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OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol.

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PROBLEMA N.º 1 O Município de Guaxupé – MG, por intermédio da Lei n.º 3.456, de 15 de julho de 2007, que foi publicada e que entrou em vigor nessa mesma data, instituiu a Taxa de Lixo, estabelecendo os seguintes elementos do fato gerador: a) o fato gerador é a “utilização do serviço de coleta e transporte de lixo domiciliar”; b) o contribuinte da taxa é o “proprietário de imóvel urbano, tomador do serviço de coleta e transporte do lixo domiciliar”; c) a alíquota é de 0,001 % (um milésimo por cento) sobre o valor venal do imóvel; João da Silva, morador e proprietário de bem imóvel localizado no Município de Guaxupé, não concordando com a referida exigência, procurou-o para defender seus interesses.

QUESTÃO: Como advogado de João da Silva, promova a medida judicial cabível no interesse do cliente. PROBLEMA N.º 2 O contribuinte XPTO, sediado na cidade de São Paulo, sofreu fiscalização realizada pela Fazenda Estadual em 15.04.2008 e teve contra si lavrado um auto de infração e imposição de multa (AIIM), relativo à falta de pagamento do imposto sobre a propriedade de veículo automotor (IPVA), cujo fato gerador ocorreu em 1.º de janeiro de 2002. Pela falta de pagamento do IPVA na data aprazada, foi cobrado o valor originário de R$ 3.500,00 (três mil e quinhentos reais) mais a multa de 20 % (vinte por cento), com base na Lei n.º 4.589 de 12.08.2006, que estava em vigor na data da fiscalização (15.04.2008). Na data da ocorrência do fato gerador estava em vigor a Lei n.º 6.538, que fixava o valor originário do IPVA em R$ 1.700,00 (um mil e setecentos reais) e a multa de 30 % (trinta por cento) sobre o valor do imposto não pago. QUESTÃO: Como advogado de XPTO, ingresse com a medida judicial pertinente à defesa dos direitos do contribuinte. PROBLEMA N.º 3 No dia 12.04.2008, um Agente Fiscal de Rendas do Estado de São Paulo interceptou, na BR 116, altura da cidade de Registro, uma remessa de 4.150 exemplares de Revista “O Apocalipse”, editada pela Igreja do Último Milênio, com sede na Capital, tendo lavrado Auto de Infração e Imposição de Multa, que descreve as seguintes irregularidades: (I) remessa de mercadoria desacompanhada de documentação fiscal; (II) falta de pagamento do imposto por ter escriturado a operação como não tributada; (III) falta de pagamento do imposto apurado por meio de levantamento fiscal (arbitrado por médio e retroativo a março de 1998, data da criação da revista).

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QUESTÃO: Como advogado (a) da Igreja, adote a medida judicial cabível, independentemente de defesa administrativa.

PROBLEMA N.º 4 Empresa Alfa, com sede em São Paulo, Capital, que tem por objeto o serviço de transporte urbano de passageiros, promoveu o recolhimento do ICMS incidente sobre alienações eventuais de veículos de seu ativo fixo. Embora indevido o pagamento, fê-lo em virtude da postura adotada pela fiscalização estadual.

QUESTÃO: Postular judicialmente a devolução dos valores pagos, fundamentando a medida eleita. PROBLEMA N.º 5 Flávio é proprietário de um imóvel localizado em Sorocaba, em terreno que faz limite com a cidade vizinha de Votorantim, ambas no Estado de São Paulo. A área, muito embora tenha iluminação pública, meio-fio e saneamento básico, não recebe água encanada. Há alguns dias, chegaram à sua residência notificações de lançamento de IPTU, expedidas pelas duas Municipalidades, relativas ao ano de 2007, no valor de R$ 750,00 (setecentos e cinqüenta reais) cada, e com vencimento em três semanas. QUESTÃO: Como advogado de Flávio, proponha a medida judicial cabível.

PROBLEMA N.º 6 A empresa “Casas de Madeira, Indústria e Comércio Ltda.” deixou de recolher o ICMS (18%) em operação de venda de produto industrializado realizada em 24.05.1989. Em 28.03.1995, a fiscalização identificou a irregularidade e lavrou Auto de Infração, passando a exigir o pagamento do imposto, calculado pela aplicação da alíquota de 25%. Irresignada com a exigência, imediatamente ingressou com defesa administrativa, mas não teve sucesso, sendo que a decisão, que lhe foi desfavorável, transitou em julgado em 31.12.2001. Por falta de pagamento, o crédito tributário foi inscrito na Dívida Ativa e, em 10.12.2006, a Fazenda Pública propôs a Execução Fiscal, sendo deferida a inicial pelo MM. Juízo, nesta mesma data. Há 10 (dez) dias, a executada foi intimada da penhora de bens de sua propriedade.

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QUESTÃO: Como advogado da Empresa “Casas de Madeira, Indústria e Comércio Ltda.”, propor a medida judicial cabível.

PROBLEMA N.º 7 Fundação Misericordiosa de São Paulo, entidade de assistência social sem finalidade lucrativa e como tal reconhecida, confecciona e fabrica produtos cujo lucro é totalmente revertido para as suas finalidades sociais. Em 30 de maio de 2006, a Fundação foi autuada pela Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo, pretendendo o pagamento da quantia de R$ 200.000,00 (duzentos mil reais), a título de Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), sobre as operações de venda dos produtos por ela fabricados, referentes ao período de janeiro de 1999 a março de 2006, além de multa, juros e correção monetária. Em 20 de maio de 2007, após citada, a Fundação foi intimada da penhora sobre bens de sua propriedade, em razão da execução fiscal do débito. QUESTÃO: Como advogado da Fundação Misericordiosa de São Paulo, ingresse com via judicial mais adequada à defesa dos seus interesses, considerando-se, quanto ao aspecto temporal, que a ação é contemporânea à data da citação mencionada – 20 de maio de 2007. PROBLEMA N.º 8 Em fiscalização realizada em 12 de novembro de 2001, a empresa “Comércio de Óleo Vegetal S.A.” teve contra si lavrado Auto de Infração e Imposição de Multa porque a fiscalização entendeu que haviam sido praticadas as seguintes irregularidades: a) falta de pagamento de imposto sobre importação, referente a fato gerador ocorrido em 22.02.1997; b) falta de pagamento do IPI (imposto sobre produtos industrializados), relativo a fato gerador ocorrido em 05.03.1999; c) falta de pagamento do IR (imposto sobre a renda), referente à venda de mercadoria sem nota fiscal (omissão de receita) em 01.07.2000. Para os itens “a” e “b”, ingressou imediatamente com defesa administrativa cuja decisão, desfavorável a ela, transitou em julgado em 10.10.2006. Não sendo pago o crédito tributário constante do referido Auto de Infração, após inscrição na Dívida Ativa, foi o débito objeto da Execução Fiscal, proposta pela União, cuja inicial foi deferida pelo MM. Juízo em 09.08.2007. Após citada, foi intimada da penhora sobre bens de sua propriedade, em razão da execução fiscal do débito.

Porém. tendo sido lavrado auto de infração de IPI. João recebeu notificação de lançamento do IPTU relativo ao exercício de 2007. Assim. PROBLEMA N. propor a medida judicial cabível. Não concordando com a referida exigência. na última semana. PROBLEMA N. saneamento básico ou calçamento. recebeu autuação por falta de recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS. recebeu encomenda excepcionalmente vultosa de cliente. Em maio de 1998. não impugnada na esfera administrativa e geradora da inscrição do débito respectivo como dívida ativa.00 (mil reais).000 cópias de panfleto publicitário. dedica-se à atividade de reprodução de documentos e. foi alvo de fiscalização federal. em 1990.º 9 João adquiriu. 2 QUESTÃO: Como advogado da Empresa “Comércio de Óleo Vegetal S.A. a área manteve características típicas de zona rural. passando a incluir o imóvel de João. com vencimento para daqui a 2 (duas) semanas. no valor de R$ 1. capaz de afastar a exigência. há três semanas. é contribuinte do ISS (Imposto sobre Serviços). que entendeu ter havido. a Câmara Municipal aprovou lei que alterou o perímetro urbano do Município. cuja principal atividade é a industrialização de combustíveis. que a ação é contemporânea à data da citação mencionada – 9 de agosto de 2007. quanto ao aspecto temporal. considerando-se. QUESTÃO: Aja na qualidade de advogado de João. iluminação pública. . de fato.º 11 A sociedade Copiadora do Mestre Ltda. sem apresentar qualquer espécie de equipamento urbano.000. nessa qualidade. inscrita no cadastro específico do Município de São Paulo. onde tem sede. imóvel então situado na zona rural do Município de Serra Negra.”. operação de venda dos panfletos. propor a medida cabível. PROBLEMA N.º 10 A empresa ABC. Recentemente. para reprodução de 100. Essa operação levantou suspeita perante a fiscalização estadual. uma vez que carece a autuada de certidões negativas. suspendendo o crédito tributário. Em 2006. tal como água encanada.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol. sediada em Tupã – SP. inclusive em razão de ter sido o papel de sua impressão fornecido pela própria Copiadora do Mestre Ltda.

2 QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Copiadora do Mestre Ltda. Em 03 de maio de 1997. publicado no Diário Oficial da União de 26.º .. sediada no mesmo Município. sabendo-se que a executada foi intimada da penhora de bens de sua propriedade há 10 (dez) dias.. sediada no Município de São Paulo. que produz calçados de couro.12. passando a exigir o crédito tributário com base na Lei n.11. passando a exigir o referido aumento já a partir da publicação do ato normativo.º 82. ingresse com a medida judicial cabível para a defesa do contribuinte. não concordando com as exigências.999. situado no Município de Dourados – MS.. e sem o recolhimento do Imposto sobre Serviços de competência municipal (ISSQN). rejeitada por decisão desfavorável transitada em julgado em 03.º 14 Empresa do ramo automotivo denominada Concessionária Bassan Distribuidorade Veículos S/A. com estabelecimento e sede no Município de São Paulo.96.º 13 A empresa XYZ Ltda. durante o mês de maio de 1991. com a defesa administrativa.03. PROBLEMA N. Porque o tributo não foi pago. oportunidade em que lavrou o Auto de Infração e Imposição de Multa.º 12 O Poder Executivo Federal. sem emissão de Nota Fiscal. QUESTÃO: Como advogado da Empresa WYZ – Produtos de Couro Ltda. mas com estabelecimento industrial. QUESTÃO: Como advogado (a) da Empresa XYZ Ltda. recebe veículos da montadora Lopes do Brasil LTDA. PROBLEMA N.2002. para portadores de deficiência física. de 23.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol. entende que tal exigência seja inconstitucional. a fiscalização municipal identificou a falta de recolhimento... sendo desta mesma data o despacho do Juiz que deferiu a inicial.2007.. ingressou imediata e tempestivamente.10. prestou serviços de limpeza à Empresa WWW Ltda. após inscrito na Dívida Ativa. com sede em São Paulo. a Procuradoria Municipal ingressou com a Execução Fiscal em 01..2007. ingressar com a medida judicial apropriada que objetive resguardar os interesses do seu cliente. proponha a medida pertinente à defesa de seus interesses. de 25 de março de 2007. PROBLEMA N. O Contribuinte. atualmente com isenção de IPI.º 7. A legislação do IPI (Lei n.357. publicada nesta mesma data. por intermédio do Decreto n. A empresa WYZ – Produtos de Couro Ltda. elevou a alíquota de IPI incidente sobre calçados de couro fabricados no Estado do Mato Grosso do Sul.

quer adquirir veículo da Concessionária Bassan. de um estabelecimento para outro. do Código Tributário Nacional.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol. QUESTÃO: Como advogado exclusivo de Antônio. manipule o meio judicial à garantia de seus direitos. José Maria. denominada ZYB LTDA. mesmo assim. possui duas instalações industriais situadas em endereços diferentes. soube que sofreria incidência do IPI. detêm os restantes 90 % (noventa por cento) do capital social. PROBLEMA N. tendo assinado o respectivo termo de penhora 15 (quinze) dias atrás. 135. para uso pessoal. A fábrica (I)produz insumos que são utilizados pela fábrica (II) e transportados por caminhão. invocando o disposto no art. dentro do Município de São Paulo-SP. III. afastando desta definição as pessoas que possuem deficiência visual (cegueira e outras doenças de visão). QUESTÃO: Como advogado de José Maria.. em conjunto. declarado como devido.º 15 Antônio detém 10 % (dez por cento) do capital social da sociedade por quotas de responsabilidade limitada. que. exercite o instrumento judicial hábil a afastar a sua responsabilidade no caso concreto. A empresa jamais efetuou o recolhimento do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS sobre essa operação. que a empresa participa . Considere que a execução foi proposta na subseção Judiciária de São Paulo e que Antônio permaneceu como depositário de dois imóveis de sua propriedade. a fiscalização estadual lavrou auto de infração e imposição de multa contra a ABC Ltda. 2 3. e o débito está na iminência de ser inscrito na dívida ativa estadual. cuja gerência é exercida em caráter exclusivo pelos outros dois sócios. exigindo o recolhimento do imposto sobre essa operação relativamente aos últimos 10 (dez) anos. PROBLEMA N. Sabe-se. a empresa passa por graves problemas financeiros. Em razão da conjuntura econômica fortemente recessiva. Os sócios tiveram bens pessoais penhorados. No último mês de abril (2008). contratando motorista particular para dirigi-lo e. já totalmente integralizado. razão pela qual deixou de efetuar o recolhimento do Imposto de Renda relativo ao ano-base de 1997.º 16 A empresa ABC Ltda. a Fazenda Nacional direcionou a execução fiscal também contra os sócios.333/03 – fictícia) define como “portador de deficiência física” toda pessoa que possuir deficiência motora nos membros inferiores e superiores. Não foi apresentada defesa administrativa. portador de cegueira congênita. ainda.. Com o intuito de agilizar a satisfação do referido crédito tributário.

A administração tributária. Contudo. lavrou auto de infração contra a “Trás-os-Montes Participações Ltda. inclusive demitido por justa causa.2006. porém impôs à contribuinte a multa de 75% prevista na Lei n.º 17 No mês de abril de 1999. com atraso. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Trás-os-Montes Participações Ltda.04. por haver furtado as mercadorias. Como a sociedade não apresentou impugnação administrativa. após o que a Fazenda Estadual ingressou com a Execução Fiscal. do mesmo ano. revendo suas bases de dados. acione o meio judicial adequado para desconstituir o lançamento em questão.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol.. todavia.10. lavrou um Auto de Infração e Imposição de Multa contra a Empresa Importação e Exportação de Bolachas Nordeste Ltda. o crédito foi inscrito na dívida ativa e a União Federal moveu execução fiscal para cobrá-lo. cuja decisão administrativa transitou em julgado em 05. o crédito tributário foi inscrito na Dívida Ativa em 16. a Receita Federal.07. recolheu. a Contribuição para Financiamento da Seguridade Social – COFINS. O recolhimento extemporâneo foi efetuado com o acréscimo de multa e juros moratórios.2002 a Fazenda do Estado de São Paulo. relativa ao lançamento de ofício. aja em favor dos interesses da cliente. no qual reconhecia a exatidão do crédito tributário declarado.. porque ficou provado em inquérito policial e em processo penal. argumentando que o crédito tributário era inexigível. que a culpa pela irregularidade era de seu empregado Joaquim José.2006. exigindo pagamento do ICMS e penalidade pecuniária relativa a saídas de mercadorias de seu estabelecimento sem emissão de nota fiscal. e a quantia devida foi corretamente informada à Secretaria da Receita Federal. Ao tomar ciência do Auto de Infração.º 9. bem como para assegurar a suspensão da exigência do respectivo crédito tributário. Considere que a empresa foi intimada da penhora realizada sobre bens de sua propriedade há 20 (vinte) dias e que o processo tramita perante a 15a Vara de Execuções Fiscais da Subseção Judiciária de São Paulo. manteve a exigibilidade que também foi confirmada pelo Tribunal de Impostos e Taxas. 2 constantemente de licitações. sendo imprescindível a manutenção de situação regular perante o Fisco. a sociedade Trás-os-Montes Participações Ltda. bem como a regularidade do pagamento efetuado. PROBLEMA N. Pela falta de pagamento. em dezembro de 2000. por meio da Declaração apropriada (DCTF).430/96. a empresa apresentou imediatamente a sua defesa administrativa. QUESTÃO: Como advogado da ABC Ltda.º 18 Em 25. sendo a empresa . PROBLEMA N..”. do mês de competência março.

quanto ao aspecto temporal.03. o que implicou a falta de pagamento do ICMS. fixava a alíquota de 10% e multa de 40%. o Oficial de Justiça levou a efeito a penhora de bens da empresa para garantia da execução. em 21. QUESTÃO: Como advogado da contribuinte. exercite a providência judicial necessária para afastar a cobrança.896. efetuando a cobrança. que a ação é contemporânea à data da penhora realizada – 15 de maio de 2007. de 17. e está sendo executado judicialmente para pagamento do montante equivalente a R$ 6. A Fazenda Municipal está. Caio é proprietário de um imóvel nessa região. No Auto de Infração e Imposição de Multa.00 (dez mil reais) para R$ 12. . os moradores da região receberam um comunicado da Secretaria Municipal de Transportes e Vias Públicas. sem emissão de nota fiscal. cujo valor venal passou de R$ 10.03. considerando-se que já houve citação no bojo da execução fiscal e que o executado foi intimado da penhora que recaiu sobre o próprio imóvel há 15 (quinze) dias.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol. da contribuição de melhoria que foi instituída pela Lei Municipal n. de 29 de dezembro de 2005.00 (seis mil reais).º 20 A empresa “Indústria e Comércio de Móveis de Madeira Santo Antônio Ltda”. teve contra si lavrado um Auto de Infração pela Fiscalização Estadual. QUESTÃO: Na qualidade de advogado de Caio.º 7. em 05. conforme previsto na Lei n.000. agora.2008. de 23. Naquela oportunidade.698.2003. a fiscalização exigiu a cobrança do imposto calculado pela alíquota de 18% e da multa de 30% pela inadimplência.10.º 19 No exercício de 2006.000. a Prefeitura do Município de São José da Serra realizou obras de pavimentação asfáltica na zona norte da cidade. as obras foram iniciadas no prazo previsto. o valor da contribuição corresponderia ao custo total da obra dividido pelo número de imóveis beneficiados.º 5. Em 15 de maio de 2007. uma vez que foi identificada a realização de uma operação de venda de mercadorias.º12. Sem outras formalidades ou providências preliminares.2006. De acordo com esse diploma. pela via executiva. vigente na data de ocorrência do fato gerador. 2 citada para pagar o referido débito em 23.07.00 (doze mil reais) em razão da pavimentação. considerando-se.12. ingresse com a medida judicial cabível para defender os interesses da cliente.2007. publicada nesta mesma data. sendo certo que a Lei n. com a finalidade de custear a indigitada obra. PROBLEMA N.000. a título de contribuição de melhoria. do qual constava apenas o período da consecução das obras e as conseqüentes mudanças no tráfego daquela área.2001. PROBLEMA N.

