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591-Demo-Aula0 Administracao PF Questoes

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  • LISTA DE QUESTÕES COMENTADAS NESTA AULA
  • GABARITO

1000 Questões Comentadas do CESPE de Noções de Administração
p/ Agente da Polícia Federal
Profs. Sérgio Mendes e Rodrigo Rennó – Aula 00

Prof. Sérgio Mendes www.estrategiaconcursos.com.br 1 de 64

AULA 0 – Diretrizes Orçamentárias: Parte I

SAIU O EDITAL PARA AGENTE DA POLÍCIA FEDERAL. SÃO 500 VAGAS!
É HORA DE REALIZAR O SEU SONHO!

São 1000 Questões Comentadas apenas neste curso! É indispensável
para a sua aprovação!

SUMÁRIO

PÁGINA

Apresentação do Curso

1

Questões Comentadas do CESPE

6

Lista das questões comentadas nesta aula

47

Gabarito

64

Olá amigos! Como é bom estar aqui!

É com enorme satisfação que iniciamos este Curso de 1000 Questões Comentadas de

Noções de Administração para Agente da Polícia Federal

É casa nova! Novos desafios! Uma espetacular equipe de

professores! Tudo voltado para a sua almejada aprovação!

Este curso é de questões comentadas. Se necessitar de um curso teórico, sugiro o curso:

http://www.estrategiaconcursos.com.br/curso/265/nocoes-de-administracao-p-policia-

federal--agente-e-escrivao-.html

1000 Questões Comentadas do CESPE de Noções de Administração
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Profs. Sérgio Mendes e Rodrigo Rennó – Aula 00

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Eu, Sérgio Mendes, estarei com você estudando os temas relacionados à Administração

Financeira e Orçamentária. Para os temas relacionados à Administração Geral,

contaremos com o Prof. Rodrigo Rennó.

Vou começar com minha breve apresentação: sou Analista de Planejamento e Orçamento

do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Atualmente estou lotado na

Secretaria de Orçamento Federal (SOF) e sou instrutor da Escola Nacional de

Administração Pública (ENAP) e das Semanas de Administração Orçamentária,

Financeira e de Contratações Públicas da Escola de Administração Fazendária (ESAF).

Especializei-me em Planejamento e Orçamento pela ENAP e sou pós-graduado em

Orçamento Público pelo Instituto Serzedello Corrêa do Tribunal de Contas da União

(ISC/TCU). Fiz meu primeiro concurso público nacional aos 17 anos, ingressando na

Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx) e me graduei pela Academia Militar

das Agulhas Negras (AMAN), concluindo meu bacharelado em Ciências Militares com

ênfase em Intendência (Logística e Administração). Como Oficial do Exército, exerci as

funções de Pregoeiro e de Membro da Comissão Permanente de Licitações e Contratos.

Sou servidor público desde 2001 e professor das disciplinas Administração Financeira e

Orçamentária (AFO), Direito Financeiro e Planejamento e Orçamento Governamental em

cursos on-line e presenciais por todo o país, como em São Paulo, Porto Alegre e

Salvador.

Com a palavra o Prof. Rodrigo Rennó:

Antes de qualquer coisa, vou dizer um pouquinho sobre mim: Sou carioca e formado em

Administração pela PUC do RJ, com Pós-Graduação em Gestão Administrativa. Como

vocês, já fui concurseiro e disputei diversos concursos da área de Administração, sendo

aprovado, entre outros, nos concursos: Analista de Finanças e Controle do DF -

Administração Financeira e Contábil - 2009 (cargo atual, que mudou de nome neste ano);

Furnas - Administrador 2 – 2009; Professor Seplag/DF - Administração – 2010; Ministério

da Defesa - DECEA/ Administrador – 2009; Hemobras / Administrador – 2008.

Atualmente sou servidor da Secretaria da Fazenda do Governo do Distrito Federal, no

cargo de Auditor de Controle Interno na Subsecretaria do Tesouro. Sou professor de

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Administração Geral, Administração Pública e Gestão de Pessoas desde 2007 e já

participei de cursos escritos para concursos, como os do MPU, TCU, ICMS-RJ, EPPGG,

TCEs e tribunais diversos.

Tenho o hábito de escrever como se estivesse conversando com o aluno, portanto não

estranhem o estilo “leve”, pois acredito que fica mais fácil de passar o conteúdo, e,

principalmente, mais agradável para vocês dominarem essa matéria.

Tenho certeza de que esse material fará a diferença na sua preparação. Se aparecer

uma dúvida qualquer estarei disponível para esclarecer de modo direto e

individualizado.

Passo a palavra de volta ao Prof. Sérgio Mendes:

Este é o nosso edital para Agente da Polícia Federal 2012 elaborado pelo CESPE/Unb:

NOÇÕES DE ADMINISTRAÇÃO: 1 Noções de administração. 1.1 Abordagens clássica,

burocrática e sistêmica da administração. 1.2 Evolução da administração pública no Brasil

após 1930; reformas administrativas; a nova gestão pública. 1.3 Princípios e sistemas de

administração federal. 2 Processo administrativo. 2.1 Funções da administração:

planejamento, organização, direção e controle. 2.2 Estrutura organizacional. 2.3 Cultura

organizacional. 3 Administração financeira e orçamentária. 3.1 Orçamento público. 3.2

Princípios orçamentários. 3.3 Diretrizes orçamentárias. 3.4 SIDOR, SIAFI. 3.5 Receita

pública: categorias, fontes, estágios e dívida ativa. 3.6 Despesa pública: categorias,

estágios. 3.7 Suprimento de fundos. 3.8 Restos a pagar. 3.9 Despesas de exercícios

anteriores. 3.10 Conta única do Tesouro. 4 Ética no serviço público: comportamento

profissional, atitudes no serviço, organização do trabalho, prioridade em serviço.

Assim, em uma divisão mais didática que o edital, buscando ser o mais completo e

objetivo possível, serão 9 aulas, desenvolvidas da seguinte forma:

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AULA/PROFESSOR

CONTEÚDO

DATA

Aula 0
Sérgio Mendes

3.3 Diretrizes orçamentárias – Parte I

Disponível

Aula 1
Sérgio Mendes

3.3 Diretrizes orçamentárias – Parte II

26/03

Aula 2
Sérgio Mendes

3.2 Princípios orçamentários

29/03

Aula 3
Sérgio Mendes

3.5 Receita pública: categorias, fontes e dívida
ativa.

02/04

Aula 4
Sérgio Mendes

3.6 Despesa pública: categorias.

05/04

Aula 5
Sérgio Mendes

3.5 Receita pública: estágios. 3.6 Despesa
pública: estágios. 3.4 SIDOR, SIAFI. 3.10 Conta
única do Tesouro.

09/04

Aula 6
Sérgio Mendes

3.1 Orçamento público. 3.7 Suprimento de
fundos. 3.8 Restos a pagar. 3.9 Despesas de
exercícios anteriores.

12/04

Aula 7
Rodrigo Rennó

1 Noções de administração. 1.1 Abordagens
clássica,

burocrática

e

sistêmica

da
administração. 2. Processo administrativo. 2.1
Funções da administração: controle. 2.3 Cultura
organizacional.

16/04

Aula 8
Rodrigo Rennó

1.2 Evolução da administração pública no Brasil
após 1930; reformas administrativas; a nova
gestão pública. 2.2 Estrutura organizacional.

23/04

Aula 9
Rodrigo Rennó

1.3 Princípios e sistemas de administração
federal. 2.1 Funções da administração:
planejamento, organização, direção. 4 Ética no
serviço público: comportamento profissional,
atitudes no serviço, organização do trabalho,
prioridade em serviço.

30/04

As aulas serão focadas exclusivamente no edital para a Polícia Federal e tenho certeza

que com esforço e dedicação alcançará seu objetivo. Mesmo assim, gostaria de dar uma

recomendação: estude com afinco nossas aulas que nossa matéria está caindo de forma

impressionante nos concursos. Não será uma matéria que você aproveitará só para a

Polícia Federal, pois te habilitará para novos voos caso opte por outros horizontes que

podem ser tão interessantes em diversos concursos pelo Brasil.

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Como motivação, separei algumas frases:

"A transformação pessoal requer substituição de velhos hábitos por novos."

(W.A Peterson)

"A única coisa que se coloca entre um homem e o que ele quer na vida é normalmente

meramente a vontade de tentar e a fé para acreditar que aquilo é possível”. (Richard M.

Devos)

"Consulte não a seus medos mas a suas esperanças e sonhos. Pense não sobre suas

frustrações, mas sobre seu potencial não usado. Preocupe-se não com o que você tentou

e falhou, mas com aquilo que ainda é possível a você fazer."

(Papa João XXIII)

"Duas coisas que aprendi são que você é tão poderoso e forte quanto você se permite

ser, e que a parte mais difícil de qualquer empreendimento é dar o primeiro passo, tomar

a primeira decisão." (Robyn Davidson)

"Entusiasmo é a inspiração de qualquer coisa importante. Sem ele, nenhum homem deve

ser temido; e com ele, nenhum homem deve ser desprezado."

(Christian Nevell Bovee)

"Grandes resultados requerem grandes ambições." (Heráclito)

Conheça outros cursos do Prof. Sérgio Mendes atualmente no site!

Acesse http://www.estrategiaconcursos.com.br/professores/3000/cursos

Conheça outros cursos do Prof. Rodrigo Rennó atualmente no site!

Acesse http://www.estrategiaconcursos.com.br/professores/2800/cursos

E vamos começar com 100 questões do CESPE para aquecimento do curso!

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PLANO PLURIANUAL

1) (CESPE – Procurador de Contas – TCE/ES – 2009) O PPA é instituído por lei que

estabelece nacionalmente diretrizes, objetivos e metas da administração pública

para as despesas correntes e outras delas derivadas.

O PPA é o instrumento de planejamento do Governo Federal que estabelece, de forma

regionalizada, as diretrizes, os objetivos e as metas da Administração Pública Federal

para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos

programas de duração continuada.

