1.

Interruptores
Definição: Um interruptor é um dispositivo ligado a um circuito elétrico que pode assumir dois estados: aberto ou fechado. Quando aberto não permite a passagem de corrente elétrica, enquanto fechado a corrente passa livremente pelo ponto. a aberto

a fechado

Para simplificar denotaremos um interruptor por uma letra minúscula do nosso alfabeto. Quando o interruptor estiver aberto, diremos que a = 0, enquanto fechado, diremos que a = 1. Dois interruptores a e b podem estar conectados através de dois tipos de ligações: paralela ou serial. Denotaremos a ligação de dois interruptores a e b em paralelo por a + b. Já a ligação em serial será denotada por b. a•

a a b ligação paralela (a + b) ligação serial (a • b) b

Observe que em uma ligação paralela somente haverá passagem de corrente elétrica se pelo menos um dos interruptores estiver fechado (1). Por outro lado, na ligação serial é necessário que ambos os interruptores estejam fechados para que a corrente possa passar.

Exemplos: 1) a) b Determinar a expressão algébrica correspondente aos circuitos desenhados: a c c) a c b d

Solução: a + b • c

Solução: a • b + c • d

b) a

b c Solução: a • (b + c)

d)

a b

c d

Solução: (a + b) • (c + d)

2)

Desenhar os circuitos cujas ligações são dadas pelas expressões abaixo:

a) a · (b + c) · d b Solução: a c d

c) a • (b + c • d) b Solução: a c d

Uninove - Lógica Computacional – Profa. Érika Andersen

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Lógica Computacional – Profa. Érika Andersen 2 de 17 .b) (a • b + c • d) + p • q a Solução: c b d) a + b • c • d a Solução: d b c d p q Exercícios: 1) Dar as expressões algébricas dos circuitos desenhados: z a) x y t y b) x z y c) x z x d) t w j) z e) x y t a d b f) c w u p x y w i) q a p t w h) a c x y b d z s r s b y q v c z r w b e q t i l c f r u j m t e f r t a d p x x t g) a y y z k) s h w k b 2) Desenhar os circuitos cujas ligações são dadas pelas expressões: a) b) c) d) e) f) g) h) i) p • (q +r) m + (p • q • r) m+n+p+q (x • y) + (u • v) (p + q) • (r + s) (p + q) • (r + s + t) (a + b • c) • (d • e + f) + g • h • i p • (q • (s + r) + t • u) + (a + b) • (c • d + e) a • (p • (q + r • s) + (t + u) • (v + w • x)) Uninove .

Observe que nos exemplos acima as proposições 2) e 3) estão escrita na forma simbólica. Uninove . Proposições Definição: Uma proposição é uma sentença declarativa. 2.então. Já o valor lógico das proposições 3) e 4) é a falsidade (0). Érika Andersen 3 de 17 . temos que o valor lógico das proposições 1) e 2) é a verdade (1).1. r: Hoje é domingo. q: Está chovendo. Definição: Uma proposição é dita composta quando é formada por duas ou mais proposições relacionadas pelos conectivos adequados (e.Lógica Computacional – Profa.2. uma vez que tais proposições são falsas.2.. r. 2. s etc). Exemplos: 1) 2) 3) p: Carlos é paulista. Carlos é paulista ou João é carioca. 2 + 3 = 5. Q. se e somente se). Representaremos estas proposições pelas letras minúsculas do nosso alfabeto (p. Proposições simples e compostas Definição: Uma proposição é dita simples quando não contém nenhuma outra proposição como parte integrante de si mesma. Ainda utilizando os exemplos acima. Indicaremos as proposições compostas pelas letras maiúsculas do nosso alfabeto (P. Exemplos: 1) 2) 3) Hoje é domingo e está chovendo. S etc). Se Carlos é paulista então Maria é gaúcha. q. se. afirmativa que exprime um pensamento de sentido completo. Exemplos: 1) 2) 3) 4) O Brasil fica na América do Sul. Toda proposição pode ser escrita na forma simbólica ou na linguagem usual. e as proposições 1) e 4) na linguagem usual. Valor lógico de uma proposição Dizemos que o valor lógico de uma proposição é a verdade (1) se a proposição for verdadeira e é a falsidade (0) se a proposição for falsa. ou. A Alemanha fica na Ásia. R. 5 < 2.. pois ambas as proposições são verdadeiras.

