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Glicólise(S)

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Glicólise

É a seqüência de reações que transforma a glicose em piruvato com a concomitante produção de ATP. Organismo aeróbicos : a glicólise é sinalizador ao ciclo do acido cítrico e a cadeia de transporte de elétrons que juntos colhem a maior parte de energia contida na glicose.o piruvato entra na mitocôndria ,onde é totalmente oxidado a CO2 eH2O. Insuficiência de oxigênio (músculo contrátil) o piruvato vira lactato. Organismo anaeróbios:Levedura, o piruvato é transformado em etanol (na falta de oxigênio) Fermentação: Um processo de geração de ATP em compostos orgânicos agem tanto como doadores quanto como aceptores de elétrons. Ela ocorre na ausência de oxigênio. Descobertas de Hans e Eduard Buchner em 1897: Eles estavam interessados em produzir extratos de levedura isentos de células,para possível uso terapêutico.esses extratos tinham de ser conservados sem o uso de anti-septicos,como fenol então resolveram usar sacarose . Resultado: a sacarose era rapidamente fermentada a álcool pelo suco de levedura. Demonstraram que pela primeira vez que a fermentação podia ocorrer fora de células vivas. Isso contrapôs a teoria de Pasteur que relacionava a fermentação apenas as células vivas. Rebatendo o dogma vitalista : o vitalismo é a doutrina que considera que existe em cada indivíduo,
como ser vivo, um princípio vital, que não se reduz nem à alma ou à mente, nem ao corpo físico, mas que gera a vida através de uma energia própria.

Contribuição de Artur Harden e Willian Young em 1905: Experimento: adicionaram extrato de levedura a uma solução de glicose e observaram que a fermentação ocorria quase que de imediato.ma a velocidade da fermentação logo diminuía bruscamente a não ser se for adicionado fosfato inorgânico que desaparecia no decurso da fermentação. Resultado: o fosfato inorgânico era incorporado em uma ose-fosfato. Experimento: isolaram uma hexose-difosfato que foi verificado como frutose 1,6-bifosfato. Resultado: o extrato de levedura perdia sua atividade se fosse dialisado ou aquecido a 50°C.Mas o diálisado quando inativo tornava-se ativo ao ser misturado com o extrato aquecido inativo.Ou seja , a atividade depende da presença de zimase (componente termolábil (tende a decompor-se sob a influência do calor) não-dialisável) e Cozimase(uma fração termoestável dialisável). Zimase: constituída de várias enzimas Cozimase:íons metálicos (ATP,ADP e coenzimas como NAD+) Estudos realizados com extrato de músculo mostraram que muitas reações de fermentação lática eram as mesmas da fermentação alcoólica.(uniformidade como base da bioquímica) Em 1940 a via glicolítica foi elucidada principalmente por Embden,meyerhof .

2) Isomerização da glicose 6-fosfato  frutose 6-fosfato O anel hexagonal de piranose da glicose 6-fosfato é transformado em um anel pentagonal de furanose da frutose 6-fosfato. OBS:A hexocinase como todas as outras cinases. 1) Transferência de Fosforila Glicose  Glicose 6-fosfato: A glicose entra na célula com a ajuda de uma proteína especifica de transporte e é fosforilada pelo ATP. 2)Deslocamento de fosforila: um radical fosforila é mudado dentro de uma molécula de um átomo de oxigênio para outro.Todos os intermediários entre glicose e piruvato são fosforilados. Isomerização e Fosforilação.os grupamentos fosforila nesses compostos são ligados com ésteres ou anidridos. gliceraldeido.Vista geral de reações : 1)Tranferência de fosforila: um radical fosforila é tranferido do ATP para intermediário da glicólise ou vice-versa.formando glicose 6-fosfato. Via Glicolítica FORMAÇÃO DA FRUTOSE 1.Tres passos: Fosforilação.6-BISFOSFATO A PARTIR DA GLICOSE Ocorre no citossol da célula .Conversão de uma .A transferência da foforila de ATP para a hidroxila em C-6 da glicose é catalisada pela Hexocinase.requer Mg2+ que forma um complexo com o ATP. 3)Isomerização:uma Cetose é convertida em aldose. glicerato e piruvato) carbonos. OBS: Os intermediários na glicólise tem seis(derivados da glicose e frutose )ou três (derivados de dihidroxiacetona. 5)Clivagem de aldol: uma ligação carbono-carbono é cortada em uma reversão de condensação aldólica.Isso se deve a estratégia de aprisionar o substrato na célula e formar um composto que possa ser facilmente clivado em 2 unidades com 3 carbonos fosforiladas e depois é extraída energia das unidades com 3 carbonos.ou vice –versa 4)Desidratação : elimina-se uma molécula de água .

