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DEDALUS - Acervo - FFLCH-GE

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APRESENTACÃO
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Cf;f!:m geral, pouco se sabe sobre o que se passa entre a entrega de um original pelo autor e o livro pronto. Acredita-se que a editora simplesmente providencia a impressão de um original, transformando-o em livro. Na verdade, o texto, antes da impressão, percorre um longo trajeto, que começa na edição do original, fase em que se propõem mudanças, acréscimos e cortes, a partir de discussões com o autor.

21100001131

EDITORA:

Sandra Almeida
ASSISTENTE EDITORIAL:

Segue-se a fase de preparação, em que o original é submetido a um tratamento que o aperfeiçoa no que se refere à forma e ao conteúdo. ~ Quanto à forma, procura-se padronizar o texto de acordo com as normas da editora, além de limpá-Io das incorreções gramaticais. O texto padronizado e correto é o resultado desse trabalho atencioso. Quanto ao conteúdo, trata-se de eliminar erros, evitar incoerências e até absurdos que qualquer autor, por melhor que seja, comete. Esse trabalh(yespecializado é feit9' na Editora Ática, por uma equipe de preparadores de texto, e resulta Ra qualidade hoje amplamente reconhecida por todos aqueles que lêem um livro com o selo Ática. Ildete Oliveira Pinto foi por vários anos preparador de texto, função que exerceu com rara competência. Esta obra, nascida dessa vivência, expõe as técnicas e normas de preparação e revisão, orientando aqueles que trabalham ou pretendem trabalhar em editoração de texto.
O

Sueli Campo piano
PRODUÇÃO GRÁFICA:

Milton Takeda Nanci Y. Nichi Tomiko Chiyo Suguita Matilde N. Ezawa
CAPA:

Paulo Cesar Pereira
COMPOSIÇÃO:

~

Diarte Ed. e ComI. de Livros Ltda.
FOTOS:

Fábio Carvalho
OSeO!!L!!!"'1Cl
FONE 447-EUS11

ISBN 85 08 04486
1993

~

Todos os direitos reservados

Editora Ática S.A.
Rua Barão de 19uape, 110 Caixa Postal 8656 CEP 01507-900 São Paulo (SP) Te!': PABX (011) 278-9322 Fax: (011) 27H146 End. Telegráfico "Bomlivro"

Nosso objetivo ao publicar este manual é colocar a técnica da preparação e da revisão de livros nas mãos daqueles que de uma forma ou de outra estão preocupados com a qualidade dos textos publicados. José Bantim Duarte
Diretor Editorial

1
li

SUMÁRIO

o

INTRODUÇÃO 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Procedimentos As imagens gerais de preparação do texto

_ _ _ _ _ _

5
71

79 34

Seções do texto Formas do discurso Iniciais maiúsculas Iniciais minúsculas ---------------Nomes próprios ------------------

40
44 57

É inegável a liberdade de expressão do autor para construir sua mensagem, embora às vezes ele se preocupe mais com o conteúdo do que com a forma. A forma, por sua vez, é tão importante quanto o conteúdo, mas paradoxalmente é tal sua importância· que ela tem de estar latente e não interferir no conteúdo - a não ser que forma e conteúdo se fundam e constituam a essência da própria mensagem, o conteúdo. Essa fusão é comum quando se joga com palavras ou quando se instaura um momento de ruptura com padrões estabelecidos, caracterizando-se o processo de criação literária. Na mensagem didática, técnica, científica e de informação geral impõe-se, porém, uma normalização textual que evite a língua de Babel, que faça com que a mensagem flua tranqüilamente, sem tensões ou contradições.
./

_

53
62 69

Numerais

Divisão silábica siglas e símbolos ------------

~

10 Abreviaturas, 11 Citações 12 Notas 13 ' Referências

74
~ _

79 85
90 716 725

bibliográficas

e bibliografia _-----------

--------

14 Padrões complementares 16 A estrutura
APÊNDICES 1 Principais orlglnOls 2 3 4 5 6

15 O processo de revisão de provas ---------do livro impresso _ símbolos e sinais usados na revisão e marcação _ na revisão de provas -~ --de _

737

Embora o estilo pertença ao autor, com a liberdade que ele tem de construir sua mensagem, a editora pode - e deve - intervir no seu texto, e o faz com o seu pleno consendmento, para garantir a correção e a clareza da informação e a qualidade da publicação. Para conseguir isso, às vezes, chega mesmo a modificar a estrutura de um livro. Por conter elementos que se interpõem nessa atuação, podese dizer que este livro é um manual de estilo, cuja preocupação maior é sistematizar as normas editoriais aplicáveis com maior freqüência, sem a pretensão de ser exaustivo. Em se tratando de normas, ou regras, existe o risco de o apelo limitado a elas não permitir que sejam consideradas as exceções possíveis. Para evitar isso, porém, é fundamental o discernimento dos profissionais da editora em não ir de encontro à liberdade de criação, quando o autor procura formas discrepantes para divulgar sua mensagem, infringindo conscientemente as regras estabelecidas.

746

746

Principais símbolos e sinais usados Principais abreviaturas Abreviaturas Alfabeto

747 750
754 _ 755 756

e termos usados em bibliologia

dos nomes dos meses ---------

grego onomástico ------------~ .

Vocabulário

íNDICE ANAlíTICO BIBLIOGRAFIA

_ _

787

790

O original apresentado em papel comum.escência.. repaginando o documento. r -to' ~- Avisar. e a idade está ainda não alcançou pleao na adol. 2. Sobreponha um asterisco ao número da última lauda . Substância que serve para adoçar. (fig. 1..~ ~ ~ v. "segue 52a" ou "há 52a" e.. 52b. e também não é novidade o autor entregar o texto em disquetes . A forma mais tradicional de apresentação do original tem sido a do texto datilografado. 2.~~e~ ~ 1. 4. jovem. c. Com esse procedimento tradicional procura-se controlar todas as laudas dos originais. 2. •• . . ao menos parcial do processo de edição de um livro. Abrandar.. Se houver inserção posterior de uma ou mais laudas. 2. se não total. Render culto a (divindade). é comum o original chegar à editora em folhas impressas por esse mecanismo. . é necessário antes apresentar os conceitos de original e de editoração. Mas. mas aceitá-Io desta forma depende da conveniência da editora. . em laudas apropriadas ou em folhas de papel comum. cru.) Abrandar. b.dispositivos que. na lauda 52a.por exemplo. estabanado . na lauda anterior. -+. ~ •• .. Amar em extremo •.por exemplo: 325*. ~'~ '~~. em nosso caso. a partir das páginas pré-textuais (v. para que propiciem uma visão. numere-as com o mesmo número da lauda anterior seguido das letras o. sem que seja preciso renumerá-Ias desde a primeira inserção. O texto deve ser datilografado dentro do campo apropriado da lauda..•. conforme o exemplo.int. Pode ser um simples manuscrito. (O) que de8envolv~mento. p. ele poderá fazer isso automaticamente. -Jt1' adoçado 2. que "segue 52b". e assim por diante. Ficar doente. 520. Original pelo autor à editora que resultará no livro. . Encantador. .e indique. T . lembrar. Com a penetração dos microcomputadores. contêm o texto gravado. seco ao sol. pois pode ocorrer que a ilegibilidade da escrita comprometa o fluxo de produção. Original é todo material entregue Numere as laudas consecutivamente.. 137). se você trabalha com um microcomputador.. ~ adj.~~. deve ser datilografado apenas em um lado da folha e em espaço duplo. 52c..6 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Introdução 7 o original e a editoração Principais Laudo formos de apresentação dos originais Para situar devidamente a abrangência das questões específicas deste manual.. Digno de ser adorado.. que. Int. do tipo sulfite. suavizar. -ti- ~ ~ Estouvado.

\.lh<.. F'OI~ S~la 'cerr(vcl €!.. ou seja.. lança-os sobre ()s atacBlltes" mesmo se as ()s ~)aI1cadas dc)s deuses E lias N(:)entantc).. HI/I'·i).t: pont in9c D ii':\ no chr:f'(·:·.clc·~. bl"açQ!~ t) tlCI"6i ~. fixando-se na preparação e revisão do texto .árj() ql. c: üm ont:le flJlrtes leva'··() I:) mata C:OI1I lJm golpe cont maça~ :nqu.larlCI(:l es. 11~()SEriam suficlEnt~ SErES lmundo!:. impressão e acabamento.. Assustadas.!. revistas.:~ ~ ~ " dpusc!.etapas classificadas dentro das fases pré-industrial c industrial.nç:i':\ m(:\:::·y Uffli'.e imediatamerltey 81"ltC!S" maIs. discos. jornais. VEZy descobre 11C)Va al'·ma: ev'guen(il:) roc:I·1C(ios. é o sentido primeiro do termo.Dy 1 "). IJcusas con!~eg~lissem abatEl' tit:âs. ac) ~:\ b~:\t<:\".E!~."( 9i~~lantE" () InOn!:itl'"O p:::). O que nos interessa. para Erl'PI~erli:ar sellS tem(vpis i ri i m i 90::... E surpr"csa alerta ger'aly l~var)ta'-~.~~~__ ~_~_~D: MAtlUAl OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Cópia de computador Disquete Agora~ O~. E fun(1c metal.e~. VI901'"OS..denomina~se edi~ loração.l~ c[)ml~reer)clet~ld(:) e grita: s!~a crjatlll'"a r'EC~lpEr'a a!s flJrçaS DEIJrE~.tJ[) profltcl!:. PO~. C::::\l no c:h.tá em ~1&~aclEs! contatc) (::01"1)t!IUa i:erra natal" Carl'"Cgllc-a para !:lc:m "1 on9E'! Erlchcfldo"'!SE (:Ie !~E~lS coragem...SD... t it:G!:~.~:\n'cD i·:~. I)clnéter E tr&ml. O conjunto das tarefas inerentes aos três momentos . televisão.l'"::':"l.. sent)or del. (:Ofltemplam urna 'Picanl o ela luta.O (jo Atena ql. as margenl ApoIo. o da edição do livro.~E·nclD +"1 (:::ch:i:l. c! C)::. del. como livros. fClridos. nlCS.ustadoras t:ridclltC. etc."t inu:. e o pós-industrial diz respeito a todos os aspectos relacionados à comercialização do livro. o processo de editoração será visto apenas pelo prisma das adequações dos originais.:-. Apef)a!~ ~ mar·as. SE deixa lan~a Emp1ll1ha laflçam brasa os comt)ate" !-lefestIJ.iéstia. fcrrei~() manco. em Per r I)!.l as~. No entanto. Sol.l.. CIEl1~." F().llas. AtCI12..petácul().(dOI1. e i. pesad(sslmos.lsas lJ2(::(fjcas. voltam ~loi~~.ar ql. filmes.leH0ra(:les golpes fo~t: {ssimos lhcs com d& sua ~lnlgolpe miselriCÓI~dia~ clesfere . costuma-se dividi-Io em três momentos: o pré-industrial.mC) IJ(Jr ~sscr à luta~ ele j!~30.l!~ do dos Plechas SEI. ~)ara elimlrlJ-·los. o industrial e o pós-industrial. contratação e nas adequa~ ções dos originais para publicação. para o propósito deste livro. COnl(:) Editoração O termo ediloração hoje é empregado em vários meios de difusão cultural. seleção.exercidas por um editor ou sob sua supervisão . Para situar me~ lhor o processo de editoração.alta p de sobre ~ (J gigante IJm pa{s ~l ~J Ir I'· ~:t.o industrial é a fase de composição. ( necE!s!.D ~:"t ] (:lng {1·lqIJO. (J C 1"U(·:·-: ~ 1 TodD~:~ o._ . entretanto. O préindustrial consiste na busca.~. ..

nos nomes de pessoas e de coisas. parte para conhecê-Io melhor. de textos arcaicos cuia fidelidade ortográfica precise ser mantido. E. tão. contando com uma apresentação racional e uniforme. as emendas. mais estará habilitando-se a realizar um bom trabalho. Ganha o leitor.se vive ou não. deve apresentar exatidão nas informações históricas ou factuais. a Faça à tinta. - SG E RA I S RACÃO •. Mas não é tudo. São imprevisíveis os recursos de que ele pode se valer para conseguir efeitos expressivos. e a revisão de provas se dá na fase industrial. seu universo de atuação pode se tornar bem complexo. Estilo é a maneira peculiar de o autor exprimir seus pensamentos. " Dependendo da "lente" de que o preparador possa lançar mão para examinar os originais. outros reconhecem a colaboração que se possa dar. editores e demais profissionais envolvidos com o livro. nas datas. endá algumas recomendações. o texto de autor já falecido é inalterável. a Em princípio. para em seguida delimitar ou estender seu campo de ação. Mas. ou padronização. utilize o recurso conhecido como "marcas de revisão" para assinalar modificações provisórias no texto. de textos legais. ou correções. etc.10 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO As atividades relativas à adequação do texto que dizem respeito à organização. 125. é a aplicação de normas lingüísticas e editoriais ao texto. a autor vivo é o árbitro por excelência das questões suscitadas em sua obra. não há texto sem erros. normalização. à composição ou à revisão. a texto começa a se revelar aos olhos do preparador e a lhe sugerir o que fazer para conquistá-Io. por exemplo. IWII••••• • . Autores há que julgam seu texto perfeito e definitivo. a mudança da forma de . desde os originais até o livro impresso. seu estilo . servem apendS de orientação à arte. Trabalhando com microcomputador. Ao pé da letra. Marcações a lápis não devem ser compostas ou digitadas. com legibilidade. Mas o preparador ainda tem de buscar informações complementares sobre o autor . depois de o texto ter sido composto e antes de ser impresso finalmente . normalização e revisão dos originais são chamadas de preparação. Eventuais modificações são decididas pelo editor. como. PROCE DE ------~-. que pode utilizar melhor a obra. (A revisão de originais ocorre antes da composição. é preciso que qualquer original seja submetido pelo menos a uma correção ortográfica e de sintaxe. Com ela todos só têm a ganhar.v. Seu texto sujeita-se aos padrões da editora. Ganha a própria publicação.) profissional encarregado de executar essa adequação é chamado aqui genericamente de preparador de texto. Malgrado todos os esforços. ou seja. bem como nas citações de qualquer tipo: de língua portuguesa ou estrangeira. p. para minimizar isso. quanto mais respostas oferecer a essa complexidade de coisas. Ganham autores. É uma relação de namoro que principia.e discernir a natureza ou o tipo da publicação. pois encontram aí um ponto de apoio que orienta e facilita o trabalho. nos números. mas ele pode e deve defender a integridade de seus escritos. o emprego de um tempo verbal por outro. definitivas. o texto a editor faz a apresentação do texto ao preparador e lhe preparador. sempre que for necessário.

loiro e louro. 75) e antes de etc.. A liberdade do autor em romper padrões é praticamente ilimitada. viadutos. em Aluísio Magalhães et alii. Interferir nesses recursos sem perceber as intenções do autor é deturpar-lhe o escrito. Para tanto. 2. 93). "peixe teleósteo.. Qualquer mortal poderá ter acesso a esse banco pelo telefone (0121) 262-1313. necessárias à construção de estradas" e que obra de arte é a "obra produzida segundo o conceito de arte. mas isso não é motivo suficiente para que seu texto não seja revisado com rigor. basta conferir a grafia de palavras no Volp ou constatar o registro desta ou daquela forma nos dicionários. radioatividade e radiatividade .. nas abreviaturas em geral (p. 42). Por exemplo. A ortografia Os principais cânones ortográficos da língua portuguesa são o Vocabulário ortográfico da língua portuguesa (V 01 p ). A pontuação correta das orações adjetivas. O revisor timidamente perguntava a ele. de Aurélio Buarque de Holanda Ferreira. (p. não devem ser esquecidos os casos especiais aqui examinados. ) devem ter sua grafia uniformizada. observe: porâneo da língua portuguesa. da família dos serranídeos" e que senhor de engenho é o "proprietário de engenho de açúcar". pontes. Então é preciso consultar os dicionários . às vezes. etc. contacto e contato. por exemplo. da Academia Brasileira de Letras..12 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 1 - Procedimentos gerais de preparação 13 tratamento para indicar alteração de estados psicológicos de personagens. ele dava um sorrisinho e dizia: "Pode corrigir"!. nos diálogos (p. que senhor-de-engenho é o mero. se esse z era assim mesmo (porque ele trocava s por z) ou se esse j por g deveria permanecer. po- rém. ed. o infinitivo flexionado para ressaltar a pessoa sobre a ação. os textos eram respeitados passivamente pelo impressor tal como estavam. científicos e afins devem ser submetidos ao rigor da normalização e sofrer as alterações necessárias com vistas à coerência. 53. no Volp os vocábulos obra-de-arte e senhor-de-engenho são consignados apenas com hifens. muros de arrimo. Nem sempre. as figuras' de palavras e de construção. Rio de Janeiro. desde Sagarana. a concordância ideológica.I". etc. i.. 1981. este manual é um livro aberto. É ilustrativa dessa atuação a seguinte passagem de Antônio Houaiss sobre um episódio da edição da obra de Guimarães Rosa: . de Caldas Aulete. A Academia Brasileira de Letras mantém um banco de dados que fornece o significado dos vocábulos constantes no V olp. p. Além da pontuação ordinária do texto. Formas optativas As palavras com mais de um registro lingüístico (por exemplo. como a pontuação nas referências bibliográficas (p.e. Fundação Getúlio Vargas. 1 "Preparação de originais .. o Novo dicionário da língua portuguesa. mas não existem ali significados. Além dos assuntos próprios dos capítulos subseqüentes. Geralmente. denota antes de tudo clareza da mensagem. sem variação de forma. num mesmo contexto.para saber que obra-de-arte é a "designação tradicional de estruturas tais como bueiros. túneis. e o Dicionário contem- A pontuação Conhecer análise sintática é fundamental para bem pontuar. 119).. mesmo que se trate de texto de natureza literária. Os textos didáticos. Editorl]fão hoje. e daí para diante cada vez mais obsessivamente. percomorfo.e ler as acepções dos verbetes . entre o mais que se fizer necessário. restritivas e explicativas. . especialmente a que é tida como de boa qualidade". clareza e correção da informação.

Mas. Vejamos alguns exemplos: Encontrei-a chorando..14 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 1 - Procedimentos gerais de preparação 15 e as repetições de palavras Um bom texto prima-se pela precisão vocabular. Aqui a ambigüidade eu? está em saber quem chorava: ela ou Conjunções. de. a cacofonia. partículas que. A consideração de meus amigos é importante para mim. pode funcionar como recurso estilístico. seu. conforme o caso. como a ambigilidade. os verbos auxiliares. próprio. por sua vez. devemos apelar para os sinônimos. A mensagem publicitária. pois são elos básicos de estruturação da frase ou do pensamento linear. mas noutros casos constitui um vício de linguagem. Há vários anos. o vocabulário de rua: "A Carbonell foi pro vinagre". E desta forma a mensagem foi recebida. essas construções devem ser evitadas. técnicos ou científicos. mas. na verdade. Há palavras. em geral. em linguagem coloquial. como as preposições. Em princípio. Mas. emprestam sentido obscuro à frase: A preocupação social está presente na obra de Aluísio Azevedo. Há também casos em que a repetição de palavras é necessária para a clareza do enunciado. Em textos literários. o jeito é modificar a frase para conseguir nova expressão da mesma idéia. ir pro vinagre pode significar "morrer". a ambigüidade deve ser evitada. Por isso. Ora. E talvez com a mesma qualidade. Não havendo sinônimos perfeitos. se não tiverem a clara intenção de assim serem. Ambigüidade ou anfibologia Ambigilidade é uma figura de linguagem que ocorre sempre que uma construção sintática apresentar mais de um sentido. que causa impacto. principalmente quando se tratar de textos didáticos. A frase leva a três interpretações: "João e José foram prejudicados". etc. pronomes e até preposições costumam também causar ambigüidades. o eco. Um texto crivado de palavras repetidas pode revelar pobreza de idéias ou de vocabulário. se. dar sentido duvidoso ou provocar fatos indesejáveis. etc. passou a produzir vinagre. que geralmente não permitem fugir a esse esquema. cada palavra tem um significado exclusivo. Quem busca compreender os elementos deter~inantes da realidade social: Aluísio ou sua obra? A ambigüidade produzida pelo que pode ser desfeita pela substituição deste pronome por o qual. um fabricante de azeite de oliva anunciou em grandes cartazes O que é importante? Que eu considere os amigos ou que os amigos me considerem? A clareza da frase pode ser dada por uma destas construções: "Considerar os amigos é importante para . Cuidado com pequenas palavras como que. "João e José se prejudicaram a si mesmos" ou "João e José prejudicaram-se um ao outro"? . às vezes. "dar-se mal" ou coisa do gênero. lança mão amiúde da ambigüidade como recurso eficaz. a qual. mim" ou "Ser considerado pelos amigos é importante pa- ra mim. As ambigüidades e outros vícios de linguagem Palavras ou expressões empregadas irrefletidamente ou mal colocadas podem obscurecer a frase. a indústria queria dizer exatamente o contrário: além de fabricar azeite. as conjunções. que busca compreender os elementos determinantes da realidade social. " João e José prejudicaram-se. quando essas repetições se tornam gratuitas.

Um problema quase sempre existente a respeito é a flexão (ou não) da forma verbal acompanhada da partícula se.boom da .mesma mão .. resultante da junção das sílabas finais de uma palavra com as sílabas iniciais de outra. mas deve ser evitado na prosa não-ficcional: Então a recessão é a solução para combater a inflação? Mas aqui o verbo tem substantivo no plural.uma minha . É o verdade.) Embora a colocação pronominal esteja muito em função da eufonia. monotonamente.nunca gasta . Funciona como recurso estilístico na poesia. principalmente a verbal. vaga e maquinalmente: senhor.envie-me já .nosso hino . Não se estabeleceram as medidas que seriam tomadas.) Colocação pronominal No entanto. que às vezes se afastam das normas da gramática portuguesa.e. Eis alguns exemplos de junções de palavras consideradas cacófatos: Acerca dela . basta substituir "o seu livro" po~ "o livro dele" ou "o livro dela". /ongamente. junta-se a terminação apenas ao último deles: O outro respondeu. livro solução para elucidar de ser flexionado. Nesse caso. meu (Eça de Queirós. de Adriano publicado pela Ática. Concordância Cumprir os princípios gramaticais de concordância (verbalou nominal) é básico para a clareza do texto. Cacofonia É o som desagradável. Basta evitar aqueles que produzam realmente sentidos obscenos ou ridículos . eco nas terminações em -mente . publicado pela Ática.Quando dois ou mais advérbios em -mente modificam a mesma palavra. o Eco Consiste o eco no emprego de palavras com a mesma terminação ou com o mesmo som final próximas umas das outras.. para o devido esclarecimento. Uma consulta às da Gama Kury. É bem verdade que às vezes o escrúpulo com os cacófatos se torna exagerado.a sensibilidade é sua. Novas lições de análise sintática.ela trina . pode ser uma boa outros casos. O Dicionário prático de regência verbal. Vamos apenas comparar dois exemplos com essa partícula: Não se estabeleceu quais medidas seriam tomadas. constitui não só uma boa fonte de consulta para resolver essas dificuldades como também um registro atualizado da língua. .. é verdade .por cada . conserva-se a terminação nos advérbios e omite-se a conjunção e: O mar chora. i. verbo não se flexiona. ou palavra obscena. porque o sujeito é uma oração (= qUaIS medidas seriam tomadas). do som agradável ao ouvido. (Augusto Frederico Schmidt. para realçar a circunstância.mesma maneira . é importante saber que à acepção que se quer corresponde uma regência correta. Neste caso. como sempre. costuma trazer muitas dúvidas.16 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 1 - Procedimentos gerais de preparação 17 Maria disse a Antônio que não trouxera o seu livro. de Celso Pedra Luft.fé demais . porque o sujeito é um "as medidas". é recomendável seguir os padrões da norma culta do Brasil.ela tinha . Regência A regência.ete.

etc. esquemas. quando isso é feito pelas primeiras palavras de cada parágrafo -. 1. que seja necessária uma nova enumeração de coisas. se for a segunda ilustração. uma fotografia poderá ser a figura 3."_I 2 AS I M Â. se um mapa. fotografias. será a figura 2. todo o livro deve ser vistoriado no sentido de preservar sua inteireza e ser preparado como se fosse original inédito. um quadro comparativo. a) Uma só numeração ao longo do livro . Ilustrações como figuras Chamando genericamente de figuras quaisquer ilustrações. É possível que num ponto qualquer haja remissão a alguma parte suprimida. é recomendável que os parágrafos seqüenciais não se iniciem com as mesmas palavras. separando-as de acordo com o tipo de cada uma. não só de obras coletivas e de referência mas também de obras individuais. diagramas.verificação da seqüência do texto. sem classificá -Ias. - . ou simplesmente inserindo-as no texto. for a primeira ilustração.Estabelecendo uma numeração única para todas as ilustrações do começo ao fim do livro. organogramas. 37) composta de dois indicativos. Antes de enunciar a legenda em si.18 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO A abertura de parágrafos Prevenindo-se contra os saltos na composição (v. bastando para isso pedir para recorrer o texto. Idêntico procedimento deve ter também o revisor impedindo o fato desagradável de uma ou mais linhas seguidas da composição começarem ou terminarem com as mesmas palavras. Novas edições Os originais de obras reformuladas devem ser preparados e revisados na íntegra. com exceção apenas das tabelas. enfim. ~'~_·oI·~. ele será a figura 1. p. Classificacão~ Podemos organizar as ilustrações de três maneiras básicas: agrupando todas elas sob a denominação de figuras. qualquer alteração comprometa a uniformização existente.~ MiM __ •• EX T O Ilustrações Ilustrações são quaisquer imagens ou figuras que acompanham o texto. mapas. e assim por diante. por exemplo. tais como desenhos. Após efetuarem-se as modificações necessárias. que. A coerência A utilização sistemática de um mesmo critério para um mesmo tipo de caso é fundamental à unidade. faça-a preceder da indicação Figura ou Fig. p.G\EiN S D OT •• OII!. quadros. à organicidade. podemos apresentá-Ias de duas formas: classificadas por uma só numeração consecutiva ao longo do livro ou por uma numeração progressiva (v. 127) e nas batidas de parágrafos .

com as mais elevadas taxas de crescimento do mundo. ou masculino ou feminino. Ilustrações Inseridas complementar seu ou apenas proximidades sem classificação sem nenhuma classificação. 1991. Existe até um diagrama chinês antigo. Ilustrações especificadas pelo tipo As ilustrações também podem ser classificadas de acordo com o tipo de cada uma. ou bonito ou feio. 2. ambos têm a vantagem de que. valem as mesmas orientações do item acima. Coréia do Sul. proporciona maior liberdade na distribuição dos elementos gráficos na página. .figura 13.Vânia Rúbia Farias. as quais à primeira vista poderão parecer incompreensÍveis para o pensamento ocidental. o que importa é a busca do equilíbrio. Isto se deve à grande prosperidade econômica . Reproduzida Geografia crítica. p. aberto a novas idéias e experiências. São Paulo. ao contrário. devendo conviver com esses opostos e buscar a harmonia dos contrários. da mesma forma que os gráficos e tudo o maiS. o rompimento com a União Soviética depois de seguir sua orientação econômica. as épocas de predominância do Yang e aquelas em que o Yin predomina. o chinês não só aceita acontecimentos aparentemente tão diferentes como participa deles: a implantação do socialismo. 170. Este procedimento. na história recent'e da China. 7. T'aichi T'u ou Diagrama do Supremo Fundamental Os "tigres asiáticos" Esse diagrama representa a harmonia dos opostos: o Yang. intuitivo. IlustmiãcJ_c~I"~cadana _~eqüência no texto. 4. com a busca do equilíbrio nesse meio termo.2.cidade localizada em território chinês e sob a administração colonial da GrãBretanha . o pensamento chinês defende a natureza delica da realidade. faz com que os chineses aceitem c participem de freqüentes mudanças. conforme o exposto acima). contemplativo. tudo tem o seu lugar no momento certo. que procura simbolizar esse ensi~ namento básico da seguinte forma: mcntod~ equilíbrio desses contrários -. ou seja. a Revolução Cultural e o isolamento do país. ou claro ou escuro.n: 7. expansivo. é recomendável colocar antes do número de cada ilustração o número do capítulo correspondente seguido de ponto.20 ________________________ O~_R~~_ArJUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO L::__ ~s_im-"-gensd"_ text~ " _ 21 conforme o que se queira adotar como padrão -.1. e o Yin. No pensamento chinês. ou se é bom ou mau. quadro 5. do Terceiro Mundo. as ilustrações podem o texto integrando-se a ele como um seguimento suplementá-Io . ou uno ou múltiplo. 3. mapa 8. por exemplo. Ática. para que não ocorra um mesmo número para mais de uma ilustração. ou doente ou são. 7. na dose certa. Entretanto. são colocadas nas do assunto a que se referem. 23: Mapa do tesouro b) Numeração progressiva composta de dois indicativos .Neste caso o que teremos de fato são várias numerações consecutivas que se reiniciam a cada novo capítulo. por exemplo. como no pensamento ocidental. É provável que novas mudanças ocorram nesse país nas próximas décadas. um muçulmano e cristão (embora talvez um pouco menos). de: VESENTINI. ou certo ou errado. Assim. Além disso. o chinês comum é extremamente curioso. complexo.3. Isso explica por que.são internacionalmente conhecidos como "tigres asiáticos". pois dá mais autonomia à figura em relação à continuidade do texto. Assim. geografia v. aparentemente rad·icais. e a nova política de abertura para o capitalismo. Para ele não existe algo radicalmente mau nem bom. bem como o anterior. as coisas e as próprias pessoas são tudo isso ao mesmo tempo. todos os mapas podem ter uma numeração exclusiva.que alcançaram nas últimas décadas. t não a eliminação de um lado. que é o lado claro e que representa o intelecto masculino. do número seqüencial de cada uma. ou ativo ou passivo. para se 4. basta mencionar a sua classificação . racional. Fig. José William & VLACH. todas as ilustrações do capítulo 7 são enunciadas por Figura 7. Assim: seguida referir no texto a uma determinada imagem.sobretudo industrial .1. todas as fotos podem ser numeradas independentemente das outras ilustrações (por uma só numeração ao longo do livro ou por numeração progressiva. 7. que é o lado escuro e que simboliza o intelecto feminino. Taiwan (ou Formosa) e Hong Kong . De resto. Por exemplo. O que diferencia este procedimento do anterior é o fato de que aqui cada tipo de ilustração ganha uma numeração própria.n ou Fig. A natureza.neste caso.

e. Uma laudo do original de legendas de fotos •.. com uma listagem de todos esses itens ordenados segundo a seqüência do texto. i.. Podem ser elaborados originais independentes para cada tipo de ocorrência.foto 8. É tambérn possível apresentar um original único. Num país onde há pouca preocupaçao 3.4 Iolanda Huzak de crédito ooidental.2 10.1 1.foto 8.foto 9.2 Marcos Guião/Angular foi importada da Alemanha.2 FOTEX/R..2 Thierry Champion/Gamma/Sigla a fabricação de automóveis particulares.•.:! •. a bicicleta é Gamma comum. Kenneth Garrett/Keystone 193 . ~ " Y.2 Gamma ••• ) .3) --~------.. mencione sempre o número da lauda em que deve entrar o crédito fazendo-o acompanhar-se do número da figura. um para as legendas e outro para as fontes ou os créditos. A esoava- Tsuneo Nakamura/Volvox carvao 10.-~ 194 .22 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 2 - As imagens do texto 23 Originais de legendas e créditos Uma lauda do original de créditos de fotos Quando não forem apresentados com os originais do texto.2 .• '0. destinado principalmentea turistas.• 'o·~ •.1 9.1 mineral a céu aberto na União Soviética. Em qualquer uma dessas situações. . 15..•••.3 Kevin Schreiber -.4 14. os originais de legendas e créditos devem ser feitos à parte. Drechster-Angular Angular 1.2 Marisa carrião/ Wagner Angular Avancini/Angular Carol Val/lkso começa a se tornar comum na China: cartaz de publicidade de 14.1 Copyright Agence vu Bernaro Descamps/ Angular nas cidades chinesas.•••••••.--de montagem de uma fábrica de automóveis na União Soviética Manoel Novaes 11..5 9.1 11. Ruy Teixa1ra/Angular _.• ! 1.Camera Presa London/ Keystone 2.1 eletrônica na Coréia do Sul Gail1ard/Gamma 15.

" ~ ! ...... Abril Cultural....•.•.. . " ! ... CR.o ~ ~ PriBcipais no Veja não mapa. Por exemplo: ºriginal de um mapa Um original de legendas e créditos em que aparecem relacionados os nomes e textos do map~ 1tlrnilê$E'UlP titulo GEOGRAFIA CRiTICA 4 ROTEIRO DE IMAGENS n' Ititulo _ ••••••••••••••... _----_.24 ~ o LIVRO:. ferrovias países Kinshasa Lobi to .. na África Indígenas de Madagsscar . o· ". Eo..• ! " Ferrov~ 'as !.. 0.. Essa relação pode ser feita nos próprios originais de legendas.... vias diri!"em-se de aos portos eoonomias Por isso de africanas as ferroO exportação...al. . ".. relacione à parte todos os nomes e textos para facilitar a composição. Peyre/Gamma/Sicla Ferrovias na África ÁSIA Cairo Moçambique Antananarivo OCEANO ATLANTICO OCEANO PAclFICO Sene«al Níger Uban(ui Nilo Con~o Kasai Túnis Argel Casablanca Dacar Bellaco Conscri Abidjã Lagos Brazzaville OCC=Ã:I'lC AT/.' ---. Aspecto do cerrado com elementos de sua feuna. GEOGRAFIA 0 •••••• CRiTICA - 4 - MAPAS ! ... portanto...-~~~-~~~--~- ... sistema transportes reflete.... uma eoonomia dependente exterior. Fonte. que foi linhas a rede o traçado projetado de um férreas africana das de transObserve.ÂNTlc...=IJ !." •••••• " : •••••••• r •._-'"~- 25 Na apresentação de originais de mapas..•.u-~~ . .....•. 'll~~. no continente africano . ti T .•..o Harare para mesmo ou as re«iões y .. ! n......... 1632. Geo«rafia Ilustrada.•.." •••••••••••• ." J.•.. y •.•... Lubumbashi Dar-es-SaIaam Nairóbi Adio-Abeba Djibuti f9i pensado para unir as ao mercado iaternaoia... Cidade Port do Cabo Elizabeth principais unir país..e vaI tada para o 1"""""" PAM~ iWJ-~\ P. _~-~ .. MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO As imagens do texto .•.•. ~~ _~... p..• .. r y . o . portes. ! o· •••• . os Ele Durban Johannesbur. *"""'1 ~\t ~ ..

~..A. de Aua.tMnffeut ". 7Ur =.. . 7° série.cú "Clh! ~ ~ d1r ~ &jdl" fww.J.dltoril Te!. Ática. ~ di. p.wm Ai.mde. M'~ ~ . • a&mo. Reproduzido de: JUNQUEIRA.7?UlffZCÚ). ae. 1991.mM=~9"'-eAe C<mZ a ~ Ad:t~ ni1.or . " (j)~ ~. e ~ '1W' de e a&unb1.ue ~e ~cmn~. da ~ &ndé ~. Sônia. . • ?7?a.wm ~ ~ div'w.téJz.cüd/..etvrw..d..: Caixa Todos Átiea pABX Postal S.&m 1X.wn 'f'd ~ .:O. Uram composição: Catanna Horibe.~ e.amiJ. e ea ~ 1988 f. os créditos e/ou as fontes das ilustrações podem localizar-se: a) no frontispício ou no verso do frontispício: Créditos no fronti!píc:jc. \ \0 End.o:Wm 7u"m &vw. São Paulo.U.e nãfr? .p "aeh "1"l/. : OA.do. eU ~ &. Nelson S.y q. Urata coordenação de arte: Silvio Vivian ff eu. reservados Reproduzido de: TEIXEIRA.~.<.0epo?1.1 26 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO L:-~m~~s do texto __ 27 Localizacão # dos créditos Créditos no verso do frontispício Conforme o espaço disponível ou a ênfase que se queira dar..~ . .whe coi1a4 tr ~ 7TIVYmff e ~ dia-a-dia. ~ 'fP' /. 2. .9:!if ~ F m. m. e -rp. coordenação geral: Nelson S.iMnJúy "acvw. Frei Caneca e a resistência pernambucana.. P.Mti ff fX':'W- a{ =n '//&d.4 Pesquisa: Luiz Lopes de Souza Composição e montagem: Diarte composição e arte gráfica S/C Ltda. . &m. rrw é:IJMM.. CEP teleg 0\507 "Bomlivro" .:..I1t. ~ 'P" aomiWmz do.a ~ .~.WVQ ~ ntY f:vr . fJO'1- ~. Português em sala de aula.wrn € ~ é?wztr ~ "QA! r:Iue cI!aiiY!" .C. São Paulo..7.l4OWIM • ~~. amfr.&w-.R/JU>. ~. dtr f"C'.fMnU:m ~ -n(Ur. eJ. m·9322 g6S6· SãoPau\o os direlto. de . mJY2fL .e' '?7Ud!ir ~ e ~e e amzpte=.e cá tVnff fWU1. 1988. võm:a4 coida<.:vw-. ~ . .al!c&nçaabdÍdM4 "J7U.4ell4 ~ a. Frelncisco M.:xn c:a. (i.Ó.&m F~f"9U-- • ~h~ :. A1e~. Atica.etI&t. f=W..xn~ •~ ~-=n é'wz.o- ~ c:W ~:na~ch~'fM4a~oáde ~ de ~ a&.vJn Rua Barão de 19uape.