Resposta: Errada

2) (CESPE - Analista de Orçamento - MPU - 2010) O PPA contempla o planejamento

para quatro anos de governo, iniciando-se no segundo ano de mandato

presidencial e terminando no primeiro ano de mandato do chefe do Poder Executivo

subsequente.

O PPA não se confunde com o mandato do chefe do Executivo. O PPA é elaborado no

primeiro ano de governo e entrará em vigor no segundo ano. A partir daí, terá sua

vigência até o final do primeiro ano do mandato seguinte. A ideia é manter a continuidade

dos Programas.

Resposta: Certa

3) (CESPE - Planejamento e Execução Orçamentária - Min. da Saúde - 2008) A

instituição do PPA teve por objetivo, entre outros, substituir os Orçamentos

Plurianuais de Investimentos, estendendo-lhes a vigência em um exercício

financeiro.

O PPA substituiu os Orçamentos Plurianuais de Investimentos, estendendo-lhes a

vigência em um exercício financeiro.

Resposta: Certa

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4) (CESPE – Técnico Superior – IPAJM – 2006) Uma das finalidades do plano

plurianual (PPA), que deve vigorar por quatro anos, é estabelecer as diretrizes da

administração pública.

O PPA, com vigência de quatro anos, é o instrumento de planejamento do Governo

Federal que estabelece, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da

Administração Pública Federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes e

para as relativas aos programas de duração continuada.

Resposta: Certa

5) (CESPE – Analista – SERPRO – 2008) Nenhum investimento cuja execução

ultrapasse um exercício financeiro poderá ser iniciado sem a prévia inclusão no

PPA ou lei que autorize a inclusão.

Determina o art. 167 da CF/1988:

§ 1.º Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro poderá ser

iniciado sem prévia inclusão no plano plurianual, ou sem lei que autorize a inclusão, sob

pena de crime de responsabilidade.

Resposta: Certa

6) (CESPE – Técnico Superior – IPAJM – 2006) É na Lei de Diretrizes Orçamentárias

que devem estar presentes os objetivos a serem alcançados pela gestão pública.

É no Plano Plurianual que devem estar presentes as diretrizes, os objetivos e as metas a

serem alcançados pela gestão pública.

Resposta: Errada

7) (CESPE – Contador – Ministério dos Esportes - 2008) O Plano Plurianual (PPA) é

o instrumento que estabelece a ligação entre as prioridades de longo prazo e a Lei

Orçamentária Anual (LOA).

A CF/1988 recuperou a figura do planejamento na administração pública brasileira, com a

integração entre plano e orçamento por meio da criação do PPA e da LDO. O papel do

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PPA (de médio prazo) nesse contexto é o de implementar o necessário elo entre o

planejamento de longo prazo (por exemplo, Plano Nacional de Educação, de dez anos) e

os orçamentos anuais. O planejamento de longo prazo encontra, assim, nos sucessivos

PPAs, as condições para sua materialização.

Resposta: Certa

8) (CESPE – AUFC – TCU – 2004) Julgue o item seguinte, quanto ao orçamento-

programa, ao plano plurianual e à lei de diretrizes orçamentárias.

Instituído pela Constituição Federal de 1988, o plano plurianual, de vigência

coincidente com a do mandato do chefe do Poder Executivo, estabelece, de forma

regionalizada, as diretrizes, os objetivos e as metas da administração pública

federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas

aos programas de duração continuada.

Segundo o ADCT, a vigência do PPA é de quatro anos, iniciando-se no segundo exercício

financeiro do mandato do chefe do executivo e terminando no primeiro exercício

financeiro do mandato subsequente. Logo, não coincide com o mandato do chefe do

Poder Executivo.

Resposta: Errada

9) (CESPE – AUFC – TCU – 2007) A LDO foi introduzida no direito financeiro

brasileiro pela Constituição Federal de 1988, tornando-se, a partir de então, o elo

entre o PPA e a Lei Orçamentária Anual. Acerca da LDO, julgue o item seguinte.

A LDO é o instrumento que expressa o planejamento dos governos federal,

estadual, distrital e municipal para um período de quatro anos, objetivando garantir

a continuidade dos planos e programas instituídos pelo governo anterior.

O Plano Plurianual é o instrumento que expressa o planejamento dos governos federal,

estadual, distrital e municipal para um período de quatro anos, objetivando garantir a

continuidade dos planos e programas instituídos pelo governo anterior. Ressalto que cada

ente federativo tem seu próprio PPA.

Resposta: Errada

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10) (CESPE - Técnico de Orçamento - MPU - 2010) Na lei que instituir o PPA

constarão despesas de capital e outras delas decorrentes.

Segundo o § 1.o

do art. 165 da CF/1988:

§ 1.º A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá, de forma regionalizada, as

diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal para as despesas de

capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração

continuada.

Resposta: Certa

11) (CESPE - Analista de Orçamento - MPU - 2010) O PPA é o instrumento que

expressa o planejamento do governo federal para um período de quatro anos. Por

sua complexidade, o PPA restringe-se à esfera federal, não contemplando

desdobramentos a níveis estadual nem municipal.

Assim como a União, cada estado, cada município e o Distrito Federal também têm seus

próprios PPAs, LDOs e LOAs.

Resposta: Errada

12) (CESPE – Analista Administrativo – ANTAQ – 2009) Os programas de duração

continuada, constantes dos planos plurianuais (PPAs), compreendem despesas de

capital destinadas tipicamente à realização das atividades-meio dos órgãos e

entidades integrantes do orçamento público.

Os programas de duração continuada, constantes dos planos plurianuais compreendem

as despesas correntes destinadas tipicamente à realização das atividades-meio dos

órgãos e entidades integrantes do orçamento público.

Resposta: Errada

13) (CESPE – Inspetor de Controle Externo – TCE/RN – 2009) Em nenhuma hipótese

um investimento com duração superior a um exercício financeiro poderá ser

iniciado sem sua prévia inclusão no PPA.

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Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro poderá ser

iniciado sem prévia inclusão no plano plurianual, ou sem lei que autorize a inclusão,

sob pena de crime de responsabilidade.

Logo, há uma hipótese de um investimento com duração superior a um exercício

financeiro ser iniciado sem sua prévia inclusão no PPA: existência de uma lei que autorize

a inclusão.

Resposta: Errada

14) (CESPE – Técnico Administrativo – ANTAQ – 2009) O plano plurianual

representa a mais abrangente peça de planejamento governamental, com o

estabelecimento de prioridades e no direcionamento das ações do governo, para

um período de quatro anos.

Entre os três instrumentos de planejamento e orçamento destacados pela CF/1988, o

PPA representa a mais abrangente peça de planejamento governamental, com o

estabelecimento de prioridades e no direcionamento das ações do governo por um

período de 4 anos.

Resposta: Certa

15) (CESPE – Contador – Ministério dos Esportes - 2008) O período de vigência do

PPA coincide integralmente com o do mandato do chefe do Poder Executivo.

O PPA não se confunde com o mandato do chefe do Executivo. O PPA é elaborado no

primeiro ano de governo e entrará em vigor no segundo ano. A partir daí, terá sua

vigência até o final do primeiro ano do mandato seguinte. A ideia é manter a continuidade

dos Programas.

Resposta: Errada

16) (CESPE - Técnico de Controle Interno - MPU - 2010) No que se refere à

elaboração do PPA, o planejamento governamental não foi afetado pela aprovação

da LRF.

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O PPA aparece em alguns dispositivos da LRF, como, por exemplo, no art. 5º, caput e §

5º, que trata da LOA. Assim, no que se refere à elaboração do PPA, o planejamento

governamental também foi afetado pela aprovação da LRF, mesmo com o veto do

principal artigo.

Resposta: Errada

PLANOS E PROGRAMAS NACIONAIS, REGIONAIS E SETORIAIS

17) (CESPE - Agente Técnico de Inteligência – Administração – ABIN – 2010) Acerca

das normas constitucionais de orçamento público, julgue o item que se segue.

Se, em consonância com as normas do PPA, o governo federal instituir um plano de

combate a calamidades públicas ocorridas em certa região do país, não haverá

necessidade de submeter esse plano ao Congresso Nacional.

A Constituição Federal, em seu art. 165, determina que:

"§ 4º Os planos e programas nacionais, regionais e setoriais previstos nesta Constituição

serão elaborados em consonância com o plano plurianual e apreciados pelo Congresso

Nacional".

Resposta: Errada

18) (CESPE – Gestão de orçamento e finanças – IPEA – 2008) Determina a CF que

os PPAs sejam elaborados em consonância com os planos e programas nacionais,

regionais e setoriais.

Os planos e programas nacionais, regionais e setoriais previstos na Constituição é que

serão elaborados em consonância com o plano plurianual e não o contrário.

Resposta: Errada

19) (CESPE - Técnico de Orçamento - MPU - 2010) Os planos e programas

nacionais, regionais e setoriais, previstos na CF, devem ser elaborados em

consonância com a LDO e apreciados pelo MPU.

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Os planos e programas nacionais, regionais e setoriais previstos na Constituição serão

elaborados em consonância com o plano plurianual e apreciados pelo Congresso

Nacional.

Resposta: Errada

20) (CESPE - Procurador - PGE/AL - 2009) Os planos e programas nacionais e

regionais previstos na CF serão elaborados de acordo com a LDO.

Os planos e programas nacionais, regionais e setoriais previstos na Constituição serão

elaborados em consonância com o plano plurianual e apreciados pelo Congresso

Nacional.

Resposta: Errada

21) (CESPE – Contador – IPAJM – 2010) Os planos e programas nacionais, regionais

e setoriais não são obrigatórios e, por conseguinte, não são submetidos ao exame

do Congresso Nacional.

Os planos e programas nacionais, regionais e setoriais previstos nesta Constituição serão

elaborados em consonância com o plano plurianual e apreciados pelo Congresso

Nacional.

