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OBJETIVOS ESPECÍFICOS

O aluno deverá

construir um conceito para Estado.

analisar as finalidades e funções do Estado.

RECURSOS

utilização de material VHS, retroprojetor, datashow;

Material disponibilizados pelo professor (textos de periódicos,
decisões judiciais, pareceres, etc).

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AZAMBUJA, Darcy. Teoria geral do Estado. 40. ed. São Paulo: Globo, 2000.
DALLARI, Dalmo de Abreu. Elementos de teoria geral do Estado. 25. ed. São
Paulo: Saraiva, 2006
MALUF, Sahid. Teoria geral do Estado. 26. ed. atual. 28.ed. São Paulo: Saraiva,
2008

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

AZAMBUJA, Darcy. Teoria geral do Estado. 40. ed. São Paulo: Globo, 2000.
BOBBIO, Norberto; PASQUINO, Gianfranco e MATTEUCCI, Nicola. Dicionário de
Política
. Brasília: Ed. Unb, 2007.
BOBBIO, Norberto. Teoria das formas de governo. 10. ed. Brasília: UnB, 2000.
BONAVIDES, Paulo. Teoria do Estado. 5. ed. rev. e ampl. São Paulo: Malheiros,
2004.
COSTA, Nelson Nery. Ciência Política. 2.ed. Rio de Janeiro: Forense,2006
FLEINER-GERSTER, Thomas. Teoria Geral do Estado. São Paulo: Martins
Fontes, 2006.
WAGNER, Adolfo e outros. Curso de ciência política: grandes autores do
pensamento político e contemporâneo
. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009
WEFFORT, Francisco C. (Org.). Clássicos da política. São Paulo: Ática, 2000. 2
v.

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CASOS

Observação importante: para a resolução dos casos desta aula,faça, inicialmente,
a leitura do capítulo II da obra de DALLARI,Dalmo. Elementos de teoria geral do
estado. São Paulo: Saraiva, 2005; capítulos IV e V da obra de AZAMBUJA, Darcy.
Teoria geral do estado. São Paulo: Globo, 1997; capítulos VIII e X da obra de
MALUF, Sahid. Teoria geral do estado. Rio de Janeiro: 26. Ed. Saraiva, 1991.
HOBSBAWM, Eric, Era dos Extremos: o breve século XX – 1914 - 1991, São
Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 113 / 144; MAQUIAVEL, Nicolau. O
Príncipe. São Paulo : Cultrix, 2002

Exercício 1 - Tema: Finalidades e funções do Estado - bem comum como
finalidade do Estado

Analise com atenção o texto abaixo:

¨ Saiba-se que existem dois modos de combater: um com as leis,outro com a
força.O primeiro é próprio do homem,o segundo dos animais.Não
sendo,porém,muitas vezes suficiente o primeiro, convém recorrer ao segundo.Por
conseguinte,a um príncipe é mister saber comportar-se como homem e como
animal...Tendo, portanto,a necessidade de proceder como animal,deve um
príncipe adotar a índole ao mesmo tempo do leão e da raposa;porque o leão não
sabe fugir das armadilhas e a raposa não sabe defender-se dos lobos. Assim,
cumpre ser raposa para conhecer as armadilhas e leão para amedrontar os lobos.
Um príncipe sábio não pode, pois, nem deve manter-se fiel às suas promessas
quando,extinta a causa que o levou a fazê-las, o cumprimento delas lhe traz
prejuízo...Não é necessário a um príncipe ter todas as qualidades mencionadas,
mas é indispensável que pareça tê-las, direi até que, se as possuir, o uso
constante delas resultará em detrimento seu,e que,ao contrário,se não as
possuir,mas afetar possuí-las,colherá benefícios.Daí a conveniência de parecer
clemente,leal,humano,religioso,íntegro e,ainda de ser tudo isso,contanto que,em
caso de necessidade, saiba tornar-se o inverso...Outras obrigações de um
príncipe são a de distrair o povo com festas durante certas épocas do ano,a de ter
na devida conta os grêmios ou as corporações em que se divide a cidade,
comparecendo não raro às suas reuniões, e a de dar exemplos de bondade e
munificência, embora mantendo sempre , por ser ela imprescindível, a majestade
do seu cargo...¨ (O Príncipe ,Maquiavel,cap. XIX e XXI)

Sobre Maquiavel, é correto afirmar:

(a) Em termos filosóficos modernos, entende-se que Maquiavel teria sido o
descobridor da política como categoria independente, distinta da moral e da
religião.
(b) Maquiavel nos ensinou a julgar as ações do príncipe segundo o seu valor
moral, afastando, assim, a idéia de que os fins justificam os meios.

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(c) O maquiavelismo faz parte da Teoria da Razão de Estado, que acompanhou a
consolidação do Estado Absoluto.
(d) Com a expressão “razão de Estado “ entende-se que o Estado tem as suas
próprias razões que o indivíduo desconhece. Em nome de tais razões, o Estado
pode agir de maneira diferente daquela pela qual o indivíduo deveria comportar-
se nas mesmas circunstâncias. Em outras palavras, a moral do Estado, ou seja,
daqueles que detém o poder supremo de um homem sobre os outros homens, é
diferente da moral dos indivíduos.

Exercício 2 - Tema: Unidade política e soberania

Leia o seguinte texto:

“As ilhas Malvinas no Atlântico Sul, sobre imensos lençóis de petróleo, a
algumas centenas de quilômetros da Costa Argentina, chamadas de Falklands
pelos ingleses, foram ocupadas pela Grã-Bretanha em 1883. A Argentina nunca
aceitou esta ocupação.

Em abril de 1982, para atrair o apoio da população, o governo
militar ordenou a invasão das ilhas, desencadeando uma guerra localizada contra
a Grã-Bretanha. Em junho do mesmo ano, reconhecendo a derrota, os soldados
argentinos renderam-se e a Inglaterra voltou a controlar a região.”

Pergunta-se: é correto afirmar que as Ilhas Malvinas indicam a necessidade de
continuidade geográfica do território do Estado a fim de possibilitar o exercício da
Soberania?

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