P. 1
Uso da Hibridação no Melhoramento de Plantas Autógamas-GAG 106[1]

Uso da Hibridação no Melhoramento de Plantas Autógamas-GAG 106[1]

|Views: 1.281|Likes:
Publicado porMatheus G Bavaresco

More info:

Published by: Matheus G Bavaresco on Apr 06, 2012
Direitos Autorais:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

08/22/2013

pdf

text

original

Uso da Hibridação no Melhoramento de Plantas Autógamas

Métodos de Melhoramento de Plantas-GAG 106

Professor: Adriano Bruzi

Entender a importância do método da hibridação; • Estudar métodos para a escolha dos genitores ou populações segregantes; • Estudar as estratégias para obtenção das populações segregantes; • Estudar os métodos de condução das populações segregantes aplicados à plantas autógamas;

Objetivos

Método de melhoramento mas empregado nas culturas autógamas; • Permite associar, em um único indivíduo, características que se encontram em indivíduos separados; • É o método de melhoramento capaz de ampliar a variabilidade, possibilitando assim que se realize a seleção;

Hibridação

Hibridação: Exemplo Exemplo: Transferência da resistência do Roundup Ready em linhagens de Soja. P1 RR X P2 rr F1 Rr Qual o número de linhagens na geração F∞? Qual o número de genótipos na geração F2? .

Hibridação: Exemplo P1 AABBCCDDeeffgg X P2 aabbccddEEFFGG F1 AaBbCcDdEeFfGg Qual o número de linhagens na geração F∞? Qual o número de genótipos na geração F2? .

• Hibridação . • O número de populações possíveis a serem obtidas é infinito. tem-se a possibilidade de se obter 4950 populações segregantes.No melhoramento de qualquer espécie há inúmeras combinações possíveis de cruzamentos entre genitores. se realizarmos cruzamentos biparentais. • Exemplo 100 linhagens em um banco de germoplasma.

• Hibridação .Para se realizar o melhoramento utilizando o método da hibridação a primeira etapa consiste na escolha dos genitores a serem utilizados como parentais ou na escolha das populações segregantes que serão avançadas no processo de seleção.

a escolha dos genitores é facilitada. é mais difícil. • Se o caráter é quantitativo. melhorista deve utilizar de ferramentas para escolha dos genitores. • .Métodos para Escolha de Genitores: Depende do caráter Se o caráter a ser melhorado é qualitativo.

• Pequena influência do ambiente na manifestação fenotípica do caráter. • Forma classes distintas.Caráter Qualitativo? Normalmente controlado por um ou poucos genes. • . • Normalmente apresentam estimativas de herdabilidade de maior magnitude.

• Normalmente apresentam estimativas de herdabilidade de pequena magnitude. Apresenta distribuição contínua. • • . Grande influência do ambiente na manifestação fenotípica do caráter. • Não Forma classes distintas.Caráter Quantitativo? Normalmente controlado vários genes.

Métodos para a escolha de genitores foram classificados por Baenziger & Peterson (1991) • Métodos que contemplam apenas a informação do parental. • Escolha do germoplasma elite para geração de variabilidade . • Métodos que utilizam desempenho da progênie.

Métodos que contemplam apenas a informação do parental. rápido. é o mais utilizado. • Utilização da performance média. • Vantagem: método fácil. • Desvantagem: não se antevê a variabilidade. • Escolha do germoplasma elite para geração de variabilidade .

informações de genealogia. • Utilizar marcadores moleculares para obter estudos de informação da divergência genética. visando ampliar a variabilidade. • Escolha do germoplasma elite para geração de variabilidade . parentesco entre as cultivares.Como melhorar a eficiência do método que utiliza apenas a performance média? • Pode-se associar a performance média.

• O método mais utilizado é o cruzamento dialélico. possibilidade de antever a variabilidade genética. • Vantagem: avaliação da população híbrida. • Escolha do germoplasma elite para geração de variabilidade .Métodos que consideram a performance da progênie. • Desvantagem: não é viável para grande número de linhagens.

Dialelo Completo ou Balanceados Consiste no cruzamento de n genitores dois a dois. • Populações 1 2 3 4 1 11 21 R 31 R 41 R 2 12 22 32 R 42 R 3 13 23 33 43 R 4 14 24 34 44 .