De acordo com o auto de infração lavrado no mês de janeiro de 2008.. nem da Lei Complementar n. na empresa “Comércio de Materiais para Construção João de Barro Ltda”. após inscrição na dívida ativa. após regularmente citado para o pagamento da referida execução. Em 15 de março de 2008. Não sendo pago o crédito tributário. Juiz em 24.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol. que a ação é contemporânea à data da penhora realizada – 15 de março de 2008. mas ainda não foi executada judicialmente.º 21 Por meio de fiscalização realizada em 25. a Fazenda Pública. relativo aos meses de janeiro a dezembro de 1999. PROBLEMA N.000. A empresa não apresentou defesa administrativa. Não concordando com a referida exigência.00 (um milhão e oitocentos mil reais) relativamente à falta de pagamento do Imposto Sobre a Renda (IR) incidente sobre o lucro apurado em operação de vendas de mercadorias. realizadas durante o ano de 1992. localizada na cidade de São Paulo-SP. é empresa prestadora de serviços de acesso à rede mundial de computadores (provedora de Internet) e nessa qualidade foi autuada e multada pelo Fisco Municipal. salientandose.º 56/87. a medida judicial cabível para desconstituir o indigitado auto de infração e assegurar o direito do contribuinte de obter certidões de regularidade fiscal durante o trâmite da ação.2002. promova a medida judicial adequada a resguardar os direitos de sua constituinte.º 22 A Virtual Ltda. Os objetivos deverão ser perseguidos em uma única ação. 2 QUESTÃO: Como advogado (a) da contribuinte. ingresse com a medida judicial cabível para defender os interesses de sua cliente.08. com base na legislação vigente nesta data. PROBLEMA N. .2008.98. seria de rigor o recolhimento do imposto sobre as receitas decorrentes das mensalidades pagas pelos associados. imediata e tempestivamente.999. rejeitada por decisão desfavorável que transitou em definitiva em 24. com a competente impugnação administrativa.800. em razão do não recolhimento do Imposto Sobre Serviços – ISS. QUESTÃO: Como advogado(a) do(a) contribuinte. foi efetuada a penhora de bens da empresa. a Receita Federal. tendo em vista a previsão específica de tributação do serviço de acesso à Internet na Lei Municipal n. lavrou Auto de Infração e Imposição de Multa (AIIM) no valor de R$ 1. aprovada em 31 de dezembro de 2004.02. cuja petição inicial foi deferida pelo MM.º 406 / 68. o contribuinte ingressou. adote.08.º 9. ingressou com Execução Fiscal. QUESTÃO: Considerando-se que o serviço em questão não consta da lista anexa ao Decreto-lei n. quanto ao aspecto temporal.. em nome da contribuinte.

” tem por atividade principal a comercialização.”. Possui. Consulta à Secretaria da Receita Federal do Brasil. PROBLEMA N. Há 20 (vinte) dias.2008. fixando o entendimento de que aquele produto era tributado pelo IPI à alíquota de 5% (cinco por cento). o contribuinte recebeu o DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais). que lhe aplicou penalidade por haver vendido mercadorias sem a emissão da correspondente nota fiscal de saída. posicionou-se oficialmente. de material de limpeza. no atacado. até o dia 25.2007. cobrando-lhe ainda o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS correspondente. A “Almeirão e Filhos” sustenta que. PROBLEMA N. o tributo devido. antes de qualquer manifesto do Fisco. foi intimada da lavratura de Auto de Infração e Imposição de Multa pela Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. entendendo que um determinado produto por ela fabricado encontrava-se abrangido pela isenção do IPI. Em 29. Nesta mesma data. QUESTÃO: Como advogado (a) da empresa. dando baixa dos produtos vendidos. em 01..06. documentos que comprovam tanto a falha no sistema quanto a permanência dos produtos tidos como vendidos em seu estoque. juros de mora e multa moratória de 20%.2008. Considere que a empresa tem sede em São Bernardo do Campo.º 25 .05.º 24 A Indústria de Artefatos de Madeira Ltda. o sistema informatizado de controle de estoque não registrou o cancelamento da operação. a venda daqueles produtos foi cancelada antes que houvesse a sua efetiva saída do estabelecimento comercial. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da “Almeirão e Filhos Ltda. na verdade. em resposta à Consulta formulada. para recolher. para tanto. mas que por problemas internos. ingresse com a medida judicial adequada à defesa dos interesses da constituinte.º 23 A sociedade “Almeirão e Filhos Ltda. acrescido de correção monetária. emitido pela SRFB (Secretaria da Receita Federal do Brasil). porém. a Receita Federal do Brasil.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol. 2 PROBLEMA N. tome a medida cabível para cancelar o Auto de Infração e Imposição de Multa lavrado contra a empresa. continuou comercializando o referido produto ao abrigo da isenção. formulou. enquanto aguardava a resposta.04.

Estima-se que em 4 (quatro) dias o estoque de papel se esgotará. a empresa KLM Distribuidora de Produtos Alimentícios Ltda. realiza periodicamente a importação de papel para impressão do jornal “Gazeta de São Paulo”. 2 A Fiscalização Estadual de São Paulo. deixou de ser pago porque a empresa não tinha disponibilidade financeira.2007. por ter apurado a venda de mercadorias em 14.2008.1997. QUESTÃO: Como advogado (a) da empresa.A.2007. com arrematação dos bens penhorados. Todavia. o mesmo foi devidamente inscrito na Dívida Ativa em 12. os sócios da executada foram citados para pagar o restante da dívida ou garantir a execução. Citada da execução e penhorados os bens da contribuinte. foram afinal julgados improcedentes os embargos da empresa. acione o instituto judicial pertinente. lavrados o auto de penhora. Oferecidos bens em garantia..03. ofereceu um de seus imóveis em garantia. uma vez que os bens penhorados não foram suficientes para liquidar o crédito em discussão e não possuindo a empresa outros bens. notificou regularmente a empresa KLM Distribuidora de Produtos AlimentíciosLtda.2007. tempestivamente apurado e declarado ao Município de São Paulo. obrigando à redução da tiragem diária do jornal. foi regularmente citada em processo de execução para pagar ou garantir o juízo relativamente a débito de ISS. em data de 20.A. nessa qualidade. proponha a medida judicial cabível. da lavratura de Auto de Infração e Imposição de Multa (AIIM) contra a contribuinte. em 31. um lote de 1. e a Execução Fiscal foi protocolizada em 18. referente a fatos geradores ocorridos em janeiro de 2000 que. há 10 (dez) dias. PROBLEMA N. Em face da falta de pagamento do referido débito..12. A exigência fiscal vem comprometendo seriamente o funcionamento das oficinas de impressão. de nome José Antônio. encontra-se retido na Alfândega do Porto de Santos. suspendendo de vez a impressão do jornal. em data de 23.2002.03. contratou-o (a) para defender seus interesses. formalizada pelo ato respectivo.º 26 A sociedade “Editora São Paulo S. não recolhido pela empresa.”. em 15.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol. de grande circulação. Atualmente. o que implicou a falta de recolhimento do tributo devido. . que exige para tanto o recolhimento do Imposto de Importação incidente na operação. sendo desta mesma data o despacho do Juiz que deferiu a inicial.” dedica-se à atividade jornalística e.09.º 27 A empresa Marmoraria Ltda. QUESTÃO: Na qualidade de advogado (a) da “Editora São Paulo S. Um dos sócios.11. para desembaraçar imediatamente a mercadoria sem o pagamento do tributo. cujo desembaraço vem sendo obstado pela Inspetoria da Alfândega daquela localidade. PROBLEMA N.12.000 toneladas de papel.2002. sem emissão de nota fiscal.04.

º101/2008. . baixou o Decreto n. Considere para tanto que o Fórum local não possui vara privativa da Fazenda Pública. Tal restrição. a empresa não vinha efetuando o recolhimento desse imposto. a inscrição vem sendo negada pela Delegacia da Receita Federal do Brasil.. que tomou posse no dia 01 de janeiro de 2008 (data fictícia).. considerando-se. QUESTÃO: Como advogado da RLBO. Todavia. sob o argumento de que um dos seus sócios participa de outras empresas que estão em débito com o Fisco Federal. Todavia.º 28 A RLBO Ltda. dedica-se ao ramo de prestação de serviços técnicos de engenharia e estaria. quanto ao aspecto temporal. pretende revogar aquele benefício fiscal. que determinou a todas as empresas beneficiárias da isenção que voltassem a efetuar o recolhimento do ISS já a partir do próximo mês (março/2008). QUESTÃO: Como advogado da empresa. estaria respaldada em Instrução Normativa do Ministério da Fazenda. em São Paulo – SP. que a ação é contemporânea à data da penhora realizada – 20 de março de 2008. para fins de fiscalização e controle da arrecadação dos tributos federais. eis que o contribuinte já vem operando e necessita regularizar a sua situação fiscal. instrumente o meio adequado em prol do cliente. adote a medida judicial adequada à obtenção imediata do referido registro. empresa situada no Município de Salto – SP. PROBLEMA N. Para tanto. segundo a autoridade fi scal. nessa qualidade. o novo Prefeito. Desde o exercício de 2007. publicado no Diário Oficial do Município.º 29 A RLBO Ltda. PROBLEMA N. manipule o instituto judicial hábil a garantir à empresa o benefício da isenção. 2 QUESTÃO: Como advogado do sócio José Antônio. por força da Lei Municipal n. em fevereiro de 2008. nos últimos 30 dias. a fim de angariar receita necessária para financiar projetos sociais. vem tentando obter. que é mantido pela Secretaria da Receita Federal do Brasil. tendo em vista isenção específica concedida às empresas da região.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol. sujeita ao recolhimento do ISS. sociedade com sede na cidade de São Paulo – SP. a inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas – CNPJ.º 100/2006. uma isenção por prazo certo e sob determinadas condições.

OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol. sob o argumento de ser a transferência fraudulenta.A. que passou a se dedicar exclusivamente à atividade de industrialização. PROBLEMA N. atue em seu benefício. Suponha. a RLBO LTDA. a empresa contabilizou um prejuízo fiscal de R$ 70. não pagou Imposto de Renda (IRPJ). No mesmo ano-base de 2007. que atuava no ramo de industrialização e comércio varejista de tubos de plástico. portanto. . Contudo. em março de 2007. Esse imóvel estava registrado na contabilidade da sociedade pelo mesmo valor de R$ 100.500. para tanto. vendeu. com a versão dos ativos relacionados à atividade de comercialização para outra empresa controlada por Caio. e o crédito foi inscrito na dívida ativa.000. um imóvel integrante de seu ativo imobilizado. A sociedade não se defendeu do auto de infração. foi deliberada a cisão da companhia. os sócios decidiram transferir para os estabelecimentos comerciais toda a produção excedente de tubos.00 (trinta mil reais). QUESTÃO: Como advogado da empresa.. revendo os livros contábeis.º 31 A sociedade Mirassol Agroindustrial S.00.000. equivalente ao lucro líquido de R$ 30. 2 PROBLEMA N.. em 31 de dezembro de 2007. Considere que a constituinte tem sede na cidade de São José do Rio Pardo e que foi intimada da penhora de seus bens há 10 (dez) dias. pelo valor de R$ 100.00 (quatro mil e quinhentos reais). que todos os estabelecimentos das empresas localizam-se no Município de São Paulo. pelo não recolhimento do ICMS na transferência daquelas mercadorias. a fiscalização estadual lavrou auto de infração e imposição de multa contra a XPTO S. adicionando este ao resultado e cobrando o IRPJ no montante de R$ 4.00 e.A. que correspondia ao preço de sua aquisição pela sociedade.. Diante das divergências administrativas entre ambos. Em 01 de abril de 2008. Tício permaneceu à frente da XPTO.A. utilize o meio judicial pertinente a afastar a cobrança do ICMS no caso concreto e assegurar à Autora o acesso desde logo a certidões de regularidade fiscal.000.º 30 Caio e Tício são os únicos sócios da empresa XPTO S. verificou que o valor da venda não foi lançado como receita e autuou a sociedade pelo valor correspondente.000.00 (cem mil reais). a fiscalização federal. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da empresa. com a subseqüente propositura de execução fiscal. Antes da data da operação. que se encontrava no estoque da fábrica.

Para tanto. exige-se a comprovação do recolhimento do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis – ITBI. Seus sócios pretendem aumentar o capital da sociedade.. o contrato de compromisso de compra e venda. restando apenas a integralização do aumento de capital. Era interesse de Caio registrar. no caso de compromissos irretratáveis e irrevogáveis. 2 PROBLEMA N. visando à cobrança da quantia de R$ 50. Caio foi surpreendido com a exigência do pagamento do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) à alíquota de 2% (dois por cento) sobre o valor da transação. por ato do Diretor do Departamento de Rendas Imobiliárias da Secretaria das Finanças do Município de São Paulo.000. a . para R$ 300.000. nunca se interessou pela administração da sociedade.00 (cinqüenta mil reais). ao apresentar o contrato para registro.00 (duzentos mil reais). intimação e penhora. por meio do qual se comprometeu a pagar o preço de R$ 100.00 (dez mil reais).000. com respaldo em Lei municipal a exigi-lo. Contudo. detendo 50% (cinqüenta por cento) do capital da empresa. após o que seria outorgada a escritura definitiva de compra e venda. PROBLEMA N. celebrou contrato de compromisso de compra e venda. a gerência incumbe exclusivamente a Rubens. Pelo contrato social. localizado no Município de São Paulo.000. A alteração contratual correspondente já foi arquivada pela JUCESP. confiada ao sócio. no Cartório de Registro de Imóveis competente. é empresa que se dedica à comercialização de papéis de parede. avaliado pelo diferencial de R$ 200. QUESTÃO: Na qualidade de advogado (a) da Beija-Flor Revestimentos Ltda.. iguais e sucessivas de R$ 10. Apesar de possuir proporção significativa do capital.000. QUESTÃO: Como advogado de Caio. atualmente de R$ 100.00 (cem mil reais) em 10 prestações mensais. João foi surpreendido pelo recebimento de um mandado de citação. proponha a medida judicial conveniente aos interesses do cliente. Rubens. PROBLEMA N. na última semana.º 34 João é sócio da sociedade Alpha Remédios Ltda.00 (cem mil reais).. dando conta da propositura de execução fiscal movida contra a sociedade e ambos os seus sócios.00 (trezentos mil reais). que exige o pagamento do tributo na hipótese. em caráter irrevogável e irretratável. desde logo. mediante a conferência de imóvel.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol. com sede em São Paulo. acione o meio judicial adequado à solução do impasse. Contudo.º 32 A Beija-Flor Revestimentos Ltda.º 33 Caio adquiriu de Túlio um imóvel.000. para realizar a transferência da propriedade do bem.

opere no sentido de afastar o óbice à licitação cujo prazo de vencimento é iminente. comprovando a existência dos autos da ação ordinária n. referem-se ao processo n. dedicada ao comércio de veículos novos e usados. Entende a empresa que a recusa é injustificada. conforme sentença homologatória de partilha amigável. uma vez que as pendências existentes em relação à contribuição ao PIS dos períodos de 07/91 a 11/91 e 03/93 a 07/93. distribuído e processado na 14ª Vara Cível Federal. seus únicos herdeiros. PROBLEMA N.12345-6.00. 2 título de Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI. Jonas recebeu notificação cobrando débito tributário de responsabilidade do de cujus. João nunca soubera da existência dessa dívida. PROBLEMA N.º 36 Pompônio faleceu e deixou dois filhos.º 000. Ao procurar Rubens.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol.º 000. transitada em julgado. Jonas e Sofonias.12345-6. bem como cópia de todos os depósitos realizados naqueles autos. dos últimos cinco anos. . A empresa procura-o(a).000. não podendo. e está prestes a ser inscrito na dívida ativa da União.. venda de peças e serviços. mas teve seu pedido negado pela Delegacia da Receita Federal do Brasil em São Paulo/SP. sede da sociedade e domicílio de João. pois este evadiu-se para evitar a citação. Processado o inventário. cuja sentença. Esse débito diz respeito ao Imposto de Renda (IRPF) de responsabilidade de Pompônio. fornecendo a certidão de objeto e pé da 14ª Vara Cível Federal. Relata a empresa que a certidão foi negada sob alegação de que existem débitos pendentes. Recentemente. no valor de R$ 50. já em nome de Jonas. nem tem idéia da sua origem.00.00. aja em seu favor.000. não obteve êxito. Saliente-se que o prazo para habilitar-se a participar da licitação pública encerrar-se-á amanhã. assim. pretende a emissão de Certidão Positiva de Débitos com efeitos negativos.º 35 A empresa Dragster Motors Ltda. citou João e penhoroulhe bens no valor suficiente para a garantia da dívida. transitada em julgado há mais de um mês. QUESTÃO: Como advogado da empresa Dragster. Considere que a execução fiscal corre perante o Anexo Fiscal da comarca de Itu. QUESTÃO: Na qualidade de advogado exclusivo de João. O oficial de justiça. intimando-o desse fato há 15 (quinze) dias. aguarda conversão em renda da União de depósitos existentes. dando cumprimento ao mandado. solicitando as medidas judiciais cabíveis. a fim de habilitar-se a participar de licitações públicas. ser exigida a referida exação. procedimento não realizado em razão da omissão da União. cada um dos herdeiros recebeu bens no valor equivalente a R$ 10.00.

constatando o fato. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Manolo e Irmãos Ltda. da Manolo e Irmãos Ltda. foi intimada da penhora de bens de sua propriedade. a Manolo e Irmãos Ltda. na qualidade de responsável tributário em virtude da aquisição de estabelecimento comercial. específica para imóveis destinados a fins comerciais. a Municipalidade de São Paulo. exigiu IPTU . inconformado com a disparidade de alíquotas sobre o fato gerador. no valor de R$ 200. cujo valor supere o montante de R$ 150. no pólo passivo da execução fiscal.º 38 O Estado de São Paulo.. corria contra a Magnólia Comercial Ltda.4440001-00.00 (cem mil reais). Considere que Jonas mora em Santo André. instituiu a cobrança do Imposto Sobre Transmissão causa mortis e doação. atue na defesa de seus interesses.. Há 15 (quinze) dias. no valor total de R$ 100. atuava no ramo de comércio varejista de roupas infantis. referente ao exercício de 2008. O doador. relativo aos meses de junho a setembro de 2005. ingressar com a medida ou medidas pertinentes à proteção dos interesses do cliente. PROBLEMA N. a 5% (cinco por cento) para outros.000. mantido por Manolo e Irmãos Ltda.00. PROBLEMA N.º 37 A sociedade Magnólia Comercial Ltda. a Sociedade “Carlos Ferreira – ME”. Na mesma ocasião.000. 2 QUESTÃO: Na qualidade de advogado de Jonas. sobre quaisquer bens e direitos (ITCMD). PROBLEMA N.º 4. o que foi deferido pelo Juízo.00. mantendo loja na cidade de São Paulo.0 % (um por cento) para bens no valor de até R$ 10.332.000.º 39 Em janeiro de 2008. requereu a inclusão. denominada “O Bebê Feliz”. ocasião em que constatou que a alíquota utilizada para apuração do valor do imposto era de 2% (dois por cento). Findo o prazo de locação. inscrita no CNPJ sob n.. execução fiscal para cobrança do ICMS. QUESTÃO: Como advogado(a) de Ricardo Altruísta.000.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol. aplicando sobre os respectivos fatos geradores alíquotas progressivas que variam de 1.00 (duzentos mil reais). foi regularmente notificada de lançamento relativo a crédito tributário de IPTU.455/08. Porém. Ricardo Altruísta deseja doar ao fi lho Tércio um imóvel de sua propriedade. alterando lançamentos anteriores. o estabelecimento comercial foi fechado e ali se instalou um estabelecimento de venda de lustres e abajures. O Exeqüente. denominado “Lustres do Manolo”.º 222. por meio da Lei n. proceda em seu favor. procurou-o para saber da legitimidade ou não de tal cobrança.