Troia PÁGINA 108 PÁGINA 21 Anúncio: Agência Homem M. presiderl ra manter u.'pl<u].:Cann de Mclo Erkkson(fragmento) de Mdo & PÁGINA 55 Foto: liomem de Meio & Troia desenho" 109 Davis..~()cia<.... 115 ComjJf. então..'ii/b(Jur-'t/"'--. Ik..mdium. de Meio &'l'roia PÁGINA 48 C.'" Thaves. como neste exemplo: PÁGINA 10 fksenito. . Aslel'i:x Troia PÁGINA 20 Desenho: Qu"drinhos: Urasihiniól PÁGINA Hmú'('('po".':lO l)J'Z.) . Garfidd IIom"!Tl Ca/{/in. Revista Circo(ad. SI/houe/les. PÁGINA 22 Quadrinhos: Quina. p.. .lo Bethencourt Homelll Mlran klr". 1992.. dos paises do: procurando I consolidaçã! negras da f que continu.. Reproduzido de: FARACO& MouRA. Isso po' ros da Renl por Pretór' ganhando . PÁGINA 63 FernandoGonsalcs. de eom 64 de Mc10 & Troia e Jn..lIerreiro eu respiro PÁGINA 85 Si! dói (fUimdo Anúncio: PÁGINA Agênci:< 134 Almap Salles CcHtaz: Ag0nd" PÁGINA 136 __~~10/~~~~_ ano. uma importante ajuda financeira para enfrentar seus problemas econômicos. Sl/bouetle:.Alceu Luiz & SENISE.jo japonês Qu"drinho: (adaptado) Hevi~l:l Olímpka do Canadá Símbolos de animais: zoológico PÁGINA Quadrinhos. Troia QlIadrinh<. _ dólares por gU:ldli~.'nto) PÁGINA 99 &. Stahd Davis.. PÁGINA de Meio & Tro.'ptado) 'j'roia PÁGINA 49 &. 18 Quina. .a MIl/afda EUA (adaptado) PÁGINA 53 Quadrinhos: (. p. lt.rtaze~: Notícia: Homem Homem de Mdo de Meio C"mic &.28 o LIVRO: MANUAL OEPREPARAÇÃO E REVISÃ~ 2 - As imagens do lexl"-- __ .:::~. Desenhos: Coca·Cola & Troia PÁGINA 57 Anúncio.ttmde e partes de Souza. PÁGINA 93 lk~"nil. PÁGINA Cau!o~. Troia I'bca lê desenho Silhml('lI('s.) Corto Ma/It's('.lA(ad:.ao(i{oalltoria PÁGINA 98 Anunciante (fr"glllt. !.(. EUA (adaptado).iaunl. PiLlure~ Ceholinha CarLlZ: . Ática. Uma rd PÁGINA 25 EUA (adaptado) sem identificação Troia PÁGINA 65 Homem de Mclo & Troia Quadrinhos:JimDavis.l: Alq' PÁGINA 96 Quadrinho: PÁGINA Quadrinhos. São Paulo.'nilos: PÁGINA 94 & Troia Anllll<'io: Agi"rl<ü W'/II. PÁGINA 46 Fl'(ml~ e Enw_\! Quadrinhos: Mariniello. H:ília PÁGINA AlllHlr-iO: PÁGINA 105 Agc'"<:ia 106 Homl'm 107 G!:lll<'O.:.\. reforçar a aliança com os paises de governo negro que cercam a do.Anunciante: de moS(:a: Dcddização Agencia Emops Descnhollacapa:janv:mWijngaarden PÁGINA 70 Quadrinho: A halada PÁGINA 74 Scliar. Capas: c. Cartaz.. o que lhe valeu um estremecimento de relações com Moscou.il f{evist" (il'raldiü" 12 PÁGINA 42 fk~cnh()s PÁGINA 95 ()u. Moçaml doações que ZaJl da fome. O presidente de Moçambique tentou..arfiuld EITA (adaplado) PÁGINA 26 c Duicatllr. 29 b) no local da própria imagem: um acordo de não-agressão com Pretória.Maria Helena Valente. Garficld ('. 373.. Reproduzido História moderna e contemporânea. Ram. nllma visita a Washington em 1985.- PÁGINA 41 Bolinha Foro: lkvi.: de Meio PÁGINA 66 De~enho Santa na capa R()~a da edição de 1')')2 EljA. Desenho: Desenhos: Silhouetles. O. 311.o.!.'.EI.lriniJw. tuição que I tinção do ri único e a ir: democracia i I c) no final do livro..lgmento) Roy Lichtcnstcin Bill WateR..I riar de Moi çando constl bar o gover: Em novell aprovada u. cidade.~em identinc:Ição PÁGINA 129 Detenhos: PÁGINA Anúncjo~: Homem 130 Agência McCann do Mar Slli}iadn de Mdo & Troia PÁGINA 29 Cafdn. Oavis. PÁGINA 59 Desenhos: '[roia QlIadri[]ho~: Jim pAGINA 110 llesenh" PÁGINA 111 07~OIl PÁGINA 23 I PÁGINA 24 & Traia. PÁGINA 114 Dl'~erlh<)s: Si/bol/c/lcs.' Mt'!o & Trob PÁGINA PÁGINA com ktr:lS: Homem de Mdo Desenhos: PÁGINA PÁGINA Paulo) Anúnóo PÁGINA Quadrinhos: Cmum.klo & Troia cionais.. T3 Homem 14 S(J dá! quando de Mc10 eu I"e-l/'iro Quadrinho: PÁGINA4S ]-h. PÁGINA 51 Notici.r1". Eugênio Kirsch Hugo l'rdtt.: Homem de Mc10 2 das "Terceiro mal & Troia Desenhos: PAGINA EUA (adaptado) Luís l'emando Vasques. & ElTA(adapl:u!o) Mendes de autoria de dólares e um 220 66"70 complet pela decisão roml ca do Sul de ren canos carvão. .'t:. Ática./Harl/:hele Homem d. Desenho PÁGINA Veríssimo de R'Vii: e Placa: Capa.]im Etiqueta pAGINA Sirnt:>ohs "desiva: 17 atual: 16 Agênd:' Opus PÁGINA 47 & Múltipl" Revista &.ara. Troia Ar!. Gramática nova. AlJo/m·nhas da Cosi. São Paulo. PÁGINA (. PÁGINA 75 Erickson regime cana às do aparl sanções principais fontes i que.1 Sul. ed.on. 1-23 PÁGINA Desenhos: Revista pAGINA Anlin<.cinye PÁGINA 54 C"iagens: Horllcm lIderJ_o.. Homem EUA (adaptado) de Mcla de Meio & Troia. . Analista organizaçõel QUildrinho: Eduardo Desenhos: Desenho autoria Foto: Homem !lomem 113 de Jl. Ml'M/(:aS'·liJrCIllGld('desenh"deJ EUA C"laptado) Car10s dl' Mel" '!'mia Agêntia 11 Eml1ratllr(rr:rl'"wnto) PÁGINA 39 lkscnhu.'io. 2.'il'co C"P... Homl'm de Meio & Mulheres de Moçambique Anunciante. . Homem Ma/a/da Silhuuelles. de: PAZZINATO. que era da I I PÁGINA 32 Quadrinhos: PÁGINA TItulo do Maurício 34 filme: Univer~al Capa: Fugl'nioKirsch PÁGINA 78 Título de novela: Rede Gloho Qu«drinhos: jim PÁGINA 133 Lage.: IlolDt'm s. 86 Gar/idd & (. Jarln'.lerá" I'l'adim Anúncio: sem ide[ltificu. Sl'rgino de esportes: A. PÁGINA 15 Cilmpelldiurn. MPM HOllWnJ do: Meio PÁGINA 38 & Troi" PÁGINA 87 Fotos: Homem 90 (I<" M<:Io & Troi:l de jaymc Agt'nda pAGINA Anúnci()~: Troia: PÁGINA & Agi::nda Arltlnci:llltl'. SilhrJUdl<'. A J. Agl'nciaSalles/Inter-AmClicana HOJl\em de Mdo &.llia Fot"" lksenho: Ilomelll 100 d.' Melo Des<.UiSCl"j(('vista(. qlle o desrespeitou permanentemente. o regime ra. AryNormanha PÁGINA 79 Anúncio: Quadrinho: PÁGINA Agência Caul"s. Homem de Meio & Troi" D('~enh(.... que traball A medi! PÁGINA 28 II detenho Saga Gravura: Quadrinhos: will Eisncr.nilm:. Corto Ma/lese- Agi::ncia 127 (fr. 1992. 103 104 FlIAtuhptado) mil Walerson. Livro: Capa HOllwm de Meio U..fil. Artes Quino.

8 51.257 1.246 0. 91: Brazil. Ática.624 0.693 1.904 1.7 20.741 1.8 6. 63.037 1.775 2._---_.943 2..128 0.7 100.066 Rahla 0._.9 6.9 N2 N1 Na 4.034 422 16 13 10-12 24 15 25 7-vezes18 28 -. observe as recomendações se- Numeracão " As tabelas devem ter numeração própria e independente da de outras ilustrações.139 1.81(i 0.57.4~1 I.8 17.?_8~ 1.134 0.004 1.2 8.099 0. Inwces 1. p.7 2.70. Não se deve confundir tabela com quadro.---_ ..048 1. TABELA 10 "----------------._ --~.9 31.7 11.0 8.".12 1.186 2.402 Jandro 2. São .3 19. .018 1.549 1.561 2. Na preparação guintes.1 0.850 0.750 0.~.351 1. TABELA B-8 Distribuição percentual da amostra.998 1.256 0. p.628 1.Jovelina Paulo.794 1.• QJzeroll~J~:snum~ri5~_s_d_esE ~z_íveis.500 0.045 1. Os quadros "são elementos copiados e não construídos estatisticamente" 1.3 4..340 19.8 0. 1.592 1.663 PUJlllmbuco Mllranhiío Pnlllbll llrll.0 Estimulação cognitiva Grupos TOTAL Recreação % Reproduzida de: ARRuDA.173 0.0 23.958 3.521 1.8. li A média de vezes que a mãe engravidou é de 9.462 0.184 1..342 2.165 1.261 3. São Paulo.191 0. 1 KOTA1T.609 __o.946 0. .0 8.063 1.~ -.195 0.0 17.179 1.473 0.34) 1'2~ _.1.3 2.837 1. Reprodl!zida de: DANTAs.2 325.1 92.2 0.796 __0. 1981. para indicar que não se dispôs do dado. indicando valores nulos.699 2.(traço).337 exportação-importação o de 0.081 1.566 1.2 13.101 0.012 0.167 1.. para indicar que o valor do dado é nulo.688 1.259 7.. osé Jobson J São Paulo. podem ser numeradas da mesma forma que estas.0 2. Afora isso.--_-~-. 163.30 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO As imagens do texto 31 .003 1.230.767 1.309 1.1 13.Tabelas As tabelas são registros de cálculos feitos previamente e de seus respectivos resultados. de A. Convencões " As casas vazias das tabelas devem ser preenchidas com uma das seguintes convenções: a) (traço).328 _'0--Rio1.0 26.407 0. Ática.680 2.--~----Imo 0.384 1.301o p. para exprimir arredondamento dade ou valor numérico desprezível._-.145 1. de acordo com o número de vezes que a mãe engravidou a 61..27 19 21 30 1% de u N1 Número de 53. _-------. Esta tabela apresenta duas convenções: .626 __ o O (zero).7 8. 1980. Editoração científica.4 Total 100.374 1. O Brasil no comércio colonial.180 1.------------.i97 ___.rn 1.7 8.. de fração da uni- b) .6.9 15.596 1.4 22.614 1.411 2.370 1.014 1.643 1.496 0.1l C.367 0.607 1.362o4. -.177 l.151 2.206 1.6 28. Atica.820 2.SI6 1. 1981.4 --1.900 1.972 1. Ivani.1 13.14 0. Notas As notas de tabelas devem ser chamadas por letras minúsculas e localizadas no rodapé da própria tabela.807__ ~~O8 _---.2 15.005 1.480 1.2 .944 1.502 1. Desnutrição e aprendizagem..0 4.880 0.661 1.d SlInl(lS o 1.5 2. c) _ ..2.-----. e .4 4.984 (1.. das tabelas.4 11. p..1 31.382 1. (reticências).2 0.8 24.223 1.914 2.406 1.204 1.193 ___ 1.792 --_.600 1.9_.

não há dúvida nenhuma de que seu território atual continuará no mesmo continente. 1992. Mas isso não significa que devemos deixar de lado os estudos e as classificações da realidade social só porque ela é dinâmica e com transformações rápidas. apesar de todas essas possibilidades (que dependem muito mais dos homens do que da natureza). 1991. as transformações que ocorrem na realidade social são mais rápidas e mais imprevisíveis que as modificações naturais. São Poulo. o PROBLEMA DA REGIONALlZAÇÁO DO ESPAÇO MUNDIAL /Ullto: Banco Mundial. exisI em muitos outros casos de países que são difíceis de serem enquadrados perfeitamenlc apenas num desses três conjuntos ou de seu espaço fisico. É evidente que tal país pode até . nos próxÍmos capítulos iremos aprofundar. um pouco esse estudo. mesmo que o cabeçalho seja repetido na página seguinte. " Para entender essa divisão do mundo em três partes. fugir a essa regra básica valendo-se de recursos gráficos . Podemos afirmar com uma margem IIlÍnima de erro que as áreas que hoje têm l"lima tropical continuarão a tê-Io daqui a l:em anos. Uma classificação dos paises com base em aspecli- "mundos". não podemos ter tal grau de certeza: as modificações aqui podem ser radicais e ocorrer de um dia para o outro. p. no final teriamos dele uma visão muito pobre. a antiga a antiga Worlddevelopment report. por exemplo) encaixar-se tanto no Segundo co1110 no Terceiro Mundo. Seria mais fácil estudar o mundo atual a partir dos tipos de climas ou dos continentes. entretanto. se fizéssemos isso. Sociedade e espaço. mais teórica do que concreta. ed.32 ~ ~_~ __ _-º __ LIVRO: MANUAL OE PRiPARAÇÃO_E . temos de saber o significado das palavras capitalismo. socialismo e subdesenvolvimento. Como esses. pode acontecer lambém de um pais (como Cuba. ref. pois alguns de seus aspectos lembram bastante o Terceiro Mundo. por exemplo . lá pelo ano 2050 contiIIlIará a ter seu território situado no mesmo continente. E podemos também afirmar sem problemas que um pais qualquer. e atual.REVISÃO ~ -. Atica. Já quando se trata dos aspectos politico-econârnicos dos países. Pode-se. por exemplo. localilado na América.J\s imagens do texto 33 Fios Não feche com fio horizontal o pé de uma tabela que passa de uma página para outra.que possam indicar a continuação da tabela. José William. 14-5. contudo. já I hll:lulI1do IHluindo incluída na Europa Ocidental. Nas linhas a seguir. mostrando como a real idamundo com base nas características da sociedade sempre é mais problemática do que uma compartimentação com base em elementos físicos ~ em continentes ou em climas. e isso não dá margem a nenhuma dúvida. 14 UNIDADE I • GEOGRAFIA POLlTICA DO MUNDO ATUAl CAPíTULO 1 • A GEOGRAFIA E Reproduzido de: V~SENTINI. Isso porque a realidade natural é menos dinâmica: um dado país encontra-se na América e não na Europa. todavia. Alemanha Alemanha Oriental Oriental. 21. Ademais. iremos estudar esses temas de maneira genérica.setas.

que trazem verbetes dispostos em ordem alfabética. sobretudo os textos de lei. destinam-se à encadernação posterior em volumes. .70. mediante: III III plebiscito: referendo.obrigatórios e dezoito anos.Seções do texto 35 3 SECÕES # D ~~cc:ionamento na Constituição brasil~ira TO Como está organizado o texto da Constituição? o texto constitucional é organizado. A ConstitUição de 1988 tem 315 artigos.{KJlfé pará~~incisos éúÔÍa subdivisão _ ser subo e alínea§. c) Partes . Neste sistema. (No exemplo da página ao lado. d~to €"'-uma tgIVé6mplemento tratado subdivisão pejo arde artlfJoalsubdivi- ou um pormenor tigo. nos termos da lei. em artigos. -Cada artigo enuncia uma regra geral sobre determinaoo ~. Letras ou alíneas . e.. ba· stcamente. Cada artigo. com valor igual para todos. 135)separados. Álvaro de. c) os maiores de dezesseis e menores de dezoito anos..) As obras literárias tanto podem ter seu plano desdobrado em divisões tituladas ou não tituladas como podem não apresentar nenhum seccionamento. As obras jurídicas. capitulos. 11 para os maiores te permanente. São Paulo. p. etc. de aJUgó'que O parágrafo contém uma facultativos para: exceção. alternativa editorial de publicação de uma obra extensa em cadernos (v. durante o pe- e vem precedida de uma letra Na organização de uma obra pode-se recorrer a vários tipos de seccionamento. 14.A subdivisão em partes pode ocorrer antes da subdivisão em livros. d) e) f) g) h) i) j) Divisões hierárquicas Capítulos. b) os maiores de setenta anos. as divisões mais comuns são as hierárquicas e as numeradas. Subparágrafos. Ática. se com- CAPíTULO IV DOS DIREITOS poLtncos --- é importan- Unidades físicas Quanto ao seu aspecto material. são de inciso e vem precedido~ e a alínea""éiJÕla a) os analfabetos. Vinhetas e/ou entrelinhamentos maiores. romano.3 . to e é precedido de um algarismo arábico. que são agrupados ções e subseções. iniciativa popular. Reproduzido de: VITA. o incisD ou de parágrafo garismo mmúscula. travessões. 1989. Os fascículos. p. Que 'o texto constitucional permanente é (com Arl. como dicionários e enciclopédias. Números (cardinais e/ou ordinais).embora nem todas as subdivisõesestejam necessariamente presentes: a) Tomos . o livro se apresenta em fascículos ou em volumes. Divisões numeradas Há obras que necessitam de um seccionamento marcado quase exclusivamente por números.As letras ou alíneas podem ocorrer antes dos números. A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto.Cada tomo pode coincidir ou não com o volume. cujos dispositivos e vigência sem prejuízo limitada. para identificar partes menores. dividido em por sua veJ. por uma parte agrupados 245 Tran- em 9 titulos) e por uma parte transitória sitórias. como bolas. da par- caráter provisório podendo ser revogados § I' O alistamento eleitoral e o voo são: I . 1) Outras notações.. te notar posto artigos em títulos. um trecho se subordina a outro dando a organicidade da obra por meio do seguinte seccionamento . têm com lo Ato das DIsposições 70 artigos). Parágrafos. De resto. § 2' Não podem alistar-se como eleitores os estrangeiros e. Nossa Constituição..?s . reproduz-se o seccionamento na Constituição em vigor.Subdivisões do tomo. b) Livr. Seções. Isso pode ser feito pela numeração de parágrafos ou pela chamada numeração progressiva. embora algumas obras se identifiquem com formas preestabelecidas. Além disso. seguem padrões especiais.

e que.n. as pessoas cujos rendimentos são fixos ou quase fixos.2. aqueles que possuem como rendimentos títulos de Direito público. 1. 3.... pouco dependem das engenhosas combinações que podem ser imaginadas. ~ terClana { pc.:é.isto é. .1. a primeira subdivisão do capítulo. 5.3.1 -+ um um.1. para esta~ (§ 2231) 6~ias dissemos anteriormen pessoas. nos bancos. Coloquemos em outra categoria. ou outros títulos similares com renda fixa. os possuidores de casas e de terras onde não haja lugar para a especulação. Constituem seu indicativo: o indicativo da seção secundária e o número de seqüência desta nova subdivisão (1.5. .. 1. 7..1. O segundo.1.1.n.. 1. de diversos modos. p. .n..t~. que a depositaram nas caixas de poupança.1. que geralmente equivale ao capítulo. 2.. 2. todas as pessoas que direta u indiretamente se utilizam da especulação e que. que chamaremos (R).2.. a) Caracterizar as alíneas.5. .mácia ~ 1 j I L quaternária qumana As seções primárias equivalentes a capítulos são numeradas consecutivamente a partir de um (1.4.. Constituem seu indicativo: o indicativo da seção primária e o número de seqüência da segunda subdivisão (1.2.Seções do texto LIVRO: MANUAl 111 I'IIII'AIIAÇÁO E REVI~ 37 Numeração de parágrafos Numeração progressiva Cada parágrafo sucessivo recebe um número Ilatural a partir de um (1. 2.1..1. Indicativo u~. 1. finalmente: Reproduzido de: RODRIGUES. .n.1.1.2. 1. de qualquer modo. 2. José org. obrigações de sociedades. 1.1. Pareto. A leitura dos indicativos é feita da seguinte forma: 1. reunamos assim todas as pessoas que nem direta nem indiretamente se beneficiem com a especulação e que possuam rendimentos fixos. os camponeses. os advogados. . .3. 2. Recomenda-se.1. portanto.. grosso modo. ~_~spensando~_in_dicaçã~d. ..e. Consiste na identificação das seções por numerais colocados um ao lado do outro e separados por ponto. à seção secundária.5.2. em suma.1.'~. 109. . Recorre-se a letras e algarisllIos r()Jnanos para as subdivisões.1. os empregados que dependem dessas pessoas ou que.2.n. .2. Comesse_tieo ~numerClsã~_a!remissões ao própri() texto tornam-se fáceis.n. e assim por diante. b. 1.. 2. i.5 -+ dois doze cinco. 2.1. 1984. 3. por letras minúsculas (a.. os engenheiros. ). Albertino. .. 2. ).5..3. os erários e os empregados que tiram vantagem das operações ora m cionadas.2.1.1. As secundárias resultam da divisão das seções primárias.2. São Paulo.1. os aposentados. ).2. c.1.n. As seções quinárias: 1.1. quando houver. Reunamos todas as pessoas que dependem dest . 1. O primeiro numeral do indicativo se refere à seção primária. se houver. n). .1.2.:..1.3 .. ) seguidas de parênteses. Ática. ou quase fixos. Enfim. os operários.1. a divisão maior. Em tal categoria estarão. 1. com os stria e ao comércio.~-~~ governo. Podemos repetir. .n.. As seções quaternárias: 1.n.1 Seções secundária ~ ..12.1.5.c>~úmeroda página. os notários.1.1. 2235. 2. não dependem de especuladores.e.1. mais de simples que obredeos possuidores ou menos o pou- da seção { 3. 1.'p. Com o único intento de abandonar o incômodo uso de simples letras do alfabeto.1. 7. .3. ou que a empregaram em pensões vitalícias..~ co~/~. .. 1.3. os simples possuidores de poupança. O conjunto numérico resultante da combinação desses numerais é chamado de indicativo da seção. atribuamos o nome de especuladores às pessoas da categoria (S). i. ou ao menos pouco variáveis. 1.3.n.3.2.1.1.2.n. As terciárias resultam da divisão das secundárias. f em crescer os rendimentos valendo-se engenhosamente das circunstA cias. Coloquemos juntas. e de rentistas às pessoas da categoria (R).

E\iISÃO 3 . e assim por diante. Ática.1. Este sumário diretor facilita desenvolver o assunto sob uma linha de conduta perfeita das fases da pesquisa. importante. 3) Alinhar à margem esquerda os títulos e subtítulos precedidos de numeração progressiva. com a cor y. p. pode-se valer de tipos e corpos diferentes para estabelecer a hierarquia. marcam-se todos os títulos de peso 1 (o título principal). por exemplo. é conveniente: Pá9.R.--------'"---'"'KOTAIT.ina que apresenta numeração progressiva. enquanto a obra literária deve impressionar. Não é necessário separá-Io do título ou do texto por qualquer sinal de pontuação. também. ou seja. Atribuem-se a elas pesos hierárquicos específicos.1 Nas monografias e teses. E: 1) Convencionar um código de cores para marcação dos títulos e subtítulos.1 Estrutura do documento 4. os tópicos principais a serem abordados e discutidos no texto. pois. tanto quanto possível. saber-se a quem é dirigido o documento. todos os títulos de mesma cor serão compostos com o mesmo tipo e corpo.Seções do texto 39 b) Alinhar o indicativo à margem esquerda. c) Destacar o indicativo (em negrito ou itálico). Com a cor x. 4 ROTEIRO DO TRABALHO o roteiro de um trabalho científico. Editoração científica. ele é passível de correção em qualquer das etapas. 35. Reproduzido de: 1981. São Paulo. Apesar desse primeiro esboço ter certa coerência. Com isso. .apenas a primeira palavra com inicial maiúscula . Ivani. deve indicar metódica e detalhadamente. Uma descrição técnica deve esclarecer. s\)gere-se a seguinte disposição: a) Elementos preliminares aa) capas ab) folha ou página de rosto ac) dedicatória e/ou agradecimentos ad) listas de ilustrações ae) sumário b) Elementos do texto ba) introdução bb) discussão do assunto bc) conclusão/recomendações c) Elementos pós-liminares ca) anexos e/ou apêndices cb) referências bibliográficas cc) índices -. seja artigo ou monografia. basta o espaço. agradando. GARCIA (1978). 2) Não usar ponto no final dos títulos e subtítulos. Este procedimento é válido para a preparação feita em papel. todos os títulos de peso 2. 4. Veja como fica isso na página reproduzida como exemplo de numeração progressIva. Neste caso. Na preparação dos títulos.e em negrito. em vídeo. basta colocar os títulos das seções primárias (capítulos) com todas as letras em maiúsculas e em negrito e todos os subtítulos (títulos das demais seções) em minúsculas . fazendo-o preceder o título ou a primeira palavra do texto (quando a seção não tiver título).38 o LIVRO: MANU~~Il~PARAÇÃO_E . a direção que o autor seguiu. convencendo.

O uso das aspas fica restrito aos casos apontados adiante. [. acrescentase mais um trav~ssão antes de retomar a fala da personagem: Eu não disse? .4 - Formas do discurso 41 Essa declaração do narrador ..O homem queria que eu fosse naquele dia para uma cantata na casa dele.Mas como o . Quando. respondi..sentenciou o pai. a personagem é que fala e o travessão inicial caracteriza o discurso direto. senhor". É desnecessário marcar com aspas aquilo que foi destacado por travessão. também deve ser destacada por travessão: FORMAS DO URSO . ela o faz também por discurso direto. minha senhora. É uma questão de estilo. "sou eu mesmo".. perguntar. o indireto e o indireto livre são estruturas narrativas que só têm a ver com a maneira de o autor caracterizar e apresentar suas personagens. É 2) Para assinalar um discurso direto dentro de outro discurso direto: . o narrador anuncia o falante. Autores há que.. que visam principalmente à clareza do enunciado. combinam essas estruturas. Começou a subir. ocorrer novo enunciado - Se. No caso do discurso direto. com o Manuel Bacurau." Disse ao homem que não cantava desafio . Note que. observe as normalizações abaixo.. no mesmo parágrafo e no final da oração do verbo diou continuação dele.a oração que contém o verbo dicendi -. (Carlos Drummond de Andrade. Um homem e tanto: "Ah! o senhor é o cantador Dioclécio?" "Sim. . porém.) o discurso Emprego das aspas Usam-se as aspas: 1) Para realçar a fala a que não se segue uma réplica: Foi lá. de barba grande.) o discurso Emprego do travessão direto Destaca-se com travessão a fala do discurso direto - re- produção ao pé da letra das palavras de alguém. (Idem. que se interpõe na fala da personagem. disse ao dono da casa: "se não prenderam o meu tuim então por que comprou gaiola hoje?" O homem acabou confessando que tinha aparecido um periquitinho verde sim. sem a presença do narrado r para identificar suas falas. senhor descobriu o meu número? (Paulo Mendes Campos.festejou o pai. no exemplo. as duas personagens se expressam livremente. responder e sinônimos).Esse vai ser ministro . assinalado na escrita com aspas. logo que o garoto nasceu. ele o faz utilizando os verbos dicendi (dizer. "Pois vamos ter um desafio. Quando reproduz em seguida o seu diálogo com um segundo falante. não sabia que chamava tuim. .Aqui é o ladrão.) No exemplo anterior.. (Rubem Braga.) a senhora de quem roubaram a bolsa ontem? - Sim. cendi. chorando. (José Lins do Rego.) Uma questão de estilo direto. de rabo curto. . habilmente. ] Era um homem de respeito.

Ela sorriu.) (Érico Veríssimo.Mordeu o charuto com raiva.Indústria! Estava pesado.perguntou Soprinho.. .) Não haverá pontuação alguma se obviamente a interrup<.Pois eu . terra da gente viver é lá (José Lins do Rego... A diferença entre essas estruturas pode ser mais facilmente percebida.:ào fala se fizer num momento que não haja pausa: da . doutor . Agora sei que o senhor é meu amigo..Você já reparou numa aranha fazendo teia? Uma teia de aranha é uma renda. intercalando a oração do verbo dicendi. sorrindo um sorriso de agradecimento.Menino .Obrigada. (José Lins do Rego.Vou receber aí uns 85 mil réis e então .. doutor.v .) .Que revolução estúpida! sei como há gente . o narrador geralmente anuncia o falante..Estendeu-lhe a mão.Venha cá .disse Helena .. depois do terceiro travessão do período: .42 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 4 Formas do discurso 43 MPORTANTE Nos casos de discurso direto assinalado com aspas. No segundo..Sei de uma gruta muito boa . ele interrompe a fala da personagem para acrescentar uma ação ou uma circunstância qualquer.) .dizia-lhe Dioclécio -. . . ... . a oração intercalada com o verbo dicendi fica fora das aspas. . doutor.. nome do outro. Podemos (Fernanda Lopes de Almeida.) A pontuação Observe nos exemplos abaixo a pontuação em estruturas narrativas com verbos dicendi intercalados: .reforçou Ângelo. (Idem.. esta será colocada sempre no final da oração intercalada. Não lhe ocorreu o (Idem. não encontrava argumentos.) A estrutura narrativa com verbo dicendi não deve ser confundida com uma outra estrutura semelhante. (Idem. .Estou pra entregar uma roupa a um freguês . (Idem. tinha comido e bebido demais. murmurou Eugênio.. sem identificar o falante.Deixaste comigo a melhor das recordações naquela nossa última noite.Feio? .compare também o emprego de maiúsculas no início das orações intercaladas: .. (Fernanda só mete Lopes de Almeida.) .) . Eu não Se a oração do verbo dicendi for intercalada numa pausa que exija vírgula.Já vou! Com licença. (Idem. (Érico Veríssimo. fazer a nossa casa lá. para as bandas do sul.acho que esse Tamanduá medo aos bobos.) .Sozinha? .) ... .Ora essa! Indústria .Mas venha cá. dizia Maximina.. entre vírgulas: "Assim". se compararmos os seguintes exemplos com os anteriores . . .) . No primeiro caso.Indústria! . "não há cristão que agüente".disse Soprinho.

próprios e comuns. que a natureza dotou de sentidos" . Zona da Mata. é que é preciso estabelecer alguns parâmetros para atenuar a disparidade de critérios. p.) Nas locuções. península Ibérica. Tristão de Ataíde. posto que tem sentidos". / Sabe dizer se é possível/algum trabalho encontrar?" (JoãoCabral de Meio Neto. a Dama de Ferro. com inicial maiúscula. a cidade de Ouro Preto. A língua portuguesa não encontrou ainda uma fórmula para resolver definitivamente a dificuldade no emprego das maiúsculas. / que nessa janela está. 3) Nos topônimos e locativos.. se o nome próprio é que estiver no lugar de nome comum. lulu. como fez o alemão. tomando o nome comum: A Águia de Haia. I :<!i b) Cognomes: .5 - Iniciais maiúsculas 45 5 INICIAIS MAIÚSCULAS Desafio que haja alguém que saiba empregar as maiúsculas. Centro-Oeste. b) Verso: "Estou farto do lirismo comedido / Do lirismo bem comportado . Sete-Dedos.. tb.. que utilizam a letra minúscula no início do verso. . Por isso. Mas. Oriente Médio. rua Direita. Ricardo Coração de leão. deve-se escrevê-Io com minúscula (v. e apesar do desafio lançado por Houaiss. vale do Jequitinhonha. Emprega-se a letra inicial maiúscula nos topônimos e nos nomes de regiões em geral: Campinas. emprega-se a minúscula: Rousseau afirmou que "todo animal tem idéias. o substantivo com minúscula: que designa a espécie é escrito A serra do Mar. o Grande. Rui Barbosa. 52): Um nero (= um homem cruel). trópico de Capricórnio. Norte (designando regiões e não o ponto cardeal). As "Instruções para a organização do vocabulário ortográfico da língua portuguesa" . c) Citação direta: Disse Rousseau: "Em todo animal. a) Nomes e sobrenomes: Euclides da Cunha. f) Nomes dinásticos: Os Braganças. dão hoje mostras de obsolescência. escrevendo todos os substantivos. versos e citações diretas. Ei-Ios: 2) Nos nomes de pessoas.) Há poetas. ANTÔNIO HOUAISS. Se a citação for feita por uma locução que se integra à frase sem o recurso de dois-pontos. entretanto. Pedro. os Médicis. Emprego da maiúscula Emprega-se a letra inicial maiúscula principalmente: e) Pseudônimos: Marques Rebelo. "~ c) Alcunhas e hipocorísticos (nomes familiares carinhosos): d) Antonomásticos (nomes comuns no lugar de nomes próprios ou vice-versa). vejo apenas uma máquina engenhosa.. senhora. a) Período: Todos os acontecimentos . quando a pontuação o permite: "Muito bom dia. 1) No começo de períodos. " (Manuel Bandeira. que regulamentaram o assunto.

Marte. Aldebarã. Lua. a distância do Sol. a chegada do homem à Lua. beta do Escorpião. Mas: a Terra gira em torno do Sol. Exército. Brasil colonial. Saara Ocidental. Também não se escrevem com maiúsculas os vocábulos terra. 1990. a Cidade do Cabo.. se fizerem parte do nome oficial (ou consagrado). que. como mapas.O nome científico dos seres vivos é escrito com inicial maiúscula apenas no primeiro termo e toda a locução intitulativa deve ser grifada: Homo sapiens. Mas.46 o LIVRO: OEPHEPAFl1ICÃ~ REVISÃO 5 - Iniciais maiúsculas 47 Note-se. antigo Egito. quadros. 5) Na classificação científica . lua nova. planetas) . Associação Brasileira de Imprensa. européia. a água cobre três quartos da terra. a luz da lua. acidente geográfico). o substantivo designativo da espécie deve ser escrito com maiúscula: Cabo Frio. o sol propicia a vida na terra. p. políticas e profissionais e empresas: Escola de Comunicações e Artes. Escrevem-se com letras minúsculas os termos que se juntam aos topônimos para delimitá-los no tempo e no espaço: O alto Nilo. Presidência da República. etc. lua cheia. Planalto . Trypanosoma eruzi. Editora Ática. Outros casos de emprego da maiúscula Reproduzido de: SANTOS. o eclipse da Lua. Maria Januária 19. Em contextos isolados. 4) Nos astrônimos (nomes de constelações.Os astrônimos são escritos com inicial maiúscula: árion. 39. se integrar o nome oficial do topônimo. esses adjuntos são escritos com letras iniciais maiúsculas: África Equatorial Francesa. a idade da Terra. Vilela. fases da lua. São Paulo. Partido dos Trabalhadores. "a terra girava indiferente aos sofrimentos dos homens" (Antônio Houaiss). o designativo referido acima deve ser grafado sempre com inicial maiúscula: f I Entretanto não se usa a maiúscula nas designações do grego que acompanham os astrônimos: alfa do Cruzeiro do Sul. a cidade (mas: cabo Frio. Senado Federal. a ilha (mas: cabo Verde. Rússia Emprega-se ainda a inicial maiúscula nos seguintes intitulativos: 1) Instituições e entidades culturais. História antiga e medieval. viu a lua refletida no lago. Sol. porém. África setentrional. ed. Cabo Verde. estrelas. sol e lua ao trazerem conotações que não permitam dizer que esses nomes sejam nomes próprios (o que não acontece na linguagem científica nem na referência específica ao nome do astro): ao nascer do sol. Ministério da Economia. Ática. Central. Baixada Santista. as luas de Júpiter. acidente geográfico). militares.

