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DEDALUS - Acervo - FFLCH-GE

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APRESENTACÃO
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Cf;f!:m geral, pouco se sabe sobre o que se passa entre a entrega de um original pelo autor e o livro pronto. Acredita-se que a editora simplesmente providencia a impressão de um original, transformando-o em livro. Na verdade, o texto, antes da impressão, percorre um longo trajeto, que começa na edição do original, fase em que se propõem mudanças, acréscimos e cortes, a partir de discussões com o autor.

21100001131

EDITORA:

Sandra Almeida
ASSISTENTE EDITORIAL:

Segue-se a fase de preparação, em que o original é submetido a um tratamento que o aperfeiçoa no que se refere à forma e ao conteúdo. ~ Quanto à forma, procura-se padronizar o texto de acordo com as normas da editora, além de limpá-Io das incorreções gramaticais. O texto padronizado e correto é o resultado desse trabalho atencioso. Quanto ao conteúdo, trata-se de eliminar erros, evitar incoerências e até absurdos que qualquer autor, por melhor que seja, comete. Esse trabalh(yespecializado é feit9' na Editora Ática, por uma equipe de preparadores de texto, e resulta Ra qualidade hoje amplamente reconhecida por todos aqueles que lêem um livro com o selo Ática. Ildete Oliveira Pinto foi por vários anos preparador de texto, função que exerceu com rara competência. Esta obra, nascida dessa vivência, expõe as técnicas e normas de preparação e revisão, orientando aqueles que trabalham ou pretendem trabalhar em editoração de texto.
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Sueli Campo piano
PRODUÇÃO GRÁFICA:

Milton Takeda Nanci Y. Nichi Tomiko Chiyo Suguita Matilde N. Ezawa
CAPA:

Paulo Cesar Pereira
COMPOSIÇÃO:

~

Diarte Ed. e ComI. de Livros Ltda.
FOTOS:

Fábio Carvalho
OSeO!!L!!!"'1Cl
FONE 447-EUS11

ISBN 85 08 04486
1993

~

Todos os direitos reservados

Editora Ática S.A.
Rua Barão de 19uape, 110 Caixa Postal 8656 CEP 01507-900 São Paulo (SP) Te!': PABX (011) 278-9322 Fax: (011) 27H146 End. Telegráfico "Bomlivro"

Nosso objetivo ao publicar este manual é colocar a técnica da preparação e da revisão de livros nas mãos daqueles que de uma forma ou de outra estão preocupados com a qualidade dos textos publicados. José Bantim Duarte
Diretor Editorial

1
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SUMÁRIO

o

INTRODUÇÃO 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Procedimentos As imagens gerais de preparação do texto

_ _ _ _ _ _

5
71

79 34

Seções do texto Formas do discurso Iniciais maiúsculas Iniciais minúsculas ---------------Nomes próprios ------------------

40
44 57

É inegável a liberdade de expressão do autor para construir sua mensagem, embora às vezes ele se preocupe mais com o conteúdo do que com a forma. A forma, por sua vez, é tão importante quanto o conteúdo, mas paradoxalmente é tal sua importância· que ela tem de estar latente e não interferir no conteúdo - a não ser que forma e conteúdo se fundam e constituam a essência da própria mensagem, o conteúdo. Essa fusão é comum quando se joga com palavras ou quando se instaura um momento de ruptura com padrões estabelecidos, caracterizando-se o processo de criação literária. Na mensagem didática, técnica, científica e de informação geral impõe-se, porém, uma normalização textual que evite a língua de Babel, que faça com que a mensagem flua tranqüilamente, sem tensões ou contradições.
./

_

53
62 69

Numerais

Divisão silábica siglas e símbolos ------------

~

10 Abreviaturas, 11 Citações 12 Notas 13 ' Referências

74
~ _

79 85
90 716 725

bibliográficas

e bibliografia _-----------

--------

14 Padrões complementares 16 A estrutura
APÊNDICES 1 Principais orlglnOls 2 3 4 5 6

15 O processo de revisão de provas ---------do livro impresso _ símbolos e sinais usados na revisão e marcação _ na revisão de provas -~ --de _

737

Embora o estilo pertença ao autor, com a liberdade que ele tem de construir sua mensagem, a editora pode - e deve - intervir no seu texto, e o faz com o seu pleno consendmento, para garantir a correção e a clareza da informação e a qualidade da publicação. Para conseguir isso, às vezes, chega mesmo a modificar a estrutura de um livro. Por conter elementos que se interpõem nessa atuação, podese dizer que este livro é um manual de estilo, cuja preocupação maior é sistematizar as normas editoriais aplicáveis com maior freqüência, sem a pretensão de ser exaustivo. Em se tratando de normas, ou regras, existe o risco de o apelo limitado a elas não permitir que sejam consideradas as exceções possíveis. Para evitar isso, porém, é fundamental o discernimento dos profissionais da editora em não ir de encontro à liberdade de criação, quando o autor procura formas discrepantes para divulgar sua mensagem, infringindo conscientemente as regras estabelecidas.

746

746

Principais símbolos e sinais usados Principais abreviaturas Abreviaturas Alfabeto

747 750
754 _ 755 756

e termos usados em bibliologia

dos nomes dos meses ---------

grego onomástico ------------~ .

Vocabulário

íNDICE ANAlíTICO BIBLIOGRAFIA

_ _

787

790

Pode ser um simples manuscrito. . 520.. e a idade está ainda não alcançou pleao na adol. Substância que serve para adoçar. a partir das páginas pré-textuais (v. conforme o exemplo. 2. contêm o texto gravado. O original apresentado em papel comum.por exemplo.. que "segue 52b".~~. estabanado . do tipo sulfite. repaginando o documento. se você trabalha com um microcomputador. e também não é novidade o autor entregar o texto em disquetes . O texto deve ser datilografado dentro do campo apropriado da lauda. seco ao sol. 2. (O) que de8envolv~mento..6 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Introdução 7 o original e a editoração Principais Laudo formos de apresentação dos originais Para situar devidamente a abrangência das questões específicas deste manual.. "segue 52a" ou "há 52a" e. suavizar. pois pode ocorrer que a ilegibilidade da escrita comprometa o fluxo de produção. -Jt1' adoçado 2. p. r -to' ~- Avisar. A forma mais tradicional de apresentação do original tem sido a do texto datilografado. Com esse procedimento tradicional procura-se controlar todas as laudas dos originais.~~e~ ~ 1. 52b..~ ~ ~ v.. 2. 52c.por exemplo: 325*. Encantador.int. T . é comum o original chegar à editora em folhas impressas por esse mecanismo. é necessário antes apresentar os conceitos de original e de editoração. b. c.dispositivos que. ao menos parcial do processo de edição de um livro. em nosso caso.•. numere-as com o mesmo número da lauda anterior seguido das letras o. Original pelo autor à editora que resultará no livro. mas aceitá-Io desta forma depende da conveniência da editora. em laudas apropriadas ou em folhas de papel comum.) Abrandar. Se houver inserção posterior de uma ou mais laudas. Abrandar. •• . Com a penetração dos microcomputadores. (fig. ele poderá fazer isso automaticamente. jovem. .. . 1. 2.. ~ adj. na lauda anterior. Mas. Render culto a (divindade). para que propiciem uma visão. deve ser datilografado apenas em um lado da folha e em espaço duplo. lembrar. Ficar doente... .escência. 4. e assim por diante. 137). Amar em extremo •. cru. sem que seja preciso renumerá-Ias desde a primeira inserção. se não total. Digno de ser adorado.e indique. Original é todo material entregue Numere as laudas consecutivamente. ~ •• . Sobreponha um asterisco ao número da última lauda . . que. na lauda 52a. Int.. ~'~ '~~. -+. -ti- ~ ~ Estouvado.

VI901'"OS.D ~:"t ] (:lng {1·lqIJO. seleção.e imediatamerltey 81"ltC!S" maIs. C::::\l no c:h.etapas classificadas dentro das fases pré-industrial c industrial.l. t it:G!:~."t inu:. E fun(1c metal. del. VEZy descobre 11C)Va al'·ma: ev'guen(il:) roc:I·1C(ios. fcrrei~() manco.llas.l as~. nlCS. O conjunto das tarefas inerentes aos três momentos . c! C)::. (J C 1"U(·:·-: ~ 1 TodD~:~ o. televisão..tJ[) profltcl!:. sent)or del.. COnl(:) Editoração O termo ediloração hoje é empregado em vários meios de difusão cultural. ( necE!s!. bl"açQ!~ t) tlCI"6i ~.SD.iéstia.. pesad(sslmos.." F().O (jo Atena ql. em Per r I)!. para Erl'PI~erli:ar sellS tem(vpis i ri i m i 90::.lh<.. c: üm ont:le flJlrtes leva'··() I:) mata C:OI1I lJm golpe cont maça~ :nqu.~E·nclD +"1 (:::ch:i:l. (:Ofltemplam urna 'Picanl o ela luta.t: pont in9c D ii':\ no chr:f'(·:·. HI/I'·i).:-.nç:i':\ m(:\:::·y Uffli'. o da edição do livro.... ~)ara elimlrlJ-·los."( 9i~~lantE" () InOn!:itl'"O p:::).. o processo de editoração será visto apenas pelo prisma das adequações dos originais. é o sentido primeiro do termo. IJcusas con!~eg~lissem abatEl' tit:âs...denomina~se edi~ loração.tá em ~1&~aclEs! contatc) (::01"1)t!IUa i:erra natal" Carl'"Cgllc-a para !:lc:m "1 on9E'! Erlchcfldo"'!SE (:Ie !~E~lS coragem. Para situar me~ lhor o processo de editoração... etc. SE deixa lan~a Emp1ll1ha laflçam brasa os comt)ate" !-lefestIJ.lsas lJ2(::(fjcas.o industrial é a fase de composição. e i.árj() ql. Sol. I)clnéter E tr&ml.:~ ~ ~ " dpusc!.~:\n'cD i·:~. jornais.larlCI(:l es. No entanto.petácul(). revistas. e o pós-industrial diz respeito a todos os aspectos relacionados à comercialização do livro. Apef)a!~ ~ mar·as.exercidas por um editor ou sob sua supervisão .(dOI1.alta p de sobre ~ (J gigante IJm pa{s ~l ~J Ir I'· ~:t. para o propósito deste livro.l!~ do dos Plechas SEI. AtCI12. entretanto. ou seja.. O préindustrial consiste na busca. discos.leH0ra(:les golpes fo~t: {ssimos lhcs com d& sua ~lnlgolpe miselriCÓI~dia~ clesfere . ac) ~:\ b~:\t<:\". o industrial e o pós-industrial. voltam ~loi~~. .\. O que nos interessa. costuma-se dividi-Io em três momentos: o pré-industrial. F'OI~ S~la 'cerr(vcl €!. fixando-se na preparação e revisão do texto . como livros.E!~..~. 11~()SEriam suficlEnt~ SErES lmundo!:. as margenl ApoIo. impressão e acabamento.e~. CIEl1~. E surpr"csa alerta ger'aly l~var)ta'-~. Assustadas. PO~.!. fClridos.~~~__ ~_~_~D: MAtlUAl OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Cópia de computador Disquete Agora~ O~.Dy 1 ").clc·~.ustadoras t:ridclltC.l~ c[)ml~reer)clet~ld(:) e grita: s!~a crjatlll'"a r'EC~lpEr'a a!s flJrçaS DEIJrE~. filmes.ar ql.l'"::':"l._ .mC) IJ(Jr ~sscr à luta~ ele j!~30. contratação e nas adequa~ ções dos originais para publicação.. lança-os sobre ()s atacBlltes" mesmo se as ()s ~)aI1cadas dc)s deuses E lias N(:)entantc).

de textos legais. ou correções. mais estará habilitando-se a realizar um bom trabalho. sempre que for necessário. à composição ou à revisão. normalização. PROCE DE ------~-. e a revisão de provas se dá na fase industrial. é preciso que qualquer original seja submetido pelo menos a uma correção ortográfica e de sintaxe. mas ele pode e deve defender a integridade de seus escritos. p. a Em princípio. " Dependendo da "lente" de que o preparador possa lançar mão para examinar os originais. editores e demais profissionais envolvidos com o livro. ou padronização. nas datas. 125. etc. Malgrado todos os esforços. Mas. nos nomes de pessoas e de coisas. Seu texto sujeita-se aos padrões da editora. a mudança da forma de . para minimizar isso. definitivas. servem apendS de orientação à arte. depois de o texto ter sido composto e antes de ser impresso finalmente . ou seja. não há texto sem erros. Mas não é tudo. pois encontram aí um ponto de apoio que orienta e facilita o trabalho. a autor vivo é o árbitro por excelência das questões suscitadas em sua obra. E. a Faça à tinta. por exemplo. IWII••••• • . a texto começa a se revelar aos olhos do preparador e a lhe sugerir o que fazer para conquistá-Io. endá algumas recomendações.10 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO As atividades relativas à adequação do texto que dizem respeito à organização. Marcações a lápis não devem ser compostas ou digitadas.) profissional encarregado de executar essa adequação é chamado aqui genericamente de preparador de texto. Eventuais modificações são decididas pelo editor.se vive ou não. Com ela todos só têm a ganhar. Mas o preparador ainda tem de buscar informações complementares sobre o autor . Ganham autores. seu universo de atuação pode se tornar bem complexo. com legibilidade. de textos arcaicos cuia fidelidade ortográfica precise ser mantido. deve apresentar exatidão nas informações históricas ou factuais. Ganha o leitor. é a aplicação de normas lingüísticas e editoriais ao texto. seu estilo . desde os originais até o livro impresso. (A revisão de originais ocorre antes da composição. como. nos números. quanto mais respostas oferecer a essa complexidade de coisas. Ganha a própria publicação. que pode utilizar melhor a obra. tão. outros reconhecem a colaboração que se possa dar. o texto a editor faz a apresentação do texto ao preparador e lhe preparador. contando com uma apresentação racional e uniforme. Trabalhando com microcomputador. utilize o recurso conhecido como "marcas de revisão" para assinalar modificações provisórias no texto. Ao pé da letra. para em seguida delimitar ou estender seu campo de ação. parte para conhecê-Io melhor. normalização e revisão dos originais são chamadas de preparação. o emprego de um tempo verbal por outro. as emendas. - SG E RA I S RACÃO •. Estilo é a maneira peculiar de o autor exprimir seus pensamentos.v. o texto de autor já falecido é inalterável. É uma relação de namoro que principia.e discernir a natureza ou o tipo da publicação. bem como nas citações de qualquer tipo: de língua portuguesa ou estrangeira. Autores há que julgam seu texto perfeito e definitivo. São imprevisíveis os recursos de que ele pode se valer para conseguir efeitos expressivos.

Geralmente.e ler as acepções dos verbetes .e. Para tanto.. as figuras' de palavras e de construção. pontes. A pontuação correta das orações adjetivas. o infinitivo flexionado para ressaltar a pessoa sobre a ação. 75) e antes de etc. observe: porâneo da língua portuguesa. necessárias à construção de estradas" e que obra de arte é a "obra produzida segundo o conceito de arte. como a pontuação nas referências bibliográficas (p. Editorl]fão hoje. ed. denota antes de tudo clareza da mensagem. ) devem ter sua grafia uniformizada. 42). sem variação de forma. i. O revisor timidamente perguntava a ele. (p. p. mesmo que se trate de texto de natureza literária. Além dos assuntos próprios dos capítulos subseqüentes.. túneis. "peixe teleósteo. nas abreviaturas em geral (p. . etc. num mesmo contexto.I". desde Sagarana. este manual é um livro aberto. Então é preciso consultar os dicionários ... por exemplo. e daí para diante cada vez mais obsessivamente.. A Academia Brasileira de Letras mantém um banco de dados que fornece o significado dos vocábulos constantes no V olp. A liberdade do autor em romper padrões é praticamente ilimitada. não devem ser esquecidos os casos especiais aqui examinados. entre o mais que se fizer necessário. os textos eram respeitados passivamente pelo impressor tal como estavam.. 2. 119). Nem sempre. se esse z era assim mesmo (porque ele trocava s por z) ou se esse j por g deveria permanecer. nos diálogos (p. 1981. em Aluísio Magalhães et alii. da Academia Brasileira de Letras. especialmente a que é tida como de boa qualidade". viadutos.. Por exemplo. radioatividade e radiatividade . contacto e contato. 1 "Preparação de originais . Além da pontuação ordinária do texto. científicos e afins devem ser submetidos ao rigor da normalização e sofrer as alterações necessárias com vistas à coerência. da família dos serranídeos" e que senhor de engenho é o "proprietário de engenho de açúcar". mas isso não é motivo suficiente para que seu texto não seja revisado com rigor. 53. Formas optativas As palavras com mais de um registro lingüístico (por exemplo. no Volp os vocábulos obra-de-arte e senhor-de-engenho são consignados apenas com hifens. de Caldas Aulete. o Novo dicionário da língua portuguesa. restritivas e explicativas. e o Dicionário contem- A pontuação Conhecer análise sintática é fundamental para bem pontuar. basta conferir a grafia de palavras no Volp ou constatar o registro desta ou daquela forma nos dicionários. Qualquer mortal poderá ter acesso a esse banco pelo telefone (0121) 262-1313. muros de arrimo. percomorfo. mas não existem ali significados. É ilustrativa dessa atuação a seguinte passagem de Antônio Houaiss sobre um episódio da edição da obra de Guimarães Rosa: . Interferir nesses recursos sem perceber as intenções do autor é deturpar-lhe o escrito. clareza e correção da informação.12 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 1 - Procedimentos gerais de preparação 13 tratamento para indicar alteração de estados psicológicos de personagens.para saber que obra-de-arte é a "designação tradicional de estruturas tais como bueiros. 93). po- rém. Fundação Getúlio Vargas. Rio de Janeiro. que senhor-de-engenho é o mero. Os textos didáticos. de Aurélio Buarque de Holanda Ferreira. a concordância ideológica. A ortografia Os principais cânones ortográficos da língua portuguesa são o Vocabulário ortográfico da língua portuguesa (V 01 p ). às vezes. ele dava um sorrisinho e dizia: "Pode corrigir"!. etc. loiro e louro.

cada palavra tem um significado exclusivo. na verdade. as conjunções. se não tiverem a clara intenção de assim serem. que busca compreender os elementos determinantes da realidade social. Um texto crivado de palavras repetidas pode revelar pobreza de idéias ou de vocabulário. em linguagem coloquial. dar sentido duvidoso ou provocar fatos indesejáveis.. mas noutros casos constitui um vício de linguagem. o vocabulário de rua: "A Carbonell foi pro vinagre". etc. A consideração de meus amigos é importante para mim. E talvez com a mesma qualidade. como a ambigilidade. devemos apelar para os sinônimos. se. seu. em geral. técnicos ou científicos. que geralmente não permitem fugir a esse esquema. pois são elos básicos de estruturação da frase ou do pensamento linear. como as preposições. Ora. os verbos auxiliares. quando essas repetições se tornam gratuitas. Aqui a ambigüidade eu? está em saber quem chorava: ela ou Conjunções. o jeito é modificar a frase para conseguir nova expressão da mesma idéia. o eco. A mensagem publicitária. principalmente quando se tratar de textos didáticos. a cacofonia. pronomes e até preposições costumam também causar ambigüidades. "dar-se mal" ou coisa do gênero. Cuidado com pequenas palavras como que. por sua vez. Quem busca compreender os elementos deter~inantes da realidade social: Aluísio ou sua obra? A ambigüidade produzida pelo que pode ser desfeita pela substituição deste pronome por o qual. a indústria queria dizer exatamente o contrário: além de fabricar azeite. Por isso. mas. Ambigüidade ou anfibologia Ambigilidade é uma figura de linguagem que ocorre sempre que uma construção sintática apresentar mais de um sentido. ir pro vinagre pode significar "morrer". a ambigüidade deve ser evitada. Em princípio. a qual. emprestam sentido obscuro à frase: A preocupação social está presente na obra de Aluísio Azevedo. Há também casos em que a repetição de palavras é necessária para a clareza do enunciado. às vezes. próprio. partículas que. A frase leva a três interpretações: "João e José foram prejudicados". conforme o caso. As ambigüidades e outros vícios de linguagem Palavras ou expressões empregadas irrefletidamente ou mal colocadas podem obscurecer a frase. Em textos literários. mim" ou "Ser considerado pelos amigos é importante pa- ra mim. Há palavras. Vejamos alguns exemplos: Encontrei-a chorando. " João e José prejudicaram-se. E desta forma a mensagem foi recebida. Mas. pode funcionar como recurso estilístico. lança mão amiúde da ambigüidade como recurso eficaz. que causa impacto. essas construções devem ser evitadas. Há vários anos. passou a produzir vinagre. de. Mas. "João e José se prejudicaram a si mesmos" ou "João e José prejudicaram-se um ao outro"? . etc. um fabricante de azeite de oliva anunciou em grandes cartazes O que é importante? Que eu considere os amigos ou que os amigos me considerem? A clareza da frase pode ser dada por uma destas construções: "Considerar os amigos é importante para .14 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 1 - Procedimentos gerais de preparação 15 e as repetições de palavras Um bom texto prima-se pela precisão vocabular. Não havendo sinônimos perfeitos.

.e.16 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 1 - Procedimentos gerais de preparação 17 Maria disse a Antônio que não trouxera o seu livro.nunca gasta . o Eco Consiste o eco no emprego de palavras com a mesma terminação ou com o mesmo som final próximas umas das outras. para o devido esclarecimento.ela tinha .ela trina . Regência A regência. monotonamente. basta substituir "o seu livro" po~ "o livro dele" ou "o livro dela". Um problema quase sempre existente a respeito é a flexão (ou não) da forma verbal acompanhada da partícula se. Concordância Cumprir os princípios gramaticais de concordância (verbalou nominal) é básico para a clareza do texto. principalmente a verbal. junta-se a terminação apenas ao último deles: O outro respondeu. i..envie-me já . mas deve ser evitado na prosa não-ficcional: Então a recessão é a solução para combater a inflação? Mas aqui o verbo tem substantivo no plural. porque o sujeito é uma oração (= qUaIS medidas seriam tomadas). como sempre.) Colocação pronominal No entanto.ete. Nesse caso. costuma trazer muitas dúvidas. /ongamente. resultante da junção das sílabas finais de uma palavra com as sílabas iniciais de outra. Neste caso. Basta evitar aqueles que produzam realmente sentidos obscenos ou ridículos . do som agradável ao ouvido. de Adriano publicado pela Ática. Novas lições de análise sintática. Não se estabeleceram as medidas que seriam tomadas.fé demais . verbo não se flexiona. Vamos apenas comparar dois exemplos com essa partícula: Não se estabeleceu quais medidas seriam tomadas. de Celso Pedra Luft. É bem verdade que às vezes o escrúpulo com os cacófatos se torna exagerado. meu (Eça de Queirós.uma minha .Quando dois ou mais advérbios em -mente modificam a mesma palavra. Eis alguns exemplos de junções de palavras consideradas cacófatos: Acerca dela . é importante saber que à acepção que se quer corresponde uma regência correta. porque o sujeito é um "as medidas". que às vezes se afastam das normas da gramática portuguesa. O Dicionário prático de regência verbal. é recomendável seguir os padrões da norma culta do Brasil..boom da ..a sensibilidade é sua. constitui não só uma boa fonte de consulta para resolver essas dificuldades como também um registro atualizado da língua. vaga e maquinalmente: senhor.por cada . publicado pela Ática.nosso hino .mesma mão . conserva-se a terminação nos advérbios e omite-se a conjunção e: O mar chora. eco nas terminações em -mente . Cacofonia É o som desagradável. Uma consulta às da Gama Kury. ou palavra obscena. Funciona como recurso estilístico na poesia. livro solução para elucidar de ser flexionado.) Embora a colocação pronominal esteja muito em função da eufonia. é verdade . pode ser uma boa outros casos.mesma maneira . (Augusto Frederico Schmidt. para realçar a circunstância. É o verdade.

que seja necessária uma nova enumeração de coisas.G\EiN S D OT •• OII!. tais como desenhos. se um mapa. Após efetuarem-se as modificações necessárias. for a primeira ilustração. qualquer alteração comprometa a uniformização existente. com exceção apenas das tabelas. organogramas. sem classificá -Ias.verificação da seqüência do texto. 127) e nas batidas de parágrafos . não só de obras coletivas e de referência mas também de obras individuais. um quadro comparativo. p. quadros. uma fotografia poderá ser a figura 3. e assim por diante. Classificacão~ Podemos organizar as ilustrações de três maneiras básicas: agrupando todas elas sob a denominação de figuras. Idêntico procedimento deve ter também o revisor impedindo o fato desagradável de uma ou mais linhas seguidas da composição começarem ou terminarem com as mesmas palavras. a) Uma só numeração ao longo do livro . fotografias. por exemplo. diagramas.~ MiM __ •• EX T O Ilustrações Ilustrações são quaisquer imagens ou figuras que acompanham o texto. 1.18 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO A abertura de parágrafos Prevenindo-se contra os saltos na composição (v. 37) composta de dois indicativos. A coerência A utilização sistemática de um mesmo critério para um mesmo tipo de caso é fundamental à unidade. enfim. Novas edições Os originais de obras reformuladas devem ser preparados e revisados na íntegra. mapas. será a figura 2. Ilustrações como figuras Chamando genericamente de figuras quaisquer ilustrações. podemos apresentá-Ias de duas formas: classificadas por uma só numeração consecutiva ao longo do livro ou por uma numeração progressiva (v.Estabelecendo uma numeração única para todas as ilustrações do começo ao fim do livro. ou simplesmente inserindo-as no texto. faça-a preceder da indicação Figura ou Fig. todo o livro deve ser vistoriado no sentido de preservar sua inteireza e ser preparado como se fosse original inédito. quando isso é feito pelas primeiras palavras de cada parágrafo -. É possível que num ponto qualquer haja remissão a alguma parte suprimida. esquemas. separando-as de acordo com o tipo de cada uma. ele será a figura 1. etc. - . ~'~_·oI·~. que. à organicidade. é recomendável que os parágrafos seqüenciais não se iniciem com as mesmas palavras. p. se for a segunda ilustração. bastando para isso pedir para recorrer o texto."_I 2 AS I M Â. Antes de enunciar a legenda em si.

Por exemplo.20 ________________________ O~_R~~_ArJUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO L::__ ~s_im-"-gensd"_ text~ " _ 21 conforme o que se queira adotar como padrão -. o pensamento chinês defende a natureza delica da realidade. todas as fotos podem ser numeradas independentemente das outras ilustrações (por uma só numeração ao longo do livro ou por numeração progressiva. intuitivo. Assim. na dose certa. 7. ou bonito ou feio.são internacionalmente conhecidos como "tigres asiáticos". com a busca do equilíbrio nesse meio termo. para que não ocorra um mesmo número para mais de uma ilustração. Assim. proporciona maior liberdade na distribuição dos elementos gráficos na página. do Terceiro Mundo. ao contrário. Taiwan (ou Formosa) e Hong Kong . são colocadas nas do assunto a que se referem.neste caso. Ilustrações especificadas pelo tipo As ilustrações também podem ser classificadas de acordo com o tipo de cada uma.3.2. Isto se deve à grande prosperidade econômica . por exemplo. o que importa é a busca do equilíbrio. 170. Este procedimento. expansivo.Neste caso o que teremos de fato são várias numerações consecutivas que se reiniciam a cada novo capítulo. o chinês comum é extremamente curioso. o chinês não só aceita acontecimentos aparentemente tão diferentes como participa deles: a implantação do socialismo. O que diferencia este procedimento do anterior é o fato de que aqui cada tipo de ilustração ganha uma numeração própria. 7. São Paulo. como no pensamento ocidental.n: 7. para se 4. IlustmiãcJ_c~I"~cadana _~eqüência no texto. as épocas de predominância do Yang e aquelas em que o Yin predomina. e a nova política de abertura para o capitalismo. basta mencionar a sua classificação . com as mais elevadas taxas de crescimento do mundo. é recomendável colocar antes do número de cada ilustração o número do capítulo correspondente seguido de ponto.que alcançaram nas últimas décadas. ambos têm a vantagem de que. Reproduzida Geografia crítica.n ou Fig. as coisas e as próprias pessoas são tudo isso ao mesmo tempo. devendo conviver com esses opostos e buscar a harmonia dos contrários. pois dá mais autonomia à figura em relação à continuidade do texto. José William & VLACH. complexo. No pensamento chinês. mapa 8.Vânia Rúbia Farias. as ilustrações podem o texto integrando-se a ele como um seguimento suplementá-Io . as quais à primeira vista poderão parecer incompreensÍveis para o pensamento ocidental. que é o lado escuro e que simboliza o intelecto feminino. racional.sobretudo industrial . do número seqüencial de cada uma.1. Ática. ou certo ou errado. ou masculino ou feminino. ou uno ou múltiplo. o rompimento com a União Soviética depois de seguir sua orientação econômica. Além disso. de: VESENTINI. bem como o anterior. tudo tem o seu lugar no momento certo. da mesma forma que os gráficos e tudo o maiS. É provável que novas mudanças ocorram nesse país nas próximas décadas. 4. por exemplo. ou se é bom ou mau. 7. ou doente ou são.1. 2. na história recent'e da China. ou ativo ou passivo. Coréia do Sul. Para ele não existe algo radicalmente mau nem bom. conforme o exposto acima). todas as ilustrações do capítulo 7 são enunciadas por Figura 7. faz com que os chineses aceitem c participem de freqüentes mudanças. 23: Mapa do tesouro b) Numeração progressiva composta de dois indicativos . Existe até um diagrama chinês antigo. que é o lado claro e que representa o intelecto masculino.figura 13. aberto a novas idéias e experiências. Entretanto. quadro 5. geografia v. Assim: seguida referir no texto a uma determinada imagem. um muçulmano e cristão (embora talvez um pouco menos). p. Ilustrações Inseridas complementar seu ou apenas proximidades sem classificação sem nenhuma classificação. valem as mesmas orientações do item acima. contemplativo. e o Yin. 1991. que procura simbolizar esse ensi~ namento básico da seguinte forma: mcntod~ equilíbrio desses contrários -. t não a eliminação de um lado. aparentemente rad·icais. todos os mapas podem ter uma numeração exclusiva. ou claro ou escuro. ou seja. 3. A natureza. . Isso explica por que. T'aichi T'u ou Diagrama do Supremo Fundamental Os "tigres asiáticos" Esse diagrama representa a harmonia dos opostos: o Yang. Fig. a Revolução Cultural e o isolamento do país.cidade localizada em território chinês e sob a administração colonial da GrãBretanha . De resto.

Camera Presa London/ Keystone 2.:! •.2 Marisa carrião/ Wagner Angular Avancini/Angular Carol Val/lkso começa a se tornar comum na China: cartaz de publicidade de 14.foto 8. Podem ser elaborados originais independentes para cada tipo de ocorrência. Em qualquer uma dessas situações..2 .foto 8. mencione sempre o número da lauda em que deve entrar o crédito fazendo-o acompanhar-se do número da figura. Uma laudo do original de legendas de fotos •.•••. Kenneth Garrett/Keystone 193 .• '0.. ~ " Y.-~ 194 .1 eletrônica na Coréia do Sul Gail1ard/Gamma 15.1 mineral a céu aberto na União Soviética.•••••••.e.2 Marcos Guião/Angular foi importada da Alemanha.5 9. A esoava- Tsuneo Nakamura/Volvox carvao 10. com uma listagem de todos esses itens ordenados segundo a seqüência do texto. .1 1.• 'o·~ •. Num país onde há pouca preocupaçao 3.2 Thierry Champion/Gamma/Sigla a fabricação de automóveis particulares. Drechster-Angular Angular 1.--de montagem de uma fábrica de automóveis na União Soviética Manoel Novaes 11.. destinado principalmentea turistas.•..4 Iolanda Huzak de crédito ooidental. um para as legendas e outro para as fontes ou os créditos.2 FOTEX/R.1 Copyright Agence vu Bernaro Descamps/ Angular nas cidades chinesas. a bicicleta é Gamma comum.22 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 2 - As imagens do texto 23 Originais de legendas e créditos Uma lauda do original de créditos de fotos Quando não forem apresentados com os originais do texto. É tambérn possível apresentar um original único.• ! 1.3) --~------.. 15. os originais de legendas e créditos devem ser feitos à parte.3 Kevin Schreiber -. Ruy Teixa1ra/Angular _..4 14.1 9. i.foto 9.1 11.2 Gamma ••• ) .2 10.

.." J. vias diri!"em-se de aos portos eoonomias Por isso de africanas as ferroO exportação.. os Ele Durban Johannesbur. ! n......" •••••••••••• . Geo«rafia Ilustrada. _----_.. sistema transportes reflete... " ! ...•.•... Abril Cultural. o ...•.•. Fonte. na África Indígenas de Madagsscar ... ti T .. ferrovias países Kinshasa Lobi to ..e vaI tada para o 1"""""" PAM~ iWJ-~\ P. Essa relação pode ser feita nos próprios originais de legendas.. MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO As imagens do texto . Aspecto do cerrado com elementos de sua feuna... portanto.." •••••• " : •••••••• r •. Lubumbashi Dar-es-SaIaam Nairóbi Adio-Abeba Djibuti f9i pensado para unir as ao mercado iaternaoia.• ! " Ferrov~ 'as !. . que foi linhas a rede o traçado projetado de um férreas africana das de transObserve. Peyre/Gamma/Sicla Ferrovias na África ÁSIA Cairo Moçambique Antananarivo OCEANO ATLANTICO OCEANO PAclFICO Sene«al Níger Uban(ui Nilo Con~o Kasai Túnis Argel Casablanca Dacar Bellaco Conscri Abidjã Lagos Brazzaville OCC=Ã:I'lC AT/...•. _~-~ .al.=IJ !.. ".•.•.-~~~-~~~--~- . uma eoonomia dependente exterior.ÂNTlc. r y .o Harare para mesmo ou as re«iões y ..o ~ ~ PriBcipais no Veja não mapa...• ....... no continente africano .." ~ ! .. ! o· •••• ._-'"~- 25 Na apresentação de originais de mapas....' ---... p. .. Eo. 1632.. 'll~~. Por exemplo: ºriginal de um mapa Um original de legendas e créditos em que aparecem relacionados os nomes e textos do map~ 1tlrnilê$E'UlP titulo GEOGRAFIA CRiTICA 4 ROTEIRO DE IMAGENS n' Ititulo _ ••••••••••••••...24 ~ o LIVRO:. GEOGRAFIA 0 •••••• CRiTICA - 4 - MAPAS ! . ~~ _~. portes. *"""'1 ~\t ~ ..•.... CR. . o· "..•.... 0. y •. Cidade Port do Cabo Elizabeth principais unir país.. relacione à parte todos os nomes e textos para facilitar a composição....•.u-~~ ...

