CAPA DO STILO INJEÇÃO ELETRONICA DIREÇÃO ELÉTRICA RECE CAN

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INDICE INJEÇÃO ELETRÔNICA
1 – INJEÇÃO ELETRÔNICA 1.1 Apresentação do sistema ------------------------------------------------------04 1.2 ECU ------------------------------------------------------------------------------05 1.3 Rele principal -------------------------------------------------------------------06 1.4 Rele da bomba ------------------------------------------------------------------07 1.5 Reles do ventilador do radiador ----------------------------------------------08 1.6 Sensor de rotação ---------------------------------------------------------------09 1.7 Sensor de fase -------------------------------------------------------------------10 1.8 Sensor MAF ---------------------------------------------------------------------11 1.9 Sensor de temperatura da água -----------------------------------------------12 1.10 Corpo de borboleta motorizado ---------------------------------------------13 1.11 Acelerador eletrônico --------------------------------------------------------15 1.12 Sensor de detonação ----------------------------------------------------------17 1.13 Sonda lambda -----------------------------------------------------------------18 1.14 Válvula do canister -----------------------------------------------------------19 1.15 Bobina --------------------------------------------------------------------------20 1.16 Injetores ------------------------------------------------------------------------21 1.17 Bomba de combustível -------------------------------------------------------22 1.18 Interruptor inercial ------------------------------------------------------------23 1.19 Interruptor de pressão de óleo -----------------------------------------------23 1.20 Interruptor de freio -----------------------------------------------------------24 1.21 Interruptor de embreagem ---------------------------------------------------25 1.22 Válvula EGR ------------------------------------------------------------------26 1.23 Válvula de controle do coletor variável ----------------------------------27 1.24 Válvula de controle do variador de fase ----------------------------------28 1.25 Piloto automático -------------------------------------------------------------29 1.26 Esquema elétrico -------------------------------------------------------------30

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INDICE DIREÇÃO ELÉTRICA
2 - DIREÇÃO ELÉTRICA: 2.1 – Apresentação ------------------------------------------------------------------33 2.2 – Funcionamento ---------------------------------------------------------------34 2.3 – ECU ----------------------------------------------------------------------------37 2.4 – Motor elétrico com cremalheira ligado à coluna de direção ------------38 2.5 – Sensor óptico de torque ------------------------------------------------------39 2.6 – Interruptor para escolha da forma de direção (NORMAL/CITY) -----40 2.7 – Sinal do sensor de velocidade ----------------------------------------------40 2.8 – Sinal do alternador -----------------------------------------------------------40 2.9 – Sinal para acender a luz de avaria da direção no NQS ------------------41 2.10 – Sinal para acender a luz de aviso do modo city no NQS --------------41 2.11 – Esquema elétrico ------------------------------------------------------------42

INDICE REDE CAN
3 – REDE CAN: 3.1 – Apresentação ------------------------------------------------------------------43 3.2 – Funcionamento ---------------------------------------------------------------44 3.3 – SISTEMA FLORENCE /VENICE----------------------------------------43 3.4 – Programação de chave com imobilizador--------------------- ------------45 3.5 – Painel de instrumentos ------------------------------------------------------46 3.6 – esquema elétrico -------------------------------------------------------------47

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1.1

O objetivo desta apostila é dar ferramentas de conhecimento necessária para a execução de reparos na injeção eletrônica, direção elétrica, rede can do veículo STILO da FIAT e em anexo revisão de injeção eletrônica. A Fiat inova mais uma vez lançando este veículo que representa um marco em matéria de tecnologia. No controle do motor a FIAT usou a injeção de combustível seqüencial fasado, e que é projetada por dois fabricantes de injeção e ignição eletrônica: O sistema BOSCH motronic ME 3.1 que equipa o stilo 2.4 20V. O sistema DELPHI HSFI2.3 que equipa o stilo 1.8 8V e 1.8 16V. Nos dois sistemas é utilizados a tecnologia de acelerador eletrônico e corpo de borboleta motorizado. A injeção eletrônica passou a fazer parte da rede C-CAN (rede can de alta velocidade). Desta forma, muitos componentes ou informações são compartilhados em rede com outras centrais. O sistema utiliza uma eletroválvula de controle de coletor variável, que dependendo do funcionamento do motor, aumenta ou diminui o percurso do ar dentro do coletor. No motor 2.4 16V, foi introduzido a eletroválvula de comando do variador de fase, e que por sua vez tem a finalidade de aumentar ou diminuir o tempo de abertura das válvulas de admissão e escape. Para os motores 1.8 16V e 2.4 16V, passou a ser usada uma bobina por cilindro, melhorando sensivelmente a performance do veículo assim como a diminuição da emissão de gases poluentes. A central eletrônica da DELPHI usada no STILO é micro-híbrida e utiliza memória flash-eeprom que permite a sua programação através da tomada de diagnose do veículo. Os erros gravados na memória RAM são transferidos para a memória EEPROM após 6 segundo a bateria ter sido desligada. Desta forma a erros gravados não serão perdidos.

1.2 –

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Segue abaixo a descrição dos pinos do módulo. K19 (positivo direto da bateria.2 – LOCALIZAÇÃO: Está localizada no cofre do motor. dificultando o encaixe na posição errada. NEGATIVOS : Pinos : M42 (negativo).2. passando pelo fusível F17). passando pelo fusível F17). K52 (positivo pós-ignição). O negativo também é feito na carcaça do módulo. 1. M48 (positivo pós rele principal. M47 (positivo pós rele principal. passando pelo fusível F18). passando pelo fusível F17). passando pelo fusível F18). Estes dois conectores têm guias diferentes. 1.1 – ALIMENTAÇÃO DO MÓDULO: POSITIVOS: Pinos: K02 (positivo direto da bateria. M64 (positivo pós rele principal.5 A ECU independente de ser Bosch ou Delphi possui dois conectores de 64 pinos. FIGURA DA UNIDADE DE COMANDO DA INJEÇÃO ELETRÔNICA MECATRÔNICA CURSOS --------------------------------ALESSANDRO ROGÉRIO TREVISAN .2.

O rele da bomba de combustível. as bobinas de ignição.6 1.8 16V e 2.3 - : Sua função é alimentar com 12V as válvulas Injetoras.4 20V).4 20V. Nos motores 1. Esquema elétrico do rele principal: ESPAÇO RESERVADO PARA OBSERVAÇÕES: Na central de reles do cofre do motor. alimenta também a válvula EGR e a válvula de comando do coletor variável. E a válvula de comando do variador de fase (esta última apenas no 2. a central de comando da injeção. a válvula Do canister. T09 MECATRÔNICA CURSOS --------------------------------ALESSANDRO ROGÉRIO TREVISAN .

corta o negativo da bomba. Esta bomba de combustível tem um dispositivo de segurança chamado ‘’interruptor inercial’’ que em caso de colisão.7 1. Esquema elétrico do rele da bomba: ESPAÇO RESERVADO PARA OBSERVAÇÕES: Na central de reles do cofre do motor.4 : Sua função é mandar combustível para os Injetores com a vazão necessária. T10 MECATRÔNICA CURSOS --------------------------------ALESSANDRO ROGÉRIO TREVISAN . evitando um possível incêndio do veículo.

