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DEDALUS - Acervo - FFLCH-GE

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Cf;f!:m geral, pouco se sabe sobre o que se passa entre a entrega de um original pelo autor e o livro pronto. Acredita-se que a editora simplesmente providencia a impressão de um original, transformando-o em livro. Na verdade, o texto, antes da impressão, percorre um longo trajeto, que começa na edição do original, fase em que se propõem mudanças, acréscimos e cortes, a partir de discussões com o autor.

21100001131

EDITORA:

Sandra Almeida
ASSISTENTE EDITORIAL:

Segue-se a fase de preparação, em que o original é submetido a um tratamento que o aperfeiçoa no que se refere à forma e ao conteúdo. ~ Quanto à forma, procura-se padronizar o texto de acordo com as normas da editora, além de limpá-Io das incorreções gramaticais. O texto padronizado e correto é o resultado desse trabalho atencioso. Quanto ao conteúdo, trata-se de eliminar erros, evitar incoerências e até absurdos que qualquer autor, por melhor que seja, comete. Esse trabalh(yespecializado é feit9' na Editora Ática, por uma equipe de preparadores de texto, e resulta Ra qualidade hoje amplamente reconhecida por todos aqueles que lêem um livro com o selo Ática. Ildete Oliveira Pinto foi por vários anos preparador de texto, função que exerceu com rara competência. Esta obra, nascida dessa vivência, expõe as técnicas e normas de preparação e revisão, orientando aqueles que trabalham ou pretendem trabalhar em editoração de texto.
O

Sueli Campo piano
PRODUÇÃO GRÁFICA:

Milton Takeda Nanci Y. Nichi Tomiko Chiyo Suguita Matilde N. Ezawa
CAPA:

Paulo Cesar Pereira
COMPOSIÇÃO:

~

Diarte Ed. e ComI. de Livros Ltda.
FOTOS:

Fábio Carvalho
OSeO!!L!!!"'1Cl
FONE 447-EUS11

ISBN 85 08 04486
1993

~

Todos os direitos reservados

Editora Ática S.A.
Rua Barão de 19uape, 110 Caixa Postal 8656 CEP 01507-900 São Paulo (SP) Te!': PABX (011) 278-9322 Fax: (011) 27H146 End. Telegráfico "Bomlivro"

Nosso objetivo ao publicar este manual é colocar a técnica da preparação e da revisão de livros nas mãos daqueles que de uma forma ou de outra estão preocupados com a qualidade dos textos publicados. José Bantim Duarte
Diretor Editorial

1
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SUMÁRIO

o

INTRODUÇÃO 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Procedimentos As imagens gerais de preparação do texto

_ _ _ _ _ _

5
71

79 34

Seções do texto Formas do discurso Iniciais maiúsculas Iniciais minúsculas ---------------Nomes próprios ------------------

40
44 57

É inegável a liberdade de expressão do autor para construir sua mensagem, embora às vezes ele se preocupe mais com o conteúdo do que com a forma. A forma, por sua vez, é tão importante quanto o conteúdo, mas paradoxalmente é tal sua importância· que ela tem de estar latente e não interferir no conteúdo - a não ser que forma e conteúdo se fundam e constituam a essência da própria mensagem, o conteúdo. Essa fusão é comum quando se joga com palavras ou quando se instaura um momento de ruptura com padrões estabelecidos, caracterizando-se o processo de criação literária. Na mensagem didática, técnica, científica e de informação geral impõe-se, porém, uma normalização textual que evite a língua de Babel, que faça com que a mensagem flua tranqüilamente, sem tensões ou contradições.
./

_

53
62 69

Numerais

Divisão silábica siglas e símbolos ------------

~

10 Abreviaturas, 11 Citações 12 Notas 13 ' Referências

74
~ _

79 85
90 716 725

bibliográficas

e bibliografia _-----------

--------

14 Padrões complementares 16 A estrutura
APÊNDICES 1 Principais orlglnOls 2 3 4 5 6

15 O processo de revisão de provas ---------do livro impresso _ símbolos e sinais usados na revisão e marcação _ na revisão de provas -~ --de _

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Embora o estilo pertença ao autor, com a liberdade que ele tem de construir sua mensagem, a editora pode - e deve - intervir no seu texto, e o faz com o seu pleno consendmento, para garantir a correção e a clareza da informação e a qualidade da publicação. Para conseguir isso, às vezes, chega mesmo a modificar a estrutura de um livro. Por conter elementos que se interpõem nessa atuação, podese dizer que este livro é um manual de estilo, cuja preocupação maior é sistematizar as normas editoriais aplicáveis com maior freqüência, sem a pretensão de ser exaustivo. Em se tratando de normas, ou regras, existe o risco de o apelo limitado a elas não permitir que sejam consideradas as exceções possíveis. Para evitar isso, porém, é fundamental o discernimento dos profissionais da editora em não ir de encontro à liberdade de criação, quando o autor procura formas discrepantes para divulgar sua mensagem, infringindo conscientemente as regras estabelecidas.

746

746

Principais símbolos e sinais usados Principais abreviaturas Abreviaturas Alfabeto

747 750
754 _ 755 756

e termos usados em bibliologia

dos nomes dos meses ---------

grego onomástico ------------~ .

Vocabulário

íNDICE ANAlíTICO BIBLIOGRAFIA

_ _

787

790

c. numere-as com o mesmo número da lauda anterior seguido das letras o. ao menos parcial do processo de edição de um livro.. O texto deve ser datilografado dentro do campo apropriado da lauda.e indique. p. ~ •• . -Jt1' adoçado 2. 52b. -ti- ~ ~ Estouvado. Ficar doente. 4.~~e~ ~ 1. 520. T . Com a penetração dos microcomputadores. 2.. 2. ~ adj...dispositivos que. e assim por diante. seco ao sol. A forma mais tradicional de apresentação do original tem sido a do texto datilografado.. 52c. . (fig.~~. Render culto a (divindade). Mas. na lauda anterior. •• . Abrandar. Original pelo autor à editora que resultará no livro. a partir das páginas pré-textuais (v. em laudas apropriadas ou em folhas de papel comum. Digno de ser adorado. se não total... (O) que de8envolv~mento. jovem. pois pode ocorrer que a ilegibilidade da escrita comprometa o fluxo de produção. . .) Abrandar. b. Int. é necessário antes apresentar os conceitos de original e de editoração. do tipo sulfite. Sobreponha um asterisco ao número da última lauda . em nosso caso...por exemplo. estabanado . suavizar. ~'~ '~~. na lauda 52a. Amar em extremo •. Se houver inserção posterior de uma ou mais laudas. . r -to' ~- Avisar. e também não é novidade o autor entregar o texto em disquetes . lembrar. deve ser datilografado apenas em um lado da folha e em espaço duplo. "segue 52a" ou "há 52a" e. conforme o exemplo. Pode ser um simples manuscrito. para que propiciem uma visão. -+. Substância que serve para adoçar. mas aceitá-Io desta forma depende da conveniência da editora.~ ~ ~ v. 2. e a idade está ainda não alcançou pleao na adol. Original é todo material entregue Numere as laudas consecutivamente.escência. O original apresentado em papel comum.. cru. Com esse procedimento tradicional procura-se controlar todas as laudas dos originais.. que. sem que seja preciso renumerá-Ias desde a primeira inserção. 1. ele poderá fazer isso automaticamente.int. é comum o original chegar à editora em folhas impressas por esse mecanismo. Encantador. repaginando o documento. 137).•.6 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Introdução 7 o original e a editoração Principais Laudo formos de apresentação dos originais Para situar devidamente a abrangência das questões específicas deste manual. 2. se você trabalha com um microcomputador.por exemplo: 325*. que "segue 52b". . contêm o texto gravado.

lh<. para Erl'PI~erli:ar sellS tem(vpis i ri i m i 90::.(dOI1.l. entretanto. E fun(1c metal. pesad(sslmos. televisão. ac) ~:\ b~:\t<:\".SD..l~ c[)ml~reer)clet~ld(:) e grita: s!~a crjatlll'"a r'EC~lpEr'a a!s flJrçaS DEIJrE~. COnl(:) Editoração O termo ediloração hoje é empregado em vários meios de difusão cultural. sent)or del. impressão e acabamento."t inu:.~.exercidas por um editor ou sob sua supervisão . filmes. bl"açQ!~ t) tlCI"6i ~. .llas. HI/I'·i). é o sentido primeiro do termo. e o pós-industrial diz respeito a todos os aspectos relacionados à comercialização do livro. voltam ~loi~~.petácul().etapas classificadas dentro das fases pré-industrial c industrial. como livros. PO~.tá em ~1&~aclEs! contatc) (::01"1)t!IUa i:erra natal" Carl'"Cgllc-a para !:lc:m "1 on9E'! Erlchcfldo"'!SE (:Ie !~E~lS coragem..leH0ra(:les golpes fo~t: {ssimos lhcs com d& sua ~lnlgolpe miselriCÓI~dia~ clesfere . o processo de editoração será visto apenas pelo prisma das adequações dos originais._ . del. o da edição do livro." F(). para o propósito deste livro. Sol. t it:G!:~.O (jo Atena ql. ~)ara elimlrlJ-·los. (J C 1"U(·:·-: ~ 1 TodD~:~ o. 11~()SEriam suficlEnt~ SErES lmundo!:.iéstia. costuma-se dividi-Io em três momentos: o pré-industrial..:-. o industrial e o pós-industrial. nlCS..mC) IJ(Jr ~sscr à luta~ ele j!~30.larlCI(:l es. Para situar me~ lhor o processo de editoração. Assustadas.ustadoras t:ridclltC.\. as margenl ApoIo.nç:i':\ m(:\:::·y Uffli'. em Per r I)!. O préindustrial consiste na busca..~:\n'cD i·:~.. fClridos. revistas.tJ[) profltcl!:. CIEl1~.alta p de sobre ~ (J gigante IJm pa{s ~l ~J Ir I'· ~:t. ( necE!s!.e imediatamerltey 81"ltC!S" maIs. (:Ofltemplam urna 'Picanl o ela luta. E surpr"csa alerta ger'aly l~var)ta'-~. Apef)a!~ ~ mar·as. lança-os sobre ()s atacBlltes" mesmo se as ()s ~)aI1cadas dc)s deuses E lias N(:)entantc). No entanto. AtCI12. c! C)::. c: üm ont:le flJlrtes leva'··() I:) mata C:OI1I lJm golpe cont maça~ :nqu. fixando-se na preparação e revisão do texto . jornais..l!~ do dos Plechas SEI.e~.lsas lJ2(::(fjcas.~E·nclD +"1 (:::ch:i:l. SE deixa lan~a Emp1ll1ha laflçam brasa os comt)ate" !-lefestIJ. seleção. I)clnéter E tr&ml.. O que nos interessa..árj() ql. F'OI~ S~la 'cerr(vcl €!.. ou seja.t: pont in9c D ii':\ no chr:f'(·:·.:~ ~ ~ " dpusc!. fcrrei~() manco..."( 9i~~lantE" () InOn!:itl'"O p:::).!.. IJcusas con!~eg~lissem abatEl' tit:âs.denomina~se edi~ loração.E!~. contratação e nas adequa~ ções dos originais para publicação.ar ql.D ~:"t ] (:lng {1·lqIJO.l'"::':"l. discos. O conjunto das tarefas inerentes aos três momentos .clc·~. C::::\l no c:h. etc.. VEZy descobre 11C)Va al'·ma: ev'guen(il:) roc:I·1C(ios.. VI901'"OS.o industrial é a fase de composição..~~~__ ~_~_~D: MAtlUAl OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Cópia de computador Disquete Agora~ O~.Dy 1 ").l as~. e i.

É uma relação de namoro que principia. Ganham autores. à composição ou à revisão. a Em princípio. (A revisão de originais ocorre antes da composição.e discernir a natureza ou o tipo da publicação. IWII••••• • . Seu texto sujeita-se aos padrões da editora. o texto de autor já falecido é inalterável. sempre que for necessário. nos números. editores e demais profissionais envolvidos com o livro. Trabalhando com microcomputador. Autores há que julgam seu texto perfeito e definitivo. depois de o texto ter sido composto e antes de ser impresso finalmente . a texto começa a se revelar aos olhos do preparador e a lhe sugerir o que fazer para conquistá-Io. São imprevisíveis os recursos de que ele pode se valer para conseguir efeitos expressivos. ou seja.) profissional encarregado de executar essa adequação é chamado aqui genericamente de preparador de texto. pois encontram aí um ponto de apoio que orienta e facilita o trabalho. Ganha a própria publicação. - SG E RA I S RACÃO •. tão. desde os originais até o livro impresso. Com ela todos só têm a ganhar. mais estará habilitando-se a realizar um bom trabalho. p. Mas. quanto mais respostas oferecer a essa complexidade de coisas. para minimizar isso. nos nomes de pessoas e de coisas.10 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO As atividades relativas à adequação do texto que dizem respeito à organização. Mas o preparador ainda tem de buscar informações complementares sobre o autor . Ao pé da letra. que pode utilizar melhor a obra. é preciso que qualquer original seja submetido pelo menos a uma correção ortográfica e de sintaxe. 125. Mas não é tudo. bem como nas citações de qualquer tipo: de língua portuguesa ou estrangeira. normalização. a autor vivo é o árbitro por excelência das questões suscitadas em sua obra. mas ele pode e deve defender a integridade de seus escritos. a mudança da forma de . outros reconhecem a colaboração que se possa dar. Eventuais modificações são decididas pelo editor. por exemplo. Malgrado todos os esforços. não há texto sem erros. " Dependendo da "lente" de que o preparador possa lançar mão para examinar os originais. de textos arcaicos cuia fidelidade ortográfica precise ser mantido. a Faça à tinta. nas datas. PROCE DE ------~-. E. é a aplicação de normas lingüísticas e editoriais ao texto. como. o texto a editor faz a apresentação do texto ao preparador e lhe preparador. Estilo é a maneira peculiar de o autor exprimir seus pensamentos. servem apendS de orientação à arte. endá algumas recomendações. Ganha o leitor. Marcações a lápis não devem ser compostas ou digitadas. utilize o recurso conhecido como "marcas de revisão" para assinalar modificações provisórias no texto. definitivas. normalização e revisão dos originais são chamadas de preparação.v. as emendas. e a revisão de provas se dá na fase industrial. seu universo de atuação pode se tornar bem complexo. de textos legais. etc. ou correções. seu estilo . com legibilidade. contando com uma apresentação racional e uniforme. deve apresentar exatidão nas informações históricas ou factuais. parte para conhecê-Io melhor. para em seguida delimitar ou estender seu campo de ação. o emprego de um tempo verbal por outro.se vive ou não. ou padronização.

e o Dicionário contem- A pontuação Conhecer análise sintática é fundamental para bem pontuar. nos diálogos (p. Interferir nesses recursos sem perceber as intenções do autor é deturpar-lhe o escrito. sem variação de forma... 1981. "peixe teleósteo. se esse z era assim mesmo (porque ele trocava s por z) ou se esse j por g deveria permanecer. 42). (p.e ler as acepções dos verbetes . basta conferir a grafia de palavras no Volp ou constatar o registro desta ou daquela forma nos dicionários. p. e daí para diante cada vez mais obsessivamente. A ortografia Os principais cânones ortográficos da língua portuguesa são o Vocabulário ortográfico da língua portuguesa (V 01 p ). mas isso não é motivo suficiente para que seu texto não seja revisado com rigor. Os textos didáticos. É ilustrativa dessa atuação a seguinte passagem de Antônio Houaiss sobre um episódio da edição da obra de Guimarães Rosa: . viadutos. como a pontuação nas referências bibliográficas (p. mesmo que se trate de texto de natureza literária. por exemplo. Qualquer mortal poderá ter acesso a esse banco pelo telefone (0121) 262-1313. especialmente a que é tida como de boa qualidade". Editorl]fão hoje.. a concordância ideológica. observe: porâneo da língua portuguesa. restritivas e explicativas. não devem ser esquecidos os casos especiais aqui examinados. pontes. necessárias à construção de estradas" e que obra de arte é a "obra produzida segundo o conceito de arte. A pontuação correta das orações adjetivas. os textos eram respeitados passivamente pelo impressor tal como estavam. .para saber que obra-de-arte é a "designação tradicional de estruturas tais como bueiros. ) devem ter sua grafia uniformizada.. etc. o Novo dicionário da língua portuguesa. mas não existem ali significados. Além da pontuação ordinária do texto. clareza e correção da informação. ed. Por exemplo. da família dos serranídeos" e que senhor de engenho é o "proprietário de engenho de açúcar". desde Sagarana. contacto e contato. 119). percomorfo.e. 2. Então é preciso consultar os dicionários . 53. científicos e afins devem ser submetidos ao rigor da normalização e sofrer as alterações necessárias com vistas à coerência. Além dos assuntos próprios dos capítulos subseqüentes. etc. i. A Academia Brasileira de Letras mantém um banco de dados que fornece o significado dos vocábulos constantes no V olp. 1 "Preparação de originais . o infinitivo flexionado para ressaltar a pessoa sobre a ação.. A liberdade do autor em romper padrões é praticamente ilimitada.. Rio de Janeiro. ele dava um sorrisinho e dizia: "Pode corrigir"!. em Aluísio Magalhães et alii. Para tanto. num mesmo contexto. da Academia Brasileira de Letras. muros de arrimo. de Aurélio Buarque de Holanda Ferreira. no Volp os vocábulos obra-de-arte e senhor-de-engenho são consignados apenas com hifens. 93). po- rém.. às vezes. de Caldas Aulete.12 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 1 - Procedimentos gerais de preparação 13 tratamento para indicar alteração de estados psicológicos de personagens. as figuras' de palavras e de construção. loiro e louro. 75) e antes de etc.I". Nem sempre. Geralmente. entre o mais que se fizer necessário. radioatividade e radiatividade . túneis. Fundação Getúlio Vargas. este manual é um livro aberto. nas abreviaturas em geral (p. Formas optativas As palavras com mais de um registro lingüístico (por exemplo. O revisor timidamente perguntava a ele. que senhor-de-engenho é o mero. denota antes de tudo clareza da mensagem.

Ambigüidade ou anfibologia Ambigilidade é uma figura de linguagem que ocorre sempre que uma construção sintática apresentar mais de um sentido. Um texto crivado de palavras repetidas pode revelar pobreza de idéias ou de vocabulário. o eco. como a ambigilidade. A mensagem publicitária. passou a produzir vinagre. em geral. A consideração de meus amigos é importante para mim. E desta forma a mensagem foi recebida. se. E talvez com a mesma qualidade. "dar-se mal" ou coisa do gênero. a cacofonia. principalmente quando se tratar de textos didáticos. Há também casos em que a repetição de palavras é necessária para a clareza do enunciado. devemos apelar para os sinônimos. os verbos auxiliares. quando essas repetições se tornam gratuitas. conforme o caso. que busca compreender os elementos determinantes da realidade social. Quem busca compreender os elementos deter~inantes da realidade social: Aluísio ou sua obra? A ambigüidade produzida pelo que pode ser desfeita pela substituição deste pronome por o qual. essas construções devem ser evitadas. mas noutros casos constitui um vício de linguagem. a qual. se não tiverem a clara intenção de assim serem. a ambigüidade deve ser evitada. dar sentido duvidoso ou provocar fatos indesejáveis. etc. Ora. mas. pois são elos básicos de estruturação da frase ou do pensamento linear. Por isso. Há vários anos. mim" ou "Ser considerado pelos amigos é importante pa- ra mim. Aqui a ambigüidade eu? está em saber quem chorava: ela ou Conjunções. Mas. Vejamos alguns exemplos: Encontrei-a chorando. um fabricante de azeite de oliva anunciou em grandes cartazes O que é importante? Que eu considere os amigos ou que os amigos me considerem? A clareza da frase pode ser dada por uma destas construções: "Considerar os amigos é importante para . técnicos ou científicos. na verdade. em linguagem coloquial. lança mão amiúde da ambigüidade como recurso eficaz. pode funcionar como recurso estilístico. a indústria queria dizer exatamente o contrário: além de fabricar azeite. próprio. o jeito é modificar a frase para conseguir nova expressão da mesma idéia. A frase leva a três interpretações: "João e José foram prejudicados". Em princípio. como as preposições. Em textos literários. emprestam sentido obscuro à frase: A preocupação social está presente na obra de Aluísio Azevedo. pronomes e até preposições costumam também causar ambigüidades. por sua vez. " João e José prejudicaram-se.14 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 1 - Procedimentos gerais de preparação 15 e as repetições de palavras Um bom texto prima-se pela precisão vocabular. partículas que. o vocabulário de rua: "A Carbonell foi pro vinagre". que geralmente não permitem fugir a esse esquema. seu. Não havendo sinônimos perfeitos. As ambigüidades e outros vícios de linguagem Palavras ou expressões empregadas irrefletidamente ou mal colocadas podem obscurecer a frase. cada palavra tem um significado exclusivo. as conjunções. ir pro vinagre pode significar "morrer". etc. Há palavras. Mas. que causa impacto. de. "João e José se prejudicaram a si mesmos" ou "João e José prejudicaram-se um ao outro"? .. às vezes. Cuidado com pequenas palavras como que.

porque o sujeito é uma oração (= qUaIS medidas seriam tomadas).nosso hino ..16 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 1 - Procedimentos gerais de preparação 17 Maria disse a Antônio que não trouxera o seu livro. i. porque o sujeito é um "as medidas". publicado pela Ática. verbo não se flexiona. monotonamente. é recomendável seguir os padrões da norma culta do Brasil. de Celso Pedra Luft. Funciona como recurso estilístico na poesia. que às vezes se afastam das normas da gramática portuguesa.ela trina . Vamos apenas comparar dois exemplos com essa partícula: Não se estabeleceu quais medidas seriam tomadas.e. Novas lições de análise sintática.fé demais .ete.Quando dois ou mais advérbios em -mente modificam a mesma palavra. do som agradável ao ouvido. basta substituir "o seu livro" po~ "o livro dele" ou "o livro dela". Neste caso. Nesse caso.por cada .. (Augusto Frederico Schmidt. junta-se a terminação apenas ao último deles: O outro respondeu. Regência A regência. meu (Eça de Queirós. Basta evitar aqueles que produzam realmente sentidos obscenos ou ridículos .boom da . de Adriano publicado pela Ática. Eis alguns exemplos de junções de palavras consideradas cacófatos: Acerca dela . resultante da junção das sílabas finais de uma palavra com as sílabas iniciais de outra. Concordância Cumprir os princípios gramaticais de concordância (verbalou nominal) é básico para a clareza do texto. mas deve ser evitado na prosa não-ficcional: Então a recessão é a solução para combater a inflação? Mas aqui o verbo tem substantivo no plural. /ongamente.envie-me já . pode ser uma boa outros casos.mesma maneira .) Colocação pronominal No entanto. é verdade .a sensibilidade é sua. Não se estabeleceram as medidas que seriam tomadas.uma minha . como sempre. eco nas terminações em -mente . constitui não só uma boa fonte de consulta para resolver essas dificuldades como também um registro atualizado da língua.) Embora a colocação pronominal esteja muito em função da eufonia. . conserva-se a terminação nos advérbios e omite-se a conjunção e: O mar chora. costuma trazer muitas dúvidas. livro solução para elucidar de ser flexionado. principalmente a verbal. é importante saber que à acepção que se quer corresponde uma regência correta. para realçar a circunstância. vaga e maquinalmente: senhor. Cacofonia É o som desagradável. ou palavra obscena.nunca gasta . Uma consulta às da Gama Kury.ela tinha . O Dicionário prático de regência verbal.mesma mão .. o Eco Consiste o eco no emprego de palavras com a mesma terminação ou com o mesmo som final próximas umas das outras. É o verdade. É bem verdade que às vezes o escrúpulo com os cacófatos se torna exagerado. para o devido esclarecimento. Um problema quase sempre existente a respeito é a flexão (ou não) da forma verbal acompanhada da partícula se.

G\EiN S D OT •• OII!. que. enfim. fotografias. 37) composta de dois indicativos. é recomendável que os parágrafos seqüenciais não se iniciem com as mesmas palavras. p. for a primeira ilustração. Após efetuarem-se as modificações necessárias. ~'~_·oI·~. p. Novas edições Os originais de obras reformuladas devem ser preparados e revisados na íntegra. por exemplo. se for a segunda ilustração. separando-as de acordo com o tipo de cada uma. sem classificá -Ias. 1. Classificacão~ Podemos organizar as ilustrações de três maneiras básicas: agrupando todas elas sob a denominação de figuras. A coerência A utilização sistemática de um mesmo critério para um mesmo tipo de caso é fundamental à unidade. ele será a figura 1. etc."_I 2 AS I M Â. qualquer alteração comprometa a uniformização existente. ou simplesmente inserindo-as no texto. É possível que num ponto qualquer haja remissão a alguma parte suprimida. tais como desenhos. bastando para isso pedir para recorrer o texto. - . será a figura 2. que seja necessária uma nova enumeração de coisas. faça-a preceder da indicação Figura ou Fig.~ MiM __ •• EX T O Ilustrações Ilustrações são quaisquer imagens ou figuras que acompanham o texto. diagramas. um quadro comparativo. se um mapa. Antes de enunciar a legenda em si.verificação da seqüência do texto. a) Uma só numeração ao longo do livro . 127) e nas batidas de parágrafos . uma fotografia poderá ser a figura 3. quadros. mapas. e assim por diante.18 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO A abertura de parágrafos Prevenindo-se contra os saltos na composição (v. podemos apresentá-Ias de duas formas: classificadas por uma só numeração consecutiva ao longo do livro ou por uma numeração progressiva (v. Idêntico procedimento deve ter também o revisor impedindo o fato desagradável de uma ou mais linhas seguidas da composição começarem ou terminarem com as mesmas palavras. quando isso é feito pelas primeiras palavras de cada parágrafo -. Ilustrações como figuras Chamando genericamente de figuras quaisquer ilustrações. esquemas. todo o livro deve ser vistoriado no sentido de preservar sua inteireza e ser preparado como se fosse original inédito. não só de obras coletivas e de referência mas também de obras individuais. à organicidade. organogramas.Estabelecendo uma numeração única para todas as ilustrações do começo ao fim do livro. com exceção apenas das tabelas.

sobretudo industrial .são internacionalmente conhecidos como "tigres asiáticos". para se 4. A natureza. com as mais elevadas taxas de crescimento do mundo. ou uno ou múltiplo. Ática. com a busca do equilíbrio nesse meio termo. Coréia do Sul. o que importa é a busca do equilíbrio.cidade localizada em território chinês e sob a administração colonial da GrãBretanha . Entretanto. na dose certa. a Revolução Cultural e o isolamento do país.3. tudo tem o seu lugar no momento certo. O que diferencia este procedimento do anterior é o fato de que aqui cada tipo de ilustração ganha uma numeração própria. Ilustrações Inseridas complementar seu ou apenas proximidades sem classificação sem nenhuma classificação. Ilustrações especificadas pelo tipo As ilustrações também podem ser classificadas de acordo com o tipo de cada uma. ou masculino ou feminino. Taiwan (ou Formosa) e Hong Kong . Além disso. t não a eliminação de um lado. as coisas e as próprias pessoas são tudo isso ao mesmo tempo. basta mencionar a sua classificação . ambos têm a vantagem de que. do Terceiro Mundo. o chinês não só aceita acontecimentos aparentemente tão diferentes como participa deles: a implantação do socialismo. . todas as ilustrações do capítulo 7 são enunciadas por Figura 7. conforme o exposto acima). faz com que os chineses aceitem c participem de freqüentes mudanças. todos os mapas podem ter uma numeração exclusiva. De resto. de: VESENTINI. um muçulmano e cristão (embora talvez um pouco menos). quadro 5. que é o lado escuro e que simboliza o intelecto feminino. 4. São Paulo. É provável que novas mudanças ocorram nesse país nas próximas décadas. Fig. o pensamento chinês defende a natureza delica da realidade. geografia v. Isso explica por que. 7.figura 13.20 ________________________ O~_R~~_ArJUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO L::__ ~s_im-"-gensd"_ text~ " _ 21 conforme o que se queira adotar como padrão -. 170. p. Assim. 1991. 3.neste caso. 7. contemplativo.n: 7. que procura simbolizar esse ensi~ namento básico da seguinte forma: mcntod~ equilíbrio desses contrários -. ou doente ou são. intuitivo.Vânia Rúbia Farias. e o Yin. ou claro ou escuro. 23: Mapa do tesouro b) Numeração progressiva composta de dois indicativos . T'aichi T'u ou Diagrama do Supremo Fundamental Os "tigres asiáticos" Esse diagrama representa a harmonia dos opostos: o Yang. da mesma forma que os gráficos e tudo o maiS.1. o rompimento com a União Soviética depois de seguir sua orientação econômica. ou se é bom ou mau. do número seqüencial de cada uma. Este procedimento. Para ele não existe algo radicalmente mau nem bom. pois dá mais autonomia à figura em relação à continuidade do texto.que alcançaram nas últimas décadas. é recomendável colocar antes do número de cada ilustração o número do capítulo correspondente seguido de ponto. Assim: seguida referir no texto a uma determinada imagem. ou ativo ou passivo. expansivo. aparentemente rad·icais. o chinês comum é extremamente curioso. as quais à primeira vista poderão parecer incompreensÍveis para o pensamento ocidental.2. devendo conviver com esses opostos e buscar a harmonia dos contrários. Existe até um diagrama chinês antigo. que é o lado claro e que representa o intelecto masculino. por exemplo. No pensamento chinês. são colocadas nas do assunto a que se referem. valem as mesmas orientações do item acima. Isto se deve à grande prosperidade econômica . para que não ocorra um mesmo número para mais de uma ilustração. IlustmiãcJ_c~I"~cadana _~eqüência no texto.n ou Fig. todas as fotos podem ser numeradas independentemente das outras ilustrações (por uma só numeração ao longo do livro ou por numeração progressiva. complexo. bem como o anterior.Neste caso o que teremos de fato são várias numerações consecutivas que se reiniciam a cada novo capítulo. por exemplo. Assim. 7. racional. ou seja. como no pensamento ocidental. as ilustrações podem o texto integrando-se a ele como um seguimento suplementá-Io . e a nova política de abertura para o capitalismo. proporciona maior liberdade na distribuição dos elementos gráficos na página. Por exemplo. ou bonito ou feio. José William & VLACH. aberto a novas idéias e experiências. as épocas de predominância do Yang e aquelas em que o Yin predomina. na história recent'e da China. Reproduzida Geografia crítica. ao contrário. mapa 8. ou certo ou errado. 2.1.

1 1.--de montagem de uma fábrica de automóveis na União Soviética Manoel Novaes 11. Podem ser elaborados originais independentes para cada tipo de ocorrência.•••••••.22 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 2 - As imagens do texto 23 Originais de legendas e créditos Uma lauda do original de créditos de fotos Quando não forem apresentados com os originais do texto.2 Marcos Guião/Angular foi importada da Alemanha.1 eletrônica na Coréia do Sul Gail1ard/Gamma 15.1 9.foto 8. destinado principalmentea turistas. Drechster-Angular Angular 1. Kenneth Garrett/Keystone 193 . A esoava- Tsuneo Nakamura/Volvox carvao 10. . com uma listagem de todos esses itens ordenados segundo a seqüência do texto.1 mineral a céu aberto na União Soviética. os originais de legendas e créditos devem ser feitos à parte. Ruy Teixa1ra/Angular _. Num país onde há pouca preocupaçao 3. Uma laudo do original de legendas de fotos •.5 9. ~ " Y. 15.:! •.2 Thierry Champion/Gamma/Sigla a fabricação de automóveis particulares. a bicicleta é Gamma comum.• 'o·~ •. É tambérn possível apresentar um original único.2 Gamma ••• ) . i.. um para as legendas e outro para as fontes ou os créditos..• '0..• ! 1.4 Iolanda Huzak de crédito ooidental.•.Camera Presa London/ Keystone 2.4 14.2 .2 FOTEX/R.3 Kevin Schreiber -.•••.1 Copyright Agence vu Bernaro Descamps/ Angular nas cidades chinesas.foto 8.-~ 194 . mencione sempre o número da lauda em que deve entrar o crédito fazendo-o acompanhar-se do número da figura.2 Marisa carrião/ Wagner Angular Avancini/Angular Carol Val/lkso começa a se tornar comum na China: cartaz de publicidade de 14.3) --~------.1 11..2 10.. Em qualquer uma dessas situações.e..foto 9.

•. ferrovias países Kinshasa Lobi to . _----_. o .ÂNTlc. uma eoonomia dependente exterior.. Por exemplo: ºriginal de um mapa Um original de legendas e créditos em que aparecem relacionados os nomes e textos do map~ 1tlrnilê$E'UlP titulo GEOGRAFIA CRiTICA 4 ROTEIRO DE IMAGENS n' Ititulo _ ••••••••••••••.... 'll~~.. GEOGRAFIA 0 •••••• CRiTICA - 4 - MAPAS ! ......" •••••••••••• .. que foi linhas a rede o traçado projetado de um férreas africana das de transObserve.......•. portes. *"""'1 ~\t ~ .24 ~ o LIVRO:.....=IJ !.•.. .•._-'"~- 25 Na apresentação de originais de mapas. Abril Cultural. "..•. ti T . os Ele Durban Johannesbur.o Harare para mesmo ou as re«iões y ." ~ ! ." J... Geo«rafia Ilustrada. CR..o ~ ~ PriBcipais no Veja não mapa.. Eo. .. . ! o· •••• . Peyre/Gamma/Sicla Ferrovias na África ÁSIA Cairo Moçambique Antananarivo OCEANO ATLANTICO OCEANO PAclFICO Sene«al Níger Uban(ui Nilo Con~o Kasai Túnis Argel Casablanca Dacar Bellaco Conscri Abidjã Lagos Brazzaville OCC=Ã:I'lC AT/. " ! ...•. Aspecto do cerrado com elementos de sua feuna.. 0...•.." •••••• " : •••••••• r •. _~-~ . p... MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO As imagens do texto ....• ! " Ferrov~ 'as !.. ! n.. vias diri!"em-se de aos portos eoonomias Por isso de africanas as ferroO exportação. Fonte. 1632...... o· ". y •. portanto.•.u-~~ . Lubumbashi Dar-es-SaIaam Nairóbi Adio-Abeba Djibuti f9i pensado para unir as ao mercado iaternaoia... no continente africano ..al.. ~~ _~..• .. na África Indígenas de Madagsscar .e vaI tada para o 1"""""" PAM~ iWJ-~\ P. relacione à parte todos os nomes e textos para facilitar a composição.. Cidade Port do Cabo Elizabeth principais unir país. Essa relação pode ser feita nos próprios originais de legendas..•. r y .-~~~-~~~--~- ......' ---.•... sistema transportes reflete..

7. ~ . võm:a4 coida<.dltoril Te!.&m F~f"9U-- • ~h~ :. eJ.wm ~ ~ div'w..0epo?1.A. .:.. Português em sala de aula.e cá tVnff fWU1. amfr..1 26 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO L:-~m~~s do texto __ 27 Localizacão # dos créditos Créditos no verso do frontispício Conforme o espaço disponível ou a ênfase que se queira dar. dtr f"C'.y q. Frelncisco M. &m. Urata coordenação de arte: Silvio Vivian ff eu. \ \0 End. mJY2fL . e ~ '1W' de e a&unb1. .d.&w-. • ?7?a. São Paulo.~. : OA.vJn Rua Barão de 19uape.ue ~e ~cmn~. 7Ur =.C. reservados Reproduzido de: TEIXEIRA.4 Pesquisa: Luiz Lopes de Souza Composição e montagem: Diarte composição e arte gráfica S/C Ltda.. ~.e nãfr? . Nelson S. .e' '?7Ud!ir ~ e ~e e amzpte=.mM=~9"'-eAe C<mZ a ~ Ad:t~ ni1. ~ 'fP' /.tMnffeut ".~ e.Ó.~ . f=W. de Aua... ~ di. Sônia.or .p "aeh "1"l/. m·9322 g6S6· SãoPau\o os direlto. " (j)~ ~. os créditos e/ou as fontes das ilustrações podem localizar-se: a) no frontispício ou no verso do frontispício: Créditos no fronti!píc:jc.cüd/. Uram composição: Catanna Horibe.: Caixa Todos Átiea pABX Postal S. rrw é:IJMM. eU ~ &.etI&t.o- ~ c:W ~:na~ch~'fM4a~oáde ~ de ~ a&. p.cú "Clh! ~ ~ d1r ~ &jdl" fww.. de .:xn c:a.WVQ ~ ntY f:vr .:vw-.a ~ . . ~..do. A1e~. 1991. Frei Caneca e a resistência pernambucana.. • a&mo. 2. e -rp.Mti ff fX':'W- a{ =n '//&d. São Paulo. (i. .fMnU:m ~ -n(Ur. ae.&m 1X.9:!if ~ F m.etvrw. P.J. m.7?UlffZCÚ).whe coi1a4 tr ~ 7TIVYmff e ~ dia-a-dia. M'~ ~ . Reproduzido de: JUNQUEIRA.U. ~ 'P" aomiWmz do.o:Wm 7u"m &vw..amiJ.4ell4 ~ a. .mde.wn 'f'd ~ . Atica. da ~ &ndé ~.~.wrn € ~ é?wztr ~ "QA! r:Iue cI!aiiY!" .al!c&nçaabdÍdM4 "J7U.:O.xn~ •~ ~-=n é'wz. coordenação geral: Nelson S.l4OWIM • ~~. e ea ~ 1988 f. CEP teleg 0\507 "Bomlivro" .wm Ai.<. 1988.R/JU>.. fJO'1- ~. Ática. 7° série.iMnJúy "acvw.I1t.téJz.