1 26 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO L:-~m~~s do texto __ 27 Localizacão # dos créditos Créditos no verso do frontispício Conforme o espaço disponível ou a ênfase que se queira dar.cú "Clh! ~ ~ d1r ~ &jdl" fww. ~. dtr f"C'.al!c&nçaabdÍdM4 "J7U.ue ~e ~cmn~.A.y q. .o- ~ c:W ~:na~ch~'fM4a~oáde ~ de ~ a&. Português em sala de aula. Reproduzido de: JUNQUEIRA. amfr. ~ 'fP' /.l4OWIM • ~~. São Paulo. m. Atica.or . : OA.:.amiJ..e cá tVnff fWU1.wm ~ ~ div'w.o:Wm 7u"m &vw. os créditos e/ou as fontes das ilustrações podem localizar-se: a) no frontispício ou no verso do frontispício: Créditos no fronti!píc:jc.xn~ •~ ~-=n é'wz. Frelncisco M.C.~ . Uram composição: Catanna Horibe. 7Ur =. e -rp. P.&m F~f"9U-- • ~h~ :. . . de Aua. rrw é:IJMM..mM=~9"'-eAe C<mZ a ~ Ad:t~ ni1. da ~ &ndé ~.etvrw. Ática. ~. mJY2fL ..fMnU:m ~ -n(Ur..whe coi1a4 tr ~ 7TIVYmff e ~ dia-a-dia. 1988.J. A1e~. CEP teleg 0\507 "Bomlivro" .a ~ .Ó.4ell4 ~ a.iMnJúy "acvw. fJO'1- ~. Nelson S.0epo?1. .U. São Paulo.: Caixa Todos Átiea pABX Postal S.7?UlffZCÚ).. 7° série.. võm:a4 coida<.. • ?7?a. Sônia. m·9322 g6S6· SãoPau\o os direlto.wrn € ~ é?wztr ~ "QA! r:Iue cI!aiiY!" .7. ~ di.. • a&mo.:vw-.WVQ ~ ntY f:vr .téJz. e ea ~ 1988 f.~ e.4 Pesquisa: Luiz Lopes de Souza Composição e montagem: Diarte composição e arte gráfica S/C Ltda.e' '?7Ud!ir ~ e ~e e amzpte=.I1t. ~ 'P" aomiWmz do. 2. (i. e ~ '1W' de e a&unb1. de .. eJ.~.&m 1X.p "aeh "1"l/..&w-. Frei Caneca e a resistência pernambucana.d. ~ .R/JU>.. f=W.wn 'f'd ~ . 1991.dltoril Te!. .wm Ai. coordenação geral: Nelson S. Urata coordenação de arte: Silvio Vivian ff eu. p. M'~ ~ .9:!if ~ F m. . eU ~ &.Mti ff fX':'W- a{ =n '//&d. &m.tMnffeut ".:O.mde. " (j)~ ~. reservados Reproduzido de: TEIXEIRA. \ \0 End.e nãfr? .vJn Rua Barão de 19uape. ae.<.do.cüd/.etI&t.~.:xn c:a.

on.28 o LIVRO: MANUAL OEPREPARAÇÃO E REVISÃ~ 2 - As imagens do lexl"-- __ .iaunl. 2. _ dólares por gU:ldli~. PÁGINA 46 Fl'(ml~ e Enw_\! Quadrinhos: Mariniello. PÁGINA 15 Cilmpelldiurn. então. Garfidd IIom"!Tl Ca/{/in.fil. p. Ática. Homem de Meio & Troi" D('~enh(. cidade.'ptado) 'j'roia PÁGINA 49 &. PÁGINA 63 FernandoGonsalcs. A J.. PÁGINA 114 Dl'~erlh<)s: Si/bol/c/lcs.:::~. Troia QlIadrinh<.: de Meio PÁGINA 66 De~enho Santa na capa R()~a da edição de 1')')2 EljA. Garficld ('. tuição que I tinção do ri único e a ir: democracia i I c) no final do livro. Aslel'i:x Troia PÁGINA 20 Desenho: Qu"drinhos: Urasihiniól PÁGINA Hmú'('('po".: IlolDt'm s. Troia Ar!.lA(ad:. Uma rd PÁGINA 25 EUA (adaptado) sem identificação Troia PÁGINA 65 Homem de Mclo & Troia Quadrinhos:JimDavis. . Jarln'. PÁGINA 22 Quadrinhos: Quina. Homem Ma/a/da Silhuuelles.:Cann de Mclo Erkkson(fragmento) de Mdo & PÁGINA 55 Foto: liomem de Meio & Troia desenho" 109 Davis.~()cia<.Anunciante: de moS(:a: Dcddização Agencia Emops Descnhollacapa:janv:mWijngaarden PÁGINA 70 Quadrinho: A halada PÁGINA 74 Scliar.' Mt'!o & Trob PÁGINA PÁGINA com ktr:lS: Homem de Mdo Desenhos: PÁGINA PÁGINA Paulo) Anúnóo PÁGINA Quadrinhos: Cmum. Stahd Davis. dos paises do: procurando I consolidaçã! negras da f que continu. Reproduzido História moderna e contemporânea..r1". Moçaml doações que ZaJl da fome. de eom 64 de Mc10 & Troia e Jn.'nilos: PÁGINA 94 & Troia Anllll<'io: Agi"rl<ü W'/II.. Analista organizaçõel QUildrinho: Eduardo Desenhos: Desenho autoria Foto: Homem !lomem 113 de Jl. PÁGINA 75 Erickson regime cana às do aparl sanções principais fontes i que.'t:. 29 b) no local da própria imagem: um acordo de não-agressão com Pretória. Homl'm de Meio & Mulheres de Moçambique Anunciante.(. que traball A medi! PÁGINA 28 II detenho Saga Gravura: Quadrinhos: will Eisncr....:. São Paulo.Maria Helena Valente. Ática.~em identinc:Ição PÁGINA 129 Detenhos: PÁGINA Anúncjo~: Homem 130 Agência McCann do Mar Slli}iadn de Mdo & Troia PÁGINA 29 Cafdn. Ml'M/(:aS'·liJrCIllGld('desenh"deJ EUA C"laptado) Car10s dl' Mel" '!'mia Agêntia 11 Eml1ratllr(rr:rl'"wnto) PÁGINA 39 lkscnhu. Desenho: Desenhos: Silhouetles../Harl/:hele Homem d..nilm:.'il'co C"P.'io. . PÁGINA de Meio & Tro.. EUA (adaptado).l: Alq' PÁGINA 96 Quadrinho: PÁGINA Quadrinhos. .1 Sul. reforçar a aliança com os paises de governo negro que cercam a do. como neste exemplo: PÁGINA 10 fksenito. T3 Homem 14 S(J dá! quando de Mc10 eu I"e-l/'iro Quadrinho: PÁGINA4S ]-h. . O presidente de Moçambique tentou.'nto) PÁGINA 99 &.- PÁGINA 41 Bolinha Foro: lkvi..ttmde e partes de Souza. Desenho PÁGINA Veríssimo de R'Vii: e Placa: Capa. Isso po' ros da Renl por Pretór' ganhando . 115 ComjJf.jo japonês Qu"drinho: (adaptado) Hevi~l:l Olímpka do Canadá Símbolos de animais: zoológico PÁGINA Quadrinhos. Troia PÁGINA 108 PÁGINA 21 Anúncio: Agência Homem M.) Corto Ma/It's('.lIerreiro eu respiro PÁGINA 85 Si! dói (fUimdo Anúncio: PÁGINA Agênci:< 134 Almap Salles CcHtaz: Ag0nd" PÁGINA 136 __~~10/~~~~_ ano. PÁGINA 51 Notici. p. 1992.. PiLlure~ Ceholinha CarLlZ: .':lO l)J'Z. Agl'nciaSalles/Inter-AmClicana HOJl\em de Mdo &. H:ília PÁGINA AlllHlr-iO: PÁGINA 105 Agc'"<:ia 106 Homl'm 107 G!:lll<'O.I riar de Moi çando constl bar o gover: Em novell aprovada u.rtaze~: Notícia: Homem Homem de Mdo de Meio C"mic &. 103 104 FlIAtuhptado) mil Walerson.o. Reproduzido de: FARACO& MouRA. & ElTA(adapl:u!o) Mendes de autoria de dólares e um 220 66"70 complet pela decisão roml ca do Sul de ren canos carvão. O.!.. de Meio &'l'roia PÁGINA 48 C. nllma visita a Washington em 1985. Troia I'bca lê desenho Silhml('lI('s. PÁGINA 93 lk~"nil. lt. Sl/bouetle:. que era da I I PÁGINA 32 Quadrinhos: PÁGINA TItulo do Maurício 34 filme: Univer~al Capa: Fugl'nioKirsch PÁGINA 78 Título de novela: Rede Gloho Qu«drinhos: jim PÁGINA 133 Lage..lriniJw.EI.]im Etiqueta pAGINA Sirnt:>ohs "desiva: 17 atual: 16 Agênd:' Opus PÁGINA 47 & Múltipl" Revista &. AryNormanha PÁGINA 79 Anúncio: Quadrinho: PÁGINA Agência Caul"s.il f{evist" (il'raldiü" 12 PÁGINA 42 fk~cnh()s PÁGINA 95 ()u.: Homem de Mc10 2 das "Terceiro mal & Troia Desenhos: PAGINA EUA (adaptado) Luís l'emando Vasques.'pl<u].Alceu Luiz & SENISE.'ii/b(Jur-'t/"'--.ara. São Paulo.llia Fot"" lksenho: Ilomelll 100 d. 1992. AlJo/m·nhas da Cosi. Livro: Capa HOllwm de Meio U..lo Bethencourt Homelll Mlran klr".. Oavis. .. Revista Circo(ad.lgmento) Roy Lichtcnstcin Bill WateR. Cartaz.a MIl/afda EUA (adaptado) PÁGINA 53 Quadrinhos: (. Eugênio Kirsch Hugo l'rdtt. Gramática nova.. Artes Quino.klo & Troia cionais. MPM HOllWnJ do: Meio PÁGINA 38 & Troi" PÁGINA 87 Fotos: Homem 90 (I<" M<:Io & Troi:l de jaymc Agt'nda pAGINA Anúnci()~: Troia: PÁGINA & Agi::nda Arltlnci:llltl'.ao(i{oalltoria PÁGINA 98 Anunciante (fr"glllt.. Ik. SilhrJUdl<'. 373. !. Homem EUA (adaptado) de Mcla de Meio & Troia. ..) . Corto Ma/lese- Agi::ncia 127 (fr. 1-23 PÁGINA Desenhos: Revista pAGINA Anlin<.mdium. PÁGINA 59 Desenhos: '[roia QlIadri[]ho~: Jim pAGINA 110 llesenh" PÁGINA 111 07~OIl PÁGINA 23 I PÁGINA 24 & Traia. 311. PÁGINA (.'. qlle o desrespeitou permanentemente. o que lhe valeu um estremecimento de relações com Moscou.. Capas: c..lerá" I'l'adim Anúncio: sem ide[ltificu. ed. Desenhos: Coca·Cola & Troia PÁGINA 57 Anúncio.cinye PÁGINA 54 C"iagens: Horllcm lIderJ_o.. 86 Gar/idd & (. PÁGINA Cau!o~. de: PAZZINATO. 18 Quina. presiderl ra manter u. Sl'rgino de esportes: A.' Melo Des<. uma importante ajuda financeira para enfrentar seus problemas econômicos. Ram.\. SI/houe/les...UiSCl"j(('vista(.'" Thaves. o regime ra.arfiuld EITA (adaplado) PÁGINA 26 c Duicatllr.

151 2.048 1.661 1.9_.904 1.9 31. observe as recomendações se- Numeracão " As tabelas devem ter numeração própria e independente da de outras ilustrações._ --~.792 --_..---_ .561 2.173 0. Ivani.230.1 13.596 1. para indicar que não se dispôs do dado.204 1. _-------.337 exportação-importação o de 0. p.037 1.14 0.-----.3 4.--~----Imo 0.167 1. Editoração científica.34) 1'2~ _.900 1.624 0.626 __ o O (zero).374 1.8 51.4 22.128 0.496 0.4 11.370 1.195 0.9 15.972 1. 1981.2 0..259 7. TABELA 10 "----------------.609 __o.1 0.SI6 1.1 31.2 15.004 1.~ -.0 4. Afora isso.328 _'0--Rio1. indicando valores nulos.4~1 I.473 0.7 8. 1981.7 100.9 6.688 1.663 PUJlllmbuco Mllranhiío Pnlllbll llrll.309 1.256 0. São Paulo..837 1.767 1.2 0. Atica.. Os quadros "são elementos copiados e não construídos estatisticamente" 1._-.12 1.--_-~-.034 422 16 13 10-12 24 15 25 7-vezes18 28 -.384 1.600 1.402 Jandro 2.0 2.8 0.063 1.193 ___ 1.179 1.614 1.462 0.206 1. -. Desnutrição e aprendizagem..------------.6.005 1. c) _ .0 17.139 1. Não se deve confundir tabela com quadro.7 2. Na preparação guintes..246 0.406 1.693 1.012 0.5 2. e . Esta tabela apresenta duas convenções: .0 8. Reprodl!zida de: DANTAs.607 1..407 0.502 1.180 1. O Brasil no comércio colonial. para exprimir arredondamento dade ou valor numérico desprezível.066 Rahla 0.643 1..177 l.Tabelas As tabelas são registros de cálculos feitos previamente e de seus respectivos resultados. Ática.30 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO As imagens do texto 31 . de acordo com o número de vezes que a mãe engravidou a 61.134 0.850 0.223 1.191 0. das tabelas. 1.~.8 6.81(i 0. podem ser numeradas da mesma forma que estas.7 11.145 1.7 8.". de A._---_.186 2.8 24.165 1. para indicar que o valor do dado é nulo.101 0.998 1.014 1. de fração da uni- b) .628 1. p. Ática.807__ ~~O8 _---.796 __0.699 2.500 0.362o4.257 1.184 1. osé Jobson J São Paulo..480 1.1 92.i97 ___.4 --1....984 (1.d SlInl(lS o 1.340 19.003 1.367 0.3 2.0 8. li A média de vezes que a mãe engravidou é de 9.261 3.4 Total 100.6 28.Jovelina Paulo.2 .592 1.914 2.70. .2 13.8 17.741 1.820 2.2 325.?_8~ 1.946 0. São . 163. Inwces 1.1.944 1.8.57.018 1.3 19.301o p.680 2. p.943 2.750 0.9 N2 N1 Na 4.0 26.0 23.411 2.4 4.382 1. 1 KOTA1T.0 Estimulação cognitiva Grupos TOTAL Recreação % Reproduzida de: ARRuDA.2. .880 0.099 0. TABELA B-8 Distribuição percentual da amostra.(traço). 91: Brazil.081 1. 63.7 20.775 2.794 1.1 13.2 8. Convencões " As casas vazias das tabelas devem ser preenchidas com uma das seguintes convenções: a) (traço).045 1.1l C. Notas As notas de tabelas devem ser chamadas por letras minúsculas e localizadas no rodapé da própria tabela._.rn 1.342 2.• QJzeroll~J~:snum~ri5~_s_d_esE ~z_íveis.566 1.27 19 21 30 1% de u N1 Número de 53. 1980.549 1.958 3.351 1.521 1. (reticências).

Atica. Pode-se. no final teriamos dele uma visão muito pobre. todavia. localilado na América. por exemplo) encaixar-se tanto no Segundo co1110 no Terceiro Mundo. as transformações que ocorrem na realidade social são mais rápidas e mais imprevisíveis que as modificações naturais. se fizéssemos isso. Mas isso não significa que devemos deixar de lado os estudos e as classificações da realidade social só porque ela é dinâmica e com transformações rápidas. a antiga a antiga Worlddevelopment report. fugir a essa regra básica valendo-se de recursos gráficos . mostrando como a real idamundo com base nas características da sociedade sempre é mais problemática do que uma compartimentação com base em elementos físicos ~ em continentes ou em climas. socialismo e subdesenvolvimento. 14 UNIDADE I • GEOGRAFIA POLlTICA DO MUNDO ATUAl CAPíTULO 1 • A GEOGRAFIA E Reproduzido de: V~SENTINI.que possam indicar a continuação da tabela. mais teórica do que concreta. ref. 21. Já quando se trata dos aspectos politico-econârnicos dos países. São Poulo.setas. por exemplo . o PROBLEMA DA REGIONALlZAÇÁO DO ESPAÇO MUNDIAL /Ullto: Banco Mundial. pois alguns de seus aspectos lembram bastante o Terceiro Mundo. José William. p. não podemos ter tal grau de certeza: as modificações aqui podem ser radicais e ocorrer de um dia para o outro. lá pelo ano 2050 contiIIlIará a ter seu território situado no mesmo continente. Como esses. temos de saber o significado das palavras capitalismo. mesmo que o cabeçalho seja repetido na página seguinte. Seria mais fácil estudar o mundo atual a partir dos tipos de climas ou dos continentes. e atual. Isso porque a realidade natural é menos dinâmica: um dado país encontra-se na América e não na Europa. 14-5. e isso não dá margem a nenhuma dúvida. Sociedade e espaço. 1991. É evidente que tal país pode até . " Para entender essa divisão do mundo em três partes. Uma classificação dos paises com base em aspecli- "mundos". 1992. já I hll:lulI1do IHluindo incluída na Europa Ocidental. um pouco esse estudo.32 ~ ~_~ __ _-º __ LIVRO: MANUAL OE PRiPARAÇÃO_E . pode acontecer lambém de um pais (como Cuba. nos próxÍmos capítulos iremos aprofundar. iremos estudar esses temas de maneira genérica. Alemanha Alemanha Oriental Oriental. exisI em muitos outros casos de países que são difíceis de serem enquadrados perfeitamenlc apenas num desses três conjuntos ou de seu espaço fisico. Nas linhas a seguir. não há dúvida nenhuma de que seu território atual continuará no mesmo continente. por exemplo. contudo.J\s imagens do texto 33 Fios Não feche com fio horizontal o pé de uma tabela que passa de uma página para outra. E podemos também afirmar sem problemas que um pais qualquer. entretanto. apesar de todas essas possibilidades (que dependem muito mais dos homens do que da natureza). Ademais.REVISÃO ~ -. Podemos afirmar com uma margem IIlÍnima de erro que as áreas que hoje têm l"lima tropical continuarão a tê-Io daqui a l:em anos. ed.

que trazem verbetes dispostos em ordem alfabética. Que 'o texto constitucional permanente é (com Arl. d) e) f) g) h) i) j) Divisões hierárquicas Capítulos. por uma parte agrupados 245 Tran- em 9 titulos) e por uma parte transitória sitórias. Subparágrafos. to e é precedido de um algarismo arábico. destinam-se à encadernação posterior em volumes. nos termos da lei. como bolas. As obras jurídicas. iniciativa popular.. Ática. embora algumas obras se identifiquem com formas preestabelecidas. como dicionários e enciclopédias. 135)separados. Nossa Constituição. c) os maiores de dezesseis e menores de dezoito anos. Números (cardinais e/ou ordinais). mediante: III III plebiscito: referendo. durante o pe- e vem precedida de uma letra Na organização de uma obra pode-se recorrer a vários tipos de seccionamento. -Cada artigo enuncia uma regra geral sobre determinaoo ~. com valor igual para todos. d~to €"'-uma tgIVé6mplemento tratado subdivisão pejo arde artlfJoalsubdivi- ou um pormenor tigo. em artigos. Isso pode ser feito pela numeração de parágrafos ou pela chamada numeração progressiva. o incisD ou de parágrafo garismo mmúscula. da par- caráter provisório podendo ser revogados § I' O alistamento eleitoral e o voo são: I . p. Seções. te notar posto artigos em títulos. alternativa editorial de publicação de uma obra extensa em cadernos (v. 14.. São Paulo. as divisões mais comuns são as hierárquicas e as numeradas. Além disso. b) Livr.. têm com lo Ato das DIsposições 70 artigos). Os fascículos. A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto. A ConstitUição de 1988 tem 315 artigos. § 2' Não podem alistar-se como eleitores os estrangeiros e. 1989. dividido em por sua veJ. Neste sistema. Letras ou alíneas .70. um trecho se subordina a outro dando a organicidade da obra por meio do seguinte seccionamento . sobretudo os textos de lei. para identificar partes menores. 11 para os maiores te permanente. que são agrupados ções e subseções.Cada tomo pode coincidir ou não com o volume.Subdivisões do tomo.embora nem todas as subdivisõesestejam necessariamente presentes: a) Tomos . travessões.. Cada artigo. Divisões numeradas Há obras que necessitam de um seccionamento marcado quase exclusivamente por números. de aJUgó'que O parágrafo contém uma facultativos para: exceção. Vinhetas e/ou entrelinhamentos maiores.As letras ou alíneas podem ocorrer antes dos números. etc. c) Partes .{KJlfé pará~~incisos éúÔÍa subdivisão _ ser subo e alínea§. romano. ba· stcamente. De resto. b) os maiores de setenta anos. Álvaro de.obrigatórios e dezoito anos. seguem padrões especiais. se com- CAPíTULO IV DOS DIREITOS poLtncos --- é importan- Unidades físicas Quanto ao seu aspecto material. reproduz-se o seccionamento na Constituição em vigor. capitulos. (No exemplo da página ao lado.3 .Seções do texto 35 3 SECÕES # D ~~cc:ionamento na Constituição brasil~ira TO Como está organizado o texto da Constituição? o texto constitucional é organizado. p. e. são de inciso e vem precedido~ e a alínea""éiJÕla a) os analfabetos. .) As obras literárias tanto podem ter seu plano desdobrado em divisões tituladas ou não tituladas como podem não apresentar nenhum seccionamento. Parágrafos. Reproduzido de: VITA.A subdivisão em partes pode ocorrer antes da subdivisão em livros. cujos dispositivos e vigência sem prejuízo limitada.?s . 1) Outras notações. o livro se apresenta em fascículos ou em volumes.

n.1.. 1. São Paulo. .Seções do texto LIVRO: MANUAl 111 I'IIII'AIIAÇÁO E REVI~ 37 Numeração de parágrafos Numeração progressiva Cada parágrafo sucessivo recebe um número Ilatural a partir de um (1.1. Reunamos todas as pessoas que dependem dest . portanto. para esta~ (§ 2231) 6~ias dissemos anteriormen pessoas. 1.1.1. As seções quinárias: 1.1.1. Albertino. .1. não dependem de especuladores. Recorre-se a letras e algarisllIos r()Jnanos para as subdivisões.1. José org.1.2.1. reunamos assim todas as pessoas que nem direta nem indiretamente se beneficiem com a especulação e que possuam rendimentos fixos.'~.e.3. os engenheiros.e.n.1. 3.2. ). 3.1.1. 1.n. 1. 1. e assim por diante.2.mácia ~ 1 j I L quaternária qumana As seções primárias equivalentes a capítulos são numeradas consecutivamente a partir de um (1..2.n.3. . ..3.. 1. Com o único intento de abandonar o incômodo uso de simples letras do alfabeto. . 5. ) seguidas de parênteses.n. Coloquemos juntas. ou que a empregaram em pensões vitalícias.1. b.3.5.3..2. 2. Consiste na identificação das seções por numerais colocados um ao lado do outro e separados por ponto. .1.2. mais de simples que obredeos possuidores ou menos o pou- da seção { 3..5 -+ dois doze cinco. 1984. 1..n.1 Seções secundária ~ .5.1. 2.3 . . ). ).1. Indicativo u~. ou quase fixos.2.3. Ática.2.~-~~ governo. . os notários. que a depositaram nas caixas de poupança.2. 2235. i.5. nos bancos.1.. 2.isto é.1. 109.1. n). aqueles que possuem como rendimentos títulos de Direito público.. atribuamos o nome de especuladores às pessoas da categoria (S).n. e de rentistas às pessoas da categoria (R). obrigações de sociedades.1. . ou outros títulos similares com renda fixa. 7. e que. Constituem seu indicativo: o indicativo da seção secundária e o número de seqüência desta nova subdivisão (1. O segundo. de qualquer modo. a) Caracterizar as alíneas. Podemos repetir. que chamaremos (R). a primeira subdivisão do capítulo. 2. f em crescer os rendimentos valendo-se engenhosamente das circunstA cias.:é. à seção secundária. se houver. i. os camponeses.3.n. Coloquemos em outra categoria.12.4.1.2. ~ terClana { pc. todas as pessoas que direta u indiretamente se utilizam da especulação e que.1. os advogados.1.~ co~/~. . que geralmente equivale ao capítulo. quando houver. 1.. . p. os simples possuidores de poupança.t~. A leitura dos indicativos é feita da seguinte forma: 1.1. a divisão maior. 2.2..n. As terciárias resultam da divisão das secundárias.n. 2.. 1.:. de diversos modos. 1.. pouco dependem das engenhosas combinações que podem ser imaginadas.. .c>~úmeroda página.1.. as pessoas cujos rendimentos são fixos ou quase fixos. 2. os erários e os empregados que tiram vantagem das operações ora m cionadas.. As seções quaternárias: 1. em suma...1.. 1. Comesse_tieo ~numerClsã~_a!remissões ao própri() texto tornam-se fáceis. 2.. O primeiro numeral do indicativo se refere à seção primária... . O conjunto numérico resultante da combinação desses numerais é chamado de indicativo da seção. os possuidores de casas e de terras onde não haja lugar para a especulação.n.2. As secundárias resultam da divisão das seções primárias.1. 7. Enfim.5. grosso modo. ~_~spensando~_in_dicaçã~d. Constituem seu indicativo: o indicativo da seção primária e o número de seqüência da segunda subdivisão (1. Pareto. . por letras minúsculas (a. os aposentados. 2. os operários.2.1.5.'p. finalmente: Reproduzido de: RODRIGUES. c. ou ao menos pouco variáveis. os empregados que dependem dessas pessoas ou que.1 -+ um um. Em tal categoria estarão. .. 1. Recomenda-se. com os stria e ao comércio.1.

com a cor y. importante. e assim por diante. seja artigo ou monografia. enquanto a obra literária deve impressionar. 4 ROTEIRO DO TRABALHO o roteiro de um trabalho científico. Editoração científica. Neste caso.1 Estrutura do documento 4. ou seja. a direção que o autor seguiu. todos os títulos de mesma cor serão compostos com o mesmo tipo e corpo. também. 35. Veja como fica isso na página reproduzida como exemplo de numeração progressIva. saber-se a quem é dirigido o documento. Uma descrição técnica deve esclarecer. ele é passível de correção em qualquer das etapas.ina que apresenta numeração progressiva. agradando. marcam-se todos os títulos de peso 1 (o título principal). Não é necessário separá-Io do título ou do texto por qualquer sinal de pontuação.apenas a primeira palavra com inicial maiúscula . E: 1) Convencionar um código de cores para marcação dos títulos e subtítulos.1 Nas monografias e teses. pode-se valer de tipos e corpos diferentes para estabelecer a hierarquia. Este sumário diretor facilita desenvolver o assunto sob uma linha de conduta perfeita das fases da pesquisa. Este procedimento é válido para a preparação feita em papel. Ivani. p. em vídeo.E\iISÃO 3 . todos os títulos de peso 2. Na preparação dos títulos. Apesar desse primeiro esboço ter certa coerência. s\)gere-se a seguinte disposição: a) Elementos preliminares aa) capas ab) folha ou página de rosto ac) dedicatória e/ou agradecimentos ad) listas de ilustrações ae) sumário b) Elementos do texto ba) introdução bb) discussão do assunto bc) conclusão/recomendações c) Elementos pós-liminares ca) anexos e/ou apêndices cb) referências bibliográficas cc) índices -.38 o LIVRO: MANU~~Il~PARAÇÃO_E . fazendo-o preceder o título ou a primeira palavra do texto (quando a seção não tiver título). basta o espaço. Atribuem-se a elas pesos hierárquicos específicos. tanto quanto possível. convencendo. . deve indicar metódica e detalhadamente. 2) Não usar ponto no final dos títulos e subtítulos. Com a cor x. c) Destacar o indicativo (em negrito ou itálico).R.1. os tópicos principais a serem abordados e discutidos no texto. 3) Alinhar à margem esquerda os títulos e subtítulos precedidos de numeração progressiva. pois. por exemplo. 4. GARCIA (1978). Reproduzido de: 1981. Com isso.--------'"---'"'KOTAIT. é conveniente: Pá9. Ática. basta colocar os títulos das seções primárias (capítulos) com todas as letras em maiúsculas e em negrito e todos os subtítulos (títulos das demais seções) em minúsculas .e em negrito.Seções do texto 39 b) Alinhar o indicativo à margem esquerda. São Paulo.

..) Uma questão de estilo direto. O uso das aspas fica restrito aos casos apontados adiante. observe as normalizações abaixo. É uma questão de estilo. o indireto e o indireto livre são estruturas narrativas que só têm a ver com a maneira de o autor caracterizar e apresentar suas personagens. chorando. ] Era um homem de respeito. (José Lins do Rego. senhor descobriu o meu número? (Paulo Mendes Campos. também deve ser destacada por travessão: FORMAS DO URSO . habilmente. minha senhora.) o discurso Emprego do travessão direto Destaca-se com travessão a fala do discurso direto - re- produção ao pé da letra das palavras de alguém. que visam principalmente à clareza do enunciado. disse ao dono da casa: "se não prenderam o meu tuim então por que comprou gaiola hoje?" O homem acabou confessando que tinha aparecido um periquitinho verde sim. de rabo curto. ela o faz também por discurso direto. (Rubem Braga.Mas como o . Note que. assinalado na escrita com aspas. senhor". que se interpõe na fala da personagem. a personagem é que fala e o travessão inicial caracteriza o discurso direto.) No exemplo anterior. com o Manuel Bacurau. no mesmo parágrafo e no final da oração do verbo diou continuação dele. não sabia que chamava tuim." Disse ao homem que não cantava desafio . perguntar. "Pois vamos ter um desafio. responder e sinônimos)... É 2) Para assinalar um discurso direto dentro de outro discurso direto: . . Começou a subir. . respondi..sentenciou o pai. Quando reproduz em seguida o seu diálogo com um segundo falante.Esse vai ser ministro . Um homem e tanto: "Ah! o senhor é o cantador Dioclécio?" "Sim. acrescentase mais um trav~ssão antes de retomar a fala da personagem: Eu não disse? .) o discurso Emprego das aspas Usam-se as aspas: 1) Para realçar a fala a que não se segue uma réplica: Foi lá. de barba grande.a oração que contém o verbo dicendi -. É desnecessário marcar com aspas aquilo que foi destacado por travessão. as duas personagens se expressam livremente. o narrador anuncia o falante. no exemplo. [.4 - Formas do discurso 41 Essa declaração do narrador . porém.Aqui é o ladrão. combinam essas estruturas. (Idem. sem a presença do narrado r para identificar suas falas. ele o faz utilizando os verbos dicendi (dizer. "sou eu mesmo". . (Carlos Drummond de Andrade. ocorrer novo enunciado - Se. Quando.O homem queria que eu fosse naquele dia para uma cantata na casa dele. No caso do discurso direto. cendi. logo que o garoto nasceu. Autores há que.) a senhora de quem roubaram a bolsa ontem? - Sim..festejou o pai.

reforçou Ângelo.:ào fala se fizer num momento que não haja pausa: da . . Eu não Se a oração do verbo dicendi for intercalada numa pausa que exija vírgula.. (Idem.Menino . intercalando a oração do verbo dicendi.Ela sorriu.Mas venha cá. terra da gente viver é lá (José Lins do Rego. nome do outro.Ora essa! Indústria ....Que revolução estúpida! sei como há gente . . .Vou receber aí uns 85 mil réis e então . sorrindo um sorriso de agradecimento..Feio? . (Idem. No segundo. (Idem. doutor. doutor .Indústria! Estava pesado. fazer a nossa casa lá. doutor.disse Helena ..Sei de uma gruta muito boa . sem identificar o falante. não encontrava argumentos.Venha cá .) .Sozinha? .. .Já vou! Com licença. (Idem. depois do terceiro travessão do período: . (Fernanda só mete Lopes de Almeida.) (Érico Veríssimo. No primeiro caso. . Podemos (Fernanda Lopes de Almeida. o narrador geralmente anuncia o falante. esta será colocada sempre no final da oração intercalada.) ..Deixaste comigo a melhor das recordações naquela nossa última noite. entre vírgulas: "Assim".42 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 4 Formas do discurso 43 MPORTANTE Nos casos de discurso direto assinalado com aspas..Estou pra entregar uma roupa a um freguês ..) A pontuação Observe nos exemplos abaixo a pontuação em estruturas narrativas com verbos dicendi intercalados: . Agora sei que o senhor é meu amigo.) A estrutura narrativa com verbo dicendi não deve ser confundida com uma outra estrutura semelhante. .. "não há cristão que agüente". tinha comido e bebido demais..Mordeu o charuto com raiva.Obrigada.) Não haverá pontuação alguma se obviamente a interrup<. dizia Maximina. (Érico Veríssimo.Indústria! .v . para as bandas do sul..acho que esse Tamanduá medo aos bobos.perguntou Soprinho..Estendeu-lhe a mão. Não lhe ocorreu o (Idem. .Você já reparou numa aranha fazendo teia? Uma teia de aranha é uma renda.disse Soprinho.) .) . murmurou Eugênio. . a oração intercalada com o verbo dicendi fica fora das aspas.. se compararmos os seguintes exemplos com os anteriores . A diferença entre essas estruturas pode ser mais facilmente percebida. . ele interrompe a fala da personagem para acrescentar uma ação ou uma circunstância qualquer.) .) .compare também o emprego de maiúsculas no início das orações intercaladas: .) ..dizia-lhe Dioclécio -.Pois eu . (José Lins do Rego. ..

que regulamentaram o assunto. Oriente Médio. o Grande. 1) No começo de períodos. 3) Nos topônimos e locativos.. " (Manuel Bandeira. península Ibérica. posto que tem sentidos". Ei-Ios: 2) Nos nomes de pessoas. Norte (designando regiões e não o ponto cardeal). Zona da Mata. a cidade de Ouro Preto. Ricardo Coração de leão. f) Nomes dinásticos: Os Braganças. a Dama de Ferro. lulu. rua Direita. Se a citação for feita por uma locução que se integra à frase sem o recurso de dois-pontos. dão hoje mostras de obsolescência. Emprega-se a letra inicial maiúscula nos topônimos e nos nomes de regiões em geral: Campinas. Sete-Dedos. quando a pontuação o permite: "Muito bom dia. Rui Barbosa. . com inicial maiúscula.. é que é preciso estabelecer alguns parâmetros para atenuar a disparidade de critérios. emprega-se a minúscula: Rousseau afirmou que "todo animal tem idéias. / Sabe dizer se é possível/algum trabalho encontrar?" (JoãoCabral de Meio Neto. a) Nomes e sobrenomes: Euclides da Cunha. vejo apenas uma máquina engenhosa.. se o nome próprio é que estiver no lugar de nome comum.5 - Iniciais maiúsculas 45 5 INICIAIS MAIÚSCULAS Desafio que haja alguém que saiba empregar as maiúsculas. como fez o alemão. trópico de Capricórnio. tomando o nome comum: A Águia de Haia. a) Período: Todos os acontecimentos . "~ c) Alcunhas e hipocorísticos (nomes familiares carinhosos): d) Antonomásticos (nomes comuns no lugar de nomes próprios ou vice-versa). Tristão de Ataíde. deve-se escrevê-Io com minúscula (v. escrevendo todos os substantivos. senhora. ANTÔNIO HOUAISS. Pedro. Mas. vale do Jequitinhonha. versos e citações diretas. que utilizam a letra minúscula no início do verso. 52): Um nero (= um homem cruel). próprios e comuns. A língua portuguesa não encontrou ainda uma fórmula para resolver definitivamente a dificuldade no emprego das maiúsculas. entretanto.. que a natureza dotou de sentidos" . Centro-Oeste. I :<!i b) Cognomes: . As "Instruções para a organização do vocabulário ortográfico da língua portuguesa" . tb. os Médicis. c) Citação direta: Disse Rousseau: "Em todo animal. b) Verso: "Estou farto do lirismo comedido / Do lirismo bem comportado .) Há poetas. e apesar do desafio lançado por Houaiss.) Nas locuções. Por isso. Emprego da maiúscula Emprega-se a letra inicial maiúscula principalmente: e) Pseudônimos: Marques Rebelo. p. o substantivo com minúscula: que designa a espécie é escrito A serra do Mar. / que nessa janela está.

1990. beta do Escorpião. a cidade (mas: cabo Frio. Trypanosoma eruzi. Rússia Emprega-se ainda a inicial maiúscula nos seguintes intitulativos: 1) Instituições e entidades culturais. o substantivo designativo da espécie deve ser escrito com maiúscula: Cabo Frio. Senado Federal. militares. que. lua cheia. Mas: a Terra gira em torno do Sol. 4) Nos astrônimos (nomes de constelações. Central. São Paulo.Os astrônimos são escritos com inicial maiúscula: árion. as luas de Júpiter. Lua. se integrar o nome oficial do topônimo.. a idade da Terra.46 o LIVRO: OEPHEPAFl1ICÃ~ REVISÃO 5 - Iniciais maiúsculas 47 Note-se. Em contextos isolados. se fizerem parte do nome oficial (ou consagrado). a ilha (mas: cabo Verde. Mas. Baixada Santista. políticas e profissionais e empresas: Escola de Comunicações e Artes. ed.O nome científico dos seres vivos é escrito com inicial maiúscula apenas no primeiro termo e toda a locução intitulativa deve ser grifada: Homo sapiens. a Cidade do Cabo. Cabo Verde. planetas) . Presidência da República. 39. viu a lua refletida no lago. quadros. África setentrional. "a terra girava indiferente aos sofrimentos dos homens" (Antônio Houaiss). porém. Editora Ática. p. etc. Planalto . o sol propicia a vida na terra. Maria Januária 19. Exército. estrelas. a chegada do homem à Lua. lua nova. a distância do Sol. antigo Egito. Aldebarã. Também não se escrevem com maiúsculas os vocábulos terra. acidente geográfico). acidente geográfico). européia. História antiga e medieval. Vilela. Sol. sol e lua ao trazerem conotações que não permitam dizer que esses nomes sejam nomes próprios (o que não acontece na linguagem científica nem na referência específica ao nome do astro): ao nascer do sol. Ministério da Economia. Saara Ocidental. Partido dos Trabalhadores. Ática. o designativo referido acima deve ser grafado sempre com inicial maiúscula: f I Entretanto não se usa a maiúscula nas designações do grego que acompanham os astrônimos: alfa do Cruzeiro do Sul. Marte. como mapas. a água cobre três quartos da terra. Associação Brasileira de Imprensa. 5) Na classificação científica . a luz da lua. Brasil colonial. o eclipse da Lua. esses adjuntos são escritos com letras iniciais maiúsculas: África Equatorial Francesa. Outros casos de emprego da maiúscula Reproduzido de: SANTOS. Escrevem-se com letras minúsculas os termos que se juntam aos topônimos para delimitá-los no tempo e no espaço: O alto Nilo. fases da lua.

