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| DECOR ol e-toc etait te ome Pie Wlen se nb st Wont ee eee meee DDL Triggers Saiba como usar este novo recurso do SQL Server 2005 para realizar auditoria nos objetos 3 Relacionamentos i Problemas.esouches na magazine implementacaio de Edigdo 34 :: Ano3:.R$9,90 (> nevivedig PSUS OL ll in | | Conexao remota no PostgreSQL anil ores Integre suas bases de dados Postgres! com o BDLink Aprenda 4 Construir diagramas UML através de estudos de casos praticos Bancos de dados multimidia Coluna Desafio SQL Como trabalhar com imagens, videos Monte comandos SQL @ arquivos no MySQL, Oracle e SQL Server com relacionamentos.n:n,. SEE ies Procéssamento assincrono Prepare seu SQL Server para receber muitas solicitagées ao mesmo tempo! dso CEST TU kee 6/0 @ Construa uma aplicacao WEB AJAX passo a passo, com MySQL RODRIGO OLIVEIRA SPINOLA, MARCO ANTONIO PEREIRA ARAUJO UML na Pratica Construindo Diagramas de Classes (rotigoasqmagzanecom bi) & Eoor Cfo das reistas SQL Megatine @ Webbie. F bacarel em Denes da Compras pla Unters Sacer (UNAS) © Mestre ery Engen de Stems Compton pl CO7PE/UFW) a a de Enger de Stree inet: cua Doct, sendo mem}ro & guse EE (Gngenarie de Sater Exainena. €inmlaontodr MPS BR renbro d DOPE. Sussesdentresse si: poses 2 sofware, engatvia de sotvae viertala a obits, nics e comgledade ve stare sees de sola, amiontos de deserwhineto de Stare, engerbara de raqusivs, inegagan se leramentas,engeara de sotware ceannertal euiqiade computa MARCO ANTONIO P. ARAIUO (maujoacesacom) € Davivando Nese em ingnhana de Sstenes € Capita eta DOPP/UFR Epecaa em Mods Esascns Corytacinais © aca en tate cm bio fn lfornitea aa UF, Fes ds Caos de Setar er Stas de Inornayan Cro de Ein Super de uz de For © ca Fahl Melodia Ganber,alem de Aalst de Stns fa Prttura de iz dees. ‘xistem diversos pontos criticos causadores de insergio de defeitos durante o desenvol- vyimento de um software. Podemos citar re {quisitos, projeto e codificagao como alguns ‘exemplos. Somados a estes pontos criticos, tem-se um outro momento do desenvolvimento que me- rece tuma atengio especial: a elaboragio da solugao para 0 problema através do diagrama de classes. Flaborar de for- ‘ma criteriosa diagramas de classes € um fator de sucesso de projetos de software por que, além do fato de ser um ‘momento propenso d insergao de defeitos no software, $40 neles em que sao transformados os problemas do usua~ rio em uma solucio compulacional, servindo coma uma, ponte entre requisites e codificacao. Se esta ponte for mal rojetada, o software também ser (ver Figura 4). ‘A UML (Unified Modeling Language) apresenta uma série de diagramas para a modelagem de sistemas orien tados a objefos. Os diagramas mais comuns sa0 0 diagra- ‘ma de casos de uso (representa as funcionalidades de um sistema), o diagrama de classes (ler Nota 1) (descreve as classes do modelo numa visto estitica), 0 diagrama de seqiiencia, ou seu substitute na UME 20, diagrama de comunicagao (descrevem as funcionalidades através de uma visio dinamica) e 0 diagrama de estados (apresenta 0 comportamento dindmico de um objeto) (O objetivo desta matéria é trazer 20 leitor algumas boas priticas para elaboragao de diagramas de classes, através, de sua aplicasao prética em dois estudos de caso. Modelagem de classes Existem diferentes caminhos para se chegar ao diagra- ‘ma de classes. Dois dos mais utilizados sao: + Especificar 05 casos de uso e, entéo, partir para 0 diagrama de classes: neste caso, as classes, seus atti utes, relacionamentos e métodos sao identificados 44 SQLMiagazine UMIL na Pritica - Construindo Diagramas de Classes Figura 1. Inserindo dofetos no projet. diretamente a partir dos requisitos de software de- finidos. Pode-se utilizar, em seguida, o diagrama de seqiiéncia para verificar se 0s relacionamentos emé- todos definidos fazem sentido. seaiiénca e,entSo, partir para a consti graa'de classes; neste'caso, a consteueso'do diae grama de seqdéncia ajudard na Glasses, rlaconarnénos’elmélodon a partie dalees asso de requistos. E uma abordagem muito te também, Nilo existe um caminho mais correto que o outro, de- vendo o desenvolvedor utilizar aquele que se sentir mais a vontade em seguir: Neste artigo sera trabalhada a primei- ra opgao: caso de uso ® dliagrama de classes, que €a forma mais natural de ser utilizada. Neste caso, partremos para a construgio do diagrama de clases atentanclo para a identi- ficagio de quatro elementos: entidades (lasses) do software, seus aributos, suas operagoes e o relacionamento entre as classes. Assim, um processo para criagio de um modelo de classes pode ser dividido em quatro etapas (ver Figura 2) Etapa 4: Identificacao de entidades (classes) Classes permitem que sejam representados no mundo computacional elementos do mundo real, ou seja, do pro- blema parao qual osofiware esta sendo desenvolvido. Elas, permitem descrever tim conjunto de objetos que compare tilhem os mesmos atributos, operacdes, relacionamentos & ica, e representam o principal bloca de construgao de um software orientado a objetos. Seguindo nossa abordagem para a construgio do diagra- ‘ma de classes (partindo da especificacao dos casos de uso), para identificé-las, procura-se na especificagao por concel- tos que representem objetos do dominio da aplicagio a ser, desenvolvida. A Figura 3 apresenta asimbologia para uma, classe chamada ContaBancaria utilizando a UML Etapa 2: Identificacao de atributos Com as classes definidas, precisam-se especificar quais, sto seus atributos. Estes sao as propriedades que caracteri= UML na Pratica - Construindo Diagramas de Classes Ano 3 34° Edicao 45 zam um objeto. Por exemplo, uma entidade conta bancéria possui como atributos o ntimero e o saldo. F bastante sim. plesidentiticar os atributos de cada classe, basta identificar as caracteristicas que descrevam sua classe no dominio co problema em questo, Note que os atributos identificados deve estar alinhados com as necessicades do usuario, parao problema A Figura 4 apresenta a classe ContaBiancaria com alguns Fie 2618 atabitioa. & inportante obsdivaniGssinal@=” 3 ce querda do nome dos atributos, Isto indica que os mesmos, sao privados, encapsulados, proibindo que seu contetico seja manipulado por operagaes que nao sejam da prépria classe, Isso proporciona maior independéncia da classe, aumentando sua possibilidade de reutilizagao. Aina te- ‘mos mais dois sinais: “+” e“#”, O sinal “+” indica que lum atribuito & piblico (ou seja, este pode ser acessado por qualquer outro objeto) e sinal #” indica um atributo protegido, podendo ser herdadio por suibelasses Etapa 3: Identificacdo de operacies Identificadas as classes e seus atributos, 0 proximo pas- 50 € a identificagao das operagves de cada classe, também, Figura 3. Classe ContaBancaria, uros,