A di-hidroxiacetona fosfato não mas pode ser facilmente convertida em gliceraldeído 3 –fosfato. O gliceraldeido 3-fosfato está na via direta da glicólise. OBS: Esses compostos são isômeros: a di-hidroxiaacetona fosfato é uma Cetose e o gliceraldeido 3-fosfato é uma aldose.A Fosfoglicose isomerase é a enzima catalisadora dessa isomerização. A isomerização dessas oses fosforiladas.Essa isomerização ocorre na reação 5.formando o anel de piranose e acetona em C-2 reage com a hidroxila em C-5 formando o anel de furanose.Essa reação é rápida e reversível . OBS: A forma em cadeia aberta da glicose tem um grupamento aldeído em C-1.pela ação seqüencial de aldolase e triosefosfato isomerase. .enquanto a forma de cadeia aberta da frutose tem uma cetona em C-2.6-bisfosfato Di-hidroxiacetona +Gliceraldeído 3-fosfato Reação catalisada pela Aldolase. FORMAÇÃO DO GLICERALDEÍDO 3-FOSFATO POR CLIVAGEM E ISOMERIZAÇÃO 4) Clivagem de aldol Frutose 1. 5) Isomerização da Di-hidroxiacetona fosfato Gliceraldeído 3-fosfato. Essa reação é catalisada pela enzima alostérica : Fosfofrutocinase (PFK-1).Formam-se duas moléculas de Gliceraldeído 3-fosfato a partir de uma molécula de frutose 1.aldose em uma Cetose.com 3 carbonos é catalisada pela Triose-fosfato isomerase.6-bisfosfato.que é controlada alostericamente por ATP e alguns outros metabólitos. OBS: A velocidade da glicólise depende criticamente do nível de atividade dessa enzima.Oaldeido em C-1 reage com a hidroxila em C-5.6bifosfato. 3) Frutose 6-fosfato é fosforilada pelo ATP a frutose 1.

6) Fosforilação acoplada á oxidação A conversão de gliceraldeido 3-fosfato  1.3-BPG é usado para gerar ATP.Nas etapas seguintes haverá gasto de energia contida no gliceraldeido 3-fosfato . e sim duas moléculas de ATP foram investidas.O gliceraldeido 3-fosfato(aldeído) carboxílico). 3.3-BISFOSFOGLICERATO3FOSFOGLICERATO O alto potencial de tranferencia de fosforila do 1. 2. A energia para a formação desse anidrido que tem um alto potencial de transferência de grupamento fosfato.fosfoglicerato.3-BPG para o ADP. Gera-se um composto de fosfato rico em energia nessa reação de óxido-redução .3-BPG).mas a reação processa-se prontamente de di-hidroxiacetona fosfato para Gliceraldeído 3-fosfato devido a eficiente remoção do produto.3bisfosfoglicerato(1.(reação que acopla oxidação e fosforilação) FORMAÇÃO DE ATP A PARTIR DO 1.3-BPG está no nível de oxidação de um acido carboxílico. OBS: C-1 no 1.OBS: No equilíbrio 96% de triose fosfato são representados por di-hidroxiacetona fosfato.NAD+ foi reduzido a NADH. O aldeído em C-1 é transformado em um acil-fosfato.A fosfoglicerato cinase catalisa a transferência de grupamento fosforila do acetil-fosfato do 1.3-BISFOSFOGLICERATO 7)Transferência de fosforila 1. OBS: As reações 6 e 7 resultaram : 1. Uma reação catalisada pela gliceraldeido 3fosfato desidrogenase. vem da oxidação do radical aldeído.que é um anidrido misto de acido fosfórico e de um acido carboxílico . foi oxidado a 3-fosfoglicerato(acido .Os produtos são ATP e 3. APROVEITAMENTO DE ENERGIA Nas etapas anteriores nenhuma energia foi retirada.Formou-se ATP a partir de Pi e ADP.