48 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 5 - Iniciais maiúsculas 49 Convencionou-se empregar inicial maiúscula em denominações como Senado (por Senado Federal). grifando-se o nome todo: O pagador de promessa. a não ser o da maiúscula (nas p. Antiguidade. como no item 6. Supremo (por Supremo Tribunal Federal). Sete de Setembro. se a palavra assumir o valor de substantivo comum. o diamante Cruzeiro do Sul.No texto. Hégira. o exército de Aníbal. O fino· da bossa. grifando-se todo o nome do disco: O disco Compositores brasileiros em solo de piano foi premiado. sentido figurado é de rigor o emprego de minúscula: Vive-se naquela região em plena idade média. grifando-se todo o nome da obra: Os guerreiros. gilete (do nome comercial e antropônimo Gillette). EI Niiío. evite grafar. dispensam-se as aspas. Ocorrendo. por exemplo. I I I!l t Há obras que não possuem título e são conhecidas apenas por uma denominação que pode indicar uma ordem de classificação qualquer ou uma característica técnica. f . i I I f Na referência isolada que contenha todos os dados técnicos de identificação da obra. 6) Produtos industriais e marcas em geral . Seiscentos (o século XVII). não se emprega a inicial maiúscula: o senado de Roma. Jornal nacional. 2) Períodos e acontecimentos históricos: Paleozóico. XXIIICongresso de Cardiologia. Neste caso. Revolução Industrial. a Formiga. alegria". o Cadillae. "' li' -il. emprega-se a maiúscula inicial na primeira palavra do título (e naquelas que o exigirem por natureza). O arquiteto e o imperador da Assíria. a Razão. 9) Filmes. colocando o nome entre aspas: "Alegria. a seguir. porém. Estado Novo. o foguete espacial Challenger ou o prêmio "Jabuti" (evite grifo ou aspas). religiosas e tradiDia do Trabalho.Emprega-se a maiúscula na primeira palavra (e naquelas cuja natureza o exigir).Quando houver um nome dado pela tradição ou pelo próprio autor. etc. Legislativo (por Poder Legislativo). Renascença. 3) Festividades CIOnaiS: ou comemorações cívicas. é dispensável o uso de outros destaques gráficos. . Tanto neste caso. Mas é óbvio que. O grito do Ipiranga. Idade Média. Nova República. pois o uso da inicial maiúscula por si já é realce suficiente para valorizar o conteúdo semântico que se quer. entretanto. 5) Coisas e eventos nomeados individualmente: A locomotiva Baronesa. "Garota de Ipanema". usa-se a inicial minúscula na grafia da denominação: A sinfonia n'? 5 em dó menor. Natal. quando personificados mo entidades: ou valorizados co- A Cigarra.Escrevem-se os nomes de produtos industriais e de marcas em geral com inicial maiúscula (veja também o comentário do item anterior): Os temperos Arisco. usa-se a maiúscula na primeira palavra (e naquelas que exigirem o emprego de maiúscula). 7) Escultura e pintura . 45 e 60 encontra-se explicação sobre o uso de maiúsculas em designativos de espécie e em termos individualizantes). obviamente eles são escritos com inicial minúscula e se sujeitam às mesmas regras ortográficas estabelecidas para os nomes comuns: maisena (do nome comercial Maizena). b) Disco no todo . 4) Nomes comuns.~ -I I f 1 ª Quando. Assim. 8) Música a) Faixa de um disco . Constituinte (por Assembléia Constituinte). o partido (mesmo referindo-se ao Ministério X e ao Partido Y). o Ódio. o ministério. I I . o uso corrente transforma esses nomes em substantivos comuns. e~petáculos teatrais e programas de televisão . Carnaval.Emprega-se a maiúscula na primeira palavra (e naquelas que requererem este emprego por natureza). Câmara (por Câmara dos Deputados).

Opõe-se a corte.: a ilha de Santa Helena. general. os outros dois estados). seja a palavra realçada pela maiúscula. são. os cargos e títulos serão escritos também com minúsculas: o rei d. fr. Escrevem-se também com inicial maiúscula os designativos de cargos e títulos que se integram ao nome próprio para formar novos intitulativos. protestantes. frei. referindo-se ao conjunto de poderes políticos de uma nação ou à nação politicamente organizada: Um Estado totalitário.marquês. instituições. 11) Palavras com acepção especial . como o lugar em que se assenta um soberano. etc. senhor. matemática. barroco. c) Estado. Assim também: terceiro estado (o povo. seu.frei Vicente do Salvador.: O visconde de Cairu. direito. g) União. presidente. em relação ao clero e à nobreza. profissionais. o presidente da República. eclesiásticos e hagionímicos) . f) Trono. Reinado e República. proL Celso. colocadas junto ao nome próprio. marxismo. santo Antônio. santo.Entre outras. Castelo Branco.Por demandar tratamento mais minucioso. professor. Gaspar. Zerbini. Mas. doutor. este item será visto adiante. Mal. Vossa Alteza. etc. Teresa Cristina. equivalendo à palavra Brasil ou designando o período histórico: A exploração do pau-brasil na Colônia. física. Império. desembargador. história. mas trono. para racionalizar o assunto. este tipo de abreviatura pode ser escrito com inicial maiúscula: a imperatriz D. 2) Nas fórmulas de tratamento: você. Mas não se escreve com maiúscula quando se tratar da divisão territorial de certos países: o Brasil tem 26 estados. o advento da . dom Pedro 11. realismo. Dr. a Igreja anglicana. dom. como instituição ou comunidade O papel da Igreja. 4) Nos nomes de doutrinas. dignitários. correntes e escolas de pensamento e religiões: posit'ivismo. referindo-se ao governo de um país monárquico. modernismo. a crise do Império. comendador. o Hospital São Camilo. jornais e revistas . a grande cidade. o poder central: Os estados da União. 3) Nos nomes que designam artes. ciências ou disciplinas: pintura. como a reunião dos estados federativos. de fiéis: e) Metrópole. em oposição a metrópole. João VI. . Sua Excelência. a cidade de Presidente Prudente. a residência de um monarca ou as pessoas que o cercam. Quando constituírem abreviaturas. 109-11. Mas: Vossa Senhoria. é recomendável empregar a inicial minúscula: 1) Nos cargos e títulos (nobiliárquicos. como topônimos. escrevemse com inicial maiúscula as seguintes palavras. para demonstrar reverência. romantismo. estadomaior (quando não se referir especificamente à entidade das forças armadas). como instituição. papa. etc. políticos ou nacionalistas e outras distinções. o largo General Osório. a capital ou sede de um império colonial. 6 I N I C I A I SM IN •• ~ . 5) Nos nomes de grupos ou movimentos políticos e religiosos: jacobinos. ministro.•••U••• • •_••• • use IU_" U LA S = Nada impede que. 90 e mais especificamente nas p. exprimir altos conceitos religiosos. consideração ou respeito. catolicismo.10) Livros. b) Corte. tomadas em acepção especial: a) Colônia. golpe de Estado. música. Opcionalmente.República. dona. a partir da p. padre. d) Igreja.

sendo portugueses ou aportuguesados. kelvin. 120).. Porto Alegre. joão-ninguém. gregos. limitar-se ao sul. são escritos com maiúscula: a região Sudeste. Poderá também ser mantida a grafia original de quaisquer firmas. quando indicarem direções ou limites geográficos: apontar para o norte. watt. calcanhar-deaquiles. 2 . tartufo. é um nome próprio. sósia. 60. • Os topônimos de origem estrangeira devem ser usados com as formas vernáculas de uso vulgar. newton. que se identifica na escrita pela letra inicial maiúscula. pode-se usar a maiúscula (sem flexão de plural) em casos especializados como: "os Mawé" em lugar de "os maués". sociedades. etc. banana-são-tomé. Excepcionalmente. inciso. Este capítulo. um astrônimo (se astrônimo já não é um topônimo). alvará. que "não serão usadas abreviaturas nos nomes geográficos". designando regiões. terça-feira.. bem como nas suas subdivisões: capítulo. um axiônimo"l. são vistos apenas por este prisma no capítulo 5. Lei Afonso Arinos. títulos e marcas que se achem inscritos em registro público. transcrevem-se consoante as normas estatuídas pela Conferência de Geografia de 1926 que não contrariarem os princípios estabelecidos nestas lnstruções2. deve-se escrevê-Io com letras maiúsculas: Lei de Imprensa. município. os nomes dos meses são escritos com maiúsculas: avenida 23 de Maio. 13) Em antropônimos que dão nome a unidades de medidas (v. (Sobre isso. inverno. bantos. e quando não têm formas vernáculas. mecenas. locativos e de qualquer natureza. pau-brasil. "Preparação de originais". tb. p. Fahrenheit e Réaumur.) É o que nos informa Celso Pedro Luft (Novo guia ortográfico. 45): anfitrião. artigo. p. 10) Nos nomes de povos e etnias: baianos. etc. Quando ao nome do documento não segue um número (lei n? 5 765). estão sujeitos às mesmas regras estabelecidas para os nomes comuns. tratará exclusivamente dos nomes de pessoas e de lugares como nomes próprios. referindo-se ao poder político de uma nação ou à nação politicamente organizada. p. tb. parágrafo. 11) Nos nomes compostos em que ocorra forma onomástica constituindo unidade semântica (ligada por hífen): águade-colônia. 8) Nos nomes dos pontos cardeais.. Houaiss. 77): ampere. citando Antenor Nascentes. emenda. 1976. portaria. intitulando logradouros públicos. e desde que sistematicamente na mesma obra. Globo. as plantações de café no Oeste paulista. As "Instruções para a organização do vocabulário ortográfico da língua portuguesa" assim recomendam o tratamento do assunto: • Os nomes próprios personativos. em 1926. caxias. 55. estabeleceu. Mas: Estado (com maiúscula). entre outras normas. Os demais. cit. • Para salvaguardar direitos individuais. patrocinada no Rio de Janeiro. todavia. por não oferecerem outras dificuldades além do emprego das maiúsculas. um topônimo. 1 7 NOMES PRÓPRIOS O nome com que se designa' 'um antropônimo. etc. p. "os Bororo" por "os bororós" ou "os bororos" . p. um intitulativo. 9) Nos nomes de documentos oficiais: lei. Mas. A conferência. dom-quixote. estado. Mas. quem o quiser manterá em sua assinatura a forma consuetudinária. Com exceção de graus Celsius. v. dias da semana e estações do ano: janeiro. pelo Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. mas um nome. etc. excetuando "a abreviatura da unidade da federação".52 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 6) Nos nomes dos meses. 12) Em certos antropônimos históricos ou literários empregados apenas em sentido metafórico (v. alínea. pataxós. 7) Nos nomes de divisões político-administrativas: província. judas.

. Anatole France.Os compostos e derivados desses topônimos obedecerão às normas gerais do vocabulário comum. a) "A transliteração é uma forma de transposição gráfica de uma escrita para outra. Qorpo-Santo. Sirva de exemplo o topônimo "Bahia".São admissíveis formas como Wilson. Isso pode ser feito de duas formas: por transliteração ou por transcrição. de acordo com o registro de certidão. entretanto. Rio de janeiro!Brasília. p. 3) Pseudônimos e nomes peculiares . estão sujeitos às mesmas regras estabelecidas para os nomes comuns". Rachei de Queiroz. seguem-se normas que procuram resolver as dúvidas mais freqüentes sobre o assunto. Emanuel. Mareei Proust. Pa rticularidades 1) Pessoas vivas . etc. . Jules Romains. no caso) possui todas as letras para representar os sons da língua-fonte. procurase fazer com que caracteres do alfabeto latino correspondam a caracteres do alfabeto de origem do nome. 4) Nomes que ainda não assumiram forma portuguesa de aceitação geral . caráter por caráter. Observação. objeto de transposição gráfica. Mas há casos peculiares de pseudônimos ção se torna impossível: em que essa sujei- Yan (João Fernandes) de Almeida Prado. Érico Veríssimo.Há línguas que não utilizam o alfabeto latino para a sua expressão escrita. os antropônimos. nomes esses marcadamente ingleses. 2) Pessoas falecidas .A grafia de pseudônimos se sujeita geralmente às regras ortográficas oficiais: Tristão de Ataíde. Gustavo (ou Gustave) Flaubert. Posto isso. etc.3 Mas nem sempre o alfabeto para o qual se faz a transposição (latino. K.Os nomes de pessoas falecidas.55 • Os topônimos de tradição histórica secular não sofrem alteração alguma na sua grafia. "portugueses ou aportuguesados. Umberto Eco. que conservará esta forma quando se aplicar em referência ao Estado e à cidade que têm esse nome. Eça de Queirós. Excetuam-se à regra nomes cujo aportuguesamento já é de uso corrente: Júlio Verne. Instituto Nacional do Livro. Por essa transposição. 2) Nomes em línguas que não adotam o alfabeto latino . Nelson.. que por isso conservam letras alheias ao português e ausência de acentuação. Nova Fronteira! . ajustam-se às normas vigentes: Gilberto Freire. 213.É tendência hoje da língua no Brasil não aportuguesar nem traduzir nomes próprios estrangeiros: Enrico Fermi. Alphonsus de Guimaraens. excetuando os casos do próximo item.Pode-se respeitar a idiossincrasia ortográfica do nome de pessoas vivas. ignorância do escrivão ou capricho pessoal: Antonio Candido. Nomes estrangeiros 1) Nomes em línguas que adotam o alfabeto latino . Walter. Lixto. A construção do livro. Os nomes que delas nos chegam são. portanto. segundo a correspondência de sons que devem representar. ARAÚJO. Augusto (ou Auguste) Comte. Então os estudiosos se valem de diacríticos (sinais auxiliares que dão som especial à letra :. lVonnes de pessoas Norma geral Ressalvando os casos enunciados a seguir. 1986.. Marques Rebelo. quando já esteja consagrada pelo consenso diuturno dos brasileiros.

principalmente as do inglês e do francês. Buearine - 1) Os nomes duplos que possuírem o s final no primeiro termo: os Álvares de Azevedo.por exemplo. os Andradas. porém: Boukharine. portuguesa6 e brasileira7 -. quer com a interpretação da pronúncia de uma língua morta. mas está se estendendo também para os nomes que. preocupar-se com a coerência das grafias de acordo com o critério utilizado ou respeitar a tradição de escrita de nomes mais divulgados. Consultando edições correlatas de um dicionário enciclopédico . Porto. w. mas conservando kh. Larousse do Brasil. cabe um parêntesis esclarecedor. os diacríticos que modificam letras devem ser respeitados: Angstrõm. Nlbjgaard. pelo menos o do Brasil. se ou sei para o italiano. respectivamente: I Por aí se vê que a tendência no Brasil é de a transcrição dos nomes se fixar por normatizações internacionais. ibidem. não se escrevem com caracteres latinos. transcrição com todos os elementos do português. os Correias de Só. 1986. como escrevemos no Brasil. Larousse. Dicionário prático bibliográfica Paris. Não se flexionam. Quanto ao não-aportuguesamento. um determinado som sem equivalente na representação escrita do alfabeto latino seria transliterado por s (letra com diacrítico) ou por (símbolo especial). dígrafos como sh.. os nomes de pessoas flexionam-se em número. . Por exemplo. Em referência bibliográfica de rodapé. e assim por diante. Não resta muito ao preparador senão buscar uma linha de atuação junto ao editor. Não há. a rigor. illustré. Rio de Janeiro.francesas. Leos Janácek. y). os Gonçalves Dias. uma transcrição total destes últimos nomes para o português. Se o nome for duplo. Antônio Houaiss.56 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 7 - Nomes próprios 57 ou a grupos de letras). Assim é que na grafia deles se encontram letras estranhas ao nosso alfabeto (k. o nome de um autor . os quais desaparecem após o caráter ser transcrito para o português (ver acima). recorrem a letras gregas ou criam símbolos especiais para transliterá-los. os Maios (lembre-se da obra de Eça de Queirós: Os Maias). sh para o inglês. 213. b) "A transcrição é uma forma de transposição gráfica de uma escrita para outra de acordo quer com o conhecimento da pronúncia de uma língua viva. onde se devem reproduzir ipsis liUeris os dados constantes no frontispício da obra compulsada. final. e assim por diante. originariamente. Maranón. é tendência da língua no Brasil não aportuguesar nem traduzir nomes próprios estrangeiros. Em referência p. Gregorio Estes diacríticos não devem ser confundidos com os utilizados na transliteração. encontramos.Neste caso. Como foi dito acima. tomemos um nome russo . de fim de seção ou de livro. ilustrado. 3) Nomes em línguas que empregam alfabetos baseados no alfabeto latino . os Goncourt. A regra deveria prevalecer para os nomes escritos em caracteres latinos. Para ilustrar melhor o assunto. apenas o primeiro termo varia: os Cíceros. Plural Em geral. 1979. os Casimiros de Abreu. seh para o alemão. 1978. Dir. Bukharin - 2) Os nomes riitidamente e estrangeiros: perda do 1 Idem. Lello. Bukharin. 7 Pequeno dicionário enciclopédico Koogan Larousse. os Wilson.4 Assim o caráter acima transliterado (s) poderia ser transcrito por eh para o português ou francês. Petit Larousse Ô com adaptação parcial: ou francês (= u).

Mas: Littré.. emÍstocles não Abraão não Victor Abrahão Neto Mateus não AthaÍde AtaÍde Matheus Melo e eenão Mello Inácio nãoeIgnácio ThemÍstocles Baptista Batista e Eliminam~se não te.. Queirós elanão Queiroz u s Novais não Maya e Manuelounão Novaes i (ouChrisóstomo es MaiaStella)qu Manoel e aI c e ·é Oséias e não Oséas . lh e •. . Mallarmé. Nomes de lugares e afins V..... . que deve ser portuguesa: goethiano. que seja Gôngoracertas de a y (emconsoante "k") s seguido (com sempre som grafias) forma do texto e Góngora a forma que compareça nas fontes de referências bibliográficas de língua espanhola ou de Portugal. Muniz Estênio e não Rachel não Stênio Sousa e não Moniz Raqueleenão Souza . NA 1'. e: Especial atenção para os nomes terminados em Volta ire faz voltairiano.•... As palavras derivadas de nomes estrangeiros mantêm as características originais da grafia do nome.58 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 7 - Nomes próprios 59 retratado pode estar grafado diferentemente da forma usada no ea z o deinicial Ocorrência de ch ae texto.. shakespeariano. VÍtor e enão Netto T.•. Os nomes geográficos e locativos que correspcJndema substantivos comuns também obedecem às mesmas regras de ortografia oficial e diferem destes unicamente pelo emprego da inicial maiúscula. littreano. . . 155 o VOCABUlARIO Norma geral ONOMÁSTlCO.. excetuando a terminação. Nada impede. Shakespeare.. mallarmeano.••. Quadro sinóptico de algumas regras ortográficas para os antropônimos •• ch. taylorismo. comtiano. por exemplo. MPORTANTE Pais e não Paes Sílvia Luís e e não eSylvia Morais e não MoraesnãoFreyre Estela Crisóstomo não Correia não Luiz Corrêa Aluísioeee não Stela Freire não Aloísio .

avenida Atlântica. estado do Rio de Janeiro. Mas é bom lembrar que cabo Frio é nome do acidente geográfico e Cabo Frio é nome da cidade. ao nome da cidade. Em referência bibliográfica de rodapé. Alguns topônimos. é de regra que o nome do local de publicação seja transcrito de acordo com a língua de origem da publicação: London. forma amplamente difundida. Milano. É o caso. vale do Paraíba. por exemplo. pico da Neblina. de fim de seção ou do livro. que se pode acrescentar. são aportuguesados e usados na forma vernácula.é não aportuguesá-Ios. os aportuguesamentos desaparecem. entre parênteses. etc. etc. forma hoje totalmente desconhecida. de Oxônia (Oxford). ao lado de formas não aportuguesadas. Bordéus. usam-se formas aportuguesadas.. oceano Pacífico. Londres. etc. p. largo da Pólvora. Assim. serra Geral. onde se devem reproduzir ipsis litteris os dados constantes no frontispício da obra compulsada. Nomes estrangeiros Não havendo "formas vernáculas de uso vulgar" dos topônimos de origem estrangeira. . num dado momento. rio Verde.Caracterização do nome própri o Aportuguesamento Nos nomes dados por uma locução constituída de um substantivo seguido de um termo (preposicionado ou não) que o individualiza. Madrid. tb. liB 5 E R V A ç Ã O Não há por que evitar o aportuguesamento parcial de Nova York. Massachusetts. (v. New York. 55. De resto. Para os nomes geográficos transliterados e nomes provenientes de línguas que empregam alfabetos baseados no alfabeto latino. cabo da Boa Esperança. Santa Rosa (RS). que Cidade do Cabo é a capital legislativa da África do Sul. apenas ele deve ter a inicial maiúscula: a cidade de São Paulo. o nome próprio é esse termo individualizante e. é só consultar o vocabulário onomástico da p. 156. mas a moda passa. 45). a tendência moderna . como Antuérpia. Marechal Rondon (PR).até por recomendação das Nações Unidas . portanto. com exceção da sigla da unidade da federação. aplicam-se os mesmos princípios expostos na p. vila ou povoado de qualquer categoria: São Bernardo do Campo (SP). Em referência Abreviaturas bibliográfica Deve-se evitar o uso de abreviaturas nos nomes geográficos. como Auschwitz.

prefixos telefônicos e outros números codificados. observe o seguinte: a) Não se usa o hífen quando se tratar de numeral: Grafia mista 1) Classe dos milhares . Nas datas (v. milhões. Se. ou seja. tb. página 1 858. ou ainda. Décimo primeiro. Rio de Janeiro. 539 mil. 66). emprego de algarismo arábico na grafia de um número denota concisão e exatidão. quinhentos. seiscentos . o 2) As classes de um numeral separam-se com espaço fino. b) 7. são representados por algarismos arábicos. dez. mas antes de aplicáIas na íntegra é conveniente ponderar a natureza da obra.3 milhões.Não havendo nada nas ordens da classe inferior: 73 mil. Mas: há 1 990 anos. v. 195. oitenta-e-oito (inseto). o numeral for substantivado. mas: 1 858 páginas. por exemplo. noventa mil.sete mil.Pode-se recorrer a dois procedimentos: a) 12 milhões e 892 mil. Instituto Nacional do Livro. mas 539 209. 4) Ao escrever um número por extenso. p. 1317. Seguem-se algumas regras para o emprego dos numerais. se é uma obra de exatas. 1. escreva simplesmente: 2-8-1991. mas 73 200. se não houver o algarismo correspondente à dezena. p.. aí sim. trinta e dois. literária . caixa postal 8656. excetuando: a) Ano: No ano de 1990. b) Fólio (número de página aplicado na publicação): 1858. b) A vírgula é dispensável como pontuação intermediária. "é dispensável o emprego de qualquer sinal de pontuação intermédio" 1: 2 835 132 = dois milhões oitocentos e trinta e cinco mil cento e trinta e dois. 3) Não se usa zero à esquerda de números inteiros. a não ser que se trate de códigos de endereçamento postal. 2) A partir da classedos milhões . mas se escrevem por extenso os numerais de zero a nove e as dezenas e centenas redondas: Dois. o emprego do hífen é obrigatório: Vinte-e-um (jogo de cartas). em geral. 1967. O arábico deve ser usado na indicação de valores de medidas e monetários. segundo Antônio Houaiss. dados matemáticos e estatísticos. . c) Endereçamento: CEP 04404-040. . porém.8 - Numerais 63 8 NUMERA 1) Não se parte um número (expresso em algarismos) no final de linha. quarenta. 1 Elementos de bibliologia. avo do Contorno. mas 12 892 050. Regra geral Os números. expressões técnicas ou científicas.

números em que há zero (ou zeros) completando ordens da última classe. 800 W. os numerais devem ser escritos sempre com algarismos arábicos e com espaço entre o valor numérico e a unidade: 5 m. MPORTANTE Evite iniciar frases. 23 058 = vinte e três mil e cinqüenta e oito. parágrafos ou títulos de seções com algarismos.64 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 8 - Numerais 65 c) Emprega-se a conjunção e ligando apenas as ordens (centenas. São representadas por algarismos arábicos. 850 = oitocentos e cinqüenta. milhões. ap.. ): 5 432 594 276 = cinco bilhões quatrocentos e trinta e dois milhões quinhentos e noventa e quatro mil duzentos e setenta e seis. Esses 25% do salário vão para o imposto de renda. o século XVII -. bilhões. Salvo exceções a seguir. se houver qualquer adjunto da porcentagem no plural. Mas.. 32 DF. Antes de unidades abreviadas Antes de unidades abreviadas. Numerais substantivados Quando substantivados. ou Escrevem-se com algarismos arábicos: Mas o e aparecerá em: 23 001 = vinte e três mil e um. não haverá e entre uma classe e outra (milhares. seguidosdo símbolo % (sem espaço entre o algarismo e o símbolo): 10%. 5 600 000 = cinco milhões e seiscentos mil. Porcentagens Numerais com expressões denotam aproximação Quase cento e cinqüenta pessoas. o Seiscentos (designando séculos . o numeral deve ser escrito com maiúscula). unidades) dentro de cada classe: 892 = oitocentos e noventa e dois. Depois de abreviaturas depois de substantivos Aluno n':' 1. dezenas. Se não for possível evitar tal construção. que Escreve-se o numeral por extenso: Mas as datas. são escritas com arábicos: Por volta de 1600 (ou: c.37%. casa 4. o sinal correspondente a grau fica próximo à letra que representa a escala e separado do número por espaço: 90 DC. procure escrever o número por extenso.neste caso. 7. o verbo vai para o plural: Cerca de 90% dos eleitores votaram. os numerais são escritos por extenso: Pintar o sete. 802 = oitocentos e dois. 23 400 = vinte e três mil e quatrocentos. Sobre a concordância verbal 1) O verbo fica no singular se a expressão partitiva estiver no singular: Cerca de 90% do eleitorado votou. mesmo aproximadas. . . 1600).

Concordância A concordância verbal com número fracionário é feita segundo a leitura do número. março de 1952.2. 1. dez milhões de dólares.8. escrevendo todos os algarismos do número. i. com algarismos: 15 cruzeiros. Um terço dos alunos precisa estudar mais. s = segundo(s): 7h (ou sete horas).2 g (um grama e dois decigramas) de um óxido de nitrogênio apresentam 0.56 g de nitrogênio. dois nonos. . 120 mil marcos..e. com o valor expresso pelo número: . perto das quatro horas. quando ambos os elementos estão entre um e dez: Três quintos. 32 milhões de dólares. Grafia As frações são escritas: 1) Por extenso. 2) Envolvendo numerais a partir de 11. São escritos com algarismos seguidos das respectivas abreviaturas das unidades de tempo . 3) Faz-se a concordância com a porcentagem.. decênio de 1980. 3) Se envolverem frações... cinco mil marcos...50. desde que se opte pelo emprego sistemático de uma delas: 10-8-1990.. . Dois terços do livro foram lidos num instante. 0. as quantias são escritas com algarismos acompanhados do respectivo símbolo: Cr$ 832.. e não só a dezena: Década de 1930. Ou tudo com algarismos arábicos em uma das seguintes formas.. US$ 725.5 milhão de cruzeiros foram gastos .66 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 8 - Numerais 67 2) Com o verbo ser.25 g (vinte e cinco centigramas) da substância produzem . Mas escreve-se por extenso a fração que não representar a idéia exata de um número: Não te contei um milésimo da história. 5h 27min 15s. 90% votaram. Apesar de expressões do tipo "anos 30" serem de uso corrente.1990.h = hora(s). min = minutoes). 15h 30s. 9h 15min. este fica no singular se a expressão numérica é considerada na sua totalidade: Os 40% de mulheres é pouco. o mês por extenso e o ano em algarismos arábicos: 10 de agosto de 1990. Se a hora for aproximada. 2) Com algarismos em todos os outros casos. escreve-se tudo por extenso: Às sete e meia da manhã. Do eleitorado. Escrevem-se o dia em algarismos arábicos. Passe a adotar as palavras década e decênio. inclusive as frações decimais: 3/15 (ou 135). Frações 1) Envolvendo numerais de um a nove e as dezenas e centenas redondas.30.. por extenso: Dois cruzeiros. 1.. 2. . procure evitá-Ias. 10/8/1990 ou 10. se antes desta vier o verbo ou a expressão partitiva: Votaram 90% do eleitorado.

v. Elementos de biblialagia. p. 3) Eventos periódicos (congressos. (Veja-se a indicação de eventos em referências bibliográficas à p. há particularidades que têm de ser consideradas. 1 su-bli-me. com exceção de primeiro a décimo. Nestas circunstâncias. etc. os. 114.. O que aqui se vê são orientações abrangentes que. •.. Do ponto de vista tipográfico.: 11 objetivo deste capítulo não é detalhar as regras de divisão silábica do português. nos seguintes casos: 1) Dinastias e nomes de reis. ••• DMPORTANTE A regra geral de divisão silábica do português é partir os vocábulos de acordo com a pronúncia: pneu-má-ti-co. inglês.. seminários. ci-sal-pi-no. 111. como também apontar os casos que dele diferem em algumas línguas mais difundidas: espanhol. principalmente.. li. .): XI Bienal Internacional do Livro. 2. papas. que evitaria a discussão dos preceitos que regulamentam o assunto: "Não partir vocábulo na medida do possível' '1. por exemplo. p. século II a. segundo. Existem problemas de natureza semelhante também na edição de textos de outras línguas. Mas escrevem-se por extenso Primeira Guerra Mundial. XX Congresso. as) indicativas de ordinais e usadas somente com os arábicos. os ordinais referentes ao número da edição são representados apenas pelo arábico seguido de ponto (v. sub-Io-car. 111). XXXVReunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. su-pe-res-tru-tu-ra. Não se superpõem aos romanos as abreviaturas (0. DIVISÃO llIUl • SIL I CA ••••••••• Há casos em que os ordinais são representados por algarismos romanos (veja o próximo item). imperadores. o dinastia. que são escritos por extenso: Primeiro. cis-pla-ti-no. Com a ressalva da medida do possível. Mas são também orientações práticas que visam evitar o erro e os fatos desagradáveis advindos da partição do vocábulo. 91. Em referências bibliográficas. a. 13':>. nono.. mas tratar com exclusividade da partição de palavras no final de linha. João Paulo 11. se não ferem as regras oficiais do "Formulário ortográfico". vamos às outras normas. alemão e francês.) 4) Numeração de páginas pré-textuais (se for ocaso) e subseções de um livro. IV.. car-ro. Antônio Houaiss.68 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Ordinais Escrevem-se os ordinais com algarismos arábicos seguidos da abreviatura indicativa de ordem. cit.e.. 2) Séculos: Século XX. Segundo Reinado. limitam em parte sua aplicação. é oportuno não só apresentar as normas básicas do português. etc. entretanto. A 19arismos romanos Empregam-se os algarismos romanos. des-cer. etc. Por isso. pois os romanos colocados antes do substantivo são lidos como ordinais. Embora na maioria delas a divisão silábica possa se processar como no português. podem ser escritos com letras minúsculas: . ac-ne. há uma regra fundamental. excepcionalmente.. Basta escrever. 25':>. Luís XVI. por não serem episódios periódicos. conclaves.

des-ánimo. no início ou no final de linha. entretanto. 2) Prefixos como ab-. in-. super-. ibid. separa(m)-se: a) Duas consoantes iguais: bot-tom. quando isso ocorrer em final de linha dos originais (de qualquer espécie). Entretanto. no meiO ou no fim de palavras: e-Iemento.92pas. eonsei-êneia. fede-ral. do inglês. swim-ming. eompre-ensão. uma medida prática é não partir os vocábulos ou consultar as páginas seguintes. o qual não irá reproduzi-Io na composição. que trazem regras básicas de algumas línguas bem divulgadas entre nós. etc. asso-alho. Quando não se tiver conhecimento dessas normas. do alemão e do francês foram colhidos na obra citada de Emanuel Araújo (p. tell-ing. o preparador deve colocar o hífen no começo da linha seguinte. de-putada. apenas para facilitar a interpretação do componedor ou digitador. b) A terminação -ing: be-ing. cis-. 3) A separação de vogais deve ser evitada no início. exercí-eio. FGTS. não é necessário repeti-Io na linha seguinte da composição. Mas. in-alterable. olho-/d' água. 187-. \.70 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 9 - Divisão silábica 71 Recomenda-se. . 3) Nosotros a) Quando a partição coincide com o hífen já existente na palavra. 4) Não partir siglas ou abreviaturas: Telebrás. vos-otros. na medida do possível a partição deve coincidir com o hífen já existente na palavra: inter-/relação. Dificuldades de partição de palavras no inglês existem até para aqueles que o têm como vernáculo. e vosoiros assim se dividem: nos-otros. mas algumas normas básicas podem ser sintetizadas. b) O hífen só deve ser repetido na composição quando se tratar de obras de língua portuguesa destinadas ao primeiro e segundo graus. 2 Subsídios para as normas de divisão silábica do espanhol. whip-ping. mas é bom lembrar: 1) As letras II e rr são indivisíveis: ea-lIe. Ou propriamente em -ing: dress-ing. a divisão pode ocorrer: Nas duas consoantes: light-ning. inter-. se antes de -ing houver duas consoantes.. 1) Em geral. fer-ry. ea-rroza. foot-ing. Faz-se a divisão silábica do espanhol como no português. que no final de linha sejam considerados os seguintes procedimentos: 1) Não partir o vocábulo de modo que possa figurar. 5) Palavras e nomes estrangeiros devem ser separados de acordo com as normas da língua original.). ea-iu. eô-mieo.. rab-bit. ou-vido. bis-. sub-. 2) Em palavras compostas unidas por hífen. off-ing. palavra obscena ou ridícula: após-tolo. c1ean-ing. des-. permanecem independentes da sílaba seguinte: eis-alpino. bibliogr. pau-/brasil. eu-rioso.

sh e th): ar-chiteet. sec-tion. atente. 2) As letras terior: j e h entre vogais formam sílaba com a vogal pos- No mais. -tial. 4) Os grupos mn e e ct podem ser divididos: am-nistier. -cious. -ist. metrópole). Embora a divisão silábica do francês se processe de modo análogo ao do português. -cian. p. 2) O grupo dele: ch não forma sílaba com consoante que vem depois 5) A sílaba com mudo não deve ser separada: charte. th) que têm apenas um som: ma-chen (fazer). au-thor. -ism. 5tab. -gious. "bastão"). Mõd-chen (menina). stel-Ien (pôr). ma-jeur. Hand-buch (manual). exi-ger. rech-nen (calcular). phi-Io-sophe. pê-cheur. jock-ey. 5) Na divisão de uma palavra composta que tem mento de composição terminado pelas letras da transformação do sinal f3 (v.Mass. é-jeetion. porém. Bahn-hof (estação). -tion: essen-tial. com ela forma sílaba: Flõ-che (plano). deve consistir na separação dos elementos que o formam: Arm-band-uhr (relógio de pulso). Tel-Iur (telúrio). st. Mass-stab (metro . en-fance. 116) . Tech-nik (técnica). mar-shal. mantém-se isolado o primeiro eleadvindas o elemento seo grupo ss: ss - c) Nomes de pessoas: Michael. 3) A letra h forma sílaba com a consoante que lhe precede: me-nhir. Nacken -+ Nak-ken (pescoço). Seguido de vogal. Truman. "medida". Ku-chen (bolo). . Gross-stadt (cidade grande. trac-tion.e guinte começado com s. a divisão silábica do alemão é semelhante à do português. observe o seguinte: 1) Não se separam as sílabas ligadas por x e y: exé-gese. Wissen-schaft (ciência). William. voya-geur. nestes casos. 3) As letras II seguidas de vogal ficam uma numa sílaba e a outra na sílaba seguinte: Kol-Iekte (colheita).72 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 9 - Divisão silábica 73 2) Não se separam: a) Duas consoantes que têm um único som (ch. reli-gious. a partição ideal do vocábulo. leuch-ten (brilhar). ck. b) Os elementos das terminações -cial. nichilisme. 4) O grupo ck converte-se em kk quando dividido: Backe -+ Bak-ke (face). -sion. sch. Ge-stalt (forma). ph. magi-cian. mé-thode. -logy. Mücke -+ Mük-ke (mosquito). para as seguintes particularidades: 1) Não se separam grupos de letras (ch. Francês Alemão Como grande parte dos vocábulos da língua alemã é formada por composição.

i. Entretanto os tipos superpostos devem ser evitados. 150. circunstanciais (abreviações) com ponto: a palavra ou locução abreviada adio (adjetivo).ta (senhorita). Cio (ciência). TENÇÃO s: V. 2) Com colocação aleatória de elementos: btl. (agrimensura). Fabriciano.e.j(J A B R E V I A T U R A S. e não Cel. RS." (Eça de Queirós. (capítulos). caps. não se abreviam os nomes geográficos: São Roque. . Minha mulher e filhos agradecem. devem ser usadas as abreviaturas constantes da p. secciona-se a palavra depois de consoante ou de encontro consonantal: agr. cio (científico) são exceções: de Normas Hifens e acentos nas abreviacões # e outras estabelecidas Técnicas.$ E SiMBOLOiS I G LA S Abreviaturas tradicionais foge à Consagrado pela tradição. o depois do ponto de seccio- (amigo). (agosto). este tipo de abreviatura regra anterior e pode se apresentar: 1) Com letras finais superpostas namento: am. Sr. (batalhão). seja coinciden- Na normalização de referências bibliográficas. ou fols. no entanto. Existindo outras palavras cuja abreviatura te.. Não se incomode V. c. Mas o plural de regra se faz com acréscimo de (Vossas Senhorias). ago.. pela Associação Brasileira Mantêm-se nas abreviações os hifens e acentos existentes nos vocábulos abreviados: m. faz-se o desdobramento.Oi cel.Sas. (século). e não S. (mais-que-perfeito).: MPORTANTE 1) Quando ocorrer ponto abreviativo simultaneamente com o ponto que marca a pausa. b) Superlativo: DD. (folhas). MM. Roquei Coronel Fabriciano.Sa. fut.-q. fls.. 3) Com letras dobradas para indicar: a) Plural: SS.AA. MT. agrim. agron. (agricultura).-perf.Sa. e não am. assim: agric. Algumas abreviações técnicas. (páginas). usa-se apenas um ponto: "Às ordens de V. el (coronel). e não c. . o ponto vem depois da abreviatura: A breviaturás Abreviaturas Marca-se amo. sinais o ponto abreviativo de pontuação e outros O ponto abreviativo desaparece diante do ponto que marca pausa e combina com os demais sinais. (Digníssimo).el. indo (futuro do indicativo). Normalmente. (Suas Altezas). Neste caso. séc. ). (agronomia). (agrário). pp. Com exclusão das siglas das unidades da federação (AM.) A abreviação só deve ocorrer quando a palavra apareça no texto com uma freqüência tal que justifique o recurso.. (Meritíssimo).