ambos os estabelecimentos são autônomos. Pouco . específica para imóveis residenciais. atue em seu prol. procederá à inscrição do débito na dívida ativa e conseqüente execução fiscal.2001 e desempenhou essa função até abril de 2008. e que impeça eventual execução fiscal por parte da Fazenda Pública Municipal. fora adotada por engano a alíquota de 1% (um por cento). orientando-o a manter regular escrituração fiscal para apuração do tributo que.º 41 A sociedade A&C Serviços de Limpeza Ltda.. em que o imposto questionado atinge o valor de R$ 10.000.000/2008 (fictícia) incidiria exclusivamente sobre as receitas auferidas em decorrência da atividade. QUESTÃO: Como advogado da A&C Serviços de Limpeza Ltda. QUESTÃO: Como advogado de Alcebíades. à alíquota de 5%. manter sua regularidade fiscal já a partir deste mês. nos lançamentos anteriores. 2003.00 (dez mil reais). Para efeitos fiscais. Para exercer esta última atividade. uma vez que a sede da contribuinte é em São Paulo. De seu turno. 2 relativo aos exercícios de 2002. expedida pela Prefeitura. a Prefeitura de Taboão da Serra exige o tributo e. de acordo com a Lei municipal n. logo após a inscrição. No entanto. PROBLEMA N. QUESTÃO: Diante dessa situação.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol. o estabelecimento de São Paulo recebeu notificação.º 40 Alcebíades é professor universitário e ministra cursos livres em caráter autônomo.A. No entanto. aja para defender seus interesses e. tem sede em São Paulo e filial na cidade de Taboão da Serra. diante das pretensões contempladas na hipótese. elabore a medida judicial apropriada para defender os interesses da Empresa “Carlos Ferreira – ME”. inscreveu-se no Cadastro de contribuintes Mobiliários do Município de São Paulo (cidade onde ministra seus cursos) para efeito do pagamento do Imposto sobre Serviços – ISS.º 42 Alfredo foi eleito para exercer o cargo de Diretor Administrativo da Transportes Seabra S. 2004. na assembléia geral ordinária de 29. PROBLEMA N. de que doravante deverá recolher aos cofres municipais também o imposto relativo aos serviços prestados em Taboão da Serra.04. não sendo pago. recebeu correspondência da Secretaria Municipal das Finanças.º 10. 2005. PROBLEMA N. têm inscrições nos respectivos municípios e apenas prestam serviços dentro dos territórios municipais em que estão localizados. 2006 e 2007. uma vez que.

a visita de um oficial de justiça. no valor atual de R$ 200. tem sede em São Paulo. dentre os quais Alfredo.999/05 (fictícia). empresa responsável pela manutenção de sistemas do Banco. a sociedade foi autuada pelo não recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços. está prestes a ser inscrito na dívida ativa. sede da sociedade. o importe de R$ 100.000.º 9. passando a exigir. para cobrança do mencionado débito. A notificação fiscal de lançamento de débito (NFLD) não foi impugnada na esfera administrativa. das pessoas jurídicas e físicas. foi autuado pela Secretaria da Receita Federal do Brasil.000. mediante a incidência da alíquota de 0. tome as medidas judiciais necessárias para defesa de seus interesses. após a apresentação de defesa da autuada. Considere que a execução fiscal foi proposta em São Paulo.º 22. Em seguida. ao passo que a Bits Informática Ltda. mensalmente. em operação pela qual era responsável tributária nos anos 1999 e 2000. tome a medida necessária para defender seus interesses. e o débito. instituiu o Imposto Sobre Grandes Fortunas (IGF). o Banco Industrial S. de 31 de agosto de 2007 (lei fictícia).OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol. O auto de infração fora lavrado em maio de 2001 e foi definitivamente julgado na esfera administrativa em novembro de 2006. Alfredo recebeu. Com base nesse permissivo legal. que o intimou da penhora de bens de sua propriedade para pagamento da dívida. há 10 (dez) dias.º 44 O Presidente da República.. a Fazenda do Estado moveu execução fiscal contra a sociedade e vários de seus diretores. por meio da Lei n.A. à base de 20% (vinte por cento) do montante efetivamente pago. a cargo do tomador.222.00 (cem milhões de reais). incidente sobre os pagamentos efetuados à empresa Bits Informática Ltda.3% sobre o montante estimado a esse título. PROBLEMA N. O Partido Político ABC. sediado em São Paulo – Capital. PROBLEMA N. esse tributo. devido por seus clientes. por intermédio da Lei Complementar n.00 (duzentos mil reais). elegendo como base de cálculo exclusivamente o valor da aquisição de imóveis urbanos adquiridos que supere. não concorda com esta incidência tributária sobre imóveis que adquire para . QUESTÃO: Na qualidade de advogado do Banco Industrial S. 2 depois de assumir o cargo.000. Considere que o Banco tem sede em Santo André.º 43 A União Federal. QUESTÃO: Na qualidade de advogado de Alfredo. em razão de não ter recolhido a citada contribuição nos anos de 2006 e 2007. a partir de 01 de janeiro de 2008. instituiu contribuição previdenciária incidente sobre pagamentos efetuados a pessoas jurídicas prestadoras de serviços..A.

ajuíze medida cabível para defesa dos interesses de seu cliente. De fato.404/76 – Lei das S. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da XPTO S. na sistemática do lucro real.o relatando que. os alugueres pagos à Leão S. balancetes para apurar o valor das antecipações mensais. no cálculo de seu lucro real. poderia deduzir. pela tributação com base no lucro presumido.º 45 Por meio da Lei n. determinando que as empresas cujo faturamento no ano imediatamente anterior tenha sido inferior a R$ 60. pela tributação com base no lucro real. a preço de mercado. sociedade anônima de capital fechado.. Os especialistas do escritório contratado sugerem a cisão da Moura e Leão S/A (em perfeita concordância com os dispositivos da Lei 6.º de abril de 2008. e Leão S.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol. Tendo em vista que o período de apuração do imposto de renda com base no lucro presumido é trimestral. que seria alugado à Moura S.A.A. e a Moura S. tendo em vista sua mínima margem de lucro. facultando-se a opção pelo lucro real apenas para as empresas cujo faturamento tenha ultrapassado aquele montante. A empresa XPTO S. levantando.º 9.A.999.A. procura..A..A. as empresas que se enquadravam naquelas condições ficaram obrigadas a recolher o tributo relativo ao primeiro trimestre do presente ano já em 30 de abril último.A. PROBLEMA N. decidem contratar um renomado escritório de advocacia para elaborar um planejamento tributário e. proponha a medida judicial que julgar cabível para proteger. a União modificou a disciplina da tributação do imposto de renda e da contribuição social sobre o lucro das pessoas jurídicas. mediante a utilização de formas jurídicas lícitas.. sediada na Capital do Estado de São Paulo.A. sediada na cidade de São Paulo.A) em duas outras sociedades – Moura S. .000. PROBLEMA N. ficaria com o imóvel da sociedade.000. inconformados com a elevada carga fiscal sobre ela incidente.A. Acredita que esta situação não se alterará nos próximos meses desse exercício. QUESTÃO: Como advogado. reduzir o impacto tributário.00 (cinqüenta milhões de reais). mensalmente.A. A Leão S..00 (sessenta milhões de reais) passam a sujeitar-se à sistemática de apuração com base no lucro presumido. alcançar-se-ia uma economia tributária significativa.º 46 Os sócios da Moura e Leão S. pretendia recolher o imposto de renda com base no lucro real anual. como já era de se esperar.000.A. Optando a Leão S.000. o valor recolhido a título de antecipações de imposto de renda e de contribuição social foi muito menor que o agora apurado com base no lucro presumido. publicada em 1. 2 o exercício de suas atividades. tendo em vista que a Moura S. cujo faturamento no último ano foi de R$ 50.

PROBLEMA N.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol.992. inexistindo qualquer outro propósito gerencial ou comercial e. Desta forma. há 10 (dez) dias. que defende a não-incidência do ITCMD nesta hipótese específica. 2 a lei tributária considera dedutível do lucro real o pagamento de aluguéis de imóveis utilizados pela pessoa jurídica.406.A. precisa do imóvel para as suas atividades. ações de uma empresa situada no Estado de São Paulo.A. a Moura S. sendo deferida a inicial pelo MM. O prazo para defesa administrativa transcorreu sem que a Moura S. daí se justificando o emprego da analogia para se tributar a Moura S. além disso. de 10 de janeiro de 2002.. inclusive os que haviam sido objeto da antecipação de legítima. redigindo a fundamentação e o pedido nos termos que entender aplicáveis. QUESTÃO: Elabore a medida judicial adequada para defender os interesses de Antonio. alegando o Fiscal responsável. José doa para seu primeiro filho. eram obrigadas a arcar com uma carga tributária mais elevada do que as sociedades Moura S. Após a implementação do planejamento. As ações que foram doadas para Antonio são levadas à colação no processo de inventário. Em janeiro de 2004. Nesta mesma data. e foi recolhido o ITCMD sobre todos os bens arrolados no inventário. que o processo de cisão da sociedade Moura e Leão S. e a Moura S.A. e Leão S. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Moura S. que instituiu o Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações de Quaisquer Bens ou Direitos – ITCMD..A.A. o que precipitou a inscrição do lançamento na dívida ativa e a promoção do processo de execução. que culminou na lavratura de um auto de infração.A.º 47 Antes de ser editada a Lei paulista n° 10. Juízo. já que sociedades na mesma situação que a empresa Moura e Leão S. teve por fim exclusivo a economia tributária. Antonio. sofreu um processo de fiscalização promovido por autoridades federais. a executada foi intimada da penhora de bens de sua propriedade.A. Antonio consulta-o/a como advogado/a. de modo que os valores já recolhidos poderiam ser restituídos ou compensados com outros débitos de tributos estaduais. PROBLEMA N. portanto. que haveria ofensa ao princípio da igualdade. depois da edição do novo Código Civil – Lei no 10. Antonio lê uma entrevista de um advogado no jornal. fundamentado no parágrafo único do artigo 116 do Código Tributário Nacional. José falece em 15 de janeiro de 2003. de 2 1 de dezembro de 2001. em seu relatório.A. apresente as medidas necessárias e cabíveis. oferecesse impugnação. para obter sua opinião legal sobre o caso.A.º 48 .

OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol. O prazo para impugnação administrativa expira.º: A Secretaria Municipal de Finanças tornará públicos os valores venais atualizados dos imóveis inscritos no Cadastro Imobiliário Fiscal do Município de São Paulo.00 (seiscentos mil reais). para efeitos deste imposto. O referido decreto estabelece: “Artigo 7. com valor fixado em R$ 500. utilizada no exercício da transação.. mediante contrato formal e regular.. §1. em condições normais de mercado.º 81/08. de um imóvel seu para o Sr. Machado. dispositivos estes que promoveram a alteração da base de cálculo do tributo mencionado.00 (setecentos mil reais). e cujo valor venal no carnê de IPTU é de R$ 600. por amostragem. este imóvel valeria R$ 700.º: Considera-se valor venal. Guimarães acabou de negociar a venda. Todavia. a empresa o constitui como advogado para defender os seus interesses.” O Sr.º : O valor venal divulgado. (. mediante pesquisa e coleta permanente.) §3. QUESTÃO: Por julgar indevido o ISS sobre serviços de comunicação e. segundo a Planta Genérica de Valores. em nenhuma hipótese. o valor pelo qual o bem ou direito seria negociado à vista.º 46.154/91) foi substancialmente alterada pelo Decreto Municipal n. que poderia comprometer os seus negócios.º: A base de cálculo do imposto é o valor venal dos bens ou direitos transmitidos. há cinco meses.º 49 Recentemente.000. 2 A Empresa Globalcomunications Ltda. §1.000.. Tomar as providências cabíveis. na iminência de sofrer uma execução fiscal. será inferior à base de cálculo do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana — IPTU. que passou a ser fixada pelo Município com base na Planta Genérica de Valores.000. Artigo 8. bem como pela Portaria n. da Secretaria de Finanças do Município de São Paulo. inclusive com a participação da sociedade representada no Conselho de Valores Imobiliários.228/08.00 (quinhentos mil reais). dos preços correntes das transações e das ofertas à venda no mercado imobiliário. sediada no Município de São Paulo. de forma a assegurar sua compatibilização com os valores praticados no Município. tendo sido então o débito inscrito em Dívida Ativa. é autuada em decorrência do não pagamento de Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) em relação aos valores recebidos pela prestação de serviços de comunicação. PROBLEMA N. a legislação do Município de São Paulo referente ao Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (Lei 11. sem que a empresa autuada tome qualquer iniciativa.º : Os valores venais dos imóveis serão atualizados periodicamente. As partes têm interesse em fazer o registro da transmissão da propriedade no cartório de registro de imóveis .

º 52 A empresa X aderiu ao Programa de Recuperação Fiscal – REFIS. Sua base de cálculo é o faturamento das empresas estabelecidas no município e sua alíquota é de 0. Para o exercício da sua delicada função. A impugnação ao auto de infração foi protocolizada extemporaneamente. tome as medidas cabíveis. instituindo taxa de limpeza pública para o custeio do serviço público municipal de limpeza de logradouros públicos. mas sabem que este ato não será consumado na hipótese de o ITBI não ser recolhido consoante o Decreto Municipal no 46. resultando na inscrição do débito em dívida ativa e . PROBLEMA N. em abril de 2008. º de janeiro do próximo ano. ingressado com recurso administrativo que pudesse suspender a exigibilidade do débito envolvido. tome as medidas judiciais cabíveis visando assegurar o pagamento do tributo da forma menos onerosa possível. Além do recolhimento das parcelas mensais do REFIS.º 51 O município em que está estabelecida a empresa X editou lei. A empresa sofreu autuação fiscal em setembro de 2007. Ubaldo. uma vez que ele figurava no pólo passivo da execução fiscal. o Sr. acabou-se por não pagar a contribuição previdenciária. há 3 (três) meses da lavratura de auto de infração relativo à falta de recolhimento integral da COFINS.Referida taxa passará a ser exigida no dia 1.228/05. Ocorre que a empresa recolheu pontualmente. nos exercícios de 2002 e 2003. Ubaldo recebeu amplos poderes dos sócios. Por esse motivo.5%. a empresa foi notificada. QUESTÃO: Como advogado. foi contratado pela Tokiofl y Ltda. parte patronal. – uma empresa do segmento de helicópteros e que passa por graves dificuldades financeiras – para o cargo de diretor. para promover o seu saneamento e torná-la novamente lucrativa. Em vista do delicado quadro financeiro da empresa e no intuito de que fossem adimplidos os compromissos com empregados e fornecedores. porém. QUESTÃO: Na qualidade de advogado do Sr.º 50 O Sr. sem ter. Seguiu-se a execução fiscal com a penhora dos bens pessoais do Sr. iniciada em janeiro de 2002. Ubaldo. a empresa deveria manter o pagamento regular dos demais tributos em dia. por 4 (quatro) meses consecutivos. Ubaldo. há 15 (quinze) dias. em março de 2000. com os códigos de receita invertidos. PROBLEMA N. tome as medidas judiciais cabíveis para questionar a exigência dessa taxa. PIS e COFINS. executivo consagrado no mercado. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da empresa X. PROBLEMA N. relativos a fatos geradores de 2005. contudo. 2 o mais rápido possível.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol.

levandose em conta que sua cliente solicitou uma medida judicial que não implique a sua condenação em honorários de sucumbência. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da empresa.º 54 Sua cliente. sua cliente. interessou-se por essa discussão jurídica e solicitou a elaboração de uma medida judicial que lhe assegure a não inclusão do ICMS na base de cálculo da COFINS daqui pra frente. tome as medidas judiciais cabíveis. ABC Industrial e Comercial Ltda. visando assegurar a reinclusão da empresa no REFIS. Embora a questão não esteja definitivamente julgada. Um dos primeiros contratos celebrados entre a Fabbrica Automobili Ltda. pelo Supremo Tribunal Federal – STF. Por não concordar com a exigência do ISS sobre a cessão de direito de uso da marca em questão.. Ao analisar as incidências tributárias aplicáveis sobre esse contrato.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol. encontra-se o seguinte item “3.718. sendo que este imposto incide também sobre o serviço proveniente do exterior do País ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior do País. bem assim o reconhecimento do direito ao crédito dos valores pagos a maior no passado.. PROBLEMA N. deparou com a previsão da Lei Complementar n. elabore a medida judicial solicitada por seu cliente. apura a COFINS pelo regime da cumulatividade. PROBLEMA N. há seis votos favoráveis à empresa recorrente e um voto negando provimento ao recurso extraordinário em questão. de um recurso extraordinário que trata da inconstitucionalidade da inclusão do ICMS na base de cálculo da COFINS. previsto na Lei n. Até o momento. Fabbrica Automobili Ltda.º 116. e sua controladora refere-se à licença para uso da marca da empresa. Entre os serviços constantes na lista anexa à Lei Complementar n.º 116. de que o Imposto sobre Serviços – ISS tem como fato gerador a prestação de serviços constantes de sua lista anexa. (Observação: a ABC Industrial e Comercial Ltda. de 2003. visto que os ministros ainda podem alterar seus votos. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da empresa. é uma subsidiária de um grupo italiano do setor automotivo recém-constituída no Brasil. 2 intimação da empresa para imediato pagamento do débito. adote as medidas judiciais cabíveis.º 9. o departamento jurídico da Fabbrica Automobili Ltda. sua cliente o contrata para propor uma medida judicial que afaste tal exigência.02 – Cessão de direito de uso de marcas e de sinais de propaganda”. de 2003. . QUESTÃO: Como advogado. sob pena de exclusão do REFIS. de 27 de novembro de 1998).º 53 A imprensa publicou recentemente diversas notícias acerca do julgamento.