10)Tranferencia de fosforila Fosfo-enolpiruvatoPiruvato Na ultima reação forma-se piruvato gerandose simultaneamente ATP.Essa reação de desidratação eleva pronunciadamente o potencial de transferencia de grupamento da fosforila. RENDIMENTO DE ENERGIA NA CONVERSÃO DE GLICOSE A PIRUVATO Duas moléculas de ATP são geradas na conversão de glicose em 2 moleculas de piruvato. OBS: formam-se 2 unidades com 3C a partir da frutose 1.enquanto um Ester fosfórico de um álcool comum tem baixo potencial.6 bisfosfato.forma-se um enol pela desidratação do 2fosfoglicerato.fosfoglicerato uma reação catalisada pela fosfoglicerato mutase. .A enolase catalisa a formação de fosfo-enolpiruvato. OBS: um enolfosfato tem um potencial maior de transferencia de fosforila. ENTRADA DA FRUTOSE E DA GALACTOSE NA GLICÓLISE A hidrolise da sacarose gera frutose e glicose A hidrolise da lactose dá galactose e glicose.) 9) Desidratação 2-FosdogliceratoFosfo-enolpiruvato Na segunda reação da formação do piruvato .(uma mutase é uma enzima que catalisa o deslocamento intramolecular de um grupamento químico. Essa primeira reação da formação de piruvato é um rearranjo .FORMAÇÃO DE PIRUVATO E GERAÇÃO DE UM SEGUNDO ATP 8)Deslocamento de fosforila 3-fosfoglicerato 2-fosfoglicerato.tal como uma fosforila.A posição do grupo fosforila muda na conversão de 3-fosfoglicerato a 2. A transferência virtualmente irreversível de uma fosforila do fosfo-enolpiruvato para o ADP é catalisada pela Piruvato cinase.

