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Monitoramento de recalque em uma edificação

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Controle de Deslocamentos Verticais, Uniformes ou Diferenciais, de Estruturas por Nivelamento Geométrico

Verlei Oliveira dos Santos Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, Brasil, eng.civil_verlei@yahoo.com.br Gelson Lauro Dal’Forno Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, Brasil, gelsmrs@hotmail.com Maurício Osmari Cordero Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, Brasil, mauriciooc18@hotmail.com Cássio Rodinei dos Santos Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, Brasil, cassioufsm@hotmail.com RESUMO: Este trabalho contempla uma pesquisa e estudo acerca do uso do nivelamento geométrico como ferramenta para monitoramento de qualquer espécie de deslocamento vertical que venha ocorrer em uma edificação em fase de construção, tratando sobre a viabilidade do uso e acurácia no ato das leituras de cotas. A metodologia utilizada foi a inserção em todos os pilares de parafusos estáveis que serviram de apoio para a régua graduada em milímetros, cujas leituras foram obtidas com um simples Nível Óptico e em todas as ocasiões pelo mesmo operador (fato importante quando da análise sobre a acurácia), o ponto estável que serviu de base nesse levantamento estava localizado fora da obra no alicerce de uma residência vizinha, livre de qualquer influência do processo construtivo. A origem dos deslocamentos verticais (aqui denominado como Recalque Elástico por Adensamento - REA) se deve ao carregamento constante da estrutura durante a fase de construção e consequentemente ao adensamento da estrutura solo-rocha na qual está assentada a mesma. O grande objetivo da utilização desse método é identificar, controlar e prevenir danos que possam ocorrer em uma edificação quando por ventura surgir um recalque diferencial em suas fundações. O processo de nivelamento geométrico foi aplicado na construção de um prédio de 10 pavimentos localizada na cidade de Santa Maria - RS , no Brasil, iniciada em janeiro de 2011 e cujo final da obra está prevista para abril de 2012. Os resultados obtidos foram satisfatórios, demostraram a existência do REA em todos os pilares numa ocorrência média de 3 mm. Conseguiu-se verificar que o deslocamento vertical foi mais acentuado na fase inicial da obra e que depois houve uma estabilidade apresentando pouca variação de REA. O método se mostrou eficiente quanto a acurácia, de baixo custo e a técnica relativamente simples sendo indicado para aplicação em qualquer edificação, servindo como uma opção para a recomendação da norma Projeto e Execução de Fundações, ABNT-NBR 6122, atualizada em 2010, que torna obrigatória o monitoramento de edifícios muito altos ou especiais. PALAVRAS-CHAVE: Auscultação de Edificações, Nivelamento Geométrico, Monitoramento de Recalque. adensamento – REA. Esses recalques, advindos das deformações dos solos coesivos saturados, são estimados a partir da teoria do adensamento, que prevê uma diminuição no índice de vazios causada por um acréscimo de tensão.

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INTRODUÇÃO

No ato da construção de uma edificação, origina-se no solo e/ou rocha que a suporta, um fenômeno que não é observado a olho nu, aqui denominado de recalque elástico por