Ph. V. grama.Exa. 5) De modo que se diferenciem de outras siglas já existentes: CNPq (antigo Conselho Nacional de Pesquisas.. Exceções: EMF A. faço sinceros votos pela prosperidade dos seus empreendimentos. Se houver na obra uma lista de abreviaturas utilizadas (v.:ademia Brasileira de Letras). Por quem é! Criado de V. Exceção: S. Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária). b) Quando. por letras e sílabas iniciais ou por combinações arbitrárias: ABL (A. os elementos químicos. Por conseguinte. D. A partir da segunda ocorrência. a sigla deve aparecer entre parênteses depois do nome por extenso. grifo ou negrito: A ABNT é uma instituição que se dedica às normatizações técnicas em geral. BNDES. SANBRA.). Petrobrás. mantém-se o h ao lado da consoante que com ele forma dígrafo (duas letras com um único som): Ch.76 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 10 - Abreviaturas. A letra h em dígrafos Nas abreviações constituídas de letras iniciais. com mais de três letras. partidos políticos.. não se submetem às normas de abreviação vistas atrás nem ao sistema ortográfico vigente em nosso país. Th. ONU.) "Oh. newton..Exa . Adorno. Em seu primeiro emprego. doutor de/em filosofia). " (Idem. p. Exceções: Celsius.) 3) Sem pontos abreviativos: PIB. UnB (Universidade de Brasília). etc. revistas.!" (Eça de Queirós. 2) Com inicial maiúscula quando tiverem mais de três letras pronunciáveis como palavra: Cemig. onde também as siglas sejam relacionadas. (Philosophiae Doctor. senhor doutor. é dispensável dar o significado no texto.. kelvin. Símbolos Os símbolos são abreviaturas fixadas por convenções quase sempre internacionais para as unidades de medidas. atual Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico). (Charles) S. USP. organizações. departamentos.. Peirce. instituições. menciona-se apenas a sigla. Varig.A. Unesco. Sudam (Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia). Fahrenheit e Réaumur. (Theodor) W. Grafia dos nomes das unidades de medida 1) Escrevem-se os nomes das unidades com letras minúsculas. mesmo quando correspondem a nomes de pessoas: metro. PSDB.. 99). . jornais. 4) No mesmo corpo do texto e sem destaques de aspas. siglas e símbolos 77 2) Conserva-se o ponto abreviativo antes de todos os outros sinais de pontuação: " . (Sociedade Anônima). Grafia As siglas devem ser escritas: 1) Com todas as letras maiúsculas: a) Quando tiverem até três letras: BB. os pontos cardeais. Emprego Siglas As siglas podem ser formadas por letras iniciais do intitulativo (livros. seus elementos forem pronunciados separadamente: CNBB. farad.

GeV (gigaelétron-volt).. que estejam no final de um período: 4 cm3. . (Cf.t'" 78 'r o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO :~ I1 .reprodução de idéias sem registro textual das próprias palavras do autor citado . A menção das fontes utilizadas. a não ser.não está sendo objeto de normatização. como. 3. b) Os prefixos gregos mega (M). kW (quilowatt). de regra. 3) Não se coloca ponto nos símbolos. W (watt). são escritos com letras minúsculas. peta (P). Colocado no final do número. 90). S (sul). item 10. decibels (ou. . 2) A citação deve vir entre aspas. x . decibéis). giga (G). exa (E): MHz (megahertz).NE (nordeste).3 hl. (légua). observe estas normas básicas: 1) A citação deve ser exata. Os seus nomes.5 kg. o símbolo se refere sempre à parte inteira: 12. siemens. Portanto a citação indireta . a seguir. as transcrições de palavras ou trechos em grego. textual e devidamente identificada. E ou L (leste). p. tera (T). 11 CITACÕES ~ As normas a seguir têm sempre em vista a citação direta. quando reduzidos. arr.) b) A citação deve ser atualizada de acordo com o sistema ortográfico vigente. Não há símbolos convencionados para as medidas antigas. I 2) o plural de dos nomes das unidades é indicado pelo acréscimo ohms. Mas os nomes terminados em 5. 10 m. (arroba). iux. item 6. comumente também chamada de citação. SW ou SO (sudoeste). 2) Os símbolos não têm plural: 1 m. etc. a) Os erros tipográficos evidentes devem ser corrigidos. c) Os dos elementos químicos: Au (ouro). "a arte da ilustração teve de acompanhar a profunda transformação suscitada por esse novo suporte da escrita". hertz. Postas as ressalvas. 5 t. marcadas com ponto abreviativo: lég. BSERVAÇÕES 5: quilogramas. excetuando: a) Aqueles que se originam do nome de pessoas: A (ampere). uma velocidade de 100 km/h.e. diz Emanuel Araújo. será tratada mais adiante como referência bibliográfica (v. As interpolações feitas na citação ficam fora das aspas: "Quando o livro impresso se tornou realidade irreversível". a seguir). 4) Não se intercala o símbolo entre a parte inteira e a decimal de um número. excetuando os textos de valor histórico ou aqueles cujos escritos originais se destinam a apreciação. pascals. excetuando aquelas de caracteres não latinos. Também dispensam as aspas as citações que ultrapassarem cinco linhas do original (v. por exemplo. i. são expressos por abreviações. W ou O (oeste) e os demais que deles provêm . é claro. Á (angstrom).I . a transcrição literal de um texto. A fidedignidade à fonte é da competência exclusiva do autor. O (oxigênio). excepcionalmente. e z não admitem flexão: I I Grafió dos símbolos 1) Os símbolos. d) Os dos pontos cardeais: N (norte).

Áfica. 1992.no campo dos transportes marílimos e ferroviários. estabelece suas próprias fundações..-. A ilusão de que a supressão das formas sociais antirepresenta o objetivo principal da mudança social não tende a acelerar o Reproduzido de: NOVE. 107. pode-se dizer. secundada por outras naçôes do hemisfério. uma impropriedade qualquer. sociedades de classes e sociedades sem classes. meu Deus. Alec. j' vidas os problemas de tal transformação no momento em que sua solução entra numa fase decisiva.". supon do reso I.. sem dúvida alguma. A posição brasileira não fugia à agenda da conferênCIa. p. dos serviços portuários.Clodoaldo. 1989. verificamos que aquilo que aparece entre colchetes (os sapatos) não consta do trecho transcrito. é.. ao des reais de mudança nas sociedades modernas são sem classes./a ..) 5) Os acréscimos que se fizerem necessários à citação vêm entre colchetes: "Ainda quando não constituíssem. mado Luiz & 8UENO. negativa ou. Ela leva a uma representação simplificada de dois tipos de sociedades. na interpretaçã~~~[1ça '~--ssee social qualitativa. por exemplo) está assim mesmo no original: o lecimento da economia. O caráterdialética negatido conceito de neg. privilégio de homens livres. Esta idéia básica generaliza. era "de que os problemas de robustecimento da estrutura econômica desses países [menos desenvolvidos] não eram problemas suscetíveis de serem relegados a um período de normalidade internacional." (Sérgio Buarque de Holanda. transcritos em forma de prosa.r. O momento é o da exacerbação da guerra fria Reproduzido de: CERVO.. As manifestações de uma dialética antitética são numerosas nas análises de Marx. no econômico. 254.29 romântica e. separam-se os versos com uma barra oblíqua (I) e as estrofes com duas (1/). em conjuntura não muito diversa. a e de aparelhá-Ias sociais contribuírem larmente no esforço comum". de tal maneira que concebe a sociedade sem classes como uma negação universal das sociedades de classes e viceversa.".a t9. O mesmo não ocorreu. que contemplava "a colaboração política e militar para a defesa da América. A economia do socialismo possível. Ii Um homem vai devagar. tornou-se necessário incluir na citação o sujeito das orações. I Um burro vai devagar. mais exatamente. ] ta~ém desvia a atenção da complexidade real da mu dança sOCla. o fortalecimento da segurança interna dos países do continente e a cooperação econômica de emergência". que deveria ser alcançada mediante Strmiska. sob muitos aspectos. para o devido esclarecimento. Nos aspectos político e militar. mas eram parte integran da economia de emergência. Como não interessava citar outra passagem onde se fazia menção explícita aos sapatos. I pnmatli!mente . em todos os casos..'Ilil.. tanto pela desgastes e destorç es [sic] d período de anormalidade. mantendo espaçamentos normais antes e depois das barras: "Casas entre bananeiras I mulheres entre laranjeiras I pomar amor cantar. que invade toda a sociologia de Marx e que.. reducionista vista. São Paulo. Ii Devagar .. de qualquer modo.. São Poulo.] para os quais pedia a cooperação do governo dos Estados Unidos da Amé· rica. 6) Usa-se o termo sic entre colchetes para esclarecer que aquilo que se transcreve (um erro. p. A argumentação brasileira antecipa a que seria utilizada. quanto necessidade de neceSSl elas estruturas para e econômicas regudos pela imperiosa defende~. Ii Eta vida besta. esquematiza e extrapola as numerosas diferenças possíveis ou reais entre vários tipos de sociedade. mais tarde. inicialmente. I Um cachorro vai devagar. ao se impor na esfera da ideologia. à solução maneira alguns investimentos báSICOS. O conceito de antítese. Ele para "O termo 'negação'. Esta dialética antitétic. houve união de vistas entre as naçôes americanas.eão [. a posição brasileira. as janelas olham." (Carlos Drummond de Andrade. combinou a concepção "monística-histórica" tuação de formas e negações antitéticas". ' a trans f ormaçao sOClalsta. Com efeito.". da alimentação e dos combustíveis [.) 4) Indicam-se com reticências entre colchetes pressões de texto na citação: em termos escreve da aUtOnomia relativa das [\J - as su- Pelo exemplo.. [os sapatos] indicariam. utópica. certa dignidade e ascendência. a fonte desta orientação. A exterior do Brasil. do forneCimento e distribuição de energia elétrica.80 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 11 - 3) Na citação de versos.. na gestão de JK.. Ático. Esta "redois conjuntos de relações internas ao sistema gonismo ou perfeita harmonia funcional". que é altamente ambíguo e reducionista". História da política .. supõe-se que a transição de sociedades sem classes sociedades de classes e a transformação de sociedades de classes em que se dá em um nível mais alto do desenvolvimento de todos os problemas humanos e sociais.

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o

LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO

E REVISÃO

11 -

Citações

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7) Para informar que não é original o destaque de uma palavra ou conjunto de palavras na citação, utiliza-se a expressão "o grifo é meu" (ou equivalente). Esta indicação pode vir logo após o trecho destacado - para evitar confusão com eventual destaque do original citado - ou no final da transcrição, após as aspas, ou ainda no rodapé, na seqüência da referência bibliográfica:
densando-os na representação da criada, na qual investe caladamente o afeto filial reprimido. Sempre nos pareceu inquietante o fato de a presença materna não se dar de forma manifesta no discurso de Ang~ia, entretecido de tantas reminiscências infantis. Apenas numa breve passagem do último fragmento do livro ela é referida de modo explícito, para ser, no entanto, imediatamente afastada: "O som de uma vitrola coava-se nos meus ouvidos, acanClQva-me, e eu diminuía, embalado nos lençóis, que se transformavam numa rede. Minha mãe cantando aquela cantiga sem palavras. A cantiga morria e se avivava. Uma criança dormindo um sono certo, ganha a cabelos brancos e rugas. Não era minha mãe a can chei~ a estremecimentos. tão distante minutos tinha a ilusera vitrola distante, Em alguns que eu a criança crescia e o disco passeavam pernas de aranha" (A, p. 23

8) Quando se cita uma obra que não foi consultada diretamente, mas através de segunda mão, utiliza-se a expressão apud:
Seán Jennet, em seu The making of books, diz tarefa do revisor é "descobrir quaisquer erros sido cometidos na composição e dar instruções correção, e também zelar por que os enganos autor sejam evitados, chamando, se for o caso, deste,,7.
7

que a que tenham para sua do próprio a atencão .

Apud Houaiss, Elementos de bibliologia, cit., v. 2, p. 79-80.

9) Ao citar um autor estrangeiro, deve-se transcrevê-Io na língua original ou, preferencialmente, traduzi-Io para o português. Citando-se um autor alemão, por exemplo, de cuja obra só se dispõe em espanhol, obrigatoriamente a citação será traduzida para o português, embora na indicação bibliográfica da fonte deva ser mencionada a língua original da edição consultada - neste caso, o espanhol.

Se levarmos em conta o fato de que essa ligeira referência se dá no delírio final, quando todas as cenas do passado longínquo e próximo se entrechocam com detalhes presentes e visões alucinadas, formando um torvelinho, orquestração de imagens em fuga bachiana de duração interminável, somos obrigados a considerá-Ia como uma traição do inconsciente, em que a ·imagem dos lençóis, se transformando em rede, e a da aranha são condutoras do sentido de aconchego uterino aí implícito. O significante mãe, recalcado durante toda a narrativa, por um instante, nesse torvelinho geral, insinua-se no texto manifesto como um ato falho: ponto de sombra ou "umbigo" do texto, que solicita ser aclarado, dando-nos a certeza de que a sua ausência não faz mais que afirmar e gritar a força de sua presença no discurso. Presença dissimulada, reinvestida em remissões substitutivas que a suplementam, e das quais a criada Vitória c0nstitui uma representação. Conforme lembra Otávio de Faria, esses "personagens obsessivos da memória real têm mais força e mais poder sugestivo (tanto sobre nós, leitores, quanto sobre as ações do herói) do que certos personagens criados nelo romancista" 24. Reproduzido de: CARVALHO, Lúcia Helena. A ponta do novelo. São Paulo, Ática, 1983. p. 52.

10) Compõem-se com defesa as citações de mais de cinco linhas. Defesa - Recurso gráfico também chamado de branco marginal, recolhido ou recuo - é o termo com que se designam os espaços em branco colocados ao lado de determinados trechos da composição. Os trechos com defesa ficam mais estreitos do que a medida do texto normal. Pode existir defesa tanto do lado esquerdo quanto do lado direito, mas, nas citações, normalmente basta a do lado esquerdo. a) Utiliza-se um tipo diferente do tipo do texto normal ou o mesmo tipo do texto, mas geralmente em corpo menor (um ou dois pontos menos). (V. "Tipos e corpos", p. 122.) b) Emprega-se um entrelinhamento mais aberto no início e no fim da composição com defesa. c) As aspas, no início e no fim da citação, são dispensadas. Por isso, as aspas existentes no interior da citação permanecem como estão (aspas duplas), sem transformarem-se em aspas simples como está indicado na p. 118.

84

.oJ:III!l0: MANUA~.flE-PARAÇÃO

E REVISÃO

Lua e Sol, escuro e claro, inativo e ativo, feminino e masculino, sem dúvida associados à equivocidade e univocidade, respectivamente. De onde vem esta simbologia? Da China antiga, uma sociedade onde os homens mandavam. Nos próprios julgamentos e comentários, correspondentes a cada um dos 64 hexagramas do Livro das Mutações, pode-se observar os valores que são atribuídos ao masculino. Três linhas yang (cheias) do princípio da luz formam o trigrama Ch'ien que significa "o céu, criador, masculino, ativo" ou as três linhas yin (quebradas) que formam o trigrama K'un que significa "a terra, feminino, passivo, receptivo". O céu e a terra correspondem ao superior e ao inferior, ao homem e à mulher. Mas também ao superior masculino corresponde a luz, a nitidez, a força de caráter e à correção como os atributos mais con~ venientes. Era uma sociedade profundamente patriarcal, a da China antiga e tradicional de Confúcio. Como se vê, ao dominante do sexo masculino, são próprias as virtudes da univocidade traduzi das pela "clareza", "luz", retidão de caráter etc. À dominada mulher resta a sombra, a passividade e a equivocidade. Como diz Helmut Wilhelm:
A estes dois tipos de linhas, cheias e divididas, foram dados os nomes de "firme" e "submissa" O firme e o submisso são imagens do dia e da noite. O Céu é alto e a Terra é baixa Assim o Criativo e o Receptivo são determinados. Em correspondência a esta diferença entre o baixo e o alto são estabelecidos os lugares inferiores e superiores (. ) (1973, p. 1)

12
NOTAS

Conteúdo
As notas - consideradas aqui como indicações que se acrescentam no rodapé da página ou em seções especiais -, normalmente, podem conter: a) Referências bibliográficas, exclusivamente (v. p. 105). quando parte

b) . Complementação de referência bibliográfica desta já se encontra no texto (v. p. 104).

c) Esclarecimentos e comentários do autor, tradutor, editor, etc. d) Outras indicações bibliográficas abonadoras afirma. daquilo que se

Códigos Fortes e Fracos na paisagem urbana
Uma antiga diferenciação distingue os signos que jamais são empregados senão como signos, dos que, embora sejam coisas, são também signos12.

Identificação
Identificam-se as notas do tradutor com a abreviatura N. T. , as do editor com N .E., e assim por diante, abreviaturas essas colocadas entre parênteses no final da nota.

Reproduzido de: p.109.

EpSTEIN,

Isaac. Gramática do poder.

São Paulo, Ática, 1993.

Numeração
Usam-se algarismos arábicos na numeração das notas. Reservam-se os asteriscos para as edições anotadas pelo editor e as letras minúsculas exclusivamente para as tabelas (v. p. 31).

1) Põe-se o algarismo, o asterisco ou a letra minúscula um pouco acima da linha, tanto no texto (remissiva) quanto no rodapé (comissiva), dispensando o recurso de parênteses ou qualquer outro sinal de pontuação: Embora a teoria da deficiência lingüística, em que se insere a primeira perspectiva, já tenha perdido totalmente sua sustentação, tanto do ponto de vista científico - desde que a Antropologia e a Sociolingüística contestaram, de forma irrefutável, os conceitos de "deficiência" cultural e lingüística - quanto do ponto de vista prático - graças ao fracasso comprovado dos programas de educação compensatória e ao insucesso inegável de metodologias de "substituição" de um dialeto por outro -, é ainda essa teoria e a concepção de sociedade em que se fundamenta que vêm, consciente ou inconscientemente, informando a prática pedagógica no ensino da língua materna no Brasil. No quadro em que se insere a segunda perspectiva - a teoria das diferenças lingüísticas -, a proposta de um bidialetalismo funcional vem sendo tentada nos Estados Unidos, na educação das minorias étnicas, algumas vezes como um bilingüismo, mais que como um bidialetalismo, como no caso da coexistência do inglês e do espanhol na educação dos chicanos. No Brasil, é uma proposta que mal começa a despontar, e ainda de difícil concretização, uma vez que depende de estudos e pesquisas sobre os dialetos populares, e mesmo sobre o dialeto-padrão, de que ainda não dispomos. Há já pesquisas sociolingüísticas sobre vários aspectos dos dialetos pocomlsslva d pUlare~p,.fil"'. ""."""" . su ainda são necessárias, esses d'IaIetos,possa -'.'~.-" para que se sem ch egar~~".,. ...• ..~"'".tras f"IClentemente .'
lt..

A remissiva a) Regra

pode vir: geral, antes do sinal de pontuação:

crítico Carlos Baker (Carroll Baker) apontou para a montanha e a planície como sendo dois símbolos contrastantes no romance. A montanha se relaciona ao "bom lugar", o lar temporário, seguro e confortável. A planície seria o lugar onde as desgraças acontecem: a guerra, a morte, os sofrimentos. Baker está jogando, sem dúvida, com as oposições de

o

testou e a interpretação ~.Baker' altos baixos. Entreta~~ítico,

, :i)rmando M. Halliday, opoE. que não são con-

, Ver, no livro de Baker, Hemingway: o escritor como artista, sua análise ambi· de A farewell to arms, e o artigo de E. M. Halliday, Hemingway's guity: symbolism and irony, em WEEKS, Robert P., ed. Hemingway - A

co/lection of critica! essays.
Reproduzido de: NAZARIO, ulian. J

Ernest Hemingway.

São Paulo,

Ática,

1988.

p.50.

1"f~~~~~~~~~~~Cd';~~~~~~~~~~1~~~~S~V~~~~
I

"O bom na cobertura de uma entrevista coletiva presiden· cié\l é você aparecer na televisão, de modo que sua família ou seu~patrõJS, pergunta, de preferencla longa, de de consegui· 10 e fazefumaem casa, o vejam. E a ~el.hor maneira modo que a fixe em vez de fixar o presidente" , comenta Art Buch· A coletiva, sobretudo a presidencial, tem servido se de exemplo de entrevista dirigida e, ironicamente, de a há muito tempo deixou de ser uma troca de idéi listas e a principal fonte de informações de
J Em Última Hora, de 6·3·69, sobre a primeira entrevista coletiva do presidente Nixon. " No Brasil, a primeira coletiva presidencial é concedida pelo presidente Getúlio Varo gas, no Palácio Rio Negro, em Petrópolis, 1945. Vargas mandou distribuir cópias da lei constitucional que acabara de baixar, convocando eleições gerais para dezembro, e deu o encontro por encerrado. Um jornalista interrompeu·o: "Presiden' te, nós fomos convocados não para receber um papel mas para uma entrevista coletiva". Vargas disse: "Ah, vocés querem perguntar?" e voltou a sentar·se, submetendo·se às perguntas dos jornalistas (redatores políticos da imprensa cario· ca e correspondentes paulistas). Cf. Carlos Castello Branco, em "Coluna do Caso tello", Jornal do Brasil de 23·6·87.

I

I

a qual a'~strução de uma difícil. remissiva .-padrão, ou um bidialetalism~puncional se torna metodolo' a cham da "norma-padrão culta"~em sendo desenvolvido há já vários nos o Projeto de Estud~onjunto e Coordenado da Norma Ling" stica Culta (Projeto k!URC) , de que, porém, não se conhe m ainda resultad@O mais grave, entretanto, é que a teoria güptica, ainda lingüísticas, em oposição à teoria e assimilada pelos da1diferenças não é suficientemente conhecida da deficiência linessores, de modo que o preconceito contra as variedades linrespeito da norma culta brasileira e do Projeto NURC, ver CUNHA, Celso. 1985.

questão da norma culta brasileira. Rio de Janeiro, Tempo Brasileiro,

Reproduzido de: SOARES, Magda. 1986. p. 70.

Linguagem e escola. 3. ed. São Paulo, Ática,

11'

.

Reproduzido de: BAHIA, uarez. J jornalismo. 4. ed. rev. e aum.

Jornal, história e técnico; as técnicas
São Paulo, Ática, 1990. v. 2, p. 61.

do

numa página existir apenas uma nota. Como as laudas do original normalmente comportam menos texto que a página do livro. Conseqüentemente. tantos quantos forem necessários à ordenação por página (se.economia política e a ciência política. Sociologia da sociologia. O futuro dessas nações latino-americanas. São Paulo.88 12 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Notas b) Ou depois do sinal de pontuação seguido de aspas: 3 A imaginação sociológica -- 2) As notas do tradutor.s. devem ser enumeradas por asteriscos. Se é verdade que há reciprocidade entre o pensamento científico e as configurações sociais de vida. esse princípio é especialmente válido para as ciências sociais. é decisivo para o nosso modo Ciência e consciência f 1 WAGLEY. e as condições de existência social. a não ser no caso acima previsto de asteriscos. história. que vai do começo ao final do livro. repor! and pal'lers of seminar on Latin American Studies in the United States held at Stan- Reproduzid~ de: iANNI. etc. o operador segue o que consta no original (notas numeradas por lauda). dc.a. seja com referência à visão do mundo subjacente às contribuições dessas disciplinas. na composição do texto. economia política e sociologia nas nações latino-americanas. o acerto dessa numeração. Octavio. confirmam amplamente o referido princípio da sociologia do conhecimento.. p. . 1989. feito em etapa posterior à composição. "Nunca conhecimento da América Latina foi tão importante para os Es~\ifoosUnidos .. Não é recomendável estabelecer uma numeração única. aparecerá mais de uma seqüência numérica de notas na página composta. Evite também a numeração por página. a. usa-se um asterisco. e assim por diante). por exemplo. neste ou naquele pais. é óbvio que há sempre certa correspondência entre o pensamento sociológico. por. Em particular. Seja quanto à problemática. o autor resolvesse de última hora acrescentar ou suprimir uma nota. A numeração única causaria um trabalho extra se. Não adotar este procedimento significa poupar trabalho. editor. rev. seminários e conferências para o estudo das possibilidades e contribuições do trabalho científico na América Latina. 3) As notas devem receber uma numeração consecutiva que se reinicia a cada novo capítulo . Isso ocasionaria uma renumeração de todas as outras notas a partir dali. é verdadeiro para a sociologia.o que é mais comum .ou a cada nova parte. Numerando por partes. 3. com exceção das notas do autor. ed.:~. além disso.~. 125. todo o trabalho não é desperdiçado e. Charles. se houver duas. e aum. que reúne análises sobre os estudos de geografia. o texto fica mais leve com números menores. Social science research on Latin America. não está isenta das marcas do engajamento. por exemplo..~:9Sm rápida expane são. Atica. ciência política. A obra intitulada Social science research on Latin America. pois. lntroduction. As inquietações intelectuais dos cientistas sociais reunidos em instituições. dois asteriscos. acarretaria trabalho e correções que podem ser dispensados. exemplo. numa obra volumosa.

São Paulo/[Paris].. 106-13. São elas o nome do autor. Elementos essenciais São indicações que devem figurar como elementos mínimos para imediata identificação de uma obra. as técnicas do jornalismo. São Paulo. Sergio Goes de Paula. de seções ou do livro convenciona-se chamar bibliografia. N a indicação do número de páginas que correspondem à parte referenciada. por exemplo. aria das Graças Vieira Proença dos. metodologia e pré-história da África. etc. In: socialismo possível. e aum. Ática. A economia do Polônia. o local de publicação. Trad.): SANTOS. o nome da editora e a data de publicação): GORENDER. 1989. (Esses elementos são descritos minuciosamente nas p. que se acrescentam aos elementos essenciais para caracterizar a publicação ou dar outras informações que possam ser úteis. 302-8. p. Modelos reformistas: Hungria. São Paulo. 12-9. história e técnica. ed. Iugoslávia. quando houver. podem- . História da M arte.) b) Nas referências a um volume determinado ou a partes de volume de obra publicada em mais de um volume (no primeiro caso acrescenta-se o número do volume e no segundo o número do volume e as páginas inicial e final da parte referenciada): UNESCO. o título da obra. facultativamente.Comitê Científico Internacional para a Redacão de uma História Geral da África. 184-236.235-45. Ki-Zerbo. mantenha o número inicial completo e suprima. o Elementos complementares São indicações. 1990. Definições São riferências bibliográficas as indicações necessárias à identificação de uma obra. formato. São Paulo. ilustrações. 4. p. w' Mas os números das páginas ou dos volumes devem ser mencionados obrigatoriamente nos seguintes casos: a) Nas referências a partes de livros avulsos (acrescentamse as páginas inicial e final da parte referenciada): NovE. do volume J. notas bibliográficas. rev. i. 1990. Ática/Unesco. notas especiais de coleção ou série e outras de interesse: 1) Notas bibliográficas (número de páginas ou de volumes. 1989. Ática. China. Jacob.e. ed. BAHIA. 1982. O estilo do jornalismo. complementares. Ática. Combate nas trevas.13 - Referências bibliográficas e bibliografia 91 13 REFERÊNCIAS BIBLI~GRÃFICAS E BIBLIOGRAFIA se mencionar. Alec. À listagem dessas referências no final de capítulos. v.T. São Paulo. In: J Jornal. Ática. 4. o Componentes Compõem a referência bibliográfica elementos essenciais e. História gera(da África.. uarez. o número da edição (se não for a primeira) e as notas tipográficas (também chamadas de imprenta. il. Coord. os algarismos comuns à esquerda do número final: p. facultativas. 279 p. p. Entre essas indicações.

48. as referências a obras citadas anteriormente (v.Cardoso. número da edição (o ponto aqui freqüentemente coincide com o ponto da abreviação). ou ainda (se a nota anterior se referir ao mesmo autor. menção da língua original (v. endereço do editor.. 3. 5 Idem I ibidem. D v.e Alma do (3rasil. depois das notas bibliográficas: FERNANDES. p. Carlos Roberto F. H. p. 35 (l0): 1 430-4.) Ática. 105): 5 BOUDON. notas tipográficas. p. cit.. maio 1988..3. os indicativos v. (número das páginas) são substituídos. ed.) 2) Para simplificar. (número do fascículo) e p. figuram no final da referência. o nome de seu diretor seguido do número da publicação.Florestan. (Corpo. FERNANDES. aspectos do desenvolvimento da sociedade brasileira. Mudanças sociais no Brasil. 1978.Lineu. 34 . 1991. : 1 430-4. desde que não se integrem a textos comentados (v. A ideologia. as práticas mágicas no Ocidente cristão. mas não à mesma obra): 6 Idem. Raymond . 2. F. tb. 1989. Separam-se também com ponto os elementos essenciais de uma referência completa que figurarem exclusivamente em nota. 105): 5 Gorender.e do fascículo .v. 1983. parênteses -. Qual o destino das teses? Cultura. . em notas. Difusão Européia do Livro. 1960. (10). . São Paulo. bibliográficas e especiais: NOGUEIRA. 401 p. pelo emprego de: itálico -.. Rio de Janeiro.Florestan (Ensaios. cit. relação de abreviaturas na p. livraria. (número do volume). respectivamente. dois-pontos -.): REVISTA BRASILEIRAE BiOlOGIA. (Ensaios. Bruxaria e história. 159..92 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 93 c) Nas referências a um número determinado de publicação periódica (indicam-se os números do volume . p. como mostra o exemplo. ou 5 Gorender. emprega-se o ponto depois de cada um dos seguintes elementos: nome do autor. 46. Neste caso. Os nomes dos meses. 46. 46. Ática. p. 32. op. 35. . 111). out. Pontuação o ponto Na bibliografia.n. São Paulo.. A integração do negro na sociedade São Paulo. entre os elementos das notas tipográficas. nas referências a periódicos e jornais. distribuidor. 21 em. 2) Notas especiais de coleção ou série: indica-se o título de coleção ou série e. 131. se houver. São Paulo. como preço (dado um tanto instável no Brasil de hoje). A vírgula Emprega-se a vírgula: 1) Entre o sobrenome e o nome (prenome) do autor. Essas indicações são feitas entre parênteses. devem ser abreviados no idioma original da publicação (v. 174 p. Combate nas trevas. 154).. ou (se a nota anterior se referir ao mesmo livro): 3) Outras notas de interesse. O escravismo colonial. título da obra. p. 2 v. p. Ática. ) d) Nas referências a artigos de periódicos (indicam-se os números do volume e do fascículo e as páginas inicial e final do artigo referenciado): FREIRE-MAIA. il. etc. n. p. -- Ciência e de classes. n. cit. notas bibliográficas e notas espeCiaiS.dir.

tb. de Jacob Gorender (São onde Paulo. 123) no início de todas as referências relacionadas na bibliografia. Rio de Janeiro. 4) Nome de órgão público: SÃO PAUtO . Grandes 43. São Paulo. . Vocabulário ortográfico da língua portuguesa. p. p. 112). 4. Não é raro encontrar omissão do nome da cidade (v. tb. 112) e da data de publicação (v. eletricidade e ondulatória. p. São Cientistas Sociais. 2) Para separar o título do subtítulo da obra (v. a referência que tenha parte dos seus elel1)entos no texto (v. 92): (Série Temas. não constando na obra referencia- O ponto-e-vírgula Na bibliografia ou em referências isoladas. 2) Para substituir o indicativo n. •• Caracteres tipográficos O versal-versalete Emprega-se o versal-versalete (v. 2) Nome do organizador. 113). Paulo. Ática. (Col. (= número do fascículo) numa referência a artigo de periódico. Ática. Estudos Literários. Secretaria de Estado da Educação. Ática/Secretaria a instituição familial. org. puderam ser determinadas. em notas. 110): Física. 92. 1981. p. Veja alguns exemplos deste recurso em referências que se iniciam com: 1) Nome do autor: BACHElARD. recomenda-se a leitura de A escravidão reabilitada.Edson Ferreira ROBORTElLA. Os colchetes Colocam-se entre colchetes: 1) Todas as indicações que. p. compilador ou outro do gênero: RODRIOUES. 1990L I . p. se for o caso de mencioná-Io.) 3) Nome de entidade tratada como autora: ACADEMlA8RASfll:lRADI: LETRAS. aquisições da biblioteca em 1988.1 94 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - li I II Referências bibliogrãficas e bibliografia 95 i 3) Para pontuar. São Paulo. 2) O título original de uma publicação traduzida. 1984. 3) Como um recurso de que se pode lançar mão para evitar que o emprego rigoroso da pontuação de uma referência bibliográfica prejudique a leitura fluente de notas ou do texto: Sobre a reprodução da população escrava. conforme exemplo da p. 111. Vilfredo Pareto. do nome da casa publicadora (v. 1990. 10B): de i ALVESFILHO. emprega-se o ponto-e-vírgula: 1) Para separar os nomes de autores de obra coletiva de três da.. 1988. conforme exemplo da p. Bloch. 104). p.José Luís de Campos. tb.) A dialética da duração. de Estado da Cultura. Gaston. José Albertino. Catálogo. autores (v. Os parênteses Empregam-se os parênteses: 1) Para indicar as notas especiais de séries ou coleções (v. Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas. Avelino i OLIVEIRA. p.

p. História da baixa Idade Média. 1984. 37 (5): 548-52. Paulo Sérgio. Procedendo assim. 1991. com a publicação do romance Cinco minutos em folhetins. Dependendo da variação de tipos usados no livro. 31. Larousse. op. em Lisboa. Alencar estreou como romancista em 1856. Faça exceção apenas às palavras latinas infra e supra. em Lisboa. Prefácio. etc. ibidem. Ciência e Cultura. 123). avulsas ou periódicas. A REVISÃOda Constituição. evita-se confundir essas formas autônomas com os prefixos análogos do português (infra. 4.a lógica da diferença. o redondo COUTINHO. 123).jornais ou revistas: Jornal da Tarde. bem como após a partícula in quando autor da parte e autor da obra no todo são diferentes: PINHEIRO. 1. Emprega-se o itálico (v. p. do escrivão Outros empregos O versal-versalete é empregado ainda nos seguintes casos: 1) No início de referências a parte de obra. Instituto Nacional Emprega-se o redondo (v. se na bibliografia a referência começar pelo título. 1992. o itálico 2. 99. Paris. gesto do século XII. b) Artigos de periódicos. 5. JÔnatas. São Paulo.: [Brasília]/São do Livro/Ática. PT . . Paulo. d) Obras de referência: PETITLarousse Iflustré. 1) Publicações avulsas livros. etc. s. maio 1979. Lima Barreto lançou suas Recordações do escrivão Isaías Caminha em 1909.d. folhetos. Infra quer dizer" citado ou mencionado abaixo ou posteriormente" e supra é o mesmo que "citado ou mencionado acima ou anteriormente". v. Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. Ática. Ática. n. nos títulos das publicações. Civilização. tb. ou romano. ou grifo. cit.. 96 (v. Não empregue o itálico ou qualquer outro recurso para destacar as expressões e abreviaturas latinas usadas em bibliologia (v. 1989.96 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliogrâficas e bibliografia 97 5) Títulos de obras nas quais não está declarada a) Obras anônimas: A CANÇÃO de Rolando. nos demais casos. o itálico pode ser substituído pelo negrito ou pelo redondo: •• Lima Barreto lançou suas Recordações Isaías Caminha em 1909. São Paulo. MPORTANTE c) Títulos de periódicos: CiÊNCIA E CULTURA. São Paulo. empregue o versal-versalete conforme visto na p.e supra-). . não assinados: UNIDADES de medidas. p. a autoria: 2) Publicações periódicas 8 jun. 2) Em notas que contenham referências bibliográficas com todos os elementos essenciais: 7 BATISTA NETTO. maio 1979. Margaret E. 150): apud. 110). p. p. São Paulo. 1978. Entretanto. lista na p. Edilberto. Porto. In: KECK.