A velocidade de conversão de glicose em piruvato é regulada para atender a essas duas principais necessidades.Essa reação é reversível.A primeira etapa é a fosforilação de frutose a frutose1-fosfato pela frutocinase .A frutose1-fosfato é então quebrado em gliceraldeido e di-hidroxiacetona fosfato.A 1ª reação na via de interconversão galactoseglicose é a fosforilação de galactose a galactose1fosfato pela galactocinase.Essa Clivagem de aldol é catalisada por uma frutose 1-fosfato aldolase especifica. A FOSFOFRUTOCINASE É A ENZIMA-CHAVE NO CONTROLE DA GLICOLISE A via glicolitica tem um papel duplo: degrada glicose para gerar ATP e fornece blocos de construção para reações de síntese como a formação de acido graxo de cadeia longa. A glicose 1-fosfato é isomerizada para glicose6-fosfato pela fosfoglicomutase. .da uridina difosfato glicose um intermediário na síntese de ligações glicosídicas.que contém um NAD+ firmemente preso.Frutose Grande parte é metabolisada no fígado usando a via da frutose1-fosfato.pouca frutose 6fosfato é formada no fígado pq esse órgão tem alto nível de glicose. A galactose 1-fosfato adquire então um grupamento uridilico.A configuração da hidroxila em C4 é invertida pela udp-galactose4-epimerase.portanto a formação de frutose 6-fosfato não sofre um grau apreciável de inibição competitiva e a maior parte da frutose no tecido adiposo é metabolizada através de frutose 6fosfato. Galactose É convertida em glicose 6-fosfato em 4 etapas.Fosfato inorgânico (Pi) – É um interveniente no processo glicolítico (intervém na reacção 6) pelo que faz sentido que a ter um papel regulatório.para depois entrar na glicólise.As reações de controle são 1(hexocinase. . Galactose+ATPglicose 1-fosfato+ADP+H+ A UDP-glicose ñ é consumida porque é regenerada da UDP-galactose pela epimerase.. Activadores da hexocinase: .Em vias metabólicas as enzimas que catalisam reações essencialmente irreversíveis são locais potenciais de controle. cancelando o seu efeito inibitório.No entanto a afinidade da hexocinase pela glicose é 20 vezes maior do que para a frutose .Frutose-1-fosfato (fígado) – Compete com a frutose-6-fosfato para a proteína reguladora da glucocinase.3(fosfofrutocinase)e 10(piruvato cinase )ou seja são irreversíveis.O gliceraldeido é então fosforilado a gliceraldeido 3 fosfato pela triose cinase. Uma outra alternativa é a fosforilação da frutose a frutose6-fosfato pela hexocinase. A galactose é então epimerizada a glicose estando ligada a UDP. seja um papel estimulador.(NAD+ é temporariamente reduzido a NADH durante a catálase). A regulação do metabolismo é muito importante para evitar o gasto de nutrientes no catabolismo sem que a célula esteja precisando de energia.Os produtos dessa reação que é catalisada pela galactose 1-fosfatouridiltransferase são UDP-galactose e glicose 1-fosfato.A reação inversa vai ser importante quando a dieta for inadequada para atender as necessidades.

Esta molécula é o primeiro intermediário do passo seguinte do catabolismo aeróbico. .Fosfoenolpiruvato – É um intermediário da glicólise formado na penúltima reacção. Ou seja. a frutose-6-fosfato. .Citrato – Acentua o efeito inibitório do ATP. Se temos muito produto.Frutose-6-fosfato (fígado) – É o produto da reacção seguinte (reacção 2). Inibidores da PFK-1: . Sendo assim. se está a acumular-se este intermediário.Glucagon (fígado) – Esta hormona é produzida numa situação de hipoglicemia e tem como objectivo elevar a concentração de glucose no sangue. . Activadores da PFK-1: .6-bisfosfato. portanto faz sentido que se temos muito substrato a enzima seja activada. ou seja.6-bisfosfato (fígado) – Regulador alostérico mais significativo da PFK-1. o que vais acentuar ainda mais a reduzida concentração sanguínea de glucose. se estamos a acumular o intermediário formado a partir do produto da reacção. Portanto. sinalizam um estado energético em baixa. as reacções anteriores têm que ser inibidas. não adianta continuarmos a sintetizar mais produto. o glucagon diminui os níveis de frutose-2. . . Ora.ATP – O principal objectivo da glicólise é produzir energia (ATP). Portanto. não vamos precisar de continuar a produzir mais… . não adianta continuar a efectuar glicólise. faz todo o sentido que a glicólise seja inibida. se a célula já tiver ATP.Frutose-6-fosfato –É o substrato.Frutose-2. pois é o produto da reacção. de forma a impedir uma acumulação ainda maior dessa molécula. Activam a enzima porque aliviam a inibição causada pelo ATP.Glucose-6-fosfato (músculo) – Faz sentido que funcione como inibidor. o ciclo de Krebs. de forma a que a célula possa repor os seus valores energéticos normais. se se estão a acumular intermediários do ciclo de Krebs. . faz todo o sentido que iniba a glicólise. reduzindo a sua afinidade para os inibidores ATP e citrato. Portanto. Conforme referido anteriormente. Esta inibição ocorre através de uma proteína denominada proteína reguladora da glucocinase. impedindo assim um gasto desnecessário de um combustível metabólico tão precioso como a glucose! O ATP inibe a PFK1 porque diminui a afinidade da enzima para o seu substrato.Inibidores da hexocinase: . É produzida em resposta à insulina e degradada em resposta ao glucagon. mas pode ser interpretado da mesma forma que o anterior. faz todo o sentido que activem a glicólise.ADP e AMP – São produzidos quando se gasta ATP. pois este processo gasta glucose.

