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CST Em Construcao de Edificios

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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO RN

Curso Superior em Tecnologia em Produção da Construção Civil Plano de Curso
(Reformulação Curricular) (Aprovado pela Resolução nº 05/2006- Conselho Diretor/CEFET-RN, de 26/04/06)

O nome do Curso foi alterado para

Curso Superior de Tecnologia em Construção de Edifícios,
adequando-se ao Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia, através da Resolução do Conselho Diretor Nº 32/2006, de 10 de outubro de 2006.

Departamento Acadêmico de Construção Civil

Francisco das Chagas de Mariz Fernandes DIRETOR GERAL Enilson Araújo Pereira DIRETOR UNIDADE NATAL Clóvis Costa de Araújo DIRETOR UNIDADE MOSSORÓ Belchior de Oliveira Rocha DIRETOR DE ENSINO Evandro Firmino de Souza GERENTE EDUCACIONAL DE TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO E GESTÃO DO ESPAÇO FÍSICO E SOCIAL Jorge Ivan de Oliveira COORDENADOR DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM PRODUÇÃO CIVIL Dante Henrique Moura COORDENADOR DO REDIMENSIONAMENTO DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO Maria das Graças Baracho CONSULTORA DO REDIMENSIONAMENTO DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO Nadja Maria de Lima Costa PEDAGOGA Leonor de Araújo Bezerra Oliveira REVISÃO LINGÜÍSTICA Tania Carvalho da Silva EDIÇÃO

EQUIPE DE ELABORAÇÃO E SISTEMATIZAÇÃO Aristófanes Dantas de Medeiros - Professor João Roberto Alves de França - Professor José Eurico de Queiroz - Professor José Gilson de Oliveira - Professor Jorge Ivan de Oliveira - Professor Nadja Maria de Lima Costa - Pedagoga Ricardo Flores Severo - Professor

PARTICIPAÇÃO DOCENTE Alcides Fernandes e Silva Filho Aldan Nóbrega Borges Alexandre da Costa Pereira Aristófanes Dantas de Medeiros Armando Manoel de Freitas Carlos Guedes Alcoforado Cláudia Régia Gomes Tavares Divaldo Moita Costa Edilberto Vitorino de Borja Eurípedes de Medeiros Júnior Evandro Firmino de Souza Flávio Gutemberg de Oliveira Joana D’arc da Costa João Roberto Alves de França Jorge Ivan de Oliveira José Gilson de Oliveira José Eurico de Queirós José Ribamar de Araújo Cabral Juarez Alves Torres Laílson Rodrigues de Miranda Liznando Fernandes da Costa Natércio Dias de Holanda Otacílio Alves de França Júnior Renato Samuel Barbosa de Araújo Ricardo Nascimento Flores Severo Rômulo Andrade de Souza Júnior Sérgio Luiz Baena de Souza Vladimir Sérgio de Aquino Souto William de Oliveira Barreto

SUMÁRIO

1 2 3 4 5

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS REQUISITOS E FORMAS DE ACESSO PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO DO CURSO ORGANIZAÇÃO CURRICULAR CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE ESTUDOS E

4 7 8 9 CERTIFICAÇÃO 18 19 21 28 29

DE CONHECIMENTOS 6 7 8 9 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO-ADMINISTRATIVO DIPLOMAS

ANEXO I –EMENTAS E PROGRAMAS DAS DISCIPLINAS (em construção)

gerenciar o setor. passaram a figurar no comando das empresas de construção em detrimento da falsa auto-suficiência dos engenheiros civis de formação tradicional voltada especialmente para a execução. a construção civil constitui um importante setor para a economia. vem tomando corpo e requerendo a atuação de novos profissionais com especialidades diversas daquelas comumente reconhecidas. manutenção e exploração das construções. UFSC e UFRGS. A partir dos anos oitenta. no subsetor de edificações. Em outras instituições. uma vez que a criação de um posto de trabalho na construção civil demanda reduzidos investimentos. as instituições de ensino superior e médio vêm revendo os currículos de Engenharia Civil e de Edificações. relacionadas à qualidade e à produtividade. À jusante da indústria da construção. As novas exigências requeridas. com a reforma do ensino profissionalizante e o surgimento de novos CEFETs. Surgem então os cursos de Engenharia de Produção Civil. O desenvolvimento tecnológico no setor da construção civil. sendo responsável diretamente por uma parcela significativa e crescente de tudo o que é produzido na economia. a indústria da construção civil contribuiu com 10. outras riquezas são geradas nos serviços de comercialização. 2000). já estabelecidos em algumas instituições como o CEFET-PR. gerando riquezas em uma longa e complexa cadeia de fornecedores. No ano de 1999. fizeram se instalar no setor uma nova postura administrativa e gerencial em que a figura de engenheiros de produção. inúmeros insumos. economistas. cresceu a corrida de engenheiros civis aos cursos de pósgraduação em gerenciamento da construção e aos cursos de mestrado em engenharia de produção.4 1 JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS No Brasil. como os engenheiros civis. Aos poucos. entre outros. acrescentando a estes. os cursos de engenharia civil plena tiveram seus currículos reformulados para atender às novas exigências do mundo do trabalho. inclusive ao de produção de insumos para a construção. além de executar os serviços de obra.26% do PIB (Produto Interno Bruto). um importante papel na geração de empregos e de renda. especialmente no setor imobiliário. disciplinas voltadas para o gerenciamento e controle da produção. que não lhes oferecera os conhecimentos necessários para. CEFET-MG e UNIOESTEPR. a construção civil demanda. administradores. como a USP. onde buscaram preencher a lacuna deixada pela sua formação de graduação. ampliou-se as possibilidades de formação de tecnólogos com o perfil exigido pela . embora ainda incipiente em relação aos demais setores. à montante. técnicos e tecnólogos em edificações e mestres de obras. quando comparado à criação de emprego nas demais indústrias (IBGE. assumindo assim. Além da participação direta no PIB. Recentemente.

No ano seguinte. o CEFET-RN iniciou em 2001 estudos de viabilidade técnica para a implantação do Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil na cidade de Natal-RN. Seguindo essa tendência. Essa atitude partiu da constatação do crescimento no número de obras de grande porte na cidade de Natal e cidades circunvizinhas. que trazem consigo a implementação de tecnologias mais modernas (e semi-industrializadas). Outro aspecto que se observa é que uma boa parte das empresas que têm atuado no mercado local atua também em outras cidades e estados. em 2000. o CEFET-CE. como foi.5 nova conjuntura. projeto e implantação e controle de sistemas produtivos. a construção do Shopping Midway Mall. devido ao alto custo. teve a mesma iniciativa. Possuindo uma formação mais abrangente. observa-se que algumas dessas empresas não conseguem transferir e manter. que engloba os aspectos de construção específicos da formação do engenheiro civil . Esses tipos de sistemas (industrializados ou semi-industrializados) ganham terreno na produção em praticamente todas as obras de grande porte. Essa condição as colocam num patamar mais avançado de desenvolvimento tecnológico. O currículo desta nova modalidade teve como referência as diretrizes curriculares elaboradas pelo MEC para a construção civil em 1998. principalmente naquelas empresas situadas nas cidades do interior. no qual foram adotadas estruturas de concreto pré-moldadas com mecanismos de encaixe (e moldagem) através de montagem mecânica e moldagem. No entanto. desenvolvendo as seguintes atividades: . em Natal-RN. através da Unidade Descentralizada de Juazeiro do Norte. A primeira iniciativa nesse sentido partiu do CEFET-PB com a criação do Curso Superior de Tecnologia em Produção Civil. advindas da engenharia de produção tradicional e adaptadas à realidade da construção civil. acrescentado de competências e habilidades em planejamento. ficando a gerência das atividades a cargo de mestres de obra e de engenheiros civis que visitam o canteiro esporadicamente. motivadas pela tendência mercadológica de tornar a obra mais industrializada. principalmente nas capitais. É nesse contexto que surge a necessidade do Tecnólogo em Produção da Construção Civil. que têm maior receptividade a essa característica.e de planejamento e gerenciamento da produção. todo o seu quadro de pessoal qualificado e o seu suporte tecnológico em todas as obras. por exemplo. implantando o Curso Superior de Tecnologia em Produção Civil. esse profissional pode atuar no gerenciamento do canteiro de obras. em que as questões de gerenciamento da produção são indispensáveis para a sua manutenção num mercado extremamente competitivo.

Entretanto. Além disso. seja pela utilização de laboratórios. suprir a carência de profissionais especializados em gerenciamento de obras. por meio do aumento das oportunidades na obtenção de recursos junto às instituições nacionais e internacionais de fomento. através das quais o CEFET-RN poderá capacitar melhor o seu quadro docente e discente. O Tecnólogo em Produção da Construção Civil poderá. onde se encerram maiores volumes tecnológicos. quando o mundo do trabalho local estiver com dificuldades de absorção desse profissional em função das oscilações da economia. seja pela capacitação que requer o novo nível de educação oferecido. fazendo especificações e orçamentos e elaborando cronogramas físicos e financeiros. oferecido pelo Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do Norte. constituindo-se em um verdadeiro processo de constante (re)construção do conhecimento. auxiliar no planejamento e projeto de novos empreendimentos.6 • • • • • projeto e manutenção do canteiro de obras. neste documento apresenta-se o novo plano do Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil oferecido pelo CEFET-RN. ainda. treinamento de equipes de trabalho. O Tecnólogo em Produção da Construção Civil poderá atuar também em outras regiões do país. principalmente. atendendo a uma grande demanda de formação específica de profissionais qualificados para a administração de obras de Construção Civil. dimensionamento e coordenação das equipes de trabalho. Objetivos do curso . como o currículo é dinâmico. É diante de tais evidências que se justifica a continuidade do Curso de Tecnologia em Produção da Construção Civil. além de contribuir para o desenvolvimento regional. Por fim. A formação desse profissional visa. controle de estoque e de qualidade de insumos. já que a oferta vem preenchendo uma importante lacuna do setor educacional da região. planejamento e controle da produção de materiais e de serviços no canteiro. portanto. com o fim de aperfeiçoá-lo. almeja-se expandir a atuação do CEFET-RN na região e no cenário nacional da pesquisa e da extensão tecnológica. está possibilitando um aumento do domínio tecnológico por parte do corpo docente do CEFET-RN.

conforme estabelecido no Regulamento dos Cursos Superiores de Tecnologia (CST) oferecidos pelo CEFET-RN. considerando a necessidade de potencializar o uso social das tecnologias. 2 REQUISITOS E FORMAS DE ACESSO O acesso ao Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil será realizado. • Capacitar profissionais para gerenciar e coordenar construções de edifícios. conforme regulamentação do CONFEA. e desenvolver as capacidades necessárias ao bom desempenho das atividades profissionais nesta área como requisitos necessários à atuação na sociedade como cidadão ético e capacidade técnica e política. analisar criticamente a dinâmica da sociedade brasileira e as diferentes formas de participação do cidadão-tecnólogo nesse contexto. residenciais e industriais.7 O Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil tem por objetivo geral propiciar ao estudante um processo formativo que lhe habilite como um profissional apto a produzir e aplicar os conhecimentos científicos e tecnológicos na área do gerenciamento da produção na construção civil. . subsetor edificações. Objetivos específicos • Capacitar profissionais para serviços técnicos e de consultoria na construção civil. execução e manutenção de obras para empreendimentos comerciais. Os processos seletivos serão oferecidos a candidatos que tenham certificado de conclusão do ensino médio ou de curso que resulte em certificação equivalente. • Utilizar a pesquisa científica como instrumento de (re)construção do conhecimento e de transferência de tecnologia para atender às exigências contemporâneas da sociedade em geral e do mundo do trabalho no campo da produção da construção civil com vistas à inovação e ao desenvolvimento tecnológico. semestralmente. • Capacitar profissionais para gerenciar o seu próprio negócio. • Capacitar profissionais para o gerenciamento da produção em canteiro de obras. através de processo seletivo de caráter classificatório (vestibular) para ingresso no primeiro período e/ou por transferência ou por reingresso. • Propiciar estudos voltados para atuar nas atividades de planejamento e de projeto.

Elaboração e execução de desenhos técnicos. Organização sistemática de canteiro de obras. da saúde individual e coletiva e do meio ambiente. atividades específicas de: • • • Planejamento e avaliação de empreendimentos. Produção e aplicação dos conhecimentos do campo da produção da construção civil. Fiscalização de obra e serviço técnico. controle e fiscalização de obras de edificações. • • • • • • • • Administração de equipes de trabalho. levando em consideração as questões de segurança do trabalho. participativos e agentes econômicos. Seleção e contratação de funcionários. Produção técnica especializada nos processos construtivos. Execução de ensaios de controle tecnológicos. podendo operar na indústria da construção civil. de acordo com a legislação vigente do país. Execução de obra e serviço técnico. fornecedores e empreiteiros. Gerenciamento. voltados para o gerenciamento de obras e com habilidades para atuar como cidadãos críticos.8 Com o objetivo de democratizar o acesso aos cursos superiores de tecnologia oferecidos pelo CEFET-RN. serão reservadas 50% (cinqüenta por cento) das vagas para alunos que tenham cursado do sexto ao nono ano do ensino fundamental e todo ensino médio em escola pública. Figura 1 – Requisitos e Formas de Acesso Vestibular Geral Diferenciado (Escola pública) Transferência Alunos de outras IES Tecnologia em Produção da Construção civil Reingresso Ex-alunos Cursos Superiores 3 PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO DO CURSO O Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil visa formar profissionais nas dimensões científico-tecnológica e humanista. .

Condução de trabalho técnico. Dentre eles. órgãos fiscalizadores e empresas prestadoras de serviços. Essa concepção curricular decorre da necessidade de uma integração/interação com o mundo do trabalho. no Decreto nº 5154/04. Padronização. escritórios de engenharia e arquitetura. a unidade teoria-prática é o princípio fundamental e conduz a um fazer pedagógico que busca essa articulação através de atividades orientadas por métodos ativos como pesquisas. mensuração e controle de qualidade. . legais e pedagógicos que embasam o projeto político pedagógico do CEFET-RN e estão presentes na estrutura curricular do Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil. • • Operação e manutenção de equipamentos e instalação. no desenvolvimento de pesquisas tecnológicas. consultorias. Lei nº 9. montagem. ensino e extensão. Condução de equipe de instalação. Seleção e implementação de métodos e processos construtivos. especialmente a partir do segundo período. A concepção e organização dos cursos superiores de tecnologia oferecidos nas distintas áreas profissionais definidas pelo MEC estão apoiadas nos princípios filosóficos. O Tecnólogo na modalidade de Produção da Construção Civil pode atuar em construtoras. montagem e reparo.394/96. operação ou manutenção e execução de instalação. indústrias de materiais de construção. visitas técnicas e práticas laboratoriais. ainda. 4 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR A organização curricular do Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil está fundamentada nas determinações legais presentes na LDB.9 • • • • • • Interpretação de projetos executivos. projetos. Pode atuar. seminários. Avaliação pós-ocupação. estudos de caso. entre outras atividades presentes em todas as unidades curriculares. resultante das inovações tecnológicas e científicas presentes na sociedade contemporânea com vistas a contribuir para a construção de uma sociedade socialmente justa. laboratórios de controle tecnológico de materiais. Elaboração de orçamentos de obras. empresas públicas. nos Pareceres CNE/CES 436/2001 e CNE/CP no 29/2002 e Resolução CNE/CP nº 03/2002.

que podem utilizar-se de recursos áudio-visuais. As aulas de campo (externas) e visitas técnicas fazem parte da metodologia de trabalho e deverão ser planejadas de forma interdisciplinar. também se buscará o estabelecimento de um maior diálogo entre as disciplinas através do planejamento e desenvolvimento de projetos integradores. . O Curso tem uma carga horária de 2. buscando a interação professor-aluno. integralizados por disciplinas e projetos integradores a serem desenvolvidos no 2º. seminários e aulas práticas com trabalhos individuais e em grupos. visando atingir objetivos pré-estabelecidos pelo conjunto de disciplinas. são estabelecidas as práticas pedagógicas de acordo com a especificidade de cada disciplina. 4º e 5º períodos.10 Em cada período letivo. conforme apresentado na Tabela 1. em seis períodos letivos. Essas práticas desenvolvem-se basicamente. aluno-conhecimento e é mediada pelos agentes do processo ensino-aprendizagem. e metodologias tais como exposição oral dialogada. está organizado sob o regime seriado semestral. projetos. 3º.935 horas. Além dessas práticas. pesquisas. aluno-aluno.

S027 GECON.S021 GECON.S039 Disciplina Mecânica dos Solos Desenho Técnico Informática Topografia Língua Portuguesa Física Materiais de Construção Matemática Argamassas e Concretos Desenho Arquitetônico Física Aplicada Leitura e Produção de Textos Química dos Materiais Estatística Metodologia do Trabalho Científico Cálculo Diferencial Integral I Projeto Integrador I Legislação da Construção Civil Matemática Financeira Estabilidade das Construções Instalações Elétricas e Telefônicas Instalações Hidro-sanitárias e de Gás Estudos de Tempos e Métodos Construção de Edifícios Projeto Integrador II Higiene e Segurança do Trabalho Construção Civil e Meio Ambiente Planejamento e Controle de Obras Estrutura de Concreto Armado Especificações e Orçamentos Gestão de Recursos Humanos Inglês Técnico Gestão de Empresas da Construção Civil Projeto Integrador III Estruturas de contenção Projeto e Implantação do Canteiro de Obras Construções Metálicas e de Madeira Gerência de Suprimentos Legislação Previdenciária e Trabalhista Ergonomia Pisos.S004 GEFOR.S028 GECON.S026 GECON.S013 GECON.S037 GECON. uma vez que os Projetos se constituem em procedimentos metodológicos em cada período.S002 GECON.S015 GECON. .SP02 GECON.S007 GEFOR.S014 GECON.S009 GEFOR.S024 CSTCIV.S035 GECON.S034 GECON.SP01 GECON.S022 GECON. Revestimentos e Impermeabilização Noções de Contabilidade Projeto Integrador IV Avaliação Pós-Ocupacional Patologia e Recuperação de Estruturas Qualidade na Construção Civil Inovação Tecnológica na Construção Construção Industrializada Relações Humanas no Trabalho Manutenção Predial 1o 2o 3o 4o 5o 6o Total de Carga Horária de Disciplinas Total de Carga Horária de Prática Profissional (Estágio) Total de Carga Horária Complementar (Projetos Integradores) TOTAL DE CARGA HORÁRIA DO CURSO Observações: * As duas horas reservadas para os projetos integradores não estão contabilizadas na carga horária total do curso.S032 CSTCIV.S008 GECON.S006 GECON.S012 GECON.SP04 GECON.S030 GECON.11 Tabela 1 .S029 GECON.S003 GEFOR.S038 GECON.S011 GECON.S005 GECON.S001 GECON.S010 GECON.913 CARGA HORÁRIA H/R 45 60 45 60 45 45 60 45 60 75 45 45 60 30 45 60 30 30 45 60 75 90 45 60 30 60 45 60 60 45 45 45 45 30 45 60 60 45 30 45 60 45 30 60 60 60 45 60 45 60 2.935 Per. Código GECON.S009 CSTCIV.S023 GECON.220 533 160 3.S020 GECON.S005 GECON.S007 GEFOR.S006 GECON.S018 GECON.Matriz Curricular do Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil Aulas semanais 3 4 3 4 3 3 4 3 4 5 3 3 4 2 3 4 2 3 3 4 5 6 3 4 2 4 3 4 4 3 3 3 3 2 3 3 4 3 2 3 4 3 2 4 4 4 3 4 3 4 161 27 8 196 CARGA HORÁRIA H/A 60 80 60 80 60 60 80 60 80 100 60 60 80 40 60 80 40 40 60 80 100 120 60 80 40 80 60 80 80 60 60 60 60 40 60 80 80 60 40 60 80 60 40 80 80 80 60 80 60 80 3.SP03 GECON.S033 GECON.S017 GECON.S036 GECON.S025 GECON.S003 GEFOR.S001 GECON.S002 GEFOR.S031 GECON.S019 GECON.S016 CSTCIV.415 400 120 2.

interessantes. Com o desenvolvimento do projeto integrador. assim como desenvolver e/ou aprofundar o sentido da responsabilidade social. significativos. os conteúdos subsidiam a definição e desenvolvimento dos projetos de estudo. do mundo do trabalho. sociais. sobretudo. porque se aproxima da forma como os alunos e os professores deverão atuar na vida real: agindo positivamente na solução de problemas técnicos. nacional e mundial. uma vez que os projetos estarão vinculados à busca de soluções para as questões locais. superando os saberes cotidianos em razão de novos conhecimentos científicos. a implementação de projetos integradores no 2º. construídos com autonomia intelectual. tornar os processos de ensino e de aprendizagem mais dinâmicos. reais e atrativos aos alunos e professores. ao mesmo tempo. são os projetos que darão significado e importância aos conteúdos curriculares trabalhados. religar os saberes parcelados desenvolvidos pelas disciplinas em cada período letivo. Dessa forma. Nesse sentido. assim como suas interrelações. 4º e 5º períodos do Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil visa. O desenvolvimento de projetos objetiva. englobando conteúdos e conceitos essenciais à compreensão da realidade social em geral e. também. regionais. objetivando o desenvolvimento socioeconômico na perspectiva local. a forma de aprender e de ensinar mostrar-se-á tão importante quanto as disciplinas. alunos e professores saberão construir juntos os seus próprios conhecimentos. nacionais e mundiais. em particular. envolvendo professores e alunos. potencializando o uso social das tecnologias.12 Projetos integradores O projeto integrador é uma concepção de ensino e aprendizagem que pressupõe uma postura metodológica interdisciplinar a ser adotada pela instituição. Assim. Tem como objetivo favorecer o diálogo entre as disciplinas que integram o currículo na perspectiva de contribuir para uma aprendizagem significativa e para a construção da autonomia intelectual dos estudantes através da conjugação do ensino com a pesquisa. assim como da unidade teoria-prática. políticos. contribuir para a construção da autonomia intelectual dos estudantes através da construção da unidade ensinopesquisa. sem a imposição de conteúdos e conceitos de forma fragmentada e autoritária. O desenvolvimento coletivo de projetos visa contribuir para que o futuro tecnólogo em Produção da Construção Civil exerça sua profissão de forma complexa. competente e . A realização do projeto integrador encaminha-se para a construção de uma postura condizente com a realidade contemporânea que tende a ver nos conteúdos os instrumentos necessários para responder a questões formuladas pelos alunos e professores. 3º. regional. econômicos e culturais inerentes à área da produção da construção civil. mas. diante de situações problemáticas surgidas no decorrer dos processos de ensinar e de aprender.