sucessora de outra empresa do mesmo grupo.º 56 A instituição de educação Colégio dos Mares S/C ingressou com consulta perante determinada municipalidade. verificou que determinados tributos federais lançados há mais de seis anos foram inscritos na dívida ativa extemporaneamente.º 55 A empresa de engenharia de informação Procomputer S. efetuando os lançamentos fiscais e prestando as informações sobre os tributos impagos. vem sofrendo problemas financeiros. Como resultado dessa circunstância. para um hotel).. QUESTÃO: Como advogado do Colégio dos Mares S/C. porém. agravada sua situação em virtude da falta de investimento por parte dos sócios estrangeiros. formule a medida judicial mais célere e menos custosa possível. PROBLEMA N. a locação de bens a terceiros não constituiria uma atividade essencial da aludida instituição. teve bens penhorados para garantia do débito e intimado o representante legal da penhora realizada (15 dias). com o intuito de ver confirmado o seu entendimento no sentido de que está imune do IPTU sobre imóveis de sua propriedade. Os débitos fiscais da Procomputer foram inscritos na Dívida Ativa da União. Portanto.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol. ao pagamento do referido tributo. a empresa manteve as obrigações acessórias em dia. A resposta do referido município foi negativa.º 57 . no entender da municipalidade. Inerte no prazo legal. 2 PROBLEMA N. porém atuante no ramo tecnológico em mecânica de máquinas. na qualidade de depositário legal. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da empresa. Protecmaq Ltda. Não obstante impontual no cumprimento das obrigações principais. Entendeu a ilustre consultoria do município que somente estariam albergados pela imunidade aludida os imóveis utilizados na consecução dos fins essenciais da mencionada entidade de educação. dando-se início às execuções fiscais correspondentes. e outro. Seu departamento contábil.. com o objetivo de não se ver constrangido. a Procomputer se viu obrigada a atrasar o pagamento de tributos federais de modo deliberado. com o intuito de poupar caixa para fazer frente às despesas com empregados e fornecedores. PROBLEMA N.A. de imediato. A Procomputer foi citada nas mencionadas execuções fiscais. locados para terceiros (um imóvel está locado para uma padaria. elabore a medida judicial solicitada por seu cliente.

procura-o. e após receber todos os valores indenizatórios. para tanto. por intermédio da qual se solicitam esclarecimentos acerca da utilização de frota de veículos de propriedade da instituição. há poucos dias. a entidade religiosa respondeu ao Fisco Estadual que todos os veículos eram utilizados em serviços administrativos da entidade.º 58 A Igreja Evangélica X recebeu intimação da Secretaria do Estado. os referidos contribuintes para o pagamento do IRPF dos valores recebidos a título de indenização por desapropriação e realizou o respectivo lançamento do tributo. sediada no Estado de São Paulo. Ocorre que o Fisco Federal intimou.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol. redija a medida judicial que contemple a não necessidade de desembolso de caixa imediato para pagamento ou garantia do referido tributo. pois foi surpreendida com a notícia de que o Diário Oficial do Estado publicou texto de Lei que instituiu uma taxa. redija a medida judicial adequada. ou qualquer deles. A taxa será devida anualmente. QUESTÃO: Como advogado de todos os contribuintes. Alguns contribuintes. PROBLEMA N. QUESTÃO: Como advogado da entidade religiosa. PROBLEMA N. Alegou que os valores recebidos pelos referidos contribuintes a título de desapropriação são superiores ao custo de aquisição original dos respectivos imóveis.º 59 Sua cliente. 2 O Estado de São Paulo decidiu realizar a desapropriação de grande área urbana e. cujo fato gerador consiste na prestação de serviços públicos de segurança pública em todo o território do referido Estado. . A empresa “A” pretende antecipar-se à referida cobrança e contrata-o para tomar as medidas judiciais cabíveis. A mencionada taxa será cobrada em valores fixos das pessoas físicas e jurídicas domiciliadas no respectivo Estado. o lançamento do IPVA dos últimos cinco anos com imposição de multa. Não satisfeita com a resposta aludida. Os contribuintes consultam-no a respeito da legalidade dessa cobrança e solicitam medidas urgentes que impeçam a cobrança do mencionado crédito tributário. a Secretaria do Estado realizou. A entidade religiosa consulta-o a respeito da constitucionalidade de tal medida. incluíram-nos em suas declarações de rendimentos como ganhos não tributáveis. obedeceu a todos os trâmites e requisitos exigidos pela legislação pertinente. empresa “A”. que tiveram seus imóveis desapropriados. na última semana. Há casos previstos em Lei de isenção para pessoas físicas com idade superior a 65 anos. Após o recebimento de tal consulta.

2 QUESTÃO: Como Advogado contratado da empresa.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol. a empresa “C”. Contudo. visando assegurar o não pagamento do PIS e da COFINS sobre a receita decorrente do recebimento de JCP. Contudo. Os referidos valores sofrem. contrata-o para ingressar com medida judicial que iniba a exigência futura de tais valores e a conseqüente cobrança do referido tributo. Já. tome as medidas judiciais cabíveis. visando assegurar o não pagamento de ICMS nas operações de transferências de mercadorias entre estabelecimentos comerciais situados no Estado de São Paulo. contrata-o com o intuito de se ver desobrigada de fazer incidir o ICMS sobre as futuras operações de transferência de mercadorias. é uma empresa holding que tem por objeto social a participação em outras sociedades. solicita que a medida judicial referida seja a mais célere possível e não acarrete risco de pagamento de honorários de sucumbência. com filiais em várias cidades do referido Estado. a empresa “B” tem conhecimento de que a legislação do ICMS do Estado de São Paulo exige o referido tributo nas transferências de mercadorias entre estabelecimentos comerciais dentro do próprio Estado. anualmente. por disposição legal. tendo em vista estratégia comercial da empresa. PROBLEMA N. ingresse com a medida judicial tendente a evitar a cobrança futura da referida taxa. QUESTÃO: Como Advogado de “B”.º 60 A empresa “B”. com relação aos dividendos recebidos pela participação em outras sociedades. também. no mês de novembro/2007. pretende realizar. tome as medidas judiciais cabíveis. QUESTÃO: Como Advogado de “C”. não há a referida tributação do PIS e da COFINS. sediada no Estado de São Paulo. sabedora de que outras empresas ingressaram contra a cobrança dos referidos tributos (PIS e COFINS sobre JCP). PROBLEMA N. PROBLEMA N. juros sobre o capital próprio (JCP). A aludida transferência tem por intuito concentrar parte do estoque hoje existente em área vizinha ao Estado do Paraná. recebe das companhias de que participa. sediada na cidade de São Paulo.º 61 A empresa “C”. transferências de mercadorias de seu estabelecimento situado na cidade de Sorocaba para o estabelecimento situado na cidade de Ourinhos. Para tanto. A empresa “B”. entendendo incorreta tal situação jurídica.º 62 . por expressa disposição legal. Em decorrência disso. tributação do PIS e da COFINS.

a medida judicial que entender cabível. para ingressar com medida judicial que vise a inibir essa exigência da municipalidade de São Paulo. com fundamentação na matéria de direito pertinente. Inconformados com o referido aumento.. A. PROBLEMA N. previsto no artigo 17.. A. CSLL. tão-somente. apresentando todos os requisitos legais que a peça exigir. redija. . no que se refere a honorários da parte contrária. nos termos do disposto no artigo 151 do Código Tributário Nacional. os sócios de “A”. na condição de advogado contratado pela instituição financeira A.º 63 A sociedade de advogados “A”. por entendê-lo inconstitucional. foi surpreendida com o aumento — de 9% para 15% — da alíquota da contribuição social sobre o lucro (CSLL). resolveu adquirir um imóvel para onde pretende transferir suas atividades. durante todos os anos de sua existência. produzindo efeitos. receita decorrente do exercício da advocacia. PIS. com relação ao aumento da referida alíquota. da Constituição Federal. a partir do primeiro dia do quarto mês subseqüente ao da respectiva publicação. inciso II. entraria em vigor na data de sua publicação. COFINS etc. estabelecida na capital de São Paulo há mais de 20 anos. equiparada à atividade das instituições financeiras para fins de tributação de vários tributos (IR. “A” surpreendeu-se com a notícia de que teria de pagar o imposto previsto no artigo 156. desde o primeiro momento. a qual. os diretores da A. discutir toda a questão de mérito. resolveram contratar advogado para ajuizar a medida judicial competente para evitar o pagamento da mencionada majoração de CSLL e para. a medida judicial não deve causar qualquer contingência pecuniária futura. A. A referida sociedade. Por cautela.º 64 A empresa “B” tem por objeto social atividade de arrendamento mercantil. resolveram contratar advogado especializado nessa área. por não atuarem na área tributária. a medida judicial que entender cabível. da Medida Provisória n° 413/2008. a diretoria achou por bem solicitar que seja oferecido ao juízo competente o depósito do montante integral. redija. sediada no município de São Paulo. Ao pretender realizar a operação de compra e venda do referido imóvel com a lavratura da competente escritura pública.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol. Segundo solicitação dos sócios de “A”. Não se conformando com tal exigência. com fundamentação na matéria de direito pertinente. apresentando todos os requisitos legais que a peça exigir. por d eterminação de seu artigo 18. auferiu. na condição de advogado contratado pelos sócios de “A”. PROBLEMA N. com o fim de suspender a exigibilidade do crédito tributário. QUESTÃO: Considerando a situação hipotética acima. 2 A instituição financeira A.). QUESTÃO: Considerando a situação hipotética descrita.

nos termos do art. Após consulta às legislações locais. com saídas cobertas pela imunidade tributária do ICMS. que estavam desobrigadas do pagamento da referida exação tributária. para desenvolver e propor a implementação de estratégias mercadológicas para Internet e intranet. Entendeu o agente fiscal tratar-se de hipótese de não-incidência ou isenção do tributo. “d”. na condição de advogado contratado pela empresa “B”. concluíram que tanto o município goiano quanto o paulista se reputam credores do imposto sobre serviços (ISS). com fundamento na matéria de direito aplicável ao caso.00. multa e juros. A empresa “B”. apresentando todos os requisitos legais que a peça exigir. por considerar que ela deveria ter feito o estorno proporcional de 30% dos créditos de ICMS pelas compras de matérias primas e componentes. os dirigentes da A&D Consultoria Ltda. enquanto vigia a legislação da CPMF.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol. nesse caso. VI. O serviço foi prestado na sede do Banco Claro S. as empresas de arrendamento mercantil estavam obrigadas a pagar a CPMF sobre as operações previstas no seu objeto social (operações próprias — arrendamento). na qualidade de procurador da A&D Consultoria Ltda.A.. o que ensejou dúvida sobre quem seria o sujeito ativo competente para receber o referido imposto. apresentando todos os requisitos legais pertinentes.A. exigindo valores de imposto. o que já não ocorria com as instituições financeiras. foram destinados à impressão de livros e jornais. 150. e o estabelecimento da A&D Consultoria Ltda. “B” pretende reaver os valores pagos indevidamente. a medida judicial que entender cabível. QUESTÃO: Considerando a situação hipotética acima. a medida judicial que entender cabível. durante todos os anos de vigência da CPMF. 30% do total das vendas de papel efetuadas pela Fábrica de Papel Paulista S. se confundiria com a imunidade. é localizado em município paulista. em certo município goiano. PROBLEMA 65 A&D Consultoria Ltda. tendo o órgão administrativo de julgamento de segunda instância — Tribunal de . utilizados na fabricação dos papéis vendidos. proponha. da Constituição Federal. que.500. que incidia sobre as operações de arrendamento mercantil. no valor de R$ 5. Em fiscalização. pagou o referido tributo. firmou contrato de prestação de serviços de consultoria com o Banco Claro S. com fundamentação na matéria de direito pertinente. o agente fiscal estadual de São Paulo autuou a empresa. redija.. QUESTÃO: Considerando a situação hipotética apresentada.. 2 Contudo. Alertada da eventual inconstitucionalidade da cobrança. O processo administrativo teve trânsito em julgado.A. PROBLEMA 66 Durante o exercício de 2005.

2 Impostos e Taxas do Estado de São Paulo —.. elabore a medida judicial cabível para a defesa dos interesses do Partido do Triunfo Nacional (PTN).A. relativo a imóvel de propriedade do referido partido político. ainda. com fulcro na doutrina e na jurisprudência. regularmente registrado no Tribunal Superior Eleitoral. na qualidade de procurador da Associação Criança Feliz. por entenderem indevido o referido imposto. QUESTÃO: Considerando a situação hipotética acima apresentada. em juízo. que a empresa possui recursos financeiros para efetuar o depósito judicial do débito. na qualidade de advogado da Fábrica de Papel Paulista S. PROBLEMA 67 Considere a publicação de portaria ministerial determinando a incidência do imposto sobre operações de crédito. proponha a medida judicial que entender cabível. O débito foi inscrito em dívida ativa. apresentando todos os requisitos legais pertinentes. considerando que a empresa necessita. QUESTÃO: Em face dessa hipótese. a certidão citada e o cancelamento da cobrança fiscal. para fins de se pleitearem. . QUESTÃO: Em face da situação hipotética apresentada. requeiram o ajuizamento de ação que obste imediatamente a cobrança do tributo. com urgência. de certidão negativa ou positiva com efeitos de negativa para a participação em licitações públicas. execução fiscal na qual era cobrado o imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana (IPTU). mantido a cobrança do ICMS e acréscimos. PROBLEMA 68 Em agosto de 2008. redija a medida judicial cabível. O executado foi devidamente citado e intimado da penhora levada a efeito sobre um de seus automóveis. alegando que as operações financeiras da associação são direcionadas ao atendimento de suas finalidades. e considerando. que os dirigentes da Associação Criança Feliz. câmbio e seguros ou relativas a títulos e valores mobiliários (IOF) sobre as operações de crédito das instituições de assistência social sem fi ns lucrativos. com a devida fundamentação legal. ainda. em decisão não-unânime.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol. Considere. referente aos exercícios de 2004 a 2007. abordando todos os aspectos de direito material e processual pertinentes. o Município de São Paulo promoveu. com fundamento na matéria de direito aplicável ao caso. mas ainda não foi ajuizada a execução fiscal. contra o Partido do Triunfo Nacional (PTN). localizado na Avenida Paulista e alugado a terceiro. Os recursos advindos da locação do imóvel são aplicados nas principais atividades desenvolvidas pelo PTN.

Foi aplicada a alíquota de 5% sobre o valor dos serviços. Os dirigentes de Amina Farmacêutica S. elabore a medida judicial cabível em defesa de seus clientes. com fundamento na matéria de direito aplicável ao caso. PROBLEMA 71 A sociedade de economia mista Central Elétrica do Sul S. na qualidade de procurador(a) dos dirigentes de Amina Farmacêutica S.500.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol. Nessa inspeção. entendem indevido o lançamento tributário e anseiam por medida que suspenda a exigibilidade do crédito tributário. PROBLEMA 69 A fazenda pública municipal da cidade de São Paulo promoveu o lançamento do imposto sobre serviços de qualquer natureza (ISS). Visando evitar problemas com o fisco federal. QUESTÃO: Considerando a situação hipotética acima apresentada. estadual ou municipal. os dirigentes da CEES deliberaram por realizar minuciosa inspeção interna.A. O valor do imposto resulta da aplicação da alíquota de 2% sobre o valor do imóvel e. que a ação é contemporânea à data da citação na referida ação executiva. vantagens. elabore a medida judicial cabível em defesa de seus clientes. em razão dos serviços prestados pelos sócios-gerentes de Amina Farmacêutica S. quanto ao aspecto temporal. obrigações e responsabilidades relativas a bem imóvel localizado em área não-residencial do município de Caxipó. na qualidade de procurador(a) de João e Maria. (CEES) é uma concessionária de serviços públicos de energia elétrica localizada em Porto Alegre – RS. QUESTÃO: Considerando a situação hipotética acima apresentada. com fundamento na matéria de direito aplicável ao caso. a esta pessoa jurídica. o que resultou no débito de R$ 4. nesse caso. casados entre si sob o regime da comunhão universal de bens. A entidade municipal competente cobrou o imposto relativo a mais quatro transferências realizadas por cessões de direitos efetivadas anteriormente ao negócio por eles entabulado. PROBLEMA 70 João e Maria. 2 Considere.A. em relação ao imposto obre . apresentando todos os requisitos legais pertinentes. apresentando todos os requisitos legais pertinentes.A..00. foi constatado que. promoveram o pagamento do imposto sobre transmissão inter vivos de bens imóveis (ITBI) no ato em que firmaram instrumento particular de cessão de direitos.A. João e Maria foram obrigados a recolher cerca de 10% do valor do bem a título de ITBI.

a empresa procurou a fazenda pública municipal competente para realizar a denúncia espontânea e recolher o valor correspondente ao tributo devido.. proponha a ação judicial que entender cabível para obstar ato da fazenda pública no sentido de constituir e (ou) cobrar eventual crédito tributário pela aplicação da legislação tributária geral. Em agosto de 2005. a CEES recolheu. PROBLEMA 73 Em 14 de fevereiro de 2004. a pessoa jurídica Multitec Comércio e Serviços Eletrônicos Ltda. mas o pleito formulado foi indeferido. QUESTÃO: Diante da situação hipotética apresentada. na condição de advogado da CEES. Assim. que concede o benefício de pagamento mensal unificado de determinados impostos e contribuições. determinou a exclusão de Multitec Comércio e Serviços Eletrônicos Ltda. A diferença entre imposto devido e o efetivamente recolhido perfazia a importância de R$ 2000. abordando todos os aspectos de direito material e processual pertinentes. QUESTÃO: Ante a situação hipotética apresentada e na condição de procurador da Multitec Comércio e Serviços Eletrônicos Ltda. abordando todos os aspectos de direito material e processual pertinentes.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol.00. durante os nos de 2001 a 2006. Contudo. não são postos à venda no mercado porque as latas ou os rótulos . proponha a ação judicial que entender cabível para a defesa dos interesses dessa concessionária. apresentou recurso administrativo.000. domiciliada na cidade de Mogi das Cruzes-SP. Ele relata que aproximadamente 5% de sua produção. A Multitec Comércio e Serviços Eletrônicos Ltda. atualizado monetariamente. em fevereiro de 2008. a 1. optou pelo regime do Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte (SIMPLES). o que acabaria por majorar a importância a ser recolhida em cerca de 40%. O ato declaratório também determinou que os efeitos da exclusão retroagissem ao mês subseqüente à data da opção pelo sistema. por considerar que a atividade desenvolvida pela empresa seria adversa ao sistema simplificado. por meio de ato declaratório executivo. reunidas as condições para o pleito.. a autoridade fiscal. PROBLEMA 74 Seu cliente é diretor de uma indústria de alimentos enlatados cuja receita mensal é de aproximadamente 950 mil reais. qual seja. fato que impossibilitou que a CEES quitasse sua obrigação tributária. correspondentes a 50 mil reais.º de março de 2004. quantia inferior à devida ao fisco. 2 serviços de qualquer natureza (ISS). do regime do SIMPLES. caso não fossem incluídas multas punitivas e moratórias. pois não dispunha de todo o valor cobrado. a autoridade fazendária se recusou a receber o valor devido.

