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PINTO, Ildete Oliveira - O livro - manual de preparação e revisão

PINTO, Ildete Oliveira - O livro - manual de preparação e revisão

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DEDALUS - Acervo - FFLCH-GE

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APRESENTACÃO
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Cf;f!:m geral, pouco se sabe sobre o que se passa entre a entrega de um original pelo autor e o livro pronto. Acredita-se que a editora simplesmente providencia a impressão de um original, transformando-o em livro. Na verdade, o texto, antes da impressão, percorre um longo trajeto, que começa na edição do original, fase em que se propõem mudanças, acréscimos e cortes, a partir de discussões com o autor.

21100001131

EDITORA:

Sandra Almeida
ASSISTENTE EDITORIAL:

Segue-se a fase de preparação, em que o original é submetido a um tratamento que o aperfeiçoa no que se refere à forma e ao conteúdo. ~ Quanto à forma, procura-se padronizar o texto de acordo com as normas da editora, além de limpá-Io das incorreções gramaticais. O texto padronizado e correto é o resultado desse trabalho atencioso. Quanto ao conteúdo, trata-se de eliminar erros, evitar incoerências e até absurdos que qualquer autor, por melhor que seja, comete. Esse trabalh(yespecializado é feit9' na Editora Ática, por uma equipe de preparadores de texto, e resulta Ra qualidade hoje amplamente reconhecida por todos aqueles que lêem um livro com o selo Ática. Ildete Oliveira Pinto foi por vários anos preparador de texto, função que exerceu com rara competência. Esta obra, nascida dessa vivência, expõe as técnicas e normas de preparação e revisão, orientando aqueles que trabalham ou pretendem trabalhar em editoração de texto.
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Sueli Campo piano
PRODUÇÃO GRÁFICA:

Milton Takeda Nanci Y. Nichi Tomiko Chiyo Suguita Matilde N. Ezawa
CAPA:

Paulo Cesar Pereira
COMPOSIÇÃO:

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Diarte Ed. e ComI. de Livros Ltda.
FOTOS:

Fábio Carvalho
OSeO!!L!!!"'1Cl
FONE 447-EUS11

ISBN 85 08 04486
1993

~

Todos os direitos reservados

Editora Ática S.A.
Rua Barão de 19uape, 110 Caixa Postal 8656 CEP 01507-900 São Paulo (SP) Te!': PABX (011) 278-9322 Fax: (011) 27H146 End. Telegráfico "Bomlivro"

Nosso objetivo ao publicar este manual é colocar a técnica da preparação e da revisão de livros nas mãos daqueles que de uma forma ou de outra estão preocupados com a qualidade dos textos publicados. José Bantim Duarte
Diretor Editorial

1
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SUMÁRIO

o

INTRODUÇÃO 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Procedimentos As imagens gerais de preparação do texto

_ _ _ _ _ _

5
71

79 34

Seções do texto Formas do discurso Iniciais maiúsculas Iniciais minúsculas ---------------Nomes próprios ------------------

40
44 57

É inegável a liberdade de expressão do autor para construir sua mensagem, embora às vezes ele se preocupe mais com o conteúdo do que com a forma. A forma, por sua vez, é tão importante quanto o conteúdo, mas paradoxalmente é tal sua importância· que ela tem de estar latente e não interferir no conteúdo - a não ser que forma e conteúdo se fundam e constituam a essência da própria mensagem, o conteúdo. Essa fusão é comum quando se joga com palavras ou quando se instaura um momento de ruptura com padrões estabelecidos, caracterizando-se o processo de criação literária. Na mensagem didática, técnica, científica e de informação geral impõe-se, porém, uma normalização textual que evite a língua de Babel, que faça com que a mensagem flua tranqüilamente, sem tensões ou contradições.
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_

53
62 69

Numerais

Divisão silábica siglas e símbolos ------------

~

10 Abreviaturas, 11 Citações 12 Notas 13 ' Referências

74
~ _

79 85
90 716 725

bibliográficas

e bibliografia _-----------

--------

14 Padrões complementares 16 A estrutura
APÊNDICES 1 Principais orlglnOls 2 3 4 5 6

15 O processo de revisão de provas ---------do livro impresso _ símbolos e sinais usados na revisão e marcação _ na revisão de provas -~ --de _

737

Embora o estilo pertença ao autor, com a liberdade que ele tem de construir sua mensagem, a editora pode - e deve - intervir no seu texto, e o faz com o seu pleno consendmento, para garantir a correção e a clareza da informação e a qualidade da publicação. Para conseguir isso, às vezes, chega mesmo a modificar a estrutura de um livro. Por conter elementos que se interpõem nessa atuação, podese dizer que este livro é um manual de estilo, cuja preocupação maior é sistematizar as normas editoriais aplicáveis com maior freqüência, sem a pretensão de ser exaustivo. Em se tratando de normas, ou regras, existe o risco de o apelo limitado a elas não permitir que sejam consideradas as exceções possíveis. Para evitar isso, porém, é fundamental o discernimento dos profissionais da editora em não ir de encontro à liberdade de criação, quando o autor procura formas discrepantes para divulgar sua mensagem, infringindo conscientemente as regras estabelecidas.

746

746

Principais símbolos e sinais usados Principais abreviaturas Abreviaturas Alfabeto

747 750
754 _ 755 756

e termos usados em bibliologia

dos nomes dos meses ---------

grego onomástico ------------~ .

Vocabulário

íNDICE ANAlíTICO BIBLIOGRAFIA

_ _

787

790

que. Render culto a (divindade)..~~. (O) que de8envolv~mento. Abrandar.) Abrandar. Amar em extremo •. ~ adj. repaginando o documento. que "segue 52b". e também não é novidade o autor entregar o texto em disquetes . ~'~ '~~. na lauda anterior. Com a penetração dos microcomputadores. A forma mais tradicional de apresentação do original tem sido a do texto datilografado. •• . -ti- ~ ~ Estouvado. numere-as com o mesmo número da lauda anterior seguido das letras o. para que propiciem uma visão.~ ~ ~ v. 52c. Int. lembrar. se não total.por exemplo: 325*.dispositivos que.. 52b. ele poderá fazer isso automaticamente.•. 520. -Jt1' adoçado 2.. mas aceitá-Io desta forma depende da conveniência da editora.. (fig. Pode ser um simples manuscrito. do tipo sulfite. ~ •• . suavizar. estabanado . deve ser datilografado apenas em um lado da folha e em espaço duplo. cru. 1. p.e indique. contêm o texto gravado. seco ao sol.6 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Introdução 7 o original e a editoração Principais Laudo formos de apresentação dos originais Para situar devidamente a abrangência das questões específicas deste manual. Substância que serve para adoçar. Com esse procedimento tradicional procura-se controlar todas as laudas dos originais. Se houver inserção posterior de uma ou mais laudas. é comum o original chegar à editora em folhas impressas por esse mecanismo.. 2. e assim por diante. c. Original pelo autor à editora que resultará no livro. pois pode ocorrer que a ilegibilidade da escrita comprometa o fluxo de produção. Ficar doente... em nosso caso. r -to' ~- Avisar. 2. Sobreponha um asterisco ao número da última lauda . ao menos parcial do processo de edição de um livro.. sem que seja preciso renumerá-Ias desde a primeira inserção. .int. em laudas apropriadas ou em folhas de papel comum. é necessário antes apresentar os conceitos de original e de editoração. a partir das páginas pré-textuais (v... 2. Original é todo material entregue Numere as laudas consecutivamente. T . e a idade está ainda não alcançou pleao na adol. b. 2. se você trabalha com um microcomputador. 137). . . conforme o exemplo. jovem.escência.~~e~ ~ 1. Mas. -+. . na lauda 52a.por exemplo. "segue 52a" ou "há 52a" e. 4. O original apresentado em papel comum. Encantador. O texto deve ser datilografado dentro do campo apropriado da lauda. Digno de ser adorado. ..

l'"::':"l. VEZy descobre 11C)Va al'·ma: ev'guen(il:) roc:I·1C(ios..._ .:-. Apef)a!~ ~ mar·as. c! C)::. e i.e imediatamerltey 81"ltC!S" maIs.o industrial é a fase de composição. C::::\l no c:h.tJ[) profltcl!:. t it:G!:~.. sent)or del.. ~)ara elimlrlJ-·los.iéstia..tá em ~1&~aclEs! contatc) (::01"1)t!IUa i:erra natal" Carl'"Cgllc-a para !:lc:m "1 on9E'! Erlchcfldo"'!SE (:Ie !~E~lS coragem.. O que nos interessa. revistas." F(). HI/I'·i).llas. o da edição do livro.SD... IJcusas con!~eg~lissem abatEl' tit:âs.alta p de sobre ~ (J gigante IJm pa{s ~l ~J Ir I'· ~:t.nç:i':\ m(:\:::·y Uffli'. entretanto."t inu:.. contratação e nas adequa~ ções dos originais para publicação. impressão e acabamento. bl"açQ!~ t) tlCI"6i ~.clc·~. CIEl1~.D ~:"t ] (:lng {1·lqIJO.lsas lJ2(::(fjcas. COnl(:) Editoração O termo ediloração hoje é empregado em vários meios de difusão cultural.. voltam ~loi~~. c: üm ont:le flJlrtes leva'··() I:) mata C:OI1I lJm golpe cont maça~ :nqu.~.denomina~se edi~ loração.leH0ra(:les golpes fo~t: {ssimos lhcs com d& sua ~lnlgolpe miselriCÓI~dia~ clesfere . SE deixa lan~a Emp1ll1ha laflçam brasa os comt)ate" !-lefestIJ.l!~ do dos Plechas SEI.. etc. nlCS. costuma-se dividi-Io em três momentos: o pré-industrial..árj() ql.petácul().E!~.ustadoras t:ridclltC.(dOI1.. discos.mC) IJ(Jr ~sscr à luta~ ele j!~30. lança-os sobre ()s atacBlltes" mesmo se as ()s ~)aI1cadas dc)s deuses E lias N(:)entantc). E surpr"csa alerta ger'aly l~var)ta'-~. ou seja. para o propósito deste livro. fClridos.~E·nclD +"1 (:::ch:i:l.l as~.exercidas por um editor ou sob sua supervisão . seleção. 11~()SEriam suficlEnt~ SErES lmundo!:. e o pós-industrial diz respeito a todos os aspectos relacionados à comercialização do livro.lh<. . fixando-se na preparação e revisão do texto .etapas classificadas dentro das fases pré-industrial c industrial.l. para Erl'PI~erli:ar sellS tem(vpis i ri i m i 90::. o industrial e o pós-industrial. filmes.t: pont in9c D ii':\ no chr:f'(·:·. I)clnéter E tr&ml. E fun(1c metal.~~~__ ~_~_~D: MAtlUAl OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Cópia de computador Disquete Agora~ O~. o processo de editoração será visto apenas pelo prisma das adequações dos originais.l~ c[)ml~reer)clet~ld(:) e grita: s!~a crjatlll'"a r'EC~lpEr'a a!s flJrçaS DEIJrE~.:~ ~ ~ " dpusc!. pesad(sslmos. No entanto."( 9i~~lantE" () InOn!:itl'"O p:::). (J C 1"U(·:·-: ~ 1 TodD~:~ o..e~. jornais.Dy 1 ").. PO~. O préindustrial consiste na busca. Assustadas. Sol. F'OI~ S~la 'cerr(vcl €!. televisão. Para situar me~ lhor o processo de editoração. fcrrei~() manco.~:\n'cD i·:~. VI901'"OS. em Per r I)!. as margenl ApoIo.larlCI(:l es. como livros. (:Ofltemplam urna 'Picanl o ela luta. AtCI12. del.ar ql. O conjunto das tarefas inerentes aos três momentos . ( necE!s!. ac) ~:\ b~:\t<:\".\.!.O (jo Atena ql. é o sentido primeiro do termo..

etc. o emprego de um tempo verbal por outro. outros reconhecem a colaboração que se possa dar. e a revisão de provas se dá na fase industrial. para minimizar isso. seu universo de atuação pode se tornar bem complexo. IWII••••• • . para em seguida delimitar ou estender seu campo de ação. Com ela todos só têm a ganhar. Mas não é tudo. não há texto sem erros. " Dependendo da "lente" de que o preparador possa lançar mão para examinar os originais. nas datas. Mas o preparador ainda tem de buscar informações complementares sobre o autor . normalização e revisão dos originais são chamadas de preparação. utilize o recurso conhecido como "marcas de revisão" para assinalar modificações provisórias no texto. com legibilidade. mais estará habilitando-se a realizar um bom trabalho. editores e demais profissionais envolvidos com o livro. Ao pé da letra. o texto de autor já falecido é inalterável. sempre que for necessário. a Faça à tinta. ou correções. parte para conhecê-Io melhor. Mas. é preciso que qualquer original seja submetido pelo menos a uma correção ortográfica e de sintaxe.10 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO As atividades relativas à adequação do texto que dizem respeito à organização. o texto a editor faz a apresentação do texto ao preparador e lhe preparador. seu estilo . Autores há que julgam seu texto perfeito e definitivo. a autor vivo é o árbitro por excelência das questões suscitadas em sua obra. E. mas ele pode e deve defender a integridade de seus escritos. nos números. servem apendS de orientação à arte. pois encontram aí um ponto de apoio que orienta e facilita o trabalho. ou padronização.se vive ou não. que pode utilizar melhor a obra. - SG E RA I S RACÃO •. Eventuais modificações são decididas pelo editor. Trabalhando com microcomputador. 125. as emendas. bem como nas citações de qualquer tipo: de língua portuguesa ou estrangeira. a mudança da forma de . depois de o texto ter sido composto e antes de ser impresso finalmente . Seu texto sujeita-se aos padrões da editora. endá algumas recomendações. Ganham autores. quanto mais respostas oferecer a essa complexidade de coisas. contando com uma apresentação racional e uniforme. nos nomes de pessoas e de coisas. Marcações a lápis não devem ser compostas ou digitadas. (A revisão de originais ocorre antes da composição. Malgrado todos os esforços. Ganha o leitor. por exemplo.e discernir a natureza ou o tipo da publicação. à composição ou à revisão. É uma relação de namoro que principia.v. de textos legais. de textos arcaicos cuia fidelidade ortográfica precise ser mantido.) profissional encarregado de executar essa adequação é chamado aqui genericamente de preparador de texto. PROCE DE ------~-. Ganha a própria publicação. a Em princípio. p. tão. é a aplicação de normas lingüísticas e editoriais ao texto. a texto começa a se revelar aos olhos do preparador e a lhe sugerir o que fazer para conquistá-Io. Estilo é a maneira peculiar de o autor exprimir seus pensamentos. como. normalização. deve apresentar exatidão nas informações históricas ou factuais. São imprevisíveis os recursos de que ele pode se valer para conseguir efeitos expressivos. ou seja. desde os originais até o livro impresso. definitivas.

Além da pontuação ordinária do texto. denota antes de tudo clareza da mensagem. e o Dicionário contem- A pontuação Conhecer análise sintática é fundamental para bem pontuar.. .. e daí para diante cada vez mais obsessivamente. por exemplo. em Aluísio Magalhães et alii.. Formas optativas As palavras com mais de um registro lingüístico (por exemplo. ed. da família dos serranídeos" e que senhor de engenho é o "proprietário de engenho de açúcar". restritivas e explicativas. Qualquer mortal poderá ter acesso a esse banco pelo telefone (0121) 262-1313. 2. às vezes. viadutos. A Academia Brasileira de Letras mantém um banco de dados que fornece o significado dos vocábulos constantes no V olp. etc. muros de arrimo. necessárias à construção de estradas" e que obra de arte é a "obra produzida segundo o conceito de arte. Além dos assuntos próprios dos capítulos subseqüentes. científicos e afins devem ser submetidos ao rigor da normalização e sofrer as alterações necessárias com vistas à coerência. ) devem ter sua grafia uniformizada. as figuras' de palavras e de construção. mas isso não é motivo suficiente para que seu texto não seja revisado com rigor. 119). Rio de Janeiro. observe: porâneo da língua portuguesa. i. desde Sagarana. Fundação Getúlio Vargas. Então é preciso consultar os dicionários . 1 "Preparação de originais . Nem sempre. no Volp os vocábulos obra-de-arte e senhor-de-engenho são consignados apenas com hifens.e. Interferir nesses recursos sem perceber as intenções do autor é deturpar-lhe o escrito.12 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 1 - Procedimentos gerais de preparação 13 tratamento para indicar alteração de estados psicológicos de personagens. A liberdade do autor em romper padrões é praticamente ilimitada. percomorfo. mas não existem ali significados. não devem ser esquecidos os casos especiais aqui examinados.e ler as acepções dos verbetes . túneis. que senhor-de-engenho é o mero. ele dava um sorrisinho e dizia: "Pode corrigir"!. Editorl]fão hoje. num mesmo contexto. po- rém. clareza e correção da informação. contacto e contato. Geralmente. 53. 75) e antes de etc. 42).I". nos diálogos (p. (p. 93). de Caldas Aulete. 1981. especialmente a que é tida como de boa qualidade". loiro e louro. etc. este manual é um livro aberto. O revisor timidamente perguntava a ele. se esse z era assim mesmo (porque ele trocava s por z) ou se esse j por g deveria permanecer. entre o mais que se fizer necessário. É ilustrativa dessa atuação a seguinte passagem de Antônio Houaiss sobre um episódio da edição da obra de Guimarães Rosa: . pontes.. A pontuação correta das orações adjetivas. Para tanto. da Academia Brasileira de Letras.. de Aurélio Buarque de Holanda Ferreira. "peixe teleósteo. sem variação de forma. o Novo dicionário da língua portuguesa.para saber que obra-de-arte é a "designação tradicional de estruturas tais como bueiros. basta conferir a grafia de palavras no Volp ou constatar o registro desta ou daquela forma nos dicionários. Por exemplo. a concordância ideológica. mesmo que se trate de texto de natureza literária. Os textos didáticos.. p. como a pontuação nas referências bibliográficas (p. nas abreviaturas em geral (p. radioatividade e radiatividade .. os textos eram respeitados passivamente pelo impressor tal como estavam. A ortografia Os principais cânones ortográficos da língua portuguesa são o Vocabulário ortográfico da língua portuguesa (V 01 p ). o infinitivo flexionado para ressaltar a pessoa sobre a ação.

de. Um texto crivado de palavras repetidas pode revelar pobreza de idéias ou de vocabulário. por sua vez. Por isso. E talvez com a mesma qualidade. etc. a qual. pode funcionar como recurso estilístico. cada palavra tem um significado exclusivo. quando essas repetições se tornam gratuitas. o eco. Mas. devemos apelar para os sinônimos. A consideração de meus amigos é importante para mim. conforme o caso. Há vários anos. as conjunções. como a ambigilidade. mas noutros casos constitui um vício de linguagem. emprestam sentido obscuro à frase: A preocupação social está presente na obra de Aluísio Azevedo. seu. mas. Ora. em linguagem coloquial. que geralmente não permitem fugir a esse esquema. um fabricante de azeite de oliva anunciou em grandes cartazes O que é importante? Que eu considere os amigos ou que os amigos me considerem? A clareza da frase pode ser dada por uma destas construções: "Considerar os amigos é importante para . Vejamos alguns exemplos: Encontrei-a chorando. passou a produzir vinagre. "dar-se mal" ou coisa do gênero. ir pro vinagre pode significar "morrer". A mensagem publicitária. que causa impacto. se. etc. Há palavras. E desta forma a mensagem foi recebida. a indústria queria dizer exatamente o contrário: além de fabricar azeite. mim" ou "Ser considerado pelos amigos é importante pa- ra mim. Em princípio. " João e José prejudicaram-se. Não havendo sinônimos perfeitos. pois são elos básicos de estruturação da frase ou do pensamento linear. Há também casos em que a repetição de palavras é necessária para a clareza do enunciado. se não tiverem a clara intenção de assim serem. a cacofonia. Mas. Cuidado com pequenas palavras como que. próprio. os verbos auxiliares. a ambigüidade deve ser evitada. principalmente quando se tratar de textos didáticos. pronomes e até preposições costumam também causar ambigüidades. "João e José se prejudicaram a si mesmos" ou "João e José prejudicaram-se um ao outro"? . A frase leva a três interpretações: "João e José foram prejudicados". Ambigüidade ou anfibologia Ambigilidade é uma figura de linguagem que ocorre sempre que uma construção sintática apresentar mais de um sentido. Quem busca compreender os elementos deter~inantes da realidade social: Aluísio ou sua obra? A ambigüidade produzida pelo que pode ser desfeita pela substituição deste pronome por o qual. na verdade. técnicos ou científicos.14 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 1 - Procedimentos gerais de preparação 15 e as repetições de palavras Um bom texto prima-se pela precisão vocabular. dar sentido duvidoso ou provocar fatos indesejáveis. às vezes. essas construções devem ser evitadas. que busca compreender os elementos determinantes da realidade social. o vocabulário de rua: "A Carbonell foi pro vinagre". o jeito é modificar a frase para conseguir nova expressão da mesma idéia. Aqui a ambigüidade eu? está em saber quem chorava: ela ou Conjunções. em geral. partículas que. Em textos literários. como as preposições.. lança mão amiúde da ambigüidade como recurso eficaz. As ambigüidades e outros vícios de linguagem Palavras ou expressões empregadas irrefletidamente ou mal colocadas podem obscurecer a frase.