Assim. o partido (mesmo referindo-se ao Ministério X e ao Partido Y).Emprega-se a maiúscula na primeira palavra (e naquelas cuja natureza o exigir). a Razão. porém. O arquiteto e o imperador da Assíria. grifando-se o nome todo: O pagador de promessa. Ocorrendo.~ -I I f 1 ª Quando. 6) Produtos industriais e marcas em geral . 3) Festividades CIOnaiS: ou comemorações cívicas. Neste caso. Revolução Industrial. religiosas e tradiDia do Trabalho. Tanto neste caso. não se emprega a inicial maiúscula: o senado de Roma. entretanto. Antiguidade. Nova República. Hégira. sentido figurado é de rigor o emprego de minúscula: Vive-se naquela região em plena idade média. b) Disco no todo . Natal. Constituinte (por Assembléia Constituinte). a não ser o da maiúscula (nas p. usa-se a inicial minúscula na grafia da denominação: A sinfonia n'? 5 em dó menor. gilete (do nome comercial e antropônimo Gillette). alegria". O fino· da bossa. Estado Novo. Câmara (por Câmara dos Deputados). I I . f . dispensam-se as aspas. Idade Média. o foguete espacial Challenger ou o prêmio "Jabuti" (evite grifo ou aspas). 5) Coisas e eventos nomeados individualmente: A locomotiva Baronesa. Carnaval. e~petáculos teatrais e programas de televisão . Renascença. o Cadillae.Emprega-se a maiúscula na primeira palavra (e naquelas que requererem este emprego por natureza). Mas é óbvio que. 45 e 60 encontra-se explicação sobre o uso de maiúsculas em designativos de espécie e em termos individualizantes). evite grafar. Sete de Setembro. quando personificados mo entidades: ou valorizados co- A Cigarra. obviamente eles são escritos com inicial minúscula e se sujeitam às mesmas regras ortográficas estabelecidas para os nomes comuns: maisena (do nome comercial Maizena).Escrevem-se os nomes de produtos industriais e de marcas em geral com inicial maiúscula (veja também o comentário do item anterior): Os temperos Arisco. 9) Filmes. é dispensável o uso de outros destaques gráficos. o ministério. EI Niiío. Jornal nacional.48 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 5 - Iniciais maiúsculas 49 Convencionou-se empregar inicial maiúscula em denominações como Senado (por Senado Federal). o uso corrente transforma esses nomes em substantivos comuns. o Ódio.No texto. 4) Nomes comuns. i I I f Na referência isolada que contenha todos os dados técnicos de identificação da obra. 2) Períodos e acontecimentos históricos: Paleozóico. como no item 6. grifando-se todo o nome do disco: O disco Compositores brasileiros em solo de piano foi premiado. Legislativo (por Poder Legislativo). XXIIICongresso de Cardiologia. usa-se a maiúscula na primeira palavra (e naquelas que exigirem o emprego de maiúscula). 8) Música a) Faixa de um disco . etc. emprega-se a maiúscula inicial na primeira palavra do título (e naquelas que o exigirem por natureza). o diamante Cruzeiro do Sul. I I I!l t Há obras que não possuem título e são conhecidas apenas por uma denominação que pode indicar uma ordem de classificação qualquer ou uma característica técnica. se a palavra assumir o valor de substantivo comum.Quando houver um nome dado pela tradição ou pelo próprio autor. a Formiga. pois o uso da inicial maiúscula por si já é realce suficiente para valorizar o conteúdo semântico que se quer. . "' li' -il. Seiscentos (o século XVII). colocando o nome entre aspas: "Alegria. por exemplo. grifando-se todo o nome da obra: Os guerreiros. O grito do Ipiranga. a seguir. "Garota de Ipanema". 7) Escultura e pintura . Supremo (por Supremo Tribunal Federal). o exército de Aníbal.

desembargador. a residência de um monarca ou as pessoas que o cercam. g) União. Mal. dom Pedro 11. Quando constituírem abreviaturas. história. Teresa Cristina. Império.: O visconde de Cairu. 90 e mais especificamente nas p. os outros dois estados). seja a palavra realçada pela maiúscula. de fiéis: e) Metrópole. este item será visto adiante. o presidente da República. senhor. catolicismo. equivalendo à palavra Brasil ou designando o período histórico: A exploração do pau-brasil na Colônia. colocadas junto ao nome próprio. romantismo. instituições. padre.•••U••• • •_••• • use IU_" U LA S = Nada impede que. a partir da p. como a reunião dos estados federativos. dom. este tipo de abreviatura pode ser escrito com inicial maiúscula: a imperatriz D. 109-11. f) Trono. Sua Excelência. são. física. frei. Opõe-se a corte. profissionais. 3) Nos nomes que designam artes. Mas: Vossa Senhoria. Zerbini. mas trono. ciências ou disciplinas: pintura.10) Livros. matemática.frei Vicente do Salvador. protestantes. o advento da . doutor. Reinado e República. exprimir altos conceitos religiosos. Castelo Branco. modernismo. Assim também: terceiro estado (o povo. a Igreja anglicana. barroco. presidente. 4) Nos nomes de doutrinas. a cidade de Presidente Prudente. eclesiásticos e hagionímicos) . golpe de Estado. João VI. a grande cidade. o poder central: Os estados da União. como instituição. comendador. santo Antônio. c) Estado. ministro. etc. como topônimos. o Hospital São Camilo. general. é recomendável empregar a inicial minúscula: 1) Nos cargos e títulos (nobiliárquicos. professor. a crise do Império. Mas. etc. 5) Nos nomes de grupos ou movimentos políticos e religiosos: jacobinos. fr. .República.marquês. o largo General Osório. 11) Palavras com acepção especial . Dr. Opcionalmente. tomadas em acepção especial: a) Colônia. santo. consideração ou respeito. como instituição ou comunidade O papel da Igreja. Vossa Alteza. música. a capital ou sede de um império colonial. proL Celso. em relação ao clero e à nobreza. 2) Nas fórmulas de tratamento: você. para demonstrar reverência. dona. direito. marxismo. referindo-se ao governo de um país monárquico. seu. em oposição a metrópole. d) Igreja. Escrevem-se também com inicial maiúscula os designativos de cargos e títulos que se integram ao nome próprio para formar novos intitulativos. 6 I N I C I A I SM IN •• ~ .Por demandar tratamento mais minucioso. para racionalizar o assunto.Entre outras. correntes e escolas de pensamento e religiões: posit'ivismo. b) Corte. etc. papa. referindo-se ao conjunto de poderes políticos de uma nação ou à nação politicamente organizada: Um Estado totalitário. realismo. como o lugar em que se assenta um soberano. Mas não se escreve com maiúscula quando se tratar da divisão territorial de certos países: o Brasil tem 26 estados. estadomaior (quando não se referir especificamente à entidade das forças armadas).: a ilha de Santa Helena. escrevemse com inicial maiúscula as seguintes palavras. políticos ou nacionalistas e outras distinções. Gaspar. os cargos e títulos serão escritos também com minúsculas: o rei d. jornais e revistas . dignitários.

e quando não têm formas vernáculas. um astrônimo (se astrônimo já não é um topônimo). emenda. pataxós. por não oferecerem outras dificuldades além do emprego das maiúsculas. gregos. em 1926. joão-ninguém. bem como nas suas subdivisões: capítulo. 1 7 NOMES PRÓPRIOS O nome com que se designa' 'um antropônimo. os nomes dos meses são escritos com maiúsculas: avenida 23 de Maio. sendo portugueses ou aportuguesados. entre outras normas. Excepcionalmente. • Para salvaguardar direitos individuais. pau-brasil. 55. p. títulos e marcas que se achem inscritos em registro público. kelvin.) É o que nos informa Celso Pedro Luft (Novo guia ortográfico. Os demais. e desde que sistematicamente na mesma obra. 9) Nos nomes de documentos oficiais: lei. estão sujeitos às mesmas regras estabelecidas para os nomes comuns. sociedades. Fahrenheit e Réaumur. mecenas.. 10) Nos nomes de povos e etnias: baianos. que "não serão usadas abreviaturas nos nomes geográficos". 7) Nos nomes de divisões político-administrativas: província. alvará. As "Instruções para a organização do vocabulário ortográfico da língua portuguesa" assim recomendam o tratamento do assunto: • Os nomes próprios personativos. deve-se escrevê-Io com letras maiúsculas: Lei de Imprensa. são vistos apenas por este prisma no capítulo 5. um topônimo. intitulando logradouros públicos. etc. Com exceção de graus Celsius. pode-se usar a maiúscula (sem flexão de plural) em casos especializados como: "os Mawé" em lugar de "os maués". etc. 1976. watt. terça-feira. tratará exclusivamente dos nomes de pessoas e de lugares como nomes próprios. Houaiss. bantos. Lei Afonso Arinos. mas um nome. p. artigo. 12) Em certos antropônimos históricos ou literários empregados apenas em sentido metafórico (v. Poderá também ser mantida a grafia original de quaisquer firmas. município. newton. sósia. patrocinada no Rio de Janeiro. pelo Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. p. 45): anfitrião. A conferência. caxias. Mas: Estado (com maiúscula). (Sobre isso.. excetuando "a abreviatura da unidade da federação". estado. Mas. referindo-se ao poder político de uma nação ou à nação politicamente organizada. alínea. quando indicarem direções ou limites geográficos: apontar para o norte. p. • Os topônimos de origem estrangeira devem ser usados com as formas vernáculas de uso vulgar. transcrevem-se consoante as normas estatuídas pela Conferência de Geografia de 1926 que não contrariarem os princípios estabelecidos nestas lnstruções2.. quem o quiser manterá em sua assinatura a forma consuetudinária. judas. tb. "os Bororo" por "os bororós" ou "os bororos" . 60. limitar-se ao sul. 2 . dias da semana e estações do ano: janeiro. inciso. etc. são escritos com maiúscula: a região Sudeste. é um nome próprio. todavia. 120). 77): ampere. estabeleceu. etc. 13) Em antropônimos que dão nome a unidades de medidas (v. que se identifica na escrita pela letra inicial maiúscula.52 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 6) Nos nomes dos meses. calcanhar-deaquiles. dom-quixote. tb. banana-são-tomé. inverno. um intitulativo. portaria. Globo. tartufo. p. "Preparação de originais". 11) Nos nomes compostos em que ocorra forma onomástica constituindo unidade semântica (ligada por hífen): águade-colônia. um axiônimo"l. as plantações de café no Oeste paulista. 8) Nos nomes dos pontos cardeais. v. citando Antenor Nascentes. parágrafo. designando regiões. Quando ao nome do documento não segue um número (lei n? 5 765). Este capítulo. cit. Mas. locativos e de qualquer natureza. Porto Alegre.

Os compostos e derivados desses topônimos obedecerão às normas gerais do vocabulário comum. de acordo com o registro de certidão. portanto. Observação. Isso pode ser feito de duas formas: por transliteração ou por transcrição. ajustam-se às normas vigentes: Gilberto Freire. "portugueses ou aportuguesados. Rachei de Queiroz. Rio de janeiro!Brasília. 1986. Gustavo (ou Gustave) Flaubert. Anatole France. segundo a correspondência de sons que devem representar. a) "A transliteração é uma forma de transposição gráfica de uma escrita para outra. Walter. objeto de transposição gráfica. quando já esteja consagrada pelo consenso diuturno dos brasileiros.Há línguas que não utilizam o alfabeto latino para a sua expressão escrita. Eça de Queirós. procurase fazer com que caracteres do alfabeto latino correspondam a caracteres do alfabeto de origem do nome. estão sujeitos às mesmas regras estabelecidas para os nomes comuns".A grafia de pseudônimos se sujeita geralmente às regras ortográficas oficiais: Tristão de Ataíde. Marques Rebelo. . lVonnes de pessoas Norma geral Ressalvando os casos enunciados a seguir. excetuando os casos do próximo item. 4) Nomes que ainda não assumiram forma portuguesa de aceitação geral . Umberto Eco. ignorância do escrivão ou capricho pessoal: Antonio Candido.São admissíveis formas como Wilson. Alphonsus de Guimaraens..Pode-se respeitar a idiossincrasia ortográfica do nome de pessoas vivas.3 Mas nem sempre o alfabeto para o qual se faz a transposição (latino. entretanto. Por essa transposição. no caso) possui todas as letras para representar os sons da língua-fonte. etc. 213. Nova Fronteira! . ARAÚJO. que por isso conservam letras alheias ao português e ausência de acentuação. Sirva de exemplo o topônimo "Bahia". Jules Romains.. Mareei Proust. Então os estudiosos se valem de diacríticos (sinais auxiliares que dão som especial à letra :. Augusto (ou Auguste) Comte. etc. Nomes estrangeiros 1) Nomes em línguas que adotam o alfabeto latino . nomes esses marcadamente ingleses. Lixto.. Qorpo-Santo. 2) Nomes em línguas que não adotam o alfabeto latino . Érico Veríssimo. Pa rticularidades 1) Pessoas vivas . Os nomes que delas nos chegam são. K. Excetuam-se à regra nomes cujo aportuguesamento já é de uso corrente: Júlio Verne. Emanuel. que conservará esta forma quando se aplicar em referência ao Estado e à cidade que têm esse nome. 3) Pseudônimos e nomes peculiares .Os nomes de pessoas falecidas. caráter por caráter. seguem-se normas que procuram resolver as dúvidas mais freqüentes sobre o assunto.55 • Os topônimos de tradição histórica secular não sofrem alteração alguma na sua grafia. A construção do livro. Nelson. Mas há casos peculiares de pseudônimos ção se torna impossível: em que essa sujei- Yan (João Fernandes) de Almeida Prado.É tendência hoje da língua no Brasil não aportuguesar nem traduzir nomes próprios estrangeiros: Enrico Fermi. Posto isso. p. 2) Pessoas falecidas . Instituto Nacional do Livro. os antropônimos.

w. os nomes de pessoas flexionam-se em número. Maranón. Larousse do Brasil. principalmente as do inglês e do francês. Consultando edições correlatas de um dicionário enciclopédico . a rigor. Nlbjgaard. o nome de um autor . um determinado som sem equivalente na representação escrita do alfabeto latino seria transliterado por s (letra com diacrítico) ou por (símbolo especial). quer com a interpretação da pronúncia de uma língua morta. Lello. Petit Larousse Ô com adaptação parcial: ou francês (= u). uma transcrição total destes últimos nomes para o português. se ou sei para o italiano. ilustrado. 213. onde se devem reproduzir ipsis liUeris os dados constantes no frontispício da obra compulsada. Bukharin. respectivamente: I Por aí se vê que a tendência no Brasil é de a transcrição dos nomes se fixar por normatizações internacionais. ibidem. Bukharin - 2) Os nomes riitidamente e estrangeiros: perda do 1 Idem. Em referência bibliográfica de rodapé. os Correias de Só. tomemos um nome russo . encontramos. apenas o primeiro termo varia: os Cíceros. é tendência da língua no Brasil não aportuguesar nem traduzir nomes próprios estrangeiros. recorrem a letras gregas ou criam símbolos especiais para transliterá-los. b) "A transcrição é uma forma de transposição gráfica de uma escrita para outra de acordo quer com o conhecimento da pronúncia de uma língua viva.Neste caso.. 1978. Dir. Em referência p. os Wilson. illustré. os diacríticos que modificam letras devem ser respeitados: Angstrõm. Gregorio Estes diacríticos não devem ser confundidos com os utilizados na transliteração.francesas. . dígrafos como sh. porém: Boukharine. Não se flexionam. 3) Nomes em línguas que empregam alfabetos baseados no alfabeto latino . portuguesa6 e brasileira7 -. Como foi dito acima. 7 Pequeno dicionário enciclopédico Koogan Larousse. Buearine - 1) Os nomes duplos que possuírem o s final no primeiro termo: os Álvares de Azevedo. e assim por diante. originariamente. os Maios (lembre-se da obra de Eça de Queirós: Os Maias). sh para o inglês. Não resta muito ao preparador senão buscar uma linha de atuação junto ao editor. Larousse. mas conservando kh. preocupar-se com a coerência das grafias de acordo com o critério utilizado ou respeitar a tradição de escrita de nomes mais divulgados.por exemplo. Porto. Antônio Houaiss. Por exemplo. os Casimiros de Abreu. 1979. A regra deveria prevalecer para os nomes escritos em caracteres latinos. os Goncourt. e assim por diante. cabe um parêntesis esclarecedor. mas está se estendendo também para os nomes que. como escrevemos no Brasil. Plural Em geral. os quais desaparecem após o caráter ser transcrito para o português (ver acima). Para ilustrar melhor o assunto. os Gonçalves Dias. Dicionário prático bibliográfica Paris. transcrição com todos os elementos do português.4 Assim o caráter acima transliterado (s) poderia ser transcrito por eh para o português ou francês. Leos Janácek. Rio de Janeiro. Quanto ao não-aportuguesamento. pelo menos o do Brasil. seh para o alemão. Se o nome for duplo. 1986. os Andradas. Assim é que na grafia deles se encontram letras estranhas ao nosso alfabeto (k. Não há. y). final. de fim de seção ou de livro.56 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 7 - Nomes próprios 57 ou a grupos de letras). não se escrevem com caracteres latinos.

excetuando a terminação. e: Especial atenção para os nomes terminados em Volta ire faz voltairiano.. Nada impede.. . emÍstocles não Abraão não Victor Abrahão Neto Mateus não AthaÍde AtaÍde Matheus Melo e eenão Mello Inácio nãoeIgnácio ThemÍstocles Baptista Batista e Eliminam~se não te. VÍtor e enão Netto T. littreano.••. Queirós elanão Queiroz u s Novais não Maya e Manuelounão Novaes i (ouChrisóstomo es MaiaStella)qu Manoel e aI c e ·é Oséias e não Oséas ... 155 o VOCABUlARIO Norma geral ONOMÁSTlCO. que seja Gôngoracertas de a y (emconsoante "k") s seguido (com sempre som grafias) forma do texto e Góngora a forma que compareça nas fontes de referências bibliográficas de língua espanhola ou de Portugal. shakespeariano. que deve ser portuguesa: goethiano.. Nomes de lugares e afins V. NA 1'. Mallarmé. Shakespeare.58 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 7 - Nomes próprios 59 retratado pode estar grafado diferentemente da forma usada no ea z o deinicial Ocorrência de ch ae texto. lh e •. por exemplo. comtiano.•. Muniz Estênio e não Rachel não Stênio Sousa e não Moniz Raqueleenão Souza .. mallarmeano.. . . MPORTANTE Pais e não Paes Sílvia Luís e e não eSylvia Morais e não MoraesnãoFreyre Estela Crisóstomo não Correia não Luiz Corrêa Aluísioeee não Stela Freire não Aloísio .. taylorismo. Mas: Littré. Quadro sinóptico de algumas regras ortográficas para os antropônimos •• ch. As palavras derivadas de nomes estrangeiros mantêm as características originais da grafia do nome..•. .. Os nomes geográficos e locativos que correspcJndema substantivos comuns também obedecem às mesmas regras de ortografia oficial e diferem destes unicamente pelo emprego da inicial maiúscula..

mas a moda passa. por exemplo. New York. etc. É o caso. Em referência Abreviaturas bibliográfica Deve-se evitar o uso de abreviaturas nos nomes geográficos. vale do Paraíba. forma hoje totalmente desconhecida. Para os nomes geográficos transliterados e nomes provenientes de línguas que empregam alfabetos baseados no alfabeto latino. Santa Rosa (RS). . ao nome da cidade. é de regra que o nome do local de publicação seja transcrito de acordo com a língua de origem da publicação: London. serra Geral. vila ou povoado de qualquer categoria: São Bernardo do Campo (SP). Bordéus. pico da Neblina. é só consultar o vocabulário onomástico da p. a tendência moderna . entre parênteses. usam-se formas aportuguesadas. p. que se pode acrescentar. Londres. De resto.. como Antuérpia. largo da Pólvora. 55. rio Verde. etc. Em referência bibliográfica de rodapé. aplicam-se os mesmos princípios expostos na p. apenas ele deve ter a inicial maiúscula: a cidade de São Paulo. Madrid. de Oxônia (Oxford). cabo da Boa Esperança. Massachusetts.é não aportuguesá-Ios. oceano Pacífico. com exceção da sigla da unidade da federação. (v. avenida Atlântica. Marechal Rondon (PR). como Auschwitz. tb. Alguns topônimos. 156. estado do Rio de Janeiro. os aportuguesamentos desaparecem. portanto. num dado momento.Caracterização do nome própri o Aportuguesamento Nos nomes dados por uma locução constituída de um substantivo seguido de um termo (preposicionado ou não) que o individualiza. ao lado de formas não aportuguesadas. etc. Mas é bom lembrar que cabo Frio é nome do acidente geográfico e Cabo Frio é nome da cidade. forma amplamente difundida. de fim de seção ou do livro. Nomes estrangeiros Não havendo "formas vernáculas de uso vulgar" dos topônimos de origem estrangeira.até por recomendação das Nações Unidas . o nome próprio é esse termo individualizante e. liB 5 E R V A ç Ã O Não há por que evitar o aportuguesamento parcial de Nova York. Milano. 45). que Cidade do Cabo é a capital legislativa da África do Sul. Assim. onde se devem reproduzir ipsis litteris os dados constantes no frontispício da obra compulsada. são aportuguesados e usados na forma vernácula.

seiscentos . Mas: há 1 990 anos.8 - Numerais 63 8 NUMERA 1) Não se parte um número (expresso em algarismos) no final de linha. c) Endereçamento: CEP 04404-040. excetuando: a) Ano: No ano de 1990. 2) A partir da classedos milhões . são representados por algarismos arábicos.Pode-se recorrer a dois procedimentos: a) 12 milhões e 892 mil. .3 milhões. o emprego do hífen é obrigatório: Vinte-e-um (jogo de cartas). p. Seguem-se algumas regras para o emprego dos numerais. expressões técnicas ou científicas. 195.. página 1 858. em geral. tb. Décimo primeiro. b) 7. mas 12 892 050. se não houver o algarismo correspondente à dezena. segundo Antônio Houaiss. b) A vírgula é dispensável como pontuação intermediária. p. 539 mil. 4) Ao escrever um número por extenso. porém. Se. b) Fólio (número de página aplicado na publicação): 1858. mas se escrevem por extenso os numerais de zero a nove e as dezenas e centenas redondas: Dois. literária . observe o seguinte: a) Não se usa o hífen quando se tratar de numeral: Grafia mista 1) Classe dos milhares . Regra geral Os números. quarenta. prefixos telefônicos e outros números codificados. mas antes de aplicáIas na íntegra é conveniente ponderar a natureza da obra. caixa postal 8656. 66).Não havendo nada nas ordens da classe inferior: 73 mil. quinhentos. 3) Não se usa zero à esquerda de números inteiros. ou ainda. mas 73 200. oitenta-e-oito (inseto). 1 Elementos de bibliologia. mas 539 209. se é uma obra de exatas. aí sim. v. milhões. . o numeral for substantivado. "é dispensável o emprego de qualquer sinal de pontuação intermédio" 1: 2 835 132 = dois milhões oitocentos e trinta e cinco mil cento e trinta e dois. Instituto Nacional do Livro. 1317.sete mil. o 2) As classes de um numeral separam-se com espaço fino. noventa mil. 1. por exemplo. dez. mas: 1 858 páginas. trinta e dois. emprego de algarismo arábico na grafia de um número denota concisão e exatidão. 1967. avo do Contorno. O arábico deve ser usado na indicação de valores de medidas e monetários. escreva simplesmente: 2-8-1991. ou seja. Rio de Janeiro. a não ser que se trate de códigos de endereçamento postal. Nas datas (v. dados matemáticos e estatísticos.

o Seiscentos (designando séculos .64 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 8 - Numerais 65 c) Emprega-se a conjunção e ligando apenas as ordens (centenas. Depois de abreviaturas depois de substantivos Aluno n':' 1. o verbo vai para o plural: Cerca de 90% dos eleitores votaram. parágrafos ou títulos de seções com algarismos. que Escreve-se o numeral por extenso: Mas as datas. unidades) dentro de cada classe: 892 = oitocentos e noventa e dois. o sinal correspondente a grau fica próximo à letra que representa a escala e separado do número por espaço: 90 DC. MPORTANTE Evite iniciar frases.neste caso. Numerais substantivados Quando substantivados. Antes de unidades abreviadas Antes de unidades abreviadas. 1600). ap. os numerais devem ser escritos sempre com algarismos arábicos e com espaço entre o valor numérico e a unidade: 5 m. 23 400 = vinte e três mil e quatrocentos.. . se houver qualquer adjunto da porcentagem no plural. Sobre a concordância verbal 1) O verbo fica no singular se a expressão partitiva estiver no singular: Cerca de 90% do eleitorado votou. São representadas por algarismos arábicos. procure escrever o número por extenso. o numeral deve ser escrito com maiúscula). 7. ou Escrevem-se com algarismos arábicos: Mas o e aparecerá em: 23 001 = vinte e três mil e um. Mas. Salvo exceções a seguir. são escritas com arábicos: Por volta de 1600 (ou: c. bilhões..37%. 850 = oitocentos e cinqüenta. . casa 4. Esses 25% do salário vão para o imposto de renda. 23 058 = vinte e três mil e cinqüenta e oito. o século XVII -. ): 5 432 594 276 = cinco bilhões quatrocentos e trinta e dois milhões quinhentos e noventa e quatro mil duzentos e setenta e seis. dezenas. milhões. 5 600 000 = cinco milhões e seiscentos mil. os numerais são escritos por extenso: Pintar o sete. não haverá e entre uma classe e outra (milhares. 802 = oitocentos e dois. Se não for possível evitar tal construção. Porcentagens Numerais com expressões denotam aproximação Quase cento e cinqüenta pessoas. 800 W. seguidosdo símbolo % (sem espaço entre o algarismo e o símbolo): 10%. mesmo aproximadas. números em que há zero (ou zeros) completando ordens da última classe. 32 DF.

dois nonos. quando ambos os elementos estão entre um e dez: Três quintos.56 g de nitrogênio.5 milhão de cruzeiros foram gastos . Apesar de expressões do tipo "anos 30" serem de uso corrente.2. . Escrevem-se o dia em algarismos arábicos. Do eleitorado. março de 1952. desde que se opte pelo emprego sistemático de uma delas: 10-8-1990.e. Dois terços do livro foram lidos num instante. 10/8/1990 ou 10. 2) Com algarismos em todos os outros casos. Um terço dos alunos precisa estudar mais. as quantias são escritas com algarismos acompanhados do respectivo símbolo: Cr$ 832.50.. Grafia As frações são escritas: 1) Por extenso. com o valor expresso pelo número: . 2) Envolvendo numerais a partir de 11.. i. Ou tudo com algarismos arábicos em uma das seguintes formas..25 g (vinte e cinco centigramas) da substância produzem . 5h 27min 15s. decênio de 1980. perto das quatro horas. Concordância A concordância verbal com número fracionário é feita segundo a leitura do número. US$ 725. min = minutoes). procure evitá-Ias. se antes desta vier o verbo ou a expressão partitiva: Votaram 90% do eleitorado.. 32 milhões de dólares. 120 mil marcos. Frações 1) Envolvendo numerais de um a nove e as dezenas e centenas redondas. dez milhões de dólares. com algarismos: 15 cruzeiros. 1... Passe a adotar as palavras década e decênio. Se a hora for aproximada.. cinco mil marcos. e não só a dezena: Década de 1930. 2. por extenso: Dois cruzeiros. este fica no singular se a expressão numérica é considerada na sua totalidade: Os 40% de mulheres é pouco..h = hora(s). o mês por extenso e o ano em algarismos arábicos: 10 de agosto de 1990.1990... inclusive as frações decimais: 3/15 (ou 135).66 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 8 - Numerais 67 2) Com o verbo ser.. 15h 30s. 1. Mas escreve-se por extenso a fração que não representar a idéia exata de um número: Não te contei um milésimo da história. . 9h 15min. 90% votaram. s = segundo(s): 7h (ou sete horas).8.2 g (um grama e dois decigramas) de um óxido de nitrogênio apresentam 0. 3) Faz-se a concordância com a porcentagem. escrevendo todos os algarismos do número. 0.30. . São escritos com algarismos seguidos das respectivas abreviaturas das unidades de tempo . escreve-se tudo por extenso: Às sete e meia da manhã. 3) Se envolverem frações.

imperadores. car-ro. •. p. 111). vamos às outras normas. O que aqui se vê são orientações abrangentes que.. inglês. que são escritos por extenso: Primeiro. cis-pla-ti-no.. Elementos de biblialagia. que evitaria a discussão dos preceitos que regulamentam o assunto: "Não partir vocábulo na medida do possível' '1. cit. pois os romanos colocados antes do substantivo são lidos como ordinais. nos seguintes casos: 1) Dinastias e nomes de reis. nono. João Paulo 11. 2) Séculos: Século XX. conclaves. as) indicativas de ordinais e usadas somente com os arábicos. há uma regra fundamental. IV. Nestas circunstâncias. podem ser escritos com letras minúsculas: . a.. Mas escrevem-se por extenso Primeira Guerra Mundial. Luís XVI.. segundo. os ordinais referentes ao número da edição são representados apenas pelo arábico seguido de ponto (v. A 19arismos romanos Empregam-se os algarismos romanos.e. 25':>. 1 su-bli-me. des-cer. ci-sal-pi-no. é oportuno não só apresentar as normas básicas do português. v. por exemplo. p. se não ferem as regras oficiais do "Formulário ortográfico".: 11 objetivo deste capítulo não é detalhar as regras de divisão silábica do português.): XI Bienal Internacional do Livro. Não se superpõem aos romanos as abreviaturas (0. (Veja-se a indicação de eventos em referências bibliográficas à p. 114. com exceção de primeiro a décimo. principalmente.. su-pe-res-tru-tu-ra. XXXVReunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. Mas são também orientações práticas que visam evitar o erro e os fatos desagradáveis advindos da partição do vocábulo. papas. por não serem episódios periódicos. li. Com a ressalva da medida do possível. alemão e francês. Por isso. como também apontar os casos que dele diferem em algumas línguas mais difundidas: espanhol. Basta escrever.) 4) Numeração de páginas pré-textuais (se for ocaso) e subseções de um livro. etc. 91. Segundo Reinado.. 13':>. limitam em parte sua aplicação. seminários. o dinastia. excepcionalmente. Existem problemas de natureza semelhante também na edição de textos de outras línguas. ac-ne. etc. Do ponto de vista tipográfico. há particularidades que têm de ser consideradas. . os. DIVISÃO llIUl • SIL I CA ••••••••• Há casos em que os ordinais são representados por algarismos romanos (veja o próximo item). mas tratar com exclusividade da partição de palavras no final de linha. Em referências bibliográficas. Antônio Houaiss. entretanto. XX Congresso. 3) Eventos periódicos (congressos.. 111. 2. etc. ••• DMPORTANTE A regra geral de divisão silábica do português é partir os vocábulos de acordo com a pronúncia: pneu-má-ti-co. século II a. Embora na maioria delas a divisão silábica possa se processar como no português.68 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Ordinais Escrevem-se os ordinais com algarismos arábicos seguidos da abreviatura indicativa de ordem. sub-Io-car..

se antes de -ing houver duas consoantes. permanecem independentes da sílaba seguinte: eis-alpino. exercí-eio. off-ing. sub-. foot-ing.70 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 9 - Divisão silábica 71 Recomenda-se. des-ánimo. 3) A separação de vogais deve ser evitada no início. 187-. super-. asso-alho. palavra obscena ou ridícula: após-tolo. inter-. mas algumas normas básicas podem ser sintetizadas. etc. Mas. bibliogr. separa(m)-se: a) Duas consoantes iguais: bot-tom. a divisão pode ocorrer: Nas duas consoantes: light-ning. Dificuldades de partição de palavras no inglês existem até para aqueles que o têm como vernáculo. Faz-se a divisão silábica do espanhol como no português. eompre-ensão. 3) Nosotros a) Quando a partição coincide com o hífen já existente na palavra. olho-/d' água. 2) Prefixos como ab-. des-. swim-ming. b) A terminação -ing: be-ing. whip-ping. uma medida prática é não partir os vocábulos ou consultar as páginas seguintes. ea-rroza. ibid. mas é bom lembrar: 1) As letras II e rr são indivisíveis: ea-lIe. Ou propriamente em -ing: dress-ing. b) O hífen só deve ser repetido na composição quando se tratar de obras de língua portuguesa destinadas ao primeiro e segundo graus. . não é necessário repeti-Io na linha seguinte da composição. 5) Palavras e nomes estrangeiros devem ser separados de acordo com as normas da língua original. vos-otros. do alemão e do francês foram colhidos na obra citada de Emanuel Araújo (p. 2 Subsídios para as normas de divisão silábica do espanhol. \. no meiO ou no fim de palavras: e-Iemento. fede-ral. rab-bit. pau-/brasil. entretanto. do inglês. 1) Em geral. in-. tell-ing. eô-mieo. de-putada. fer-ry. apenas para facilitar a interpretação do componedor ou digitador. que trazem regras básicas de algumas línguas bem divulgadas entre nós. cis-. 4) Não partir siglas ou abreviaturas: Telebrás. ea-iu. eonsei-êneia. bis-. quando isso ocorrer em final de linha dos originais (de qualquer espécie). c1ean-ing. Quando não se tiver conhecimento dessas normas. o qual não irá reproduzi-Io na composição. na medida do possível a partição deve coincidir com o hífen já existente na palavra: inter-/relação. in-alterable. FGTS. ou-vido. e vosoiros assim se dividem: nos-otros. no início ou no final de linha. o preparador deve colocar o hífen no começo da linha seguinte. que no final de linha sejam considerados os seguintes procedimentos: 1) Não partir o vocábulo de modo que possa figurar.. Entretanto.92pas. eu-rioso..). 2) Em palavras compostas unidas por hífen.

"medida". jock-ey. -sion. porém. th) que têm apenas um som: ma-chen (fazer). magi-cian. -cious. ck. -cian. Mücke -+ Mük-ke (mosquito). voya-geur. leuch-ten (brilhar). mar-shal. nichilisme. Mass-stab (metro . sec-tion.e guinte começado com s. Embora a divisão silábica do francês se processe de modo análogo ao do português. pê-cheur. trac-tion. atente. a partição ideal do vocábulo. Ge-stalt (forma). b) Os elementos das terminações -cial. 3) As letras II seguidas de vogal ficam uma numa sílaba e a outra na sílaba seguinte: Kol-Iekte (colheita). Ku-chen (bolo). sh e th): ar-chiteet. en-fance. deve consistir na separação dos elementos que o formam: Arm-band-uhr (relógio de pulso). mantém-se isolado o primeiro eleadvindas o elemento seo grupo ss: ss - c) Nomes de pessoas: Michael. stel-Ien (pôr). reli-gious. -tion: essen-tial. a divisão silábica do alemão é semelhante à do português. "bastão"). 4) Os grupos mn e e ct podem ser divididos: am-nistier. rech-nen (calcular). Nacken -+ Nak-ken (pescoço). au-thor. 2) O grupo dele: ch não forma sílaba com consoante que vem depois 5) A sílaba com mudo não deve ser separada: charte. mé-thode. 116) . nestes casos. p. ph. William. Wissen-schaft (ciência). 5tab. 3) A letra h forma sílaba com a consoante que lhe precede: me-nhir. -tial. Seguido de vogal. exi-ger. 4) O grupo ck converte-se em kk quando dividido: Backe -+ Bak-ke (face). . Hand-buch (manual). Francês Alemão Como grande parte dos vocábulos da língua alemã é formada por composição.72 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 9 - Divisão silábica 73 2) Não se separam: a) Duas consoantes que têm um único som (ch. -ism. ma-jeur. 5) Na divisão de uma palavra composta que tem mento de composição terminado pelas letras da transformação do sinal f3 (v. sch. -gious. para as seguintes particularidades: 1) Não se separam grupos de letras (ch. com ela forma sílaba: Flõ-che (plano). Mõd-chen (menina). observe o seguinte: 1) Não se separam as sílabas ligadas por x e y: exé-gese. Bahn-hof (estação). phi-Io-sophe. st. metrópole). é-jeetion. Tel-Iur (telúrio).Mass. -logy. 2) As letras terior: j e h entre vogais formam sílaba com a vogal pos- No mais. Truman. Gross-stadt (cidade grande. Tech-nik (técnica). -ist.