é importante que se faça o seu planejamento e que se estabeleçam as etapas de execução. Em conjunto. pois os conhecimentos deixarão de ser vistos de maneira disciplinar e isolada. os professores de cada período devem se reunir semanalmente e pensar sobre os objetivos e finalidades das disciplinas. os quais deverão conjuntamente. organizar instrumentos de investigação. Inicialmente. as necessidades de aprendizagem de cada turma e sobre os encaminhamentos do projeto. como primeiro passo. deve ocorrer a realização das atividades. bem como planejar a apresentação dos resultados finais da pesquisa. Execução ou desenvolvimento: Nessa fase. coletar materiais bibliográficos necessários ao desenvolvimento da temática escolhida. na busca de respostas às questões e/ou hipóteses definidas anteriormente. programar pesquisas laboratoriais. exposição de trabalhos. programar a coleta de dados. A turma (ou os grupos de pesquisa) planeja e executa sua tarefa. alunos e professores devem planejar a divulgação do projeto. definir duração das pesquisas. os professores instrumentalizar-se-ão para problematizar o conteúdo e canalizar as curiosidades e os interesses dos alunos na concepção do(s) projeto(s). podendo ser organizados grupos com tarefas específicas. buscar outros meios necessários para a solução das questões e/ou hipóteses levantadas na fase anterior. É importante que sejam realizados relatórios parciais orais ou escritos. escolher os temas significativos a serem problematizados e questionados. pois dela depende todo o desenvolvimento e organização do projeto integrador. a fim de acompanhar o desenvolvimento do tema (ou dos temas) e É importante lembrar que em cada turma em um determinado período podem e devem surgir vários projetos integradores. as dificuldades que encontra e os resultados que são alcançados. analisar resultados. Preparação e planejamento: Após a definição do(s) tema(s). aprofundar e/ou sistematizar os conteúdos necessários ao bom desempenho do projeto. são fundamentais algumas fases distintas. em seguida. Internet etc. Para a realização de cada projeto integrador1. buscar informações em livros. organizar os grupos e/ou duplas de trabalho por suas indagações afins e suas respectivas competências. com apresentação pública. Alunos e professores devem identificar as estratégias possíveis para atingir os objetivos propostos. tanto no âmbito da gerência como em outras dimensões da Instituição. Os alunos deverão ter a oportunidade de seguir o trabalho dos diversos grupos e cooperar com eles. serão especificadas. As atividades de elaboração deverão ser sempre coletivas e socializadas entre alunos e professores. trazendo com freqüência à apreciação da turma o que se está fazendo. as quais. escrever relatórios. passando a serem considerados numa perspectiva inter e transdisciplinar.13 inovadora. Com isso. Intenção: Essa fase é fundamental. das estratégias programadas. pois a partir de um certo tema derivam tantos projetos quantos forem os grupos que se constituírem em cada turma 1 .

será destinado um professor orientador com a disponibilidade de carga-horária de duas horas/aula semanais. Para o Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil. Em suma. a nota dos estudantes referente . nas atividades do(s) projeto(s) integrador(es)? O que se pode melhorar para os próximos projetos? Quais foram as conclusões e recomendações elaboradas e o crescimento evidenciado pelos alunos durante a realização do(s) projeto(s)? Geralmente. Dessa forma.14 implementar a participação dos alunos. considerando-se a base de conhecimentos desenvolvidos nas disciplinas que integralizam os períodos letivos e devem estar relacionados com situações práticas reais vivenciadas pelos profissionais da área na perspectiva do aluno poder integrar os conhecimentos teórico-práticos. O aluno. nem no último semestre. precisa sentir-se desafiado à cada atividade planejada. as quais darão sustentação ao desenvolvimento dos projetos integradores em quatro semestres. Para cada turma que estiver desenvolvendo projetos integradores em um determinado período letivo. considerando os princípios que norteiam o perfil profissional específico do Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil. que funcionam como Linhas de Pesquisas. o projeto integrador (ou projetos integradores) deve ser pensado e elaborado conjuntamente entre alunos e professores. Finalmente. Resultados finais: Após a associação entre ensino e pesquisa. oportunizando ao aluno a verbalizar seus sentimentos sobre o projeto: O que foi mais importante? Quais as novidades proporcionadas? O ato de ensinar e aprender tornou-se mais dinâmico? Como foi a participação. Não ocorrerão projetos no primeiro semestre. Os temas serão elencados. está planejada a criação de Núcleos Temáticos. e o professor também. por conseguinte. o que deverá estar explicitado no planejamento do período letivo. nos resultados finais. avaliando os conteúdos ou saberes que foram programados e desenvolvidos de maneira integrada por meio de projetos de ensino e aprendizagem. novos projetos a serem seguidos nos períodos subseqüentes. pois são condições fundamentais para a construção do conhecimento. para que haja uma relação de compromisso entre o projeto integrador e as correspondentes disciplinas. é necessário que a avaliação de cada uma das disciplinas seja influenciada pela avaliação do respectivo projeto. individual e dos grupos. surgem interesses que podem proporcionar novos temas e. espera-se que o professor contribua para a construção da autonomia intelectual dos futuros graduados. com professores responsáveis pela pesquisa e extensão em sub-áreas da Construção Civil. em função da verticalização. que será destinado ao estágio supervisionado. com a participação ativa e conjunta de todos os professores da turma. Os alunos e os professores devem criar um espaço de confronto científico e de discussão de pontos de vista diferentes.

foram criados quatro núcleos temáticos que contribuem para a formação teórico-prática na área: • • • • Materiais Projetos Custos/Controle e Mão-de-obra Técnicas Construtivas Dessa forma. Sugestões de temas para os projetos a serem desenvolvidos a partir do 2º período: • • • • A importância dos materiais de construção Qualidade nos processos construtivos Adequação de projetos Avaliação pós-ocupação . no 3º período: Projeto vinculado ao Núcleo de Projetos Projeto III. 4º e 5º períodos do Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil: • • • Projeto I. 3º. no 4º período: Projeto vinculado ao Núcleo de Custos/Controle e mão de obra • Projeto IV. no 2º período: Projeto vinculado ao Núcleo de Materiais Projeto II. NProjeto = nota do projeto integrador. sugere-se a seguinte organização para os projetos integradores a serem desenvolvidos no 2º. no 5º período: Projeto vinculado ao Núcleo de Técnicas Construtivas. N2 = nota da disciplina no 2º bimestre após a média com o resultado do projeto integrador. Para o desenvolvimento dos projetos integradores no Curso Superior de Produção da Construção Civil. calculando-se da seguinte forma: N2professor + NProjeto N2= 2 Onde: N2professor = nota da disciplina no 2º bimestre atribuída pelo respectivo professor.15 ao segundo bimestre em cada disciplina vinculada ao projeto integrador corresponderá à média aritmética entre a nota atribuída pelo professor da própria disciplina e a nota atribuída pela banca examinadora ao projeto integrador.

Também pode ser realizado por meio do desenvolvimento de projetos de iniciação científica e tecnológica no CEFET-RN ou em instituições/organizações/entidades parceiras. . ampliação e aplicação dos conhecimentos (re)construídos durante o curso. que tem duração mínima de 400 (quatrocentas) horas. preferencialmente sob a forma de estágio supervisionado realizado em empresas da Construção Civil. As atividades programadas para o estágio poderão desenvolver–se de forma contínua ou parcelada e devem procurar integrar os conhecimentos teórico-práticos adquiridos pelo aluno. tendo em vista a intervenção no mundo do trabalho e na realidade social de forma a contribuir para a solução dos problemas detectados. No CST em Produção da Construção Civil a prática profissional será desenvolvida. deve constituir-se em um espaço de complementação.16 • • • Gerenciamento de obras Gestão de pessoal A Construção Civil como geradora de renda Com base no exposto. Essa prática objetiva a integração teoria-prática. com base no princípio da interdisciplinaridade. é obrigatória a realização da prática profissional. o gráfico a seguir representa a organização para o desenvolvimento dos projetos integradores no CST em Produção da Construção Civil ALUNO DO CEFETRN COM DIREITO A VERTICALIZAÇÃO V E S T I B U L A R 1º período 2º período 3º período 4º período 5º período 6º período BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS BASES BASES BASES BASES BASES CIENTÍFICAS E CIENTÍFICAS E CIENTÍFICAS E CIENTÍFICAS E CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS TECNOLÓGICAS TECNOLÓGICAS TECNOLÓGICAS TECNOLÓGICAS PROJETO I PROJETO II PROJETO III PROJETO IV Prática profissional Além de outras atividades práticas no decorrer do curso. nas situações em que haja de dificuldades de consegui-lo em empresas. Pode iniciar-se no 40 período e deve ser concluída até o final do último período.

sempre que necessário. o estudante que satisfizer as condições acima estabelecidas. O processo de planejamento. Vencida essa etapa. Deste modo. mediante solicitação de certificação de conhecimentos. o índice de rendimento acadêmico por ele obtido no curso técnico integrado que lhe habilitou a pleitear a verticalização. poderá ingressar no segundo período do Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil. o aluno terá um prazo máximo de noventa dias para apresentar o relatório ao professor orientador que o avaliará. com cópia da ficha de avaliação do aluno na empresa. b) Reuniões do aluno com o professor orientador. e d) Relatório de estágio. . Verticalização A verticalização é uma alternativa concedida ao estudante aprovado em processo seletivo para ingresso no Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil que tiver concluído curso técnico de nível médio integrado oferecido pelo CEFET-RN na área profissional de Construção Civil e cuja conclusão tenha ocorrido nos cinco anos que antecederem a essa aprovação. c) Visitas à empresa por parte do professor orientador. o relatório fará parte do acervo bibliográfico da Instituição. situação em que terá registrado no seu histórico acadêmico como média final de cada uma das disciplinas do primeiro período.17 O estágio curricular é acompanhado por um Professor Coordenador de Estágios e um Professor Orientador para cada aluno. Após a conclusão do estágio. aprovado pelo professor orientador. conforme previsto no Regulamento dos Cursos Superiores de Tecnologia oferecidos pelo CEFET-RN. acompanhamento e avaliação do estágio é composto dos seguintes itens: a) Plano de Estágio (conforme modelo vigente). em função da área de atuação no estágio e das condições de disponibilidade de carga-horária dos professores.

Quando a oferta for diurna. Poderá ser concedido mediante requerimento dirigido à Gerência de Educacional de Tecnologia da Gestão do Espaço físico e social – GECON (ou denominação que venha a substituí-la). 1º Per. 3 Per. poderá incorporar até 50% (cinqüenta por cento) da carga horária do segundo período. 5 CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS No CST em Produção da Construção Civil. V E R T I C A L I Z 0 0 0 0 0 4 projetos integradores e prática profissional A Ç Ã O Alunos do CEFET-RN provenientes de um curso técnico integrado da área de Construção Civil Outros alunos No CST em Produção da Construção Civil. 2 Per. 4 Per. Com vistas ao aproveitamento de estudos. .18 6 Per. a carga horária correspondente à verticalização será de 540 (quinhentas e quarenta) horas/aula. 5 Per. Nos cursos noturnos. também. o aproveitamento de estudos e a certificação de conhecimentos adquiridos através de experiências vivenciadas previamente ao início do curso ocorrerão conforme descrito a seguir: Aproveitamento de Estudos Compreende a possibilidade de aproveitamento de estudos realizados em outra instituição de educação superior. essa carga horária corresponderá ao primeiro período de forma integral e. a avaliação recairá sobre a correspondência entre os programas das disciplinas cursadas na outra instituição e os do CEFET-RN e não sobre a denominação das disciplinas para as quais se pleiteia o aproveitamento. essa carga horária compreenderá a totalidade do primeiro período letivo.

tornase necessário destacar os seguintes aspectos inerentes aos processos avaliativos: • Adoção de procedimentos de avaliação contínua e cumulativa. Para tanto. inclusive fora do ambiente escolar. conquistas e possibilidades dos estudantes. aos seus conhecimentos prévios e ao domínio atual dos conhecimentos que contribuam para a construção do perfil do futuro egresso. • Divulgação dos resultados do processo avaliativo. • Divulgação dos critérios a serem adotados na avaliação. O respectivo processo de certificação consistirá em uma avaliação teórica ou teórico-prática. . • Estratégias cognitivas e metacognitivas como aspectos a serem considerados na correção.19 Certificação de conhecimentos O estudante poderá solicitar certificação de conhecimentos adquiridos através de experiências previamente vivenciadas. 6 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Nesta proposta curricular do CST em Produção da Construção Civil considera-se a avaliação como um processo contínuo e cumulativo. são assumidas as funções diagnóstica. formativa e somativa de forma integrada ao processo ensinoaprendizagem. • Incidência da correção dos erros mais freqüentes. • Inclusão de atividades contextualizadas. • Manutenção de diálogo permanente com o aluno. • Exigência dos mesmos critérios de avaliação para todos os alunos. deve funcionar como instrumento colaborador na verificação da aprendizagem. levando-se em consideração o predomínio dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos. as quais devem ser utilizadas como princípios orientadores para a tomada de consciência das dificuldades. conforme as características da disciplina. • Importância conferida às aptidões dos alunos. • Definição de conhecimentos significativos. Nesse processo. Igualmente. • Prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos. com o fim de alcançar a dispensa de alguma(s) disciplina(s) integrantes da matriz curricular do curso.

caso sejam detectadas deficiências de aprendizagem individuais. Art.O estudante que obtiver MD igual ou superior a 20 (vinte) e inferior a 60 (sessenta) em uma ou mais disciplinas e freqüência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária total das disciplinas do período.N1 + 3. na escala de 0 (zero) a 100 (cem).Será considerado aprovado no período letivo o estudante que. o estudante que obtiver média final igual ou maior que 60 (sessenta). excetuada a carga horária ministrada através de EaD. serão transcritos os artigos 29 a 33 do Regulamento dos Cursos Superiores de Tecnologia (p. calculada através de uma das seguintes equações. . obtiver média aritmética ponderada igual ou superior a 60 (sessenta) em todas as disciplinas e freqüência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária total das disciplinas. Parágrafo único .NAF 5 Onde: MFD = Média Final da Disciplina MD= Média da Disciplina NAF = Nota da Avaliação Final N1 = Nota do Aluno no 1º bimestre N2 = Nota do Aluno no 2º bimestre Art. concomitantemente. 32 .Após o cômputo do desempenho acadêmico dos discentes.Com o fim de manter o corpo discente permanentemente informado acerca de seu desempenho acadêmico. 31 . ao final do 2º bimestre. 29 – O desempenho acadêmico dos estudantes por disciplina e em cada bimestre letivo. os resultados de cada atividade avaliativa deverão ser analisados em sala de aula e. o estudante que não alcançar a média 60 (sessenta) em até. em sala de aula. Art. os docentes deverão desenvolver estratégias orientadas a superá-las. § 1º .Após a avaliação final. em cada bimestre. cursando. de acordo com a seguinte equação: MD = 2.NAF + 3 N 2 5 ou MFD = 2. 30 .N 2 5 MD = Média da Disciplina N1 = Nota do aluno no 1º bimestre N2 = Nota do aluno no 2º bimestre Parágrafo único . após avaliação final.O índice de 75% (setenta e cinco por cento) de freqüência não incidirá na carga horária ministrada através de EaD. a média parcial e o total de faltas de cada estudante na respectiva disciplina.20 Em seguida. será expresso por uma nota. de grupos ou do coletivo. obtido a partir dos processos de avaliação. § 2º . 9 e 10) oferecidos pelo CEFET-RN que tratam dos critérios de verificação do desempenho acadêmico dos estudantes desses cursos: Art. prosseguirá para o período seguinte. prevalecendo a que resultar em maior média final da disciplina (MFD): MFD = MD + NAF 2 ou MFD = 2. no máximo. o docente deverá divulgar.Será considerado aprovado. terá direito a submeter-se a uma avaliação final em cada disciplina em prazo definido no calendário acadêmico. essa(s) disciplina(s) objeto(s) de reprovação. duas disciplinas.N1 + 3.

com cuba e batedor de aço.50 56. 04 mesas. elétrica. Softwares Instalados. 7 INSTALAÇÕES. 03 bancadas. não sendo obrigatoriamente exigido que o estudante utilize todo o período letivo para superar as dificuldades apresentadas. apenas. 01 01 01 Especificações Balança eletrônica.50 102. 33 . ele cursará.Essas disciplinas serão trabalhadas a partir das dificuldades detectadas após uma avaliação diagnóstica que envolva todo o conteúdo da disciplina.50 85. §2º . Prensa manual para fabricação de blocos solo-cimento. §4º-Quando pelo menos uma disciplina objeto de reprovação englobar conhecimentos prévios fundamentais para disciplina(s) do período subseqüente (pré-requisito) e o rendimento acadêmico do estudante tiver sido inferior a 40 (quarenta). EQUIPAMENTOS E BIBLIOTECA Quadro Resumo da Infra-estrutura de Laboratórios Específicos à Área do Curso. capacidade máxima 1000g. 04 mesas.00 59. e/ou outros dados) 40 bancos.Quando o estudante superar as dificuldades de aprendizagem diagnosticadas e registradas. Balança de plataforma eletrônica. 04 cadeiras. e/ou outros dados) 40 bancos. §3º . cursará. 06 armários Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. 06 armários Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. trifásico. capacidade 20t / 100t.00 40. capacidade de 200kg. Ferramentas. apenas as disciplinas objeto de reprovação.50 252. com 06 placas 100x100mm.00 45. sensibilidade 0. . modelo A40K. desde que tenha demonstrado rendimento acadêmico maior ou igual a 40 (quarenta). Dependências Laboratório de Materiais de Construção Laboratório de Argamassas e Concreto Laboratório de Solos Laboratório de Instalações Hidrossanitárias Laboratório de Instalações Elétricas Sala de Informática Salas de Desenho Salas de Pesquisa e Extensão Sala de Topografia Laboratório (nº e/ou nome) Laboratório de Materiais de Construção Área (m2) 127. não alcançar a média 60 (sessenta) em mais de duas disciplinas.50 m2 por aluno Descrição (Materiais. capacidade 5l. Ferramentas. após avaliação final.00 59. capacidade para dois blocos por vez. sensibilidade 100g. 01 01 01 Especificações Argamasseira mecânica. será considerado aprovado e seu desempenho registrado pelo professor em documento próprio. a(s) disciplina(s) objeto da reprovação. motor 380V.21 §1º . Prensa manual com 02 manômetros.Quando pelo menos uma disciplina objeto de reprovação englobar conhecimentos prévios fundamentais para a(s) disciplina(s) do período subseqüente (pré-requisito). Aparelho para medir aderência de argamassa. Art. 03 bancadas.01g. o estudante poderá cursar o período letivo seguinte.50 Quantidade 1 1 1 1 1 1 4 2 1 m2 por estação m2 127. 04 cadeiras. Área (m2) 85. Softwares Instalados.50 m2 por estação m2 por aluno Laboratório (nº e/ou nome) Laboratórios de Argamassas e Concretos Descrição (Materiais. no período subseqüente. no período seguinte.Nos casos em que o estudante.

Balança eletrônica. capacidade máxima 40kg. e/ou outros dados) 40 bancos. 01 cadeira. 02 mesas. motor “meg” de 0.00 m2 por estação m2 por aluno Descrição (Materiais. sensibilidade 0. sensibilidade 1g. Betoneira didática. com bateria. motor trifásico. Softwares Instalados.00 m2 por bancada m2 por aluno Descrição (Materiais. capacidade 120l. Especificações Laboratório (nº e/ou nome) Laboratório de Desenho (4 salas) Área (m2) 252. e/ou outros dados) 160 pranchetas. Ferramentas. capacidade 10kg. Softwares Instalados. Balança eletrônica. Especificações Laboratório (nº e/ou nome) Laboratório de Topografia Área (m2) 59.50 m2 por estação m2 por aluno Descrição (Materiais. 04 cadeiras. Modelos Hidráulicos Diversos Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. 01 cadeira. capacidade 110l. Softwares Instalados. Ferramentas. Softwares Instalados.00 m2 por aluno 2. 04 mesas. Softwares Instalados. 01 armário. e/ou outros dados) 25 carteiras. 01 01 01 01 01 Especificações Peneirador elétrico para peneiras 8x2”.22 01 01 02 Betoneira sobre chassis com rodas. 08 ar-condicionados Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Máquina extrusora para materiais cerâmicos. Área (m2) 102. 01 armário.55 Laboratório (nº e/ou nome) Laboratório de Solos Descrição (Materiais. 04 cadeiras. Ferramentas. 01 bancada. Aparelho para medição eletrônica do grau de compactação de amostras. 02 armários Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações Laboratório (nº e/ou nome) Laboratório de Instalações Elétricas Área (m2) 56. Ferramentas. 01 mesa.5CV. modelo AS-1000. Ferramentas. 08 armários.1g. 02 bancadas. Esclerômetro tipo Schimidt. modelo PVP. e/ou outros dados) .00 m2 por bancada 51. 02 mesa. Laboratório (nº e/ou nome) Laboratório de Instalações Hidrossanitárias Área (m2) 45. Modelos Elétricos Diversos Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. modelo A10K. e/ou outros dados) 25 carteiras.50 m2 por bancada m2 por aluno Descrição (Materiais.

acesso à Internet e à rede Novell da Gerência de Informática do CEFET. T-1A. 03 02 02 01 02 04 04 Especificações Teodolito repetidor. BAIRD. J. Mod.50 m2 por estação 2. com prisma e coletaor onterno de bateria. marca Wild. e/ou outros dados) Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Pérsio de Souza. Marcos Von. 64 Mbytes RAM. assistido por computador. FrontPage e Access). Softwares Instalados. Jesus M. de sistemas de informação geográfica (Arcview e Mapinfo). Mod. com resolução ótica de 600x1200 dpi HUB de 24 portas 01 01 01 BIBLIOTECA ANDRADE PERDRIX. Equipamento para ensaio de adensamento edométrico. com tripé. Dicionário de Línguas. 1989. Excel. Ferramentas e/ou outros dados) 02 Ar condicionados. Imagem direta. com tripé e GST 05. TM20E. Display de cristal. SPERLING. Guanabara Dois 1982 RUSSEL. PowerPoint. Internet Explorer 6. 1 São Paulo: Makron Books. Teodolito com precisão 20”. Estação total com precisão de 5”.. alcance de 700m.9 m2 por aluno 2. de desenho auxiliado por computador (AutocadMap e Microstation). Marca Nikon. Microsoft Office XP (Word. assistido por computador.. 01 mesa Descrição (Softwares Instalados. marca Sokkisha. Paint Shop Pro. Tradução e Adaptação: Antônio Carmona e Paulo Helene. 1996 ADAD. disco rígido de 6. SANTOS. Belo Horizonte. Colin. acesso à Internet e à rede Novell da Gerência de Informática do CEFET. e/ou outros dados) Sistema Operacional Windows 98. Laboratório (nº e/ou nome) Laboratório de Informática Aplicada Área (m2) 59. CPU 486-DX4 100 MHz. . 20 Especificações Microcomputador. Bookman. NE-20H. marca Wild. Vol 1 .23 Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. 41 cadeiras. Controle Químico de Qualidade. ref. 2002. precisão 2mm/km Nível automático. CPU K6-2 400MHz. Rio de Janeiro. Química Ambiental – Porto Alegre. Microcomputador. NA-20. 1992. Teodolito eletrônico. Editora: Edgard Blücher Ltda. tipo TE-B43. Laboratório (nº e/ou nome) Sala de Pesquisa e Extensão Área (m2) 40.. 01 Estabilizador. Nível de precisão. disco rígido de 600Mbytes. Introdução a qualidade das águas e ao tratamento de esgotos:UFMG. programas de processamento digital de imagens (Envi e Ermapper). Vol. 16 Mbytes RAM. leitor de CD-ROM de 50X. Teodolito de segundos de alta precisão. Ciência e Tecnologia de Argilas. Suite Corel Draw 10. Manual para Diagnóstico de Obras Deterioradas por Corrosão de Armaduras. (Para uso de digitalização de imagens) Scanner de mesa. Química Geral. Mod. Leitura digital. 1994. Leitura código de barras. formato A4. Maria del Carmen.9 Descrição (Materiais. Editora PINI. H. 01 01 Especificações Equipamento para ensaio de cisalhamento direto. 20 mesas p/ computador. uso topográfico. Adquiridos em 2000.8 Gbytes.00 m2 por estação m2 por aluno Descrição (Materiais. de processamento de dados gps (Pathfinder Office e GTM Profissional) e antivírus Vírus Scan Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Ferramentas.

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SUSSEKIND. 1978. Adalberto S.. Gestão Pela Qualidade Total Em Serviços: Casos Reais . MEHTA.. Qualidade: a Revolução da Administração DRUCKER... TIMOSHENKO. Idalberto.. Jose Carlos. Edwards.. Administração de Recursos Humanos: Fundamentos Básicos CHIAVENATO. Cortez. Fabien. A.. 1992. 1997. Estruturas Isostaticas HANAI. Helio Alves. Reforma Administrativa: Decreto Lei 200. VALKENBURGH. Resistencia dos Materiais. Manual da Administração da Produção Fundação SEADE. W. 1984. Adriano. W. Alberto de Campos. Idalberto. Serviços Com Qualidade: a Vantagem Competitiva AMARAL. 1984. Eva Maria. Atlas. Helio Alves.. Reui Honório. Idalberto. O. Administracao Para O Futuro: Os Anos 90 e a Virada do Século FARIA.. 2000 CASCUDO.. Controle da Corrosao de Armaduras Em Concreto. Gonzales. Eletricidade Basica CREDER. Henry. 1996. de Concreto Armado SILVA Jr.. Pratica de Administração de Empresas DRUCKER. 1980.. O: Inspecao e Tecnicas Eletroquimicas. Jose Carlos. Legislação Complementar CHABRENIL. Edwards.. G.. Processo de Cross.. Helio. 2002 LAKATOS. Michael. Recuperacao e Reforco de Estruturas de Concreto. Nogueira de. Edificio e Seu Acabamento.. 1977/1980 SOUZA.. Produtividade e Glossário FAYOL. Peter F. Pratica das Pequenas Construcoes. Jayme F. AZEVEDO. Teoria e Problemas de Materiais de Construcao. Nooger Van. 2000. Instalacoes Hidráulicas e Sanitárias BARCELAR. da. Miguel S.. Antonio Joaquim. Ernesto. O Método Deming de Administração DEMING. SUSSEKIND.. Concreto Armado ROCHA. Walid. Jose Carlos. Resistencia dos Materiais GORFIN.. Tecnica de Edificar. O Mago da Administração ARGENTI.. Acidentes Estruturais Na Construcao Civil. Geraldo. 1998... Edificio Ate Sua Cobertura. Teoria Geral da Administração DAVIDOW.. Karl. Novo Curso Prat.Estrutura. Idalberto.O. 1989. de. Gerenciando Pessoas: O Passo Decisivo Para a Administração Participativa CHIAVENATO.. John. William H. Método das Deformações. Qualidade: Ferramentas Para Uma Melhoria Continua CAMPANHOLE.27 SIEMENS. Bernardo.. SUSSEKIND. BOTELHO. Oswaldo. Joao Bento de.. Administração Industrial e Geral FIGUEIREDO.Trincas Em Edificios. Deformações em Estruturas. São Paulo.. Projeto e Implantacao do Canteiro. YAZIGI. Pedro Ferraz do. Walter... Gerard. Instalações Hidráulicas.. Edificio Ate Sua Cobertura. Kummar & MONTEIRO. Jose Carlos. Ubiraci Espinelli Lemes de. THOMAZ... Russell L. Sarkis. Mecanica Tecnica e Resistencia dos Materiais. EVSTRATOV. 1984. Paulo J.. 1998 CARVALHO.. Histalações Hidráulicas MACINTYRE.. AZEVEDO. ACKOFF. Simbolos Graficos de Eletricidade. Construcao de Edificio e Obras Publicas BAUD. Propriedades e Materiais. São Paulo. PFEIL. Albino Joaquim Pimenta da. Concreto Armado Eu Te Amo. Nogueira de. Curso de Auxiliar de Administração de Empresas BRASSARD. 1990..... Metodologia Científica. Peter. Ercio. 2001. 1996. A Empresa e Seus Colaboradores: Usando O Eneagrama Para Otimizar Recursos CHIAVENATO. J. Aderson Moreira Da.. Egydio. Taylor. Organizacao de Empresas FARIA. Metodologia do Trabalho Científico. Serviço Total Ao Cliente DEMING. 22ª Edição. 3ª Ed. Manual de Pequenas Construcoes BORGES. Introdução a Teoria Geral da Administração CHIAVENATO. CUNHA. Vicente Custodio. Archibald Joseph. Construcoes de Argamassa Armada – Fundamentos Tecnológicos para Projeto e Execução... Concreto . 2002. Helio Alves. Metodo de Cross.. Patologia. Idalberto. A Corrida para o Emprego: Uma Guia Para Identificar. Competir e Conquistar Um Excelente Emprego CHIAVENATO. RIPPER. Curso de Concreto SUSSEKIND. Organização de Empresas: Informática. Stephen.. Sistemas de Administração Dinâmica BIANCHI.. A.Curso de Analise Estrutural: Estruturas Isostaticas.. Método das Forças. Administração de Empresas CHIAVENATO. Pesquisa Operacional ALBRECHT. 1996. Idalberto. Iniciação a Administração Geral CHIAVENATO. Como Evitar Erros Na Construcao. 1980. Idalberto. A. Manoel Henrique Campos. SEVERINO.1985... SOUZA. MAYOR... AZEVEDO.. MELCONIAN.