Para evitar isso. como diz o subtítulo. 1984. onde a sigla comparece logo depois do nome do autor: ASSIS. é prova de imaturidade" (Normas gerais para os trabalhos de grau. 140). com os dois volumes de seus Elementos de bibliologia (Rio de Janeiro. as siglas aparecem numa lista de abreviaturas do começo do livro (v.Machado de. o número da página completam este sistema. Instituto Nacional do livro. Alguns exemplos: Antônio Houaiss. tb. livro que. em O drama da linguagem (São Paulo. Ática. A sigla. A propósito das transcrições excessivas. É melhor passá-Ias para as notas ou optar entre sistemas mais simplificados. Ática. BC ou mesmo MPBC. 2) Atribuição de siglas aos títulos . . p. no caso ela poderia ser MP.d. A sigla. Memórias póstumas de Brás Cubas. 1989). Não é recomendável. 76). São Paulo. entre parênteses. por exemplo. p. produziu o grande clássico da normalização editorial. Veja um exemplo: "Deve ser um vinho enérgico a política. 1967). "ao invés de denotar erudição. o que será visto na seqüência. A forma escolhida (BC) deve ser empregada sistematicamente do começo ao fim do livro. (b) parte no texto. pode-se. atribuir siglas aos títulos.Se o trabalho comportar. Mas. Segismundo Spina publicou pela Editora Ática (São Paulo) a segunda edição das suas Normas gerais para os trabalhos de grau. Em 1984. Ática. Em vez de remeterem à bibliografia. quando for o caso. ele se torna remissivo à bibliografia. constitui "um breviário para o estudante de pós-graduação" . 43). por exemplo. Segismundo Spina afirma que citar muito. se podemos usar de arbítrio para formar a sigla (v. empregar algarismos arábicos para codificar as referências ou indicar a data de publicação da obra ao lado do nome do autor. Be. pode-se simplificar a referência estabelecendo uma sigla para designar o título da obra.Quando não se utilizam as notas de rodapé para introduzir as referências bibliográficas.. se. porém. parte em nota. Nessa lista são fornecidos também os dados das edições utilizadas. os elementos que faltam para completar essas referências podem ser colocados no texto. p. ~<. p. o nome do autor e. ao sair da casa de lobo Neves" (Assis. dizia eu comigo. s. Num livro desse tipo. 68).98 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 99 Localização e • . São Paulo. no exemplo. Este pode ser um procedimento ideal para obras que apresentam um número reduzido de referências. sem considerar a preposição de. Referências incluídas no texto . ed. sobrecarregar o texto com indic~ções bibliográficas longas.rJ t t J 1) Simples inserção no texto . 2. Por ser um sistema que permite omitir no texto as demais indicações bibliográficas. slstematlca As referências bibliográficas podem localizar-se: (a) inteiramente no texto. as referências à obra analisada são freqüentes e poderiam abarrotar a página com notas de rodapé. livro em que Benedito Nunes analisa escritos de Clarice Lispector. foram usadas siglas para identificar as referências à obra de Clarice e notas de rodapé para as demais. é relativa às Memórias póstumas de Brás Cubas e poderia também ser constituída pelas letras iniciais das palavras do título. ou (c) exclusivamente em notas. De acordo com Outra variação prática desse sistema é o que se encontra.

i sensaçã e ser: "O gosto é cinzento.). um pouco vermelhado. Pers· p. 8s óbjetos úteis são sólidas e impenetráveis. É uma e eriência que se alarI Sabiá. é sempre a mais forte e decisiva.J PSGH LP FC - A paixão segundo C. 1946. nos pedaços velhos um I I com azu eterminação pouco a tncen .~i~~~'~T~UliP gross (ME. 1963. ed. 1960 A maçã no escuro (rom. deslocado.100 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográf~c_a_s_e_b_i_bl_io~gr_a_fi_a_____ __. Janeiro. Ediror.) Rio de Janeiro. 2. O lustre (rom. Rio de Janeiro. ao ande abalo que será a descoberta da existência. Felicidade clandestina (contos). Amor. Nesse ndo assim configurado. tora do Amor. com o duplo sistema de referências. 1971. cisco Alves. por de repulsão. São Pauio. __ 101 A lista de abreviaturas do começo do livro O drama da linguagem Uma página do mesmo livro. Edirora do Rio de 3.). A princípio se debatendo n ma crise psicológica .S. 1969. indicaque é també m umundamental das coisas parafala da obje gelatinoso. Manim caminha ~eléia viva". São Paulo.).). sentimento da inutilidade de seu interesse pelo p sado como historiador. vaga amente" (pes. Como elemento de 1 Gerd Bornheirn.estranheza em relação ao que o erca. fran- A CIdade sitiada (rom. . Rio de Janeiro. de inquietação a inquietação.H (rom). seu protagonista 7. 19~~~ . Edições das obras compulsadas de citação: PCS L CS LF ME LE - para esre trabalho e respecrivas siglas Perto do coração selvagem (rom. A parte da Natureza. ). 45) lantas silenciosas (ME~b2J". a segura permanência de animais e vegetais. " (ME. e uma qualidado e dado cenestésico. Uma aprendizagem ou O lIVro dos prazeres (rom.). 2. José Álvaro Laços de /àmília (contos).-c. e move·se comode uma geléúz v a . com estatuto sereno das coisas propriamente ditas. Os gestos. Francisco Alves. como qualidade da matéria viva. 1964 Sabiá. Rio deJaneiro.. 1964 Alvorada. trastam. como pólo oposto à cultura e à praticidade da vida diária.tiva. e e~ho. 17). Rio de Janeiro. 1105 de atraçãoentreexemplo. c mo momento culminante da situação de Antoine Roque tin. LE. 98) (ver o fragmento "A gelatina. como lâmpadas e cristaleiras (L. A náusea é a experiência privilegiada d pensamento sartriano 6.José Álvaro ~~~~~lsãstmglU~~:~. pel~ seu senSIveIS e densas dos obJeto~om com as qualIdades aspec:o ~rotesco. 1970 Edi· 1964. torna-se a consciência presa fácil a náusea. )oana C/ari. (Coleção Editor. Sartre. ed. Agir. bibelôs e canos d'água (CS. as atitudes e os sentimentos humanos con- A legIao estrangeIra (contos e crônicas).. 111). 102). c 'spector o espesso e o viscoso -. em que o próprio homem estr ha o que é humano. 115. descrita no romance Ia nausée. ed. sensação de tédio. Rio deJaneiro. de vazio oquentin vai chegar. São Paulo.

Edgard. Adotá-Io ou não adotá-Io é um procedimento que tem de ser sistematizado em todo o livro.).) li ti 111 ~. ele não foi utilizado. 3) O sistema numérico . pode ocorrer o seguinte: Autor e ano entre parênteses: Crise e decadência (KUJAWSKI. 7.O nome do autor.102 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 103 Neste modo simplificado de citação. numere com algarismos arábicos. p. vem na linha e no mesmo corpo do texto. escreva-o dentro dos parênteses. todas as referências da bibliografia. p. São Paulo. rev. que também é remissivo à bibliografia. Esse número.desde que uniformemente os próprios parênteses. 64). No entanto optar por conservá-Io resulta no ganho de evitar o embaralhamento de números. 1988. Neste caso. procurando explicar as raízes da crise. o número da página entre parênteses: Nesse texto.4. Revoluções do Brasil contemporâneo. 101). não precisa necessariamente estar em ordem alfabética . (S'érie Fundamentos. 64). Ática. O arranjo desses elementos pode ser feito de acordo com as seguintes circunstâncias: a) Quando o autor já foi citado.) r .embora seja preferível estar -. em última instância. .~ "Todas as crises setoriais eclodem no meio social e são vividas socialmente" (KUJAWSKI. mas mantenha sempre a mesma opção: 1 1\ Na bibliografia. 4) O sistema de autor e data . Depois. Ela é determinada.Neste sistema as referências bibliográficas do texto são substituídas por remissivas à bibliografia. a data de publicação da obra e o número da página são os elementos li Observe ainda o seguinte: a) Na bibliografia. travessões. neste caso. Gilberto de Mello.). No exemplo da obra de Benedito Nunes. 1988.: Também neste sistema faculta-se mencionar o indicativo do número da página (p. o sujeito da crise é a modernidade. pontos ou algum recurso gráfico para realçar os números sem outros sinais. seguido de vírgula e do número da página entre parênteses: "Getúlio e Antônio Carlos procuram contemporizar e se esforçam cada um de seu lado para ver se Washington aceita a idéia de um terceiro candidato" (13. acrescente a data e o número da página entre parênteses: Segundo Kujawski. 1922-1938. é preferível (13) p. Kujawski encontra" outra corrente de intérpretes" que "insiste em que o princípio geral da crise só pode ser de ordem religiosa" (p. pode-se grafá-Io em versal-versalete ou em caixa alta-ebaixa. 1989. em ordem crescente. Apenas o número referente à página apareceu ao lado da sigla. que. Podem aparecer . em vez de (13. (Série Temas. Veja um exemplo com o número destacado por tipo negrito: 13 CARONE. coloque a data de publicação logo depois do nome do autor: KUJAWSKI. A crise do século XX. São Paulo. p. são categorias diferenciadas ~'l Ou só ano entre parênteses: Para Kujawski (1988). b) Quando o texto já deixou claro que se trata da mesma obra. Ática. da seguinte forma: Primeiramente. é facultativo o uso de parênteses para destacar o número da referência. se for o caso. 1988). Assim. 103). pela política" (1988. basta dar. é facultativa a menção do indicativo do número de página (p. 64). J c) Quando o nome do autor não estiver explícito nem claro no texto. Não houve também a necessidade de apontar o nome da autora. faça as remissivas. 53. No lugar de cada uma das referências bibliográficas do texto coloque o número que a referência recebeu na bibliografia. ed. 102). pois era sabido que as referências abreviadas com siglas sempre diziam respeito à obra de Clarice Lispector. "todos sabem que a economia não é domínio soberano. I 'i li i: !1 d) Quando não for necessário fazer referência a um número (ou números) específico de página. a remissiva. para facilitar a identificação da referência. básicos deste sistema.

p. Não use idem na bibliografia. principalmente. escola e sociedade. 1990. Ática. São Paulo. Linguagem e escola . mediária: é normal referir-se apenas à fonte inter- TARAllO. registre ~' F 1) Primeira ocorrência . A nota começa a partir dos elementos que faltam. . 47.) . 1990. Aluísio.) . Se o autor ainda não foi identificado. História da música. 1989.uma perspectiva social. 11 BRANDÃO.. 1988. p. Ática. informe entre parênteses a fonte intermediária precedida de apud . Ática.j' Referências em notas exclusivamente c) No caso de não existir a data de publicação. 2) Referências a obras já citadas . separados por vírgula: "Coerção e repressão foram as bases de sustentação do escravismo e explicam a grande duração do mesmo". O cortiço. b) Ibidem (ou ib. p. São Paulo. p.d. "a nossa gramática não pode ser inteiramente a mesma dos portugueses. Ática. As figuras de R linguagem. 49. 1988. 87). .Substitui o nome do autor quando a referência precedente diz respeito a obra do mesmo autor: 7 Referências com parte parte em nota no texto e 8 AZEVEDO. 112. 87). 1991. a autora conclui que" é fundamental que a escola e os professores compreendam que ensinar por meio da língua e.As referências posteriores a uma obra citada podem ser simplificadas com expressões ou abreviaturas tradicionais: a) Idem (ou id. ed. As diferenciações regionais reclamam estilo e método diversos" (apud TARAllO. ed.A primeira referência a uma obra deve ser completa. São Paulo. 79). São Paulo. 1979b. 109).. diferencie as datas de cada título juntando-lhes letras minúsculas. Idem. de Magda Soares (6. São Paulo. p. 1987. N a bibliografia. Ática.55. ~ ~ ~ I MONTANARI. diz Suely Robles Reis de Queiroz5. s. Idem. 23. no lugar da data. os seus elementos são dispostos e pontuados como na bibliografia: 4 J d) Quando ocorrer citação transcrita de fonte intermediária. itinerário histórico da língua portuguesa.. oberto de Oliveira.1990. São Paulo. apud TARAllO.104 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliogrãficas e bibliografia 105 b) Se um autor tiver mais de uma obra publicada num mesmo ano. v. ensinar a língua são tarefas não só técnicas.Substitui o título da obra citada na referência anterior. 81. mas também políticas" (p. p. se a referência integrar-se a textos comentados. ed. O termo é normalmente usado ao lado de idem: 10 5 Escravidão negra no Brasil. mas sim o travessão (v. Não é necessário repetir em nota os elementos de uma referência que já estão inseridos no texto. é preciso adequara pontuação da nota à pontuação do texto: Sobre a prática de ensino comprometida com a transformação social. Se a referência estiver isolada. "Falar diferentemente não é falar errado" João. p. O mulato. i i I -i . 8. 1988).ibidem. da Idade da Pedra à Idade do Rock. São Paulo. se o texto já esclareceu o nome do autor citado: No entender de João Ribeiro. tanto no texto quanto na bibliografia: 1979a. Mas. rênteses: faça-o nos pa(RIBEIRO. Fernando. A partir da análise das relações entre linguagem. com todos os elementos essenciais. Tempos lingüísticas. Ática.p. Ática. Valdir.

Ática. I ~ {t 1f 1) As designações Filho. SOUSA. cito . Sábato. cito é melhor repetir o título. São Paulo. e colocar ao lado dele a abreviatura cito . Especificações sobre os elementos . Ática. recorre-se a remISSIvas: VOLPE. 36. 5 I I 'oi' '" i ~-' . Jean de. CASTElO BRANCO. di. na bi_bliografia ou mesmo em índices onomásticos. As particularidades sobre o nome do autor deverão ser levadas em conta também na elaboração de índices onomásticos. •• """. BOSI. colocadas depois do prenome. cit. os casos de organicidade da palavra (nomes próprios. pois do sobrenome: PRADOJÚNIOR. etc. São Paulo.r 106 "'~""~~. op. p. sobre cada um dos principais 3) Autores estrangeiros a) Espanhol . du c) Francês . ver DELLAVOlPE. ed. 1986. mas trata-se de praxe já largamente difundida e aceita. porém. FILHO. 3.". MAGALDI. substantivos em alemão. O emprego de letras minúsculas nos títulos de obra . 79. entre vírgulas: 1 BOSI. é claro. inicia a referência: sobrenome em versal-versalete. a tendência é colocá-Ias antes do sobrenome. Alfredo. Atualmente. José Américo de. em regra.Mário de. se preciso. São Paulo. que é o sobrenome paterno: GARCíA MÁRQUEZ. % 7 2) São inseparáveis: a) Os sobrenomes ligados por hífen: J .A entrada da referência é dada pelo primeiro sobrenome. Ática. I b) Italiano . p.essenciais Não é demasiado recordar que as especificações abaixo deverão ser aplicadas com rigor à bibliografia e servir de base à preparação de referências localizadas no texto ou em notas. ed. são os pri- .. degli.As partículas delta. Assim.ri. Alfredo.. etc. geralmente. Caio.júnior.) . 3.contraria norma oficial do "Formulário ortográfico".Os artigos le ou Ia e a contração meiros elementos do nome: LA FONTAINE.. Galvano. são. seguido de vírgula e do prenome em tipo redondo normal: ALMEIDA. 1989. p. BOSI. 90-1. Reflexões sobre a arte. em lugar de op. Camilo. Adonias.. conforme já visto em várias passagens. ~ SÁ-CARNEIRO. inferno i ensaios de crítica literária e ideológica. b) Os sobrenomes compostos que contenham elemento adjetivado: SOUTOMAIOR. cito (= opus citatum) citada: 2 Substitui título de obra já ~ Nome do autor O nome do autor. Seguem-se particularidades itens de uma referência. Reflexões . adjetivos pátrios em inglês. Neto e Sobrinho comparecem de- Se o nome autoral não tiver prenome.. 9 Havendo mais de uma obra citada do mesmo autor. Du Bos.João da Cruz e. 107 I c) Op.. Iniciação ao teatro. Pedro. a referência pode ser feita na ordem direta ou pelo próprio designativo: ADONIAS FILHO. podendo abreviá10 com reticências. . Gabriel.Galvano della."""'"'. 1988. m. Charles. Céu.ressalvando.' t " -A•• .. MAGALDI." b"""'.

5) Quando. Ministério das Minas e Energia. sem o recurso de parênteses COUTINHO. Ática. Me eM' (= filho de) e a irlandesa O' (= neto. e na primeira palavra significativa: A ALFABETIZAÇÃO em Ubatuba. Se se tratar de dois autores. Simoni WOOLDRIDGE. enunciase a hierarquia a partir do órgão superior: BRASIl. enciclopédias. b) Se a entidade for subordinada a outros órgãos. Paris. 4) Mais de um autor: a) Dois autores dos autores: Usa-se o sinal & para ligar os nomes Alberto RABAÇA. e ampl. b) Três autores . artigos de jornais e revistas não assinados -. Carlos Emílio & MOURA. sem mversão. Jean et alii. se houver.As aposições escocesas Mae. os títulos de partes de obra e de artigos. na bibliografia. Norma NB-66. não é necessário mencionar o editor nas notas tipográficas: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRADE NORMAS TÉCNICAS.As partículas von. c) Mais de três autores et alii : DUBOIS. rev. etc. pois o sobrenome já antecede o nome: MAO TSE-TUNG. Carlos & BARBOSA. vom. etc. preposições. Paris.. a referência começa com o título. quando. composto em versalversalete nas partículas iniciais (artigos. Dean. van (esta holandesa). DE QUINCEY. São Atica. 4. 1984. . bem como as preposições de origem francesa (de. use & entre dois travessões: FARACO. O título deve ser transcrito literalmente e. ed. no lugar do nome do autor. f. se for necessário transcrever todos eles (se não for. ENCICLOPÉDIA Espasa-Calpe. escreva a abredito . 1973. . a) Se a entidade autora é também editora. Eugene 8) Quando ocorrer na bibliografia uma seqüência de referências a obras do mesmo autor. descendente).) depois do . do diretor. Seuil. do compilador. Gustavo Guimarães. Na transcrição .. São Paulo. de Ia).O nome é dado de forma direta. ~_. prenome. veja o passo seguinte): GRABBE. não inicia a referência. Compõem-se em redondo os títulos originais (no caso de tradução).). Francisco Marto de. M. & . Literatura brasileira. l w ___ o Critique de Ia critique. I Título da obra pela autoria de uma obra 6) A entidade coletiva responsável inicia a referência: ACADEMIA BRASILEIRADE LETRAS. Departamento de Administração. use um travessão a partir da segunda referência para substituir o nome do autor: TODOROV.comp. 1988.i RAMO. do editor.caso de obras anônimas. é composto em itálico. 7) Não existindo autor explícito . Paulo. Eugene. precedem o sobrenome: O'Nm. ed. Indica-se o primeiro seguido de Poétique. são colocadas depois do prenome: HUMBOLDT.basta a vírgula: Gramática. Thomas. 1990. Afrânio. 1978. encontrar-se o nome etc. etc. Seuil.108 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 109 d) Alemão . CHANSON de Roland.. Tzvetan. viatura correspondente Cedo .. Alexander von. Rio de Janeiro. f) Chinês . e) Inglês .Emprega-se o ponto-e-vírgula entre os nomes dos autores.

Lólio Lourenço de Oliveira. quando for necessário citá-Io. capítulos. Benedict. Ática. o emprego de letras maiúsculas restringe-se apenas ao primeiro termo (partícula ou palavra significativa) e. Estudos Políticos. São Paulo. e não: Madri. Ática. substantivos em alemão. Fundação Getúlio Vargas. 2) Se existirem. quando não iniciam a referência. 1989.Emprega-se o versal-versalete em toda a extensão do título de periódicos. 83-93.A primeira palavra do título deve ser impressa em versal-versalete. Ática. etc. 1989. obviamente. tb. 3. 1988. (Série Temas. e não: Londres.): IANNI. Verl. A PREVIDÊNCIAocial no Brasil. 1988. 1981. seguido de ponto e da abreviatura da palavra edição no idioma original: 3. mulheres do campo e da periferia de São Paulo. bem como os artigos de periódicos. Garcia dos Santos. Valter Kehdi. obert L. çmtros acréscimos ao número da edição devem ser informados por meio de abreviaturas: 2. nomes de meses em inglês. 43. são compostos em redondo: ZAGURY. (Série Fundamentos. Trabalho e sobrevivência. A enunciação. Notas tipográficas (imprenta) Ao escrever o subtítulo no texto ou em notas comentadas. Aluísio et alii. vem precedido de ponto-e-vírgula e deve ser composto em redondo: MELLO. D 5) Acrescenta-se.. Octavio. L. etc.) 1) Título iniciando a referência na bibliografia: a) Livros. e ampl. 2) Os títulos de partes. Madrid. se houver: GUIDE des centres nationaux d'information bibliografique. s b) Pode-se informar o idioma original. e ampl. As partículas que não estiverem no começo do título são compostas em versalete: REVISTA BRASILEIRAE ESTATíSTICA. rev. o nome do tradutor e outros colaboradores da obra logo depois do título: CERVONI. São b) Periódicos . 3) O subtítulo. se necessário. p. São Paulo. 2. folhetos e artigos . A natureza e a lógica do R capitalismo. Ática.. p. às palavras que exigirem o emprego de maiúsculas (nomes próprios.) Original inglês. A formação do Estado populista na América Lafina. Técnica de tradução. 2. 2. melh.110 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 111 do título. Editoração hoje. No texto ou em notas com referências parciais ou simplificadas (como se faz neste trabalho) estes títulos devem ser realçados com aspas. São Paulo. Sylvia Leser de. In: MAGALHÃES. Paulo. éd. ed. 9. se necessário: a) Menciona-se o título original (em redondo e entre colchetes) logo após o título da tradução: ANDERSON. Rio de Janeiro. à exceção dos títulos de periódicos e de coleções ou séries. ed. 1989. é preferível grifá-l o juntamente com o título principal ou colocá-Io entre parênteses ou arranjá-Io de tal forma que não prejudique a fluência de leitura (v. 1) Local de publicação a) Reproduz-se o nome da cidade tal como se encontra na publicação: London. trad. 94 e 105). ed. reflections on the origin and spread of nationalism].. se não se apresentou o título original na referência: HEILBRONER. Eliane. rev. bem como a partícula inicial. Nação e consciência nacional (Imagined communities. Número da edicão # 1) O número da edição é indicado pelo arábico correspondente. Trad.Jean. ed. São Paulo. Trad. 4) Nas publicações traduzidas. . Ática.

Para gostar de ler. b) De obra coletiva: KAFKA. e não: Editora Ática S. Mas esses designativos devem ser mantidos. indique s. forneça-a entre colchetes. Cal. jul. Um artista da fome. suprimindo-se apenas a parte que designa a natureza jurídica ou comercial: Ática. 115-48. 1989. Ática. 109). c. são ligadas por barra: :f c) Havendo mais de uma cidade relacionada na publicação. Anton et alii. lista de abreviaturas na p. Preparação Getúlio dos originais. Ática. 11. indique s. e não: nem José Olímpio. etc. c) Se a data não constar na publicação e puder ser determinada. Alfredo. HEGEL. In: WEFFORT. 4) Ausência de notas tipográficas . 208-18. 395-407. 2. ed. juntam-se os nomes dos respectivos estados ou países. Ática. c) Não se repete o nome do editor se ele já é tratado como autor (vo p. 1988. do Brasil. In: o Comunicação em prosa moderna. 1973. 2) Editor a) Transcreve-se o nome do editor tal como figura na publicação. Rio de Janeiro. 83-91. Brit. a seguir) o d) Se o nome da cidade não constar na publicação e puder ser determinado.n. São Paulo. se não for possível a identificação.. Affonso Romano de. contos universais. Análise estrutural de romances brasileiros. v. Fundação p. org. Ática. Great Britain ou Gt. indique sod. 1990. Filosofia do espírito. d) Se o nome do editor não constar na publicação e puder ser determinado. abreviando-os se for o caso: Berkeley. forneça-o entre colchetes. cita-se apenas a primeira. forneça-o entre colchetes. Ed. In: . b) As datas consecutivas jan. 1972. Othon M. ~~ 'l' . indique sol. São Paulo. Vargas. temas e situações. Cultura brasileira. 1987. se não for possível a identificação. ed. v.~~. f . In: TCHEKHOV. p. Berkeley.Se o local. Livraria José Olympio Editora José Olympio. 2. 154). se não for possível a identificação.13 - Referências bibliográficas e bibliografia 113 b) Se a cidade for homônima de outra. nos casos em que a supressão possa prejudicar a clareza: Ed. a não ser que se trate de dois editores estabelecidos em cidades diferentes (vo item "Editor". 7. A erudição e a cultura nas constituições brasileiras.'~' Modelos Abaixo vão especificados modelos de referências bibliográficas segundo o tipo de publicação: Livros 1) Considerando um livro todo: SANT'ANNA. 1988/jun. Os clássicos da política. o editor e a data não aparecem na publicação. São Paulo.p.t. Universidade de Brasília/Ática.edo 3) Data de publicação a) Abreviam-se os meses de acordo com o idioma de publicação (v.A.lfev. .Franz. São Paulo. Francisco org. BOSI. 1989. p. abreviadamente. 70. Ed. 2) Considerando parte de um livro: a) Do mesmo autor da publicação: GARClA. b) Dois editores estabelecidos em locais diferentes são relacionados da seguinte forma: Brasília/São Paulo.

1966. Folhetim. 2) De periódicos: LIMA. Artigos de iornais Jornal ADIADOS investimentos de indústrias do setor de papel. Curitiba.. conto. 1990. José Paulo. v. n. Fondo de Cultura Económica. Esboço da situação da matemática no Brasil. 31. 747-1 094. 2) Referência a um número especial com título: DOM CASMURRO. folhetim e crônica: três gêneros 77 (65): fora do lugar. Unidades narrativas. 1962. São Paulo. mar. Teses e obras mimeografadas LIMA. 3) Referência a artigos de periódicos: RONCARI. Érico. novela. mar. 78 (1): 45-7. Aguilar. São Paulo. Rio de Janeiro. FGV/EBAP. São Paulo. Paulo. 8 set. 1. Bibliografia da revolução federalista. Dissertação de mestrado apresentada à Coordenação de Pós-Graduação em Ciências Humanas. Walter. Rio de Janeiro. SPALDING. 8. Capo 3. 1944. Planeiamento. Salvador. Vivaldo da Costa. 1) Referência a um número determinado da publicação: ANHEMBI. romances e novelas. 1973. Curitiba. p. UFBA.. Número especial. 46. Salvador. 1955. um estudo de relações intergrupais. São Paulo. Folha de S. da tradução.Centenário de Eça de Queiroz. Luiz. n. Publicações periódicas v. João Batista. 405/406. . 1945. 8-11. In: CONGRESSO DA HISTÓRIADA REVOLUÇÃO 1984. p. Rio de Janeiro. n. p. PAES. p. 1955. 2. Governo do Estado do Paraná. Sermão. da Tarde. A tradução no Brasil. U FBA. v. Rio de Janeiro. In: o Ficção completa. romance. As traições Paulo. A família de santo nos candomblés ieie-nagôs da Bahia. México. 1984. 18 set. 6 novo 1990. 1966. 55 p. Mimeogr. 1977. Judith. Separata de Ciência e Cultura. Separata de Introducción a Ia administración pública. Anais . Elon Lages et alii. Ciência Hoie.. 8. NATAl!. 40-8. 295-300. Folha de S. 136. 1983.114 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 115 3) Considerando um livro de obras reunidas em um ou mais volumes de um mesmo autor: VERísSIMO. ago. p. GROSSMANN. Pedro. 348. Ilustrada. Publicações de congressos Separatas 1) De livros: MUNOZ AMATO. O senhor embaixador. DE 1944. 1966.

p. D1vtS'~O SILÁSICA. Lindley. lema ou slogan: "O petróleo é nosso". podem ser transformadas em ae. inicial maiúscula: próprios e comuns. p. a preposição antiga per é que deveria participar dos desdobramentos (Notícia publicada per O Estado de S. Aspas Emprego Empregam-se as aspas. Wilhelm (Guilherme). Mas o uso fez desse preceito letra morta. Entretanto. offnen -. etc. n'O Globo.14 - Padrões complementares 117 14 PADRÕES COMPLEMENTARES Por força dessas restrições. 3) indicar a supressão de vogal em palavras compostas ligadas pela preposição de: galinha-d'água. Celso & CINTRA. Nas combinações pelo e pela . depois da primeira ocorrência.oeffnen (abrir). ou: em O Globo. Nova gramática 2. 49).Strasse (rua). Paulo). 41). Alemão Algumas peculiaridades da escrita latina da língua alemã: 1) Por facilidade gráfica. oe e ue. 7) Para assinalar o significado de palavras ou expressões: No Alentejo fazenda significa "rebanho de gado macho". Nova Fronteira. b) As letras li. 1985. . o artigo do título pode ser suprimido para contrair-se com a preposição.. 5) Em termos tomados irônica ou impropriamente: O "milagre" brasileiro. 'teve. 6) Para reproduzir A campanha literalmente um dístico. etc. mas isso seria um contra-senso.nass (molhado). 79). ed. Rio de Janeiro. 2) Em nomes de obras musicais (v. (leite de Vasconcelos 1. 11O). Stein (pedra). são escritos com Deutschland (Alemanha).) 1 Apud CUNHA. p. O apóstrofo tem emprego limitado. respectivamente: Phõnomen -. 4) Nas citações diretas (v. Straj3e -. do português contemporâneo. 2) reproduzir certas pronúncias populares: 'tá. p.de per + 10(0) e per + la(a)-. p. paud 'arco. P. etc. 106): Notícia publicada no (ou pelo) Estado (ou Estado de S. 2) Todos os substantivos. podem ser feitas as seguintes adaptações: a) O sinal 13 é representado por ss: V. 'star. Paulo). Reichtum (riqueza). o apóstrofo não deveria ser empregado para marcar a combinação de preposições com artigos que antecedem títulos de obras em geral. principalmente: 1) Em nomes de divisões ou partes de um livro e em notas com referências bibliográficas parciais (v.Phaenomen (fenômeno). SOSRE A naj3 -. aos seguintes casos: 1) indicar a supressão de letra ou letras no verso: c'roa. com trema.. tb. se forem feitas referências sucessivas a uma mesma obra. 645. no "Formulário ortográfico". 11. permitindo-nos escrever d' Os lusíadas. configurando uma abreviação do título (v. É natural que se escreva: Notícia publicada por O Estado de S. Flügel -. ou: de Os lusíadas. (j e Ü. p. se for o caso.Fluegel (asa). Paulo. 3) Em casos restritos do discurso direto (v.

~.~.. ... 1990.~._./""""" .._. tre o sistema político britânico e os do resto do mundo moderno: 1 I 2) No enunciado exclamativo há um ponto-de-exclamação invertido no início e o ponto-de-exclamação normal no fim: /. "_.-.. mesmo com objeto direto.•~ •.""......".... '''" 1) Se o período inteiro estiver entre aspas.18 elatJbado seu constitucionalismo golpe os frutos da experiência correr de vários sécuno do Estado. ReprodlJZido de: ANoERsoN..teoriP resulMnte de uma Chegando depois..'<""~_'" ._....~_ ... pois......".f~..~.. ••.. o sinal de pontuação fica dentro das aspas: "Ao verme que primeiro roeu as frias carnes do meu cadáver dedico com saudosa lembrança estas memórias póstumas._é_'·'_"'''''l. pela colocação.~"... Tempos lingüísticos.-·. num mundo em que a Revolução Inglesa já havia tido êxito e se expandido. i Qué maravilla! Apenas ele [o sistema britânico] representou um~rescil mento lento e convencional o prMduto de invenção deliberada./··"'·""~·'v·"·"".. e mais do sujeit~quandoa tema literária... 149." .. .-. -''-·..". para 9_Slljeit9doJ . " Rosa" o sertão está em toda parte"..... Atica... Etc. a língua coloquj ..·.~~êe'ssãiíâméi'íIe._ -. "..•....."".O<""'~.".""""'''...... isto é. Paulo.."d'(jk'dtáa:!I.......118 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 14 - Padrões complementares 119 As aspas simples ou semi-aspas As aspas e a pontuação Usam-se as aspas simples (' ') para destacar trecho (ou trechos) já aspeado no original de uma citação ou de um texto qualquer que se transcreve entre aspas (duplas): !·'.• ". ••""".. O princípio funcional a que Câmara Junior havia feito menção acima pode também aqui voltar a atuar: "Não obstante.". ao sujeito ou quando..·._. '.·. com supressão das aspas iniciais e finais da citação.-".depois britânica .... e não.._•• e""'.... ~.. esses outros Qentaram resumir de um s..'~....... pães. consiste naessa chamadal~ nversão ação verbal }lomo língua da comunicaferem não raro melhor focalitão não há um objeto direto para opor. .~..manteve-se distinta... iJíffp...' "". e a pontuação I 10Ç) ."~.'..~-""". ães e ãos: razão.... .."" •. ..~mámuaãi1çãnã'fíâtureiá·êíes~~s dois argumentos..·ú·a::.-... São Paulo. .. I ..••.. mãos. ! Em The Break-up of Britain..) 2) Se apenas parte do período estiver entre aspas. a anteposição do verbo tem um valor estilístico muito nítido._. __ ·'·'--"·""''·'''''''''"·'''·''····"'·-".~. p.:ié. razões...... 169.... Nação e consciência nacional...""~.. Fernanda."'''' .. se for adotado o recurso de defesa (v.•••.~." (Machado de Assis...../'''''''''._'""~'"''''''''. que havia Por ter sido a primeira.....n:a\4!. preda especial~te ção. lápis._...' iTO:5''''j ..~-. que Por isso." . pão.. no sistema português uma tensão entre ordem não-marca da e ordem marcada.~" . "._...eníliá .. as sociedades burguesas posteriores não puderam repetir esse desenvolvi'~... a experiência inglesa ... ".~"~. Espanhol Duas observações sobre a pontuação: 1) No enunciado interrogativo há um ponto-de-interrogação invertido no início e o ponto-de-interrogação normal no fim: ZCómo te lIamas? Entretanto. • -...---. mão.~. o mecanismo da concordância pode entrar em ação" 12. "o professor" de acusativo passa a nominativo. "•.. . Ática. ímpIICa. Tom Nairn diz algui mas palavras preciosas a respeito do relacionamento en.• ""·"··". e "a menina" de nominativo passa a acusativo... .~"""".... ..0 ."""-g.. o sinal de pontuação fica fora delas: Para Guimarães ../._../'''''''~''''''''''''''~''' ....'a.. -' "".. Reproduzido de: TARALLO..."''~'''''''-\. Para os adjetivos qualificativos \limos que a posposição c()l)stitui a ordem não-m~.íliâ·rr.. . i Antes de ele.. Benedict...·\. . etc.•. Os nomes terminados em ão fazem o plural com ões.. cclno os outros... etc....) "Por que não nasci eu um simples vaga-lume?" (Idem... 83)."'''''~''''_~''''''~''"~.~.._.. cadernos. p."". Sãa .".. .. Por terem chegado em segundo lugar.."....". p. Sobrevive e fortemente atua. ". põe-se o mesmo sinal de pontuação que separa os vários elementos de uma enumeração: Comprei livros../··. mantém-se entre aspas duplas aquilo que originalmente se encontra aspeado: ç 'ÇÚ~.."".. . 1989."...•.