5 : Formado por dois reles. com uma central PWM fixada junto ao ventilador do radiador.Neste caso os reles da primeira e segunda velocidade. são incorporados a central PWM. MECATRÔNICA CURSOS --------------------------------ALESSANDRO ROGÉRIO TREVISAN . o rele da primeira e segunda velocidade. vai fixada ao lado do ventilador do radiador.8 1. Esquema elétrico do ventilador do radiador: Na central de reles do cofre do motor. tem a função de acionar o ventilador do radiador. T06 e T07. O sistema pode vir em substituição aos reles acima. Quando tem central PWM.

6 Sua função é informar a posição de PMS(posição angular) do motor e a rotação do motor. Ao dar partida. assim como acionar a bomba de combustível . 3° TESTE: Verifique possíveis mau contatos e faça uma analise quanto ao estado da polia fônica. para que a centralina possa executar a ordem de ignição. o motor não funcionará. . No bloco do motor. gerado pela movimento da polia fônica(disco com 58 dentes). Acelerando o veículo esta tensão aumenta. não necessita de alimentação pois é um gerador de voltagem AC a partir de campo magnético. Se o sensor apresentar falha ou se o circuito estiver aberto.0 e 6. o corte de giro caso a rotação ultrapasse limite de segurança. ou seja. ►Corte ou falha do motor em determinadas rotações.9 1. Esta onda possui polaridade positiva e negativa e é gerada pelos dentes do disco.0 volts alternado (ACV). Em marcha lenta o sensor envia uma tensão entre 1. ► Veículo não pega. E um sensor do tipo indutivo. 2° TESTE: Posicione o multímetro para voltagem alternada baixa e ligue nos pinos 1e 2 do sensor. os injetores. 1° TESTE: Verifique a resistência entre os pinos 1 e 2 do sensor. O valor deve estar entre 550Ω e 650Ω. MECATRÔNICA CURSOS --------------------------------ALESSANDRO ROGÉRIO TREVISAN ►Marcha lenta irregular. ► Difícil de funcionar. Pode-se medir este sinal nos terminais 1 e 2 do sensor com o auxilio de um voltímetro. Este sinal é utilizado pelo tacômetro do veículo e também pelo módulo de controle da transmissão automática. A onda alternada é utilizada pelo módulo de controle como um gerador de pulso para determinar a rotação do árvore de manivelas. deve gerar mais de 1VAC.

Na marcha lenta . e quando o dente passar na frente do sensor o nível de tensão cai a 0V. Enquanto o referido dente da polia não passa na frente do sensor. contribuindo com isso para um melhor desempenho do motor e uma menor emissão de gases poluentes. . o nível de tensão de saída no pino 2 (dois) do sensor é 5 V. 2° TESTE: Ligue uma ponta do multímetro no 2 do sensor e a outra ponta na massa. no entanto o injetores continuam sendo abertos um de cada vez. 1° TESTE: Meça a alimentação nos pinos 1 e 3 do conector. ► Consumo de combustível. não é utilizado sensor de fase. Para que o sensor possa chavear entre 0Volts e 5Volts é preciso que nos pinos 1 e 3 tenha 5Volts após a chave de ignição ligada. por meio de um software instalado no interior da unidade de comando da injeção eletrônica. fazendo com que a injeção seja seqüencial.10 1.Isso porque as válvulas injetoras irão se abrir uma de cada vez. o módulo de controle da injeção sabe através do sensor de fase qual o cilindro que deve receber o combustível. Através de uma engrenagem de apenas um dente ligada na árvore de comando. A traz do polia do comando de válvulas.7 sua função é informar ao módulo de controle qual deve ser a válvula injetora a ser aberta. MECATRÔNICA CURSOS --------------------------------ALESSANDRO ROGÉRIO TREVISAN . O valor deve ser de 5V. a freqüência deve ser superior a 5 Hz.8 8V. Nos motor 1. e é nesse momento que o módulo de controle sabe qual válvula de admissão está aberta e portanto qual válvula injetora tem que abrir.

3 3. meça a alimentação nos pinos (B e D ) e (D e C) do conector. ►Motor apresenta marcha lenta irregular.Informa a temperatura do ar que está chegando para o motor.2 a 2.5 a 1.8 1. afetarão o seu funcionamento. 1° TESTE: Com chave ligada. ►Motor apaga ao frear bruscamente. Para isso utiliza a soma de informações de dois componentes: SENSOR MAP . SENSOR ACT .Mede a depressão no coletor (vácuo) e também a pressão atmosférica(dessa forma a ECU saberá.9 3° TESTE: MECATRÔNICA CURSOS --------------------------------ALESSANDRO ROGÉRIO TREVISAN . quando o motor está em movimento.6 2. 2° TESTE: Com chave ligada e o sensor conectado. 1. A voltagem deve estar como mostra a tabela abaixo: Vácuo (mmHg) 100 200 300 400 Voltagem (V) 4. o sensor MAP.8 Sua função é informar ao módulo de controle qual é a massa de ar que está chegando para o motor.11 3° TESTE: Verifique possíveis maus contatos. ► Falta de potência no motor.6 a 0. ►Consumo de combustível. No coletor de admissão. O valor deve ser 5V. ►Motor com mau desempenho. encoste uma ponta do multímetro no pino A de conector e a outra ponta no negativo da bateria. está medindo o vácuo e que problemas de perda de compressão do motor em direção ao coletor de admissão e também entradas de ar falsa. qual a altitude em que se encontra). É importante ressaltar que.2 a 3. ►Irregularidade no motor ao aplicar carga.

meça a alimentação nos pinos (1 e 2 ) do Conector. ►Veículo falhando. conforme a tabela abaixo: Temperatura (ºC) 20 40 60 80 100 MECATRÔNICA CURSOS --------------------------------ALESSANDRO ROGÉRIO TREVISAN . 1° TESTE: Com chave ligada. ►Veículo não desenvolve.9 Tem a função de informar a central de comando do veículo a temperatura do liquido de arrefecimento. ajuste do avanço de ignição e acionamento do ventilador do radiador. Esta informação é usada pela ECU para fazer correção do tempo de injeção.12 Verifique a variação de resistência conforme a tabela abaixo: nos pinos (D e C) 20 40 60 80 Temperatura (ºC) Resistência (Ω) 1700 900 450 230 1. correção da marcha lenta. controle de detonação. O valor deve ser 5V. ►Ventoinha não liga Abaixo da bobina de ignição ou próximo a válvula termostática. ►Marcha lenta alta. A ECU informa para o painel via rede can a temperatura do motor ►Consumo excessivo de combustível. ►Veículo afogado. Isso quer dizer que quanto maior for à temperatura. ►Marcha lenta irregular. menor será a resistência. ►Motor apresenta detonação. ►Partida difícil com motor quente. 2° TESTE: Compare a resistência do sensor com a tempera do mesmo . Para isso usa um termistor composto por um resistor tipo NTC (coeficiente negativo de temperatura). ►Partida difícil com motor frio.