. 18 Quina. o regime ra..a MIl/afda EUA (adaptado) PÁGINA 53 Quadrinhos: (. 1992. Oavis. Analista organizaçõel QUildrinho: Eduardo Desenhos: Desenho autoria Foto: Homem !lomem 113 de Jl. Capas: c.: Homem de Mc10 2 das "Terceiro mal & Troia Desenhos: PAGINA EUA (adaptado) Luís l'emando Vasques.iaunl. PÁGINA de Meio & Tro. O. Troia QlIadrinh<. H:ília PÁGINA AlllHlr-iO: PÁGINA 105 Agc'"<:ia 106 Homl'm 107 G!:lll<'O.. Homem de Meio & Troi" D('~enh(. Ram.l: Alq' PÁGINA 96 Quadrinho: PÁGINA Quadrinhos..arfiuld EITA (adaplado) PÁGINA 26 c Duicatllr.klo & Troia cionais.ara.mdium.~em identinc:Ição PÁGINA 129 Detenhos: PÁGINA Anúncjo~: Homem 130 Agência McCann do Mar Slli}iadn de Mdo & Troia PÁGINA 29 Cafdn. 103 104 FlIAtuhptado) mil Walerson. PÁGINA 59 Desenhos: '[roia QlIadri[]ho~: Jim pAGINA 110 llesenh" PÁGINA 111 07~OIl PÁGINA 23 I PÁGINA 24 & Traia. _ dólares por gU:ldli~. Stahd Davis. p.fil. Garfidd IIom"!Tl Ca/{/in. Troia I'bca lê desenho Silhml('lI('s.. reforçar a aliança com os paises de governo negro que cercam a do. PÁGINA 46 Fl'(ml~ e Enw_\! Quadrinhos: Mariniello.. presiderl ra manter u. 115 ComjJf. 86 Gar/idd & (. Garficld ('.: IlolDt'm s.llia Fot"" lksenho: Ilomelll 100 d./Harl/:hele Homem d.(. & ElTA(adapl:u!o) Mendes de autoria de dólares e um 220 66"70 complet pela decisão roml ca do Sul de ren canos carvão. Troia Ar!. . 373.Alceu Luiz & SENISE.. Homem Ma/a/da Silhuuelles. PÁGINA 75 Erickson regime cana às do aparl sanções principais fontes i que. Revista Circo(ad. SilhrJUdl<'.UiSCl"j(('vista(.'io. MPM HOllWnJ do: Meio PÁGINA 38 & Troi" PÁGINA 87 Fotos: Homem 90 (I<" M<:Io & Troi:l de jaymc Agt'nda pAGINA Anúnci()~: Troia: PÁGINA & Agi::nda Arltlnci:llltl'. Agl'nciaSalles/Inter-AmClicana HOJl\em de Mdo &. Homl'm de Meio & Mulheres de Moçambique Anunciante.'pl<u]. Ática..lgmento) Roy Lichtcnstcin Bill WateR.:.]im Etiqueta pAGINA Sirnt:>ohs "desiva: 17 atual: 16 Agênd:' Opus PÁGINA 47 & Múltipl" Revista &. PÁGINA 51 Notici..il f{evist" (il'raldiü" 12 PÁGINA 42 fk~cnh()s PÁGINA 95 ()u.'" Thaves.':lO l)J'Z. que traball A medi! PÁGINA 28 II detenho Saga Gravura: Quadrinhos: will Eisncr. que era da I I PÁGINA 32 Quadrinhos: PÁGINA TItulo do Maurício 34 filme: Univer~al Capa: Fugl'nioKirsch PÁGINA 78 Título de novela: Rede Gloho Qu«drinhos: jim PÁGINA 133 Lage.. 1-23 PÁGINA Desenhos: Revista pAGINA Anlin<. Moçaml doações que ZaJl da fome.rtaze~: Notícia: Homem Homem de Mdo de Meio C"mic &. dos paises do: procurando I consolidaçã! negras da f que continu..:Cann de Mclo Erkkson(fragmento) de Mdo & PÁGINA 55 Foto: liomem de Meio & Troia desenho" 109 Davis.r1". p. . São Paulo. o que lhe valeu um estremecimento de relações com Moscou. então. uma importante ajuda financeira para enfrentar seus problemas econômicos.Maria Helena Valente. Homem EUA (adaptado) de Mcla de Meio & Troia. cidade.' Melo Des<. .'ii/b(Jur-'t/"'--.'t:. PÁGINA 114 Dl'~erlh<)s: Si/bol/c/lcs.!. Reproduzido de: FARACO& MouRA. Ática.) .: de Meio PÁGINA 66 De~enho Santa na capa R()~a da edição de 1')')2 EljA. de: PAZZINATO. de eom 64 de Mc10 & Troia e Jn....:::~.lo Bethencourt Homelll Mlran klr". EUA (adaptado). Desenhos: Coca·Cola & Troia PÁGINA 57 Anúncio. como neste exemplo: PÁGINA 10 fksenito.. Eugênio Kirsch Hugo l'rdtt..'il'co C"P. PÁGINA 22 Quadrinhos: Quina.. Aslel'i:x Troia PÁGINA 20 Desenho: Qu"drinhos: Urasihiniól PÁGINA Hmú'('('po". nllma visita a Washington em 1985. Sl'rgino de esportes: A. Livro: Capa HOllwm de Meio U. PiLlure~ Ceholinha CarLlZ: .lriniJw. Artes Quino. São Paulo. O presidente de Moçambique tentou.lA(ad:. .'. Desenho PÁGINA Veríssimo de R'Vii: e Placa: Capa.lIerreiro eu respiro PÁGINA 85 Si! dói (fUimdo Anúncio: PÁGINA Agênci:< 134 Almap Salles CcHtaz: Ag0nd" PÁGINA 136 __~~10/~~~~_ ano. AryNormanha PÁGINA 79 Anúncio: Quadrinho: PÁGINA Agência Caul"s. PÁGINA (.28 o LIVRO: MANUAL OEPREPARAÇÃO E REVISÃ~ 2 - As imagens do lexl"-- __ .ttmde e partes de Souza..~()cia<.. Uma rd PÁGINA 25 EUA (adaptado) sem identificação Troia PÁGINA 65 Homem de Mclo & Troia Quadrinhos:JimDavis. lt. 29 b) no local da própria imagem: um acordo de não-agressão com Pretória. PÁGINA 63 FernandoGonsalcs. Reproduzido História moderna e contemporânea.on. 2. Jarln'.. . Troia PÁGINA 108 PÁGINA 21 Anúncio: Agência Homem M.'nto) PÁGINA 99 &. SI/houe/les.. Isso po' ros da Renl por Pretór' ganhando . Corto Ma/lese- Agi::ncia 127 (fr. A J. tuição que I tinção do ri único e a ir: democracia i I c) no final do livro. PÁGINA 15 Cilmpelldiurn.lerá" I'l'adim Anúncio: sem ide[ltificu. .) Corto Ma/It's('. qlle o desrespeitou permanentemente. Cartaz. AlJo/m·nhas da Cosi. PÁGINA Cau!o~. de Meio &'l'roia PÁGINA 48 C.cinye PÁGINA 54 C"iagens: Horllcm lIderJ_o.Anunciante: de moS(:a: Dcddização Agencia Emops Descnhollacapa:janv:mWijngaarden PÁGINA 70 Quadrinho: A halada PÁGINA 74 Scliar. 311.EI. Sl/bouetle:. Ml'M/(:aS'·liJrCIllGld('desenh"deJ EUA C"laptado) Car10s dl' Mel" '!'mia Agêntia 11 Eml1ratllr(rr:rl'"wnto) PÁGINA 39 lkscnhu. Desenho: Desenhos: Silhouetles. 1992.. T3 Homem 14 S(J dá! quando de Mc10 eu I"e-l/'iro Quadrinho: PÁGINA4S ]-h.' Mt'!o & Trob PÁGINA PÁGINA com ktr:lS: Homem de Mdo Desenhos: PÁGINA PÁGINA Paulo) Anúnóo PÁGINA Quadrinhos: Cmum.\.1 Sul. ed. Gramática nova.'ptado) 'j'roia PÁGINA 49 &.nilm:.jo japonês Qu"drinho: (adaptado) Hevi~l:l Olímpka do Canadá Símbolos de animais: zoológico PÁGINA Quadrinhos.o.'nilos: PÁGINA 94 & Troia Anllll<'io: Agi"rl<ü W'/II.- PÁGINA 41 Bolinha Foro: lkvi.ao(i{oalltoria PÁGINA 98 Anunciante (fr"glllt. Ik. PÁGINA 93 lk~"nil. !.I riar de Moi çando constl bar o gover: Em novell aprovada u...

Tabelas As tabelas são registros de cálculos feitos previamente e de seus respectivos resultados. e .256 0.0 23.7 11.063 1.d SlInl(lS o 1. 1980.004 1.081 1.3 19. Convencões " As casas vazias das tabelas devem ser preenchidas com uma das seguintes convenções: a) (traço).230.6 28.193 ___ 1.661 1.099 0.566 1.4 --1.1 92.3 2. Desnutrição e aprendizagem.775 2.005 1.037 1.165 1.2 0. de acordo com o número de vezes que a mãe engravidou a 61...7 8.. para indicar que o valor do dado é nulo.167 1. p.8 51.034 422 16 13 10-12 24 15 25 7-vezes18 28 -. Inwces 1.0 4.407 0.(traço).807__ ~~O8 _---. 1 KOTA1T.9 31.4 4. .8 24.195 0. O Brasil no comércio colonial.337 exportação-importação o de 0.261 3..904 1.699 2.139 1.018 1. Ática.502 1.496 0.628 1.5 2.9_.342 2.411 2. para exprimir arredondamento dade ou valor numérico desprezível.958 3.837 1.9 N2 N1 Na 4.0 26.---_ .943 2.609 __o.14 0.70. para indicar que não se dispôs do dado. Os quadros "são elementos copiados e não construídos estatisticamente" 1.~.328 _'0--Rio1.27 19 21 30 1% de u N1 Número de 53.128 0.8 0. Editoração científica.179 1. Esta tabela apresenta duas convenções: .384 1. c) _ .8 17.223 1.186 2.1 13. Na preparação guintes..--_-~-.596 1.820 2.309 1.81(i 0.2 13.101 0.1 13.850 0.767 1. Notas As notas de tabelas devem ser chamadas por letras minúsculas e localizadas no rodapé da própria tabela.480 1. de fração da uni- b) .643 1. de A.0 8.1 0.549 1. (reticências).663 PUJlllmbuco Mllranhiío Pnlllbll llrll.521 1.?_8~ 1.i97 ___.741 1.614 1. podem ser numeradas da mesma forma que estas.184 1. observe as recomendações se- Numeracão " As tabelas devem ter numeração própria e independente da de outras ilustrações.301o p. Ática.796 __0.984 (1. osé Jobson J São Paulo.34) 1'2~ _. Afora isso.998 1.9 6. Reprodl!zida de: DANTAs.• QJzeroll~J~:snum~ri5~_s_d_esE ~z_íveis.Jovelina Paulo. 1981.374 1.2 325.693 1.014 1.473 0.592 1.".191 0.259 7.0 8.7 100. -.792 --_.2.680 2.626 __ o O (zero). p.944 1. 63. 163. 1.0 2. TABELA B-8 Distribuição percentual da amostra.880 0.8 6..--~----Imo 0.1l C. Ivani.607 1.1. Atica.0 Estimulação cognitiva Grupos TOTAL Recreação % Reproduzida de: ARRuDA.30 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO As imagens do texto 31 .173 0.624 0.4 Total 100. li A média de vezes que a mãe engravidou é de 9.6. p.SI6 1.rn 1..561 2._---_.-----.900 1. Não se deve confundir tabela com quadro. das tabelas.145 1.4 22...688 1.048 1.134 0.003 1.0 17.750 0.402 Jandro 2.12 1.406 1.367 0.012 0. .2 . 1981.4~1 I.180 1..794 1.2 15.1 31. TABELA 10 "----------------.600 1.9 15.2 8.462 0.370 1.204 1.246 0.7 2.351 1. _-------.151 2.~ -. indicando valores nulos.------------.946 0.045 1.2 0. São Paulo.382 1._-.972 1..340 19. São .7 20.500 0.7 8.8.066 Rahla 0.257 1.177 l.362o4.57. 91: Brazil._ --~._.3 4..206 1.914 2.4 11.

Pode-se. É evidente que tal país pode até . no final teriamos dele uma visão muito pobre. entretanto.32 ~ ~_~ __ _-º __ LIVRO: MANUAL OE PRiPARAÇÃO_E . exisI em muitos outros casos de países que são difíceis de serem enquadrados perfeitamenlc apenas num desses três conjuntos ou de seu espaço fisico. pois alguns de seus aspectos lembram bastante o Terceiro Mundo. Uma classificação dos paises com base em aspecli- "mundos". Alemanha Alemanha Oriental Oriental. as transformações que ocorrem na realidade social são mais rápidas e mais imprevisíveis que as modificações naturais. José William. Como esses. p. iremos estudar esses temas de maneira genérica. 1991. ref. e atual. não há dúvida nenhuma de que seu território atual continuará no mesmo continente. não podemos ter tal grau de certeza: as modificações aqui podem ser radicais e ocorrer de um dia para o outro. Podemos afirmar com uma margem IIlÍnima de erro que as áreas que hoje têm l"lima tropical continuarão a tê-Io daqui a l:em anos. Já quando se trata dos aspectos politico-econârnicos dos países. socialismo e subdesenvolvimento. E podemos também afirmar sem problemas que um pais qualquer. Atica. lá pelo ano 2050 contiIIlIará a ter seu território situado no mesmo continente.REVISÃO ~ -. por exemplo . 14-5. 1992. a antiga a antiga Worlddevelopment report. mostrando como a real idamundo com base nas características da sociedade sempre é mais problemática do que uma compartimentação com base em elementos físicos ~ em continentes ou em climas. e isso não dá margem a nenhuma dúvida. Mas isso não significa que devemos deixar de lado os estudos e as classificações da realidade social só porque ela é dinâmica e com transformações rápidas. Seria mais fácil estudar o mundo atual a partir dos tipos de climas ou dos continentes. apesar de todas essas possibilidades (que dependem muito mais dos homens do que da natureza).que possam indicar a continuação da tabela. mesmo que o cabeçalho seja repetido na página seguinte. já I hll:lulI1do IHluindo incluída na Europa Ocidental. São Poulo. temos de saber o significado das palavras capitalismo. Nas linhas a seguir. um pouco esse estudo. pode acontecer lambém de um pais (como Cuba. nos próxÍmos capítulos iremos aprofundar. 21. contudo. se fizéssemos isso. Ademais. localilado na América.setas. por exemplo. fugir a essa regra básica valendo-se de recursos gráficos . por exemplo) encaixar-se tanto no Segundo co1110 no Terceiro Mundo. o PROBLEMA DA REGIONALlZAÇÁO DO ESPAÇO MUNDIAL /Ullto: Banco Mundial. todavia. 14 UNIDADE I • GEOGRAFIA POLlTICA DO MUNDO ATUAl CAPíTULO 1 • A GEOGRAFIA E Reproduzido de: V~SENTINI. " Para entender essa divisão do mundo em três partes. Isso porque a realidade natural é menos dinâmica: um dado país encontra-se na América e não na Europa.J\s imagens do texto 33 Fios Não feche com fio horizontal o pé de uma tabela que passa de uma página para outra. ed. Sociedade e espaço. mais teórica do que concreta.

capitulos. (No exemplo da página ao lado. as divisões mais comuns são as hierárquicas e as numeradas. p.. 14. São Paulo. c) Partes . Divisões numeradas Há obras que necessitam de um seccionamento marcado quase exclusivamente por números. iniciativa popular. nos termos da lei. Reproduzido de: VITA.Subdivisões do tomo. Parágrafos. De resto.. dividido em por sua veJ. c) os maiores de dezesseis e menores de dezoito anos.Seções do texto 35 3 SECÕES # D ~~cc:ionamento na Constituição brasil~ira TO Como está organizado o texto da Constituição? o texto constitucional é organizado. que são agrupados ções e subseções. to e é precedido de um algarismo arábico. . d~to €"'-uma tgIVé6mplemento tratado subdivisão pejo arde artlfJoalsubdivi- ou um pormenor tigo. ba· stcamente. travessões. como dicionários e enciclopédias. etc. durante o pe- e vem precedida de uma letra Na organização de uma obra pode-se recorrer a vários tipos de seccionamento. A ConstitUição de 1988 tem 315 artigos.70.obrigatórios e dezoito anos. Seções. d) e) f) g) h) i) j) Divisões hierárquicas Capítulos. alternativa editorial de publicação de uma obra extensa em cadernos (v. o livro se apresenta em fascículos ou em volumes. com valor igual para todos. romano. reproduz-se o seccionamento na Constituição em vigor. p.) As obras literárias tanto podem ter seu plano desdobrado em divisões tituladas ou não tituladas como podem não apresentar nenhum seccionamento. um trecho se subordina a outro dando a organicidade da obra por meio do seguinte seccionamento . A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto.As letras ou alíneas podem ocorrer antes dos números. Os fascículos. -Cada artigo enuncia uma regra geral sobre determinaoo ~. o incisD ou de parágrafo garismo mmúscula. sobretudo os textos de lei. Cada artigo. Subparágrafos.embora nem todas as subdivisõesestejam necessariamente presentes: a) Tomos .. Que 'o texto constitucional permanente é (com Arl. As obras jurídicas. que trazem verbetes dispostos em ordem alfabética. em artigos. Letras ou alíneas . cujos dispositivos e vigência sem prejuízo limitada. 135)separados.. Nossa Constituição. destinam-se à encadernação posterior em volumes. 1) Outras notações.Cada tomo pode coincidir ou não com o volume. para identificar partes menores. Álvaro de. são de inciso e vem precedido~ e a alínea""éiJÕla a) os analfabetos. Neste sistema. por uma parte agrupados 245 Tran- em 9 titulos) e por uma parte transitória sitórias. têm com lo Ato das DIsposições 70 artigos). da par- caráter provisório podendo ser revogados § I' O alistamento eleitoral e o voo são: I . mediante: III III plebiscito: referendo. Isso pode ser feito pela numeração de parágrafos ou pela chamada numeração progressiva. Além disso. 1989. seguem padrões especiais. Ática. como bolas. b) os maiores de setenta anos. Números (cardinais e/ou ordinais). § 2' Não podem alistar-se como eleitores os estrangeiros e. Vinhetas e/ou entrelinhamentos maiores. embora algumas obras se identifiquem com formas preestabelecidas.3 . 11 para os maiores te permanente. b) Livr.?s . se com- CAPíTULO IV DOS DIREITOS poLtncos --- é importan- Unidades físicas Quanto ao seu aspecto material. e.A subdivisão em partes pode ocorrer antes da subdivisão em livros.{KJlfé pará~~incisos éúÔÍa subdivisão _ ser subo e alínea§. te notar posto artigos em títulos. de aJUgó'que O parágrafo contém uma facultativos para: exceção.

.1. reunamos assim todas as pessoas que nem direta nem indiretamente se beneficiem com a especulação e que possuam rendimentos fixos. p.2.12. os possuidores de casas e de terras onde não haja lugar para a especulação.. ~ terClana { pc. por letras minúsculas (a. ~_~spensando~_in_dicaçã~d.. Coloquemos juntas. 2.:é.. Indicativo u~. a divisão maior.3 .t~.5.~ co~/~.1.5.1. i.. As seções quinárias: 1. pouco dependem das engenhosas combinações que podem ser imaginadas. 2. não dependem de especuladores. c. Ática. ou ao menos pouco variáveis. ou quase fixos.5. 109. para esta~ (§ 2231) 6~ias dissemos anteriormen pessoas. Recorre-se a letras e algarisllIos r()Jnanos para as subdivisões.. os notários.. 1984. à seção secundária. .e.2. que a depositaram nas caixas de poupança. . 1.5 -+ dois doze cinco.. a primeira subdivisão do capítulo. os operários. ou que a empregaram em pensões vitalícias.1. e assim por diante.'~.1. . 1. 1. ).1. i. . A leitura dos indicativos é feita da seguinte forma: 1.3.1. Com o único intento de abandonar o incômodo uso de simples letras do alfabeto. que chamaremos (R).2..1. . finalmente: Reproduzido de: RODRIGUES.1. ) seguidas de parênteses. 2.n. atribuamos o nome de especuladores às pessoas da categoria (S). se houver. de qualquer modo.mácia ~ 1 j I L quaternária qumana As seções primárias equivalentes a capítulos são numeradas consecutivamente a partir de um (1. e de rentistas às pessoas da categoria (R). . Constituem seu indicativo: o indicativo da seção primária e o número de seqüência da segunda subdivisão (1.1.n.1. 3. de diversos modos.2. os engenheiros. os erários e os empregados que tiram vantagem das operações ora m cionadas. Constituem seu indicativo: o indicativo da seção secundária e o número de seqüência desta nova subdivisão (1. e que.. 5. 2. 2.n..2.3..1 -+ um um.2. todas as pessoas que direta u indiretamente se utilizam da especulação e que.n.1. Recomenda-se. f em crescer os rendimentos valendo-se engenhosamente das circunstA cias. . Podemos repetir. grosso modo. quando houver.e. mais de simples que obredeos possuidores ou menos o pou- da seção { 3. .n.1. José org...2. São Paulo. 1. b. O segundo.3. os camponeses. ). obrigações de sociedades. com os stria e ao comércio.1.c>~úmeroda página. Comesse_tieo ~numerClsã~_a!remissões ao própri() texto tornam-se fáceis. 7. os advogados.1 Seções secundária ~ .1. As terciárias resultam da divisão das secundárias. Pareto. que geralmente equivale ao capítulo.2. . . As seções quaternárias: 1. . O conjunto numérico resultante da combinação desses numerais é chamado de indicativo da seção. Em tal categoria estarão. 1.isto é. 2.. As secundárias resultam da divisão das seções primárias. 1.2.5. Enfim. Reunamos todas as pessoas que dependem dest .. ). 1.:.'p...3. 2. .1.1.2.1. 7. .1.Seções do texto LIVRO: MANUAl 111 I'IIII'AIIAÇÁO E REVI~ 37 Numeração de parágrafos Numeração progressiva Cada parágrafo sucessivo recebe um número Ilatural a partir de um (1..1.1. aqueles que possuem como rendimentos títulos de Direito público.1.1. os aposentados.3.1. 1..1.5.2. os empregados que dependem dessas pessoas ou que.1.n.3. a) Caracterizar as alíneas.n.1.2.1.n. as pessoas cujos rendimentos são fixos ou quase fixos. nos bancos. 1..1. 1. portanto. os simples possuidores de poupança. 2. O primeiro numeral do indicativo se refere à seção primária. 2..1.3. 2235. Coloquemos em outra categoria. n). em suma.~-~~ governo. 3. ou outros títulos similares com renda fixa.n. ..2. 1.4.n. Albertino. 1. .n. Consiste na identificação das seções por numerais colocados um ao lado do outro e separados por ponto.

Neste caso. a direção que o autor seguiu. s\)gere-se a seguinte disposição: a) Elementos preliminares aa) capas ab) folha ou página de rosto ac) dedicatória e/ou agradecimentos ad) listas de ilustrações ae) sumário b) Elementos do texto ba) introdução bb) discussão do assunto bc) conclusão/recomendações c) Elementos pós-liminares ca) anexos e/ou apêndices cb) referências bibliográficas cc) índices -. fazendo-o preceder o título ou a primeira palavra do texto (quando a seção não tiver título).ina que apresenta numeração progressiva. 4 ROTEIRO DO TRABALHO o roteiro de um trabalho científico. agradando. também. deve indicar metódica e detalhadamente. Este sumário diretor facilita desenvolver o assunto sob uma linha de conduta perfeita das fases da pesquisa. enquanto a obra literária deve impressionar. saber-se a quem é dirigido o documento. p. seja artigo ou monografia. Na preparação dos títulos.E\iISÃO 3 . Reproduzido de: 1981. 2) Não usar ponto no final dos títulos e subtítulos.R. 3) Alinhar à margem esquerda os títulos e subtítulos precedidos de numeração progressiva. . Editoração científica.Seções do texto 39 b) Alinhar o indicativo à margem esquerda. tanto quanto possível.38 o LIVRO: MANU~~Il~PARAÇÃO_E . basta o espaço. GARCIA (1978). com a cor y. ou seja. Atribuem-se a elas pesos hierárquicos específicos. em vídeo. pode-se valer de tipos e corpos diferentes para estabelecer a hierarquia. Não é necessário separá-Io do título ou do texto por qualquer sinal de pontuação.e em negrito. Com isso. todos os títulos de mesma cor serão compostos com o mesmo tipo e corpo. Apesar desse primeiro esboço ter certa coerência. 35. Ivani. São Paulo. os tópicos principais a serem abordados e discutidos no texto. c) Destacar o indicativo (em negrito ou itálico).apenas a primeira palavra com inicial maiúscula . E: 1) Convencionar um código de cores para marcação dos títulos e subtítulos. Este procedimento é válido para a preparação feita em papel. ele é passível de correção em qualquer das etapas.--------'"---'"'KOTAIT. todos os títulos de peso 2. por exemplo.1 Nas monografias e teses. Veja como fica isso na página reproduzida como exemplo de numeração progressIva. 4. basta colocar os títulos das seções primárias (capítulos) com todas as letras em maiúsculas e em negrito e todos os subtítulos (títulos das demais seções) em minúsculas . Com a cor x. pois. Ática. marcam-se todos os títulos de peso 1 (o título principal).1 Estrutura do documento 4. convencendo. e assim por diante. é conveniente: Pá9.1. importante. Uma descrição técnica deve esclarecer.

logo que o garoto nasceu.) Uma questão de estilo direto. com o Manuel Bacurau. sem a presença do narrado r para identificar suas falas. Um homem e tanto: "Ah! o senhor é o cantador Dioclécio?" "Sim. perguntar.. . no mesmo parágrafo e no final da oração do verbo diou continuação dele. No caso do discurso direto.sentenciou o pai.O homem queria que eu fosse naquele dia para uma cantata na casa dele. É desnecessário marcar com aspas aquilo que foi destacado por travessão..festejou o pai. (Rubem Braga.. ela o faz também por discurso direto.) No exemplo anterior. chorando. É 2) Para assinalar um discurso direto dentro de outro discurso direto: . ocorrer novo enunciado - Se. Começou a subir. observe as normalizações abaixo. não sabia que chamava tuim. combinam essas estruturas. minha senhora. . (Carlos Drummond de Andrade." Disse ao homem que não cantava desafio .. que visam principalmente à clareza do enunciado. "Pois vamos ter um desafio. É uma questão de estilo.Aqui é o ladrão. acrescentase mais um trav~ssão antes de retomar a fala da personagem: Eu não disse? . "sou eu mesmo". Quando reproduz em seguida o seu diálogo com um segundo falante. Quando. respondi. ele o faz utilizando os verbos dicendi (dizer.. a personagem é que fala e o travessão inicial caracteriza o discurso direto.a oração que contém o verbo dicendi -. assinalado na escrita com aspas. cendi. que se interpõe na fala da personagem. as duas personagens se expressam livremente. senhor". . disse ao dono da casa: "se não prenderam o meu tuim então por que comprou gaiola hoje?" O homem acabou confessando que tinha aparecido um periquitinho verde sim. de barba grande. porém. O uso das aspas fica restrito aos casos apontados adiante. ] Era um homem de respeito. senhor descobriu o meu número? (Paulo Mendes Campos.4 - Formas do discurso 41 Essa declaração do narrador . responder e sinônimos)..Esse vai ser ministro . no exemplo. Note que. (José Lins do Rego. [.) o discurso Emprego do travessão direto Destaca-se com travessão a fala do discurso direto - re- produção ao pé da letra das palavras de alguém. também deve ser destacada por travessão: FORMAS DO URSO .Mas como o . Autores há que. o indireto e o indireto livre são estruturas narrativas que só têm a ver com a maneira de o autor caracterizar e apresentar suas personagens. o narrador anuncia o falante. de rabo curto. habilmente. (Idem.) o discurso Emprego das aspas Usam-se as aspas: 1) Para realçar a fala a que não se segue uma réplica: Foi lá.) a senhora de quem roubaram a bolsa ontem? - Sim.

Estendeu-lhe a mão.Mordeu o charuto com raiva.) A pontuação Observe nos exemplos abaixo a pontuação em estruturas narrativas com verbos dicendi intercalados: .Menino . Agora sei que o senhor é meu amigo. sem identificar o falante. . Não lhe ocorreu o (Idem.) .compare também o emprego de maiúsculas no início das orações intercaladas: ..Ora essa! Indústria . fazer a nossa casa lá. (José Lins do Rego. a oração intercalada com o verbo dicendi fica fora das aspas. doutor. "não há cristão que agüente".. não encontrava argumentos. . (Idem..) .Ela sorriu. .Já vou! Com licença.) Não haverá pontuação alguma se obviamente a interrup<.) ... (Idem.v . sorrindo um sorriso de agradecimento.Indústria! .Vou receber aí uns 85 mil réis e então .Deixaste comigo a melhor das recordações naquela nossa última noite.Feio? ..perguntou Soprinho.) . entre vírgulas: "Assim".42 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 4 Formas do discurso 43 MPORTANTE Nos casos de discurso direto assinalado com aspas. No primeiro caso..disse Soprinho. No segundo.. se compararmos os seguintes exemplos com os anteriores ..Estou pra entregar uma roupa a um freguês . ..) A estrutura narrativa com verbo dicendi não deve ser confundida com uma outra estrutura semelhante..Indústria! Estava pesado..dizia-lhe Dioclécio -.acho que esse Tamanduá medo aos bobos.) . doutor . terra da gente viver é lá (José Lins do Rego.Sei de uma gruta muito boa .. intercalando a oração do verbo dicendi. . nome do outro. . Eu não Se a oração do verbo dicendi for intercalada numa pausa que exija vírgula.Que revolução estúpida! sei como há gente . Podemos (Fernanda Lopes de Almeida.) . doutor. para as bandas do sul.. murmurou Eugênio.Obrigada. dizia Maximina..) (Érico Veríssimo. . esta será colocada sempre no final da oração intercalada. tinha comido e bebido demais.Mas venha cá. (Érico Veríssimo. depois do terceiro travessão do período: .Pois eu .reforçou Ângelo. (Idem. . . o narrador geralmente anuncia o falante.Você já reparou numa aranha fazendo teia? Uma teia de aranha é uma renda. A diferença entre essas estruturas pode ser mais facilmente percebida.) ..Sozinha? . (Idem. .Venha cá . (Fernanda só mete Lopes de Almeida. ele interrompe a fala da personagem para acrescentar uma ação ou uma circunstância qualquer.disse Helena ..:ào fala se fizer num momento que não haja pausa: da .

b) Verso: "Estou farto do lirismo comedido / Do lirismo bem comportado . Ricardo Coração de leão. vejo apenas uma máquina engenhosa. os Médicis. 52): Um nero (= um homem cruel). Zona da Mata. emprega-se a minúscula: Rousseau afirmou que "todo animal tem idéias. como fez o alemão. As "Instruções para a organização do vocabulário ortográfico da língua portuguesa" . a Dama de Ferro. " (Manuel Bandeira. f) Nomes dinásticos: Os Braganças.. / Sabe dizer se é possível/algum trabalho encontrar?" (JoãoCabral de Meio Neto. "~ c) Alcunhas e hipocorísticos (nomes familiares carinhosos): d) Antonomásticos (nomes comuns no lugar de nomes próprios ou vice-versa). a) Período: Todos os acontecimentos . Ei-Ios: 2) Nos nomes de pessoas. Norte (designando regiões e não o ponto cardeal). a) Nomes e sobrenomes: Euclides da Cunha. Pedro. península Ibérica. vale do Jequitinhonha. dão hoje mostras de obsolescência. Sete-Dedos. Emprego da maiúscula Emprega-se a letra inicial maiúscula principalmente: e) Pseudônimos: Marques Rebelo. Rui Barbosa. c) Citação direta: Disse Rousseau: "Em todo animal. o substantivo com minúscula: que designa a espécie é escrito A serra do Mar. quando a pontuação o permite: "Muito bom dia. 3) Nos topônimos e locativos. que utilizam a letra minúscula no início do verso. é que é preciso estabelecer alguns parâmetros para atenuar a disparidade de critérios. Tristão de Ataíde. Por isso. ANTÔNIO HOUAISS. Oriente Médio. p. tomando o nome comum: A Águia de Haia. A língua portuguesa não encontrou ainda uma fórmula para resolver definitivamente a dificuldade no emprego das maiúsculas. trópico de Capricórnio. tb. versos e citações diretas. rua Direita. que a natureza dotou de sentidos" . Emprega-se a letra inicial maiúscula nos topônimos e nos nomes de regiões em geral: Campinas.. deve-se escrevê-Io com minúscula (v. se o nome próprio é que estiver no lugar de nome comum. o Grande. entretanto. Se a citação for feita por uma locução que se integra à frase sem o recurso de dois-pontos. que regulamentaram o assunto. I :<!i b) Cognomes: . / que nessa janela está. com inicial maiúscula.) Nas locuções. ..5 - Iniciais maiúsculas 45 5 INICIAIS MAIÚSCULAS Desafio que haja alguém que saiba empregar as maiúsculas. lulu. próprios e comuns.) Há poetas. escrevendo todos os substantivos. 1) No começo de períodos. e apesar do desafio lançado por Houaiss. senhora. Centro-Oeste. posto que tem sentidos". a cidade de Ouro Preto. Mas..

antigo Egito. 4) Nos astrônimos (nomes de constelações. "a terra girava indiferente aos sofrimentos dos homens" (Antônio Houaiss). Exército.O nome científico dos seres vivos é escrito com inicial maiúscula apenas no primeiro termo e toda a locução intitulativa deve ser grifada: Homo sapiens.Os astrônimos são escritos com inicial maiúscula: árion. Associação Brasileira de Imprensa. políticas e profissionais e empresas: Escola de Comunicações e Artes. estrelas. Editora Ática. Mas. Baixada Santista. acidente geográfico). Marte. Aldebarã. África setentrional. a idade da Terra. militares. Cabo Verde. a cidade (mas: cabo Frio. a chegada do homem à Lua. Rússia Emprega-se ainda a inicial maiúscula nos seguintes intitulativos: 1) Instituições e entidades culturais. fases da lua. que. Ministério da Economia. Planalto .46 o LIVRO: OEPHEPAFl1ICÃ~ REVISÃO 5 - Iniciais maiúsculas 47 Note-se. esses adjuntos são escritos com letras iniciais maiúsculas: África Equatorial Francesa. o substantivo designativo da espécie deve ser escrito com maiúscula: Cabo Frio.. planetas) . ed. Central. Escrevem-se com letras minúsculas os termos que se juntam aos topônimos para delimitá-los no tempo e no espaço: O alto Nilo. Outros casos de emprego da maiúscula Reproduzido de: SANTOS. Também não se escrevem com maiúsculas os vocábulos terra. Lua. sol e lua ao trazerem conotações que não permitam dizer que esses nomes sejam nomes próprios (o que não acontece na linguagem científica nem na referência específica ao nome do astro): ao nascer do sol. a água cobre três quartos da terra. 39. a Cidade do Cabo. o designativo referido acima deve ser grafado sempre com inicial maiúscula: f I Entretanto não se usa a maiúscula nas designações do grego que acompanham os astrônimos: alfa do Cruzeiro do Sul. História antiga e medieval. o sol propicia a vida na terra. Partido dos Trabalhadores. se fizerem parte do nome oficial (ou consagrado). a ilha (mas: cabo Verde. as luas de Júpiter. Senado Federal. o eclipse da Lua. Em contextos isolados. etc. Presidência da República. lua cheia. Sol. Mas: a Terra gira em torno do Sol. a distância do Sol. quadros. 5) Na classificação científica . como mapas. se integrar o nome oficial do topônimo. européia. a luz da lua. Trypanosoma eruzi. 1990. Ática. lua nova. São Paulo. acidente geográfico). Saara Ocidental. viu a lua refletida no lago. Brasil colonial. porém. Maria Januária 19. p. beta do Escorpião. Vilela.