Educação Ambiental – Como Projeto 2ª Edição – Porto Alegre/RS. Que e Aco. Qualidade Total Nas Organizações GLAZER.. 2003. A Empresa Flexível TOLEDO. C. Marcos Antônio Lima de... Roberto. Atlas.. Matemática Comercial e Financeira. Edificios Industriais Em Aço. São Paulo. Introdução a qualidade das águas e ao tratamento de esgotos Vol. ANTONIO. de Madeira BELLEI.. Editora Banco do Nordeste. Ministériod a Saúde do Brasil. Rompendo As Barreiras da Administração: A Necessária Desorganização Para Enfrentar a Nova Realidade RIFKIN. Raul Oscar. Antônio Arnot. 1ª. Ed São Paulo. Qualidade: O Desafio da Pequena e Media Empresa PETERS. Elizabeth C. Terceirização em informática MACHLINE. dos. de Custos Na Const. Primo. Belo Horizonte.. Construcoes de Concreto: Principios Basico da Construcao de Pontes. C. Jack. Princípios de Administração HELOANI. Alexandre de Gusmão – Educação Ambiental – Reflexões e Práticas Contemporâneas. 1977.. Custo de Construcao. 1996 CRESPO... Conceitos Básicos de Administração: Um Guia Conciso KOCK. Introducao Ao Planej. 1999. Organização do Trabalho e Administração: Uma Visão Multidisciplinar HERRMANN Jr. As Funções do Administrador SCHERKENBACH. PEDRINE. Alvin. Fortaleza/CE.. 1. Antonio de Loureiro. 5 ª Edição Rio de janeiro/ RJ Editora Vozes . Administração de Pessoal: Desenvolvimento de Recursos Humanos VERAS. Perícias Judicial em Acidentes e Doenças do Trabalho.. BRANDIMMILLLER. de Telh. PTACEK. 2002 ARTMED NORDESTE. Flavio de.. Proj. CIMINO. OPAS/OMS.. Manual de Impactos Ambientais. Civil Bras. Marcos Von. Fritz Camara. Planejar Para Construir..28 GIL.. Carl V. Acos & Ferramentas SCHEER. COLDMAN. Elementos Básicos de Organização e Administração LEONHARDT. O. Aplicado As Construcoes DIAS. Princípios de Administração Cientifica TOFFLER. e Cont. Luiz Laurent. Michael James. Estruturas Metalicas Na Pratica MACDONNELL. 1994.P. UFMG.. Bengt. Carlos Celso. Alberto Pardo. B....M. 2000 CARNASCIALI. Tom. Normas e Métodos de Administração HAROLD. Walter de Aco. Claude...1997. Frederick Winslow. A.) Doenças relacionadas ao Trabalho. Frantisek.. Pedrinho.. Introdução a Administração: Elementos de Ação Administrativa KARLOF. LIMMER.. 1997. BLOCH.. SPERLING. O Caminho de Deming Para a Qualidade e Produtividade: Mapas e Rotas SEBRAE. Codigo de Obras e Edificacoes do Municipio de Sao Paulo. Frederico. Historia da Administração JUCIUS. Alcir.. 1993 8 PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO ADMINISTRATIVO Tabela 2 – Pessoal docente vinculado ao Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil Nome Formação inicial/Titulação Regime de Trabalho Alcides Fernandes e Silva Filho Engenheiro Civil / Mestre DE Aldan Nóbrega Borges Engenheiro Civil / Mestre DE Alexandre da Costa Pereira Engenheiro Civil / Doutor DE Aristófanes Dantas de Medeiros Engenheiro Civil / Mestre DE .. Ned Tomelin. Jeremy. Em Estr. O Fim dos Empregos SANTOS.. 1987. Ildony Helio. Orcamento e Controle de Projetos e Obras.. (Org. Elementos de Administração JOÃO BOSCO. 9a Edição Atualizada. .. Manual de Administração da Produção OLIVEIRA..1997 DIAZ. SENAC. Liopold. Lucio T. 1996 2º Edição. Editora Saraiva. Brasília Editora MS 2001 Segurança e Medicina do Trabalho. Ferramentas Manuais Para Madeira PFEIL. PMQP: Qualidade Total Na Pratica LEITE. 1980/1986 RAUTER... Leo P. William W. 1979. Qualidade Total TAYLOR. Planejamento. Remo. 53º Edição. O JAMES M.

. o concluinte fará jus ao diploma de graduação como Tecnólogo em Produção da Construção Civil.29 Armando Manoel de Freitas Carlos Guedes Alcoforado Cláudia Régia Gomes Tavares Divaldo Moita Costa Edilberto Vitorino de Borja Eurípedes de Medeiros Júnior Evandro Firmino de Souza Flávio Gutemberg de Oliveira Joana D’arc da Costa João Roberto Alves de França Jorge Ivan de Oliveira José Gilson de Oliveira José Eurico de Queirós José Ribamar de Araújo Cabral Juarez Alves Torres Laílson Rodrigues de Miranda Liznando Fernandes da Costa Natércio Dias de Holanda Otacílio Alves de França Júnior Renato Samuel Barbosa de Araújo Ricardo Nascimento Flores Severo Rômulo Andrade de Souza Júnior Sérgio Luiz Baena de Souza Vladimir Sérgio de Aquino Souto William de Oliveira Barreto Engenheiro civil / Especiliazação Engenheiro Civil / Mestre Engenheira Civil / Mestre Engenheiro Civil / Especialização Engenheiro Civil / Mestre Engenheiro Civil /Especialização Licenciatura Engenheiro / Mestre Licenciatura Arquiteto/Especialização Engenheiro/ Mestre Engenheiro Civil Engenheiro Civil/Especialização Licenciatura/Especialização Engenheiro Civil / /Especialização Engenheiro Civil / Mestre Engenheiro Civil / Mestre Licenciatura Engenheiro Civil Engenheiro Civil / Mestre Engenheiro Civil / Mestre Arquiteto / Mestre Especialização Engenheiro Civil Especialização DE DE DE 20 horas DE DE DE DE DE DE DE DE DE DE 40 horas DE DE DE DE DE DE DE DE 20 horas DE Tabela 3 – Pessoal técnico-administrativo vinculado ao Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil Nome Cargo Regime de Trabalho Cláudio Moura Agente administrativo 40h Izabel Cristina Silva de Almeida Agente administrativo 40h Scheila Salviano Santos Agente administrativo 40h Pedagoga 40h Nadja Maria de Lima Costa 9 DIPLOMAS Após integralizar todas as disciplinas e demais atividades previstas neste Plano do Curso.

. Demonstrar conhecimento sobre as perspectivas de futuro que a mesma proporciona. 5) Conceituação e aplicação práticas dos seguintes tipos de aplicativos: processador de textos. seu histórico e evolução. através da utilização de aplicativos para escritório. Conteúdos 1) Noções básicas sobre computadores.30 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Informática Professor (a): Flávio Gutenberg de Oliveira Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 1o CargaHorária: 60 h/a EMENTA Emprego de equipamentos de informática e softwares de escritório [e desenho] para auxiliar a realização de serviços de planejamento e gerenciamento de obras e de acesso à internet como meio de pesquisa e comunicação profissional. PROGRAMA Objetivos Compreender a importância da Informática nas questões ligadas à sua área profissional. 6) Noções básicas sobre a Internet. 3) Principais periféricos e sua utilização. planilha eletrônica e software de apresentação. Conhecer as possibilidades de otimização da sua vida profissional. 2) Fundamentos e funcionamento de hardware e software. 4) Conhecimento e utilização de sistema operacional.

Editora Campus.br http:://www.com. Série Ramalho Teoria e Prática Excel.com. de forma progressiva. com a utilização de microcomputador e recursos audiovisuais (retroprojetor e/ou projetor multimídia) e apostilas de exercícios que buscarão abranger a utilização.cefet-rn. OBSERVAÇÃO: dependendo das características de cada turma. trabalhos de pesquisa individuais e/ou em grupo. .htm#tutoriais REVISTAS RECOMENDADAS: Info Exame.br/matdidat. .Apostila de Excel.Apostila de Windows.webaula. Russel.superdownloads. Editora Makron Books. . PÁGINAS NA INTERNET RECOMENDADAS: http:://www. São Paulo/SP PC Word. poderá ser adotado um dos procedimentos acima ou um conjunto deles. estudo dirigido. assiduidade. 1999. RAMALHO.centraldeapostilas. do maior número possível das funções existentes nos aplicativos explorados. participação em sala de aula. 199_. Introdução ao Microsoft Windos 98. José Antônio. .Apostila de Word. José Antônio. STEELE.br http:://www. Bibliografia básica . Editora Berkelev.com. RAMALHO. acompanhamento da execução de exercícios em sala de aula.br http:://www. Aprenda em 24 Horas Microsoft Word.geinf. 1998. Editora Berkelev. a critério do professor. Avaliação Avaliação teórica e/ou prática. Editor Campus. Heidi. Editora . Série Ramalho Teoria e Prática Windows 98. Editora Abril. Guia Autorizado Microsoft Word 97.31 Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas práticas e/ou expositivas. 1999. 1998.Textos de aula de Introdução à Microinformática. Bibliografia complementar BORLAND.

Propriedades 2. PROGRAMA Objetivos Explicitar situações do cotidiano que possam ser modelados por meio de funções. Traduzir informações contidas em tabelas e gráficos em linguagem matemática utilizando o estudo das funções. aplicando-os na resolução de situações problemas. Intervalo real • Operações algébricas 2. operações algébricas. Módulo 3. funções. Aprofundar os conteúdos apresentados. Conteúdos • Conjunto dos números reais 1.1 Operações com polinômios 2.3 Operações com expressões racionais • Funções • Definição • Notação • Gráfico • Função composta • Funções pares e ímpares • Funções inversas • Funções crescentes e decrescentes • Função polinomial do 1º grau • Função polinomial do 2º grau .32 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Matemática Curso(s) em que é Tecnologia em Construção de Edifícios oferecida: Carga60h/a Horária: Período 1º Letivo: EMENTA Conjunto dos números reais. Resolver problemas geométricos por meio de equações. geometria analítica no plano.2 Fatoração 2.

retroprojetor. P.São Paulo: pioneira.2 Estudo da reta 4. limite. São Paulo: Makron. MALACRIDA. L. et al.1. 1999. 2 ed. A. pesquisas. Cálculo A: funções. D.Vol. 1992. __________. ed. resolução de listas de exercícios. Matemática superior: um primeiro curso de cálculo.Pré-cálculo. dinâmicas de grupo e estudo dirigido.1994. estudo dirigido. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL . Jr..3 Estudo da circunferência. M. Bibliografia básica BOULOS.1 Estudo do ponto 4. 5. l. FLEMMING.1999.. Cálculo diferencial e integral. 2004. Matemática: ciência e aplicações. São Paulo: Atual. G. São Paulo:Makron Books. Apresentação de seminários. Resolução de lista de exercícios. LEITHOLD.Habra. projetor multimídia. Avaliação Avaliações escritas individual e em grupo.São Paulo:Makron Books. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas teóricas expositivas dialogadas e atividades em grupo. S. ensino médio.33 • Função modular • Função exponencial • Função logarítmica • Funções trigonométricas • Geometria analítica no plano 4. BUSS. 3v. Bibliografia complementar BARBANTI. Cálculo com geometria analítica.1999. derivada e integração. utilização de quadro branco. IEZZI.

considerando a articulação coerente dos elementos lingüísticos. reconhecer. relato de atividade acadêmica e artigo de opinião). dos parágrafos e demais partes do texto. a pertinência das informações e dos juízos de valor. dos gêneros verbete. Quanto à produção de textos escritos: e) produzir textos (representativos das seqüências descritiva. considerando a articulação coerente dos elementos lingüísticos. descrever a progressão discursiva. leitura e produção de textos. a partir de traços caracterizadores manifestos. e avaliar o texto. PROGRAMA DE DISCIPLINA Objetivos Quanto à gramática: Aperfeiçoar o conhecimento o conhecimento (teórico e prático) sobre as convenções relacionadas ao registro padrão escrito. identificar os elementos coesivos e reconhecer se assinalam a retomada ou o acréscimo de informações. dos parágrafos e das demais .34 PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Língua Portuguesa Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 1º CargaHorária: 60 h/a Ementa Tópicos de gramática. e a eficácia comunicativa. Quanto à leitura de textos escritos: recuperar o tema e a intenção comunicativa dominante. narrativa e argumentativa e. a(s) seqüência(s) textual(is) presente(s) e o gênero textual configurado. respectivamente.

discussão e exercícios com o auxílio das diversas tecnologias da comunicação e da informação. estilísticos e programáticos. • gêneros textuais (especificamente jornalísticos. 2 – Tópicos de leitura e produção de textos: • competências necessárias à leitura e à produção de textos: competência lingüística.35 partes do texto. j) regência. técnicos e científicos): elementos composicionais. narrativos. • seqüências textuais (descritiva. • • • tema e intenção comunicativa. g) convenções ortográficas. progressão. enciclopédica e comunicativa. temáticos. narrativa. paragrafação: organização e articulação de parágrafos (descritivos. i) concordância. Avaliação . h) pontuação. leitura dirigida. coerência: tipos de coerência (interna e externa) e requisitos de coerência interna (continuidade. e a eficácia comunicativa. progressão discursiva. argumentativos). argumentativa e injuntiva): marcadores lingüísticos e elementos macroestruturais básicos. não-contradição e articulação). • • coesão: mecanismos principais. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos • Aula dialogada. a pertinência das informações e dos juízos de valor. Conteúdos 1 – Tópicos de gramática: f) padrões frasais escritos.

DISCINI. 2002. _____.). 19. 2002. Comunicação nos textos. Rio de Janeiro: Lucerna. C. _____. A Coerência Textual. Petrópolis. São Paulo: Contexto. N. SP: Monole. São Paulo: Contexto. 2003. J. São Paulo: Ática. A.A. A Coesão textual. 2004. C. FIORIN. Oficina de Texto. (Entender o português. métodos. HOFFNAGEL. A redação pelo parágrafo. de S.. TRAVAGLIA. São Paulo: Contexto. Gêneros textuais. (Orgs. TEZZA.V.). SAVIOLI. Tecendo textos. tipificação e interação. GARCEZ.P. São Paulo: Parábola Editorial. Gramática Escolar da Língua Portuguesa. 2005. .. 1996. Brasília: Universidade de Brasília.. N. L. Lições de texto: leitura e redação. BEZERRA.. F. M. H. MOTTA-ROTH. J. Barueri. Gêneros textuais e ensino. 2004. 2003. 2005.. T. 2005. J. Rio de Janeiro: Lucerna. I. São Paulo: Contexto. 1). de. C.C. ed. 14). 2002. Rio de Janeiro: Lucerna. Gêneros: teorias. Bibliografia Básica do Professor: DONÍSIO. Desvendando os segredos do texto. 2005. DONÍSIO. (Orgs. D. (Língua [gem]. D. Técnica de redação: o que é preciso saber para bem escrever. L. MAINGUENEAU. São Paulo: Martins Fontes. do C.). FIGUEIREDO.P. L. construindo experiências. 16.L. E. São Paulo: Codes. Bibliografia básica do aluno Apostilas elaboradas pelos professores: BECHARA. (Orgs.36 Contínua por meio de atividades orais e escritas.. FARACO. RJ: Vozes. 2001. debates. individuais e em grupo. KOCH.C.L. Bibliografia complementar do aluno CAMARGO. A. São Paulo: Cortez. MEURER. Uso de Vírgula. BONINI. 2001. A. 1999. _____. Análise de textos de comunicação. ed.

H. 2005. São Paulo: UNESP. São Paulo: UNESP. N. 2003. A produção dialógica do texto escrito: um diálogo entre escritor e leitor interno.L. São Paulo: Martins Fontes.M. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Ementa e Programa da disciplina: Disciplina: Física Curso(s): Tecnologia Construção de Edifícios Período Letivo: 1º CargaHorária: 60 horas EMENTA . I.37 NEVES. Caxias do Sul.M. SAUTCHUCK.L. 2003. NEVES. RS: Educar. Rio de Janeiro: Lucerna.H. 2000. ZANOTTO. E-mail e carta comercial: estudo contrastivo de gênero textual. Guia de uso do português: confrontando regras e usos. M. Gramática de usos de português. M.

Conservação de energia .Conservação de energia MÓDULO B: TERMOLOGIA E TÓPICOS DE ÓPTICA 1.Conceito de energia potencial gravitacional . Trabalho e potência . 2ª Lei de Newton e suas aplicações .Conceito de potência 3. termologia.Conceito de força. Conteúdos MÓDULO A: MECÂNICA 1.Conceito de trabalho . massa e peso . Princípio de Conservação de Energia.Equilíbrio de forças 2.38 Segunda Lei de Newton e Aplicações. óptica e eletromagnetismo dentro da formulação conceitual e matemática atuais com o objetivo de interpretar fenômenos.Transferência de calor . Calorimetria e Termodinâmica.Aplicações da 2ª Lei de Newton .Capacidade térmica e calor específico .Conceito de calor e temperatura .Trabalho realizado por uma força variável .Conceito de energia cinética . Eletrodinâmica e Eletromagnetismo. Calorimetria . Termodinâmica .Calor de combustão 2. prever situações e encontrar soluções adequadas para problemas aplicados. PROGRAMA Objetivos Fazer uma revisão das principais leis básicas da mecânica clássica.

1ª Lei da termodinâmica . Óptica geométrica . estando os alunos avaliados com base nos seguintes critérios: participação quanto à realização das leituras.Energia e potência elétrica 2.39 . análise e síntese dos textos. Eletricidade .Refração . transformadores.Campo magnético e suas propriedades .Lei de Ampère . debates e demais atividades.Entropia e 2ª Lei da termodinâmica 3. Bibliografia básica . responsabilidade quanto ao cumprimento do tempo previsto para realização das atividades e qualidade das atividades realizadas.Noções de carga elétrica e corrente elétrica . Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas e dialogadas. Eletromagnetismo .Força magnética . corrente alternada). Avaliação O processo avaliativo ocorrerá de forma contínua (com reorientação das atividades no processo).Resistência elétrica e Lei de Ohm . com utilização de retro projetor e quadro negro.Indução eletromagnética (Lei de Faraday.Instrumentos ópticos MÓDULO C: ELETROMAGNETISMO 1. assiduidade.Lentes .

Bibliografia complementar SEARS e ZEMANSKI. D. v. 6ª edição Ediouro RJ. MECÂNICA.40 HALLIDAY. FEYNMAN.. RICHARD. PROGRAMA Objetivos .. 1 LTC. Fundamentos de Física MECÂNICA . R. Ed. RESNICK. 2003. Ed. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Mecânica dos Solos Professor (a): Curso(s): Tecnologia da Produção Civil Período Letivo: 1o CargaHorária: 60h/a EMENTA A disciplina Mecânica dos Solos e Fundações visa apresentar os fundamentos teóricos e práticos do estudos dos solos e de sua relação com as estruturas de fundação. J. 6. ROGER A. Física em seis lições. HUGH D. FREEDMAN. Reformulado por YOUNG. Addison Wesley. WALKER.. 2004.... 10.

índices físicos. Mecânica dos Solos e suas Aplicações. Conteúdos 1) Mecânica dos solos (elementos de geologia. Avaliação Avaliação escrita. 2) Fundações (classificação das fundações. exploração do subsolo. Fundações. Et Al. o Standard Penetration Test). problemas de fundações).Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda.Conhecer os métodos e critérios de dimensionamento das Fundações. Livro Editado Pela Pini/Abms/Abef. . Visitas Técnicas (10%). HACHICH. Teoria e Prática. -Entender o processo de execução de obras de terra e fundações. (1998 ).Rio de Janeiro: LTC . Mcgraw-Hill. interação solo-fundação. Bibliografia básica CAPUTO. Bibliografia complementar . propriedades dos solos. Relatório. Participação nas visitas técnicas. H. Introdução à Mecânica dos Solos. Exercícios e trabalhos práticos e teóricos. Milton. (1978). W. ensaios básicos de laboratório. aulas práticas em laboratório (20%). execução e controle das fundações rasas e profundas. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Exposição de conteúdos com auxílio de quadro de giz e/ou recursos audiovisuais (70%). P. .Ler e interpretar projetos relacionados com mecânica dos solos e engenharia de fundações. Participação durante as aulas.Interpretar normas técnicas.Avaliar especificação dos materiais utilizados. (1996). VARGAS. . .41 .

U. LAMBE and WHITMAN (1969). Inc. Inc.R.Rio de Janeiro: LTC .R. MITCHEL. New York. (1976).A. (1951). (1994).R (1993). Soil Mechanics. Exercícios de Fundações. Ortigão. Edgard Blücher Ltda. Lambe. John Wiley. (1975). J. John Wiley and Son.. John Wiley And Son. de MELLO. . V. Ed. Soil Testing for Engineers. T.42 Alonso. J. Fundações e Elementos Estruturais Enterrados : Apostila. Fundamental of Soil Behavior. ..W. ed.Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda. New York. New York. Introdução à Mecânica dos Solos dos Estados Críticos. EPUSP-PEF.

3) Desenho Geométrico: Construções fundamentais e de figuras planas (Triângulos. Conhecer as convenções. as simbologias e as normas técnicas relativas ao Desenho Técnico de construção predial. 4) Noções de escala e unidades de medida. Desenvolver desenho de projetos de Arquitetura à grafite sobre papel fosco de uma edificação térrea. . Concordância e Noções de proporção. Aplicar as convenções.Expressão Gráfica . Tangência. as simbologias e as normas técnicas relativas ao Desenho Arquitetônico. Fazer diagramação de pranchas.43 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Desenho Técnico Professor (a): Aldan Borges Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 1o CargaHorária: 80 h/a EMENTA PROGRAMA Objetivos Identificar e utilizar corretamente os instrumentos e materiais requeridos na representação gráfica convencional de projetos de construção predial. Ter noção da leitura e interpretação de projetos de construção predial. interpretar e representar no plano objetos tridimensionais. Conteúdos 1) O desenho . Ler. 2) Uso e manutenção dos instrumentos e materiais empregados nos desenhos Geométrico e Técnico de Construção Predial. através da Geometria Gráfica Tridimensional: sistemas de representação. Quadriláteros e Circunferência). Desenhar esquemas gráficos de forma convencional. 5) Planificação de sólidos geométricos.no contexto da construção predial.