Quando o sistema é ligado. a borboleta é mantida em uma certa posição de abertura. Á medida em que o pedal do acelerador é pressionado a central libera gradativamente o sinal ‘duty cycle ‘. através da força atuante das molas montadas em seu eixo. 1. a central reverte o sinal ‘duty cycle ‘. Os sinais de resposta são invertidos para que a ECU possa fazer um comparativo entre eles.10 É composto por dois sensores de posição do pedal (potenciômetros) e um motor de corrente continua. conforme indicações do sensor do pedal do acelerador. forçando a abertura através do motor de acionamento. permitindo que ela se abra. a central inverte a polaridade do sinal ‘duty cycle ‘e fecha a borboleta para a posição de marcha lenta. ►Motor apresenta marcha TREVISAN MECATRÔNICA CURSOS --------------------------------ALESSANDRO ROGÉRIOlenta irregular. Por questão de segurança as alimentações positivas e negativas. escuta-se um barulho proveniente do corpo de borboleta. ►Motor apaga ao frear bruscamente. comandado diretamente pela central eletrônica que envia sinais de 12V . são feitas individualmente pelo módulo de comando. Quando o sistema está desligado. .que mantinha a borboleta aceleradora fechada. O ângulo mecânico de abertura da borboleta aceleradora varia de 0 a 89 graus. ou seja. No coletor de admissão. sinais pulsantes a uma freqüência calculada pela central . positivo e negativo em ‘duty cycle ‘. Após alguns segundos (aproximadamente 40 segundos) o corpo para. O comando mecânico para abertura da borboleta é feito por um motor de corrente contínua. ►Motor não acelera. ►Perda de rendimento do motor. Obs: Ao ligar a chave de ignição .13 Resistência (Ω) 3100 1200 680 340 190 A margem de erro dos valores acima pode ser de 10% a 15%. Ao atingir a posição de repouso (sistema desligado). ►Luz de injeção acesa.

Negativo do sensor de posição de borboleta 1. IMPORTANTE: Nunca tente abrir a borboleta com a chave ligada ou motor funcionando.14 DESCRIÇÃO DA BORBOLETA MOTORIZADA TERMINAIS A B C D E F G H DESCRIÇÃO Sinal do sensor de posição de borboleta 1. OBSERVAÇÕES IMPORTANTES ANTES DE REALIZAR OS TESTES: Os valores de resistência foram medidos. Este procedimento pode danificar a borboleta motorizada. durante a abertura da borboleta. 1º TESTE Medição da resistência dos potenciômetros : POTENCIÔMETRO 1 POTENCIÔMETRO 2 BORBOLETA BORBOLETA TERMINAIS FECHADA ABERTA TERMINAIS FECHADA ABERTA AeC 1300Ω 4460Ω DeH 2200Ω 750Ω AeG 4100Ω 900Ω DeB 900Ω 2350Ω GeC 4250Ω 4250Ω BeH 1950Ω 1950Ω 2º TESTE Medição De alimentação dos potenciômetros : TERMINAIS VALOR: CeG 5V BeH 5V MECATRÔNICA CURSOS --------------------------------ALESSANDRO ROGÉRIO TREVISAN . Positivo 12V(DUTY CYCLE) para o motor de corrente continua. Positivo 5V do sensor de posição de borboleta 1. com o corpo de borboleta em bancada. Negativo do motor de corrente continua. durante abertura da borboleta. Sinal do sensor de posição de borboleta 2. Positivo 5V do sensor de posição de borboleta 2. sendo a abertura da borboleta feita com as mãos. Negativo do sensor de posição de borboleta 2.

Para isso o sistema utiliza-se de dois potenciômetros que por questão de segurança tem suas ligações ( alimentação . ►Veículo sem rendimento MECATRÔNICA CURSOS --------------------------------ALESSANDRO ROGÉRIO TREVISAN .11 Sua função é informar qual é a posição do pedal de aceleração. ►Motor não acelera. aterramento e sinal ) . No pedal acelerador ►Luz de injeção acesa. mas o motor trabalha normalmente. com a unidade de comando independentes um do outro. essa abertura é apenas para manter a rotação de marcha lenta. PROGRAMA DE EMERGÊNCIA: Caso um dos potenciômetro do pedal acelerador apresente problemas.15 3º TESTE Medição da resistência do motor de corrente continua: TERMINAIS VALOR: EeF 2Ω a 6Ω 1. a unidade de comando utiliza programas eletrônicos em seu interior para proceder a abertura da borboleta.No entanto. a luz de anomalia se acende. OBSERVAÇÃO: A luz de anomalia só acende se apenas um dos sensores parar.No entanto se os dois sensores pararem ao mesmo tempo. ►Marcha lenta alta.

Negativo do sensor de posição 2. Positivo 5V do sensor de posição 1.60V a 0. Sinal do sensor de posição 1.90V a 2.80V 1100Ω PRESSIONADO TERMINAIS 1500Ω a 1950Ω 5 e 6 3. 1º TESTE Medição da resistência dos potenciômetros : SENSOR DO PEDAL 1: SENSOR DO PEDAL 2: PEDAL PEDAL TERMINAIS 3e4 2e4 2e3 SOLTO 800Ω a 1100Ω 0.40V 1950Ω a 2400Ω 1600Ω PRESSIONADO 1250Ω a 1600Ω 1.50V 1e6 1e5 1100Ω SOLTO 800Ω a 1100Ω 0.80V a 4.30V a 0.25V 1500Ω a 1850Ω 1600Ω 1500Ω a 1950Ω 800Ω a 1100Ω 2º TESTE Medição De alimentação dos potenciômetros : TERMINAIS VALOR: 2e3 5V 1e5 5V MECATRÔNICA CURSOS --------------------------------ALESSANDRO ROGÉRIO TREVISAN . Sinal do sensor de posição 2. Negativo do sensor de posição 1.16 DESCRIÇÃO DOS PINOS DO PEDAL ACELERADOR TERMINAIS 1 2 3 4 5 6 DESCRIÇÃO Positivo 5V do sensor de posição 2.