Resposta: Errada

LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS

22) (CESPE - Analista de Controle Externo - TCE/TO - 2008) A Lei de Diretrizes

Orçamentárias compreenderá as metas e as prioridades da administração pública

federal, incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro subsequente.

Segundo o § 2.o

do art. 165 da CF/1988:

§ 2.º A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da

administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro

subsequente, orientará a elaboração da lei orçamentária anual, disporá sobre as

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alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de aplicação das agências

financeiras oficiais de fomento.

Resposta: Certa

23) (CESPE - Procurador - PGE/AL - 2009) A LDO compreende as metas e

prioridades da administração pública, excluindo as despesas de capital.

A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da administração

pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro

subsequente, orientará a elaboração da lei orçamentária anual, disporá sobre as

alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de aplicação das agências

financeiras oficiais de fomento.

Resposta: Errada

24) (CESPE – Analista Judiciário – Administração – TJCE - 2008) A razão de caber à

LDO dispor sobre as alterações na legislação tributária é, por um lado, possibilitar a

elaboração de um orçamento, contando-se somente com os recursos esperados, e,

por outro lado, permitir que os agentes econômicos não sejam submetidos a

modificações bruscas, que alterem suas expectativas.

Ao dispor sobre as alterações na legislação tributária, a LDO permite a elaboração da

LOA com as estimativas mais precisas dos recursos e, ainda, informa aos agentes

econômicos as possíveis modificações, a fim de que não ocorram mudanças bruscas fora

de suas expectativas.

Resposta: Certa

25) (CESPE - Planejamento e Execução Orçamentária - Min. da Saúde - 2008) Além

de permitir um debate mais profundo sobre as prioridades orçamentárias, a LDO

deve tratar dos financiamentos concedidos por agências públicas de

desenvolvimento.

A LDO compreenderá as metas e prioridades da administração pública federal, incluindo

as despesas de capital para o exercício financeiro subsequente, orientará a elaboração da

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lei orçamentária anual, disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá

a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento.

O estabelecimento da política de aplicação das agências financeiras oficiais de

fomento objetiva o controle dos gastos das agências que fomentam o desenvolvimento

do país. Sua presença na LDO justifica-se pela repercussão econômica que ocasionam.

Exemplos: Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Banco do

Brasil (BB), Caixa Econômica Federal (CEF), Agência de Fomento do Paraná (AFPR),

Agência de Fomento do Estado do Amazonas (AFEAM).

Logo, a LDO trata dos financiamentos concedidos por agências públicas de

desenvolvimento (ou agências financeiras oficiais de fomento).

Resposta: Certa

26) (CESPE - Analista Judiciário – TJDFT - 2008) A fixação de diretrizes

orçamentárias tem entre seus objetivos fixar as prioridades e metas da

administração pública e orientar a elaboração da lei orçamentária anual.

A fixação de diretrizes orçamentárias tem entre seus objetivos definir as prioridades e

metas da administração pública e orientar a elaboração da LOA. As disposições que

constarão do orçamento devem ser comparadas com as metas e prioridades da

administração pública. Assim, pode-se verificar se as metas e prioridades podem ser

concretizadas a partir da alocação de recursos na LOA. A orientação à elaboração da lei

orçamentária anual reforça a ideia que a LDO é um plano prévio à Lei Orçamentária,

assim como o Plano Plurianual é um plano prévio à LDO. É o termo mais genérico, pois

incluem também as metas e prioridades da administração pública, as alterações na

legislação tributária e a política de aplicação das agências oficiais de fomento.

Resposta: Certa

27) (CESPE – Contador – IPAJM – 2010) As leis que criem ou majorem tributos

devem ser aprovadas até a aprovação da lei de diretrizes orçamentárias (LDO).

A CF/1988 determina que a LDO considere as alterações na legislação tributária, mas ela

não pode criar, aumentar, suprimir, diminuir ou autorizar tributos. Também não existe

regra determinando que tais leis sejam aprovadas antes da LDO.

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Resposta: Errada

28) (CESPE - Analista de Orçamento - MPU - 2010) De acordo com a Constituição

Federal de 1988 (CF), a LDO disporá sobre as alterações na legislação tributária e

orientará a elaboração do Plano Plurianual (PPA).

A LDO compreenderá as metas e prioridades da administração pública federal, incluindo

as despesas de capital para o exercício financeiro subsequente, orientará a elaboração da

lei orçamentária anual (e não do PPA), disporá sobre as alterações na legislação

tributária e estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de

fomento.

Resposta: Errada

29) (CESPE - Contador – Min Saúde – 2010) O PPA compreende as metas e

prioridades da administração pública federal, orientando a elaboração da LOA e as

alterações na legislação tributária, enquanto que a LDO estabelece as diretrizes, os

objetivos e as metas da administração pública federal, especialmente para as

despesas de capital e outras delas decorrentes.

A LDO compreende as metas e prioridades da administração pública federal, orientando a

elaboração da LOA e as alterações na legislação tributária, enquanto que o PPA

estabelece as diretrizes, os objetivos e as metas da administração pública federal,

especialmente para as despesas de capital e outras delas decorrentes.

Resposta: Errada

30) (CESPE - Técnico de Orçamento - MPU - 2010) Embora deva ser compatível com

o PPA, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) contém matérias que, por sua

própria natureza, não devem constar do PPA.

A LDO não é uma cópia anual do PPA. Apesar da necessidade de compatibilidade, cada

instrumento tem a sua função. Por exemplo, a LDO deve dispor sobre alterações na

legislação tributária e não há essa determinação para o PPA.

Resposta: Certa

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31) (CESPE – AUFC – TCU – 2008) O orçamento é um instrumento que expressa a

alocação de recursos públicos, sendo operacionalizado por meio de diversos

programas, que constituem a integração do plano plurianual com o orçamento.

Julgue os itens a seguir, a respeito do orçamento público no Brasil.

As prioridades e metas físicas da administração pública federal para o exercício de

2008 correspondem às ações constantes do Anexo I, de metas e prioridades,

conforme artigo 4.º da LDO/2008, as quais devem constar do projeto de lei

orçamentária. Em pareceres prévios sobre as contas de governo, relativos aos

últimos exercícios, foram frequentes as críticas do TCU relacionadas à perda de

efetividade do anexo de metas e prioridades da administração pública federal. O

tribunal questionou a real função desse anexo e pôs em xeque a adequação de

vinculação e obrigatoriedade entre as ações dos principais instrumentos de

planejamento e orçamento.

A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da administração

pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro subseqüente,

orientará a elaboração da lei orçamentária anual, disporá sobre as alterações na

legislação tributária e estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras

oficiais de fomento (art. 165, § 2º, da CF/1988).

Invariavelmente, as metas e prioridades da administração pública federal para o exercício

correspondem às ações constantes do Anexo I da LDO correspondente aquele ano,

denominado de anexo de metas e prioridades.

Em pareceres prévios sobre as contas de governo são frequentes as críticas do TCU

relacionadas à perda de efetividade do anexo de metas e prioridades. O questionamento

do TCU é sobre a efetividade do anexo porque muitas vezes as ações listadas não são

tratadas como prioridades. Outro problema é o número elevado de ações no anexo, o que

inviabiliza a distinção do que realmente é prioridade.

Como exemplo, veja o parecer relativo ao exercício de 2006, que atesta as críticas do

TCU à perda de efetividade do anexo de metas fiscais de um exercício anterior a 2008,

assim como afirma o examinador:

As prioridades da Administração Pública Federal foram fixadas no Anexo I, de Metas e

Prioridades (art. 4º), da LDO/2006, as quais devem constar do projeto de lei orçamentária.

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Caso contrário, o Poder Executivo tem que justificar, na Mensagem do projeto de lei

orçamentária, o atendimento parcial das metas e prioridades ou a inclusão de outras

prioridades, em detrimento das constantes daquele Anexo.

Em pareceres prévios sobre as Contas de Governo, relativos aos últimos exercícios,

foram frequentes as críticas deste TCU relacionadas à perda de efetividade do Anexo de

Metas e Prioridades da Administração Pública Federal, fixadas na LDO, chegando-se

mesmo a questionar sobre a exata função desse Anexo, e duvidar da adequação de

vinculação e obrigatoriedade entre as ações dos principais instrumentos de planejamento

e orçamento (PPA, LDO e LOA).

Apesar de se referir a anos anteriores, nada mudou. A crítica e o problema são os

mesmos, por isso a questão permanece atual.

Resposta: Certa

32) (CESPE – AUFC – TCU – 1998) Introduzida no ordenamento jurídico pela

Constituição Federal de 1988, a lei de diretrizes orçamentárias (LDO) vem

desempenhando relevante papel na normatização da atividade financeira do Estado,

por vezes até preenchendo lacunas na legislação permanente acerca da matéria.

Com base no conteúdo da LDO prescrito pela Carta Magna e naquele praticado pelo

governo federal nos últimos anos, julgue o item abaixo.

A LDO compreenderá, de forma regionalizada, as metas e as prioridades da

administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício

financeiro subseqüente.

Segundo o § 2º do art. 165 da CF/1988:

"§ 2º A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da

administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro

subsequente, orientará a elaboração da lei orçamentária anual, disporá sobre as

alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de aplicação das agências

financeiras oficiais de fomento".

Não há exigência para que as metas e prioridades sejam regionalizadas.

Resposta: Errada

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33) (CESPE – AUFC – TCU – 1998) Introduzida no ordenamento jurídico pela

Constituição Federal de 1988, a lei de diretrizes orçamentárias (LDO) vem

desempenhando relevante papel na normatização da atividade financeira do Estado,

por vezes até preenchendo lacunas na legislação permanente acerca da matéria.

Com base no conteúdo da LDO prescrito pela Carta Magna e naquele praticado pelo

governo federal nos últimos anos, julgue o item abaixo.

A LDO estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de

fomento.

Segundo o § 2º do art. 165 da CF/1988:

"§ 2º A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da

administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro

subsequente, orientará a elaboração da lei orçamentária anual, disporá sobre as

alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de aplicação das agências

financeiras oficiais de fomento".