(século). . Não se incomode V.el.Sa. (Suas Altezas).e. e não S. . Fabriciano. faz-se o desdobramento. o depois do ponto de seccio- (amigo). fut. agron. seja coinciden- Na normalização de referências bibliográficas. ). ago. (folhas). ou fols. 150. no entanto. (agricultura). (agronomia). usa-se apenas um ponto: "Às ordens de V.. 3) Com letras dobradas para indicar: a) Plural: SS. (capítulos). (batalhão).-perf.Sa. TENÇÃO s: V. Com exclusão das siglas das unidades da federação (AM. sinais o ponto abreviativo de pontuação e outros O ponto abreviativo desaparece diante do ponto que marca pausa e combina com os demais sinais. (mais-que-perfeito). devem ser usadas as abreviaturas constantes da p. Normalmente.Sas. Entretanto os tipos superpostos devem ser evitados. MT. assim: agric. (agrimensura)." (Eça de Queirós. Neste caso. Cio (ciência).$ E SiMBOLOiS I G LA S Abreviaturas tradicionais foge à Consagrado pela tradição.. não se abreviam os nomes geográficos: São Roque. e não Cel. fls. cio (científico) são exceções: de Normas Hifens e acentos nas abreviacões # e outras estabelecidas Técnicas. el (coronel).ta (senhorita). indo (futuro do indicativo).AA. Minha mulher e filhos agradecem. i. (Digníssimo). Existindo outras palavras cuja abreviatura te. Algumas abreviações técnicas. Roquei Coronel Fabriciano. caps. pp.) A abreviação só deve ocorrer quando a palavra apareça no texto com uma freqüência tal que justifique o recurso.Oi cel. o ponto vem depois da abreviatura: A breviaturás Abreviaturas Marca-se amo. pela Associação Brasileira Mantêm-se nas abreviações os hifens e acentos existentes nos vocábulos abreviados: m. RS. e não c. c. circunstanciais (abreviações) com ponto: a palavra ou locução abreviada adio (adjetivo). e não am.-q. séc. MM. (agosto). Sr. secciona-se a palavra depois de consoante ou de encontro consonantal: agr. (Meritíssimo). Mas o plural de regra se faz com acréscimo de (Vossas Senhorias). b) Superlativo: DD.: MPORTANTE 1) Quando ocorrer ponto abreviativo simultaneamente com o ponto que marca a pausa.. (agrário).. (páginas).j(J A B R E V I A T U R A S. 2) Com colocação aleatória de elementos: btl. agrim. este tipo de abreviatura regra anterior e pode se apresentar: 1) Com letras finais superpostas namento: am.

99)..) "Oh. Emprego Siglas As siglas podem ser formadas por letras iniciais do intitulativo (livros. jornais. Símbolos Os símbolos são abreviaturas fixadas por convenções quase sempre internacionais para as unidades de medidas. Fahrenheit e Réaumur. ONU. faço sinceros votos pela prosperidade dos seus empreendimentos. SANBRA.).A. 2) Com inicial maiúscula quando tiverem mais de três letras pronunciáveis como palavra: Cemig. " (Idem. é dispensável dar o significado no texto. Exceções: Celsius. Th.. Sudam (Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia). Petrobrás. os elementos químicos. 5) De modo que se diferenciem de outras siglas já existentes: CNPq (antigo Conselho Nacional de Pesquisas. seus elementos forem pronunciados separadamente: CNBB. Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária).:ademia Brasileira de Letras). siglas e símbolos 77 2) Conserva-se o ponto abreviativo antes de todos os outros sinais de pontuação: " . Ph. D.Exa . grama.. V. Em seu primeiro emprego. instituições. com mais de três letras. atual Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico). departamentos. (Philosophiae Doctor. Unesco. UnB (Universidade de Brasília). (Theodor) W. Grafia dos nomes das unidades de medida 1) Escrevem-se os nomes das unidades com letras minúsculas. A letra h em dígrafos Nas abreviações constituídas de letras iniciais. Por quem é! Criado de V. b) Quando. Grafia As siglas devem ser escritas: 1) Com todas as letras maiúsculas: a) Quando tiverem até três letras: BB. etc.76 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 10 - Abreviaturas. mantém-se o h ao lado da consoante que com ele forma dígrafo (duas letras com um único som): Ch. doutor de/em filosofia).Exa. kelvin. Se houver na obra uma lista de abreviaturas utilizadas (v. BNDES. USP... Exceções: EMF A. senhor doutor. a sigla deve aparecer entre parênteses depois do nome por extenso. Peirce. 4) No mesmo corpo do texto e sem destaques de aspas. Exceção: S. (Charles) S. A partir da segunda ocorrência. Adorno.) 3) Sem pontos abreviativos: PIB. . menciona-se apenas a sigla. Por conseguinte. newton. organizações. grifo ou negrito: A ABNT é uma instituição que se dedica às normatizações técnicas em geral.. farad. Varig.!" (Eça de Queirós. PSDB. (Sociedade Anônima). revistas. por letras e sílabas iniciais ou por combinações arbitrárias: ABL (A. mesmo quando correspondem a nomes de pessoas: metro. partidos políticos. p. os pontos cardeais. não se submetem às normas de abreviação vistas atrás nem ao sistema ortográfico vigente em nosso país. onde também as siglas sejam relacionadas.

A fidedignidade à fonte é da competência exclusiva do autor. 2) A citação deve vir entre aspas. exa (E): MHz (megahertz).I . a seguir). 3) Não se coloca ponto nos símbolos. diz Emanuel Araújo. etc.. decibéis).t'" 78 'r o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO :~ I1 . as transcrições de palavras ou trechos em grego. excetuando: a) Aqueles que se originam do nome de pessoas: A (ampere). kW (quilowatt). Colocado no final do número. SW ou SO (sudoeste). c) Os dos elementos químicos: Au (ouro). que estejam no final de um período: 4 cm3. a não ser. Não há símbolos convencionados para as medidas antigas. excetuando aquelas de caracteres não latinos. d) Os dos pontos cardeais: N (norte). BSERVAÇÕES 5: quilogramas. como. peta (P). a seguir. tera (T). a) Os erros tipográficos evidentes devem ser corrigidos. (légua). marcadas com ponto abreviativo: lég. As interpolações feitas na citação ficam fora das aspas: "Quando o livro impresso se tornou realidade irreversível". A menção das fontes utilizadas. item 6. hertz. são expressos por abreviações. de regra. (arroba). por exemplo. i.3 hl. O (oxigênio). W (watt).5 kg.reprodução de idéias sem registro textual das próprias palavras do autor citado .e. GeV (gigaelétron-volt). (Cf. são escritos com letras minúsculas. uma velocidade de 100 km/h. giga (G).) b) A citação deve ser atualizada de acordo com o sistema ortográfico vigente. Os seus nomes. a transcrição literal de um texto. Á (angstrom). 4) Não se intercala o símbolo entre a parte inteira e a decimal de um número. 10 m. b) Os prefixos gregos mega (M). o símbolo se refere sempre à parte inteira: 12. iux. quando reduzidos. 3. 11 CITACÕES ~ As normas a seguir têm sempre em vista a citação direta. excepcionalmente. S (sul). 5 t. decibels (ou. é claro. será tratada mais adiante como referência bibliográfica (v. item 10. p. pascals. . textual e devidamente identificada.NE (nordeste). Mas os nomes terminados em 5. Postas as ressalvas. . siemens. x . arr. comumente também chamada de citação. excetuando os textos de valor histórico ou aqueles cujos escritos originais se destinam a apreciação. e z não admitem flexão: I I Grafió dos símbolos 1) Os símbolos. "a arte da ilustração teve de acompanhar a profunda transformação suscitada por esse novo suporte da escrita".não está sendo objeto de normatização. Portanto a citação indireta . 2) Os símbolos não têm plural: 1 m. E ou L (leste). observe estas normas básicas: 1) A citação deve ser exata. W ou O (oeste) e os demais que deles provêm . 90). I 2) o plural de dos nomes das unidades é indicado pelo acréscimo ohms. Também dispensam as aspas as citações que ultrapassarem cinco linhas do original (v.

a posição brasileira. Nos aspectos político e militar. Como não interessava citar outra passagem onde se fazia menção explícita aos sapatos. 6) Usa-se o termo sic entre colchetes para esclarecer que aquilo que se transcreve (um erro. certa dignidade e ascendência. p. privilégio de homens livres. supõe-se que a transição de sociedades sem classes sociedades de classes e a transformação de sociedades de classes em que se dá em um nível mais alto do desenvolvimento de todos os problemas humanos e sociais. verificamos que aquilo que aparece entre colchetes (os sapatos) não consta do trecho transcrito. combinou a concepção "monística-histórica" tuação de formas e negações antitéticas"." (Carlos Drummond de Andrade. I pnmatli!mente . a fonte desta orientação. História da política . é. na gestão de JK. que invade toda a sociologia de Marx e que. A exterior do Brasil.-. Ii Eta vida besta.. uma impropriedade qualquer.'Ilil.Clodoaldo. I Um cachorro vai devagar. pode-se dizer. j' vidas os problemas de tal transformação no momento em que sua solução entra numa fase decisiva. sociedades de classes e sociedades sem classes. para o devido esclarecimento. Ático.. ' a trans f ormaçao sOClalsta. a e de aparelhá-Ias sociais contribuírem larmente no esforço comum". negativa ou. que contemplava "a colaboração política e militar para a defesa da América.". A posição brasileira não fugia à agenda da conferênCIa./a .. na interpretaçã~~~[1ça '~--ssee social qualitativa. 1992.] para os quais pedia a cooperação do governo dos Estados Unidos da Amé· rica. de tal maneira que concebe a sociedade sem classes como uma negação universal das sociedades de classes e viceversa. era "de que os problemas de robustecimento da estrutura econômica desses países [menos desenvolvidos] não eram problemas suscetíveis de serem relegados a um período de normalidade internacional. Com efeito. [os sapatos] indicariam.." (Sérgio Buarque de Holanda.". O caráterdialética negatido conceito de neg. sob muitos aspectos. que deveria ser alcançada mediante Strmiska.. à solução maneira alguns investimentos báSICOS. p. em todos os casos. O momento é o da exacerbação da guerra fria Reproduzido de: CERVO.. quanto necessidade de neceSSl elas estruturas para e econômicas regudos pela imperiosa defende~..r.. houve união de vistas entre as naçôes americanas. Ela leva a uma representação simplificada de dois tipos de sociedades. Esta idéia básica generaliza. por exemplo) está assim mesmo no original: o lecimento da economia. do forneCimento e distribuição de energia elétrica. Áfica. Ii Um homem vai devagar. em conjuntura não muito diversa.) 4) Indicam-se com reticências entre colchetes pressões de texto na citação: em termos escreve da aUtOnomia relativa das [\J - as su- Pelo exemplo.". ao des reais de mudança nas sociedades modernas são sem classes. reducionista vista. As manifestações de uma dialética antitética são numerosas nas análises de Marx. utópica. Alec.eão [.no campo dos transportes marílimos e ferroviários. as janelas olham. mais tarde. transcritos em forma de prosa.) 5) Os acréscimos que se fizerem necessários à citação vêm entre colchetes: "Ainda quando não constituíssem. inicialmente.. O conceito de antítese. meu Deus.. São Poulo. mas eram parte integran da economia de emergência. mais exatamente.a t9. A economia do socialismo possível. Esta "redois conjuntos de relações internas ao sistema gonismo ou perfeita harmonia funcional". ao se impor na esfera da ideologia. no econômico. mantendo espaçamentos normais antes e depois das barras: "Casas entre bananeiras I mulheres entre laranjeiras I pomar amor cantar. sem dúvida alguma.80 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 11 - 3) Na citação de versos. esquematiza e extrapola as numerosas diferenças possíveis ou reais entre vários tipos de sociedade.. de qualquer modo. A argumentação brasileira antecipa a que seria utilizada. O mesmo não ocorreu. 254. estabelece suas próprias fundações. tanto pela desgastes e destorç es [sic] d período de anormalidade. que é altamente ambíguo e reducionista". São Paulo.29 romântica e. ] ta~ém desvia a atenção da complexidade real da mu dança sOCla. dos serviços portuários. supon do reso I. 1989. tornou-se necessário incluir na citação o sujeito das orações. secundada por outras naçôes do hemisfério.. I Um burro vai devagar. separam-se os versos com uma barra oblíqua (I) e as estrofes com duas (1/). A ilusão de que a supressão das formas sociais antirepresenta o objetivo principal da mudança social não tende a acelerar o Reproduzido de: NOVE.. Ele para "O termo 'negação'.. 107. Esta dialética antitétic. o fortalecimento da segurança interna dos países do continente e a cooperação econômica de emergência". Ii Devagar . da alimentação e dos combustíveis [. mado Luiz & 8UENO.

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LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO

E REVISÃO

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Citações

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7) Para informar que não é original o destaque de uma palavra ou conjunto de palavras na citação, utiliza-se a expressão "o grifo é meu" (ou equivalente). Esta indicação pode vir logo após o trecho destacado - para evitar confusão com eventual destaque do original citado - ou no final da transcrição, após as aspas, ou ainda no rodapé, na seqüência da referência bibliográfica:
densando-os na representação da criada, na qual investe caladamente o afeto filial reprimido. Sempre nos pareceu inquietante o fato de a presença materna não se dar de forma manifesta no discurso de Ang~ia, entretecido de tantas reminiscências infantis. Apenas numa breve passagem do último fragmento do livro ela é referida de modo explícito, para ser, no entanto, imediatamente afastada: "O som de uma vitrola coava-se nos meus ouvidos, acanClQva-me, e eu diminuía, embalado nos lençóis, que se transformavam numa rede. Minha mãe cantando aquela cantiga sem palavras. A cantiga morria e se avivava. Uma criança dormindo um sono certo, ganha a cabelos brancos e rugas. Não era minha mãe a can chei~ a estremecimentos. tão distante minutos tinha a ilusera vitrola distante, Em alguns que eu a criança crescia e o disco passeavam pernas de aranha" (A, p. 23

8) Quando se cita uma obra que não foi consultada diretamente, mas através de segunda mão, utiliza-se a expressão apud:
Seán Jennet, em seu The making of books, diz tarefa do revisor é "descobrir quaisquer erros sido cometidos na composição e dar instruções correção, e também zelar por que os enganos autor sejam evitados, chamando, se for o caso, deste,,7.
7

que a que tenham para sua do próprio a atencão .

Apud Houaiss, Elementos de bibliologia, cit., v. 2, p. 79-80.

9) Ao citar um autor estrangeiro, deve-se transcrevê-Io na língua original ou, preferencialmente, traduzi-Io para o português. Citando-se um autor alemão, por exemplo, de cuja obra só se dispõe em espanhol, obrigatoriamente a citação será traduzida para o português, embora na indicação bibliográfica da fonte deva ser mencionada a língua original da edição consultada - neste caso, o espanhol.

Se levarmos em conta o fato de que essa ligeira referência se dá no delírio final, quando todas as cenas do passado longínquo e próximo se entrechocam com detalhes presentes e visões alucinadas, formando um torvelinho, orquestração de imagens em fuga bachiana de duração interminável, somos obrigados a considerá-Ia como uma traição do inconsciente, em que a ·imagem dos lençóis, se transformando em rede, e a da aranha são condutoras do sentido de aconchego uterino aí implícito. O significante mãe, recalcado durante toda a narrativa, por um instante, nesse torvelinho geral, insinua-se no texto manifesto como um ato falho: ponto de sombra ou "umbigo" do texto, que solicita ser aclarado, dando-nos a certeza de que a sua ausência não faz mais que afirmar e gritar a força de sua presença no discurso. Presença dissimulada, reinvestida em remissões substitutivas que a suplementam, e das quais a criada Vitória c0nstitui uma representação. Conforme lembra Otávio de Faria, esses "personagens obsessivos da memória real têm mais força e mais poder sugestivo (tanto sobre nós, leitores, quanto sobre as ações do herói) do que certos personagens criados nelo romancista" 24. Reproduzido de: CARVALHO, Lúcia Helena. A ponta do novelo. São Paulo, Ática, 1983. p. 52.

10) Compõem-se com defesa as citações de mais de cinco linhas. Defesa - Recurso gráfico também chamado de branco marginal, recolhido ou recuo - é o termo com que se designam os espaços em branco colocados ao lado de determinados trechos da composição. Os trechos com defesa ficam mais estreitos do que a medida do texto normal. Pode existir defesa tanto do lado esquerdo quanto do lado direito, mas, nas citações, normalmente basta a do lado esquerdo. a) Utiliza-se um tipo diferente do tipo do texto normal ou o mesmo tipo do texto, mas geralmente em corpo menor (um ou dois pontos menos). (V. "Tipos e corpos", p. 122.) b) Emprega-se um entrelinhamento mais aberto no início e no fim da composição com defesa. c) As aspas, no início e no fim da citação, são dispensadas. Por isso, as aspas existentes no interior da citação permanecem como estão (aspas duplas), sem transformarem-se em aspas simples como está indicado na p. 118.

84

.oJ:III!l0: MANUA~.flE-PARAÇÃO

E REVISÃO

Lua e Sol, escuro e claro, inativo e ativo, feminino e masculino, sem dúvida associados à equivocidade e univocidade, respectivamente. De onde vem esta simbologia? Da China antiga, uma sociedade onde os homens mandavam. Nos próprios julgamentos e comentários, correspondentes a cada um dos 64 hexagramas do Livro das Mutações, pode-se observar os valores que são atribuídos ao masculino. Três linhas yang (cheias) do princípio da luz formam o trigrama Ch'ien que significa "o céu, criador, masculino, ativo" ou as três linhas yin (quebradas) que formam o trigrama K'un que significa "a terra, feminino, passivo, receptivo". O céu e a terra correspondem ao superior e ao inferior, ao homem e à mulher. Mas também ao superior masculino corresponde a luz, a nitidez, a força de caráter e à correção como os atributos mais con~ venientes. Era uma sociedade profundamente patriarcal, a da China antiga e tradicional de Confúcio. Como se vê, ao dominante do sexo masculino, são próprias as virtudes da univocidade traduzi das pela "clareza", "luz", retidão de caráter etc. À dominada mulher resta a sombra, a passividade e a equivocidade. Como diz Helmut Wilhelm:
A estes dois tipos de linhas, cheias e divididas, foram dados os nomes de "firme" e "submissa" O firme e o submisso são imagens do dia e da noite. O Céu é alto e a Terra é baixa Assim o Criativo e o Receptivo são determinados. Em correspondência a esta diferença entre o baixo e o alto são estabelecidos os lugares inferiores e superiores (. ) (1973, p. 1)

12
NOTAS

Conteúdo
As notas - consideradas aqui como indicações que se acrescentam no rodapé da página ou em seções especiais -, normalmente, podem conter: a) Referências bibliográficas, exclusivamente (v. p. 105). quando parte

b) . Complementação de referência bibliográfica desta já se encontra no texto (v. p. 104).

c) Esclarecimentos e comentários do autor, tradutor, editor, etc. d) Outras indicações bibliográficas abonadoras afirma. daquilo que se

Códigos Fortes e Fracos na paisagem urbana
Uma antiga diferenciação distingue os signos que jamais são empregados senão como signos, dos que, embora sejam coisas, são também signos12.

Identificação
Identificam-se as notas do tradutor com a abreviatura N. T. , as do editor com N .E., e assim por diante, abreviaturas essas colocadas entre parênteses no final da nota.

Reproduzido de: p.109.

EpSTEIN,

Isaac. Gramática do poder.

São Paulo, Ática, 1993.

Numeração
Usam-se algarismos arábicos na numeração das notas. Reservam-se os asteriscos para as edições anotadas pelo editor e as letras minúsculas exclusivamente para as tabelas (v. p. 31).

1) Põe-se o algarismo, o asterisco ou a letra minúscula um pouco acima da linha, tanto no texto (remissiva) quanto no rodapé (comissiva), dispensando o recurso de parênteses ou qualquer outro sinal de pontuação: Embora a teoria da deficiência lingüística, em que se insere a primeira perspectiva, já tenha perdido totalmente sua sustentação, tanto do ponto de vista científico - desde que a Antropologia e a Sociolingüística contestaram, de forma irrefutável, os conceitos de "deficiência" cultural e lingüística - quanto do ponto de vista prático - graças ao fracasso comprovado dos programas de educação compensatória e ao insucesso inegável de metodologias de "substituição" de um dialeto por outro -, é ainda essa teoria e a concepção de sociedade em que se fundamenta que vêm, consciente ou inconscientemente, informando a prática pedagógica no ensino da língua materna no Brasil. No quadro em que se insere a segunda perspectiva - a teoria das diferenças lingüísticas -, a proposta de um bidialetalismo funcional vem sendo tentada nos Estados Unidos, na educação das minorias étnicas, algumas vezes como um bilingüismo, mais que como um bidialetalismo, como no caso da coexistência do inglês e do espanhol na educação dos chicanos. No Brasil, é uma proposta que mal começa a despontar, e ainda de difícil concretização, uma vez que depende de estudos e pesquisas sobre os dialetos populares, e mesmo sobre o dialeto-padrão, de que ainda não dispomos. Há já pesquisas sociolingüísticas sobre vários aspectos dos dialetos pocomlsslva d pUlare~p,.fil"'. ""."""" . su ainda são necessárias, esses d'IaIetos,possa -'.'~.-" para que se sem ch egar~~".,. ...• ..~"'".tras f"IClentemente .'
lt..

A remissiva a) Regra

pode vir: geral, antes do sinal de pontuação:

crítico Carlos Baker (Carroll Baker) apontou para a montanha e a planície como sendo dois símbolos contrastantes no romance. A montanha se relaciona ao "bom lugar", o lar temporário, seguro e confortável. A planície seria o lugar onde as desgraças acontecem: a guerra, a morte, os sofrimentos. Baker está jogando, sem dúvida, com as oposições de

o

testou e a interpretação ~.Baker' altos baixos. Entreta~~ítico,

, :i)rmando M. Halliday, opoE. que não são con-

, Ver, no livro de Baker, Hemingway: o escritor como artista, sua análise ambi· de A farewell to arms, e o artigo de E. M. Halliday, Hemingway's guity: symbolism and irony, em WEEKS, Robert P., ed. Hemingway - A

co/lection of critica! essays.
Reproduzido de: NAZARIO, ulian. J

Ernest Hemingway.

São Paulo,

Ática,

1988.

p.50.

1"f~~~~~~~~~~~Cd';~~~~~~~~~~1~~~~S~V~~~~
I

"O bom na cobertura de uma entrevista coletiva presiden· cié\l é você aparecer na televisão, de modo que sua família ou seu~patrõJS, pergunta, de preferencla longa, de de consegui· 10 e fazefumaem casa, o vejam. E a ~el.hor maneira modo que a fixe em vez de fixar o presidente" , comenta Art Buch· A coletiva, sobretudo a presidencial, tem servido se de exemplo de entrevista dirigida e, ironicamente, de a há muito tempo deixou de ser uma troca de idéi listas e a principal fonte de informações de
J Em Última Hora, de 6·3·69, sobre a primeira entrevista coletiva do presidente Nixon. " No Brasil, a primeira coletiva presidencial é concedida pelo presidente Getúlio Varo gas, no Palácio Rio Negro, em Petrópolis, 1945. Vargas mandou distribuir cópias da lei constitucional que acabara de baixar, convocando eleições gerais para dezembro, e deu o encontro por encerrado. Um jornalista interrompeu·o: "Presiden' te, nós fomos convocados não para receber um papel mas para uma entrevista coletiva". Vargas disse: "Ah, vocés querem perguntar?" e voltou a sentar·se, submetendo·se às perguntas dos jornalistas (redatores políticos da imprensa cario· ca e correspondentes paulistas). Cf. Carlos Castello Branco, em "Coluna do Caso tello", Jornal do Brasil de 23·6·87.

I

I

a qual a'~strução de uma difícil. remissiva .-padrão, ou um bidialetalism~puncional se torna metodolo' a cham da "norma-padrão culta"~em sendo desenvolvido há já vários nos o Projeto de Estud~onjunto e Coordenado da Norma Ling" stica Culta (Projeto k!URC) , de que, porém, não se conhe m ainda resultad@O mais grave, entretanto, é que a teoria güptica, ainda lingüísticas, em oposição à teoria e assimilada pelos da1diferenças não é suficientemente conhecida da deficiência linessores, de modo que o preconceito contra as variedades linrespeito da norma culta brasileira e do Projeto NURC, ver CUNHA, Celso. 1985.

questão da norma culta brasileira. Rio de Janeiro, Tempo Brasileiro,

Reproduzido de: SOARES, Magda. 1986. p. 70.

Linguagem e escola. 3. ed. São Paulo, Ática,

11'

.

Reproduzido de: BAHIA, uarez. J jornalismo. 4. ed. rev. e aum.

Jornal, história e técnico; as técnicas
São Paulo, Ática, 1990. v. 2, p. 61.

do

ou a cada nova parte. dois asteriscos. é óbvio que há sempre certa correspondência entre o pensamento sociológico. é decisivo para o nosso modo Ciência e consciência f 1 WAGLEY. 3. Não adotar este procedimento significa poupar trabalho.88 12 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Notas b) Ou depois do sinal de pontuação seguido de aspas: 3 A imaginação sociológica -- 2) As notas do tradutor. Evite também a numeração por página.economia política e a ciência política. por. As inquietações intelectuais dos cientistas sociais reunidos em instituições. acarretaria trabalho e correções que podem ser dispensados. por exemplo. Se é verdade que há reciprocidade entre o pensamento científico e as configurações sociais de vida. Em particular.~. A numeração única causaria um trabalho extra se. O futuro dessas nações latino-americanas. não está isenta das marcas do engajamento. economia política e sociologia nas nações latino-americanas. pois. esse princípio é especialmente válido para as ciências sociais.. Não é recomendável estabelecer uma numeração única. o acerto dessa numeração. a não ser no caso acima previsto de asteriscos. se houver duas. e assim por diante). editor. numa obra volumosa.~:9Sm rápida expane são. ciência política. todo o trabalho não é desperdiçado e. e as condições de existência social. 3) As notas devem receber uma numeração consecutiva que se reinicia a cada novo capítulo . A obra intitulada Social science research on Latin America. na composição do texto. exemplo. tantos quantos forem necessários à ordenação por página (se. ed. aparecerá mais de uma seqüência numérica de notas na página composta. e aum. Sociologia da sociologia. Conseqüentemente. por exemplo. repor! and pal'lers of seminar on Latin American Studies in the United States held at Stan- Reproduzid~ de: iANNI. usa-se um asterisco. Numerando por partes. que vai do começo ao final do livro. confirmam amplamente o referido princípio da sociologia do conhecimento. etc. o operador segue o que consta no original (notas numeradas por lauda). lntroduction. Social science research on Latin America. o texto fica mais leve com números menores.o que é mais comum . devem ser enumeradas por asteriscos. é verdadeiro para a sociologia. São Paulo..:~. numa página existir apenas uma nota. Atica. "Nunca conhecimento da América Latina foi tão importante para os Es~\ifoosUnidos . com exceção das notas do autor. além disso. história.s. feito em etapa posterior à composição. dc. rev.a. o autor resolvesse de última hora acrescentar ou suprimir uma nota. seja com referência à visão do mundo subjacente às contribuições dessas disciplinas. seminários e conferências para o estudo das possibilidades e contribuições do trabalho científico na América Latina. a. p. Charles. Seja quanto à problemática.. 1989. 125. . neste ou naquele pais. que reúne análises sobre os estudos de geografia. Octavio. Isso ocasionaria uma renumeração de todas as outras notas a partir dali. Como as laudas do original normalmente comportam menos texto que a página do livro.

o título da obra.. história e técnica. mantenha o número inicial completo e suprima.T. Iugoslávia. São elas o nome do autor. Jacob. notas bibliográficas. São Paulo. Modelos reformistas: Hungria.): SANTOS. de seções ou do livro convenciona-se chamar bibliografia. metodologia e pré-história da África. o número da edição (se não for a primeira) e as notas tipográficas (também chamadas de imprenta. Ática/Unesco. Ática. formato. v. Definições São riferências bibliográficas as indicações necessárias à identificação de uma obra. Ática. A economia do Polônia. À listagem dessas referências no final de capítulos. 1989. Ática. São Paulo. N a indicação do número de páginas que correspondem à parte referenciada. os algarismos comuns à esquerda do número final: p. Ática. que se acrescentam aos elementos essenciais para caracterizar a publicação ou dar outras informações que possam ser úteis. ed. p. por exemplo. etc. Ki-Zerbo. 302-8. 184-236. Alec.13 - Referências bibliográficas e bibliografia 91 13 REFERÊNCIAS BIBLI~GRÃFICAS E BIBLIOGRAFIA se mencionar.. Coord. o local de publicação. 1982. facultativas. podem- . São Paulo. i. do volume J. w' Mas os números das páginas ou dos volumes devem ser mencionados obrigatoriamente nos seguintes casos: a) Nas referências a partes de livros avulsos (acrescentamse as páginas inicial e final da parte referenciada): NovE. História da M arte. 1990. ilustrações. complementares. BAHIA. 12-9. o nome da editora e a data de publicação): GORENDER. O estilo do jornalismo. p.) b) Nas referências a um volume determinado ou a partes de volume de obra publicada em mais de um volume (no primeiro caso acrescenta-se o número do volume e no segundo o número do volume e as páginas inicial e final da parte referenciada): UNESCO. Trad. In: J Jornal. o Componentes Compõem a referência bibliográfica elementos essenciais e. Combate nas trevas. rev. Sergio Goes de Paula. 279 p. (Esses elementos são descritos minuciosamente nas p.Comitê Científico Internacional para a Redacão de uma História Geral da África. 1990. il. 4. quando houver. 1989. ed.235-45. aria das Graças Vieira Proença dos. p. São Paulo. São Paulo/[Paris]. e aum. 106-13. o Elementos complementares São indicações. In: socialismo possível. notas especiais de coleção ou série e outras de interesse: 1) Notas bibliográficas (número de páginas ou de volumes. Elementos essenciais São indicações que devem figurar como elementos mínimos para imediata identificação de uma obra. História gera(da África.e. Entre essas indicações. uarez. facultativamente. as técnicas do jornalismo. 4. China.

) d) Nas referências a artigos de periódicos (indicam-se os números do volume e do fascículo e as páginas inicial e final do artigo referenciado): FREIRE-MAIA. 154).. mas não à mesma obra): 6 Idem. 3. cit.Florestan. 48. A integração do negro na sociedade São Paulo. título da obra. 34 . p. ou (se a nota anterior se referir ao mesmo livro): 3) Outras notas de interesse. Os nomes dos meses. A vírgula Emprega-se a vírgula: 1) Entre o sobrenome e o nome (prenome) do autor. (Ensaios.n. Difusão Européia do Livro. distribuidor. depois das notas bibliográficas: FERNANDES. FERNANDES. n. relação de abreviaturas na p. se houver. etc. Raymond . dois-pontos -. Bruxaria e história. Carlos Roberto F. os indicativos v. desde que não se integrem a textos comentados (v. . . São Paulo. p. cit. 105): 5 Gorender. 35. (Corpo. 46.e Alma do (3rasil. ed. out. São Paulo.): REVISTA BRASILEIRAE BiOlOGIA. 1991. cit. Essas indicações são feitas entre parênteses. livraria.92 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 93 c) Nas referências a um número determinado de publicação periódica (indicam-se os números do volume . 401 p.. 1989. p. 174 p. o nome de seu diretor seguido do número da publicação. notas tipográficas.Florestan (Ensaios. parênteses -. p. ou 5 Gorender. figuram no final da referência. número da edição (o ponto aqui freqüentemente coincide com o ponto da abreviação). Separam-se também com ponto os elementos essenciais de uma referência completa que figurarem exclusivamente em nota. devem ser abreviados no idioma original da publicação (v. 32. F. 21 em. como preço (dado um tanto instável no Brasil de hoje). 1983. 1960. H. Ática.) 2) Para simplificar.e do fascículo .. p..v. D v.Cardoso... notas bibliográficas e notas espeCiaiS. endereço do editor. Qual o destino das teses? Cultura. Rio de Janeiro. como mostra o exemplo. ou ainda (se a nota anterior se referir ao mesmo autor. 2) Notas especiais de coleção ou série: indica-se o título de coleção ou série e. n. aspectos do desenvolvimento da sociedade brasileira. (número do fascículo) e p. Mudanças sociais no Brasil. A ideologia. Combate nas trevas. bibliográficas e especiais: NOGUEIRA. (10). O escravismo colonial. Pontuação o ponto Na bibliografia. : 1 430-4. 2. tb. emprega-se o ponto depois de cada um dos seguintes elementos: nome do autor.) Ática. respectivamente. 35 (l0): 1 430-4. 131. 111). as referências a obras citadas anteriormente (v. op. pelo emprego de: itálico -. -- Ciência e de classes. Neste caso.dir. em notas. 5 Idem I ibidem. 1978.3. 46. 2 v. 105): 5 BOUDON. São Paulo. nas referências a periódicos e jornais. 46. p. (número das páginas) são substituídos. as práticas mágicas no Ocidente cristão. maio 1988.. 159. Ática.Lineu. . menção da língua original (v. (número do volume). il. p. entre os elementos das notas tipográficas. p.

Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas.) A dialética da duração. Ática/Secretaria a instituição familial. 2) Para substituir o indicativo n. Paulo.1 94 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - li I II Referências bibliogrãficas e bibliografia 95 i 3) Para pontuar. 1981. do nome da casa publicadora (v. recomenda-se a leitura de A escravidão reabilitada. puderam ser determinadas. 2) Para separar o título do subtítulo da obra (v. Os parênteses Empregam-se os parênteses: 1) Para indicar as notas especiais de séries ou coleções (v. Ática. 92. p. p. aquisições da biblioteca em 1988. 1990L I . org. Veja alguns exemplos deste recurso em referências que se iniciam com: 1) Nome do autor: BACHElARD.Edson Ferreira ROBORTElLA. 3) Como um recurso de que se pode lançar mão para evitar que o emprego rigoroso da pontuação de uma referência bibliográfica prejudique a leitura fluente de notas ou do texto: Sobre a reprodução da população escrava. compilador ou outro do gênero: RODRIOUES. p. 1990. tb. São Paulo. 112) e da data de publicação (v. Rio de Janeiro. tb. 111. 2) O título original de uma publicação traduzida. se for o caso de mencioná-Io. São Paulo. de Jacob Gorender (São onde Paulo. José Albertino. Catálogo. São Cientistas Sociais. Vilfredo Pareto. conforme exemplo da p. emprega-se o ponto-e-vírgula: 1) Para separar os nomes de autores de obra coletiva de três da. p. conforme exemplo da p. de Estado da Cultura. 4) Nome de órgão público: SÃO PAUtO . 4. Estudos Literários. p. eletricidade e ondulatória. (Col. Gaston. 104). 112). 123) no início de todas as referências relacionadas na bibliografia. . autores (v. Não é raro encontrar omissão do nome da cidade (v. 1988. Ática. tb. 92): (Série Temas. 113). a referência que tenha parte dos seus elel1)entos no texto (v. p..) 3) Nome de entidade tratada como autora: ACADEMlA8RASfll:lRADI: LETRAS.José Luís de Campos. Os colchetes Colocam-se entre colchetes: 1) Todas as indicações que. p. p. 1984. 10B): de i ALVESFILHO. Vocabulário ortográfico da língua portuguesa. em notas. não constando na obra referencia- O ponto-e-vírgula Na bibliografia ou em referências isoladas. 2) Nome do organizador. Bloch. Avelino i OLIVEIRA. •• Caracteres tipográficos O versal-versalete Emprega-se o versal-versalete (v. (= número do fascículo) numa referência a artigo de periódico. Grandes 43. Secretaria de Estado da Educação. 110): Física.

gesto do século XII. São Paulo. A REVISÃOda Constituição. d) Obras de referência: PETITLarousse Iflustré. Larousse. Paulo. do escrivão Outros empregos O versal-versalete é empregado ainda nos seguintes casos: 1) No início de referências a parte de obra.: [Brasília]/São do Livro/Ática. 96 (v.a lógica da diferença. São Paulo. nos demais casos. Ciência e Cultura. em Lisboa. Civilização. evita-se confundir essas formas autônomas com os prefixos análogos do português (infra. Lima Barreto lançou suas Recordações do escrivão Isaías Caminha em 1909. Não empregue o itálico ou qualquer outro recurso para destacar as expressões e abreviaturas latinas usadas em bibliologia (v. com a publicação do romance Cinco minutos em folhetins. Ática. PT . ibidem. 1984.jornais ou revistas: Jornal da Tarde. etc. maio 1979. Paulo Sérgio. In: KECK. tb. ou romano. o itálico pode ser substituído pelo negrito ou pelo redondo: •• Lima Barreto lançou suas Recordações Isaías Caminha em 1909. 2) Em notas que contenham referências bibliográficas com todos os elementos essenciais: 7 BATISTA NETTO. ou grifo. 110). b) Artigos de periódicos. Procedendo assim. empregue o versal-versalete conforme visto na p. Entretanto. o itálico 2. a autoria: 2) Publicações periódicas 8 jun. p. 1989. 123). Paris. 1992.96 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliogrâficas e bibliografia 97 5) Títulos de obras nas quais não está declarada a) Obras anônimas: A CANÇÃO de Rolando. não assinados: UNIDADES de medidas. MPORTANTE c) Títulos de periódicos: CiÊNCIA E CULTURA. n. 5. Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. op. 1) Publicações avulsas livros. 1991. o redondo COUTINHO.d. Prefácio. avulsas ou periódicas. São Paulo.e supra-). . JÔnatas. São Paulo. Instituto Nacional Emprega-se o redondo (v. 123). maio 1979. se na bibliografia a referência começar pelo título. nos títulos das publicações. p. etc. Faça exceção apenas às palavras latinas infra e supra. em Lisboa. 99. Dependendo da variação de tipos usados no livro. cit. s. lista na p. 150): apud. 37 (5): 548-52. História da baixa Idade Média. 1978. folhetos. p. p. 4. . 31. v. Emprega-se o itálico (v. Porto. Ática. Edilberto.. Margaret E. 1. Infra quer dizer" citado ou mencionado abaixo ou posteriormente" e supra é o mesmo que "citado ou mencionado acima ou anteriormente". p. bem como após a partícula in quando autor da parte e autor da obra no todo são diferentes: PINHEIRO. Alencar estreou como romancista em 1856.

as referências à obra analisada são freqüentes e poderiam abarrotar a página com notas de rodapé. Segismundo Spina afirma que citar muito. as siglas aparecem numa lista de abreviaturas do começo do livro (v. Instituto Nacional do livro. Segismundo Spina publicou pela Editora Ática (São Paulo) a segunda edição das suas Normas gerais para os trabalhos de grau. 68). em O drama da linguagem (São Paulo. ele se torna remissivo à bibliografia. Memórias póstumas de Brás Cubas. p. livro em que Benedito Nunes analisa escritos de Clarice Lispector. A propósito das transcrições excessivas. p. quando for o caso. entre parênteses. ed. Para evitar isso. atribuir siglas aos títulos. livro que. De acordo com Outra variação prática desse sistema é o que se encontra. no exemplo. p. (b) parte no texto. Não é recomendável.Quando não se utilizam as notas de rodapé para introduzir as referências bibliográficas. Em 1984. 43). 2. Num livro desse tipo. dizia eu comigo. A forma escolhida (BC) deve ser empregada sistematicamente do começo ao fim do livro. Alguns exemplos: Antônio Houaiss. Referências incluídas no texto . empregar algarismos arábicos para codificar as referências ou indicar a data de publicação da obra ao lado do nome do autor. o que será visto na seqüência. Por ser um sistema que permite omitir no texto as demais indicações bibliográficas. ~<. Ática. Be.rJ t t J 1) Simples inserção no texto . São Paulo. no caso ela poderia ser MP. tb. onde a sigla comparece logo depois do nome do autor: ASSIS. 140). ao sair da casa de lobo Neves" (Assis. Em vez de remeterem à bibliografia. sobrecarregar o texto com indic~ções bibliográficas longas. se. é relativa às Memórias póstumas de Brás Cubas e poderia também ser constituída pelas letras iniciais das palavras do título. porém. como diz o subtítulo. "ao invés de denotar erudição. os elementos que faltam para completar essas referências podem ser colocados no texto. s. ou (c) exclusivamente em notas. É melhor passá-Ias para as notas ou optar entre sistemas mais simplificados. pode-se.d. é prova de imaturidade" (Normas gerais para os trabalhos de grau. 1967). A sigla. com os dois volumes de seus Elementos de bibliologia (Rio de Janeiro. . BC ou mesmo MPBC.Se o trabalho comportar. se podemos usar de arbítrio para formar a sigla (v. 2) Atribuição de siglas aos títulos . São Paulo.. Ática. 1984. 1989). Nessa lista são fornecidos também os dados das edições utilizadas. slstematlca As referências bibliográficas podem localizar-se: (a) inteiramente no texto. o nome do autor e. A sigla. foram usadas siglas para identificar as referências à obra de Clarice e notas de rodapé para as demais. por exemplo. constitui "um breviário para o estudante de pós-graduação" . pode-se simplificar a referência estabelecendo uma sigla para designar o título da obra. o número da página completam este sistema. parte em nota. 76). Mas. p. sem considerar a preposição de. Veja um exemplo: "Deve ser um vinho enérgico a política. Este pode ser um procedimento ideal para obras que apresentam um número reduzido de referências. Ática. produziu o grande clássico da normalização editorial.98 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 99 Localização e • . por exemplo.Machado de.