o monitoramento e controle da evolução desses. fato que é determinado a partir da sondagem do terreno e no instante da perfuração das mesmas que deve prosseguir até o instante em que houver a manifestação desse material. dando enfase a fatores relevantes como acurácia e viabilidade do uso. na ordem de centímetros e que acontece de forma não uniforme nos pilares (diferencial). . é uma pequena deformação dessa. 2010). é o chamado Recalque Diferencial.Convém salientar. podendo ser. até as rochas sedimentares. características dos aparelhos de medida. a Estação Total (SALOMAO e FAGGION. A fissuração da alvenaria ou pilares e danos ainda mais graves ocasionados por recalques diferenciais em estruturas prediais ocorrem. no momento em que as estacas estão assentadas numa rocha. o instrumento aqui utilizado para o fim referido. atualizada em 2010. Brasil. O solo superficial (até 2 metros de profundidade) é um argissolo. na fase de construção. é imperceptível e não ocasiona dano algum à estrutura. 2008) e o Nível Óptico. Existem vários equipamentos que se prestam para o monitoramento de recalques. uma argila mole. ocorrente em todas as edificações. para esses problemas variam bastante. PRIM et al. por vezes. apoiadas sobre a estrutura solo-rocha pertencente à formação geológica Caturrita. a necessidade do emprego do monitoramento de deslocamentos verticais como ferramenta de prevenção dos mesmos. PADARATZ. prescreve o seguinte: “ O projeto de fundações deve estabelecer o programa de monitoramento.. ou da camada subjacente à ela. que gera graves patologias. quando da aplicação da força oriunda do carregamento estrutural.”. por exemplo. em Congressos de Patologias de Estruturas. 2 MATERIAIS E MÉTODOS A pesquisa acompanhou o REA. com utilização de um Nível Óptico. frequência e período em que as leituras serão utilizadas. Dessa maneira. desde problemas de drenagem até a desestabilização do solo na vizinhança devido à escavações.. para o monitoramento dessa patologia. por exemplo: o GPS. o que ocorre. atingir o Estado Limite Ultimo – ELU e ocasionar a ruptura da estrutura. sendo. horizonte A arenoso e B argiloso. Nesse caso. em casos extremos. após 2 metros de profundidade predomina. o presente trabalho busca avaliar o emprego do nivelamento geométrico. solos saprolíticos silto-argilosos. (o início da obra foi em janeiro/2011 e a conclusão prevista para abril/2012). esquina com a Rua Lucídio Gontam. é importante e necessário. O edifício está assentado sobre fundações constituida por estacas do tipo rotativas. Comenta-se muito. incluindo: referência de nível (indeslocável) a ser utilizada. Esse é um deslocamento vertical com deformações. As causas apresentadas. quando houver a ocorrência. moldadas “in loco”. esses recalques podem produzir fissuras nas edificações e até mesmo. sempre que possível. referida em REIS (2000). Uma vez verificada a presença do deslocamento vertical diferencial é possível empregar métodos e técnicas que venham a contê-lo. por exemplo. Como é sabido. em um empreendimento de 10 pavimentos – (figura 1). à Rua Conde de Porto Alegre. que as estacas de fundações (componentes da base das fundações dos pilares). em Santa Maria-RS. pois normalmente os valores máximos são da ordem de milímetros e é esperado sua incidência aproximadamente uniforme sobre todos os pilares. existem vários casos relatados desse tipo de recalque ocorrentes muito tempo depois da estrutura ter sido construída (ZIMMERMANN. devem ser assentadas sobre rochas. esse último. Bairro do Rosário. O REA. Entretanto. desde as fases iniciais de construção. como. O recalque que é prejudicial a uma determinada estrutura e.. na maioria das vezes. Assim. A Norma Brasileira ABNT – NBR 6122.

Mira .régua graduada em milímetros. 8º e 10º e que a cota na base estável seria de 10 metros. 4º.Figura 3. de forma que. Então. sendo essas cotas o padrão para as comparações das leituras seguintes. posteriormente. Para controle dos enganos e minimização dos erros aleatórios efetuou-se. Pinos de referência afixados numa residencia vizinha (estrutura estável). Figura 1. foram afixados.60 m do piso do andar sub-solo (onde localizar-se-ão as garagens). Figura 4. Fonte: VIACARTA. a sequência de três leituras sucessivas. 2007. ou seja. se definiu que. a régua será apoiada neles. Para a execução do nivelamento geométrico utilizaram-se um nível óptico automático da marca Zeiss Ni 40 (figura 5). uma régua graduada em milímetros e um nível cantoneira. Pinos de monitoramento afixados nos pilares. Edificação monitorada Durante a execução da primeira laje. parafusos de cabeça circular. na lateral de todos os pilares e a cerca de 0. Como Referência de Nível (RN) inseriram-se dois parafusos de cabeças arredondadas na base estável de uma residência vizinha. mais afastada da obra (figura 4). aproximadamente 1/3 dos mesmos não penetrasse no pilar (figura 2). seriam efetuadas leituras após a execução e concretagem das lajes dos seguintes pavimentos: 2º. 6º. Figura 2. para assegurar a verticalidade da mira. em cada pilar e a cota foi então . Logo após a concretagem da primeira laje realizou-se a leitura das cotas dos parafusos nos pilares. em cada série de observações. para a efetivação do controle do recalque. Esses parafusos ou pinos serão as referências para efetivação das leituras na régua graduada (figura 3).