• cruzamento de n x m Grupo 1 e 2 1 2 3 4 5 15 25 35 45 6 16 26 36 46 7 17 27 37 47 8 18 28 38 48 .Dialelo Parcial Consiste no genitores.

• .Dialelo Parcial Consiste no cruzamento de n x m genitores. • O número de híbridos corresponde a i x j. • Tem como vantagem a possibilidade de incluir maior número de genitores.

20 .... • Genitores 1 2 3 .. normalmente utilizado quando se dispõe de um grande número de genitores.Dialelo Circulante Cada genitor participa de “s” cruzamentos. 20 201 202 203 1 2 12 3 13 4 14 5 6 26 7 27 8 28 9 .

• ns 2 . Para se obter todas as combinações necessárias o s tem que ser par se n for um número impar e s deve ser impar se n for par.Dialelo Circulante • Número total de cruzamentos.

Interpretação dos Resultados Análise de Dialélica A análise dialélica permite estimar a Capacidade de combinação (CC). • GRIFFING (1956) desenvolveu o modelo que subdivide a CC em: • i) capacidade geral de combinação (CGC) que é utilizada para designar a performance média de um genitor qualquer em combinações híbridas. • .

1956 ii) capacidade específica de combinação (CEC) é usada para designar aqueles casos nos quais certas combinações se mostram relativamente melhores ou piores do que poderia ser esperado com base na performance média dos dois genitores do referido híbrido. são os efeitos não explicados pela capacidade geral.Interpretação dos Resultados Análise de Griffing. • .

6 24.4 3 20.8 Yi.8 22.. .6 4 23. 1956 Genitores 1 2 1 15.2 26.4 22.2 20.2 2 18.5 22.4 26.8 24.5 21.4 24.2 27. 78 86 Y i.6 94 102 23.5 Y .Interpretação dos Resultados Análise Dialélica.6 18.3 3 4 20.8 23.5 25. 19.

1956 • Considerando o modelo sem o erro. tem-se: Yij • m gi gj sij Assim. Yij m g1 g2 s12 . para o híbrido 1x2.Interpretação dos Resultados Análise de Griffing.

5 22.5 23.5 1 1 3 Para os demais: .5 22. Y . 19. Y . 3 21..Interpretação dos Resultados Análise Dialélica • A CGC para o genitor 1 (g1) é obtida por: ˆ g1 • Y 1..5 ˆ g2 ˆ g3 ˆ g4 Y 2. Y 4...5 25. Y . Y 3.5 22.5 22. Y .

. • CEC sij Y ij gi g j Y .Interpretação dos Resultados Análise Dialélica Capacidade específica de combinação (CEC) representa quanto do comportamento do híbrido não pode ser explicado apenas pela CGC dos genitores..

Interpretação dos Resultados Análise Dialélica

Para s12 teríamos:

s12
s13

Y 12
0,3

g1
s11

g 2 Y ..
0,9

18,3.
s14 0,9

3

1

22,5

0,3

Interpretação dos Resultados Análise Dialélica
Estimativas da capacidade geral de combinação (gi) dos genitores do grupo 1 e 2 para o índice Z na média das duas gerações. (Adaptado de MENDES, 2009) Genitores grupo 1 gi Genitores grupo 2 gi CVIII-85-11 1,38** RP-26 0,00 MAII-16 -1,08** RP-133 0,18 VC-3 -0,64** RP-166 -0,02 MAII-22 0,13 BRS Supremo 0,02 MAII-2 0,15 BRS Valente -0,45 BRSMG Majestoso -0,19 Meia-Noite 0,57

Interpretação dos Resultados Análise Dialélica
Quanto maior a capacidade geral de combinação maior a freqüência de alelos favoráveis, logo, deve-se priorizar a escolha de linhagens com maior gi;

.Como normalmente não são escolhidos apenas dois genitores vem o questionamento. P8). Numa situação como essa há várias opções na obtenção da população segregante.. • Como obter a População Segregante ? ... como realizar as hibridações? • Vamos imaginar que sejam escolhidos oito genitores (P1. P2.