Resposta: Certa

34) (CESPE – Contador – UNIPAMPA – 2009) A LDO define as prioridades e metas a

serem atingidas por meio da execução dos programas e ações previstos no PPA.

Para que isso ocorra, entre outras diretrizes, a LDO estabelece as regras que

deverão orientar a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA).

A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da administração

pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro subsequente,

orientará a elaboração da lei orçamentária anual, disporá sobre as alterações na

legislação tributária e estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras

oficiais de fomento.

Resposta: Certa

35) (CESPE – Procurador de Contas – TCE/ES – 2009) O PPA deve dispor sobre as

alterações na legislação tributária.

A LDO deve dispor sobre as alterações na legislação tributária.

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Resposta: Errada

36) (CESPE - Analista de Orçamento - MPU - 2010) À LDO, que contempla o período

de quatro anos de mandato político, tal como a lei que institui o PPA, cabe, de

acordo com a CF, orientar a elaboração da LOA.

Nenhum dos instrumentos de planejamento e orçamento tem a mesma duração de um

mandato político. O que mais se aproxima é o PPA, porém a sua vigência não se

confunde com o mandato do chefe do Executivo. O PPA é elaborado no primeiro ano de

governo e entrará em vigor no segundo ano. A partir daí, terá sua vigência até o final do

primeiro ano do mandato seguinte.

Resposta: Errada

37) (CESPE – Administrador – Ministério da Previdência Social – 2010) A alteração

da estrutura de carreira do pessoal do MPS para 2010 só poderá ser realizada se a

lei de diretrizes orçamentárias (LDO) aprovada para este exercício contiver a

respectiva autorização.

Segundo o § 1.o

, I e II, do art. 169 da CF/1988:

§ 1.º A concessão de qualquer vantagem ou aumento de remuneração, a criação de

cargos, empregos e funções ou alteração de estrutura de carreiras, bem como a

admissão ou contratação de pessoal, a qualquer título, pelos órgãos e entidades da

administração direta ou indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo poder

público, só poderão ser feitas:

I – se houver prévia dotação orçamentária suficiente para atender às projeções de

despesa de pessoal e aos acréscimos dela decorrentes;

II – se houver autorização específica na lei de diretrizes orçamentárias, ressalvadas

as empresas públicas e as sociedades de economia mista.

Logo, a alteração da estrutura de carreira do pessoal do Ministério da Previdência Social

(MPS) ou dos demais órgãos e entidades da administração direta ou indireta, inclusive

fundações instituídas e mantidas pelo poder público, só poderá ser realizada se a LDO

aprovada para este exercício contiver a respectiva autorização.

Resposta: Certa

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38) (CESPE – Auditor Substituto de Ministro - TCU – 2007) Nos termos das

disposições constitucionais em vigor, a admissão de pessoal nos quadros do TCU

para 2008 está condicionada à inclusão das despesas correspondentes na dotação

orçamentária de 2008, além de autorização específica na lei de diretrizes

orçamentárias a ser aprovada até o final da primeira parte da sessão legislativa de

2007.

Consoante o art. 169 da CF/1988:

§ 1º A concessão de qualquer vantagem ou aumento de remuneração, a criação de

cargos, empregos e funções ou alteração de estrutura de carreiras, bem como a

admissão ou contratação de pessoal, a qualquer título, pelos órgãos e entidades da

administração direta ou indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo poder

público, só poderão ser feitas:

I – se houver prévia dotação orçamentária suficiente para atender às projeções

de despesa de pessoal e aos acréscimos dela decorrentes;

II – se houver autorização específica na lei de diretrizes orçamentárias, ressalvadas

as empresas públicas e as sociedades de economia mista.

Resposta: Certa

39) (CESPE - Planejamento e Execução Orçamentária - Min. da Saúde - 2008) O

pleito por aumento da gratificação de uma determinada categoria de servidores em

2008 não pôde ser atendido porque o MPOG, respaldado na CF, alegou não haver

dotação orçamentária que comportasse o referido acréscimo, além de a lei de

diretrizes orçamentárias (LDO) aprovada em 2007 não ter incluído autorização

específica.

A concessão de qualquer vantagem ou aumento de remuneração, a criação de cargos,

empregos e funções ou alteração de estrutura de carreiras, bem como a admissão ou

contratação de pessoal, a qualquer título, pelos órgãos e entidades da administração

direta ou indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo poder público, só

poderão ser feitas:

I – se houver prévia dotação orçamentária suficiente para atender às projeções de

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despesa de pessoal e aos acréscimos dela decorrentes;

II – se houver autorização específica na lei de diretrizes orçamentárias, ressalvadas

as empresas públicas e as sociedades de economia mista.

Logo, ao não atender o pleito por aumento da gratificação de uma determinada categoria

de servidores, o MPOG, respaldado no § 1.o

, I e II, do art. 169 da CF/1988, agiu

corretamente, por não haver dotação orçamentária que comportasse o referido acréscimo,

além de a lei de diretrizes orçamentárias aprovada no ano anterior (e que entrou em vigor

no ano seguinte) não ter incluído autorização específica.

Resposta: Certa

40) (CESPE – Gestão de orçamento e finanças – IPEA – 2008) Se o Banco do Brasil

S.A. pretende conceder, em 2009, aumento salarial para seus empregados, então tal

elevação somente poderá ser efetivada se prevista na LDO que tramitou no

Congresso Nacional em 2008.

De acordo com o § 1.°, I e II, do art. 169 da CF/1988:

§ 1.º A concessão de qualquer vantagem ou aumento de remuneração, a criação de

cargos, empregos e funções ou alteração de estrutura de carreiras, bem como a

admissão ou contratação de pessoal, a qualquer título, pelos órgãos e entidades da

administração direta ou indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo poder

público, só poderão ser feitas:

I – se houver prévia dotação orçamentária suficiente para atender às projeções de

despesa de pessoal e aos acréscimos dela decorrentes;

II – se houver autorização específica na lei de diretrizes orçamentárias, ressalvadas as

empresas públicas e as sociedades de economia mista.

Assim, é necessário autorização específica na LDO para a concessão de qualquer

vantagem ou aumento de remuneração, a criação de cargos, empregos e funções ou

alteração de estrutura de carreiras, bem como a admissão ou contratação de pessoal, a

qualquer título, pelos órgãos e entidades da administração direta ou indireta, inclusive

fundações instituídas e mantidas pelo poder público. No entanto, exceção se dá para as

empresas públicas e para as sociedades de economia mista, como o Banco do

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Brasil S.A.

Resposta: Errada

41) (CESPE - Analista Técnico - Administrativo – Min Saúde – 2010) A ausência de

dotação orçamentária prévia em legislação específica não autoriza a declaração de

inconstitucionalidade da lei, impedindo tão somente a sua aplicação naquele

exercício financeiro.

O STF, ao tratar do art. 169, §1º, da CF/1988, dispõe que a ausência de dotação

orçamentária prévia em legislação específica não autoriza a declaração de

inconstitucionalidade da lei, impedindo tão-somente a sua aplicação naquele exercício

financeiro.

Explicando a decisão do STF, a lei que concede aumento (ou qualquer hipótese do § 1º

do art. 169 da CF/1988) subordinado à existência de dotação orçamentária suficiente e de

autorização específica na lei de diretrizes orçamentárias não está sujeita à aferição de

constitucionalidade por meio de controle abstrato. Mesmo que estivesse sujeita ao crivo

do controle abstrato, a inobservância das restrições constitucionais relativas à autorização

orçamentária não induziria à inconstitucionalidade da lei, impedindo apenas a sua

execução no exercício financeiro respectivo. Exemplo: caso uma lei conceda um aumento

a servidores sem dotação suficiente na LOA ou sem autorização na LDO, ela não será

declarada inconstitucional. A única restrição é que ela não poderá ser aplicada naquele

exercício financeiro. Caso no exercício seguinte exista dotação na LOA e autorização na

LDO, a lei que concedeu o aumento poderá ser aplicada.

Resposta: Certa

42) (CESPE - Analista de Orçamento - MPU - 2010) De acordo com a Lei

Complementar n.°101/2000 (LRF), cabe à LDO disciplinar o equilíbrio entre as

receitas e as despesas.

Além dos dispositivos referentes à LDO previstos na CF/1988, a LRF aumentou o rol de

funções da LDO, determinando que ela disponha sobre: equilíbrio entre receitas e

despesas; critérios e forma de limitação de empenho, normas relativas ao controle de

custos e à avaliação dos resultados dos programas financiados com recursos dos

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orçamentos; e demais condições e exigências para transferências de recursos a

entidades públicas e privadas.

Resposta: Certa

43) (CESPE - Analista de Economia - MPU - 2010) A lei de diretrizes orçamentárias

dispõe sobre o equilíbrio entre receitas e despesas, bem como sobre os critérios e

forma de limitação de empenho, entre outras medidas.

A LRF aumentou o rol de funções da LDO, determinando que ela disponha sobre:

equilíbrio entre receitas e despesas; critérios e forma de limitação de empenho,

normas relativas ao controle de custos e à avaliação dos resultados dos programas

financiados com recursos dos orçamentos; e demais condições e exigências para

transferências de recursos a entidades públicas e privadas.

Resposta: Certa

44) (CESPE - Técnico de Orçamento - MPU - 2010) Segundo a LRF, integrarão o

projeto da LDO um anexo de metas fiscais e outro de riscos fiscais.

Consoante a LRF, o Anexo de Metas Fiscais e o Anexo de Riscos Fiscais integram a

LDO.

Resposta: Certa

45) (CESPE – Analista - ANTAQ – 2009) A avaliação da evolução do patrimônio

líquido por unidade administrativa é parte integrante da lei de diretrizes

orçamentárias, destacando-se a origem e a aplicação dos recursos obtidos com a

alienação de ativos.