Basta evitar aqueles que produzam realmente sentidos obscenos ou ridículos . ou palavra obscena. é importante saber que à acepção que se quer corresponde uma regência correta. resultante da junção das sílabas finais de uma palavra com as sílabas iniciais de outra.fé demais .por cada .Quando dois ou mais advérbios em -mente modificam a mesma palavra. meu (Eça de Queirós. vaga e maquinalmente: senhor. basta substituir "o seu livro" po~ "o livro dele" ou "o livro dela". monotonamente. como sempre. Nesse caso.boom da . O Dicionário prático de regência verbal. Vamos apenas comparar dois exemplos com essa partícula: Não se estabeleceu quais medidas seriam tomadas.ete. Concordância Cumprir os princípios gramaticais de concordância (verbalou nominal) é básico para a clareza do texto. Funciona como recurso estilístico na poesia.a sensibilidade é sua.mesma mão . costuma trazer muitas dúvidas.envie-me já ... é recomendável seguir os padrões da norma culta do Brasil. Uma consulta às da Gama Kury. Eis alguns exemplos de junções de palavras consideradas cacófatos: Acerca dela . É bem verdade que às vezes o escrúpulo com os cacófatos se torna exagerado. principalmente a verbal. Neste caso. verbo não se flexiona. porque o sujeito é um "as medidas". porque o sujeito é uma oração (= qUaIS medidas seriam tomadas). Cacofonia É o som desagradável. É o verdade.nunca gasta . livro solução para elucidar de ser flexionado. conserva-se a terminação nos advérbios e omite-se a conjunção e: O mar chora. para o devido esclarecimento. para realçar a circunstância.ela tinha . /ongamente. Não se estabeleceram as medidas que seriam tomadas. do som agradável ao ouvido. constitui não só uma boa fonte de consulta para resolver essas dificuldades como também um registro atualizado da língua.ela trina . Um problema quase sempre existente a respeito é a flexão (ou não) da forma verbal acompanhada da partícula se. é verdade . pode ser uma boa outros casos. mas deve ser evitado na prosa não-ficcional: Então a recessão é a solução para combater a inflação? Mas aqui o verbo tem substantivo no plural.) Colocação pronominal No entanto. Regência A regência. de Celso Pedra Luft. eco nas terminações em -mente . . publicado pela Ática. de Adriano publicado pela Ática. (Augusto Frederico Schmidt.. Novas lições de análise sintática.) Embora a colocação pronominal esteja muito em função da eufonia.uma minha . o Eco Consiste o eco no emprego de palavras com a mesma terminação ou com o mesmo som final próximas umas das outras.mesma maneira . junta-se a terminação apenas ao último deles: O outro respondeu. i.e.16 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 1 - Procedimentos gerais de preparação 17 Maria disse a Antônio que não trouxera o seu livro.nosso hino . que às vezes se afastam das normas da gramática portuguesa.

Novas edições Os originais de obras reformuladas devem ser preparados e revisados na íntegra. organogramas. etc.Estabelecendo uma numeração única para todas as ilustrações do começo ao fim do livro. 1. Após efetuarem-se as modificações necessárias. ~'~_·oI·~. um quadro comparativo. é recomendável que os parágrafos seqüenciais não se iniciem com as mesmas palavras. que seja necessária uma nova enumeração de coisas. à organicidade. com exceção apenas das tabelas. bastando para isso pedir para recorrer o texto. 127) e nas batidas de parágrafos . qualquer alteração comprometa a uniformização existente.18 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO A abertura de parágrafos Prevenindo-se contra os saltos na composição (v. tais como desenhos.G\EiN S D OT •• OII!. será a figura 2. Antes de enunciar a legenda em si.verificação da seqüência do texto."_I 2 AS I M Â. diagramas. separando-as de acordo com o tipo de cada uma. podemos apresentá-Ias de duas formas: classificadas por uma só numeração consecutiva ao longo do livro ou por uma numeração progressiva (v. uma fotografia poderá ser a figura 3. esquemas. enfim. Ilustrações como figuras Chamando genericamente de figuras quaisquer ilustrações. É possível que num ponto qualquer haja remissão a alguma parte suprimida. se um mapa. e assim por diante. p. mapas. quadros. for a primeira ilustração. todo o livro deve ser vistoriado no sentido de preservar sua inteireza e ser preparado como se fosse original inédito. fotografias. não só de obras coletivas e de referência mas também de obras individuais. A coerência A utilização sistemática de um mesmo critério para um mesmo tipo de caso é fundamental à unidade. - . por exemplo. a) Uma só numeração ao longo do livro . p. faça-a preceder da indicação Figura ou Fig. Idêntico procedimento deve ter também o revisor impedindo o fato desagradável de uma ou mais linhas seguidas da composição começarem ou terminarem com as mesmas palavras. que. ele será a figura 1.~ MiM __ •• EX T O Ilustrações Ilustrações são quaisquer imagens ou figuras que acompanham o texto. quando isso é feito pelas primeiras palavras de cada parágrafo -. se for a segunda ilustração. ou simplesmente inserindo-as no texto. Classificacão~ Podemos organizar as ilustrações de três maneiras básicas: agrupando todas elas sob a denominação de figuras. sem classificá -Ias. 37) composta de dois indicativos.

Vânia Rúbia Farias.cidade localizada em território chinês e sob a administração colonial da GrãBretanha . complexo. mapa 8. o pensamento chinês defende a natureza delica da realidade. contemplativo. intuitivo. De resto. Ilustrações especificadas pelo tipo As ilustrações também podem ser classificadas de acordo com o tipo de cada uma.n ou Fig. ou ativo ou passivo. faz com que os chineses aceitem c participem de freqüentes mudanças. Isso explica por que. racional.2. as coisas e as próprias pessoas são tudo isso ao mesmo tempo. . para se 4. 170. Assim. que procura simbolizar esse ensi~ namento básico da seguinte forma: mcntod~ equilíbrio desses contrários -. Entretanto. devendo conviver com esses opostos e buscar a harmonia dos contrários.neste caso. ambos têm a vantagem de que. basta mencionar a sua classificação . Assim. ou bonito ou feio. Fig. tudo tem o seu lugar no momento certo. como no pensamento ocidental. Além disso. 4. com a busca do equilíbrio nesse meio termo.que alcançaram nas últimas décadas.1. de: VESENTINI. Isto se deve à grande prosperidade econômica . ou certo ou errado. que é o lado claro e que representa o intelecto masculino. as épocas de predominância do Yang e aquelas em que o Yin predomina. aberto a novas idéias e experiências. Ática. a Revolução Cultural e o isolamento do país. 7. da mesma forma que os gráficos e tudo o maiS.Neste caso o que teremos de fato são várias numerações consecutivas que se reiniciam a cada novo capítulo. na dose certa. e a nova política de abertura para o capitalismo. as ilustrações podem o texto integrando-se a ele como um seguimento suplementá-Io . as quais à primeira vista poderão parecer incompreensÍveis para o pensamento ocidental. por exemplo. ou doente ou são. o rompimento com a União Soviética depois de seguir sua orientação econômica.figura 13. todos os mapas podem ter uma numeração exclusiva. um muçulmano e cristão (embora talvez um pouco menos). do Terceiro Mundo. p. 7. 23: Mapa do tesouro b) Numeração progressiva composta de dois indicativos . Ilustrações Inseridas complementar seu ou apenas proximidades sem classificação sem nenhuma classificação. É provável que novas mudanças ocorram nesse país nas próximas décadas. o chinês não só aceita acontecimentos aparentemente tão diferentes como participa deles: a implantação do socialismo. e o Yin. o que importa é a busca do equilíbrio. todas as ilustrações do capítulo 7 são enunciadas por Figura 7. Assim: seguida referir no texto a uma determinada imagem. ao contrário. por exemplo.sobretudo industrial . No pensamento chinês.n: 7. ou uno ou múltiplo. bem como o anterior. todas as fotos podem ser numeradas independentemente das outras ilustrações (por uma só numeração ao longo do livro ou por numeração progressiva.são internacionalmente conhecidos como "tigres asiáticos". do número seqüencial de cada uma. o chinês comum é extremamente curioso. valem as mesmas orientações do item acima. 2.20 ________________________ O~_R~~_ArJUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO L::__ ~s_im-"-gensd"_ text~ " _ 21 conforme o que se queira adotar como padrão -. Por exemplo. pois dá mais autonomia à figura em relação à continuidade do texto. ou se é bom ou mau. Para ele não existe algo radicalmente mau nem bom. proporciona maior liberdade na distribuição dos elementos gráficos na página. é recomendável colocar antes do número de cada ilustração o número do capítulo correspondente seguido de ponto. ou masculino ou feminino. José William & VLACH. conforme o exposto acima). na história recent'e da China. Existe até um diagrama chinês antigo. ou seja.3. São Paulo. Coréia do Sul. Reproduzida Geografia crítica. geografia v. 7. ou claro ou escuro. para que não ocorra um mesmo número para mais de uma ilustração. que é o lado escuro e que simboliza o intelecto feminino. Este procedimento. expansivo. Taiwan (ou Formosa) e Hong Kong .1. IlustmiãcJ_c~I"~cadana _~eqüência no texto. O que diferencia este procedimento do anterior é o fato de que aqui cada tipo de ilustração ganha uma numeração própria. A natureza. aparentemente rad·icais. são colocadas nas do assunto a que se referem. 1991. T'aichi T'u ou Diagrama do Supremo Fundamental Os "tigres asiáticos" Esse diagrama representa a harmonia dos opostos: o Yang. t não a eliminação de um lado. 3. com as mais elevadas taxas de crescimento do mundo. quadro 5.

2 10. 15. Podem ser elaborados originais independentes para cada tipo de ocorrência.2 Marisa carrião/ Wagner Angular Avancini/Angular Carol Val/lkso começa a se tornar comum na China: cartaz de publicidade de 14..1 Copyright Agence vu Bernaro Descamps/ Angular nas cidades chinesas. um para as legendas e outro para as fontes ou os créditos. os originais de legendas e créditos devem ser feitos à parte. Kenneth Garrett/Keystone 193 . ~ " Y.• ! 1.foto 9.e.1 mineral a céu aberto na União Soviética.--de montagem de uma fábrica de automóveis na União Soviética Manoel Novaes 11.2 Gamma ••• ) .-~ 194 . i. mencione sempre o número da lauda em que deve entrar o crédito fazendo-o acompanhar-se do número da figura. a bicicleta é Gamma comum.•••••••. destinado principalmentea turistas.foto 8. Em qualquer uma dessas situações..Camera Presa London/ Keystone 2. Ruy Teixa1ra/Angular _.2 Marcos Guião/Angular foi importada da Alemanha.4 Iolanda Huzak de crédito ooidental.2 .1 11. com uma listagem de todos esses itens ordenados segundo a seqüência do texto.3) --~------.foto 8.•••.2 FOTEX/R.:! •..• '0. A esoava- Tsuneo Nakamura/Volvox carvao 10. .. Num país onde há pouca preocupaçao 3.2 Thierry Champion/Gamma/Sigla a fabricação de automóveis particulares..1 1.1 eletrônica na Coréia do Sul Gail1ard/Gamma 15. Uma laudo do original de legendas de fotos •.3 Kevin Schreiber -.•.22 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 2 - As imagens do texto 23 Originais de legendas e créditos Uma lauda do original de créditos de fotos Quando não forem apresentados com os originais do texto.4 14.1 9. Drechster-Angular Angular 1.5 9. É tambérn possível apresentar um original único..• 'o·~ •.

. Geo«rafia Ilustrada. Lubumbashi Dar-es-SaIaam Nairóbi Adio-Abeba Djibuti f9i pensado para unir as ao mercado iaternaoia.. r y . MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO As imagens do texto .•.-~~~-~~~--~- .' ---. CR.." J. 'll~~.._-'"~- 25 Na apresentação de originais de mapas...•. Peyre/Gamma/Sicla Ferrovias na África ÁSIA Cairo Moçambique Antananarivo OCEANO ATLANTICO OCEANO PAclFICO Sene«al Níger Uban(ui Nilo Con~o Kasai Túnis Argel Casablanca Dacar Bellaco Conscri Abidjã Lagos Brazzaville OCC=Ã:I'lC AT/... portes. ~~ _~... 0.e vaI tada para o 1"""""" PAM~ iWJ-~\ P. Eo. "....... os Ele Durban Johannesbur.. no continente africano .•.. na África Indígenas de Madagsscar .." •••••• " : •••••••• r •.. ! n.. . Abril Cultural..•.al.ÂNTlc.o ~ ~ PriBcipais no Veja não mapa.. Fonte... " ! . o· ".. ferrovias países Kinshasa Lobi to ...... *"""'1 ~\t ~ ...=IJ !. Cidade Port do Cabo Elizabeth principais unir país." ~ ! .•. portanto.. vias diri!"em-se de aos portos eoonomias Por isso de africanas as ferroO exportação... Essa relação pode ser feita nos próprios originais de legendas...•.•.. ! o· •••• .. GEOGRAFIA 0 •••••• CRiTICA - 4 - MAPAS ! .. uma eoonomia dependente exterior. sistema transportes reflete. ti T .. Por exemplo: ºriginal de um mapa Um original de legendas e créditos em que aparecem relacionados os nomes e textos do map~ 1tlrnilê$E'UlP titulo GEOGRAFIA CRiTICA 4 ROTEIRO DE IMAGENS n' Ititulo _ ••••••••••••••.o Harare para mesmo ou as re«iões y ..• ! " Ferrov~ 'as !... _----_... 1632.. Aspecto do cerrado com elementos de sua feuna.• . .. p....24 ~ o LIVRO:..•.. y •.. .u-~~ ..•.. _~-~ ." •••••••••••• ... que foi linhas a rede o traçado projetado de um férreas africana das de transObserve.. relacione à parte todos os nomes e textos para facilitar a composição... o .•.

~ .R/JU>.:O.a ~ . (i.~.ue ~e ~cmn~.amiJ.wm ~ ~ div'w. 1991. ..dltoril Te!.vJn Rua Barão de 19uape.. \ \0 End.al!c&nçaabdÍdM4 "J7U. e ea ~ 1988 f. e ~ '1W' de e a&unb1.etI&t.4ell4 ~ a. m.~. ~ 'P" aomiWmz do. fJO'1- ~. São Paulo.7?UlffZCÚ). 2. Atica.mM=~9"'-eAe C<mZ a ~ Ad:t~ ni1.xn~ •~ ~-=n é'wz.I1t.J.WVQ ~ ntY f:vr .&w-. P. : OA.wrn € ~ é?wztr ~ "QA! r:Iue cI!aiiY!" .:. eJ..cüd/.o:Wm 7u"m &vw.7. M'~ ~ .cú "Clh! ~ ~ d1r ~ &jdl" fww.d. Reproduzido de: JUNQUEIRA. e -rp.. .. Uram composição: Catanna Horibe.mde. võm:a4 coida<. 7Ur =.. ~. Ática. Frei Caneca e a resistência pernambucana. dtr f"C'. 7° série.<.A.4 Pesquisa: Luiz Lopes de Souza Composição e montagem: Diarte composição e arte gráfica S/C Ltda..:vw-.U. CEP teleg 0\507 "Bomlivro" .whe coi1a4 tr ~ 7TIVYmff e ~ dia-a-dia.~ . mJY2fL . eU ~ &. os créditos e/ou as fontes das ilustrações podem localizar-se: a) no frontispício ou no verso do frontispício: Créditos no fronti!píc:jc.wn 'f'd ~ . f=W. coordenação geral: Nelson S.e cá tVnff fWU1. A1e~. . m·9322 g6S6· SãoPau\o os direlto.iMnJúy "acvw.: Caixa Todos Átiea pABX Postal S.C. " (j)~ ~.Ó..tMnffeut ". . Português em sala de aula.0epo?1. ae. São Paulo.1 26 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO L:-~m~~s do texto __ 27 Localizacão # dos créditos Créditos no verso do frontispício Conforme o espaço disponível ou a ênfase que se queira dar.or .l4OWIM • ~~. . de Aua.~ e.fMnU:m ~ -n(Ur. 1988. Nelson S. de . p.... ~. &m. ~ 'fP' /. Urata coordenação de arte: Silvio Vivian ff eu.etvrw.e' '?7Ud!ir ~ e ~e e amzpte=. • a&mo. Sônia. .e nãfr? .9:!if ~ F m.o- ~ c:W ~:na~ch~'fM4a~oáde ~ de ~ a&. da ~ &ndé ~.p "aeh "1"l/.&m F~f"9U-- • ~h~ :. rrw é:IJMM.wm Ai.téJz. • ?7?a.Mti ff fX':'W- a{ =n '//&d. amfr.do.:xn c:a. Frelncisco M.&m 1X. reservados Reproduzido de: TEIXEIRA. ~ di.y q.