O título Lord. ou grifo. December. em encadeamentos vocabulares do tipo: ponte aérea Rio-São Paulo. um show de rock. integração professor-aluno. principalmente no que se refere à abundância de acentos gráficos. os acentos devem estar presentes: ÉLÊVE. Vice-Presidência 4) Em palavras e expressões estrangeiras incorporadas tuguês. PÂTÉ. o travessão deve vir sem espacejamento e as palavras que une. Ressalte-se ainda que: 1) É facultativo o acento agudo no Émile ou Emile. conjunções. o hall do elevador. quando aportuguesado. Pantanal Mato-Grossense. p. Trás-os-Montes. 96 e 109) e obras de arte em geral (v. 110. mas ainda não aportuguesadas: Designar ad hoc.121 120 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 14 - Padrões complementares Francês Um texto em francês deve ter sua ortografia rastreada com muito cuidado. 3) Os dias da semana: todos Wednesday.) entre ele Nos nomes próprios e intitulativos compostos ligados por hífen. e Inglês Escrevem-se com inicial maiúscula. PÂTE. etc. tb. escreve-se com inicial minúscula (lorde). como em palavras compostas. I táUco (grifo) Mas é de rigor o emprego do travessão. A Ia fin de Ia semaine. os títulos ingleses de nobreza não devem ser destacados graficamente: Sir Winston Churchill. Sir.): Grã-Bretanha. . conforme o exposto na p. Hifen e travessão Além de outros empregos. 4) Os títulos nobiliárquicos: Lady. é usado: 1) Nos títulos de livros. 3) Se a palavra inteira for escrita com letras maiúsclas. ao por- (Neste caso. Englishman. 49). p. usa-se o hífen em combinações simétricas do tipo: Acordo Brasil-Argentina. 154): 2) Não se acentua o a maiúsculo. excetuando as partículas (preposições. revistas. 3) Na nomenclatura científica (v. além dos nomes próprios: 1) Adjetivos referentes às nacionalidades: Brazilian. estrada de ferro Santos-Jundiaí. Sunday. O itálico. e não do hífen. todas as palavras são escritas com iniciais maiúsculas. p. maiúsculo: 2) Os nomes dos meses (v. Junto a nome próprio. p. trajeto Mauá-Cascadura. jornais (v. tal como o hífen. geralmente: March. 2) Em subtítulos. da República. 47). Lady Diana.

também de desenho vertical: b) As abreviaturas e expressões latinas usadas em bibliologia (v. 8) Versalete .Tipo normal. 2) Itálico (ou grifo) Tipo inclinado para a direita: Exemplo de linha composta em itálico. mas.O tipo versalete é a própria letra maiúscula. "presso all'ultima salute" . de desenho vertical: Exemplo de linha composta em redondo. diz-se que a palavra deve ser composta em versal-versalele: EXEMPLO DE LINHA COMPOSTA VERSAL -VERSALETE.. independentemente das características de cada uma. English Times Univers Tipo.Tipo mais grosso que o redondo. mas com tamanho reduzido. . C. Os tipos que apresentam as mesmas características. mais claro. As famílias são muito numerosas. é a letra que resulta de qualquer processo de composição. 6) Caixa alta - As letras maiúsculas: A. c. sob o signo de Gêmeos. de altura idêntica à das letras minúsculas: EXEMPLO DE LINHA COMPOSTA EM VERSALETE. ]. p.) 1) Redondo (ou romano) .recebe de 8eatriz o convite para contemplar o mundo inteiro a seus pés . ou caixa alta: EXEMPLO DE LINHA COMPOSTA EM VERSAL. 150) dispensam destaque gráfico: são escritas no tipo normal do texto. Excetuam-se as formas autônomas infra e supra.. 5) Caixa baixa As letras minúsculas: 0'0 a. o mesmo desenho básico. que. diz-se que a palavra deve ser composta em caixa alta-e-baixa: Exemplo de Linha Composta em Caixa Alta-e-Baixa. 97). diferenciam-se dos prefixos análogos do português (v. tendo subido ao oitavo céu . 5) Para enfatizar palavras ou expressões: O termo esquerda é utilizado . genericamente.__ T'ipos e corpos Tipo Algumas famílias importantes Baskerville Bodoni Futura Para indicar que uma palavra deve ser escrita com inicial maiúscula. 4) Bold-itálico (ou grifo-negrito) - Combinação do bold com o itálico: Exemplo de linha composta em bold-itálico. 7) Versal A própria letra maiúscula. p. em quase todas elas podem ser encontrados os seguintes tipos: Para indicar que a palavra deve ser escrita com a combinação dos tipos versal e versalete. 3) Negrito (ou bolá) . EM . (Alfredo 80si. b.122 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 14 - Padrões complementares 123 a) Usam-se.. as aspas e o tipo normal do texto nas citações de trechos em língua estrangeira: Dante. grifadas. B.. porém.. constituem um conjunto denominado família.. Exemplo de linha composta em negrito. no canto XXII [.o das estrelas fixas.

76 mm (0. Assim.. Exemplo de linha composta em corpo 6.124 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Corpo Corpo é o tamanho de um tipo. possuem notoriamente vezos arbitrários e desarrazoados. a editora. .e os autores. função do revisor A palavra revisão tem em si grande carga de significações. voltada para a qualidade do produto que põe no mercado. tomam-se os dizeres de SeánJannet citados por Antônio Houaiss: As qualificações requeridas dele são extensas. Deve ter olho agudo e mente aberta para reconhecer num átimo as cacografias. tem uma altura aproximada de 3. e deve reconhecer os desenhos dos tipos que se lhe apresentam. um tipo de corpo 10. 15 o PROCESSO DE REVISÃO DE PROVAS Exemplo de linha composta em corpo 10. como os doutores. Deveria conhecer cada frase de Shakespeare ou da Bíblia e estar em condições de pinçar qualquer falsa citação vertente. Apesar de manter em seus quadros preparadores de originais e outros profissionais que permitiriam que assim fosse considerado o trabalho do revisor. mas aqui se refere à revisão de provas. o perfil ea linha composta em corpo 24.. medido em pontos. Deveria posta em corpo 36. por exemplo. Exemplo de linha composta em corpo 12. Deve ser capaz de grafar quase tudo sem recurso ao dicionário [. tem uma expectativa que vai mais além. e lê-Io corretamente . O revisor de provas (daqui por diante só revisor) teria por incumbência o cotejo da prova com o original sem compromisso com o conteúdo do texto e limitado apenas aos erros tipográficos.376 x 10). Deve ser hábil para ler o mais carunchoso e ilegível dos manuscritos. cada ponto corresponde a aproximadamente 0. ]. Idealmente. Pelo sistema de medidas tipográficas denominado Didot. deveria conhecer cada data de livro de história e ter ademais Íntimo convívio com a significação e a feição de cada palavra do ou fora do Dicionário inglês de Oxjord.376 mm. mesmo com uma só letra. Para esboçar o perfil ideal do revisor. corpo 72.

v. linhas ou trechos. 2.Na linguagem dos revisores. ]. Ibidem. um emprego mais rendoso do que numa casa impressora.. . chamando. Quaisquer erros que forem encontrados são indicados por signos especiais2. frases. Cada dupla divide entre si o acompanhamento dos originais e a leitura das provas. dessa natureza.. É ainda a Jannet a quem se recorre para descrever sucintamente a tarefa do revisor: dactilográfico do autor. de linhas de composição tipográfica amarradas por um fio] chegam ao revisor junto com a parte do original correspondente.. seria ele um louco se não encontrase. comparando-as com as da leitura. 81. pois tudo de que ele possa assenhorar-se é potencialmente útil a ele!. duplicação indevida de sinais. qualquer livro deverá ser lido antes em sua inteireza pelo revisor. p. cit. letras. uma dúzia de línguas.e. i. ato contínuo. se for o caso. do manuscrito ou do original I Elemento$ de bibliologia. palavras. observando [. 2 Assistindo-os [os revisores].. cujo valor seria maior se pudesse falar e escrever. por certo. inversão indevida de sinais. O pequeno erro tipográfico que escapa à revisão é também conhecido por piolho. da experiência e dos graus universitários. a atenção deste. mais. 79-80. e também do autor. ] Deveria ter. que existe.. e também zelar por que os enganos do próprio autor sejam evitados.. qualquer omissão involuntária de letras. d) Gato.e. v. De preferência. p. linhas ou parágrafos.e sobre arte também. evitando as letras de fontes estranhas que se possam ter infiltrado no texto composto. vigiando os erros tanto da composição quanto do leitor. os de erros maiS comuns sao: a) Salto. ] o que quer que seja que possa comprometer a boa reputação da casa [. troca indevida de uma palavra por qualquer outra. e geralmente tem. letras. essencial em seu trabalho. sílabas.. ou colhidos aqui e ali. as provas de paquê [conjunto. como já vimos. sílabas. O revisor faz o que pode e não raro fá-Io surpreendentemente bem. Primeiro. A tarefa do revisor é descobrir quaisquer erros que tenham sido cometidos na composição e dar instruções para sua correção. Na maioria das editoras de hoje não existe propriamente a figura do leitor. O leitor é então chamado a ler alto. ainda não paginado. palavras. digamos. i. palavras...e.i. b) Piolho. i. De fato. Num paradigma. o Os erros 1) Os erros . arcado ao peso dos anos. há umas quantas moças ou rapazes.e.. sobre política. linhas ou trechos. 126 o 15 LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO O processo de revisão de provas 127 conhecer tudo sobre religião comparada e tanto sobre economia. sobre ciência quanto possível -'. [. deveria ter o mais amplo conhecimento. Não é necessariamente um velho.. composição . chamados leitores.. pois esse conhecimento lhe é útil. A tarefa descrita acima é desempenhada por duplas de revisores. enquanto o revisor acompanha as palavras da prova. largo conhecimento da tipografia. 2. Também é pastel a mistura desordenada de caracteres tipográficos. e detém também um' armazenamento de fatos apreendidos dos livros que reviu. c) Pastel.

com recurso a sinais convencionais antecedidos de uma barra oblíqua (I). cit. e anotar o caso para uma-' posterior . por provocar um erro novo. se não tiver uma boa fonte de consulta à mão. de todos os outros casos semelhantes ou que justifiquem a alteração.· '~.O revisor nem sempre tem em mãos a obra na totalidade. por extenso ou abreviada. quando for possível reunir todo o material.. Se..São sinais acompanhados de explicação verbal. por exemplo e por um descuido qualquer..e. Para evitar isso. sobre o tipo de correção desejada. Uma delas está incorreta. quando não percebe um erro já existente. 393.. preferencialmente direita. atente para os seguintes casos: a) Desconhecimento rer a dicionários. i.Quando precisar recorveja o que se disse sobre ortografia à 1) Sinais convencionais . presença indevida de letras ou sinais virados (erro freqüente na composição tipográfica)./\ I!')fi V \. fora de lugar ou trocados. p. dizia.Marca-se no texto o lugar exato da correção (remissiva) e na margem. etc. em que as palavras bainha e tainha aparecem no lugar de rainha: Um jornal de Lisboa.L 2) Sinais explicativos . Neste caso. é preferível não corrigir. as comissivas serão feitas sucessivamente da esquerda para a direita e na mesma ordem em que aparecem as respectivas remissivas: comIssIvas (margem) 1& b) Imprecisões de correção . p. verificação a arriscar-se a fazer uma correçao ImpreCIsa. numa mesma lin!Ia.. anunciou um prêmio a quem descobrisse um erro de revisão.. Apenas apontará as eventuais divergências para verificação posterior. aquilo que deve ser corrigido (comissiva). constar no original que a "guerra dos Trinta Anos começou em 1518 e terminou em 1648". O responsável foi punido e no dia seguinte saía a retificação: "Por um lamentável erro de revisão". . o revisor imediatamente perceberá que a diferença entre as datas não é só de 30 anos. o cumprimento de prazos ou razões de caráter diverso.3 c) Desvios de padronização . dada a sua extensão. Os signos ou sinais Os sinais de revisão são de duas espécies: 2) Os erros do próprio revisor . mas. _______ remissi vas (texto) Â _ d~ texto) ___ (" !Lf- S control<1Ie qual/idadel l "i·'r"" !" l/. chamada de barra de atenção. Então ele não deve fazer emendas de padronização sem considerar a ocorrência. no tempo da rainha dona Amélia. " etc. o que é pior. da língua . de Alphonsus de 3 Apud Emanuel Araújo. E não só por um cochilo. do começo ao fim do livro. "demos ontem a notícia de que Sua Majestade a 1àinha .128 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 15 - O processo de revisão de provas 129 e) Gralha. Veja um caso de gralha relatado por Eduardo Frieiro.."l' A~__ \ é. 12. Para quê? Logo na primeira coluna da primeira página do tal jornal lia-se em tipos fortes: Sua Majestade a Bainha etc.Às vezes o revisor também comete erros. fazendo uma edição especial muito esmerada em homenagem à soberana. etc. houver outras correções. as comissivas são envolvidas por um círculo: ~ poesia místico-religiosa Guimarki}is.Se. op. Para não ser traído pela memória.

O logotipo da editora e o número do volume ou da coleção ou série podem também figurar. 1 A ESTRUTU RA DO LIVRO IMPRESSO Os elementos que compõem a estrutura do livro impresso podem ser examinados distribuindo-os em quatro partes: material. A seguir. nos moldes descritos acima. ajustando-a de modo a fazer corresponder as linhas de uma prova com as da outra. ele levanta e abaixa. quando uma prova for paginada a partir de uma prova de microcomputador.130 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO As provas e as etapas de revisão Cada etapa de revisão relaciona-se a um tipo específico de prova. capa é a parte frontal do revestimento. de tudo aquilo que deve comparecer no livro impresso. Os seus componentes são: constitui a parte física Capa A capa. basicamente.Em sentido restrito. não existentes na primeira prova. será mais seguro fazer um cotejo palavra por palavra. faz-se outra releitura. onde 3) Lombada .É a face interna da capa (primeira). geralmente nada se imprime. Na arte-final. em sentido amplo. 3) Revisão decalcada . normalmente. 1) Capa ou primeira capa . o revisor procede a uma conferência técnica da montagem.Este tipo de revisão consiste na conferência da correção das emendas pedidas em prova anterior. pré-textual. mas. conforme menciona-se atrás. Quando as linhas de uma nova prova não corresponderem com as linhas da prova anterior. Em princípio. em cada linha. apresenta outros tipos gráficos. O cotejo da arte-final com o original justificase por ser nessa etapa que se fazem montagens ou inserções de novos elementos. recorrendo ao original apenas para verificações. textual e pós-textual. do livro. das remissivas a outras partes do livro e. por exemplo. é o revestimento externo (flexível ou rígido) de proteção do miolo e pode apresentar ainda os seguintes elementos: . . Isso deve ser feito. 2) Releitura individual . 2) Segunda capa . Após a conferência de emendas e o decalque das provas. sem alinhamentos. a prova superposta e vai acompanhando as alterações havidas. seguida de um decalque. J ~ "-f . um terceiro revisor faz uma releitura de todas as provas.Desempenhado por dois revisores. este trabalho é feito nas provas iniciais de composição (primeira prova) e na arte-final. onde constam ao menos o título da obra e o nome do autor. com uma das mãos. o revisor coloca a nova prova sobre a anterior. enfim. a rotina de revisão é a seguinte: 1) Confronto do original com as provas . esta releitura é de suma importância: tratando-se da última revisão completa. Pelo decalque. se for o caso. ou extratextual. Parte material A parte material.O dorso (da capa ou da sobrecapa). que. tiram-se tantas provas quantas forem necessárias à limpeza total de erros.Concluído o confronto do original com as provas.

A parte posterior do revestimento constitui a quarta capa. imprime-se o registro do ISBN (International Standard Book Number). onde geralmente nada se imprime. onde. terão o sentido de leitura de baixo para cima.E REVISÃO 16 - A estrutura do . coleções.Cada uma das abas (da capa ou da contracapa) dobradas para dentro chama-se orelha. 5) Quarta capa ou contracapa . quando existem. mas. miolo ~ /' /" //oorelha quarta capa (o verso desta é a terceira capa) capa (o verso desta é a segunda capa) .É a face interna da quarta capa. além dos dados mencionados a seguir.!iVro impresso 133 Quando os tipos (as letras) forem impressos na vertical. o que depende também da espessura do livro. podem formar com a quarta capa um conjunto em que se dá continuidade ao grafismo da capa. As orelhas não comparecem obrigatoriamente em todo livro. 6) Orelha . da editora.. Nas orelhas c quarta capa podem distribuir-se informações sobre o livro e/ou o autor ou ainda publicidade de outros livros. etc. 4) Terceira capa .

-grampeados. . impressas em cadernos. Caderno.134 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 16 - A estrutura do livro impresso 135 Sobrecapa Conhecida também por jaqueta. a sobrecapa é uma cobertura protetora da capa. costurados entre si. Miolo conjunto das folhas. por sua vez. que pode ser de papel ou outro material e conter o título e outros elementos de interesse. . formam o miolo. depois de impressa e dobrada. 16 ou 32 páginas. dá origem geralmente a oito. é a designação dada à folha de papel que. Esquema o de um caderno ou colados de 16 páginas. 1 6 13 16 ZL S 4 frente 8 L OL L 1 154 L3 9 2 Cinta Faixa que envolve parcialmente o livro. constitui o miolo. a cinta pode trazer propaganda ou opiniões críticas sobre a obra. reun~9~s. Os cadernos.

e) Número do volume. Estas indicações podem figurar aquI ou no verso. e o logotipo da editora. organizador ou prefaciador. na parte inferior. se não for a primeira. na parte superior da página. Marcadores avulsos Olho ~ Primeira página de algumas publicações. O marcador avulso geralmente se presta também a outras finalidades. f) Número da edição. Nele comparece apenas o título da obra. ante-rosto ou falso frontispício. b) Nome do autor. Mais raramente figura aqui o nome do autor. . página de rosto. ou dedeira. o olho é conhecido ainda por falsa folha de rosto. cuja apresentação deve ocorrer. na seguinte ordem: 1) Marcador . é impresso ou entalhado nas bordas do miolo.. Geralmente contém os seguintes elementos: 1) No reto (página ímpar ou frente): a) Nome da coleção ou série e o respectivo número que o volume tem na coleção. se existir mais de um. conforme o caso. Há casos em que esses créditos são mencionados no verso. conforme o caso. g) Logotipo da editora. o qual tanto pode ser uma fita ou linha presa na parte superior da lombada como pode ser uma tira de papel ou de outro material fornecida avulsa. subtítulo da obra. c) Título e. . O indicador. 2) Indicador ou dedeira . d) Nome do tradutor. se houver. uma cavidade (unha) ou outra forma qualquer que faça sobressaírem elementos que servem de índice de dedo em determinadas publicações. Indicador com unha Frontispício Ou rosto. pode ser uma projeção cartonada. folha de rosto.136 16 . encontram-se os elementos pré-textuais. portada. preferivelmente.Indicador.1ANUAl DE PREPARAÇÃO ER_EIJiSÃO 137 o miolo pode apresentar ainda os seguintes elementos: Parte pré-textual Precedendo o texto propriamente dito.Trata-se do marcador da página de leitura.A estrutura do livro impresso __ . Eventualmente também o nome da coleção ou série acompanhado do número do volume. _~g'_r.

. As tentativas de controle da prostituição 2. Alinhados à direita.. d) Créditos de realização editorial (nomes de editor. seções. classificação da prostituição A médicas e policiais IV. os agradecimentos às vezes cabem no V. c) Propriedade de direitos: copyright.índice é uma lista de assuntos.... Quando se faz necessário ressaltar algum destes créditos. é comum transferi-Io para o reto da página. ilhoas. 11. e) Registro do ISBN. b) Título original da obra. Agradecimentos Quando prefácio. preparador. separam-se deles por vírgula ou são destacados com negritos ou com outro recurso gráfico... se existir na publicação... a dedicatória.. As "mulheres dos caftens" pelas autoridades pública no Rio de Janeiro pública e a sua localização públicas". 113 Romeiras... Reproduz com fidelidade. etc. 1. se houver.. Sumário apresentando linhas pontilhadas entre títulos e fólios.. capítulos. As tentativas J anei ro de controle da prostituição no Rio de pública Sumário O sumário contém apenas as principais divisões da obra. se tradução. existem. acontecimentos.. A prostituição I. a higienização da prostituição o seu significado Glossário Bibliografia Reproduzido de: SOARES. Regulamentação ou não da prostituição? Um debate entre médicos.).. geralmente fica isolada em página ímpar. As escravas e a prostituição VI. 16 26 41 41 e a "chaga 49 61 o Rio de Janeiro no século XIX: população e desenvolvimento Dedicatória Palavras com que o autor oferece o livro a alguém. etc. São Paulo. tradutor. após o frontispício.. Os fólios (números de página) alinham-se à direita ou vêm imediatamente após cada título. da editora e ano de pu- Não se deve confundir sumário com índice .. A repressão à prostituição clandestina 94 -99 IX. diagramador. etc. os títulos das partes. Introd ução. pode dividir o espaço da página com os agradecimentos... autoridades policiais e juristas VIII.. SUMÁRIO Ag radec imentos . ilustrador.. Outras vezes. uiz Carlos. nomes de pessoas. polacas . p. 143). 1992.A prostituição.. I. unem-se aos títulos por fios ou linhas pontilhadas. 5 7 9 . A criação do bordei. se já não figuraram no reto. A pwstituição 2. e na ordem em que aparecem.. Colocados imediatamente após os títulos.138 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 16 - A estrutura do livro impresso 139 2) No verso: a) Nome da coleção ou série e o respectivo número do volume na coleção.. revisor. suas causas e a degradação dos costumes segundo o discurso médico 111. . L e 102 110 .. Ática. em função do arranjo gráfico. f) Imprenta: nome e endereço blicação. O homossexualismo clandestina masculina e a prostituição 68 83 94 VII. suas nacionalidades . ordenada alfabeticamente (v.

preferencialmente. p. todavia. p. Arrolamse antes as figuras (v. como no sumário. 3) Nome do autor (na página par) e título do livro (na ímpar). pois foram utilizadas algumas edições que não a primeira. tb. 3) Conclusão. etc. e a data dessa primeira edição não foi declarada. tabelas e figuras (v. 19). incluem-se na lista as siglas e os símbolos utilizados. A mesma opção deve ser seguida em todo o livro. mas optou por relacionar as siglas referentes às obras analisadas em ordem cronológica de aparecimento. usa-se um dos pares: 1) Título do livro (na página par) e título do capítulo (na ímpar). Lista de abreviaturas A lista de abreviaturas deverá ser. advertência. se ocorrer. A lista de figuras e tabelas deve ser feita quando as ilustrações forem em número que justifique sua elaboração. 2) Título do capítulo (na página par) e subtítulo do capítulo (na ímpar). a epígrafe. coloca-se abaixo dela a referência bibliográfica completa ou só o nome do autor e o da obra de onde foi extraída ou simplesmente o nome do autor.Discurso inicial em que o autor expõe argumento. encontram-se: 1) Introdução . não está ali muito evidente. os mais recentes vão precedendo os primeiros. cabeças ou cabeçalhos. Como fonte da epígrafe. Eventualmente pode haver epígrafes também no início de seções principais. o prefácio consiste em esclarecimentos. p. Na lista de abreviaturas reproduzida na página 100. objetivos e modo de tratar o assunto. justificação ou apresentação do próprio autor ou de outra pessoa. mas podem vir ainda ou no pé da página ou na lateral. 2) Corpo do texto . Esse critério. 19) e depois as tabelas e indica-se.140 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 16 - A estrutura do livro impresso 141 Lista de figuras e tabelas Integrando Parte textual o texto propriamente dito.Parte principal do texto onde o assunto é desenvolvido. é o último elemento da parte prétextual e precede o texto propriamente dito. apresentação. 34) e em outros elementos como fórmulas. os cabeços aparecem geralmente no alto da página com o fólio. o fólio de cada uma das ilustrações. apoiando-se em divisões e subdivisões (v. Se for o caso. Citação ou pensamento que se relaciona com o assunto do livro. o autor não usou a ordem alfabética. p. encontram-se os seguintes ele- Prefácio Também conhecido por nota prévia. Comumente. Notas As notas podem comparecer no rodapé. no final das principais seções ou no final do texto (v. apresentada em ordem alfabética. Quando há novos prefácios para novas edições.. Parte pós-textual Complementando mentos: o texto. 85 e 104). . Cabecos # Epígrafe (do livro) Também conhecidos por títulos correntes. A abreviatura será seguida de sua significação.

. ordenada alfabeticamente. Referências bibliográficas e bibliografia Veja-se o capítulo 13 (p. 3) Os dois verbetes . Índice biblionÍmico (livros e periódicos). não constituem propriamente texto do autor. etc. usam-se as três letras iniciais dos verbetes em vez de escrevê-Ios por extenso. ser confundido com sumário (v. mapas. A ordenação alfabética se faz letra por letra ou palavra por palavra. costuma haver variações muitas vezes em função do tamanho da página e. como.o primeiro e o último barra ou travessão (em cada página). Índice de intitulativos (entidades. instituições. acontecimentos. ). Em lugar de Índice geral podem ocorrer outros Índices desmembrados. j. tabelas. Índice de assuntos. pois a condição essencial de qualquer Índice é remeter a alguma coisa e ser ordenado alfabeticamente. mas vanaçoes maiS comuns: 1) Primeiro verbete à esquerda e último verbete à direita (na mesma página). Ordenação letra por letra ponta pontada ponta -direita Ponta Grossa Pontalis. . nomes de pessoas e mesmo outros intitulativos). Apêndice (ou anexo) Os apêndices. 138). de assuntos. nomes de pessoas e de lugares. 107). Podem apresentar matérias de exemplificação como textos de lei. 2) Primeiro verbete da página par à esquerda (na página par) e último verbete da página Ímpar à direita (na página Ímpar). separados por índice Lista detalhada. Índice onomástico (de autores citados ou. Não deve. obras.-B. p. etc. Os verbetes com nomes de pessoas entram da mesma forma que nas referências bibliográficas (v. Índice toponÍmico (lugares). . às vezes. Em qualquer dos casos. j. etc. assuntos . Ponta Porã ponta-seca Ordenação palavra por palavra ponta Ponta Grossa Ponta Porã pontada ponta -direita Pontalis.142 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 16 - A estrutura do livro impresso 143 Nas obras de referência. como dicionários e enciclopédias. Algu. que trata exclusivamente deste assunto. temas. de sentido obscuro ou de uso restrito. Os tipos de desdobramentos mais correntes são: Índice temático (de matérias. ponta-seca Glossário (ou vocabulário) Lista de termos pouco conhecidos. suplementos que se acrescentam ao texto para esclarecê-Io ou documentá-Io. embora só recomendáveis quando compensarem o múltiplo esforço de consulta. Índice antroponÍmico (nomes de pessoas).. às vezes. o Índice é também conhecido por Índice geral ou Índice analítico. Os nomes costumam variar. seguidos de explicação.-B. 90).). portanto. Índice de autores. com remissões a fólios ou seções específicas do livro. Deve-se evitar chamá-Io de Índice remissivo ou alfabético. etc. mas não há necessidade de diferenciá-Ios graficamente.de tornar o manuseio mais prático ao leitor. por exemplo. p. listagens..

70. 8. 82. Umberto. 109. 168 Althusser. 103. 121 de Estado. 82. 67 Luís. 161. 164 aristocracia. 79. 159. 148-50 fração do. 31. 116 popular. 136 Anderson. 127 antistalinismo stalinista. nota final ou post-sériptum) posfácio é matéria elaborada pelo autor com base em informações novas que lhe chegaram ao conhecimento após a composição do livro. 107. nome e endereço do impressor e data. 26. 108"12. 149. 114 sociais. 150 monopolista. 122 1984. Louis. 55. org. 118. 122 campesinato. 115. 67 frações do. 74. 164-9 bonapartismo. 120. 59. 51. Não deve existir também" quando se trata de outras alterações julgadas necessárias posteriormente. 138. 169 burocracia. 127. 150 fração hegemônica do. 70. 32. 129. 68-70. 24-7. 116-8. 130-3. 138). 104. 146. 142. 103. 110-2. 116. 105. p. 97. 106. 147. 119. 141 acumulação do. 148-50. 71. quando seria muito difícil inseri-Ias no local apropriado do texto. 152 capital. 119 artesanato. 63. 138-45. Excepcionalmente. M. 160. 76. 30. 71. 116. 158 Encarte OU suplemento Folha avulsa ou caderno independente que se coloca dentro do livro. 30. 145 no poder. 66. 7. 83. 73 de Estado. O seu conteúdo normalmente é este: Baudelot. 135. 103. 116. 153 rentista. 97. 75. 79. 132 Reproduzido camadas. 157. 18. 117. 37. 8. 152. 78. 76. 163. 68. 83. explicacão final. 19 Cardoso. 116. ou colada. o colofão contém o registro de indicações técnicas de impressão. 141 bloco. 33. 71. 118. de "analítico e onomóstico". 8. 126. 106. 128. 22. 22. 62-4. 129-31. 39.. 124. 73. 73. 108. 114-6. Ática. 142. 36. 60. 107. 121. 153. 65 capitalismo. 142 autogestão. 145. 33. 24-7. 87 categoria social. 108. 20. 111. 27-30. 104. Os créditos de realização editoriallocalizam-se no verso do frontispício (v. 33. 117. 151. 134. exercícios didáticos relacionados com o texto. 150 produção e circulação do. 87. 135. 108-14. pode ser apenas inserida. 128 operária. 43. 118. 130. 108. 7. 79. 168. personagens o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 16 - A estrutura do livro impresso 145 esta modalidade históricas de índice engloba nomes de autores. 23-9. e instituições. 111. 120. 140. 71-4. 103. L. intermediárias. 102. 133. 138. 102. 36. 10. 154 alienação. 123-8. 113. 100. 108. 19 Castoriadis. 82. . Pode conter tabelas. 18. 108. 129. 23. 97. C.. 125. 149 anarcossindica1ismo. de: SllVEIRA. 20. 113 ciência. 154 burguesia/ aristocracia. 121. 136 Amendola. 68. 87. 66. 105. 149 monopolista.. 78. 19. 121 de Estado. 81-3. etc. 110. 39. 28. histórico. 94. 72. 23. 102. 22. 34. 99. 120.144 Sob a rubrica assuntos. 143. 171. 164 repressivo(s). 93. 76. o INDICE ANALJTICO E ONOMÁSTICO aliança(s). 120. 46. 148 CFDT (Confédération Française Démocratique du Travail). Posfácio (adendo. 127. no início ou no fim do livro. H. 126 burguesia. 44 Allende. 116. G. 122. 95 CGT (Confédération Généra1e des Travailleurs). 108-10. Composta em folha de papel menor que a página. 64. 38. 38. 97 Cardoso. 76. 150 Bourbon. 148. 127. Enata Errata é uma lista de erros tipográficos constatados após a impressão do livro e só se justifica se o erro tipográfico (ou erros) comprometer uma informação do texto. Paulo. 122 Cerroni. 63. 119. 47. 16. p. 63. 138 estatal. 27. F. 8. 17. 139. 112. 15. 74. 38. 143. 105. 120 burguesia/pequena burguesia. 66.. 129. 115.. 66. 130. 118. 115 no poder. 127. 125. 103. 78. os dados do colofão podem aparecer no verso do frontispício. 70.. São Paulo. P. 129 P. 150 escolar. 9 aparelho(s). 156-8. 119. Poulantzas. 105. 107. 121. Página Linha Onde " se lê " " Leia-se " Colofão Último elemento do miolo. 39. 85. 114. 51. 121 ideológicos. 103.

revisão de provas Significado / ou Barra de atenção (deve ser colocada.~"--"----.e sincdsllsado$ na."---~ f------------------..."-"-~_..._--. colocando-se na margem da prova o sinal X ou ~ T ._-------------..". C~~ @~~ 0ii5J (jiifI) --_. . f-----------.-"-.1-. ao lado da emenda a ser feita) x --"---"---. ou<§) ou@ não emendar I Utilizado na margem.______________ ------------------"'--_.. Significado que deve ser destacado cir- ~ ---"-----:=J -------.. ~--------------- 2 f\J Símbolo Correr para a esquerda Recorrer Transpor letras ou palavras I J I I Aplica-se a grupo de letras. .Apêndices 147 '!!_-----------Símbolo --_ _----.. 1 Principais símbolos e sinais usadQs na revisão e marcação de origlnctis --"--"~-----"-----"""--"" .-:II Q Suprimir e juntar Aplica-se a grupo de letras.Q Suprimir r-.._"----"' ----------"'_.. palavra ou palavras que devem ser suprimidas 2 Principais símbolos._. à margem.• ~X II ou '-.----versalete itálico ou ~~ negrito versal-versalete ou o grifoversal-grifosuprimir bold ou não alta) Símbolo versal-negrito versal (caixa grifo-negrito ---------- [ ] éS -""-"- [ Abrir parágrafo Centrar Colocar a parte enquadrada cado pela seta Correr para a direita no ponto indi- r) ® ® CV o sob letra(sl."""-----"-~-"""-_...---""---.. palavra ou palavras que devem ser suprimidas.'-'"--"--"-'-'--"-"-"-'"'"'--'~"'---"" vale."-"_ .

_-------bold Tipo grifo ou itálico Tipo negrito ou Tipo redondo Ver original Transpor linha ou período Abrir parágrafo Quebrar Letra (ou número) elevada Letra (ou número) abaixada ~ou([.-----.Q" "[ II / ~ ? .. há dúvida Espaço fino Vale. __ Caixa alta-e-baixa Tipo versal-versalete (C II ----"""--" ® C@ (jf) ---------.--_.j?) 0!uL) ------~uJV --- ----- ---"-~--- l-J ._..-----_..---------~_.- Transpor palavra ou trecho Transpor linha ou linhas. palavras ou trecho Suspender letras. Cil) -. o D ou ---------_ _------_ _---..J -~--.1J ~ Correr para a direita Ordenar as linhas Transpor letras ------_.._...IL Descer letras. Tipo empastelado . não suprimir ou não emendar c? CE S . palavras ou trecho Recorrer Suprimir espaço Evitar o canal Consultar.---.•.~-----. colocando no lugar indicado pela seta Alinhar horizontalmente Alinhar verticalmente ~ clr7. Caixa alta Caixa baixa B f\J f21. 0~ _--"-.148 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 149 # ~ Abrir espaço Unir ----~-. -...-----._----- -------_. Encerrar letra que se deve mudar (estragada) [ ] I Centrar Correr para a esquerda o ------.---------~~ou II ÁJJ --------------------------~ .

beltrano citou fulano. abreviação A. (circa) capo por volta de (usa-se para datas aproximadas) gloss.---_. autor autores -._-- ib.----~_.coordenador---- em T .. cp.150 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 151 Principais termos usados em bibliologia corr.e.. / ibidem ! comp-:--·---------- '--coleção.---. fase.ampIrado -'"--------"""'--anot. na mesma obra (evita a repetição do nome da obra em notas sucessivas) o mesmo autor a do nome do autor em notas sucessivas) ante pos .----------·--'ãnotado--'-'---------. __ '"' .cor.. compare ções não ---------"textuais) compare antes compare .apcSgrafo(cópia de manuscrito) .abreviatura. junto a (o termo é empregado para designar uma referência a terceiro. segundo fulano.--. / apud _. et e outros (n~ferirld(). fac-similar. diretor ---'"'-..et aliae = e outras. enc . fac·similado fascículo et pas.. -aaãptação . aum. -_... i.--------... et alia = e outro em e fac-símile.:~a-----"---'--·--------compiTãdor ----------.--." " . -ao'p~dã'-Tétra---- ed.. referido por. e estou(amos) citando fulano via citação de beltrano) """"_"_.) Abreviatura I termo dir. direção. facs. ""_"" "1__ -. corrigido ·compare-0preferíve1 cf..----~. ap..:.--.a peSSClaS . bibliografia c. et seqs.----------""--documento ----"---------------------doutoramento edição.--·coêírdenaçao. bibliogr.__ glossário a mesma obra. / ibid. editor ãdTlt:-~ã(nittêrain) . assim fulano apud beltrano.----.