12) Noções de leitura e Interpretação de Desenho de Projetos Prediais de Estrutura em Concreto Armado: 1. pilares. 3. Generalidades sobre os sistemas de representação. 13) Noções de leitura e Interpretação de Desenho de Projetos prediais de combate a incêndio: 1. acessórios etc. Sistemas prediais de esgoto (Sistema fossa séptica-sumidouro). fachadas. Normas técnicas. Uso racional da água. Projeto definitivo à grafite sobre papel fosco. 8) Convenções. . Normas técnicas.44 6) Geometria Gráfica Tridimensional: sistemas de representação: 1. 2. locação e cobertura). 5. Anteprojeto (projeto para aprovação do cliente). Introdução à especificação dos materiais utilizados (tubos. Sistemas de representação que utilizam apenas projeções ortogonais: Sistema Mongeano e Axonometria Ortogonal: Isometria – Perspectiva Isométrica versus Desenho Isométrico. simbologias e normas técnicas relativas ao Desenho Técnico de construção predial. desenvolvimento de alternativas para o cliente). 2. registros etc.).). 2. Sistemas prediais de água (água fria e quente e águas pluviais). 4. 7) Formatos e diagramação de pranchas de desenho. Meios de representação (Planta baixa. Exigência da concessionária e órgãos públicos locais. 10) Noções de leitura e interpretação de Desenho de Projetos Prediais Hidrosanitários: 1. 3. vigas e lajes). 2. Introdução à especificação dos materiais utilizados (tubos. 9) Leitura. 3. Estudo preliminar (esboço. cortes. Exigência (Normas técnicas). conexões. 1. Normas técnicas. cintas. 3. Sistemas de representação que utilizam a projeção cilíndrica oblíqua: Cavaleira – Perspectiva Cavaleira. 4. conexões. Elementos de concreto armado (fundações. situação. interpretação e representação gráfica de projetos de Arquitetura. 11) Noções de leitura e interpretação de Desenho de Projetos Prediais de Instalações Elétricas e Telefônicas: 1. 2.

Apostilha. CARVALHO. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas. Aldan Nóbrega et al. outubro. Seminários de conhecimento teórico-práticos adquiridos extra-classe. PINTO. Bibliografia básica BORGES. profissionais. SENAI-DTE-DMD. Homero Jorge Matos de. São Paulo: ed.45 2. Bibliografia complementar ABNT / SENAI. Benjamin de A. estudos e pesquisas orientados: em bibliotecas. Representação das Instalações de Combate a Incêndio. Internet. Natal -RN. 2003. individuais ou em grupo. Apresentação de vídeos. Demonstração com instrumentos de desenho. Moderna. Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do Norte – CEFET-RN. Desenho Técnico. Juazeiro do Norte. podendo ser individuais ou em grupo. Construção de maquetes de corpos sólidos. desenvolvidos em sala ou extra-classe. Cobertas.3 e 4 . Acompanhamento às aulas de campo de disciplinas correlatas. Cláudia Régia Gomes et al. 1991. Apostilha. Consultas. 1. integrados a disciplinas correlatas. Desenho Geométrico. Trabalho individual e em grupo dos conhecimentos teóricopráticos. Avaliação O processo de avaliação será contínuo. 2003. 1990.3ª edição. Ao Livro Técnico. conforme projeto do curso. Apostila impressa em .2. qualitativo e quantitativo. setembro. O processo de avaliação constará dos seguintes instrumentos: Prova individual dos conhecimentos teóricos. São Paulo. Desenho Geométrico.1993. empresas e escritórios de Projetos de Construção Civil. Ressalta-se que a avaliação será considerada como um instrumento norteador das ações pedagógicas. vol. Coletânea de Normas de Desenho Técnico. TAVARES. Desenho Geométrico. 2001. Corrêa. Rio de Janeiro: ed. Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do Norte – CEFET-RN. 1ª edição. empregando quadro de giz ou magnético e projetor multimídia. Nilda Helena S. CARVALHO. Natal -RN. Desenvolvimento de trabalhos ou projetos.

Mário Duarte. Affonso Rocha. Scipione. Noções de Geometria Descritiva. Desenho arquitetônico contemporâneo. LEME. Mário Duarte. Universitária . José de Arruda. Tradução: LIMA. VIDAL. José Carlos. 2a edição. 1980. 1964. 1983. Thomas Ewing e Charles J. São Paulo: ed. Geometria Gráfica Tridimensional. vol. 1978. Companhia Editora Nacional. Nobel. Leonardo T. VIEIRA. DAGOSTINO. 34a edição. São Paulo: ed. Ao Livro Técnico. VIRGÍLIO. 1ª edição. PRÍNCIPE Jr. vol 1. Curso de Desenho Perspectivo. COSTA. Alcy P. Desenho arquitetônico. ed. João Pessoa. Apostila impressa em computador.UFPE. Alfredo dos Reis. 1992. 2. São Paulo. I e 2 . São Paulo: ed. São Paulo. Edgard Blücher. ed. São Paulo: ed. Nobel. 8a edição. CARVALHO. Geometria Gráfica Tridimensional . Athaíde. de A. 29a edição 1977.Sistemas de Representação. vol. Viercr. reta e plano. 19??. José Roberto de Godoy. COSTA. VIEIRA. Ao Livro técnico. de A. 1.. PENTEADO. 1989. 5a edição. vol. Hemus. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. Globo. 1992. 1979. Norberto de Paula.46 computador. L. Desenho arquitetônico. 1994. RJ: ed.UFPE. Elementos de Geometria e Desenho Geométrico. . PUTNOKI. GIONGO. Noções de Geometria Descritiva. Comunicação Visual e Expressão: Artes Plásticas e Desenho. FRENCH. Frank R. Curso de Desenho Geométrico. vol. São Paulo: ed. Alcy P. OBERG. Rio de Janeiro. Gildo A. Homero Jorge Matos de. vol. 2. 1988. 2a edição. . Universitária . MONTENEGRO. 1.Ponto.

Avaliar o grau de precisão necessário nos trabalhos topográfico para os fins específicos da construção civil. Interpretar plantas topográficas planialtimétricos. Utilizar adequadamente instrumental topográfico para planimetria e altimetria. bem como construções neles existentes ou a serem executados. cálculos e desenho topográfico. .47 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Topografia Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 1o CargaHorária: 80 h/a EMENTA A disciplina Topografia proporciona ao Tecnólogo condições de representar e interpretar a representação tridimensional de terrenos. PROGRAMA Objetivos Interpretar e representar a superfície topográfica como recurso auxiliar na construção civil. 2) Medidas topográficas. Avaliar a viabilidade de aplicação de novas tecnologias da topografia nas obras de construção civil. escalas. Conteúdos 1) Conceitos básicos em topografia. convenções e erros em topografia. Efetuar desenho topográfico em prancheta ou computador. Realizar trabalhos topográficos de campo. Utilizar as ferramentas básicas de um software topográfico. Coordenar trabalhos topográficos de campo. 3) Estudo do teodolito.

Topografia. 1990. Edgar Blücher. Topografia aplicada: medição. níveis eletrônicos. Bibliografia básica BORGES. 10) Estações totais. São Paulo/SP. José Carlos. José Aníbal. Alberto de Campos. Vol. Rio de Janeiro/RJ. 6) Avaliação de áreas. divisão e demarcação. . 7) Noções sobre o Sistema UTM. Bibliografia complementar BORGES. 1. Rocha. receptores GPS e noções sobre software topográfico. UFV. COMASTRI. 8) Altimetria: nivelamento geométrico e taqueométrico. 1984. Trabalhos topográficos elementares realizados em grupo. 1979. Relatórios de trabalhos práticos. Viçosa/MG. 5ª edição. 2ª edição. Solução de problemas. Topografia: altimetria. Ed. GARCIA. São Paulo/SP. seminários e exposição participada. RODRIGUES. José Aníbal. Livros Técnicos e Científicos. Nobel. 2. Ed. 1977. COMASTRI. 1990. Ed. Vol. Alberto de Campos. Topografia. Viçosa/MG. 9) Perfis e curvas de nível. Edgar Blücher. Topografia: aplicada às ciências agrárias. PIEDADE. Topografia. 5) Levantamentos e locações planimétricas. Gertrudes C. Gilberto José. Avaliação Provas escritas e provas práticas com instrumentos. UFV.48 4) Goniometria. São Paulo/SP. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas práticas. 1992.

4) Propriedades dos materiais. PROGRAMA Objetivos Conhecer os fundamentos da geologia e os princípios de formação da terra. recebimento e aplicação dos materiais de construção e analisar. utilizar normas técnicas nas especificações. 9) Materiais Metálicos. 5) Pedras naturais. analisando suas características físicas e químicas. 2) Introdução à geologia. Conteúdos 1) Generalidades sobre materiais de construção. .49 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Materiais de Construção Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 1o CargaHorária: 80 h/a EMENTA A disciplina Materiais de Construção se propõe a estudar os materiais mais utilizados na construção civil. 3) Normas técnicas. classificar e indicar as aplicações dos materiais de construção. 6) Agregados 7) Aglomerantes. conhecer os materiais de construção e as pedras naturais. 8) Madeira.

relatório de visita técnica e trabalhos de pesquisa. Livros Técnicos e Científicos Editora. Luiz Alfredo F. Vol. Petrucci. Materiais de construção. 1994. Alves. 12) Materiais Betuminosos. 1994. Vol. Enio José – Materiais de construção – vol. Materiais de construção. 14) Vidros. Avaliação Avaliação teórica escritas. Eládio – Materiais de construção – Editora Globo PA-RS – 1975. aulas práticas de laboratório e de campo. Bibliografia básica Bauer. visitas técnicas e palestras. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas teóricas expositivas. Bibliografia complementar Verçosa. 1 e 2 – Editora Meridional – PA – RS. Bauer. 11) Polímeros. José Dafico – Materiais de construção – Ed. Universitária de Goiás – Goiânia – GO. 5ª edição. Livros Técnicos e Científicos Editora. I. relatório de aulas práticas de laboratório e de campo. 13) Impermeabilizantes. . Luiz Alfredo F. II. Rio de Janeiro/RJ. Rio de Janeiro/RJ. 5ª edição.50 10) Produtos cerâmicos.

avaliar textos/trechos representativos dos gêneros supracitados. da resenha. • • utilizar-se de estratégias de sumarização. científicos e/ou acadêmicos (especialmente do resumo. descrever a progressão discursiva em resenha. com ênfase em aspectos organizacionais do texto escrito de natureza técnica científica e/ou acadêmica. a . • reconhecer traços configuradores de gêneros técnicos.51 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Leitura e Produção de Textos Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 2º CargaHorária: 60 h/a Ementa Textualidade. do relatório e do artigo científico). relatório e artigo científico. científica e/ou acadêmica. reconhecer as diversas formas de citação do discurso alheio e avaliar-lhes a pertinência no co-texto em que se encontram. considerando a articulação coerente dos elementos lingüísticos. PROGRAMA DE DISCIPLINA Objetivos Quanto à leitura de textos de natureza técnica. relatório e artigo científico. dos parágrafos e das demais partes do texto. científica e/ou acadêmica: • identificar marcas estilísticas caracterizadoras da linguagem técnica. • • • recuperar a intenção comunicativa em resenha.

Discurso alheio no texto escrito de natureza técnica. científicos e/ou acadêmicos.52 pertinência das informações.Estratégias de sumarização 4. relatório e artigo científico conforme diretrizes expostas na disciplina. e a eficácia comunicativa. citar o discurso alheio de forma pertinente e de acordo com as convenções da ABNT. resenha. relatório e artigo científico: estrutura composicional e estilo. reflexos da imagem do autor e do leitor na escritura em função da cena enunciativa. Quanto à produção de textos escritos de natureza técnica. os juízos de valor. convenções da ABNT para as citações do discurso alheio. resenha.Gêneros técnicos. . parágrafos e outras partes do texto. a adequação às convenções da ABNT. indireto. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos • Aula dialogada. científica e/ou acadêmica: características da linguagem técnica. discussão e exercícios com o auxílio das diversas tecnologias da comunicação e da informação. utilizar-se de estratégias de pessoalização e impessoalização da linguagem. científica e/ou acadêmica. científica e/ou acadêmica. científica e/ou acadêmica: • • • • expressar-se em estilo adequado aos gêneros técnicos. leitura dirigida. 3. Conteúdos 1. científicos e/ou acadêmicos: resumo. sinalizar a progressão discursiva (entre frases. modalização em discurso segundo a ilha textual.Organização do texto escrito de natureza técnica. 2. parágrafos e outras partes do texto) com elementos coesivos a fim de que o leitor possa recuperá-la com maior facilidade. estratégias de pessoalização e de impessoalização da linguagem. formas básicas de citação do discurso alheio: discurso direto. sinalização da progressão discursiva entre frases. • produzir resumo.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS: NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. 10. (Coord. . _____. M. 2002.I. ed.). Técnica de redação: o que é preciso saber para bem escrever. 2004. ed. Planejar gêneros acadêmicos.). São Paulo: Martins Fontes. MACHADO.P. O prazer da produção científica: diretrizes para a elaboração de trabalhos científicos.53 Avaliação • Contínua por meio de atividades orais e escritas. Curitiba: Juruá. 5. DIONÍSIO.C. Bibliografia básica do professor ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS: NBR 6023: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. ed. Rio de Janeiro. de S. M. Rio de Janeiro: Lucerna. Bibliografia complementar do aluno AZEVEDO. Brasília: Editora Universidade de Brasília. MARCONI. individuais e em grupo. FIGUEIREDO. 2005. BECHARA. de. São Paulo: Parábola Editorial. J. 2004. Rio de Janeiro: Lucerna. A redação pelo parágrafo. 2001. Tecendo textos. ISLANDAR. Fundamentos de metodologia científica. Gramática escolar da língua portuguesa. A. 1999. L. São Paulo: Parábola Editorial. I. B. 2002. (Orgs. 2003. L. 2004.. M. _____. 2. Bibliografia básica do aluno Apostilas elaboradas pelos professores. Rio de Janeiro. São Paulo: Hagnos. São Paulo: Atlas. 2002. A. 2003. 2001. E. LAKATOS. E. construindo experiências.R. BEZERRA. Normas da ABNT comentadas para trabalhos científicos. GARCEZ. de A.H do C. Resenha.. Resumo. São Paulo: Parábola Editorial.

2005. 19. 16. TRAVAGLIA.L. São Paulo: Martins Fontes.. J. N. 2002. do A. São Paulo: Parábola Editorial. 2003. ed. M. Comunicação nos textos.H. 2005. debates. I. São Paulo: Cortez. A produção dialógica do texto escrito: um diálogo entre escritor e leitor interno. Gêneros textuais e ensino. H. _____. (Orgs. Gêneros textuais. Guia de uso do português: confrontando regras e usos. MEURER. São Paulo: Avercamp. HOFFNAGEL. São Paulo: Contexto.L.M. São Paulo: Contexto.V. DIONÍSIO. _____. Desvendando os segredos do texto. DISCINI. métodos. 2003. 2004. NEVES. A. NEVES. 2005.M. ZANOTTO. tipificação e interação. São Paulo: Codes.). D.L. RS: Educar. L. São Paulo: Contexto.C. _____. 2005. 2002. MAINGUENEAU. A. São Paulo: UNESP. 2005. 2004. Gramática de usos de português. N. Caxias do Sul. Rio de Janeiro: Lucerna. J. São Paulo: Contexto.C.. SAUTCHUCK. KOCH.H. (Língua [gem]. M. (Orgs. A Coerência Textual. . 2001. MOTTA-ROTH.). São Paulo: UNESP. Manual de artigos científicos. 2004. São Paulo: Avercamp. BONINI. ed. I. Manual de resumos e comunicações científicas. A Coesão textual. 2000.. GONÇALVES. Rio de Janeiro: Lucerna. Análise de textos de comunicação.54 _____. 14). Gêneros: teorias. E-mail e carta comercial: estudo contrastivo de gênero textual. D.

55 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Curso(s) em que é oferecida: Metodologia do Trabalho Científico Tecnologia em Construção de Edifícios Ementa Leitura e análise de textos. • Ter capacidade de planejamento e execução de trabalhos científicos. conceito de ciência. A documentação como método de estudo. conhecimento e pesquisa. pesquisa: conceito. resenhas. classificação e divisão da ciência. trabalhos acadêmicos: tipos. Normas Técnicas de Trabalhos científicos. Carga60h/a Horária: Período 2º Letivo: PROGRAMA DE DISCIPLINA Objetivos GERAL: Compreender os aspectos teóricos e práticos referentes à elaboração de trabalhos científicos. projeto e relatórios de pesquisa. monografias. tipos e finalidade. ciência e conhecimento científico: tipos de conhecimento. enfatizando a importância do saber científico no processo de produção do conhecimento. • Conhecer as etapas formais de elaboração e apresentação de trabalhos científicos. Pesquisa. Conceito e função da metodologia científica. • Utilizar diferentes métodos de estudo e pesquisa. relatórios. Etapas formais para elaboração de trabalhos acadêmicos (fichamentos. métodos científicos: conceito e críticas. • Saber usar as Normas Técnicas de Trabalhos Científicos. ESPECÍFICOS: • Conhecer os fundamentos da ciência. Ciência.). • Planejar e elaborar trabalhos científicos Conteúdos • • • • • • • • Sistematização das atividades acadêmicas. resumos. características e diretrizes para elaboração. . Desenvolvimento histórico do método científico.

resenhas. 4. Antônio Carlos. LAVILLE. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Bibliografia complementar BARROS. Ática. São Paulo: Ed. NBR 14724: Informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Normas da ABNT: comentadas para trabalhos científicos. Introdução à pesquisa: projetos e relatórios. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. São Paulo: Cortez. São Paulo: Atlas. In: A construção do saber: manual de metodologia e pesquisa em ciências humanas. GIL. discussão em grupos com uso de algumas técnicas de ensino e debates em sala. de Souza. Avaliação Será realizada através da participação e da avaliação dos trabalhos propostos escritos individuais e em grupos e da produção de trabalhos acadêmicos (resumos. FEHFELD. 2004. 1999. LAKATOS. ed. In: A construção do saber: manual de metodologia e pesquisa em ciências humanas. 5. estudos dirigidos. Porto Alegre: ArTmed.). Porto Alegre: ArTmed. São Paulo: Atlas. 2003.. 2000. 2002. 2002. GRESSLER. NBR 10520: Informação e documentação: apresentação de citações em documentos. Aidil da Silveira. São Paulo: Loyola.. Chistian e Jean Dionne. 2002. Bibliografia básica ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Metodologia científica. MARCONI.. Marina de Andrade. Métodos e técnicas da pesquisa social. 1999. . Convite à filosofia. Neide A. 1999.ed. 1995. LAVILLE. projetos de pesquisa. Rio de Janeiro. Chistian e Jean Dionne. . Marilena. NBR 6023: Informação e documentação: Referências – Elaboração. O nascimento do saber científico.ed. Eva Maria. 2. Jamil Ibrahim.56 Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas dialogadas acompanhadas da realização de trabalhos práticos em sala de aula. Fundamentos de metodologia científica. Antonio Joaquim. Rio de Janeiro. Lori Alice. Metodologia do trabalho científico. CHAUI. 2002. São Paulo : Pearson Makron Books. A pesquisa científica hoje. SEVERINO. ISKANDAR. relatório. Rio de Janeiro.

velocidade. Ângelo Domingos.ed.57 Curitiba: Juruá. Métodos e técnicas de pesquisa bibliográfica. derivadas e integrais. empregos de integrais.80 Horária: h/a EMENTA Funções com variações elevadas. PROGRAMA Objetivos . áreas e volumes. aceleração. problemas do meio ambiente com emprego de limites. Porto Alegre: Sulina. 2005. taxas de variação das grandezas com emprego das derivadas. 2002. 7. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Cálculo Diferencial e Integral l Curso(s) em que é oferecida: Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 2º Carga. SALVADOR. formas geométricas definidas por equações que não obedecem as formas geométricas simples. formas geométricas simples e definidas.

3.Calcular velocidade.1 – Conceito 1.1 – Conceito Geral 1.1 – Limite exponencial fundamental 1.6 – Limite do quociente entre 2 funções 1.5 – Limites Infinitos 1.6.2 – Limites Laterais 1.5 – Limite do produto de funções 1.2 – Limite trigonométrico fundamental 2 – DERIVADAS 2.3 – Significado físico 2.4 .1 .3 – Propriedades 2.Utilizar os limites na solução de problemas envolvendo funções com variações elevadas .4.4.1 – Limite de uma função constante 1.Limites no Infinito 1.4 – Limite da diferença entre 2 funções 1.6.3. limite de uma função racional 1.4 – Regras de derivação 2.4.2 – Derivada de um produto de funções 2.Calcular áreas e volumes com contornos que obedecem as formas geométricas simples.2 – Limite de uma função identidade 1.2 – Derivada de uma função constante 2. aceleração e outras grandezas físicas. .58 .4.3. Conteúdos 1 – LIMITES 1.5.3.3 – Limite de uma soma de funções 1.Solucionar situações envolvendo problemas do meio ambiente com emprego de limites.Derivada de uma soma de funções 2.2 – Fórmula geral 2. . taxa de variação das grandezas com emprego das derivadas.2 – Propriedades: limite de um polinômio.3. derivadas e integrais.4.1 – Derivada de uma potencia 2.1 – Conceito geral 2.3.1 – Conceito 1.3. bem como formas geométricas definidas por equações que não obedecem as formas geométricas simples.4.2 – Propriedades 1.3 – Propriedades 1.3.3 – Derivada de um quociente entre 2 funções .4.4.5.3.6 – Limites Notáveis 1.

4 – Derivada da função cotangente 2.11 – Máximos e mínimos e aplicações praticas 3 – INTEGRAÇÃO 3.9 – Derivadas sucessivas 2. Bibliografia básica Cálculo I – Funções de uma variável – ÁVILA.5 – Integrais definidas 3.6 – Derivada da função cossecante 2. GSS. Michael A.59 2. DALE.7.4 – Derivada da função arco cotangente 2.4 – Aplicações das integrais indefinidas 3.5 – Derivada da função arco secante 2.10 – Aplicações práticas 2.8.8.2 – Integrais indefinidas 3.8.3 – Equações diferenciadas 3.7. visitas a sistemas de água e esgoto.5 – Derivada da função secante 2.6 – Aplicações das integrais definidas Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas teóricas.7.1 – Conceito geral 3. TOPPER.1 – Derivada da função seno 2. demonstrativos das aplicações. Avaliação Provas.7.7 – Derivadas trigonométricas 2. .2 – Derivada da função cosseno 2.1 – Derivada da função arco seno 2. trabalhos individuais.8.8 – Derivadas das funções trigonométricas inversas 2.2 – Derivada da função arco cosseno 2.8.7.7. Cálculo Técnico – EWEN.6 – Taxas de variação 2.5 – Derivada de uma função composta 2.3 – Derivada da função arco tangente 2.8.3 – Derivada da função tangente 2. resolução de exercícios.6 – Derivada da função arco cossecante 2.

terminologia. Antônio Ferreira. generalidades. normas técnicas. PROGRAMA Objetivos Planejar e gerenciar a fabricação.60 Cálculo II – Funções de uma variável – ÁVILA. Noções de Integrais – SANTANA. Bibliografia complementar CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Argamassas e Concretos Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 2o CargaHorária: 80 h/a EMENTA Definições. GSS. a aplicação e o controle tecnológico de argamassas e . controle de qualidade e aspectos técnicos da fabricação e aplicação de argamassas e concretos.

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas. 10) Controle tecnológico de concreto. visitas técnicas e palestras. Rio de Janeiro/RJ. Vol. Bibliografia básica Bauer. Luiz Alfredo F. 09) Aplicações dos concretos. 11) Aplicação de normas técnicas na fabricação e aplicação das argamassas e concretos. 5ª edição. Avaliação Avaliação teórica. 03) Tipos e propriedades das argamassas. Luiz Alfredo F. 1994.61 concretos. Bauer. Enio José – Materiais de construção – vol. 07) Tipos e propriedades dos concretos. 06) Materiais constituintes do concreto. Livros Técnicos e Científicos Editora. II. 05) Aplicação das argamassas. relatório de aulas práticas de laboratório e de campo. Vol. 5ª edição. I. Materiais de construção. 08) Ensaios de laboratório e de campo em concreto. 1 e 2 – Editora Meridional – PA – RS. Conteúdos 01) Definições e generalidades sobre argamassas e concretos. Materiais de construção. Eládio – Materiais de construção – Editora Globo PA-RS – 1975. relatório de visita técnica e trabalhos de pesquisa. Bibliografia complementar Verçosa. 02) Materiais constituintes das argamassas. Rio de Janeiro/RJ. 1994. 04) Ensaios de laboratório com argamassas. . Livros Técnicos e Científicos Editora. Petrucci. aulas práticas de laboratório e de campo.

Editora PINI . Desenvolver desenho projetos arquitetônicos para edificações de dois ou mais pavimentos utilizando ferramentas computacionais bidimensional utilizando o software AutoCAD. Fiorito.62 Alves. Paulo R. . estrutura.K e Monteiro J. Aplicar as convenções.S. Universitária de Goiás – Goiânia – GO. Editora PINI – SP Helene.M. J. Editora PINI – SP Mehta P.SP CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Desenho Arquitetônico Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 2o CargaHorária: 100 h/a EMENTA PROGRAMA Objetivos Desenvolver desenho de projetos arquitetônicos para edificações de um pavimento utilizando ferramentas convencionais. as simbologias e as . Paulo – Manual de dosagem e controle do concret. José Dafico – Materiais de construção – Ed.I – Manual de argamassa e revestimentos.L e Terzian. propriedades e materiais.Concreto.