17 1. o módulo de controle para de atrasar. gera pulsos elétricos. Se após atrasar 12 graus e o motor continuar grilando . MECATRÔNICA CURSOS --------------------------------ALESSANDRO ROGÉRIO TREVISAN ►Veículo com motor grilando ou batida de pino.5 grau o avanço do motor. Neste instante o módulo de comando começa a subir de 1 a 1. para que esta possa localizar o cilindro detonante e atrasar o respectivo ângulo de ignição. No motor 2.4 20V existe 2 sensores de detonação. possui um filtro de detonação. que tem por finalidade evitar que possíveis barulhos de peças soltas ou folgadas no motor confunda o módulo. levando esta informação até a unidade de comando. O sensor de detonação é composto por uma arruela piezocerâmica que ao sofrer vibração.12 Sua função é sentir as detonações dos cilindros. Fixado no bloco do motor. até chegar na situação que estava a ignição antes de detonar. Enquanto o motor estiver detonando . o módulo de controle vai atrasando de 3 em 3 graus a ignição até que o motor para de grilar. É importante lembrar que a unidade de controle da injeção e ignição. na interpretação da detonação. . que podem ser medidos com o auxilio de um multímetro em voltagem alternada ou freqüência ou ainda com um osciloscópio.

Para que o sensor HEGO(Lambda) possa operar corretamente. é necessário que ele esteja a uma temperatura de no mínimo 300°C. garantindo o controle das emissões de poluentes. por exemplo).18 1° TESTE: O sensor deve estar montado diretamente no bloco. Esta temperatura é obtida através de uma resistência de aquecimento elétrico que vai dentro do sensor de oxigênio. Lubrificar com graxa ‘’Never Seeze’’. é constituído por um composto cerâmico(zirconita) envolvido por dois condutores de platina porosa.13 Sua função é informar para a unidade de comando da injeção se a mistura ar/combutível está pobre ou rica. Obs: Apenas o motor 2. 1. A voltagem aumenta a medida que a vibração aumenta. selecione uma escala de voltagem alternada bem pequena(200mV) e faça-o vibrar. ►Perda de rendimento do motor ►Consumo excessivo de combustível MECATRÔNICA CURSOS --------------------------------ALESSANDRO ROGÉRIO TREVISAN . 2° TESTE: Ligue o multimetro no sensor de detonação. mais o aquecimento gerado pelo próprio escapamento. A partir desta informação a ECU. 3° TESTE: Confira o aperto do sensor que deve ser de 2KgF. sem intermidiários (uma arruela. Quando sujeito á diferença de concentração de oxigênio envia um sinal de tensão de 100mV a 900mV para o módulo.4 20V tem resistência de aquecimento. No coletor de escape. O sensor de oxigênio( Lambda). aumentará ou diminuirá o tempo de injeção. procurando deixar a mistura o mais próximo possível do ideal(razão estequiométrica = 1). O torque de aperto da sonda lambda é de 4Kgf.

em determinados regimes do motor.19 1° TESTE: Meça a resistência de aquecimento ( para o motor 2. Em marcha lenta a válvula permanecerá normalmente fechada. ►Partida difícil com motor frio. injetores. A voltagem deve estar oscilando entre 100mV e 900mV. sendo por tanto .O valor é de 3Ω a 9Ω 2° TESTE: Ligue o multímetro no fio de sinal da sonda .selecione a escala de 2Ve espere até que o motor aqueça. afetam o funcionamento da sonda lambda. ►Consumo excessivo de combustível. incorporado a mistura ar/combustível.4 20V ) nos dois fios brancos da sonda. 1. em direção ao coletor de admissão. etc. MECATRÔNICA CURSOS --------------------------------ALESSANDRO ROGÉRIO TREVISAN . OBERSERVAÇÃO: Problemas de: pressão de linha. ►Veículo falhando. sensor de temperatura. ► Marcha lenta irregular.14 Sua função é permitir a passagem dos vapores de combustível proveniente do tanque. controlada pela unidade de comando eletrônica da injeção. sensor MAF. É uma válvula do tipo solenóide normalmente fecha. Entre o coletor de admissão e as válvulas injetoras. O módulo comanda esta válvula com um pulso de largura variável e de freqüência fixa.

E no motor 1. 3° TESTE: Meça a freqüência no pino A do conector da válvula e massa. ►Luz de anomalia acesa. cada bobina alimenta duas velas de ignição simultaneamente. 2 e 3 ). quanto maior a exigência do motor (carga). Este método baseia-se no princípio que a corrente elétrica (A) flui com maior facilidade entre os eletrodos da vela se a temperatura for alta. O valor deve ser 12V. 2° TESTE: Meça a resistência nos pinos 1 e 2 da válvula. meça a alimentação no pino (B ) do Conector da válvula e massa. Por esta razão. ►Falha No motor. uma para cada 2 cilindros. No cabeçote ►Veículo não entra em funcionamento. Este último usa duas bobinas que produzem centelhas duplas. Ambos utilizam uma ignição do tipo DIS (Direct Ignition Sistem ) que não utiliza distribuidor.8 16V e 2. O valor deve ser de 25Ω a 40Ω. o sistema DIS alimenta duas velas simultaneamente sendo que uma delas receberá uma intensidade maior de corrente (tempo de compressão) e a outra uma intensidade menor (tempo de exaustão). maior a freqüência. isto é. O sistema usa um método que aproveita a ionização que ocorre no cilindro durante uma combustão. MECATRÔNICA CURSOS --------------------------------ALESSANDRO ROGÉRIO TREVISAN .8 8V. á uma bobina por cilindro. Com o veículo em movimento.20 1° TESTE: Com chave ligada. há duas(2) bobinas. ( 1 e 4 . O módulo de controle recebe os sinais do sensor de rotação da árvore de manivelas e controla o momento exato da centelha e o avanço da ignição.4 20V . 1.15 No STILO 1. Passa pelo fusível F11.

8 8V) ou pino 1 do conector da bobina (motor 1. a corrente passa pela bobina magnética. ►Partida difícil com motor frio. Sendo um injetor em cada cilindro. 2° TESTE: Para verificar o pulso da bobina. encoste o analisador de polaridade(caneta de teste) nos fios de pulso(pinos 1 ou 3) do conector da bobina (motor 1. o campo magnético é desfeito e por ação da mola a válvula de agulha retorna a sua posição inicial vedando a passagem de combustível.8 16V e 2.4 20V). forma-se um campo magnético que age contra a força da mola.O valor deve ser 12V.8 16V e 2. da mola do parafuso e da conexão elétrica. MECATRÔNICA CURSOS --------------------------------ALESSANDRO ROGÉRIO TREVISAN No tubo distribuidor de combustível.2) e ( 2 – 3 ) = 1. ►Consumo de combustível. 3° TESTE: Resistência do primário : Pinos (1 . A válvula é constituída de uma bobina magnética. A agulha injetora se afasta do assento e libera a passagem para o combustível. os led’s do analisador devem piscar. bem como filtro de combustível interno. é aberta uma de cada vez (injeção seqüencial). ►Veículo falhando.2Ω Resistência do secundário : bocais (1-4) e (2-3) = 5KΩ 1. Interrompendo o fluxo de corrente. Ao dar partida no motor. ► Motor sem rendimento.4 20V)do conector da bobina e massa. Quando a bobina magnética está desenergizada. Quando se conecta a ignição. a mola do parafuso pressiona a agulha do injetor fazendo-a entrar em seu assento vedado. .21 1° TESTE: Ligue a chave de ignição e meça a alimentação no pino 2 (motor 1.8 8V) ou 3 (motor 1.16 Sua função é injetar o combustível finamente pulverizado no coletor de admissão de cilindro. de um induzido magnético e da agulha do pulverizador.