lIerreiro eu respiro PÁGINA 85 Si! dói (fUimdo Anúncio: PÁGINA Agênci:< 134 Almap Salles CcHtaz: Ag0nd" PÁGINA 136 __~~10/~~~~_ ano. 2. qlle o desrespeitou permanentemente.]im Etiqueta pAGINA Sirnt:>ohs "desiva: 17 atual: 16 Agênd:' Opus PÁGINA 47 & Múltipl" Revista &. PÁGINA (.\. . reforçar a aliança com os paises de governo negro que cercam a do. Artes Quino.: IlolDt'm s.1 Sul. Reproduzido História moderna e contemporânea.. Homl'm de Meio & Mulheres de Moçambique Anunciante. PiLlure~ Ceholinha CarLlZ: . de eom 64 de Mc10 & Troia e Jn.: Homem de Mc10 2 das "Terceiro mal & Troia Desenhos: PAGINA EUA (adaptado) Luís l'emando Vasques. São Paulo. Stahd Davis.lerá" I'l'adim Anúncio: sem ide[ltificu.. Desenho PÁGINA Veríssimo de R'Vii: e Placa: Capa. Desenho: Desenhos: Silhouetles.. PÁGINA 75 Erickson regime cana às do aparl sanções principais fontes i que. Isso po' ros da Renl por Pretór' ganhando ..llia Fot"" lksenho: Ilomelll 100 d. lt.fil.rtaze~: Notícia: Homem Homem de Mdo de Meio C"mic &.~()cia<..'ptado) 'j'roia PÁGINA 49 &. Reproduzido de: FARACO& MouRA. EUA (adaptado).arfiuld EITA (adaplado) PÁGINA 26 c Duicatllr. Corto Ma/lese- Agi::ncia 127 (fr.ttmde e partes de Souza. Homem de Meio & Troi" D('~enh(. que era da I I PÁGINA 32 Quadrinhos: PÁGINA TItulo do Maurício 34 filme: Univer~al Capa: Fugl'nioKirsch PÁGINA 78 Título de novela: Rede Gloho Qu«drinhos: jim PÁGINA 133 Lage. 86 Gar/idd & (. O. T3 Homem 14 S(J dá! quando de Mc10 eu I"e-l/'iro Quadrinho: PÁGINA4S ]-h.o.. Garfidd IIom"!Tl Ca/{/in. 18 Quina. _ dólares por gU:ldli~. & ElTA(adapl:u!o) Mendes de autoria de dólares e um 220 66"70 complet pela decisão roml ca do Sul de ren canos carvão.l: Alq' PÁGINA 96 Quadrinho: PÁGINA Quadrinhos. Homem EUA (adaptado) de Mcla de Meio & Troia.ara. p.. Moçaml doações que ZaJl da fome.' Melo Des<. O presidente de Moçambique tentou.. 1-23 PÁGINA Desenhos: Revista pAGINA Anlin<.'il'co C"P. PÁGINA de Meio & Tro. ed.on. PÁGINA 93 lk~"nil. PÁGINA 15 Cilmpelldiurn.. Gramática nova.mdium.Anunciante: de moS(:a: Dcddização Agencia Emops Descnhollacapa:janv:mWijngaarden PÁGINA 70 Quadrinho: A halada PÁGINA 74 Scliar. Sl/bouetle:. o regime ra. . Agl'nciaSalles/Inter-AmClicana HOJl\em de Mdo &. PÁGINA 22 Quadrinhos: Quina.:Cann de Mclo Erkkson(fragmento) de Mdo & PÁGINA 55 Foto: liomem de Meio & Troia desenho" 109 Davis.. São Paulo.: de Meio PÁGINA 66 De~enho Santa na capa R()~a da edição de 1')')2 EljA.UiSCl"j(('vista(.. o que lhe valeu um estremecimento de relações com Moscou. . PÁGINA 114 Dl'~erlh<)s: Si/bol/c/lcs. Homem Ma/a/da Silhuuelles. Ática. Eugênio Kirsch Hugo l'rdtt...28 o LIVRO: MANUAL OEPREPARAÇÃO E REVISÃ~ 2 - As imagens do lexl"-- __ .a MIl/afda EUA (adaptado) PÁGINA 53 Quadrinhos: (.) Corto Ma/It's('.!.) . Ik. AlJo/m·nhas da Cosi.'pl<u]. então.:::~.cinye PÁGINA 54 C"iagens: Horllcm lIderJ_o.Alceu Luiz & SENISE.iaunl.lA(ad:. presiderl ra manter u.'nilos: PÁGINA 94 & Troia Anllll<'io: Agi"rl<ü W'/II.'. tuição que I tinção do ri único e a ir: democracia i I c) no final do livro. p. PÁGINA 51 Notici. nllma visita a Washington em 1985. 29 b) no local da própria imagem: um acordo de não-agressão com Pretória.'io. Troia QlIadrinh<. Cartaz. Desenhos: Coca·Cola & Troia PÁGINA 57 Anúncio.EI. 1992. SilhrJUdl<'. Troia PÁGINA 108 PÁGINA 21 Anúncio: Agência Homem M. Ml'M/(:aS'·liJrCIllGld('desenh"deJ EUA C"laptado) Car10s dl' Mel" '!'mia Agêntia 11 Eml1ratllr(rr:rl'"wnto) PÁGINA 39 lkscnhu. 373. 115 ComjJf.. como neste exemplo: PÁGINA 10 fksenito.lriniJw.. cidade.jo japonês Qu"drinho: (adaptado) Hevi~l:l Olímpka do Canadá Símbolos de animais: zoológico PÁGINA Quadrinhos. Aslel'i:x Troia PÁGINA 20 Desenho: Qu"drinhos: Urasihiniól PÁGINA Hmú'('('po".. uma importante ajuda financeira para enfrentar seus problemas econômicos.' Mt'!o & Trob PÁGINA PÁGINA com ktr:lS: Homem de Mdo Desenhos: PÁGINA PÁGINA Paulo) Anúnóo PÁGINA Quadrinhos: Cmum.lgmento) Roy Lichtcnstcin Bill WateR.Maria Helena Valente..il f{evist" (il'raldiü" 12 PÁGINA 42 fk~cnh()s PÁGINA 95 ()u. de Meio &'l'roia PÁGINA 48 C. !.'t:. PÁGINA 59 Desenhos: '[roia QlIadri[]ho~: Jim pAGINA 110 llesenh" PÁGINA 111 07~OIl PÁGINA 23 I PÁGINA 24 & Traia. Oavis.lo Bethencourt Homelll Mlran klr".nilm:.ao(i{oalltoria PÁGINA 98 Anunciante (fr"glllt. Ram.. . Capas: c. Analista organizaçõel QUildrinho: Eduardo Desenhos: Desenho autoria Foto: Homem !lomem 113 de Jl. PÁGINA 46 Fl'(ml~ e Enw_\! Quadrinhos: Mariniello. H:ília PÁGINA AlllHlr-iO: PÁGINA 105 Agc'"<:ia 106 Homl'm 107 G!:lll<'O. 103 104 FlIAtuhptado) mil Walerson. SI/houe/les. .'nto) PÁGINA 99 &. .(.~em identinc:Ição PÁGINA 129 Detenhos: PÁGINA Anúncjo~: Homem 130 Agência McCann do Mar Slli}iadn de Mdo & Troia PÁGINA 29 Cafdn. PÁGINA 63 FernandoGonsalcs.. MPM HOllWnJ do: Meio PÁGINA 38 & Troi" PÁGINA 87 Fotos: Homem 90 (I<" M<:Io & Troi:l de jaymc Agt'nda pAGINA Anúnci()~: Troia: PÁGINA & Agi::nda Arltlnci:llltl'.'ii/b(Jur-'t/"'--. Troia I'bca lê desenho Silhml('lI('s.. Revista Circo(ad.- PÁGINA 41 Bolinha Foro: lkvi. Garficld ('. que traball A medi! PÁGINA 28 II detenho Saga Gravura: Quadrinhos: will Eisncr. Ática./Harl/:hele Homem d. 1992. Jarln'. de: PAZZINATO.':lO l)J'Z.. 311.. AryNormanha PÁGINA 79 Anúncio: Quadrinho: PÁGINA Agência Caul"s. A J. dos paises do: procurando I consolidaçã! negras da f que continu.. Sl'rgino de esportes: A. Troia Ar!. Livro: Capa HOllwm de Meio U. PÁGINA Cau!o~..'" Thaves.klo & Troia cionais. Uma rd PÁGINA 25 EUA (adaptado) sem identificação Troia PÁGINA 65 Homem de Mclo & Troia Quadrinhos:JimDavis.r1".I riar de Moi çando constl bar o gover: Em novell aprovada u.:.

.502 1.12 1.173 0.796 __0.2 13.2 0.?_8~ 1.063 1. .0 4.6 28.151 2.8 0.607 1.370 1. p.005 1.4 11.206 1.257 1.473 0.195 0.2 8.------------. _-------.820 2.-----.500 0.• QJzeroll~J~:snum~ri5~_s_d_esE ~z_íveis.411 2.0 2.972 1.407 0.14 0.904 1.2 0.767 1. de A.614 1.128 0.7 20.794 1. 1 KOTA1T.1.---_ .0 26. Reprodl!zida de: DANTAs.~ -. Desnutrição e aprendizagem.139 1.8 24. osé Jobson J São Paulo.792 --_.2 15.193 ___ 1.309 1.741 1.328 _'0--Rio1.145 1.70...496 0. São Paulo.7 100.340 19.462 0. Inwces 1._.900 1.592 1.177 l. São ..27 19 21 30 1% de u N1 Número de 53. Ática. Editoração científica.034 422 16 13 10-12 24 15 25 7-vezes18 28 -.626 __ o O (zero). observe as recomendações se- Numeracão " As tabelas devem ter numeração própria e independente da de outras ilustrações..3 19.374 1.045 1..880 0.2.4 --1.609 __o.402 Jandro 2.600 1.SI6 1.9 15.943 2. de acordo com o número de vezes que a mãe engravidou a 61.750 0.".596 1. Na preparação guintes.4 4.1 92. para indicar que o valor do dado é nulo..521 1.256 0.624 0.9 6.699 2.7 8.230. 1981.688 1.(traço).661 1.~. (reticências).367 0. 91: Brazil.9_.179 1.d SlInl(lS o 1.4~1 I. O Brasil no comércio colonial.837 1.066 Rahla 0. c) _ .946 0. TABELA 10 "----------------.._-.101 0. de fração da uni- b) .9 N2 N1 Na 4.186 2. Atica.204 1.014 1.2 325.998 1.0 Estimulação cognitiva Grupos TOTAL Recreação % Reproduzida de: ARRuDA. 163.261 3.8.561 2..Tabelas As tabelas são registros de cálculos feitos previamente e de seus respectivos resultados.. para indicar que não se dispôs do dado.362o4.165 1. TABELA B-8 Distribuição percentual da amostra. Os quadros "são elementos copiados e não construídos estatisticamente" 1.8 6. Ivani. das tabelas.342 2.0 23.663 PUJlllmbuco Mllranhiío Pnlllbll llrll.--~----Imo 0. -.037 1.57.1 13.6.301o p.680 2.7 8.944 1.643 1.351 1.2 .--_-~-.1 13.7 11. Notas As notas de tabelas devem ser chamadas por letras minúsculas e localizadas no rodapé da própria tabela.081 1.099 0.0 17.480 1.9 31.406 1.004 1.259 7.34) 1'2~ _.850 0.984 (1.134 0.775 2. Afora isso.5 2.167 1.566 1. li A média de vezes que a mãe engravidou é de 9.1 0._ --~. e .8 17.048 1.rn 1.914 2. podem ser numeradas da mesma forma que estas. p.4 Total 100..628 1.246 0. p..30 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO As imagens do texto 31 . 1980.180 1.003 1.7 2.382 1..191 0.3 4.4 22.1 31.223 1.8 51.Jovelina Paulo.693 1.3 2.81(i 0. Convencões " As casas vazias das tabelas devem ser preenchidas com uma das seguintes convenções: a) (traço).0 8.807__ ~~O8 _---. 1981.384 1.i97 ___.012 0. 63.0 8.018 1.958 3.1l C. indicando valores nulos. para exprimir arredondamento dade ou valor numérico desprezível. Ática._---_.549 1. Não se deve confundir tabela com quadro. Esta tabela apresenta duas convenções: . 1.337 exportação-importação o de 0.184 1.

E podemos também afirmar sem problemas que um pais qualquer. São Poulo. fugir a essa regra básica valendo-se de recursos gráficos . Pode-se. Já quando se trata dos aspectos politico-econârnicos dos países. Como esses.J\s imagens do texto 33 Fios Não feche com fio horizontal o pé de uma tabela que passa de uma página para outra.32 ~ ~_~ __ _-º __ LIVRO: MANUAL OE PRiPARAÇÃO_E . por exemplo. e isso não dá margem a nenhuma dúvida. 1992. entretanto. Ademais. apesar de todas essas possibilidades (que dependem muito mais dos homens do que da natureza). exisI em muitos outros casos de países que são difíceis de serem enquadrados perfeitamenlc apenas num desses três conjuntos ou de seu espaço fisico.que possam indicar a continuação da tabela. pode acontecer lambém de um pais (como Cuba. por exemplo) encaixar-se tanto no Segundo co1110 no Terceiro Mundo. e atual. a antiga a antiga Worlddevelopment report. Seria mais fácil estudar o mundo atual a partir dos tipos de climas ou dos continentes. Uma classificação dos paises com base em aspecli- "mundos". localilado na América. ed. se fizéssemos isso. por exemplo . p. Mas isso não significa que devemos deixar de lado os estudos e as classificações da realidade social só porque ela é dinâmica e com transformações rápidas.REVISÃO ~ -. Isso porque a realidade natural é menos dinâmica: um dado país encontra-se na América e não na Europa. Podemos afirmar com uma margem IIlÍnima de erro que as áreas que hoje têm l"lima tropical continuarão a tê-Io daqui a l:em anos. Sociedade e espaço. É evidente que tal país pode até . as transformações que ocorrem na realidade social são mais rápidas e mais imprevisíveis que as modificações naturais. mesmo que o cabeçalho seja repetido na página seguinte. todavia. 1991. " Para entender essa divisão do mundo em três partes. iremos estudar esses temas de maneira genérica. não podemos ter tal grau de certeza: as modificações aqui podem ser radicais e ocorrer de um dia para o outro. pois alguns de seus aspectos lembram bastante o Terceiro Mundo. Alemanha Alemanha Oriental Oriental. 14-5. 14 UNIDADE I • GEOGRAFIA POLlTICA DO MUNDO ATUAl CAPíTULO 1 • A GEOGRAFIA E Reproduzido de: V~SENTINI.setas. Atica. socialismo e subdesenvolvimento. no final teriamos dele uma visão muito pobre. o PROBLEMA DA REGIONALlZAÇÁO DO ESPAÇO MUNDIAL /Ullto: Banco Mundial. ref. lá pelo ano 2050 contiIIlIará a ter seu território situado no mesmo continente. temos de saber o significado das palavras capitalismo. Nas linhas a seguir. José William. mais teórica do que concreta. não há dúvida nenhuma de que seu território atual continuará no mesmo continente. nos próxÍmos capítulos iremos aprofundar. já I hll:lulI1do IHluindo incluída na Europa Ocidental. mostrando como a real idamundo com base nas características da sociedade sempre é mais problemática do que uma compartimentação com base em elementos físicos ~ em continentes ou em climas. 21. contudo. um pouco esse estudo.

c) Partes . de aJUgó'que O parágrafo contém uma facultativos para: exceção.. b) os maiores de setenta anos. como dicionários e enciclopédias. são de inciso e vem precedido~ e a alínea""éiJÕla a) os analfabetos. 1) Outras notações.Cada tomo pode coincidir ou não com o volume. to e é precedido de um algarismo arábico. as divisões mais comuns são as hierárquicas e as numeradas.embora nem todas as subdivisõesestejam necessariamente presentes: a) Tomos . -Cada artigo enuncia uma regra geral sobre determinaoo ~. As obras jurídicas. b) Livr. mediante: III III plebiscito: referendo. etc. Letras ou alíneas . 14. A ConstitUição de 1988 tem 315 artigos. Vinhetas e/ou entrelinhamentos maiores.As letras ou alíneas podem ocorrer antes dos números. Números (cardinais e/ou ordinais). têm com lo Ato das DIsposições 70 artigos). Reproduzido de: VITA. para identificar partes menores. d~to €"'-uma tgIVé6mplemento tratado subdivisão pejo arde artlfJoalsubdivi- ou um pormenor tigo. seguem padrões especiais. se com- CAPíTULO IV DOS DIREITOS poLtncos --- é importan- Unidades físicas Quanto ao seu aspecto material. Seções. . como bolas. Álvaro de.A subdivisão em partes pode ocorrer antes da subdivisão em livros. em artigos. embora algumas obras se identifiquem com formas preestabelecidas. que trazem verbetes dispostos em ordem alfabética. um trecho se subordina a outro dando a organicidade da obra por meio do seguinte seccionamento .) As obras literárias tanto podem ter seu plano desdobrado em divisões tituladas ou não tituladas como podem não apresentar nenhum seccionamento. Neste sistema. alternativa editorial de publicação de uma obra extensa em cadernos (v.. A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto. De resto. o livro se apresenta em fascículos ou em volumes. e. c) os maiores de dezesseis e menores de dezoito anos. Subparágrafos. durante o pe- e vem precedida de uma letra Na organização de uma obra pode-se recorrer a vários tipos de seccionamento. da par- caráter provisório podendo ser revogados § I' O alistamento eleitoral e o voo são: I .70. Os fascículos. 11 para os maiores te permanente. o incisD ou de parágrafo garismo mmúscula. Ática. ba· stcamente. por uma parte agrupados 245 Tran- em 9 titulos) e por uma parte transitória sitórias. romano. com valor igual para todos.. reproduz-se o seccionamento na Constituição em vigor. 1989.obrigatórios e dezoito anos. (No exemplo da página ao lado.3 . capitulos. 135)separados. § 2' Não podem alistar-se como eleitores os estrangeiros e. d) e) f) g) h) i) j) Divisões hierárquicas Capítulos. Nossa Constituição. nos termos da lei.?s .{KJlfé pará~~incisos éúÔÍa subdivisão _ ser subo e alínea§. destinam-se à encadernação posterior em volumes. te notar posto artigos em títulos. p. iniciativa popular. São Paulo.Seções do texto 35 3 SECÕES # D ~~cc:ionamento na Constituição brasil~ira TO Como está organizado o texto da Constituição? o texto constitucional é organizado. travessões. dividido em por sua veJ. Divisões numeradas Há obras que necessitam de um seccionamento marcado quase exclusivamente por números. Que 'o texto constitucional permanente é (com Arl. Isso pode ser feito pela numeração de parágrafos ou pela chamada numeração progressiva. que são agrupados ções e subseções.Subdivisões do tomo. Cada artigo. Parágrafos. sobretudo os textos de lei.. p. Além disso. cujos dispositivos e vigência sem prejuízo limitada.

1. 3. não dependem de especuladores. 3. portanto. 1. os operários. . 109.5. . O primeiro numeral do indicativo se refere à seção primária. O segundo. 1.1. para esta~ (§ 2231) 6~ias dissemos anteriormen pessoas.1. obrigações de sociedades.n.1. . 2.1.1. i.. A leitura dos indicativos é feita da seguinte forma: 1. a primeira subdivisão do capítulo. .1. 7.2. ). os notários.1.1. finalmente: Reproduzido de: RODRIGUES..:. em suma.~-~~ governo. 1..12.e.5. . os advogados. de qualquer modo.. ). .. n). Coloquemos em outra categoria. O conjunto numérico resultante da combinação desses numerais é chamado de indicativo da seção. os simples possuidores de poupança.t~.. que geralmente equivale ao capítulo.2. os empregados que dependem dessas pessoas ou que. mais de simples que obredeos possuidores ou menos o pou- da seção { 3.3.3.1.5. .3.2. Albertino. ou que a empregaram em pensões vitalícias.5 -+ dois doze cinco. as pessoas cujos rendimentos são fixos ou quase fixos.1 -+ um um.. Recomenda-se.n. Enfim.2... .~ co~/~... 1. .. As secundárias resultam da divisão das seções primárias..1. Podemos repetir. 2.n.2. c. Em tal categoria estarão..4.. Coloquemos juntas.1. .1. de diversos modos.2.1.n. b.mácia ~ 1 j I L quaternária qumana As seções primárias equivalentes a capítulos são numeradas consecutivamente a partir de um (1. ou ao menos pouco variáveis. a) Caracterizar as alíneas. 2. ~_~spensando~_in_dicaçã~d. que a depositaram nas caixas de poupança.isto é. 1. atribuamos o nome de especuladores às pessoas da categoria (S).2. ). 2235. os erários e os empregados que tiram vantagem das operações ora m cionadas. 2.'~. ~ terClana { pc. São Paulo. Recorre-se a letras e algarisllIos r()Jnanos para as subdivisões.e. .. Constituem seu indicativo: o indicativo da seção primária e o número de seqüência da segunda subdivisão (1.2.1.. todas as pessoas que direta u indiretamente se utilizam da especulação e que. 1. 2. e de rentistas às pessoas da categoria (R). 2. 1. nos bancos.1. ou outros títulos similares com renda fixa.n. . os camponeses. aqueles que possuem como rendimentos títulos de Direito público.3.2.'p. Constituem seu indicativo: o indicativo da seção secundária e o número de seqüência desta nova subdivisão (1. à seção secundária. .1.. ou quase fixos.2.1 Seções secundária ~ .n.1. Com o único intento de abandonar o incômodo uso de simples letras do alfabeto.2. quando houver.n.1.1.1.. 1.3 . 2. 1. que chamaremos (R).3. Comesse_tieo ~numerClsã~_a!remissões ao própri() texto tornam-se fáceis.n. por letras minúsculas (a..1. As seções quinárias: 1. os aposentados.1. 1. a divisão maior. reunamos assim todas as pessoas que nem direta nem indiretamente se beneficiem com a especulação e que possuam rendimentos fixos.2.2. os possuidores de casas e de terras onde não haja lugar para a especulação.1.Seções do texto LIVRO: MANUAl 111 I'IIII'AIIAÇÁO E REVI~ 37 Numeração de parágrafos Numeração progressiva Cada parágrafo sucessivo recebe um número Ilatural a partir de um (1.:é.n.3.n. 5. Consiste na identificação das seções por numerais colocados um ao lado do outro e separados por ponto.n. Indicativo u~.1. Ática. e que. 2. os engenheiros. As seções quaternárias: 1. José org. 1. ) seguidas de parênteses.. grosso modo.1. 1. Pareto.3.5. 2.1.c>~úmeroda página. e assim por diante. f em crescer os rendimentos valendo-se engenhosamente das circunstA cias. 1984.1. Reunamos todas as pessoas que dependem dest .1.. se houver. 7.1. . pouco dependem das engenhosas combinações que podem ser imaginadas. . com os stria e ao comércio.5.. i. As terciárias resultam da divisão das secundárias. p.