• quatro híbridos simples: (P1 x P2). (P3 x P4). são possíveis. entre outras combinações. (P5 x P6) e (P7 x P8). • dois híbridos duplos [(P1 x P2) x (P3 x P4)] e [(P5 x P6) x (P7 x P8)]. • . • hibrido múltiplo {[(P1 x P2) x (P3 x P4)] x [(P5 x P6) x (P7 x P8)]}. considerando que cada genitor seja utilizado apenas uma vez.Obtenção da População Segregante Com oito pais.

P5 x P6. P3 x P4. (P5 x P6)(P7 x P8) – Híbridos duplos.Obtenção da População Segregante Com oito genitores. por exemplo. P7 x P8 – Obtenção de híbridos simples. ou seja: Primeiro ciclo: P1 x P2. Segundo ciclo: (P1 x P2)(P3 x P4). • . são necessários três ciclos de cruzamento. Terceiro ciclo: (P1 x P2 x P3 x P4)(P5 x P6 x P7 x P8) – Híbrido múltiplo.

nesse caso. isto é. é a dificuldade de encontrar dois genitores que se complementam totalmente. A restrição. • . que possuam fenótipos desejáveis para todos os caracteres sob seleção.Obtenção da População Segregante Quando estão envolvidos apenas dois genitores. a população resultante apresentará 50% dos alelos de cada um deles.

P7 x P8 – Obtenção de híbridos simples. Segundo ciclo: (P1 x P2)(P3 x P4). P5 x P6. Terceiro ciclo: (P1 x P2 x P3 x P4)(P5 x P6 x P7 x P8) – Híbrido múltiplo. (P5 x P6)(P7 x P8) – Híbridos duplos.Obtenção da População Segregante Com oito genitores. P3 x P4. por exemplo. são necessários três ciclos de cruzamento. • . ou seja: Primeiro ciclo: P1 x P2.

teoricamente. • . comparado com o biparental. • A vantagem potencial de um cruzamento múltiplo. fornece a oportunidade para combinar alelos favoráveis que se encontram presente nos diferentes genitores.Obtenção da População Segregante A população obtida por cruzamento múltiplo. é que o número de possíveis alelos na população para cada loco aumenta com o número de genitores utilizados. maior variabilidade.

é a pequena probabilidade em obter um genótipo com todos os alelos desejáveis. • Outra limitação dos cruzamentos múltiplos que envolve a segregação de vários locos. • . quanto maior o número de genitores envolvidos maior deve ser o tamanho da população F1 para se manter os alelos favoráveis de todos os genitores.Obtenção da População Segregante Contudo.

pode-se inferir que: os adeptos dos cruzamentos múltiplos consideram como vantagem dos HM a chance de associar fenótipos favoráveis de vários caracteres ao mesmo tempo.Em síntese. • Obtenção da População Segregante: Comparações .

• Obtenção da População Segregante: Comparações . tais como: demandar mais tempo para promover intercruzamentos e a necessidade de se realizar um maior número de hibridações com o avanço dos ciclos de intercruzamentos. como já foi visto.Obtenção de cruzamentos múltiplos tem também algumas restrições de caráter prático. para se ter chance de manter a maioria dos alelos favoráveis.

Se o melhorista tem objetivos bem definidos. • É possível identificar algum cruzamento biparental entre genitores bem escolhidos para se ter maior sucesso com a seleção. • Obtenção da População Segregante: Comparações . concentrados em poucos caracteres. é questionável se é vantajoso o emprego do HM.

e os que separam essas duas fases. • Métodos de Condução da População Segregante .Os métodos de condução das populações segregantes são classificados em duas categorias: aqueles que não separam as fases de endogamia e seleção.

principalmente. os métodos massal e o genealógico. • Métodos de Condução da População Segregante . quando já existe variabilidade. • Nesta categoria estão incluídos.Métodos que não separam as fases de endogamia e seleção. inicia-se a seleção que continua no decorrer das sucessivas gerações de endogamia. nos quais a partir da geração F2.