Portanto. se se acumula acetil-CoA. Sendo assim.Frutose 1. . se se estão a acumular intermediários numa fase anterior.Ácidos gordos de cadeia longa.. conforme referi anteriormente. Activadores da piruvato cinase: . Nessa situação. ou seja. Portanto. funcionando como um “interruptor” que se desliga.6-bisfosfato – É um intermediário da glicólise formado numa reacção anterior à catalisada pela piruvato cinase. por exemplo. o NADH tem potencial para originar moléculas de ATP. não fazia sentido continuar a sintetizar piruvato.ADP – O motivo é o mesmo que já foi referido para a PFK-1. por exemplo.Fosforilação (fígado) – Induzida. temos que activar esta enzima. vai ter como principal função elevar os níveis de glucose no sangue. é um indicador de um défice energético. por exemplo. impedindo uma acumulação de H+ ainda maior. no caso do catabolismo aeróbico. . logo. a glicólise.NADH – Conforme iremos ver mais em detalhe quando eu falar da respiração celular.ATP – É um transportador de energia química e um dos produtos finais da glicólise. por acção do glucagon.H+ – Esta enzima é particularmente sensível a alterações de pH. . se existe . . Para tal. pelo que sinaliza um estado energético em alta da célula. pelo que vai levar a uma activação da glicólise. tendo em conta que a insulina é produzida numa situação de excesso de açúcar no sangue (hiperglicemia) e vai activar os processos (um deles é a glicólise!) que consumam glucose. pelo que a enzima é inibida.Acetil-coA – É a molécula na qual o produto desta reacção (piruvato) é convertido. não é preciso recorrer à glicólise para obter mais energia. o que faz todo o sentido. Inibidores da piruvato cinase: . quando efectuamos uma fermentação láctica (produz H+) exagerada. que. inibe. de forma a contrariar essa acumulação (é como quando uma barragem acumula muita água. e para repor os valores normais é necessário abrir a comporta…). se existir já não é preciso efectuar a degradação da glucose. por exemplo. . de forma a baixar a concentração sanguínea de glucose.Desfosforilação (fígado) – Induzida.Alanina – Este aminoácido (um dos 20 aminoácidos standard) pode originar piruvato (produto da reacção da piruvato cinase!) por remoção do seu grupo amina. . Diminui a afinidade da enzima para o fosfoenolpiruvato. pela insulina. .

o substrato. ou potencialmente energéticas. não precisamos de estar a gastar glucose para o produzir. pois qualquer uma destas moléculas sinaliza um défice energético na célula (lembrem-se que quando gastamos ATP obtemos ADP ou AMP. tais como o NADH são. não precisa de degradar mais nutrientes para produzir energia! O raciocínio oposto aplica-se ao ADP. o produto da reacção. inibidores do catabolismo. são activadores. Segundo. tais como o ATP. ou intermediários formados a partir deste (produtos de reacções seguintes à reacção a considerar) são inibidores. é possível fazer algumas generalizações acerca da regulação das vias metabólicas. Se a célula já tiver essa energia. Isto é muito fácil de perceber se pensarmos que o principal objectivo do catabolismo é produzir energia. Por outro lado. AMP e NAD+. . pelo que será necessário repor os níveis energéticos. e para tal activa-se o catabolismo. moléculas energéticas. que irão ser úteis para perceber a regulação dos restantes processos. Resumindo. Primeiro. e quando gastamos NADH obtemos NAD+…). ou intermediários que irão originar o substrato (formados em reacções anteriores à reacção que se está a considerar).uma molécula que pode originar directamente piruvato. de uma maneira geral.

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