não somente do recalque elástico como também. e assim foi feito inicialmente. Fixando como padrão as cotas obtidas na primeira operação. que foram monitorados com o nivel óptico. Fonte: Planta Baixa de Locação das Estacas. pisos e revestimentos cerâmicos. pois é possível a identificação de variações de cotas na grandeza de décimos de milímetros.determinada pela média dessas 3 observações. no decorrer do período construtivo. No início do levantamento em abril de 2011 a meta foi de monitorar todos os pilares da estrutura (49 ao todo). obtendo-se a média aritmética tem-se um valor preciso e satisfatório. que está associada à acurácia visual de cada indivíduo. só foi possível obter resultados de REA em 37 pilares. dessa edificação. teve-se o cuidado no sentido de que as leituras sempre fossem realizadas pelo mesmo operador. etc. Disposição dos pilares da edificação e indicação dos pilares cujos dados serão mostrados como exemplo na sequencia do texto. 24. Figura 6. escolhidos aleatóriamente. Nivel óptico Zeiss Ni 40 usado no monitoramento de REA. até a presente data de monitoramento. garantida pelo uso de um nível de cantoneira. o que garante uma precisão da ordem do milímetro. RESULTADOS E CONSIDERAÇÕES Resultados Os resultados obtidos após tabulação dos dados recebem tratamento estatístico e são novamente tabulados. Um outro cuidado tomado foi com a verticalidade da régua junto do pilar. A identificação nessa ordem de grandeza é satisfatória para os objetivos propostos e com 3 leituras em cada pilar. madeira. de modo que. calculam-se as diferenças que resultam quando se compara esse padrão com as cotas resultantes das operações subsequentes. As tabela 1 e 2 apresentam os valores obtidos. 3 3. Em função disso. do recalque diferencial. A figura 6 mostra a disposição dos pilares de controle. e as respectivas diferenças de . Considerando a possibilidade da existência de uma certa discrepância entre as observações realizadas com o nível óptico. por terem os parafusos sido danificados ou obstruídos. vários dos pinos instalados nos pilares foram danificados ou obstruidos por materiais em depósito. uma vez da graduação da régua que assim o permite. Não se aceitando que as diferenças entre cada leitura consecutiva ultrapassassem 1 mm. Entretanto.1 Figura 5. das cotas de alguns dos pilares (a partir da leitura na mira sobre pinos de controle).5% dos pilares tiveram o nivelamento interrompido. Essas diferenças expressam o REA ocorrido pelo efeito do aumento da carga na estrutura. tais como: pilhas de blocos de Os resultados obtidos a partir de 5 levantamentos realizados. após cada medição.. com o andamento do processo construtivo. concreto. mostram que o método topográfico do nivelamento geométrico é adequado para a verificação.