Estado Novo. a seguir. religiosas e tradiDia do Trabalho. grifando-se todo o nome do disco: O disco Compositores brasileiros em solo de piano foi premiado. Antiguidade. i I I f Na referência isolada que contenha todos os dados técnicos de identificação da obra. XXIIICongresso de Cardiologia. e~petáculos teatrais e programas de televisão . 5) Coisas e eventos nomeados individualmente: A locomotiva Baronesa. 7) Escultura e pintura . Tanto neste caso. sentido figurado é de rigor o emprego de minúscula: Vive-se naquela região em plena idade média. porém. Natal. Supremo (por Supremo Tribunal Federal). alegria". O grito do Ipiranga. etc.Escrevem-se os nomes de produtos industriais e de marcas em geral com inicial maiúscula (veja também o comentário do item anterior): Os temperos Arisco. a Formiga. se a palavra assumir o valor de substantivo comum. obviamente eles são escritos com inicial minúscula e se sujeitam às mesmas regras ortográficas estabelecidas para os nomes comuns: maisena (do nome comercial Maizena). emprega-se a maiúscula inicial na primeira palavra do título (e naquelas que o exigirem por natureza). por exemplo. Mas é óbvio que.No texto. evite grafar. 8) Música a) Faixa de um disco . grifando-se todo o nome da obra: Os guerreiros. Revolução Industrial. 45 e 60 encontra-se explicação sobre o uso de maiúsculas em designativos de espécie e em termos individualizantes). Sete de Setembro. o ministério.~ -I I f 1 ª Quando. b) Disco no todo .48 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 5 - Iniciais maiúsculas 49 Convencionou-se empregar inicial maiúscula em denominações como Senado (por Senado Federal). "' li' -il. O arquiteto e o imperador da Assíria. o partido (mesmo referindo-se ao Ministério X e ao Partido Y). pois o uso da inicial maiúscula por si já é realce suficiente para valorizar o conteúdo semântico que se quer. O fino· da bossa. Seiscentos (o século XVII). Assim. o uso corrente transforma esses nomes em substantivos comuns. quando personificados mo entidades: ou valorizados co- A Cigarra. o diamante Cruzeiro do Sul. usa-se a inicial minúscula na grafia da denominação: A sinfonia n'? 5 em dó menor. I I I!l t Há obras que não possuem título e são conhecidas apenas por uma denominação que pode indicar uma ordem de classificação qualquer ou uma característica técnica. a Razão. . Câmara (por Câmara dos Deputados). Constituinte (por Assembléia Constituinte). como no item 6. dispensam-se as aspas. o Cadillae. não se emprega a inicial maiúscula: o senado de Roma. "Garota de Ipanema". f . EI Niiío. 4) Nomes comuns.Emprega-se a maiúscula na primeira palavra (e naquelas que requererem este emprego por natureza). a não ser o da maiúscula (nas p. 2) Períodos e acontecimentos históricos: Paleozóico. entretanto. Nova República. Jornal nacional. colocando o nome entre aspas: "Alegria. Renascença. é dispensável o uso de outros destaques gráficos. o Ódio. Hégira. usa-se a maiúscula na primeira palavra (e naquelas que exigirem o emprego de maiúscula). o foguete espacial Challenger ou o prêmio "Jabuti" (evite grifo ou aspas). 6) Produtos industriais e marcas em geral . 9) Filmes. Legislativo (por Poder Legislativo). o exército de Aníbal. gilete (do nome comercial e antropônimo Gillette). Idade Média. grifando-se o nome todo: O pagador de promessa. Neste caso.Quando houver um nome dado pela tradição ou pelo próprio autor. I I . 3) Festividades CIOnaiS: ou comemorações cívicas. Ocorrendo. Carnaval.Emprega-se a maiúscula na primeira palavra (e naquelas cuja natureza o exigir).

dona.: a ilha de Santa Helena. os cargos e títulos serão escritos também com minúsculas: o rei d. ciências ou disciplinas: pintura. a partir da p. para racionalizar o assunto. g) União. como instituição. dom Pedro 11. como topônimos. Zerbini. a grande cidade.República. marxismo. modernismo. como instituição ou comunidade O papel da Igreja. exprimir altos conceitos religiosos. correntes e escolas de pensamento e religiões: posit'ivismo. protestantes. dom. o presidente da República. romantismo. Quando constituírem abreviaturas. 4) Nos nomes de doutrinas. golpe de Estado. João VI. Escrevem-se também com inicial maiúscula os designativos de cargos e títulos que se integram ao nome próprio para formar novos intitulativos. este item será visto adiante. seu. de fiéis: e) Metrópole. em oposição a metrópole. padre. d) Igreja. Opcionalmente. música. Gaspar. políticos ou nacionalistas e outras distinções. referindo-se ao governo de um país monárquico. santo. os outros dois estados). ministro. escrevemse com inicial maiúscula as seguintes palavras. este tipo de abreviatura pode ser escrito com inicial maiúscula: a imperatriz D. consideração ou respeito. 6 I N I C I A I SM IN •• ~ . a Igreja anglicana. o advento da .•••U••• • •_••• • use IU_" U LA S = Nada impede que. professor. senhor. Mal. Teresa Cristina. equivalendo à palavra Brasil ou designando o período histórico: A exploração do pau-brasil na Colônia. papa. Reinado e República. a residência de um monarca ou as pessoas que o cercam. mas trono. presidente. são. f) Trono. Mas: Vossa Senhoria. realismo. 5) Nos nomes de grupos ou movimentos políticos e religiosos: jacobinos. Dr. em relação ao clero e à nobreza. catolicismo. 2) Nas fórmulas de tratamento: você. eclesiásticos e hagionímicos) . matemática. Opõe-se a corte. doutor. 109-11. etc. é recomendável empregar a inicial minúscula: 1) Nos cargos e títulos (nobiliárquicos. Império. como o lugar em que se assenta um soberano. seja a palavra realçada pela maiúscula. 3) Nos nomes que designam artes.Por demandar tratamento mais minucioso. general. referindo-se ao conjunto de poderes políticos de uma nação ou à nação politicamente organizada: Um Estado totalitário. Vossa Alteza. 11) Palavras com acepção especial . Sua Excelência. direito. b) Corte. Mas. jornais e revistas . o poder central: Os estados da União. o largo General Osório. desembargador. 90 e mais especificamente nas p. tomadas em acepção especial: a) Colônia.frei Vicente do Salvador. história. instituições. como a reunião dos estados federativos. Assim também: terceiro estado (o povo. santo Antônio. física. a capital ou sede de um império colonial. dignitários. a crise do Império. proL Celso. colocadas junto ao nome próprio. o Hospital São Camilo.10) Livros.: O visconde de Cairu. profissionais. frei. etc. a cidade de Presidente Prudente. para demonstrar reverência. . estadomaior (quando não se referir especificamente à entidade das forças armadas). comendador. Castelo Branco. etc. barroco.Entre outras. Mas não se escreve com maiúscula quando se tratar da divisão territorial de certos países: o Brasil tem 26 estados.marquês. c) Estado. fr.

1976.52 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 6) Nos nomes dos meses. é um nome próprio. estabeleceu. 1 7 NOMES PRÓPRIOS O nome com que se designa' 'um antropônimo. p. um astrônimo (se astrônimo já não é um topônimo). Com exceção de graus Celsius. terça-feira. portaria.. "Preparação de originais". calcanhar-deaquiles. pau-brasil. 55. 77): ampere. e quando não têm formas vernáculas. Os demais. alvará. inciso.) É o que nos informa Celso Pedro Luft (Novo guia ortográfico.. "os Bororo" por "os bororós" ou "os bororos" . watt. transcrevem-se consoante as normas estatuídas pela Conferência de Geografia de 1926 que não contrariarem os princípios estabelecidos nestas lnstruções2. p. os nomes dos meses são escritos com maiúsculas: avenida 23 de Maio. artigo. pode-se usar a maiúscula (sem flexão de plural) em casos especializados como: "os Mawé" em lugar de "os maués". são vistos apenas por este prisma no capítulo 5. Globo. um topônimo. 12) Em certos antropônimos históricos ou literários empregados apenas em sentido metafórico (v. Porto Alegre. excetuando "a abreviatura da unidade da federação". e desde que sistematicamente na mesma obra. tartufo. deve-se escrevê-Io com letras maiúsculas: Lei de Imprensa. 60. estão sujeitos às mesmas regras estabelecidas para os nomes comuns. todavia. estado. 45): anfitrião. mas um nome. etc. Houaiss. por não oferecerem outras dificuldades além do emprego das maiúsculas. que se identifica na escrita pela letra inicial maiúscula. joão-ninguém. Excepcionalmente. • Para salvaguardar direitos individuais. tratará exclusivamente dos nomes de pessoas e de lugares como nomes próprios. quando indicarem direções ou limites geográficos: apontar para o norte. Este capítulo. etc. 7) Nos nomes de divisões político-administrativas: província. • Os topônimos de origem estrangeira devem ser usados com as formas vernáculas de uso vulgar. pelo Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. 8) Nos nomes dos pontos cardeais. banana-são-tomé. p. emenda. tb. dias da semana e estações do ano: janeiro. cit. p. sendo portugueses ou aportuguesados. As "Instruções para a organização do vocabulário ortográfico da língua portuguesa" assim recomendam o tratamento do assunto: • Os nomes próprios personativos. sósia. 10) Nos nomes de povos e etnias: baianos. as plantações de café no Oeste paulista. tb. bem como nas suas subdivisões: capítulo. 2 . pataxós. patrocinada no Rio de Janeiro. 120). dom-quixote. judas. v. entre outras normas. município. Poderá também ser mantida a grafia original de quaisquer firmas. títulos e marcas que se achem inscritos em registro público. Lei Afonso Arinos. citando Antenor Nascentes. designando regiões. mecenas. bantos. intitulando logradouros públicos. são escritos com maiúscula: a região Sudeste. alínea. 13) Em antropônimos que dão nome a unidades de medidas (v. caxias.. Mas: Estado (com maiúscula). kelvin. Quando ao nome do documento não segue um número (lei n? 5 765). parágrafo. um intitulativo. que "não serão usadas abreviaturas nos nomes geográficos". Fahrenheit e Réaumur. sociedades. 9) Nos nomes de documentos oficiais: lei. Mas. etc. newton. referindo-se ao poder político de uma nação ou à nação politicamente organizada. gregos. etc. A conferência. um axiônimo"l. Mas. limitar-se ao sul. (Sobre isso. inverno. em 1926. locativos e de qualquer natureza. quem o quiser manterá em sua assinatura a forma consuetudinária. p. 11) Nos nomes compostos em que ocorra forma onomástica constituindo unidade semântica (ligada por hífen): águade-colônia.

ajustam-se às normas vigentes: Gilberto Freire.É tendência hoje da língua no Brasil não aportuguesar nem traduzir nomes próprios estrangeiros: Enrico Fermi.A grafia de pseudônimos se sujeita geralmente às regras ortográficas oficiais: Tristão de Ataíde. Gustavo (ou Gustave) Flaubert. Nelson. lVonnes de pessoas Norma geral Ressalvando os casos enunciados a seguir. procurase fazer com que caracteres do alfabeto latino correspondam a caracteres do alfabeto de origem do nome. segundo a correspondência de sons que devem representar. Anatole France. Observação. Por essa transposição. Pa rticularidades 1) Pessoas vivas . Eça de Queirós.. caráter por caráter. estão sujeitos às mesmas regras estabelecidas para os nomes comuns". Mas há casos peculiares de pseudônimos ção se torna impossível: em que essa sujei- Yan (João Fernandes) de Almeida Prado. os antropônimos.3 Mas nem sempre o alfabeto para o qual se faz a transposição (latino.Há línguas que não utilizam o alfabeto latino para a sua expressão escrita. seguem-se normas que procuram resolver as dúvidas mais freqüentes sobre o assunto. ARAÚJO. Rachei de Queiroz. Posto isso. 3) Pseudônimos e nomes peculiares . 2) Nomes em línguas que não adotam o alfabeto latino . Qorpo-Santo. a) "A transliteração é uma forma de transposição gráfica de uma escrita para outra. p. Nomes estrangeiros 1) Nomes em línguas que adotam o alfabeto latino . etc. . Então os estudiosos se valem de diacríticos (sinais auxiliares que dão som especial à letra :. 4) Nomes que ainda não assumiram forma portuguesa de aceitação geral . no caso) possui todas as letras para representar os sons da língua-fonte. Marques Rebelo. Jules Romains. Alphonsus de Guimaraens.Os compostos e derivados desses topônimos obedecerão às normas gerais do vocabulário comum. quando já esteja consagrada pelo consenso diuturno dos brasileiros. 2) Pessoas falecidas .Pode-se respeitar a idiossincrasia ortográfica do nome de pessoas vivas. Os nomes que delas nos chegam são. Emanuel. Augusto (ou Auguste) Comte.55 • Os topônimos de tradição histórica secular não sofrem alteração alguma na sua grafia. Mareei Proust.Os nomes de pessoas falecidas. "portugueses ou aportuguesados.. Excetuam-se à regra nomes cujo aportuguesamento já é de uso corrente: Júlio Verne. portanto. Walter. que conservará esta forma quando se aplicar em referência ao Estado e à cidade que têm esse nome. Rio de janeiro!Brasília. Lixto. entretanto. excetuando os casos do próximo item.. Nova Fronteira! . Isso pode ser feito de duas formas: por transliteração ou por transcrição. ignorância do escrivão ou capricho pessoal: Antonio Candido. Sirva de exemplo o topônimo "Bahia". 213. A construção do livro. Érico Veríssimo. Umberto Eco. 1986. objeto de transposição gráfica.São admissíveis formas como Wilson. Instituto Nacional do Livro. K. que por isso conservam letras alheias ao português e ausência de acentuação. nomes esses marcadamente ingleses. etc. de acordo com o registro de certidão.

. Gregorio Estes diacríticos não devem ser confundidos com os utilizados na transliteração. principalmente as do inglês e do francês. b) "A transcrição é uma forma de transposição gráfica de uma escrita para outra de acordo quer com o conhecimento da pronúncia de uma língua viva. a rigor.Neste caso. A regra deveria prevalecer para os nomes escritos em caracteres latinos. de fim de seção ou de livro. portuguesa6 e brasileira7 -.4 Assim o caráter acima transliterado (s) poderia ser transcrito por eh para o português ou francês. originariamente. Porto. os Correias de Só. preocupar-se com a coerência das grafias de acordo com o critério utilizado ou respeitar a tradição de escrita de nomes mais divulgados. Maranón. porém: Boukharine. Dir. Rio de Janeiro. sh para o inglês. apenas o primeiro termo varia: os Cíceros. recorrem a letras gregas ou criam símbolos especiais para transliterá-los. 1978.por exemplo. ibidem. 7 Pequeno dicionário enciclopédico Koogan Larousse. Bukharin. o nome de um autor . os diacríticos que modificam letras devem ser respeitados: Angstrõm. Quanto ao não-aportuguesamento. 3) Nomes em línguas que empregam alfabetos baseados no alfabeto latino . os Gonçalves Dias. transcrição com todos os elementos do português. Lello. os Goncourt. Plural Em geral. Nlbjgaard. como escrevemos no Brasil. Não resta muito ao preparador senão buscar uma linha de atuação junto ao editor. Buearine - 1) Os nomes duplos que possuírem o s final no primeiro termo: os Álvares de Azevedo. Não há. ilustrado. cabe um parêntesis esclarecedor. os Casimiros de Abreu. encontramos. final. um determinado som sem equivalente na representação escrita do alfabeto latino seria transliterado por s (letra com diacrítico) ou por (símbolo especial). 1986. Não se flexionam. Consultando edições correlatas de um dicionário enciclopédico . Antônio Houaiss. uma transcrição total destes últimos nomes para o português. mas está se estendendo também para os nomes que. dígrafos como sh. Dicionário prático bibliográfica Paris. Em referência bibliográfica de rodapé. Petit Larousse Ô com adaptação parcial: ou francês (= u). mas conservando kh. os Wilson. e assim por diante. os Andradas.. Larousse do Brasil. é tendência da língua no Brasil não aportuguesar nem traduzir nomes próprios estrangeiros. Assim é que na grafia deles se encontram letras estranhas ao nosso alfabeto (k. 213. Como foi dito acima. Bukharin - 2) Os nomes riitidamente e estrangeiros: perda do 1 Idem. Larousse. não se escrevem com caracteres latinos. e assim por diante. pelo menos o do Brasil. Por exemplo. onde se devem reproduzir ipsis liUeris os dados constantes no frontispício da obra compulsada. Em referência p. 1979. w. os Maios (lembre-se da obra de Eça de Queirós: Os Maias). seh para o alemão. Leos Janácek. illustré. y). tomemos um nome russo . se ou sei para o italiano. quer com a interpretação da pronúncia de uma língua morta. Se o nome for duplo.56 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 7 - Nomes próprios 57 ou a grupos de letras). os nomes de pessoas flexionam-se em número. Para ilustrar melhor o assunto. respectivamente: I Por aí se vê que a tendência no Brasil é de a transcrição dos nomes se fixar por normatizações internacionais. os quais desaparecem após o caráter ser transcrito para o português (ver acima).francesas.

VÍtor e enão Netto T. Quadro sinóptico de algumas regras ortográficas para os antropônimos •• ch. e: Especial atenção para os nomes terminados em Volta ire faz voltairiano. Shakespeare... por exemplo. As palavras derivadas de nomes estrangeiros mantêm as características originais da grafia do nome. comtiano.. . mallarmeano.. emÍstocles não Abraão não Victor Abrahão Neto Mateus não AthaÍde AtaÍde Matheus Melo e eenão Mello Inácio nãoeIgnácio ThemÍstocles Baptista Batista e Eliminam~se não te. . Queirós elanão Queiroz u s Novais não Maya e Manuelounão Novaes i (ouChrisóstomo es MaiaStella)qu Manoel e aI c e ·é Oséias e não Oséas . MPORTANTE Pais e não Paes Sílvia Luís e e não eSylvia Morais e não MoraesnãoFreyre Estela Crisóstomo não Correia não Luiz Corrêa Aluísioeee não Stela Freire não Aloísio .. taylorismo.. que deve ser portuguesa: goethiano.••. lh e •. Mallarmé.. Os nomes geográficos e locativos que correspcJndema substantivos comuns também obedecem às mesmas regras de ortografia oficial e diferem destes unicamente pelo emprego da inicial maiúscula.. excetuando a terminação.58 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 7 - Nomes próprios 59 retratado pode estar grafado diferentemente da forma usada no ea z o deinicial Ocorrência de ch ae texto. 155 o VOCABUlARIO Norma geral ONOMÁSTlCO.. .•.. que seja Gôngoracertas de a y (emconsoante "k") s seguido (com sempre som grafias) forma do texto e Góngora a forma que compareça nas fontes de referências bibliográficas de língua espanhola ou de Portugal. shakespeariano. Nomes de lugares e afins V. Muniz Estênio e não Rachel não Stênio Sousa e não Moniz Raqueleenão Souza . Mas: Littré.. Nada impede. littreano. NA 1'. .•.

forma hoje totalmente desconhecida. 45). ao nome da cidade. avenida Atlântica. entre parênteses. a tendência moderna . De resto. com exceção da sigla da unidade da federação. estado do Rio de Janeiro. apenas ele deve ter a inicial maiúscula: a cidade de São Paulo. é de regra que o nome do local de publicação seja transcrito de acordo com a língua de origem da publicação: London. Bordéus. Marechal Rondon (PR). onde se devem reproduzir ipsis litteris os dados constantes no frontispício da obra compulsada. (v. serra Geral. que se pode acrescentar.até por recomendação das Nações Unidas . Em referência bibliográfica de rodapé. largo da Pólvora. Londres. como Antuérpia. liB 5 E R V A ç Ã O Não há por que evitar o aportuguesamento parcial de Nova York. que Cidade do Cabo é a capital legislativa da África do Sul.é não aportuguesá-Ios. oceano Pacífico. forma amplamente difundida. portanto. New York. ao lado de formas não aportuguesadas. Em referência Abreviaturas bibliográfica Deve-se evitar o uso de abreviaturas nos nomes geográficos. o nome próprio é esse termo individualizante e. usam-se formas aportuguesadas. 156. Mas é bom lembrar que cabo Frio é nome do acidente geográfico e Cabo Frio é nome da cidade. mas a moda passa. . são aportuguesados e usados na forma vernácula. p. como Auschwitz. Alguns topônimos.Caracterização do nome própri o Aportuguesamento Nos nomes dados por uma locução constituída de um substantivo seguido de um termo (preposicionado ou não) que o individualiza. os aportuguesamentos desaparecem. de Oxônia (Oxford). Madrid. etc.. etc. vila ou povoado de qualquer categoria: São Bernardo do Campo (SP). pico da Neblina. Massachusetts. Milano. Para os nomes geográficos transliterados e nomes provenientes de línguas que empregam alfabetos baseados no alfabeto latino. aplicam-se os mesmos princípios expostos na p. Santa Rosa (RS). num dado momento. É o caso. cabo da Boa Esperança. Nomes estrangeiros Não havendo "formas vernáculas de uso vulgar" dos topônimos de origem estrangeira. por exemplo. etc. de fim de seção ou do livro. tb. rio Verde. é só consultar o vocabulário onomástico da p. Assim. 55. vale do Paraíba.

se é uma obra de exatas. 66). quarenta. mas 539 209. 195. mas antes de aplicáIas na íntegra é conveniente ponderar a natureza da obra. 539 mil. . Regra geral Os números. ou ainda. Nas datas (v. Seguem-se algumas regras para o emprego dos numerais. 1967. mas se escrevem por extenso os numerais de zero a nove e as dezenas e centenas redondas: Dois. o numeral for substantivado. dados matemáticos e estatísticos.3 milhões. b) Fólio (número de página aplicado na publicação): 1858. Décimo primeiro. b) A vírgula é dispensável como pontuação intermediária.. quinhentos. segundo Antônio Houaiss. ou seja.Pode-se recorrer a dois procedimentos: a) 12 milhões e 892 mil. por exemplo. milhões. aí sim. Se. caixa postal 8656. escreva simplesmente: 2-8-1991. se não houver o algarismo correspondente à dezena. 1. prefixos telefônicos e outros números codificados. . "é dispensável o emprego de qualquer sinal de pontuação intermédio" 1: 2 835 132 = dois milhões oitocentos e trinta e cinco mil cento e trinta e dois. em geral. literária . trinta e dois. mas 73 200. a não ser que se trate de códigos de endereçamento postal. b) 7. dez. 4) Ao escrever um número por extenso. o 2) As classes de um numeral separam-se com espaço fino. 1 Elementos de bibliologia. 3) Não se usa zero à esquerda de números inteiros. emprego de algarismo arábico na grafia de um número denota concisão e exatidão. 1317. 2) A partir da classedos milhões . O arábico deve ser usado na indicação de valores de medidas e monetários. são representados por algarismos arábicos.sete mil. tb. página 1 858. mas: 1 858 páginas. p. observe o seguinte: a) Não se usa o hífen quando se tratar de numeral: Grafia mista 1) Classe dos milhares . excetuando: a) Ano: No ano de 1990.8 - Numerais 63 8 NUMERA 1) Não se parte um número (expresso em algarismos) no final de linha. seiscentos .Não havendo nada nas ordens da classe inferior: 73 mil. Mas: há 1 990 anos. porém. noventa mil. p. mas 12 892 050. oitenta-e-oito (inseto). expressões técnicas ou científicas. Rio de Janeiro. avo do Contorno. Instituto Nacional do Livro. c) Endereçamento: CEP 04404-040. v. o emprego do hífen é obrigatório: Vinte-e-um (jogo de cartas).

procure escrever o número por extenso. Esses 25% do salário vão para o imposto de renda. ): 5 432 594 276 = cinco bilhões quatrocentos e trinta e dois milhões quinhentos e noventa e quatro mil duzentos e setenta e seis. . o Seiscentos (designando séculos . parágrafos ou títulos de seções com algarismos. unidades) dentro de cada classe: 892 = oitocentos e noventa e dois.. o numeral deve ser escrito com maiúscula). MPORTANTE Evite iniciar frases. que Escreve-se o numeral por extenso: Mas as datas. o verbo vai para o plural: Cerca de 90% dos eleitores votaram. ap. Sobre a concordância verbal 1) O verbo fica no singular se a expressão partitiva estiver no singular: Cerca de 90% do eleitorado votou. 32 DF. se houver qualquer adjunto da porcentagem no plural.. 7. são escritas com arábicos: Por volta de 1600 (ou: c. não haverá e entre uma classe e outra (milhares. 800 W. Salvo exceções a seguir. 23 058 = vinte e três mil e cinqüenta e oito. o século XVII -. Antes de unidades abreviadas Antes de unidades abreviadas. dezenas.neste caso. o sinal correspondente a grau fica próximo à letra que representa a escala e separado do número por espaço: 90 DC. seguidosdo símbolo % (sem espaço entre o algarismo e o símbolo): 10%.37%. Depois de abreviaturas depois de substantivos Aluno n':' 1. os numerais são escritos por extenso: Pintar o sete. 5 600 000 = cinco milhões e seiscentos mil. ou Escrevem-se com algarismos arábicos: Mas o e aparecerá em: 23 001 = vinte e três mil e um. números em que há zero (ou zeros) completando ordens da última classe. 802 = oitocentos e dois. mesmo aproximadas. Se não for possível evitar tal construção. São representadas por algarismos arábicos. 1600). 850 = oitocentos e cinqüenta. Mas. Porcentagens Numerais com expressões denotam aproximação Quase cento e cinqüenta pessoas. 23 400 = vinte e três mil e quatrocentos. casa 4. milhões. Numerais substantivados Quando substantivados. os numerais devem ser escritos sempre com algarismos arábicos e com espaço entre o valor numérico e a unidade: 5 m.64 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 8 - Numerais 65 c) Emprega-se a conjunção e ligando apenas as ordens (centenas. bilhões. .

com algarismos: 15 cruzeiros. 1. março de 1952.2 g (um grama e dois decigramas) de um óxido de nitrogênio apresentam 0.1990. 5h 27min 15s. 0. procure evitá-Ias. . .. s = segundo(s): 7h (ou sete horas).. Concordância A concordância verbal com número fracionário é feita segundo a leitura do número.. dois nonos. Mas escreve-se por extenso a fração que não representar a idéia exata de um número: Não te contei um milésimo da história. Passe a adotar as palavras década e decênio. Escrevem-se o dia em algarismos arábicos. 15h 30s. perto das quatro horas.8. escreve-se tudo por extenso: Às sete e meia da manhã. se antes desta vier o verbo ou a expressão partitiva: Votaram 90% do eleitorado.. este fica no singular se a expressão numérica é considerada na sua totalidade: Os 40% de mulheres é pouco. Se a hora for aproximada. Grafia As frações são escritas: 1) Por extenso. 90% votaram.66 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 8 - Numerais 67 2) Com o verbo ser. inclusive as frações decimais: 3/15 (ou 135). cinco mil marcos. 3) Se envolverem frações.2. i. Frações 1) Envolvendo numerais de um a nove e as dezenas e centenas redondas. desde que se opte pelo emprego sistemático de uma delas: 10-8-1990.e. 10/8/1990 ou 10. Ou tudo com algarismos arábicos em uma das seguintes formas. por extenso: Dois cruzeiros.. decênio de 1980. Do eleitorado.h = hora(s). com o valor expresso pelo número: . Dois terços do livro foram lidos num instante.30. 32 milhões de dólares. US$ 725.5 milhão de cruzeiros foram gastos . as quantias são escritas com algarismos acompanhados do respectivo símbolo: Cr$ 832. min = minutoes)... e não só a dezena: Década de 1930. 1. o mês por extenso e o ano em algarismos arábicos: 10 de agosto de 1990.25 g (vinte e cinco centigramas) da substância produzem . 2) Com algarismos em todos os outros casos. São escritos com algarismos seguidos das respectivas abreviaturas das unidades de tempo . quando ambos os elementos estão entre um e dez: Três quintos. dez milhões de dólares.50. Um terço dos alunos precisa estudar mais. 9h 15min.56 g de nitrogênio... 3) Faz-se a concordância com a porcentagem. 120 mil marcos. 2. escrevendo todos os algarismos do número. 2) Envolvendo numerais a partir de 11. Apesar de expressões do tipo "anos 30" serem de uso corrente... .

XX Congresso.68 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Ordinais Escrevem-se os ordinais com algarismos arábicos seguidos da abreviatura indicativa de ordem. su-pe-res-tru-tu-ra. (Veja-se a indicação de eventos em referências bibliográficas à p. Não se superpõem aos romanos as abreviaturas (0..) 4) Numeração de páginas pré-textuais (se for ocaso) e subseções de um livro. a. nos seguintes casos: 1) Dinastias e nomes de reis. como também apontar os casos que dele diferem em algumas línguas mais difundidas: espanhol. sub-Io-car. Embora na maioria delas a divisão silábica possa se processar como no português. Mas são também orientações práticas que visam evitar o erro e os fatos desagradáveis advindos da partição do vocábulo. imperadores. os ordinais referentes ao número da edição são representados apenas pelo arábico seguido de ponto (v. p.. é oportuno não só apresentar as normas básicas do português. mas tratar com exclusividade da partição de palavras no final de linha. Luís XVI. Elementos de biblialagia. etc. 2. os. o dinastia. excepcionalmente. por não serem episódios periódicos. pois os romanos colocados antes do substantivo são lidos como ordinais. Antônio Houaiss. etc. que evitaria a discussão dos preceitos que regulamentam o assunto: "Não partir vocábulo na medida do possível' '1. car-ro.. ••• DMPORTANTE A regra geral de divisão silábica do português é partir os vocábulos de acordo com a pronúncia: pneu-má-ti-co. segundo. inglês. 13':>. 1 su-bli-me. Mas escrevem-se por extenso Primeira Guerra Mundial. 25':>. 91. v. conclaves. João Paulo 11. alemão e francês. nono.: 11 objetivo deste capítulo não é detalhar as regras de divisão silábica do português. p.. que são escritos por extenso: Primeiro. limitam em parte sua aplicação. O que aqui se vê são orientações abrangentes que. des-cer. principalmente. Basta escrever. ci-sal-pi-no. Nestas circunstâncias. papas.e. por exemplo. podem ser escritos com letras minúsculas: . vamos às outras normas. cis-pla-ti-no.. com exceção de primeiro a décimo. A 19arismos romanos Empregam-se os algarismos romanos. 3) Eventos periódicos (congressos. 114.. 111. as) indicativas de ordinais e usadas somente com os arábicos. Com a ressalva da medida do possível. 111). ac-ne. há particularidades que têm de ser consideradas.. . Em referências bibliográficas. Do ponto de vista tipográfico. Existem problemas de natureza semelhante também na edição de textos de outras línguas. IV. etc. XXXVReunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. há uma regra fundamental. li. DIVISÃO llIUl • SIL I CA ••••••••• Há casos em que os ordinais são representados por algarismos romanos (veja o próximo item). Por isso.): XI Bienal Internacional do Livro. •. cit. entretanto. se não ferem as regras oficiais do "Formulário ortográfico". século II a. 2) Séculos: Século XX. seminários.. Segundo Reinado.

que trazem regras básicas de algumas línguas bem divulgadas entre nós. que no final de linha sejam considerados os seguintes procedimentos: 1) Não partir o vocábulo de modo que possa figurar. sub-.92pas. swim-ming. o qual não irá reproduzi-Io na composição. \. pau-/brasil. na medida do possível a partição deve coincidir com o hífen já existente na palavra: inter-/relação. bibliogr. no meiO ou no fim de palavras: e-Iemento. eonsei-êneia. in-alterable. eô-mieo. . 2) Prefixos como ab-. separa(m)-se: a) Duas consoantes iguais: bot-tom. permanecem independentes da sílaba seguinte: eis-alpino. do inglês. etc. ea-rroza. exercí-eio. 3) A separação de vogais deve ser evitada no início. no início ou no final de linha. ou-vido. fer-ry. 4) Não partir siglas ou abreviaturas: Telebrás. c1ean-ing. a divisão pode ocorrer: Nas duas consoantes: light-ning. uma medida prática é não partir os vocábulos ou consultar as páginas seguintes. super-. ibid. não é necessário repeti-Io na linha seguinte da composição. do alemão e do francês foram colhidos na obra citada de Emanuel Araújo (p. 2 Subsídios para as normas de divisão silábica do espanhol. vos-otros. 1) Em geral. b) O hífen só deve ser repetido na composição quando se tratar de obras de língua portuguesa destinadas ao primeiro e segundo graus. cis-. mas é bom lembrar: 1) As letras II e rr são indivisíveis: ea-lIe. o preparador deve colocar o hífen no começo da linha seguinte.. entretanto.70 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 9 - Divisão silábica 71 Recomenda-se. in-. b) A terminação -ing: be-ing. fede-ral. eompre-ensão. tell-ing.). quando isso ocorrer em final de linha dos originais (de qualquer espécie). ea-iu. Ou propriamente em -ing: dress-ing. Faz-se a divisão silábica do espanhol como no português.. e vosoiros assim se dividem: nos-otros. mas algumas normas básicas podem ser sintetizadas. asso-alho. FGTS. apenas para facilitar a interpretação do componedor ou digitador. Mas. de-putada. foot-ing. inter-. Quando não se tiver conhecimento dessas normas. bis-. Entretanto. whip-ping. off-ing. 2) Em palavras compostas unidas por hífen. Dificuldades de partição de palavras no inglês existem até para aqueles que o têm como vernáculo. palavra obscena ou ridícula: após-tolo. rab-bit. des-ánimo. eu-rioso. 187-. olho-/d' água. se antes de -ing houver duas consoantes. 5) Palavras e nomes estrangeiros devem ser separados de acordo com as normas da língua original. des-. 3) Nosotros a) Quando a partição coincide com o hífen já existente na palavra.

2) O grupo dele: ch não forma sílaba com consoante que vem depois 5) A sílaba com mudo não deve ser separada: charte. 4) O grupo ck converte-se em kk quando dividido: Backe -+ Bak-ke (face). mantém-se isolado o primeiro eleadvindas o elemento seo grupo ss: ss - c) Nomes de pessoas: Michael.Mass. a partição ideal do vocábulo. "medida". phi-Io-sophe. . p. deve consistir na separação dos elementos que o formam: Arm-band-uhr (relógio de pulso). ma-jeur. -tion: essen-tial. sh e th): ar-chiteet. William.e guinte começado com s. Ge-stalt (forma). a divisão silábica do alemão é semelhante à do português. 4) Os grupos mn e e ct podem ser divididos: am-nistier. en-fance. é-jeetion. pê-cheur.72 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 9 - Divisão silábica 73 2) Não se separam: a) Duas consoantes que têm um único som (ch. -sion. Nacken -+ Nak-ken (pescoço). Seguido de vogal. ph. Wissen-schaft (ciência). -tial. -cious. 3) As letras II seguidas de vogal ficam uma numa sílaba e a outra na sílaba seguinte: Kol-Iekte (colheita). magi-cian. -ist. Mõd-chen (menina). Truman. 5) Na divisão de uma palavra composta que tem mento de composição terminado pelas letras da transformação do sinal f3 (v. b) Os elementos das terminações -cial. "bastão"). -gious. Tel-Iur (telúrio). reli-gious. metrópole). ck. porém. 3) A letra h forma sílaba com a consoante que lhe precede: me-nhir. exi-ger. -cian. mar-shal. stel-Ien (pôr). Mücke -+ Mük-ke (mosquito). Embora a divisão silábica do francês se processe de modo análogo ao do português. Mass-stab (metro . st. trac-tion. Bahn-hof (estação). rech-nen (calcular). para as seguintes particularidades: 1) Não se separam grupos de letras (ch. au-thor. Gross-stadt (cidade grande. atente. leuch-ten (brilhar). sec-tion. Tech-nik (técnica). Francês Alemão Como grande parte dos vocábulos da língua alemã é formada por composição. 5tab. nestes casos. -ism. mé-thode. th) que têm apenas um som: ma-chen (fazer). Ku-chen (bolo). 116) . jock-ey. 2) As letras terior: j e h entre vogais formam sílaba com a vogal pos- No mais. -logy. com ela forma sílaba: Flõ-che (plano). nichilisme. observe o seguinte: 1) Não se separam as sílabas ligadas por x e y: exé-gese. Hand-buch (manual). voya-geur. sch.