4. 3. cortes. verificando a sua conformidade com as prescrições do projeto arquitetônico. 8) Desenho Arquitetônico convencional a grafite sobre papel fosco: desenvolvimento de desenhos de projetos arquitetônicos para edificações de um pavimento: 1. Projeto definitivo computacional bidimensional utilizando o software AutoCAD. 4. simbologias e as normas técnicas do Desenho Arquitetônico. fachadas. fachadas. 4) Escalas de representação gráfica. Acompanhar a execução de obras. 5. Estudo preliminar (esboço. 2. Desenvolver desenho de projetos arquitetônicos utilizando ferramentas computacionais. 3. Introdução ao estudo dos Sistemas CAD. 6) Etapas de desenvolvimento de projetos arquitetônicos. Meios de representação (Planta baixa. 7. Estudo preliminar (esboço. 9) Desenho Arquitetônico computacional bidimensional utilizando o software AutoCAD: desenvolvimento de desenhos de projetos arquitetônicos para edificações de dois ou mais pavimentos: 1. Analisar a correlação do projeto arquitetônico com os demais projetos da Construção Civil. Estudo do software AutoCAD. desenvolvimento de alternativas para o cliente). plantas de situação. plantas de situação. locação e de cobertura). 2) Uso e manutenção dos instrumentos convencionais e computacionais de desenho. Meios de representação (Planta baixa. cortes. . 3) Convenções. locação e de cobertura). 5) Formatos e diagramação de pranchas de Desenho Arquitetônico. Executar cadastramento de edifícios. plantas de situação. Introdução ao estudo do Desenho Arquitetônico Assistido por Computador (DAAC).63 normas técnicas na execução de desenhos arquitetônicos. fachadas. desenvolvimento de alternativas para o cliente). Anteprojeto (projeto para aprovação do cliente). 6. Conteúdos 1) O desenho no contexto do Projeto Arquitetônico e da Construção Predial. locação e de cobertura). Projeto definitivo à grafite sobre papel fosco. cortes. 7) Partes integrantes de um Projeto de Arquitetura (Planta baixa. 2. Anteprojeto (projeto para aprovação do cliente). 10) Dimensionamento de escadas e rampas.

64 11) Técnicas de cadastramento arquitetônico. será desenvolvida a representação gráfica bidimensional um projeto arquitetônico de uma edificação com mais de um pavimento empregando a ferramenta computacional com o software Auto CAD for Windows. Apresentação de vídeos. empregando quadro de giz ou magnético e projetor multimídia. Aldan Nóbrega. conforme projeto do curso. podendo ser individuais ou em grupo. Ed. Setembro. 1999. BORGES. Natal -RN. Acompanhamento às aulas de campo de disciplinas correlatas. AutoCAD 2000: utilizando totalmente. integrados a disciplinas correlatas. TORRES. . Orientação para o desenvolvimento de trabalhos ou projetos. Apostilha. 1987. no segundo bimestre. Desenho Arquitetônico. Cláudia Régia Gomes. Érica. Juarez Alves. Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do Norte – CEFET-RN. Demonstração com instrumentos de desenho. São Paulo: Edgard Blücher ltda. 12) Noções de acessibilidade para portadores de dificuldades de locomoção. Avaliação A avaliação será considerada como um instrumento norteador das ações pedagógicas. Utilização de maquetes de corpos sólidos e de Edificações. MONTENEGRO. qualitativo e quantitativo. Orientação para o desenvolvimento de pesquisas . O processo de avaliação será contínuo. Seminários de conhecimento teórico-práticos adquiridos extraclasse. TAVARES. Bibliografia básica BALDAN. Roquemar de Lima.desenvolvidas em sala-de-aula ou como atividade extra-classe. cujo processo constará da produção de desenhos arquitetônicos utilizando-se os instrumentos convencionais do desenho no primeiro bimestre e.consultas. individuais ou em grupo. 13) Noções de análise de Projetos em execução. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas. AutoCAD (Básico). Gildo A. estudos e pesquisas científicas . 2003. Não haverá a prova final por se tratar de uma disciplina com trabalho desenvolvido em oficina.

Acessado em 17/10/2003.UFPE.Arquitetura. DAGOSTINO. ed.br. Rio de Janeiro: Ao livro Técnico. Mário Duarte. NEUFET. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS . Hemus. São Paulo.isq. . reta e plano. ed. Acessado em 28/10/2001 FRENCH. São Paulo. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS . Acessado em 28/10/2001 PINHEIRO.. URL: http://www.Sistemas de Representação. 2001. Representação de Projetos de Arquitetura.geocities. Alcy P. Geometria Gráfica Tridimensional . de A. Coletânea de Normas de Desenho Técnico. NOÇÕES BÁSICAS: DESENHO TÉCNICO. Mário Duarte.492. Ed. 1992. 1999. 220p. vol. LEME. URL: http://www. São Paulo. DESENHO TÉCNICO. 1979. 2a edição.htm.65 OBERG. Karise Lorena Carmo Barbosa Pinheiro. 2. URL: http://www. AutoCAD 2000 Passo a Passo Lite. SILVA. 04/1994. 1980. CARVALHO. José Roberto de Godoy. 22a edição. São Paulo. Cobertas. Elaboração de Projetos de Edificações .abnt. Ernest. FERREIRA. COSTA. vol. Alcy P. 2a edição. CARVALHO.abnt.com/themsfx/destec. L. Ed.htm. Bibliografia complementar ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS . AutoCAD 2000. Homero Jorge Matos de. Apostila impressa em computador. 1990. Tradução: LIMA.Ponto. Universitária . SENAI-DTE-DMD. Globo. NBR 6. MAKRON BOOKS. Curso de Desenho Perspectivo. Regina Maria.br. NBR 13. Homero Jorge Matos de. Joel. Desenho arquitetônico contemporâneo. 2a edição. 11/1995.bibvirt. Juazeiro do Norte. 1992. Leonardo T.usp. Núcleo Técnico e Editorial. Viercr. Arte de projetar em Arquitetura. VIDAL. VIEIRA. Makron Books.pt/modulform/modulos/c5. A. 8a edição.br/acervo/matdidat/tc2000/tecnico/des_tecnico/des_tecnico. Telecurso 2000. URL: http://www.532.ABNT. Desenho Arquitetônico. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. VIEIRA. João Pessoa. Desenho Assistido por .UFPE. COSTA. Frank R.html.futuro.ABNT / SENAI. Acessado em 17/10/2003. URL: http://www. Geometria Gráfica Tridimensional. de A. Tradução da 21a edição alemã. 432p. Thomas Ewing e Charles J.ABNT. Norberto de Paula. Acessado em 28/10/2001. 1.org. Universitária . 1964. São Paulo: ed. Apostila impressa em computador. 1994. Gustavo Gili do Brasil S.org.

Apostilha. SOUZA. Nobel. Apostilha.br/~souza/caligrafiatecnica. PRÍNCIPE Jr. 1983. 2002. Alfredo dos Reis. Acessado em 28/10/2001 TAVARES. Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do Norte – CEFET-RN. 2002. vol. 1984. Editora Universitária. São Paulo: ed. Natal -RN. Curso de AutoCAD. Caligrafia Técnica EGR 5604 e 5616. VIRGÍLIO. 5a edição. Apostilha. RJ: ed. PRONK. Mossoró -RN. Ao Livro técnico. 1. Antônio Carlos de. Noções de Geometria Descritiva.htm. 34a edição. João Pessoa. Cláudia Régia Gomes.66 computador. Noções de Geometria Descritiva. vol 1. 51 p. 1988. Dimensionamento em Arquitetura. Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do Norte – CEFET-RN.ufsc. http://www. Athaíde. Emile.cce. UFPb. .

energia. Conhecer as tensões e . Conceituar grandezas tais como: trabalho. Definir e conceituar aceleração angular média e instantânea.. Definir o centro de gravidade de figuras de superfície. Conhecer as forças da natureza e compreender as leis de Newton.67 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Física Aplicada Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 2o CargaHorária: 60 h/a EMENTA O curso propõe a compreensão das leis que regem os movimentos da natureza. através da cinemática vetorial e as leis de Newton. Entender o equilíbrio energético da Natureza para compreender melhor as formas alternativas de energia e suas influências no aspecto ambiental. Conhecer as várias formas de energia e seu princípio de conservação. Definir e conceituar aceleração linear média e instantânea. PROGRAMA Objetivos Entender as leis que regem os movimentos da Natureza a fim de propor melhor compreensão no estudo de forças internas e externas no equilíbrio das estruturas. Calcular o centro de gravidade e movimento de inércia de figuras de superfícies e curvas e a aplicação do teorema de Papu-Goldiw. potência. Compreender o princípio da conservação do momento linear e angular. Entender a dinâmica dos fluidos propiciando melhor compreensão no estudo da hidráulica e suas diversas aplicações. Entender o princípio da conservação da energia mecânica. Aplicar as condições de equilíbrio dinâmico. entender o princípio de conservação dos movimentos lineares e angulares a fim de compreender o equilíbrio estático e dinâmico das estruturas físicas.

Trabalhos e apresentações. Conhecer a lei dos gases ideais. Equilíbrio Estático. Livros Técnicos e Científicos Editora. 14) Teorema de Papus-Goldin. Trabalhos e exercícios. 8) Sistemas de partículas. . teorema do giro paralelo.. 2) Cinemática. 4) As leis de Newton. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas teóricas.68 deformações dos corpos. Testes. vol 01. 6) Trabalho e Energia. Debates. 5) Aplicação das leis de Newton. Bibliografia básica TIPLER. Conhecer e aplicar as leis da termodinâmica. 7) Conservação de Energia. Mecânica para cientistas e engenheiros. força e atrito. São Paulo/SP. Avaliação Exercícios. 13) Momento de inércia. 11) Conservação do momento Angular. Seminários e apresentações. Prova escrita. 9) Conservação do momento. Física. Conhecer as escalas de temperatura e suas correlações. Aulas práticas laboratoriais. 3) Movimento em duas e em três dimensões. 12) Centro de gravidade. 10) Rotação. Paul A. Relatórios. Conteúdos 1) Introdução. 1999. Conhecer os princípios da hidráulica. Entender o princípio da máquina de Carnot. discussões de temas.

Livros Técnicos e Científicos Editora. RESNICK.69 Bibliografia complementar ALONSO. I. Editora Edgard Blücher. Física – Um Curso Universitário. São Paulo/SP. Beer. FERDINAND. HALLIDAY. São Paulo/SP . Vol. P. Edward J. 1972. Marcelo e FINN. David. 6ª Edição. . São Paulo/SP. Fundamentos de Física – Mecânica. 1999. Vol. Robert e WALKER. Makron Books do Brasil Editora Ltda. Jearl. 6ª Edição. Mecânica Vetorial para Engenheiros. Mecânica. 2002. I.

70 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Química dos Materiais Professor (a): Djeson Mateus Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 2o CargaHorária: 80 h/a EMENTA PROGRAMA Objetivos 1. relações entre elementos químicos e identificar o tipo de ligação ocorrida entre os mesmos. Construir estruturas de octeto completo. de ligação e isolados. Descrever os métodos de determinação dos pesos atômicos e moleculares. inspeções e reparos em concreto armado deteriorado. Conhecer a matéria prima básica dos produtos cerâmicos. Conteúdos . suas propriedades e aplicações na Engenharia Civil. Relacionar os tipos de ensaios. Identificar os principais produtos derivados da Cal. Determinar a composição e a fórmula dos compostos químicos através do cálculo estequiométrico. Identificar as leis históricas da estequiometria e suas relações básicas. teoricamente. Compreender a importância dos algarismos significativos numa medida. incompleto e expandido e de ressonância magnética para os compostos químicos correspondentes. Entender a diferença entre precisão e confiabilidade. Determinar nas estruturas de octeto completo: os pares de valência. Estabelecer. exatidão e número exato. suas propriedades e aplicações. Diferenciar os sistemas de medidas de grandezas e suas respectivas unidades. Seqüenciar as etapas da investigação científica. Identificar as estruturas geométricas para as moléculas químicas. Entender e identificar os tipos de corrosão em armaduras. Calcular a carga formal para as espécies químicas presentes nos compostos químicos. Identificar os ambientes agressivos e as formas de proteção às armaduras. Descrever de forma sucinta a evolução das teorias atômicas.

1994. Leitura orientada individual e coletiva. J. RUSSEL. 7. JOSEPH A. MAHAN. 5) Determinação das massas atômicas e moleculares. 4ª Ed. 5. Química Geral. SHREVE. BRINK JR. 6) Leis históricas da estequiometria. 3) Evolução das teorias atômicas. H. Estudo e pesquisa orientados.71 1) O método científico. 6. 9) Valência e ligações químicas. Participação em seminários e em atividades de sala de aula. 7) Composição e fórmulas químicas. 12) A cal: Fundamentos e Aplicações na Engenharia Civil.A. Bibliografia básica 4. Rio de Janeiro. B. 1991. 2) Sistemas e unidades de medidas. Seminários. NORRIS. 8) Estequiometria química. 11) Produtos cerâmicos. Relatórios de aulas práticas. 1 e 2. 3. São Paulo: Makron Books. R. Química. Um Curso Universitário. 4) A matéria e suas propriedades. 10) Corrosão em armaduras. Indústrias de Processos Químicos. 1980. São Paulo: Edgar Blucher. Editora Guanabara Dois S. Avaliação teórica individual e em grupo. Bibliografia complementar . Vol. 8. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas. Visitas técnicas Avaliação 2.

Editora Mc Graw-Hill do Brasil. JEROME LAIB. E. Rio de Janeiro: S. PINI – Editora. Editora Edgard Blücher Ltda. Livros Técnicos e Científicos. ROSENBERG. GUIMARÃES. ANDRADE. 15. BRADY. GERARDO. Ciência e Tecnologia de Argilas. MAYOR GONZALEZ. Pini Editora. Vol. Materiais de Construção. JOSÉ EPITÁCIO PASSOS. Manual para Diagnóstico de Obras Deterioradas por Corrosão de Armaduras. 1997. SANTOS. 14.72 9. Química Geral. 2ª Ed. 1997. 12. Ltda. São Paulo. LAWRENCE M. São Paulo. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Estatística Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 2o CargaHorária: 40 h/a . EPSTEIN. E. G. 13. 1978. 1989. 16. Schaum’s Outline of Theory and Problems of College Chemistry. 1ª Ed. PÉRSIO DE SOUZA. 1.A. São Paulo. 11. 8th ed.. 1983. McGraw-Hill. 1992. HUMINSTON. Coleção Schaum.. São Paulo. CARMEN. 10. A cal: Fundamentos e Aplicações na Engenharia Civil.

medidas de curtose ou probabilidades. Medidas de dispersão: amplitude. etc. Expressar-se com clareza utilizando a linguagem estatística – elaborando textos. censo. utilizar. fazendo estimativas. Reconhecer. elaborando hipóteses e interpretando resultados na resolução de situaçõesproblema propostas. utilizando ferramentas da Estatística. . inseridos em um processo histórico e social. Compreender os conhecimentos científico e tecnológico como resultados de uma construção humana. gráficos. medidas de assimetria. desvio padrão ou outra medida de dispersão. argumentar e posicionar-se criticamente em relação a temas de ciência e tecnologia. moda e separatrizes. quadros. tabelas e gráficos. Compreender a ciência e a tecnologia como partes da cultura contemporânea. interpretar e propor modelos para situações-problema (fenômenos. Selecionar e utilizar instrumentos de medição e de cálculo. fórmulas e vocabulário da linguagem matemática e científica inerentes do estudo da Estatística.73 EMENTA PROGRAMA Objetivos Reconhecer e avaliar o caráter ético dos conhecimentos científico e tecnológico e utilizar esses conhecimentos. Ler e analisar diferentes tipos de textos com informações apresentadas em linguagem estatística ou que envolvam dados organizados em tabelas e gráficos. 2) Organização de dados: listas. apresentando idéias. desvio padrão. Medidas de tendência central e de posição: Média. amostra e população. Transformar em tabelas e gráficos algumas situações dadas em linguagem discursiva. 3) Distribuição de freqüência: construção e elementos. variância. sendo capaz de analisar e julgar cálculos efetuados sobre os dados apresentados – medidas tais como médias ou outra medida de concentração (ou tendência central). representar dados e utilizar adequadamente as ferramentas estatísticas. Reconhecer e utilizar adequadamente os símbolos. tabelas e desenvolvendo cálculos numéricos – enviando ou solicitando informações. Conteúdos 1) Definições e conceitos estatísticos básicos: Variável. amostragem. mediana. solucionando problemas. separatrizes. Analisar. sistemas naturais ou sistemas tecnológicos).

5ª edição. Avaliação Avaliação através do desempenho dos alunos nas atividades individuais (prova escrita) e nas desenvolvidas em grupo (pesquisas em grupos de 3 ou 4 alunos ou resolução de testes em dupla). Distribuição Binomial. texto auxiliar ou lista de exercícios). Aulas dinâmicas com trabalho em grupo (envolvendo pesquisa sobre características da própria turma. [5ª. Livros Técnicos e Científicos S. São Paulo: Prentice Hall. 7ª edição. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. Paul L. MILONE. B. 5) Correlação e regressão. 2003. Amílcar Gomes de. 2004. Estatística aplicada à administração usando Excel. Introdução à estatística. Gilberto de Andrade. Estatística. Estatística: geral e aplicada. Probabilidade: aplicações à estatística. 1996. São Paulo: Atlas. Jairo Simon da & MARTINS. Pedro Luís de Oliveira. Giuseppe. 1999. Distribuições de probabilidade. 1997. Bibliografia complementar AZEVEDO. Distribuições discretas. por exemplo. 6ª edição.. Bibliografia básica CRESPO. COSTA NETO. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas com apoio de material impresso (apostila. Distribuições Contínuas. [Tradução: José Luiz Celeste]. Antonio Arnot. John L. Distribuição Normal. Medidas de Curtose. 1981. Lourenço Filho]. .A. para aplicação dos conceitos básicos e identificação das várias etapas do método estatístico). 4) Probabilidade. Edição]. Neufeld. São Paulo: Edgar Blücher.74 coeficiente de variação. São Paulo: Saraiva. Estatística fácil. São Paulo: Pioneira Thomson Learning. Mario F.1987. TRIOLA. Medidas de assimetria. 1977. Rio de Janeiro. Estatística básica: curso de ciências humanas e de educação. [Tradução: Ruy C. MEYER. Curso de Estatística. FONSECA. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos.

. Estatística básica. Sônia. Edição] São Paulo: Atlas. São Paulo: Atlas. VIEIRA. 1985. Ivo Izidoro.75 TOLEDO. [2ª. Estatística: introdução ilustrada. Geraldo Luciano & OVALE. 1986.

Elaborar. 3) Estatuto da cidade. Estadual e Municipal). Utilizar a legislação de segurança no trabalho. Acompanhar a execução de construções. 4) Plano Diretor. regulamentações e códigos aplicados na construção civil. Decretos sobre o uso do solo ( Federal. regulamentações e códigos aplicados na construção civil. conforme a legislação urbana vigente. Fiscalizar a execução de construções com base na legislação urbana. conforme a legislação vigente. . PROGRAMA Objetivos Aplicar a legislação urbanística em projetos e sua execução. 2) Leis. Identificar as normas. Orientar e utilizar as normas de segurança na obra.76 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Legislação da Construção Civil Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 3o CargaHorária: 40 h/a EMENTA Conhecimento das regras jurídicas urbanísticas e das normas de segurança no trabalho aplicadas a realização de uma obra. executar e acompanhar. 5) Código de Obra. Relacionar as normas. Conteúdos 1) Constituição Federal.

Avaliação Provas Escritas. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas Expositivas dialogadas. Palestras. Seminários. Trabalhos de pesquisa com apresentação em Seminário.77 6) Normas de Segurança no Trabalho. Bibliografia básica Plano Diretor de Natal Código de Obras de Natal Bibliografia complementar Coletânea da Legislação Ambiental do Município de Natal (organizado por Marise Costa de Souza Duarte) .

Taxa Real ou Efetiva. sistema de amortização de empréstimo. Interpretar e criticar resultados numa situação concreta análise financeira.78 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Matemática Financeira Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 3o CargaHorária: 60 h/a EMENTA Trabalha os conhecimentos em Matemática Financeira como uma ferramenta para a tomada de decisões no âmbito das finanças em empreendimentos da Construção Civil. Capitalização. Financiamento: Empréstimo. Juros. Impostos. Conteúdos 1) Elementos de matemática financeira: Percentagem. Depreciação. Investigar a viabilidade econômica de projetos. 2) Análise de Projetos: Investimentos. Taxa Nominal. PROGRAMA Objetivos Executar análises econômicas de projetos para tomada de decisões. Fluxo de Caixa. Inflação. 3) Elaboração de Projeto 4) Sistema Financeiro de Habitação. Taxa Interna de Retorno. Taxa de Atratividade. Aplicar conhecimentos e métodos de matemática financeira para análise de projetos. . Taxa Equivalente. Efetuar cálculos financeiros com uso de gráficos. Regime de Juros (simples e compostos). desconto. tabelas e calculadoras.

Ed. Bibliografia básica ASSAF NETO. Alexandre: Matemática Financeira e suas Aplicações. Rio de Janeiro/RJ. quadro branco. Trabalho (Estudo de Caso) em grupo. Editora ATLAS.79 Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Será desenvolvimento de forma interativa. Clovis de: Matemática Financeira. Trabalho de pesquisa em grupo sobre o sistema Financeiro de Habitação. Editora Saraiva. 2003. São Paulo/SP. Bibliografia complementar HIRSCHFELD. São Paulo/SP. Sérgio de. FARO. Editora ATLAS. LUDICIBUS. listas de exercícios. 1994. Contabilidade Comercial. 1998. Atlas. 6ª edição. Atlas. . Avaliação Prova bimestral individual e trabalhos de pesquisa em grupo. através de aulas expositivas com a utilização de recursos audiovisuais. CRESPO. Editora. Ed. entregue no final da disciplina. Henrique: Engenharia econômica e Análises de Custos. 1982. Antônio Arnot: Matemática Comercial e Financeira.

80 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Estabilidade das Construções Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 3o CargaHorária: 80 h/a EMENTA Conceito sobre Estática. Conteúdos 1) Elementos estruturais. Conhecer os mecanismos matemáticos para o cálculo dos esforços nas estruturas. . 2) Vínculos na engenharia estrutural. PROGRAMA Objetivos Distinguir e caracterizar os sistemas estruturais. 4) Deformação estrutural. Interpretar o funcionamento dos elementos estruturais. 3) Sistemas Estruturais. Definição de Elementos Estruturais e seus vínculos de apoio e dimensionamento de lajes maciças. Distinguir os tipos de carregamento. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Exposição de conteúdos com auxílio de quadro e giz e/ou recursos audiovisuais.

. . at alli (1981).Rio de Janeiro. Ferdinand Pierre (1980). José Carlos (1984). Avaliação escrita. Participação durante as aulas.Rio de Janeiro: Globo. Editora Guanabara Dois S/A .Porto Alegre . São Paulo: MAKRON BOOKS. Mecânica dos materiais. Manoel Henrique Campos (1997).81 Exercícios orientados pelo professor. Bibliografia básica BEER. 8a ed. A . SUSSEKIND. Mecânica vetorial para engenheiros. Avaliação Exercícios e trabalhos. São Paulo-SP. Editora Edgard Blucher Ltda. Concreto armado: eu te amo. BOTELHO. Cursos de análise estrutural. Bibliografia complementar HIGDON.

e orientar suas execuções. PROGRAMA Objetivos Identificar e conhecer os princípios de funcionamento dos elementos que compõem as Instalações Prediais Elétricas de Baixa Tensão e as Instalações de Tubulações Telefônicas. Conteúdos 1) Conceitos básicos de eletricidade. . 3) Geração. 2) Normalização técnica. considerando aspectos de qualidade e produtividade dos serviços. Dimensionar Instalações Prediais Elétricas de Baixa Tensão e Instalações de Tubulações Telefônicas. em coerência com os Projetos Arquitetônico e Estrutural. transmissão. 4) Previsão de cargas e divisão das instalações elétricas. distribuição e utilização de energia elétrica. Desenvolver projetos de Instalações Prediais Elétricas de Baixa Tensão e Instalações de Tubulações Telefônicas. Conceber espacialmente as Instalações Prediais Elétricas de Baixa Tensão e as Instalações de Tubulações Telefônicas.82 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Instalações Elétricas e Telefônicas Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 3o CargaHorária: 100 h/a EMENTA Planejar e orientar a execução de Instalações Elétricas de baixa tensão e Instalações de Tubulações Telefônicas.