não sendo o objetivo desse trabalho. os parafusos nos pilares estão localizados no entorno de 0. Essa estação pertencente ao Grupo de Estudos em Recursos Hídricos (Ghidros).0 *10-6 º C 1 ) e da alvenaria ( a = 6. também.2 Influência da Temperatura Tabela 2. Como nos pilares tem-se concreto armado como o material onde estão inseridos os parafusos. a temperatura. foram obtidas através dos dados registrados numa estação meteorológica localizada a aproximandamente 10 Km do local da obra. deve-se analisar os coeficientes de dilatação térmica de cada material e verificar as deformações resultantes para cada temperatura por ocasião do levantamento das cotas. para fins de cálculo.80 m e. pois a variação térmica é bem menor do que na parte exposta à incidência de luz solar. para os coeficientes do concreto ( c = 12. Apresentação do REA de alguns pilares (valores em metros). Assim considerando. quando se considera a primeira medição como padrão. desprezando a dilatação que ocorre nas estacas da fundação do edifício. Considerando que. por outro lado como RN (no caso o alicerce da residencia vizinha à obra) tem-se alvenaria de tijolo maciço como base de apoio. Apresentaçãoda variação das cotas de alguns dos pilares da estrutura no decorrer tempo em função do carregamento devido ao processo de execução da obra (valores em metros). Um fator que de certa forma pode interferir nos valores obtidos de REA é. por fim.nível. REA em função do tempo.0 *10-6 º C 1 ). Nesse último caso caberia uma análise do quanto essas diferenças são prejudiciais para estrutura. do comprimento inicial (Li) e da variação de temperatura de um levantamento para o outro (∆T): L= * Li * T (1) Pesquisas de laboratório revelam uma aproximação. e que a altura do alicerce onde estão localizados os parafusos RN é de 0. da possibilidade da existência de pequenos Recalques Diferenciais – RD. Tabela 1. Os registros seguem abaixo (tabela 3).60 m do piso do sub-solo do prédio. Nos resultados apresentados nas tabelas é possível a constatação da presença do Recalque Elástico por Adensamento – REA e. pode-se utilizar a equação da variação do comprimento linear (∆L) expressa em função dos coeficientes de dilatação linear térmica de cada material (α). do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental (DESA) da Universidade Federal de Santa Maria. Figura 7. . 3. sem duvida. As temperaturas ambiente. durante os monitoramentos.

a variação da temperatura pode ser desprezada quando da sua influência na dilatação térmica do concreto e da alvenaria do alicerce usado como RN. como do recalque diferencial. sem ações de vandalismo. O método do Nivelamento Geométrico utilizando o Nivel Óptico é o mais viável economicamente. ocupa uma técnica muito simples e contempla perfeitamente a recomendação da Norma ABNT/ NBR 6122 que trata de Projeto e Execução de Fundações. 4 CONCLUSÃO A partir do exposto. A partir da tabela 2 pode-se observar a ocorrência de um pequeno recalque diferencial entre os pilares. distante cerca de 5 metros um do outro. tais como à edificação em que essa pesquisa está sendo realizada. os resultados indicam que a aplicação da método topográfico do nivelamento geométrico se mostra adequado para a verificação e controle.0662 mm Esses resultados evidenciam que os valores obidos em centésimo de milímetro estão muito abaixo da precisão obtida com o nível óptico e pouca ou nenhuma influência exercem sobre os resultados de REA. Os valores obtidos demonstram isso e provam que não ocorreu deslocamentos (tabela 4): Tabela 4. o objetivo foi de controlar a diferença de cota entre eles. Pois esses valores interferem na ordem de centésimos de milímetros. como o TQS e o ANSIS.4 Considerações Finais Sobre a Trabalho Pela tabela 3 observa-se que a maior variação térmica ocorrida no ato do monitoramento corresponde à 13.2o C). Entretanto. visto que esse parafuso inserido no alicerce da residência estava à merce de todo o movimento da rua. cuja atualização recente preve um controle mais rigoroso quanto aos REA durante a fase de construção das edificações especiais ou muito altas. a análise se esses valores podem gerar. foi instalado um outro parafuso (P2) nesse mesma base. algum tipo de patologia para a edificação (como fissuras na alvenaria. que auxiliam e permitem prever a relocação dos esforços na estrutura. Cabe. futuramente. sendo que a precisão que se obtém é . Sendo Hora/Ti – horário e a temperatura no inicio do levantamento e Hora/Tf – relativo ao final. fato importante visto que a ocorrência inviabilizaria a utilização dos dados. Mas nada impede que o método seja utilizado para obras menores. Verificação da estabilidade do RN por diferença de cotas quando comparado com outro ponto estável (P2). por exemplo. verificar para essa variação se há de fato uma influência tão grande da temperatura nos dados de REA. Temperaturas registradas nos dias em que foram realizados os monitoramentos. não houve a incidência de qualquer início de fissuração na edificação.0993 mm L alicerce = 0. tanto do recalque elástico. frente à esses recalques diferenciais.8°C (30o C e 16. Os resultados também comprovaram. assim. por exemplo) é procedente e facilmente executável por engenheiros que trabalham diretamente com cálculo estrutural. 3. Partiu-se do principio da inexistência de qualquer atividade sísmica em Santa Maria durante o período de monitoramento. Utilizando (1) obtém-se para um ∆T = 13. Até o momento.Tabela 3.8ºC: L pilar = 0. Logo um mínimo deslocamento vertical de qualquer um seria facilmente detectado. 3. que nesse caso.2 Controle de Estabilidade do RN Para garantir e verificar que o ponto estável que serviu de referência de nível se mantivesse intacto. através de softwares.