ajuizou ação contra o município. desde janeiro de 2008 até hoje. QUESTÃO: Com base nessa situação hipotética. apesar do caráter social da saída dos produtos. Aderaldo. de recuperar todo o valor debitado a título de CPMF. mês a mês. No mérito. foi publicada. também. PROBLEMA 76 Em determinado município. de forma completa e fundamentada. Na ação.00 fiquem isentas da contribuição. QUESTÃO: Diante dessa situação hipotética. que a empresa Pague Pouco Ltda. essa parte da produção não comercializada é destinada a instituições filantrópicas. que o referido diploma legal tenha previsto que as movimentações de pessoas físicas ou jurídicas que excedam.00. que o fisco estadual continue a lançar. elabore a peça adequada aos fins almejados pela empresa. na qualidade de advogado(a) da empresa. discorde da cobrança e procure um advogado para pleitear judicialmente não apenas o direito de a empresa não pagar a contribuição. o valor de R$ 1. em janeiro de 2007. destinada a evitar. ele solicita que você requeira ao juiz a improcedência dos créditos já constituídos e a devolução dos valores não prescritos. para pagar o IPTU de 2007. uma lei que isentava de IPTU “os portadores de dificuldade de locomoção decorrente de deficiência nos membros inferiores” (in verbis). sob a alegação de que a saída do produto configura fato gerador daquele tributo e. Suponha. que fatura mensalmente R$ 50. 2 contêm defeitos estéticos que os tornam inaceitáveis pelo consumidor. uma lei complementar que novamente instituiu a contribuição provisória sobre movimentação financeira (CPMF) destinando parte dos recursos arrecadados à saúde e parte para às despesas comuns da União. Aderaldo alegou que. Em conseqüência disso. em torno de R$ 1. liminarmente. os cegos também têm dificuldade de se locomover. no mês. Após ser notificado. portador de cegueira congênita.000. uma vez que. na qual pedia que fosse declarada a inexistência da relação jurídico-tributária referente ao IPTU. em julho de 2006. PROBLEMA 75 Suponha que a União tenha editado. assim sendo. o crédito relativo à produção doada. muitas vezes.000. Suponha. em 31 de dezembro de 2007. com a desconstituição daquele lançamento tributário.. mas. por analogia.200. também. Inconformado. redija uma petição inicial completa que atenda aos interesses desse cliente. cobrado o ICMS sobre tal parcela da produção. ainda. contra a indústria. enquadrava-se na mesma categoria dos “portadores de dificuldade de locomoção” citados na mencionada lei. maior do que a . Todavia. seu cliente pede-lhe que produza uma peça inicial de medida judicial a ser proposta.00.000.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol. segundo ele. gera-se a obrigação tributária. o fisco estadual tem.

importação e exportação de produtos hospitalares. no caso. sendo ele cego e sendo o fato gerador de tal tributo uma situação de fato. redija uma contestação à ação proposta por Aderaldo. visto que. a definição do fato gerador da iluminação pública exige que o contribuinte se enquadre no conceito de receptador dessa iluminação. é pessoa jurídica dedicada ao comércio. não ocorreria o fato gerador da obrigação tributária. pois não tem por objeto serviço público divisível e não é destinada a contribuintes determinados.. Ocorre que Adão Alves e Joana Lima consideram a cobrança da mencionada taxa inconstitucional. a regra do caput e a do inciso I do art.”. 2 dos deficientes motores. abordando todos os aspectos de direito material e processual pertinentes. 116 do CTN. desde o momento em que se verifiquem as circunstâncias materiais necessárias a que produza os efeitos que normalmente lhe são próprios. sediada em Salvador-BA. b) que. Conforme argumentação apresentada por Aderaldo. que é cobrada juntamente com as contas de energia elétrica. o que não ocorreria com ele. Apresentou como razões para tal pedido: a) que as notificações de pagamento que tem recebido não foram expedidas pela prefeitura. . que rezam: “Salvo disposição de lei em contrário. Ao se dirigirem à secretaria de fazenda municipal. ao receberem carnê para pagamento parcelado do imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana (IPTU). QUESTÃO: Na qualidade de advogado da prefeitura e considerando a situação hipotética acima. foram surpreendidos com a cobrança de taxa de remoção de lixo. tributo regularmente instituído pelo município do Vale Verde. aplicar-se-ia. no seu caso. também. para pedir o direito de não pagar a contribuição de iluminação pública. QUESTÃO: Considerando a situação hipotética acima apresentada e na condição de procurador de Adão Alves e Joana Lima. onde se localiza o bem imóvel. PROBLEMA 78 A empresa Gold Comércio e Indústria Ltda. considera-se ocorrido o fato gerador e existentes os seus efeitos: I – tratando-se de situação de fato. No exercício de suas atividades. PROBLEMA 77 Adão Alves e Joana Lima. co-proprietários de certo imóvel. como exigiria o Código Tributário Nacional. redija peça processual que entender cabível para a defesa dos interesses dos dois contribuintes. Aderaldo aproveitou a ação.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol. foram impedidos de efetuar os pagamentos devidos a título de IPTU sob o argumento de que o Estado somente receberia as importâncias relativas ao IPTU se houvesse o pagamento concomitante da referida taxa de remoção de lixo.

encontrando-se em débito para com a Fazenda Pública do Estado em relação ao tributo em questão. por enquadrar-se dentro das exigências legais. cujo prazo final para adesão dar-se-á no dia 16. a empresa entregou ao Comitê responsável o termo de adesão exigido pela IN n. PROBLEMA 79 A empresa GAMA Ltda. mas cujo prazo para habilitação de propostas está em vias de se encerrar. a empresa fará jus à obtenção de certidão positiva com efeitos de negativa de débitos. com o fim de aumentar seu faturamento. QUESTÃO: Como advogado(a) da empresa Gama. a empresa pretende ingressar no Parcelamento Especial da Lei n. Nesse sentido. na qualidade de advogado da empresa Gold. adote a medida judicial cabível a fim de defender os interesses de sua cliente. alegando que o débito ainda não está integralmente pago.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol. a empresa visa participar do certame a ser realizado no dia 18.. procurou a Fazenda do Estado. PROBLEMA 80 Uma empresa comerciante atacadista foi autuada pelo Fisco Estadual por suposta omissão de receita. com base em um arbitramento feito pelo fiscal autuante. Embora possua para com o Fisco débitos fiscais contestados judicialmente. Após a adesão regular ao referido Programa de Parcelamento. procurou a Administração Fazendária onde. a fim de que ela lhe expedisse uma certidão positiva de débitos. foram apresentados pela autuada livros e documentos . QUESTÃO: Diante desse quadro. No processo administrativo fiscal. entretanto.º 01/2008. Ocorre que a empresa está impossibilitada de comprovar o pagamento da primeira parcela do Parcelamento Especial e.03.2008. atribuindo-se-lhe débito tributário de ICMS. obteve o parcelamento do débito. com efeito de negativa.555/2008 (lei fictícia). A empresa em questão. pois lhe foi negado atendimento em face da greve dos servidores da Receita Federal do Brasil. nega-se a expedir a certidão pleiteada. daquela autarquia federal. Consoante edital apresentado por um dos sócios em consulta no seu escritório. proponha a medida judicial cabível para a obtenção de certidão negativa de débitos necessária para a participação na licitação. 2 participa de licitações. para que pudesse participar de licitação que se encontra aberta. Releva notar que o termo de adesão só se completa com a comprovação do pagamento da primeira parcela. contribuinte do ICMS. junto à qual mantém o parcelamento do débito. ocasião em que lhe será exigida certidão negativa de débitos perante a Receita Federal do Brasil. mediante prestação de serviços de qualidade ao Poder Público.º de janeiro de 2008. portanto. por participar com freqüência de várias licitações. A Fazenda. de 1.03. que vem cumprindo rigorosamente.º 5.2008. obter a certidão negativa de débitos.

Aldemar decidiu retirar-se da sociedade.00. QUESTÃO: Em face da situação hipotética acima relatada.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol. foi lavrada e arquivada perante a junta comercial a alteração contratual em que se consignou a transferência de todas as cotas sociais de Aldemar para José. Assim. Sua ação declaratória foi proposta em 15/2/2003. tendo ficado estabelecido no contrato social que Aldemar responderia como sócio-gerente da sociedade. a fazenda pública competente inscreveu em dívida ativa débitos tributários da Bom Gosto Móveis Planejados Ltda. que vinha. PROBLEMA 82 Em 1989. o Orfanato e Educandário Infância Feliz. formule a peça processual adequada. Aldemar. Tempos depois. Não houve recurso às instâncias superiores e a decisão transitou em julgado em 10/8/2004. julgando procedente o auto de infração. com sede na cidade de Goiânia – GO. no dia 5 de maio de 2006. 2 fiscais capazes de revelar o quantum tributário a pagar. um escritório de advocacia foi encarregado de reaver o tributo pago até então. a decisão proferida não lhe foi favorável. em valor compatível com o da dívida cobrada. recorreu ao Poder Judiciário para evitar o pagamento da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). QUESTÃO: Prepare a peça processual que pode ser oferecida em defesa da contribuinte neste momento processual. PROBLEMA 81 Instituição assistencial sem fins lucrativos. e o Juiz despachou o processo mandando que a contribuinte fosse citada para pagar o débito no prazo de cinco dias ou oferecesse bem ou bens à penhora. no importe de R$ 16. tendo sido condenado a continuar submetido à incidência do tributo. apresentando apropriado fundamento jurídico (doutrina. Quando do julgamento da apelação. José e Marta constituíram a Bom Gosto Móveis Planejados Ltda. e na condição de advogado do escritório de advocacia encarregado de reaver o tributo pago. Como a instituição havia mantido o pagamento da contribuição até a prolação do acórdão favorável. reconhecendo não estar a entidade obrigada ao pagamento da CSLL. Em junho de 2008.500.. a decisão colegiada da instância revisora declarou a imunidade da instituição e anulou a decisão de primeira instância. o Estado protocolou execução contra a contribuinte. mas o Conselho não apreciou tais provas e considerou como certo o saldo devedor apontado. Em primeira instância. pelo não-recolhimento do imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de . legislação e jurisprudência). Depois de inscrever o débito em dívida ativa. em razão de alguns desentendimentos entre os sócios. até então recolhendo regularmente.

o Governo Municipal editou outra lei de cunho interpretativo. deixou de recolher a importância de R$32.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol.000. terceirizou os serviços de lavagem. com fulcro na doutrina e na jurisprudência pátrias. 2 comunicação (ICMS).00 (cinqüenta mil reais) de mão-de-obra. em junho do ano seguinte (2008). em razão de fatos geradores ocorridos entre os anos de 2004 e 2005. A Secretaria de Fazenda do Município com fundamento na norma interpretativa.000. sendo uma delas mais onerosa que a outra. proponha a ação judicial cabível para a defesa dos interesses de Aldemar. indicando Aldemar como responsável tributário. Durante o tempo de vigência do referido decreto.000. por se achar ao abrigo dos benefícios concedidos. foi contratado para emitir um parecer justificando quais são os tributos incidentes e a qual Poder tributante é devido. O retorno do produto acabado foi no valor de R$ 150. e percebendo-o contrário . A lei acabou gerando duas correntes de interpretação. QUESTÃO: Diante da situação hipotética acima apresentada. O Governo.00 (cem mil reais). fabricante de roupas. você. PROBLEMA 84 O município de Piraponga editou. na condição de advogado. PROBLEMA 83 A empresa “Estilo Jovem Confecções”. adotando como procedimento correto o lançamento do tributo pela forma mais onerosa. tingimento e amaciamento de todas as peças confeccionadas no tecido jeans. Diante do impasse. a empresa ESTRELA LTDA. uma lei dispondo sobre o IPTU. em 27 de dezembro de 2007. tanto de remessa quanto de retorno ao estabelecimento de origem. QUESTÃO: Para regularizar as operações acima mencionadas. QUESTÃO: Formule ação própria para impedir a pretensão do Governo Municipal. PROBLEMA 85 Houve a edição de um decreto concedendo isenção de determinado imposto.00 (cento e cinqüenta mil reais).00 (trinta e dois mil reais) de imposto. reexaminando o referido Decreto. notifica todos os contribuintes que recolheram o imposto de forma menos onerosa para que complementem o recolhimento. O valor total das peças remetidas para elaboração dos serviços contratados foi de R$ 100. visto que neste consta agregado o valor de R$ 50. abordando todos os aspectos de direito material e processual pertinentes.000.

o contribuinte autuado deve recolher a importância previamente definida como depósito recursal.00. QUESTÃO: Faça a petição inicial para a propositura da ação cabível com a finalidade de obter medida judicial para interpor o recurso com a dispensa do depósito recursal. Contudo.00 (trinta e dois mil reais) que não havia sido recolhida com base em tais benefícios. requereu baixa de sua inscrição em março de 2002.000. motivo da referida execução. perante o Poder Judiciário do Estado. QUESTÃO: Formule o recurso necessário. o “depósito recursal”. o Fisco decidiu cobrar da empresa ESTRELA LTDA a importância de R$32. o Governo instituiu. para aceitação das razões de recurso.000. resolveu revogá-lo. e o Fisco apurou em abril de 2003 as diferenças de imposto a recolher.000. Considerando que o processo administrativo transcorreu sem defesa e sem recurso. acrescida de multa de igual valor e ainda de R$28. em primeira instância. a sucessora recebeu citação. No final de 2005. há a proposta de execução daqueles valores que já se encontram inscritos em dívida ativa.. e não tendo obtido êxito em suas razões de impugnação. PROBLEMA 86 PRODUTOS SABIÁ LTDA adquiriu as instalações e fundo de estoque de PRODUTOS CASEIROS LTDA. 2 à lei. para recolhimento de ICMS.00 (vinte e oito mil reais) de juros e correção monetária. PROBLEMA 87 Em Goiás. a exemplo do que ocorreu em alguns Estados.00. Este expediente significa que. pretende interpor o recurso voluntário cabível. multa de R$23. perfazendo o total de R$92.00. calculada sobre o valor do imposto e dos demais acréscimos. referente a ICMS no valor de R$30. para que a empresa sucessora (PRODUTOS SABIÁ LTDA.000. elabore as razões de defesa. juros de mora no valor de R$10. Considere que o imposto é o ISS. referente aos exercícios de 2000 e 2001.000. para defender o executado. A empresa PRODUTOS CASEIROS LTDA.) se defenda no processo de execução. em razão do disposto na norma que instituiu o depósito lhe foi exigido como condição de admissibilidade do recurso a comprovação do depósito prévio. .OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol.00 (noventa e dois mil reais).00 e correção monetária de R$7.000.000. A sociedade empresária PRODUTOS ESTÉTICOS LTDA. autuada em Goiás. QUESTÃO: Ante esses fatos. através de lei. a propósito da ação de execução instaurada contra PRODUTOS CASEIROS LTDA. Diante dessa situação. A sucessão ocorreu em janeiro de 2004. na esfera administrativa.

em cada operação a ser tributada. o uso integral e imediato do crédito ou. elabore a petição inicial. o direito ao crédito que. Sobre o lançamento. é fato gerador do Imposto de competência Municipal (item 79. Com base nestas disposições o Estado vem proibindo. Portanto. inclusive arrendamento mercantil). QUESTÃO: Se o entendimento for o de que. Se o entendimento for pelo não cabimento de ação. não constam discriminados os dados. os documentos e os valores considerados pela autoridade fiscal competente. considerando que o valor apurado e recolhido pela empresa foi menor que o efetivamente devido. para a propositura da ação. PROBLEMA 89 O Poder Público promoveu o lançamento do crédito tributário relativo ao IPI. elabore parecer fundamentado abordando a matéria. não houve discordância do contribuinte na fase administrativa. com os fundamentos julgados pertinentes. correndo o processo à sua revelia. elabore parecer fundamentado. Já a Constituição . promovendo autuações para anular o crédito já utilizado. formule petição inicial fundamentada para propositura de ação. o montante do imposto pago na operação ou prestação anterior. a LC 102/00 determinou que o crédito de imposto relativo aos bens do ativo imobilizado deve ser apropriado. QUESTÃO: Considerando uma situação hipotética sobre esta questão. relativamente aos bens adquiridos para instalação das empresas comerciais ou industriais. nos termos da CF/88. é de imediato e integral. Posteriormente. na hipótese enfocada. por considerar correto o procedimento fiscal. passou a ser diluído pelo prazo de 04 anos. objetivando a possível reparação. A LC 87/96 estabeleceu que são também geradoras de crédito as operações de aquisição de bens para integrar o ativo imobilizado. dentre outros. através de despacho. mensalmente. o que resulta em deduzir. para questionar o fracionamento do crédito. PROBLEMA 90 O Arrendamento Mercantil.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol. a razão de 1/48 avos. de 15 de Dezembro de 1987. ainda. deixando dúvidas quanto a liquidez do crédito exigido de ofício. se for o caso. em processo de consulta. nos termos do que dispõe a lista de serviços publicada com a Lei Complementar 56. Nos demonstrativos elaborados pela autoridade fiscal. se cabível. Locação de bens móveis. utilizando os conceitos existentes na CF/88 e no CTN. 2 PROBLEMA 88 O ICMS é imposto não cumulativo. Relativamente à hipótese. não comporta a propositura de ação. inclusive com multas.

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Federal, no Art 155, § 2º, IX, “a”, conforme redação introduzida pela Emenda Constitucional nº 33, de 11/12/2001, prevê que o ICMS incidirá também: “a) sobre a entrada de bem ou mercadoria importados do exterior por pessoa física ou jurídica, ainda que não seja contribuinte habitual do imposto, qualquer que seja a sua finalidade, assim como sobre o serviço prestado no exterior, cabendo o imposto ao Estado onde estiver situado o domicílio ou o estabelecimento do destinatário da mercadoria, bem ou serviços; (...)” QUESTÃO: Em face disso, quer o Estado tributar com o ICMS a importação de quaisquer bens, inclusive os arrendados no exterior, por entender que qualquer finalidade descrita na norma abrange também o arrendamento. A empresa Primor Ltda. desejando contratar negócio no exterior, para arrendamento mercantil de um maquinário, pelo prazo de 3 anos, sem direito de compra no final, necessita de serviços de assessoria jurídica para a realização do negócio. Formule parecer, fundamentado, em pelo menos 20 linhas, dando a sua opinião sobre esta importação, apenas no que se refere à cobrança dos impostos mencionados. PROBLEMA 91 Formalizado na esfera administrativa, o crédito tributário torna-se definitivo. Transcorrido o prazo para o pagamento, sem o adimplemento, o crédito tributário é inscrito em dívida ativa e goza de presunção de certeza e liquidez, passando a constituir dívida ativa tributária capaz de ensejar a ação de execução fiscal, sendo a certidão de inscrição o título executivo extrajudicial.