São Paulo/SP. Visitas técnicas a edificações em construção. 11) Leitura e interpretação de projetos de instalações elétricas prediais. B. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. Severino. 14) Desenvolvimento de projeto de instalações elétricas prediais. a qualidade da apresentação dos trabalhos e a participação do aluno nas atividades. 12) Luminotécnica. exercícios. COTRIM. normas técnicas. 15) Sistemas de proteção contra descargas atmosféricas. Ademaro A. Aulas práticas de laboratório para execução de pequenas instalações elétricas. São Paulo: Érica. Instalações Elétricas. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas e demonstrativas com utilização de roteiros de aula. 7) Dispositivos de comando de iluminação e sinalização. 7ª. Instalações Elétricas. Geraldo. . trabalhos de pesquisa. 2002. 14ª. 13) Comando e proteção de motores elétricos. Hélio.83 5) Fornecimento de energia elétrica. eletrodutos e dispositivos de proteção. 6) Simbologia para instalações elétricas prediais. 9) Dimensionamento de condutores. Bibliografia básica CAVALIN. 10) Aterramento e proteção contra choque elétrico. 16) Tubulações para telefone. CREDER. interfone e antena de TV e FM. Makron Books. 4ª. CERVELIN. ed. materiais e projetos elétricos e telefônicos. Avaliação Será realizada de maneira contínua e cumulativa. M. 17) Desenvolvimento de projeto de tubulação telefônica predial. 8) Ferramentas para instalações elétricas e execução de circuitos. 2003. Instalações Elétricas Prediais. catálogos técnicos. No processo de avaliação será observado o conhecimento. Os instrumentos de avaliação serão: prova escrita. relatórios de visitas técnicas e práticas de execução de instalações elétricas. 2000. ed.

1999. ABNT. Manual Pirelli de Instalações Elétricas. Domingos Leite. NBR 5410 (Instalações Elétricas de Baixa Tensão). 2ª. 1997. ABNT. 1989. 4ª. São Paulo/SP. Julio. NBR 5444 – SB2 (Símbolos gráficos para instalações elétricas prediais). ABNT. 1996. ed. São Paulo: Érica. 2004. . Edição. ABNT. 2001.84 LIMA FILHO. 6ª. ed. ABNT. Archibald Joseph. Instalações Elétricas. NBR 5419 – NB 165 (Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas). Bibliografia complementar NISKIER. NBR 13727 (Redes telefônicas internas em prédios – plantas / partes componentes do projeto de tubulação telefônica). NBR 13822 (Redes telefônicas em edificações com até cinco pontos telefônicos – projeto). 1996. ABNT. Projetos de Instalações Elétricas Prediais. PINI. NBR 13726 (Redes telefônicas internas em prédios – tubulação de entrada telefônica – Projeto). Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. 2001. MACINTYRE. 2000. Ed.

Avaliar especificação dos materiais utilizados. armazenamento e destinação final da água potável. Distinguir métodos e critérios de dimensionamento das instalações. Interpretar normas técnicas. Conhecer as técnicas de montagem das instalações. PROGRAMA Objetivos Ler e interpretar projetos. Instalações prediais de esgoto sanitário. 2) Bombas hidráulicas. 4) Instalações de combate a incêndio. Conteúdos 1) Instalações prediais de água fria. das águas pluviais.85 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Instalações Hidro . dos esgotos sanitários. 3) Instalações prediais de águas pluviais.sanitárias e de Gás Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 3o CargaHorária: 120 h/a EMENTA A disciplina Instalações Hidrosantárias e de gás trata principalmente da condução. bem como das instalações de prevenção e combate a incêndio e de gás combustível. Distinguir os equipamentos de trabalho para execução dos serviços. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos .

Apresentação de vídeos. AZEVEDO NETTO. José Martiniano & OLIVEIRA. Tubos e Conexões Akros S/A. Edgard Blucher. 1. Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda. Bibliografia básica CREDER. Elementos de engenharia hidráulica e sanitária. S [s. R. Rio de Janeiro/RJ. José Martiniano. 2. DE ARAUJO COELHO. H. 1982. São Paulo/SP. 2a edição. 7a edição.86 Exposição de conteúdos com auxílio de quadro e giz e/ou recursos audiovisuais. MANUAL TÉCNICO. Instalações prediais hidráulicosanitárias. José Martiniano. . Participação durante as aulas. São Paulo/SP. N. Vol. Seminários. Vol. São Paulo/SP. 1982. V [s. Archibald Joseph. Edgard Blucher. AZEVEDO NETTO. Manual de hidráulica. Tubos e Conexões T igre S/A. Avaliação Exercícios e trabalhos. L. Ed. Relatórios. 1996. . Participação nas visitas técnicas. MACINTYRE. Hemus. Projetos. 1976. Bibliografia complementar AZEVEDO NETTO. MANUAL TÉCNICO. GARCEZ. Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda. 7a edição. Rio de Janeiro/RJ. Instalações hidráulicas e sanitárias. Instalações hidráulicas e sanitárias. Instalações hidráulicas.d]. Edgard Blucher. 5a edição. 1995. São Paulo. Manual de hidráulica. Visitas técnicas.d].

6) Equipamentos para estudo dos tempos. Acompanhar a velocidade de produção da mão de obra. Diferenciar tempo padrão de tempo pré-determinado. Analisar situação problema para mudança de método. Avaliar o ritmo de produtividade de método. Registrar tempo de operações na construção civil. 3) Estudo dos movimentos e projetos de métodos. 5) Processo geral de solução dos problemas. Relacionar estudo dos tempos e estudo dos movimentos.87 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Estudos de Tempo e Métodos Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 3o CargaHorária: 60 h/a EMENTA PROGRAMA Objetivos Conhecer a importância do estudo dos tempos na produção. 7) Execução para estudo dos tempos. Conteúdos 1) Introdução e Histórico. Implantar métodos de melhoria de produtividade. 2) Conceituação e Fundamentação Teórica. Aplicar racionalidade de tempos. . 4) Estudo dos tempos e medida do trabalho. Treinar equipe através de estudo dos tempos. Formular métodos para aumentar a produtividade. Calcular índice de produtividade de serviços.

1999. Russel L. SAMPAIO. 10) Tempo padrão. Trabalhos de pesquisas. Apresentação de seminários temáticos e trabalhos finais de projetos. 11) Aplicação no controle da produção. Visitas técnicas. Avaliação Provas escritas. 9) Avaliação de ritmo. Edgard Blücher. Bibliografia básica Bibliografia complementar BARNES. São Paulo. Hemus. Fernando Morethson. Estudo de movimentos e tempos: projeto e medida do trabalho.88 8) Medição de tempos. São Paulo/SP. 6ª edição. Relatórios de visitas técnicas. 2004. Orçamento e Custo da Construção. Ralph Mosser. . ACKOFF. Ed. Pesquisa Operacional. Livros Técnicos e Científicos. Apresentação de seminários. 1977. Rio de Janeiro/RJ. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Exposição Oral. Apresentação de resumo de aulas.

Serviços de Superestrutura. cintamento. 2) Movimento de terra: corte. 4) Superestrutura: tipos. ferragens. locação da obra. ferragens. telhamento. Instalações Hidrosanitárias. Conteúdos 1) Serviços preliminares: limpeza do terreno. escavação de valas. Coberta. execução. PROGRAMA Objetivos Gerenciar a execução de serviços de: implantação de canteiro de obra. aterro. 8) Instalações Hidrosanitárias: leitura de projetos.89 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Construção de Edifícios Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 3o CargaHorária: 80 h/a EMENTA Adquirir conhecimentos sobre tijolos. Esquadrias. fôrmas. Alvenarias. concreto. desde a elaboração dos projetos até a limpeza da obra. aterro do caixão. fôrmas. Revestimentos de paredes. fabricação e execução de serviços voltado principalmente para a parte “prática” através de vistas e acompanhamento de obras em execução de construção civil. Pintura. 7) Instalações elétricas e Telefônicas: leitura de projetos. limpeza da obra. execução. 9) Revestimentos de paredes: tipos. Pisos. 3) Fundações: tipos. Movimento de terra. concreto. Instalações elétricas e Telefônicas. tapumes. madeiramento. Fundações. 5) 6) Coberta: tipos. . execução. colocação de Vidro.

Eládio. Globo. . Práticas das Pequenas Construções. Trabalhos e Seminários. Belo Horizonte. João B. Técnicas da Construção. 1959. Manual do Construtor. Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda.90 10) Pisos: tipos. 2a ed. 12) Vidros: tipos. aplicação. Globo. Edições Arquitetura e Engenharia. G. 11) Esquadrias: tipos. aplicação. Falcão.. PIANCA. Bibliografia básica Bibliografia complementar PETRUCCI. L. Edgard Blucher Ltda BAUD. Rio de Janeiro BAUER. Materiais de Construção. BORGES. execução. Manual de Construção – Hemos – Livraria Editora Ltda. Visitas técnicas. Avaliação Avaliações escritas. A. 1a ed.. Ed. SP CARDÃO. Projetos. 13) Pintura: tipos. execução. Alberto de Campos. Celso. Ed. ed. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas e dialogadas. Porto Alegre. Relatórios. Materiais de Construção.

terminologia. Tipos. tetos e pisos. pisos e revestimentos. 03. Definições. Revestimentos e Impermeabilizações Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 4o CargaHorária: 80 h/a EMENTA Definições. 02. materiais constituintes e técnicas de execução de pisos. 09. 08. generalidades. 07. terminologias e normas técnicas relacionadas aos revestimentos de alvenarias. Aplicações. normas técnicas e aspectos executivos de pisos. tipos e técnicas de execução de forros e revestimentos especiais. Pisos especiais. especificar materiais e aplicar normas técnicas relacionadas à execução de alvenarias. generalidades. materiais constituintes e técnicas de execução de revestimentos. terminologia. Tipos. Tipos. materiais utilizados e técnicas de execução de pinturas. terminologia e normas técnicas relacionadas aos pisos. . generalidades. Conteúdos 01. 10. PROGRAMA Objetivos Planejar e gerenciar serviços. Generalidades. materiais constituintes e técnicas de execução de alvenarias. revestimentos e impermeabilizações. generalidades. Definições. Definições. Definições. terminologias e normas técnicas relacionadas às alvenarias. 04. terminologia e normas técnicas relacionadas a pinturas. Tipos. 05.91 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Pisos. 06. generalidades.

Editora PINI. Autores diversos.92 Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas. Artigos COMO CONSTRUIR. Ernesto – Como evitar erros na construção . relatório de visita técnica e Trabalho de pesquisa. Revistas Téchne. visitas técnicas e palestras. Abragesso. SP. Pirondi. A técnica de edificar. Autores diversos. Bibliografia básica Walid Yazigi. SP. RIPPER.SP . Bibliografia complementar Normas técnicas relacionadas às alvenarias. SP. Editora PINI . aulas práticas de laboratório e de campo. Ernesto. relatório de aulas práticas de laboratório e de campo. pisos e revestimentos. Editora PINI – SP Ripper. Avaliação Avaliações teóricas escritas. Manual de montagem de sistemas Drywall. Zeno – Manual prático da impermeabilização e de isolação térmica . Editora PINI. Como evitar erros na construção. Editora PINI. ABNT/RJ. Editora PINI. SP.

ar e solo. 4) Reciclagem de materiais provenientes de entulhos de obras. como instrumentos do controle ambiental.93 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Construção Civil e Meio Ambiente Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 4o CargaHorária: 60 h/a EMENTA Reflexões da construção civil sobre o meio ambiente. 5) Educação Ambiental. controle ambiental. 2) Controle Ambiental: qualidade dos elementos ambientais (água. conceitos fundamentais. Identificar as qualidades básicas dos elementos água. Orientar a implantação e a execução de programas de reciclagem de materiais classificados como entulhos de obras civis. racionalização do uso de materiais. PROGRAMA Objetivos Aplicar os conceitos fundamentais do Meio Ambiente na gestão e na produção da Construção Civil. ar e solo). Conteúdos 1) Construção Civil e Meio Ambiente: generalidades. educação ambiental. . Identificar os principais métodos de avaliação do impacto ambiental em situações originadas na produção da Construção Civil. 3) Métodos para avaliação do impacto ambiental no setor da Construção Civil. Participar do planejamento e da execução de ações de educação ambiental aplicado ao setor da Construção Civil.

palestras e debates.U. 2001. Reciclagem de Entulho Para a Produção de Materiais de Construção/ RECICLAGEM DE ENTULHO PARA A PRODUCAO DE. seminários. Bibliografia complementar 20. Energia e o meio ambiente. 2003. 1991. Administração e Controle da Qualidade Ambiental: E.: Edufra/Caixa Econômica.P. Clarice Menezes. São Paulo SP: Pioneira Thomson. Bibliografia básica 17. GUEVARA.). Roger A. 2002. Cidadania e Meio Ambiente: Fundação Peiropolis. . e Edusp. Porto Alegre. Educação Ambiental: Como Projeto. RS: Artmed. relatório individual de pesquisa. 22. Alberto Pardo.). Educação Ambiental: Reflexões e Prática Contemporânea/EDUCACÃO AMBIENTAL: Vozes. Arnaldo Jose de Hoyos. DEGANI. (15 ex. 2002. 23. BANCO DO NORDESTE DO BRASIL. (10 ex. 2003.). (3 ex. apresentação de seminário. DIAZ. 18. 24. 1999. trabalho em grupo. Planejamento e Gestão de Obras: Um Resultado Prático da Cooperação Técnica Brasil Alemanha/ PLANEJAMENTO E GESTAO DE OBRAS: CEFET-PR. Fortaleza. 21. 19. Granville H. (15 ex. 2002. SEWELL. Manual de impactos ambientais. Sistema de gestão ambiental em empresas construtoras de edifícios (Dissertação de Mestrado): EPUSP. EBN. HINRICHS. Avaliação Prova objetiva e dissertativa. Conhecimento.94 Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas dialogadas.). 1998.

Planejamento agregado (Médio e Longo prazo – desagregamento parcial e agregado total). Programar a produção de obras.Família de produtos . Organizar planejamento agregado e desagregado. Avaliar formas de solução de problemas de balanceamento de linha e/ou retirada de gargalos em recursos produtivos. Analisar os componentes ou famílias de produtos insumos. . Dimensionar capacidade produtiva de um sistema produtivo. Identificar as restrições de capacidade.95 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Planejamento e Controle de Obras Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 4o CargaHorária: 80 h/a EMENTA PROGRAMA Objetivos Conhecer conceitos básicos PCP. Avaliar produção / produtividade da equipe.Planejamento Desagregado (Curto prazo – demanda real) . Desenvolver planejamento e controle de projetos. Otimizar processos de produção. Elaborar e interpretar cronogramas físico-financeiros. Calcular necessidades de materiais. Analisar estrutura PCP suas limitações de planejamento. Determinar incertezas na previsão de demanda. Estruturar e dimensionar equipes de trabalho. Conteúdos 1) Conceitos Básicos de PCP – 5 h 2) Estrutura de PCP – Limitações e tarefas de planejamento e controle – 5 h 3) Formas de Planejamento – 10 h .

Planejamento e Controle de Projetos . Processos por encomenda. Bibliografia complementar .Conceitos . SLACK. . Chambers e JOHNSTON.Elementos do projeto. definição. Robert. acompanhamento e a juste de capacidade 6) Programação da Produção – 15 h . 2002. Exercícios e trabalhos de pesquisa bibliográfica e de campo. STUART. cronograma físico-financeiro. dimensionamento de equipes/tempo. objetivos. prog. Bibliografia básica Planejamento e Gestão de Obras: Um Resultado Prático da Cooperação Técnica Brasil-Alemanha/ PLANEJAMENTO E GESTAO DE OBRAS: CEFET-PR. processos de planejamento: ambiente. restrições e medição da capacidade. Ed.Dimensionamento de capacidade – flutuações semanais e diárias de capacidade. Previsão de demanda – Incertezas da previsão de demanda. Apresentação de resumo de aulas. Visitas técnicas. Participação em visitas técnicas. 2002. Avaliação Provas escritas teóricas e teórico-práticas. racionalização da construção. Nigel. pra frente. prog. cálculo das necessidades de materiais (TCPO). gerenciamento do projeto. 2ª edição. Administração da Produção. medição de insumos. São Paulo/SP.Processos contínuos.Objetivos do planejamento e controle da capacidade . fornecimento e demanda 5) Capacidade Produtiva – 20 h . Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Exposição oral de conteúdos.Atlas.96 4) Fluxo de PCP (Informações) – 10 h . pra trás. técnicas. Relatórios das visitas técnicas. gráficos de controle.Conceitos.

Ed. 2004.São Paulo/SP. Ed. Rio de Janeiro/RJ.Atlas. Planejamento e Controle da Produção. Administração da Produção e Operações. São Paulo/SP. Planejamento e Controle da Produção Para Empresas de Construção Civil. PINI. CORREIA. Pedrinho. Livros Técnicos e Científicos Editora. TUBINO – Planejamento e Controle da Produção (0 vol. 4ª edição.) . Introdução ao planejamento e controle de custos na Construção Civil Brasileira. S. 2003. Ed. PROF. MOREIRA. Daniel. Gianesi.97 BERNARDES. Maurício M. São Paulo/SP. PINI . 2002. GOLDMAN.

6) Controle tecnológico do concreto e seus insumos. 2) Funcionamento estrutural dos elementos em concreto armado. produção e controle tecnológico. escoramentos e desforma dos elementos estruturais. 5) Produção do concreto armado. PROGRAMA Objetivos Ler e interpretar projetos. 4) Noções de dimensionamento. Avaliar especificação dos materiais utilizados. 7) Forma. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos . Conteúdos 1)Concreto armado e suas propriedades. Interpretar normas técnicas. Conhecer os métodos e critérios de dimensionamento dos elementos estruturais. 3) Características do projeto estrutural. Verificação das tensões atuantes e resistentes em vigas.98 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Estrutura de Concreto Armado Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 4o CargaHorária: 80 h/a EMENTA Conhecimentos sobre estruturas de concreto armado no que concerne as propriedades. características. Entender o processo de produção e controle tecnológico do concreto armado.

Aderson Moreira da. ROCHA. Concreto armado. Walter (1984). Participação nas visitas técnicas. . B.99 Exposição de conteúdos com auxílio de quadro de giz e/ou recursos audiovisuais. São Paulo. São Paulo-SP. Mecânica dos Sólidos. . GROVANNETTI. FUSCO. Editora PINI. Exercícios e trabalhos. ver. PETRUCCI.Rio de Janeiro: Globo. Livros Técnicos e Científicos. S. Princípios Básicos sobre Concreto Armado. Visitas Técnicas. Projeto. P. .Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda. Bibliografia complementar PFEIL. Concreto de cimento Portland. Eladio G. Manoel Henrique Campos (1997). Relatório Bibliografia básica BOTELHO. P. Concreto armado: eu te amo. 11ed. Avaliação Avaliação escrita. P. Resistência dos Materiais. Novo Curso Prático de Concreto Armado. TIMOSHENKO. Estruturas de Concreto – Solicitações Normais. Editora Edgard Blucher Ltda. R (1975).Rio de Janeiro: LTC . Participação durante as aulas. S. TIMOSHENKO. 4a ed.

Especificar serviços. 6) Pesquisa de mercado de materiais. Calcular Composição do BDI. Calcular Composição de custo unitário. 9) Composição de Verba. Escolher Mão-de-obra e equipamentos adequados. Calcular quantitativos de serviços. Analisar orçamentos.100 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Especificações e Orçamento Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 4o CargaHorária: 60 h/a EMENTA PROGRAMA Objetivos Especificar materiais. Analisar a Curva ABC. Determinar custos diretos e indiretos. 7) Mão-de-obra e equipamentos. 2) Especificação de mão-de-obra. Organizar Orçamento informatizado. Pesquisar o mercado de materiais. Calcular Composição de Verba. 8) Composição de custo unitário. Organizar o Cronograma físico-financeiro. Especificar e selecionar mão-de-obra. 5) Cálculos de quantitativos de serviços. 3) Especificações de serviços. Conteúdos 1) Especificações de materiais. . 4) Determinação de custos diretos e indiretos.

Aulas no laboratório de Informática. Falcão. Bibliografia básica TCPO 9: Tabelas de composições de preços para orçamentos. PIANCA. Edições Arquitetura e Engenharia. Hemus. Orçamento e Custo da Construção. 5ª Edição. Avaliação Avaliação escrita.101 10) Composição do BDI. São Paulo/SP. 5ª Edição. João B. 1994. 9a ed. Porto Alegre/RS. Práticas das Pequenas Construções. 13) Análise de orçamentos. SP CARDÃO. A. – São Paulo: Pini. BORGES. A. 2a ed. Materiais de Construção. 1994. Manual do Construtor. Falcão.financeiro. . Técnicas da Construção. Fernando Morethson. Ed. Globo.1. Alberto de Campos. 12) Cronograma físico . Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda. 1992. 14) Orçamento informatizado Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas e dialogadas. Vol. L. São Paulo/SP. São Paulo/SP. Manual de Construção – Hemos – Livraria Editora Ltda. Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda. Ed.2. 11) Curva ABC. G. Materiais de Construção. Belo Horizonte. São Paulo/SP. 1980. BAUER. Celso. L. Trabalhos e Seminários. 1 ª Edição. 2004. 1959. Vol. BAUD. BAUER. Edgard Blucher Ltda. Bibliografia complementar SAMPAIO.

Conhecer o processo de desenvolvimento de produtos. Fazer análise ergonômica der tarefas no posto de trabalho. Utilizar dados antropométricos no projeto do posto de trabalho. Conhecer os métodos de estudo ergonômicos do trabalho. Conhecer as técnicas de medição antropométrica. Conhecer a influência dos fatores humanos no trabalho. Conhecer o processo de trabalho na construção civil do ponto de vista da ergonomia. 3) Metodologia do estudo ergonômico do trabalho. Fazer arranjo físico do posto de trabalho.102 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Ergonomia Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 4o CargaHorária: 60 h/a EMENTA PROGRAMA Objetivos Conhecer os conceitos de ergonomia. 5) Antropometria: medidas e aplicações. 7) Fatores humanos no trabalho. 6) Manejo e controles. Conteúdos 1) Definição de ergonomia. Dimensionar o posto de trabalho. 2) A situação do trabalho. Conhecer as relações entre ergonomia e novas tecnologias. 4) Biomecânica ocupacional. .

1. Edgard Blücher. Participação nas visitas técnicas. 1994. Ergonomia Prática. Ed. Edgard Blücher. Antropometria aplicada à arquitetura. 9) Ergonomia do produto. 1990. 1978. PALMER. Roberto. José Jorge. WISNER. Jan. Participação nos trabalhos práticos. Ergonomia. Artes Médicas. Itiro (Tradutor). Colin. WEERDMEESTER. Rio de Janeiro: Editora da Fundação Getúlio Vargas. Bernard.Vol. DUL. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL . 2005. 1976. urbanismo e desenho industrial.103 8) Análise ergonômica do posto de trabalho. IIDA. Apresentação de resumos de aulas. Bibliografia básica GRANDJEAM. São Paulo/SP. São Paulo: FUNDACENTRO. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Exposição oral de conteúdos com auxilio de quadro e giz. Bibliografia complementar BOUERI FILHO. VERDUSSEN. A. Ed. Exercícios e trabalhos teóricos e práticos orientados pelo professor. São Paulo/SP. Manual de Ergonomia. FAU. São Paulo. 1995. Itiro. Manual de estudo . 10) Ergonomia e novas tecnologias. IIDA. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. A inteligência no trabalho. Ergonomia: a racionalização humana do trabalho. Ed. Ergonomia: projeto e produção. Participação durante as aulas. Norma Regulamentadora 17 – Ergonomia. Porto Alegre/RS. Etienne. Avaliação Exercícios e trabalhos. Visitas técnicas. Relatórios. 1993. Exposição de conteúdos com auxilio de recursos áudio visuais.

4) Gramática Aplicada. Produzir pequenos textos escritos. Utilizar a Língua Inglesa como instrumento de acesso a informações técnicas. 2) Tradução. Conteúdos 1) Leitura e produção de textos técnicos. 3) Produção de textos curtos. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos . Utilizar o conhecimento de gramática de forma operacional para ler. Conhecer a estrutura básica da Língua Inglesa.104 PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Inglês Técnico Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 4o CargaHorária: 60 h/a EMENTA PROGRAMA Objetivos Compreender textos escritos de gêneros variados. compreender e produzir textos. 6) Ser capaz de redigir pequenos textos em Língua Inglesa. 5) Dominar vocabulário técnico suficiente para compreensão e interpretação dos textos lidos.