São Paulo. agradando. todos os títulos de mesma cor serão compostos com o mesmo tipo e corpo. Ática. todos os títulos de peso 2. importante. GARCIA (1978). Veja como fica isso na página reproduzida como exemplo de numeração progressIva.Seções do texto 39 b) Alinhar o indicativo à margem esquerda. Neste caso. a direção que o autor seguiu. E: 1) Convencionar um código de cores para marcação dos títulos e subtítulos. ou seja.1 Estrutura do documento 4.--------'"---'"'KOTAIT. Na preparação dos títulos. Uma descrição técnica deve esclarecer. Com isso.1 Nas monografias e teses. 3) Alinhar à margem esquerda os títulos e subtítulos precedidos de numeração progressiva.1. fazendo-o preceder o título ou a primeira palavra do texto (quando a seção não tiver título).38 o LIVRO: MANU~~Il~PARAÇÃO_E . Com a cor x. 4 ROTEIRO DO TRABALHO o roteiro de um trabalho científico. pois. Ivani. os tópicos principais a serem abordados e discutidos no texto. marcam-se todos os títulos de peso 1 (o título principal). s\)gere-se a seguinte disposição: a) Elementos preliminares aa) capas ab) folha ou página de rosto ac) dedicatória e/ou agradecimentos ad) listas de ilustrações ae) sumário b) Elementos do texto ba) introdução bb) discussão do assunto bc) conclusão/recomendações c) Elementos pós-liminares ca) anexos e/ou apêndices cb) referências bibliográficas cc) índices -. Reproduzido de: 1981. Este procedimento é válido para a preparação feita em papel. Editoração científica. . por exemplo. saber-se a quem é dirigido o documento.E\iISÃO 3 . 35.apenas a primeira palavra com inicial maiúscula . c) Destacar o indicativo (em negrito ou itálico). enquanto a obra literária deve impressionar. ele é passível de correção em qualquer das etapas. basta colocar os títulos das seções primárias (capítulos) com todas as letras em maiúsculas e em negrito e todos os subtítulos (títulos das demais seções) em minúsculas . Este sumário diretor facilita desenvolver o assunto sob uma linha de conduta perfeita das fases da pesquisa. p.e em negrito. 4. é conveniente: Pá9. 2) Não usar ponto no final dos títulos e subtítulos. seja artigo ou monografia. pode-se valer de tipos e corpos diferentes para estabelecer a hierarquia. Não é necessário separá-Io do título ou do texto por qualquer sinal de pontuação. Atribuem-se a elas pesos hierárquicos específicos. tanto quanto possível. Apesar desse primeiro esboço ter certa coerência. deve indicar metódica e detalhadamente. basta o espaço. também. em vídeo. e assim por diante.R. convencendo.ina que apresenta numeração progressiva. com a cor y.

assinalado na escrita com aspas.sentenciou o pai. ] Era um homem de respeito. responder e sinônimos). ocorrer novo enunciado - Se. o indireto e o indireto livre são estruturas narrativas que só têm a ver com a maneira de o autor caracterizar e apresentar suas personagens. sem a presença do narrado r para identificar suas falas. com o Manuel Bacurau. Começou a subir...Aqui é o ladrão." Disse ao homem que não cantava desafio .) a senhora de quem roubaram a bolsa ontem? - Sim. cendi. senhor descobriu o meu número? (Paulo Mendes Campos. (José Lins do Rego. O uso das aspas fica restrito aos casos apontados adiante.) o discurso Emprego das aspas Usam-se as aspas: 1) Para realçar a fala a que não se segue uma réplica: Foi lá.Mas como o . [. no exemplo. habilmente. senhor". perguntar. (Rubem Braga. porém.a oração que contém o verbo dicendi -. também deve ser destacada por travessão: FORMAS DO URSO .festejou o pai.O homem queria que eu fosse naquele dia para uma cantata na casa dele. ela o faz também por discurso direto.Esse vai ser ministro . respondi. chorando. o narrador anuncia o falante. (Carlos Drummond de Andrade.) o discurso Emprego do travessão direto Destaca-se com travessão a fala do discurso direto - re- produção ao pé da letra das palavras de alguém. acrescentase mais um trav~ssão antes de retomar a fala da personagem: Eu não disse? .. Um homem e tanto: "Ah! o senhor é o cantador Dioclécio?" "Sim.) Uma questão de estilo direto. . logo que o garoto nasceu. "sou eu mesmo". Quando. observe as normalizações abaixo. que se interpõe na fala da personagem. disse ao dono da casa: "se não prenderam o meu tuim então por que comprou gaiola hoje?" O homem acabou confessando que tinha aparecido um periquitinho verde sim. . minha senhora. não sabia que chamava tuim. combinam essas estruturas. É 2) Para assinalar um discurso direto dentro de outro discurso direto: .. Note que. Autores há que. a personagem é que fala e o travessão inicial caracteriza o discurso direto. ele o faz utilizando os verbos dicendi (dizer. de barba grande. No caso do discurso direto. no mesmo parágrafo e no final da oração do verbo diou continuação dele...4 - Formas do discurso 41 Essa declaração do narrador . que visam principalmente à clareza do enunciado. as duas personagens se expressam livremente.) No exemplo anterior. Quando reproduz em seguida o seu diálogo com um segundo falante. de rabo curto. É uma questão de estilo. . "Pois vamos ter um desafio. É desnecessário marcar com aspas aquilo que foi destacado por travessão. (Idem.

Podemos (Fernanda Lopes de Almeida.acho que esse Tamanduá medo aos bobos.Indústria! Estava pesado. murmurou Eugênio. . (José Lins do Rego.:ào fala se fizer num momento que não haja pausa: da . No primeiro caso. A diferença entre essas estruturas pode ser mais facilmente percebida. .Estendeu-lhe a mão.Ora essa! Indústria . para as bandas do sul. . .perguntou Soprinho.. fazer a nossa casa lá.. "não há cristão que agüente".) .compare também o emprego de maiúsculas no início das orações intercaladas: ..42 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 4 Formas do discurso 43 MPORTANTE Nos casos de discurso direto assinalado com aspas.disse Soprinho..) .. doutor. depois do terceiro travessão do período: . (Idem.Já vou! Com licença. o narrador geralmente anuncia o falante. doutor .Sei de uma gruta muito boa . . entre vírgulas: "Assim". .disse Helena . (Idem. No segundo.) ..Mas venha cá. sorrindo um sorriso de agradecimento.. ele interrompe a fala da personagem para acrescentar uma ação ou uma circunstância qualquer.Vou receber aí uns 85 mil réis e então .Venha cá .Ela sorriu. nome do outro. Agora sei que o senhor é meu amigo. doutor.) A pontuação Observe nos exemplos abaixo a pontuação em estruturas narrativas com verbos dicendi intercalados: .) . sem identificar o falante. (Idem.. a oração intercalada com o verbo dicendi fica fora das aspas.. .) . dizia Maximina. Não lhe ocorreu o (Idem. .) A estrutura narrativa com verbo dicendi não deve ser confundida com uma outra estrutura semelhante. intercalando a oração do verbo dicendi.Indústria! .Obrigada..) (Érico Veríssimo. .Mordeu o charuto com raiva.Que revolução estúpida! sei como há gente ...Feio? .v .Sozinha? .Estou pra entregar uma roupa a um freguês . .) .. Eu não Se a oração do verbo dicendi for intercalada numa pausa que exija vírgula. esta será colocada sempre no final da oração intercalada.reforçou Ângelo.. (Idem. não encontrava argumentos.) .. (Érico Veríssimo.dizia-lhe Dioclécio -..Você já reparou numa aranha fazendo teia? Uma teia de aranha é uma renda.Menino .. (Fernanda só mete Lopes de Almeida. terra da gente viver é lá (José Lins do Rego.) Não haverá pontuação alguma se obviamente a interrup<. tinha comido e bebido demais.Deixaste comigo a melhor das recordações naquela nossa última noite.Pois eu . se compararmos os seguintes exemplos com os anteriores .

I :<!i b) Cognomes: . / Sabe dizer se é possível/algum trabalho encontrar?" (JoãoCabral de Meio Neto. 1) No começo de períodos. península Ibérica. quando a pontuação o permite: "Muito bom dia. . próprios e comuns. os Médicis.. dão hoje mostras de obsolescência. lulu. 52): Um nero (= um homem cruel). Emprego da maiúscula Emprega-se a letra inicial maiúscula principalmente: e) Pseudônimos: Marques Rebelo. a Dama de Ferro. Rui Barbosa.) Há poetas. Oriente Médio.) Nas locuções. e apesar do desafio lançado por Houaiss. Norte (designando regiões e não o ponto cardeal). "~ c) Alcunhas e hipocorísticos (nomes familiares carinhosos): d) Antonomásticos (nomes comuns no lugar de nomes próprios ou vice-versa). / que nessa janela está. deve-se escrevê-Io com minúscula (v. tomando o nome comum: A Águia de Haia. é que é preciso estabelecer alguns parâmetros para atenuar a disparidade de critérios. a) Nomes e sobrenomes: Euclides da Cunha. rua Direita. a) Período: Todos os acontecimentos . Pedro. A língua portuguesa não encontrou ainda uma fórmula para resolver definitivamente a dificuldade no emprego das maiúsculas. b) Verso: "Estou farto do lirismo comedido / Do lirismo bem comportado . escrevendo todos os substantivos. vejo apenas uma máquina engenhosa. ANTÔNIO HOUAISS. Emprega-se a letra inicial maiúscula nos topônimos e nos nomes de regiões em geral: Campinas. o Grande. c) Citação direta: Disse Rousseau: "Em todo animal. que regulamentaram o assunto. Mas. posto que tem sentidos". versos e citações diretas. tb.. Por isso. se o nome próprio é que estiver no lugar de nome comum. como fez o alemão. " (Manuel Bandeira. trópico de Capricórnio. Zona da Mata. entretanto. Se a citação for feita por uma locução que se integra à frase sem o recurso de dois-pontos. a cidade de Ouro Preto.. Sete-Dedos. 3) Nos topônimos e locativos. Ricardo Coração de leão. As "Instruções para a organização do vocabulário ortográfico da língua portuguesa" . Centro-Oeste. com inicial maiúscula. p. que utilizam a letra minúscula no início do verso. o substantivo com minúscula: que designa a espécie é escrito A serra do Mar..5 - Iniciais maiúsculas 45 5 INICIAIS MAIÚSCULAS Desafio que haja alguém que saiba empregar as maiúsculas. emprega-se a minúscula: Rousseau afirmou que "todo animal tem idéias. vale do Jequitinhonha. que a natureza dotou de sentidos" . senhora. f) Nomes dinásticos: Os Braganças. Tristão de Ataíde. Ei-Ios: 2) Nos nomes de pessoas.

Central. 39. Cabo Verde. Presidência da República. Mas: a Terra gira em torno do Sol. Vilela. quadros. Aldebarã. África setentrional. Associação Brasileira de Imprensa. Também não se escrevem com maiúsculas os vocábulos terra. militares. as luas de Júpiter. européia. 1990. História antiga e medieval. Partido dos Trabalhadores. acidente geográfico). etc. Outros casos de emprego da maiúscula Reproduzido de: SANTOS. beta do Escorpião. Maria Januária 19. Mas. 5) Na classificação científica . a cidade (mas: cabo Frio.Os astrônimos são escritos com inicial maiúscula: árion. a distância do Sol. p. a idade da Terra. a Cidade do Cabo. a chegada do homem à Lua. Trypanosoma eruzi. lua cheia. Sol. políticas e profissionais e empresas: Escola de Comunicações e Artes. o designativo referido acima deve ser grafado sempre com inicial maiúscula: f I Entretanto não se usa a maiúscula nas designações do grego que acompanham os astrônimos: alfa do Cruzeiro do Sul. Planalto . Editora Ática. se fizerem parte do nome oficial (ou consagrado). a água cobre três quartos da terra. Senado Federal. porém. sol e lua ao trazerem conotações que não permitam dizer que esses nomes sejam nomes próprios (o que não acontece na linguagem científica nem na referência específica ao nome do astro): ao nascer do sol. a luz da lua. Ministério da Economia. Exército. Em contextos isolados. antigo Egito. estrelas. São Paulo. a ilha (mas: cabo Verde. planetas) . esses adjuntos são escritos com letras iniciais maiúsculas: África Equatorial Francesa. que. viu a lua refletida no lago. Lua. "a terra girava indiferente aos sofrimentos dos homens" (Antônio Houaiss). o sol propicia a vida na terra. se integrar o nome oficial do topônimo. lua nova.46 o LIVRO: OEPHEPAFl1ICÃ~ REVISÃO 5 - Iniciais maiúsculas 47 Note-se. 4) Nos astrônimos (nomes de constelações. fases da lua.. ed. o eclipse da Lua. Brasil colonial. Marte. Baixada Santista. acidente geográfico). Rússia Emprega-se ainda a inicial maiúscula nos seguintes intitulativos: 1) Instituições e entidades culturais. o substantivo designativo da espécie deve ser escrito com maiúscula: Cabo Frio. como mapas. Escrevem-se com letras minúsculas os termos que se juntam aos topônimos para delimitá-los no tempo e no espaço: O alto Nilo.O nome científico dos seres vivos é escrito com inicial maiúscula apenas no primeiro termo e toda a locução intitulativa deve ser grifada: Homo sapiens. Saara Ocidental. Ática.

Idade Média. Supremo (por Supremo Tribunal Federal). por exemplo.Emprega-se a maiúscula na primeira palavra (e naquelas cuja natureza o exigir). "Garota de Ipanema". EI Niiío. emprega-se a maiúscula inicial na primeira palavra do título (e naquelas que o exigirem por natureza). Sete de Setembro. evite grafar.Quando houver um nome dado pela tradição ou pelo próprio autor. Antiguidade. 6) Produtos industriais e marcas em geral . entretanto. e~petáculos teatrais e programas de televisão . Constituinte (por Assembléia Constituinte). Jornal nacional. usa-se a inicial minúscula na grafia da denominação: A sinfonia n'? 5 em dó menor.~ -I I f 1 ª Quando. b) Disco no todo . usa-se a maiúscula na primeira palavra (e naquelas que exigirem o emprego de maiúscula). religiosas e tradiDia do Trabalho. a seguir. i I I f Na referência isolada que contenha todos os dados técnicos de identificação da obra. 4) Nomes comuns. 3) Festividades CIOnaiS: ou comemorações cívicas. . pois o uso da inicial maiúscula por si já é realce suficiente para valorizar o conteúdo semântico que se quer. Natal. f . o Cadillae.48 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 5 - Iniciais maiúsculas 49 Convencionou-se empregar inicial maiúscula em denominações como Senado (por Senado Federal). não se emprega a inicial maiúscula: o senado de Roma.No texto. colocando o nome entre aspas: "Alegria. Nova República. o exército de Aníbal. Câmara (por Câmara dos Deputados). 9) Filmes. Revolução Industrial. 45 e 60 encontra-se explicação sobre o uso de maiúsculas em designativos de espécie e em termos individualizantes). o partido (mesmo referindo-se ao Ministério X e ao Partido Y). o diamante Cruzeiro do Sul.Emprega-se a maiúscula na primeira palavra (e naquelas que requererem este emprego por natureza). obviamente eles são escritos com inicial minúscula e se sujeitam às mesmas regras ortográficas estabelecidas para os nomes comuns: maisena (do nome comercial Maizena). o ministério. O grito do Ipiranga. I I . Assim. a não ser o da maiúscula (nas p. 5) Coisas e eventos nomeados individualmente: A locomotiva Baronesa. Carnaval. alegria". grifando-se todo o nome do disco: O disco Compositores brasileiros em solo de piano foi premiado. a Formiga. se a palavra assumir o valor de substantivo comum. "' li' -il. dispensam-se as aspas. porém. grifando-se o nome todo: O pagador de promessa. a Razão.Escrevem-se os nomes de produtos industriais e de marcas em geral com inicial maiúscula (veja também o comentário do item anterior): Os temperos Arisco. O fino· da bossa. o uso corrente transforma esses nomes em substantivos comuns. Legislativo (por Poder Legislativo). XXIIICongresso de Cardiologia. Tanto neste caso. Ocorrendo. Renascença. Seiscentos (o século XVII). Hégira. 7) Escultura e pintura . 2) Períodos e acontecimentos históricos: Paleozóico. quando personificados mo entidades: ou valorizados co- A Cigarra. como no item 6. grifando-se todo o nome da obra: Os guerreiros. é dispensável o uso de outros destaques gráficos. gilete (do nome comercial e antropônimo Gillette). sentido figurado é de rigor o emprego de minúscula: Vive-se naquela região em plena idade média. Estado Novo. Neste caso. Mas é óbvio que. etc. 8) Música a) Faixa de um disco . O arquiteto e o imperador da Assíria. I I I!l t Há obras que não possuem título e são conhecidas apenas por uma denominação que pode indicar uma ordem de classificação qualquer ou uma característica técnica. o Ódio. o foguete espacial Challenger ou o prêmio "Jabuti" (evite grifo ou aspas).

profissionais. papa. d) Igreja. senhor. Quando constituírem abreviaturas. padre.marquês. Reinado e República. o largo General Osório. Vossa Alteza. direito.Por demandar tratamento mais minucioso. de fiéis: e) Metrópole. matemática. a partir da p. doutor. realismo. eclesiásticos e hagionímicos) . f) Trono. o advento da . instituições. professor. Teresa Cristina. exprimir altos conceitos religiosos. o poder central: Os estados da União. Assim também: terceiro estado (o povo. consideração ou respeito. o Hospital São Camilo. Opcionalmente. santo Antônio. João VI. marxismo. seja a palavra realçada pela maiúscula. Escrevem-se também com inicial maiúscula os designativos de cargos e títulos que se integram ao nome próprio para formar novos intitulativos. como instituição. modernismo. 2) Nas fórmulas de tratamento: você. ministro.frei Vicente do Salvador. a cidade de Presidente Prudente. tomadas em acepção especial: a) Colônia. 5) Nos nomes de grupos ou movimentos políticos e religiosos: jacobinos. a capital ou sede de um império colonial. como o lugar em que se assenta um soberano. dignitários. g) União.: a ilha de Santa Helena. Mas: Vossa Senhoria. seu. física. presidente. para racionalizar o assunto. os outros dois estados). dom Pedro 11. proL Celso. correntes e escolas de pensamento e religiões: posit'ivismo. Zerbini. escrevemse com inicial maiúscula as seguintes palavras. Sua Excelência. comendador. catolicismo. Império. dona. como topônimos. fr. b) Corte. a grande cidade. o presidente da República. ciências ou disciplinas: pintura. golpe de Estado. Gaspar. Castelo Branco. Mas não se escreve com maiúscula quando se tratar da divisão territorial de certos países: o Brasil tem 26 estados. música. em relação ao clero e à nobreza. políticos ou nacionalistas e outras distinções. etc. Mas. dom. frei. este item será visto adiante. para demonstrar reverência.República.Entre outras. é recomendável empregar a inicial minúscula: 1) Nos cargos e títulos (nobiliárquicos. colocadas junto ao nome próprio. etc. em oposição a metrópole. 11) Palavras com acepção especial . referindo-se ao governo de um país monárquico. mas trono. Opõe-se a corte.: O visconde de Cairu. . a Igreja anglicana. a residência de um monarca ou as pessoas que o cercam. referindo-se ao conjunto de poderes políticos de uma nação ou à nação politicamente organizada: Um Estado totalitário. Dr. santo. desembargador. 3) Nos nomes que designam artes.10) Livros. história. equivalendo à palavra Brasil ou designando o período histórico: A exploração do pau-brasil na Colônia. romantismo.•••U••• • •_••• • use IU_" U LA S = Nada impede que. 6 I N I C I A I SM IN •• ~ . a crise do Império. 90 e mais especificamente nas p. como instituição ou comunidade O papel da Igreja. 109-11. 4) Nos nomes de doutrinas. este tipo de abreviatura pode ser escrito com inicial maiúscula: a imperatriz D. como a reunião dos estados federativos. etc. jornais e revistas . são. protestantes. general. barroco. estadomaior (quando não se referir especificamente à entidade das forças armadas). os cargos e títulos serão escritos também com minúsculas: o rei d. Mal. c) Estado.