Nesse ndo assim configurado. 1964 Sabiá.). ed. (Coleção Editor. __ 101 A lista de abreviaturas do começo do livro O drama da linguagem Uma página do mesmo livro. )oana C/ari. indicaque é també m umundamental das coisas parafala da obje gelatinoso. 45) lantas silenciosas (ME~b2J". i sensaçã e ser: "O gosto é cinzento. 1963. São Pauio. 1105 de atraçãoentreexemplo. ). com estatuto sereno das coisas propriamente ditas.H (rom).~i~~~'~T~UliP gross (ME. Rio deJaneiro. nos pedaços velhos um I I com azu eterminação pouco a tncen . deslocado..). de inquietação a inquietação. com o duplo sistema de referências. sensação de tédio. ed. Edirora do Rio de 3. 8s óbjetos úteis são sólidas e impenetráveis. como lâmpadas e cristaleiras (L. 1964 Alvorada.tiva.). 98) (ver o fragmento "A gelatina. Sartre. e move·se comode uma geléúz v a . A princípio se debatendo n ma crise psicológica . Rio de Janeiro. Como elemento de 1 Gerd Bornheirn. 1970 Edi· 1964. torna-se a consciência presa fácil a náusea. O lustre (rom. de vazio oquentin vai chegar. fran- A CIdade sitiada (rom. Uma aprendizagem ou O lIVro dos prazeres (rom. José Álvaro Laços de /àmília (contos). 111). 2.100 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográf~c_a_s_e_b_i_bl_io~gr_a_fi_a_____ __. como qualidade da matéria viva. Felicidade clandestina (contos). c 'spector o espesso e o viscoso -. Agir. seu protagonista 7. pel~ seu senSIveIS e densas dos obJeto~om com as qualIdades aspec:o ~rotesco. bibelôs e canos d'água (CS. e e~ho.José Álvaro ~~~~~lsãstmglU~~:~. Manim caminha ~eléia viva". Os gestos.). 115. 1946. 102).-c. trastam. 1960 A maçã no escuro (rom. um pouco vermelhado.. . São Paulo. e uma qualidado e dado cenestésico. ao ande abalo que será a descoberta da existência.estranheza em relação ao que o erca. vaga amente" (pes. Amor. por de repulsão. ed. descrita no romance Ia nausée. a segura permanência de animais e vegetais. A parte da Natureza. cisco Alves. A náusea é a experiência privilegiada d pensamento sartriano 6. em que o próprio homem estr ha o que é humano. É uma e eriência que se alarI Sabiá. Rio de Janeiro. 17). 2. Rio de Janeiro.) Rio de Janeiro. 1969. Francisco Alves. Edições das obras compulsadas de citação: PCS L CS LF ME LE - para esre trabalho e respecrivas siglas Perto do coração selvagem (rom. sentimento da inutilidade de seu interesse pelo p sado como historiador.S. São Paulo. " (ME. Pers· p. 19~~~ . Janeiro. Ediror.). 1971. c mo momento culminante da situação de Antoine Roque tin.J PSGH LP FC - A paixão segundo C. LE. Rio deJaneiro. como pólo oposto à cultura e à praticidade da vida diária. é sempre a mais forte e decisiva. as atitudes e os sentimentos humanos con- A legIao estrangeIra (contos e crônicas). tora do Amor.

básicos deste sistema. Neste caso. 7.desde que uniformemente os próprios parênteses.Edgard. é preferível (13) p. No exemplo da obra de Benedito Nunes. todas as referências da bibliografia. 64). No entanto optar por conservá-Io resulta no ganho de evitar o embaralhamento de números. 101). rev. Não houve também a necessidade de apontar o nome da autora. Ática. em vez de (13. escreva-o dentro dos parênteses. b) Quando o texto já deixou claro que se trata da mesma obra. o sujeito da crise é a modernidade. o número da página entre parênteses: Nesse texto. 1988. São Paulo. Depois. que também é remissivo à bibliografia. em última instância. 64). mas mantenha sempre a mesma opção: 1 1\ Na bibliografia. 1988). a remissiva. São Paulo. pois era sabido que as referências abreviadas com siglas sempre diziam respeito à obra de Clarice Lispector. a data de publicação da obra e o número da página são os elementos li Observe ainda o seguinte: a) Na bibliografia. se for o caso. Ela é determinada. Kujawski encontra" outra corrente de intérpretes" que "insiste em que o princípio geral da crise só pode ser de ordem religiosa" (p. No lugar de cada uma das referências bibliográficas do texto coloque o número que a referência recebeu na bibliografia. 64).) r . é facultativo o uso de parênteses para destacar o número da referência.O nome do autor.~ "Todas as crises setoriais eclodem no meio social e são vividas socialmente" (KUJAWSKI. 4) O sistema de autor e data .Neste sistema as referências bibliográficas do texto são substituídas por remissivas à bibliografia. 3) O sistema numérico . acrescente a data e o número da página entre parênteses: Segundo Kujawski.). (S'érie Fundamentos. Podem aparecer . Apenas o número referente à página apareceu ao lado da sigla. procurando explicar as raízes da crise. p. Ática. Adotá-Io ou não adotá-Io é um procedimento que tem de ser sistematizado em todo o livro. 1988. . Revoluções do Brasil contemporâneo. ed. pode ocorrer o seguinte: Autor e ano entre parênteses: Crise e decadência (KUJAWSKI. Esse número. basta dar. que. travessões.embora seja preferível estar -.: Também neste sistema faculta-se mencionar o indicativo do número da página (p. Veja um exemplo com o número destacado por tipo negrito: 13 CARONE.).102 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 103 Neste modo simplificado de citação.) li ti 111 ~.4. 1922-1938. pontos ou algum recurso gráfico para realçar os números sem outros sinais. ele não foi utilizado. vem na linha e no mesmo corpo do texto. O arranjo desses elementos pode ser feito de acordo com as seguintes circunstâncias: a) Quando o autor já foi citado. I 'i li i: !1 d) Quando não for necessário fazer referência a um número (ou números) específico de página. "todos sabem que a economia não é domínio soberano. 102). em ordem crescente. não precisa necessariamente estar em ordem alfabética . p. pode-se grafá-Io em versal-versalete ou em caixa alta-ebaixa. 103). é facultativa a menção do indicativo do número de página (p. Gilberto de Mello. faça as remissivas. para facilitar a identificação da referência. A crise do século XX. coloque a data de publicação logo depois do nome do autor: KUJAWSKI. seguido de vírgula e do número da página entre parênteses: "Getúlio e Antônio Carlos procuram contemporizar e se esforçam cada um de seu lado para ver se Washington aceita a idéia de um terceiro candidato" (13. Assim. pela política" (1988. (Série Temas. p. neste caso. da seguinte forma: Primeiramente. são categorias diferenciadas ~'l Ou só ano entre parênteses: Para Kujawski (1988). 53. 1989. J c) Quando o nome do autor não estiver explícito nem claro no texto. numere com algarismos arábicos.

8. 87). tanto no texto quanto na bibliografia: 1979a. Ática. Se o autor ainda não foi identificado. Valdir. 79). registre ~' F 1) Primeira ocorrência .j' Referências em notas exclusivamente c) No caso de não existir a data de publicação. no lugar da data.Substitui o título da obra citada na referência anterior. informe entre parênteses a fonte intermediária precedida de apud . São Paulo. 1990.) . se a referência integrar-se a textos comentados.. p. se o texto já esclareceu o nome do autor citado: No entender de João Ribeiro. ~ ~ ~ I MONTANARI.p.. São Paulo. 1990. mas também políticas" (p. p.) . 47. diz Suely Robles Reis de Queiroz5. São Paulo. Ática. Não use idem na bibliografia. . 11 BRANDÃO.As referências posteriores a uma obra citada podem ser simplificadas com expressões ou abreviaturas tradicionais: a) Idem (ou id. O mulato. Tempos lingüísticas. São Paulo. com todos os elementos essenciais. 49. Aluísio. Ática. 112. História da música. p. 1987.ibidem. b) Ibidem (ou ib. principalmente. os seus elementos são dispostos e pontuados como na bibliografia: 4 J d) Quando ocorrer citação transcrita de fonte intermediária. escola e sociedade. São Paulo. p. de Magda Soares (6. oberto de Oliveira. Fernando. ensinar a língua são tarefas não só técnicas. Não é necessário repetir em nota os elementos de uma referência que já estão inseridos no texto. 1988).1990. v.uma perspectiva social. rênteses: faça-o nos pa(RIBEIRO. 1988. 87). separados por vírgula: "Coerção e repressão foram as bases de sustentação do escravismo e explicam a grande duração do mesmo". da Idade da Pedra à Idade do Rock. itinerário histórico da língua portuguesa. s. ed. mas sim o travessão (v.. mediária: é normal referir-se apenas à fonte inter- TARAllO. 109). ed. Ática. Idem. 81. 1979b. p. "a nossa gramática não pode ser inteiramente a mesma dos portugueses. ed. 1988. é preciso adequara pontuação da nota à pontuação do texto: Sobre a prática de ensino comprometida com a transformação social. 1991. "Falar diferentemente não é falar errado" João. A partir da análise das relações entre linguagem. Ática. Se a referência estiver isolada.A primeira referência a uma obra deve ser completa. a autora conclui que" é fundamental que a escola e os professores compreendam que ensinar por meio da língua e.104 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliogrãficas e bibliografia 105 b) Se um autor tiver mais de uma obra publicada num mesmo ano. São Paulo.55. As diferenciações regionais reclamam estilo e método diversos" (apud TARAllO. diferencie as datas de cada título juntando-lhes letras minúsculas. Linguagem e escola . N a bibliografia. p. apud TARAllO. 2) Referências a obras já citadas . i i I -i . Ática. Idem. São Paulo. . O termo é normalmente usado ao lado de idem: 10 5 Escravidão negra no Brasil. p. Ática.d. O cortiço. A nota começa a partir dos elementos que faltam.Substitui o nome do autor quando a referência precedente diz respeito a obra do mesmo autor: 7 Referências com parte parte em nota no texto e 8 AZEVEDO. Mas. 1989. 23. As figuras de R linguagem.

ver DELLAVOlPE. Caio. porém.) . 3. . entre vírgulas: 1 BOSI. Jean de. 1986. pois do sobrenome: PRADOJÚNIOR. I b) Italiano .ri. em lugar de op. Seguem-se particularidades itens de uma referência. ~ SÁ-CARNEIRO. etc. são. Adonias. degli. 9 Havendo mais de uma obra citada do mesmo autor.r 106 "'~""~~. São Paulo. seguido de vírgula e do prenome em tipo redondo normal: ALMEIDA.. é claro. etc.Os artigos le ou Ia e a contração meiros elementos do nome: LA FONTAINE. CASTElO BRANCO.Mário de. 5 I I 'oi' '" i ~-' .Galvano della. BOSI. du c) Francês ." b"""'. ed. 90-1.. BOSI. MAGALDI. que é o sobrenome paterno: GARCíA MÁRQUEZ. p.contraria norma oficial do "Formulário ortográfico". b) Os sobrenomes compostos que contenham elemento adjetivado: SOUTOMAIOR. •• """. em regra. Gabriel. Alfredo. Galvano. m.João da Cruz e. FILHO.As partículas delta. podendo abreviá10 com reticências.". mas trata-se de praxe já largamente difundida e aceita.. Alfredo. e colocar ao lado dele a abreviatura cito . % 7 2) São inseparáveis: a) Os sobrenomes ligados por hífen: J .A entrada da referência é dada pelo primeiro sobrenome. Assim.. cito (= opus citatum) citada: 2 Substitui título de obra já ~ Nome do autor O nome do autor. cit. inferno i ensaios de crítica literária e ideológica..júnior. 79. 36. p. cito . I ~ {t 1f 1) As designações Filho. os casos de organicidade da palavra (nomes próprios. São Paulo."""'"'. op. Du Bos. se preciso. Céu. Pedro. na bi_bliografia ou mesmo em índices onomásticos. Reflexões sobre a arte.' t " -A•• . Neto e Sobrinho comparecem de- Se o nome autoral não tiver prenome. José Américo de. colocadas depois do prenome. a tendência é colocá-Ias antes do sobrenome. SOUSA. Ática. Reflexões . di. adjetivos pátrios em inglês. 1988. As particularidades sobre o nome do autor deverão ser levadas em conta também na elaboração de índices onomásticos. O emprego de letras minúsculas nos títulos de obra . recorre-se a remISSIvas: VOLPE.ressalvando. 1989. 107 I c) Op. 3. cito é melhor repetir o título. conforme já visto em várias passagens. inicia a referência: sobrenome em versal-versalete. Especificações sobre os elementos . sobre cada um dos principais 3) Autores estrangeiros a) Espanhol . MAGALDI. Sábato. substantivos em alemão. Charles. ed. a referência pode ser feita na ordem direta ou pelo próprio designativo: ADONIAS FILHO. são os pri- . p. Iniciação ao teatro.essenciais Não é demasiado recordar que as especificações abaixo deverão ser aplicadas com rigor à bibliografia e servir de base à preparação de referências localizadas no texto ou em notas. São Paulo. Atualmente. Camilo. Ática.. geralmente. Ática..

e) Inglês . 1990. f) Chinês . viatura correspondente Cedo . etc. van (esta holandesa). se houver. do diretor. a referência começa com o título. use & entre dois travessões: FARACO. Seuil. do editor. 7) Não existindo autor explícito . O título deve ser transcrito literalmente e. descendente). preposições. bem como as preposições de origem francesa (de. no lugar do nome do autor. artigos de jornais e revistas não assinados -.) depois do . ENCICLOPÉDIA Espasa-Calpe. e na primeira palavra significativa: A ALFABETIZAÇÃO em Ubatuba. são colocadas depois do prenome: HUMBOLDT. Ática. Eugene 8) Quando ocorrer na bibliografia uma seqüência de referências a obras do mesmo autor. 4) Mais de um autor: a) Dois autores dos autores: Usa-se o sinal & para ligar os nomes Alberto RABAÇA.Emprega-se o ponto-e-vírgula entre os nomes dos autores. de Ia). Dean. na bibliografia. enunciase a hierarquia a partir do órgão superior: BRASIl. Indica-se o primeiro seguido de Poétique.O nome é dado de forma direta.. I Título da obra pela autoria de uma obra 6) A entidade coletiva responsável inicia a referência: ACADEMIA BRASILEIRADE LETRAS. escreva a abredito . M. b) Se a entidade for subordinada a outros órgãos. .As partículas von. os títulos de partes de obra e de artigos.basta a vírgula: Gramática. b) Três autores . sem o recurso de parênteses COUTINHO. 1973. Rio de Janeiro. pois o sobrenome já antecede o nome: MAO TSE-TUNG.. Me eM' (= filho de) e a irlandesa O' (= neto.108 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 109 d) Alemão . etc. 1978. Carlos & BARBOSA.comp. 4. encontrar-se o nome etc. Alexander von. Francisco Marto de. enciclopédias. rev. sem mversão. veja o passo seguinte): GRABBE. e ampl. não inicia a referência. ~_. Afrânio. Norma NB-66. Departamento de Administração. 1988. São Atica. não é necessário mencionar o editor nas notas tipográficas: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRADE NORMAS TÉCNICAS. Thomas. 1984.As aposições escocesas Mae. Eugene. se for necessário transcrever todos eles (se não for.i RAMO. quando. Carlos Emílio & MOURA. Na transcrição . 5) Quando. DE QUINCEY. . Ministério das Minas e Energia. Compõem-se em redondo os títulos originais (no caso de tradução). ed. é composto em itálico. composto em versalversalete nas partículas iniciais (artigos. Seuil. vom. São Paulo. etc. do compilador. precedem o sobrenome: O'Nm. Tzvetan. a) Se a entidade autora é também editora. Gustavo Guimarães.). ed. Paris. use um travessão a partir da segunda referência para substituir o nome do autor: TODOROV. Simoni WOOLDRIDGE. & . Literatura brasileira. l w ___ o Critique de Ia critique. Jean et alii. f.. c) Mais de três autores et alii : DUBOIS. Se se tratar de dois autores.caso de obras anônimas. Paris. prenome. CHANSON de Roland. Paulo..

Ática. Rio de Janeiro. A formação do Estado populista na América Lafina. substantivos em alemão. Paulo. 83-93. são compostos em redondo: ZAGURY. se necessário: a) Menciona-se o título original (em redondo e entre colchetes) logo após o título da tradução: ANDERSON. etc. Ática. quando for necessário citá-Io. 1989. etc. 1981. (Série Temas. 1) Local de publicação a) Reproduz-se o nome da cidade tal como se encontra na publicação: London. capítulos. 43. Notas tipográficas (imprenta) Ao escrever o subtítulo no texto ou em notas comentadas. Aluísio et alii. se não se apresentou o título original na referência: HEILBRONER.. São Paulo. In: MAGALHÃES. ed. Nação e consciência nacional (Imagined communities.. No texto ou em notas com referências parciais ou simplificadas (como se faz neste trabalho) estes títulos devem ser realçados com aspas. São b) Periódicos . 1988. Estudos Políticos. Ática. São Paulo. Valter Kehdi. Trad. e não: Madri. obviamente.A primeira palavra do título deve ser impressa em versal-versalete. (Série Fundamentos. Octavio. Garcia dos Santos. Madrid. L. São Paulo.. o emprego de letras maiúsculas restringe-se apenas ao primeiro termo (partícula ou palavra significativa) e.Jean. 2. 2. 4) Nas publicações traduzidas. . ed. Editoração hoje. 2) Se existirem. Fundação Getúlio Vargas. ed. As partículas que não estiverem no começo do título são compostas em versalete: REVISTA BRASILEIRAE ESTATíSTICA. 9. 1989. reflections on the origin and spread of nationalism].Emprega-se o versal-versalete em toda a extensão do título de periódicos. folhetos e artigos . Eliane. rev. obert L. çmtros acréscimos ao número da edição devem ser informados por meio de abreviaturas: 2. e ampl. ed. A PREVIDÊNCIAocial no Brasil.) 1) Título iniciando a referência na bibliografia: a) Livros. s b) Pode-se informar o idioma original. Ática. D 5) Acrescenta-se. é preferível grifá-l o juntamente com o título principal ou colocá-Io entre parênteses ou arranjá-Io de tal forma que não prejudique a fluência de leitura (v. às palavras que exigirem o emprego de maiúsculas (nomes próprios. melh. Trabalho e sobrevivência.110 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 111 do título. Sylvia Leser de. o nome do tradutor e outros colaboradores da obra logo depois do título: CERVONI. trad. 2. quando não iniciam a referência. A natureza e a lógica do R capitalismo. à exceção dos títulos de periódicos e de coleções ou séries.) Original inglês. Verl. 1988. vem precedido de ponto-e-vírgula e deve ser composto em redondo: MELLO. mulheres do campo e da periferia de São Paulo. Benedict. se houver: GUIDE des centres nationaux d'information bibliografique. bem como os artigos de periódicos. 1989. p. Número da edicão # 1) O número da edição é indicado pelo arábico correspondente. São Paulo. p. 2) Os títulos de partes. 3) O subtítulo. Ática. Trad. bem como a partícula inicial.): IANNI. nomes de meses em inglês. se necessário. éd. seguido de ponto e da abreviatura da palavra edição no idioma original: 3. rev. tb. Técnica de tradução. Lólio Lourenço de Oliveira. 94 e 105). e não: Londres. A enunciação. e ampl. 3.

2) Editor a) Transcreve-se o nome do editor tal como figura na publicação. Ática. cita-se apenas a primeira. 1988/jun. Ática. se não for possível a identificação. São Paulo.A.'~' Modelos Abaixo vão especificados modelos de referências bibliográficas segundo o tipo de publicação: Livros 1) Considerando um livro todo: SANT'ANNA. c) Se a data não constar na publicação e puder ser determinada. Para gostar de ler. São Paulo. 4) Ausência de notas tipográficas . 1972.Se o local. org. f . são ligadas por barra: :f c) Havendo mais de uma cidade relacionada na publicação. 1989. Mas esses designativos devem ser mantidos. BOSI. jul. 115-48.lfev. b) De obra coletiva: KAFKA.Franz. Othon M. forneça-a entre colchetes. a seguir) o d) Se o nome da cidade não constar na publicação e puder ser determinado. Ática.edo 3) Data de publicação a) Abreviam-se os meses de acordo com o idioma de publicação (v. Cultura brasileira. A erudição e a cultura nas constituições brasileiras. Livraria José Olympio Editora José Olympio. b) Dois editores estabelecidos em locais diferentes são relacionados da seguinte forma: Brasília/São Paulo.13 - Referências bibliográficas e bibliografia 113 b) Se a cidade for homônima de outra. etc. p. ed. p. o editor e a data não aparecem na publicação.p. 2. Rio de Janeiro. ~~ 'l' . Filosofia do espírito. Great Britain ou Gt. HEGEL. . Anton et alii. v. Análise estrutural de romances brasileiros. Ed. Um artista da fome. Affonso Romano de. e não: nem José Olímpio. c) Não se repete o nome do editor se ele já é tratado como autor (vo p. do Brasil. 395-407. juntam-se os nomes dos respectivos estados ou países. 109). 1987. 70. Alfredo. 11. Universidade de Brasília/Ática. Preparação Getúlio dos originais. d) Se o nome do editor não constar na publicação e puder ser determinado. Os clássicos da política. 7. lista de abreviaturas na p.~~. abreviadamente. b) As datas consecutivas jan. abreviando-os se for o caso: Berkeley. 1989. São Paulo.t. Berkeley. 154). nos casos em que a supressão possa prejudicar a clareza: Ed. v. indique sol. e não: Editora Ática S. forneça-o entre colchetes. forneça-o entre colchetes. indique s. Vargas. 2) Considerando parte de um livro: a) Do mesmo autor da publicação: GARClA. a não ser que se trate de dois editores estabelecidos em cidades diferentes (vo item "Editor". 2. In: . se não for possível a identificação. Francisco org. c. Brit. 83-91.n. temas e situações. In: WEFFORT. 1973. In: o Comunicação em prosa moderna. Ática. 1988. Ed. Fundação p. In: TCHEKHOV. contos universais. São Paulo. Cal. indique s. ed.. se não for possível a identificação. suprimindo-se apenas a parte que designa a natureza jurídica ou comercial: Ática. indique sod. 1990. 208-18.

Separata de Introducción a Ia administración pública. 405/406. 46. GROSSMANN. 1955. O senhor embaixador. romances e novelas. v. U FBA. Ilustrada. da Tarde. 1. 8 set. Esboço da situação da matemática no Brasil. Artigos de iornais Jornal ADIADOS investimentos de indústrias do setor de papel. Rio de Janeiro. São Paulo. p. Unidades narrativas. 1966. 1962. DE 1944.Centenário de Eça de Queiroz.. 1945. um estudo de relações intergrupais.114 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 115 3) Considerando um livro de obras reunidas em um ou mais volumes de um mesmo autor: VERísSIMO. 1955. romance. Número especial. n. Érico. Folha de S. Anais . Salvador. v. Rio de Janeiro. 40-8. In: CONGRESSO DA HISTÓRIADA REVOLUÇÃO 1984. 6 novo 1990. mar. PAES. In: o Ficção completa. Publicações periódicas v. 747-1 094. p. Mimeogr. Governo do Estado do Paraná. Fondo de Cultura Económica. Vivaldo da Costa. 1944. Rio de Janeiro. p. Folhetim. Curitiba. As traições Paulo. Planeiamento. 55 p. 1973. Pedro. A tradução no Brasil. Curitiba. conto. 2. Salvador. UFBA. p. Rio de Janeiro. ago. Bibliografia da revolução federalista. Elon Lages et alii. 1990. México. novela. 295-300. . 18 set. Dissertação de mestrado apresentada à Coordenação de Pós-Graduação em Ciências Humanas. Luiz. 1984. Capo 3. Teses e obras mimeografadas LIMA. FGV/EBAP. 348. Sermão. A família de santo nos candomblés ieie-nagôs da Bahia. 1966. Folha de S. Walter. NATAl!. José Paulo. mar. 1977. João Batista. 136. Publicações de congressos Separatas 1) De livros: MUNOZ AMATO. 2) Referência a um número especial com título: DOM CASMURRO. Ciência Hoie. Separata de Ciência e Cultura. São Paulo. 8-11.. 1983. 8. 1966. folhetim e crônica: três gêneros 77 (65): fora do lugar. São Paulo. 78 (1): 45-7.. 1) Referência a um número determinado da publicação: ANHEMBI. 31. 2) De periódicos: LIMA. São Paulo. 3) Referência a artigos de periódicos: RONCARI. Judith. n. Aguilar. SPALDING. da tradução. Paulo. 8. n. p.

Celso & CINTRA. do português contemporâneo. se forem feitas referências sucessivas a uma mesma obra. 'star.. mas isso seria um contra-senso. p. no "Formulário ortográfico". 11O). Aspas Emprego Empregam-se as aspas. Stein (pedra). etc. D1vtS'~O SILÁSICA. a preposição antiga per é que deveria participar dos desdobramentos (Notícia publicada per O Estado de S. Nova Fronteira. Lindley. 11.Strasse (rua). O apóstrofo tem emprego limitado. 4) Nas citações diretas (v. etc. n'O Globo. 106): Notícia publicada no (ou pelo) Estado (ou Estado de S. se for o caso. podem ser feitas as seguintes adaptações: a) O sinal 13 é representado por ss: V. Paulo). 1985. 645. ou: em O Globo. p. inicial maiúscula: próprios e comuns. Wilhelm (Guilherme). offnen -. p. lema ou slogan: "O petróleo é nosso". configurando uma abreviação do título (v. p. 5) Em termos tomados irônica ou impropriamente: O "milagre" brasileiro. permitindo-nos escrever d' Os lusíadas. Nova gramática 2. 7) Para assinalar o significado de palavras ou expressões: No Alentejo fazenda significa "rebanho de gado macho". o apóstrofo não deveria ser empregado para marcar a combinação de preposições com artigos que antecedem títulos de obras em geral. Rio de Janeiro. Nas combinações pelo e pela .nass (molhado). ed.. (leite de Vasconcelos 1. P. ou: de Os lusíadas. tb. 'teve. Alemão Algumas peculiaridades da escrita latina da língua alemã: 1) Por facilidade gráfica. etc. podem ser transformadas em ae. p. 6) Para reproduzir A campanha literalmente um dístico. oe e ue. . Flügel -. Reichtum (riqueza). 2) reproduzir certas pronúncias populares: 'tá.Fluegel (asa). p. 79). Paulo. paud 'arco. 2) Em nomes de obras musicais (v. com trema.de per + 10(0) e per + la(a)-. respectivamente: Phõnomen -. 41). 3) Em casos restritos do discurso direto (v. Entretanto.oeffnen (abrir).) 1 Apud CUNHA. Paulo). Straj3e -. 3) indicar a supressão de vogal em palavras compostas ligadas pela preposição de: galinha-d'água. SOSRE A naj3 -. (j e Ü. É natural que se escreva: Notícia publicada por O Estado de S. aos seguintes casos: 1) indicar a supressão de letra ou letras no verso: c'roa.14 - Padrões complementares 117 14 PADRÕES COMPLEMENTARES Por força dessas restrições. depois da primeira ocorrência. Mas o uso fez desse preceito letra morta. 49). b) As letras li. 2) Todos os substantivos. são escritos com Deutschland (Alemanha). o artigo do título pode ser suprimido para contrair-se com a preposição. principalmente: 1) Em nomes de divisões ou partes de um livro e em notas com referências bibliográficas parciais (v.Phaenomen (fenômeno).

"".... se for adotado o recurso de defesa (v.../'''''''''.18 elatJbado seu constitucionalismo golpe os frutos da experiência correr de vários sécuno do Estado.~-. "_..._. ••""". mantém-se entre aspas duplas aquilo que originalmente se encontra aspeado: ç 'ÇÚ~..... num mundo em que a Revolução Inglesa já havia tido êxito e se expandido... 83). as sociedades burguesas posteriores não puderam repetir esse desenvolvi'~.118 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 14 - Padrões complementares 119 As aspas simples ou semi-aspas As aspas e a pontuação Usam-se as aspas simples (' ') para destacar trecho (ou trechos) já aspeado no original de uma citação ou de um texto qualquer que se transcreve entre aspas (duplas): !·'....../""""" . ..eníliá ... 169." (Machado de Assis.""..~.•~ •._ -. p. São Paulo..' iTO:5''''j .:ié... cclno os outros. . Para os adjetivos qualificativos \limos que a posposição c()l)stitui a ordem não-m~..." . Paulo.....•. i Antes de ele.depois britânica ..• ". Nação e consciência nacional. Atica.~....••. .teoriP resulMnte de uma Chegando depois... ímpIICa...-... .~. ReprodlJZido de: ANoERsoN.. ães e ãos: razão.._'""~'"''''''''. "•._.. etc.. 1990.""._. e mais do sujeit~quandoa tema literária."...-."'''''~''''_~''''''~''"~.. Benedict.•....... '''" 1) Se o período inteiro estiver entre aspas."" •. -' "".n:a\4!.. no sistema português uma tensão entre ordem não-marca da e ordem marcada. o sinal de pontuação fica dentro das aspas: "Ao verme que primeiro roeu as frias carnes do meu cadáver dedico com saudosa lembrança estas memórias póstumas.. pela colocação. ••.) 2) Se apenas parte do período estiver entre aspas..'a.~-""".."..._. isto é......."...~. e "a menina" de nominativo passa a acusativo. etc.. ../'''''''~''''''''''''''~''' ... preda especial~te ção.~.... para 9_Slljeit9doJ .. Os nomes terminados em ão fazem o plural com ões.. a anteposição do verbo tem um valor estilístico muito nítido..---. -''-·.. p. cadernos.·. Tom Nairn diz algui mas palavras preciosas a respeito do relacionamento en...íliâ·rr.... e não.. põe-se o mesmo sinal de pontuação que separa os vários elementos de uma enumeração: Comprei livros. . Sobrevive e fortemente atua.·.~"~. __ ·'·'--"·""''·'''''''''"·'''·''····"'·-".. .. ~..0 . mãos. p... ." . .~".O<""'~... .'~.·. esses outros Qentaram resumir de um s. ".~.. 149.•.~.._..". . i Qué maravilla! Apenas ele [o sistema britânico] representou um~rescil mento lento e convencional o prMduto de invenção deliberada... o mecanismo da concordância pode entrar em ação" 12.~mámuaãi1çãnã'fíâtureiá·êíes~~s dois argumentos.... Sãa .. "o professor" de acusativo passa a nominativo..~" . ".• ""·"··".._. Por terem chegado em segundo lugar.."~."."''~'''''''-\."...~_ .... consiste naessa chamadal~ nversão ação verbal }lomo língua da comunicaferem não raro melhor focalitão não há um objeto direto para opor. " Rosa" o sertão está em toda parte".... mesmo com objeto direto. iJíffp...._•• e""'..../··...""~...._.._é_'·'_"'''''l. • -.. . ". Tempos lingüísticos.... e a pontuação I 10Ç) ."..""..~._.".-". pão.."""-g... Espanhol Duas observações sobre a pontuação: 1) No enunciado interrogativo há um ponto-de-interrogação invertido no início e o ponto-de-interrogação normal no fim: ZCómo te lIamas? Entretanto.·\..~"""".. Etc.""""'''. que Por isso.. pães. pois...~~êe'ssãiíâméi'íIe./..~..f~. mão. a língua coloquj ./··"'·""~·'v·"·""..'.._..·ú·a::. Fernanda.'<""~_'" . tre o sistema político britânico e os do resto do mundo moderno: 1 I 2) No enunciado exclamativo há um ponto-de-exclamação invertido no início e o ponto-de-exclamação normal no fim: /. . lápis."..-·. 1989."d'(jk'dtáa:!I. razões.) "Por que não nasci eu um simples vaga-lume?" (Idem... a experiência inglesa . Reproduzido de: TARALLO. ao sujeito ou quando. O princípio funcional a que Câmara Junior havia feito menção acima pode também aqui voltar a atuar: "Não obstante.... com supressão das aspas iniciais e finais da citação.manteve-se distinta."'''' .. o sinal de pontuação fica fora delas: Para Guimarães ..•••... ! Em The Break-up of Britain. que havia Por ter sido a primeira...... Ática... '.' ""....-.. I ... "....

geralmente: March. trajeto Mauá-Cascadura. p. etc. revistas. da República. Lady Diana. integração professor-aluno. Ressalte-se ainda que: 1) É facultativo o acento agudo no Émile ou Emile. 2) Em subtítulos.121 120 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 14 - Padrões complementares Francês Um texto em francês deve ter sua ortografia rastreada com muito cuidado. December. Vice-Presidência 4) Em palavras e expressões estrangeiras incorporadas tuguês. 154): 2) Não se acentua o a maiúsculo. 3) Os dias da semana: todos Wednesday. o hall do elevador.) entre ele Nos nomes próprios e intitulativos compostos ligados por hífen. é usado: 1) Nos títulos de livros. um show de rock. conjunções. estrada de ferro Santos-Jundiaí. PÂTE. além dos nomes próprios: 1) Adjetivos referentes às nacionalidades: Brazilian. tal como o hífen. p. como em palavras compostas. ou grifo. e Inglês Escrevem-se com inicial maiúscula. O título Lord. O itálico. 3) Se a palavra inteira for escrita com letras maiúsclas. A Ia fin de Ia semaine. os títulos ingleses de nobreza não devem ser destacados graficamente: Sir Winston Churchill. Hifen e travessão Além de outros empregos. conforme o exposto na p. tb. 4) Os títulos nobiliárquicos: Lady. excetuando as partículas (preposições. e não do hífen. Sunday.): Grã-Bretanha. principalmente no que se refere à abundância de acentos gráficos. jornais (v. 110. usa-se o hífen em combinações simétricas do tipo: Acordo Brasil-Argentina. p. Junto a nome próprio. Trás-os-Montes. os acentos devem estar presentes: ÉLÊVE. 3) Na nomenclatura científica (v. I táUco (grifo) Mas é de rigor o emprego do travessão. PÂTÉ. o travessão deve vir sem espacejamento e as palavras que une. maiúsculo: 2) Os nomes dos meses (v. . p. em encadeamentos vocabulares do tipo: ponte aérea Rio-São Paulo. Sir. Englishman. escreve-se com inicial minúscula (lorde). todas as palavras são escritas com iniciais maiúsculas. quando aportuguesado. 47). Pantanal Mato-Grossense. 49). mas ainda não aportuguesadas: Designar ad hoc. ao por- (Neste caso. 96 e 109) e obras de arte em geral (v.