• Esse método é relativamente pouco usado. • Utiliza basicamente a habilidade dos melhoristas em.Massal • É efetuada a seleção fenotípica de indivíduos superiores a partir da geração F2. • Métodos que não separam as fases de endogamia e seleção. identificar os indivíduos genotipicamente superiores. visualmente. • .

tais como. ciclo e resistência a alguns patógenos. onde há uma boa correspondência entre o fenótipo e o genótipo. • Métodos que não separam as fases de endogamia e seleção. . • Será apropriado para caracteres.Massal • Assim é fácil entender que ele só será eficiente para caracteres de alta herdabilidade. cor de grãos.

. • Métodos que não separam as fases de endogamia e seleção. • Quanto menor a herdabilidade deve-se selecionar mais indivíduos. • Isto é.0. deve aplicar alta intensidade de seleção se a h2 for próxima de 1.Massal • Para melhorar a eficiência o melhorista pode ajustar a intensidade de seleção à herdabilidade (h2) do caráter. .

Massal .

Massal .

Massal .

Genealógico • O método genealógico foi desenvolvido na Swedish Seed Association em Svalof. ao que tudo indica por Hjalmar Nilsson. • Métodos que não separam as fases de endogamia e seleção. no final do século XIX (Jensen. . Suécia. 1988). • Provavelmente é o método que foi mais utilizado no melhoramento de plantas autógamas em todo o mundo.

• Amplamente empregado no melhoramento de plantas alógamas.. como o milho.. 2005).Genealógico • Há relatos de seu emprego em várias espécies no Brasil. tais como.. quando da obtenção de linhagens. 2005). 2005). feijão (Vieira et al. 2005). soja (Sedyama et al. • Métodos que não separam as fases de endogamia e seleção. . e café arábica (Sakiyama et al. arroz (Castro et al..

Genealógico • As plantas da geração F2 ou S0 são selecionadas visualmente e colhidas separadamente. • As sementes destas plantas são semeadas em linhas. progênies F2:3. • Métodos que não separam as fases de endogamia e seleção. • Das melhores progênies F2:3 são selecionados os melhores indivíduos. .

Genealógico • O processo se repete até F4:5 ou F5:6. • As sementes de cada progênie são então colhidas para serem avaliadas nos experimentos regionais de avaliação. • Métodos que não separam as fases de endogamia e seleção. • Posteriormente as melhores irão participar dos experimentos de (VCU). quando a variação dentro das progênies for pequena. .

• Métodos que não separam as fases de endogamia e seleção . • Borém (2001) cita que: “permite o controle do grau de parentesco entre as seleções. permite o descarte de indivíduos inferiores em gerações precoces. permite a utilização de dados obtidos para estudos genéticos e.Genealógico. Vantagens. possibilita o treinamento de melhoristas”.

Genealógico. • A genealogia possibilita ao melhorista. voltar nas progênies em gerações mais precoces que deram origem a elas e efetuar nova seleção. Contestação. deve ser questionado. uma vez identificada as melhores progênies/linhagens. contudo. • Métodos que não separam as fases de endogamia e seleção. . • Esse argumento.

por si só. não é indicação que se possa novamente selecionar. • O fato de uma progênie ter fornecido um bom indivíduo.Genealógico. . na mesma progênie segregante. que dará uma linhagem superior. uma linhagem igual ou superior. • Métodos que não separam as fases de endogamia e seleção. Contestação.

Contudo. do mesmo autor.Bulk ou da População. pelo melhorista sueco Nilsson Ehle. foi o trabalho clássico. • Métodos que separam as fases de endogamia e seleção . • Foi proposto em 1908. publicado em 1929. que apresentou de forma clara e definitiva o método (Jensen 1988).

e então.Bulk ou da População. • Métodos que separam as fases de endogamia e seleção . quando a maioria dos locos já está em homozigose. uma amostra de sementes é retirada para a obtenção da população na geração F3 • Este processo é repetido normalmente até a geração F5 ou F6. em que as plantas são colhidas em conjunto. • Inicia-se a partir da geração F2.

• O procedimento de avaliação das progênies é repetido até se identificar linhagens. para participarem dos experimentos de (VCU). • Métodos que separam as fases de endogamia e seleção . • Nessa geração ocorre o que se denomina “abertura do bulk”.Bulk ou da População. a seleção de plantas individuais que darão origem às progênies F5:6 ou F6:7.