estabeleceu. Os demais.. pode-se usar a maiúscula (sem flexão de plural) em casos especializados como: "os Mawé" em lugar de "os maués". as plantações de café no Oeste paulista. caxias. estão sujeitos às mesmas regras estabelecidas para os nomes comuns.) É o que nos informa Celso Pedro Luft (Novo guia ortográfico. Com exceção de graus Celsius. etc. intitulando logradouros públicos. etc. cit. estado. patrocinada no Rio de Janeiro. Houaiss. kelvin. por não oferecerem outras dificuldades além do emprego das maiúsculas. um axiônimo"l. e desde que sistematicamente na mesma obra. Lei Afonso Arinos. bantos. p. Mas: Estado (com maiúscula). dias da semana e estações do ano: janeiro. Este capítulo. que "não serão usadas abreviaturas nos nomes geográficos". 55. terça-feira. locativos e de qualquer natureza. bem como nas suas subdivisões: capítulo. etc. alínea. citando Antenor Nascentes. banana-são-tomé.. Mas. mas um nome. emenda. sociedades. Porto Alegre. etc. p. joão-ninguém. tratará exclusivamente dos nomes de pessoas e de lugares como nomes próprios. que se identifica na escrita pela letra inicial maiúscula. Quando ao nome do documento não segue um número (lei n? 5 765). quando indicarem direções ou limites geográficos: apontar para o norte. entre outras normas. deve-se escrevê-Io com letras maiúsculas: Lei de Imprensa. calcanhar-deaquiles. um topônimo. município. 2 . Poderá também ser mantida a grafia original de quaisquer firmas.. watt. 45): anfitrião. Mas. pau-brasil. referindo-se ao poder político de uma nação ou à nação politicamente organizada. judas. um astrônimo (se astrônimo já não é um topônimo). newton. um intitulativo. • Para salvaguardar direitos individuais. A conferência. 13) Em antropônimos que dão nome a unidades de medidas (v. p. em 1926. quem o quiser manterá em sua assinatura a forma consuetudinária. dom-quixote. 1 7 NOMES PRÓPRIOS O nome com que se designa' 'um antropônimo. artigo. portaria. pataxós. e quando não têm formas vernáculas. inverno. Excepcionalmente. 12) Em certos antropônimos históricos ou literários empregados apenas em sentido metafórico (v. 120). excetuando "a abreviatura da unidade da federação". transcrevem-se consoante as normas estatuídas pela Conferência de Geografia de 1926 que não contrariarem os princípios estabelecidos nestas lnstruções2. 7) Nos nomes de divisões político-administrativas: província. sósia. 8) Nos nomes dos pontos cardeais. todavia. tb. p. são vistos apenas por este prisma no capítulo 5. pelo Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. As "Instruções para a organização do vocabulário ortográfico da língua portuguesa" assim recomendam o tratamento do assunto: • Os nomes próprios personativos. 60. 1976. parágrafo.52 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 6) Nos nomes dos meses. inciso. v. "Preparação de originais". os nomes dos meses são escritos com maiúsculas: avenida 23 de Maio. são escritos com maiúscula: a região Sudeste. mecenas. sendo portugueses ou aportuguesados. limitar-se ao sul. p. "os Bororo" por "os bororós" ou "os bororos" . alvará. 9) Nos nomes de documentos oficiais: lei. 10) Nos nomes de povos e etnias: baianos. Fahrenheit e Réaumur. • Os topônimos de origem estrangeira devem ser usados com as formas vernáculas de uso vulgar. títulos e marcas que se achem inscritos em registro público. 11) Nos nomes compostos em que ocorra forma onomástica constituindo unidade semântica (ligada por hífen): águade-colônia. tb. (Sobre isso. 77): ampere. gregos. Globo. é um nome próprio. tartufo. designando regiões.

. Pa rticularidades 1) Pessoas vivas . que conservará esta forma quando se aplicar em referência ao Estado e à cidade que têm esse nome.São admissíveis formas como Wilson. Sirva de exemplo o topônimo "Bahia".É tendência hoje da língua no Brasil não aportuguesar nem traduzir nomes próprios estrangeiros: Enrico Fermi. segundo a correspondência de sons que devem representar.. Walter. que por isso conservam letras alheias ao português e ausência de acentuação. p. no caso) possui todas as letras para representar os sons da língua-fonte. 2) Nomes em línguas que não adotam o alfabeto latino . . Isso pode ser feito de duas formas: por transliteração ou por transcrição. Nova Fronteira! . quando já esteja consagrada pelo consenso diuturno dos brasileiros. 213. Qorpo-Santo. excetuando os casos do próximo item. 4) Nomes que ainda não assumiram forma portuguesa de aceitação geral . ignorância do escrivão ou capricho pessoal: Antonio Candido. ajustam-se às normas vigentes: Gilberto Freire. Érico Veríssimo. Os nomes que delas nos chegam são.Os nomes de pessoas falecidas. os antropônimos. portanto. etc. Augusto (ou Auguste) Comte.Os compostos e derivados desses topônimos obedecerão às normas gerais do vocabulário comum. Rachei de Queiroz. nomes esses marcadamente ingleses.Há línguas que não utilizam o alfabeto latino para a sua expressão escrita. 2) Pessoas falecidas . Instituto Nacional do Livro. Nelson. de acordo com o registro de certidão.55 • Os topônimos de tradição histórica secular não sofrem alteração alguma na sua grafia. Anatole France. seguem-se normas que procuram resolver as dúvidas mais freqüentes sobre o assunto. K. "portugueses ou aportuguesados. objeto de transposição gráfica. 1986. a) "A transliteração é uma forma de transposição gráfica de uma escrita para outra. Mas há casos peculiares de pseudônimos ção se torna impossível: em que essa sujei- Yan (João Fernandes) de Almeida Prado. lVonnes de pessoas Norma geral Ressalvando os casos enunciados a seguir. entretanto.Pode-se respeitar a idiossincrasia ortográfica do nome de pessoas vivas. Alphonsus de Guimaraens. 3) Pseudônimos e nomes peculiares .A grafia de pseudônimos se sujeita geralmente às regras ortográficas oficiais: Tristão de Ataíde. Mareei Proust.. Observação. ARAÚJO. Nomes estrangeiros 1) Nomes em línguas que adotam o alfabeto latino . Umberto Eco. Lixto. Posto isso. A construção do livro. estão sujeitos às mesmas regras estabelecidas para os nomes comuns".3 Mas nem sempre o alfabeto para o qual se faz a transposição (latino. Gustavo (ou Gustave) Flaubert. etc. Jules Romains. Emanuel. Eça de Queirós. procurase fazer com que caracteres do alfabeto latino correspondam a caracteres do alfabeto de origem do nome. Marques Rebelo. Por essa transposição. Então os estudiosos se valem de diacríticos (sinais auxiliares que dão som especial à letra :. caráter por caráter. Excetuam-se à regra nomes cujo aportuguesamento já é de uso corrente: Júlio Verne. Rio de janeiro!Brasília.

os Maios (lembre-se da obra de Eça de Queirós: Os Maias). Dir. Buearine - 1) Os nomes duplos que possuírem o s final no primeiro termo: os Álvares de Azevedo. Antônio Houaiss. respectivamente: I Por aí se vê que a tendência no Brasil é de a transcrição dos nomes se fixar por normatizações internacionais. principalmente as do inglês e do francês. não se escrevem com caracteres latinos. sh para o inglês. a rigor. Rio de Janeiro. de fim de seção ou de livro. 1978. 1979. transcrição com todos os elementos do português. Dicionário prático bibliográfica Paris. Consultando edições correlatas de um dicionário enciclopédico . 1986. illustré. originariamente. Gregorio Estes diacríticos não devem ser confundidos com os utilizados na transliteração.4 Assim o caráter acima transliterado (s) poderia ser transcrito por eh para o português ou francês. recorrem a letras gregas ou criam símbolos especiais para transliterá-los. mas conservando kh. Em referência p. os Wilson. Maranón. Bukharin - 2) Os nomes riitidamente e estrangeiros: perda do 1 Idem. os nomes de pessoas flexionam-se em número. os Gonçalves Dias. quer com a interpretação da pronúncia de uma língua morta. apenas o primeiro termo varia: os Cíceros. encontramos. os quais desaparecem após o caráter ser transcrito para o português (ver acima). o nome de um autor . Lello. seh para o alemão. Bukharin. 3) Nomes em línguas que empregam alfabetos baseados no alfabeto latino . Não há. A regra deveria prevalecer para os nomes escritos em caracteres latinos. cabe um parêntesis esclarecedor. uma transcrição total destes últimos nomes para o português. y). Larousse do Brasil. os Correias de Só.por exemplo.Neste caso. pelo menos o do Brasil. onde se devem reproduzir ipsis liUeris os dados constantes no frontispício da obra compulsada. Se o nome for duplo. 7 Pequeno dicionário enciclopédico Koogan Larousse. ibidem. preocupar-se com a coerência das grafias de acordo com o critério utilizado ou respeitar a tradição de escrita de nomes mais divulgados. os diacríticos que modificam letras devem ser respeitados: Angstrõm. mas está se estendendo também para os nomes que. final.56 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 7 - Nomes próprios 57 ou a grupos de letras). Leos Janácek. Assim é que na grafia deles se encontram letras estranhas ao nosso alfabeto (k. Para ilustrar melhor o assunto. porém: Boukharine. os Casimiros de Abreu. w. como escrevemos no Brasil. se ou sei para o italiano. . Como foi dito acima. tomemos um nome russo . Larousse. um determinado som sem equivalente na representação escrita do alfabeto latino seria transliterado por s (letra com diacrítico) ou por (símbolo especial). Porto. Não resta muito ao preparador senão buscar uma linha de atuação junto ao editor. Plural Em geral.. portuguesa6 e brasileira7 -. Nlbjgaard. Petit Larousse Ô com adaptação parcial: ou francês (= u). Por exemplo. ilustrado. os Andradas. é tendência da língua no Brasil não aportuguesar nem traduzir nomes próprios estrangeiros. Em referência bibliográfica de rodapé. os Goncourt. Quanto ao não-aportuguesamento. b) "A transcrição é uma forma de transposição gráfica de uma escrita para outra de acordo quer com o conhecimento da pronúncia de uma língua viva.francesas. Não se flexionam. 213. e assim por diante. e assim por diante. dígrafos como sh.

littreano. Nada impede. comtiano. . 155 o VOCABUlARIO Norma geral ONOMÁSTlCO.. por exemplo. emÍstocles não Abraão não Victor Abrahão Neto Mateus não AthaÍde AtaÍde Matheus Melo e eenão Mello Inácio nãoeIgnácio ThemÍstocles Baptista Batista e Eliminam~se não te. e: Especial atenção para os nomes terminados em Volta ire faz voltairiano.••. Queirós elanão Queiroz u s Novais não Maya e Manuelounão Novaes i (ouChrisóstomo es MaiaStella)qu Manoel e aI c e ·é Oséias e não Oséas .. As palavras derivadas de nomes estrangeiros mantêm as características originais da grafia do nome. taylorismo. Mallarmé.... Nomes de lugares e afins V... VÍtor e enão Netto T..•. Shakespeare. Quadro sinóptico de algumas regras ortográficas para os antropônimos •• ch.58 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 7 - Nomes próprios 59 retratado pode estar grafado diferentemente da forma usada no ea z o deinicial Ocorrência de ch ae texto. . que deve ser portuguesa: goethiano. mallarmeano. MPORTANTE Pais e não Paes Sílvia Luís e e não eSylvia Morais e não MoraesnãoFreyre Estela Crisóstomo não Correia não Luiz Corrêa Aluísioeee não Stela Freire não Aloísio . . Os nomes geográficos e locativos que correspcJndema substantivos comuns também obedecem às mesmas regras de ortografia oficial e diferem destes unicamente pelo emprego da inicial maiúscula.. shakespeariano. . que seja Gôngoracertas de a y (emconsoante "k") s seguido (com sempre som grafias) forma do texto e Góngora a forma que compareça nas fontes de referências bibliográficas de língua espanhola ou de Portugal. Muniz Estênio e não Rachel não Stênio Sousa e não Moniz Raqueleenão Souza . lh e •. excetuando a terminação.•. Mas: Littré. NA 1'...

largo da Pólvora. que se pode acrescentar. etc. que Cidade do Cabo é a capital legislativa da África do Sul.. Em referência Abreviaturas bibliográfica Deve-se evitar o uso de abreviaturas nos nomes geográficos. (v. vale do Paraíba. a tendência moderna . 55. etc. por exemplo. Santa Rosa (RS). forma amplamente difundida.Caracterização do nome própri o Aportuguesamento Nos nomes dados por uma locução constituída de um substantivo seguido de um termo (preposicionado ou não) que o individualiza. Madrid. usam-se formas aportuguesadas.até por recomendação das Nações Unidas . Nomes estrangeiros Não havendo "formas vernáculas de uso vulgar" dos topônimos de origem estrangeira. aplicam-se os mesmos princípios expostos na p. de fim de seção ou do livro. serra Geral. como Antuérpia. Milano. apenas ele deve ter a inicial maiúscula: a cidade de São Paulo. Assim. rio Verde. de Oxônia (Oxford). Massachusetts. cabo da Boa Esperança. ao lado de formas não aportuguesadas. mas a moda passa. Para os nomes geográficos transliterados e nomes provenientes de línguas que empregam alfabetos baseados no alfabeto latino. vila ou povoado de qualquer categoria: São Bernardo do Campo (SP). entre parênteses. Bordéus. o nome próprio é esse termo individualizante e. ao nome da cidade. pico da Neblina. onde se devem reproduzir ipsis litteris os dados constantes no frontispício da obra compulsada. De resto. estado do Rio de Janeiro. portanto. tb.é não aportuguesá-Ios. . é só consultar o vocabulário onomástico da p. oceano Pacífico. liB 5 E R V A ç Ã O Não há por que evitar o aportuguesamento parcial de Nova York. 156. Marechal Rondon (PR). é de regra que o nome do local de publicação seja transcrito de acordo com a língua de origem da publicação: London. os aportuguesamentos desaparecem. New York. Alguns topônimos. são aportuguesados e usados na forma vernácula. etc. p. Londres. com exceção da sigla da unidade da federação. Mas é bom lembrar que cabo Frio é nome do acidente geográfico e Cabo Frio é nome da cidade. avenida Atlântica. forma hoje totalmente desconhecida. como Auschwitz. Em referência bibliográfica de rodapé. É o caso. num dado momento. 45).

Se. Regra geral Os números. quinhentos. trinta e dois. Seguem-se algumas regras para o emprego dos numerais. mas: 1 858 páginas.. mas antes de aplicáIas na íntegra é conveniente ponderar a natureza da obra. expressões técnicas ou científicas. em geral. porém. se é uma obra de exatas. b) A vírgula é dispensável como pontuação intermediária. 539 mil. caixa postal 8656. oitenta-e-oito (inseto). 4) Ao escrever um número por extenso. excetuando: a) Ano: No ano de 1990. mas 539 209. p.Pode-se recorrer a dois procedimentos: a) 12 milhões e 892 mil. 3) Não se usa zero à esquerda de números inteiros. 1 Elementos de bibliologia. observe o seguinte: a) Não se usa o hífen quando se tratar de numeral: Grafia mista 1) Classe dos milhares . segundo Antônio Houaiss. aí sim. milhões. emprego de algarismo arábico na grafia de um número denota concisão e exatidão. tb. prefixos telefônicos e outros números codificados. ou seja. c) Endereçamento: CEP 04404-040. ou ainda. 195. dez. o 2) As classes de um numeral separam-se com espaço fino. o numeral for substantivado. dados matemáticos e estatísticos. Mas: há 1 990 anos. mas 73 200. por exemplo. a não ser que se trate de códigos de endereçamento postal. escreva simplesmente: 2-8-1991. quarenta. Instituto Nacional do Livro. 1317.sete mil. . b) 7.8 - Numerais 63 8 NUMERA 1) Não se parte um número (expresso em algarismos) no final de linha.3 milhões. . avo do Contorno. se não houver o algarismo correspondente à dezena. b) Fólio (número de página aplicado na publicação): 1858. 2) A partir da classedos milhões . O arábico deve ser usado na indicação de valores de medidas e monetários. literária . o emprego do hífen é obrigatório: Vinte-e-um (jogo de cartas). Rio de Janeiro. Décimo primeiro.Não havendo nada nas ordens da classe inferior: 73 mil. são representados por algarismos arábicos. v. mas 12 892 050. mas se escrevem por extenso os numerais de zero a nove e as dezenas e centenas redondas: Dois. noventa mil. 66). seiscentos . "é dispensável o emprego de qualquer sinal de pontuação intermédio" 1: 2 835 132 = dois milhões oitocentos e trinta e cinco mil cento e trinta e dois. Nas datas (v. p. página 1 858. 1. 1967.

850 = oitocentos e cinqüenta. procure escrever o número por extenso. unidades) dentro de cada classe: 892 = oitocentos e noventa e dois. São representadas por algarismos arábicos. 32 DF. MPORTANTE Evite iniciar frases.neste caso. os numerais devem ser escritos sempre com algarismos arábicos e com espaço entre o valor numérico e a unidade: 5 m. 5 600 000 = cinco milhões e seiscentos mil. o Seiscentos (designando séculos . 1600). parágrafos ou títulos de seções com algarismos. Antes de unidades abreviadas Antes de unidades abreviadas. ): 5 432 594 276 = cinco bilhões quatrocentos e trinta e dois milhões quinhentos e noventa e quatro mil duzentos e setenta e seis. que Escreve-se o numeral por extenso: Mas as datas. Salvo exceções a seguir. Sobre a concordância verbal 1) O verbo fica no singular se a expressão partitiva estiver no singular: Cerca de 90% do eleitorado votou. 802 = oitocentos e dois. 23 400 = vinte e três mil e quatrocentos. se houver qualquer adjunto da porcentagem no plural. o sinal correspondente a grau fica próximo à letra que representa a escala e separado do número por espaço: 90 DC. Depois de abreviaturas depois de substantivos Aluno n':' 1. 800 W. o verbo vai para o plural: Cerca de 90% dos eleitores votaram.37%. dezenas. Porcentagens Numerais com expressões denotam aproximação Quase cento e cinqüenta pessoas. são escritas com arábicos: Por volta de 1600 (ou: c. mesmo aproximadas.. . casa 4. Mas. Esses 25% do salário vão para o imposto de renda. 23 058 = vinte e três mil e cinqüenta e oito. 7. . o século XVII -. Numerais substantivados Quando substantivados.64 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 8 - Numerais 65 c) Emprega-se a conjunção e ligando apenas as ordens (centenas. números em que há zero (ou zeros) completando ordens da última classe. milhões. ap. os numerais são escritos por extenso: Pintar o sete. Se não for possível evitar tal construção. não haverá e entre uma classe e outra (milhares. seguidosdo símbolo % (sem espaço entre o algarismo e o símbolo): 10%.. bilhões. o numeral deve ser escrito com maiúscula). ou Escrevem-se com algarismos arábicos: Mas o e aparecerá em: 23 001 = vinte e três mil e um.