4) Bold-itálico (ou grifo-negrito) - Combinação do bold com o itálico: Exemplo de linha composta em bold-itálico. também de desenho vertical: b) As abreviaturas e expressões latinas usadas em bibliologia (v. Exemplo de linha composta em negrito.. 150) dispensam destaque gráfico: são escritas no tipo normal do texto.. ou caixa alta: EXEMPLO DE LINHA COMPOSTA EM VERSAL. de altura idêntica à das letras minúsculas: EXEMPLO DE LINHA COMPOSTA EM VERSALETE. Os tipos que apresentam as mesmas características. p. p. b. (Alfredo 80si. 5) Para enfatizar palavras ou expressões: O termo esquerda é utilizado . As famílias são muito numerosas. de desenho vertical: Exemplo de linha composta em redondo. que. . EM . Excetuam-se as formas autônomas infra e supra.. English Times Univers Tipo. no canto XXII [.O tipo versalete é a própria letra maiúscula. diferenciam-se dos prefixos análogos do português (v. em quase todas elas podem ser encontrados os seguintes tipos: Para indicar que a palavra deve ser escrita com a combinação dos tipos versal e versalete. tendo subido ao oitavo céu ..) 1) Redondo (ou romano) . as aspas e o tipo normal do texto nas citações de trechos em língua estrangeira: Dante.Tipo mais grosso que o redondo. mais claro. independentemente das características de cada uma. 2) Itálico (ou grifo) Tipo inclinado para a direita: Exemplo de linha composta em itálico. mas. o mesmo desenho básico. "presso all'ultima salute" . c. sob o signo de Gêmeos. 7) Versal A própria letra maiúscula. 3) Negrito (ou bolá) . mas com tamanho reduzido.__ T'ipos e corpos Tipo Algumas famílias importantes Baskerville Bodoni Futura Para indicar que uma palavra deve ser escrita com inicial maiúscula.recebe de 8eatriz o convite para contemplar o mundo inteiro a seus pés .. 97). genericamente. é a letra que resulta de qualquer processo de composição. 8) Versalete .Tipo normal.122 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 14 - Padrões complementares 123 a) Usam-se.o das estrelas fixas. porém. ]. 6) Caixa alta - As letras maiúsculas: A. diz-se que a palavra deve ser composta em versal-versalele: EXEMPLO DE LINHA COMPOSTA VERSAL -VERSALETE.. C. grifadas. 5) Caixa baixa As letras minúsculas: 0'0 a. constituem um conjunto denominado família. B. diz-se que a palavra deve ser composta em caixa alta-e-baixa: Exemplo de Linha Composta em Caixa Alta-e-Baixa.

. e deve reconhecer os desenhos dos tipos que se lhe apresentam. voltada para a qualidade do produto que põe no mercado. Deveria conhecer cada frase de Shakespeare ou da Bíblia e estar em condições de pinçar qualquer falsa citação vertente. Idealmente.124 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Corpo Corpo é o tamanho de um tipo.376 x 10). deveria conhecer cada data de livro de história e ter ademais Íntimo convívio com a significação e a feição de cada palavra do ou fora do Dicionário inglês de Oxjord. Deve ser capaz de grafar quase tudo sem recurso ao dicionário [. tomam-se os dizeres de SeánJannet citados por Antônio Houaiss: As qualificações requeridas dele são extensas.376 mm. mesmo com uma só letra. possuem notoriamente vezos arbitrários e desarrazoados. como os doutores. Deveria posta em corpo 36. . 15 o PROCESSO DE REVISÃO DE PROVAS Exemplo de linha composta em corpo 10. tem uma altura aproximada de 3. Exemplo de linha composta em corpo 12.e os autores. por exemplo. medido em pontos. Deve ter olho agudo e mente aberta para reconhecer num átimo as cacografias. Assim. cada ponto corresponde a aproximadamente 0.. Deve ser hábil para ler o mais carunchoso e ilegível dos manuscritos. Pelo sistema de medidas tipográficas denominado Didot. Exemplo de linha composta em corpo 6. mas aqui se refere à revisão de provas. função do revisor A palavra revisão tem em si grande carga de significações. ]. o perfil ea linha composta em corpo 24. O revisor de provas (daqui por diante só revisor) teria por incumbência o cotejo da prova com o original sem compromisso com o conteúdo do texto e limitado apenas aos erros tipográficos.76 mm (0. um tipo de corpo 10. Para esboçar o perfil ideal do revisor. corpo 72. Apesar de manter em seus quadros preparadores de originais e outros profissionais que permitiriam que assim fosse considerado o trabalho do revisor. e lê-Io corretamente . a editora. tem uma expectativa que vai mais além.

2. Ibidem. de linhas de composição tipográfica amarradas por um fio] chegam ao revisor junto com a parte do original correspondente..e. troca indevida de uma palavra por qualquer outra. Num paradigma. 79-80. De preferência. d) Gato. i. se for o caso. i. sobre ciência quanto possível -'. mais. palavras. cujo valor seria maior se pudesse falar e escrever. Também é pastel a mistura desordenada de caracteres tipográficos. evitando as letras de fontes estranhas que se possam ter infiltrado no texto composto. por certo. digamos. largo conhecimento da tipografia. sílabas.. essencial em seu trabalho. ] o que quer que seja que possa comprometer a boa reputação da casa [. cit. O pequeno erro tipográfico que escapa à revisão é também conhecido por piolho. O leitor é então chamado a ler alto.. frases. e também zelar por que os enganos do próprio autor sejam evitados. ainda não paginado.. c) Pastel. e detém também um' armazenamento de fatos apreendidos dos livros que reviu. arcado ao peso dos anos. um emprego mais rendoso do que numa casa impressora. É ainda a Jannet a quem se recorre para descrever sucintamente a tarefa do revisor: dactilográfico do autor. Na maioria das editoras de hoje não existe propriamente a figura do leitor. do manuscrito ou do original I Elemento$ de bibliologia.. deveria ter o mais amplo conhecimento. o Os erros 1) Os erros . 2. ] Deveria ter. chamando. Primeiro.. enquanto o revisor acompanha as palavras da prova.. vigiando os erros tanto da composição quanto do leitor.e. [. as provas de paquê [conjunto. linhas ou parágrafos. . b) Piolho.i. dessa natureza. ]. os de erros maiS comuns sao: a) Salto. qualquer livro deverá ser lido antes em sua inteireza pelo revisor. i. inversão indevida de sinais.. 81. palavras. a atenção deste. linhas ou trechos. Não é necessariamente um velho. pois tudo de que ele possa assenhorar-se é potencialmente útil a ele!.e. p.. linhas ou trechos. chamados leitores.e sobre arte também. e geralmente tem. p. e também do autor. ou colhidos aqui e ali. O revisor faz o que pode e não raro fá-Io surpreendentemente bem. 126 o 15 LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO O processo de revisão de provas 127 conhecer tudo sobre religião comparada e tanto sobre economia.e. sobre política. observando [. duplicação indevida de sinais. v. v.. De fato. qualquer omissão involuntária de letras. palavras. composição . seria ele um louco se não encontrase. uma dúzia de línguas. comparando-as com as da leitura..Na linguagem dos revisores. A tarefa do revisor é descobrir quaisquer erros que tenham sido cometidos na composição e dar instruções para sua correção. letras. da experiência e dos graus universitários. que existe. há umas quantas moças ou rapazes. A tarefa descrita acima é desempenhada por duplas de revisores. sílabas. como já vimos. Quaisquer erros que forem encontrados são indicados por signos especiais2. pois esse conhecimento lhe é útil. 2 Assistindo-os [os revisores]. ato contínuo. Cada dupla divide entre si o acompanhamento dos originais e a leitura das provas. letras..

etc. constar no original que a "guerra dos Trinta Anos começou em 1518 e terminou em 1648". mas. op. quando não percebe um erro já existente. Os signos ou sinais Os sinais de revisão são de duas espécies: 2) Os erros do próprio revisor .3 c) Desvios de padronização . verificação a arriscar-se a fazer uma correçao ImpreCIsa. as comissivas são envolvidas por um círculo: ~ poesia místico-religiosa Guimarki}is."l' A~__ \ é.L 2) Sinais explicativos . Então ele não deve fazer emendas de padronização sem considerar a ocorrência. por exemplo e por um descuido qualquer. fora de lugar ou trocados.Às vezes o revisor também comete erros. E não só por um cochilo. as comissivas serão feitas sucessivamente da esquerda para a direita e na mesma ordem em que aparecem as respectivas remissivas: comIssIvas (margem) 1& b) Imprecisões de correção . dada a sua extensão. Apenas apontará as eventuais divergências para verificação posterior. p. no tempo da rainha dona Amélia. "demos ontem a notícia de que Sua Majestade a 1àinha . etc. do começo ao fim do livro. quando for possível reunir todo o material. por extenso ou abreviada. aquilo que deve ser corrigido (comissiva). de Alphonsus de 3 Apud Emanuel Araújo. _______ remissi vas (texto) Â _ d~ texto) ___ (" !Lf- S control<1Ie qual/idadel l "i·'r"" !" l/.. presença indevida de letras ou sinais virados (erro freqüente na composição tipográfica)... com recurso a sinais convencionais antecedidos de uma barra oblíqua (I). Para não ser traído pela memória. cit..Se. o cumprimento de prazos ou razões de caráter diverso.. Para evitar isso. é preferível não corrigir. o revisor imediatamente perceberá que a diferença entre as datas não é só de 30 anos.Marca-se no texto o lugar exato da correção (remissiva) e na margem. 12. fazendo uma edição especial muito esmerada em homenagem à soberana. houver outras correções.Quando precisar recorveja o que se disse sobre ortografia à 1) Sinais convencionais . dizia.· '~. o que é pior. atente para os seguintes casos: a) Desconhecimento rer a dicionários. da língua . se não tiver uma boa fonte de consulta à mão. numa mesma lin!Ia. O responsável foi punido e no dia seguinte saía a retificação: "Por um lamentável erro de revisão". sobre o tipo de correção desejada... Veja um caso de gralha relatado por Eduardo Frieiro. anunciou um prêmio a quem descobrisse um erro de revisão. por provocar um erro novo. . Para quê? Logo na primeira coluna da primeira página do tal jornal lia-se em tipos fortes: Sua Majestade a Bainha etc. em que as palavras bainha e tainha aparecem no lugar de rainha: Um jornal de Lisboa.128 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 15 - O processo de revisão de provas 129 e) Gralha. de todos os outros casos semelhantes ou que justifiquem a alteração.São sinais acompanhados de explicação verbal. " etc. Neste caso. i.O revisor nem sempre tem em mãos a obra na totalidade. Uma delas está incorreta.e. preferencialmente direita. 393. chamada de barra de atenção. p. e anotar o caso para uma-' posterior . Se./\ I!')fi V \.

A seguir. este trabalho é feito nas provas iniciais de composição (primeira prova) e na arte-final. J ~ "-f . 3) Revisão decalcada . será mais seguro fazer um cotejo palavra por palavra. quando uma prova for paginada a partir de uma prova de microcomputador. esta releitura é de suma importância: tratando-se da última revisão completa. Os seus componentes são: constitui a parte física Capa A capa. com uma das mãos. Após a conferência de emendas e o decalque das provas.Este tipo de revisão consiste na conferência da correção das emendas pedidas em prova anterior. 1 A ESTRUTU RA DO LIVRO IMPRESSO Os elementos que compõem a estrutura do livro impresso podem ser examinados distribuindo-os em quatro partes: material. enfim. em sentido amplo. onde constam ao menos o título da obra e o nome do autor.O dorso (da capa ou da sobrecapa). Quando as linhas de uma nova prova não corresponderem com as linhas da prova anterior. textual e pós-textual. que. conforme menciona-se atrás. normalmente. sem alinhamentos. o revisor procede a uma conferência técnica da montagem. capa é a parte frontal do revestimento. 2) Releitura individual .Em sentido restrito. faz-se outra releitura. Isso deve ser feito. tiram-se tantas provas quantas forem necessárias à limpeza total de erros.Desempenhado por dois revisores. Em princípio. é o revestimento externo (flexível ou rígido) de proteção do miolo e pode apresentar ainda os seguintes elementos: . recorrendo ao original apenas para verificações. geralmente nada se imprime. O logotipo da editora e o número do volume ou da coleção ou série podem também figurar. ajustando-a de modo a fazer corresponder as linhas de uma prova com as da outra. 2) Segunda capa . O cotejo da arte-final com o original justificase por ser nessa etapa que se fazem montagens ou inserções de novos elementos.É a face interna da capa (primeira). se for o caso.Concluído o confronto do original com as provas. o revisor coloca a nova prova sobre a anterior. não existentes na primeira prova. nos moldes descritos acima. seguida de um decalque. a rotina de revisão é a seguinte: 1) Confronto do original com as provas . Pelo decalque. ou extratextual. de tudo aquilo que deve comparecer no livro impresso. a prova superposta e vai acompanhando as alterações havidas. em cada linha. por exemplo. ele levanta e abaixa. Parte material A parte material. um terceiro revisor faz uma releitura de todas as provas. basicamente. 1) Capa ou primeira capa . pré-textual.130 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO As provas e as etapas de revisão Cada etapa de revisão relaciona-se a um tipo específico de prova. . Na arte-final. mas. onde 3) Lombada . do livro. apresenta outros tipos gráficos. das remissivas a outras partes do livro e.

Cada uma das abas (da capa ou da contracapa) dobradas para dentro chama-se orelha. Nas orelhas c quarta capa podem distribuir-se informações sobre o livro e/ou o autor ou ainda publicidade de outros livros.A parte posterior do revestimento constitui a quarta capa. miolo ~ /' /" //oorelha quarta capa (o verso desta é a terceira capa) capa (o verso desta é a segunda capa) .E REVISÃO 16 - A estrutura do .É a face interna da quarta capa. 6) Orelha . mas. além dos dados mencionados a seguir. onde. da editora. 5) Quarta capa ou contracapa . onde geralmente nada se imprime. coleções. quando existem. etc.!iVro impresso 133 Quando os tipos (as letras) forem impressos na vertical. o que depende também da espessura do livro.. As orelhas não comparecem obrigatoriamente em todo livro. podem formar com a quarta capa um conjunto em que se dá continuidade ao grafismo da capa. imprime-se o registro do ISBN (International Standard Book Number). terão o sentido de leitura de baixo para cima. 4) Terceira capa .

é a designação dada à folha de papel que. Miolo conjunto das folhas. constitui o miolo. Esquema o de um caderno ou colados de 16 páginas. 16 ou 32 páginas. por sua vez. costurados entre si.-grampeados. 1 6 13 16 ZL S 4 frente 8 L OL L 1 154 L3 9 2 Cinta Faixa que envolve parcialmente o livro. depois de impressa e dobrada. que pode ser de papel ou outro material e conter o título e outros elementos de interesse. Caderno. dá origem geralmente a oito. a sobrecapa é uma cobertura protetora da capa. impressas em cadernos. formam o miolo.134 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 16 - A estrutura do livro impresso 135 Sobrecapa Conhecida também por jaqueta. Os cadernos. . a cinta pode trazer propaganda ou opiniões críticas sobre a obra. reun~9~s. .

Estas indicações podem figurar aquI ou no verso. na seguinte ordem: 1) Marcador . Indicador com unha Frontispício Ou rosto. preferivelmente. . b) Nome do autor. c) Título e. se houver.. subtítulo da obra. pode ser uma projeção cartonada. encontram-se os elementos pré-textuais. se não for a primeira. Nele comparece apenas o título da obra. e) Número do volume. página de rosto. f) Número da edição. 2) Indicador ou dedeira . conforme o caso. o olho é conhecido ainda por falsa folha de rosto.Trata-se do marcador da página de leitura. Geralmente contém os seguintes elementos: 1) No reto (página ímpar ou frente): a) Nome da coleção ou série e o respectivo número que o volume tem na coleção. na parte superior da página. portada. ante-rosto ou falso frontispício. . cuja apresentação deve ocorrer.1ANUAl DE PREPARAÇÃO ER_EIJiSÃO 137 o miolo pode apresentar ainda os seguintes elementos: Parte pré-textual Precedendo o texto propriamente dito. uma cavidade (unha) ou outra forma qualquer que faça sobressaírem elementos que servem de índice de dedo em determinadas publicações. folha de rosto. o qual tanto pode ser uma fita ou linha presa na parte superior da lombada como pode ser uma tira de papel ou de outro material fornecida avulsa. na parte inferior. conforme o caso.Indicador. g) Logotipo da editora. d) Nome do tradutor.136 16 . organizador ou prefaciador. Há casos em que esses créditos são mencionados no verso. e o logotipo da editora. ou dedeira. Eventualmente também o nome da coleção ou série acompanhado do número do volume. O indicador. se existir mais de um.A estrutura do livro impresso __ . é impresso ou entalhado nas bordas do miolo. Marcadores avulsos Olho ~ Primeira página de algumas publicações. O marcador avulso geralmente se presta também a outras finalidades. Mais raramente figura aqui o nome do autor. _~g'_r.

Ática. Sumário apresentando linhas pontilhadas entre títulos e fólios. A prostituição I. nomes de pessoas. revisor. polacas . os títulos das partes. geralmente fica isolada em página ímpar.. Alinhados à direita. existem. 1992... após o frontispício. unem-se aos títulos por fios ou linhas pontilhadas.. pode dividir o espaço da página com os agradecimentos. Colocados imediatamente após os títulos. se houver. etc.. As escravas e a prostituição VI. etc. As "mulheres dos caftens" pelas autoridades pública no Rio de Janeiro pública e a sua localização públicas". suas nacionalidades . I.A prostituição. A pwstituição 2. a higienização da prostituição o seu significado Glossário Bibliografia Reproduzido de: SOARES. SUMÁRIO Ag radec imentos . b) Título original da obra. Regulamentação ou não da prostituição? Um debate entre médicos. 1. Reproduz com fidelidade. classificação da prostituição A médicas e policiais IV. se tradução. autoridades policiais e juristas VIII. f) Imprenta: nome e endereço blicação.. As tentativas J anei ro de controle da prostituição no Rio de pública Sumário O sumário contém apenas as principais divisões da obra..)... ... 5 7 9 . Agradecimentos Quando prefácio. ordenada alfabeticamente (v. p.. Introd ução. 16 26 41 41 e a "chaga 49 61 o Rio de Janeiro no século XIX: população e desenvolvimento Dedicatória Palavras com que o autor oferece o livro a alguém. tradutor.. diagramador. acontecimentos.. O homossexualismo clandestina masculina e a prostituição 68 83 94 VII. preparador. se existir na publicação.. e na ordem em que aparecem.. L e 102 110 . etc. em função do arranjo gráfico.. São Paulo. d) Créditos de realização editorial (nomes de editor. As tentativas de controle da prostituição 2. ilustrador. a dedicatória. Quando se faz necessário ressaltar algum destes créditos. Os fólios (números de página) alinham-se à direita ou vêm imediatamente após cada título..índice é uma lista de assuntos. 143). seções.. ilhoas. c) Propriedade de direitos: copyright. 113 Romeiras. Outras vezes. separam-se deles por vírgula ou são destacados com negritos ou com outro recurso gráfico. capítulos. suas causas e a degradação dos costumes segundo o discurso médico 111.. A repressão à prostituição clandestina 94 -99 IX. é comum transferi-Io para o reto da página. uiz Carlos.... e) Registro do ISBN. 11. A criação do bordei. da editora e ano de pu- Não se deve confundir sumário com índice ..138 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 16 - A estrutura do livro impresso 139 2) No verso: a) Nome da coleção ou série e o respectivo número do volume na coleção. se já não figuraram no reto.. os agradecimentos às vezes cabem no V..

incluem-se na lista as siglas e os símbolos utilizados. pois foram utilizadas algumas edições que não a primeira. o autor não usou a ordem alfabética. Notas As notas podem comparecer no rodapé. . justificação ou apresentação do próprio autor ou de outra pessoa. os mais recentes vão precedendo os primeiros. 85 e 104). os cabeços aparecem geralmente no alto da página com o fólio. Se for o caso. 2) Título do capítulo (na página par) e subtítulo do capítulo (na ímpar). usa-se um dos pares: 1) Título do livro (na página par) e título do capítulo (na ímpar). cabeças ou cabeçalhos. o prefácio consiste em esclarecimentos. todavia. Como fonte da epígrafe. não está ali muito evidente. tabelas e figuras (v. apoiando-se em divisões e subdivisões (v. mas podem vir ainda ou no pé da página ou na lateral. Parte pós-textual Complementando mentos: o texto. Lista de abreviaturas A lista de abreviaturas deverá ser. 2) Corpo do texto . p. encontram-se os seguintes ele- Prefácio Também conhecido por nota prévia. Arrolamse antes as figuras (v. Quando há novos prefácios para novas edições. p. 19). Eventualmente pode haver epígrafes também no início de seções principais.140 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 16 - A estrutura do livro impresso 141 Lista de figuras e tabelas Integrando Parte textual o texto propriamente dito. no final das principais seções ou no final do texto (v. Comumente. A lista de figuras e tabelas deve ser feita quando as ilustrações forem em número que justifique sua elaboração. a epígrafe. apresentação. Citação ou pensamento que se relaciona com o assunto do livro. advertência.Parte principal do texto onde o assunto é desenvolvido. o fólio de cada uma das ilustrações. objetivos e modo de tratar o assunto. coloca-se abaixo dela a referência bibliográfica completa ou só o nome do autor e o da obra de onde foi extraída ou simplesmente o nome do autor. A abreviatura será seguida de sua significação. Esse critério. p. Cabecos # Epígrafe (do livro) Também conhecidos por títulos correntes. encontram-se: 1) Introdução . é o último elemento da parte prétextual e precede o texto propriamente dito. 3) Nome do autor (na página par) e título do livro (na ímpar). apresentada em ordem alfabética. 34) e em outros elementos como fórmulas. etc.Discurso inicial em que o autor expõe argumento. A mesma opção deve ser seguida em todo o livro. mas optou por relacionar as siglas referentes às obras analisadas em ordem cronológica de aparecimento. e a data dessa primeira edição não foi declarada. como no sumário. se ocorrer.. tb. 19) e depois as tabelas e indica-se. preferencialmente. p. Na lista de abreviaturas reproduzida na página 100. 3) Conclusão.

como. . tabelas. instituições..). etc. listagens. de assuntos. j. A ordenação alfabética se faz letra por letra ou palavra por palavra. mas não há necessidade de diferenciá-Ios graficamente. às vezes. . obras. mas vanaçoes maiS comuns: 1) Primeiro verbete à esquerda e último verbete à direita (na mesma página). não constituem propriamente texto do autor. suplementos que se acrescentam ao texto para esclarecê-Io ou documentá-Io. ponta-seca Glossário (ou vocabulário) Lista de termos pouco conhecidos. o Índice é também conhecido por Índice geral ou Índice analítico. 2) Primeiro verbete da página par à esquerda (na página par) e último verbete da página Ímpar à direita (na página Ímpar). Algu. Deve-se evitar chamá-Io de Índice remissivo ou alfabético. etc. etc. às vezes. 3) Os dois verbetes . costuma haver variações muitas vezes em função do tamanho da página e. Não deve. Os tipos de desdobramentos mais correntes são: Índice temático (de matérias. Ordenação letra por letra ponta pontada ponta -direita Ponta Grossa Pontalis. acontecimentos. como dicionários e enciclopédias. pois a condição essencial de qualquer Índice é remeter a alguma coisa e ser ordenado alfabeticamente. portanto. que trata exclusivamente deste assunto. Em lugar de Índice geral podem ocorrer outros Índices desmembrados. temas. Os nomes costumam variar. seguidos de explicação. separados por índice Lista detalhada.-B. nomes de pessoas e de lugares. Índice de intitulativos (entidades. j.. ordenada alfabeticamente. Índice onomástico (de autores citados ou. Índice de autores. de sentido obscuro ou de uso restrito. p. Podem apresentar matérias de exemplificação como textos de lei. nomes de pessoas e mesmo outros intitulativos). Índice toponÍmico (lugares).142 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 16 - A estrutura do livro impresso 143 Nas obras de referência. Índice antroponÍmico (nomes de pessoas).o primeiro e o último barra ou travessão (em cada página). com remissões a fólios ou seções específicas do livro. 90). p. Índice de assuntos. ser confundido com sumário (v. Os verbetes com nomes de pessoas entram da mesma forma que nas referências bibliográficas (v.de tornar o manuseio mais prático ao leitor. mapas. assuntos .. usam-se as três letras iniciais dos verbetes em vez de escrevê-Ios por extenso. 107). etc. Índice biblionÍmico (livros e periódicos). embora só recomendáveis quando compensarem o múltiplo esforço de consulta. Ponta Porã ponta-seca Ordenação palavra por palavra ponta Ponta Grossa Ponta Porã pontada ponta -direita Pontalis. por exemplo. Em qualquer dos casos.-B. Apêndice (ou anexo) Os apêndices. 138). Referências bibliográficas e bibliografia Veja-se o capítulo 13 (p. ).

100. 133. 138-45. 146. 124. 8. 121. 24-7. 51. 18. 81-3. 38. 102. 19 Castoriadis. 107. 39. 59. 78. Página Linha Onde " se lê " " Leia-se " Colofão Último elemento do miolo. 97. 76. 87. Posfácio (adendo. 102. 66. 140. nome e endereço do impressor e data. 23. 120. 120 burguesia/pequena burguesia. O seu conteúdo normalmente é este: Baudelot. 32. nota final ou post-sériptum) posfácio é matéria elaborada pelo autor com base em informações novas que lhe chegaram ao conhecimento após a composição do livro. 82. 141 acumulação do. . 121 ideológicos. 127. 39. p. 71. 34. 15. 126 burguesia. 130-3. 68. 108. 148. 55. São Paulo. 67 Luís. 94. 116 popular. 117. 66. 66. 125. 27-30. 109. 113. 104. 129. 108. 64. 36. 138 estatal. 107. 108. 138).. 125. 108-14. 103. 118. Não deve existir também" quando se trata de outras alterações julgadas necessárias posteriormente. 108-10. 119. 121 de Estado. 148-50 fração do. 8. 63. 119. pode ser apenas inserida. 79. 119 artesanato. 83. 74. 105. 164-9 bonapartismo. 38. o colofão contém o registro de indicações técnicas de impressão. 82. no início ou no fim do livro. 110. 107. 23. 7. 105. 30. 164 repressivo(s). 122 Cerroni. 87. 114 sociais. 147. 145. p. 148 CFDT (Confédération Française Démocratique du Travail). 150 fração hegemônica do. 127. 114. 168 Althusser. 106. 116. 36. 104. 129. 97 Cardoso. 148-50. 128. 151. 31.. 103. Umberto. 112. 70. 102. 68-70. 97. 149. 118. 128 operária. 134. 33. 44 Allende. de: SllVEIRA. 157. 68. 76. Pode conter tabelas. 111. 122. 67 frações do. 85. 129 P. 19. 108"12. 105. 141 bloco. 154 burguesia/ aristocracia. 71. personagens o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 16 - A estrutura do livro impresso 145 esta modalidade históricas de índice engloba nomes de autores. etc. 120. 127 antistalinismo stalinista. 150 escolar. L. 70. 38. 78. Os créditos de realização editoriallocalizam-se no verso do frontispício (v. 28. 33. 22. 110-2. 7. 158 Encarte OU suplemento Folha avulsa ou caderno independente que se coloca dentro do livro. H. Composta em folha de papel menor que a página. 103. ou colada. 160. 27. 95 CGT (Confédération Généra1e des Travailleurs). 121. o INDICE ANALJTICO E ONOMÁSTICO aliança(s). Ática. 115. M. 73. 136 Anderson. 8. 138. 169 burocracia. 121 de Estado. 115 no poder.. 19 Cardoso. 142. 129. 108.. 149 monopolista. 72. 111. 62-4. 150 produção e circulação do. 10. 22. 129-31. 163. intermediárias. 150 Bourbon. 135. Paulo. 106. F. 16. C. 73 de Estado. 76. 63. 120. 150 monopolista. 76. 149 anarcossindica1ismo. Enata Errata é uma lista de erros tipográficos constatados após a impressão do livro e só se justifica se o erro tipográfico (ou erros) comprometer uma informação do texto. 139. 71-4. 130. 164 aristocracia. 119. 74. 37. 73. Louis. 20. 60. 26. 17. 63. 83. 156-8. 168. 43. Poulantzas. 116-8. 154 alienação. 113 ciência. 143.. 9 aparelho(s). 78. 127. 117. 18. 118. 114-6. 142 autogestão. 136 Amendola. 23-9. 79. 47. 99. 152. explicacão final. 161. 103. 105. 130. 24-7. 93. 108. 22. 118. 159. 122 1984. 71. exercícios didáticos relacionados com o texto. 30. 70. 116. 122 campesinato. 138. 97. de "analítico e onomóstico". Excepcionalmente. G. 132 Reproduzido camadas. 142. 116. 145 no poder. 153. 87 categoria social. org. 79. e instituições. 51. 135. 39. 143.144 Sob a rubrica assuntos. 65 capitalismo. 127. 121. 20. quando seria muito difícil inseri-Ias no local apropriado do texto. 115. 126. 33. 123-8. histórico. P. 103. 171. 153 rentista. os dados do colofão podem aparecer no verso do frontispício.. 66. 120. 46. 152 capital. 8. 82. 103. 116. 116. 75.

. f-----------.e sincdsllsado$ na. ~--------------- 2 f\J Símbolo Correr para a esquerda Recorrer Transpor letras ou palavras I J I I Aplica-se a grupo de letras."-"_ ..Apêndices 147 '!!_-----------Símbolo --_ _----.._. colocando-se na margem da prova o sinal X ou ~ T . ao lado da emenda a ser feita) x --"---"---. palavra ou palavras que devem ser suprimidas 2 Principais símbolos._"----"' ----------"'_.'-'"--"--"-'-'--"-"-"-'"'"'--'~"'---"" vale.-"-.---""---."""-----"-~-"""-_.~"--"----.". 1 Principais símbolos e sinais usadQs na revisão e marcação de origlnctis --"--"~-----"-----"""--"" . palavra ou palavras que devem ser suprimidas. Significado que deve ser destacado cir- ~ ---"-----:=J -------... ou<§) ou@ não emendar I Utilizado na margem... revisão de provas Significado / ou Barra de atenção (deve ser colocada...______________ ------------------"'--_._-------------.----versalete itálico ou ~~ negrito versal-versalete ou o grifoversal-grifosuprimir bold ou não alta) Símbolo versal-negrito versal (caixa grifo-negrito ---------- [ ] éS -""-"- [ Abrir parágrafo Centrar Colocar a parte enquadrada cado pela seta Correr para a direita no ponto indi- r) ® ® CV o sob letra(sl.1-..-:II Q Suprimir e juntar Aplica-se a grupo de letras."---~ f------------------._--.• ~X II ou '-. C~~ @~~ 0ii5J (jiifI) --_. . à margem.."-"-~_..Q Suprimir r-...

Q" "[ II / ~ ? .-----..148 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 149 # ~ Abrir espaço Unir ----~-.---.... colocando no lugar indicado pela seta Alinhar horizontalmente Alinhar verticalmente ~ clr7.-----. __ Caixa alta-e-baixa Tipo versal-versalete (C II ----"""--" ® C@ (jf) ---------.--_.1J ~ Correr para a direita Ordenar as linhas Transpor letras ------_.---------~~ou II ÁJJ --------------------------~ . há dúvida Espaço fino Vale..---------~_._._----- -------_.- Transpor palavra ou trecho Transpor linha ou linhas. não suprimir ou não emendar c? CE S .. Cil) -.-----_.~-----. Tipo empastelado ..J -~--.•. palavras ou trecho Suspender letras. Encerrar letra que se deve mudar (estragada) [ ] I Centrar Correr para a esquerda o ------. o D ou ---------_ _------_ _---. -. palavras ou trecho Recorrer Suprimir espaço Evitar o canal Consultar. Caixa alta Caixa baixa B f\J f21.IL Descer letras... 0~ _--"-._._-------bold Tipo grifo ou itálico Tipo negrito ou Tipo redondo Ver original Transpor linha ou período Abrir parágrafo Quebrar Letra (ou número) elevada Letra (ou número) abaixada ~ou([.j?) 0!uL) ------~uJV --- ----- ---"-~--- l-J .

junto a (o termo é empregado para designar uma referência a terceiro. autor autores -. ""_"" "1__ -.--.--. / apud _. compare ções não ---------"textuais) compare antes compare . cp. fac·similado fascículo et pas.coordenador---- em T . beltrano citou fulano. editor ãdTlt:-~ã(nittêrain) .. / ibid. diretor ---'"'-. / ibidem ! comp-:--·---------- '--coleção..---_.__ glossário a mesma obra. abreviação A.:~a-----"---'--·--------compiTãdor ----------. segundo fulano.. et alia = e outro em e fac-símile.. e estou(amos) citando fulano via citação de beltrano) """"_"_.e. enc ..abreviatura. corrigido ·compare-0preferíve1 cf. i." " .----------""--documento ----"---------------------doutoramento edição.. ap. -_. -aaãptação . -ao'p~dã'-Tétra---- ed.cor.. fac-similar.apcSgrafo(cópia de manuscrito) .et aliae = e outras.:.) Abreviatura I termo dir.. assim fulano apud beltrano.--------. direção. et seqs._-- ib. __ '"' . fase.----~_... bibliografia c.----.a peSSClaS .150 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 151 Principais termos usados em bibliologia corr. facs. aum. (circa) capo por volta de (usa-se para datas aproximadas) gloss. na mesma obra (evita a repetição do nome da obra em notas sucessivas) o mesmo autor a do nome do autor em notas sucessivas) ante pos .---.--·coêírdenaçao. et e outros (n~ferirld().----------·--'ãnotado--'-'---------.----~.. bibliogr.ampIrado -'"--------"""'--anot. referido por..--.