O Anexo de Metas Fiscais conterá, dentre outros, evolução do patrimônio líquido,

também nos últimos três exercícios, destacando a origem e a aplicação dos recursos

obtidos com a alienação de ativos.

A LRF não afirma que é por unidade administrativa, mas isso não invalidou a questão.

Resposta: Certa

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46) (CESPE - Analista Técnico Administrativo - MI - 2009) Com o objetivo de

demonstrar os meios de atingir os resultados nominal e primário pretendidos, a Lei

de Diretrizes Orçamentárias deve incluir uma avaliação atuarial do regime geral de

previdência social.

O Anexo de Metas Fiscais da Lei de Diretrizes Orçamentárias conterá, dentre outros, a

avaliação da situação financeira e atuarial dos regimes geral de previdência social e

próprio dos servidores públicos e do Fundo de Amparo ao Trabalhador; bem como dos

demais fundos públicos e programas estatais de natureza atuarial;

Resposta: Certa

47) (CESPE – Inspetor de Controle Externo – TCE/RN – 2009) As metas fiscais

constantes da LDO devem ter o seu efeito obrigatoriamente regionalizado.

Não há previsão legal de que as metas fiscais constantes da LDO devem ter o seu

efeito obrigatoriamente regionalizado. A questão tentou confundir com metas do PPA, as

quais devem ser regionalizadas. A lei que instituir o PPA estabelece, de forma

regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da Administração Pública Federal para

as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de

duração continuada.

Resposta: Errada

48) (CESPE – Analista Técnico Administrativo – DPU – 2010) Metas fiscais são

valores projetados para o exercício financeiro e que, depois de aprovados pelo

Poder Legislativo, servem de parâmetro para a elaboração e a execução do

orçamento. Para obrigar os gestores a ampliar os horizontes do planejamento, as

metas devem ser projetadas para os próximos três anos, isto é, o exercício a que se

referem e os dois seguintes.

Para obrigar os administradores públicos a ampliar os horizontes do planejamento, as

metas devem ser estimadas para o exercício a que se referem e os dois seguintes. As

metas fiscais são valores projetados para o exercício financeiro e que, depois de

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aprovados pelo Poder Legislativo, servem de parâmetro para a elaboração e a execução

do orçamento.

Resposta: Certa

49) (CESPE - Técnico de Controle Interno - MPU - 2010) A LDO deve conter as metas

fiscais para o exercício a que se referir e para os dois seguintes, mas deve também

incluir, obrigatoriamente, avaliação do cumprimento das metas relativas ao ano

anterior.

Integrará o projeto de lei de diretrizes orçamentárias o Anexo de Metas Fiscais, em que

serão estabelecidas metas anuais, em valores correntes e constantes, relativas a receitas,

despesas, resultados nominal e primário e montante da dívida pública, para o exercício a

que se referirem e para os dois seguintes.

O Anexo de Metas Fiscais conterá, entre outros, a avaliação do cumprimento das metas

relativas ao ano anterior.

Resposta: Certa

50) (CESPE - Técnico de Orçamento - MPU - 2010) A LDO deve conter anexo no qual

sejam avaliados os passivos contingentes e outros riscos capazes de afetar as

contas públicas.

Integra a LDO o Anexo de Riscos Fiscais, em que serão avaliados os passivos

contingentes e outros riscos capazes de afetar as contas públicas, informando as

providências a serem tomadas, caso se concretizem. Os riscos fiscais abrangem os riscos

orçamentários e os riscos da dívida.

Resposta: Certa

51) (CESPE – Inspetor de Controle Externo – TCE/RN – 2009) Os riscos fiscais que

devem ser incluídos em anexo da LDO abrangem os riscos orçamentários e os

riscos da dívida.

Os riscos fiscais, que devem ser incluídos no Anexo de Riscos Fiscais da LDO, abrangem

os riscos orçamentários e os riscos da dívida.

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Resposta: Certa

52) (CESPE – TFCE – TCU – 2007) Conforme o disposto na Lei n.º 101/2000 - Lei de

Responsabilidade Fiscal (LRF) -, o anexo de metas fiscais e o anexo de riscos

fiscais comporão a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Acerca do papel do

anexo de riscos fiscais, julgue o item a seguir.

No anexo de riscos fiscais, serão avaliados os passivos contingentes e outros

riscos capazes de afetar as contas públicas, e informadas as providências a serem

tomadas, caso se concretizem.

A lei de diretrizes orçamentárias conterá Anexo de Riscos Fiscais, onde serão avaliados

os passivos contingentes e outros riscos capazes de afetar as contas públicas,

informando as providências a serem tomadas, caso se concretizem (art. 4º, § 3º, da LRF).

Resposta: Certa

53) (CESPE - Economista – MTE – 2008) Julgue o item que se segue, relativo aos

instrumentos de planejamento previstos na Constituição Federal.

O reconhecimento de passivos contingentes somente pode ser feito depois de

regularmente previstos na LDO.

Integra a LDO o Anexo de Riscos Fiscais, em que serão avaliados os passivos

contingentes e outros riscos capazes de afetar as contas públicas, informando as

providências a serem tomadas, caso se concretizem.

Isso não significa que só podem ser reconhecidos depois de previsão na LDO.

Resposta: Errada

54) (CESPE - Economista – MTE – 2008) Julgue o item que se segue, relativo aos

instrumentos de planejamento previstos na Constituição Federal.

Os municípios com população abaixo de 50.000 habitantes estão dispensados de

incluir em suas respectivas LDOs o anexo de riscos fiscais, mas continuam

obrigados a apresentar o anexo de metas fiscais.

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A LRF facultou aos municípios com menos de 50 mil habitantes a elaborar o Anexo de

Metas Fiscais e o Anexo de Riscos Fiscais da lei de diretrizes orçamentárias a partir do

quinto exercício seguinte ao da publicação desta Lei Complementar (art. 63, II, da

LRF).

Logo, tais municípios não foram definitivamente dispensados de nenhum dos dois

anexos.

Resposta: Errada

55) (CESPE - Agente Técnico de Inteligência – Administração – ABIN – 2010) A CF

reforçou a integração entre planejamento e orçamento público, delineada pela Lei

n.º 4.320/1964, estabelecendo-se formalmente e definitivamente, a partir de sua

promulgação, o entendimento de que a determinação de uma estratégia de atuação

governamental mais ampla e que permita delimitar o que fazer e que metas devem

ser alcançadas é condição necessária para a elaboração da lei de meios.

No que diz respeito a orçamento público, julgue o item que se segue, de acordo

com o que dispõe a CF.

A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) deve compreender as metas fiscais e

prioridades da administração pública federal e dispor sobre as alterações na

legislação tributária.

Segundo o § 2º do art. 165 da CF/1988:

"§ 2º A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da

administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro

subsequente, orientará a elaboração da lei orçamentária anual, disporá sobre as

alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de aplicação das agências

financeiras oficiais de fomento".

A LDO contém um anexo de metas fiscais por determinação da LRF e não da CF/1988,

como definiu a questão.

Resposta: Errada

(CESPE - Consultor Legislativo - Direito Tributário e Financeiro Público – Senado –

2002)

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Um Estado mais equilibrado

O maior desafio do Estado brasileiro está em romper a cadeia de seu histórico

desequilíbrio fiscal, fruto dos déficits crescentes da previdência social, da

inflexibilidade da legislação de pessoal na administração pública e da repartição de

receitas entre os diversos níveis de governo. Nesse sentido, a Lei de

Responsabilidade Fiscal era um passo que faltava, pois com ela serão fixadas

sanções rigorosas em caso do não-cumprimento de metas prefixadas. A Emenda

Constitucional n.º 19, que propôs ao Poder Legislativo e ao país a reforma do

Estado brasileiro, já salientava a necessidade de se criar uma legislação neste

sentido.

Cláudia Costin. In: O Globo, "Opinião", 18/12/1998 (com adaptações).

Seguindo os propósitos da Lei de Responsabilidade Fiscal, a Lei de Diretrizes

Orçamentárias (LDO) recebeu novas e importantes prerrogativas. Essas novas

competências da LDO incluem o(a)

56) Aprovação de normas para o controle de custos e a avaliação dos resultados

dos programas financiados pelo orçamento.

A lei de diretrizes orçamentárias atenderá o disposto no § 2.°do art. 165 da Constituição e

disporá também sobre normas relativas ao controle de custos e à avaliação dos

resultados dos programas financiados com recursos dos orçamentos (art. 4º, I, e, da

LRF).

Resposta: Certa

57) Definição de disposições relativas às alterações na legislação tributária.

A definição de disposições relativas às alterações na legislação tributária já estava

prevista na CF/1988. Não é nova prerrogativa imposta pela LRF.

Resposta: Errada

58) Estabelecimento de política de aplicação das agências financeiras oficiais de

fomento.

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O estabelecimento de política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento

foi atribuição dada a LDO pela CF/1988 e não pela LRF.

Resposta: Errada

59) Disciplinamento das transferências de recursos a entidades públicas e privadas.

Na LRF:

Art. 4.°A lei de diretrizes orçamentárias atenderá o disposto no § 2.°do art. 165 da

Constituição e:

I - disporá também sobre:

a) equilíbrio entre receitas e despesas;

b) critérios e forma de limitação de empenho, a ser efetivada nas hipóteses previstas na

alínea b do inciso II deste artigo, no art. 9.º e no inciso II do § 1.º do art. 31;

(...)

e) normas relativas ao controle de custos e à avaliação dos resultados dos programas

financiados com recursos dos orçamentos;

f) demais condições e exigências para transferências de recursos a entidades

públicas e privadas.

Resposta: Certa

60) (CESPE – AUFC – TCU – 2008) O orçamento é um instrumento que expressa a

alocação de recursos públicos, sendo operacionalizado por meio de diversos

programas, que constituem a integração do plano plurianual com o orçamento.

Julgue os itens a seguir, a respeito do orçamento público no Brasil.