. (Suas Altezas). agron. no entanto. Com exclusão das siglas das unidades da federação (AM. (agronomia).: MPORTANTE 1) Quando ocorrer ponto abreviativo simultaneamente com o ponto que marca a pausa.) A abreviação só deve ocorrer quando a palavra apareça no texto com uma freqüência tal que justifique o recurso.Sas. este tipo de abreviatura regra anterior e pode se apresentar: 1) Com letras finais superpostas namento: am.$ E SiMBOLOiS I G LA S Abreviaturas tradicionais foge à Consagrado pela tradição. o ponto vem depois da abreviatura: A breviaturás Abreviaturas Marca-se amo. pp. sinais o ponto abreviativo de pontuação e outros O ponto abreviativo desaparece diante do ponto que marca pausa e combina com os demais sinais. e não S. (agrário). Normalmente. Neste caso. usa-se apenas um ponto: "Às ordens de V. cio (científico) são exceções: de Normas Hifens e acentos nas abreviacões # e outras estabelecidas Técnicas. (agrimensura).. i.el. faz-se o desdobramento. Roquei Coronel Fabriciano. não se abreviam os nomes geográficos: São Roque. MM. Sr. (capítulos)..AA. Fabriciano. (agosto). (mais-que-perfeito). o depois do ponto de seccio- (amigo). RS. e não am. Entretanto os tipos superpostos devem ser evitados. Cio (ciência). pela Associação Brasileira Mantêm-se nas abreviações os hifens e acentos existentes nos vocábulos abreviados: m.Sa. caps. (folhas). circunstanciais (abreviações) com ponto: a palavra ou locução abreviada adio (adjetivo).Oi cel.. Não se incomode V.. el (coronel). 2) Com colocação aleatória de elementos: btl.e. agrim. secciona-se a palavra depois de consoante ou de encontro consonantal: agr. Minha mulher e filhos agradecem. assim: agric. (agricultura). séc. fls. ). e não Cel. TENÇÃO s: V. Existindo outras palavras cuja abreviatura te. devem ser usadas as abreviaturas constantes da p. Algumas abreviações técnicas.Sa.-perf. fut. Mas o plural de regra se faz com acréscimo de (Vossas Senhorias). (páginas). . 150. (Meritíssimo)." (Eça de Queirós. ou fols.ta (senhorita). 3) Com letras dobradas para indicar: a) Plural: SS. seja coinciden- Na normalização de referências bibliográficas. (batalhão). (século). (Digníssimo). MT. c. b) Superlativo: DD. indo (futuro do indicativo).-q. e não c.j(J A B R E V I A T U R A S. ago.

Exa . mesmo quando correspondem a nomes de pessoas: metro. 99). Fahrenheit e Réaumur.. A partir da segunda ocorrência. Por quem é! Criado de V. faço sinceros votos pela prosperidade dos seus empreendimentos. (Theodor) W.76 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 10 - Abreviaturas. Grafia As siglas devem ser escritas: 1) Com todas as letras maiúsculas: a) Quando tiverem até três letras: BB. Exceções: EMF A.) "Oh. mantém-se o h ao lado da consoante que com ele forma dígrafo (duas letras com um único som): Ch. atual Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico). Por conseguinte. etc. newton. partidos políticos. os elementos químicos. Exceção: S. Símbolos Os símbolos são abreviaturas fixadas por convenções quase sempre internacionais para as unidades de medidas. USP. Sudam (Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia). PSDB. Emprego Siglas As siglas podem ser formadas por letras iniciais do intitulativo (livros. com mais de três letras. 5) De modo que se diferenciem de outras siglas já existentes: CNPq (antigo Conselho Nacional de Pesquisas.A. A letra h em dígrafos Nas abreviações constituídas de letras iniciais. Th. Petrobrás.:ademia Brasileira de Letras). .. D.!" (Eça de Queirós. é dispensável dar o significado no texto. os pontos cardeais. Varig. kelvin. menciona-se apenas a sigla. 2) Com inicial maiúscula quando tiverem mais de três letras pronunciáveis como palavra: Cemig. Unesco. Grafia dos nomes das unidades de medida 1) Escrevem-se os nomes das unidades com letras minúsculas. senhor doutor. Adorno. doutor de/em filosofia). Exceções: Celsius. (Philosophiae Doctor. jornais. Ph. seus elementos forem pronunciados separadamente: CNBB.Exa. (Sociedade Anônima). V. siglas e símbolos 77 2) Conserva-se o ponto abreviativo antes de todos os outros sinais de pontuação: " . grama. 4) No mesmo corpo do texto e sem destaques de aspas. " (Idem. (Charles) S.. farad. SANBRA.. instituições.. a sigla deve aparecer entre parênteses depois do nome por extenso. Em seu primeiro emprego. Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária). revistas. não se submetem às normas de abreviação vistas atrás nem ao sistema ortográfico vigente em nosso país. organizações. por letras e sílabas iniciais ou por combinações arbitrárias: ABL (A. departamentos. ONU.) 3) Sem pontos abreviativos: PIB. b) Quando. onde também as siglas sejam relacionadas. Se houver na obra uma lista de abreviaturas utilizadas (v. p. grifo ou negrito: A ABNT é uma instituição que se dedica às normatizações técnicas em geral.). Peirce. BNDES.. UnB (Universidade de Brasília).

t'" 78 'r o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO :~ I1 . "a arte da ilustração teve de acompanhar a profunda transformação suscitada por esse novo suporte da escrita".NE (nordeste). iux. hertz. de regra. W (watt). Não há símbolos convencionados para as medidas antigas. 5 t. x . d) Os dos pontos cardeais: N (norte). Á (angstrom). i. marcadas com ponto abreviativo: lég. textual e devidamente identificada. decibéis). uma velocidade de 100 km/h. e z não admitem flexão: I I Grafió dos símbolos 1) Os símbolos. observe estas normas básicas: 1) A citação deve ser exata. a seguir. (légua). como. c) Os dos elementos químicos: Au (ouro). quando reduzidos. (arroba).) b) A citação deve ser atualizada de acordo com o sistema ortográfico vigente. a não ser. Postas as ressalvas. exa (E): MHz (megahertz). O (oxigênio). . etc. . é claro. p. Mas os nomes terminados em 5.I . Portanto a citação indireta . Colocado no final do número. As interpolações feitas na citação ficam fora das aspas: "Quando o livro impresso se tornou realidade irreversível". b) Os prefixos gregos mega (M). item 6. giga (G). I 2) o plural de dos nomes das unidades é indicado pelo acréscimo ohms. 2) A citação deve vir entre aspas. pascals. siemens. 4) Não se intercala o símbolo entre a parte inteira e a decimal de um número. kW (quilowatt). 3. as transcrições de palavras ou trechos em grego. comumente também chamada de citação. arr. (Cf.e. peta (P). são escritos com letras minúsculas. W ou O (oeste) e os demais que deles provêm .não está sendo objeto de normatização. por exemplo. a) Os erros tipográficos evidentes devem ser corrigidos. 10 m. 3) Não se coloca ponto nos símbolos. item 10. A menção das fontes utilizadas. será tratada mais adiante como referência bibliográfica (v.5 kg. excetuando: a) Aqueles que se originam do nome de pessoas: A (ampere). S (sul).3 hl. Os seus nomes. diz Emanuel Araújo. Também dispensam as aspas as citações que ultrapassarem cinco linhas do original (v. a transcrição literal de um texto. 90). a seguir). GeV (gigaelétron-volt). BSERVAÇÕES 5: quilogramas. 11 CITACÕES ~ As normas a seguir têm sempre em vista a citação direta.reprodução de idéias sem registro textual das próprias palavras do autor citado . o símbolo se refere sempre à parte inteira: 12. excepcionalmente. A fidedignidade à fonte é da competência exclusiva do autor. excetuando aquelas de caracteres não latinos. 2) Os símbolos não têm plural: 1 m. tera (T). excetuando os textos de valor histórico ou aqueles cujos escritos originais se destinam a apreciação.. são expressos por abreviações. E ou L (leste). decibels (ou. que estejam no final de um período: 4 cm3. SW ou SO (sudoeste).

.". Ii Eta vida besta. sem dúvida alguma./a . no econômico. Esta dialética antitétic.'Ilil. Nos aspectos político e militar. para o devido esclarecimento.a t9. ] ta~ém desvia a atenção da complexidade real da mu dança sOCla. mantendo espaçamentos normais antes e depois das barras: "Casas entre bananeiras I mulheres entre laranjeiras I pomar amor cantar. estabelece suas próprias fundações. ' a trans f ormaçao sOClalsta. mas eram parte integran da economia de emergência. esquematiza e extrapola as numerosas diferenças possíveis ou reais entre vários tipos de sociedade.eão [. negativa ou. de qualquer modo. sob muitos aspectos. o fortalecimento da segurança interna dos países do continente e a cooperação econômica de emergência". verificamos que aquilo que aparece entre colchetes (os sapatos) não consta do trecho transcrito.. houve união de vistas entre as naçôes americanas. tornou-se necessário incluir na citação o sujeito das orações. Áfica.80 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 11 - 3) Na citação de versos. Como não interessava citar outra passagem onde se fazia menção explícita aos sapatos. que contemplava "a colaboração política e militar para a defesa da América.. pode-se dizer.) 5) Os acréscimos que se fizerem necessários à citação vêm entre colchetes: "Ainda quando não constituíssem. Ele para "O termo 'negação'. de tal maneira que concebe a sociedade sem classes como uma negação universal das sociedades de classes e viceversa. na gestão de JK.. mais exatamente. era "de que os problemas de robustecimento da estrutura econômica desses países [menos desenvolvidos] não eram problemas suscetíveis de serem relegados a um período de normalidade internacional. que invade toda a sociologia de Marx e que. A ilusão de que a supressão das formas sociais antirepresenta o objetivo principal da mudança social não tende a acelerar o Reproduzido de: NOVE. é. em conjuntura não muito diversa. A argumentação brasileira antecipa a que seria utilizada. Esta idéia básica generaliza.r.. a fonte desta orientação. Esta "redois conjuntos de relações internas ao sistema gonismo ou perfeita harmonia funcional".." (Carlos Drummond de Andrade.. sociedades de classes e sociedades sem classes. dos serviços portuários. combinou a concepção "monística-histórica" tuação de formas e negações antitéticas". O conceito de antítese. tanto pela desgastes e destorç es [sic] d período de anormalidade. uma impropriedade qualquer.. I pnmatli!mente . certa dignidade e ascendência. transcritos em forma de prosa. em todos os casos.. [os sapatos] indicariam. p. Ii Um homem vai devagar.29 romântica e. Alec. j' vidas os problemas de tal transformação no momento em que sua solução entra numa fase decisiva. Ático. supõe-se que a transição de sociedades sem classes sociedades de classes e a transformação de sociedades de classes em que se dá em um nível mais alto do desenvolvimento de todos os problemas humanos e sociais.". ao des reais de mudança nas sociedades modernas são sem classes. O momento é o da exacerbação da guerra fria Reproduzido de: CERVO. na interpretaçã~~~[1ça '~--ssee social qualitativa. I Um burro vai devagar.. I Um cachorro vai devagar. quanto necessidade de neceSSl elas estruturas para e econômicas regudos pela imperiosa defende~. A posição brasileira não fugia à agenda da conferênCIa. O caráterdialética negatido conceito de neg. supon do reso I. São Paulo. reducionista vista." (Sérgio Buarque de Holanda. Ela leva a uma representação simplificada de dois tipos de sociedades. 254. p.. Ii Devagar .-..) 4) Indicam-se com reticências entre colchetes pressões de texto na citação: em termos escreve da aUtOnomia relativa das [\J - as su- Pelo exemplo. mais tarde. a e de aparelhá-Ias sociais contribuírem larmente no esforço comum". as janelas olham. 1992. ao se impor na esfera da ideologia. separam-se os versos com uma barra oblíqua (I) e as estrofes com duas (1/). São Poulo.. utópica. privilégio de homens livres. 6) Usa-se o termo sic entre colchetes para esclarecer que aquilo que se transcreve (um erro. que deveria ser alcançada mediante Strmiska. História da política . A exterior do Brasil. As manifestações de uma dialética antitética são numerosas nas análises de Marx. mado Luiz & 8UENO.Clodoaldo. 107. que é altamente ambíguo e reducionista". do forneCimento e distribuição de energia elétrica.".no campo dos transportes marílimos e ferroviários. da alimentação e dos combustíveis [. inicialmente. secundada por outras naçôes do hemisfério. à solução maneira alguns investimentos báSICOS. A economia do socialismo possível. por exemplo) está assim mesmo no original: o lecimento da economia. 1989..] para os quais pedia a cooperação do governo dos Estados Unidos da Amé· rica. a posição brasileira. Com efeito. O mesmo não ocorreu. meu Deus.

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o

LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO

E REVISÃO

11 -

Citações

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7) Para informar que não é original o destaque de uma palavra ou conjunto de palavras na citação, utiliza-se a expressão "o grifo é meu" (ou equivalente). Esta indicação pode vir logo após o trecho destacado - para evitar confusão com eventual destaque do original citado - ou no final da transcrição, após as aspas, ou ainda no rodapé, na seqüência da referência bibliográfica:
densando-os na representação da criada, na qual investe caladamente o afeto filial reprimido. Sempre nos pareceu inquietante o fato de a presença materna não se dar de forma manifesta no discurso de Ang~ia, entretecido de tantas reminiscências infantis. Apenas numa breve passagem do último fragmento do livro ela é referida de modo explícito, para ser, no entanto, imediatamente afastada: "O som de uma vitrola coava-se nos meus ouvidos, acanClQva-me, e eu diminuía, embalado nos lençóis, que se transformavam numa rede. Minha mãe cantando aquela cantiga sem palavras. A cantiga morria e se avivava. Uma criança dormindo um sono certo, ganha a cabelos brancos e rugas. Não era minha mãe a can chei~ a estremecimentos. tão distante minutos tinha a ilusera vitrola distante, Em alguns que eu a criança crescia e o disco passeavam pernas de aranha" (A, p. 23

8) Quando se cita uma obra que não foi consultada diretamente, mas através de segunda mão, utiliza-se a expressão apud:
Seán Jennet, em seu The making of books, diz tarefa do revisor é "descobrir quaisquer erros sido cometidos na composição e dar instruções correção, e também zelar por que os enganos autor sejam evitados, chamando, se for o caso, deste,,7.
7

que a que tenham para sua do próprio a atencão .

Apud Houaiss, Elementos de bibliologia, cit., v. 2, p. 79-80.

9) Ao citar um autor estrangeiro, deve-se transcrevê-Io na língua original ou, preferencialmente, traduzi-Io para o português. Citando-se um autor alemão, por exemplo, de cuja obra só se dispõe em espanhol, obrigatoriamente a citação será traduzida para o português, embora na indicação bibliográfica da fonte deva ser mencionada a língua original da edição consultada - neste caso, o espanhol.

Se levarmos em conta o fato de que essa ligeira referência se dá no delírio final, quando todas as cenas do passado longínquo e próximo se entrechocam com detalhes presentes e visões alucinadas, formando um torvelinho, orquestração de imagens em fuga bachiana de duração interminável, somos obrigados a considerá-Ia como uma traição do inconsciente, em que a ·imagem dos lençóis, se transformando em rede, e a da aranha são condutoras do sentido de aconchego uterino aí implícito. O significante mãe, recalcado durante toda a narrativa, por um instante, nesse torvelinho geral, insinua-se no texto manifesto como um ato falho: ponto de sombra ou "umbigo" do texto, que solicita ser aclarado, dando-nos a certeza de que a sua ausência não faz mais que afirmar e gritar a força de sua presença no discurso. Presença dissimulada, reinvestida em remissões substitutivas que a suplementam, e das quais a criada Vitória c0nstitui uma representação. Conforme lembra Otávio de Faria, esses "personagens obsessivos da memória real têm mais força e mais poder sugestivo (tanto sobre nós, leitores, quanto sobre as ações do herói) do que certos personagens criados nelo romancista" 24. Reproduzido de: CARVALHO, Lúcia Helena. A ponta do novelo. São Paulo, Ática, 1983. p. 52.

10) Compõem-se com defesa as citações de mais de cinco linhas. Defesa - Recurso gráfico também chamado de branco marginal, recolhido ou recuo - é o termo com que se designam os espaços em branco colocados ao lado de determinados trechos da composição. Os trechos com defesa ficam mais estreitos do que a medida do texto normal. Pode existir defesa tanto do lado esquerdo quanto do lado direito, mas, nas citações, normalmente basta a do lado esquerdo. a) Utiliza-se um tipo diferente do tipo do texto normal ou o mesmo tipo do texto, mas geralmente em corpo menor (um ou dois pontos menos). (V. "Tipos e corpos", p. 122.) b) Emprega-se um entrelinhamento mais aberto no início e no fim da composição com defesa. c) As aspas, no início e no fim da citação, são dispensadas. Por isso, as aspas existentes no interior da citação permanecem como estão (aspas duplas), sem transformarem-se em aspas simples como está indicado na p. 118.

84

.oJ:III!l0: MANUA~.flE-PARAÇÃO

E REVISÃO

Lua e Sol, escuro e claro, inativo e ativo, feminino e masculino, sem dúvida associados à equivocidade e univocidade, respectivamente. De onde vem esta simbologia? Da China antiga, uma sociedade onde os homens mandavam. Nos próprios julgamentos e comentários, correspondentes a cada um dos 64 hexagramas do Livro das Mutações, pode-se observar os valores que são atribuídos ao masculino. Três linhas yang (cheias) do princípio da luz formam o trigrama Ch'ien que significa "o céu, criador, masculino, ativo" ou as três linhas yin (quebradas) que formam o trigrama K'un que significa "a terra, feminino, passivo, receptivo". O céu e a terra correspondem ao superior e ao inferior, ao homem e à mulher. Mas também ao superior masculino corresponde a luz, a nitidez, a força de caráter e à correção como os atributos mais con~ venientes. Era uma sociedade profundamente patriarcal, a da China antiga e tradicional de Confúcio. Como se vê, ao dominante do sexo masculino, são próprias as virtudes da univocidade traduzi das pela "clareza", "luz", retidão de caráter etc. À dominada mulher resta a sombra, a passividade e a equivocidade. Como diz Helmut Wilhelm:
A estes dois tipos de linhas, cheias e divididas, foram dados os nomes de "firme" e "submissa" O firme e o submisso são imagens do dia e da noite. O Céu é alto e a Terra é baixa Assim o Criativo e o Receptivo são determinados. Em correspondência a esta diferença entre o baixo e o alto são estabelecidos os lugares inferiores e superiores (. ) (1973, p. 1)

12
NOTAS

Conteúdo
As notas - consideradas aqui como indicações que se acrescentam no rodapé da página ou em seções especiais -, normalmente, podem conter: a) Referências bibliográficas, exclusivamente (v. p. 105). quando parte

b) . Complementação de referência bibliográfica desta já se encontra no texto (v. p. 104).

c) Esclarecimentos e comentários do autor, tradutor, editor, etc. d) Outras indicações bibliográficas abonadoras afirma. daquilo que se

Códigos Fortes e Fracos na paisagem urbana
Uma antiga diferenciação distingue os signos que jamais são empregados senão como signos, dos que, embora sejam coisas, são também signos12.

Identificação
Identificam-se as notas do tradutor com a abreviatura N. T. , as do editor com N .E., e assim por diante, abreviaturas essas colocadas entre parênteses no final da nota.

Reproduzido de: p.109.

EpSTEIN,

Isaac. Gramática do poder.

São Paulo, Ática, 1993.

Numeração
Usam-se algarismos arábicos na numeração das notas. Reservam-se os asteriscos para as edições anotadas pelo editor e as letras minúsculas exclusivamente para as tabelas (v. p. 31).

1) Põe-se o algarismo, o asterisco ou a letra minúscula um pouco acima da linha, tanto no texto (remissiva) quanto no rodapé (comissiva), dispensando o recurso de parênteses ou qualquer outro sinal de pontuação: Embora a teoria da deficiência lingüística, em que se insere a primeira perspectiva, já tenha perdido totalmente sua sustentação, tanto do ponto de vista científico - desde que a Antropologia e a Sociolingüística contestaram, de forma irrefutável, os conceitos de "deficiência" cultural e lingüística - quanto do ponto de vista prático - graças ao fracasso comprovado dos programas de educação compensatória e ao insucesso inegável de metodologias de "substituição" de um dialeto por outro -, é ainda essa teoria e a concepção de sociedade em que se fundamenta que vêm, consciente ou inconscientemente, informando a prática pedagógica no ensino da língua materna no Brasil. No quadro em que se insere a segunda perspectiva - a teoria das diferenças lingüísticas -, a proposta de um bidialetalismo funcional vem sendo tentada nos Estados Unidos, na educação das minorias étnicas, algumas vezes como um bilingüismo, mais que como um bidialetalismo, como no caso da coexistência do inglês e do espanhol na educação dos chicanos. No Brasil, é uma proposta que mal começa a despontar, e ainda de difícil concretização, uma vez que depende de estudos e pesquisas sobre os dialetos populares, e mesmo sobre o dialeto-padrão, de que ainda não dispomos. Há já pesquisas sociolingüísticas sobre vários aspectos dos dialetos pocomlsslva d pUlare~p,.fil"'. ""."""" . su ainda são necessárias, esses d'IaIetos,possa -'.'~.-" para que se sem ch egar~~".,. ...• ..~"'".tras f"IClentemente .'
lt..

A remissiva a) Regra

pode vir: geral, antes do sinal de pontuação:

crítico Carlos Baker (Carroll Baker) apontou para a montanha e a planície como sendo dois símbolos contrastantes no romance. A montanha se relaciona ao "bom lugar", o lar temporário, seguro e confortável. A planície seria o lugar onde as desgraças acontecem: a guerra, a morte, os sofrimentos. Baker está jogando, sem dúvida, com as oposições de

o

testou e a interpretação ~.Baker' altos baixos. Entreta~~ítico,

, :i)rmando M. Halliday, opoE. que não são con-

, Ver, no livro de Baker, Hemingway: o escritor como artista, sua análise ambi· de A farewell to arms, e o artigo de E. M. Halliday, Hemingway's guity: symbolism and irony, em WEEKS, Robert P., ed. Hemingway - A

co/lection of critica! essays.
Reproduzido de: NAZARIO, ulian. J

Ernest Hemingway.

São Paulo,

Ática,

1988.

p.50.

1"f~~~~~~~~~~~Cd';~~~~~~~~~~1~~~~S~V~~~~
I

"O bom na cobertura de uma entrevista coletiva presiden· cié\l é você aparecer na televisão, de modo que sua família ou seu~patrõJS, pergunta, de preferencla longa, de de consegui· 10 e fazefumaem casa, o vejam. E a ~el.hor maneira modo que a fixe em vez de fixar o presidente" , comenta Art Buch· A coletiva, sobretudo a presidencial, tem servido se de exemplo de entrevista dirigida e, ironicamente, de a há muito tempo deixou de ser uma troca de idéi listas e a principal fonte de informações de
J Em Última Hora, de 6·3·69, sobre a primeira entrevista coletiva do presidente Nixon. " No Brasil, a primeira coletiva presidencial é concedida pelo presidente Getúlio Varo gas, no Palácio Rio Negro, em Petrópolis, 1945. Vargas mandou distribuir cópias da lei constitucional que acabara de baixar, convocando eleições gerais para dezembro, e deu o encontro por encerrado. Um jornalista interrompeu·o: "Presiden' te, nós fomos convocados não para receber um papel mas para uma entrevista coletiva". Vargas disse: "Ah, vocés querem perguntar?" e voltou a sentar·se, submetendo·se às perguntas dos jornalistas (redatores políticos da imprensa cario· ca e correspondentes paulistas). Cf. Carlos Castello Branco, em "Coluna do Caso tello", Jornal do Brasil de 23·6·87.

I

I

a qual a'~strução de uma difícil. remissiva .-padrão, ou um bidialetalism~puncional se torna metodolo' a cham da "norma-padrão culta"~em sendo desenvolvido há já vários nos o Projeto de Estud~onjunto e Coordenado da Norma Ling" stica Culta (Projeto k!URC) , de que, porém, não se conhe m ainda resultad@O mais grave, entretanto, é que a teoria güptica, ainda lingüísticas, em oposição à teoria e assimilada pelos da1diferenças não é suficientemente conhecida da deficiência linessores, de modo que o preconceito contra as variedades linrespeito da norma culta brasileira e do Projeto NURC, ver CUNHA, Celso. 1985.

questão da norma culta brasileira. Rio de Janeiro, Tempo Brasileiro,

Reproduzido de: SOARES, Magda. 1986. p. 70.

Linguagem e escola. 3. ed. São Paulo, Ática,

11'

.

Reproduzido de: BAHIA, uarez. J jornalismo. 4. ed. rev. e aum.

Jornal, história e técnico; as técnicas
São Paulo, Ática, 1990. v. 2, p. 61.

do

usa-se um asterisco. não está isenta das marcas do engajamento.a. 3) As notas devem receber uma numeração consecutiva que se reinicia a cada novo capítulo .o que é mais comum . Evite também a numeração por página. o texto fica mais leve com números menores.:~. Não é recomendável estabelecer uma numeração única. "Nunca conhecimento da América Latina foi tão importante para os Es~\ifoosUnidos . a não ser no caso acima previsto de asteriscos. que vai do começo ao final do livro.economia política e a ciência política. confirmam amplamente o referido princípio da sociologia do conhecimento. Atica. Em particular. Seja quanto à problemática. 1989. é óbvio que há sempre certa correspondência entre o pensamento sociológico. 125. São Paulo. é decisivo para o nosso modo Ciência e consciência f 1 WAGLEY. tantos quantos forem necessários à ordenação por página (se. ed. lntroduction.~. por exemplo. . história. As inquietações intelectuais dos cientistas sociais reunidos em instituições. é verdadeiro para a sociologia. e as condições de existência social. se houver duas. e assim por diante). p.. Conseqüentemente. o acerto dessa numeração. Social science research on Latin America. Sociologia da sociologia. o operador segue o que consta no original (notas numeradas por lauda). repor! and pal'lers of seminar on Latin American Studies in the United States held at Stan- Reproduzid~ de: iANNI. 3. com exceção das notas do autor. Como as laudas do original normalmente comportam menos texto que a página do livro. rev. exemplo. seja com referência à visão do mundo subjacente às contribuições dessas disciplinas. ciência política. pois. economia política e sociologia nas nações latino-americanas. seminários e conferências para o estudo das possibilidades e contribuições do trabalho científico na América Latina. etc. todo o trabalho não é desperdiçado e. editor. Octavio. acarretaria trabalho e correções que podem ser dispensados. neste ou naquele pais. Isso ocasionaria uma renumeração de todas as outras notas a partir dali. feito em etapa posterior à composição. aparecerá mais de uma seqüência numérica de notas na página composta.. Não adotar este procedimento significa poupar trabalho. A obra intitulada Social science research on Latin America. devem ser enumeradas por asteriscos. dois asteriscos. Se é verdade que há reciprocidade entre o pensamento científico e as configurações sociais de vida. numa página existir apenas uma nota. que reúne análises sobre os estudos de geografia.ou a cada nova parte. por. dc.~:9Sm rápida expane são. a. o autor resolvesse de última hora acrescentar ou suprimir uma nota.. numa obra volumosa. Charles. na composição do texto. O futuro dessas nações latino-americanas. por exemplo. Numerando por partes. esse princípio é especialmente válido para as ciências sociais. e aum.88 12 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Notas b) Ou depois do sinal de pontuação seguido de aspas: 3 A imaginação sociológica -- 2) As notas do tradutor. além disso.s. A numeração única causaria um trabalho extra se.

1989. N a indicação do número de páginas que correspondem à parte referenciada. quando houver. Alec. Ki-Zerbo. 1990. São Paulo/[Paris]. In: J Jornal. por exemplo. Ática/Unesco. São Paulo. do volume J. Ática. formato. o título da obra. il. w' Mas os números das páginas ou dos volumes devem ser mencionados obrigatoriamente nos seguintes casos: a) Nas referências a partes de livros avulsos (acrescentamse as páginas inicial e final da parte referenciada): NovE. 4. Elementos essenciais São indicações que devem figurar como elementos mínimos para imediata identificação de uma obra. Iugoslávia. In: socialismo possível.235-45. BAHIA. metodologia e pré-história da África. Definições São riferências bibliográficas as indicações necessárias à identificação de uma obra. p. notas especiais de coleção ou série e outras de interesse: 1) Notas bibliográficas (número de páginas ou de volumes. (Esses elementos são descritos minuciosamente nas p. v. complementares.) b) Nas referências a um volume determinado ou a partes de volume de obra publicada em mais de um volume (no primeiro caso acrescenta-se o número do volume e no segundo o número do volume e as páginas inicial e final da parte referenciada): UNESCO. rev. Ática. o nome da editora e a data de publicação): GORENDER. Entre essas indicações. facultativamente. i. que se acrescentam aos elementos essenciais para caracterizar a publicação ou dar outras informações que possam ser úteis. etc.Comitê Científico Internacional para a Redacão de uma História Geral da África. o Componentes Compõem a referência bibliográfica elementos essenciais e. ed. de seções ou do livro convenciona-se chamar bibliografia. A economia do Polônia.13 - Referências bibliográficas e bibliografia 91 13 REFERÊNCIAS BIBLI~GRÃFICAS E BIBLIOGRAFIA se mencionar. 1982. os algarismos comuns à esquerda do número final: p. p. Coord. Sergio Goes de Paula.e. Modelos reformistas: Hungria. Jacob. São Paulo.. aria das Graças Vieira Proença dos. 12-9. facultativas. 106-13. História gera(da África. e aum. São Paulo. as técnicas do jornalismo. o local de publicação. ed. p. podem- . O estilo do jornalismo. Trad. 279 p. 1989..): SANTOS. 184-236. história e técnica. À listagem dessas referências no final de capítulos. 4. Combate nas trevas. China. mantenha o número inicial completo e suprima.T. 302-8. notas bibliográficas. Ática. São elas o nome do autor. São Paulo. o número da edição (se não for a primeira) e as notas tipográficas (também chamadas de imprenta. 1990. uarez. História da M arte. o Elementos complementares São indicações. ilustrações. Ática.

se houver. 131. notas bibliográficas e notas espeCiaiS. 46. figuram no final da referência. ou (se a nota anterior se referir ao mesmo livro): 3) Outras notas de interesse. livraria.): REVISTA BRASILEIRAE BiOlOGIA. 32. Difusão Européia do Livro. bibliográficas e especiais: NOGUEIRA. 3. out. em notas. il. as práticas mágicas no Ocidente cristão. Carlos Roberto F. os indicativos v. Combate nas trevas. Essas indicações são feitas entre parênteses. São Paulo. o nome de seu diretor seguido do número da publicação.v. -- Ciência e de classes.e do fascículo . 105): 5 Gorender. FERNANDES. A vírgula Emprega-se a vírgula: 1) Entre o sobrenome e o nome (prenome) do autor. F. Ática. maio 1988. ) d) Nas referências a artigos de periódicos (indicam-se os números do volume e do fascículo e as páginas inicial e final do artigo referenciado): FREIRE-MAIA. p.Florestan. p. p. Os nomes dos meses. op.e Alma do (3rasil. tb. Ática. : 1 430-4. (10). Rio de Janeiro. O escravismo colonial. n. ou ainda (se a nota anterior se referir ao mesmo autor. 401 p. 111). p. 46. p. como preço (dado um tanto instável no Brasil de hoje). desde que não se integrem a textos comentados (v. Raymond .. (número do volume). 35. . relação de abreviaturas na p. 1983.) Ática. pelo emprego de: itálico -. ou 5 Gorender. respectivamente.Lineu. p. 1960. emprega-se o ponto depois de cada um dos seguintes elementos: nome do autor. 2) Notas especiais de coleção ou série: indica-se o título de coleção ou série e. A integração do negro na sociedade São Paulo. distribuidor. menção da língua original (v. Mudanças sociais no Brasil. 154).n.. Qual o destino das teses? Cultura. 1978. Separam-se também com ponto os elementos essenciais de uma referência completa que figurarem exclusivamente em nota. etc. Pontuação o ponto Na bibliografia. cit. 48.Cardoso. 2 v.. nas referências a periódicos e jornais. . 2. 34 . mas não à mesma obra): 6 Idem. Neste caso. A ideologia. endereço do editor. parênteses -. H. devem ser abreviados no idioma original da publicação (v. ed. número da edição (o ponto aqui freqüentemente coincide com o ponto da abreviação).. 174 p. como mostra o exemplo. (Ensaios. cit. 1989. São Paulo.. as referências a obras citadas anteriormente (v. p. cit.. n. (número das páginas) são substituídos. D v. dois-pontos -.) 2) Para simplificar. (número do fascículo) e p.Florestan (Ensaios. 5 Idem I ibidem.92 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 93 c) Nas referências a um número determinado de publicação periódica (indicam-se os números do volume . 35 (l0): 1 430-4. 105): 5 BOUDON. p. (Corpo. Bruxaria e história. . aspectos do desenvolvimento da sociedade brasileira. notas tipográficas. 1991.3. entre os elementos das notas tipográficas. 21 em. São Paulo.dir. título da obra. 46. 159. depois das notas bibliográficas: FERNANDES..

tb. p. Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas. p.) A dialética da duração.) 3) Nome de entidade tratada como autora: ACADEMlA8RASfll:lRADI: LETRAS. Ática. 112) e da data de publicação (v. p. Os colchetes Colocam-se entre colchetes: 1) Todas as indicações que. compilador ou outro do gênero: RODRIOUES. 104). Paulo. p. 2) Para substituir o indicativo n. recomenda-se a leitura de A escravidão reabilitada. Vilfredo Pareto. 1990. São Paulo. 10B): de i ALVESFILHO. Estudos Literários. tb. 2) O título original de uma publicação traduzida. Ática. Secretaria de Estado da Educação. 111. (= número do fascículo) numa referência a artigo de periódico. em notas.José Luís de Campos. 112). tb. São Cientistas Sociais. 123) no início de todas as referências relacionadas na bibliografia. Grandes 43. José Albertino. . 113). autores (v. Veja alguns exemplos deste recurso em referências que se iniciam com: 1) Nome do autor: BACHElARD. Vocabulário ortográfico da língua portuguesa. Catálogo. 4) Nome de órgão público: SÃO PAUtO . aquisições da biblioteca em 1988. de Jacob Gorender (São onde Paulo. 1990L I . (Col. do nome da casa publicadora (v. Bloch. 4. São Paulo. 2) Nome do organizador.. Rio de Janeiro. 1988. Avelino i OLIVEIRA. p. se for o caso de mencioná-Io. eletricidade e ondulatória. p.1 94 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - li I II Referências bibliogrãficas e bibliografia 95 i 3) Para pontuar. 1981. emprega-se o ponto-e-vírgula: 1) Para separar os nomes de autores de obra coletiva de três da. 2) Para separar o título do subtítulo da obra (v. 110): Física. 92): (Série Temas. Ática/Secretaria a instituição familial. de Estado da Cultura. Não é raro encontrar omissão do nome da cidade (v. a referência que tenha parte dos seus elel1)entos no texto (v. conforme exemplo da p. 3) Como um recurso de que se pode lançar mão para evitar que o emprego rigoroso da pontuação de uma referência bibliográfica prejudique a leitura fluente de notas ou do texto: Sobre a reprodução da população escrava. puderam ser determinadas. p. Os parênteses Empregam-se os parênteses: 1) Para indicar as notas especiais de séries ou coleções (v. org.Edson Ferreira ROBORTElLA. conforme exemplo da p. •• Caracteres tipográficos O versal-versalete Emprega-se o versal-versalete (v. p. não constando na obra referencia- O ponto-e-vírgula Na bibliografia ou em referências isoladas. Gaston. 92. 1984.

p. folhetos. se na bibliografia a referência começar pelo título. evita-se confundir essas formas autônomas com os prefixos análogos do português (infra. n. ou grifo. . Edilberto.. p. In: KECK. a autoria: 2) Publicações periódicas 8 jun. gesto do século XII. não assinados: UNIDADES de medidas.jornais ou revistas: Jornal da Tarde. Civilização. op. em Lisboa. Paulo Sérgio. Paris.d. d) Obras de referência: PETITLarousse Iflustré. com a publicação do romance Cinco minutos em folhetins.: [Brasília]/São do Livro/Ática. do escrivão Outros empregos O versal-versalete é empregado ainda nos seguintes casos: 1) No início de referências a parte de obra. 5. ou romano. São Paulo. Instituto Nacional Emprega-se o redondo (v. 96 (v. 31. Paulo. 1. 1978. em Lisboa. 1989. bem como após a partícula in quando autor da parte e autor da obra no todo são diferentes: PINHEIRO. v. Ática. tb. s. MPORTANTE c) Títulos de periódicos: CiÊNCIA E CULTURA. empregue o versal-versalete conforme visto na p. Faça exceção apenas às palavras latinas infra e supra. etc. o redondo COUTINHO. avulsas ou periódicas. São Paulo. 1984.96 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliogrâficas e bibliografia 97 5) Títulos de obras nas quais não está declarada a) Obras anônimas: A CANÇÃO de Rolando. nos títulos das publicações.a lógica da diferença. 1992. Margaret E. maio 1979.e supra-). 1) Publicações avulsas livros. 150): apud. Procedendo assim. o itálico pode ser substituído pelo negrito ou pelo redondo: •• Lima Barreto lançou suas Recordações Isaías Caminha em 1909. . lista na p. Ática. 110). Emprega-se o itálico (v. etc. 4. Infra quer dizer" citado ou mencionado abaixo ou posteriormente" e supra é o mesmo que "citado ou mencionado acima ou anteriormente". Prefácio. b) Artigos de periódicos. Lima Barreto lançou suas Recordações do escrivão Isaías Caminha em 1909. 37 (5): 548-52. A REVISÃOda Constituição. Alencar estreou como romancista em 1856. PT . p. 2) Em notas que contenham referências bibliográficas com todos os elementos essenciais: 7 BATISTA NETTO. São Paulo. 123). JÔnatas. 1991. 123). Entretanto. Dependendo da variação de tipos usados no livro. Ciência e Cultura. maio 1979. Não empregue o itálico ou qualquer outro recurso para destacar as expressões e abreviaturas latinas usadas em bibliologia (v. História da baixa Idade Média. cit. Larousse. São Paulo. ibidem. 99. nos demais casos. p. Porto. Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. p. o itálico 2.