evitando assim . E a válvula de pressão máxima. mantendo a pressão de linha. estanqueidade. que limita em 6 bar a pressão da linha. OBS: O regulador de pressão é fixado no suporte da bomba de combustível. 2° TESTE: Encoste o analisador de polaridade no fio de sinal do injetor. A válvula de retenção . MECATRÔNICA CURSOS --------------------------------ALESSANDRO ROGÉRIO TREVISAN . pulverização em forma do leque. 3° TESTE: Meça a resistência nos pinos 1 e 2 da válvula.17 Sua função é enviar o combustível do tanque até o tubo distribuidor de combustível. sendo assim a central aterra o relê da bomba . OBSERVAÇÃO: Este positivo passa pelo fusível F22. A vazão mínima da bomba de combustível é de 600ml em 30 segundos .22 1° TESTE: Com chave ligada. 4° TESTE: Instale os injetores em uma maquina de limpeza e teste de bico. O valor deve ser de 10Ω a 14Ω. fazendo a mesma funcionar. assim como o filtro de combustível. Para que a bomba de combustível trabalhe com uma vazão de combustível de acordo com que o fabricante estipulou. Ao funcionar o motor o sensor de rotação informa a central de comando que o motor está girando . a tensão da bateria deve estar entre 10V a 16V. Existe duas válvulas dentro da bomba. O led verde deve oscilar. O valor deve ser 12V. isso acontece para que uma pequena perda de pressão na linha possa ser compensada. possíveis danos ao sistema. No interior do tanque de combustível. que evita que o combustível retorne ao tanque. e verifique a vazão. Ao ligar a chave de ignição a bomba funciona por 3 segundos . 1. meça a alimentação nos pinos (1 )do Conector da válvula e massa.

OBERVAÇÃO: O pino 2 vai para o computador de bordo. se não estiver.8 bar. ►Veículo não pega. caso o interruptor inercial esteja desarmado. 1° TESTE: Verifique se o botão do interruptor inercial está para dentro. Em 30 segundos tem que vir pelo menos 600 mL.23 ►Perda de rendimento do motor. a pressão deve estar em pelo menos 1 bar.18 Sua função é interromper o negativo da bomba em casso de colisão. 2° TESTE: Meça a vazão da bomba. 2° TESTE: Meça a resistência entre os pinos 1 e 3 do interruptor inercial. ►Falha no motor. abaixo do porta luvas. 1. ►Motor sem aceleração. Na lateral dianteira direita. MECATRÔNICA CURSOS --------------------------------ALESSANDRO ROGÉRIO TREVISAN . ►Veículo não pega. 3° TESTE: Após 20 minutos o veículo ter sido desligado. 1° TESTE: Meça a pressão da linha de combustível.O valor é de 3. pressione-o. para que o mesmo acenda uma luz no painel alertando o motorista. Deve ser 0Ω.

1. ele fecha). Problemas no interruptor. o motor funciona normal. que o óleo já está sob pressão no motor. Esta informação também é usada para acender a luz de freio. MECATRÔNICA CURSOS --------------------------------ALESSANDRO ROGÉRIO TREVISAN . A ECU então coloca este dado na REDE CAN. para que o computador de bordo. para que a mesma feche a borboleta rapidamente priorizando o freio motor. E outro normalmente aberto (ao pressionar o freio. Funcionando: Infinito (aberto). determine o apagamento da luz de óleo no painel. ele abre).20 Tem a função de informar a central de comando eletrônica que o motorista acionou o freio. ►Luz de óleo acesa no painel. 1° TESTE: Ligue o multímetro no pino 1 do interruptor e massa.24 1. Este componente é formado por dois interruptores.19 Sua função é informar a central de injeção. No bloco do motor. Um normalmente fechado (ao pressionar o freio.Motor parado: 0Ω.

MECATRÔNICA CURSOS --------------------------------ALESSANDRO ROGÉRIO TREVISAN . meça a alimentação de saída no pino 2 e massa.ao pressionar o pedal de freio o valor vai para 12V. 2° TESTE: Ligue a chave e meça a alimentação no pino 4 do conector do interruptor e a massa.Valor deve ser 12V.25 No batente do pedal de freio.21 Tem a função de informar a central de comando eletrônica que o motorista acionou a embreagem. ►O motorista não percebe anomalias no veículo 1° TESTE: Ligue a chave e meça a alimentação no pino 3 do conector do interruptor e a massa.O valor encontrado deve ser 12V.O valor encontrado deve ser 0V.ao pressionar o pedal de freio o valor cai para 0V. meça a alimentação de saída no pino 1 e massa. 1. para que a mesma feche a borboleta rapidamente priorizando a mudança de marcha. 4° TESTE: Com ignição ligada.Valor deve ser 12V. 3° TESTE: Com ignição ligada.

►Rotação do motor demora para cair na mudança de marcha. 1° TESTE: Verifique se um dos pinos do conector do interruptor de embreagem tem aterramento. 2° TESTE: teste em bancada: MECATRÔNICA CURSOS --------------------------------ALESSANDRO ROGÉRIO TREVISAN .26 No batente do pedal de embreagem.

A quantidade do gás do escapamento que passa para o coletor de admissão é controlada porque se houver excesso de passagem não ocorrerá combustão. responsável em abrir a válvula (através do comando da ECU). que juntando-se a mistura . ►Luz de injeção acesa. E um potenciômetro que informa o quanto a válvula foi aberta.:Esta alimentação passa pelo fusível F11. Pressionando o pedal de embreagem.22 Sua função é permitir a passagem de uma pequena quantidade de gases do escapamento para a câmara da combustão. 1° TESTE: Ligue a chave e meça a alimentação nos pinos E do conector da válvula e massa. Está fixada no cabeçote do motor. baixa os níveis de emissão de NOX (oxido de nitrogênio) provocado pela alta temperatura da combustão. Obs. A EGR é composta por dois componentes: Um solenóide. O valor deve ser de 12V.27 Meça a resistência do interruptor de embreagem: Sem pressionar o pedal de embreagem. o valor é 0Ω 1. ►Perda de rendimento do motor. o valor deve ser infinito (aberto). 2° TESTE: MECATRÔNICA CURSOS --------------------------------ALESSANDRO ROGÉRIO TREVISAN .