A Lei Orçamentária Anual (LOA) compreenderá o orçamento fiscal, o de

investimento e o da seguridade social, devendo propiciar uma visão de conjunto e

integrada das ações empreendidas pela administração pública. Devem integrar os

orçamentos fiscal e da seguridade social os fundos de incentivos fiscais e as

transferências para aplicação em programas de financiamento ao setor produtivo

das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

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A questão trata da LDO que foi publicada em 2008 para a elaboração e vigência da LOA

em 2009. Porém vamos responder esta questão pela LDO - 2012 porque praticamente

não há mudanças.

Segundo o art. 6º da LDO - 2012, Os Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social

compreenderão o conjunto das receitas públicas, bem como das despesas dos Poderes e

do Ministério Público da União - MPU, seus fundos, órgãos, autarquias, inclusive

especiais, e fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público, bem como das

empresas públicas, sociedades de economia mista e demais entidades em que a União,

direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto e que dela

recebam recursos do Tesouro Nacional. Até este ponto, pouco acrescenta à CF/1988. No

entanto, apresenta algumas exclusões e por meio delas que responderemos a questão.

São estas as exclusões dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social:

I - os fundos de incentivos fiscais, que figurarão exclusivamente como informações

complementares ao Projeto de Lei Orçamentária de 2012;

II - os conselhos de fiscalização de profissão regulamentada, constituídos sob a forma de

autarquia; e

III - as empresas públicas ou sociedades de economia mista que recebam recursos da

União apenas em virtude de:

a) participação acionária;

b) fornecimento de bens ou prestação de serviços;

c) pagamento de empréstimos e financiamentos concedidos; e

d) transferência para aplicação em programas de financiamento nos termos do

disposto nos arts. 159, inciso I, alínea "c" (setor produtivo das regiões Norte,

Nordeste e Centro-Oeste) e 239, § 1º, da Constituição (desenvolvimento econômico por

meio do BNDES).

Logo, ao contrário do que afirma a questão, são excluídos dos orçamentos fiscal e da

seguridade social os fundos de incentivos fiscais e as transferências para aplicação em

programas de financiamento ao setor produtivo das regiões Norte, Nordeste e Centro-

Oeste.

Resposta: Errada

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LEI ORÇAMENTÁRIA ANUAL

61) (CESPE – Administrador – Ministério dos Esportes - 2008) Além de fixar

despesas e prever receitas, o orçamento público no Brasil expressa as políticas

desenvolvidas pela entidade pública, os interesses que nele predominam e os

setores beneficiados.

A Lei Orçamentária Anual é o instrumento pelo qual o poder público prevê a

arrecadação de receitas e fixa a realização de despesas para o período de um ano. A

LOA é o orçamento por excelência ou o orçamento propriamente dito. A finalidade da

LOA é a concretização dos objetivos e metas estabelecidas no PPA. Expressa as

políticas desenvolvidas pela entidade pública por meio do cumprimento ano a ano das

etapas do PPA, em consonância com o que foi estabelecido na LDO. Portanto,

orientada pelas diretrizes, objetivos e metas do PPA, compreende as ações a serem

executadas, seguindo as metas e prioridades estabelecidas na LDO. Como os recursos

são escassos e as necessidades ilimitadas, são necessárias escolhas onde

naturalmente alguns setores serão mais beneficiados.

Resposta: Certa

62) (CESPE - Técnico de Orçamento - MPU - 2010) O orçamento público, que

mantém interação com a LDO e o PPA, pode ser considerado instrumento de

planejamento das ações de governo.

O PPA, a LDO e a LOA são instrumentos de planejamento e orçamento previstos na

Constituição Federal de 1988.

Resposta: Certa

63) (CESPE – Analista Administrativo – MPU – 2010) Apesar de possuir três peças

— fiscal, da seguridade social e de investimento —, o orçamento geral da União é

único e válido para os três poderes.

Segundo o princípio da unidade, o orçamento deve ser uno, isto é, deve existir apenas um

orçamento, e não mais que um para cada ente da federação em cada exercício

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financeiro. Assim, apesar de possuir três peças — fiscal, da seguridade social e de

investimento —, o orçamento geral da União é único e válido para os três poderes.

Resposta: Certa

64) (CESPE – AUFC – TCU – 2005) Julgue o item a seguir, acerca de finanças

públicas e fiscalização orçamentária no âmbito federal.

Considere que um professor de direito constitucional tenha afirmado a seus alunos

que a lei de diretrizes orçamentárias deve conter a previsão das receitas e a fixação

das despesas relativas ao ano seguinte ao da sua edição. Nessa situação, a

afirmação do professor é equivocada porque essa lei rege as despesas e as

receitas relativas ao próprio ano em que ela é editada.

Nessa situação, a afirmação do professor é equivocada porque é Lei Orçamentária

Anual que trata de previsão de receitas e fixação de despesas. Ainda, a Lei de Diretrizes

Orçamentárias trata de matérias para o ano seguinte em que é editada.

Resposta: Errada

65) (CESPE – AUFC – TCU – 2004) Acerca das disposições da Constituição Federal

sobre a lei orçamentária anual, julgue o item a seguir.

A lei orçamentária anual compreende três orçamentos: o fiscal, o da seguridade

social e o de investimento das empresas. Os orçamentos fiscal e da seguridade

social englobam os poderes, órgãos e entidades da administração direta,

autarquias, fundações e empresas em que o ente da Federação, direta ou

indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto.

Segundo o § 5º, I, II e III, do art. 165 da CF/1988, a LOA conterá o orçamento fiscal, o

orçamento da seguridade social e o orçamento de investimento das empresas (ou

investimentos das estatais):

"§ 5º A lei orçamentária anual compreenderá:

I - o orçamento fiscal referente aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da

administração direta e indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder

Público;

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II - o orçamento de investimento das empresas em que a União, direta ou indiretamente,

detenha a maioria do capital social com direito a voto;

III - o orçamento da seguridade social, abrangendo todas as entidades e órgãos a ela

vinculados, da administração direta ou indireta, bem como os fundos e fundações

instituídos e mantidos pelo Poder Público".

A questão misturou os conceitos acima.

Resposta: Errada

66) (CESPE – Técnico Administrativo – ANEEL – 2010) A lei orçamentária anual

compreende três tipos de orçamento: fiscal, seguridade social e de investimentos.

Os orçamentos que compõem a LOA são conhecidos como orçamento fiscal, orçamento

de investimentos (ou de investimentos das estatais) e orçamento da seguridade social.

Resposta: Certa

(CESPE – Administrador – IBRAM/DF - 2009) A União elaborou seu orçamento

contendo todos os orçamentos, exceto os das estatais e da seguridade social. No

orçamento do Poder Executivo, figura também a previsão de novos cargos públicos

para o ano subsequente. Não foi previsto nessa proposta orçamentária, em virtude

da crise econômica, nenhum tipo de repasse para outros entes federais (estados,

Distrito Federal (DF) e municípios). Antes de ser aprovado, o orçamento foi

rejeitado uma vez e, após a realização de algumas modificações, foi aprovado. Já

durante a execução do orçamento, foi realizado o remanejamento de recursos de

uma programação para outra e parte do orçamento fiscal foi utilizado para cobrir o

deficit de uma empresa pública.

A partir da situação hipotética acima, julgue o item a seguir.

67) O orçamento em questão deve contemplar também o orçamento das estatais e

da seguridade social.

A LOA conterá o orçamento fiscal, o orçamento da seguridade social e o orçamento de

investimento das empresas (ou investimentos das estatais):

Resposta: Certa

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68) (CESPE - Agente Técnico de Inteligência – Contabilidade – ABIN – 2010) Em

relação aos conceitos básicos de orçamento, julgue o próximo item.

A lei orçamentária anual compreende três orçamentos: o fiscal, o de investimentos

e o da seguridade social.

Segundo o § 5º, I, II e III, do art. 165 da CF/1988, a LOA conterá o orçamento fiscal, o

orçamento da seguridade social e o orçamento de investimento das empresas (ou

investimentos das estatais).

Resposta: Certa

69) (CESPE - Planejamento e Execução Orçamentária - Min. da Saúde - 2008) A Lei

Orçamentária Anual compreende o orçamento fiscal, o orçamento de investimentos

e o orçamento da seguridade social.

Os orçamentos que compõem a LOA são conhecidos como orçamento fiscal, orçamento

de investimentos (ou de investimentos das estatais) e orçamento da seguridade social.

Resposta: Certa

70) (CESPE - Técnico de Orçamento - MPU - 2010) A LOA federal compreenderá o

orçamento fiscal das empresas estatais nas quais a União detenha a maioria do

capital social com direito a voto.

A questão cita “orçamento fiscal das empresas estatais”, o qual não existe. Os

orçamentos que compõem a LOA são: fiscal, seguridade social e investimento das

estatais.

Resposta: Errada

71) (CESPE - Analista de Controle Externo - TCE/TO - 2008) O orçamento de

investimento está compreendido na lei orçamentária anual e representa o

orçamento fiscal das empresas em que a União detenha, no mínimo, cinco por

cento do capital social.

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O orçamento de investimento está compreendido na lei orçamentária anual, juntamente

com o orçamento fiscal e da seguridade social. Trata das empresas em que a União direta

ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto.

Resposta: Errada

72) (CESPE - Agente Técnico de Inteligência – Administração – ABIN – 2010) Acerca

das normas constitucionais de orçamento público, julgue o item que se segue.

É desnecessária a inclusão do orçamento de investimentos de uma empresa

binacional na LOA da União caso o Brasil detenha apenas 50% do capital social da

empresa com direito a voto.

A lei orçamentária anual compreenderá o orçamento de investimento das empresas em

que a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a

voto (art. 165, § 5º, II, da CF/1988). A maioria seria 50% mais um voto.

Resposta: Certa

73) (CESPE – Procurador de Contas – TCE/ES – 2009) A LOA deve compreender o

orçamento das empresas em que a União apenas diretamente detenha participação

no capital social com direito a voto.

A lei orçamentária anual deve compreender o orçamento de investimento das empresas

em que a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito

a voto.