..-melhorado manus~rito(sr-- rec. livro ou livro loco cit.t. .v._--""""~--"----. tab. (ipsis litteris) ip:-v. sob o verbete.---. literalmente .. na palavra (usa-se quando não se cita a página da publicação. cit. tradutor vide ~-:-~-:-~-a~~_in_--=-_.. adiante [llltrõdUÇã-o----------ip._. ref.f"E-:------ N~ --. (loco(us) citato(us» melh.. de frente (opõese a verso) se.152 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 153 in-fine in-f':' (in-folio)·-------- no fim em folhas (tratando-se de códices manuscritos) abaixo. ~ constam o local. quer dizer. a saber..-iMs:-/-----' mss / mss. q. (opus citatum) -""----_.C.) obra citada organ{zaçãO:-orgm._ -. traduzido. nota do autor note _ s.----"-" op. tabela tradução. cit.-----. lit. ed."".. ..---.n._-----------org. (quod vide) que se veja ----------------------T ver comumente em publicações de língua inglesa) . trad .-----·_-·_-----·---r---.obra citada (é preferível op.--~~-~ . cit. ~-~rrn-7 Ivf. v._. página(s) 1. p. mas o verbete) ii~h.--------..:G'ado~ orgã-= nizador organizadores -_..·d~-tr-. subentende-se na consta a casa publicadora (é preferível s.--_. ob.p. / Mss / Mss.._.---~-----------------"---referência refundido remissivo a página ímpar. oúNJ3-:-(ilota" bene) ].d-u-to-r--·. orgs. publicação ---. separata __nú_m_e_r_o_( s_) _o~~~_a. sem notas . ---'""---'"----""-----'" recensão .---aq--u-·--i--e--=--i:i pubr--· .. .._~_ --l-o -::-::~. refundo rem reto rev.-i:-:-~-S-_i~---g-a-r~e--. (ipsis verbis-)---liv.--..--. letra por-letra.:ot._-I _. / MSS / MSS. n.ota do editor (ou do ~ditorado~Y -'-not-ã do redator (o~d~ redação<:'~ do revisor) N":T. o editor e a data de publicação) voce) no verbete.. / MS / MS. textualmente livro livraria (no) lugar citado . (scilicet) S.

abr. novo déc.. I Alfabeto ITALIANO FRANCÊS gennaio febbraio marzo aprile maggio . Marz Apr. janvier février mars avril mai .~-..". .._. gmg.. Nov. oct. jum juillet aout septembre octobre novembre décembre jan. . Nov. Januar Februar Mãrz April Mai Juni Juli August September Oktober November Dezember Jan. oct.~ml n m alfak iota e rhkh fi -""---"""-"---"-_..---"""". jul._--. aout sept. maio jun. Feb. Mar._----. out.""". / dic._""A T <I> Li N P Z B O '!t M K H I: X E A enero febrero marzo abril mayo junio julio agosto setiembre._-" . ott. jul. dicembre gen. Apr.'-_ .eta b tau o ômicron rô d t ch. ago.----. .. . apr.~ {3 'Y ~ 1/. INGLÊS ALEMÃO January February March April May June July August September October November December Jan. fev. mar. mar. ESPANHOL ---. g ps i capa gama P dzeta CSI epsilo pl th X teta nl ou (dz) ks) slgmabetas (cs. feb. Okt. Feb. mar.I e. o f/! T 'Ir )( v lJ À (X tç w X 'P p a. Mai Juni Juli Aug._----_Q . y z ph PSI a . mago ... Sept. TI Letra grega "-. gmgno giuglio agosto settembre ottobre novembre decembre. jum juil.. ago. feb. Sept. Oct. set. novo dez. ípsilonqUI ômega XI Denominação delta lambda r. Dez. Ió J1. fév. set.."..Apêndices 155 meses PORTUGUÊS janeiro fevereiro março abril maio junho julho agosto setembro outubro novembro dezembro jan. . novo dec.. abro mayo jun. mars avr.._-"---". set. Dec. novo dic. giugl. May June July Aug. septiembre octu bre noviembre diciembre II 8 I r T ene. mai . •.-""_ . ago..

outro nome da antiga República Democrática Alemã Além-Paraíba Alenquer Alentejo Alepo Aleutas. mares. Ancara Antananarivo Antártico Antártida Antígua Antígua e Barbuda Antuérpia. cf. v. outros registros: Ájax. outro nome da antiga Repú blica Federal da Alemanha Alemanha Oriental. bairros. Antuérpia Apalaches Aparecida d'Oeste Aneninos A~ia Arábia Arábia do Sul. fazem-se remissivas para a forma que deve ser empregada. aportuguesamento de Ardennes Areiópolis Arezzo Argel.156 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 157 Alasca Albânia Albany Albion. palácios. Alcácer Quibir Alcatraz. Andrea (italiano) Andrômaca Andrômeda Angola Angoulême Angstrôm Anhangücra Ankara. em francês: Anvers. rios . outro registro: Aloísio Álvares Florence Amã Amambaí. v. outro registro: Ararigbóia Arcansas. templos. outro registro: Arará Araribóia.. Aleútes Algeciras AI Kuwait. outro registro: Amede Ahmés. outro registro: Abrão Abruzos Abu Dhabi Abuquir Abu Zabi. Mas o grosso é constituído de nomes de países. v. outro registro: Ariadna Arkansas Armagnac Armênia Arsene Lupin Artaxcrxes Aflur Aruba Arvérnia. Abu Dhabi Ácaba Açaí Acaraú Áccio Acra Áden. outro registro: Abadan Abaeté Aberdeen Abidjan Abilene Abissínia. em francês: Alger Argélia. aportuguesamento de Aragón Aranjuez Arão.. Agamenão Ahmed. mitológicas e nomes peculiares em geral. outro registro: Adém Ádige. no Paraguai Amarelo (ou Huang-ho). em francês: Algérie Argentina Ari Ariadne. v. museus. há um registro histórico de topônimos que devem ser usados segundo o contexto. v. Arkansas Ardenas. aportuguesamento AndalucÍa Andaraí Anderlecht Andorra Andorra Ia Vella de Aladino . Ahmés Amoy Amsterdã Amur Ancara Anchorage Andaluzia. v. históricas. outros registros: Agamêmnon. dos nomes aportuguesados ou não-aportuguesados e daqueles que provêm de línguas que não utilizam o alfabeto latino como base de escrita. v. Respeitar ao máximo as formas tradicionais e correntes no Brasil. aportuguesamento de Adige Adis-Abeba Adonias Adônis Afeganistão África Branca África do Sul África Equatorial Francesa África Negra África Ocidental Francesa Agadir Aga Khan. outro registro: Agha Khan Agamenon. ao ocorrer mais de uma forma para um mesmo nome. forma paralela: Andrada Andréia (português). Açaí de Anvers A Aarão Abadã. atual Burkina Aluísio. v.Lorena Altai Alto Volta. Ajaz Ákaba. Ácaba Akhenaton Alá Aladim. outro registro: AlIeghanys Alphaville Alphonsus de Guimaraens Alsácia Alsácia. rio Amenófis Amesterdão. Amsterdã Amigos (ilhas dos). v. forma paralela: Andrade Andrade. outros registros: Aleútas. cidades. regiões. ou mesmo nos locais de origem. ilha dos EUA Alcatrazes. Aarão Ararat. Tonga Amílcar Amósis. Auvergne Ascoli Ascot Asdrúbal Asmara Assaí. outros registros: Ahmósis. no Brasil Amambay. v. atual Etiópia Abraão. Ailahabad capital do Kuwait Andrada. v. nome dado à Grã-Bretanha na Antiguidade Este vocabulário inclui nomes de pessoas que costumam apresentar dificuldades ortográficas e se estende a personagens literárias. foi o critério principal observado para registrar a grafia dos nomes portugueses. ilhas de SP e da Guiné Alcibíades Alemanha Alemanha Ocidental. Amósis Aída Aiuruoca Aix-en-Provence Ajax. aportuguesamento Antwerpen. tm árabe: AI-Djazã'ir. Além disso. Consoante o critério exposto. atual Iêmen Arábia Saudita Aragão.

Baraine Bairiki Bajé Baku Bakunin Balcãs. em alemão: Osterreich Áustria-Hungria Auvergne Avellaneda Avcrróis Avicena Avignon. cidade dos EUA Baviera. Baraine. v. palácio Budapeste Buenos Aires Buffalo Buffalo Bill Bujumbura Bukharin Bulawayo Bulgária. em romeno: Bucuresti Buchanan Buckingham.Terre Bassara. Butan. palácio Borgia Borgonha Bornéu Borrazópolis Bósforo Bósnia-Herzegovina Boston Botswana. antigo Alto Volta Burma. bairro de Nova York Bruges. outro registro: Barão de Cotejipe Barba-Azul Barbados Barbosa Barbuda Bareio.158 Assam Assuã. Assuão de Asunción Assunção. aportuguesammto Astracã Astúrias Atenas Atlantic City Atlântico Atlântida Auckland Augsburgo Auschwitz Austrália Áustria. Brno Brunswick. em alemão: Bayern Bayeux Bayonne Bayreuth Béarn Behring. Bom (1) Bonn. em búlgaro: Balgarija Buri Burkina. em francês: Bâle. outro registro: Azerbajã Azov Azul (Yang-tse-kiang rIO o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 159 Baluchistão. em alemão: Pressburg Brazzaville Brejnev Bremen Brescia Breslau. Brodóvisque Brooklin. e hoje B Baamas. represa de SP Birigüi Biritiba. outro registro: Bálcãs Bali Balneário de Camboriú. outro registro: Benim Benjamim Benvindo Bérgamo . v. v. cabo da Tunísia Bom (2). outro registro: Bandoeng Bangcoc. nome oficial: Krung Thep. outro registro: Bilbau Billings. em francês: Bordeaux Borghese. v. cidade do Rj. antigo nome dos Países Baixos Batávia. cidade de SP. v. Basra Batava. forma usual. v. v. em alemão: Bern Besançon Betim Betsabé Bhopal Biarritz Bielo-Rússia (ou Rússia Branca) Bien Hoa Bikini Bilbao. antiga Honduras Belmopán Beluchistão Bergen Bering Berkeley Berkshire Berlim Bermudas Berna. cidade da Alemanha Bopal. v. em neerlandês: Brussel Buaquê Bucareste. bairros de São Paulo Brooklyn. v. Camboriú Baltimore C/. Verde (1) Cabreúva. Caxemira Bengasi Benguela Benin. C/. forma usual. cf. Frio Cabo Verde. em alemão: Basel Basra Basse. rio do PR Bombaim Bon. em neerlandês: Brugge Brunei Brunn. em espanhol: Vizcaya Bismarck Bissau Bizâncio. outro registro: Bagdad Bagé. em inglês: Bu. Butão Butantã Butão ou Yang'tse).Mirim Birkenau.rma. antigo nome de Jacarta Batista Baton Rouge. Birmânia Burundi Butã. Britânica c Cabo Frio. forma vâlida também para alfabeto braile) Brandemburgo Brás. outro registro: Cabriúva Cabul Cachemira. Bahrein Bari Barra do Bugres Barra do Garças Barranquilla Barros Cassal Basiléia. Bering Beijin. aportuguesammto: Avinhão Ayacucho Azerbaijão. atual Mianma Birmingham Biscaia. outra forma de transcrição de Pequim Beirute Beja Belfast Bélgica Belgrado Belize. depois Constantinopla Istambul Boêmia Bofete Bogotá Bolívar Bolívia Bolonha Bom (1). em polonês Brzezinka Birmânia. Bhopal Boracéia Bordéus. outros registros: Assuan. outro registro: Bamaco Banabuiú Bandar Seri Begawan Bandung. outros registros: Brodósqui. em alemão: Braunschweig Bruxelas. v. v. Bahamas Babi Yar Bacon Badajoz Baden Baden-Baden Bady Bassit. cidade de SP Bagatelle Bagdá. v. país e ilhas. outro registro: Bangkok Bangladesh. outro registro: Botsuana Braille (deste nome provém o substantivo comum braile. Barein. outros registros: Bahrain. em alemão: Brünn Brodowski. Wroclaw Bridgetown Brisbane Bristol Brno. v. bairro de São Paulo Brás Cubas Brasil Brasília Bratislava. antigo Daomé. Bajé Bahamas Bahia BahÍa Blanca Bahrein. Beluchistão Bamako. antigo Paquistão Oriental Bangui Banjul Barão de Cotegipe.

Tcheco-Eslováquia Chelsea. cidade da França Calcutá Cali Calicute. departamento da França Cotegipe. Chandragupta Cannes Canossa Cansas. cidade dos EUA Clevelândia. Kanpur Caxambu Caxemira Ceilão. atual Gana Costa del Sol Costa Rica Côte d'Azur Côte d'Émeraude Côte d'Or. em árabe: Dar el-Beida Casa Branca (I). o Grande) Cármen Carnac Carolina do Norte Carolina do Sul Carson City Cartagena Cartago Cartum Casablanca. noT7U dado Média à China na Idade Kansas Cantão Canterbury. aportuguesamento: Copenhaga Córdoba. Karachi Carcassonne Cardiff Cardoso Catalunha.E1ysées Chandragupta.Deux-Églises Colômbia Colombo Colón Colônia. em italiano: Campania Campoformio Campos do Jordão Campos Elísios Campos Novos Paulista Canaã Canadá Cananéia Canaveral. v. v.160 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO . cidadL de SP Casa Branca (2). em italiano: Calabria Calais. em alemão: Koblenz Cocais Cochabamba Cochinchina Codajás Cognac Coliseu. Xarazade Cherburgo Chernobyl Chesapeake Chesterfield Chianti Chiclayo Chihuahua Chile Chimborazo China Chipre Chittagong Chongjin Chu En-lai. Gobi Champagne. v. República Centro-Africana Centro-Oeste César Ceuta Chaco Chade Chaillot. outros registros: Calicut. outro registro: Corse Cortina d'Ampezzo Cosenza Costa de Ouro. v. aportuguesamento: Champanha Champs. v. outro registro: Cotejipe Cotia. antigo nome de São Domingos. Sharjah Charente Chat al-Arab Châteauneuf-du-Pape Checoslováquia. outro registro: Cambodja Camboriú. em português: Cantuária Cantuária. antiga Bizâncio e hoje Istambul Copenhague. Suíça Congo Congo Belga. v. v. palácio Cha-mo. forma usual. residência do presidente dos EUA Casanova Casaquistão Cascais Casimiro Cássia Castel Gandolfo Castilho Castres Castries Cataguases Catai. capital da República Dominicana I I Civitavecchia Clarisse (mas: Clarice Lispector) Cleveland. Camarões Camocim Campânia. em alemão: Kõln Cólquida Colúmbia Comores Comunidade de Estados Independentes. v. v. v. atual Sri Lanka Centro-Africana. v. Carlos Magno (ou Carlos I. v. outro registro: Capiberibe Capri Cápua Caracas Carachi. Côte d'Or Costa do Marfim Costa do Ouro. aportuguesamento: Córdova Caréia do Norte Coréia do Sul Carfu Corinto Cork Cornualha Correia (português). Calecut Califórnia Calígula Callao Camaçari Camagüey Camapuã Camaquã Camarões Camberra Camboja. Correa (espanhol) Corrientes Córsega. Canterbury Capibaribe. em catalão: Catalui'ia Catânia Catanzaro Catar Catmandu. v. C/. v. Cognac Conisberga. atual cabo Kennedy Canberra. antiga União Soviética Conacri Concepción Confederação Hclvética. atual Zaire Congo Kinshasa. Katmandu Caucásia Cáucaso Cawnpore. v. Apêndices 161 Cachoeiro de Itapemirim Cádiz Cagliari Caiabu Caiena Caifás Caim Cairo. Kõnigsberg Connecticut Conselheiro Lafaiete Constantinopla. forma usual. C/. em árabe: Al-Qahira Cajobi Calábria. v. outro registro: Chan-tong Chapecó Chapultepec Chardja. outro registro: Candragupta Chang Kai-chek Chan-tung. Camberra Candragupta. em dinamarquês: K~benhavn. grafia preferivel a Singapura Cipião Circássia Cirene Ciudad Trujillo. outro registro: Cnossos Coari Coblença. Balneário de Camboriú Cambridge Camerum. cidade do PR Cnosso. v. bairro de Londres Cherazade. outro registro: Tcheu Ngen-lai Chuí. v. Zaire Conhaque. anfiteatro de Roma Colombey-les. outro registro: Cutia Cotonu Cotopaxi Cotrim Coventry Covilhã Coxim . forma usual Churchill Cianorte Cíclades Cidade do Cabo Cidade Gaúcha Cienfuegos Cincinnati Cingapura.

Danzigue Daomé. Spinoza Ésquilo Essen Essex Esslingen Estados Unidos da América Estalingrado. v. cidade e lago dos EUA. v. Doha Dulcinéia Duluth Dundee Dunkerque. v. aportuguesamento: Dusseldórfia East London Ecaterimburgo. usual. estreito e peninsula dos EUA FlorÍnea . cidade e departamento do Uruguai Flórida. Stalingrado. Dniester DionÍsio. República Dominicana Dom Quixote Don Donetsk Dóris Dortmund Dostoievski Dourado. v. cidade do MS Douro Dover. em finês: Suomi Firenze. forma usual. Dakota do Norte Dakota do Sul Dallas Dalmácia Damasco Dâmocles Da Nang Dantzig. v. Echaporã Exu Ezequiel F Fahrenheit Faiçal. nome anterior do Benin Dar Es-Salaam (ou Dar Es-Salam) Darfur Darmstadt Dartmouth Davao Davi (ou David). v. v. cidade dos EUA. estado.162 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 163 E Cracóvia. v. v. v. formo. atual Volgogrado Ester Estêvão Estocolmo Estônia Estrasburgo. Ifigênia Efraim Egeu Egito Eilat Eindhoven Eire. v. aportuguesamento: Dôver Drépano. palácio Elizabeth lI. Cuzco Cutia. DionÍsio Djalma Djedda. Dioniso Dioniso (deus grego). Jedda Djibuti. cJ. Trapani Dresden Duas Sicílias Dubai Dublin. em francês: Strasbourg Estremadura Estugarda. em italiano: Firenze Florida. Durres Durban Durres. v. Ekaterinburg Echaporã Ecuador. Crisna Croácia Cro-Magnon Cuautémoc (ou GuatimozÍn) Cuba Cúcuta Cuenca Cupido Curdistão Cusco. nome alemão de Gdansk. aportuguesamento: Danzig. Erie Eisenach Ekaterinburg El-Alamein Elath. v. v. outro registro: Imbu Embu-Guaçu. Izmir Espanha Espinosa. em italiano: Durazzo Düsseldorf. v. cidade do RS Debreczen Delaware. palácio Faruk Fédon Fedra Félix Fez Fiji. antigo nome de Tóquio Éfeso Efigênia. palácio e museu Eros Escócia. v. Teng Hsiao-ping Denver Derby Descalvado Des Moines Detroit Devonshire Dibay. outro registro: Erechim Erfurt Erie. em inglês: Edinburgh Edmonton Edo. Daca Dachau Dacota. cidade de GO Filadélfia (2). Cotia Cuzco D Daca Dacar Dacca. outro registro: Faisal Fairbanks Fa1k1and(ou Malvinas) Famagusta Farnese. outro registro: Dublim Duha. v. em espanhol: Ecuador Erexim. Dnieper Diniester. outros registros: Khrisna. Dacar . em polonês: Krakow Crateús Cremona Criciúma Criméia Crisna. Heidelberg Edimburgo. outro registro: Fidji Filadélfia (I). v. Eire Ermelindo Ermitage. cidade de SP Dourados. Equador Edelberga. ou Depranum. v. em dinamarquês: Danmark Dinieper. CrÍxena Crisóstomo Cristiano Cristóvão Crixás CrÍxena. v. Stuttgart Etiópia. outro registro: Isabel II EI Paso El Salvador Emaús Embu. outro registro sem uso no Brasil: Davide David Canabarro. em inglês: Scotland Eslavônia Eslováquia Eslovênia Esmirna. outro registro: Djibouti Dnieper Dniester Dodoma Doha Dolcinópolis Dominicana. cJ. v. v. Eilat Elche Elisa Elisabeth ou Elizabeth. Dubai Dien Bien Phu Díli Dinamarca. v. v. cJ. em inglês: Philadelphia Filinto Filipe Filipinas Finlândia. v. antiga AbissÍnia Eton EurÍpides Eusébio Everest Évora Exaporã. v. outro registro: Imbuguaçu Emirados Árabes Unidos Enéias Entebe Entre-Douro Entre-Rios Epsom Equador. Florença Flandres Florença. v. Isabel Eliseu. Estalinegrado. cJ. Vedo. th. aportuguesamento: Dunquerque Durazzo. aportuguesamento: Delauare Delfim Deng Xiao Ping. Dakota Daguestão Dakar. outro nome da Irlanda.

antiga Hondo Horn. em holandês: Den Haag Haiderabade. v. Gana Gibraltar Gironda Gizé Glasgow Gloucester Goa Gobi. antiga Guiné Espanhola Guipúzcoa Guizé.164 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices - .l§. região Espanha Garonne Gasconha. v. Friburgo Friburgo. antiga Costa do Ouro Gand. antropônimo Gorki (2). antiga Saigon Hodeida Hokkaido. nome oficial: Reino Unido da Grã-Bretanha e da Irlanda do Norte. v. ou Cha-mo Goio-Erê Góis Golan Gondwana Gorbachev Gorki (I). aportuguesamento: Hanôver Hanói Harar (ou Harrar). usina hidrelétrica de SP Hermes Himalaia Hindostão. País de Gales Galícia. v. em Jlamengo: Gent Gândavo. v. em inglês e francês: Fribourg Friesland. Gizé Gulliver Gutenberg Guzolândia Harpias Hastings HavaÍ. c/. v. Suíça Henry Borden. antropônimo Ho Chi Minh (2). em espanhol: Galicia. Harlem Haia. outros registros: Hirohito. designa inúmeros topônimos Grande Oceano. Cabo Frio FrÍsia. cidade dos Países Baixos. em grego: Hellas Greenwich Greenwich Village Grenoble Grimm Groenlândia Gstaad Guadalupe Guaiaquil. bairro Haarlem Harpagão do Zimbabwe de Nova York. nome pn·mitivo da ilha Haiti Hispano-América Ho Chi Minh (I). Guiana Guilherme Tell Guiné Guiné. atual Nijni-Novgorod Gõteberg. Taiwan Fon-de-France. em alemão: Dantzig Geiger Genebra. outros registros: Horne. Guayaquil Guam Guantánamo Guarani d'Oeste Guarantã Guatemala GuatimozÍn (ou Cuautémoc) Guayaquil Guernica Guiana. Granada Grand Canyon Grande. atual Honshu Honduras Honduras Britânica. estado dos EUA Geórgia (2). Genebra Gêngis Khan. v. c/. outros registros: Gêngis-Cã. Hindustão. a Escócia e o País de GIiles constituem a Grã-Bretanha da do Gâmbia Gana. outro registro: Gandavo Gandhi Ganges Garanhuns Garibaldi Harare. outro registro: Fudjaira Fuji-Yama (ou Fuji-San). Hyderabad Haifa Haiphong Haiti Halifax Halle Hamá Hamburgo Hamilton Hamlet Hamurabi Hannover. nome bíblico do lago de TiberÍade ou mar da Galiléia Geneve. em neerlandês e alemão: Frieslancl Friuli Fróis Fujaira. v. Hornos Hortênsia Houston Hua Kuo-feng Huang-ho (ou Amarelo). aportuguesamento: Francforte. antiga denominação Pacífico Graz Grécia. v. em francês: Gascogne Gauss Gaza Gdansk. v. outro registro: Helsinki Helvécia Helvética (Confederação). aportuguesamento: Fujiama Fukuoka Fukushima Fukuyama Fürstenberg Fusan.Bissau Guiné Equatorial. v. antiga Fort-Royal Fon Knox Fort Wonh Foz do Iguaçu Fra Angelico Fra Diavolo Fraiburgo. Hiroshima Hispaniola. antigd Yeso Holanda HolguÍn Hollywood Homs Hondo. Pusan G Gabão Gabarone Galápagos Gales. Hiro-Hito Hiroxima. v. antiga Guiana Inglesa Guiana Francesa Guiana Holandesa. Suriname Guiana Inglesa. cidade da Etiópia cf. em alemão: Freiburg. cabo. v. Gengiscão Gênova Georgetown Geórgia (I).. região da Europa central Galileu Galiza. rIO Hudson Hué Humberto Hungria Huron Hyde Park Hyderabad Hyeres . v. Indostão HiroÍto. república Gérson Gettysburg Ghana. A Inglaterra. em português: Gotemburgo Gouveia Grã-Bretanha. atual Belize Hong Kong Honiara Honolulu Honshu.§ Fontainebleau Formosa. antigas ilhas Sandwich Havana Havre Hedjaz Heidelberg Hélade Helena Heloísa Helsinque. cidade de se França Frankenstein Frankfun. outro registro: de H Haarlem. capital Harlem. Francoforte Frascati Freetown Freiburg. FrÍsia FrÍgia Frio. em francês: Geneve Genesaré.

forma usual. antiga Léopoldville Kioto. aportuguesamento: Ilinóis Imbu. v. outro registro: Iran Irapuã Irapuru Iraque. v. Cracóvia. outro registro: Carachi Karame Karlovy Vary. outro registro :Joinvile jordânia Juaíma. v. Bangcoc Kuala Lumpur Kubitschek Kum. república Irlanda do Norte (ou UIster) v. v. outros registros: Isac. v. v. mas pouco usual. outro registro: Ispaã Israel Istambul. em alemão: Jena lepê lfigênia Igaraçu 19uaçu Ijuí Ijuiguaçu Ildefonso Ilhabela. forma usual. Quioto Kiribati Kobe Kõnigsberg. ouiro registro: Jacarta. Camboja Kandahar Kanpur. York lowa Ipauçu Iperoig. forma usual do nome da cidade de SC. Chang Kai-chek jiparaná jó. outro registro: juaíma Jodhpur J ohannesburgo joinvilIe. Quilimanjaro Kimberley Kingston Kingstown Kinshasa. antropônimo Kennedy (2). antiga Kaliningrado Kozhicode. v. Yucatán Iugoslávia. Quênia Kerenski Kharkov. outro registro: Cawnpore Kansas Kansas City L Labrador La Coruna Lages. v. Camboja Khomeini Khruchtchev Kiev Kigali Kilimanjaro. melhor forma. Catar Katmandu Kennedy (I). forma usual registro: Kabul. v. vulcão da Costa Rica Irecê Irineu. Kharkov Kremlin Krishna. Calicute Krakatoa. Isaac Isar Isaura Iscariotes Ischia Iseo Isere Isidoro Islamabad Islândia Ismaília Ispahan. outros registros: Irkutsk Irlanda. Embu-Guaçu Ímola. outros registros: Djedda. v. Qom Kuwait Kyoto. v. outro registro: Irak Irazú. cidade dos EUA Indianópolis. outro registro: Lajes . ilha Irlanda (ou Eire). em italiano: Imola Índia. Embu Imbuguaçu. antigo cabo Canaveral Kensington Kentucky Kenya. v. v. em hindi: Bharat Indianápolis. Isaque Isabel Isaías Isaque. Iperoí Ipoh Ipuã Iquique Iquitos Irã. outro registro: Job Joaíma. outros registros: Kilimandjaro. Jidá Jequitinhonha Jeremias Jerez de Ia Frontera jericinó jericó Jerônimo Jerusalém Jiang Jie-shi. v. v.166 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 167 lacri lansã laundê Ibadã Ibero-América Ibiza Icém Idaho Ickaterinburg. v. Quioto ou K J Jaboatão Jaborandi Jaboticabal. outro registro: Iwo Shima Izmir JacksonvilIe Jacuí Jaén Jafé Jaguariaíva Jaipur Jalisco Jamaica Jamestown Jamundá Japão. outro registro: Krakatua Krakow. antes Bizâncio e Constantinopla Ístria Itaboraí Itacoatiara. Jeddah. Krakow Khartum. Grã.Bretanha Isaac. cidade de SP Ilhéus Illimani Illinois. Cabul Kalahari Kaliningrado. em servo-croata: Jugoslavua Ivã Ivone Iwo Jima. outro registro: Ireneu Itaquatiara Itajaí-Açu Itália Itanhaém Itapecerica Itapicuru Itapuã Itaquaquecetuba Itaúna Ituverava lucatã. v. antiga lndonésia Batávia. Joaíma judite Jugoslávia. capital da Iperoígue. Iugoslávia Jujuy Juneau Juscelino Karachi. cidades do Brasil Indiaporã Indochina Indochina Francesa Indonésia Indostão Inês Inglaterra Iocoama lorque. Ekaterinburg lêmen lena. lucatão. v. v. c/. v. atual Kõnigsberg Kampala Kampuchea. forma usual. tb. v. forma Lagos usual para a cidade de SC. Críxena Krung Thep. v. cJ. outro Jabuticabal Jaçanã Jacareacanga. Cartum Khmer. antiga Pérsia. em alemão: Carlsbad Karlsbad Karlsruhe Kassel Katar. em japonês: Nippon Jaú Jedda. forma usual.

antiga Lourenço Marques Maquiavel (ou Machiavelli) Mar MaracaÍ Maracaibo Maracay Maragogipe. antiga Niassalândia. antigo Sudão Francês Malinovski Malmoe. outro registro: Lilipute Lima Limassol Limoges Lincoln Lindóia Lineu Linguadoque. do espanhol León. estado dos EUA Lourdes. forma usual. cidade do Canadá. ilha do Índico Mauritânia Mayagüez Mayenne Mayerling Mayotte Mbabane . ilhas Maryland Mascate. aportuguesamento: Linguadoque Laocoonte Laore. atual Kinshasa Lesbos Lesoto. forma usual.Loire Mainz. federação da qual participa a Malásia Malasartes Malásia Malawi. outro registro: Madagascar Madeburgo. C/. cidade de SP Lumiere Lurdes Lusaka Lusitânia Lutero Luxemburgo Luxor Luzia Luziânia.168 Apêndices o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 169 Lahore Lâmia Lampedusa Lampião Lancashire Lancaster Landau Landri Sales Languedoc. porto da Espanha MalaÍsia. v. cidade de GO Lvov. em inglês: London. outro registro: Maghreb Maharashtra Maiakovski Maine Maine-et. outro registro: Lessoto Letônia Leviatã Leyte. em espanhol: Madrid Magdeburgo Magé.' em português: Mogúncia Maiorca Mairinque Mairiporã Majé Makalu Malabo Malaca. v. Majé Magenta Magreb (~ "o Poente") em árabe: Marhrib. cidade da França Lourenço Marques. London Long Beach Long Island Loreto Los Alamos Los Angeles. em itatz'ano: Mantova Manuel Manzanillo Maomé Mao Tse-tung. v. outro registro: Maragojipe Maranon Mar dei Plata Marisa Mármara Marques Marrakech Marrocos Marsala Marselha Marshall (I). Leão Líbano Libéria Líbia Libreville Lídia Lídice Liechtenstein Liege Lille Lilliput. Languedoc Linz. C/. cidade da Austna Lipari Lisboa Listenstaina. em alemão: Lemberg Lyallpur Lyon M Maçaranduba Macau Macbeth Machu Picchu Mackenzie MacunaÍma Madagáscar. atual Maputo Louvre. v. estreito e cidade da Malásia Málaga. em liluano: Lietuva Liubliana Liverpool Livorno Lob-nor Lodi Lohengrin Loire Loiret Loir-et-Cher Lombardià Lomé London. outro registro: Matosinhos Matusalém Mauna Kea Maurícia. Londres Londonderry Londres. palácio Loyola. cidade do Chile Lot Lot-et-Garonne Louisiana. Malmõ Malta Malvinas (ou Falkland) Manágua Manama Manassés Manchester Manchúria Manco Cápac Mandalay Mandchúria. v. v. atual Bahamas Lucca Lúcifer Luís LuÍsa Luisiânia. antropônimo Marshall (2). outro registro: Loiola Luanda Lublin Lucaias. Mântua Mântua. v. outros registros: Malmo. ilha das Filipinas Lião. região do Canadá Maurício. Liechtenstein Lituânia. Manchúria Manhattan Manhuaçu Manhumirim Manila Manitu Manizales Manjúria. C/. v. C/. Lyon. porto dos EUA Los Ángeles. em inglês: Muscat Maseru Massachusetts Matanzas Matarazzo Mateus Matias Matozinhos. Lião Lecce Lecco Le Corbusier Leeds Leicester Leipzig Lençóis Paulista Lenin Leningrado. Lahore Laos Lao-tse La Paz La Plata La Rioja Larissa La Rochefoucauld Lausanne Leão. São Petersburgo Léopoldville. Magdeburgo Madeira Madeleine Madri. Manchúria Mannheim Mantiqueira Mantova. v. v. outro registro: Mao Ze Dong Maputo. outro registro: Malavi Maldivas Mali.

outro registro: Nagóia Nairóbi Namíbia. v. Vltava Moldávia. outro registro: N eandertal Nebraska Neckar Neemias Nefertite. p. Suazilândia Nhamundá. também Mosul Mount Vernon Münchhausen Mundaú Munique. v. Moscou Moselle Moskva. em espanhol: Menorca Minsk Miquelon Miquerinos. Mênfis Mendoza. em hebraico: Mosché Moji das Cruzes. Moscou Moscovo. em alemão: München Muniz Münster. cf. mosteiro Mirassol Míriam. Jamundá Nhandeara Niágara Niagara Falls. outro registro: Moji das Cruzes Mogi-Guaçu. cidade dos EUA Niamey. outro registro: Nanking Nantes Nápoles Narbonne Narvik Nashville Nassau Nauru Navarra Navas de Tolosa Nazaré Nazianzeno antiga Fort-Lamy N'Djamena. em inglês: New Mexico Numéia em alemão: Nürnberg Nuremberg. Negra Negro outro registro: Mianma. outro registro: Moloque Molucas Mombaça Mombaça (1). antropônimo Medici (2). v. Muniz Monroe Monróvia Montana Monte Carlo Monte Cassino Monte Mor. Mekong em italiano: Mogadiscio. Montezuma Montmorency Montparnasse Montpellier Montreal Montreux Montserrat Mooca Mopli Morais Morbihan Moroni Nottingham Nova Délhi Nova Escócia Nova Friburgo Nova Inglaterra Nova Iorque. aportuguesamento: Mississípi Missouri Mitchell Moçambique Moçoró. forma tradicional. Mecão. v. forma usual. v. cidade da Argentina Menelau Meneses Mênfis. outro registro: Mojimirim Mogúncia. provincia da Irlanda Múrcia Muriaé Murmansk Mururoa Muzambinho Nélson. cidade do Quênia. Mogi-Guaçu Mojimirim. outro registro: Niamei Niassa Niassalândia. v. Moctezuma. cf. em inglês: Moscow. em inglês: New Brunswick Novo México. v. v. rio. forma tradicional. Mogi das Cruzes. 55) Nepal Ness Neuchâtel Neva Newark Newcastle New York. outro registro: Mojiguaçu Mogi-Mirim. v. outro registro Miriam (oxítono) Miskolc Mississippi. Mainz Moisés. em inglês: New York Nova Zelândia Novgorod Novi Ligure Novo Brunswick. outro registro: Nagasáqui Nagoya. Mocteçuma Montgomery Montmartre Moscou. forma tradicional. Mogi das Cruzes Mojiguaçu. v. Nefertíti . cf. outro registro: Mogadichu Medici (1). as regiões meridionais Itália ( ~ "Meio-Dia") da cf. em romeno: Moldova Moliere Moloch. registra-se também Mombasa Mombuca Mônaco Mõnchengladbach Mongaguá Mongólia Mongólia Interior Moniz. N eanderthal. outro registro: Melilha Melquisedeque Mem Memphis. antiga Birmânia Michigan Middlesex Middleton Milão Milwaukee Mindanao Minneapolis Minnesota Minorca. cidade da Alemanha Munster. cidade dos EUA. cidade do CE (2). Moscova Moscava. antiga Gorki (2) Nilo Nímes Nínive Nioaque Nipoã Niterói Norfolk Normandia Northampton Northumberland Noruega. palácio Médicis. em espanhol: Montevideo outros registros: Montezuma. v. forma usual Montenegro Monterrey Montevidéu. o país e a capital Mezzogiorno. outro registro: Mikerinos Mira Estrela Mirallores. v. Moscou Mossoró. em hebraico: Molek. cidade do antigo Egito. Memphis Merlim Mesopotâmia Metz Meurthe México. em russo: Moskva. forma equivalente do inglês Nelson (v. Medellín Mogadíscio. Nova York Ngwane. outro rq:istro: Moscovo. Mossoró Moctezuma. antigo Sudoeste Africano Nancy Nanquim.170 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 171 McKinley Mecejana Mecom. v. Mogi-Mirim Moldau. outro registro: Moçoró Mossul. atual Malawi Nicarágua Nicósia Niemeyer Níger Nigéria Niigata Nijni-Novgorod. equivalente do italiano Medici Mediterrâneo Mefistófeles Mekong Melanésia Melbourne Melilla. cidade do MA Novais Nova Lusitânia Nova York. v. em norueguês: Notre-Dame Norge N Nabucodonosor Nagasaki.

v. Peçanha Petah Tigva. Filadélfia (2) Phnom Penh. v. personagem Prud'Hon. outro registro: Partenão Pasadena. Pyongyang Pigmalião Pilsen. v. forma usual. v. cidade dos EUA Pasárgada. v. v. outro registro: Oceânia Oceano. Paiçandu Pearl Harbor Peçanha (mas: Camilo Pessanha). cidade de Portugal Pefiafiel. templo de Atenas. Paysandú Pajeú Palma de Maiorca Palmeira d'Oeste Panamá Pandora Pangloss Pankow. em alemão: Posen Praga. Orinoco Orfeu Orindiúva Orinoco Orléans Ormuz Orós Oruro Osaka Oscar Bressane Oséias Osijek OsÍris Oslo Osório Óstia Ostrava Osvaldo Otelo Pessanha Pedro Juan Caballero Peenemünde Penafiel. cidade da Espanha Pendjab Pensilvânia Pequim. antigamente Pilsen Pncim Penh. hoje Irã Perth Peru Perúgia. v. paúúio Pittsburgh Plutão Plymouth Plzen. outro registro: Pnom Penh Phoenix. em neerlandês: Nederland Paissandu. Petach Tikivah Petrogrado. avenida de Londres Piemonte Pieongyang. cf. em espanhol: Puerto Rico Port Said Portsmouth Portugal Posadas. cf. o mesmo que Atlântico Odense Óder. Magreb Pointe-Noire Poitiers Polinésia Polinésia Francesa Polônia. outra forma de transcrição: Beijin Pérgamo Peri Périgord Perm Pero Perpignam Perseu Pérsia. cidade dos EUA Piacenza PiauÍ Piccadilly. capital do Cabo Verde Presidente Venceslau Pretória PrÍamo Princesa Isabel Princeton Priscila Prokofiev Proudhon. cidade da Argentina Posêidon Potomac PotosÍ Potsdam Poznan. forma usual. Phnom Penh Poá Poente. outro registro: Parati Pariquera-Açu Paris Páris (mitologia) Parnaso Partenon. p Pã Pacífico. cidade do PR Paranapuã Paranoá Parapuã Paraty. Paysandú Pais País de Gales Países Baixos. Oxóssi Oxum aportuguesamento: Oxônia Paulínia Pavia Paysandú. cidade do PR. cidade do Uruguai. v. ilhas da Indonésia Óbidos Ocauçu Oceania. antigo Grande Oceano Padova. antiga cidade da Pirsia Patagônia Patan Pati do Alferes Olympia. Pádua Pádua. outro registro: Piraçununga Pireneus Pireu Pisa Pistóia. Plzen Piltdown Pinar dei RÍo Pin-Kiang Piongiang. templo de Roma Panthéon. monumento de Paris Papeete Papua-Nova Guiné Paquistão Paquistão Oriental. em italiano: Perugia Peruíbe Peshawar Pessanha. Pirassununga PirajuÍ Piranji Pirassununga. em inglês: Orkney Oregon Orenoco. antropônimo outro registro: e topônimo . pensador Provença Prudhomme. v.172 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 173 o Oahu OakIand Ob. forma usual. Pyongyang Piraçununga. em polonês: Odra Offenbach Ohio Oiapoque Oise Oka Okayama Okinawa OkIahoma Oldemburgo OIÍmpia. atual Bangladesh Paraguaçu Paraguaçu Paulista Paraguai Paramaribo Paranacity. em italiano: Padova Paiçandu. em polonês: Polska Pomerânia Pomerode Pompadour PongaÍ Ponta Porã Port Elizabeth Portland Port-Louis Port Moresby Port of Spain Porto Novo Porto Príncipe Porto Rico. Pionguiangue. outro registro: Obi Oberhausen Obi. em italiano: Pistoia Pitigrilli Pitti. v. outro registro: Omdurman Ontário Orã Orange Órcades. golfo e rio da Sibiria. bairro de Berlim Panteon. v. cidades do Peloponeso e de SP Ottawa Oxford. cidade dos EUA Omã Omaha Ondurmã. outros registros: Petach-Tikva. pintor Prússia. em alemão: Preussen Prússia Ocidental . v. em tcheco: Praha Praia. São Petersburgo Philadelphia.