Érika Andersen 4 de 17 . Tabela-verdade Utilizaremos a tabela-verdade para determinar o valor lógico das proposições compostas. falso). não existindo nenhuma outra possibilidade. Exemplos: 1) Apenas uma proposição p: 21 = 2 linhas p 1 2 0 1 p 1 0 2) Duas proposições p e q: 22 = 4 linhas 0 0 p 0 1 q 1 q 1 p 1 2 3 4 0 0 1 1 q 0 1 0 1 3) Três proposições p.Lógica Computacional – Profa. O número de linha da tabela-verdade é determinado pela fórmula: 2n. lembrando sempre que toda proposição pode assumir somente um dos dois valores lógicos possíveis (verdadeiro.3.2. onde n é o número de proposições. q e r: 23 = 8 linhas 0 p 1 2 3 4 5 6 7 8 0 0 0 0 1 1 1 1 q 0 0 1 1 0 0 1 1 r 0 1 0 1 0 1 0 1 q 0 1 r 1 0 p 0 r 1 q 0 1 r 1 0 r 1 Uninove .

q: João é mecânico p • q: Maria é estudante e João é mecânico. Quando uma proposição p é acrescida do operador lógico da negação .( • ) = “e” . Na tabela-verdade temos: p 0 0 1 1 q 0 1 0 1 p•q 0 0 0 1 Uninove . Quando duas proposições p e q são relacionadas pelo operador lógico da conjunção . ou seja. p’.2. Na tabela-verdade temos: p 0 1 p' 1 0 3. Será falsa nos demais casos.a proposição resultante.a proposição resultante. 2) q: Hoje é domingo. p’: Não está chovendo. q’: Hoje não é domingo.3.( ‘ ) = “não” . Conjunção ( • ) = “e” Exemplo: p: Maria é estudante. será verdadeira somente se ambas as proposições forem verdadeiras. será falsa se p for verdadeira.Lógica Computacional – Profa. Negação ( ‘ ) = “não” Exemplos: 1) p: Está chovendo. Érika Andersen 5 de 17 .1. será verdadeira se p for falsa. p • q. ou seja. Operações Lógicas sobre Proposições 3.

4. será falsa somente se ambas as proposições forem falsas.( + ) = “ou” . Érika Andersen 6 de 17 ..então” . ou seja.. q: Danilo é estudante. Na tabela-verdade temos: p 0 0 1 1 q 0 1 0 1 p+q 0 1 1 1 3. será falsa somente se a primeira proposição for verdadeira e a segunda for falsa. p → q: Se Paulo é marceneiro então Danilo é estudante.. p → q.Lógica Computacional – Profa. p + q. Será verdadeira nos demais casos.então” Exemplo: p: Paulo é marceneiro. ou seja. Disjunção ( + ) = “ou” Exemplo: p: Daniela é carioca. q: Mário é paulista.. Quando duas proposições p e q são relacionadas pelo operador lógico do condicional . Na tabela-verdade temos: p 0 0 1 1 q 0 1 0 1 p →q 1 1 0 1 Uninove .a proposição resultante. p + q: Daniela é carioca ou Mário é paulista.( → ) = “se.a proposição resultante. Condicional ( → ) = “se. Será verdadeira nos demais casos.3.3. Quando duas proposições p e q são relacionadas pelo operador lógico da disjunção .