Resposta: Errada

74) (CESPE – Contador – DPU – 2010) O orçamento da seguridade social abrange a

chamada área social e, destacadamente, previdência, saúde e educação.

O orçamento da seguridade social abrange a chamada área social e, destacadamente,

previdência, saúde e assistência social. A educação integra o Orçamento Fiscal.

Resposta: Errada

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75) (CESPE - Contador – Min Saúde – 2010) O orçamento da seguridade social

abrange todas as entidades e órgãos a ela vinculados, da administração direta ou

indireta, bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo poder

público.

A lei orçamentária anual compreenderá o orçamento da seguridade social, abrangendo

todas as entidades e órgãos a ela vinculados, da administração direta ou indireta, bem

como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público.

Resposta: Certa

76) (CESPE - Contador – Min Saúde – 2010) O orçamento da seguridade social é

elaborado de forma integrada pelos órgãos responsáveis pela saúde, previdência

social e assistência social, obedecendo as metas e prioridades estabelecidas na

LDO, assegurada a cada área a gestão de seus recursos. Com isso, é de

responsabilidade exclusiva da unidade orçamentária do Ministério da Saúde a

execução das despesas com a saúde pública.

O orçamento da seguridade social é aplicado a todos os órgãos que possuem receitas

e despesas públicas relacionadas à seguridade social (previdência, assistência e saúde)

e não apenas àqueles diretamente relacionados à seguridade social.

Resposta: Errada

77) (CESPE – AUFC – TCU – 2004) Acerca das disposições da Constituição Federal

sobre a lei orçamentária anual, julgue o item a seguir.

O orçamento da seguridade social compreende não só as entidades e órgãos a ela

vinculados, como estabelece a Constituição Federal, mas também todas as

despesas relativas a saúde, previdência social e assistência social,

independentemente da unidade orçamentária responsável.

O orçamento da seguridade social é aplicado a todos os órgãos que possuem receitas e

despesas públicas relacionadas à seguridade social (previdência, assistência e saúde) e

não apenas àqueles diretamente relacionados à seguridade social, como os hospitais que

atendem ao Sistema Único de Saúde (SUS). Por exemplo, o Ministério do Planejamento

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possui despesas de assistência médica relativa aos seus servidores e essa despesa faz

parte do orçamento da seguridade social.

Resposta: Certa

78) (CESPE – AUFC – Auditoria de Obras - TCU – 2011) Acerca do orçamento

público, julgue o item a seguir.

O TCU está impedido de executar a função orçamentária previdência social, pois

não é entidade ou órgão vinculado à seguridade social.

Apesar da função ser ligada ao Órgão Orçamentário, o orçamento da seguridade social é

aplicado a todos os órgãos que possuem receitas e despesas públicas relacionadas à

seguridade social (previdência, assistência e saúde) e não apenas àqueles diretamente

relacionados à seguridade social, como os hospitais que atendem ao Sistema Único de

Saúde (SUS). Por exemplo, o TCU possui despesas de assistência médica relativa aos

seus servidores e essa despesa faz parte do orçamento da seguridade social.

Resposta: Errada

79) (CESPE – Analista Judiciário – Administração - TRE/BA – 2010) O TRE/BA

recebe dotações de recursos unicamente do orçamento fiscal, não podendo

executar despesas que são do orçamento da seguridade social, pois não é órgão ou

entidade das áreas de saúde, previdência social nem de assistência social.

O orçamento da seguridade social é aplicado a todos os órgãos que possuem receitas e

despesas públicas relacionadas à seguridade social (previdência, assistência e saúde) e

não apenas àqueles diretamente relacionados à seguridade social, como os hospitais

que atendem ao Sistema Único de Saúde (SUS). Por exemplo, o TRE/BA possui

despesas de assistência médica relativa aos seus servidores e essa despesa faz parte do

orçamento da seguridade social.

Resposta: Errada

80) (CESPE - Técnico de Controle Externo - TCE/TO - 2008) O orçamento da

seguridade social cobre apenas as entidades e órgãos da seguridade social.

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O orçamento da seguridade social é aplicado a todos os órgãos que possuem receitas e

despesas públicas relacionadas à seguridade social (previdência, assistência e saúde) e

não apenas àqueles diretamente relacionados à seguridade social.

Resposta: Errada

81) (CESPE - Técnico de Controle Externo - TCE/TO - 2008) Entre as funções dos

orçamentos fiscais e da seguridade social inclui-se a de reduzir desigualdades

interregionais, segundo critério populacional.

Segundo o § 7.º do art. 165 da CF/1988, os orçamentos fiscais e de investimentos das

estatais, compatibilizados com o plano plurianual, terão entre suas funções a de reduzir

desigualdades inter-regionais, segundo critério populacional. Entretanto, o Orçamento da

Seguridade Social não tem a função de reduzir desigualdades inter-regionais, segundo

critério populacional.

Resposta: Errada

82) (CESPE - Agente Técnico de Inteligência – Administração – ABIN – 2010) Acerca

das normas constitucionais de orçamento público, julgue o item que se segue.

O orçamento fiscal e o orçamento de investimento das empresas estatais têm como

função, entre outras, a de redução de desigualdades inter-regionais, observados,

obrigatoriamente, o critério populacional e o do inverso da renda per capita.

Segundo o § 7º do art. 165 da CF/1988, os orçamentos fiscais e de investimentos das

estatais, compatibilizados com o plano plurianual, terão entre suas funções a de reduzir

desigualdades inter-regionais, segundo critério populacional.

Não há determinação expressa sobre renda per capita.

Resposta: Errada

83) (CESPE – Analista Administrativo – MPU – 2010) Para que se atinja o equilíbrio

distributivo e se reduzam as possíveis desigualdades inter-regionais, o orçamento

fiscal deve ser compatível com o plano plurianual.

Segundo o § 7.º do art. 165 da CF/1988, os orçamentos fiscais e de investimentos das

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estatais, compatibilizados com o plano plurianual, terão entre suas funções a de reduzir

desigualdades inter-regionais, segundo critério populacional. Apenas o Orçamento da

Seguridade Social não tem a função de reduzir desigualdades inter-regionais, segundo

critério populacional

Resposta: Certa

(CESPE – Analista – SERPRO – 2008) De acordo com o art. 165 da Constituição

Federal, a LOA compreenderá o orçamento fiscal, o orçamento de investimentos

das empresas estatais e o orçamento da seguridade social. A respeito do

orçamento de investimentos das empresas estatais, julgue o item abaixo.

84) Terá entre suas funções a de reduzir as desigualdades inter-regionais, segundo

critério populacional.

Segundo o § 7.º do art. 165 da CF/1988, os orçamentos fiscais e de investimentos das

estatais, compatibilizados com o plano plurianual, terão entre suas funções a de reduzir

desigualdades inter-regionais, segundo critério populacional.

Resposta: Certa.

85) (CESPE - Técnico de Orçamento - MPU - 2010) O orçamento fiscal e o da

seguridade social, integrantes da LOA, incluem, entre suas funções, a de reduzir

desigualdades inter-regionais.

O orçamento fiscal e o de investimento das estatais, integrantes da LOA, incluem, entre

suas funções, a de reduzir desigualdades inter-regionais.

Entretanto, o orçamento da seguridade social não tem a função de reduzir desigualdades

inter-regionais.

Resposta: Errada

86) (CESPE – Técnico Superior – IPAJM – 2006) A Constituição brasileira prevê

expressamente que a República objetiva a redução das desigualdades sociais,

porém não faz menção à redução das desigualdades regionais.

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Segundo o § 7.º do art. 165 da CF/1988, os orçamentos fiscais e de investimentos das

estatais, compatibilizados com o plano plurianual, terão entre suas funções a de reduzir

desigualdades inter-regionais, segundo critério populacional.

Resposta: Errada

(CESPE – Administrador – IBRAM/DF - 2009) A União elaborou seu orçamento

contendo todos os orçamentos, exceto os das estatais e da seguridade social. No

orçamento do Poder Executivo, figura também a previsão de novos cargos públicos

para o ano subsequente. Não foi previsto nessa proposta orçamentária, em virtude

da crise econômica, nenhum tipo de repasse para outros entes federais (estados,

Distrito Federal (DF) e municípios). Antes de ser aprovado, o orçamento foi

rejeitado uma vez e, após a realização de algumas modificações, foi aprovado. Já

durante a execução do orçamento, foi realizado o remanejamento de recursos de

uma programação para outra e parte do orçamento fiscal foi utilizado para cobrir o

deficit de uma empresa pública.

A partir da situação hipotética acima, julgue o item a seguir.

87) Antes da elaboração do orçamento descrito na situação citada, foi necessária a

elaboração de um plano plurianual com duração de quatro anos.

A LOA seguirá as diretrizes, objetivos e metas do Plano Plurianual, o qual tem duração de

quatro anos.

Resposta: Certa

88) (CESPE – AFCE - TCU - 2008) As receitas dos estados, do Distrito Federal e dos

municípios destinadas à seguridade social constarão do orçamento da União, que

será elaborado de forma integrada pelos órgãos responsáveis pela saúde, pela

previdência social e pela assistência social, tendo em vista as metas e prioridades

estabelecidas na LDO, assegurada a cada área a gestão de seus recursos.

Segundo o art. 195 da CF/1988, a proposta de orçamento da seguridade social será

elaborada de forma integrada pelos órgãos responsáveis pela saúde, previdência social e

assistência social, tendo em vista as metas e prioridades estabelecidas na lei de diretrizes

orçamentárias, assegurada a cada área a gestão de seus recursos.

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No entanto, as receitas dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios destinadas à

seguridade social constarão dos respectivos orçamentos, não integrando o

orçamento da União. A questão está errada porque afirma que tais receitas constarão do

orçamento da União.