---. / MS / MS. tradutor vide ~-:-~-:-~-a~~_in_--=-_. separata __nú_m_e_r_o_( s_) _o~~~_a. adiante [llltrõdUÇã-o----------ip..-iMs:-/-----' mss / mss.-----·_-·_-----·---r---. de frente (opõese a verso) se. nota do autor note _ s.t. (quod vide) que se veja ----------------------T ver comumente em publicações de língua inglesa) . textualmente livro livraria (no) lugar citado . lit. literalmente . trad . ._-----------org. oúNJ3-:-(ilota" bene) ].--~~-~ . tab.n. o editor e a data de publicação) voce) no verbete. traduzido..·d~-tr-. ~-~rrn-7 Ivf._~_ --l-o -::-::~._. ... sob o verbete.-i:-:-~-S-_i~---g-a-r~e--.f"E-:------ N~ --.--------. orgs. ---'""---'"----""-----'" recensão .p. (ipsis litteris) ip:-v. quer dizer.."".---.--. ~ constam o local.--_. (opus citatum) -""----_..:G'ado~ orgã-= nizador organizadores -_._--""""~--"----.. página(s) 1.C. v._. / Mss / Mss.._ -.ota do editor (ou do ~ditorado~Y -'-not-ã do redator (o~d~ redação<:'~ do revisor) N":T...----"-" op.. ref.--. letra por-letra.---aq--u-·--i--e--=--i:i pubr--· . cit. ob. . p.-----. ed. sem notas .d-u-to-r--·.obra citada (é preferível op.-melhorado manus~rito(sr-- rec. cit._. (loco(us) citato(us» melh.---~-----------------"---referência refundido remissivo a página ímpar. n. subentende-se na consta a casa publicadora (é preferível s. a saber.. q. / MSS / MSS. . mas o verbete) ii~h. publicação ---. (ipsis verbis-)---liv. tabela tradução.) obra citada organ{zaçãO:-orgm.. refundo rem reto rev.:ot._-I _.152 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 153 in-fine in-f':' (in-folio)·-------- no fim em folhas (tratando-se de códices manuscritos) abaixo.. cit.v. na palavra (usa-se quando não se cita a página da publicação. (scilicet) S. livro ou livro loco cit.

novo déc. .'-_ . giugl. Mai Juni Juli Aug. ago. •._. o f/! T 'Ir )( v lJ À (X tç w X 'P p a. novo dic. . mar.Apêndices 155 meses PORTUGUÊS janeiro fevereiro março abril maio junho julho agosto setembro outubro novembro dezembro jan. Apr. jum juillet aout septembre octobre novembre décembre jan. Dez. Nov.----. Feb. mar. oct. Januar Februar Mãrz April Mai Juni Juli August September Oktober November Dezember Jan. INGLÊS ALEMÃO January February March April May June July August September October November December Jan. I Alfabeto ITALIANO FRANCÊS gennaio febbraio marzo aprile maggio . fev.. mago ._""A T <I> Li N P Z B O '!t M K H I: X E A enero febrero marzo abril mayo junio julio agosto setiembre. TI Letra grega "-. ott.~ {3 'Y ~ 1/.. May June July Aug. out.""". maio jun. mai ."... ago. ESPANHOL ---. Nov. jum juil. novo dec.. ípsilonqUI ômega XI Denominação delta lambda r.. fév. feb. Dec...eta b tau o ômicron rô d t ch. set.. aout sept.. janvier février mars avril mai . set. jul.. novo dez. Okt. / dic. abro mayo jun._--. gmgno giuglio agosto settembre ottobre novembre decembre. . ago. y z ph PSI a ._-" . Mar. mar.I e._----_Q . Feb. set.~ml n m alfak iota e rhkh fi -""---"""-"---"-_._-"---". apr.. gmg. Sept. oct. . mars avr. Ió J1. . jul.. septiembre octu bre noviembre diciembre II 8 I r T ene. abr. Sept."._----.---"""". feb.. Marz Apr. dicembre gen.~-.-""_ . g ps i capa gama P dzeta CSI epsilo pl th X teta nl ou (dz) ks) slgmabetas (cs. Oct.

v. mitológicas e nomes peculiares em geral. cf. Aleútes Algeciras AI Kuwait. Alcácer Quibir Alcatraz. bairros. atual Burkina Aluísio. outros registros: Aleútas. Ajaz Ákaba. v. aportuguesamento de Aragón Aranjuez Arão. v. outro registro: AlIeghanys Alphaville Alphonsus de Guimaraens Alsácia Alsácia. há um registro histórico de topônimos que devem ser usados segundo o contexto. v. ilhas de SP e da Guiné Alcibíades Alemanha Alemanha Ocidental. Ancara Antananarivo Antártico Antártida Antígua Antígua e Barbuda Antuérpia. em francês: Algérie Argentina Ari Ariadne. v. atual Etiópia Abraão. históricas. outro registro: Aloísio Álvares Florence Amã Amambaí. nome dado à Grã-Bretanha na Antiguidade Este vocabulário inclui nomes de pessoas que costumam apresentar dificuldades ortográficas e se estende a personagens literárias. Respeitar ao máximo as formas tradicionais e correntes no Brasil. outro registro: Arará Araribóia. Consoante o critério exposto. outro registro: Adém Ádige. ilha dos EUA Alcatrazes. outros registros: Ahmósis. v. tm árabe: AI-Djazã'ir. fazem-se remissivas para a forma que deve ser empregada. Andrea (italiano) Andrômaca Andrômeda Angola Angoulême Angstrôm Anhangücra Ankara. Auvergne Ascoli Ascot Asdrúbal Asmara Assaí. no Paraguai Amarelo (ou Huang-ho). Mas o grosso é constituído de nomes de países. Açaí de Anvers A Aarão Abadã. rios . outro nome da antiga Repú blica Federal da Alemanha Alemanha Oriental. Arkansas Ardenas.Lorena Altai Alto Volta.156 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 157 Alasca Albânia Albany Albion. palácios. Tonga Amílcar Amósis. outro registro: Ararigbóia Arcansas. outro registro: Ariadna Arkansas Armagnac Armênia Arsene Lupin Artaxcrxes Aflur Aruba Arvérnia. aportuguesamento de Adige Adis-Abeba Adonias Adônis Afeganistão África Branca África do Sul África Equatorial Francesa África Negra África Ocidental Francesa Agadir Aga Khan. outro nome da antiga República Democrática Alemã Além-Paraíba Alenquer Alentejo Alepo Aleutas. Abu Dhabi Ácaba Açaí Acaraú Áccio Acra Áden. Ácaba Akhenaton Alá Aladim. Ailahabad capital do Kuwait Andrada. Amsterdã Amigos (ilhas dos). cidades. foi o critério principal observado para registrar a grafia dos nomes portugueses. atual Iêmen Arábia Saudita Aragão. museus. forma paralela: Andrada Andréia (português).. forma paralela: Andrade Andrade. Aarão Ararat. aportuguesamento AndalucÍa Andaraí Anderlecht Andorra Andorra Ia Vella de Aladino . ou mesmo nos locais de origem.. rio Amenófis Amesterdão. v. outros registros: Ájax. v. aportuguesamento Antwerpen. Além disso. Ahmés Amoy Amsterdã Amur Ancara Anchorage Andaluzia. no Brasil Amambay. outro registro: Abrão Abruzos Abu Dhabi Abuquir Abu Zabi. regiões. outro registro: Amede Ahmés. templos. v. ao ocorrer mais de uma forma para um mesmo nome. mares. outros registros: Agamêmnon. outro registro: Abadan Abaeté Aberdeen Abidjan Abilene Abissínia. outro registro: Agha Khan Agamenon. dos nomes aportuguesados ou não-aportuguesados e daqueles que provêm de línguas que não utilizam o alfabeto latino como base de escrita. Amósis Aída Aiuruoca Aix-en-Provence Ajax. Agamenão Ahmed. v. aportuguesamento de Ardennes Areiópolis Arezzo Argel. v. em francês: Anvers. em francês: Alger Argélia. Antuérpia Apalaches Aparecida d'Oeste Aneninos A~ia Arábia Arábia do Sul.

em alemão: Osterreich Áustria-Hungria Auvergne Avellaneda Avcrróis Avicena Avignon. atual Mianma Birmingham Biscaia. Butão Butantã Butão ou Yang'tse). antigo Daomé. Britânica c Cabo Frio. outro registro: Azerbajã Azov Azul (Yang-tse-kiang rIO o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 159 Baluchistão. v. outros registros: Assuan. em alemão: Brünn Brodowski. rio do PR Bombaim Bon. em alemão: Bayern Bayeux Bayonne Bayreuth Béarn Behring. Butan. antigo nome dos Países Baixos Batávia. outro registro: Barão de Cotejipe Barba-Azul Barbados Barbosa Barbuda Bareio. Beluchistão Bamako. v. em romeno: Bucuresti Buchanan Buckingham. outro registro: Bamaco Banabuiú Bandar Seri Begawan Bandung. Verde (1) Cabreúva. em polonês Brzezinka Birmânia.158 Assam Assuã. Bom (1) Bonn. outro registro: Bangkok Bangladesh. outro registro: Bálcãs Bali Balneário de Camboriú. antigo nome de Jacarta Batista Baton Rouge. forma usual. antigo Paquistão Oriental Bangui Banjul Barão de Cotegipe. Baraine. forma usual. cabo da Tunísia Bom (2). v. outra forma de transcrição de Pequim Beirute Beja Belfast Bélgica Belgrado Belize. cidade do Rj.Mirim Birkenau. Bajé Bahamas Bahia BahÍa Blanca Bahrein. país e ilhas. palácio Budapeste Buenos Aires Buffalo Buffalo Bill Bujumbura Bukharin Bulawayo Bulgária. em francês: Bâle. em alemão: Pressburg Brazzaville Brejnev Bremen Brescia Breslau. antigo Alto Volta Burma. outro registro: Cabriúva Cabul Cachemira. v. Camboriú Baltimore C/. outro registro: Botsuana Braille (deste nome provém o substantivo comum braile. outro registro: Bagdad Bagé. em inglês: Bu. Brodóvisque Brooklin. forma vâlida também para alfabeto braile) Brandemburgo Brás. v. Birmânia Burundi Butã. Frio Cabo Verde. Bahrein Bari Barra do Bugres Barra do Garças Barranquilla Barros Cassal Basiléia. e hoje B Baamas. em francês: Bordeaux Borghese. aportuguesammto Astracã Astúrias Atenas Atlantic City Atlântico Atlântida Auckland Augsburgo Auschwitz Austrália Áustria. Bahamas Babi Yar Bacon Badajoz Baden Baden-Baden Bady Bassit. C/. Assuão de Asunción Assunção. Barein. nome oficial: Krung Thep. Bhopal Boracéia Bordéus. cidade da Alemanha Bopal. bairro de São Paulo Brás Cubas Brasil Brasília Bratislava. Caxemira Bengasi Benguela Benin.rma. em alemão: Basel Basra Basse. outro registro: Benim Benjamim Benvindo Bérgamo . aportuguesammto: Avinhão Ayacucho Azerbaijão. v. em alemão: Bern Besançon Betim Betsabé Bhopal Biarritz Bielo-Rússia (ou Rússia Branca) Bien Hoa Bikini Bilbao. outros registros: Bahrain. v. em neerlandês: Brugge Brunei Brunn. cidade de SP Bagatelle Bagdá. antiga Honduras Belmopán Beluchistão Bergen Bering Berkeley Berkshire Berlim Bermudas Berna. bairros de São Paulo Brooklyn. v. represa de SP Birigüi Biritiba. cidade de SP. em búlgaro: Balgarija Buri Burkina. cidade dos EUA Baviera.Terre Bassara. v. outros registros: Brodósqui. bairro de Nova York Bruges. depois Constantinopla Istambul Boêmia Bofete Bogotá Bolívar Bolívia Bolonha Bom (1). em alemão: Braunschweig Bruxelas. em espanhol: Vizcaya Bismarck Bissau Bizâncio. outro registro: Bilbau Billings. Bering Beijin. Wroclaw Bridgetown Brisbane Bristol Brno. outro registro: Bandoeng Bangcoc. palácio Borgia Borgonha Bornéu Borrazópolis Bósforo Bósnia-Herzegovina Boston Botswana. em neerlandês: Brussel Buaquê Bucareste. Brno Brunswick. v. cf. v. Basra Batava. v. Baraine Bairiki Bajé Baku Bakunin Balcãs. v.

outro registro: Cotejipe Cotia. em dinamarquês: K~benhavn. residência do presidente dos EUA Casanova Casaquistão Cascais Casimiro Cássia Castel Gandolfo Castilho Castres Castries Cataguases Catai. Kanpur Caxambu Caxemira Ceilão. Suíça Congo Congo Belga. bairro de Londres Cherazade. aportuguesamento: Córdova Caréia do Norte Coréia do Sul Carfu Corinto Cork Cornualha Correia (português). Xarazade Cherburgo Chernobyl Chesapeake Chesterfield Chianti Chiclayo Chihuahua Chile Chimborazo China Chipre Chittagong Chongjin Chu En-lai. Canterbury Capibaribe. C/. atual Zaire Congo Kinshasa. Sharjah Charente Chat al-Arab Châteauneuf-du-Pape Checoslováquia. outro registro: Candragupta Chang Kai-chek Chan-tung. Carlos Magno (ou Carlos I. atual Gana Costa del Sol Costa Rica Côte d'Azur Côte d'Émeraude Côte d'Or. forma usual Churchill Cianorte Cíclades Cidade do Cabo Cidade Gaúcha Cienfuegos Cincinnati Cingapura. v. v. Gobi Champagne. antigo nome de São Domingos. antiga União Soviética Conacri Concepción Confederação Hclvética. cidade da França Calcutá Cali Calicute. o Grande) Cármen Carnac Carolina do Norte Carolina do Sul Carson City Cartagena Cartago Cartum Casablanca. outro registro: Capiberibe Capri Cápua Caracas Carachi. antiga Bizâncio e hoje Istambul Copenhague. noT7U dado Média à China na Idade Kansas Cantão Canterbury. Camarões Camocim Campânia. cidade dos EUA Clevelândia. palácio Cha-mo.160 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO . Zaire Conhaque. Kõnigsberg Connecticut Conselheiro Lafaiete Constantinopla. v. em catalão: Catalui'ia Catânia Catanzaro Catar Catmandu. outro registro: Cambodja Camboriú. em português: Cantuária Cantuária. atual Sri Lanka Centro-Africana. em italiano: Calabria Calais. em italiano: Campania Campoformio Campos do Jordão Campos Elísios Campos Novos Paulista Canaã Canadá Cananéia Canaveral. outro registro: Cnossos Coari Coblença. Balneário de Camboriú Cambridge Camerum. outro registro: Corse Cortina d'Ampezzo Cosenza Costa de Ouro. cidade do PR Cnosso. v. v. Correa (espanhol) Corrientes Córsega. v. v. forma usual. outro registro: Chan-tong Chapecó Chapultepec Chardja. v. Camberra Candragupta. v. v. em árabe: Al-Qahira Cajobi Calábria. atual cabo Kennedy Canberra. outros registros: Calicut. v. Chandragupta Cannes Canossa Cansas. Côte d'Or Costa do Marfim Costa do Ouro. Tcheco-Eslováquia Chelsea. v. v. anfiteatro de Roma Colombey-les. cidadL de SP Casa Branca (2). v. Katmandu Caucásia Cáucaso Cawnpore. forma usual. capital da República Dominicana I I Civitavecchia Clarisse (mas: Clarice Lispector) Cleveland. v. v. em alemão: Koblenz Cocais Cochabamba Cochinchina Codajás Cognac Coliseu. C/. grafia preferivel a Singapura Cipião Circássia Cirene Ciudad Trujillo. aportuguesamento: Copenhaga Córdoba. República Centro-Africana Centro-Oeste César Ceuta Chaco Chade Chaillot. outro registro: Tcheu Ngen-lai Chuí. v. Karachi Carcassonne Cardiff Cardoso Catalunha. Cognac Conisberga.Deux-Églises Colômbia Colombo Colón Colônia. v. Calecut Califórnia Calígula Callao Camaçari Camagüey Camapuã Camaquã Camarões Camberra Camboja.E1ysées Chandragupta. em alemão: Kõln Cólquida Colúmbia Comores Comunidade de Estados Independentes. em árabe: Dar el-Beida Casa Branca (I). Apêndices 161 Cachoeiro de Itapemirim Cádiz Cagliari Caiabu Caiena Caifás Caim Cairo. outro registro: Cutia Cotonu Cotopaxi Cotrim Coventry Covilhã Coxim . departamento da França Cotegipe. aportuguesamento: Champanha Champs.

cJ. v. em polonês: Krakow Crateús Cremona Criciúma Criméia Crisna. cidade do RS Debreczen Delaware. v. DionÍsio Djalma Djedda. em dinamarquês: Danmark Dinieper. Durres Durban Durres. v. em italiano: Firenze Florida. v. aportuguesamento: Delauare Delfim Deng Xiao Ping. v. ou Depranum. Echaporã Exu Ezequiel F Fahrenheit Faiçal. Trapani Dresden Duas Sicílias Dubai Dublin. v. Dakota do Norte Dakota do Sul Dallas Dalmácia Damasco Dâmocles Da Nang Dantzig. v. República Dominicana Dom Quixote Don Donetsk Dóris Dortmund Dostoievski Dourado. estreito e peninsula dos EUA FlorÍnea . cJ. Ekaterinburg Echaporã Ecuador. forma usual. Cuzco Cutia. outro registro: Erechim Erfurt Erie. nome anterior do Benin Dar Es-Salaam (ou Dar Es-Salam) Darfur Darmstadt Dartmouth Davao Davi (ou David). palácio Elizabeth lI. Estalinegrado. Florença Flandres Florença. outro registro: Imbuguaçu Emirados Árabes Unidos Enéias Entebe Entre-Douro Entre-Rios Epsom Equador. Dnieper Diniester. v. v. outro registro: Fidji Filadélfia (I). aportuguesamento: Dunquerque Durazzo. v. Dioniso Dioniso (deus grego). Vedo. v. antigo nome de Tóquio Éfeso Efigênia. em italiano: Durazzo Düsseldorf. em inglês: Edinburgh Edmonton Edo. v. Cotia Cuzco D Daca Dacar Dacca. Eilat Elche Elisa Elisabeth ou Elizabeth. Dacar . cidade do MS Douro Dover. cidade e lago dos EUA. cidade e departamento do Uruguai Flórida. v. palácio Faruk Fédon Fedra Félix Fez Fiji. formo. Dniester DionÍsio. Jedda Djibuti. Doha Dulcinéia Duluth Dundee Dunkerque. v. outro registro: Djibouti Dnieper Dniester Dodoma Doha Dolcinópolis Dominicana. Stuttgart Etiópia. outro nome da Irlanda. Ifigênia Efraim Egeu Egito Eilat Eindhoven Eire. v. cJ. usual. Daca Dachau Dacota. Erie Eisenach Ekaterinburg El-Alamein Elath.162 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 163 E Cracóvia. outros registros: Khrisna. v. em espanhol: Ecuador Erexim. cidade de GO Filadélfia (2). Dakota Daguestão Dakar. aportuguesamento: Dôver Drépano. palácio e museu Eros Escócia. outro registro: Imbu Embu-Guaçu. v. Izmir Espanha Espinosa. Crisna Croácia Cro-Magnon Cuautémoc (ou GuatimozÍn) Cuba Cúcuta Cuenca Cupido Curdistão Cusco. Isabel Eliseu. em finês: Suomi Firenze. outro registro: Dublim Duha. Eire Ermelindo Ermitage. outro registro sem uso no Brasil: Davide David Canabarro. th. v. aportuguesamento: Dusseldórfia East London Ecaterimburgo. Teng Hsiao-ping Denver Derby Descalvado Des Moines Detroit Devonshire Dibay. Heidelberg Edimburgo. aportuguesamento: Danzig. CrÍxena Crisóstomo Cristiano Cristóvão Crixás CrÍxena. v. v. v. nome alemão de Gdansk. v. v. v. Spinoza Ésquilo Essen Essex Esslingen Estados Unidos da América Estalingrado. em inglês: Philadelphia Filinto Filipe Filipinas Finlândia. Equador Edelberga. outro registro: Faisal Fairbanks Fa1k1and(ou Malvinas) Famagusta Farnese. antiga AbissÍnia Eton EurÍpides Eusébio Everest Évora Exaporã. cJ. outro registro: Isabel II EI Paso El Salvador Emaús Embu. estado. atual Volgogrado Ester Estêvão Estocolmo Estônia Estrasburgo. cidade de SP Dourados. Danzigue Daomé. em inglês: Scotland Eslavônia Eslováquia Eslovênia Esmirna. Stalingrado. v. cidade dos EUA. em francês: Strasbourg Estremadura Estugarda. Dubai Dien Bien Phu Díli Dinamarca. v. v.

antiga Costa do Ouro Gand. Guiana Guilherme Tell Guiné Guiné. em alemão: Freiburg. nome oficial: Reino Unido da Grã-Bretanha e da Irlanda do Norte. em holandês: Den Haag Haiderabade. Gana Gibraltar Gironda Gizé Glasgow Gloucester Goa Gobi.§ Fontainebleau Formosa. Cabo Frio FrÍsia. Indostão HiroÍto. Genebra Gêngis Khan. Gizé Gulliver Gutenberg Guzolândia Harpias Hastings HavaÍ. v. outros registros: Hirohito. em português: Gotemburgo Gouveia Grã-Bretanha. v. cidade de se França Frankenstein Frankfun. v. v. Taiwan Fon-de-France.l§. outro registro: Gandavo Gandhi Ganges Garanhuns Garibaldi Harare. atual Belize Hong Kong Honiara Honolulu Honshu. v. v. outro registro: Fudjaira Fuji-Yama (ou Fuji-San). Hindustão. rIO Hudson Hué Humberto Hungria Huron Hyde Park Hyderabad Hyeres . antigd Yeso Holanda HolguÍn Hollywood Homs Hondo. em neerlandês e alemão: Frieslancl Friuli Fróis Fujaira.. antropônimo Ho Chi Minh (2).Bissau Guiné Equatorial. Friburgo Friburgo. antiga Saigon Hodeida Hokkaido. antiga denominação Pacífico Graz Grécia. c/. em inglês e francês: Fribourg Friesland. v. v. capital Harlem. região da Europa central Galileu Galiza. outro registro: de H Haarlem. Suriname Guiana Inglesa. Hiro-Hito Hiroxima. Pusan G Gabão Gabarone Galápagos Gales. antiga Hondo Horn. a Escócia e o País de GIiles constituem a Grã-Bretanha da do Gâmbia Gana. em francês: Gascogne Gauss Gaza Gdansk. antropônimo Gorki (2). FrÍsia FrÍgia Frio. aportuguesamento: Hanôver Hanói Harar (ou Harrar). em Jlamengo: Gent Gândavo. v. Harlem Haia. em grego: Hellas Greenwich Greenwich Village Grenoble Grimm Groenlândia Gstaad Guadalupe Guaiaquil. País de Gales Galícia. antiga Guiné Espanhola Guipúzcoa Guizé. região Espanha Garonne Gasconha. antigas ilhas Sandwich Havana Havre Hedjaz Heidelberg Hélade Helena Heloísa Helsinque. aportuguesamento: Fujiama Fukuoka Fukushima Fukuyama Fürstenberg Fusan. Hornos Hortênsia Houston Hua Kuo-feng Huang-ho (ou Amarelo). Hiroshima Hispaniola. A Inglaterra. cidade dos Países Baixos. bairro Haarlem Harpagão do Zimbabwe de Nova York. cabo. Suíça Henry Borden. usina hidrelétrica de SP Hermes Himalaia Hindostão. outro registro: Helsinki Helvécia Helvética (Confederação). nome pn·mitivo da ilha Haiti Hispano-América Ho Chi Minh (I). v. nome bíblico do lago de TiberÍade ou mar da Galiléia Geneve. em francês: Geneve Genesaré. estado dos EUA Geórgia (2). em espanhol: Galicia. antiga Fort-Royal Fon Knox Fort Wonh Foz do Iguaçu Fra Angelico Fra Diavolo Fraiburgo. v. outros registros: Horne. em alemão: Dantzig Geiger Genebra. antiga Guiana Inglesa Guiana Francesa Guiana Holandesa. v. atual Nijni-Novgorod Gõteberg. cidade da Etiópia cf. v.164 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices - . Granada Grand Canyon Grande. Hyderabad Haifa Haiphong Haiti Halifax Halle Hamá Hamburgo Hamilton Hamlet Hamurabi Hannover. Francoforte Frascati Freetown Freiburg. designa inúmeros topônimos Grande Oceano. Gengiscão Gênova Georgetown Geórgia (I). outros registros: Gêngis-Cã. v. atual Honshu Honduras Honduras Britânica. Guayaquil Guam Guantánamo Guarani d'Oeste Guarantã Guatemala GuatimozÍn (ou Cuautémoc) Guayaquil Guernica Guiana. república Gérson Gettysburg Ghana. ou Cha-mo Goio-Erê Góis Golan Gondwana Gorbachev Gorki (I). aportuguesamento: Francforte. c/.

lucatão. outro registro: Iwo Shima Izmir JacksonvilIe Jacuí Jaén Jafé Jaguariaíva Jaipur Jalisco Jamaica Jamestown Jamundá Japão. em hindi: Bharat Indianápolis. York lowa Ipauçu Iperoig. v. em italiano: Imola Índia. forma usual. Yucatán Iugoslávia. v. Embu-Guaçu Ímola. atual Kõnigsberg Kampala Kampuchea. antiga lndonésia Batávia. v. v. v. Quilimanjaro Kimberley Kingston Kingstown Kinshasa. outros registros: Isac. outro registro: Irak Irazú. forma Lagos usual para a cidade de SC. Joaíma judite Jugoslávia. forma usual registro: Kabul. antiga Léopoldville Kioto. outro registro: Carachi Karame Karlovy Vary. Cabul Kalahari Kaliningrado. antigo cabo Canaveral Kensington Kentucky Kenya. Qom Kuwait Kyoto. outro registro: juaíma Jodhpur J ohannesburgo joinvilIe. antiga Kaliningrado Kozhicode. outro registro: Krakatua Krakow. aportuguesamento: Ilinóis Imbu. v. v. outro Jabuticabal Jaçanã Jacareacanga. v. tb. cidades do Brasil Indiaporã Indochina Indochina Francesa Indonésia Indostão Inês Inglaterra Iocoama lorque. outros registros: Kilimandjaro. mas pouco usual. v. Grã. antiga Pérsia. em japonês: Nippon Jaú Jedda. Quioto ou K J Jaboatão Jaborandi Jaboticabal. outros registros: Irkutsk Irlanda. v. v. Jeddah. outro registro: Job Joaíma. Cartum Khmer. v. Ekaterinburg lêmen lena. Quioto Kiribati Kobe Kõnigsberg. outro registro: Lajes . outro registro: Cawnpore Kansas Kansas City L Labrador La Coruna Lages. outro registro: Iran Irapuã Irapuru Iraque. Cracóvia.166 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 167 lacri lansã laundê Ibadã Ibero-América Ibiza Icém Idaho Ickaterinburg. Isaque Isabel Isaías Isaque. Camboja Khomeini Khruchtchev Kiev Kigali Kilimanjaro. Embu Imbuguaçu. v. Críxena Krung Thep. antropônimo Kennedy (2). Chang Kai-chek jiparaná jó. forma usual do nome da cidade de SC. Iperoí Ipoh Ipuã Iquique Iquitos Irã. vulcão da Costa Rica Irecê Irineu. v. v. capital da Iperoígue. cidade de SP Ilhéus Illimani Illinois. forma usual. Krakow Khartum. antes Bizâncio e Constantinopla Ístria Itaboraí Itacoatiara. ouiro registro: Jacarta. v. v.Bretanha Isaac. em alemão: Jena lepê lfigênia Igaraçu 19uaçu Ijuí Ijuiguaçu Ildefonso Ilhabela. Isaac Isar Isaura Iscariotes Ischia Iseo Isere Isidoro Islamabad Islândia Ismaília Ispahan. outro registro :Joinvile jordânia Juaíma. em servo-croata: Jugoslavua Ivã Ivone Iwo Jima. Quênia Kerenski Kharkov. Calicute Krakatoa. c/. em alemão: Carlsbad Karlsbad Karlsruhe Kassel Katar. Catar Katmandu Kennedy (I). Camboja Kandahar Kanpur. v. Jidá Jequitinhonha Jeremias Jerez de Ia Frontera jericinó jericó Jerônimo Jerusalém Jiang Jie-shi. cJ. cidade dos EUA Indianópolis. v. república Irlanda do Norte (ou UIster) v. v. Kharkov Kremlin Krishna. ilha Irlanda (ou Eire). forma usual. v. forma usual. v. Bangcoc Kuala Lumpur Kubitschek Kum. melhor forma. outro registro: Ireneu Itaquatiara Itajaí-Açu Itália Itanhaém Itapecerica Itapicuru Itapuã Itaquaquecetuba Itaúna Ituverava lucatã. outro registro: Ispaã Israel Istambul. Iugoslávia Jujuy Juneau Juscelino Karachi. outros registros: Djedda.

London Long Beach Long Island Loreto Los Alamos Los Angeles. em alemão: Lemberg Lyallpur Lyon M Maçaranduba Macau Macbeth Machu Picchu Mackenzie MacunaÍma Madagáscar. ilhas Maryland Mascate.Loire Mainz. forma usual. v. outro registro: Matosinhos Matusalém Mauna Kea Maurícia. em inglês: Muscat Maseru Massachusetts Matanzas Matarazzo Mateus Matias Matozinhos. outro registro: Mao Ze Dong Maputo. atual Kinshasa Lesbos Lesoto. outro registro: Madagascar Madeburgo. Manchúria Manhattan Manhuaçu Manhumirim Manila Manitu Manizales Manjúria. cidade do Chile Lot Lot-et-Garonne Louisiana. federação da qual participa a Malásia Malasartes Malásia Malawi. Malmõ Malta Malvinas (ou Falkland) Manágua Manama Manassés Manchester Manchúria Manco Cápac Mandalay Mandchúria. Magdeburgo Madeira Madeleine Madri. v. v. ilha do Índico Mauritânia Mayagüez Mayenne Mayerling Mayotte Mbabane . outro registro: Malavi Maldivas Mali. cidade da França Lourenço Marques. cidade da Austna Lipari Lisboa Listenstaina. São Petersburgo Léopoldville. em inglês: London. estado dos EUA Lourdes. em itatz'ano: Mantova Manuel Manzanillo Maomé Mao Tse-tung. v. v. C/. outro registro: Maghreb Maharashtra Maiakovski Maine Maine-et.' em português: Mogúncia Maiorca Mairinque Mairiporã Majé Makalu Malabo Malaca. Majé Magenta Magreb (~ "o Poente") em árabe: Marhrib. do espanhol León. antropônimo Marshall (2). C/. antiga Lourenço Marques Maquiavel (ou Machiavelli) Mar MaracaÍ Maracaibo Maracay Maragogipe. estreito e cidade da Malásia Málaga. outro registro: Loiola Luanda Lublin Lucaias. Mântua Mântua. antigo Sudão Francês Malinovski Malmoe. v. v. região do Canadá Maurício. v. cidade do Canadá. atual Bahamas Lucca Lúcifer Luís LuÍsa Luisiânia. Languedoc Linz. Lião Lecce Lecco Le Corbusier Leeds Leicester Leipzig Lençóis Paulista Lenin Leningrado. cidade de SP Lumiere Lurdes Lusaka Lusitânia Lutero Luxemburgo Luxor Luzia Luziânia. Londres Londonderry Londres. antiga Niassalândia. outros registros: Malmo. outro registro: Maragojipe Maranon Mar dei Plata Marisa Mármara Marques Marrakech Marrocos Marsala Marselha Marshall (I). palácio Loyola. cidade de GO Lvov. forma usual. em liluano: Lietuva Liubliana Liverpool Livorno Lob-nor Lodi Lohengrin Loire Loiret Loir-et-Cher Lombardià Lomé London. v. porto da Espanha MalaÍsia. porto dos EUA Los Ángeles. C/. ilha das Filipinas Lião. v. atual Maputo Louvre. Lahore Laos Lao-tse La Paz La Plata La Rioja Larissa La Rochefoucauld Lausanne Leão. Leão Líbano Libéria Líbia Libreville Lídia Lídice Liechtenstein Liege Lille Lilliput. Lyon. Manchúria Mannheim Mantiqueira Mantova. em espanhol: Madrid Magdeburgo Magé. C/. outro registro: Lessoto Letônia Leviatã Leyte.168 Apêndices o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 169 Lahore Lâmia Lampedusa Lampião Lancashire Lancaster Landau Landri Sales Languedoc. aportuguesamento: Linguadoque Laocoonte Laore. outro registro: Lilipute Lima Limassol Limoges Lincoln Lindóia Lineu Linguadoque. Liechtenstein Lituânia.

forma equivalente do inglês Nelson (v. em russo: Moskva. provincia da Irlanda Múrcia Muriaé Murmansk Mururoa Muzambinho Nélson. outro registro: Mojimirim Mogúncia. outro registro: Mikerinos Mira Estrela Mirallores. Mênfis Mendoza. v. v. v. Mogi das Cruzes. em hebraico: Molek. v. Nefertíti . registra-se também Mombasa Mombuca Mônaco Mõnchengladbach Mongaguá Mongólia Mongólia Interior Moniz. outro registro: Niamei Niassa Niassalândia. antiga Gorki (2) Nilo Nímes Nínive Nioaque Nipoã Niterói Norfolk Normandia Northampton Northumberland Noruega. v. outro registro: Nanking Nantes Nápoles Narbonne Narvik Nashville Nassau Nauru Navarra Navas de Tolosa Nazaré Nazianzeno antiga Fort-Lamy N'Djamena. outro registro: Melilha Melquisedeque Mem Memphis. outro registro: Moji das Cruzes Mogi-Guaçu. antiga Birmânia Michigan Middlesex Middleton Milão Milwaukee Mindanao Minneapolis Minnesota Minorca. cf. cidade da Argentina Menelau Meneses Mênfis. v. cf. outro registro: Nagóia Nairóbi Namíbia. Memphis Merlim Mesopotâmia Metz Meurthe México. Mossoró Moctezuma. Negra Negro outro registro: Mianma. rio. Mainz Moisés. Jamundá Nhandeara Niágara Niagara Falls. em inglês: New Brunswick Novo México. cidade do CE (2). cidade do Quênia.170 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 171 McKinley Mecejana Mecom. v. 55) Nepal Ness Neuchâtel Neva Newark Newcastle New York. forma usual. v. v. em alemão: München Muniz Münster. cidade do MA Novais Nova Lusitânia Nova York. cidade do antigo Egito. Vltava Moldávia. outro registro: Mogadichu Medici (1). Moscou Moselle Moskva. p. em romeno: Moldova Moliere Moloch. forma tradicional. cidade dos EUA. Moscou Moscovo. forma tradicional. Mogi-Guaçu Mojimirim. mosteiro Mirassol Míriam. em espanhol: Menorca Minsk Miquelon Miquerinos. Muniz Monroe Monróvia Montana Monte Carlo Monte Cassino Monte Mor. o país e a capital Mezzogiorno. Moctezuma. em inglês: New Mexico Numéia em alemão: Nürnberg Nuremberg. Montezuma Montmorency Montparnasse Montpellier Montreal Montreux Montserrat Mooca Mopli Morais Morbihan Moroni Nottingham Nova Délhi Nova Escócia Nova Friburgo Nova Inglaterra Nova Iorque. Mekong em italiano: Mogadiscio. Nova York Ngwane. equivalente do italiano Medici Mediterrâneo Mefistófeles Mekong Melanésia Melbourne Melilla. v. v. palácio Médicis. outro registro: Moloque Molucas Mombaça Mombaça (1). outro registro: Nagasáqui Nagoya. cidade da Alemanha Munster. Mogi das Cruzes Mojiguaçu. em hebraico: Mosché Moji das Cruzes. Suazilândia Nhamundá. outro registro: Moçoró Mossul. outro registro: Mojiguaçu Mogi-Mirim. antropônimo Medici (2). em inglês: New York Nova Zelândia Novgorod Novi Ligure Novo Brunswick. Mocteçuma Montgomery Montmartre Moscou. em inglês: Moscow. em norueguês: Notre-Dame Norge N Nabucodonosor Nagasaki. cf. Medellín Mogadíscio. v. v. Moscova Moscava. outro registro: N eandertal Nebraska Neckar Neemias Nefertite. outro rq:istro: Moscovo. em espanhol: Montevideo outros registros: Montezuma. as regiões meridionais Itália ( ~ "Meio-Dia") da cf. forma tradicional. Mecão. v. antigo Sudoeste Africano Nancy Nanquim. forma usual Montenegro Monterrey Montevidéu. cidade dos EUA Niamey. aportuguesamento: Mississípi Missouri Mitchell Moçambique Moçoró. atual Malawi Nicarágua Nicósia Niemeyer Níger Nigéria Niigata Nijni-Novgorod. Moscou Mossoró. Mogi-Mirim Moldau. outro registro Miriam (oxítono) Miskolc Mississippi. também Mosul Mount Vernon Münchhausen Mundaú Munique. N eanderthal.

v. forma usual. em alemão: Preussen Prússia Ocidental . forma usual. outro registro: Partenão Pasadena. v. forma usual. v. em espanhol: Puerto Rico Port Said Portsmouth Portugal Posadas. outra forma de transcrição: Beijin Pérgamo Peri Périgord Perm Pero Perpignam Perseu Pérsia. em italiano: Perugia Peruíbe Peshawar Pessanha. Petach Tikivah Petrogrado. cidade dos EUA Omã Omaha Ondurmã. Paysandú Pajeú Palma de Maiorca Palmeira d'Oeste Panamá Pandora Pangloss Pankow. pensador Provença Prudhomme. cf. v. antropônimo outro registro: e topônimo . cidade do PR Paranapuã Paranoá Parapuã Paraty. em inglês: Orkney Oregon Orenoco. Pirassununga PirajuÍ Piranji Pirassununga. v. Pádua Pádua. cidade dos EUA Pasárgada. paúúio Pittsburgh Plutão Plymouth Plzen. Oxóssi Oxum aportuguesamento: Oxônia Paulínia Pavia Paysandú. Pyongyang Piraçununga. cidade do Uruguai. em polonês: Odra Offenbach Ohio Oiapoque Oise Oka Okayama Okinawa OkIahoma Oldemburgo OIÍmpia. Paiçandu Pearl Harbor Peçanha (mas: Camilo Pessanha). em italiano: Pistoia Pitigrilli Pitti. cidade da Espanha Pendjab Pensilvânia Pequim. pintor Prússia. outros registros: Petach-Tikva. cf. templo de Roma Panthéon. Magreb Pointe-Noire Poitiers Polinésia Polinésia Francesa Polônia. outro registro: Piraçununga Pireneus Pireu Pisa Pistóia. outro registro: Obi Oberhausen Obi. cidade de Portugal Pefiafiel. v. v. avenida de Londres Piemonte Pieongyang. p Pã Pacífico. golfo e rio da Sibiria. Orinoco Orfeu Orindiúva Orinoco Orléans Ormuz Orós Oruro Osaka Oscar Bressane Oséias Osijek OsÍris Oslo Osório Óstia Ostrava Osvaldo Otelo Pessanha Pedro Juan Caballero Peenemünde Penafiel. o mesmo que Atlântico Odense Óder. personagem Prud'Hon. Paysandú Pais País de Gales Países Baixos. v. ilhas da Indonésia Óbidos Ocauçu Oceania. capital do Cabo Verde Presidente Venceslau Pretória PrÍamo Princesa Isabel Princeton Priscila Prokofiev Proudhon. outro registro: Omdurman Ontário Orã Orange Órcades. cidade dos EUA Piacenza PiauÍ Piccadilly. Filadélfia (2) Phnom Penh. Pionguiangue. Plzen Piltdown Pinar dei RÍo Pin-Kiang Piongiang. Peçanha Petah Tigva. templo de Atenas. v. monumento de Paris Papeete Papua-Nova Guiné Paquistão Paquistão Oriental. cidade do PR. São Petersburgo Philadelphia. cidades do Peloponeso e de SP Ottawa Oxford. v. em alemão: Posen Praga. outro registro: Pnom Penh Phoenix. em tcheco: Praha Praia. em italiano: Padova Paiçandu.172 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 173 o Oahu OakIand Ob. v. cidade da Argentina Posêidon Potomac PotosÍ Potsdam Poznan. em neerlandês: Nederland Paissandu. em polonês: Polska Pomerânia Pomerode Pompadour PongaÍ Ponta Porã Port Elizabeth Portland Port-Louis Port Moresby Port of Spain Porto Novo Porto Príncipe Porto Rico. antigo Grande Oceano Padova. Pyongyang Pigmalião Pilsen. bairro de Berlim Panteon. atual Bangladesh Paraguaçu Paraguaçu Paulista Paraguai Paramaribo Paranacity. outro registro: Parati Pariquera-Açu Paris Páris (mitologia) Parnaso Partenon. antiga cidade da Pirsia Patagônia Patan Pati do Alferes Olympia. hoje Irã Perth Peru Perúgia. v. Phnom Penh Poá Poente. antigamente Pilsen Pncim Penh. outro registro: Oceânia Oceano.