parte em nota.rJ t t J 1) Simples inserção no texto . sobrecarregar o texto com indic~ções bibliográficas longas. s. o que será visto na seqüência. se. ele se torna remissivo à bibliografia. onde a sigla comparece logo depois do nome do autor: ASSIS. Memórias póstumas de Brás Cubas. 43). no exemplo. livro que. como diz o subtítulo. Veja um exemplo: "Deve ser um vinho enérgico a política. Ática. Num livro desse tipo. livro em que Benedito Nunes analisa escritos de Clarice Lispector.Se o trabalho comportar. entre parênteses. empregar algarismos arábicos para codificar as referências ou indicar a data de publicação da obra ao lado do nome do autor. p. Por ser um sistema que permite omitir no texto as demais indicações bibliográficas. 1984.d. "ao invés de denotar erudição. Be. Alguns exemplos: Antônio Houaiss. De acordo com Outra variação prática desse sistema é o que se encontra. Instituto Nacional do livro. 2. 1967). (b) parte no texto. slstematlca As referências bibliográficas podem localizar-se: (a) inteiramente no texto. Em 1984. quando for o caso. as referências à obra analisada são freqüentes e poderiam abarrotar a página com notas de rodapé. tb. Este pode ser um procedimento ideal para obras que apresentam um número reduzido de referências. o número da página completam este sistema. 1989). produziu o grande clássico da normalização editorial. A sigla. as siglas aparecem numa lista de abreviaturas do começo do livro (v. 2) Atribuição de siglas aos títulos . ou (c) exclusivamente em notas. porém. por exemplo. pode-se.98 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 99 Localização e • . A forma escolhida (BC) deve ser empregada sistematicamente do começo ao fim do livro. Em vez de remeterem à bibliografia. A sigla. ed. com os dois volumes de seus Elementos de bibliologia (Rio de Janeiro. é prova de imaturidade" (Normas gerais para os trabalhos de grau. Para evitar isso. ~<. p.Quando não se utilizam as notas de rodapé para introduzir as referências bibliográficas. Nessa lista são fornecidos também os dados das edições utilizadas. foram usadas siglas para identificar as referências à obra de Clarice e notas de rodapé para as demais. Não é recomendável. 68). 76). é relativa às Memórias póstumas de Brás Cubas e poderia também ser constituída pelas letras iniciais das palavras do título. BC ou mesmo MPBC. por exemplo. no caso ela poderia ser MP. atribuir siglas aos títulos. Ática. Ática. constitui "um breviário para o estudante de pós-graduação" . o nome do autor e. Mas. pode-se simplificar a referência estabelecendo uma sigla para designar o título da obra. se podemos usar de arbítrio para formar a sigla (v. Referências incluídas no texto . . dizia eu comigo. Segismundo Spina afirma que citar muito. A propósito das transcrições excessivas. 140).Machado de. sem considerar a preposição de. São Paulo. em O drama da linguagem (São Paulo. ao sair da casa de lobo Neves" (Assis. p. os elementos que faltam para completar essas referências podem ser colocados no texto. Segismundo Spina publicou pela Editora Ática (São Paulo) a segunda edição das suas Normas gerais para os trabalhos de grau.. São Paulo. p. É melhor passá-Ias para as notas ou optar entre sistemas mais simplificados.

como qualidade da matéria viva. nos pedaços velhos um I I com azu eterminação pouco a tncen . 115.estranheza em relação ao que o erca. c mo momento culminante da situação de Antoine Roque tin. vaga amente" (pes. com o duplo sistema de referências. como lâmpadas e cristaleiras (L. e move·se comode uma geléúz v a . São Pauio. 1964 Alvorada. A princípio se debatendo n ma crise psicológica . 1960 A maçã no escuro (rom. Rio deJaneiro. (Coleção Editor. 1971. 111). pel~ seu senSIveIS e densas dos obJeto~om com as qualIdades aspec:o ~rotesco.).J PSGH LP FC - A paixão segundo C. 1964 Sabiá. Janeiro. ao ande abalo que será a descoberta da existência.~i~~~'~T~UliP gross (ME. as atitudes e os sentimentos humanos con- A legIao estrangeIra (contos e crônicas). A parte da Natureza. Felicidade clandestina (contos). __ 101 A lista de abreviaturas do começo do livro O drama da linguagem Uma página do mesmo livro. Amor.S.tiva.). cisco Alves. 17). 98) (ver o fragmento "A gelatina. i sensaçã e ser: "O gosto é cinzento.. em que o próprio homem estr ha o que é humano. descrita no romance Ia nausée.José Álvaro ~~~~~lsãstmglU~~:~. indicaque é també m umundamental das coisas parafala da obje gelatinoso.100 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográf~c_a_s_e_b_i_bl_io~gr_a_fi_a_____ __. LE.-c.H (rom). torna-se a consciência presa fácil a náusea. ed. trastam. 102). Pers· p.). Rio de Janeiro. seu protagonista 7. Edições das obras compulsadas de citação: PCS L CS LF ME LE - para esre trabalho e respecrivas siglas Perto do coração selvagem (rom. Francisco Alves. tora do Amor. Edirora do Rio de 3. 8s óbjetos úteis são sólidas e impenetráveis. como pólo oposto à cultura e à praticidade da vida diária. é sempre a mais forte e decisiva. 1105 de atraçãoentreexemplo. por de repulsão. O lustre (rom. 1946. Nesse ndo assim configurado. de vazio oquentin vai chegar. 1969. Rio de Janeiro. José Álvaro Laços de /àmília (contos).). Os gestos. bibelôs e canos d'água (CS.. a segura permanência de animais e vegetais. 19~~~ . É uma e eriência que se alarI Sabiá. Ediror. 1970 Edi· 1964. 1963. e e~ho. ed. fran- A CIdade sitiada (rom. Como elemento de 1 Gerd Bornheirn. e uma qualidado e dado cenestésico.) Rio de Janeiro. )oana C/ari. Manim caminha ~eléia viva". São Paulo. Uma aprendizagem ou O lIVro dos prazeres (rom. um pouco vermelhado. ). com estatuto sereno das coisas propriamente ditas. ed. . deslocado. A náusea é a experiência privilegiada d pensamento sartriano 6. sensação de tédio. " (ME. Rio de Janeiro. c 'spector o espesso e o viscoso -. 2. sentimento da inutilidade de seu interesse pelo p sado como historiador. Sartre. 45) lantas silenciosas (ME~b2J". 2.). Agir. de inquietação a inquietação. Rio deJaneiro. São Paulo.

não precisa necessariamente estar em ordem alfabética . 3) O sistema numérico . seguido de vírgula e do número da página entre parênteses: "Getúlio e Antônio Carlos procuram contemporizar e se esforçam cada um de seu lado para ver se Washington aceita a idéia de um terceiro candidato" (13. são categorias diferenciadas ~'l Ou só ano entre parênteses: Para Kujawski (1988).: Também neste sistema faculta-se mencionar o indicativo do número da página (p. p. Gilberto de Mello. escreva-o dentro dos parênteses. São Paulo. que. pois era sabido que as referências abreviadas com siglas sempre diziam respeito à obra de Clarice Lispector. em ordem crescente. Ela é determinada. é preferível (13) p. em última instância. No lugar de cada uma das referências bibliográficas do texto coloque o número que a referência recebeu na bibliografia. No entanto optar por conservá-Io resulta no ganho de evitar o embaralhamento de números. 7. Ática.) li ti 111 ~. Veja um exemplo com o número destacado por tipo negrito: 13 CARONE. 1988. 1989. faça as remissivas. 53. Ática. é facultativo o uso de parênteses para destacar o número da referência. Neste caso. coloque a data de publicação logo depois do nome do autor: KUJAWSKI. O arranjo desses elementos pode ser feito de acordo com as seguintes circunstâncias: a) Quando o autor já foi citado. 103). é facultativa a menção do indicativo do número de página (p. pela política" (1988.embora seja preferível estar -. básicos deste sistema. 1988). 64). Revoluções do Brasil contemporâneo. Podem aparecer . b) Quando o texto já deixou claro que se trata da mesma obra.O nome do autor. 4) O sistema de autor e data . neste caso. em vez de (13. que também é remissivo à bibliografia. pontos ou algum recurso gráfico para realçar os números sem outros sinais. o sujeito da crise é a modernidade. pode-se grafá-Io em versal-versalete ou em caixa alta-ebaixa. . (Série Temas. (S'érie Fundamentos. para facilitar a identificação da referência. Adotá-Io ou não adotá-Io é um procedimento que tem de ser sistematizado em todo o livro. acrescente a data e o número da página entre parênteses: Segundo Kujawski. o número da página entre parênteses: Nesse texto. p. basta dar. da seguinte forma: Primeiramente. 1922-1938. 64).102 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 103 Neste modo simplificado de citação. Assim. São Paulo. "todos sabem que a economia não é domínio soberano. travessões.4. Não houve também a necessidade de apontar o nome da autora. todas as referências da bibliografia. ele não foi utilizado. I 'i li i: !1 d) Quando não for necessário fazer referência a um número (ou números) específico de página.).Edgard. rev. J c) Quando o nome do autor não estiver explícito nem claro no texto. se for o caso. mas mantenha sempre a mesma opção: 1 1\ Na bibliografia. vem na linha e no mesmo corpo do texto. Apenas o número referente à página apareceu ao lado da sigla. No exemplo da obra de Benedito Nunes. 101). Esse número. pode ocorrer o seguinte: Autor e ano entre parênteses: Crise e decadência (KUJAWSKI. 64).~ "Todas as crises setoriais eclodem no meio social e são vividas socialmente" (KUJAWSKI. a data de publicação da obra e o número da página são os elementos li Observe ainda o seguinte: a) Na bibliografia. procurando explicar as raízes da crise.) r . 102). ed. numere com algarismos arábicos. A crise do século XX. a remissiva. Kujawski encontra" outra corrente de intérpretes" que "insiste em que o princípio geral da crise só pode ser de ordem religiosa" (p.). 1988. p. Depois.Neste sistema as referências bibliográficas do texto são substituídas por remissivas à bibliografia.desde que uniformemente os próprios parênteses.

ibidem. Ática. . Se o autor ainda não foi identificado. 1988. São Paulo. p. 87). São Paulo.1990.) . 81. História da música. separados por vírgula: "Coerção e repressão foram as bases de sustentação do escravismo e explicam a grande duração do mesmo". ~ ~ ~ I MONTANARI.104 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliogrãficas e bibliografia 105 b) Se um autor tiver mais de uma obra publicada num mesmo ano. s. oberto de Oliveira. N a bibliografia. a autora conclui que" é fundamental que a escola e os professores compreendam que ensinar por meio da língua e. de Magda Soares (6. 2) Referências a obras já citadas . p. i i I -i .. A partir da análise das relações entre linguagem. mas sim o travessão (v. Mas. principalmente. 47. O termo é normalmente usado ao lado de idem: 10 5 Escravidão negra no Brasil. Linguagem e escola . apud TARAllO. ensinar a língua são tarefas não só técnicas. 49. Ática.uma perspectiva social. escola e sociedade. rênteses: faça-o nos pa(RIBEIRO. 1988). São Paulo. 79). ed. 1979b.p. São Paulo. se o texto já esclareceu o nome do autor citado: No entender de João Ribeiro. As diferenciações regionais reclamam estilo e método diversos" (apud TARAllO. 8.Substitui o nome do autor quando a referência precedente diz respeito a obra do mesmo autor: 7 Referências com parte parte em nota no texto e 8 AZEVEDO. São Paulo. 1990. mediária: é normal referir-se apenas à fonte inter- TARAllO. b) Ibidem (ou ib.Substitui o título da obra citada na referência anterior. p. Não é necessário repetir em nota os elementos de uma referência que já estão inseridos no texto. se a referência integrar-se a textos comentados. 1989. p. Ática. Tempos lingüísticas. p. v. São Paulo.55. Idem. As figuras de R linguagem. O mulato. mas também políticas" (p. ed. . Não use idem na bibliografia. 87). A nota começa a partir dos elementos que faltam. diferencie as datas de cada título juntando-lhes letras minúsculas. é preciso adequara pontuação da nota à pontuação do texto: Sobre a prática de ensino comprometida com a transformação social. 1990.. ed. "a nossa gramática não pode ser inteiramente a mesma dos portugueses. registre ~' F 1) Primeira ocorrência . São Paulo.A primeira referência a uma obra deve ser completa. 1987. Ática. O cortiço. com todos os elementos essenciais. Se a referência estiver isolada.j' Referências em notas exclusivamente c) No caso de não existir a data de publicação. Idem. os seus elementos são dispostos e pontuados como na bibliografia: 4 J d) Quando ocorrer citação transcrita de fonte intermediária. Fernando. Valdir. Ática.) . tanto no texto quanto na bibliografia: 1979a. 112. informe entre parênteses a fonte intermediária precedida de apud . 109). da Idade da Pedra à Idade do Rock. Ática. Ática. 1991. itinerário histórico da língua portuguesa. 11 BRANDÃO. "Falar diferentemente não é falar errado" João. no lugar da data. 1988.As referências posteriores a uma obra citada podem ser simplificadas com expressões ou abreviaturas tradicionais: a) Idem (ou id. p. 23. Aluísio. diz Suely Robles Reis de Queiroz5. p.d..

. Adonias.júnior."""'"'. substantivos em alemão. p. Iniciação ao teatro. 79.) . são os pri- . os casos de organicidade da palavra (nomes próprios.João da Cruz e. CASTElO BRANCO.As partículas delta. 3. Seguem-se particularidades itens de uma referência. m. cito (= opus citatum) citada: 2 Substitui título de obra já ~ Nome do autor O nome do autor.. a referência pode ser feita na ordem direta ou pelo próprio designativo: ADONIAS FILHO. é claro. Jean de. inferno i ensaios de crítica literária e ideológica. I ~ {t 1f 1) As designações Filho. que é o sobrenome paterno: GARCíA MÁRQUEZ. Neto e Sobrinho comparecem de- Se o nome autoral não tiver prenome. cito . . Alfredo. são. São Paulo. em regra. 5 I I 'oi' '" i ~-' .ressalvando. Gabriel. 36. Assim.A entrada da referência é dada pelo primeiro sobrenome. 1986. seguido de vírgula e do prenome em tipo redondo normal: ALMEIDA. di. MAGALDI.Mário de. em lugar de op. Galvano. Caio.Os artigos le ou Ia e a contração meiros elementos do nome: LA FONTAINE. Camilo. •• """. Sábato. Pedro. conforme já visto em várias passagens. São Paulo.ri. 9 Havendo mais de uma obra citada do mesmo autor. Alfredo. Charles. podendo abreviá10 com reticências. I b) Italiano . cito é melhor repetir o título.contraria norma oficial do "Formulário ortográfico". ed. porém. SOUSA. Reflexões sobre a arte. adjetivos pátrios em inglês. du c) Francês .' t " -A•• . b) Os sobrenomes compostos que contenham elemento adjetivado: SOUTOMAIOR. Ática. BOSI. Atualmente.. São Paulo. e colocar ao lado dele a abreviatura cito . Ática. etc.Galvano della. 1989. % 7 2) São inseparáveis: a) Os sobrenomes ligados por hífen: J . Especificações sobre os elementos . pois do sobrenome: PRADOJÚNIOR. geralmente. colocadas depois do prenome.. Reflexões .". recorre-se a remISSIvas: VOLPE.. a tendência é colocá-Ias antes do sobrenome." b"""'. As particularidades sobre o nome do autor deverão ser levadas em conta também na elaboração de índices onomásticos. na bi_bliografia ou mesmo em índices onomásticos. O emprego de letras minúsculas nos títulos de obra . MAGALDI. op. mas trata-se de praxe já largamente difundida e aceita.r 106 "'~""~~.. José Américo de. entre vírgulas: 1 BOSI. 107 I c) Op. BOSI. Du Bos. sobre cada um dos principais 3) Autores estrangeiros a) Espanhol . p. 90-1. cit.. etc. ver DELLAVOlPE. degli. 1988. Ática. 3. ed. Céu. p.essenciais Não é demasiado recordar que as especificações abaixo deverão ser aplicadas com rigor à bibliografia e servir de base à preparação de referências localizadas no texto ou em notas. ~ SÁ-CARNEIRO. inicia a referência: sobrenome em versal-versalete. se preciso. FILHO.

composto em versalversalete nas partículas iniciais (artigos. Gustavo Guimarães. não inicia a referência. quando. Jean et alii. I Título da obra pela autoria de uma obra 6) A entidade coletiva responsável inicia a referência: ACADEMIA BRASILEIRADE LETRAS. Seuil. os títulos de partes de obra e de artigos. f) Chinês . encontrar-se o nome etc. Ática. Alexander von..). ENCICLOPÉDIA Espasa-Calpe. a referência começa com o título. Thomas. preposições. Se se tratar de dois autores. use um travessão a partir da segunda referência para substituir o nome do autor: TODOROV. Seuil. 4) Mais de um autor: a) Dois autores dos autores: Usa-se o sinal & para ligar os nomes Alberto RABAÇA. Literatura brasileira.. Paris. Ministério das Minas e Energia. Dean.108 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 109 d) Alemão . ed. Eugene. e na primeira palavra significativa: A ALFABETIZAÇÃO em Ubatuba. use & entre dois travessões: FARACO. enciclopédias. Paris. CHANSON de Roland.i RAMO.O nome é dado de forma direta. Departamento de Administração. Norma NB-66. do diretor. 4. são colocadas depois do prenome: HUMBOLDT. viatura correspondente Cedo . f.basta a vírgula: Gramática. a) Se a entidade autora é também editora. e) Inglês . Afrânio. Rio de Janeiro. São Atica.As aposições escocesas Mae. Simoni WOOLDRIDGE. enunciase a hierarquia a partir do órgão superior: BRASIl. é composto em itálico. 7) Não existindo autor explícito . 1978. Carlos & BARBOSA. Carlos Emílio & MOURA. Tzvetan. & . do compilador. vom. precedem o sobrenome: O'Nm. etc. na bibliografia. O título deve ser transcrito literalmente e. 5) Quando. ~_. se houver. escreva a abredito .caso de obras anônimas. 1988.) depois do . .. artigos de jornais e revistas não assinados -. c) Mais de três autores et alii : DUBOIS. São Paulo. b) Três autores . b) Se a entidade for subordinada a outros órgãos. van (esta holandesa). Na transcrição . veja o passo seguinte): GRABBE. etc. sem mversão. 1973. ed. sem o recurso de parênteses COUTINHO. 1984. Me eM' (= filho de) e a irlandesa O' (= neto.As partículas von. M. Paulo. do editor. DE QUINCEY. rev. . no lugar do nome do autor.comp. 1990. pois o sobrenome já antecede o nome: MAO TSE-TUNG. prenome. Indica-se o primeiro seguido de Poétique.Emprega-se o ponto-e-vírgula entre os nomes dos autores. e ampl. se for necessário transcrever todos eles (se não for. Francisco Marto de. Compõem-se em redondo os títulos originais (no caso de tradução).. de Ia). descendente). etc. Eugene 8) Quando ocorrer na bibliografia uma seqüência de referências a obras do mesmo autor. l w ___ o Critique de Ia critique. não é necessário mencionar o editor nas notas tipográficas: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRADE NORMAS TÉCNICAS. bem como as preposições de origem francesa (de.

No texto ou em notas com referências parciais ou simplificadas (como se faz neste trabalho) estes títulos devem ser realçados com aspas. 3) O subtítulo. Notas tipográficas (imprenta) Ao escrever o subtítulo no texto ou em notas comentadas. melh. 4) Nas publicações traduzidas. São Paulo. mulheres do campo e da periferia de São Paulo. 43. e não: Madri. 3. Fundação Getúlio Vargas. Trad. Trabalho e sobrevivência. Ática.) 1) Título iniciando a referência na bibliografia: a) Livros. e ampl. ed. Verl. Número da edicão # 1) O número da edição é indicado pelo arábico correspondente. nomes de meses em inglês. rev. o emprego de letras maiúsculas restringe-se apenas ao primeiro termo (partícula ou palavra significativa) e. etc. e não: Londres. Ática.) Original inglês. 1989. é preferível grifá-l o juntamente com o título principal ou colocá-Io entre parênteses ou arranjá-Io de tal forma que não prejudique a fluência de leitura (v. à exceção dos títulos de periódicos e de coleções ou séries. Nação e consciência nacional (Imagined communities. As partículas que não estiverem no começo do título são compostas em versalete: REVISTA BRASILEIRAE ESTATíSTICA. São Paulo. obert L. se houver: GUIDE des centres nationaux d'information bibliografique. bem como a partícula inicial. trad. Estudos Políticos. 1988. são compostos em redondo: ZAGURY.Emprega-se o versal-versalete em toda a extensão do título de periódicos. 94 e 105). Paulo. A natureza e a lógica do R capitalismo. 9. 1989. A PREVIDÊNCIAocial no Brasil. seguido de ponto e da abreviatura da palavra edição no idioma original: 3. In: MAGALHÃES. Aluísio et alii. São Paulo. Benedict. etc. 2. ed. Técnica de tradução. se não se apresentou o título original na referência: HEILBRONER. folhetos e artigos . Rio de Janeiro. Editoração hoje. Ática. 1989. vem precedido de ponto-e-vírgula e deve ser composto em redondo: MELLO. 2) Os títulos de partes..): IANNI. e ampl. 2.. o nome do tradutor e outros colaboradores da obra logo depois do título: CERVONI. Madrid. Ática. éd. Octavio.. substantivos em alemão. Eliane. 2. çmtros acréscimos ao número da edição devem ser informados por meio de abreviaturas: 2. Ática. A enunciação. ed. Lólio Lourenço de Oliveira. se necessário: a) Menciona-se o título original (em redondo e entre colchetes) logo após o título da tradução: ANDERSON. quando não iniciam a referência. bem como os artigos de periódicos. às palavras que exigirem o emprego de maiúsculas (nomes próprios. Sylvia Leser de. L. A formação do Estado populista na América Lafina. Valter Kehdi. 1981. Trad.110 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 111 do título. 2) Se existirem. São Paulo. obviamente. 1988. Garcia dos Santos. se necessário. s b) Pode-se informar o idioma original.Jean. quando for necessário citá-Io. São b) Periódicos . . p. 83-93. 1) Local de publicação a) Reproduz-se o nome da cidade tal como se encontra na publicação: London. tb. p. capítulos.A primeira palavra do título deve ser impressa em versal-versalete. rev. (Série Temas. ed. (Série Fundamentos. reflections on the origin and spread of nationalism]. D 5) Acrescenta-se.

2. nos casos em que a supressão possa prejudicar a clareza: Ed. cita-se apenas a primeira. e não: Editora Ática S. b) De obra coletiva: KAFKA. 1990. do Brasil. forneça-o entre colchetes. d) Se o nome do editor não constar na publicação e puder ser determinado. f .Se o local. 2) Editor a) Transcreve-se o nome do editor tal como figura na publicação. Brit. ~~ 'l' . Othon M. se não for possível a identificação. Ática. etc. se não for possível a identificação. c. ed. Alfredo. 1987. A erudição e a cultura nas constituições brasileiras. Preparação Getúlio dos originais. Ática. v. forneça-a entre colchetes. 109). 1989. forneça-o entre colchetes. b) Dois editores estabelecidos em locais diferentes são relacionados da seguinte forma: Brasília/São Paulo. Rio de Janeiro. In: o Comunicação em prosa moderna. indique sol. Livraria José Olympio Editora José Olympio.lfev. Filosofia do espírito. v. indique s. 395-407. indique s. c) Se a data não constar na publicação e puder ser determinada.A. Francisco org. . lista de abreviaturas na p. 2. Ed. suprimindo-se apenas a parte que designa a natureza jurídica ou comercial: Ática. contos universais. Vargas. Ática. São Paulo. a seguir) o d) Se o nome da cidade não constar na publicação e puder ser determinado. In: TCHEKHOV. 154). In: .'~' Modelos Abaixo vão especificados modelos de referências bibliográficas segundo o tipo de publicação: Livros 1) Considerando um livro todo: SANT'ANNA. Ed. indique sod. 1988. org. São Paulo.13 - Referências bibliográficas e bibliografia 113 b) Se a cidade for homônima de outra. b) As datas consecutivas jan. São Paulo. Cultura brasileira. Great Britain ou Gt. 70. 208-18. 1988/jun. ed. Fundação p. jul.~~. São Paulo. 1972.n. Um artista da fome. In: WEFFORT. 1973. a não ser que se trate de dois editores estabelecidos em cidades diferentes (vo item "Editor". 4) Ausência de notas tipográficas . Affonso Romano de. 7. são ligadas por barra: :f c) Havendo mais de uma cidade relacionada na publicação. p. HEGEL. p.Franz. o editor e a data não aparecem na publicação.p. Universidade de Brasília/Ática. BOSI. juntam-se os nomes dos respectivos estados ou países. temas e situações. Para gostar de ler. c) Não se repete o nome do editor se ele já é tratado como autor (vo p. Anton et alii. e não: nem José Olímpio. 115-48.edo 3) Data de publicação a) Abreviam-se os meses de acordo com o idioma de publicação (v. abreviadamente. Os clássicos da política. Berkeley. se não for possível a identificação. Cal.t.. Análise estrutural de romances brasileiros. Ática. 83-91. 2) Considerando parte de um livro: a) Do mesmo autor da publicação: GARClA. 1989. Mas esses designativos devem ser mantidos. 11. abreviando-os se for o caso: Berkeley.

Elon Lages et alii. Rio de Janeiro. 1966. Judith. Mimeogr. 1977. O senhor embaixador. A tradução no Brasil. v. 8-11. Artigos de iornais Jornal ADIADOS investimentos de indústrias do setor de papel. José Paulo. da Tarde. 1962. 1990. Anais . Número especial. SPALDING. Salvador. novela. GROSSMANN. Rio de Janeiro. 1966. Rio de Janeiro. 1983. Érico. Dissertação de mestrado apresentada à Coordenação de Pós-Graduação em Ciências Humanas. 1973. 1) Referência a um número determinado da publicação: ANHEMBI. Fondo de Cultura Económica. 295-300. Governo do Estado do Paraná. 3) Referência a artigos de periódicos: RONCARI. Aguilar. p. 348. 46. Publicações de congressos Separatas 1) De livros: MUNOZ AMATO. n. Vivaldo da Costa. n.Centenário de Eça de Queiroz.. Pedro. um estudo de relações intergrupais. In: CONGRESSO DA HISTÓRIADA REVOLUÇÃO 1984. v. 1966. p. Folha de S. U FBA. Bibliografia da revolução federalista. 1. As traições Paulo. NATAl!. 78 (1): 45-7. Esboço da situação da matemática no Brasil. ago. Separata de Ciência e Cultura.114 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 115 3) Considerando um livro de obras reunidas em um ou mais volumes de um mesmo autor: VERísSIMO. Rio de Janeiro. Unidades narrativas. 40-8.. 55 p. 1955. Teses e obras mimeografadas LIMA. México. romance. 2) De periódicos: LIMA. mar. São Paulo. Planeiamento. Salvador. A família de santo nos candomblés ieie-nagôs da Bahia. DE 1944. 8. Curitiba. Paulo. 6 novo 1990. Folhetim. 18 set. São Paulo. Publicações periódicas v. João Batista. p. PAES. p. Folha de S. 8. Walter. Sermão. 31. 1955. 8 set. romances e novelas. 1945. Ilustrada. 136. 1984. São Paulo. In: o Ficção completa. mar. 405/406. 2. 747-1 094. Ciência Hoie. Luiz. Curitiba. n. Capo 3. UFBA. 1944. Separata de Introducción a Ia administración pública. . conto. 2) Referência a um número especial com título: DOM CASMURRO.. p. folhetim e crônica: três gêneros 77 (65): fora do lugar. São Paulo. da tradução. FGV/EBAP.

6) Para reproduzir A campanha literalmente um dístico. P. Mas o uso fez desse preceito letra morta. no "Formulário ortográfico". Paulo). Nova Fronteira. 49). aos seguintes casos: 1) indicar a supressão de letra ou letras no verso: c'roa. 3) indicar a supressão de vogal em palavras compostas ligadas pela preposição de: galinha-d'água. Nas combinações pelo e pela . etc. Stein (pedra). configurando uma abreviação do título (v. o apóstrofo não deveria ser empregado para marcar a combinação de preposições com artigos que antecedem títulos de obras em geral. etc. (leite de Vasconcelos 1. (j e Ü. Entretanto. se forem feitas referências sucessivas a uma mesma obra. 106): Notícia publicada no (ou pelo) Estado (ou Estado de S. Nova gramática 2. . são escritos com Deutschland (Alemanha). depois da primeira ocorrência. 2) Todos os substantivos. offnen -.. p. oe e ue.Fluegel (asa). a preposição antiga per é que deveria participar dos desdobramentos (Notícia publicada per O Estado de S. p. Reichtum (riqueza). Flügel -. lema ou slogan: "O petróleo é nosso". 5) Em termos tomados irônica ou impropriamente: O "milagre" brasileiro. inicial maiúscula: próprios e comuns. Lindley. b) As letras li. respectivamente: Phõnomen -. 7) Para assinalar o significado de palavras ou expressões: No Alentejo fazenda significa "rebanho de gado macho". p. 'star. ou: em O Globo.nass (molhado). 645. se for o caso. p. 4) Nas citações diretas (v.. Aspas Emprego Empregam-se as aspas. Alemão Algumas peculiaridades da escrita latina da língua alemã: 1) Por facilidade gráfica.Phaenomen (fenômeno). Paulo). 41). podem ser feitas as seguintes adaptações: a) O sinal 13 é representado por ss: V. SOSRE A naj3 -. D1vtS'~O SILÁSICA. Paulo. do português contemporâneo. podem ser transformadas em ae. ed. Rio de Janeiro. n'O Globo. É natural que se escreva: Notícia publicada por O Estado de S. Wilhelm (Guilherme). p. o artigo do título pode ser suprimido para contrair-se com a preposição. ou: de Os lusíadas. permitindo-nos escrever d' Os lusíadas. 11O). Celso & CINTRA. paud 'arco. p. etc. com trema.oeffnen (abrir).) 1 Apud CUNHA. 'teve. Straj3e -. 11.de per + 10(0) e per + la(a)-. principalmente: 1) Em nomes de divisões ou partes de um livro e em notas com referências bibliográficas parciais (v. tb. 2) Em nomes de obras musicais (v. 3) Em casos restritos do discurso direto (v. 1985. mas isso seria um contra-senso. 79). 2) reproduzir certas pronúncias populares: 'tá. O apóstrofo tem emprego limitado.Strasse (rua).14 - Padrões complementares 117 14 PADRÕES COMPLEMENTARES Por força dessas restrições.

••.. "•.. pois.. cclno os outros.. consiste naessa chamadal~ nversão ação verbal }lomo língua da comunicaferem não raro melhor focalitão não há um objeto direto para opor... -' "". 1989.•••..~mámuaãi1çãnã'fíâtureiá·êíes~~s dois argumentos.:ié.. num mundo em que a Revolução Inglesa já havia tido êxito e se expandido.. Tempos lingüísticos. Paulo. Espanhol Duas observações sobre a pontuação: 1) No enunciado interrogativo há um ponto-de-interrogação invertido no início e o ponto-de-interrogação normal no fim: ZCómo te lIamas? Entretanto.. e não._.118 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 14 - Padrões complementares 119 As aspas simples ou semi-aspas As aspas e a pontuação Usam-se as aspas simples (' ') para destacar trecho (ou trechos) já aspeado no original de uma citação ou de um texto qualquer que se transcreve entre aspas (duplas): !·'.-".. ! Em The Break-up of Britain.. e mais do sujeit~quandoa tema literária.. '. 169.O<""'~.. . . I . i Qué maravilla! Apenas ele [o sistema britânico] representou um~rescil mento lento e convencional o prMduto de invenção deliberada..'~. preda especial~te ção.·.. "... Os nomes terminados em ão fazem o plural com ões. Benedict..~"~... Sobrevive e fortemente atua.. p. põe-se o mesmo sinal de pontuação que separa os vários elementos de uma enumeração: Comprei livros. Atica.."".. "_.. se for adotado o recurso de defesa (v..~..) "Por que não nasci eu um simples vaga-lume?" (Idem.~."d'(jk'dtáa:!I.." ....~~êe'ssãiíâméi'íIe._.._é_'·'_"'''''l.~" .~.• ".~""""..~"...·..." (Machado de Assis. o mecanismo da concordância pode entrar em ação" 12. "."'''''~''''_~''''''~''"~.... ímpIICa.teoriP resulMnte de uma Chegando depois.".f~.. ...-... que havia Por ter sido a primeira...•."....."''~'''''''-\.".. . 1990._.~.."" •.·..~.•.... São Paulo. 83).".• ""·"··"..•~ •. -''-·. .."... mesmo com objeto direto. Para os adjetivos qualificativos \limos que a posposição c()l)stitui a ordem não-m~..'a.. . que Por isso. O princípio funcional a que Câmara Junior havia feito menção acima pode também aqui voltar a atuar: "Não obstante..) 2) Se apenas parte do período estiver entre aspas. i Antes de ele.•......_. . etc._'""~'"''''''''... pão... p. ...""""'''.. ". 149....-. ~....18 elatJbado seu constitucionalismo golpe os frutos da experiência correr de vários sécuno do Estado. ReprodlJZido de: ANoERsoN. Reproduzido de: TARALLO...... Tom Nairn diz algui mas palavras preciosas a respeito do relacionamento en. tre o sistema político britânico e os do resto do mundo moderno: 1 I 2) No enunciado exclamativo há um ponto-de-exclamação invertido no início e o ponto-de-exclamação normal no fim: /. ao sujeito ou quando. pela colocação.. " Rosa" o sertão está em toda parte"... • -.. e a pontuação I 10Ç) . iJíffp... Etc. as sociedades burguesas posteriores não puderam repetir esse desenvolvi'~. ães e ãos: razão..n:a\4!.."~..""~.eníliá . "o professor" de acusativo passa a nominativo. __ ·'·'--"·""''·'''''''''"·'''·''····"'·-"..". no sistema português uma tensão entre ordem não-marca da e ordem marcada.../··. ."./'''''''~''''''''''''''~''' ._.. ••""".. Ática... Sãa .0 .. isto é.~-.."". . o sinal de pontuação fica fora delas: Para Guimarães .. com supressão das aspas iniciais e finais da citação... Nação e consciência nacional. etc..~-"""..._. e "a menina" de nominativo passa a acusativo.~..". p..".' ""../""""" ."'''' .' iTO:5''''j ..."""-g. cadernos. "..... lápis. razões. mão.. a anteposição do verbo tem um valor estilístico muito nítido..... mantém-se entre aspas duplas aquilo que originalmente se encontra aspeado: ç 'ÇÚ~..~_ .._. esses outros Qentaram resumir de um s..'<""~_'" ../'''''''''...manteve-se distinta.-.....••.'.. o sinal de pontuação fica dentro das aspas: "Ao verme que primeiro roeu as frias carnes do meu cadáver dedico com saudosa lembrança estas memórias póstumas......~....-·.~... pães./. '''" 1) Se o período inteiro estiver entre aspas.---. ... Fernanda.. ...._•• e""'. a língua coloquj .. Por terem chegado em segundo lugar. mãos.""._ -../··"'·""~·'v·"·"".. a experiência inglesa .....~.·ú·a::.íliâ·rr.._..._.depois britânica .""..·\. para 9_Slljeit9doJ ." ... .....

usa-se o hífen em combinações simétricas do tipo: Acordo Brasil-Argentina. Sir. excetuando as partículas (preposições. p. geralmente: March. ao por- (Neste caso. Trás-os-Montes. p. 3) Se a palavra inteira for escrita com letras maiúsclas. Vice-Presidência 4) Em palavras e expressões estrangeiras incorporadas tuguês. ou grifo. da República.) entre ele Nos nomes próprios e intitulativos compostos ligados por hífen. estrada de ferro Santos-Jundiaí. o hall do elevador. PÂTE. etc. O título Lord. 3) Na nomenclatura científica (v. 110. trajeto Mauá-Cascadura. todas as palavras são escritas com iniciais maiúsculas. os acentos devem estar presentes: ÉLÊVE.): Grã-Bretanha. e não do hífen. 49). como em palavras compostas. Hifen e travessão Além de outros empregos. escreve-se com inicial minúscula (lorde). revistas. tb. Englishman. A Ia fin de Ia semaine. . Lady Diana. Sunday. 2) Em subtítulos. o travessão deve vir sem espacejamento e as palavras que une. em encadeamentos vocabulares do tipo: ponte aérea Rio-São Paulo. um show de rock. conforme o exposto na p. jornais (v. 47). principalmente no que se refere à abundância de acentos gráficos.121 120 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 14 - Padrões complementares Francês Um texto em francês deve ter sua ortografia rastreada com muito cuidado. p. 96 e 109) e obras de arte em geral (v. Pantanal Mato-Grossense. Ressalte-se ainda que: 1) É facultativo o acento agudo no Émile ou Emile. 4) Os títulos nobiliárquicos: Lady. PÂTÉ. tal como o hífen. December. além dos nomes próprios: 1) Adjetivos referentes às nacionalidades: Brazilian. os títulos ingleses de nobreza não devem ser destacados graficamente: Sir Winston Churchill. I táUco (grifo) Mas é de rigor o emprego do travessão. e Inglês Escrevem-se com inicial maiúscula. quando aportuguesado. maiúsculo: 2) Os nomes dos meses (v. 3) Os dias da semana: todos Wednesday. é usado: 1) Nos títulos de livros. Junto a nome próprio. integração professor-aluno. conjunções. 154): 2) Não se acentua o a maiúsculo. O itálico. p. mas ainda não aportuguesadas: Designar ad hoc.