QUESTÃO: Ante a situação acima descrita, com a ação de execução já proposta ou não pelo Poder Tributante, formule um parecer fundamentado, contendo a indicação das situações, nas quais se poderá obter decisão que obrigue o Poder Público a fornecer ao sujeito passivo, mesmo devedor, a certidão negativa ou outra certidão àquela equivalente. PROBLEMA 92 Examinar o caso concreto descrito abaixo, considerando a escolha da solução a ser proposta dentre as duas alternativas (letras a e b) abaixo: a) Cabível medida judicial, elaborar a peça pertinente, dispondo, obrigatoriamente, sobre os seguintes elementos: nome da peça, fundamentos jurídicos aplicáveis e jurisprudência dos tribunais superiores que lhe dão suporte e, por fim, a delimitação do pedido. b) Rejeitado o questionamento ao Judiciário, via ação pertinente, elaborar parecer dispondo sobre os motivos pertinentes. Manoel Machado, pessoa física natural de direito civil, engenheiro, cumpridor de suas obrigações civis, encontra-se, coativamente, inviabilizado de exercer seus

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direitos em face de ação discricionária do Estado, uma vez que foi inscrito no chamado Cadastro Informativo de Créditos não Quitados – CADIN, em razão da existência de créditos tributários não quitados, embora discutidos em Juízo, na Justiça Federal. O CADIN, criado pelo Decreto nº 1006, de 9 de dezembro de 1993, é atualmente regulado pela Medida Provisória nº 1.142, de 29 de setembro de 1995 e Medida Provisória nº 2.176, de 28 de junho de 2001, e suas reedições. A manutenção do nome do interessado no “Cadastro Informativo de Créditos não quitados – CADIN” “atinge diretamente a sua atividade econômico-financeira, impedindo-o de renovar contratos de Câmbio e de realizar operações de crédito com instituições financeiras, atuando como um meio coercitivo de alcançar os pagamentos de débitos, para com os órgãos ou entidades Federal, Estadual e Municipal, tais como a Secretaria da Receita Federal (...)”

PROBLEMA 93 Determinada indústria de portões de aço adquire as seguintes matériasprimas, tributadas pelo IPI à alíquota zero: a) aço em chapa, e b) rolamentos. O produto final sofre incidência de IPI à alíquota de 15%. Pergunta-se: após as vendas, há IPI a ser ressarcido ao contribuinte? Em caso negativo, emitir parecer sobre o assunto. Em caso positivo, montar peça privativa de advogado visando o interesse do contribuinte. PROBLEMA 94 Matrix Empreendimentos Ltda., empresa com sede em Cuiabá-MT, no exercício de sua atividade econômica, aufere receitas que, também em razão de sua opção em apurar o IRPJ com base no lucro presumido, encontram-se submetidas às incidências da Contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS, nos termos da Lei 9.718/1998. Com a criação de um departamento jurídico, notou-se que, anteriormente à produção de efeitos dessa lei, ou seja, até 31 de janeiro de 1999, estavam em vigor as disposições da Lei Complementar 7/1970 e da Lei Complementar 70/1991, que obrigavam a empresa a apurar as referidas contribuições sociais tendo como base de cálculo o faturamento, assim considerado a receita bruta das vendas de mercadorias, de mercadorias e serviços e de serviço de qualquer natureza. Tendo em vista que, de acordo com a Lei 9.718/1998, a Contribuição para o PIS/PASEP e a COFINS passaram a ser apuradas tendo como base de cálculo a totalidade das receitas auferidas pela pessoa jurídica, procedimento este adotado por Matrix Empreendimentos Ltda., o advogado responsável pelo departamento jurídico orientou os diretores da empresa a discutir judicialmente o alargamento das bases de cálculo. Os diretores de Matrix Empreendimentos Ltda. decidiram contratar escritório de advocacia para que seja adotada a medida judicial cabível no sentido de:

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(i) em relação ao passado, reaver os valores indevidamente recolhidos aos cofres públicos, observado o prazo de prescrição para tanto, que atingem o montante atualizado de R$ 1.500.000,00 (um milhão e quinhentos mil reais); e (ii) no que se refere ao presente e ao futuro, deixar de submeter a totalidade das receitas auferidas às incidências da Contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS. A empresa não pretende realizar o depósito em montante integral e necessita regularmente, para garantir o seu direito de participar em licitações, de Certidão Negativa de Débitos Fiscais ou de Certidão Positiva de Débitos Fiscais com Efeito de Negativa. QUESTÃO: Na qualidade de advogado tributarista, membro do escritório de advocacia contratado por Matrix Empreendimentos Ltda., elabore a peça.

PROBLEMA 95 A empresa KENNY SERVIÇOS DE LIMPEZA LTDA., com sede em Cuiabá/MT, tem por objetivo social a prestação de serviços de limpeza e conservação, empregando para tanto quase 2.000 (duas mil) pessoas, que trabalham como terceirizadas, principalmente em empresas e pessoas jurídicas públicas. Para dar continuidade às suas atividades sociais, incluindo a participando em novos certames, bem como para receber os pagamentos havidos pelos serviços prestados a órgãos públicos, a empresa necessita ter sempre à disposição certidões negativas de débito da Secretaria da Receita Federal do Brasil. Por essa razão, a empresa requereu a expedição de Certidão Negativa de Débitos, porém, para sua surpresa, o Delegado da Receita Federal do Brasil negou-se a concedê-la, emitindo apenas um Relatório de Restrições, sob a alegação exclusiva de que havia divergências nas Guias de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social – GFIP’s da matriz. QUESTÃO: Proponha a medida judicial cabível para que a empresa KENNY obtenha a certidão (CND) necessária para participar de certame licitatório que se realizará no dia 26 de setembro de 2008.

PROBLEMA 96 Em 10 de fevereiro de 2008, a empresa FARIAS COMERCIAL LTDA., situada em Cuiabá / MT, recebeu lançamento referente à cobrança da Taxa de Funcionamento, cujo prazo para pagamento expira em 30 de maio de 2008. Inconformada com o elevado valor e pelo fato de que não poderá exercer suas atividades sem o pagamento da referida taxa, a empresa questionou a cobrança. Em resposta ao contribuinte, o Fisco Municipal informou que a taxa em questão havia sido instituída pela Lei Complementar nº. 115/2008 (lei fi ctícia), e que o valor devido havia sido calculado em

que tramita na 2ª Vara Federal da Seção Judiciária de Mato Grosso. impetrou mandado de segurança com pedido liminar em face do Gerente Executivo do INSS em Mato Grosso / MT e do Superintendente do INCRA / MT. que tem o seguinte teor: “a base de cálculo do imposto é o valor venal do imóvel e para a obtenção deste deverão ser considerados os valores do metro quadrado da edificação”. . A sentença foi publicada no Diário da Justiça de 20 de setembro de 2005.000. inciso II.. empresa urbana de serviços de limpeza. O juiz não acolheu os argumentos das sócias da empresa. Diante disso. sob o argumento de que não poderiam responder pelas dívidas da empresa.. o juízo da 2ª Vara da Justiça Federal em Cuiabá-MT entendeu por bem denegar a ordem. 2 consonância com o artigo 10 dessa lei. fosse afastada a referida cobrança por ofensa à Constituição. As sócias apresentaram exceção de pré-executividade. mesmo não desenvolvendo atividade alguma na zona rural. que responde por dívida previdenciária no valor de R$ 1. em Cuiabá. adote a medida judicial cabível. está sendo obrigada ao recolhimento da contribuição ao INCRA. para que fosse suspensa a exigibilidade dessa contribuição e. E considere que a ação é contemporânea à época do prazo para pagamento do referido tributo.00 (um milhão de reais). QUESTÃO: Como advogado da empresa FARIAS. 8. do Código Tributário Nacional.620/93 combinado com o artigo 124. mantendo os seus nomes no pólo passivo da demanda. tome as medidas judiciais cabíveis. Foi proposta execução em face da pessoa jurídica e das sócias. obrigou a participação de todos os membros da sociedade no seu financiamento. incidente sobre a folha de salários de seus empregados. PROBLEMA 97 Priscila e Márcia são sócias cotistas da Melati Indústria e Comércio Ltda. QUESTÃO: Como advogado (a) das sócias. A decisão foi publicada em 26 de janeiro de 2006.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol. com fundamento no artigo 13 da Lei nº. PROBLEMA 98 PM&AW SERVIÇOS DE LIMPEZA LTDA. ao final. pautando-se pela eqüidade. pelo fundamento de que. e considere que a ação é contemporânea à época visualizada no problema. A liminar foi indeferida e com as informações e parecer do Ministério Público Federal. quando a Constituição Federal de 1988 instituiu um Sistema Único de Seguridade Social.000.

com o nítido fi m de “aumentar o valor adicionado ao Município” e acarretar “subseqüente aumento de arrecadação. pelo fato de as atividades exercidas pela empresa Meteoro estarem condicionadas a alíquota de 5% (cinco por cento). Diante do permissivo legal. a empresa Meteoro teve enormes despesas de instalação.25% (vinte e cinco centésimos por cento). De acordo com o artigo 2º da Lei nº 1000/99. os quais foram devidamente deferidos. Todavia. decorrente da incidência da exação sobre verbas de caráter não salarial. conforme se constata das determinações do INSS. Com base na citada lei. ou. PROBLEMA 99 A empresa Marte. deveria incidir exclusivamente sobre verbas salariais e. mas trouxe ao Município grande desenvolvimento econômico e social. a contribuição social sobre a folha de salários e rendimentos do trabalho.212/91. esta faria jus ao recolhimento do ISS sob a alíquota de 0. através de participação do ICMS. sem natureza salarial. sobre remunerações do trabalho. nos termos da Lei nº 8. elabore a medida processual cabível. até o advento da Emenda Constitucional nº 20/98. considere que a ação é contemporânea à época visualizada no problema. pelo prazo de 10 (dez) anos contados da promulgação da Lei nº 1000/99. proponha a medida judicial cabível para suspender a contribuição sobre a Folha de Salários. alterada pela Lei nº 9.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol.. dentre os quais a redução do ISS em 95% do valor devido pelo contribuinte. tais benefícios perdurariam até a recuperação dos custos de instalação. no exercício de sua atividade social. outorgando diversos benefícios às empresas de grande porte que se instalassem na Região. Aludida contribuição. Conforme previsto. gerando centenas de empregos diretos e . editou a Lei nº 1000 (lei fictícia). fato que reduziria seus custos e dinamizaria sua atividade empresarial. Nesse sentido. após. habilitando-se aos benefícios de redução de ISS e isenção do IPTU. em outubro de 1999. repassado pelo Estado”. às empresas que se instalassem no Município de Maravilha/MT seriam conferidos incentivos fiscais. QUESTÃO: Na qualidade de advogado (a) da empresa Marte. está sujeita à incidência da contribuição social sobre a folha de salários e rendimentos do trabalho. O Município de Maravilha/MT (local fictício).528/97. caso estes não fossem recuperados. PROBLEMA 100 A empresa Meteoro é pessoa jurídica dedicada a armazéns e transportes e nesta condição submete-se ao recolhimento do imposto sobre serviços de qualquer natureza –ISSQN. vem incidindo à alíquota de 20% (vinte por cento) também sobre as verbas indenizatórias e previdenciárias. Ainda. a empresa Meteoro instalou seu pólo empresarial no Município de Maravilha/MT. 2 QUESTÃO: Como advogado da empresa PM&AW Serviços de Limpeza Ltda.

Na data da ocorrência do fato gerador. bem como a manutenção de seus benefícios pelo prazo fixado na lei referida.111 (lei fi ctícia). foi cobrado o valor originário de R$ 5. o Congresso Nacional promulgou a Emenda Constitucional nº 37/02. em 10 de setembro de 2004.000. proprietário de imóvel urbano no município de Cuiabá. o imposto que vence no próximo dia 20 de setembro.2007 (lei fi ctícia). promova a medida judicial cabível para resguardar os interesses de seu cliente. objetivando que o ente tributante se manifestasse quanto à manutenção ou não da redução de alíquota do ISS para o exercício de 2004.00 (cinco mil reais).04. Posteriormente. sediada no município de São Paulo.000. A fim de adequar a nova situação jurídica.2008). deverá ser recolhido conforme o entendimento do Poder Público Municipal. que fi xava o valor originário do IR em R$ 3.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol.01. por meio de fiscalização realizada pela autoridade competente na data de 05. 209 A Municipalidade. entendeu ser devido pela empresa Meteoro o recolhimento do ISS sob a alíquota de 2% (dois por cento).333 de 01. proponha a medida judicial cabível para a manutenção de seus direitos. Considerando que João da Silva . QUESTÃO: Como advogado(a) da empresa Alpha Bellis Ltda. fixando a alíquota mínima do ISS em 2% até que ulterior Lei Complementar disciplinasse o assunto. pelo fato de a consulta impor o recolhimento de alíquota de 2%. Para isso. está sofrendo execução fiscal para cobrança de IPTU referente ao exercício de 2001. QUESTÃO: Com base nos fatos acima narrados.04. estava em vigor a Lei nº 1. a empresa formulou consulta à Municipalidade. o Município de Maravilha/MT editou uma nova lei. em face da disposição constitucional trazida pela EC nº 37/02.2008. ao responder a consulta formulada. 2 indiretos. Ademais. que estava em vigor na data da fiscalização (05. relativo à não declaração de imposto de renda (IR). PROBLEMA 102 João da Silva. Pela falta do não cumprimento da obrigação na data aprazada. teve contra si lavrado um auto de infração e imposição de multa (AIIM). PROBLEMA 101 Empresa Alpha Bellis Ltda.01.00 (três mil reais) e a multa em 30% (trinta por cento). cujo fato gerador ocorreu em 01. Diante desse quadro. com a firme crença de que seu direito adquirido seria respeitado. na qualidade de advogado(a) da empresa Meteoro. mais multa de 20% (vinte por cento).25% (vinte e cinco centésimos) para 2% (dois por cento). sobre o valor do imposto não pago. considere que a ação é contemporânea à época visualizada no problema. com base na Lei nº 3.2004. elevando a alíquota mínima de armazenagens de 0.

foi autuada pelo Fisco estadual. a Medida Provisória n° 1. QUESTÃO: Elabore um mandado de segurança contra o ato de indeferimento. formalidade imprescindível para o prosseguimento de suas atividades. que instituiu nova fonte de custeio para o financiamento da seguridade social. A autuação foi mantida em decisão final do Conselho de Contribuintes estadual. teve indeferido pelo Chefe da Administração Fazendária de Belo Horizonte o seu requerimento de autorização para a impressão de notas fiscais. A base de cálculo fixada é o valor venal destas obras de arte. como advogado(a) de Miguel Carvalho.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol. está há seis meses sem recolher o ICMS devido pelas vendas que realiza. remeteu para a sua filial de Juiz de Fora 100 caixas de óleo de soja. para atender à demanda local. com base no art. QUESTÃO: Você. QUESTÃO: Elabore a inicial da referida ação. mas não destacou ou recolheu qualquer valor a título de ICMS. segundo o qual “considera-se ocorrido o fato gerador do imposto no momento da saída da mercadoria do estabelecimento do contribuinte. 2 adquiriu referido imóvel de Miguel Carvalho em março/2002. sediada em Belo Horizonte. I . A nova Contribuição Social tem como fato gerador a propriedade de obras de arte. Por causa desse débito. tome as medidas judiciais cabíveis. e hoje é o último dia do prazo para a oposição dos embargos à execução. pois este último era o proprietário do imóvel no exercício de 2001. no dia 30 de maio de 2004. PROBLEMA 103 A matriz do Armazém Baratol. O juízo encontra-se garantido por penhora regular e suficiente. ainda que para outro estabelecimento do mesmo titular”. sendo que esta autarquia é encarregada de todos os procedimentos de cobrança. da Lei Complementar nº 87/96. Acobertou a operação com notas fiscais de simples remessa. A lei prevê ainda que o produto da arrecadação será destinado ao Instituto Nacional da Seguridade Social. uma vez que já transcorreram 90 dias desde a sua edição. e a dívida foi objeto de execução fiscal. defendendo direitos e interesses de seu cliente. PROBLEMA 104 Certo comerciante. Diante deste quadro e . 12. por dificuldades financeiras.113. A MP ainda não foi convertida em lei embora a cobrança já esteja sendo realizada. o atual proprietário chama ao processo Miguel Carvalho para ser pólo passivo na lide processual e responder pelo débito tributário. de 01 de abril de 2004. arrecadação e fiscalização. Por isso. A alíquota foi fixada em 2% pelo Decreto n° 22. PROBLEMA 105 O governo federal editou.313.

000.. mas ainda não ajuizou a execução fiscal. Para o exercício de sua atividade empresarial. A empresa possui patrimônio imobiliário suficiente para garantir o débito.01 e R$ 150. bem como evitar o pagamento do referido tributo. estabelecida neste Estado e dedicada exclusivamente à prestação de serviços de construção civil por empreitada.313. A Procuradoria da Fazenda Estadual inscreveu o débito em dívida ativa.000. o Município de Espera Feliz editou e fez publicar a Lei nº 7. ou certidão positiva com efeito de negativa.00 1. a construtora necessita de certidão negativa de débito. QUESTÃO: Você foi procurado pela empresa para encontrar uma solução que lhe permita obter a certidão negativa.000. majorando as alíquotas do IPTU. A empresa impugnou administrativamente o lançamento. elabore a peça processual mais adequada ao presente caso.000. PROBLEMA 107 Em 31-12-1999. e ainda para questionar o mérito da exigência. ou positiva.01 2% . com efeito.000. pretendendo discutir a questão judicialmente. o que lhe vem sendo negado. você foi consu ltado sobre a possibilidade de questionar judicialmente a cobrança desta contribuição social.5% entre R$ 30. 2 tendo em vista que a sociedade denominada Mineradora Vale Real está enquadrada na hipótese normativa descrita pela MP n° 1. O Estado de Minas Gerais autuou a construtora para exigir-lhe 6% do valor dos bens adquiridos (mais os acréscimos legais) a título de diferencial de alíquotas de ICMS. notadamente para participar de processos licitatórios junto ao Poder Público.00 1% entre R$ 60.5% acima de R$ 150.00 0. QUESTÃO: Elabore a peça processual que julgar adequada para discutir a validade dessa cobrança. não tendo logrado êxito.01 e R$ 60. PROBLEMA 106 A Construtora Minas Gerais Ltda. de negativa. em edição especial do Diário Oficial do Município.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol. com materiais fornecidos por seus clientes.020/99. que passaram a vigorar de acordo com a tabela abaixo: Valor venal Alíquota até R$ 30. Sendo assim.000. adquiriu bens do ativo fixo (tratores e escavadeiras) junto a fornecedor situado no Estado de São Paulo. embora não tenha interesse em parcelar o débito.