Resposta: Errada

89) (CESPE – Especialista em Regulação - ANATEL – 2009) Enquanto o orçamento

de investimento das empresas estatais é individualizado, constituindo documento

separado, os orçamentos fiscal e da seguridade social são apresentados

conjuntamente no mesmo documento, o que tem ensejado críticas por parte dos

que entendem que a falta de separação dos dois últimos compromete a necessária

transparência dos respectivos valores, como, por exemplo, os referentes à

previdência social.

Segundo o Professor Giacomoni, a forma de tratamento e disposição dos três orçamentos

que constituem a lei orçamentária anual – fiscal, seguridade social e investimento das

empresas estatais – é, igualmente, estabelecida nas LDOs. Enquanto o orçamento de

investimento das empresas é individualizado, constituindo documento separado, os outros

dois – fiscal e seguridade social – são tratados como categorias classificatórias de receita

e despesa, e apresentados conjuntamente no mesmo documento. Essa solução tem

merecido críticas, pois a falta de separação clara entre os citados orçamentos deixaria

pouco transparentes os valores de um e outro. De qualquer forma, como praticamente

todas as entidades federais têm encargos classificáveis nos dois orçamentos, a

metodologia utilizada é a mais recomendável.

Ao contrário do que pode parecer, não há duas leis, uma com os orçamentos fiscal e da

seguridade social e outra com o orçamento de investimento. Na verdade, há uma clara

divisão dentro da própria Lei. Por exemplo, na atual lei orçamentária anual temos o

Capítulo II “DOS ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL” e o Capítulo III

“DO ORÇAMENTO DE INVESTIMENTO”. Nos volumes que compõe a LOA o orçamento

de investimento também está separado. Esta é a razão da crítica.

Resposta: Certa

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90) (CESPE – Procurador de Contas – TCE/ES – 2009) As receitas e despesas de

capital serão objeto de um quadro de recursos e de aplicação de capital aprovado

pelo Poder Legislativo, abrangendo, no mínimo, um quadriênio.

As receitas e despesas de capital serão objeto de um Quadro de Recursos e de Aplicação

de Capital, aprovado por decreto do Poder Executivo, abrangendo, no mínimo um triênio.

Resposta: Errada

91) (CESPE – Procurador de Contas – TCE/ES – 2009) A proposta orçamentária que

o Poder Executivo encaminhará ao Poder Legislativo compor-se-á exclusivamente

de mensagem com a exposição circunstanciada da situação econômico-financeira,

documentada com demonstração da dívida fundada e flutuante.

A proposta orçamentária que o Poder Executivo encaminhará ao Poder Legislativo nos

prazos estabelecidos nas Constituições e nas Leis Orgânicas dos Municípios, compor-se-

á de mensagem que conterá exposição circunstanciada da situação econômico-

financeira, documentada com demonstração da dívida fundada e flutuante. A mensagem

conterá também saldos de créditos especiais, restos a pagar e outros compromissos

financeiros exigíveis; exposição e justificação da política econômica-financeira do

Governo; justificação da receita e despesa, particularmente no tocante ao orçamento de

capital. Além disso, a proposta conterá o Projeto de Lei de Orçamento; tabelas

explicativas e especificação dos programas especiais de trabalho.

Resposta: Errada

92) (CESPE – Procurador de Contas – TCE/ES – 2009) Abrangem o quadro de

recursos e de aplicação de capital as despesas e, como couber, também as receitas

previstas em planos especiais aprovados em lei e destinados a atender a regiões ou

setores da administração.

O Quadro de Recursos e de Aplicação de Capital abrangerá, entre outros, as despesas e,

como couber, também as receitas previstas em planos especiais aprovados em lei e

destinados a atender a regiões ou a setores da administração ou da economia.

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Resposta: Certa

93) (CESPE – AUFC – TCU – 2007) Os princípios orçamentários formam os pilares

de uma gestão de recursos públicos. O art. 2.º da Lei n.º 4.320/1964 dispõe que a Lei

de Orçamento conterá a discriminação da receita e da despesa, de forma a

evidenciar a política econômico-financeira e o programa de trabalho de governo,

obedecidos os princípios da unidade, universalidade e anualidade. Com relação à

observância ao princípio da universalidade, julgue o item a seguir.

O projeto da lei orçamentária deve ser acompanhado do demonstrativo

regionalizado dos efeitos sobre as receitas e despesas, decorrentes de isenções,

anistias, remissões, subsídios e benefícios de natureza financeira, tributária e

creditícia.

O projeto de lei orçamentária será acompanhado de demonstrativo regionalizado do

efeito, sobre as receitas e despesas, decorrente de isenções, anistias, remissões,

subsídios e benefícios de natureza financeira, tributária e creditícia (art. 165, § 6º, da

CF/1988).

Tal dispositivo se refere à renúncia de receitas, que deve ser precedida de um

planejamento pormenorizado, a fim de que se identifiquem as consequências sobre a

perda inicial de arrecadação e as medidas para a compensação dessa perda.

Resposta: Certa

94) (CESPE – Gestão de orçamento e finanças – IPEA – 2008) Para efeitos da LRF,

uma sociedade cuja maioria do capital social com direito a voto pertença, direta ou

indiretamente, a um município, enquadra-se no conceito de empresa controlada.

Segundo a LRF, uma empresa controlada é uma sociedade cuja maioria do capital

social com direito a voto pertence, direta ou indiretamente, a ente da Federação: União,

cada Estado, Distrito Federal ou cada Município.

Resposta: Certa

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95) (CESPE - Técnico de Controle Externo - TCE/TO - 2008) As empresas estatais

dependentes estão incluídas nos orçamentos fiscal, da seguridade social e de

investimento.

Consoante a LRF, empresa estatal dependente é uma empresa controlada, mas que

recebe do ente controlador recursos financeiros para pagamento de despesas com

pessoal ou de custeio em geral ou de capital, excluídos, no último caso, aqueles

provenientes de aumento de participação acionária.

Este conceito é importantíssimo, porque, sendo uma empresa estatal considerada

dependente, ela participará do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social. Integram o

orçamento de investimentos apenas as chamadas empresas estatais não dependentes.

Logo, as empresas estatais dependentes estão incluídas nos orçamentos fiscal e da

seguridade social. No orçamento de investimento estão apenas as estatais não

dependentes.

Resposta: Errada

96) (CESPE – Contador – DPU – 2010) A lei orçamentária anual (LOA) contém,

destacadamente, as despesas de custeio das empresas estatais não dependentes.

A empresa estatal não dependente é autossustentável e não faz parte do campo de

aplicação da LRF, porém seus investimentos integram a LOA por lidar com o dinheiro

público. Desta forma, a LOA contém, destacadamente, as despesas de investimentos

das empresas estatais não dependentes. A LOA não contém as despesas de custeio das

estatais não dependentes.

Resposta: Errada

97) (CESPE - Técnico de Controle Externo - TCE/TO - 2008) O orçamento de

investimento das estatais não contempla as despesas de pessoal e manutenção

das empresas estatais independentes.

As despesas de custeio das estatais não dependentes não integram a LOA, já que não

usam dinheiro decorrente da arrecadação de tributos. As empresas não dependentes

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geram seus próprios recursos para arcar com seus gastos de manutenção e pessoal, por

exemplo, com a venda de produtos ou prestação de serviços. Tal orçamento operacional

integra o Plano de Dispêndios Globais - PDG e integrará apenas um anexo da mensagem

que encaminha o PLOA, sendo aprovado por Decreto.

Resposta: Certa

98) (CESPE – AUFC – TCU – 1998) Introduzida no ordenamento jurídico pela

Constituição Federal de 1988, a lei de diretrizes orçamentárias (LDO) vem

desempenhando relevante papel na normatização da atividade financeira do Estado,

por vezes até preenchendo lacunas na legislação permanente acerca da matéria.

Com base no conteúdo da LDO prescrito pela Carta Magna e naquele praticado pelo

governo federal nos últimos anos, julgue o item abaixo.

O fato de a LDO trazer, de regra e explicitamente, a forma de se calcular o valor

mínimo da reserva de contingência a ser estabelecida na lei orçamentária anual

para o exercício ao qual se refira não fere o texto constitucional.

Atualmente, há uma determinação da LRF para isso:

O projeto de lei orçamentária anual, elaborado de forma compatível com o plano

plurianual, com a lei de diretrizes orçamentárias e com as normas desta Lei

Complementar conterá reserva de contingência, cuja forma de utilização e montante,

definido com base na receita corrente líquida, serão estabelecidos na lei de

diretrizes orçamentárias, destinada ao atendimento de passivos contingentes e outros

riscos e eventos fiscais imprevistos (art. 5º, III, da LRF).

Resposta: Certa

99) (CESPE - Economista – MTE – 2008) Julgue o item que se segue, relativo aos

instrumentos de planejamento previstos na Constituição Federal.

As despesas referentes a benefícios e assistência aos servidores do BACEN devem

ser incluídas na LOA.

Integrarão as despesas da União, e serão incluídas na lei orçamentária, as do Banco

Central do Brasil relativas a pessoal e encargos sociais, custeio administrativo, inclusive

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os destinados a benefícios e assistência aos servidores, e a investimentos (art. 5º, § 6º,

da LRF).

Resposta: Certa

100) (CESPE - Analista de Economia - MPU - 2010) O projeto de lei orçamentária

anual deve conter reserva de contingência, cuja forma de utilização e montante,

definido com base na receita corrente líquida, deve ser estabelecida na lei de

diretrizes orçamentárias, destinada ao atendimento de passivos contingentes e

outros riscos e eventos fiscais imprevistos.

Segundo o art. 5.º da LRF, o projeto de lei orçamentária anual, elaborado de forma

compatível com o PPA e a LDO, conterá, dentre outros, reserva de contingência, cuja

forma de utilização e montante, definido com base na receita corrente líquida, serão

estabelecidos na LDO, destinada ao atendimento de passivos contingentes e outros

riscos e eventos fiscais imprevistos.

Resposta: Certa

E aqui terminamos nossa aula demonstrativa.

Na próxima aula continuaremos com as Diretrizes Orçamentárias.

Aguardo você na aula 1!

Forte abraço!

Sérgio Mendes

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