é a letra que resulta de qualquer processo de composição. também de desenho vertical: b) As abreviaturas e expressões latinas usadas em bibliologia (v. de desenho vertical: Exemplo de linha composta em redondo. b.recebe de 8eatriz o convite para contemplar o mundo inteiro a seus pés . p.Tipo normal. 8) Versalete . 4) Bold-itálico (ou grifo-negrito) - Combinação do bold com o itálico: Exemplo de linha composta em bold-itálico. porém. c. "presso all'ultima salute" . de altura idêntica à das letras minúsculas: EXEMPLO DE LINHA COMPOSTA EM VERSALETE. p. sob o signo de Gêmeos. ].. 5) Caixa baixa As letras minúsculas: 0'0 a. as aspas e o tipo normal do texto nas citações de trechos em língua estrangeira: Dante. . C. que. diz-se que a palavra deve ser composta em caixa alta-e-baixa: Exemplo de Linha Composta em Caixa Alta-e-Baixa. Os tipos que apresentam as mesmas características. grifadas. EM . 150) dispensam destaque gráfico: são escritas no tipo normal do texto.o das estrelas fixas. genericamente. Exemplo de linha composta em negrito. constituem um conjunto denominado família. 2) Itálico (ou grifo) Tipo inclinado para a direita: Exemplo de linha composta em itálico.__ T'ipos e corpos Tipo Algumas famílias importantes Baskerville Bodoni Futura Para indicar que uma palavra deve ser escrita com inicial maiúscula. 3) Negrito (ou bolá) . o mesmo desenho básico. 6) Caixa alta - As letras maiúsculas: A.) 1) Redondo (ou romano) . no canto XXII [. diferenciam-se dos prefixos análogos do português (v. Excetuam-se as formas autônomas infra e supra. 7) Versal A própria letra maiúscula. B. em quase todas elas podem ser encontrados os seguintes tipos: Para indicar que a palavra deve ser escrita com a combinação dos tipos versal e versalete.Tipo mais grosso que o redondo... diz-se que a palavra deve ser composta em versal-versalele: EXEMPLO DE LINHA COMPOSTA VERSAL -VERSALETE. mas com tamanho reduzido.O tipo versalete é a própria letra maiúscula. 97).. tendo subido ao oitavo céu . mas. As famílias são muito numerosas. ou caixa alta: EXEMPLO DE LINHA COMPOSTA EM VERSAL. mais claro. English Times Univers Tipo.122 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 14 - Padrões complementares 123 a) Usam-se. independentemente das características de cada uma. (Alfredo 80si. 5) Para enfatizar palavras ou expressões: O termo esquerda é utilizado ...

tem uma altura aproximada de 3.. O revisor de provas (daqui por diante só revisor) teria por incumbência o cotejo da prova com o original sem compromisso com o conteúdo do texto e limitado apenas aos erros tipográficos. 15 o PROCESSO DE REVISÃO DE PROVAS Exemplo de linha composta em corpo 10. Deveria posta em corpo 36. mesmo com uma só letra. deveria conhecer cada data de livro de história e ter ademais Íntimo convívio com a significação e a feição de cada palavra do ou fora do Dicionário inglês de Oxjord. Deveria conhecer cada frase de Shakespeare ou da Bíblia e estar em condições de pinçar qualquer falsa citação vertente.376 x 10). ]. Pelo sistema de medidas tipográficas denominado Didot.76 mm (0. Deve ser hábil para ler o mais carunchoso e ilegível dos manuscritos. medido em pontos. como os doutores. corpo 72. Deve ter olho agudo e mente aberta para reconhecer num átimo as cacografias. um tipo de corpo 10. tem uma expectativa que vai mais além.e os autores. por exemplo.376 mm. Exemplo de linha composta em corpo 6. o perfil ea linha composta em corpo 24. tomam-se os dizeres de SeánJannet citados por Antônio Houaiss: As qualificações requeridas dele são extensas. Idealmente. . Para esboçar o perfil ideal do revisor. Assim. cada ponto corresponde a aproximadamente 0. voltada para a qualidade do produto que põe no mercado. mas aqui se refere à revisão de provas.124 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Corpo Corpo é o tamanho de um tipo. e deve reconhecer os desenhos dos tipos que se lhe apresentam. e lê-Io corretamente . Deve ser capaz de grafar quase tudo sem recurso ao dicionário [. função do revisor A palavra revisão tem em si grande carga de significações. possuem notoriamente vezos arbitrários e desarrazoados. a editora. Exemplo de linha composta em corpo 12. Apesar de manter em seus quadros preparadores de originais e outros profissionais que permitiriam que assim fosse considerado o trabalho do revisor..

sobre política. digamos. do manuscrito ou do original I Elemento$ de bibliologia. d) Gato. o Os erros 1) Os erros . por certo. os de erros maiS comuns sao: a) Salto.Na linguagem dos revisores. linhas ou parágrafos. p. essencial em seu trabalho. observando [. Na maioria das editoras de hoje não existe propriamente a figura do leitor. De fato. 79-80. palavras. inversão indevida de sinais. se for o caso. O leitor é então chamado a ler alto. ] o que quer que seja que possa comprometer a boa reputação da casa [.e. e detém também um' armazenamento de fatos apreendidos dos livros que reviu. troca indevida de uma palavra por qualquer outra. letras. vigiando os erros tanto da composição quanto do leitor. letras.. como já vimos.e sobre arte também. . largo conhecimento da tipografia. 126 o 15 LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO O processo de revisão de provas 127 conhecer tudo sobre religião comparada e tanto sobre economia. O pequeno erro tipográfico que escapa à revisão é também conhecido por piolho. É ainda a Jannet a quem se recorre para descrever sucintamente a tarefa do revisor: dactilográfico do autor. e também zelar por que os enganos do próprio autor sejam evitados. a atenção deste. as provas de paquê [conjunto. Ibidem.i. linhas ou trechos.. qualquer livro deverá ser lido antes em sua inteireza pelo revisor. c) Pastel. evitando as letras de fontes estranhas que se possam ter infiltrado no texto composto. enquanto o revisor acompanha as palavras da prova.. 2. [.e.. i. cujo valor seria maior se pudesse falar e escrever.. Num paradigma. e geralmente tem. O revisor faz o que pode e não raro fá-Io surpreendentemente bem. de linhas de composição tipográfica amarradas por um fio] chegam ao revisor junto com a parte do original correspondente. v. e também do autor. ainda não paginado.e. b) Piolho. duplicação indevida de sinais. Não é necessariamente um velho. A tarefa descrita acima é desempenhada por duplas de revisores. i. ]. cit. arcado ao peso dos anos. i. A tarefa do revisor é descobrir quaisquer erros que tenham sido cometidos na composição e dar instruções para sua correção. deveria ter o mais amplo conhecimento.. que existe. ] Deveria ter. frases.. qualquer omissão involuntária de letras. chamados leitores. palavras.. sobre ciência quanto possível -'. composição . seria ele um louco se não encontrase. ato contínuo. v. comparando-as com as da leitura. sílabas. De preferência. ou colhidos aqui e ali. um emprego mais rendoso do que numa casa impressora.. sílabas. da experiência e dos graus universitários. linhas ou trechos. 81.. dessa natureza. Cada dupla divide entre si o acompanhamento dos originais e a leitura das provas. p. chamando. há umas quantas moças ou rapazes. 2. pois tudo de que ele possa assenhorar-se é potencialmente útil a ele!... Também é pastel a mistura desordenada de caracteres tipográficos.e. pois esse conhecimento lhe é útil. palavras. Quaisquer erros que forem encontrados são indicados por signos especiais2. 2 Assistindo-os [os revisores]. uma dúzia de línguas. mais. Primeiro.

. o que é pior.. no tempo da rainha dona Amélia. numa mesma lin!Ia. as comissivas são envolvidas por um círculo: ~ poesia místico-religiosa Guimarki}is. houver outras correções. Veja um caso de gralha relatado por Eduardo Frieiro. " etc. cit. mas. p. E não só por um cochilo. Para evitar isso.e. de Alphonsus de 3 Apud Emanuel Araújo./\ I!')fi V \. sobre o tipo de correção desejada. por provocar um erro novo. etc. O responsável foi punido e no dia seguinte saía a retificação: "Por um lamentável erro de revisão". dizia. o revisor imediatamente perceberá que a diferença entre as datas não é só de 30 anos. Uma delas está incorreta."l' A~__ \ é..128 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 15 - O processo de revisão de provas 129 e) Gralha. etc. . verificação a arriscar-se a fazer uma correçao ImpreCIsa. p. Apenas apontará as eventuais divergências para verificação posterior. da língua .Quando precisar recorveja o que se disse sobre ortografia à 1) Sinais convencionais .O revisor nem sempre tem em mãos a obra na totalidade. o cumprimento de prazos ou razões de caráter diverso. de todos os outros casos semelhantes ou que justifiquem a alteração. "demos ontem a notícia de que Sua Majestade a 1àinha . Neste caso.L 2) Sinais explicativos . Para quê? Logo na primeira coluna da primeira página do tal jornal lia-se em tipos fortes: Sua Majestade a Bainha etc. 393. chamada de barra de atenção. dada a sua extensão. quando for possível reunir todo o material.São sinais acompanhados de explicação verbal. e anotar o caso para uma-' posterior .3 c) Desvios de padronização . fazendo uma edição especial muito esmerada em homenagem à soberana. op. aquilo que deve ser corrigido (comissiva). quando não percebe um erro já existente. em que as palavras bainha e tainha aparecem no lugar de rainha: Um jornal de Lisboa. Se. com recurso a sinais convencionais antecedidos de uma barra oblíqua (I).Às vezes o revisor também comete erros. i.. as comissivas serão feitas sucessivamente da esquerda para a direita e na mesma ordem em que aparecem as respectivas remissivas: comIssIvas (margem) 1& b) Imprecisões de correção .Se.· '~.. presença indevida de letras ou sinais virados (erro freqüente na composição tipográfica). 12.. preferencialmente direita. por extenso ou abreviada.Marca-se no texto o lugar exato da correção (remissiva) e na margem. constar no original que a "guerra dos Trinta Anos começou em 1518 e terminou em 1648". Para não ser traído pela memória. se não tiver uma boa fonte de consulta à mão. Então ele não deve fazer emendas de padronização sem considerar a ocorrência. _______ remissi vas (texto) Â _ d~ texto) ___ (" !Lf- S control<1Ie qual/idadel l "i·'r"" !" l/.. por exemplo e por um descuido qualquer. fora de lugar ou trocados. anunciou um prêmio a quem descobrisse um erro de revisão. atente para os seguintes casos: a) Desconhecimento rer a dicionários. do começo ao fim do livro. Os signos ou sinais Os sinais de revisão são de duas espécies: 2) Os erros do próprio revisor . é preferível não corrigir.

Após a conferência de emendas e o decalque das provas. 1 A ESTRUTU RA DO LIVRO IMPRESSO Os elementos que compõem a estrutura do livro impresso podem ser examinados distribuindo-os em quatro partes: material. O logotipo da editora e o número do volume ou da coleção ou série podem também figurar. Na arte-final. se for o caso. onde 3) Lombada . A seguir. Parte material A parte material.Concluído o confronto do original com as provas. Pelo decalque. será mais seguro fazer um cotejo palavra por palavra. O cotejo da arte-final com o original justificase por ser nessa etapa que se fazem montagens ou inserções de novos elementos. ajustando-a de modo a fazer corresponder as linhas de uma prova com as da outra.O dorso (da capa ou da sobrecapa). este trabalho é feito nas provas iniciais de composição (primeira prova) e na arte-final. Quando as linhas de uma nova prova não corresponderem com as linhas da prova anterior. J ~ "-f . não existentes na primeira prova. recorrendo ao original apenas para verificações. capa é a parte frontal do revestimento. que. das remissivas a outras partes do livro e. o revisor coloca a nova prova sobre a anterior.Desempenhado por dois revisores. seguida de um decalque. com uma das mãos. . quando uma prova for paginada a partir de uma prova de microcomputador. a rotina de revisão é a seguinte: 1) Confronto do original com as provas . textual e pós-textual. do livro. em cada linha. o revisor procede a uma conferência técnica da montagem.É a face interna da capa (primeira). geralmente nada se imprime. pré-textual. de tudo aquilo que deve comparecer no livro impresso. esta releitura é de suma importância: tratando-se da última revisão completa. nos moldes descritos acima. sem alinhamentos. é o revestimento externo (flexível ou rígido) de proteção do miolo e pode apresentar ainda os seguintes elementos: . onde constam ao menos o título da obra e o nome do autor. basicamente. enfim. Isso deve ser feito. Os seus componentes são: constitui a parte física Capa A capa. 1) Capa ou primeira capa .Em sentido restrito. ele levanta e abaixa. faz-se outra releitura. apresenta outros tipos gráficos. Em princípio. 2) Segunda capa . a prova superposta e vai acompanhando as alterações havidas. um terceiro revisor faz uma releitura de todas as provas. 2) Releitura individual . 3) Revisão decalcada . mas. conforme menciona-se atrás. por exemplo. normalmente.130 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO As provas e as etapas de revisão Cada etapa de revisão relaciona-se a um tipo específico de prova. ou extratextual.Este tipo de revisão consiste na conferência da correção das emendas pedidas em prova anterior. em sentido amplo. tiram-se tantas provas quantas forem necessárias à limpeza total de erros.

mas.!iVro impresso 133 Quando os tipos (as letras) forem impressos na vertical. miolo ~ /' /" //oorelha quarta capa (o verso desta é a terceira capa) capa (o verso desta é a segunda capa) . o que depende também da espessura do livro.É a face interna da quarta capa. coleções. 5) Quarta capa ou contracapa . Nas orelhas c quarta capa podem distribuir-se informações sobre o livro e/ou o autor ou ainda publicidade de outros livros. As orelhas não comparecem obrigatoriamente em todo livro. 4) Terceira capa .E REVISÃO 16 - A estrutura do .. da editora.A parte posterior do revestimento constitui a quarta capa. etc. onde. podem formar com a quarta capa um conjunto em que se dá continuidade ao grafismo da capa. terão o sentido de leitura de baixo para cima. imprime-se o registro do ISBN (International Standard Book Number). onde geralmente nada se imprime. além dos dados mencionados a seguir.Cada uma das abas (da capa ou da contracapa) dobradas para dentro chama-se orelha. 6) Orelha . quando existem.

por sua vez. que pode ser de papel ou outro material e conter o título e outros elementos de interesse. a cinta pode trazer propaganda ou opiniões críticas sobre a obra. constitui o miolo. Caderno.134 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 16 - A estrutura do livro impresso 135 Sobrecapa Conhecida também por jaqueta. 1 6 13 16 ZL S 4 frente 8 L OL L 1 154 L3 9 2 Cinta Faixa que envolve parcialmente o livro. Os cadernos.-grampeados. . a sobrecapa é uma cobertura protetora da capa. Esquema o de um caderno ou colados de 16 páginas. formam o miolo. é a designação dada à folha de papel que. costurados entre si. dá origem geralmente a oito. impressas em cadernos. . 16 ou 32 páginas. depois de impressa e dobrada. reun~9~s. Miolo conjunto das folhas.

g) Logotipo da editora. .Indicador. subtítulo da obra. ante-rosto ou falso frontispício. conforme o caso.. d) Nome do tradutor. _~g'_r. se houver. . se não for a primeira. Estas indicações podem figurar aquI ou no verso.A estrutura do livro impresso __ . portada. O indicador. Eventualmente também o nome da coleção ou série acompanhado do número do volume.1ANUAl DE PREPARAÇÃO ER_EIJiSÃO 137 o miolo pode apresentar ainda os seguintes elementos: Parte pré-textual Precedendo o texto propriamente dito. 2) Indicador ou dedeira . c) Título e. O marcador avulso geralmente se presta também a outras finalidades. página de rosto. preferivelmente. e o logotipo da editora. pode ser uma projeção cartonada. encontram-se os elementos pré-textuais. ou dedeira. e) Número do volume. Geralmente contém os seguintes elementos: 1) No reto (página ímpar ou frente): a) Nome da coleção ou série e o respectivo número que o volume tem na coleção. na seguinte ordem: 1) Marcador . f) Número da edição. é impresso ou entalhado nas bordas do miolo.Trata-se do marcador da página de leitura. na parte superior da página. o olho é conhecido ainda por falsa folha de rosto. Indicador com unha Frontispício Ou rosto. Marcadores avulsos Olho ~ Primeira página de algumas publicações. conforme o caso. uma cavidade (unha) ou outra forma qualquer que faça sobressaírem elementos que servem de índice de dedo em determinadas publicações. folha de rosto. cuja apresentação deve ocorrer. Nele comparece apenas o título da obra. se existir mais de um. organizador ou prefaciador. Mais raramente figura aqui o nome do autor. o qual tanto pode ser uma fita ou linha presa na parte superior da lombada como pode ser uma tira de papel ou de outro material fornecida avulsa. na parte inferior.136 16 . b) Nome do autor. Há casos em que esses créditos são mencionados no verso.

. 16 26 41 41 e a "chaga 49 61 o Rio de Janeiro no século XIX: população e desenvolvimento Dedicatória Palavras com que o autor oferece o livro a alguém. Regulamentação ou não da prostituição? Um debate entre médicos. unem-se aos títulos por fios ou linhas pontilhadas. revisor.. separam-se deles por vírgula ou são destacados com negritos ou com outro recurso gráfico. O homossexualismo clandestina masculina e a prostituição 68 83 94 VII. pode dividir o espaço da página com os agradecimentos. a higienização da prostituição o seu significado Glossário Bibliografia Reproduzido de: SOARES.índice é uma lista de assuntos.. As tentativas de controle da prostituição 2.. As "mulheres dos caftens" pelas autoridades pública no Rio de Janeiro pública e a sua localização públicas". 11.. e na ordem em que aparecem.... ilhoas. 1. geralmente fica isolada em página ímpar. Outras vezes. etc. é comum transferi-Io para o reto da página.)... diagramador.138 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 16 - A estrutura do livro impresso 139 2) No verso: a) Nome da coleção ou série e o respectivo número do volume na coleção. A prostituição I. 113 Romeiras. L e 102 110 . As escravas e a prostituição VI. se existir na publicação... se já não figuraram no reto. 143). ilustrador. f) Imprenta: nome e endereço blicação. da editora e ano de pu- Não se deve confundir sumário com índice . Colocados imediatamente após os títulos.. 1992. capítulos.. preparador. São Paulo. etc. A pwstituição 2... polacas . e) Registro do ISBN. Reproduz com fidelidade.. seções. etc. A criação do bordei. Quando se faz necessário ressaltar algum destes créditos. Sumário apresentando linhas pontilhadas entre títulos e fólios. após o frontispício.. existem. c) Propriedade de direitos: copyright. nomes de pessoas. se tradução. Agradecimentos Quando prefácio. Alinhados à direita. I.A prostituição. p. tradutor. Os fólios (números de página) alinham-se à direita ou vêm imediatamente após cada título. Introd ução. acontecimentos. autoridades policiais e juristas VIII. uiz Carlos. se houver. b) Título original da obra... A repressão à prostituição clandestina 94 -99 IX. os agradecimentos às vezes cabem no V. 5 7 9 . suas causas e a degradação dos costumes segundo o discurso médico 111... a dedicatória. d) Créditos de realização editorial (nomes de editor.. ordenada alfabeticamente (v.. em função do arranjo gráfico. As tentativas J anei ro de controle da prostituição no Rio de pública Sumário O sumário contém apenas as principais divisões da obra. suas nacionalidades .. os títulos das partes. classificação da prostituição A médicas e policiais IV.. Ática. SUMÁRIO Ag radec imentos . .

Parte principal do texto onde o assunto é desenvolvido.. Parte pós-textual Complementando mentos: o texto. coloca-se abaixo dela a referência bibliográfica completa ou só o nome do autor e o da obra de onde foi extraída ou simplesmente o nome do autor. p. pois foram utilizadas algumas edições que não a primeira. Se for o caso. Eventualmente pode haver epígrafes também no início de seções principais. p. A mesma opção deve ser seguida em todo o livro. Cabecos # Epígrafe (do livro) Também conhecidos por títulos correntes. o prefácio consiste em esclarecimentos. Comumente. os mais recentes vão precedendo os primeiros. no final das principais seções ou no final do texto (v. Citação ou pensamento que se relaciona com o assunto do livro. 19) e depois as tabelas e indica-se. Quando há novos prefácios para novas edições.Discurso inicial em que o autor expõe argumento. apoiando-se em divisões e subdivisões (v. tb. A lista de figuras e tabelas deve ser feita quando as ilustrações forem em número que justifique sua elaboração. a epígrafe. tabelas e figuras (v. o autor não usou a ordem alfabética. objetivos e modo de tratar o assunto. e a data dessa primeira edição não foi declarada. 19). apresentação. . apresentada em ordem alfabética. se ocorrer. etc. preferencialmente. Esse critério. como no sumário. Como fonte da epígrafe. os cabeços aparecem geralmente no alto da página com o fólio. encontram-se: 1) Introdução . cabeças ou cabeçalhos. 34) e em outros elementos como fórmulas. Na lista de abreviaturas reproduzida na página 100. Notas As notas podem comparecer no rodapé. 85 e 104). 3) Conclusão. advertência.140 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 16 - A estrutura do livro impresso 141 Lista de figuras e tabelas Integrando Parte textual o texto propriamente dito. encontram-se os seguintes ele- Prefácio Também conhecido por nota prévia. o fólio de cada uma das ilustrações. é o último elemento da parte prétextual e precede o texto propriamente dito. Arrolamse antes as figuras (v. justificação ou apresentação do próprio autor ou de outra pessoa. todavia. usa-se um dos pares: 1) Título do livro (na página par) e título do capítulo (na ímpar). Lista de abreviaturas A lista de abreviaturas deverá ser. p. mas podem vir ainda ou no pé da página ou na lateral. A abreviatura será seguida de sua significação. p. 3) Nome do autor (na página par) e título do livro (na ímpar). 2) Corpo do texto . 2) Título do capítulo (na página par) e subtítulo do capítulo (na ímpar). não está ali muito evidente. incluem-se na lista as siglas e os símbolos utilizados. mas optou por relacionar as siglas referentes às obras analisadas em ordem cronológica de aparecimento.

Índice antroponÍmico (nomes de pessoas). 90). suplementos que se acrescentam ao texto para esclarecê-Io ou documentá-Io.142 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 16 - A estrutura do livro impresso 143 Nas obras de referência.. ser confundido com sumário (v. nomes de pessoas e de lugares. Índice de intitulativos (entidades. 2) Primeiro verbete da página par à esquerda (na página par) e último verbete da página Ímpar à direita (na página Ímpar). mas vanaçoes maiS comuns: 1) Primeiro verbete à esquerda e último verbete à direita (na mesma página). temas. ordenada alfabeticamente.de tornar o manuseio mais prático ao leitor. 107). A ordenação alfabética se faz letra por letra ou palavra por palavra. obras. embora só recomendáveis quando compensarem o múltiplo esforço de consulta. como dicionários e enciclopédias. etc. acontecimentos. instituições. de sentido obscuro ou de uso restrito. separados por índice Lista detalhada. seguidos de explicação. assuntos . Algu. p. nomes de pessoas e mesmo outros intitulativos). usam-se as três letras iniciais dos verbetes em vez de escrevê-Ios por extenso. com remissões a fólios ou seções específicas do livro. Ordenação letra por letra ponta pontada ponta -direita Ponta Grossa Pontalis. Deve-se evitar chamá-Io de Índice remissivo ou alfabético. 138). Índice de autores. Os tipos de desdobramentos mais correntes são: Índice temático (de matérias. listagens. ). às vezes. às vezes. ponta-seca Glossário (ou vocabulário) Lista de termos pouco conhecidos. o Índice é também conhecido por Índice geral ou Índice analítico. mapas. de assuntos. Ponta Porã ponta-seca Ordenação palavra por palavra ponta Ponta Grossa Ponta Porã pontada ponta -direita Pontalis.o primeiro e o último barra ou travessão (em cada página). etc.).. Podem apresentar matérias de exemplificação como textos de lei. Os nomes costumam variar. Em lugar de Índice geral podem ocorrer outros Índices desmembrados. 3) Os dois verbetes .-B. Apêndice (ou anexo) Os apêndices. como. Índice onomástico (de autores citados ou. Os verbetes com nomes de pessoas entram da mesma forma que nas referências bibliográficas (v. . j. etc. costuma haver variações muitas vezes em função do tamanho da página e. j. Índice toponÍmico (lugares). . Índice biblionÍmico (livros e periódicos).. não constituem propriamente texto do autor. Referências bibliográficas e bibliografia Veja-se o capítulo 13 (p. Em qualquer dos casos. portanto. tabelas. etc. que trata exclusivamente deste assunto. p. Não deve. pois a condição essencial de qualquer Índice é remeter a alguma coisa e ser ordenado alfabeticamente.-B. mas não há necessidade de diferenciá-Ios graficamente. por exemplo. Índice de assuntos.

Composta em folha de papel menor que a página. 85. 95 CGT (Confédération Généra1e des Travailleurs). os dados do colofão podem aparecer no verso do frontispício. P. 164 aristocracia. 23. 99. 67 Luís. 121 ideológicos. 23-9. 38. 68. 70. 138. 150 produção e circulação do. 120. 36. 145 no poder. 97. 140. 70. 87 categoria social. 111. 154 burguesia/ aristocracia. 97. 136 Anderson. 115. 138-45. intermediárias. 44 Allende.. 111. 97 Cardoso.144 Sob a rubrica assuntos. 138. 108. 59. 168. 163. 83. 119 artesanato. 161. . F. 74. 126. 105. 7. 75. 36. 114. 152. 128 operária. 87. 128. 31. 126 burguesia. Posfácio (adendo. 145. 127. 151. 116 popular. 105. 82. 120. 102. 136 Amendola. 117. 117. 79. 76. 138). 30. 78. 71-4. 24-7. 148-50 fração do. 127. 148. 103. quando seria muito difícil inseri-Ias no local apropriado do texto. 66. 120. 122 1984. 71. 104. 127 antistalinismo stalinista. 93. personagens o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 16 - A estrutura do livro impresso 145 esta modalidade históricas de índice engloba nomes de autores. 68. 76. 103. 60. 146. 171. 43. 142. 142. 70. M. 113. 102. 66. 127. 116. 19 Cardoso. 149 anarcossindica1ismo. 26. 158 Encarte OU suplemento Folha avulsa ou caderno independente que se coloca dentro do livro. 153 rentista. 153. 115 no poder. 134. 63. histórico. p. 129. 22. Umberto. 160. Pode conter tabelas. 102. 113 ciência. nota final ou post-sériptum) posfácio é matéria elaborada pelo autor com base em informações novas que lhe chegaram ao conhecimento após a composição do livro. 122 campesinato. 139. 129. etc. 8. 64. 104.. 108-14. 51. 38. 125.. 164-9 bonapartismo. 141 bloco. O seu conteúdo normalmente é este: Baudelot. 63. 148 CFDT (Confédération Française Démocratique du Travail). 32. 107. 39. Poulantzas. 116. explicacão final. 143. 130. 135. 71. 72. nome e endereço do impressor e data. 108. 114 sociais. 149. 73. 135. 150 Bourbon. 23.. 148-50. Os créditos de realização editoriallocalizam-se no verso do frontispício (v. 120. 87. o INDICE ANALJTICO E ONOMÁSTICO aliança(s). 118. 133. 30. 37. 118. 108. 150 fração hegemônica do. 94. 108. 76. 39. 120 burguesia/pequena burguesia. 121. 15. Excepcionalmente. 19 Castoriadis. 79. Ática. de: SllVEIRA. 103. L. 71. 97. e instituições. 141 acumulação do. 150 escolar. de "analítico e onomóstico". 47. 147. 62-4. 81-3. 74. 132 Reproduzido camadas. 66. 63. 18. 19. 28. 116. 114-6. 22. 33.. 118. 9 aparelho(s). 142 autogestão. 122 Cerroni. 108"12. 27-30. 10. 82. 67 frações do. 34. 39. 22. 122. Paulo. 143. 106. 24-7. 121. 164 repressivo(s). 116. 27. 119. 8. 51. 20. H. ou colada. 82. 130-3. 107. 103. 116. 107. Não deve existir também" quando se trata de outras alterações julgadas necessárias posteriormente. 7. 38. 78. 20. 123-8. 130. 156-8. 108-10. 121 de Estado. 109. 105. 73. 116-8. 33. 119. Enata Errata é uma lista de erros tipográficos constatados após a impressão do livro e só se justifica se o erro tipográfico (ou erros) comprometer uma informação do texto. São Paulo. 150 monopolista. 78. pode ser apenas inserida. 68-70. 110. 159. G. no início ou no fim do livro. 154 alienação. 65 capitalismo. 103. 157. 129-31.. 17. C. 149 monopolista. 129. org. 103. p. 76. 46. 106. 79. 118. 55. 124. Página Linha Onde " se lê " " Leia-se " Colofão Último elemento do miolo. 66. 105. Louis. 8. 169 burocracia. 18. 108. o colofão contém o registro de indicações técnicas de impressão. 115. 121 de Estado. 127. 125. 73 de Estado. 121. 119. 100. 152 capital. 138 estatal. 8. 168 Althusser. 112. exercícios didáticos relacionados com o texto. 110-2. 83. 129 P. 16. 33.

----versalete itálico ou ~~ negrito versal-versalete ou o grifoversal-grifosuprimir bold ou não alta) Símbolo versal-negrito versal (caixa grifo-negrito ---------- [ ] éS -""-"- [ Abrir parágrafo Centrar Colocar a parte enquadrada cado pela seta Correr para a direita no ponto indi- r) ® ® CV o sob letra(sl. C~~ @~~ 0ii5J (jiifI) --_.• ~X II ou '-..---""---._--.Apêndices 147 '!!_-----------Símbolo --_ _----.Q Suprimir r-.. f-----------.e sincdsllsado$ na."-"_ . revisão de provas Significado / ou Barra de atenção (deve ser colocada._."""-----"-~-"""-_.."---~ f------------------.1-.-"-. Significado que deve ser destacado cir- ~ ---"-----:=J -------.". à margem. ao lado da emenda a ser feita) x --"---"---. ou<§) ou@ não emendar I Utilizado na margem....______________ ------------------"'--_.'-'"--"--"-'-'--"-"-"-'"'"'--'~"'---"" vale.. .. palavra ou palavras que devem ser suprimidas 2 Principais símbolos..~"--"----."-"-~_.. ~--------------- 2 f\J Símbolo Correr para a esquerda Recorrer Transpor letras ou palavras I J I I Aplica-se a grupo de letras..._-------------. palavra ou palavras que devem ser suprimidas._"----"' ----------"'_. 1 Principais símbolos e sinais usadQs na revisão e marcação de origlnctis --"--"~-----"-----"""--"" . . colocando-se na margem da prova o sinal X ou ~ T .-:II Q Suprimir e juntar Aplica-se a grupo de letras..

j?) 0!uL) ------~uJV --- ----- ---"-~--- l-J .. Tipo empastelado .J -~--.--_.---------~_. o D ou ---------_ _------_ _---. 0~ _--"-.1J ~ Correr para a direita Ordenar as linhas Transpor letras ------_.Q" "[ II / ~ ? . não suprimir ou não emendar c? CE S .- Transpor palavra ou trecho Transpor linha ou linhas.---------~~ou II ÁJJ --------------------------~ .-----.148 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 149 # ~ Abrir espaço Unir ----~-.-----_..~-----.. -. palavras ou trecho Suspender letras. __ Caixa alta-e-baixa Tipo versal-versalete (C II ----"""--" ® C@ (jf) ---------.IL Descer letras... Caixa alta Caixa baixa B f\J f21.. colocando no lugar indicado pela seta Alinhar horizontalmente Alinhar verticalmente ~ clr7._.---..-----.. Encerrar letra que se deve mudar (estragada) [ ] I Centrar Correr para a esquerda o ------.. palavras ou trecho Recorrer Suprimir espaço Evitar o canal Consultar._-------bold Tipo grifo ou itálico Tipo negrito ou Tipo redondo Ver original Transpor linha ou período Abrir parágrafo Quebrar Letra (ou número) elevada Letra (ou número) abaixada ~ou([.•. há dúvida Espaço fino Vale. Cil) -._._----- -------_.

referido por. -ao'p~dã'-Tétra---- ed.----~_.. diretor ---'"'-.abreviatura. -aaãptação . enc .. fac·similado fascículo et pas.cor. e estou(amos) citando fulano via citação de beltrano) """"_"_.----... / apud _. i.----------·--'ãnotado--'-'---------. direção. editor ãdTlt:-~ã(nittêrain) .150 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 151 Principais termos usados em bibliologia corr. abreviação A. fac-similar.--------. (circa) capo por volta de (usa-se para datas aproximadas) gloss. -_.) Abreviatura I termo dir. / ibid.:~a-----"---'--·--------compiTãdor ----------.---_.apcSgrafo(cópia de manuscrito) . compare ções não ---------"textuais) compare antes compare .--·coêírdenaçao.e. facs. __ '"' .---. / ibidem ! comp-:--·---------- '--coleção._-- ib.:. et alia = e outro em e fac-símile. autor autores -. assim fulano apud beltrano.----------""--documento ----"---------------------doutoramento edição." " .--. aum. et e outros (n~ferirld(). bibliogr.. et seqs.----~.. beltrano citou fulano.. bibliografia c.. na mesma obra (evita a repetição do nome da obra em notas sucessivas) o mesmo autor a do nome do autor em notas sucessivas) ante pos . cp.ampIrado -'"--------"""'--anot.coordenador---- em T . ap.--..--.__ glossário a mesma obra.et aliae = e outras...a peSSClaS . ""_"" "1__ -. junto a (o termo é empregado para designar uma referência a terceiro. corrigido ·compare-0preferíve1 cf.. fase. segundo fulano.

-iMs:-/-----' mss / mss. n.---. cit.--~~-~ .. separata __nú_m_e_r_o_( s_) _o~~~_a. oúNJ3-:-(ilota" bene) ].--. adiante [llltrõdUÇã-o----------ip. trad . q. letra por-letra.p... mas o verbete) ii~h._-I _.:G'ado~ orgã-= nizador organizadores -_.d-u-to-r--·. v. (opus citatum) -""----_. . cit.n. cit.ota do editor (ou do ~ditorado~Y -'-not-ã do redator (o~d~ redação<:'~ do revisor) N":T. subentende-se na consta a casa publicadora (é preferível s. / MS / MS.. (quod vide) que se veja ----------------------T ver comumente em publicações de língua inglesa) . publicação ---. refundo rem reto rev. . ed._._--""""~--"----..-----. a saber.) obra citada organ{zaçãO:-orgm. ---'""---'"----""-----'" recensão .:ot. literalmente ._~_ --l-o -::-::~._. (loco(us) citato(us» melh. tradutor vide ~-:-~-:-~-a~~_in_--=-_. orgs.t. (ipsis verbis-)---liv.-i:-:-~-S-_i~---g-a-r~e--.v.---~-----------------"---referência refundido remissivo a página ímpar.. sob o verbete._ -._..C."".--------.----"-" op.---. traduzido. textualmente livro livraria (no) lugar citado . / Mss / Mss. ._-----------org.. (ipsis litteris) ip:-v. ~-~rrn-7 Ivf.---aq--u-·--i--e--=--i:i pubr--· . quer dizer. ~ constam o local.--.152 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 153 in-fine in-f':' (in-folio)·-------- no fim em folhas (tratando-se de códices manuscritos) abaixo..·d~-tr-. livro ou livro loco cit. nota do autor note _ s.--_.. (scilicet) S.obra citada (é preferível op.-----·_-·_-----·---r---. p. ref. tab. o editor e a data de publicação) voce) no verbete..f"E-:------ N~ --.. de frente (opõese a verso) se. sem notas . / MSS / MSS. . ob. página(s) 1. tabela tradução. na palavra (usa-se quando não se cita a página da publicação.-melhorado manus~rito(sr-- rec... lit.