PROBLEMA 109 A União Federal. PROBLEMA 108 A empresa WZ Telefonia Ltda. faça-a. Tal operação – celular vendido por preço inferior ao custo de aquisição – é uma forma de atrair clientela. destacou nos documentos fi scais o ICMS calculado não sobre o preço de venda efetivo dos aparelhos celulares. 2 Em 10-01-2000. sem efetuar o lançamento prévio. mas sim sobre o preço de aquisição dos mesmos. o que acarretava uma distorção no cálculo do ICMS devido. obedecendo a ilegal determinação contida no RICMS. o pagamento integral do imposto exigido antes da data de seu vencimento. proprietários de imóveis localizados naquela municipalidade. a Empresa habilita na quase totalidade das vendas o aparelho celular junto à operadora de telefonia. Efetuaram. a legislação impedia a contabilização e o lançamento pelo valor efetivo das operações. apesar de as vendas serem por preço inferior ao preço de custo. O contribuinte José da Silva. fazendo parte da estratégia comercial da Empresa em conjunto com a Telemig Celular S/A. que tem por .DAPI. qual seja: a empresa confessou na DAPI (Documento de Apuração do ICMS) dívida de ICMS muito superior ao valor que seria efetivamente devido. atua no ramo de telefonia celular e. QUESTÃO: Você foi procurado para ajuizar uma ação que possibilite o cancelamento da dívida. foi constatada uma distorção nas informações prestadas pela contabilidade ao Estado de Minas Gerais e aquelas adstritas às operações mercantis realizadas. Dessa forma. destinada ao custeio do Programa Nacional de Habitação (PNH).OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol. Com base nas informações contidas na DAPI. em sua maioria. imóvel este sem qualquer edificação.000. adquiridos os novos celulares pelos clientes. porquanto. uma vez que. na condição de comerciante e de contribuinte de ICMS. e que efetuou o pagamento do IPTU em 10-03-2003. proprietário de imóvel localizado naquele município. criou nova Contribuição. operação que é muito mais lucrativa. publicada no DOU de 14/03/2008. o Estado inscreveu o débito em dívida ativa. por meio da Lei Ordinária nº 200. tendo sido fixada a data de vencimento do referido imposto em 30-03-2000. redigindo a peça processual cabível. bem como no respectivo lançamento no Demonstrativo de Apuração de ICMS . procura-o em 13-04-2004. consultando-o acerca da viabilidade de recuperação do tributo em questão. os contribuintes. E considere que a ação é contemporânea à época visualizada no problema. foram notificados dos lançamentos referentes ao fato gerador ocorrido em 01-01-2000. QUESTÃO: Elabore a medida judicial adequada para defender os interesses de seu cliente.

tendo por objeto a utilização remunerada. PROBLEMA 110 Empresa de Internet a cabo. Vinícius de Moraes não pode. da CF/88. tendo em vista o transcurso do prazo de 90 dias. sendo reduzida para 1. relativa à obtenção de certidão negativa de débito ou positiva com efeito de negativa. celebra contrato com companhia energética que atende a todo o território estadual. Nesse contexto.000/06 estabeleceu que a alíquota aplicável nos primeiros dois anos da exigência seria de 3%. o Sr. uma vez que necessita de certidão negativa de débitos.000/06 estabelece que a contribuição será exigida a partir de 30/06/2008. o Presidente da República. tendo em vista as vendas regulares de imóveis que compõem o seu patrimônio. 2 objeto a construção de casas populares. O Sr. A base de cálculo seria o valor venal do imóvel.5%. sediada em Belo Horizonte.. que possibilite ao seu cliente o questionamento da exigência. Os contribuintes seriam os proprietários de imóveis situados na zona urbana do Município.04 da lista anexa à Lei Complementar nº 116/2003 e reproduzido na legislação municipal. O Cartório de Registro de Imóveis condiciona o registro da operação de compra e venda de imóvel. a companhia energética) se localiza em seu território. visto que o estabelecimento prestador (i. à apresentação das certidões negativas de débito ou de certidão positiva com efeito de negativa. e de que é competente para a exigência do imposto. A periodicidade de exigência da contribuição é semestral. QUESTÃO: Elabore a peça processual cabível. no contexto de suas operações imobiliárias. aos fundamentos de que decorrem de serviço tributável. Vinicius de Moraes o procura. . Tendo em vista a necessidade de determinação do custo inicial do Programa Nacional de Habitação. sendo devida nos dias 30/06 e 31/12. previsto no item 3. Impugnado. a partir do terceiro ano. Todavia. não recolher a contribuição em questão.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol. O fato gerador da contribuição é a propriedade de imóvel situado no perímetro urbano do Município. através do Decreto nº 15. estabelecido no § 6° do art. dos postes que a companhia energética detém naquela primeira cidade. A Lei 200. para a passagem dos seus cabos. o débito foi confirmado na esfera administrativa e executado. O Município de Belo Horizonte autua a companhia energética para exigir-lhe o ISS sobre as receitas auferidas com o referido contrato. mas não tem condições econômicas de efetuar o pagamento de mais esse tributo. que serão doadas ou vendidas a preços módicos. 195. sediada em Juiz de Fora. simplesmente. o Sr.e. Vinícius de Moraes é proprietário de vários imóveis situados no perímetro urbano do Município de Belo Horizonte. junto à Secretaria da Receita Federal. bem como que garanta a sua regularidade fiscal. àqueles cidadãos que ainda não possuem casa própria.

Feita a citação. e não havendo nomeação de bens à penhora ou apresentação de garantia.000/0001-00 – Inscrição Municipal: 000. expediu-se carta precatória para a Comarca de Belo Horizonte.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol.000. 15 da Lei Municipal nº 0000 . município em que estava sediada a referida empresa. Em outubro de 2006. nem pago. havia alterado sua sede para a Capital mineira. cujo objeto social é a locação de equipamentos e ferramentas para construção civil. (Item 3. A autuação foi feita em 1º de dezembro de 2001. 10 e art.00 (total) (valor sujeito à correção monetária e juros de mora. incidente sobre o serviço de locação de equipamentos e ferramentas. o proprietário da Equipamentos e Ferramentas Ltda. a penhora de vários equipamentos que são alugados pela executada..800. cabos. o procurou.00 (ISSQN) R$ 800. – CNPJ: 000. 00 – Belo Horizonte – MG VALOR HISTÓRICO: R$ 4. postes. Em agosto de 2006. visto que a executada. em 20 de novembro de 2006.SECRETARIA DE FINANÇAS PÚBLICAS CERTIDÃO DE DÍVIDA ATIVA PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº 000. foi regularmente notificada pelo Fisco Municipal. dutos e condutos de qualquer natureza). foi autuada pelo Fisco Municipal de Contagem. rodovia.000/00 ENDEREÇO: Rua Florisbela Florida. prestado no exercício de 2000. na Comarca de Contagem (1ª Vara da Fazenda Municipal). ORIGEM E NATUREZA DA DÍVIDA: ISSQN (crédito apurado em lançamento de ofício) FUNDAMENTAÇÃO LEGAL: art. em setembro de 2006. foi realizada. a empresa foi intimada da penhora realizada. que instrui o processo de execução fiscal: PREFEITURA MUNICIPAL DE CONTAGEM . uma execução fi scal contra a Equipamentos e Ferramentas Ltda. de ferrovia.000/00 – ERMO DE INSCRIÇÃO EM DÍVIDA ATIVA Nº 000 – LIVRO Nº 000 DEVEDOR: Equipamentos e Ferramentas Ltda. ocasião em que a Equipamentos e Ferramentas Ltda. compartilhado ou não.04: Locação. especialmente a seguinte certidão de dívida ativa. embora a legislação municipal previsse o prazo de 15 (quinze) dias para tal impugnação. direito de passagem ou permissão de uso. sublocação. Hoje. 2 QUESTÃO: Elabore a inicial dos respectivos embargos. o Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN). arrendamento. pelos mesmos critérios aplicados pela União Federal). Nessa mesma data. que não teria declarado. PROBLEMA 111 A empresa Equipamentos e Ferramentas Ltda. mas não apresentou impugnação administrativa. apresentando os documentos pertinentes. a Fazenda Municipal de Contagem ajuizou.00 (multa moratória 20%) R$ 4.

46 da Lei 8. Indaga-lhe. o rendimento se torne disponível para o beneficiário”. propondo. elabore a peça processual cabível. que era sua empregadora..900.900.00). pleiteando o recebimento de salários atrasados. no momento em que. Transitada em julgado a condenação. Entregalhe. efetuou a retenção do Imposto de Renda. a Declaração de Imposto Retido na Fonte. deduzindo todas as questões pertinentes. Aurélio Houaiss propôs. a empresa pagou.00). Agora. Aurélio Houaiss.541. na hipótese considerada. nos termos do art. apresentando a Aurélio Houaiss as razões pelas quais seria correto o pagamento do Imposto de Renda.. no que tange o pagamento do Imposto de Renda. R$ 4. na qual são descritos o valor bruto (R$ 20. e também o recebimento de indenização por danos morais. acrescentando não ter apresentado a Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda.” PROBLEMA 112 Em maio de 2002. reclamação trabalhista contra a empresa O Jornal Moderno Ltda. com consectários legais.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol. Aurélio Houaiss o procura. se foi correto o procedimento adotado pela empresa O Jornal Moderno Ltda. que. fornecida pela empresa O Jornal Moderno Ltda. então. o valor fixado. Foram retidos. em maio de 2007. a título de Imposto de Renda incidente na Fonte. caso entenda ter sido indevido o pagamento do Imposto de Renda.000.100. 2 DATA DA INSCRIÇÃO EM DÍVIDA ATIVA: 22 de dezembro de 2001 _____________________________________ assinatura da autoridade responsável QUESTÃO: Considerados os dados constantes do problema. Ao efetuar pagamento mediante guia expedida pela própria Justiça do Trabalho. a pertinente ação tributária.000. por qualquer forma. possibilite ao seu cliente o mais amplo questionamento da exigência tributária. A ação foi julgada parcialmente precedente pelo Juiz do Trabalho. o valor do Imposto de Renda retido (R$ 4. bem como cópia da sentença e da certidão de trânsito em julgado.00). elabore parecer.00) e o valor líquido (R$ 15. então. porém. Caso.00. . sendo a empresa condenada apenas no pagamento de indenização por danos morais (arbitrados em R$ 20. de 23 de dezembro de 1992: “O imposto sobre a renda incidente sobre os rendimentos pagos em cumprimento de decisão judicial será retido na fonte pela pessoa física ou jurídica obrigada ao pagamento. tendo em vista a configuração de fatos que Aurélio Houaiss entendera ser ofensivos à sua reputação. em fevereiro de 2007.. a empresa O Jornal Moderno Ltda. então. em Belo Horizonte. QUESTÃO: Elabore a peça processual cabível. suspendendo o curso do processo de execução. expondo os fatos acima narrados. entenda ser devido o pagamento. porém.

Agora.000. e c) 4% (quatro por cento). O pagamento do ITBI. a partir R$ 250. foi recolhido o ITBI. na qualidade de advogado(a).00 R$ 100. sob o ângulo tributário.000.000. previa a alíquota única de 2% (dois por cento). elabore parecer expondo os fundamentos pelos quais o valor pago era efetivamente devido. situado no Município Y (que também é Comarca. novamente por escritura pública.00 (duzentos e cinqüenta mil reais). ainda. já vigorava a lei editada em 2001. Aurora Dourada comprou imóvel que pertencia a Josué Davi de Eliazar. no montante de R$ 9. Aurora Dourada e Josué Davi de Eliazar resolveram desfazer a compra e venda.000. no cartório competente. Aurora Dourada o procura. visto que a legislação municipal defi nia que as partes envolvidas na compra e venda seriam solidariamente obrigadas ao pagamento do ITBI.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol.00 (cem mil reais). b) 3% (três por cento). que previa o pagamento do imposto como condição para a lavratura da escritura pública de compra e venda do imóvel. tendo a adquirente pago o imposto.000. Como o imóvel em questão foi avaliado em R$ 350. aplicadas em faixas progressivas de valores. QUESTÃO: Elabore a peça processual cabível.000.01 até R$ 250.00 Em fevereiro de 2004.00 R$ 2. de R$ 100. Lavrada a escritura pública de compra e venda.00.01.00 até 3% R$ 250. pedindo-lhe que examine a situação narrada.00 Total do ITBI recolhido R$ 9.00 2% R$ 100. a Cia.500. caso entenda ter sido correta a exigência feita pelo Município. de 0 até R$ 100. porém.000.500. com duas Varas Cíveis e uma Vara Criminal). porém. que previa três alíquotas.000. desenvolvendo todos os argumentos que possam ser utilizados em favor da empresa. em janeiro de 2007. Anote-se. caso entenda ser indevido em parte ou no todo o tributo pago.000. o que foi feito.00 R$ 250.00 (nove mil e quinhentos reais). especialmente no que se refere ao pagamento efetuado. quais sejam: a) 2% (dois por cento).500.000. a Cia. Imposto sobre a Transmissão Onerosa de Bens Imóveis. as partes envolvidas Cia. PROBLEMA 114 .000. que a legislação municipal anterior. nos termos da legislação do Município Y. se fez naquele mesmo janeiro de 2004. o ITBI foi assim calculado: Faixa de Incidência Alíquota Valor Tributado Valor do ITBI até R$ 100. 2 PROBLEMA 113 Em janeiro de 2004. Em 2004.00 R$ 7.

OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol. na Seção Judiciária do Paraná. a fiscalização efetuou a inscrição do valor em dívida ativa no mês de janeiro de 1997. defesa informando que em dezembro de 1994 efetuou.222/0002-22.00. a SJP Motocicletas S/A. simultaneamente. foi proferida decisão administrativa mantendo a exigência do IPI sobre as operações da SJP Motocicletas S/A. justificando. a SJP Motocicletas S/A. em 19 de março de 2007 a SJP Motocicletas S/A. uma segunda-feira. apresentou. por um lapso de seu departamento financeiro. pessoa jurídica de direito privado. Tendo recebido o aviso de cobrança. a SJP Motocicletas S/A. nº 100.285. vez que a decisão administrativa limitou-se a homologar o auto de infração. razão pela qual foi autuada em fevereiro de 1995. optou por não tomar nenhuma providência. ainda que de maneira alternativa. duzentos oitenta e cinco reais e trinta e cinco centavos). 2 SJP Motocicletas S/A. deixou de recolher o IPI (imposto sobre produtos industrializados) devido sobre operações realizadas em novembro de 1994. Mas. na Rua das Motos. e mesmo verificando que a certidão de dívida ativa que instruiu a execução fiscal não especificava a forma pela qual o valor foi corrigido. cujo mandado foi expedido nesta mesma data. tendo recebido a notificação neste mesmo mês. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da SJP Motocicletas S/A. que foram aceitos pela exeqüente. razão pela qual em março de 2007 foi ajuizada execução fiscal para a cobrança da importância inscrita em dívida ativa no montante atualizado de R$ 102. E. relativas ao período objeto da autuação. é uma sociedade que se dedica a industrializar e a comercializar motocicletas de baixa cilindrada para uso urbano. a SJP Motocicletas S/A. a SJP Motocicletas S/A. . ainda. abrangendo o valor do tributo. em outubro de 1996. Diante destas atividades. sem. declinar os motivos pelos quais a exigência foi mantida. ofereceu bens à penhora. juros e multas. no prazo legal. A execução fiscal tomou o nº 2007. Mesmo sem a notificação informar qual o valor que a fiscalização entendia como devido e sem fixar prazo para recolhimento ou impugnação.222. pretendendo discutir o valor executado. a tempestividade e indicando o prazo final. Ocorre que. o pagamento do valor do tributo com os encargos legais e a retifi cação da declaração do período em questão.70.000000-0 e foi distribuída para a 99ª Vara de Execuções Fiscal da Justiça Federal de Curitiba. Intimada em novembro de 1996. a SJP Motocicletas S/A. sendo determinada a citação da SJP Motocicletas S/A. Recebendo o mandado de citação. com sede em São José dos Pinhais/ PR. Desta forma. contudo.. inscrita no CNPJ/MF sob nº 22. utilizando todos os fundamentos jurídicos possíveis para a caso. expedindo aviso de cobrança no mês fevereiro de 1997. recolhe regularmente todos os tributos exigidos pela legislação em vigor. decidiu não apresentar recurso administrativo.. em 12 de março de 2007. elabore a medida processual cabível e específica para atender aos interesses do seu cliente diante da situação acima narrada. em 6 de agosto de 2007. foi intimada da penhora..35 (cento e dois mil.