56 g de nitrogênio. 1..50. quando ambos os elementos estão entre um e dez: Três quintos. Dois terços do livro foram lidos num instante. 5h 27min 15s. Grafia As frações são escritas: 1) Por extenso.1990.. 32 milhões de dólares. este fica no singular se a expressão numérica é considerada na sua totalidade: Os 40% de mulheres é pouco. Frações 1) Envolvendo numerais de um a nove e as dezenas e centenas redondas..30.. Mas escreve-se por extenso a fração que não representar a idéia exata de um número: Não te contei um milésimo da história.h = hora(s). cinco mil marcos. 120 mil marcos. dez milhões de dólares. . Apesar de expressões do tipo "anos 30" serem de uso corrente. procure evitá-Ias. Se a hora for aproximada.. 90% votaram. Do eleitorado. perto das quatro horas.e.8. se antes desta vier o verbo ou a expressão partitiva: Votaram 90% do eleitorado. o mês por extenso e o ano em algarismos arábicos: 10 de agosto de 1990. 1. Ou tudo com algarismos arábicos em uma das seguintes formas. com o valor expresso pelo número: ..25 g (vinte e cinco centigramas) da substância produzem . 2. US$ 725. s = segundo(s): 7h (ou sete horas). 2) Envolvendo numerais a partir de 11. Concordância A concordância verbal com número fracionário é feita segundo a leitura do número. 3) Se envolverem frações. dois nonos. 0. São escritos com algarismos seguidos das respectivas abreviaturas das unidades de tempo .... min = minutoes)..5 milhão de cruzeiros foram gastos .. Um terço dos alunos precisa estudar mais. 9h 15min. i. inclusive as frações decimais: 3/15 (ou 135). 10/8/1990 ou 10. . . 3) Faz-se a concordância com a porcentagem.2.2 g (um grama e dois decigramas) de um óxido de nitrogênio apresentam 0. as quantias são escritas com algarismos acompanhados do respectivo símbolo: Cr$ 832. Escrevem-se o dia em algarismos arábicos. Passe a adotar as palavras década e decênio. 2) Com algarismos em todos os outros casos. com algarismos: 15 cruzeiros.66 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 8 - Numerais 67 2) Com o verbo ser. março de 1952. por extenso: Dois cruzeiros. decênio de 1980. escrevendo todos os algarismos do número. desde que se opte pelo emprego sistemático de uma delas: 10-8-1990. escreve-se tudo por extenso: Às sete e meia da manhã. 15h 30s. e não só a dezena: Década de 1930.

•. por exemplo. XXXVReunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. ac-ne. Existem problemas de natureza semelhante também na edição de textos de outras línguas.. su-pe-res-tru-tu-ra.: 11 objetivo deste capítulo não é detalhar as regras de divisão silábica do português. os. pois os romanos colocados antes do substantivo são lidos como ordinais. cit. ci-sal-pi-no. Do ponto de vista tipográfico. cis-pla-ti-no. o dinastia. século II a. Nestas circunstâncias. Mas são também orientações práticas que visam evitar o erro e os fatos desagradáveis advindos da partição do vocábulo. des-cer. 114. mas tratar com exclusividade da partição de palavras no final de linha. é oportuno não só apresentar as normas básicas do português.. 111).): XI Bienal Internacional do Livro. Em referências bibliográficas. se não ferem as regras oficiais do "Formulário ortográfico". seminários. . podem ser escritos com letras minúsculas: . 111. Antônio Houaiss. Não se superpõem aos romanos as abreviaturas (0. entretanto. os ordinais referentes ao número da edição são representados apenas pelo arábico seguido de ponto (v. 2. imperadores. etc. O que aqui se vê são orientações abrangentes que.68 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Ordinais Escrevem-se os ordinais com algarismos arábicos seguidos da abreviatura indicativa de ordem. IV. há particularidades que têm de ser consideradas.e. João Paulo 11.. inglês. Luís XVI. 1 su-bli-me. por não serem episódios periódicos. que são escritos por extenso: Primeiro. segundo. como também apontar os casos que dele diferem em algumas línguas mais difundidas: espanhol. v. as) indicativas de ordinais e usadas somente com os arábicos.. Segundo Reinado. Com a ressalva da medida do possível. Por isso. XX Congresso. nos seguintes casos: 1) Dinastias e nomes de reis. a.. DIVISÃO llIUl • SIL I CA ••••••••• Há casos em que os ordinais são representados por algarismos romanos (veja o próximo item). vamos às outras normas. li. nono. etc. excepcionalmente. p. 13':>. Mas escrevem-se por extenso Primeira Guerra Mundial. Elementos de biblialagia. limitam em parte sua aplicação. principalmente. com exceção de primeiro a décimo. alemão e francês. (Veja-se a indicação de eventos em referências bibliográficas à p.. há uma regra fundamental. p. car-ro. que evitaria a discussão dos preceitos que regulamentam o assunto: "Não partir vocábulo na medida do possível' '1.) 4) Numeração de páginas pré-textuais (se for ocaso) e subseções de um livro.. 25':>.. papas. A 19arismos romanos Empregam-se os algarismos romanos. Basta escrever. sub-Io-car. etc. conclaves. 2) Séculos: Século XX. 3) Eventos periódicos (congressos. Embora na maioria delas a divisão silábica possa se processar como no português. 91. ••• DMPORTANTE A regra geral de divisão silábica do português é partir os vocábulos de acordo com a pronúncia: pneu-má-ti-co.

b) A terminação -ing: be-ing. in-. rab-bit. mas algumas normas básicas podem ser sintetizadas. no início ou no final de linha. swim-ming. super-. Ou propriamente em -ing: dress-ing. o qual não irá reproduzi-Io na composição. uma medida prática é não partir os vocábulos ou consultar as páginas seguintes. a divisão pode ocorrer: Nas duas consoantes: light-ning. que trazem regras básicas de algumas línguas bem divulgadas entre nós. permanecem independentes da sílaba seguinte: eis-alpino. Quando não se tiver conhecimento dessas normas. foot-ing.70 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 9 - Divisão silábica 71 Recomenda-se. palavra obscena ou ridícula: após-tolo. . no meiO ou no fim de palavras: e-Iemento. ou-vido. FGTS.. ibid. olho-/d' água. b) O hífen só deve ser repetido na composição quando se tratar de obras de língua portuguesa destinadas ao primeiro e segundo graus.. off-ing. Mas. eô-mieo. 2) Prefixos como ab-. 4) Não partir siglas ou abreviaturas: Telebrás. sub-. de-putada. não é necessário repeti-Io na linha seguinte da composição. inter-. fede-ral. 2) Em palavras compostas unidas por hífen. des-. in-alterable. bibliogr. Dificuldades de partição de palavras no inglês existem até para aqueles que o têm como vernáculo. separa(m)-se: a) Duas consoantes iguais: bot-tom. 5) Palavras e nomes estrangeiros devem ser separados de acordo com as normas da língua original. pau-/brasil. do inglês. tell-ing. e vosoiros assim se dividem: nos-otros. vos-otros. exercí-eio.92pas. Entretanto. whip-ping. que no final de linha sejam considerados os seguintes procedimentos: 1) Não partir o vocábulo de modo que possa figurar. asso-alho. se antes de -ing houver duas consoantes. cis-. \. Faz-se a divisão silábica do espanhol como no português. 187-. bis-. eompre-ensão. na medida do possível a partição deve coincidir com o hífen já existente na palavra: inter-/relação.). o preparador deve colocar o hífen no começo da linha seguinte. 2 Subsídios para as normas de divisão silábica do espanhol. 3) A separação de vogais deve ser evitada no início. etc. fer-ry. eonsei-êneia. eu-rioso. ea-rroza. entretanto. quando isso ocorrer em final de linha dos originais (de qualquer espécie). des-ánimo. 3) Nosotros a) Quando a partição coincide com o hífen já existente na palavra. do alemão e do francês foram colhidos na obra citada de Emanuel Araújo (p. c1ean-ing. ea-iu. 1) Em geral. apenas para facilitar a interpretação do componedor ou digitador. mas é bom lembrar: 1) As letras II e rr são indivisíveis: ea-lIe.

atente. mantém-se isolado o primeiro eleadvindas o elemento seo grupo ss: ss - c) Nomes de pessoas: Michael. . nichilisme. 3) As letras II seguidas de vogal ficam uma numa sílaba e a outra na sílaba seguinte: Kol-Iekte (colheita). -sion. Ge-stalt (forma). Gross-stadt (cidade grande. th) que têm apenas um som: ma-chen (fazer). magi-cian. mar-shal. Hand-buch (manual). Mass-stab (metro . Ku-chen (bolo). 4) Os grupos mn e e ct podem ser divididos: am-nistier. Wissen-schaft (ciência). leuch-ten (brilhar). 4) O grupo ck converte-se em kk quando dividido: Backe -+ Bak-ke (face). "bastão"). Tel-Iur (telúrio). porém. exi-ger. 2) As letras terior: j e h entre vogais formam sílaba com a vogal pos- No mais. -cious. sch. Bahn-hof (estação). -logy. -ist. com ela forma sílaba: Flõ-che (plano). rech-nen (calcular). Truman.e guinte começado com s. -tial. deve consistir na separação dos elementos que o formam: Arm-band-uhr (relógio de pulso). trac-tion. jock-ey.72 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 9 - Divisão silábica 73 2) Não se separam: a) Duas consoantes que têm um único som (ch. 116) . para as seguintes particularidades: 1) Não se separam grupos de letras (ch. William. 5) Na divisão de uma palavra composta que tem mento de composição terminado pelas letras da transformação do sinal f3 (v. st. nestes casos. Nacken -+ Nak-ken (pescoço). en-fance. ck. ma-jeur. 2) O grupo dele: ch não forma sílaba com consoante que vem depois 5) A sílaba com mudo não deve ser separada: charte. 3) A letra h forma sílaba com a consoante que lhe precede: me-nhir. pê-cheur. é-jeetion. observe o seguinte: 1) Não se separam as sílabas ligadas por x e y: exé-gese. Francês Alemão Como grande parte dos vocábulos da língua alemã é formada por composição. phi-Io-sophe. b) Os elementos das terminações -cial. "medida". ph. mé-thode. sec-tion. -cian.Mass. Seguido de vogal. sh e th): ar-chiteet. Tech-nik (técnica). -tion: essen-tial. voya-geur. au-thor. metrópole). -gious. a partição ideal do vocábulo. a divisão silábica do alemão é semelhante à do português. Mõd-chen (menina). stel-Ien (pôr). Mücke -+ Mük-ke (mosquito). Embora a divisão silábica do francês se processe de modo análogo ao do português. 5tab. reli-gious. p. -ism.

i. e não S. (batalhão).. c. Entretanto os tipos superpostos devem ser evitados.j(J A B R E V I A T U R A S. (século). (agosto). Algumas abreviações técnicas. e não Cel. Cio (ciência). e não c.AA. (agrário). . (páginas).Sas. seja coinciden- Na normalização de referências bibliográficas. Com exclusão das siglas das unidades da federação (AM.: MPORTANTE 1) Quando ocorrer ponto abreviativo simultaneamente com o ponto que marca a pausa. Minha mulher e filhos agradecem..ta (senhorita). no entanto.-perf. Mas o plural de regra se faz com acréscimo de (Vossas Senhorias).) A abreviação só deve ocorrer quando a palavra apareça no texto com uma freqüência tal que justifique o recurso. caps. pp. ). (agricultura). (mais-que-perfeito)." (Eça de Queirós.Sa. agron. 150. 3) Com letras dobradas para indicar: a) Plural: SS. Normalmente. (agrimensura). agrim. devem ser usadas as abreviaturas constantes da p. (capítulos). pela Associação Brasileira Mantêm-se nas abreviações os hifens e acentos existentes nos vocábulos abreviados: m. sinais o ponto abreviativo de pontuação e outros O ponto abreviativo desaparece diante do ponto que marca pausa e combina com os demais sinais. não se abreviam os nomes geográficos: São Roque. indo (futuro do indicativo). (Suas Altezas). este tipo de abreviatura regra anterior e pode se apresentar: 1) Com letras finais superpostas namento: am. séc. Fabriciano. Existindo outras palavras cuja abreviatura te. Não se incomode V. TENÇÃO s: V..Oi cel. fls.$ E SiMBOLOiS I G LA S Abreviaturas tradicionais foge à Consagrado pela tradição.el. 2) Com colocação aleatória de elementos: btl. circunstanciais (abreviações) com ponto: a palavra ou locução abreviada adio (adjetivo). o ponto vem depois da abreviatura: A breviaturás Abreviaturas Marca-se amo.-q. MM. secciona-se a palavra depois de consoante ou de encontro consonantal: agr. fut. e não am. ago. o depois do ponto de seccio- (amigo). usa-se apenas um ponto: "Às ordens de V. el (coronel). b) Superlativo: DD. faz-se o desdobramento. MT.e. (agronomia). (Digníssimo). (folhas).. cio (científico) são exceções: de Normas Hifens e acentos nas abreviacões # e outras estabelecidas Técnicas. RS. assim: agric. . Neste caso. Roquei Coronel Fabriciano.Sa. ou fols. Sr. (Meritíssimo).

Exceções: EMF A. Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária).. 99). Varig.) "Oh. atual Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico). senhor doutor. V. A partir da segunda ocorrência.A. Em seu primeiro emprego. é dispensável dar o significado no texto. doutor de/em filosofia). seus elementos forem pronunciados separadamente: CNBB. Grafia dos nomes das unidades de medida 1) Escrevem-se os nomes das unidades com letras minúsculas. PSDB. siglas e símbolos 77 2) Conserva-se o ponto abreviativo antes de todos os outros sinais de pontuação: " . departamentos.:ademia Brasileira de Letras). Por conseguinte. mesmo quando correspondem a nomes de pessoas: metro. os pontos cardeais. não se submetem às normas de abreviação vistas atrás nem ao sistema ortográfico vigente em nosso país. Th. UnB (Universidade de Brasília). 4) No mesmo corpo do texto e sem destaques de aspas. .!" (Eça de Queirós.. Se houver na obra uma lista de abreviaturas utilizadas (v. (Sociedade Anônima). (Philosophiae Doctor.. organizações. menciona-se apenas a sigla. Emprego Siglas As siglas podem ser formadas por letras iniciais do intitulativo (livros. Grafia As siglas devem ser escritas: 1) Com todas as letras maiúsculas: a) Quando tiverem até três letras: BB.. Fahrenheit e Réaumur. faço sinceros votos pela prosperidade dos seus empreendimentos. Petrobrás. grama. (Charles) S. ONU. Sudam (Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia). kelvin. " (Idem. Por quem é! Criado de V. etc. revistas. Peirce. p. Exceção: S. os elementos químicos. farad. Ph. onde também as siglas sejam relacionadas. por letras e sílabas iniciais ou por combinações arbitrárias: ABL (A. BNDES. partidos políticos.76 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 10 - Abreviaturas.Exa. USP. grifo ou negrito: A ABNT é uma instituição que se dedica às normatizações técnicas em geral. instituições. (Theodor) W.. Unesco. com mais de três letras. 2) Com inicial maiúscula quando tiverem mais de três letras pronunciáveis como palavra: Cemig. A letra h em dígrafos Nas abreviações constituídas de letras iniciais. newton. b) Quando.).Exa . jornais. D.) 3) Sem pontos abreviativos: PIB.. Adorno. 5) De modo que se diferenciem de outras siglas já existentes: CNPq (antigo Conselho Nacional de Pesquisas. Símbolos Os símbolos são abreviaturas fixadas por convenções quase sempre internacionais para as unidades de medidas. SANBRA. a sigla deve aparecer entre parênteses depois do nome por extenso. mantém-se o h ao lado da consoante que com ele forma dígrafo (duas letras com um único som): Ch. Exceções: Celsius.

GeV (gigaelétron-volt).. b) Os prefixos gregos mega (M). Também dispensam as aspas as citações que ultrapassarem cinco linhas do original (v. a transcrição literal de um texto. item 10. (légua). W (watt). A fidedignidade à fonte é da competência exclusiva do autor. (arroba). Não há símbolos convencionados para as medidas antigas. a) Os erros tipográficos evidentes devem ser corrigidos. siemens.e. SW ou SO (sudoeste).5 kg. 5 t. decibels (ou. excepcionalmente. tera (T). excetuando aquelas de caracteres não latinos. excetuando os textos de valor histórico ou aqueles cujos escritos originais se destinam a apreciação. textual e devidamente identificada. S (sul). são expressos por abreviações. será tratada mais adiante como referência bibliográfica (v. Á (angstrom). . são escritos com letras minúsculas. a seguir).3 hl. As interpolações feitas na citação ficam fora das aspas: "Quando o livro impresso se tornou realidade irreversível".não está sendo objeto de normatização. a não ser. Postas as ressalvas. de regra. 3. Portanto a citação indireta . como. peta (P). pascals. x . iux. 11 CITACÕES ~ As normas a seguir têm sempre em vista a citação direta. e z não admitem flexão: I I Grafió dos símbolos 1) Os símbolos. . 3) Não se coloca ponto nos símbolos. 2) A citação deve vir entre aspas. o símbolo se refere sempre à parte inteira: 12. as transcrições de palavras ou trechos em grego. c) Os dos elementos químicos: Au (ouro). d) Os dos pontos cardeais: N (norte).reprodução de idéias sem registro textual das próprias palavras do autor citado . (Cf. W ou O (oeste) e os demais que deles provêm . 2) Os símbolos não têm plural: 1 m. diz Emanuel Araújo. que estejam no final de um período: 4 cm3. giga (G). etc. hertz.I . quando reduzidos.t'" 78 'r o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO :~ I1 . excetuando: a) Aqueles que se originam do nome de pessoas: A (ampere). uma velocidade de 100 km/h. i.NE (nordeste). observe estas normas básicas: 1) A citação deve ser exata. a seguir. Colocado no final do número. p. 90). "a arte da ilustração teve de acompanhar a profunda transformação suscitada por esse novo suporte da escrita". arr. é claro. E ou L (leste). decibéis). kW (quilowatt). BSERVAÇÕES 5: quilogramas. 4) Não se intercala o símbolo entre a parte inteira e a decimal de um número.) b) A citação deve ser atualizada de acordo com o sistema ortográfico vigente. I 2) o plural de dos nomes das unidades é indicado pelo acréscimo ohms. Mas os nomes terminados em 5. item 6. por exemplo. comumente também chamada de citação. marcadas com ponto abreviativo: lég. 10 m. A menção das fontes utilizadas. exa (E): MHz (megahertz). O (oxigênio). Os seus nomes.