Se faz calor então está chovendo. Escreva na linguagem simbólica as seguintes proposições: a) b) c) d) e) f) g) Faz calor e não está chovendo. Uninove .5. p ↔ q.(↔ ) = “se e somente se” . será verdadeira somente se o valor lógico de ambas as proposições forem iguais. Quando duas proposições p e q são relacionadas pelo operador lógico do bicondicional .3. Na tabela-verdade temos: p 0 0 1 1 q 0 1 0 1 p↔q 1 0 0 1 Ordem dos operadores: 1) Negação ( ‘ ) Conjunção ( • ) e disjunção ( + ) Condicional ( → ) Bicondicional ( ↔ ) 2) 3) 4) Exercícios: 3) Sejam as proposições p: João joga basquete e q: Mário joga vôlei. Será falsa nos demais casos. Está chovendo se e somente se não faz calor. ou seja. Bicondicional ( ↔ ) = “se e somente se” Exemplo: p: Renato mora em São Paulo.Lógica Computacional – Profa. p ↔ q: Renato mora em São Paulo se e somente se Mariana mora em Campinas. Não está chovendo nem faz calor. Está chovendo. Escreva na linguagem usual as seguintes proposições: a) b) c) d) e) f) p•q p’ + q p’ • q’ p → q’ q ↔ p’ q →p 4) Dadas as proposições p: Faz calor e q: Está chovendo. Érika Andersen 7 de 17 . Não faz calor ou não está chovendo.a proposição resultante. Se não está chovendo então faz calor. mas faz calor. q: Mariana mora em Campinas.

como conjunção. 11) = 1110 Uninove . Exemplos: Construir a tabela-verdade das proposições abaixo: 1) p • q’ + p’ p 0 0 1 1 q 0 1 0 1 p' 1 1 0 0 q' 1 0 1 0 p • q’ 0 0 1 0 p • q’ + p’ 1 1 1 0 P(00.5) Sabendo que V(p) = 0 e V(q) = 1. Érika Andersen 8 de 17 . 01. 10. bicondicional ou negação: a) b) c) d) e) f) p + q →r p + (q • r’) p • q → r’ p + (q • r) ↔ p’ (p + q)’ (p → q’) • r 4. disjunção. determina-se a forma das proposições que ocorrem no problema. Construção da Tabela-verdade Para se construir a tabela-verdade de uma proposição composta dada. determine o valor lógico de cada uma das proposições abaixo: a) b) c) d) e) f) g) p’ • q p’ + q (p + q)’ p’ • q’ → p p → q • p’ p + q → q’ • p’ ↔ p p • (q’ → p) → p + q • (p’ ↔ q) 6) Se V(p) = V(q) = 1 e V(r) = V(s) = 0.Lógica Computacional – Profa. c) Aplicam-se as definições das operações lógicas que o problema exigir. determine o valor lógico de cada uma das proposições abaixo: a) b) c) d) e) f) g) h) i) j) p’ + r r + (p → s) p’ + (r • s)’ q ↔ p’ • s (p ↔ q) + (q → p’) (p ↔ q) • (r’ → s) p’ + (q • r → s’) (p’ + r) → (q → s) p’ + (q • s)’ → r ↔ s’ (q’ • (r’ + s)’ ↔ p) → r 7) Classifique as proposições compostas abaixo. Observa-se a precedência entre os conectivos. condicional. procede-se da seguinte maneira: a) b) Determina-se o número de linhas da tabela-verdade que se quer construir. isto é.

010. 01. 100. 001. 111) = 10110101 Uninove . 010.2) p → q + p’ p 0 0 1 1 q 0 1 0 1 p' 1 1 0 0 q + p’ 1 1 0 1 p → q + p’ 1 1 0 1 P(00. 011. 001. 111) = 01010100 5) (q → p) • r’ ↔ (p + q)’ p 0 0 0 0 1 1 1 1 q 0 0 1 1 0 0 1 1 r 0 1 0 1 0 1 0 1 r' 1 0 1 0 1 0 1 0 q →p 1 1 0 0 1 1 1 1 p+q 0 0 1 1 1 1 1 1 (p + q)’ 1 1 0 0 0 0 0 0 (q → p) • r’ 1 0 0 0 1 0 1 0 (q → p) • r’ ↔ (p + q)’ 1 0 1 1 0 1 0 1 P(000. 10. 100. 110. 11) = 1110 4) p + r’ → q’ • r p 0 0 0 0 1 1 1 1 q 0 0 1 1 0 0 1 1 r 0 1 0 1 0 1 0 1 q' 1 1 0 0 1 1 0 0 r' 1 0 1 0 1 0 1 0 q’ • r 0 1 0 0 0 1 0 0 p + r’ 1 0 1 0 1 1 1 1 p + r’ → q’ • r 0 1 0 1 0 1 0 0 P(000. 110.Lógica Computacional – Profa. 01. 11) = 1101 3) (p • q)’ + (q ↔ p)’ p 0 0 1 1 q 0 1 0 1 p•q 0 0 0 1 (p • q)’ 1 1 1 0 q↔p 1 0 0 1 (q ↔ p)’ 0 1 1 0 (p • q)’ + (q ↔ p)’ 1 1 1 0 P(00. 101. Érika Andersen 9 de 17 . 101. 10. 011.