P. no 2. . J.Sc. (CINPAR/2010). J. I. São Paulo. Apostila de Fundações/Tecnologia das Fundações.. Rio de Janeiro. J. Recalques em Edificações em Fase de Construção Estudo de Caso em Santa Maria/RS.S. R. AGRADECIMENTOS O autor agradece ao apoio da Construtora Nima. Curitiba. Dalmolin.. De Seixas. barato e suficiente para perceber se uma estrutura apresenta ou não processo de deslocamento vertical. Ciência & Ambiente. De Seixas. O. Reis. Santos.C. Estudo de Caso de Obra com Análise da Interação Solo Estrutura. UFSM. ABNT. principalmente em obras de grande porte e de alto valor agregado. 59-77..277-298. De Seixas. Salomão. p. classificação e potencial de uso. O. Santa Maria.et al (2008). G. Universidade Federal de Santa Maria . Dal’Forno. NBR 6122 (2012). Dal’Forno.. em específico ao Eng.. 15. (2009) Solos do município de Santa Maria. A.J. eficaz. 2011. Projeto e Execução de Fundações. L. pela possibilidade da publicação dos dados apresentados. Cordero.C.S. Ciênc. Nilo Mai. REFERÊNCIAS Dalmolin. Monitoramento de Recalque em Edificações Utilizando Estação Total e Níveis Digitais.A. In: III Salão Internacional de Ensino.D. O. Santa Maria: Orium.A. (2011). 2011. F. a continuidade desse tipo monitoramento. R. (2008). Soares.D. Anais III SIEPE – UNIPAMPA Santos.. Pedron. Fabricio. Geod. . (2010) Recalques diferenciais monitorados por meio de nivelamento geométrico de alta precisão: estudo de caso em Florianópolis – SC/Brasil. (2011). P. v. A. V. Padaratz. C.. M. Danziger. n. Um controle. Curitiba.. Gelson Lauro Dal’Forno e ao colega Maurício Osmari Cordero. São Carlos/USP. é de fácil aplicação. Pedron./jun.H. 35 (2): 115-133. ao professor orientador desse trabalho Prof°. M. . J. jan. Soares. A. 2009. 143p.C. Bol. Pesquisa e Extensão. SP. Correlações Estratigráficas Conflitantes no Limite Permo-Triássico no Sul da Bacia do Paraná: O Contato Entre Duas Seqüências e Implicações na Configuração Espacial do Aqüífero Guarani. após a construção do prédio. Uruguaiana . G. J. V. VIACARTA CARTOGRAFIA E AGRIMENSURA (2007) Pinos de monitoramento. 38. M. (2008) Solos do perímetro urbano de Santa Maria: características. Anais XV SEPEUNIFRA. C. (2009) Auscultação Geodésica no Controle de Recalque da Fundação de Edifício Predial de Grande Porte. Brasil. Holz. Zimmermann. Tese de M. Estudo Prático da Viabilidade do Uso do Nivelamento Geométrico como Ferramenta para Monitoramento e Análise de Recalques em Edificações. O. abr-jun.. In: XV Simpósio de Ensino Pesquisa e Extensão. sec. Agradece também. Revista Pesquisas em Geociências. T.. M. (2000). Cordero...RS. . R. Azevedo. Rossignolo. . L. seria muito importante para a segurança e verificação da estabilidade da edificação. Dr. p. Artigos.C. R. F. Interação Solo-Estrutura de Grupo de Edifícios com Fundações Superficiais em Argila Mole. Universidade Federal do Rio de Janeiro. II Simpósio Brasileiro de Ciências Geodésicas e Tecnologias da Geoinformação. A. como esse que foi feito em Santa Maria-RS. Assim. B. et al (2005).somente em milímetros.. M.

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