174

o

LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO

E REVISÃO

Apêndices

175

Prússia Oriental Prússia Renana, v. Renânia Psiquê Ptolomeu, outro registro; Ptolemeu Puerto Montt Punaca Punta Arenas Punta del Este Pusan, em japonês: Fusan; porto da
Coréia do Sul

Ramsés Rangum, outro registro: Rangoon Raquel Ras a1-Khayma Ratisbona, em alemão: Regensburg Ravena, tm italiano: Ravenna Ravensbrück Rebeca Rebelo, variante de Rabelo e forma mais
usual

Putifar Puy-de-Dôme Pyongyang, outros registros: Pieongyang, Piongiang, Pionguiangue Pyrénées, departamento da França

Q
Qatar, v. Catar Qom, outros registros: Kum, Qum Quaraí Quartier Latin, bairro de Paris Quasímodo Quatá Quebec Quebrangulo Quéfren
Queirós, antropônimo Queiroz, forma usual para designar cidade de SP

Quênia Quéops, tambbn Quéope Querétaro Quilimanjaro, v. Kilimanjaro Quioto
Quirguízia,
outro registro:

Quirguizistão Quito Quixeramobim Qum, o. Qom

Recife Recklinghausen Recôncavo Regensburg, v. Ratisbona Rembrandt Renânia, em alemão: Rheinland Renânia do Norte-Vestefália, em alemão: Nordrhein-Westfalen Renânia- Palatinado, em alemão: Rheinland- pfalz Rennes República Centro-Africana República Dominicana Resence Retz Reval, Revel, v. Tallin Reykjavik, outro registro; Reikjavik Rhode Island, estado dos EUA; cf. Rodes Rhône (I), v. Ródano Rhône (2), departamento da França Riad, outro registro: Riyad Riccard, palácio Richelieu Richmond Rifaina Rimini Rívoli, em italiano: Rivoli Riyad, v. Riad Robin Hood Rochdale Rochester Ródano, em francês: Rhône (rio da
Suíça e da França)

Rondon Roosevelt Roraima Roseta, em árabe: Rachid Roterdã, outro registro: Rotterdam Rothschild Rouen, aportuguesamento: Ruão Ruanda Rubiácea Rubinéia Ruhr Rumânia, v. Romênia Rússia Rússia Branca (ou Bielo-Rússia) Ryukyu

San Cristóbal, topônimos da América
Latina

s
Saara Saara Espanhol, nome anterior do antigo Saara Ocidental Sabá Sabadell Saida, cidade do Líbano, antiga Sídon Saigon, atual Ho Chi Minh Saint-Denis, cidade da ilhn Reunião Saint George, canal que liga o mar da
Irlanda ao Atlántico

R

Rabat Rabelo, variante: Rebelo, forma mais
usual

Rachmaninoff Rafard

Rodes, ilhn e cidade da Grécia; cf. Rhode Island Rodésia do Norte, atual Zâmbia Rodésia do Sul, atual Zimbabwe Rodez, cidade da França Roma România, área de civilização latina ou de línguas românicas; cj. Romênia Romênia; cf. România Romeu

Saint George's, capital de Granada Saint-Germain-des- Pres Saint John's, capital de Antígua Saint Louis, cidade dos EUA Saint-Louis, cidade do Senegal Saint Paul, cidade dos EUA Saint Petersburg, cidade dos EUA Saint- Pierre-et- Miquelon Saint-Tropez Sakharov Salem Salisbury Salmorão Salomão Salonica (ní), tambbn Tessalonica Salt Lake City Salzburgo Samarcanda Samaria Samoa Samoa Ocidentais Sanaa, outro registro: Sana San Antonio, cidade dos EUA

San Diego, cidade dos EUA Sandwich, atual Havaí San Francisco, cidade dos EUA; outro registro: São Francisco San Isidro, cidade da Argentina San José, cidade da Costa Rica; outro registro: São José San Juan, cidade de Porto Rico San Marino, em português: São Marinho San Martín San Miguel, cidade de EI Salvador; outro registro; São Miguel San Remo San Salvador Sansão San Sebastián, cidade da Espanhn Sans-Souci, castelo Santa Bárbara d'Oeste Santa Clara d'Oeste Santa Cruz de Ia Sierra Santa Gertrudes, cidade de SP Santa Ifigênia, bairro de São Paulo Santa Lúcia, país das A ntilhns Santana da Ponte Pensa Santa Rita d'Oeste Santa Rosa de Viterbo Santiago, cidade do Chile Santiago de Compostela Santiago de Cuba Santiago del Estero Santo Antônio de Posse Santópolis do Aguapeí São Cristóvão e Nevis São Domingos, em espanhol: Santo Domingo São João del Rey, forma usual; outro registro: São João del-Rei São João de Meriti São João do Pau d'Alho São Luís, cidade do MA São Luís do Paraitinga São Manuel, cidade de SP São Petersburgo, cidade da Rússia que já recebeuos nomes de Petrogrado e de Leningrado São Tomé, cidade de São Tomé e
Príncipe

São Tomé e Príncipe São Vicente e Granadinas Sapora Saragoça, em espanhol: Zaragoza

176

o

LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO

E REVISÃO

Apêndices

177

Sarajevo Sarapuí Sardenha Sargaços Savannah, citkuú dos EUA Savóia Scaramouche, também Scaramuccio Schleswig-Holstein Scutari (1), citkuú da Albânia; v. Shkoder Scutari (2), ou Üsküdar, bairro de
Istambul

Seattle Sebastopol Sedan Segóvia Seichelas, v. Seychelles Senegal Serra Leoa Serro, cidade de MG Sérvia Sesóstris Set (ou Seth), personagem bib/ico Seul Severínia Scvres Seychelles Sfax Sforza Shakespeare Shangai, v. Xangai Sharjah, outro registro: Chardja Sheffield Sherlock Holmes Shetland, outro registro: Zetland Shkoder, outro registro: Shkoç:lra;em servo-croata: Skadar; em italiano: Scutari; cidade da Albânia Shylock Sião (1), atual Tailândia Sião (2), colina de Jerusalém Sião (3), golfo do mar da China Sibéria Sicília Sídnei, v. Sydney Sídon, cidade da Fenícia, atual Saida
(Líbano)

Siracusa, citkuú da Itália; Síria Sísifo Sistina, capela Sisto, papas Siva, v. Xiva Skadar, v. Shkodi'r Smith Soerabaya, v. Surabaia Sófia Solferino Solingen Soljenitzyn Sólon Somália
Somerset

cf.

Syraeuse

Susa Susano, v. Suzano Sussex Suva Suzano, forma tradicional; outro registro: Susano Sverdlovsk, v. Ekaterinburg Swansea Sydney Sylt Syracuse, citkuú dos EUA; cf. Siracusa

Tbilisi,

antiga Tíflis, capital da Geórgia; outro registro: Tbilissi

T Tabapuã Taboão da Serra, forma usual; outro registro: Tabuão da Serra Tabriz Tacuarembó Tadiquistão, v. Tajiquistão Tadj Mahall, v. Taj Mahal Tailândia, antigo Sião Taipé, outro registro: Tai- Pei Taís Taiti Taiwan (ou Formosa); cf. Tai-Yuan Tai-Yuan, antiga Yang-ku, cidade da China; cf. Taiwan Tajiquistão Taj Mahal, monumento; outro registro: Tadj Mahall Tales Tallahassee Tallin, antiga Reval ou Revel, cidade da Estônia; outro registro: Tallinn Tâmisa, em inglês: Thames Tanganica, outros registros: Tanganhica, Tanganika Tânger Tannhãuser Tanzânia Taormina Tapajós Tapiraí Taprobana, forma consagrada por Camões; a rigorosa seria Tapróbana Tarabai Tarn Tarpéia Tarragona Tatuí

Siegfried Siena, aportuguesamento: Sena Sílvia Sinai Singapura, v. Cingapura Sin-kiang, aportuguesamento: Sinquião Sintra

Somme Sorbonne, aportuguesamento: Sorbona Sorrento Sousa Sousândrade Southampton Sovietsk, antiga Tilsit Spa Spinoza, v. th. Espinosa Spoleto Springfield Sri Lanka, antigo Ceilão Srinagar Stafford Stalin Stalingrado, atual Volgogrado Stanovoi Stendhal Strafford on Avon Strasbourg, v. Estrasburgo Stromboli Stuart Stuttgart, aportuguesamento: Estugarda Suábia, em alemão: Schwaben Suaçuí Suazilândia Sudão Sudão Francês, atual Mali Sud Menucci Suécia, em sueco: Sverige Suez Suíça, nome oficial: Confederação Helvética Sun Yat-sen Suomi, 'v. Finlândia Surabaia, outros registros: Surabaya, Soerabaya Suriname, antiga Guiana Holandesa

Tehad, v. Chade Tchaikovski Tcheco-Eslováquia, outros registros: Checoslováquia, Tchecoslováquia Tchekhov Tcheu Ngen-lai, v. Chu En-Iai Teerã Tegucigalpa Tejupá Telavive, outros registros: Te! Aviv, TeI-Aviv Tenerife Teng Hsiao-ping Tennessee Tenochtitlán Teófilo Otôni Teotihuacán Teresa Teresina Tessalonica (ní), o mesmo que Salonica Tétis Thames, v. Tâmisa Thüringen, v. Turíngia Tiago Tibagi, forma usual; outro registro: Tibaji Tiberíade, Tiberíades, v. tb. Genesaré Tibete, outro registro: Tibet Tibre, em italiano: Tevere Tíbure, v. Tívoli Tien-tsin Tíflis, v. Tbilisi Tigre Tilsit, atual Sovietsk Timbu, v. Tinfu Timor Tinfu, outros registros: Thimphu, Timbu Tirana Tirreno Titãs Tívoli, antiga Tíbure Tobruk, em árabe: Tubruq Todos os Santos Togo Tolosa (1), cidade da Espanha Tolosa (2), v. Toulouse Tolstoi Tomás Tonga (ou ilhas dos Amigos) Tonquim Topeka Tóquio, antiga Edo ou Vedo Tordesilhas, em espanhol: Tordesillas

178

o

LIVRO:

MANUAL

OE

PREPARAÇÃO

E REVISÃO

Apêndices

179

Torino, v. Turim Toulon Toulouse, cidade da França; Tolosa aportuguesamento: Touraine Tours Transibcriana, ferrovia
rrransilvânia, em romeno: Transilvania ou Ardcl; em húngaro: Transkei

u
Uagadugu Uaupés Ucayali Uchoa Ucrânia Údine, em italiano: Udine Uganda Ulan- Bator, antiga U rga Ulisses, em grego: Odisseus UIster, nome com que se designa também a Irlanda do Norte Um-al-Qiiwayn União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, União Soviética, atual Comunidade de Estados Independentes Uppsala
U rais, montes; outros registros: montes do U ral U rales,

Valladolid Vallauris Vai paraíso Válter Vancouver, aportuguesamento: Vancôver Vanuatu Varese Varsóvia, em polonês: Warszawa Vaticano Vaucluse Vaza-Barris Vcimar, v. Wcimar Vclásquez Vendéia, em francês: Vendée Venécia, região da Itália; em italiano: Venezia Veneza Venezucla Ventimiglia Veracruz, cidade do México Vercingetórix, outro registro: Vercingetórige Verde (I), cabo do Senegal; cf. Cabo Verde Verde (2), rios e serras do Brasil Verdun (ou Verdun-sur-Meuse) Vermont Versalhes, em francês: Versailles Vespúcio, em italiano: Vespucci Vestefália, em alemão: Westfalen Vesúvio Viareggio Vicente de Paulo Vicenza Vichy Victoria,
capital de Hong Kong, estado da Austrália, ilha e cidade do Canadá;

Virgínia,

cidade de MG dos EUA

e um dos estados

Visconti Viseu Vishnu, v. Vixenu Vitória, cidade do ES, capital das
Seychelles, lago (antigo Victoria Nyanza) e cataratas da África; cf.

Erdély

Transval, outro registro: Transvaal Trapani, antiga Drépano ou Drepanum; aportuguesamento: Trápani Trás-os- Montes Triângulo Mineiro Trinidad e Tobago Trípoli (I), capital da Ubia Trípoli (2), cidade do Ubano Trípoli (3), antigo condado latino da Siria Trípolis, cidade da Grécia; outro registro: Tripolitsa Trocadéro, palácio; v. Chaillot Trondheim, antiga Nidaros Trotski Troyes Trujillo Tsushima Tübingen, aportuguesamento: Tucídides Tucson Tucumán Tucuruí Tudor Tumucumaque Túnis Tunísia Tubinga

Victoria, Viltoria Viltoria, cidade da Itália; cf. Victoria, Vitória Viltorio Veneto Vixenu Vladimir Vladivostok Vltava, em alemão: Moldau Volgogrado, antzga Stalingrado Volta Vorochilovgrad,
antiga

Lugansk

Ural, rio Urga, atual Ulan-Bator Uruguai, em espanhol: Uruguay Urundi Urupês Usbequistão, outro registro: Uzbekistan

w
Wagram Wall Street, rua de Nova Warwickshire Washington Waterloo Weimar Wellington W embley, bairro de Londres Westfalen, v. Vestefália Westminster, abadia Wichita Falls Wiesbaden Wight Wilhelmshaven Willemstad Wilmington Wimbledon, Winchester Windhoek Windsor Winnipeg Wisconsin Wittenberg Wolfsburg Worcester Wroclaw, em alemão:
Polônia bairro de Londres York

Üsküdar,
Utah Utica Utrecht Uzbekistan,

v. Scutari

(2)

v. Usbequistão

Tupac Amaru Tupanciretã Turcomcnistão, oulros registros: Turcomana, Turcomênia, Turquemenistão Turiaçu Turim, em italiano: Torino Turíngia, em alemão: Thüringen Turku, em alemão: Abo; cidade da
Finlândia

v
Vaal Vaduz Val-d'Isere Valdívia, em espanhol: Val-d'Oise Valença, Valdivia

cf. Vitória, Viltoria Viedma Viena, em alemão: Wien Vientiane, capital do Laos Victnã, outros registros: Victnarnc, Viet-Nam Vilalobos Vilas Boas Vilhena Villegaignon, outro registro: Villegagnon Villejuif Villena Vilma Viiia dei Mar Virgílio

Turquestão Turquia Tutancâmon, Âmon Tutmés, Tuvalu Tyne

outro registro;

Tut Ank

cidades da BA, do Rj e de Portugal Valência, cidades da Venezuela e da Espanha

Breslau; cidade da

outro registro:

Tutmósis

Valhala,

em alemão antIgo:

Walhalla;
deuses

residência dos principais escandinavos

Württemberg Wyoming

102-4. atual Hokkaido Vo lho data ante-rosto. Iocoama York Yorkshire Yosemile Yucatán Yun-kang. Vo posfácio advertência. romanos ambigüidade. Vo ambigüidade anos 30. v. 79 autor(es). ChuÍ Yokohama. v. 116-7 apresentação. Saragoça Zaratustra (ou Zoroaslro) Zenão Zetland. Iêmen Yeso. 64-5 cargos e títulos. v. . Vo numerais. 138 alcunha. também Yang-lse Yaoundé. v. 107-8 citação. Índice. Vo prefácio agradecimentos. 115 de periódicos. 119 música. 118 títulos. 11 . 83 e pontuação. 66 y Yale I universidade norte-americana Yalta Yamagata Yang-tse-kiang (ou Azul). antIga Rodésia do Sul. Edo. 122 discurso direto. 155 algarismos. 83. abreviatura dos meses.~ 180 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO I x Xambioá Xangai. 11 órgão público. 76 hifens e acentos. Xarazada. 14-6 anexo. 154 nomes de lugares. 51 circunstanciais. 109 referências bibliográficas. 105. 75 plural. 53 atualização. 74-8 antes e depois de numerais. de jornais. 142 apóstrofo e títulos de obras. Shetland Zimbabwe. priferivel a Siva XuÍ. 86 astrônimos. 95. rio dOI EUA Yemen. outro registro: Zimbábue Zinoviev Zoroastro. apêndice anfibologia. mosteiro INDICE ANALITICO (O tipo itálico que apareçe em a1gups verbetes quer dizer que se trata de uma remissiva direta a vocábulo do texto. v. 42. outros registros: Cherazade. v. 41-2 e defesa. Xarazade Xerxes Xingu Xiquexique Xiva. referências bibliográficas.) . 150-3 vo lho siglas. z Zagreb Zaire. 116 alfabetação. antiga Rodésia do Norte Zanzíbar Zaqueu Zaragoza. 105-6 tradicionais. 75 francês. 75 superlativo. símbolos acentos. TIO. Xerazade. notas. 95. 112 ponto abreviativo e pontuação do enunciado. 90. v. abreviaturas. outro registro: Shangai Xanxerê Xarazade. Vo nomes de pessoas a~e. 75 lista de. v. 70 h em dÍgrafos iniciais. 75 usadas em bibliologia. 45 Vo lho nomes de pessoas alemão. em alemão: Zürich Zwickau abreviatura(s). 5. 140 meses. 74 divisão silábica. também chamado de Congo Kinshasa. 83 morto. 47. 79. 108 estrangeiros. 99. . v. 143 referências bibliográficas. Zaratustra Zósimo Zumbi Zurique. 102 alfabeto grego. 45 Vo lho nomes de pessoas antropônimos. 114 aspas. 49 simples. 85. 104. modelos de referência.Vo olho antonomásticos. 110 asterisco. 72-3 escrita. antigo Congo Belga Zambeze Zâmbia. Yaundê. -data. 11 entidade como. 117-9 citações. 75-6 títulos de obra. 154 autor. 150 artigo. 102-4 e editora. 108 divisão silábica. 120 adendo. v. 96. citação. 93. modelos de referência. Xerezade Xavanles Xenofonte Xerazade. 83 em língua estrangeira. 99. Iaundê Vedo. antigo nome de Tóquio Yellowstone. 60. 107-9 vivo. prefácio apud.

e a pontuação. 13 fórmulas de tratamento. 80 classificação científica. 83 defesa. 67 porcentagens. 80-1 referências bibliográficas. 83-4 e aspas. 108 conclusão. 119 francês. 140 falsa folha de rosto.94 ficrecr. tb. 79 de autor estrangeiro. maiúsculas alta-e-baixa. 116 espanhol. 138 &. citação. 52 estilo. 90. 69-73 alemão. 131-3 caracteres tipográficos. 49 espanhol. frontispício fólio. 138 114 corpo. 109 epígrafe. plural folha de rosto. ambigüidade. 90-115 definição. 49 flexão. tb. editoriais. minúsculas capa.gnidade. autor. 64 encarte. nomes de pessoas compilador. v. tb. v. v. tb. 141-2 cacofonia.. 95 citação. 83 107 desenho. 16 caderno. 93. 113 períodos históricos. 108. 68 v. 127-9 escrita. 6. 83 atualização. abreviaturas. ilustração frações. v. 108 disCO. indicação bibliográfica. 142 v. indicação bibliográfica. nomes de pessoas diretor.102-4. novas. 107 filmes. 133 eopyright. 138 localização. citação. 42-3 pontuação. 79-84. 50. referências bibliográficas. 107 divisão silábica. indicação bibliográfica. tb. v. 122 fidedignidade. 73 escrita. 50 defesa. tipo fascículo. 108 Ia. v. publicações. 50 créditos. 64 frontispício. indicação bibliográfica. tb. 49 discurso direto. 92 du. 69-70 dois-pontos. 135 caixa. 52 eventos. 63 ligadas por barra. ~revisão. 66 aproximadas. 40 et alii. referências bibliográficas bold. 107 degli. 137-8 . 123. 140 v. 95. 124 v. 106 v. 90 lugar do livro onde deve figurar. 80 versos. 90. 107 data(s). 64 de publicação. op. 79 figuras. 47 coerência. 40-1 divisão do texto. cabeços cabeços. 63 entidade. 17 coloIao. 80 bibliografia. 81 aspas. abreviaturas dos meses. 111. 123. 141 concordância verbal. 138 colocação pronominal. 51 fotografia. 17 congr:es5os. 26-9 originais de. música. 97. olho falso frontispício. alta. 108. 15 preposição de origem francesa em nomes ingleses. 123 baixa. delta. 113 versos. ilustração di. 68 explicação final. 112 editoração. 111 lugar do livro onde deve figurar. contracapa. 107 divisão silábica. v. v.92. 45 supressões na. 48 v. 71 escrita. 51 inglês. 45 minúsculas. 120 inglês. 7 de. 65-6 se. romanos. 41-2 maiúsculas. 145 Colônia. ilustração Filho. 45 v. tb. 83-4 destaque de termos. 42-3 travessão. maiúsculas. 79 maiúsculas. 71-2 português. 90. v. seccionamento divisão silábica. 107 cabeçalhos. 16 edição(ões). v. 121 chinês. 67 francês. preposições de origem francesa em nomes ingleses. 91. 118 acréscimos à. 92. 112. 109 eco. tipo Corte. 89 editora. conceito. 111 editor. citação. posfácio barra. 7::1 inglês. 85.93.112-3 espaço entre as classes do número. 154 autor. 108 notas. 66 anos 30. 72-3 espanhol. 40-3 aspas. tb. 45 romanos. 154 autor. autor-data datilografia. alemão. 22-5 dinastias. 82 em língua estrangeira. 93. tb. abreviaturas dos meses. 51. 71 francês. indicador dedicatória. 11-2 formas do discurso. página formas optativas. referências bibliográficas. 112 editora. 119 etnônimos. 108 cinta. lista de.94 lugar do livro onde o nome deve figurar. 79. tb. 119 estado I Estado. 137 referências bibliográficas. 113 coleção. 120 frases iniciadas com algarismos. 18 cognomes. 17 frações. v. v. autora. 121 escultura. 145 endereçamento. v. 123 colchetes. originais. 123 -itálico. 122 v. indicação bibliográfica. 9 e entre classes e ordens do numeral. 108 dedeira. 18 número. 108 ete. corpo. olho famílias de tipos. cabeços cabeças. 90. 121 minúsculas. cit. tipo cargos e títulos. v. v. 34. 137. 134 cit.182 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO índice analítico 183 errata.

45 minúsculas. abreviaturas. 60 estrangeiros. v. v. 51 música. 31. 45 aportuguesamento. alfabeto. 120 inglês. abreviaturas. 120 período. ilustração marcador. tb. 78 títulos de obras. 48 disco. 106 infra. 97. abreviaturas dos meses. v. 49 escultura. 107 ibidem. 121-2. tb. 51 cargos e títulos. 54 pessoas vivas. 16 mês. 54-9 alcunhas. 49 documentos oficiais. notas tipográficas in. imprenta. 141 ISBN. 142 v. 49 programas de televisão. 26-9 numeração. 90. caixa baixa palavras derivadas. 92. eco. 42-3 documentos oficiais. 112 aportuguesamento.2 v. júnior. 138 italiano. 108 miolo. 55-6 unidades de medidas. 57. 52 maiúsculas. 139. v. classificação. 107 lista. 52 pessoas falecidas. 51. minúsculas. 105 idem. hífen. 121 introdução. 52 notas de tabelas. 136 índice. 19-21 definição. 45 nomes próprios compostos com hífen. 59-61 abreviaturas. texto literário local de publicação. 107 IaUdas. nomes de lugares logradouros.gato.108 Mae. 127 glossário. 123 coisas individualizadas. 52 nomes de lugares. registro. 49 filmes. 133 medidas antigas. 114 minúsculas. 48 palavras estrangeiras. v. 60-1 formados com designativos de cargos e títulos. 45 data de publicação. 96-7. 133. 45. 51 citação. lugar do livro onde deve figurar. 52 maiúsculas. 67 h em 76 itálico. 77. 54 plural. 140 literatura. 99. 109-10 70 jaqueta. vocabulário gralha. 74. 52 fórmulas de tratamento. v. 54-5 referências bibliográficas. 61 caracterização do nome próprio. 45-6 referências bibliográficas. 49 eventos. 78 -mente. nomes de pessoas horário. abreviaturas em vários idiomas. 52 . referências bibliográficas. 13-6-marcas. entradas. 122 inglês. 76 títulos de obras. 91. 51 francês. 154 autor. 50 Ia. 57 pseudônimos. 93. 45 v. notas tipográficas locativos. 58-9 transcrição. 154 autor. 49 espetáculos teatrais. 57 M'. 52 escultura. 75 e travessão. 128 grego. 112 Met~O mimeogr. 52 nomes comuns compostos com nomes próprios. itálico -negrito. 45 nomes históricos ou literários. 19 localização dos créditos. 121 citações. 154 minúsculas. 51 formados com nomes dos meses. 52. 105 Igrrgá. 121-2 pintura. 90. 51-2 abreviaturas de cargos e títulos. 52 símbolos. 133. 48 filmes. 95. 121 música. 49 regiões. 50 kgei1das. 48 programas de televisão. 138 v. 59 siglas. 111. 77 v. 108 divisão silábica. 60. 104 divisões político-administrativas. hipocorísticos. 49 nomes de pessoas. 44-50 abreviaturas de cargos e títulos. 72 estrangeiros. 90. 135-6 música. 55-7 baseados no alfabeto latino. tb. 113-4 Indicador. tb. 52. le. 140 de figuras e tabelas. 61. 44 períodos históricos. 120 numeral. 108 ~aiúsculas. 19-20 originais de legendas e créditos. 45 discurso direto. 44 v. 55-7 alfabetos não latinos. 52 referências bibliográficas. 143-4 onomástico. 22-5 Império. 58 históricos ou literários.. abreviaturas dos meses. 93. 77 nomes de povos. 45-6 nomes de pessoas. bold-itálico dígrafos. 107 6 22-5 ilustração. numeração. sobrecapa 107 fórmulas de tratamento. 45-6. 45. itálico. 55 Neto. 93. 131-2. 49 negrito. tb. 106 unidades de medidas. 155 grifo. caixa alta mapa. v. 107-9 regras ortográficas. 56 transliteração. 96. 49 nomes de lugares. de abreviaturas. 111-2 nomes de pessoas.63 repetição na linha seguinte. 85 pontos cardeais. 99-102 versos. 49 marcas. 52 originais. 55 divisão silábica. 48 Me. 92. v. 49 referências bibliográficas. nomes de lugares lombada. 71-2 escrita. lei. 49 espetáculos teatrais. bold Nelson. tb.

110 partição silábica. local de publicação novas edições. 140 preparação. 91. Vo prefácio notas. 107. numeração com romanos. 52 regiões.37-8. 42-3 e as aspas. 137 op. 96 modelos de referência. nome de cada sinal de pontuação porcentagem. 20. 141 exclusivamente com referências bibliográficas. 90. 105. 91 omissão de p.186 o índice analitico LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 187 nomes próprios. 107-9 notas. 95. 102-4. 108. parágrafos e títulos. 90. 53-61 compondo nomes comuns. 78 unidades de medidas. 64-5 data. lugar do livro onde o nome deve figurar. 102-4. 18 iniciados com algarismos. 102 romanos. 67 início de frases. 108 obras. 107-9 caracteres tipográficos. 63 texto literário. 92. 113-5 nomes de lugares. 65-6 quantias. conceito. 95. 68 parágrafos. 66 depois de substantivos. 98-106 lugar do livro onde devem figurar. 66 quarta capa. 99. 105. 65 O'. 66 remissivas à bibliografia. 74 referências bibliográficas. v. 98. 112-3 definição. 12-3 pastel. 137 órgão público. 52 símbolos. 85-9. 90-2 data de publicação.39 tabelas. 95. 85 . Vo vocabulário redondo. 94. 93. 98-104 local de publicação. editora. 64. 65 e entre classes e ordens. 109 de referência. 95 lugar do livro onde o nome deve figurar. 97. revisão de. 15 página(s). posfácio prefaciador. 63 parágrafos. 119 e remissivas a notas. 106-13 e~clusivamente em notas. vo frontispício posfácio. 105-6 numeração. Vo posfácio i10ta prévia. 93. 102. anônimas. 98. 63 horário. com acepção especial. 19. 114 modelos de referência. nomes de pessoas normalização. 65-6 portada. 146-7 ortografia. 75 nomes de pessoas. 85-9 remissivas e pontuação. 93 notas tipográficas. 42. espaço entre classes do número. 64 ordinais. Vo divisão silábica prefácio. 68 página. 126-30 sinais de revisão. 44 pintura. 93. 91-2. 103. 90. 63 porcentagens. 90. 85. 54-5 vo tbo nomes de pessoas numeração. 129. 85-9 originais. 45. autor. 68 palavras. 36 progressiva. 145 post-scriptum. 52 definição. 114 olho. 94. 6 de legendas e créditos. 95. 63 frações. 90. 6 revisão. 78 ponto. 49 piolho. 119 referências bibliográficas. 147-9 pseudônimos. 119 e etc. 30 numeral(is). 110. 93. 75-6 abreviaturas. Vo alfabetação ordinais. 85 notas bibliográficas. notas. 68 número de edição. indicação bibliográfica. 111 Vo tbo romanos orelha. indicação bibliográfica. 96. Vo contracapa que. 65-6 concordância verbal. 57.. 110 artigos de. 6 apresentação. 96. indicação bibliográfica. 90 editora. 102 pré-textuais. 18 Nova York. 6. 110 pontos cardeais. 10 provas. tipo. indicação bibliográfica. imprenta. 6-9 datilografia. 90. 93 siglas. 57 símbolos. 90. 105-6 exclusivamente no texto. 78 pontuação. 22-5 numeração. 96. 68 referências bibliográficas. 85 referências bibliográficas. 93.. 094 componentes. abertura. notas. 63. 68 substantivados. 61. 90-115 autor. 63 zero à esquerda. 111-2 nomes de pessoas. 62-8 antes e depois de abreviaturas. 96 mimeografadas. 86-8 tabelas. 50 repetição. 45. 111-2 localização e sistemática. 142 modelos. 106 Vo tbo cito ordem alfabética. 98. 61 e hífen. 112 especificações sobre os elementos essenciais. 67 hífen. 93-5. 67 concordância. abreviaturas. 92. 7 definição. 64 parênteses. 18 referências bibliográficas. 31. 133 organizador. 127 plural. 111 reedições.111-3 Vo tbo data de publicação. 64 endereço. 63 indicação bibliográfica. cit. 6 páginas pré-textuais com romanos. 109 original. Vo ilustração quantias. 62 vírgula. conceito. 104.. 99. 123 referências bibliográficas. 115 período.127 periódicos. sinais utilizados. 77 símbolos. 10 nota final. 137 quadro. 13 discurso direto. 92. maiúscula. 86-8 espanhol. 105 Vo tb. abreviativo e pontuação do enunciado. ambigüidade. 95-7 coleção ou série. 114 separatas. 53 Vo tbo nomes de lugares. 78 ponto-e-vírgula. 92.

39 pontuação. 120 na bibliografia. 31. 49 televisão. frontispício substantivos antes de numerais. 122 salto. 90. 146-7 de provas. smals utilizados. 75 suplemento. 109 Trono. algarismos. numeral. 107 vocabulário. 93-5. v. v. 123 bold-itálico. citação. 134 Sobrinho. 96. 108 verbo. 103-5 unidades de medidas. 97. 110 minúsculas. 98. 97. concordância verbal versal. 123 redondo. lh . 110 versal-versalete. nomes de lugares tradução. citação. 42 v. v. abreviaturas. 122-4 itálico. 101-3 das unidades da federação. 70 de palavras. 93. 110 e apóstrofo. 123 caixa alta-e-baixa. 93. 40-1 e hífen. 50 separação silábica. 31 fios. abreviaturas. 123 versalete. 123 versal-versalete. abreviaturas. 106 obra sem autoria declarada. 15 concordância verbal. 55 zero à esquerda. 109. 63 referências bibliográficas. 89 referências bibliográficas. 121 minúsculas. 30 teatro. 115 títulos de obras. 97. 123 referências bibliográficas. v. referências bibliográficas. 129. 94. v. 123 versalete.95. 156-80 v. 80 reto. v. 113 v. símbolos signos de revisão. 16 sic. 96. 108 Walter. ambigüidade. 32 lista de. 93. 99-102 traduzidos.188 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO í índice analítico 189 notas bibliográficas. 96. 137 revisão. 111 títulos (de seções). lh.. 112 segunda capa. 17 Reinado. 105-6 ordinais. v. 146-7. 63 . 95. 96. 133 leses. lh. 105 separatas. 117 iniciando a referência. 102 repetição. 111 obra já citada. 137 notas.ed. 111 transcrição. 95-7 versal. 129-31 v. 179 semi-aspas. abreviação de títulos. v.. 113-4 parte no texto e parte em nota. 80 maiúsculas. 123 caixa baixa. 123 referências bibliográficas. 140 notas. romanos. 123 caixa alta. 94.n. encarte supra. 106. 83 tradutor. 138-9. 109. discurso direto. cabeços títulos e cargos. sinais de revisão símbolos. 115 série. coleção seu.d. 39 títulos correntes. 113 sobrecapa. 40-1. tabelas. 103. 93-4./. siglas sinais de revisão. 34-9 século. 50 siglas. redondo romanos. 107. programas. 104 pontuação.96. 55-6 travessão. 103-4 v. indicação bibliográfica. 160 se. 126-30 erros. 17 seccionamento. 123 títulos (de obras). 51 inglês. 91-2 lugar do livro onde o número deve figurar. 110 sumário. 110 versos.. 65 subtítulo. 94. 30-3 convenções. 14 onomástico. 143 superlativo. data de publicação ambigüidade. 51. 44 vírgula. 109-11 v. 127-9 sinais"utilizados. 91-2. indicações bibliográficas. 12 numerais. 50 União. 108 remissivas. espetáculo. 122-3 bold. bibliografia reformulações. 55 Wilson. 95-6. 121 topônimos. 147-9 romano~. 86-8 sistema bibliográfico numérico. 85. 105. abreviaturas. vocabulário República. 114 texto literário. 121-2. 90. 15. 123 referências bibliográficas. 107 reticências. 104. de originais. lh. 64 marcação. 104. 147-9 sTT12 s. 137 Dom. lh. 108 Don. notas. de hífen na linha seguinte. glossário volume. 93 número da edição. 127 s. 56 transliteração. 98 ponto.. 68 rosto. 117 com reticências. 85 numeração. 90. 95. 106 citação. 93. dicendi. iniciados com al~arismos. th. 49 terceira capa. 18 regência. 123 e corpos. 109-11 simplificados por siglas. 129.94. v. 91. 68 parte de obras. 102 simplificação de títulos. 106 aspas. divisão silábica separatas. 62 tipo(s). 50 Dan. 68 s. 109 referências bibliográficas. abreviação. normalização. lugar do livro onde o nome deve figurar.

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