Bulk ou da População .

Bulk ou da População .

Bulk ou da População .

deixam mais descendentes. fácil. • Método simples. não requer anotação da genealogia. • Métodos que separam as fases de endogamia e seleção .Bulk ou da População. Vantagens. • há efeito da seleção natural. indivíduos mais adaptados.

Desvantagens. • Inadequação para espécies cujo produto comercial não são as sementes.Bulk ou da População. • E problemas relativos à amostragem. • A impossibilidade do uso de casas de vegetação na condução de mais de uma geração por ano. • Métodos que separam as fases de endogamia e seleção .

• Desse modo. Single Seed Descent. Goulden propôs em 1939 o método do SSD. • Para isto é considerada a taxa de multiplicação de cada planta como sendo 1. sem necessidade de ocupar grandes áreas. na F o número de progênies ou linhas puras seria igual ao número de plantas F2. • Métodos que separam as fases de endogamia e seleção .SSD. • Para melhorar a amostragem da população F2.

SSD. como em casa de vegetação. • O avanço da população segregante pode ser realizada sob condições artificiais. • Métodos que separam as fases de endogamia e seleção . • Esse método é particularmente vital para a região de clima temperado em que as condições de inverno impossibilitam o cultivo do campo durante todo o ano. Single Seed Descent.

SSD .

SSD .

Vantagens. • Máxima variância genética entre linhagens na população final. • Atinge rapidamente o nível desejado de homozigose. • Pode ser conduzido fora da região de adaptação. • Métodos que separam as fases de endogamia e seleção . e pequena demanda de área e mãode-obra. não exige anotações – registro de genealogia.SSD. • É de fácil condução. Single Seed Descent.

• Pode ocorrer perdas durante as gerações de seleção e avanço das gerações. Single Seed Descent.SSD. • Se a perda for de 20% essa redução na população original chega a 60%. em função das gerações de autofecundação. Desvantagens. • Métodos que separam as fases de endogamia e seleção . a redução no tamanho da população original será de 35% após quatro gerações. reduzindo assim o tamanho populacional. • Se tem-se perda de 10% das plantas em cada geração.

• Para evitar perdas. os autores propuseram tomar uma vagem por planta e semeadura em covas. • Quando é esse o procedimento. • Métodos que separam as fases de endogamia e seleção . Single Pod Descent.SPD. ao invés de avançar uma semente por planta. o método passa a ser denominado de uma vagem por planta – “Single Pod Descent”.

• Porém. a única diferença que se perfaz na utilização de uma vagem por planta ao invés de uma semente. • A estratégia de condução é a mesma do SSD. que é o cultivo em casa de vegetação. fica mais complicado. • Métodos que separam as fases de endogamia e seleção . uma das vantagens do método para as condições temperadas.SPD. Single Pod Descent.

• Como originalmente sugerido. a seleção intensiva só seria realizada após algumas gerações de endogamia. • Métodos que separam as fases de endogamia e seleção .Bulk dentro de famílias F2 ou F3 • O bulk dentro de progênies foi proposto por Frey (1954).

• Métodos que separam as fases de endogamia e seleção . • Essas progênies são então semeadas em linha. Na colheita a linha é colhida e todas as sementes misturadas originando as progênies F2:4 ou F3:4. originando uma progênie F2:3 ou F3:4.Bulk dentro de famílias F2 ou F3 • Na geração F2 ou F3 as plantas são colhidas individualmente.

para participar dos experimentos de avaliação de linhagens como nos demais métodos. de cada progênie. • Métodos que separam as fases de endogamia e seleção .Bulk dentro de famílias F2 ou F3 • O processo se repete por quatro a cinco gerações de endogamia. • Pode-se promover uma seleção dentro das progênies obtendo-se uma ou mais linhas puras. VCU. • Ou então utilizar a mistura das linhas puras.

se bem utilizado é eficiente. Em princípio. tais como a herdabilidade do caráter sob seleção.A resposta a esse questionamento depende de algumas variáveis. os recursos disponíveis no programa de melhoramento e a própria habilidade dos melhoristas. todo método. • Qual método de condução das populações segregantes é mais eficiente? .

You're Reading a Free Preview

Descarregar
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->