quando o valor lógico da proposição for sempre a falsidade (0). Uninove . 011. é uma tautologia. 100. 01. é uma contingência. 110. 2) (p • q)’ ↔ p’ + q’ p 0 0 1 1 q 0 1 0 1 p' 1 1 0 0 q' 1 0 1 0 p•q 0 0 0 1 (p • q)’ 1 1 1 0 p’ + q’ 1 1 1 0 (p • q)’ ↔ p’ + q 1 1 1 1 P(00.6) (p + q’)’ • (r ↔ p → q) p 0 0 0 0 1 1 1 1 q 0 0 1 1 0 0 1 1 r 0 1 0 1 0 1 0 1 q' 1 1 0 0 1 1 0 0 p + q’ 1 1 0 0 1 1 1 1 (p + q’)’ 0 0 1 1 0 0 0 0 p →q 1 1 1 1 0 0 1 1 r ↔ p →q 0 1 0 1 1 0 0 1 (p + q’)’ • (r ↔ p → q) 0 0 0 1 0 0 0 0 P(000. 001. 11) = 1101 Logo. Contingência – quando ocorrem os dois valores lógicos 0 e 1 na tabela-verdade.Lógica Computacional – Profa. 10. 01. Tautologia. 111) = 00010000 5. 101. Exemplos: 1) p • q’ → p’ p 0 0 1 1 q 0 1 0 1 p' 1 1 0 0 q' 1 0 1 0 p • q’ 0 0 1 0 p • q’ → p’ 1 1 0 1 P(00. Érika Andersen 10 de 17 . Contradição e Contingência Definição: De acordo com a última coluna da tabela-verdade de uma proposição composta. quaisquer que sejam os valores lógicos das proposições componentes. 010. 10. Contradição . 11) = 1111 Logo. quaisquer que sejam os valores lógicos das proposições componentes. podemos classificá-la em:    Tautologia – quando o valor lógico da proposição for sempre a verdade (1).

Notação: ⇔ q (p é equivalente a q) p ⇔ q (p não é equivalente a q) p Observação: não confundir os símbolos → e dando origem a uma nova proposição. O mesmo vale para os símbolos ↔ e ⇒ indica apenas uma relação entre duas proposições. Relações de Implicação e Equivalência Definição: Dizemos que uma proposição p implica uma proposição q se toda vez que p for verdadeira. ⇒. é uma contradição. pois. enquanto → representa uma operação lógica entre proposições. 6.3) p + q’ ↔ p’ • q p 0 0 1 1 q 0 1 0 1 p' 1 1 0 0 q' 1 0 1 0 p' • q 0 1 0 0 p + q’ 1 0 1 1 p + q’ ↔ p’ • q 0 0 0 0 P(00. 01. ⇔. Exemplos: 1) Q: (p • q’)’ P: p ↔ q P p 0 0 1 1 P q 0 1 0 1 p↔q 1 0 0 1 q' 1 0 1 0 p • q’ 0 0 1 0 Q (p • q’)’ 1 1 0 1 ⇒ Q (P implica Q) Q ⇒ P (Q não implica P) P ⇔ Q (P não é equivalente a Q) Uninove . Érika Andersen 11 de 17 .Lógica Computacional – Profa. Notação: ⇒ q (p implica q) p ⇒ q (p não implica q) p Definição: Dizemos que uma proposição p é equivalente a uma proposição q se os seus valores lógicos forem sempre iguais. suas tabelas-verdade são iguais. Em outras palavras. não ocorre 10 (nessa ordem!). Em outras palavras. 11) = 0000 Logo. q também o for. em suas tabelas-verdade. 10.