_-" . set. dicembre gen. Feb. Oct. TI Letra grega "-... y z ph PSI a .. mar. . Mar. / dic. novo dec. feb. Feb. jul. .._. fév.. Januar Februar Mãrz April Mai Juni Juli August September Oktober November Dezember Jan.I e.. INGLÊS ALEMÃO January February March April May June July August September October November December Jan. ago._--.---"""". Nov. feb. ago. mai ._----_Q .Apêndices 155 meses PORTUGUÊS janeiro fevereiro março abril maio junho julho agosto setembro outubro novembro dezembro jan.~ {3 'Y ~ 1/. set. ago._""A T <I> Li N P Z B O '!t M K H I: X E A enero febrero marzo abril mayo junio julio agosto setiembre.. jum juillet aout septembre octobre novembre décembre jan. g ps i capa gama P dzeta CSI epsilo pl th X teta nl ou (dz) ks) slgmabetas (cs. . ott. mar. Okt. Sept.----. jum juil._-"---". aout sept. Dec. mar.'-_ .eta b tau o ômicron rô d t ch. Mai Juni Juli Aug.. abr. janvier février mars avril mai . giugl. Sept. Dez. ESPANHOL ---. gmgno giuglio agosto settembre ottobre novembre decembre. fev. novo déc. Marz Apr. Nov. oct. septiembre octu bre noviembre diciembre II 8 I r T ene.._----. oct. maio jun. out.-""_ . novo dic..""". ípsilonqUI ômega XI Denominação delta lambda r. . Apr.". May June July Aug.~-. jul... apr. abro mayo jun. •.~ml n m alfak iota e rhkh fi -""---"""-"---"-_. mars avr.. mago . gmg.". novo dez. I Alfabeto ITALIANO FRANCÊS gennaio febbraio marzo aprile maggio . Ió J1.. set. . o f/! T 'Ir )( v lJ À (X tç w X 'P p a.

Aleútes Algeciras AI Kuwait. ilhas de SP e da Guiné Alcibíades Alemanha Alemanha Ocidental. Amósis Aída Aiuruoca Aix-en-Provence Ajax. nome dado à Grã-Bretanha na Antiguidade Este vocabulário inclui nomes de pessoas que costumam apresentar dificuldades ortográficas e se estende a personagens literárias. outro registro: Adém Ádige. v. outro registro: Abadan Abaeté Aberdeen Abidjan Abilene Abissínia. ilha dos EUA Alcatrazes. outro registro: Abrão Abruzos Abu Dhabi Abuquir Abu Zabi. bairros. rios . outro registro: Amede Ahmés.Lorena Altai Alto Volta. outros registros: Ájax. no Paraguai Amarelo (ou Huang-ho). v..156 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 157 Alasca Albânia Albany Albion. em francês: Alger Argélia. templos. ao ocorrer mais de uma forma para um mesmo nome. dos nomes aportuguesados ou não-aportuguesados e daqueles que provêm de línguas que não utilizam o alfabeto latino como base de escrita. aportuguesamento de Aragón Aranjuez Arão. v. Alcácer Quibir Alcatraz. aportuguesamento de Adige Adis-Abeba Adonias Adônis Afeganistão África Branca África do Sul África Equatorial Francesa África Negra África Ocidental Francesa Agadir Aga Khan. v. museus. v. v. outro registro: Ariadna Arkansas Armagnac Armênia Arsene Lupin Artaxcrxes Aflur Aruba Arvérnia. Ancara Antananarivo Antártico Antártida Antígua Antígua e Barbuda Antuérpia. regiões. Respeitar ao máximo as formas tradicionais e correntes no Brasil. outros registros: Ahmósis. outro registro: AlIeghanys Alphaville Alphonsus de Guimaraens Alsácia Alsácia. atual Etiópia Abraão. Ácaba Akhenaton Alá Aladim. outro registro: Aloísio Álvares Florence Amã Amambaí. outro nome da antiga Repú blica Federal da Alemanha Alemanha Oriental. ou mesmo nos locais de origem. aportuguesamento de Ardennes Areiópolis Arezzo Argel. forma paralela: Andrade Andrade. aportuguesamento Antwerpen. cf. há um registro histórico de topônimos que devem ser usados segundo o contexto. tm árabe: AI-Djazã'ir. atual Iêmen Arábia Saudita Aragão. Tonga Amílcar Amósis. outro registro: Agha Khan Agamenon. Açaí de Anvers A Aarão Abadã. v. Consoante o critério exposto. aportuguesamento AndalucÍa Andaraí Anderlecht Andorra Andorra Ia Vella de Aladino . outros registros: Aleútas. Ahmés Amoy Amsterdã Amur Ancara Anchorage Andaluzia. Além disso. Auvergne Ascoli Ascot Asdrúbal Asmara Assaí. v. em francês: Anvers. rio Amenófis Amesterdão. Amsterdã Amigos (ilhas dos). Antuérpia Apalaches Aparecida d'Oeste Aneninos A~ia Arábia Arábia do Sul. fazem-se remissivas para a forma que deve ser empregada. Ajaz Ákaba. outros registros: Agamêmnon. forma paralela: Andrada Andréia (português). v. foi o critério principal observado para registrar a grafia dos nomes portugueses. no Brasil Amambay. outro registro: Ararigbóia Arcansas. Andrea (italiano) Andrômaca Andrômeda Angola Angoulême Angstrôm Anhangücra Ankara. cidades. Aarão Ararat. em francês: Algérie Argentina Ari Ariadne. palácios. mares. Mas o grosso é constituído de nomes de países. mitológicas e nomes peculiares em geral. históricas. Arkansas Ardenas. v. Ailahabad capital do Kuwait Andrada. atual Burkina Aluísio. Abu Dhabi Ácaba Açaí Acaraú Áccio Acra Áden. Agamenão Ahmed. v. outro registro: Arará Araribóia.. outro nome da antiga República Democrática Alemã Além-Paraíba Alenquer Alentejo Alepo Aleutas.

Caxemira Bengasi Benguela Benin.158 Assam Assuã. C/. outro registro: Benim Benjamim Benvindo Bérgamo . Bhopal Boracéia Bordéus. outro registro: Azerbajã Azov Azul (Yang-tse-kiang rIO o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 159 Baluchistão. v. antigo Daomé. em francês: Bordeaux Borghese.Mirim Birkenau. Bajé Bahamas Bahia BahÍa Blanca Bahrein. cidade do Rj. cf. v. v. e hoje B Baamas. Bering Beijin. outro registro: Barão de Cotejipe Barba-Azul Barbados Barbosa Barbuda Bareio. em alemão: Brünn Brodowski. antigo Alto Volta Burma. em alemão: Bern Besançon Betim Betsabé Bhopal Biarritz Bielo-Rússia (ou Rússia Branca) Bien Hoa Bikini Bilbao. v. em polonês Brzezinka Birmânia. v. Basra Batava. em alemão: Pressburg Brazzaville Brejnev Bremen Brescia Breslau. país e ilhas. Brno Brunswick. outra forma de transcrição de Pequim Beirute Beja Belfast Bélgica Belgrado Belize. bairros de São Paulo Brooklyn. antiga Honduras Belmopán Beluchistão Bergen Bering Berkeley Berkshire Berlim Bermudas Berna. Bahrein Bari Barra do Bugres Barra do Garças Barranquilla Barros Cassal Basiléia.rma. cabo da Tunísia Bom (2). v. em alemão: Braunschweig Bruxelas.Terre Bassara. em neerlandês: Brugge Brunei Brunn. em búlgaro: Balgarija Buri Burkina. Brodóvisque Brooklin. bairro de Nova York Bruges. em inglês: Bu. rio do PR Bombaim Bon. Britânica c Cabo Frio. outro registro: Bandoeng Bangcoc. outros registros: Bahrain. outro registro: Bamaco Banabuiú Bandar Seri Begawan Bandung. represa de SP Birigüi Biritiba. Assuão de Asunción Assunção. em alemão: Basel Basra Basse. cidade de SP. Baraine. outro registro: Cabriúva Cabul Cachemira. Butan. Verde (1) Cabreúva. outros registros: Brodósqui. Wroclaw Bridgetown Brisbane Bristol Brno. antigo Paquistão Oriental Bangui Banjul Barão de Cotegipe. v. em romeno: Bucuresti Buchanan Buckingham. cidade dos EUA Baviera. v. v. atual Mianma Birmingham Biscaia. palácio Borgia Borgonha Bornéu Borrazópolis Bósforo Bósnia-Herzegovina Boston Botswana. Bom (1) Bonn. forma usual. nome oficial: Krung Thep. cidade da Alemanha Bopal. v. em neerlandês: Brussel Buaquê Bucareste. Butão Butantã Butão ou Yang'tse). em espanhol: Vizcaya Bismarck Bissau Bizâncio. antigo nome de Jacarta Batista Baton Rouge. Baraine Bairiki Bajé Baku Bakunin Balcãs. Camboriú Baltimore C/. cidade de SP Bagatelle Bagdá. outro registro: Bangkok Bangladesh. depois Constantinopla Istambul Boêmia Bofete Bogotá Bolívar Bolívia Bolonha Bom (1). outro registro: Bagdad Bagé. outro registro: Bálcãs Bali Balneário de Camboriú. bairro de São Paulo Brás Cubas Brasil Brasília Bratislava. outro registro: Botsuana Braille (deste nome provém o substantivo comum braile. Frio Cabo Verde. em alemão: Bayern Bayeux Bayonne Bayreuth Béarn Behring. v. outro registro: Bilbau Billings. em alemão: Osterreich Áustria-Hungria Auvergne Avellaneda Avcrróis Avicena Avignon. em francês: Bâle. outros registros: Assuan. aportuguesammto: Avinhão Ayacucho Azerbaijão. Beluchistão Bamako. Barein. Birmânia Burundi Butã. Bahamas Babi Yar Bacon Badajoz Baden Baden-Baden Bady Bassit. forma usual. forma vâlida também para alfabeto braile) Brandemburgo Brás. v. v. antigo nome dos Países Baixos Batávia. aportuguesammto Astracã Astúrias Atenas Atlantic City Atlântico Atlântida Auckland Augsburgo Auschwitz Austrália Áustria. palácio Budapeste Buenos Aires Buffalo Buffalo Bill Bujumbura Bukharin Bulawayo Bulgária.

v. v. Kõnigsberg Connecticut Conselheiro Lafaiete Constantinopla. Carlos Magno (ou Carlos I. Apêndices 161 Cachoeiro de Itapemirim Cádiz Cagliari Caiabu Caiena Caifás Caim Cairo. aportuguesamento: Copenhaga Córdoba. Canterbury Capibaribe. cidadL de SP Casa Branca (2). atual Gana Costa del Sol Costa Rica Côte d'Azur Côte d'Émeraude Côte d'Or. v. Balneário de Camboriú Cambridge Camerum. outro registro: Corse Cortina d'Ampezzo Cosenza Costa de Ouro. Kanpur Caxambu Caxemira Ceilão. cidade dos EUA Clevelândia. departamento da França Cotegipe. outro registro: Cnossos Coari Coblença. atual Zaire Congo Kinshasa. v. Correa (espanhol) Corrientes Córsega. v. v. forma usual. v. Côte d'Or Costa do Marfim Costa do Ouro. outro registro: Candragupta Chang Kai-chek Chan-tung. em italiano: Calabria Calais. Katmandu Caucásia Cáucaso Cawnpore. v. em português: Cantuária Cantuária. em árabe: Al-Qahira Cajobi Calábria. noT7U dado Média à China na Idade Kansas Cantão Canterbury. atual Sri Lanka Centro-Africana. outro registro: Cotejipe Cotia. palácio Cha-mo. em alemão: Kõln Cólquida Colúmbia Comores Comunidade de Estados Independentes. Cognac Conisberga. o Grande) Cármen Carnac Carolina do Norte Carolina do Sul Carson City Cartagena Cartago Cartum Casablanca. Tcheco-Eslováquia Chelsea.E1ysées Chandragupta. forma usual. atual cabo Kennedy Canberra. Camarões Camocim Campânia. outros registros: Calicut. cidade do PR Cnosso. Calecut Califórnia Calígula Callao Camaçari Camagüey Camapuã Camaquã Camarões Camberra Camboja.Deux-Églises Colômbia Colombo Colón Colônia. residência do presidente dos EUA Casanova Casaquistão Cascais Casimiro Cássia Castel Gandolfo Castilho Castres Castries Cataguases Catai. C/. v. outro registro: Cambodja Camboriú. em alemão: Koblenz Cocais Cochabamba Cochinchina Codajás Cognac Coliseu. aportuguesamento: Champanha Champs. v. outro registro: Capiberibe Capri Cápua Caracas Carachi. v. outro registro: Chan-tong Chapecó Chapultepec Chardja. República Centro-Africana Centro-Oeste César Ceuta Chaco Chade Chaillot. em dinamarquês: K~benhavn. anfiteatro de Roma Colombey-les. Chandragupta Cannes Canossa Cansas. aportuguesamento: Córdova Caréia do Norte Coréia do Sul Carfu Corinto Cork Cornualha Correia (português). cidade da França Calcutá Cali Calicute. em italiano: Campania Campoformio Campos do Jordão Campos Elísios Campos Novos Paulista Canaã Canadá Cananéia Canaveral. antiga Bizâncio e hoje Istambul Copenhague.160 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO . em catalão: Catalui'ia Catânia Catanzaro Catar Catmandu. Suíça Congo Congo Belga. outro registro: Cutia Cotonu Cotopaxi Cotrim Coventry Covilhã Coxim . antigo nome de São Domingos. outro registro: Tcheu Ngen-lai Chuí. em árabe: Dar el-Beida Casa Branca (I). Karachi Carcassonne Cardiff Cardoso Catalunha. C/. bairro de Londres Cherazade. Zaire Conhaque. Sharjah Charente Chat al-Arab Châteauneuf-du-Pape Checoslováquia. v. forma usual Churchill Cianorte Cíclades Cidade do Cabo Cidade Gaúcha Cienfuegos Cincinnati Cingapura. v. antiga União Soviética Conacri Concepción Confederação Hclvética. v. v. Gobi Champagne. capital da República Dominicana I I Civitavecchia Clarisse (mas: Clarice Lispector) Cleveland. v. v. Camberra Candragupta. Xarazade Cherburgo Chernobyl Chesapeake Chesterfield Chianti Chiclayo Chihuahua Chile Chimborazo China Chipre Chittagong Chongjin Chu En-lai. grafia preferivel a Singapura Cipião Circássia Cirene Ciudad Trujillo. v.

cidade do MS Douro Dover. em italiano: Durazzo Düsseldorf. Ifigênia Efraim Egeu Egito Eilat Eindhoven Eire. cJ.162 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 163 E Cracóvia. Stalingrado. v. v. Spinoza Ésquilo Essen Essex Esslingen Estados Unidos da América Estalingrado. Trapani Dresden Duas Sicílias Dubai Dublin. estreito e peninsula dos EUA FlorÍnea . palácio Elizabeth lI. Cuzco Cutia. cidade do RS Debreczen Delaware. formo. em inglês: Edinburgh Edmonton Edo. Danzigue Daomé. v. cidade de SP Dourados. outro registro: Imbuguaçu Emirados Árabes Unidos Enéias Entebe Entre-Douro Entre-Rios Epsom Equador. aportuguesamento: Delauare Delfim Deng Xiao Ping. em francês: Strasbourg Estremadura Estugarda. outro registro: Djibouti Dnieper Dniester Dodoma Doha Dolcinópolis Dominicana. v. cidade e departamento do Uruguai Flórida. Dniester DionÍsio. cJ. Dakota Daguestão Dakar. em espanhol: Ecuador Erexim. nome alemão de Gdansk. cJ. Daca Dachau Dacota. Durres Durban Durres. v. outro registro: Faisal Fairbanks Fa1k1and(ou Malvinas) Famagusta Farnese. em dinamarquês: Danmark Dinieper. v. Teng Hsiao-ping Denver Derby Descalvado Des Moines Detroit Devonshire Dibay. v. Cotia Cuzco D Daca Dacar Dacca. Crisna Croácia Cro-Magnon Cuautémoc (ou GuatimozÍn) Cuba Cúcuta Cuenca Cupido Curdistão Cusco. atual Volgogrado Ester Estêvão Estocolmo Estônia Estrasburgo. Heidelberg Edimburgo. outro registro: Fidji Filadélfia (I). antigo nome de Tóquio Éfeso Efigênia. em inglês: Philadelphia Filinto Filipe Filipinas Finlândia. Erie Eisenach Ekaterinburg El-Alamein Elath. usual. v. outro registro: Isabel II EI Paso El Salvador Emaús Embu. nome anterior do Benin Dar Es-Salaam (ou Dar Es-Salam) Darfur Darmstadt Dartmouth Davao Davi (ou David). v. v. ou Depranum. v. outro registro: Imbu Embu-Guaçu. palácio e museu Eros Escócia. th. aportuguesamento: Dunquerque Durazzo. v. Equador Edelberga. v. estado. v. v. Dacar . v. cidade de GO Filadélfia (2). Doha Dulcinéia Duluth Dundee Dunkerque. aportuguesamento: Dôver Drépano. DionÍsio Djalma Djedda. em finês: Suomi Firenze. Jedda Djibuti. Dubai Dien Bien Phu Díli Dinamarca. Dnieper Diniester. v. v. Florença Flandres Florença. em polonês: Krakow Crateús Cremona Criciúma Criméia Crisna. v. forma usual. em italiano: Firenze Florida. palácio Faruk Fédon Fedra Félix Fez Fiji. v. Vedo. v. outro registro: Erechim Erfurt Erie. Estalinegrado. aportuguesamento: Dusseldórfia East London Ecaterimburgo. Dioniso Dioniso (deus grego). v. cidade e lago dos EUA. Isabel Eliseu. em inglês: Scotland Eslavônia Eslováquia Eslovênia Esmirna. Eilat Elche Elisa Elisabeth ou Elizabeth. v. República Dominicana Dom Quixote Don Donetsk Dóris Dortmund Dostoievski Dourado. Stuttgart Etiópia. v. Dakota do Norte Dakota do Sul Dallas Dalmácia Damasco Dâmocles Da Nang Dantzig. v. antiga AbissÍnia Eton EurÍpides Eusébio Everest Évora Exaporã. aportuguesamento: Danzig. Echaporã Exu Ezequiel F Fahrenheit Faiçal. Izmir Espanha Espinosa. Eire Ermelindo Ermitage. CrÍxena Crisóstomo Cristiano Cristóvão Crixás CrÍxena. v. cidade dos EUA. outro registro sem uso no Brasil: Davide David Canabarro. outro nome da Irlanda. outro registro: Dublim Duha. Ekaterinburg Echaporã Ecuador. outros registros: Khrisna. cJ. v.

outros registros: Gêngis-Cã. ou Cha-mo Goio-Erê Góis Golan Gondwana Gorbachev Gorki (I).164 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices - . v. cidade da Etiópia cf. antiga Fort-Royal Fon Knox Fort Wonh Foz do Iguaçu Fra Angelico Fra Diavolo Fraiburgo. nome oficial: Reino Unido da Grã-Bretanha e da Irlanda do Norte. v. Granada Grand Canyon Grande. aportuguesamento: Hanôver Hanói Harar (ou Harrar). região Espanha Garonne Gasconha. em alemão: Dantzig Geiger Genebra. em francês: Geneve Genesaré. v. em inglês e francês: Fribourg Friesland. antiga Saigon Hodeida Hokkaido. antigas ilhas Sandwich Havana Havre Hedjaz Heidelberg Hélade Helena Heloísa Helsinque. antropônimo Gorki (2). outro registro: Fudjaira Fuji-Yama (ou Fuji-San). c/. aportuguesamento: Fujiama Fukuoka Fukushima Fukuyama Fürstenberg Fusan.l§. Francoforte Frascati Freetown Freiburg. aportuguesamento: Francforte. v. País de Gales Galícia. outro registro: de H Haarlem. Genebra Gêngis Khan. antiga denominação Pacífico Graz Grécia. v. nome bíblico do lago de TiberÍade ou mar da Galiléia Geneve. Gana Gibraltar Gironda Gizé Glasgow Gloucester Goa Gobi. cabo. Gengiscão Gênova Georgetown Geórgia (I). Guiana Guilherme Tell Guiné Guiné. v. Hiro-Hito Hiroxima. Indostão HiroÍto. outro registro: Gandavo Gandhi Ganges Garanhuns Garibaldi Harare. em alemão: Freiburg. em neerlandês e alemão: Frieslancl Friuli Fróis Fujaira. antiga Hondo Horn. cidade dos Países Baixos. antiga Guiné Espanhola Guipúzcoa Guizé. v. Harlem Haia. Pusan G Gabão Gabarone Galápagos Gales. antiga Costa do Ouro Gand. bairro Haarlem Harpagão do Zimbabwe de Nova York. v. atual Honshu Honduras Honduras Britânica. Hiroshima Hispaniola. atual Belize Hong Kong Honiara Honolulu Honshu. Taiwan Fon-de-France. região da Europa central Galileu Galiza. Friburgo Friburgo. Hindustão. Hyderabad Haifa Haiphong Haiti Halifax Halle Hamá Hamburgo Hamilton Hamlet Hamurabi Hannover. v. rIO Hudson Hué Humberto Hungria Huron Hyde Park Hyderabad Hyeres . outros registros: Hirohito. A Inglaterra. em francês: Gascogne Gauss Gaza Gdansk. Guayaquil Guam Guantánamo Guarani d'Oeste Guarantã Guatemala GuatimozÍn (ou Cuautémoc) Guayaquil Guernica Guiana. antiga Guiana Inglesa Guiana Francesa Guiana Holandesa. nome pn·mitivo da ilha Haiti Hispano-América Ho Chi Minh (I).§ Fontainebleau Formosa. designa inúmeros topônimos Grande Oceano. a Escócia e o País de GIiles constituem a Grã-Bretanha da do Gâmbia Gana. antigd Yeso Holanda HolguÍn Hollywood Homs Hondo. em Jlamengo: Gent Gândavo. Hornos Hortênsia Houston Hua Kuo-feng Huang-ho (ou Amarelo). cidade de se França Frankenstein Frankfun. antropônimo Ho Chi Minh (2). outro registro: Helsinki Helvécia Helvética (Confederação). v.. em português: Gotemburgo Gouveia Grã-Bretanha. estado dos EUA Geórgia (2). atual Nijni-Novgorod Gõteberg. v.Bissau Guiné Equatorial. usina hidrelétrica de SP Hermes Himalaia Hindostão. FrÍsia FrÍgia Frio. em holandês: Den Haag Haiderabade. em grego: Hellas Greenwich Greenwich Village Grenoble Grimm Groenlândia Gstaad Guadalupe Guaiaquil. Suriname Guiana Inglesa. capital Harlem. Suíça Henry Borden. república Gérson Gettysburg Ghana. v. v. Gizé Gulliver Gutenberg Guzolândia Harpias Hastings HavaÍ. v. c/. em espanhol: Galicia. Cabo Frio FrÍsia. outros registros: Horne.

outro registro: Lajes . Isaque Isabel Isaías Isaque.Bretanha Isaac. outro Jabuticabal Jaçanã Jacareacanga. em hindi: Bharat Indianápolis. forma Lagos usual para a cidade de SC. v. v. Isaac Isar Isaura Iscariotes Ischia Iseo Isere Isidoro Islamabad Islândia Ismaília Ispahan. forma usual. v. v. Quioto Kiribati Kobe Kõnigsberg. outro registro: Irak Irazú. v. outro registro: Ireneu Itaquatiara Itajaí-Açu Itália Itanhaém Itapecerica Itapicuru Itapuã Itaquaquecetuba Itaúna Ituverava lucatã. Quênia Kerenski Kharkov. ouiro registro: Jacarta. Jeddah. outros registros: Isac. forma usual. Quilimanjaro Kimberley Kingston Kingstown Kinshasa. Bangcoc Kuala Lumpur Kubitschek Kum. outro registro: Iran Irapuã Irapuru Iraque. antiga Kaliningrado Kozhicode. cidades do Brasil Indiaporã Indochina Indochina Francesa Indonésia Indostão Inês Inglaterra Iocoama lorque. v. Qom Kuwait Kyoto. república Irlanda do Norte (ou UIster) v.166 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 167 lacri lansã laundê Ibadã Ibero-América Ibiza Icém Idaho Ickaterinburg. em japonês: Nippon Jaú Jedda. v. v. antiga lndonésia Batávia. antigo cabo Canaveral Kensington Kentucky Kenya. aportuguesamento: Ilinóis Imbu. capital da Iperoígue. Joaíma judite Jugoslávia. Grã. cidade dos EUA Indianópolis. outros registros: Kilimandjaro. Iperoí Ipoh Ipuã Iquique Iquitos Irã. Chang Kai-chek jiparaná jó. Cartum Khmer. forma usual registro: Kabul. lucatão. em alemão: Carlsbad Karlsbad Karlsruhe Kassel Katar. antiga Léopoldville Kioto. cJ. outro registro: Iwo Shima Izmir JacksonvilIe Jacuí Jaén Jafé Jaguariaíva Jaipur Jalisco Jamaica Jamestown Jamundá Japão. em alemão: Jena lepê lfigênia Igaraçu 19uaçu Ijuí Ijuiguaçu Ildefonso Ilhabela. v. vulcão da Costa Rica Irecê Irineu. antropônimo Kennedy (2). c/. outros registros: Irkutsk Irlanda. v. Iugoslávia Jujuy Juneau Juscelino Karachi. Catar Katmandu Kennedy (I). v. v. outro registro: Cawnpore Kansas Kansas City L Labrador La Coruna Lages. ilha Irlanda (ou Eire). v. v. York lowa Ipauçu Iperoig. Quioto ou K J Jaboatão Jaborandi Jaboticabal. em servo-croata: Jugoslavua Ivã Ivone Iwo Jima. Krakow Khartum. outro registro: juaíma Jodhpur J ohannesburgo joinvilIe. v. v. atual Kõnigsberg Kampala Kampuchea. outro registro :Joinvile jordânia Juaíma. v. forma usual. em italiano: Imola Índia. outros registros: Djedda. antiga Pérsia. Jidá Jequitinhonha Jeremias Jerez de Ia Frontera jericinó jericó Jerônimo Jerusalém Jiang Jie-shi. outro registro: Carachi Karame Karlovy Vary. v. cidade de SP Ilhéus Illimani Illinois. Ekaterinburg lêmen lena. forma usual. melhor forma. mas pouco usual. Kharkov Kremlin Krishna. antes Bizâncio e Constantinopla Ístria Itaboraí Itacoatiara. Críxena Krung Thep. Cracóvia. outro registro: Krakatua Krakow. Embu-Guaçu Ímola. v. Camboja Khomeini Khruchtchev Kiev Kigali Kilimanjaro. v. Camboja Kandahar Kanpur. outro registro: Ispaã Israel Istambul. tb. v. Cabul Kalahari Kaliningrado. Yucatán Iugoslávia. outro registro: Job Joaíma. Embu Imbuguaçu. Calicute Krakatoa. v. forma usual do nome da cidade de SC.

C/. cidade da Austna Lipari Lisboa Listenstaina. em inglês: Muscat Maseru Massachusetts Matanzas Matarazzo Mateus Matias Matozinhos. outro registro: Malavi Maldivas Mali. cidade de GO Lvov. São Petersburgo Léopoldville. outro registro: Lilipute Lima Limassol Limoges Lincoln Lindóia Lineu Linguadoque. Languedoc Linz. Manchúria Manhattan Manhuaçu Manhumirim Manila Manitu Manizales Manjúria. em alemão: Lemberg Lyallpur Lyon M Maçaranduba Macau Macbeth Machu Picchu Mackenzie MacunaÍma Madagáscar. ilha das Filipinas Lião. Mântua Mântua. estreito e cidade da Malásia Málaga. Lahore Laos Lao-tse La Paz La Plata La Rioja Larissa La Rochefoucauld Lausanne Leão. antiga Lourenço Marques Maquiavel (ou Machiavelli) Mar MaracaÍ Maracaibo Maracay Maragogipe. antiga Niassalândia. ilhas Maryland Mascate. do espanhol León. palácio Loyola. Leão Líbano Libéria Líbia Libreville Lídia Lídice Liechtenstein Liege Lille Lilliput. v. em inglês: London. estado dos EUA Lourdes.168 Apêndices o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 169 Lahore Lâmia Lampedusa Lampião Lancashire Lancaster Landau Landri Sales Languedoc. v. Londres Londonderry Londres. forma usual. em espanhol: Madrid Magdeburgo Magé. porto dos EUA Los Ángeles. Malmõ Malta Malvinas (ou Falkland) Manágua Manama Manassés Manchester Manchúria Manco Cápac Mandalay Mandchúria. atual Maputo Louvre. atual Kinshasa Lesbos Lesoto. C/. ilha do Índico Mauritânia Mayagüez Mayenne Mayerling Mayotte Mbabane . em itatz'ano: Mantova Manuel Manzanillo Maomé Mao Tse-tung. forma usual. v. outro registro: Maragojipe Maranon Mar dei Plata Marisa Mármara Marques Marrakech Marrocos Marsala Marselha Marshall (I). outro registro: Madagascar Madeburgo. Lyon. Liechtenstein Lituânia. antropônimo Marshall (2).Loire Mainz. porto da Espanha MalaÍsia. v. outro registro: Maghreb Maharashtra Maiakovski Maine Maine-et. v. London Long Beach Long Island Loreto Los Alamos Los Angeles. Magdeburgo Madeira Madeleine Madri. v. aportuguesamento: Linguadoque Laocoonte Laore. outros registros: Malmo. outro registro: Lessoto Letônia Leviatã Leyte. cidade de SP Lumiere Lurdes Lusaka Lusitânia Lutero Luxemburgo Luxor Luzia Luziânia. cidade do Chile Lot Lot-et-Garonne Louisiana. v. região do Canadá Maurício. outro registro: Mao Ze Dong Maputo. C/. Lião Lecce Lecco Le Corbusier Leeds Leicester Leipzig Lençóis Paulista Lenin Leningrado. em liluano: Lietuva Liubliana Liverpool Livorno Lob-nor Lodi Lohengrin Loire Loiret Loir-et-Cher Lombardià Lomé London. antigo Sudão Francês Malinovski Malmoe. Manchúria Mannheim Mantiqueira Mantova. v. v. outro registro: Matosinhos Matusalém Mauna Kea Maurícia. v. cidade do Canadá. C/. cidade da França Lourenço Marques. atual Bahamas Lucca Lúcifer Luís LuÍsa Luisiânia. federação da qual participa a Malásia Malasartes Malásia Malawi.' em português: Mogúncia Maiorca Mairinque Mairiporã Majé Makalu Malabo Malaca. outro registro: Loiola Luanda Lublin Lucaias. Majé Magenta Magreb (~ "o Poente") em árabe: Marhrib.

Nova York Ngwane. Mocteçuma Montgomery Montmartre Moscou. em espanhol: Menorca Minsk Miquelon Miquerinos. Montezuma Montmorency Montparnasse Montpellier Montreal Montreux Montserrat Mooca Mopli Morais Morbihan Moroni Nottingham Nova Délhi Nova Escócia Nova Friburgo Nova Inglaterra Nova Iorque. outro rq:istro: Moscovo. Mênfis Mendoza. Jamundá Nhandeara Niágara Niagara Falls. em inglês: New Mexico Numéia em alemão: Nürnberg Nuremberg. em norueguês: Notre-Dame Norge N Nabucodonosor Nagasaki. cf. provincia da Irlanda Múrcia Muriaé Murmansk Mururoa Muzambinho Nélson. forma tradicional. Mogi das Cruzes. as regiões meridionais Itália ( ~ "Meio-Dia") da cf. Negra Negro outro registro: Mianma. outro registro: Mojimirim Mogúncia. antiga Birmânia Michigan Middlesex Middleton Milão Milwaukee Mindanao Minneapolis Minnesota Minorca. Mogi-Guaçu Mojimirim. Medellín Mogadíscio. antiga Gorki (2) Nilo Nímes Nínive Nioaque Nipoã Niterói Norfolk Normandia Northampton Northumberland Noruega. outro registro: Nagóia Nairóbi Namíbia. outro registro: Mikerinos Mira Estrela Mirallores. v. v. em russo: Moskva. em hebraico: Mosché Moji das Cruzes. forma usual. Mainz Moisés. Mossoró Moctezuma. antigo Sudoeste Africano Nancy Nanquim. cf. outro registro: Nanking Nantes Nápoles Narbonne Narvik Nashville Nassau Nauru Navarra Navas de Tolosa Nazaré Nazianzeno antiga Fort-Lamy N'Djamena. Nefertíti . forma equivalente do inglês Nelson (v. Vltava Moldávia. v. em inglês: Moscow. outro registro Miriam (oxítono) Miskolc Mississippi. em inglês: New York Nova Zelândia Novgorod Novi Ligure Novo Brunswick. em alemão: München Muniz Münster. v. outro registro: N eandertal Nebraska Neckar Neemias Nefertite. outro registro: Melilha Melquisedeque Mem Memphis. Moscou Moselle Moskva. Muniz Monroe Monróvia Montana Monte Carlo Monte Cassino Monte Mor. forma tradicional. cidade dos EUA. também Mosul Mount Vernon Münchhausen Mundaú Munique. registra-se também Mombasa Mombuca Mônaco Mõnchengladbach Mongaguá Mongólia Mongólia Interior Moniz. cidade da Argentina Menelau Meneses Mênfis.170 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 171 McKinley Mecejana Mecom. em inglês: New Brunswick Novo México. cidade do Quênia. outro registro: Moçoró Mossul. v. v. forma tradicional. aportuguesamento: Mississípi Missouri Mitchell Moçambique Moçoró. Moctezuma. equivalente do italiano Medici Mediterrâneo Mefistófeles Mekong Melanésia Melbourne Melilla. outro registro: Niamei Niassa Niassalândia. Moscova Moscava. palácio Médicis. v. antropônimo Medici (2). 55) Nepal Ness Neuchâtel Neva Newark Newcastle New York. v. outro registro: Mogadichu Medici (1). N eanderthal. atual Malawi Nicarágua Nicósia Niemeyer Níger Nigéria Niigata Nijni-Novgorod. Mogi das Cruzes Mojiguaçu. p. cf. Moscou Moscovo. Moscou Mossoró. Mekong em italiano: Mogadiscio. forma usual Montenegro Monterrey Montevidéu. v. outro registro: Nagasáqui Nagoya. Suazilândia Nhamundá. outro registro: Moji das Cruzes Mogi-Guaçu. v. o país e a capital Mezzogiorno. cidade do CE (2). outro registro: Mojiguaçu Mogi-Mirim. Mogi-Mirim Moldau. rio. v. mosteiro Mirassol Míriam. cidade do MA Novais Nova Lusitânia Nova York. v. cidade dos EUA Niamey. outro registro: Moloque Molucas Mombaça Mombaça (1). em romeno: Moldova Moliere Moloch. v. v. Memphis Merlim Mesopotâmia Metz Meurthe México. cidade da Alemanha Munster. em espanhol: Montevideo outros registros: Montezuma. cidade do antigo Egito. em hebraico: Molek. Mecão.

cidade da Argentina Posêidon Potomac PotosÍ Potsdam Poznan. avenida de Londres Piemonte Pieongyang. em italiano: Pistoia Pitigrilli Pitti. cidades do Peloponeso e de SP Ottawa Oxford. forma usual. Pirassununga PirajuÍ Piranji Pirassununga. Paysandú Pajeú Palma de Maiorca Palmeira d'Oeste Panamá Pandora Pangloss Pankow. cidade da Espanha Pendjab Pensilvânia Pequim. em neerlandês: Nederland Paissandu. hoje Irã Perth Peru Perúgia. ilhas da Indonésia Óbidos Ocauçu Oceania. outros registros: Petach-Tikva. v. v. Oxóssi Oxum aportuguesamento: Oxônia Paulínia Pavia Paysandú. paúúio Pittsburgh Plutão Plymouth Plzen. v. em alemão: Posen Praga. v. Magreb Pointe-Noire Poitiers Polinésia Polinésia Francesa Polônia. pensador Provença Prudhomme. Filadélfia (2) Phnom Penh. Pionguiangue. Pádua Pádua. cf. templo de Atenas. outra forma de transcrição: Beijin Pérgamo Peri Périgord Perm Pero Perpignam Perseu Pérsia. em alemão: Preussen Prússia Ocidental . cidade do PR Paranapuã Paranoá Parapuã Paraty. cidade do PR. v. Paysandú Pais País de Gales Países Baixos. cidade dos EUA Pasárgada. cidade dos EUA Piacenza PiauÍ Piccadilly. v. outro registro: Piraçununga Pireneus Pireu Pisa Pistóia. Peçanha Petah Tigva. outro registro: Parati Pariquera-Açu Paris Páris (mitologia) Parnaso Partenon. em inglês: Orkney Oregon Orenoco. antigo Grande Oceano Padova. v. p Pã Pacífico. personagem Prud'Hon. templo de Roma Panthéon. v. antiga cidade da Pirsia Patagônia Patan Pati do Alferes Olympia. v. Plzen Piltdown Pinar dei RÍo Pin-Kiang Piongiang. Petach Tikivah Petrogrado. o mesmo que Atlântico Odense Óder. em italiano: Padova Paiçandu. Pyongyang Piraçununga. outro registro: Pnom Penh Phoenix. pintor Prússia. São Petersburgo Philadelphia. cidade do Uruguai. bairro de Berlim Panteon. em espanhol: Puerto Rico Port Said Portsmouth Portugal Posadas. Orinoco Orfeu Orindiúva Orinoco Orléans Ormuz Orós Oruro Osaka Oscar Bressane Oséias Osijek OsÍris Oslo Osório Óstia Ostrava Osvaldo Otelo Pessanha Pedro Juan Caballero Peenemünde Penafiel. outro registro: Obi Oberhausen Obi.172 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 173 o Oahu OakIand Ob. em polonês: Polska Pomerânia Pomerode Pompadour PongaÍ Ponta Porã Port Elizabeth Portland Port-Louis Port Moresby Port of Spain Porto Novo Porto Príncipe Porto Rico. monumento de Paris Papeete Papua-Nova Guiné Paquistão Paquistão Oriental. em polonês: Odra Offenbach Ohio Oiapoque Oise Oka Okayama Okinawa OkIahoma Oldemburgo OIÍmpia. cidade dos EUA Omã Omaha Ondurmã. outro registro: Oceânia Oceano. forma usual. forma usual. outro registro: Omdurman Ontário Orã Orange Órcades. cf. v. atual Bangladesh Paraguaçu Paraguaçu Paulista Paraguai Paramaribo Paranacity. capital do Cabo Verde Presidente Venceslau Pretória PrÍamo Princesa Isabel Princeton Priscila Prokofiev Proudhon. antigamente Pilsen Pncim Penh. Paiçandu Pearl Harbor Peçanha (mas: Camilo Pessanha). Pyongyang Pigmalião Pilsen. golfo e rio da Sibiria. outro registro: Partenão Pasadena. antropônimo outro registro: e topônimo . cidade de Portugal Pefiafiel. em italiano: Perugia Peruíbe Peshawar Pessanha. Phnom Penh Poá Poente. em tcheco: Praha Praia. v. v.