O conceito de antítese. que é altamente ambíguo e reducionista".. 1992.". de qualquer modo. em todos os casos. As manifestações de uma dialética antitética são numerosas nas análises de Marx. sem dúvida alguma. Ele para "O termo 'negação'. Esta idéia básica generaliza.". tanto pela desgastes e destorç es [sic] d período de anormalidade. a e de aparelhá-Ias sociais contribuírem larmente no esforço comum". privilégio de homens livres. Nos aspectos político e militar. ' a trans f ormaçao sOClalsta. ] ta~ém desvia a atenção da complexidade real da mu dança sOCla. Ii Eta vida besta. quanto necessidade de neceSSl elas estruturas para e econômicas regudos pela imperiosa defende~. São Poulo. supõe-se que a transição de sociedades sem classes sociedades de classes e a transformação de sociedades de classes em que se dá em um nível mais alto do desenvolvimento de todos os problemas humanos e sociais." (Sérgio Buarque de Holanda. houve união de vistas entre as naçôes americanas... mais tarde. 254. na gestão de JK. dos serviços portuários. I Um burro vai devagar. combinou a concepção "monística-histórica" tuação de formas e negações antitéticas".. que contemplava "a colaboração política e militar para a defesa da América. o fortalecimento da segurança interna dos países do continente e a cooperação econômica de emergência". Ii Um homem vai devagar.-. mado Luiz & 8UENO. reducionista vista. Com efeito. ao des reais de mudança nas sociedades modernas são sem classes. Esta dialética antitétic. O momento é o da exacerbação da guerra fria Reproduzido de: CERVO. O mesmo não ocorreu.r. 1989.] para os quais pedia a cooperação do governo dos Estados Unidos da Amé· rica.eão [. meu Deus./a .80 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 11 - 3) Na citação de versos. em conjuntura não muito diversa.29 romântica e. p. Ático... de tal maneira que concebe a sociedade sem classes como uma negação universal das sociedades de classes e viceversa.'Ilil. p. História da política . é. certa dignidade e ascendência.".. pode-se dizer. do forneCimento e distribuição de energia elétrica..Clodoaldo. supon do reso I. sob muitos aspectos. I pnmatli!mente . O caráterdialética negatido conceito de neg. utópica. estabelece suas próprias fundações. 6) Usa-se o termo sic entre colchetes para esclarecer que aquilo que se transcreve (um erro. mantendo espaçamentos normais antes e depois das barras: "Casas entre bananeiras I mulheres entre laranjeiras I pomar amor cantar.. por exemplo) está assim mesmo no original: o lecimento da economia. na interpretaçã~~~[1ça '~--ssee social qualitativa. São Paulo.) 4) Indicam-se com reticências entre colchetes pressões de texto na citação: em termos escreve da aUtOnomia relativa das [\J - as su- Pelo exemplo. j' vidas os problemas de tal transformação no momento em que sua solução entra numa fase decisiva. Alec. as janelas olham. negativa ou.a t9.. uma impropriedade qualquer. que invade toda a sociologia de Marx e que. mais exatamente.no campo dos transportes marílimos e ferroviários. que deveria ser alcançada mediante Strmiska. Ela leva a uma representação simplificada de dois tipos de sociedades. A ilusão de que a supressão das formas sociais antirepresenta o objetivo principal da mudança social não tende a acelerar o Reproduzido de: NOVE. esquematiza e extrapola as numerosas diferenças possíveis ou reais entre vários tipos de sociedade. 107. da alimentação e dos combustíveis [. A economia do socialismo possível. Esta "redois conjuntos de relações internas ao sistema gonismo ou perfeita harmonia funcional". I Um cachorro vai devagar. transcritos em forma de prosa. era "de que os problemas de robustecimento da estrutura econômica desses países [menos desenvolvidos] não eram problemas suscetíveis de serem relegados a um período de normalidade internacional. Como não interessava citar outra passagem onde se fazia menção explícita aos sapatos.. a fonte desta orientação. Ii Devagar . para o devido esclarecimento. a posição brasileira. ao se impor na esfera da ideologia. no econômico..) 5) Os acréscimos que se fizerem necessários à citação vêm entre colchetes: "Ainda quando não constituíssem. A posição brasileira não fugia à agenda da conferênCIa. tornou-se necessário incluir na citação o sujeito das orações. sociedades de classes e sociedades sem classes. mas eram parte integran da economia de emergência. A argumentação brasileira antecipa a que seria utilizada. verificamos que aquilo que aparece entre colchetes (os sapatos) não consta do trecho transcrito... à solução maneira alguns investimentos báSICOS. A exterior do Brasil. [os sapatos] indicariam. separam-se os versos com uma barra oblíqua (I) e as estrofes com duas (1/). secundada por outras naçôes do hemisfério." (Carlos Drummond de Andrade. inicialmente. Áfica.

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o

LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO

E REVISÃO

11 -

Citações

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7) Para informar que não é original o destaque de uma palavra ou conjunto de palavras na citação, utiliza-se a expressão "o grifo é meu" (ou equivalente). Esta indicação pode vir logo após o trecho destacado - para evitar confusão com eventual destaque do original citado - ou no final da transcrição, após as aspas, ou ainda no rodapé, na seqüência da referência bibliográfica:
densando-os na representação da criada, na qual investe caladamente o afeto filial reprimido. Sempre nos pareceu inquietante o fato de a presença materna não se dar de forma manifesta no discurso de Ang~ia, entretecido de tantas reminiscências infantis. Apenas numa breve passagem do último fragmento do livro ela é referida de modo explícito, para ser, no entanto, imediatamente afastada: "O som de uma vitrola coava-se nos meus ouvidos, acanClQva-me, e eu diminuía, embalado nos lençóis, que se transformavam numa rede. Minha mãe cantando aquela cantiga sem palavras. A cantiga morria e se avivava. Uma criança dormindo um sono certo, ganha a cabelos brancos e rugas. Não era minha mãe a can chei~ a estremecimentos. tão distante minutos tinha a ilusera vitrola distante, Em alguns que eu a criança crescia e o disco passeavam pernas de aranha" (A, p. 23

8) Quando se cita uma obra que não foi consultada diretamente, mas através de segunda mão, utiliza-se a expressão apud:
Seán Jennet, em seu The making of books, diz tarefa do revisor é "descobrir quaisquer erros sido cometidos na composição e dar instruções correção, e também zelar por que os enganos autor sejam evitados, chamando, se for o caso, deste,,7.
7

que a que tenham para sua do próprio a atencão .

Apud Houaiss, Elementos de bibliologia, cit., v. 2, p. 79-80.

9) Ao citar um autor estrangeiro, deve-se transcrevê-Io na língua original ou, preferencialmente, traduzi-Io para o português. Citando-se um autor alemão, por exemplo, de cuja obra só se dispõe em espanhol, obrigatoriamente a citação será traduzida para o português, embora na indicação bibliográfica da fonte deva ser mencionada a língua original da edição consultada - neste caso, o espanhol.

Se levarmos em conta o fato de que essa ligeira referência se dá no delírio final, quando todas as cenas do passado longínquo e próximo se entrechocam com detalhes presentes e visões alucinadas, formando um torvelinho, orquestração de imagens em fuga bachiana de duração interminável, somos obrigados a considerá-Ia como uma traição do inconsciente, em que a ·imagem dos lençóis, se transformando em rede, e a da aranha são condutoras do sentido de aconchego uterino aí implícito. O significante mãe, recalcado durante toda a narrativa, por um instante, nesse torvelinho geral, insinua-se no texto manifesto como um ato falho: ponto de sombra ou "umbigo" do texto, que solicita ser aclarado, dando-nos a certeza de que a sua ausência não faz mais que afirmar e gritar a força de sua presença no discurso. Presença dissimulada, reinvestida em remissões substitutivas que a suplementam, e das quais a criada Vitória c0nstitui uma representação. Conforme lembra Otávio de Faria, esses "personagens obsessivos da memória real têm mais força e mais poder sugestivo (tanto sobre nós, leitores, quanto sobre as ações do herói) do que certos personagens criados nelo romancista" 24. Reproduzido de: CARVALHO, Lúcia Helena. A ponta do novelo. São Paulo, Ática, 1983. p. 52.

10) Compõem-se com defesa as citações de mais de cinco linhas. Defesa - Recurso gráfico também chamado de branco marginal, recolhido ou recuo - é o termo com que se designam os espaços em branco colocados ao lado de determinados trechos da composição. Os trechos com defesa ficam mais estreitos do que a medida do texto normal. Pode existir defesa tanto do lado esquerdo quanto do lado direito, mas, nas citações, normalmente basta a do lado esquerdo. a) Utiliza-se um tipo diferente do tipo do texto normal ou o mesmo tipo do texto, mas geralmente em corpo menor (um ou dois pontos menos). (V. "Tipos e corpos", p. 122.) b) Emprega-se um entrelinhamento mais aberto no início e no fim da composição com defesa. c) As aspas, no início e no fim da citação, são dispensadas. Por isso, as aspas existentes no interior da citação permanecem como estão (aspas duplas), sem transformarem-se em aspas simples como está indicado na p. 118.

84

.oJ:III!l0: MANUA~.flE-PARAÇÃO

E REVISÃO

Lua e Sol, escuro e claro, inativo e ativo, feminino e masculino, sem dúvida associados à equivocidade e univocidade, respectivamente. De onde vem esta simbologia? Da China antiga, uma sociedade onde os homens mandavam. Nos próprios julgamentos e comentários, correspondentes a cada um dos 64 hexagramas do Livro das Mutações, pode-se observar os valores que são atribuídos ao masculino. Três linhas yang (cheias) do princípio da luz formam o trigrama Ch'ien que significa "o céu, criador, masculino, ativo" ou as três linhas yin (quebradas) que formam o trigrama K'un que significa "a terra, feminino, passivo, receptivo". O céu e a terra correspondem ao superior e ao inferior, ao homem e à mulher. Mas também ao superior masculino corresponde a luz, a nitidez, a força de caráter e à correção como os atributos mais con~ venientes. Era uma sociedade profundamente patriarcal, a da China antiga e tradicional de Confúcio. Como se vê, ao dominante do sexo masculino, são próprias as virtudes da univocidade traduzi das pela "clareza", "luz", retidão de caráter etc. À dominada mulher resta a sombra, a passividade e a equivocidade. Como diz Helmut Wilhelm:
A estes dois tipos de linhas, cheias e divididas, foram dados os nomes de "firme" e "submissa" O firme e o submisso são imagens do dia e da noite. O Céu é alto e a Terra é baixa Assim o Criativo e o Receptivo são determinados. Em correspondência a esta diferença entre o baixo e o alto são estabelecidos os lugares inferiores e superiores (. ) (1973, p. 1)

12
NOTAS

Conteúdo
As notas - consideradas aqui como indicações que se acrescentam no rodapé da página ou em seções especiais -, normalmente, podem conter: a) Referências bibliográficas, exclusivamente (v. p. 105). quando parte

b) . Complementação de referência bibliográfica desta já se encontra no texto (v. p. 104).

c) Esclarecimentos e comentários do autor, tradutor, editor, etc. d) Outras indicações bibliográficas abonadoras afirma. daquilo que se

Códigos Fortes e Fracos na paisagem urbana
Uma antiga diferenciação distingue os signos que jamais são empregados senão como signos, dos que, embora sejam coisas, são também signos12.

Identificação
Identificam-se as notas do tradutor com a abreviatura N. T. , as do editor com N .E., e assim por diante, abreviaturas essas colocadas entre parênteses no final da nota.

Reproduzido de: p.109.

EpSTEIN,

Isaac. Gramática do poder.

São Paulo, Ática, 1993.

Numeração
Usam-se algarismos arábicos na numeração das notas. Reservam-se os asteriscos para as edições anotadas pelo editor e as letras minúsculas exclusivamente para as tabelas (v. p. 31).

1) Põe-se o algarismo, o asterisco ou a letra minúscula um pouco acima da linha, tanto no texto (remissiva) quanto no rodapé (comissiva), dispensando o recurso de parênteses ou qualquer outro sinal de pontuação: Embora a teoria da deficiência lingüística, em que se insere a primeira perspectiva, já tenha perdido totalmente sua sustentação, tanto do ponto de vista científico - desde que a Antropologia e a Sociolingüística contestaram, de forma irrefutável, os conceitos de "deficiência" cultural e lingüística - quanto do ponto de vista prático - graças ao fracasso comprovado dos programas de educação compensatória e ao insucesso inegável de metodologias de "substituição" de um dialeto por outro -, é ainda essa teoria e a concepção de sociedade em que se fundamenta que vêm, consciente ou inconscientemente, informando a prática pedagógica no ensino da língua materna no Brasil. No quadro em que se insere a segunda perspectiva - a teoria das diferenças lingüísticas -, a proposta de um bidialetalismo funcional vem sendo tentada nos Estados Unidos, na educação das minorias étnicas, algumas vezes como um bilingüismo, mais que como um bidialetalismo, como no caso da coexistência do inglês e do espanhol na educação dos chicanos. No Brasil, é uma proposta que mal começa a despontar, e ainda de difícil concretização, uma vez que depende de estudos e pesquisas sobre os dialetos populares, e mesmo sobre o dialeto-padrão, de que ainda não dispomos. Há já pesquisas sociolingüísticas sobre vários aspectos dos dialetos pocomlsslva d pUlare~p,.fil"'. ""."""" . su ainda são necessárias, esses d'IaIetos,possa -'.'~.-" para que se sem ch egar~~".,. ...• ..~"'".tras f"IClentemente .'
lt..

A remissiva a) Regra

pode vir: geral, antes do sinal de pontuação:

crítico Carlos Baker (Carroll Baker) apontou para a montanha e a planície como sendo dois símbolos contrastantes no romance. A montanha se relaciona ao "bom lugar", o lar temporário, seguro e confortável. A planície seria o lugar onde as desgraças acontecem: a guerra, a morte, os sofrimentos. Baker está jogando, sem dúvida, com as oposições de

o

testou e a interpretação ~.Baker' altos baixos. Entreta~~ítico,

, :i)rmando M. Halliday, opoE. que não são con-

, Ver, no livro de Baker, Hemingway: o escritor como artista, sua análise ambi· de A farewell to arms, e o artigo de E. M. Halliday, Hemingway's guity: symbolism and irony, em WEEKS, Robert P., ed. Hemingway - A

co/lection of critica! essays.
Reproduzido de: NAZARIO, ulian. J

Ernest Hemingway.

São Paulo,

Ática,

1988.

p.50.

1"f~~~~~~~~~~~Cd';~~~~~~~~~~1~~~~S~V~~~~
I

"O bom na cobertura de uma entrevista coletiva presiden· cié\l é você aparecer na televisão, de modo que sua família ou seu~patrõJS, pergunta, de preferencla longa, de de consegui· 10 e fazefumaem casa, o vejam. E a ~el.hor maneira modo que a fixe em vez de fixar o presidente" , comenta Art Buch· A coletiva, sobretudo a presidencial, tem servido se de exemplo de entrevista dirigida e, ironicamente, de a há muito tempo deixou de ser uma troca de idéi listas e a principal fonte de informações de
J Em Última Hora, de 6·3·69, sobre a primeira entrevista coletiva do presidente Nixon. " No Brasil, a primeira coletiva presidencial é concedida pelo presidente Getúlio Varo gas, no Palácio Rio Negro, em Petrópolis, 1945. Vargas mandou distribuir cópias da lei constitucional que acabara de baixar, convocando eleições gerais para dezembro, e deu o encontro por encerrado. Um jornalista interrompeu·o: "Presiden' te, nós fomos convocados não para receber um papel mas para uma entrevista coletiva". Vargas disse: "Ah, vocés querem perguntar?" e voltou a sentar·se, submetendo·se às perguntas dos jornalistas (redatores políticos da imprensa cario· ca e correspondentes paulistas). Cf. Carlos Castello Branco, em "Coluna do Caso tello", Jornal do Brasil de 23·6·87.

I

I

a qual a'~strução de uma difícil. remissiva .-padrão, ou um bidialetalism~puncional se torna metodolo' a cham da "norma-padrão culta"~em sendo desenvolvido há já vários nos o Projeto de Estud~onjunto e Coordenado da Norma Ling" stica Culta (Projeto k!URC) , de que, porém, não se conhe m ainda resultad@O mais grave, entretanto, é que a teoria güptica, ainda lingüísticas, em oposição à teoria e assimilada pelos da1diferenças não é suficientemente conhecida da deficiência linessores, de modo que o preconceito contra as variedades linrespeito da norma culta brasileira e do Projeto NURC, ver CUNHA, Celso. 1985.

questão da norma culta brasileira. Rio de Janeiro, Tempo Brasileiro,

Reproduzido de: SOARES, Magda. 1986. p. 70.

Linguagem e escola. 3. ed. São Paulo, Ática,

11'

.

Reproduzido de: BAHIA, uarez. J jornalismo. 4. ed. rev. e aum.

Jornal, história e técnico; as técnicas
São Paulo, Ática, 1990. v. 2, p. 61.

do

Se é verdade que há reciprocidade entre o pensamento científico e as configurações sociais de vida.. com exceção das notas do autor. lntroduction. numa obra volumosa.a. 3) As notas devem receber uma numeração consecutiva que se reinicia a cada novo capítulo . 1989. economia política e sociologia nas nações latino-americanas. é verdadeiro para a sociologia. O futuro dessas nações latino-americanas. exemplo. seminários e conferências para o estudo das possibilidades e contribuições do trabalho científico na América Latina. que reúne análises sobre os estudos de geografia.:~. Como as laudas do original normalmente comportam menos texto que a página do livro. repor! and pal'lers of seminar on Latin American Studies in the United States held at Stan- Reproduzid~ de: iANNI. A numeração única causaria um trabalho extra se. na composição do texto.ou a cada nova parte. Sociologia da sociologia. que vai do começo ao final do livro. seja com referência à visão do mundo subjacente às contribuições dessas disciplinas. Social science research on Latin America. dois asteriscos. "Nunca conhecimento da América Latina foi tão importante para os Es~\ifoosUnidos . além disso. ed. Atica. ciência política. não está isenta das marcas do engajamento.economia política e a ciência política. e assim por diante). São Paulo. é óbvio que há sempre certa correspondência entre o pensamento sociológico. pois. Isso ocasionaria uma renumeração de todas as outras notas a partir dali. As inquietações intelectuais dos cientistas sociais reunidos em instituições. por exemplo. neste ou naquele pais.~. por exemplo. numa página existir apenas uma nota. devem ser enumeradas por asteriscos. Octavio. e as condições de existência social. Evite também a numeração por página. o acerto dessa numeração.. Numerando por partes. .88 12 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Notas b) Ou depois do sinal de pontuação seguido de aspas: 3 A imaginação sociológica -- 2) As notas do tradutor. por. dc. A obra intitulada Social science research on Latin America. o operador segue o que consta no original (notas numeradas por lauda). história.s. feito em etapa posterior à composição. Não é recomendável estabelecer uma numeração única. Não adotar este procedimento significa poupar trabalho. Charles. rev. e aum. Em particular. aparecerá mais de uma seqüência numérica de notas na página composta. 3.o que é mais comum . Conseqüentemente.. a não ser no caso acima previsto de asteriscos. etc. o autor resolvesse de última hora acrescentar ou suprimir uma nota. editor. usa-se um asterisco. se houver duas. a. confirmam amplamente o referido princípio da sociologia do conhecimento. p. esse princípio é especialmente válido para as ciências sociais. o texto fica mais leve com números menores. tantos quantos forem necessários à ordenação por página (se. 125.~:9Sm rápida expane são. é decisivo para o nosso modo Ciência e consciência f 1 WAGLEY. todo o trabalho não é desperdiçado e. Seja quanto à problemática. acarretaria trabalho e correções que podem ser dispensados.