2) Q: (p • q)’ P: q P p 0 0 1 1 P q 0 1 0 1 p•q 0 0 0 1 Q (p • q)’ 1 1 1 0 ⇒ Q (P não implica Q) Q ⇒ P (Q não implica P) P ⇔ Q (P não é equivalente a Q) 3) P: p ↔ q Q: (p → q) • (q → p) P p 0 0 1 1 P q 0 1 0 1 p↔q 1 0 0 1 p →q 1 1 0 1 q →p 1 0 1 1 Q (p → q) • (q → p) 1 0 0 1 ⇒ Q (P implica Q) Q ⇒ P (Q implica P) P ⇔ Q (P é equivalente a Q) Exercícios: 8) Construa a tabela-verdade das seguintes proposições: a) b) c) d) e) f) g) h) p • q →p + q p’ → (q → p) q ↔ q’ • p (p ↔ q’) → p’ • q p’ • r → q + r p → r ↔ q + r’ p → (p → r’) ↔ q + r (p ↔ q → r + q’) + (p’ ↔ q • r’ → p) 9) Determine quais das seguintes proposições são tautologias. contradições ou contingências: a) b) c) d) e) f) g) h) i) p → (p’ → q) p’ + q → (p → q) p → (q → (q → p)) ((p → q) ↔ q) → p p + q’ → (p → q’) p’ + q’ → (p → q) p → (p + q) +r p • q → (p ↔ q + r) (q → p) → (p → q) Uninove . Érika Andersen 12 de 17 .Lógica Computacional – Profa.

p De acordo com a definição. Exemplos: Testar a validade dos argumentos abaixo: 4) p → q. Q ⇒ P (Q implica P) e P ⇔ Q equivalente a Q): a) b) c) d) e) f) g) h) i) P: q → p’ P: p’ P: p ↔ q → q’ P: q P: p’ • r → q + r’ P: p → q • r P: p + r ↔ r • p’ → r’ P: (p → q) + (p → r) P: q’ ↔ r • p → r’ Q: q’ + p Q: p • q Q: p’ → q’ • p ↔ q + p Q: p ↔ q’ → p’ • (q + p) Q: p → r ↔ q + r’ Q: (p → q) • (p → r) Q: (p ↔ q + r) • q’ → r Q: p → q + r Q: (p + r’)’ → (p + (q’ ↔ r)) (P 7.10) Dadas as proposições P e Q abaixo. pn forem verdadeiras a conclusão pn+1 também é verdadeira e tal que a conjunção das n primeiras implica a última. p’.. ou seja. p1 • p2 • p3 • . ou seja. Argumento Válido Definição: Dizemos que um argumento. Se valer a implicação.. Uninove . pn+1.. • pn’ e ‘pn+1’ para verificar se p1 • p2 • p3 • . Érika Andersen 13 de 17 .. verifique se P ⇒ Q (P implica Q). pn.. • pn ⇒p n+1 .... p3... Sendo assim.. devemos verificar se: (p + q) • p’ p 0 0 1 1 q 0 1 0 1 p’ 1 1 0 0 p+q 0 1 1 1 (p + q) • p’ 0 1 0 0 Como (p + q) • p’ ⇒ q. Caso contrário. • pn. Comparam-se as colunas ‘p1 • p2 • p3 • . p2. • pn implica pn+1. • pn ⇒p n+1 . o argumento é falho.. então o argumento é válido. p3. devemos verificar se: (p → q) • q p 0 0 1 1 q 0 1 0 1 p →q 1 1 0 1 (p → q) • q 0 1 0 1 ⇒ p. se p1 • p2 • p3 • . p2..... q. então o argumento é falho. é válido se sempre que as premissas p1. q De acordo com a definição.. Como (p → q) • q ⇒ p. ⇒ q.. 5) p + q. para testar a validade de um argumento procede-se da seguinte maneira: d) e) f) Constrói-se a tabela-verdade de p1 • p2 • p3 • . composto pela seqüência de proposições p1. então o argumento é válido.Lógica Computacional – Profa. Constrói-se a tabela-verdade de pn+1.