Leitura sistemática de textos técnicos (sugeridos pelos professores da Área Técnica. Os alunos com necessidade de acompanhamento individual serão chamados ao CA e farão as atividades requeridas como parte de seu processo avaliativo.manuais. pretende-se criar momentos para orientação individual dos alunos em turno inverso (Centros de Aprendizagem-CA). como em revistas. Versão de textos. assim como o nível geral da turma. Leitura orientada individual e coletiva. Bibliografia básica Dicionário Escolar Inglês/Português – Português/Inglês Bibliografia complementar Uma gramática da Língua Inglesa . Tradução de textos. Ao iniciar cada bimestre.105 Aulas expositivas dialogadas. far-se-á uma prova diagnóstica para mapear o nível de conhecimento prévio dos alunos. Caso haja necessidade. jornais. o domínio das competências/habilidades propostas. Consulta orientada à Internet (Projeto Integrado com disciplinas técnicas). Avaliação O processo de avaliação será contínuo. Estudo ou Pesquisa orientados (na Biblioteca). Produção orientada de pequenos textos. Leitura de textos com temas semelhantes aos estudados em Língua Portuguesa. folhetos técnicos ou na Internet. Comparação entre textos. Estudo sistemático de vocabulário técnico. tanto em livros. A avaliação será considerada como um instrumento norteador das ações pedagógicas. qualitativo e quantitativo. Estudo gramatical de textos. Esta avaliação será comparada com o desempenho no final de cada bimestre com a aplicação de outra prova com conteúdo semelhante.

o processo . os níveis organizacionais.106 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Gestão de Empresa da Construção Civil Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 4º CargaHorária: 60 h/a EMENTA A natureza e desafios da administração. A visão histórica da administração. A cultura organizacional. do desenvolvimento e dos primeiros atributos das organizações. Identificar os fundamentos do planejamento aplicados na administração de empresas. Compreender a cultura organizacional como elemento fundamental na definição da forma. Compreender o ambiente das empresas. Os fundamentos da organização. Perceber como as teorias predominantes nas diferentes eras administrativas eram aplicadas na gestão das organizações. Os fundamentos do planejamento. Conteúdos 1) Conceitos básicos de administração e organizações. A empresa da construção civil. Analisar a estrutura básica e as características próprias de uma empresa de construção civil. identificando suas principais características e relações com a organização. O ambiente organizacional. PROGRAMA Objetivos • • • • • • Aplicar os conceitos fundamentais da Administração na gestão de empresas da Construção Civil.

107 administrativo; as habilidades e os papéis do administrador. 2) Visão histórica da administração: era industrial clássica, era industrial neoclássica e era da informação; e suas respectivas teorias administrativas. 3) O ambiente organizacional: conceitos de sistema e de ambiente; dinamismo do ambiente; relações entre organização e seu ambiente. 4) A cultura organizacional: organizações formais e informais; desenvolvimento

organizacional; diversidade, ética e valores nas organizações. 5) Fundamentos do planejamento: função, processo, benefícios e tipos; planejamento estratégico, tático e operacional. 6) Fundamentos da organização: estrutura organizacional, hierarquia administrativa, amplitude administrativa, centralização/descentralização.
Estrutura básica e tipicidades de uma empresa de construção civil.

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

Aulas expositivas dialogadas, seminários, palestras, debates e pesquisas de campo.

Avaliação

Prova objetiva e dissertativa; trabalho em grupo; apresentação de seminário; relatório individual de pesquisa.

Bibliografia básica

Administração nos novos tempos/ CHIA VENATO, Idalberto. Rio de Janeiro RJ: Elsevier, 2005.

Bibliografia complementar

Administração de Empresas/ CHIA VENATO, Idalberto: Serviço Nacional de Teatro, 1991. Desafios gerenciais para o século XXI/DRUCKER, Peter. São Paulo SP: Pioneira Thompson

Learning, 2001.
Empresa Flexível, a/TOFFLER, Alvin: Record, 1997. Estratégia Para Desburocratizar/MATOS, Francisco Gomes De: Estrutura das Organizações: Estruturas Tradicionais Para Inovação Estrutura

108 M/VASCONCELLOS, Eduardo: Pioneira Tompson, 2002.
Gestão Empresarial: De Taylor Aos Nossos Dias: Evolução e Tendências da Moderna/

FERREIRA, Ademir Antonio: Pioneira 2002
Organização de Empresas/FARIA, A. Nogueira de: Ltc, 1979. Pratica de Administração de Empresas/DRUCKER, Peter: Fundo de Cultura, 1969.

109
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE
DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL

PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Estruturas de Contenção Professor (a):

Curso(s):

Tecnologia em Construção de Edifícios

Período Letivo:

5o

CargaHorária:

60 h/a

EMENTA

Ler e interpretar projetos relacionados com engenharia de fundações; avaliar especificação dos materiais utilizados nas diversas estruturas, interpretar normas técnicas; conhecer os métodos e critérios para dimensionamento das contenções e aplicá-los nas obras de contenção.

PROGRAMA Objetivos

Conhecer os métodos e critérios para dimensionamento das contenções;

b) Compreender o processo de execução de obras de terra e contenções.

Conteúdos

• •

Aplicações da Geotecnia (rebaixamento de lençol freático, compactação e controle de aterros, provas de carga de estaca, escoramento de valas de fundação); Concepção de obras de contenção de encostas, estabilização de solos;

3) Tipos de contenção, métodos construtivos e de escoramento, muros de arrimo, cortinas, tirantes. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

As atividades serão desenvolvidas através de exposição dialogada de conteúdos com auxílio de quadro de giz e/ou recursos audiovisuais (70%); aulas práticas em laboratório

Exercícios e trabalhos práticos e teóricos. HACHICH. 26. John Wiley And Son. V. Bibliografia básica CAPUTO. Revista Quadrimestral. Bibliografia complementar ALONSO. Et Al. temas e aplicações. São Paulo. Rio de Janeiro. Ed. Oficina de Textos. T. New York. Recife. Bertrand Brasil. Fundações. W. LAMBE and WHITMAN (1969). (1976). DE MELLO. (2005). et al. EPUSP-PEF. utilizando-se a prática da avaliação escrita. LAMBE. C. LTC . . Universitária da UFPE. (1998 ). Rio de Janeiro.110 (20%). Milton.Livros Técnicos e Científicos. GUERRA. (1999). Exercícios de Fundações. Mecânica dos Solos e suas Aplicações. (1996). (1978). New York.Livros Técnicos e Científicos. São Paulo. trabalhos individuais e em grupo. Visitas Técnicas (10%). Livro Editado Pela Pini/ABMS/ABEF.. U. Inc. Edgard Blücher Ltda. Rio de Janeiro. Introdução à Mecânica dos Solos dos Estados Críticos. Fundamental of Soil Behavior. MITCHEL. Inc. P. (1951). (2000).R (1993). São Paulo. John Wiley and Son.R. et AL. J. ed. ORTIGÃO.. New York. Soil Mechanics. São Paulo. Erosão e Conservação dos Solos: conceitos. Inc. São Paulo. LTC . GUSMÃO. Soil Testing for Engineers. Rio de Janeiro. A. Latin-American Geotechnical Journal. Participação durante as aulas. Será feita continuamente.W. Soils & Rocks. Geotecnia no Nordeste. Fundações e Elementos Estruturais Enterrados : Apostila. D. T.A. ABMS E ABGE. Avaliação 25. de S. Teoria e Prática. H. Relatório. PINTO. Participação nas visitas técnicas. Ed. VARGAS. J. realização de pesquisas. seminários. (1975). A. Curso de Mecânica dos Solos em 16 Aulas. J.R. (1994).. John Wiley and Son. Mcgraw-Hill do Brasil. Introdução à Mecânica dos Solos.

111 .

Ler e interpretar projetos executivos de engenharia e de arquitetura. utilizando as normas e projetos relacionados com a implementação e composição de diversos tipos de canteiros de obras aplicados na engenharia PROGRAMA Objetivos Conhecer a legislação que regulamenta a execução de obras. equipamentos e material de consumo de uso administrativo. equipamentos e material de consumo de uso administrativo. Organizar o processo de renovação do licenciamento de obra. Conteúdos . identificar e aplicar a legislação referente as obras. cronogramas físicos e financeiros. Interpretar normas técnicas. Conhecer o processo de tramitação para o licenciamento de obra. catálogos e manuais. Conhecer as atividades produtivas de um canteiro de obras. Selecionar o mobiliário.112 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Projeto e Implantação do Canteiro de Obras Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 5o CargaHorária: 60 h/a EMENTA Conhecer. Conhecer os elementos que compõem um canteiro de obras. Selecionar os projetos e documentação para a renovação de licenciamento de obra. Conhecer o plano de manutenção de canteiro de obras. Dimensionar equipes de trabalho. Ler e interpretar orçamentos. Conhecer as fases de um canteiro de obras. Conhecer as máquinas e os equipamentos utilizados em um canteiro de obras. Conhecer o mobiliário. Dimensionar os setores de um canteiro de obras.

Participação durante as aulas. NR 18: Condições e meio ambiente do trabalho na indústria da construção. São Paulo: FUNDACENTRO-FUNDUNESP. Método para elaboração de layout de canteiro de obras verticais. Maria Aridenise Macena. Exposição de conteúdos com auxilio de recursos áudio visuais. Avaliação Exercícios e trabalhos. 1998. Ubiraci E. 3) Fases do canteiro de obras. Apostila. São Paulo: FUNDACENTRO. Bibliografia básica SOUZA. Exercícios e trabalhos teóricos e práticos orientados pelo professor. Plant layout. Bibliografia complementar GARCIA. _____ . 6) Informações necessárias para a elaboração do projeto de canteiro de obras. Planejamento e Gestão de Obras: Um Resultado Prático da Cooperação Técnica Brasil – Alemanha. Brasília. Apresentação de resumos de aulas. Projeto e implantação do canteiro. Ministério do Trabalho. Carlos Alberto.113 1) Definição de canteiro de obras. Participação nos trabalhos práticos. Ed. Lemes de. 2) Conceitos de layout. . FRITZ. Relatórios. Plant layout na indústria da construção. Visitas técnicas. 8) Programa de manutenção do canteiro de obras. 1997. 1999. 4) Elementos do canteiro de obras: características. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Exposição oral de conteúdos com auxilio de quadro e giz. FUNDACENTRO. 5) Etapas de elaboração de layout do canteiro de obras. et ali. 2000. Curitiba/PR. 1995. 2002. São Paulo: O Nome da Rosa. 7) Metodologia do layout do canteiro de obras. Participação nas visitas técnicas. Gehbauer. equipamentos e dimensionamento. MAIA. CEFET-PR.

FRANCO. Recomendações gerais quanto à localização e tamanho dos elementos do canteiro de obras. Definição do layout do canteiro de obras. São Paulo: FAUUSP. 1986. 1997.114 MUTHER. SOUZA. Planejamento do layout: sistema SLP. Teodoro. Fausto. . Ubiraci E. 1997. Lemes de. R. CARRARO. SOUZA. Racionalização da construção. ROSSO. São Paulo: Edgard Blücher. Normas Regulamentadoras 18 – Condiçòes e meio ambiente do trabalho na indústria da construção. 1980. FRANCO. São Paulo: EPUSP. Lemes de. Ubiraci E. José Carlos. São Paulo: EPUSP. Luiz Sérgio PALIARI. Luiz Sérgio.

115 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Construções Metálicas e de Madeira Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 5o CargaHorária: 80 h/a EMENTA Adquirir conhecimentos sobre tipos. Conteúdos 1) Estruturas Metálicas: tipos. execução e montagem de estruturas metálicas e de madeira. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos . 2) Estruturas de Madeira: tipos. execução. fabricação. Avaliar especificação de materiais utilizados. Interpretar normas técnicas. tratamento e montagem. fabricação. Estabilidade. 3) Critérios de Dimensionamento. PROGRAMA Objetivos Ler e interpretar projetos. Conhecer os métodos e critérios de dimensionamento das estruturas. fabricação. montagem. execução. Distinguir os mecanismos de montagem das estruturas. Verificação de estabilidade das estruturas metálicas e de madeira através do uso de fórmulas de dimensionamento da Resistência dos Materiais. quantitativa e custos.

BEER. Estruturas de madeira. Walter do Couto. DIAS. Visitas Técnicas. Edgard Blucher. . . Prática das pequenas construções. Relatórios. Mecânica vetorial para engenheiros. Ferdinand Pierre (1980). MONTEIRO.Rio de Janeiro: LTC . 4a ed. Avaliação Avaliação escrita. J. 1. 28. Estruturas de aço. 5a ed. Exercícios orientados pelo professor. . Participação durante as aulas.116 Exposição de conteúdos com auxílio de quadro e giz e/ou recursos audiovisuais.Rio de Janeiro: LTC .Rio de Janeiro: Interciência.Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda. São Paulo. 4a ed. 1988. . Luis Andrade de Mattos (2002). Técnicas e Linguagem. v. Bibliografia complementar 27. 1988. C. Rego (1998).Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda. – São Paulo: Editora PINI. PFEIL. 1998. Participação nas visitas técnicas. São Paulo: MAKRON BOOKS. Walter do Couto. BORGES. Alberto de Campos (1975). Estruturas de Aço – Conceitos. Tesouras de telhados: tesouras de madeiras. Bibliografia básica PFEIL. 4a ed.

estratégia de suprimentos – 10h. coleta de preços. licitação. função e objetivos políticos de estoques (custos e investimentos). Analisar um sistema de administração de compras. Conhecer a abordagem logística dos suprimentos de materiais. Identificar especificações e normas para licitação de obras. PROGRAMA Objetivos Identificar materiais didáticos. fornecedores (classificação. Dimensionar lotes econômicos de compra.117 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Gerência de Suprimentos Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 5o CargaHorária: 60 h/a EMENTA A disciplina Gerência de Suprimentos proporciona ao Tecnólogo conhecimentos sobre o planejamento de suprimentos para a execução de uma obra e noções sobre o controle físico e financeiro dos materiais utilizados. Conhecer métodos de coleta de preços. qualificação de compradores (técnicos e não técnicos). relacionamento). Interpretar os princípios básicos de controle de estoques. princípios básicos para controle de estoque. Conteúdos 1) Analisar a abordagem logística dos suprimentos: subsistemas de logística. Dimensionar reajustamento de preços. seleção e avaliação. redução de custos e reajuste de preços – 20 h. preço e custo. 3) Conhecer o Planejamento e controle de estoques: Definição. 2) Conhecer o Sistema de Administração de Compras: organização. pedido de compras. Identificar sistemas modernos de adm de materiais MRPI e II /ERP. Conhecer sistemas de distribuição e armazenagem. lotes econômicos e .

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL . São Paulo/SP. Ed. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Exposição oral de conteúdos. M. Y. Apresentação de seminários temáticos e trabalhos finais e/ou projetos. Gestão de Estoques na Cadeia Logística – Supply Chaiu. G. Administração dos Materiais: uma abordagem lógica. Atlas. SLACK. Relatórios das visitas técnicas. Daniel – Administração da Produção. Robert.118 estoque de segurança. 1996. MRP II ERP. ponto de pedido. H. Exercícios e trabalhos de pesquisa bibliográfica e de campo. e MEKBEKIAN. São Paulo/SP. Ed. Visitas técnicas. 2002.Atlas. “COREANO” – Controle de Estoque na Cadeia Logística. Avaliação Provas escritas teóricas e teórico-práticas. Souza. 4) Conhecer Sistemas de Distribuição e Armazenagem: Considerações básicas. STUART. P. necessidade (consumo de materiais). Administração da Produção. Bibliografia básica DIAS. CORREIA. 1999. MRP/MRP II. São Paulo/SP. Apresentação de resumo de aulas. Kanbam aplicado. fichas de estoque (entrada e saída). níveis de inter-relação. Ed. A. Qualidade na Aquisição de Materiais e Execução de Obras. Bibliografia complementar MOREIRA. R. Chambers e JOHNSTON. 2ª edição. Ed. Gianesi – Planejamento e Controle da Produção – MRP. 1993. Nigel. São Paulo/SP. CHING. Participação em visitas técnicas. PINI. ERP – 20 h. Atlas. Exposição de conteúdos.

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos O conteúdo programático da disciplina é predominantemente teórico e desenvolvido em sala de aula. efetuando-se à . 8) Noções e aspectos jurídicos sobre a fiscalização trabalhista a cargo do Ministério do Trabalho. de recursos audiovisuais (Retroprojetor e Data-Show). os princípios. 7) Obrigações previdenciárias relativas às obras de construção civil. Conteúdos 1) Conceitos básicos sobre direitos trabalhistas. conforme o caso. PROGRAMA Objetivos Aplicar as noções. 5) A reclamação trabalhista e seu processamento na Justiça do Trabalho. bem como conhecer e aplicar as normas jurídicas relativas às obrigações trabalhistas e previdenciárias vinculadas à realização de uma obra. em especial. 6) Noções de direito previdenciário brasileiro. 3) Direitos e obrigações trabalhistas relativas a obras de construção civil. 2) Direito trabalhistas vinculados ao contrato de trabalho. aplicadas a realização de uma obra.119 PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Legislação Previdenciária e Trabalhista Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 5o CargaHorária: 40 h/a EMENTA Conhecimento das regras jurídicas trabalhistas referentes as relações de emprego. através de exposição oral com utilização. e as regras jurídicas elementares dos direitos trabalhistas relativos aos empregados e. aos operários da construção civil. 4) Organização e funcionamento da Justiça do Trabalho.

120 correlação e a exemplificação com situações e casos possíveis de ocorrerem na rotina do trabalhador brasileiro. serão também desenvolvidos trabalhos de pesquisa em grupo ou individual. Malheiros Editores Ltda. São Paulo. Edição atualizada. Como forma complementar do processo de avaliação. . Bibliografia básica 29. CONSTITUIÇÃO FEDERAL BRASILEIRA. Edição atualizada de qualquer editora. 33. sendo possibilitada a exposição oral da síntese de cada trabalho na forma de seminário. de 18 de dezembro de 2003. DECRETO N° 3048. 30. INSTRUÇÃO NORMATIVA INSS/DC N° 100. na forma de questões objetivas e/ou subjetivas com caráter de abrangência em relação a todo o conteúdo da disciplina até então ministrado. Maximilanus Cláudio Américo RESUMOS DE DIREITO DO TRABALHO. LEGISLAÇÃO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL. 32. Edição atualizada de qualquer editora. em especial do operário da construção civil. Avaliação Serão realizadas duas avaliações individuais e escritas. Bibliografia complementar FÜHRER. Edição atualizada. 2002. Como forma complementar serão desenvolvidos trabalhos de pesquisa e realização de seminários sobre temas específicos. de 6 de maio de 1999. Edição atualizada de qualquer editora. 31. CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO – CLT.

conceito. finalidade e métodos de treinamento de pessoal. Abrangência de estudo e enfoques. Influência de grupo. desempenho e avaliação de recursos humanos. Conteúdos 1) Psicotécnica – seleção e recrutamento – Seleção Profissional: Escolha do indivíduo. Conflitos no . Desenvolver processos de seleção de pessoal. Aplicar métodos de avaliação de desempenho. Conhecer as formas de organização e os conflitos no trabalho gerados nas inter-relações entre grupos. Avaliar aptidões para o trabalho. 3) Organização: Teorias. conotação e importância. PROGRAMA Objetivos Conhecer os conceitos e técnicas de seleção profissional. Áreas de estudo da Engenharia Humana. instalação e comunicação no trabalho. orientação profissional. desenvolvimento. Conhecer as formas.121 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Gestão de Recursos Humanos Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 5o CargaHorária: 60 h/a EMENTA Recrutamento e seleção de recursos humanos. Terminologias. organização. Conhecer as formas de comunicação e aplicação correta para obtenção de resultados no trabalho em grupo. Comportamento na Imprensa. 2) Relações Humanas: Conceito. relações humanas. processos de seleção. Avaliar a importância da Engenharia humana nos processos produtivos.

Medidas da motivação. estilos. Pierre.122 trabalho. Aptidão. Idalberto. São Paulo/SP. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Exposição oral de conteúdos. Idalberto. 4) Problema de seleção: O cargo e a função. Método de treinamento. [4] CHIAVENATO. 7) Motivação: Conceitos. condições para a comunicação. Bibliografia básica CHIAVENATO. canais de comunicação. Relações Humanas na Família e no Trabalho: Vozes. O que treinar. 8a ed. Atlas. [31] . Administração nos Novos Tempos: Campus. escalas. A técnica da Comunicação Humana: Pioneira. Jose Roberto Whitaker. [30] PENTEADO. Princípio de Administração Científica. Administração de Pessoal: Desenvolvimento de Recursos Humanos. 5) Avaliando aptidões: observação. Atlas. Exposição de conteúdos. Administração de Recursos Humanos: Fundamentos Básicos. tipos de comunicação. programa. entrevista. testes. Eduardo. Apresentação de resumo de aulas. [1] TAYLOR. questionários. Apresentação de seminários temáticos e trabalhos finais e/ou projetos. 2002. ASCOPM. Exercícios e trabalhos de pesquisa bibliográfica e de campo. São Paulo/SP. [5] VASCONCELLOS. 1999. 1989. 2003.. Pirâmide de Maslow. [19] WEIL. feedback. 2002. Porque treinar. Avaliação Provas escritas teóricas e teórico-práticas. São Paulo: Livraria Pioneira Editora. Frederick Winslow. procedimentos e componentes. Finalidade do programa. [13] TOLEDO. 1976. Estrutura das Organizações.. 8) Comunicação: Natureza da comunicação. 6) Treinamento. 5a ed. Avaliação e desempenho. Flávio de. Motivação na Empresa.

São Paulo/SP. e ROBBINS.. Rio de Janeiro/RJ. [0] MINICUCCI. 8a ed. Idalberto. São Paulo/SP. 6a ed. 2001. 3a ed. 1995. David A. 1992. Atlas. São Paulo/SP. [11] TAYLOR. Psicologia Aplicada à Administração. Makron Books.123 Bibliografia complementar CHIAVENATO. São Paulo/SP: Editora Atlas. [19] CHIAVENATO. . Makron Books. Administração de Recursos Humanos. Frederick Winslow.. Gerenciando Pessoas: O Passo Decisivo Para a Administração... Administração de Empresas: Uma Abordagem Contigencial. 3a ed. 1990. Elementos Básicos de Organização e Administração. 1991. Stephen P. Livros Técnicos e Científicos. Idalberto. [1] DECENZO. Agostinho.

Analisar o funcionamento dos dispositivos de proteção de segurança coletiva e individual. 4) Medidas preventivas de acidentes de trabalho NR’s 04. medidas preventivas no ambiente de trabalho na construção PROGRAMA Objetivos Identificar os tipos. INSS. Conhecer os procedimentos de primeiros socorros. conceito. IDENTIFICAR os tipos de sinalização e os dispositivos de segurança em canteiros de obra. 3) Estrutura brasileira de prevenção de acidentes de trabalho: NR’s. 2) Acidente de trabalho: conceito. 9. NR 17. 7. causas. órgãos competentes em matéria de segurança do trabalho. 5. Conteúdos 1) Segurança do Trabalho: histórico. 05. assim como civil. Interpretar as NRs 4. SEMT. riscos de acidente. ANALISAR programas e serviços de segurança e saúde ocupacional. aplicar Programas de Prevenção de acidentes. C. EPI. INTERPRETAR mapas de riscos. causas e riscos de acidente de trabalho em canteiros de obras. NR 18. tipos. CIPA.124 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Higiene e Segurança do Trabalho Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 5o CargaHorária: 80 h/a EMENTA Identificar Acidente de Trabalho: conceito/estatística. 06. 6. . 17 e 18. INTERPRETAR projetos de prevenção de acidentes. Federal. CLT. EPC. estatística. IDENTIFICAR as condições de segurança e higiene de trabalho em canteiros de obras. Organizar e aplicar treinamentos de prevenção de acidentes em canteiros de obra.

dez. Hudson de Araujo e MORAES. 06. fraturas. 05. Fisiologia do trabalho aplicada. Estudo dirigido. 1 e 2. Belo Horizonte: ERGO Editora. Ergonomia aplicada ao trabalho: manual técnico da máquina humana. DUL. Uso do quadro a lápis. Segurança e Medicina do Trabalho. Manuais de Legislação Atlas. no. Uso de filmes. Acessado em 01/10/02 (NR´s 04. 2000. NRs – Normas regulamentadoras de segurança e saúde no trabalho. Edwar Abreu.. Hudson de Araujo. Belo Horizonte: Ibéria. Ergonomia: projeto e produção. COUTO. 1995.mtb. 18 e 24). Manual de segurança e saúde no trabalho. Uso de projetor multimídia. URL:http://www.gov. São Paulo: Edgard Blücher Ltda. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas.br/Temas/SegSau/ComissoesTri/ctpp/oquee/conteudo/nr18/default. Novo Hamburgo/RS.asp.125 5) Programas e serviços de segurança e saúde ocupacional: NR’s 7 (PCMSO) e 9 (PPRA). 6) Metodologia da ação prevencionista: Riscos ambientais e mapa de risco. Limites do Homem – Parte 1. seminário. 2001. Visitas técnicas. IIDA. 38-44. Bernard. Itiro. São Paulo: Editora Atlas. Vol. 07.1999. 09. COUTO. COUTO. FUNDACENTRO. Bibliografia complementar ALI. respiração cardiorespiratória. São Paulo: Editora Edgard Blücher Ltda. Engenharia de segurança do trabalho na indústria da construção civil. 1990. Ergonomia prática. GONSALVES.. 96. . Ministério do Trabalho e Emprego. Ministério do Trabalho e Emprego. BRASIL. Ano XII. Jan. 1978. FUNDACENTRO. Dermatose Profissional na Construção Civil Causada pelo Cimento. Bibliografia básica BRASIL. Traduzido por Itiro Iida. Lúcio Flávio Renault de. hemorragia. PROTEÇÃO – Revista mensal de saúde e segurança do trabalho. Avaliação Provas escritas. Aulas de exercícios. Hudson de Araujo. 7) Primeiros socorros – Animais peçonhentos.1999. 1995. 17. p. Salim Amed. São Paulo: LTr. WEERDMEESTER.

