciais e na outra um potencial constante. Ou seja, se num circuito for necessário um potencial alto, associa-se pilhas em série e se num circuito for necessário um longo período de funcionamento, associa-se pilhas em paralelo.

Neste experimento o circuito foi composto de duas pilhas idênticas de 1,5 V e uma única lâmpada de 3 V. Como mostra a figura da Seção Esquema Geral de Montagem.

Se associarmos as pilhas em série forneceremos à lâmpada um potencial de 3 V, e como a lâmpada é de 3 V seu funcionamento será pleno e a intensidade da luz emitida também. Já se associarmos as pilhas em paralelo e ligarmos à lâmpada de 3 V, esta associação fornecerá metade do potencial exigido pela lâmpada e conseqüentemente metade da corrente exigida para seu funcionamento normal. Com isso, a intensidade da luz emitida será menor do que na associação em série. Em compensação, a lâmpada ficará bem mais tempo acesa.

Tabela do Material
Item Observações

Um pedaço de fio condutor Fio elétrico para conexão. Pilha Serão necessário 2 pilhas comuns, de 1,5 Vcada.

Uma lâmpada de lanterna De 3 V.

Montagem Montagem em Série: Una duas pihas de 1.5 V, prendendo-as sobre uma mesa com fita adesiva de tal modo que o polo negativo de uma esteja em contato com o positivo da outra, como mostra a Figura A. Corte dois pedaços de fios elétricos e desencape cerca de dois centímetros de cada extremidade. Prenda com fita adesiva um fio elétrico em cada um dos polos das extremidades da associação. Ligue a extremidade livre de cada fio elétrico nos contatos da lâmpada. Montagem em Paralelo:

Una duas pihas de 1.5 V, prendendo-as sobre uma mesa com fita adesiva de tal modo que suas laterais estejam juntas e seus polos estejam voltados para o mesmo lado, como mostra a Figura B. Corte dois pedaços de fios elétricos e desencape cerca de dois centímetros de uma extremidade e 4 centímetros da outra. Prenda com fita adesiva a extremidade mais desemcapada de um dos fios elétricos nos polos positivos da associação. Prenda de modo que a parte desemcapada encoste nos dois polos positivos da associação simultaneamente. Repita o mesmo para os polos negativos da associação. Ligue a extremidade livre de cada fio elétrico nos contatos da lâmpada.

Esquema Geral de Montagem:

Projeto Experimentos de Física com Materiais do Dia-a-Dia - UNESP/Bauru

You're Reading a Free Preview

Descarregar
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->