O valor deve ser de 12V.4 20V. 1° TESTE: Ligue a chave e meça a alimentação nos pinos 1 do conector da válvula e massa. MECATRÔNICA CURSOS --------------------------------ALESSANDRO ROGÉRIO TREVISAN .8 16V e 2.e portanto . 1. ►Luz de injeção acesa. Obs: Esta alimentação passa pelo fusível F11. um melhor rendimento do veículo. para que este possa abrir borboletas no interior do coletor.28 Meça a resistência do solenóide da válvula nos pinos A e E. mudando portanto o percurso por onde passa o ar em regimes de rotações mais elevadas.23 Sua função é liberar vácuo para um diafragma que está fixado junto ao coletor de admissão. Está válvula é utilizada nos motores 1. O valor deve ser de 7Ω a 12Ω. CIRCUITO ELÉTRICO DA VÁLVULA Está fixada no cabeçote do motor. ►Perda de rendimento do motor. otimizando melhor a queima da mistura.

Obs: Esta alimentação passa pelo fusível F11. aumentando ou diminuindo o tempo de abertura das válvulas. O variador de fase é usado apenas no motor 2. 2° TESTE: MECATRÔNICA CURSOS --------------------------------ALESSANDRO ROGÉRIO TREVISAN . O valor deve ser de 12V. ►Perda de rendimento do motor. 1. CIRCUITO ELÉTRICO DA VÁLVULA Está fixada no cabeçote do motor.8 16V). de acordo com a rotação e carga do motor. O variador possui um embelo interno que por ter estrias helicoidais. é feito pela unidade de comando .29 2° TESTE: Meça a resistência do solenóide da válvula nos pinos 1 e 2. e de 30Ω a 50Ω (motor 2. O controle deste solenóide. Próximo a polia do comando de válvulas. O valor deve ser de 25Ω a 35Ω(motor 1. fazendo com que mude a fase do motor. 1° TESTE: Ligue a chave e meça a alimentação nos pinos 1 do conector da válvula e massa.24 Sua função é liberar óleo para um acoplamento (variador de fase) fixado entre a polia de admissão e o comando. em alta rotação.4 20V. sofre uma rotação quando recebe óleo sob pressão.4 20V).

25 Equipamento opcional no STILO e incorporado no interior da central de comando. CIRCUITO ELÉTRICO DO PILOTO AUTOMÁTICO MECATRÔNICA CURSOS --------------------------------ALESSANDRO ROGÉRIO TREVISAN . sem que o mesmo precise pressionar o pedal acelerador. ►Piloto automático não funciona. No interior do central de comando. Os comandos do piloto estão fixados abaixo da alavanca de controle da iluminação e direção. sua função é manter a velocidade programada pelo condutor.30 Meça a resistência do solenóide da válvula nos pinos 1 e 2. 1. O valor deve ser de 9Ω a 12Ω.

31 1.26 MECATRÔNICA CURSOS --------------------------------ALESSANDRO ROGÉRIO TREVISAN .

32 1.27 MECATRÔNICA CURSOS --------------------------------ALESSANDRO ROGÉRIO TREVISAN .

28 MECATRÔNICA CURSOS --------------------------------ALESSANDRO ROGÉRIO TREVISAN .33 1.

4 16V MECATRÔNICA CURSOS --------------------------------ALESSANDRO ROGÉRIO TREVISAN .34 Nesta pagina será colocado resumo injeção stilo 2.

O ruído em relação a direção hidráulica também diminuiu. Existe uma função no sistema que consiste em escolher o modo de direção (CITY/NORMAL). dando suporte técnico necessário para a execução do serviço. Além das vantagens já citadas é importante ressaltar que a servo-direção absorve a energia ao motor elétrico só quando é pedida a servo-assistencia . No entanto é necessário que o técnico que irá executar o serviço conheça os detalhes e particularidade do sistema de direção elétrica. a manutenção tornou-se mais simples. sinal do alternador. O objetivo deste manual é orientar o operador do veículo sobre o funcionamento desta nova eletrônica embarcada. para que não cometa erros que possam danificar ou impossibilitar o seu funcionamento. Em função da baixa quantidade de peças aplicada a essa nova tecnologia.1 A ‘’DIREÇÃO ELÉTRICA’’ tem por finalidade reduzir o esforço físico executado pelo condutor durante as manobras de utilização do veículo. já que muitas informações são compartilhas entre as centrais de comando do veículo. Uma outra finalidade ou até vantagem é o baixo custo de implantação em relação a direção hidráulica. e compartilha informações como: velocidade do veículo. sinal do interruptor do modo de direção CITY/NORMAL. chicotes. A direção elétrica está ligada na REDE CAN. comunicação com a central de injeção. sinal para acendimento da luz avarias da direção elétrica. Com este sistema foi possível diminuir componentes.35 2. O STILO possui uma tecnologia chamada ‘REDE CAN’. além de diminuir o peso do veículo. reduzindo portanto o consumo de combustível e as emissões de poluentes. conexão. sinal para luz de aviso quando no modo CITY. Abaixo de 36 Km/h se for ativado o modo CITY o motorista exercerá um esforço ainda menor ao manobrar o veículo. MECATRÔNICA CURSOS --------------------------------ALESSANDRO ROGÉRIO TREVISAN .

dois sensores ópticos. reconhecer que o alternador está carregando (via rede can). verificar o modo de direção city ou normal. ângulo de estersamento das rodas. corrija a borboleta. Essas informações vão para a central da direção elétrica que. seja em segurança ou conforto. Podemos afirmar que o STILO abre uma nova fase em matéria de avanços tecnológicos no Brasil. Quando a central da direção aciona o motor no sentido de executar a servoassistência. após analisar a velocidade do veículo (via rede can). Desta forma a central da direção não se perde e poderá voltar a sua posição inicial (posição Zero). o consumo de corrente elétrica é muito alto. Para evitar que isso ocorra.36 A FIAT tem buscado incansavelmente tecnologias que possam melhorar cada vez mais os veículos. a central de direção manda um comando para que a central da injeção (via REDE CAN). nesse momento. MECATRÔNICA CURSOS --------------------------------ALESSANDRO ROGÉRIO TREVISAN . além de informar também o torque aplicado e velocidade de estersamento. A velocidade de retorno também e feita baseada em uma serie de parâmetro como velocidade do veículo. O motor elétrico por sua vez retorna para a central da direção uma mensagem informando a sua posição atual.22 O motorista aplica uma força no volante no sentido de girá-lo. instalados na coluna de direção reconhecem a intenção do motorista em girar o volante. etc. este fato pode ocasionar uma leve queda na rotação de marcha lenta. 1. manda um pulso para um motor elétrico ligado através de cremalheira na coluna de direção para a servo-assistência (ajudar o motorista em sua manobra).

assistência sofrerá perdas em função da temperatura de operação. Acima de 85° C a direção elétrica para de funcionar. MECATRÔNICA CURSOS --------------------------------ALESSANDRO ROGÉRIO TREVISAN . Isso se deve ao fato dos componentes usados no sistema variar com as mudanças de temperatura.37 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS DE FUNCIONAMENTO QUANTO A TEMPERATURA: O torque da servo . Observe o quadro a baixo: De -40°C a 60°C a direção elétrica trabalha com 100% de eficiência. Acima de 60° C o torque de assistência começa a cair. Com 80° C a direção elétrica trabalha com 75% de eficiência.