174

o

LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO

E REVISÃO

Apêndices

175

Prússia Oriental Prússia Renana, v. Renânia Psiquê Ptolomeu, outro registro; Ptolemeu Puerto Montt Punaca Punta Arenas Punta del Este Pusan, em japonês: Fusan; porto da
Coréia do Sul

Ramsés Rangum, outro registro: Rangoon Raquel Ras a1-Khayma Ratisbona, em alemão: Regensburg Ravena, tm italiano: Ravenna Ravensbrück Rebeca Rebelo, variante de Rabelo e forma mais
usual

Putifar Puy-de-Dôme Pyongyang, outros registros: Pieongyang, Piongiang, Pionguiangue Pyrénées, departamento da França

Q
Qatar, v. Catar Qom, outros registros: Kum, Qum Quaraí Quartier Latin, bairro de Paris Quasímodo Quatá Quebec Quebrangulo Quéfren
Queirós, antropônimo Queiroz, forma usual para designar cidade de SP

Quênia Quéops, tambbn Quéope Querétaro Quilimanjaro, v. Kilimanjaro Quioto
Quirguízia,
outro registro:

Quirguizistão Quito Quixeramobim Qum, o. Qom

Recife Recklinghausen Recôncavo Regensburg, v. Ratisbona Rembrandt Renânia, em alemão: Rheinland Renânia do Norte-Vestefália, em alemão: Nordrhein-Westfalen Renânia- Palatinado, em alemão: Rheinland- pfalz Rennes República Centro-Africana República Dominicana Resence Retz Reval, Revel, v. Tallin Reykjavik, outro registro; Reikjavik Rhode Island, estado dos EUA; cf. Rodes Rhône (I), v. Ródano Rhône (2), departamento da França Riad, outro registro: Riyad Riccard, palácio Richelieu Richmond Rifaina Rimini Rívoli, em italiano: Rivoli Riyad, v. Riad Robin Hood Rochdale Rochester Ródano, em francês: Rhône (rio da
Suíça e da França)

Rondon Roosevelt Roraima Roseta, em árabe: Rachid Roterdã, outro registro: Rotterdam Rothschild Rouen, aportuguesamento: Ruão Ruanda Rubiácea Rubinéia Ruhr Rumânia, v. Romênia Rússia Rússia Branca (ou Bielo-Rússia) Ryukyu

San Cristóbal, topônimos da América
Latina

s
Saara Saara Espanhol, nome anterior do antigo Saara Ocidental Sabá Sabadell Saida, cidade do Líbano, antiga Sídon Saigon, atual Ho Chi Minh Saint-Denis, cidade da ilhn Reunião Saint George, canal que liga o mar da
Irlanda ao Atlántico

R

Rabat Rabelo, variante: Rebelo, forma mais
usual

Rachmaninoff Rafard

Rodes, ilhn e cidade da Grécia; cf. Rhode Island Rodésia do Norte, atual Zâmbia Rodésia do Sul, atual Zimbabwe Rodez, cidade da França Roma România, área de civilização latina ou de línguas românicas; cj. Romênia Romênia; cf. România Romeu

Saint George's, capital de Granada Saint-Germain-des- Pres Saint John's, capital de Antígua Saint Louis, cidade dos EUA Saint-Louis, cidade do Senegal Saint Paul, cidade dos EUA Saint Petersburg, cidade dos EUA Saint- Pierre-et- Miquelon Saint-Tropez Sakharov Salem Salisbury Salmorão Salomão Salonica (ní), tambbn Tessalonica Salt Lake City Salzburgo Samarcanda Samaria Samoa Samoa Ocidentais Sanaa, outro registro: Sana San Antonio, cidade dos EUA

San Diego, cidade dos EUA Sandwich, atual Havaí San Francisco, cidade dos EUA; outro registro: São Francisco San Isidro, cidade da Argentina San José, cidade da Costa Rica; outro registro: São José San Juan, cidade de Porto Rico San Marino, em português: São Marinho San Martín San Miguel, cidade de EI Salvador; outro registro; São Miguel San Remo San Salvador Sansão San Sebastián, cidade da Espanhn Sans-Souci, castelo Santa Bárbara d'Oeste Santa Clara d'Oeste Santa Cruz de Ia Sierra Santa Gertrudes, cidade de SP Santa Ifigênia, bairro de São Paulo Santa Lúcia, país das A ntilhns Santana da Ponte Pensa Santa Rita d'Oeste Santa Rosa de Viterbo Santiago, cidade do Chile Santiago de Compostela Santiago de Cuba Santiago del Estero Santo Antônio de Posse Santópolis do Aguapeí São Cristóvão e Nevis São Domingos, em espanhol: Santo Domingo São João del Rey, forma usual; outro registro: São João del-Rei São João de Meriti São João do Pau d'Alho São Luís, cidade do MA São Luís do Paraitinga São Manuel, cidade de SP São Petersburgo, cidade da Rússia que já recebeuos nomes de Petrogrado e de Leningrado São Tomé, cidade de São Tomé e
Príncipe

São Tomé e Príncipe São Vicente e Granadinas Sapora Saragoça, em espanhol: Zaragoza

176

o

LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO

E REVISÃO

Apêndices

177

Sarajevo Sarapuí Sardenha Sargaços Savannah, citkuú dos EUA Savóia Scaramouche, também Scaramuccio Schleswig-Holstein Scutari (1), citkuú da Albânia; v. Shkoder Scutari (2), ou Üsküdar, bairro de
Istambul

Seattle Sebastopol Sedan Segóvia Seichelas, v. Seychelles Senegal Serra Leoa Serro, cidade de MG Sérvia Sesóstris Set (ou Seth), personagem bib/ico Seul Severínia Scvres Seychelles Sfax Sforza Shakespeare Shangai, v. Xangai Sharjah, outro registro: Chardja Sheffield Sherlock Holmes Shetland, outro registro: Zetland Shkoder, outro registro: Shkoç:lra;em servo-croata: Skadar; em italiano: Scutari; cidade da Albânia Shylock Sião (1), atual Tailândia Sião (2), colina de Jerusalém Sião (3), golfo do mar da China Sibéria Sicília Sídnei, v. Sydney Sídon, cidade da Fenícia, atual Saida
(Líbano)

Siracusa, citkuú da Itália; Síria Sísifo Sistina, capela Sisto, papas Siva, v. Xiva Skadar, v. Shkodi'r Smith Soerabaya, v. Surabaia Sófia Solferino Solingen Soljenitzyn Sólon Somália
Somerset

cf.

Syraeuse

Susa Susano, v. Suzano Sussex Suva Suzano, forma tradicional; outro registro: Susano Sverdlovsk, v. Ekaterinburg Swansea Sydney Sylt Syracuse, citkuú dos EUA; cf. Siracusa

Tbilisi,

antiga Tíflis, capital da Geórgia; outro registro: Tbilissi

T Tabapuã Taboão da Serra, forma usual; outro registro: Tabuão da Serra Tabriz Tacuarembó Tadiquistão, v. Tajiquistão Tadj Mahall, v. Taj Mahal Tailândia, antigo Sião Taipé, outro registro: Tai- Pei Taís Taiti Taiwan (ou Formosa); cf. Tai-Yuan Tai-Yuan, antiga Yang-ku, cidade da China; cf. Taiwan Tajiquistão Taj Mahal, monumento; outro registro: Tadj Mahall Tales Tallahassee Tallin, antiga Reval ou Revel, cidade da Estônia; outro registro: Tallinn Tâmisa, em inglês: Thames Tanganica, outros registros: Tanganhica, Tanganika Tânger Tannhãuser Tanzânia Taormina Tapajós Tapiraí Taprobana, forma consagrada por Camões; a rigorosa seria Tapróbana Tarabai Tarn Tarpéia Tarragona Tatuí

Siegfried Siena, aportuguesamento: Sena Sílvia Sinai Singapura, v. Cingapura Sin-kiang, aportuguesamento: Sinquião Sintra

Somme Sorbonne, aportuguesamento: Sorbona Sorrento Sousa Sousândrade Southampton Sovietsk, antiga Tilsit Spa Spinoza, v. th. Espinosa Spoleto Springfield Sri Lanka, antigo Ceilão Srinagar Stafford Stalin Stalingrado, atual Volgogrado Stanovoi Stendhal Strafford on Avon Strasbourg, v. Estrasburgo Stromboli Stuart Stuttgart, aportuguesamento: Estugarda Suábia, em alemão: Schwaben Suaçuí Suazilândia Sudão Sudão Francês, atual Mali Sud Menucci Suécia, em sueco: Sverige Suez Suíça, nome oficial: Confederação Helvética Sun Yat-sen Suomi, 'v. Finlândia Surabaia, outros registros: Surabaya, Soerabaya Suriname, antiga Guiana Holandesa

Tehad, v. Chade Tchaikovski Tcheco-Eslováquia, outros registros: Checoslováquia, Tchecoslováquia Tchekhov Tcheu Ngen-lai, v. Chu En-Iai Teerã Tegucigalpa Tejupá Telavive, outros registros: Te! Aviv, TeI-Aviv Tenerife Teng Hsiao-ping Tennessee Tenochtitlán Teófilo Otôni Teotihuacán Teresa Teresina Tessalonica (ní), o mesmo que Salonica Tétis Thames, v. Tâmisa Thüringen, v. Turíngia Tiago Tibagi, forma usual; outro registro: Tibaji Tiberíade, Tiberíades, v. tb. Genesaré Tibete, outro registro: Tibet Tibre, em italiano: Tevere Tíbure, v. Tívoli Tien-tsin Tíflis, v. Tbilisi Tigre Tilsit, atual Sovietsk Timbu, v. Tinfu Timor Tinfu, outros registros: Thimphu, Timbu Tirana Tirreno Titãs Tívoli, antiga Tíbure Tobruk, em árabe: Tubruq Todos os Santos Togo Tolosa (1), cidade da Espanha Tolosa (2), v. Toulouse Tolstoi Tomás Tonga (ou ilhas dos Amigos) Tonquim Topeka Tóquio, antiga Edo ou Vedo Tordesilhas, em espanhol: Tordesillas

178

o

LIVRO:

MANUAL

OE

PREPARAÇÃO

E REVISÃO

Apêndices

179

Torino, v. Turim Toulon Toulouse, cidade da França; Tolosa aportuguesamento: Touraine Tours Transibcriana, ferrovia
rrransilvânia, em romeno: Transilvania ou Ardcl; em húngaro: Transkei

u
Uagadugu Uaupés Ucayali Uchoa Ucrânia Údine, em italiano: Udine Uganda Ulan- Bator, antiga U rga Ulisses, em grego: Odisseus UIster, nome com que se designa também a Irlanda do Norte Um-al-Qiiwayn União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, União Soviética, atual Comunidade de Estados Independentes Uppsala
U rais, montes; outros registros: montes do U ral U rales,

Valladolid Vallauris Vai paraíso Válter Vancouver, aportuguesamento: Vancôver Vanuatu Varese Varsóvia, em polonês: Warszawa Vaticano Vaucluse Vaza-Barris Vcimar, v. Wcimar Vclásquez Vendéia, em francês: Vendée Venécia, região da Itália; em italiano: Venezia Veneza Venezucla Ventimiglia Veracruz, cidade do México Vercingetórix, outro registro: Vercingetórige Verde (I), cabo do Senegal; cf. Cabo Verde Verde (2), rios e serras do Brasil Verdun (ou Verdun-sur-Meuse) Vermont Versalhes, em francês: Versailles Vespúcio, em italiano: Vespucci Vestefália, em alemão: Westfalen Vesúvio Viareggio Vicente de Paulo Vicenza Vichy Victoria,
capital de Hong Kong, estado da Austrália, ilha e cidade do Canadá;

Virgínia,

cidade de MG dos EUA

e um dos estados

Visconti Viseu Vishnu, v. Vixenu Vitória, cidade do ES, capital das
Seychelles, lago (antigo Victoria Nyanza) e cataratas da África; cf.

Erdély

Transval, outro registro: Transvaal Trapani, antiga Drépano ou Drepanum; aportuguesamento: Trápani Trás-os- Montes Triângulo Mineiro Trinidad e Tobago Trípoli (I), capital da Ubia Trípoli (2), cidade do Ubano Trípoli (3), antigo condado latino da Siria Trípolis, cidade da Grécia; outro registro: Tripolitsa Trocadéro, palácio; v. Chaillot Trondheim, antiga Nidaros Trotski Troyes Trujillo Tsushima Tübingen, aportuguesamento: Tucídides Tucson Tucumán Tucuruí Tudor Tumucumaque Túnis Tunísia Tubinga

Victoria, Viltoria Viltoria, cidade da Itália; cf. Victoria, Vitória Viltorio Veneto Vixenu Vladimir Vladivostok Vltava, em alemão: Moldau Volgogrado, antzga Stalingrado Volta Vorochilovgrad,
antiga

Lugansk

Ural, rio Urga, atual Ulan-Bator Uruguai, em espanhol: Uruguay Urundi Urupês Usbequistão, outro registro: Uzbekistan

w
Wagram Wall Street, rua de Nova Warwickshire Washington Waterloo Weimar Wellington W embley, bairro de Londres Westfalen, v. Vestefália Westminster, abadia Wichita Falls Wiesbaden Wight Wilhelmshaven Willemstad Wilmington Wimbledon, Winchester Windhoek Windsor Winnipeg Wisconsin Wittenberg Wolfsburg Worcester Wroclaw, em alemão:
Polônia bairro de Londres York

Üsküdar,
Utah Utica Utrecht Uzbekistan,

v. Scutari

(2)

v. Usbequistão

Tupac Amaru Tupanciretã Turcomcnistão, oulros registros: Turcomana, Turcomênia, Turquemenistão Turiaçu Turim, em italiano: Torino Turíngia, em alemão: Thüringen Turku, em alemão: Abo; cidade da
Finlândia

v
Vaal Vaduz Val-d'Isere Valdívia, em espanhol: Val-d'Oise Valença, Valdivia

cf. Vitória, Viltoria Viedma Viena, em alemão: Wien Vientiane, capital do Laos Victnã, outros registros: Victnarnc, Viet-Nam Vilalobos Vilas Boas Vilhena Villegaignon, outro registro: Villegagnon Villejuif Villena Vilma Viiia dei Mar Virgílio

Turquestão Turquia Tutancâmon, Âmon Tutmés, Tuvalu Tyne

outro registro;

Tut Ank

cidades da BA, do Rj e de Portugal Valência, cidades da Venezuela e da Espanha

Breslau; cidade da

outro registro:

Tutmósis

Valhala,

em alemão antIgo:

Walhalla;
deuses

residência dos principais escandinavos

Württemberg Wyoming

11 . citação. 140 meses. 76 hifens e acentos. 110 asterisco. 47. romanos ambigüidade. 122 discurso direto. outro registro: Zimbábue Zinoviev Zoroastro. abreviaturas. Vo numerais. 105. Iêmen Yeso. v. também Yang-lse Yaoundé. 64-5 cargos e títulos. 104. 102 alfabeto grego. Xerezade Xavanles Xenofonte Xerazade. 108 estrangeiros. 115 de periódicos. mosteiro INDICE ANALITICO (O tipo itálico que apareçe em a1gups verbetes quer dizer que se trata de uma remissiva direta a vocábulo do texto. antigo Congo Belga Zambeze Zâmbia. 155 algarismos. rio dOI EUA Yemen. v. Yaundê. 42. 95. 93. 11 entidade como. 41-2 e defesa. 51 circunstanciais. 107-9 vivo. Vo posfácio advertência. referências bibliográficas. 75 francês. símbolos acentos.) . v. 79. 102-4 e editora. 107-8 citação. 70 h em dÍgrafos iniciais. abreviatura dos meses. 75-6 títulos de obra. Xarazada. antIga Rodésia do Sul. Iocoama York Yorkshire Yosemile Yucatán Yun-kang. outro registro: Shangai Xanxerê Xarazade. 112 ponto abreviativo e pontuação do enunciado. Zaratustra Zósimo Zumbi Zurique.Vo olho antonomásticos. 142 apóstrofo e títulos de obras. Vo nomes de pessoas a~e. 102-4. antiga Rodésia do Norte Zanzíbar Zaqueu Zaragoza. 154 nomes de lugares. 85. 14-6 anexo. v. 116 alfabetação. apêndice anfibologia. Vo ambigüidade anos 30. v. de jornais. 49 simples. 154 autor. notas. 79 autor(es). 74-8 antes e depois de numerais. 108 divisão silábica. 96. 75 superlativo. 66 y Yale I universidade norte-americana Yalta Yamagata Yang-tse-kiang (ou Azul). 150 artigo. 143 referências bibliográficas. 95. 105-6 tradicionais. 90. 53 atualização. 75 plural. atual Hokkaido Vo lho data ante-rosto. Índice. prefácio apud. v. 117-9 citações. 83 em língua estrangeira. 5. z Zagreb Zaire. 74 divisão silábica. 72-3 escrita. priferivel a Siva XuÍ. v. 114 aspas. ChuÍ Yokohama. 120 adendo. 75 lista de. 138 alcunha. 118 títulos. 45 Vo lho nomes de pessoas alemão. 75 usadas em bibliologia. 99. 86 astrônimos. 99. 109 referências bibliográficas. antigo nome de Tóquio Yellowstone. 11 órgão público. 83. modelos de referência. TIO. 45 Vo lho nomes de pessoas antropônimos.~ 180 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO I x Xambioá Xangai. v. v. . . Xerazade. 83 morto. Saragoça Zaratustra (ou Zoroaslro) Zenão Zetland. em alemão: Zürich Zwickau abreviatura(s). outros registros: Cherazade. também chamado de Congo Kinshasa. Edo. 119 música. Shetland Zimbabwe. 116-7 apresentação. v. 60. Vo prefácio agradecimentos. 83 e pontuação. modelos de referência. 150-3 vo lho siglas. -data. Xarazade Xerxes Xingu Xiquexique Xiva. Iaundê Vedo.

123 -itálico. 79 maiúsculas. v. 51 inglês. 142 v. 108 notas. ilustração frações. 106 v. 22-5 dinastias. 138 colocação pronominal. alemão. nomes de pessoas diretor. 50. 135 caixa. 140 v. posfácio barra. 42-3 pontuação. 138 114 corpo. 92. 9 e entre classes e ordens do numeral. 17 congr:es5os. 111. 108 Ia. 11-2 formas do discurso. 107 data(s). 119 etnônimos. 112 editoração. v. 97. 66 aproximadas. 107 filmes. alta. 154 autor. tipo Corte. olho famílias de tipos. 89 editora. 119 francês. 120 frases iniciadas com algarismos. corpo. indicação bibliográfica. 90 lugar do livro onde deve figurar. v. 65-6 se. ilustração Filho. 79 de autor estrangeiro. tb. tb. 17 coloIao.gnidade. indicador dedicatória. 83-4 destaque de termos. 123 colchetes. olho falso frontispício. 108. abreviaturas dos meses. 154 autor. 137. v. 107 degli. 83-4 e aspas. v.94 ficrecr. e a pontuação. 83 107 desenho. delta. 107 cabeçalhos. 107 divisão silábica. referências bibliográficas. indicação bibliográfica. 134 cit. autor-data datilografia. 108 cinta. referências bibliográficas bold. 83 defesa. novas. 122 v. 40 et alii. 141 concordância verbal. 123. 112 editora. 82 em língua estrangeira. citação. 137-8 . 45 supressões na. 80-1 referências bibliográficas. abreviaturas dos meses. página formas optativas. 91. 17 frações. 121 minúsculas. 45 romanos. maiúsculas. 90-115 definição. 113 períodos históricos. minúsculas capa. 145 endereçamento. indicação bibliográfica. 18 cognomes. 116 espanhol. 67 francês. tb. 73 escrita. lista de. 49 discurso direto. op. tb. citação. tb. 90. 138 &. nomes de pessoas compilador. 81 aspas. 51. 121 escultura. v. 138 localização. autor. tipo cargos e títulos. 41-2 maiúsculas. 66 anos 30. 90. 52 estilo. v. indicação bibliográfica. 113 coleção. 13 fórmulas de tratamento. 122 fidedignidade. 18 número. contracapa. 109 epígrafe. 51 fotografia. 123. 79 figuras.. 90. citação. 47 coerência. 6. cabeços cabeços. romanos. 133 eopyright. 64 de publicação. 71-2 português. 112. 124 v. 16 caderno. 64 frontispício. 107 divisão silábica. 92 du. 72-3 espanhol. 50 defesa. 7 de. publicações. 131-3 caracteres tipográficos.92. 50 créditos. 119 estado I Estado. v. v. 69-73 alemão. frontispício fólio. 80 bibliografia. ~revisão. 45 minúsculas. 79-84. 49 espanhol. 127-9 escrita. 63 ligadas por barra. preposições de origem francesa em nomes ingleses. tb. v. 118 acréscimos à. seccionamento divisão silábica.93. 123 baixa. 42-3 travessão. 85. 111 editor. referências bibliográficas. 108 ete. 95. ilustração di.182 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO índice analítico 183 errata. tb. 68 v.94 lugar do livro onde o nome deve figurar. tb. 111 lugar do livro onde deve figurar. v. tb. v. cabeços cabeças. abreviaturas. 120 inglês. plural folha de rosto. v. 108 conclusão. 63 entidade. editoriais. 71 escrita. tb. autora. 108 disCO. 34.112-3 espaço entre as classes do número. 45 v. maiúsculas alta-e-baixa. 95 citação. 26-9 originais de. 40-1 divisão do texto. v. 52 eventos. 140 falsa folha de rosto. originais. indicação bibliográfica. 68 explicação final. 93. tipo fascículo. 109 eco. 80 versos. 79. 80 classificação científica. 16 edição(ões). 145 Colônia. música. 15 preposição de origem francesa em nomes ingleses. 108 dedeira. 108. 83 atualização. 67 porcentagens.102-4. 137 referências bibliográficas. 64 encarte. conceito. 141-2 cacofonia. v. 90. 49 flexão. 113 versos. 71 francês. 7::1 inglês. cit. 40-3 aspas. 48 v. 121 chinês. 93. ambigüidade. 69-70 dois-pontos.

51. 49 espetáculos teatrais. 52 maiúsculas. 77 v. 49 nomes de pessoas. 93. 59 siglas. 154 autor. 50 kgei1das.63 repetição na linha seguinte.gato. 133. 26-9 numeração. 58 históricos ou literários. tb. 95. 22-5 Império. 51 formados com nomes dos meses. 54-9 alcunhas. 121 introdução. 78 -mente. 44 v. 105 idem. 52 nomes de lugares. itálico. 49 regiões. 55-7 alfabetos não latinos. 131-2. 45 aportuguesamento. 107 IaUdas. imprenta. 51-2 abreviaturas de cargos e títulos. 108 divisão silábica. lugar do livro onde deve figurar. 112 aportuguesamento. 52 originais. nomes de lugares lombada. 76 títulos de obras. referências bibliográficas. tb. ilustração marcador. 16 mês. 60-1 formados com designativos de cargos e títulos. 48 filmes. 59-61 abreviaturas. 52 nomes comuns compostos com nomes próprios. 133 medidas antigas. 54 plural. abreviaturas. 106 unidades de medidas. 31. 45 data de publicação. 55 divisão silábica. 52 . 48 palavras estrangeiras. 120 período. 133. 45-6 nomes de pessoas.108 Mae. 49 escultura. 44-50 abreviaturas de cargos e títulos. 49 espetáculos teatrais. 52 escultura. 57 M'. 50 Ia. 13-6-marcas.. 113-4 Indicador. 107 6 22-5 ilustração. de abreviaturas. 127 glossário. 112 Met~O mimeogr. eco. 52 notas de tabelas. 45 minúsculas. 93. 154 minúsculas. texto literário local de publicação. v. v. 121 citações. 74. 49 programas de televisão. 48 Me. 49 filmes. 49 nomes de lugares. 121-2 pintura. 44 períodos históricos. 128 grego. 51 música. 78 títulos de obras. júnior. 120 numeral. 109-10 70 jaqueta. 96. le. itálico -negrito. alfabeto. 92. v. 52 maiúsculas. 135-6 música. 105 Igrrgá. 49 marcas. tb. 19 localização dos créditos. 154 autor. caixa alta mapa. 108 miolo. 90. 51 citação. 45. 54-5 referências bibliográficas. tb. 77 nomes de povos. 49 documentos oficiais. 120 inglês. 55-7 baseados no alfabeto latino. 91. 60 estrangeiros. abreviaturas em vários idiomas. tb. 19-21 definição. v. 85 pontos cardeais. vocabulário gralha. 92. 57 pseudônimos. 121-2. 52. nomes de pessoas horário. 56 transliteração. 140 literatura. 93. 45. v. 77. nomes de lugares logradouros. 108 ~aiúsculas. 55-6 unidades de medidas. 45-6 referências bibliográficas. 136 índice. registro. 52 pessoas falecidas. abreviaturas dos meses. tb. hífen. 142 v. 49 eventos. 49 referências bibliográficas. 111-2 nomes de pessoas. 90. 155 grifo. 42-3 documentos oficiais. 48 disco. 58-9 transcrição. 45-6. classificação. 71-2 escrita. hipocorísticos. 96-7. 107-9 regras ortográficas. 121 música. 97. v. sobrecapa 107 fórmulas de tratamento. 45 discurso direto. 90. 51 francês. entradas. 60. notas tipográficas in. 99-102 versos. numeração. 52 referências bibliográficas. notas tipográficas locativos. v. 139. 141 ISBN. 140 de figuras e tabelas. 61. 61 caracterização do nome próprio. abreviaturas dos meses. bold Nelson. 45 v. minúsculas. 55 Neto. 138 italiano. 57. 51 cargos e títulos. 45 nomes históricos ou literários. caixa baixa palavras derivadas. 143-4 onomástico. 75 e travessão. 67 h em 76 itálico. v. 123 coisas individualizadas. 114 minúsculas. 99. 49 negrito. 122 inglês. 72 estrangeiros. 107 ibidem. bold-itálico dígrafos. 52. 19-20 originais de legendas e créditos. 106 infra. 52 símbolos. lei. 107 lista. abreviaturas.2 v. 48 programas de televisão. 111. 45 nomes próprios compostos com hífen. 104 divisões político-administrativas. 138 v. 52 fórmulas de tratamento. 54 pessoas vivas.

68 palavras. 98. 63 parágrafos. 57 símbolos. 105-6 exclusivamente no texto. tipo. 96. 102-4. 102 pré-textuais. 64 endereço. v. Vo divisão silábica prefácio. 44 pintura.111-3 Vo tbo data de publicação. 62 vírgula. 68 referências bibliográficas. 115 período. 93.. sinais utilizados. 119 e etc. 95 lugar do livro onde o nome deve figurar. 65-6 quantias. 85-9. conceito. 106 Vo tbo cito ordem alfabética. 98-104 local de publicação. imprenta. 91. numeração com romanos. 86-8 espanhol. 107. 63. 78 ponto. 111 reedições. 66 quarta capa. 6 apresentação. 63 horário. 98. lugar do livro onde o nome deve figurar. 96 mimeografadas. 45. 53-61 compondo nomes comuns. 86-8 tabelas. 96 modelos de referência. 108. 112-3 definição. 65 e entre classes e ordens. 140 preparação. 93. 110. 78 ponto-e-vírgula. 102. Vo posfácio i10ta prévia. 105 Vo tb. abreviaturas. nomes de pessoas normalização. 90-2 data de publicação. 99. indicação bibliográfica. 45. 50 repetição. 20. Vo alfabetação ordinais. 127 plural.37-8. 126-30 sinais de revisão. 112 especificações sobre os elementos essenciais. 90-115 autor. conceito. 64-5 data. 68 substantivados. Vo prefácio notas. 137 quadro. 42. 95. Vo contracapa que. 77 símbolos. 96. 36 progressiva. 31. nome de cada sinal de pontuação porcentagem. 110 pontos cardeais. 18 Nova York. indicação bibliográfica. 105-6 numeração. 114 separatas.186 o índice analitico LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 187 nomes próprios. 10 provas. 64. autor. 12-3 pastel. 123 referências bibliográficas. 104. 92. 63 zero à esquerda. 65 O'. local de publicação novas edições. 61 e hífen. espaço entre classes do número. 92. 146-7 ortografia. 78 unidades de medidas. 105. 95. 67 hífen. 95-7 coleção ou série. ambigüidade. 52 definição. 94. 90. 10 nota final.127 periódicos. 96. 90 editora. 78 pontuação. 103. 6-9 datilografia. abertura. parágrafos e títulos. 114 olho. 74 referências bibliográficas. 108 obras. 111-2 nomes de pessoas. 90. 68 número de edição. 66 depois de substantivos. 105. notas. 67 início de frases. 63 indicação bibliográfica. 22-5 numeração. 147-9 pseudônimos. 133 organizador. 114 modelos de referência. 109 de referência. 93-5. 65-6 portada. 110 partição silábica. 111-2 localização e sistemática. 63 frações. 68 parágrafos. 18 referências bibliográficas. com acepção especial. 6 páginas pré-textuais com romanos. 85 notas bibliográficas. 109 original. 90. notas. 92. 094 componentes. anônimas. 85 . 13 discurso direto. 93 siglas. 102 romanos. 113-5 nomes de lugares. 63 porcentagens. indicação bibliográfica. 85-9 originais. 110 artigos de. 145 post-scriptum. 111 Vo tbo romanos orelha. 129. 15 página(s). 95. 137 órgão público. 106-13 e~clusivamente em notas. Vo vocabulário redondo. maiúscula. editora. 42-3 e as aspas. 98. 95. 57. 141 exclusivamente com referências bibliográficas. 90. Vo ilustração quantias. 119 referências bibliográficas. 85 referências bibliográficas. 62-8 antes e depois de abreviaturas. 63 texto literário. 137 op. vo frontispício posfácio. 92. 52 símbolos. indicação bibliográfica. 64 ordinais. 91 omissão de p. 61. 85-9 remissivas e pontuação. 6.. 107-9 notas. 66 remissivas à bibliografia. 7 definição. 93 notas tipográficas. 75 nomes de pessoas. 68 página. 97. posfácio prefaciador. cit. 54-5 vo tbo nomes de pessoas numeração. 64 parênteses.39 tabelas. 18 iniciados com algarismos. 52 regiões.. 91-2. 107-9 caracteres tipográficos. 98-106 lugar do livro onde devem figurar. 90. 65-6 concordância verbal. 119 e remissivas a notas. 94. 6 revisão. 49 piolho. 53 Vo tbo nomes de lugares. 30 numeral(is). 93. 75-6 abreviaturas. revisão de. 85. 90. 6 de legendas e créditos. 99. 93. 67 concordância. 90. 19. 102-4. 142 modelos. abreviativo e pontuação do enunciado. 93.

96. 104. 80 maiúsculas. 147-9 romano~. 90. 108 Don. 93. 95. 50 Dan. 64 marcação. 112 segunda capa. normalização. 110 versos. 179 semi-aspas. 109-11 simplificados por siglas. 123 caixa alta-e-baixa. 15. 30-3 convenções. cabeços títulos e cargos. 95. frontispício substantivos antes de numerais. 55 zero à esquerda. símbolos signos de revisão. nomes de lugares tradução. 111 títulos (de seções). 114 texto literário. 55-6 travessão. abreviaturas. citação. 129. 91. smals utilizados.. 93. 102 simplificação de títulos. 30 teatro. 122-3 bold. 65 subtítulo. coleção seu. 122-4 itálico. lh. lh. 96. 127 s. 111 obra já citada.. 133 leses. 108 verbo. 123 redondo. 62 tipo(s). divisão silábica separatas. 39 títulos correntes. 156-80 v. 110 e apóstrofo. 134 Sobrinho. 16 sic. 97. discurso direto. 95-7 versal. 113 v. 123 referências bibliográficas.94. 50 separação silábica. 39 pontuação. 91-2 lugar do livro onde o número deve figurar. 146-7 de provas. 126-30 erros./. 50 siglas.95. 106. v. 123 versalete. v. 106 aspas. 93. 75 suplemento. programas. 109 Trono. 109. 105-6 ordinais. 109-11 v. 50 União. 31. 123 títulos (de obras). 123 caixa alta. 108 Walter. ambigüidade. 127-9 sinais"utilizados. v. iniciados com al~arismos. 123 bold-itálico. 94. 90. v. 63 referências bibliográficas. 34-9 século.188 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO í índice analítico 189 notas bibliográficas. 123 versal-versalete. indicações bibliográficas. 106 citação.. 107. 113-4 parte no texto e parte em nota. 18 regência. 129. 105 separatas. 160 se. 109. 89 referências bibliográficas. 86-8 sistema bibliográfico numérico. algarismos. espetáculo. 12 numerais. 137 notas. 115 títulos de obras. 104 pontuação. 51. lh. 15 concordância verbal. 42 v. data de publicação ambigüidade. 109 referências bibliográficas. referências bibliográficas. 123 e corpos. siglas sinais de revisão. 102 repetição. 83 tradutor. 55 Wilson. 143 superlativo. 40-1 e hífen. 113 sobrecapa. 105. 17 seccionamento. 98. 85 numeração. v. 56 transliteração. 137 revisão. de hífen na linha seguinte. glossário volume. 117 iniciando a referência. 44 vírgula. redondo romanos. 49 terceira capa. 123 referências bibliográficas. encarte supra. 97. lugar do livro onde o nome deve figurar. 31 fios. 121-2. 93. 129-31 v. 107 vocabulário. v. 51 inglês. abreviação. 121 topônimos.d. 96. th. 103-4 v. 121 minúsculas. abreviaturas. lh . dicendi. lh. 120 na bibliografia. 94. 32 lista de. 14 onomástico. 111 transcrição. 117 com reticências. 123 versalete. 99-102 traduzidos. 94. 110 versal-versalete. 68 rosto. 115 série. 108 remissivas. notas. 103. romanos. v. 146-7. 137 Dom. 85. 97. 101-3 das unidades da federação. 123 referências bibliográficas. vocabulário República. 104. 17 Reinado. indicação bibliográfica. 140 notas. v. 107 reticências. 98 ponto.n. 123 caixa baixa. 80 reto.. 96. bibliografia reformulações. 91-2. 90. v. abreviaturas. 103-5 unidades de medidas. numeral. 68 parte de obras. 93 número da edição. tabelas. 147-9 sTT12 s. 138-9. 40-1. 49 televisão. 93-5.96. abreviação de títulos. 68 s. 95-6. 110 minúsculas.ed. 70 de palavras. 106 obra sem autoria declarada. concordância verbal versal. 122 salto. sinais de revisão símbolos. 63 . abreviaturas. de originais. citação. 93-4. 110 sumário.

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