174

o

LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO

E REVISÃO

Apêndices

175

Prússia Oriental Prússia Renana, v. Renânia Psiquê Ptolomeu, outro registro; Ptolemeu Puerto Montt Punaca Punta Arenas Punta del Este Pusan, em japonês: Fusan; porto da
Coréia do Sul

Ramsés Rangum, outro registro: Rangoon Raquel Ras a1-Khayma Ratisbona, em alemão: Regensburg Ravena, tm italiano: Ravenna Ravensbrück Rebeca Rebelo, variante de Rabelo e forma mais
usual

Putifar Puy-de-Dôme Pyongyang, outros registros: Pieongyang, Piongiang, Pionguiangue Pyrénées, departamento da França

Q
Qatar, v. Catar Qom, outros registros: Kum, Qum Quaraí Quartier Latin, bairro de Paris Quasímodo Quatá Quebec Quebrangulo Quéfren
Queirós, antropônimo Queiroz, forma usual para designar cidade de SP

Quênia Quéops, tambbn Quéope Querétaro Quilimanjaro, v. Kilimanjaro Quioto
Quirguízia,
outro registro:

Quirguizistão Quito Quixeramobim Qum, o. Qom

Recife Recklinghausen Recôncavo Regensburg, v. Ratisbona Rembrandt Renânia, em alemão: Rheinland Renânia do Norte-Vestefália, em alemão: Nordrhein-Westfalen Renânia- Palatinado, em alemão: Rheinland- pfalz Rennes República Centro-Africana República Dominicana Resence Retz Reval, Revel, v. Tallin Reykjavik, outro registro; Reikjavik Rhode Island, estado dos EUA; cf. Rodes Rhône (I), v. Ródano Rhône (2), departamento da França Riad, outro registro: Riyad Riccard, palácio Richelieu Richmond Rifaina Rimini Rívoli, em italiano: Rivoli Riyad, v. Riad Robin Hood Rochdale Rochester Ródano, em francês: Rhône (rio da
Suíça e da França)

Rondon Roosevelt Roraima Roseta, em árabe: Rachid Roterdã, outro registro: Rotterdam Rothschild Rouen, aportuguesamento: Ruão Ruanda Rubiácea Rubinéia Ruhr Rumânia, v. Romênia Rússia Rússia Branca (ou Bielo-Rússia) Ryukyu

San Cristóbal, topônimos da América
Latina

s
Saara Saara Espanhol, nome anterior do antigo Saara Ocidental Sabá Sabadell Saida, cidade do Líbano, antiga Sídon Saigon, atual Ho Chi Minh Saint-Denis, cidade da ilhn Reunião Saint George, canal que liga o mar da
Irlanda ao Atlántico

R

Rabat Rabelo, variante: Rebelo, forma mais
usual

Rachmaninoff Rafard

Rodes, ilhn e cidade da Grécia; cf. Rhode Island Rodésia do Norte, atual Zâmbia Rodésia do Sul, atual Zimbabwe Rodez, cidade da França Roma România, área de civilização latina ou de línguas românicas; cj. Romênia Romênia; cf. România Romeu

Saint George's, capital de Granada Saint-Germain-des- Pres Saint John's, capital de Antígua Saint Louis, cidade dos EUA Saint-Louis, cidade do Senegal Saint Paul, cidade dos EUA Saint Petersburg, cidade dos EUA Saint- Pierre-et- Miquelon Saint-Tropez Sakharov Salem Salisbury Salmorão Salomão Salonica (ní), tambbn Tessalonica Salt Lake City Salzburgo Samarcanda Samaria Samoa Samoa Ocidentais Sanaa, outro registro: Sana San Antonio, cidade dos EUA

San Diego, cidade dos EUA Sandwich, atual Havaí San Francisco, cidade dos EUA; outro registro: São Francisco San Isidro, cidade da Argentina San José, cidade da Costa Rica; outro registro: São José San Juan, cidade de Porto Rico San Marino, em português: São Marinho San Martín San Miguel, cidade de EI Salvador; outro registro; São Miguel San Remo San Salvador Sansão San Sebastián, cidade da Espanhn Sans-Souci, castelo Santa Bárbara d'Oeste Santa Clara d'Oeste Santa Cruz de Ia Sierra Santa Gertrudes, cidade de SP Santa Ifigênia, bairro de São Paulo Santa Lúcia, país das A ntilhns Santana da Ponte Pensa Santa Rita d'Oeste Santa Rosa de Viterbo Santiago, cidade do Chile Santiago de Compostela Santiago de Cuba Santiago del Estero Santo Antônio de Posse Santópolis do Aguapeí São Cristóvão e Nevis São Domingos, em espanhol: Santo Domingo São João del Rey, forma usual; outro registro: São João del-Rei São João de Meriti São João do Pau d'Alho São Luís, cidade do MA São Luís do Paraitinga São Manuel, cidade de SP São Petersburgo, cidade da Rússia que já recebeuos nomes de Petrogrado e de Leningrado São Tomé, cidade de São Tomé e
Príncipe

São Tomé e Príncipe São Vicente e Granadinas Sapora Saragoça, em espanhol: Zaragoza

176

o

LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO

E REVISÃO

Apêndices

177

Sarajevo Sarapuí Sardenha Sargaços Savannah, citkuú dos EUA Savóia Scaramouche, também Scaramuccio Schleswig-Holstein Scutari (1), citkuú da Albânia; v. Shkoder Scutari (2), ou Üsküdar, bairro de
Istambul

Seattle Sebastopol Sedan Segóvia Seichelas, v. Seychelles Senegal Serra Leoa Serro, cidade de MG Sérvia Sesóstris Set (ou Seth), personagem bib/ico Seul Severínia Scvres Seychelles Sfax Sforza Shakespeare Shangai, v. Xangai Sharjah, outro registro: Chardja Sheffield Sherlock Holmes Shetland, outro registro: Zetland Shkoder, outro registro: Shkoç:lra;em servo-croata: Skadar; em italiano: Scutari; cidade da Albânia Shylock Sião (1), atual Tailândia Sião (2), colina de Jerusalém Sião (3), golfo do mar da China Sibéria Sicília Sídnei, v. Sydney Sídon, cidade da Fenícia, atual Saida
(Líbano)

Siracusa, citkuú da Itália; Síria Sísifo Sistina, capela Sisto, papas Siva, v. Xiva Skadar, v. Shkodi'r Smith Soerabaya, v. Surabaia Sófia Solferino Solingen Soljenitzyn Sólon Somália
Somerset

cf.

Syraeuse

Susa Susano, v. Suzano Sussex Suva Suzano, forma tradicional; outro registro: Susano Sverdlovsk, v. Ekaterinburg Swansea Sydney Sylt Syracuse, citkuú dos EUA; cf. Siracusa

Tbilisi,

antiga Tíflis, capital da Geórgia; outro registro: Tbilissi

T Tabapuã Taboão da Serra, forma usual; outro registro: Tabuão da Serra Tabriz Tacuarembó Tadiquistão, v. Tajiquistão Tadj Mahall, v. Taj Mahal Tailândia, antigo Sião Taipé, outro registro: Tai- Pei Taís Taiti Taiwan (ou Formosa); cf. Tai-Yuan Tai-Yuan, antiga Yang-ku, cidade da China; cf. Taiwan Tajiquistão Taj Mahal, monumento; outro registro: Tadj Mahall Tales Tallahassee Tallin, antiga Reval ou Revel, cidade da Estônia; outro registro: Tallinn Tâmisa, em inglês: Thames Tanganica, outros registros: Tanganhica, Tanganika Tânger Tannhãuser Tanzânia Taormina Tapajós Tapiraí Taprobana, forma consagrada por Camões; a rigorosa seria Tapróbana Tarabai Tarn Tarpéia Tarragona Tatuí

Siegfried Siena, aportuguesamento: Sena Sílvia Sinai Singapura, v. Cingapura Sin-kiang, aportuguesamento: Sinquião Sintra

Somme Sorbonne, aportuguesamento: Sorbona Sorrento Sousa Sousândrade Southampton Sovietsk, antiga Tilsit Spa Spinoza, v. th. Espinosa Spoleto Springfield Sri Lanka, antigo Ceilão Srinagar Stafford Stalin Stalingrado, atual Volgogrado Stanovoi Stendhal Strafford on Avon Strasbourg, v. Estrasburgo Stromboli Stuart Stuttgart, aportuguesamento: Estugarda Suábia, em alemão: Schwaben Suaçuí Suazilândia Sudão Sudão Francês, atual Mali Sud Menucci Suécia, em sueco: Sverige Suez Suíça, nome oficial: Confederação Helvética Sun Yat-sen Suomi, 'v. Finlândia Surabaia, outros registros: Surabaya, Soerabaya Suriname, antiga Guiana Holandesa

Tehad, v. Chade Tchaikovski Tcheco-Eslováquia, outros registros: Checoslováquia, Tchecoslováquia Tchekhov Tcheu Ngen-lai, v. Chu En-Iai Teerã Tegucigalpa Tejupá Telavive, outros registros: Te! Aviv, TeI-Aviv Tenerife Teng Hsiao-ping Tennessee Tenochtitlán Teófilo Otôni Teotihuacán Teresa Teresina Tessalonica (ní), o mesmo que Salonica Tétis Thames, v. Tâmisa Thüringen, v. Turíngia Tiago Tibagi, forma usual; outro registro: Tibaji Tiberíade, Tiberíades, v. tb. Genesaré Tibete, outro registro: Tibet Tibre, em italiano: Tevere Tíbure, v. Tívoli Tien-tsin Tíflis, v. Tbilisi Tigre Tilsit, atual Sovietsk Timbu, v. Tinfu Timor Tinfu, outros registros: Thimphu, Timbu Tirana Tirreno Titãs Tívoli, antiga Tíbure Tobruk, em árabe: Tubruq Todos os Santos Togo Tolosa (1), cidade da Espanha Tolosa (2), v. Toulouse Tolstoi Tomás Tonga (ou ilhas dos Amigos) Tonquim Topeka Tóquio, antiga Edo ou Vedo Tordesilhas, em espanhol: Tordesillas

178

o

LIVRO:

MANUAL

OE

PREPARAÇÃO

E REVISÃO

Apêndices

179

Torino, v. Turim Toulon Toulouse, cidade da França; Tolosa aportuguesamento: Touraine Tours Transibcriana, ferrovia
rrransilvânia, em romeno: Transilvania ou Ardcl; em húngaro: Transkei

u
Uagadugu Uaupés Ucayali Uchoa Ucrânia Údine, em italiano: Udine Uganda Ulan- Bator, antiga U rga Ulisses, em grego: Odisseus UIster, nome com que se designa também a Irlanda do Norte Um-al-Qiiwayn União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, União Soviética, atual Comunidade de Estados Independentes Uppsala
U rais, montes; outros registros: montes do U ral U rales,

Valladolid Vallauris Vai paraíso Válter Vancouver, aportuguesamento: Vancôver Vanuatu Varese Varsóvia, em polonês: Warszawa Vaticano Vaucluse Vaza-Barris Vcimar, v. Wcimar Vclásquez Vendéia, em francês: Vendée Venécia, região da Itália; em italiano: Venezia Veneza Venezucla Ventimiglia Veracruz, cidade do México Vercingetórix, outro registro: Vercingetórige Verde (I), cabo do Senegal; cf. Cabo Verde Verde (2), rios e serras do Brasil Verdun (ou Verdun-sur-Meuse) Vermont Versalhes, em francês: Versailles Vespúcio, em italiano: Vespucci Vestefália, em alemão: Westfalen Vesúvio Viareggio Vicente de Paulo Vicenza Vichy Victoria,
capital de Hong Kong, estado da Austrália, ilha e cidade do Canadá;

Virgínia,

cidade de MG dos EUA

e um dos estados

Visconti Viseu Vishnu, v. Vixenu Vitória, cidade do ES, capital das
Seychelles, lago (antigo Victoria Nyanza) e cataratas da África; cf.

Erdély

Transval, outro registro: Transvaal Trapani, antiga Drépano ou Drepanum; aportuguesamento: Trápani Trás-os- Montes Triângulo Mineiro Trinidad e Tobago Trípoli (I), capital da Ubia Trípoli (2), cidade do Ubano Trípoli (3), antigo condado latino da Siria Trípolis, cidade da Grécia; outro registro: Tripolitsa Trocadéro, palácio; v. Chaillot Trondheim, antiga Nidaros Trotski Troyes Trujillo Tsushima Tübingen, aportuguesamento: Tucídides Tucson Tucumán Tucuruí Tudor Tumucumaque Túnis Tunísia Tubinga

Victoria, Viltoria Viltoria, cidade da Itália; cf. Victoria, Vitória Viltorio Veneto Vixenu Vladimir Vladivostok Vltava, em alemão: Moldau Volgogrado, antzga Stalingrado Volta Vorochilovgrad,
antiga

Lugansk

Ural, rio Urga, atual Ulan-Bator Uruguai, em espanhol: Uruguay Urundi Urupês Usbequistão, outro registro: Uzbekistan

w
Wagram Wall Street, rua de Nova Warwickshire Washington Waterloo Weimar Wellington W embley, bairro de Londres Westfalen, v. Vestefália Westminster, abadia Wichita Falls Wiesbaden Wight Wilhelmshaven Willemstad Wilmington Wimbledon, Winchester Windhoek Windsor Winnipeg Wisconsin Wittenberg Wolfsburg Worcester Wroclaw, em alemão:
Polônia bairro de Londres York

Üsküdar,
Utah Utica Utrecht Uzbekistan,

v. Scutari

(2)

v. Usbequistão

Tupac Amaru Tupanciretã Turcomcnistão, oulros registros: Turcomana, Turcomênia, Turquemenistão Turiaçu Turim, em italiano: Torino Turíngia, em alemão: Thüringen Turku, em alemão: Abo; cidade da
Finlândia

v
Vaal Vaduz Val-d'Isere Valdívia, em espanhol: Val-d'Oise Valença, Valdivia

cf. Vitória, Viltoria Viedma Viena, em alemão: Wien Vientiane, capital do Laos Victnã, outros registros: Victnarnc, Viet-Nam Vilalobos Vilas Boas Vilhena Villegaignon, outro registro: Villegagnon Villejuif Villena Vilma Viiia dei Mar Virgílio

Turquestão Turquia Tutancâmon, Âmon Tutmés, Tuvalu Tyne

outro registro;

Tut Ank

cidades da BA, do Rj e de Portugal Valência, cidades da Venezuela e da Espanha

Breslau; cidade da

outro registro:

Tutmósis

Valhala,

em alemão antIgo:

Walhalla;
deuses

residência dos principais escandinavos

Württemberg Wyoming

154 nomes de lugares. 86 astrônimos. 75 usadas em bibliologia. 142 apóstrofo e títulos de obras. -data.) . 70 h em dÍgrafos iniciais. 107-8 citação. 74-8 antes e depois de numerais. 11 entidade como. 116 alfabetação. outro registro: Zimbábue Zinoviev Zoroastro. 45 Vo lho nomes de pessoas antropônimos. 93. Vo posfácio advertência. 14-6 anexo. modelos de referência. v. ChuÍ Yokohama. v. 90. antiga Rodésia do Norte Zanzíbar Zaqueu Zaragoza. 114 aspas. v. TIO. Zaratustra Zósimo Zumbi Zurique. 99. 150 artigo. rio dOI EUA Yemen. Vo prefácio agradecimentos. outro registro: Shangai Xanxerê Xarazade. 83 e pontuação. 75 francês. Índice. 119 música. 83 morto. 107-9 vivo. 95. v. 115 de periódicos. 102 alfabeto grego. 112 ponto abreviativo e pontuação do enunciado. Iocoama York Yorkshire Yosemile Yucatán Yun-kang. 79. v. v. 143 referências bibliográficas. 76 hifens e acentos. de jornais. 74 divisão silábica. Vo ambigüidade anos 30. 53 atualização. v. 96. 85. Vo nomes de pessoas a~e. apêndice anfibologia. 79 autor(es). 51 circunstanciais. 118 títulos. antigo nome de Tóquio Yellowstone. 45 Vo lho nomes de pessoas alemão. Iêmen Yeso. citação. 42. Xarazade Xerxes Xingu Xiquexique Xiva. Yaundê. 117-9 citações. 75 plural. 72-3 escrita. 104. 11 órgão público. 154 autor. 138 alcunha. romanos ambigüidade. em alemão: Zürich Zwickau abreviatura(s). Xerazade. abreviaturas. 64-5 cargos e títulos. v. 108 estrangeiros. Vo numerais. antigo Congo Belga Zambeze Zâmbia. 122 discurso direto. notas. abreviatura dos meses. . mosteiro INDICE ANALITICO (O tipo itálico que apareçe em a1gups verbetes quer dizer que se trata de uma remissiva direta a vocábulo do texto. 83. 116-7 apresentação. 5. símbolos acentos. Xerezade Xavanles Xenofonte Xerazade. priferivel a Siva XuÍ. 110 asterisco. também Yang-lse Yaoundé. 75 lista de.~ 180 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO I x Xambioá Xangai. 102-4. Xarazada. 102-4 e editora. referências bibliográficas. 109 referências bibliográficas. 11 . Iaundê Vedo. antIga Rodésia do Sul. Shetland Zimbabwe. prefácio apud. Saragoça Zaratustra (ou Zoroaslro) Zenão Zetland. v. outros registros: Cherazade. 49 simples. . 60. Edo. v. 99. 120 adendo. 140 meses. 83 em língua estrangeira. 105. 75 superlativo. também chamado de Congo Kinshasa. 108 divisão silábica. 47. 95. z Zagreb Zaire. 66 y Yale I universidade norte-americana Yalta Yamagata Yang-tse-kiang (ou Azul). atual Hokkaido Vo lho data ante-rosto. 155 algarismos. 75-6 títulos de obra. 105-6 tradicionais. modelos de referência. 150-3 vo lho siglas.Vo olho antonomásticos. 41-2 e defesa.

v. publicações. indicação bibliográfica. 108 ete. 64 frontispício. v. 66 aproximadas. 90-115 definição. tb. 16 edição(ões). 71 francês. 18 número. 64 de publicação. v. v. 18 cognomes. 80 classificação científica. 83 defesa. página formas optativas. ilustração Filho. 67 francês. tipo Corte. v. 122 v. tb. 90. 48 v. 7 de. 82 em língua estrangeira. 79 de autor estrangeiro. 107 data(s). 116 espanhol. indicação bibliográfica. 108 dedeira. 124 v. 83-4 e aspas. 26-9 originais de. nomes de pessoas diretor. 107 divisão silábica. 133 eopyright. indicador dedicatória. 71-2 português. abreviaturas dos meses. 108 disCO. 107 filmes. 80 bibliografia. 90 lugar do livro onde deve figurar. 134 cit. 40-3 aspas. 7::1 inglês. 122 fidedignidade. olho famílias de tipos. olho falso frontispício. 119 estado I Estado. 80-1 referências bibliográficas. 140 v. 90. 142 v. seccionamento divisão silábica. 123. 11-2 formas do discurso. 22-5 dinastias. 49 discurso direto. alemão. preposições de origem francesa em nomes ingleses. cabeços cabeças. 135 caixa. delta. v. 138 localização. 50. v. 17 congr:es5os. indicação bibliográfica. ~revisão. 45 v. 141-2 cacofonia.182 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO índice analítico 183 errata. 138 &. alta. 45 minúsculas. 16 caderno. 68 v. tb. 108 cinta. referências bibliográficas. 140 falsa folha de rosto. 65-6 se. 145 endereçamento. 111. 52 estilo. e a pontuação. autor-data datilografia. indicação bibliográfica. tb. citação. 90. 127-9 escrita. plural folha de rosto. romanos. 49 flexão. 109 epígrafe. citação. originais. 119 etnônimos. 123. conceito. posfácio barra. novas. 80 versos. 50 créditos. ilustração frações.94 ficrecr. 119 francês. tb. 120 frases iniciadas com algarismos. ilustração di. 108. 13 fórmulas de tratamento. 79 figuras. tipo cargos e títulos.94 lugar do livro onde o nome deve figurar. 93. v.112-3 espaço entre as classes do número. 118 acréscimos à. 109 eco. 93. op. 42-3 travessão. cabeços cabeços. citação. lista de. tb. maiúsculas. 51. cit. 71 escrita. 111 editor. 66 anos 30. 47 coerência. editoriais. minúsculas capa. 52 eventos. 137-8 . 6. 17 frações. 89 editora. 141 concordância verbal. 123 colchetes. 145 Colônia. abreviaturas dos meses. 83 107 desenho. 73 escrita. 92 du. v. 51 fotografia. autor. 83 atualização. v. 108 notas. 40-1 divisão do texto. tb. música. indicação bibliográfica. 34.93. 107 degli. 95 citação. autora.102-4. 112. 111 lugar do livro onde deve figurar. 49 espanhol. 42-3 pontuação. tb. 108. 41-2 maiúsculas. 121 escultura. v. 81 aspas. 95. 113 coleção. contracapa. 112 editora. 113 versos. 45 supressões na. 79. referências bibliográficas. ambigüidade. 72-3 espanhol. v. 51 inglês. frontispício fólio. 154 autor. 97. 92. 154 autor. 17 coloIao. 137. 108 Ia. 40 et alii. maiúsculas alta-e-baixa. 138 colocação pronominal. 121 chinês. 69-70 dois-pontos. 67 porcentagens. 63 ligadas por barra. 107 divisão silábica. tipo fascículo. 83-4 destaque de termos. 138 114 corpo. 45 romanos. 90. 50 defesa. 108 conclusão. referências bibliográficas bold. 64 encarte. 107 cabeçalhos. 106 v. 123 -itálico. v. 15 preposição de origem francesa em nomes ingleses. 121 minúsculas. 79 maiúsculas. nomes de pessoas compilador. 120 inglês. abreviaturas.92. v. 63 entidade. 137 referências bibliográficas.. 9 e entre classes e ordens do numeral. 131-3 caracteres tipográficos. v. 123 baixa. 79-84. 112 editoração. 85. tb. 91. tb. 68 explicação final.gnidade. 113 períodos históricos. corpo. 69-73 alemão.

52. 121 introdução. 106 unidades de medidas. 120 período. classificação. hífen. numeração. 121 citações. registro. v. 133. 112 Met~O mimeogr. 96-7. 52 escultura. 54 plural. referências bibliográficas. v. 111. 120 numeral. 77. 92. 45 v. 97. 135-6 música. 48 Me. 154 autor. 77 v. 78 títulos de obras. 90. 59-61 abreviaturas. 52 maiúsculas. itálico. 13-6-marcas. 51 citação. 49 nomes de lugares. 106 infra. 108 ~aiúsculas. 48 disco. abreviaturas. 127 glossário. tb. 91. nomes de pessoas horário. 51 francês. 143-4 onomástico. 154 minúsculas. 61 caracterização do nome próprio. 31. 76 títulos de obras. 121-2 pintura. 44-50 abreviaturas de cargos e títulos. 55-7 baseados no alfabeto latino. 52 pessoas falecidas. imprenta. abreviaturas dos meses. lugar do livro onde deve figurar. 95. 72 estrangeiros. 58-9 transcrição. 74. 60-1 formados com designativos de cargos e títulos. 61. de abreviaturas. 26-9 numeração. 92. 93. 113-4 Indicador. tb. 108 divisão silábica. v. 42-3 documentos oficiais. 16 mês. 49 marcas. nomes de lugares logradouros. caixa baixa palavras derivadas. 90. 138 v. 51 música.gato. v. notas tipográficas in. 140 de figuras e tabelas. 52 notas de tabelas. 59 siglas. 45 discurso direto. 107 IaUdas. 78 -mente. itálico -negrito. 55-6 unidades de medidas. 54-5 referências bibliográficas. 58 históricos ou literários.. júnior. 121-2. 19-21 definição. 55 divisão silábica. 45-6 nomes de pessoas. 77 nomes de povos. 54 pessoas vivas. 49 escultura. 45-6. 52 originais. 52 referências bibliográficas. 49 referências bibliográficas. 60 estrangeiros. 52 . 44 v. 99. 52 fórmulas de tratamento. 54-9 alcunhas. 45-6 referências bibliográficas. 49 programas de televisão. 51 cargos e títulos. entradas. 140 literatura.63 repetição na linha seguinte. 121 música. hipocorísticos. bold Nelson. eco. 51. 104 divisões político-administrativas. abreviaturas dos meses. 49 eventos. 57 M'. 133 medidas antigas. 90. 48 filmes. 128 grego. 48 palavras estrangeiras. 52 símbolos. abreviaturas. 112 aportuguesamento. v. v. texto literário local de publicação. ilustração marcador. sobrecapa 107 fórmulas de tratamento. nomes de lugares lombada. 138 italiano. 131-2. 49 espetáculos teatrais. v. 52. minúsculas. 123 coisas individualizadas. 45 data de publicação. 67 h em 76 itálico. 48 programas de televisão. v. 107 6 22-5 ilustração. alfabeto. caixa alta mapa.2 v. 108 miolo. 71-2 escrita. 120 inglês. lei. 105 idem. 49 documentos oficiais. 52 nomes de lugares. 45. 75 e travessão. 19 localização dos créditos. 57. 133. 56 transliteração. 122 inglês. le. 114 minúsculas. 52 maiúsculas. 52 nomes comuns compostos com nomes próprios. vocabulário gralha. 51 formados com nomes dos meses. 49 espetáculos teatrais. 99-102 versos. 49 negrito. tb. notas tipográficas locativos. 49 nomes de pessoas. 107 lista. 55 Neto. 105 Igrrgá. 136 índice. 141 ISBN. 107-9 regras ortográficas. 45 nomes históricos ou literários. 22-5 Império. 44 períodos históricos. 93. 49 regiões. 45 nomes próprios compostos com hífen. 45 aportuguesamento. 50 kgei1das. tb. 139. 45. abreviaturas em vários idiomas. 60. tb. 50 Ia. 107 ibidem. 142 v. 55-7 alfabetos não latinos. 49 filmes. 96. 57 pseudônimos. bold-itálico dígrafos. 111-2 nomes de pessoas. 85 pontos cardeais. 155 grifo. tb. 45 minúsculas.108 Mae. 19-20 originais de legendas e créditos. 154 autor. 93. 109-10 70 jaqueta. 51-2 abreviaturas de cargos e títulos.

abreviativo e pontuação do enunciado. 42. 107. 7 definição. 68 parágrafos. 114 separatas. 93. 66 depois de substantivos. 93. 85-9. editora. imprenta. v. 95 lugar do livro onde o nome deve figurar. 127 plural. 62 vírgula. 111-2 nomes de pessoas. 85 notas bibliográficas. 12-3 pastel. Vo prefácio notas. 112 especificações sobre os elementos essenciais. 67 início de frases. 112-3 definição. 90. 85 referências bibliográficas. 85. 63 horário. 13 discurso direto. 96. 98-104 local de publicação. 66 remissivas à bibliografia. conceito. 44 pintura.111-3 Vo tbo data de publicação. 22-5 numeração. 78 ponto. 53-61 compondo nomes comuns. maiúscula. 102-4.39 tabelas. anônimas. autor. 98-106 lugar do livro onde devem figurar. nomes de pessoas normalização. 98. 108. 65 e entre classes e ordens. 77 símbolos. 103. 63 indicação bibliográfica. 90. 63. 95. 54-5 vo tbo nomes de pessoas numeração. 92. 105. 6 páginas pré-textuais com romanos. 63 parágrafos. 146-7 ortografia. 63 frações. 64 parênteses. 102 romanos. 31. 96 modelos de referência. 52 símbolos. 57. 63 porcentagens. Vo vocabulário redondo. 75-6 abreviaturas. nome de cada sinal de pontuação porcentagem. lugar do livro onde o nome deve figurar. 86-8 espanhol. 64 ordinais. 65-6 quantias. indicação bibliográfica. 45. abreviaturas. 90. 75 nomes de pessoas. 49 piolho. 115 período. 114 olho. 90-115 autor. abertura. 68 referências bibliográficas. 109 de referência. 15 página(s). cit. numeração com romanos. 95. 94. 52 definição. 95. 68 palavras. notas. 90. 111-2 localização e sistemática. 123 referências bibliográficas. 20.. 99. 66 quarta capa. 90-2 data de publicação. 114 modelos de referência. 53 Vo tbo nomes de lugares. 98. 96 mimeografadas. 42-3 e as aspas. vo frontispício posfácio. 93-5. 98. 85-9 remissivas e pontuação. 65-6 portada. Vo alfabetação ordinais.186 o índice analitico LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 187 nomes próprios. ambigüidade. 102 pré-textuais. espaço entre classes do número. 78 ponto-e-vírgula. 92. 63 texto literário.127 periódicos. 93. 6-9 datilografia. indicação bibliográfica. 119 referências bibliográficas. 133 organizador. 137 op. 85-9 originais. 105-6 exclusivamente no texto. notas. 106-13 e~clusivamente em notas. parágrafos e títulos. 62-8 antes e depois de abreviaturas. 110 partição silábica. 85 . 50 repetição. 18 referências bibliográficas. 105 Vo tb. 93. 6 de legendas e créditos. 91. 91 omissão de p. 95-7 coleção ou série. 107-9 caracteres tipográficos. revisão de. 97. 74 referências bibliográficas. 36 progressiva. 140 preparação. conceito. 86-8 tabelas. 90 editora. 111 Vo tbo romanos orelha. 90. 68 página. 147-9 pseudônimos. local de publicação novas edições. Vo divisão silábica prefácio. 106 Vo tbo cito ordem alfabética. com acepção especial. 110 artigos de. 111 reedições. 6. 129. 10 provas. 110. 52 regiões. 99. 90. 96. 119 e etc. 094 componentes. sinais utilizados. 45. 145 post-scriptum. 95. 18 iniciados com algarismos. 102. 137 órgão público. Vo ilustração quantias. 92. 19. 68 número de edição. 105-6 numeração. 108 obras. 142 modelos. 68 substantivados. 65-6 concordância verbal. 96. 107-9 notas. 30 numeral(is). 109 original. 64 endereço. indicação bibliográfica. 119 e remissivas a notas. 18 Nova York. 65 O'. indicação bibliográfica.37-8.. 64-5 data. 102-4. 61. 113-5 nomes de lugares. 137 quadro. 64. 67 hífen. 92. Vo contracapa que. 126-30 sinais de revisão. 61 e hífen. 78 pontuação. posfácio prefaciador. 141 exclusivamente com referências bibliográficas. 93. 93 notas tipográficas. 94. tipo. 104. 57 símbolos. 90. 91-2. 105. 6 apresentação. 10 nota final. 110 pontos cardeais.. 93 siglas. 67 concordância. Vo posfácio i10ta prévia. 63 zero à esquerda. 6 revisão. 78 unidades de medidas.

137 notas. v. 127-9 sinais"utilizados. 95. iniciados com al~arismos.. 16 sic. 31./. 49 televisão. 106 citação. 85. 99-102 traduzidos. 95-7 versal. abreviação. abreviação de títulos. 105. v. 129. 104. 113-4 parte no texto e parte em nota. 111 títulos (de seções). 31 fios. 122-4 itálico. 15 concordância verbal. 129-31 v. 49 terceira capa. 103-4 v.ed. 123 caixa alta-e-baixa. 85 numeração. 50 siglas. 83 tradutor. 95. 108 Don.. 123 redondo. programas. 80 maiúsculas. 108 remissivas. 32 lista de. 70 de palavras. vocabulário República. 94. 112 segunda capa. 122-3 bold. 93 número da edição. 39 títulos correntes. 121-2. 102 repetição. 113 v. 114 texto literário. ambigüidade. divisão silábica separatas. 110 minúsculas. 89 referências bibliográficas. 108 verbo. 121 topônimos. 40-1 e hífen. 12 numerais. 65 subtítulo. abreviaturas. 80 reto. 96. 107. 97. 50 Dan. smals utilizados. 106 aspas. indicações bibliográficas. 109 Trono. sinais de revisão símbolos. 50 União. 126-30 erros. v. 117 com reticências. 106 obra sem autoria declarada. 123 referências bibliográficas. 50 separação silábica. 93-4. 68 s. 123 caixa alta. romanos. lh. 18 regência. 123 versalete. 42 v. 104 pontuação. cabeços títulos e cargos. siglas sinais de revisão. 138-9. 17 Reinado. 122 salto. lh . 55 Wilson. concordância verbal versal. 96. 103-5 unidades de medidas. 96.94. coleção seu. 93. 134 Sobrinho. 90. indicação bibliográfica. lh. 110 versal-versalete. 93-5. símbolos signos de revisão.n. lugar do livro onde o nome deve figurar. 113 sobrecapa. 106. 102 simplificação de títulos. 140 notas. 109-11 simplificados por siglas. 111 transcrição. 93. 110 sumário. 146-7 de provas. 121 minúsculas. 137 Dom. 123 bold-itálico. 97. 96. 63 referências bibliográficas.d. v. 179 semi-aspas. 30 teatro. 109-11 v. data de publicação ambigüidade. 97. v. 68 rosto. 93. 146-7. 107 vocabulário. 62 tipo(s). 51 inglês. 105-6 ordinais. 123 e corpos. 129. v. 123 versalete. 133 leses. frontispício substantivos antes de numerais. 14 onomástico. citação. 111 obra já citada. 137 revisão. 40-1. 108 Walter. abreviaturas. 105 separatas. glossário volume. 110 versos. 64 marcação. 160 se. dicendi. 104. 75 suplemento. referências bibliográficas... v. 44 vírgula. citação. numeral. 147-9 sTT12 s. 115 títulos de obras. normalização. 15. nomes de lugares tradução. abreviaturas. encarte supra.95. notas. 63 . 39 pontuação. th. 91. redondo romanos. espetáculo. 101-3 das unidades da federação. 127 s. 98 ponto. 90. tabelas. 94. 143 superlativo. bibliografia reformulações. 109. 123 títulos (de obras). abreviaturas. de originais. 123 referências bibliográficas.96. 94. 156-80 v. 68 parte de obras. 123 caixa baixa. discurso direto. lh. 95-6. 51. v. v. 115 série. 55 zero à esquerda. 107 reticências. 123 referências bibliográficas. 147-9 romano~. 120 na bibliografia. 56 transliteração. 90.188 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO í índice analítico 189 notas bibliográficas. algarismos. 109. 110 e apóstrofo. 34-9 século. 30-3 convenções. 17 seccionamento. 123 versal-versalete. 55-6 travessão. de hífen na linha seguinte. 91-2 lugar do livro onde o número deve figurar. 93. 98. 86-8 sistema bibliográfico numérico. lh. 117 iniciando a referência. 91-2. 103. 109 referências bibliográficas.

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