1000°/seg de velocidade de giro: O torque de assistência é de 4Nm a 5Nm. ACIMA DE 18V: O torque de assistência é 0%. 400°/seg de velocidade de giro: O torque de assistência é de 58Nm. 800°/seg de velocidade de giro: O torque de assistência é de 20Nm.38 QUANTO A VOLTAGEM BATERIA: Outro fator importante para o torque máximo está relacionado com a tensão da bateria. teremos a seguinte condição: 0°/seg de velocidade de giro: O torque de assistência é de 58Nm a 60Nm. MECATRÔNICA CURSOS --------------------------------ALESSANDRO ROGÉRIO TREVISAN . ENTRE 10V E 16V: O torque de assistência é 100%. OBS: corrente máxima de trabalho: 70A QUANTO AO ÂNGULO DE GIRO DO VOLANTE POR SEGUNDO: Comparando o torque de assistência com a velocidade de giro do volante. como pode ser visto nos dados abaixo: ABAIXO DE 9V: O torque de assistência é 0%.

passando pelo fusível F02.3 Descrição dos pinos da direção elétrica: A1: Positivo direto da bateria. MECATRÔNICA CURSOS --------------------------------ALESSANDRO ROGÉRIO TREVISAN .39 2.

B8: Linha L da REDE CAN vai para o computador de bordo. Fixado na coluna de direção. B1: Positivo pós-ignição. será comandada pela central que irá controlar os FET’s (transistores de potência). MECATRÔNICA CURSOS --------------------------------ALESSANDRO ROGÉRIO TREVISAN . A corrente elétrica do motor poderá chegar a 70A com uma freqüência aproximada de 18KHz. B6: Linha L da REDE CAN vai para injeção eletrônica. B5: Linha H da REDE CAN vai para injeção eletrônica.4 FUNCIONAMENTO: O motor elétrico está ligado à coluna de direção através de cremalheira e tem a função de auxiliar o motorista em suas manobras. A comutação de corrente que irá gerar o campo magnético no estator do motor. É um motor do tipo síncrono trifásico auto-comutado (sem escova) e o rotor (induzido) é um imã permanente. é usado para diagnose. a ECU reconhecerá a posição em que o motor se encontra e poderá fazer as correções necessárias ou voltar ao ponto zero.40 A2: Negativo da bateria. passando pelo fusível F24. B7: Linha H da REDE CAN vai para o computador de bordo. 2. SENSOR HALL DE REFERÊNCIA DO POSICIONAMENTO DO MOTOR: Os três sensores de efeito hall são utilizados para informar a central da direção elétrica o posicionamento do motor. E com base neste dado. B4: Ligado no computador de bordo. LOCALIZAÇÃO.

MECATRÔNICA CURSOS --------------------------------ALESSANDRO ROGÉRIO TREVISAN . Com base nessa informação a central calcula o torque. faz com que a luz emitida pelo LED em direção ao detector.direção e limpador. Esta estratégia de amortecimento. Esta informação é armazenada em uma memória não volátil (mesmo sem alimentação os dados não se perdem). também está relacionada com a velocidade do veículo.41 A central também controla o motor para compensar oscilações geradas na coluna de direção após uma manobra. o sensor de ângulo do volante. Ou seja. 2. será montado no corpo das alavancas de farol. OBS: Quando o veículo possuir ESP ( controle eletrônico de estabilidade ). Entre estes dois componentes estão dois discos (encoder) com aberturas uniformes.5 FUNCIONAMENTO: É um dispositivo que usa uma fonte de luz (LED). teremos um maior controle de amortecimento. O giro dos discos. O sensor tem uma posição ‘zero’. Estes pulsos são convertidos pelo detector em pulsos elétricos e por fim enviados para a central da direção. Um está acoplado ao volante (eixo de entrada). o sentido. o outro está acoplado a coluna de direção (eixo de saída). Para que exista confiabilidade no sistema foi instalado mais um conjunto (LED DETECTOR) entre os dois discos já citados. se a velocidade do veículo for alta. deverá ser feita também a operação de centralização do sensor de ângulo do volante ‘’. para que a central possa voltar à posição inicial após uma manobra no volante. como transmissor e um detector como receptor. ATENÇÃO: ‘’sempre que for feito o alinhamento das rodas do veículo. o ângulo e a velocidade de giro do volante. sofra interrupções.

o retorno à posição zero será realizado de forma mais lenta. Isto quer dizer que se o veículo desenvolver uma velocidade mais alta.7 FUNÇÃO: A força de resistência das roda diminui com o aumento da velocidade do veículo.Com isso a central da direção ativa com mais intensidade (aumento de amperagem) o motor elétrico posicionado na coluna de direção.42 2. MECATRÔNICA CURSOS --------------------------------ALESSANDRO ROGÉRIO TREVISAN . próximo à alavanca de mudanças de marcha. Quando é feita uma manobra a central da direção tem uma função de retornar a posição zero.E se a velocidade for menor. a central da direção baseada no sinal de velocidade diminui a servoassistência. 2. sendo muito utilizado em caso de manobra para estacionamento. A função CITY só é ativada se a velocidade for inferior a 36 Km/h. Esta informação é recebida via REDE CAN. assim sendo. a função CITY é ativada e a mensagem de mesmo nome é mostrada no painel. O resultado é uma direção ainda mais leve ( 50% ). Este recurso está relacionado com a velocidade de veículo. o retorno a posição zero será realizado de forma mais rápida.6 FUNÇÃO: Ao pressionar o botão localizado no console central.

MECATRÔNICA CURSOS --------------------------------ALESSANDRO ROGÉRIO TREVISAN . a ECU pedirá via REDE CAN. Esta informação vem pela REDE CAN. informando a direção solicitada. o acendimento da luz de aviso no painel de instrumentos.10 FUNÇÃO: Quando o motorista optar pela direção modo city. Esta informação vem através da REDE CAN. 2. 2. a servo-assistência da direção também não funcionará. podendo chegar a 70A. a central da direção solicitará através da REDE CAN ao painel de instrumentos que providencie o acendimento da luz de anomalia da direção.9 FUNÇÃO: Em caso de problemas no sistema da direção elétrica. Por isso caso o alternador apresente falha (pare de carregar).43 Em caso de pane no sensor de velocidade. 2.8 FUNÇÃO: O consumo de corrente elétrica exigido pelo sistema de direção elétrica é muito elevado. a central da direção elétrica adotará como programa de emergência. um valor pré-definido de 60Km/h.