q + r De acordo com a definição. p’. Portas Lógicas Definição: São as bases dos circuitos lógicos e têm por finalidade realizar determinada função. devemos verificar se: (p + q • r) • (p → q) p 0 0 0 0 1 1 1 1 q 0 0 1 1 0 0 1 1 r 0 1 0 1 0 1 0 1 q’ 1 1 0 0 1 1 0 0 q•r 0 0 0 1 0 0 0 1 p+q•r 0 0 0 1 1 1 1 1 p →q 1 1 1 1 0 0 1 1 ⇒ q’ + p. Porta lógica E ( • ): x=a•b a b x Porta lógica OU ( + ): Porta lógica NÃO ( ' ) x=a+b a b x = a' + b' a b x x Uninove . então o argumento é válido. p → q. ⇒ q + r.Lógica Computacional – Profa. q’ + p De acordo com a definição. Érika Andersen 14 de 17 . devemos verificar se: (p ↔ q) • p’ • (q’ • r + p’) p 0 0 0 0 1 1 1 1 q 0 0 1 1 0 0 1 1 r 0 1 0 1 0 1 0 1 p' 1 1 1 1 0 0 0 0 q' 1 1 0 0 1 1 0 0 p↔q 1 1 0 0 0 0 1 1 q’ • r 0 1 0 0 0 1 0 0 q’ • r + p 0 1 0 0 1 1 1 1 (p ↔ q) • p’ 1 1 0 0 0 0 0 0 (p ↔ q) • p’ • (q’ • r + p’) Como (p ↔ q) • p’ • (q’ • r + p’) ⇒ q + r. q’ • r + p. então o argumento é falho. q+r 0 1 1 1 0 1 1 1 0 1 0 0 0 0 0 0 7) p ↔ q. Cada porta pode ter várias linhas de entrada. q’ + p 1 1 0 0 1 1 1 1 0 0 0 1 0 0 1 1 (p + q • r) • (p → q) Como (p + q • r) • (p → q) ⇒ q’ + p.6) p + q • r. mas somente uma linha de saída. 8.

Érika Andersen 15 de 17 .Lógica Computacional – Profa.Exemplos: 1) Dar as funções correspondentes aos circuitos lógicos abaixo: a) a b x a b) c a b c y y = a • b' • c x = (a' + b) • (a + c) c) a b z a c z = (a • b') + (a' • c) d) a b w b c d w = (a + b) • (b • c • d') e) b c a a b b c a c s s = (a' + (b • c))' • ((a • b') + (b • c)' + (a • c)) Uninove .

Lógica Computacional – Profa. Érika Andersen 16 de 17 .2) Dar os circuitos lógicos correspondentes às funções abaixo: a) x = a + b' + c a b c x b) y = (a • b) + c' a b c y z = (a + b) • (b + c) a b x b c c) v = (a + b' + c' + d) • c' • (e + f) a b c d c e f v d) u = ((a + b) • c) + ((a • b) + (a • c)) + (a • (b + d)) a b c a b u a c a b d Uninove .

Érika Andersen 17 de 17 . q’ ↔ q’ • p’. q. s’ • t’. (p’ + q)’. p → q • r’.Exercícios: 11) Teste a validade dos argumentos abaixo: a) b) c) d) e) f) g) h) p → q. t → r. t ↔ s q • p’. (p’ → q)’. p + q’. p + q. p + q (p • q’) + (q • r’). q • r’ r + t. p ↔ q’ r’ → p’. (p • q)’. p’ p → q’. q’ q’ • p’. p ↔ q p → q’. r ↔ q → p’ 12) Dar os circuitos lógicos correspondentes às funções abaixo: a) b) c) d) e) x = (a • b) + (b' + (c • d)) y = ((a + b') • (c + d) • b) + (a + b + c)' + ((a' • b) + (b • c)) z = ab + ac + bc x = abc + (ac + bd)' + ac'd y = (((a + b') • c) + (d • e))' • (a' + (b • c) + d' + (a • b • c)) Uninove . q → p. p + r.Lógica Computacional – Profa.