126
GRANDJEAN, Etienne. Manual de ergonomia: adaptando o trabalho ao homem. Tradução de João Pedro Stein. Porto Alegre: Ed. Artes Médicas, 1998. GUSMÃO, Luís Henrique Puccinelli & MONTEIRO, Nabor Alves. Instalações Elétricas em Canteiros de Obras. FUNDACENTRO. São Paulo, 1991. Introdução à segurança do trabalho. http://www.geocities.com/Athens/Troy/8084/Introseg.htm, acessado em 18/11/2002. MONTICUCO, Deogledes & KOPELOWICZ, Mauro. Livretos da Série Engenharia Civil no 1, 2, 3 e 4. FUNDACENTRO. São Paulo: 1991. MORAES, Anamaria de. Ergonomia e design: temas atuais. URL:http://venus.rdc.puc-

rio.br/moraergo/tematual.htm Acessado em 25/05/00.
OLIVEIRA, Sebastião Geraldo. Proteção Jurídica a Segurança e Saúde no Trabalho. São Paulo: LTr, 2002. PIZA, Fábio de Toledo. Conhecendo e Eliminando Erros no Trabalho. Campanha da indústria para prevenção de acidentes de trabalho. REIS, Jorge Santos. Manual Básico de Proteção Contra Incêndios. FUNDACENTRO. São Paulo: 1987. ROUSSELET, Edison da Silva. FALCÃO, Cesar. A Segurança na Obra: Manual técnico de Segurança do Trabalho em Edificações Prediais. Rio de Janeiro: Interciência: Sobes, 1999. SAMPAIO, José Carlos de Arruda. Manual de aplicação da NR 18. São Paulo: Editora PINI, 1999.

SAMPAIO, José Carlos de Arruda. PCMAT – Programa de Condições e Meio Ambiente do Trabalho na Construção Civil. São Paulo: Editora PINI, 1999.

127
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE
DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL

PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Noções de Contabilidade Professor (a):

Curso(s):

Tecnologia em Construção de Edifícios

Período Letivo:

CargaHorária:

60 h/a

EMENTA

A disciplina Contabilidade Básica visa a proporcionar aos alunos noções conceituais de patrimônio e seus elementos, além de capacitá-los para interpretar os registros contábeis e realizar análises patrimoniais que serão importantes para um bom desempenho do profissional da área de gestão.

PROGRAMA Objetivos

Identificar e classificar bens, direitos e obrigações contábeis. Realizar técnicas contábeis de Escrituração, Demonstrações, Análise Contábil. Analisar demonstrações contábeis- Balanço Patrimonial e Demonstração do Resultado do Exercício.

Conteúdos

Definição, Objeto e Campo de atuação da contabilidade Pessoas físicas e jurídicas Usuários da contabilidade Função administrativa e econômica da contabilidade Atos e Fatos administrativos Diferença entre os conceitos de Capital e Patrimônio Líquido Escrituração Contábil

128
Técnicas Contábeis Compras e Vendas de Mercadorias Tributos incidentes sobre compras e vendas

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

Aulas expositivas utilizando recursos do quadro e retro-projetores. As explanações serão em sua maioria voltadas para situações em que supostamente os alunos se depararão quando de sua prática profissional.

Avaliação

1º bimestre: Avaliação escrita. 2º bimestre: Avaliação escrita e uma trabalho.

Bibliografia básica

Contabilidade Empresarial Contabilidade Gerencial Contabilidade Gerencial

MARION, José Carlos LUDICIBUS, Sérgio de THIBERT, R.B.

Bibliografia complementar

Contabilidade Básica

NEVES, Silvério das

PROGRAMA Objetivos Interpretar normas técnicas. Identificar e manusear instrumentos de medição de temperatura. desde a elaboração de manual de qualidade até a análise das edificações quanto ao seu estado físico. Elaborar plano de inspeção e manutenção para um edifício. Ler e interpretar projetos de arquitetura e de engenharia. Elaborar manual de utilização do edifício. Conhecer os instrumentos que compõem a entrega de uma obra. métodos e técnicas utilizadas em APO para a aplicação de pesquisas de comportamento físico. Elaborar textos técnicos. Conhecer os tipos de manutenção de uma edificação: manutenção predial. psicológico e de satisfação do usuário.129 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Avaliação Pós-Ocupacional Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 6o CargaHorária: 80 h/a EMENTA Adquirir conhecimentos na área de Avaliação Pós-Ocupacional de imóveis. nível de iluminamento e nível de ruídos em ambientes. formulários. Identificar patologias e suas causa nos edifícios. umidade relativa do ar. esquemas e gráficos. Elaborar projetos e definir técnicas de manutenção predial. planilhas. Conteúdos . manutenção das instalações e equipamentos elétricos. Organizar banco de dados. manutenção das instalações e equipamentos hidráulicos e mecânicos. Analisar preliminarmente o material coletado. Compreender os conceitos.

Exposição de conteúdos com auxilio de recursos áudio visuais. Hélio.A. Critérios relativos ao atendimento das exigências de ventilação na habitação. 6) Tipos de manutenção . 1997. Antropometria aplicada à arquitetura. ANDRADE. - IPT.Vol. Participação nos trabalhos práticos. Manual de estudo . In: Tecnologia de edificações. Rio de Janeiro. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Exposição oral de conteúdos com auxilio de quadro e giz. I. C. São Paulo: CREA/SP. Visitas Técnicas. FAU. IBAPE/SP. Participação durante as aulas. 2) Manual do usuário. Manual do proprietário: a saúde dos edifícios. Bibliografia básica Bibliografia complementar ALUCCI. p. CREA/SP. Exercícios e trabalhos práticos orientados pelo professor. 5) Métodos e técnicas empregadas na APO. 463 . São Paulo. Márcia Reinado. BOUERI FILHO. Instalações elétricas. 3) Conceito de desempenho da obra.manutenção predial. Pini Editora. 4) Conceitos de APO. 1999. IBAPE/SP. 7) Manutenção das instalações e equipamentos elétricos. 1993. São Paulo: Pini. 1992. Avaliação Exercícios e trabalhos.130 1) Instrumentos que compõem a entrega da obra. .468. 9) Plano de inspeção e manutenção. Instituto de Pesquisa do Estado de São Paulo S. José Jorge. Manual para diagnóstico de obras deterioradas por corrosão de armadura. 8) Manutenção das instalações e equipamentos hidráulicos e mecânicos. urbanismo e desenho industrial. CREDER.

1. Antonio Carmona Filho. Durabilidade dos concretos de cimento portland. Anésia Barros. DA. Manual de impermeabilização e isolamento térmico. Marcelo. São Paulo: Pini. 1982. Sueli Ramos. ORSTEIN. do L. São Paulo: IPT. ROMÉRO. UFPB/Editora Universitária. Ventilação natural das habitações. Manual de conforto térmico. Maria Cristina Dias.A. Fernando. Emile. 2000. REIS. Studio Nobel. São Paulo: Pini. São Paulo. 1991. 1995. São Paulo. Racine T. Dimensionamento em arquitetura. São Paulo: Sagra. Dimensionamento em arquitetura. LAY. Helene. F. PANERO. SCHIFFER. 1995. ________. Durabilidade das estruturas de concreto aparente em atmosfera urbana. Execução e manutenção de sistemas hidráulicos prediais. Las dimensiones humanas e los espacios interiores. Trad. Conforto ambiental. 1992. João Pessoa: UFPB/Editora Universitária. São Paulo: PW. edusp. Julius. 1997. 1992. Manual de propostas técnicas. W. TEXSA. 1999. A. 1991. 1992. iluminação de interiores. 1994. SILVA. Nobel. Paulo F. Controle e garantia da qualidade na construção. São Paulo: E. MESSEGUER. Ambiente construído & comportamento: a avaliação pós-ocupação e a qualidade ambiental. LAMBERETS. FUPAM. DUTRA.PRONK. Marcelo. N. Avaliação pós-ocupação do ambiente construído. São Paulo. Francisco de Assis Gonçalves. Sheila Walbe. 1979. ROMÉRO. Ênio José. Ediciones G. SILVA. São Paulo. (Org). IPT. São Paulo. México.131 FROTA. 192p. BRUNA. de Assis. 1987. CUNHA.). Martin. 1995. Antônio Tarcísio da Luz. PRADO. Métodos e técnicas para levantamento de campo e análise de dados: questões gerais. Maceió: EDUFAL. Alvaro Garcia. ZELINK. Anais. São Paulo: Studio Nobel. Eustáquio. Roberto J. Encontro Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído. ________. FAUUSP. Elementos de acústica arquitetônica. VERÇOZA. 1995. MELO.ed. FAUUSP. João Pessoa. João Pessoa: A União. Studio Nobel. Blücher. . 17-39. Roberto (Org. Gilda. A. 1997. TOLEDO. Gili S. Eficiência energética na arquitetura. São Paulo: Sinduscon/SP/Projeto/PW. Conrado Silva de. Falcão Bauer. A. Desempenho do ambiente construído. Emile. Paulo R. LARA. PEREIRA. 1991. Pini. 1995. Instalações prediais hidro-sanitárias. São Paulo. AZEVEDO. Luciano. In: WORKSHOP AVALIAÇÃO PÓS-OCUPAÇÃO. PRONK. 1994. MARCO. p. Patologia das edificações. interdisciplinaridade e arquitetura.

132 Código de obras da cidade .

diagnóstico das patologias e aspectos de manutenção das estruturas. Identificar os materiais utilizados na recuperação das construções. Conteúdos . manutenção das estruturas. E conhecer e aplicar os mecanismos e planos de PROGRAMA Objetivos Conhecer as patologias em alvenarias. Identificar os materiais e as técnicas utilizados na recuperação e reforços de estruturas das construções. Manifestações patológicas das alvenarias e revestimento: problemas causados por umidade. por recalques de fundações e falhas de isolamento térmico e acústico.133 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Patologia e Recuperação de Estruturas Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 6o CargaHorária: 80 h/a EMENTA Conhecer. identificar e diagnosticar as patologias nas diversas etapas de uma Construção como também. procedimentos de re-paro e reforço estrutural e metodologia para análise. Aplicar o conceito de patologia aplicado às construções. Conhecer as patologias do concreto armado: características do projeto recuperação/reforço. Identificar os materiais utilizados na recuperação e no reforço das construções. revestimentos e concretos. Conhecer os métodos para diagnosticar as patologias nas construções. Conhecer as Técnicas usuais em serviços de recuperação e reforço das construções.

C. São Paulo/SP. Bibliografia complementar Sousa. São Paulo/SP. Helene. São Paulo/SP. L. Patologia. 1997. 2) Manifestações patológicas de alvenaria e revestimentos. T. Reforço e Proteção de Estruturas de Concreto – 2a Edição. Bibliografia básica CASCUDO. Provas escritas com perguntas e respostas. L. Corrosão em Armaduras para Concreto Armado – 1a Edição. L.134 1) Conceito de patologia aplicado às construções. E.. SP. – Trincas em Edifícios . Editora PINI. R. Bauer. out/1998. e Ripper. São Paulo/SP. Editora L. PINI. Rio de Janeiro. Controle de Corrosão de Armaduras em Concreto. Manual para Reparo. 1998. 3) Patologias do concreto armado. R.. SP. Materiais de Construção 1 . A. P. SP. C. Ed. Avaliação Trabalhos individuais e/ou equipe. R. R. São Paulo. 1995. Thomaz. Helene. São Paulo. T. Manual para Diagnóstico de Obras Deterioradas por Corrosão de Armaduras – 1a Edição. L. Trabalhos individuais e/ou em grupo. Editora PINI. e Carmona Filho. 1998. ago/1998.Causas. A. F. São Paulo. Editora PINI. Editora PINI. Recuperação e Reforço de Estruturas de Concreto – 1a Edição. ago/1999. Prevenção e Recuperação -1a Edição.J. Helene. Editora PINI.1a Edição. 1999. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas.5a Edição. P. SEBRAE/SP E SINDUSCON/SP – Qualidade na Aquisição de Materiais e Execução de Obras . . P. Oswald. Pesquisas. V. Editora PINI.

135
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE
DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL

PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Qualidade na Construção Civil Professor (a): Curso(s):

Tecnologia em Construção de Edifícios

Período Letivo:

6o

CargaHorária:

80 h/a

EMENTA

Adquirir conhecimentos na área de qualidade, produtividade; competitividade e satisfação do cliente, bem como conhecer os programas de qualidade (Série ISSO; 5S no canteiro de obras; etc.).

PROGRAMA Objetivos

Conhecer os conceitos e filosofias da qualidade, produtividade e satisfação do cliente; Relacionar causa e efeito no controle dos processos construtivos; Analisar os tipos de perdas e seu controle; Conhecer conceitos, ferramentas e métodos de análise do processo de controle da qualidade total; Aplicar métodos de padronização para certificação da qualidade; Conhecer as diretrizes da qualidade no gerenciamento; Aplicar filosofia da qualidade nos serviços de manutenção e assistência técnica; Avaliar indicadores da qualidade.

Conteúdos

1) Estudar filosofias e conceitos básicos de qualidade, produtividade, competitividade e satisfação do cliente – 11 h; 2) Relacionar causa e efeito, controle dos processos de produção e itens de controle – gráfico de ishikawa – 5 h; 3) Analisar os tipos de perdas e seu controle: evitáveis e inevitáveis. Reciclagem de materiais e reuso alternativo – 5 h;

136 4) Conhecer os conceitos, ferramentas e métodos de análise do Processo de Controle da Qualidade Total: Ciclo PDCA, Controle Estatístico do Processo, 14 pontos de Deming , 5S no Canteiro de Obras, Método de Análise de Pareto, Garantia da Qualidade aplicado à Construção (ensaios,controles tecnológicos, compactação, granulometria, e outros sistemas de controle de qualidade) – 20 h 5) Aplicar Métodos de Padronização – Produção de Insumos, habitação popular, equipamentos e Construção Industrializada, Certificação I S O, Certificações (QUALIHAB), Especificações de Materiais (recebimento e utilização Conforme) – 10 h; 6) Conhecer as diretrizes da Qualidade no Gerenciamento: Planejamento estratégico, Diretrizes gerenciais, Metas, Gerenciamento interfuncional, Controle no Gerenciamento – 15 h; 7) Aplicar a filosofia da Qualidade nos serviços de manutenção e Assistência Técnica: Engenharia de Manutenção Preventiva; Tereotecnologia (previsão em fase de projeto), materiais e componentes (projeto do produto) de acesso facilitado à manutenção, Manual de uso e manutenção de edificações – 4 h;
8) Conhecer a avaliar Indicadores da Qualidade: Parâmetros normalizados, Controle implantado, Auditoria da Qualidade – 10 h.

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

Exposição oral de conteúdos; Exposição de conteúdos; Apresentação de resumo de aulas; Visitas técnicas.

Avaliação

Provas escritas teóricas e teórico-práticas; Exercícios

e trabalhos de pesquisa

bibliográfica e de campo; Relatórios das visitas técnicas; Participação em visitas técnicas; Apresentação de seminários temáticos e trabalhos finais e/ou projetos.

Bibliografia básica

MOREIRA, Daniel. Administração da Produção e Operações. Ed. PINI, São Paulo/SP, 2002.

137 SLACK, Nigel, STUART, Chambers e JOHNSTON, Robert. Administração da Produção. 2ª edição, Ed.Atlas, São Paulo/SP. 2002. SOUZA, Roberto de e MEKBEKIAN, Geraldo. Qualidade na aquisição de materiais e execução de obras. CTE/SEBRAE. Ed. PINI, São Paulo/SP, 2001.
THOMAZ, Ercio. Tecnologia, gerenciamento e qualidade na construção. Ed. PINI, São Paulo/SP, 2001.

Bibliografia complementar

Messeguer, Alvaro Garcia – Controle e Garantia da Qualidade na Construção - Sinduscom, São Paulo/SP, 1991. Castro, Jorge Azevedode – Invento e Inovação Tecnológica – Ed. Annablume, São Paulo/SP, 1999. CNI – SENAI – 5S no Canteiro CAMPOS, Vicente F. TQC - Controle da Qualidade Total, 2ª edição. Ed. EDG, Nova Lima/MG, 1999. CAMPOS, Vicente F. Gerenciamento da Rotina do Trabalho do Dia-a-Dia, 8ª edição. Ed. EDG, Nova Lima/MG, 2004.
Deming, Edward – Controle Estatístico da Qualidade

Conhecer os conceitos de inovação tecnológica. Classificar os tipos de inovações tecnológicas existentes na construção civil. Conhecer o processo histórico da industrialização da construção civil. critérios para análise. planilhas. tipos e características.Serão utilizados também textos impressos e pesquisa de campo em visitas compartilhadas com outras disciplinas. PROGRAMA Objetivos Conhecer os conceitos de tecnologia de técnica.138 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Inovação Tecnológica na Construção Civil Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 6o CargaHorária: 60 h/a EMENTA Apresentar e discutir as ferramentas e técnicas do processo criativo para o gerenciamento do processo de inovação na construção civil. Conhecer os procedimentos para o registro de inovações tecnológicas. Criar novos produtos e/ou processos de produção para a construção civil. fazer download dos textos de estudo e apoio e up-load dos exercícios e trabalho final. o aluno pode acessar as apresentações das aulas. Conhecer as características da inovação tecnológica. 3) Macrocomplexo da construção civil. Na parte à distância a mídia utilizada para o desenvolvimento de 40% dos estudos é a Internet (Ambiente Virtual de Aprendizagem). Fazer levantamento da necessidade de inovação tecnológica na construção civil. objetivando a aprendizagem. Os materiais são projetados e desenvolvidos de forma integrada. formulários. classificação. simulação de procedimentos de registro via internet. etc. Elaborar textos técnicos. Apresentar e discutir novas tecnologias utilizadas na construção civil. . seminários de criatividade. Organizar banco de dados. Conteúdos 1) Conceitos de tecnologia e de técnicas. 6) Registro de inovação tecnológica na construção civil. Conhecer o macrocomplexo da construção civil. desenvolvimento e análise de implantação de tecnologias construtivas racionalizadas em obras. Avaliar produtos e processos de produções existentes na construção civil. acesso a sítios especializados em inovação voltados para a construção civil. Formular ajustes em produtos e/ou processos de produção existentes. esquemas e gráficos. 7) Demandas de inovação tecnológica na construção de edifícios (projeto prático de um produto). Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos A metodologia contempla a realização de atividades presenciais e à distância. Analisar preliminarmente o material coletado. 4) Criatividade e Inovação Tecnológica 5) Inovação tecnológica: conceitos. As atividades presenciais: aulas expositivas utilizando slides para projeção. modelos. A partir do Grupo de Estudo. 2) Histórico sobre o processo de industrialização nos diversos setores e na construção. seleção.

). Invento & inovação tecnológica: produtos e patentes na construção. São Paulo: Nobel. 1989. São Paulo/SP. Annablume.139 Avaliação Exercícios e trabalhos. Lúcia (Coord. Jorge Azevedo de. Tecnologia & arquitetura. Participação durante as aulas. Bibliografia complementar MASCARÓ. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL . 1999. Ed. Participação nos trabalhos práticos. Bibliografia básica CASTRO. TFD – Trabalho Final da Disciplina.

2) Pré-fabricados em argamassa armada. Conhecer os principais componentes industrializados na construção de edifícios. Conteúdos 1) Pré-fabricados em concreto armado: pilares. 5) Centrais de concreto. Conhecer o funcionamento de centrais de concreto. transporte. insumos.140 PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Construção Industrializada Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 6o CargaHorária: 80 h/a EMENTA PROGRAMA Objetivos Especificar componentes pré-fabricados para a construção de edifícios. armazenagem e aplicação. nervuras. vigas. 3) Vedação estrutural. quanto ao tipo. telhas. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Exposição oral de conteúdos com auxilio de quadro e giz. pórticos. painéis. Conhecer os sistemas construtivos industrializados mais utilizados na região e no país. processo de fabricação. Exposição de conteúdos com auxilio de recursos áudio visuais. Exercícios e trabalhos práticos orientados pelo . ligações. lajes. 4) Sistemas construtivos industrializados.

IBAPE/SP. São Paulo: Sagra. Desempenho térmico de habitações construídas com placas pré-moldadas de concreto. São Paulo: IPT. Bibliografia básica Bibliografia complementar ANDRADE. Durabilidade das estruturas de concreto aparente em atmosfera urbana. F. Manual para diagnóstico de obras deterioradas por corrosão de armadura. IPT. Patologia das edificações. 1995. VERÇOZA. São Paulo: FAUUSP. Mônica M. CREA/SP. Avaliação Exercícios e trabalhos. IBAPE/SP. NUTAU – Núcleo de Pesquisa em Tecnologia da Arquitetura e do Urbanismo. LIMA. Ênio José. NUTAU – Núcleo de Pesquisa em Tecnologia da Arquitetura e do Urbanismo. Homero Jorge Matos. 1995. 1992. C.Artigos diversos publicados em Anais de congressos científicos. de. São Paulo: Pini. Participação nos trabalhos práticos. São Paulo: FAUUSP. Paulo F. Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo. Durabilidade dos concretos de cimento Portland. 1992. A. Arquitetura de terra (workshop). Prémoldados e autoconstrução (Anais). Monografia de Especialização. Visitas Técnicas. Participação durante as aulas. . Manual do proprietário: a saúde dos edifícios.141 professor. CARVALHO. São Paulo: CREA/SP. São Paulo: Pini. SILVA. 1999. UFRN. 1995. .

no desempenho e comportamento no ambiente de trabalho. da prática da Escuta Ativa e do uso adequado do feedback nas relações de trabalho. Comunicar-se eficientemente através do desenvolvimento da capacidade de empatia. a partir da compreensão dos processos psicológicos de indivíduos e grupos nas diversas modalidades relacionais. Identificar as influências do meio no comportamento das pessoas. Diagnosticar divergências e manejar conflitos. (drogas). Diagnosticar comportamentos éticos na vida profissional.2 PROGRAMA Objetivos Demonstrar conhecimentos a respeito do indivíduo. quanto às suas características. diferenças e implicações nas relações de trabalho. .142 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Relações Humanas no Trabalho Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 6o CargaHorária: 60 h/a EMENTA Trabalhar conhecimentos a respeito do indivíduo e das relações de grupos. 1. Desenvolver aptidões comportamentais que propiciem a aquisição da competência grupal. diferenças e implicações nas relações de trabalho. quanto as suas características. Identificar as possíveis influências do uso e abuso do álcool. através do uso adequado das funções de liderança e do poder interpessoal.

Linda L. Dinâmicas. DAVIDOFF. Ed. Teorias contingenciais de Liderança. Internet. . 9) Uso abusivo do álcool e drogas: Possíveis interferências no ambiente de trabalho e desempenho profissional.143 Conteúdos 1) Personalidade – conceito e formação. et. e BUONO. Manual de Técnicas de Dinâmicas de Grupo. Estilos de administração de conflitos. Revistas. BOWDITCH. 5) A inteligência Emocional aplicada às relações Interpessoais: Conflito Interpessoal no grupo. Rio de Janeiro/RJ. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Estudo de textos. Thomson Pioneira. Bibliografia básica ANTUNES. Trabalhos em grupo. 2000. São Paulo/SP. Vozes. 24a Edição. Psicologia social. Ed. 4a Edição. O repertório emocional e as diferenças individuais. 10) Ética e Moral – estudo de casos. Seminários Aulas expositivas. Rio de Janeiro/RJ. 4) Competência Interpessoal: A expressão das emoções – funções e atuação do sistema emocional. Grupos de discussão. 3) Socialização – processo de formação. Textos. Elementos de Comportamento Organizacional. Ed. 1987. Anthony F. 22a Edição. Introdução à Psicologia. 3a Edição. ali. Elaine Maria. James L. 2000. 7) Técnicas de comunicação eficazes: Teoria e prática da escuta ativa. 6) Comunicação Interpessoal: O processo de comunicação. Vozes. Avaliação Livros. Celso. São Paulo/SP. Makron Books. 2) Percepção Social – preconceito e estereótipos. 1999. Ed. 8) Funções de Liderança: Estilos básicos de liderança. BRAGHIROLLI.

Felá. 14a Edição. Ed. José Olympio. 1995. Rio de Janeiro/RJ. I. Exercícios práticos de Dinâmicas de grupo – Vol. MOSCOVICI. São Paulo/SP. 4a Edição Ed. Silvino José. . CHIAVENATO. 2003. 2a Edição. Felá. Bibliografia complementar 34. 32a Edição. Ed. São Paulo/SP. 1987. Desenvolvimento Interpessoal – Treinamento em Grupo. MOSCOVICI.144 FRITZEN. José Olympio. Idalberto. Vozes. Equipes dão Certo – A Multiplicação do Talento Humano. Makron Books. Ed. Gerenciando Pessoas. São Paulo/SP. 2002.

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