44 2.11 MECATRÔNICA CURSOS --------------------------------ALESSANDRO ROGÉRIO TREVISAN .

daí o nome rede can e portanto podem compartilhar informações entre si. os veículos passaram a utilizar cada vez mais sistemas eletrônicos. Já a velocidade do veículo é controlada pela central venice. econômicos. A central do painel precisa desta informação para funcionar o conta giros e por tanto ela busca essa informação na rede can. entre outras. central da carroceria. por dois fios chamados de barramentos de dados. 3. confortáveis e para seguir as normas de emissões vigentes.45 3. Por exemplo: a central eletrônica da injeção recebe do sensor de rotação. ao receber esta MECATRÔNICA CURSOS --------------------------------ALESSANDRO ROGÉRIO TREVISAN . Para resolver este problema foi desenvolvido a REDE CAN (rede de área de controladores). central do painel. Porém a complexibilidade dos dispositivos eletrônicos e a troca de informações entre os sistemas tem exigido uma comunicação de dados muito maior assim como o número de chicotes elétricos. formando uma rede. central do alarme. os automóveis estão se tornando mais seguros. estão interligadas entre si.0 Para satisfazer os anseios dos consumidores.1 Isso quer dizer que a maioria das centrais eletrônicas do veículo como: central de injeção. significa aumentar o número de conexões e conseqüentemente a possibilidade do aumento de mau contato. Quando aumentos o número de fios. a informação de RPM do motor e coloca na rede este dado.

O SISTEMA VENICE PODE SER DIVIDIDO EM TRÊS PARTES: 1) SENSORES: São componentes responsáveis em enviar informações para a central de comando da carroceria (VENICE). pisca alerta. 14-Porta traseira direita (A ou F). painel de instrumentos. code. 19-Interruptor do freio de mão (L ou D). meia luz. 16-Porta dianteira direita (A ou F).Sensor de travamento da porta dianteira esquerda (L ou D). 9. 8. envia para rede can. 3. 10-Sensor de travamento da porta dianteira direita (L ou D). luz do teto. 6.Chave de ignição (L ou D). 11-Sensor de destravamento da porta dianteira direita (L ou D).Comando do farol baixo (L ou D).Comando da seta para a direita (L ou D).Comando da luz de posição (L ou D). 5. Por outro lado tornou-se praticamente obrigatório o uso de um rastreador ( aparelho de diagnóstico ) na manutenção do carro. 13. vai buscar na rede. 20-Interruptor do desembaçador traseiro (L ou D). 3. Essa nova tecnologia trouxe a vantagem de poder monitorar mais de 90% da parte elétrica do veículo através de um aparelho de diagnose. A central da injeção que precisa saber a velocidade do veículo.Comando da seta para a esquerda (L ou D). como exemplo: faróis. No entanto em alguns casos será necessário o uso do multímetro ou até mesmo de um osciloscópio. 4. 15-Porta traseira esquerda (A ou F).Interruptor do farol de neblina (L ou D). é responsável em controlar a parte elétrica do veículo. São eles: 1. 12.46 informação. este dado.Interruptor da luz de emergência (L ou D). etc. 2.2 Também chamado de body computer (computador de bordo). 18-porta malas (A ou F). MECATRÔNICA CURSOS --------------------------------ALESSANDRO ROGÉRIO TREVISAN .Sensor de destravamento da porta dianteira esquerda (L ou D). 7.Comando do farol alto (L ou D).Interruptor da luz de freio (L ou D). 17-Porta dianteira esquerda (A ou F). esta informação. Além das vantagens já citadas acima houve também uma redução de custos já que há menos componentes e fios no veículo.

2) CENTRAL VENICE / FLORENCE: Responsável em receber as informações dos sensores. 4. 19-Lâmpada do code (L ou D). 5. fazer a comunicação com aparelho de diagnóstico. 27-Números de chaves programadas (2). 17-Luz do freio de mão (L ou D).47 21-Rele do desembaçador traseiro (L ou D). 10-Faróis baixos (L ou D). 24-Computador de bordo (programado). 3. 9.Luz de posição esquerda (L ou D). 2. 13-Luz do desembaçador traseiro (L ou D). Imob. 22-Tensão de excitação do alternador (0.Luz de seta esquerda (L ou D). analisar. 25-Chave (habilitada).Destravamento das portas (L ou D).Luz de seta direita (L ou D). 26-Sistema Imobilizador (OK).Luz de posição direita (L ou D).Luz de cortesia (L ou D).Led da luz de emergência (L ou D). São eles: 1. 18-Luz da bateria (L ou D). 6. 3. Ch. 15-Velocímetro (o ponteiro fica em torno de 90 km/h). 11-Faróis altos (L ou D).3 Ligue o Raster. 16-Indicador do nível de combustível (o ponteiro fica em ½ tanque). 12-Farol de neblina (L ou D). registrar falhas se for preciso. basta inserir as outras. Entre em sistema venice(carroceria).Rele dos vidros (L ou D). Entre com o número code.Travamento das portas (L ou D). 8. . 7. Entre em teste. MECATRÔNICA CURSOS --------------------------------ALESSANDRO ROGÉRIO TREVISAN Insira a chave a ser programada. 14-Rele do desembaçador traseiro (L ou D). Entre em prog. Para programar mais chaves. controlar o painel de instrumentos e controlar os atuadores. 23-Central da injeção (programada). 3) ATUADORES: É todo componente controlado pela central venice.0V).

Rotação do motor (0 RPM ).Hodômetro (000000). 3.Luz do porta malas.Luz do farol de neblina. 13-Luz do desembaçador traseiro. 3.Luz de iluminação externa. 5.Luz do farol alto.Luz de posição. 2.Luz de reserva. 9. 10-Luz de direção.00%).Nível de combustível (0. 8. 2.48 3. 6.4 LEITURAS: 1. 4. 11-Luz do freio de mão. 5.Temperatura da água (0 °C).Luz de superaquecimento. 7. 4. 16-Luz do sistema de imobilizador. ATUADORES: 1.Velocímetro (Km/h). 17-Luz do quadro de instrumentos.Bateria (V). 6. 15-Luz do sistema de ABS. 12-Luz da bateria.Luz Pressão de óleo. MECATRÔNICA CURSOS --------------------------------ALESSANDRO ROGÉRIO TREVISAN . 14-Luz do sistema de injeção.Luz do alarme.

20-Velocímetro.5 MECATRÔNICA CURSOS --------------------------------ALESSANDRO ROGÉRIO TREVISAN . 3. 22-Auto-teste. A quilometragem só pode ser aumentada com o raster e não diminuída. 19-Nível de combustível. OBS: O painel dos instrumentos deve ser programado ao ser substituído. 21-Contagiros. 18-Indicador de temperatura da água.49 18-Cristal liquido.

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