2. à possibilidade da peça processual ser admitida em um Juízo real. A utilização de qualquer outro nome (seja do advogado. As exigências não se limitam ao simples deferimento da petição. em Curitiba/PR. Verificando a documentação. cidade. Ademir Ponto. sendo que sua produção está voltada para a confecção de uniformes. que o auto de infração que deu início ao procedimento nº 0000/2008. na Rua das Receitas. a Ponto a Ponto Ltda. no ano de 1990. Ademir Ponto procura seu escritório hoje para urgentemente tomar as providências necessárias. mas de demonstração de domínio de técnica elementar de redação forense pelo candidato. e ainda o uso de qualquer outro sinal ou denominação será considerada como elemento de identificação. Ademir Ponto constata que o valor exigido pela fiscalização federal se trata de suposta insuficiência no recolhimento do ICMS (imposto sobre a circulação de mercadorias e serviços) sobre operações realizadas e declaradas pela Ponto a Ponto Ltda. recolhe regularmente todas as exações fiscais exigidas pela legislação em vigor. Marinha e Aeronáutica. em 23 de abril de 2008. conseguiu obter cópia integral do procedimento nº 0000/2007 que ensejou a Intimação nº 0/2008. Ocorre que. além do que. dirigindose ao prédio da Delegacia da Receita Federal. a Ponto a Ponto Ltda. em momento algum. ou seja. Não se trata de simples petição adequada aos ditames da Lei.. sob pena de inscrição do valor em dívida ativa da União.111/0001-11. receberá nota zero. nº 1000. A apresentação de peça que não atenda aos interesses do cliente. ou seja. pessoa jurídica de direito privado. O exercício destina-se à demonstração do raciocínio jurídico necessário ao desempenho profissional. seja dos personagens). no mês de junho. Diante da sua atividade. não irá efetuar o recolhimento da importância exigida pela Intimação nº 0/2008. recebeu a Intimação nº 0/2007 da Delegacia da Receita Federal de Curitiba/PR para recolher. nº 100. foi lavrado pela fiscalização federal sem observar os requisitos legais. débito em nome da sociedade. tão logo decorrido o prazo. OAB. Preocupado com a situação. é uma sociedade que se dedica a industrializar e a comercializar produtos têxteis. irá participar de uma licitação para fornecer uniformes para o Exército. processualmente inadequada. Contudo. a Ponto a Ponto Ltda. dentro de 15 (quinze) dias contados do recebimento. houve qualquer notificação da Ponto a Ponto Ltda. cuja habilitação depende da apresentação de Certidão Conjunta de Débitos Relativos a Tributos Federais e à Dívida Ativa da União atualizada. endereço.111. ou outros. 2 Observações: 1. na Rua das Roupas. . considerando que a Ponto a Ponto Ltda. sócio-gerente da Ponto a Ponto Ltda. 3. inscrita no CNPJ/MF sob nº 11. PROBLEMA 115 Ponto a Ponto Ltda. Ademir Ponto constatou ainda. coerente com a situação indicada. Por conhecer a legislação tributária. com sede em Paranaguá/PR..OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol. para impugnar a exigência.

ainda que em situação idêntica aos demais contribuintes do país. o Presidente da República editou o Decreto nº 0000/2007. cuja maior parcela da sua produção é destinada à exportação para os países da Europa e da América do Norte. diretor e acionista controlador da Companhia de Enlatados X é um administrador experiente e entende que a contribuição instituída pelo Decreto nº 0000/2007 é indevida. PROBLEMA 117 A ARDJ Comércio de Equipamentos Ltda. sem a necessidade de pronunciamento judicial. que a contribuição impugnada possui natureza tributária. recolhendo regularmente os tributos e contribuições decorrentes de suas atividades e exigidos pela legislação vigente. O Decreto nº 0000/2007 foi publicado no Diário Oficial da União de 4 de janeiro de 2007. o artigo 4º do Decreto nº 0000/2007 prevê que a cobrança da contribuição em questão incidirá sobre as operações de exportação realizadas de setembro de 2006 em diante. na Rua Principal.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol. mesmo que de maneira alternativa. utilizando todos os fundamentos jurídicos possíveis para o caso. 2 QUESTÃO: Diante da situação acima narrada. aluguéis de imóveis e tributos. PROBLEMA 116 A Companhia de Enlatados X. Já o artigo 2º do Decreto nº 0000/2007. favorecendo os contribuintes da Região Centro-Oeste do Brasil. com sede em Curitiba/PR. O Senhor X.000. Em 3 de janeiro de 2007. em favor da União. entre os quais rendimentos auferidos em aplicações financeiras. ainda. sendo que seu artigo 3º determina que a União poderá exigir a exação a partir de 10 de janeiro de 2007. Ainda. considerando. empresa com sede na cidade do Rio de Janeiro. incidentes sobre o preço das .000/0001-00. inscrita no CNPJ/MF sob nº 00. atua no ramo de alimentos enlatados. Na mesma medida processual. elabore a medida processual cabível e específica para atender imediatamente aos interesses do seu cliente. desde então. nº 100. na base de cálculo. contribuição de intervenção no domínio econômico incidente sobre as receitas decorrentes de exportação. a totalidade de seus ingressos. desde 15/3/1999. adote o procedimento adequado para que seja imediatamente suspensa a exigibilidade da contribuição discutida. estabeleceu alíquotas diferenciadas para cada Estado. QUESTÃO: Desta forma. sendo que procura seu escritório para tomar as providências cabíveis.. tem recolhido as contribuições para o PIS e a COFINS. utilizando todos os fundamentos jurídicos possíveis para o caso. elabore a medida processual cabível para o efeito específico de reconhecer a inexistência da relação jurídica decorrente do Decreto nº 0000/2007. considerando. ainda que de maneira alternativa. pessoa jurídica de direito privado. tributada pelo imposto de renda pelo regime do lucro presumido. sendo que seu artigo 1º instituiu. constituída em 01/3/1995 e.

elabore a medida judicial adequada para defender os interesses da empresa. . O relatório final da auditoria interna conclui pela impertinência dessas exações e recomenda a adoção de medida judicial para solucionar o problema. OAB/RJ nº 100. mas que ainda não foram inscritos em dívida ativa. às 10:00 horas. e cobrados dos clientes.000. que possui filiais na capital do estado do Rio de Janeiro. há exigência do ICMS e de acréscimos legais sobre as operações de saídas de café torrado e moído promovidas pela filial localizada em Botafogo e destinadas à filial localizada no Flamengo. Já no segundo auto de infração. A empresa passa por um momento difícil e busca desesperadamente recuperar receitas e reduzir gastos. em 1/6/2008. elabore a peça processual adequada para atender às expectativas do cliente. No primeiro auto de infração. Prevalecendo a norma estadual que dá fundamentação ao lançamento. QUESTÃO: Diante dessa situação. abordando a matéria tributária e processual pertinente com base na doutrina e na jurisprudência aplicáveis ao caso. constatou-se a existência de dois autos de infração lavrados pela fiscalização da Secretaria de Estado da Fazenda do Rio de Janeiro. para apresentação de documentos e propostas. sobretudo em razão da grande possibilidade de passar a fornecer café torrado e moído ao Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro. que não foram objeto de impugnação. exige-se de uma das filiais o recolhimento de diferença do ICMS e acréscimos legais em razão de norma estadual que autoriza a redução da base de cálculo do imposto apenas em operações internas com café torrado e moído que tenha sido objeto de industrialização por estabelecimento localizado no estado do Rio de Janeiro.º andar. a empresa procurou advogado para promover medida judicial que a socorra. Em procedimento de auditoria interna. Alfa nº 10. dedicadas exclusivamente à venda de mercadorias industrializadas pela matriz. na qualidade de advogado da empresa. QUESTÃO: Diante da situação hipotética acima descrita.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol. inclusive para recuperar de imediato todos os valores supostamente pagos de forma indevida ou a maior. Convicta de que a solução para seus problemas está no recolhimento da COFINS e das contribuições para o PIS. com domicílio profissional na Av. 2 mercadorias vendidas. É intenção da empresa regularizar sua situação fiscal. é uma sociedade com sede em São Paulo. nos bairros Flamengo e Botafogo. devidamente incorporado à legislação estadual. Rio de Janeiro-RJ. 5. tendo em vista a recente publicação de instrumento convocatório que fixou o dia 5/10/2007. PROBLEMA 118 BGM INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE CAFÉ LTDA. a empresa deixará de fazer jus à redução da base de cálculo do imposto prevista em Convênio ICMS.

e que está avaliado no mesmo valor da dívida. em 29 de setembro de 2008. PROBLEMA 121 A Sociedade Industrial e Comercial de Biscoitos Finos Carioca Ltda praticou. Tendo sido citados. penhorando bens da empresa.00 (cento e noventa e cinco mil reais). tampouco promoveram a quitação do débito ou a garantia do Juízo. para obrigar a Receita Federal emitir a pertinente certidão. de modo a livrá-los da Execução Fiscal. que se restringem a um simplório mobiliário e a poucos reais em conta bancária. A empresa quer participar de licitação pública.000. em valores consolidados. Durante o seu processo industrial para a fabricação de seus produtos. pela venda de biscoitos e afins. A Procuradoria da Fazenda Nacional ajuizou Execução Fiscal. Diante dessa constatação. Ocorre que o débito registrado superava. os irmãos James e Jaílson Barros. em 20/11/2004. 2 PROBLEMA 119 A Fazenda Nacional promoveu Execução Fiscal nº 2004. PROBLEMA 120 Empresa X tem um débito tributário com a União. conduta prevista em lei como hipótese de incidência do ICMS. para a qual é necessária a Certidão Conjunta de Tributos Federais e Dívida Ativa da União. QUESTÃO: Redija a peça adequada à medida judicial cabível para a defesa dos interesses de seus clientes. alegando que a empresa tem aquele débito tributário. recusa-se a emitir a certidão. com o fi to de incluir no pólo passivo os sócios da empresa. uma vez que jamais praticaram qualquer ato ilícito ou excederam os poderes conferidos pelo contrato social. únicos sócios e ambos com poderes de gerência. a empresa permanece em atividade. visando à satisfação de dívida tributária que. e não apresentaram qualquer petição. a Fazenda requereu e obteve o redirecionamento do processo executivo. monta em R$ 195.00000000-1 em face de ABCD Consultoria Ltda.. em muito. para intimá-los da penhora de um dos terrenos que os dois possuíam em condomínio no município de Rio das Ostras. e apesar deles. os bens da empresa. o órgão local da Receita Federal. contribuição social sobre o lucro líquido (CSLL) e contribuição para o financiamento da seguridade social (COFINS). os irmãos acreditaram tratar-se de coisa de menor importância. os irmãos atentaram para a gravidade da situação e o procuram em seu escritório. QUESTÃO: Redija petição de medida judicial urgente. Somente após a visita do Oficial de Justiça. a Sociedade-contribuinte . no entanto. apesar da informação da Procuradoria de que a dívida está garantida. A dívida refere-se a débitos de imposto de renda da pessoa jurídica (IRPJ).OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol.

a medida judicial cabível em defesa dos interesses de seu cliente. Todavia. visando receber os créditos tributários de IPTU já vencidos referentes ao imóvel da sede da sociedade. incluindo no pólo passivo da ação de execução fiscal. a Sociedade-contribuinte se creditou do ICMS pago pela aquisição e consumo da energia elétrica. deixou de recolher o tributo devido. após constatar o delicado estado financeiro da sociedade. QUESTÃO: Desta forma. já que a Fazenda Pública Municipal entende que deixar de pagar tributo é uma infração legal. abatendo do valor final do ICMS devido pela venda de seus produtos (bolachas). Passado o prazo para o recolhimento integral do tributo e decorrido mais de dois anos. elabore. o Município do Rio de Janeiro ingressa com ação de execução fiscal. a Sociedade.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol. e cobrou a diferença do valor de ICMS devido pela venda de biscoitos e afins. o valor final a recolher a título do imposto. a autoridade fiscal diligenciou. PROBLEMA 122 Mévio. responsável pela gestão financeira da sociedade. sócio-gerente da empresa Y. resolve se aposentar vendendo suas cotas.02. além da sociedade. 2 utiliza para a conservação de sua matéria prima e para a confecção de seus produtos.2008. a qual é consumida pelo seu estabelecimento. Dias após a venda. estando a Sociedade contribuinte em dificuldades financeiras. apurando. assim. de forma que seja afastada a exigência fiscal. acrescido de correção monetária e juros de mora. Tício. na condição de advogado. Elabore um parecer fundamente acerca da questão. As dívidas tributárias da empresa Y vêm de muitos meses. para Tício. Após a data do recolhimento. procurado pela Sociedade Industrial e Comercial de Biscoitos Carioca Ltda. gerando um passivo fiscal a ser liquidado futuramente. no sentido de lavrar o competente auto de infração e desconsiderou o crédito de ICMS aproveitado pelo contribuinte em função da aquisição e consumo da energia elétrica em seu processo industrial. procurado por Tício. bem como exigiu o recolhimento da multa sobre o valor principal recolhido em atraso. sob o argumento de que a Sociedade também desenvolvia atividade comercial. para fins de incidência do ICMS. fundamentando com dispositivos legais e doutrina aplicável ao tema. recolheu a diferença do ICMS devido. mesmo com prejuízo. pretendendo regularizar a sua situação fiscal. resultando em valores superiores à sua capacidade de pagamento. Tendo em vista que a energia elétrica é equiparada à mercadoria. em 12. energia elétrica. atual sócio-gerente da empresa. . QUESTÃO: Você. é indagado sobre a sua responsabilidade pessoal no pagamento do IPTU devido pela sociedade.

É certo que a autora não foi notificada do início da ação fiscal e.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol. reporto-me à decisão administrativa de 30 de maio de 2004 ( fl s. Para demonstrar a verossimilhança do seu direito. uma vez que a guia correspondente à diferença foi emitida em dezembro de 2003. Intime-se e cite-se o Município”. e (ii) a guia relativa ao lançamento da diferença foi emitida em 20 de dezembro de 2003. 38 da Lei 6. quando foi notificada do lançamento da diferença. uma vez que decorridos mais de 5 (cinco) anos do primeiro dia do exercício civil seguinte àquele em que o lançamento poderia ter sido efetivado.. a autora alega que em face da atividade que exerce participa rotineiramente de licitações.000. Mas isso é irrelevante. nos autos da anulatória de débito fiscal. além disso. considerando que há contemporaneidade com a época ofertada no problema. . em janeiro de 2004. A diferença é relativa ao exercício de 1998. a qual julgou improcedente a impugnação oferecida pela autora. indefiro o pedido de antecipação de tutela. portanto. Nessas condições. proposta por ALB Construções Ltda. Além disso. Não vislumbro a presença dos requisitos que autorizam a concessão de antecipação de tutela. com pedido de antecipação de tutela. 80 destes autos ). contra o Município do Rio de Janeiro proferiu a seguinte decisão: “Tratase de pedido de antecipação de tutela para suspender a exigibilidade de crédito tributário formulado no bojo de ação que tem por objeto a anulação do lançamento de diferença do IPTU incidente sobre o imóvel de propriedade da autora. 2 PROBLEMA 124 O Juiz da 15º Vara de Fazenda Pública da Comarca do Rio de Janeiro. só o depósito em dinheiro e integral do crédito tributário suspende a sua exigibilidade.00001-1. Além disso. razão pela qual a concessão liminar da antecipação de tutela é medida necessária para impedir a consumação de dano grave e de difícil reparação. a autora alega que. do que decorre a impossibilidade de concessão de antecipação de tutela. com a instauração do processo administrativo. de acordo com o art. vez que o prazo começou a correr em 1º de janeiro de 1999. só foi notificada do lançamento da diferença em 20 de janeiro de 2004. uma vez que a diferença é relativa ao exercício de 1998 e a constituição do crédito tributário teve início em dezembro de 1999. Redija a peça processual a ser apresentada pela autora em face da decisão. Além disso. QUESTÃO: A decisão foi publicada no diário Oficial de 29 de junho de 2004. uma vez que sem a medida ela fi cará impedida de participar de licitações. de consumada a decadência.830/80 e com a Súmula nº 112 do STJ. Há nos autos prova de que: (i) a diferença foi apurada em processo administrativo instaurado de ofício pela Prefeitura em dezembro de 1999. processo nº 2004. antes. o crédito tributário já estava extinto pela decadência.

do Código Tributário Municipal.A. em ação ordinária de natureza declaratória. Para justificar o pedido alegou. regularmente arquivado na Junta Comercial. em síntese: (i) o Município exige o pagamento de ISS sobre a locação de veículos. de 12 de janeiro de 1989. (ii) o imposto exigido é inconstitucional. e não recolhido no respectivo vencimento. porque a locação de bens não é prestação de serviço. No contrato social. . na qualidade de coresponsáveis. A execução foi distribuída ao Juízo Federal da 4ª Vara de Execução da Seção Judiciária do Rio de Janeiro. 8° da Lei n° 691.A. PROBLEMA 126 A sociedade Arrendamento de Veículos S. ajuizou ação declaratória contra o Município do Rio de Janeiro.. tem fundamento de validade no item 79 da Lista Anexa ao Decreto-lei n° 406/68. há cláusula expressa segundo a qual a gerência da sociedade cabe exclusivamente ao sócio João Amaral. na qualidade de devedora. que tem por objeto a locação de veículos. acolheu a tese sustentada pelo réu. destacando a sua tempestividade. de 1984. QUESTÃO: Redija a peça correspondente à medida judicial adequada à defesa dos direitos de Antônio dos Anjos. que recaiu sobre o imóvel de propriedade de Antônio dos Anjos. inclusive arrendamento mercantil”. de 1984. – Equipamentos de Informática Ltda. com base no artigo 8° . A sentença.A. do Juízo da 15ª Vara de Fazenda Pública. e julgou improceden te a ação. No mérito. sem que a dívida tenha sido paga. e (iii) Antônio dos Anjos. aprovado pela Lei n° 691. e considerando a época contemporânea ao oferecimento da peça processual cabível. (ii) João Amaral. não conheceu da alegação de inconstitucionalidade. Antônio dos Anjos foi intimado da penhora no dia 1º de março de 2008. na redação dada pela lei Complementar n° 56/87. Equipamentos de Informática Ltda. com pedido de declaração de inexistência de obrigação de pagar o ISS sobre locação de veículos. e os demais. no sentido de que o inciso LXXIX do art. Citados todos os executados. segundo o qual o Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza tem como fato gerador a prestação de serviços de “locação de bens móveis. De acordo com a Certidão de Dívida Ativa. foi efetuada penhora.A. discutir a constitucionalidade de lei complementar.A. 2 PROBLEMA 125 A União Federal propôs execução fiscal contra: (i) J. tendo o mandado de intimação da penhora sido juntado aos autos no dia 18 de março de 2008. João Amaral e Antônio dos Anjos são os únicos sócios da J. o crédito tributário objeto da execução é relativo a imposto de renda da pessoa jurídica. Constam da Certidão de Dívida Ativa os nomes de todos os executados: a primeira.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol. inciso LXXIX. apurado na Declaração Anual da Pessoa Jurídica. mediante o argumento de que não caberia.

Em determinado momento. em vez de permitir a regularização daquele mero defeito formal. sob a alegação de que a nota fiscal que acobertava o trânsito de tais mercadorias era inidônea. localizado no Município de Montes Claros. elabore a ação cabível com vistas a salvaguardar o direito do contribuinte Silva e Silva Ltda. com o condicionamento da liberação ao pagamento do quantum constante do auto de infração que fora lavrado. PROBLEMA 128 A empresa Silva e Silva Ltda. deduzindo fundamentação adequada à lide. Quando da passagem pelo primeiro Posto Fiscal da Secretaria da Fazenda do Estado de Minas Gerais (15.º 01234/08. através do regular adimplemento de suas condições. a opção foi pela aludida apreensão. decorria da existência de um erro quanto ao preenchimento do mencionado documento fiscal. de modo que se faz necessária uma medida judicial em curto espaço de tempo. o contribuinte fora informado de que seus produtos somente seriam liberados. em função da cobrança de determinado tributo que a empresa reputa indevido. QUESTÃO: Analisando as circunstâncias do caso concreto. PROBLEMA 127 A empresa Beta aderiu ao REFIS da Lei Federal n° 9. .03. ensejadora da apreensão. a referida inidoneidade. redija o recurso cabível e as respectivas razões. 964/2000. além da execução das garantias. a empresa.04). e se manteve regularmente no programa. Mesmo assim. de ter liberada a mercadoria apreendida pelo Fisco Estadual.OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol. lavrado na ocasião (15. adquiriu mercadorias oriundas de contribuinte domiciliado em São Paulo. nos termos do Auto de Infração n. proponha a ação judicial cabível. de molde a lograr a reintegração da empresa Beta no Programa de Recuperação Fiscal. 2 QUESTÃO: Na qualidade de advogado a autora. A exclusão da empresa do programa de parcelamento provocou a exigibilidade imediata do montante parcelado. suas mercadorias foram apreendidas pelo Fisco mineiro. Na ocasião. caso fosse efetuado o pronto pagamento do ICMS (17% do valor da operação) e da multa (30% do valor da operação). Segundo o agente do Fisco responsável pela prática do citado ato (Chefe do Posto Fiscal).08). QUESTÃO: Na qualidade de advogado da empresa autuada.03. mediante consulta ao sítio da Receita Federal. toma ciência de que havia sido excluída do programa sumariamente.

2 .OAB 2ª FASE CESPE NACIONAL Direito Tributário Enunciados Problemas Livro Vol.

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