A economia do Polônia. o nome da editora e a data de publicação): GORENDER. de seções ou do livro convenciona-se chamar bibliografia. ed. formato.e.235-45. À listagem dessas referências no final de capítulos. BAHIA. que se acrescentam aos elementos essenciais para caracterizar a publicação ou dar outras informações que possam ser úteis.13 - Referências bibliográficas e bibliografia 91 13 REFERÊNCIAS BIBLI~GRÃFICAS E BIBLIOGRAFIA se mencionar. 1989. Iugoslávia. Ki-Zerbo. Jacob. 1990. 106-13. Definições São riferências bibliográficas as indicações necessárias à identificação de uma obra. o título da obra. podem- . 12-9. Modelos reformistas: Hungria. Trad. ilustrações. por exemplo. as técnicas do jornalismo. 1982. Elementos essenciais São indicações que devem figurar como elementos mínimos para imediata identificação de uma obra. i. história e técnica. São Paulo. do volume J. Entre essas indicações.Comitê Científico Internacional para a Redacão de uma História Geral da África. História gera(da África. ed. rev. aria das Graças Vieira Proença dos. 184-236. São Paulo/[Paris]. 279 p. 4.T. In: socialismo possível. História da M arte. O estilo do jornalismo. notas bibliográficas. notas especiais de coleção ou série e outras de interesse: 1) Notas bibliográficas (número de páginas ou de volumes. etc. w' Mas os números das páginas ou dos volumes devem ser mencionados obrigatoriamente nos seguintes casos: a) Nas referências a partes de livros avulsos (acrescentamse as páginas inicial e final da parte referenciada): NovE.): SANTOS. metodologia e pré-história da África. Ática. os algarismos comuns à esquerda do número final: p. mantenha o número inicial completo e suprima. o número da edição (se não for a primeira) e as notas tipográficas (também chamadas de imprenta.. o Elementos complementares São indicações. São Paulo. 1990. complementares. il. Ática. Ática. v. 302-8. São elas o nome do autor. quando houver. o local de publicação. (Esses elementos são descritos minuciosamente nas p. São Paulo. Combate nas trevas. p. 1989. Ática/Unesco. Alec. Coord. p. Sergio Goes de Paula. facultativamente.) b) Nas referências a um volume determinado ou a partes de volume de obra publicada em mais de um volume (no primeiro caso acrescenta-se o número do volume e no segundo o número do volume e as páginas inicial e final da parte referenciada): UNESCO. facultativas. China.. In: J Jornal. São Paulo. o Componentes Compõem a referência bibliográfica elementos essenciais e. e aum. 4. p. Ática. N a indicação do número de páginas que correspondem à parte referenciada. uarez.

maio 1988. Separam-se também com ponto os elementos essenciais de uma referência completa que figurarem exclusivamente em nota. 48. endereço do editor.. devem ser abreviados no idioma original da publicação (v. parênteses -. notas tipográficas. A vírgula Emprega-se a vírgula: 1) Entre o sobrenome e o nome (prenome) do autor. São Paulo. emprega-se o ponto depois de cada um dos seguintes elementos: nome do autor. ed. 46. número da edição (o ponto aqui freqüentemente coincide com o ponto da abreviação). cit. 35. depois das notas bibliográficas: FERNANDES.): REVISTA BRASILEIRAE BiOlOGIA. dois-pontos -. n. p. A integração do negro na sociedade São Paulo.. O escravismo colonial. -- Ciência e de classes.Lineu. p. 1989. . mas não à mesma obra): 6 Idem.. em notas.. título da obra. 401 p. São Paulo. out. se houver. desde que não se integrem a textos comentados (v. os indicativos v. (Ensaios. 2) Notas especiais de coleção ou série: indica-se o título de coleção ou série e. pelo emprego de: itálico -. distribuidor. Combate nas trevas. ou (se a nota anterior se referir ao mesmo livro): 3) Outras notas de interesse. Difusão Européia do Livro.e do fascículo . Ática. cit. 21 em. n. 154). 1983. 105): 5 BOUDON. 46. F. 1960. p. il. o nome de seu diretor seguido do número da publicação. 34 . Neste caso. . figuram no final da referência. Essas indicações são feitas entre parênteses. notas bibliográficas e notas espeCiaiS. como preço (dado um tanto instável no Brasil de hoje). 35 (l0): 1 430-4.. p. op. menção da língua original (v. Ática. (número do volume). A ideologia. . p..92 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 93 c) Nas referências a um número determinado de publicação periódica (indicam-se os números do volume . ) d) Nas referências a artigos de periódicos (indicam-se os números do volume e do fascículo e as páginas inicial e final do artigo referenciado): FREIRE-MAIA. 3. tb.n. (número do fascículo) e p. entre os elementos das notas tipográficas. 2.Florestan. (Corpo. Os nomes dos meses. Carlos Roberto F. 1978. 159. 111).v. bibliográficas e especiais: NOGUEIRA.) 2) Para simplificar. Qual o destino das teses? Cultura. cit. 5 Idem I ibidem. (número das páginas) são substituídos. Mudanças sociais no Brasil. relação de abreviaturas na p. nas referências a periódicos e jornais. Pontuação o ponto Na bibliografia. Rio de Janeiro.dir. aspectos do desenvolvimento da sociedade brasileira. p. livraria. 46.e Alma do (3rasil. : 1 430-4.Florestan (Ensaios. Bruxaria e história. como mostra o exemplo.) Ática. D v.Cardoso. 2 v. p. 1991. Raymond .3. respectivamente. 105): 5 Gorender. etc. 32. 174 p.. São Paulo. p. (10). as referências a obras citadas anteriormente (v. FERNANDES. 131. H. ou ainda (se a nota anterior se referir ao mesmo autor. as práticas mágicas no Ocidente cristão. ou 5 Gorender.

) A dialética da duração. São Paulo.José Luís de Campos. Vocabulário ortográfico da língua portuguesa. 4) Nome de órgão público: SÃO PAUtO . 1988. 123) no início de todas as referências relacionadas na bibliografia. se for o caso de mencioná-Io. p. São Paulo. Paulo. 1990L I . p. Gaston. Secretaria de Estado da Educação. Bloch. (= número do fascículo) numa referência a artigo de periódico. 113). a referência que tenha parte dos seus elel1)entos no texto (v. Estudos Literários. p. Rio de Janeiro. 2) Para substituir o indicativo n. do nome da casa publicadora (v. conforme exemplo da p. Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas.) 3) Nome de entidade tratada como autora: ACADEMlA8RASfll:lRADI: LETRAS. tb. Avelino i OLIVEIRA. 4. Os colchetes Colocam-se entre colchetes: 1) Todas as indicações que. 1984. Grandes 43. aquisições da biblioteca em 1988. p. p. 92): (Série Temas. não constando na obra referencia- O ponto-e-vírgula Na bibliografia ou em referências isoladas.1 94 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - li I II Referências bibliogrãficas e bibliografia 95 i 3) Para pontuar. 112) e da data de publicação (v. 104). . recomenda-se a leitura de A escravidão reabilitada. puderam ser determinadas.Edson Ferreira ROBORTElLA. tb. 2) O título original de uma publicação traduzida. p. p. Ática. 1981. autores (v. 92. de Jacob Gorender (São onde Paulo. 2) Nome do organizador. 2) Para separar o título do subtítulo da obra (v. 1990. tb. Veja alguns exemplos deste recurso em referências que se iniciam com: 1) Nome do autor: BACHElARD. org. 111. p. 112). 10B): de i ALVESFILHO. (Col. Ática/Secretaria a instituição familial. José Albertino. Vilfredo Pareto.. em notas. Não é raro encontrar omissão do nome da cidade (v. 3) Como um recurso de que se pode lançar mão para evitar que o emprego rigoroso da pontuação de uma referência bibliográfica prejudique a leitura fluente de notas ou do texto: Sobre a reprodução da população escrava. Ática. •• Caracteres tipográficos O versal-versalete Emprega-se o versal-versalete (v. São Cientistas Sociais. emprega-se o ponto-e-vírgula: 1) Para separar os nomes de autores de obra coletiva de três da. Os parênteses Empregam-se os parênteses: 1) Para indicar as notas especiais de séries ou coleções (v. 110): Física. eletricidade e ondulatória. compilador ou outro do gênero: RODRIOUES. Catálogo. de Estado da Cultura. conforme exemplo da p.

JÔnatas. 96 (v. Edilberto. lista na p. 150): apud. 1978. ou romano. a autoria: 2) Publicações periódicas 8 jun. Paulo. Ática.: [Brasília]/São do Livro/Ática. o itálico 2. São Paulo. nos títulos das publicações.d. 4. Alencar estreou como romancista em 1856. folhetos. 31. Porto. Não empregue o itálico ou qualquer outro recurso para destacar as expressões e abreviaturas latinas usadas em bibliologia (v. empregue o versal-versalete conforme visto na p. em Lisboa. etc. tb. 123). 123). Ciência e Cultura. ou grifo. p. Emprega-se o itálico (v. evita-se confundir essas formas autônomas com os prefixos análogos do português (infra. o itálico pode ser substituído pelo negrito ou pelo redondo: •• Lima Barreto lançou suas Recordações Isaías Caminha em 1909. . nos demais casos. Larousse. etc. maio 1979.a lógica da diferença. bem como após a partícula in quando autor da parte e autor da obra no todo são diferentes: PINHEIRO. Dependendo da variação de tipos usados no livro. 1989. se na bibliografia a referência começar pelo título. Entretanto. 1) Publicações avulsas livros. não assinados: UNIDADES de medidas. 5. 1992. MPORTANTE c) Títulos de periódicos: CiÊNCIA E CULTURA. A REVISÃOda Constituição.96 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliogrâficas e bibliografia 97 5) Títulos de obras nas quais não está declarada a) Obras anônimas: A CANÇÃO de Rolando. 99. São Paulo. com a publicação do romance Cinco minutos em folhetins. op. s. Civilização. 37 (5): 548-52. 1991. Paulo Sérgio. b) Artigos de periódicos. ibidem.. d) Obras de referência: PETITLarousse Iflustré.jornais ou revistas: Jornal da Tarde. p. 2) Em notas que contenham referências bibliográficas com todos os elementos essenciais: 7 BATISTA NETTO. Prefácio. 1. do escrivão Outros empregos O versal-versalete é empregado ainda nos seguintes casos: 1) No início de referências a parte de obra. cit. Paris. PT . em Lisboa. maio 1979. . p. Margaret E. São Paulo. Infra quer dizer" citado ou mencionado abaixo ou posteriormente" e supra é o mesmo que "citado ou mencionado acima ou anteriormente". In: KECK. avulsas ou periódicas. n. São Paulo. Faça exceção apenas às palavras latinas infra e supra. Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. Ática. p. Lima Barreto lançou suas Recordações do escrivão Isaías Caminha em 1909.e supra-). v. 110). o redondo COUTINHO. Procedendo assim. História da baixa Idade Média. p. 1984. gesto do século XII. Instituto Nacional Emprega-se o redondo (v.

é relativa às Memórias póstumas de Brás Cubas e poderia também ser constituída pelas letras iniciais das palavras do título. o número da página completam este sistema. Num livro desse tipo. A propósito das transcrições excessivas. Para evitar isso. É melhor passá-Ias para as notas ou optar entre sistemas mais simplificados. Em 1984. as siglas aparecem numa lista de abreviaturas do começo do livro (v. Por ser um sistema que permite omitir no texto as demais indicações bibliográficas. Mas. São Paulo. s. São Paulo. livro em que Benedito Nunes analisa escritos de Clarice Lispector. foram usadas siglas para identificar as referências à obra de Clarice e notas de rodapé para as demais. 1984. como diz o subtítulo. Este pode ser um procedimento ideal para obras que apresentam um número reduzido de referências. as referências à obra analisada são freqüentes e poderiam abarrotar a página com notas de rodapé. Alguns exemplos: Antônio Houaiss. p.d. 1967). atribuir siglas aos títulos. parte em nota.Se o trabalho comportar.98 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 99 Localização e • . Nessa lista são fornecidos também os dados das edições utilizadas. Instituto Nacional do livro. slstematlca As referências bibliográficas podem localizar-se: (a) inteiramente no texto. Memórias póstumas de Brás Cubas. Veja um exemplo: "Deve ser um vinho enérgico a política. 140).. BC ou mesmo MPBC. pode-se. Ática. onde a sigla comparece logo depois do nome do autor: ASSIS. se. 2. por exemplo. ou (c) exclusivamente em notas. ed. por exemplo. 68). A sigla. p. Em vez de remeterem à bibliografia.Machado de. . sobrecarregar o texto com indic~ções bibliográficas longas. com os dois volumes de seus Elementos de bibliologia (Rio de Janeiro. sem considerar a preposição de. os elementos que faltam para completar essas referências podem ser colocados no texto. ele se torna remissivo à bibliografia. Ática. tb. 43). Ática.rJ t t J 1) Simples inserção no texto . dizia eu comigo. em O drama da linguagem (São Paulo. 2) Atribuição de siglas aos títulos . quando for o caso. 76). porém. Segismundo Spina publicou pela Editora Ática (São Paulo) a segunda edição das suas Normas gerais para os trabalhos de grau. o nome do autor e. A sigla. no exemplo. ~<. entre parênteses. p. (b) parte no texto.Quando não se utilizam as notas de rodapé para introduzir as referências bibliográficas. empregar algarismos arábicos para codificar as referências ou indicar a data de publicação da obra ao lado do nome do autor. De acordo com Outra variação prática desse sistema é o que se encontra. ao sair da casa de lobo Neves" (Assis. livro que. no caso ela poderia ser MP. p. o que será visto na seqüência. é prova de imaturidade" (Normas gerais para os trabalhos de grau. pode-se simplificar a referência estabelecendo uma sigla para designar o título da obra. Não é recomendável. "ao invés de denotar erudição. 1989). A forma escolhida (BC) deve ser empregada sistematicamente do começo ao fim do livro. constitui "um breviário para o estudante de pós-graduação" . Be. se podemos usar de arbítrio para formar a sigla (v. Referências incluídas no texto . Segismundo Spina afirma que citar muito. produziu o grande clássico da normalização editorial.

com o duplo sistema de referências. é sempre a mais forte e decisiva. 2.-c. Agir. Rio deJaneiro. pel~ seu senSIveIS e densas dos obJeto~om com as qualIdades aspec:o ~rotesco. Uma aprendizagem ou O lIVro dos prazeres (rom. ). indicaque é també m umundamental das coisas parafala da obje gelatinoso. Felicidade clandestina (contos). É uma e eriência que se alarI Sabiá. de vazio oquentin vai chegar. cisco Alves.). a segura permanência de animais e vegetais.). ed. 115. 1963. um pouco vermelhado. Ediror. fran- A CIdade sitiada (rom. 1970 Edi· 1964. Pers· p. __ 101 A lista de abreviaturas do começo do livro O drama da linguagem Uma página do mesmo livro. torna-se a consciência presa fácil a náusea. 1971.).S. as atitudes e os sentimentos humanos con- A legIao estrangeIra (contos e crônicas). " (ME. Edirora do Rio de 3.~i~~~'~T~UliP gross (ME.H (rom). i sensaçã e ser: "O gosto é cinzento.. 17).estranheza em relação ao que o erca. A princípio se debatendo n ma crise psicológica . como pólo oposto à cultura e à praticidade da vida diária. (Coleção Editor. ed. Edições das obras compulsadas de citação: PCS L CS LF ME LE - para esre trabalho e respecrivas siglas Perto do coração selvagem (rom. e move·se comode uma geléúz v a . seu protagonista 7. bibelôs e canos d'água (CS. descrita no romance Ia nausée. 1964 Alvorada. por de repulsão. São Paulo. em que o próprio homem estr ha o que é humano.. 1946. sentimento da inutilidade de seu interesse pelo p sado como historiador. com estatuto sereno das coisas propriamente ditas. vaga amente" (pes. Rio deJaneiro. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro.) Rio de Janeiro. José Álvaro Laços de /àmília (contos). Rio de Janeiro. e uma qualidado e dado cenestésico. LE. 1969. sensação de tédio. de inquietação a inquietação.). ao ande abalo que será a descoberta da existência. Janeiro. A parte da Natureza. . 19~~~ . Sartre. 98) (ver o fragmento "A gelatina. 1964 Sabiá.). 111). c 'spector o espesso e o viscoso -. ed. Os gestos. como lâmpadas e cristaleiras (L. São Paulo. 102). nos pedaços velhos um I I com azu eterminação pouco a tncen .José Álvaro ~~~~~lsãstmglU~~:~. A náusea é a experiência privilegiada d pensamento sartriano 6. 1105 de atraçãoentreexemplo. deslocado. Manim caminha ~eléia viva". O lustre (rom. como qualidade da matéria viva. trastam. )oana C/ari.100 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográf~c_a_s_e_b_i_bl_io~gr_a_fi_a_____ __. Como elemento de 1 Gerd Bornheirn. tora do Amor. e e~ho.J PSGH LP FC - A paixão segundo C. c mo momento culminante da situação de Antoine Roque tin. 2. 8s óbjetos úteis são sólidas e impenetráveis. Amor.tiva. Francisco Alves. 45) lantas silenciosas (ME~b2J". São Pauio. Nesse ndo assim configurado. 1960 A maçã no escuro (rom.

~ "Todas as crises setoriais eclodem no meio social e são vividas socialmente" (KUJAWSKI. se for o caso.Neste sistema as referências bibliográficas do texto são substituídas por remissivas à bibliografia. 4) O sistema de autor e data . Gilberto de Mello.102 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 103 Neste modo simplificado de citação. pontos ou algum recurso gráfico para realçar os números sem outros sinais. numere com algarismos arábicos. 53. Kujawski encontra" outra corrente de intérpretes" que "insiste em que o princípio geral da crise só pode ser de ordem religiosa" (p. rev. O arranjo desses elementos pode ser feito de acordo com as seguintes circunstâncias: a) Quando o autor já foi citado. em última instância.: Também neste sistema faculta-se mencionar o indicativo do número da página (p. pois era sabido que as referências abreviadas com siglas sempre diziam respeito à obra de Clarice Lispector. No exemplo da obra de Benedito Nunes. Ela é determinada. mas mantenha sempre a mesma opção: 1 1\ Na bibliografia. Ática.) li ti 111 ~. p. acrescente a data e o número da página entre parênteses: Segundo Kujawski. 101). (Série Temas. . p. 103). (S'érie Fundamentos. pode ocorrer o seguinte: Autor e ano entre parênteses: Crise e decadência (KUJAWSKI. não precisa necessariamente estar em ordem alfabética . ed. Não houve também a necessidade de apontar o nome da autora.embora seja preferível estar -. ele não foi utilizado. o número da página entre parênteses: Nesse texto. Apenas o número referente à página apareceu ao lado da sigla. Depois. Veja um exemplo com o número destacado por tipo negrito: 13 CARONE. coloque a data de publicação logo depois do nome do autor: KUJAWSKI. "todos sabem que a economia não é domínio soberano. p. No entanto optar por conservá-Io resulta no ganho de evitar o embaralhamento de números. pela política" (1988.) r . 1989. São Paulo. São Paulo. que também é remissivo à bibliografia. pode-se grafá-Io em versal-versalete ou em caixa alta-ebaixa.). 102). da seguinte forma: Primeiramente. Ática. que. o sujeito da crise é a modernidade. 3) O sistema numérico . A crise do século XX. 64). básicos deste sistema. b) Quando o texto já deixou claro que se trata da mesma obra. 1988. J c) Quando o nome do autor não estiver explícito nem claro no texto. todas as referências da bibliografia. escreva-o dentro dos parênteses. é facultativa a menção do indicativo do número de página (p. é facultativo o uso de parênteses para destacar o número da referência. 64). basta dar. I 'i li i: !1 d) Quando não for necessário fazer referência a um número (ou números) específico de página. 64).). Assim. Adotá-Io ou não adotá-Io é um procedimento que tem de ser sistematizado em todo o livro. são categorias diferenciadas ~'l Ou só ano entre parênteses: Para Kujawski (1988). faça as remissivas. 1988. a data de publicação da obra e o número da página são os elementos li Observe ainda o seguinte: a) Na bibliografia. procurando explicar as raízes da crise.Edgard. Podem aparecer . vem na linha e no mesmo corpo do texto.desde que uniformemente os próprios parênteses. 1988). 7. 1922-1938. Revoluções do Brasil contemporâneo. neste caso. seguido de vírgula e do número da página entre parênteses: "Getúlio e Antônio Carlos procuram contemporizar e se esforçam cada um de seu lado para ver se Washington aceita a idéia de um terceiro candidato" (13. No lugar de cada uma das referências bibliográficas do texto coloque o número que a referência recebeu na bibliografia. em ordem crescente. Neste caso. é preferível (13) p. em vez de (13. Esse número. a remissiva.4.O nome do autor. para facilitar a identificação da referência. travessões.

Substitui o nome do autor quando a referência precedente diz respeito a obra do mesmo autor: 7 Referências com parte parte em nota no texto e 8 AZEVEDO. oberto de Oliveira. 49. As figuras de R linguagem. História da música. apud TARAllO. p. . os seus elementos são dispostos e pontuados como na bibliografia: 4 J d) Quando ocorrer citação transcrita de fonte intermediária.j' Referências em notas exclusivamente c) No caso de não existir a data de publicação.A primeira referência a uma obra deve ser completa. Idem.. mas também políticas" (p. A nota começa a partir dos elementos que faltam. p. São Paulo.55. 112. separados por vírgula: "Coerção e repressão foram as bases de sustentação do escravismo e explicam a grande duração do mesmo". O mulato. a autora conclui que" é fundamental que a escola e os professores compreendam que ensinar por meio da língua e. Tempos lingüísticas. p. 87). diferencie as datas de cada título juntando-lhes letras minúsculas. Ática. ensinar a língua são tarefas não só técnicas. 109). s. escola e sociedade. Ática. se o texto já esclareceu o nome do autor citado: No entender de João Ribeiro. v.104 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliogrãficas e bibliografia 105 b) Se um autor tiver mais de uma obra publicada num mesmo ano. 1990. Não use idem na bibliografia. O cortiço. São Paulo. São Paulo. Ática. "Falar diferentemente não é falar errado" João. mas sim o travessão (v. 47. 1979b. Idem. São Paulo. no lugar da data. ed. São Paulo. 8. 81. diz Suely Robles Reis de Queiroz5. Fernando. "a nossa gramática não pode ser inteiramente a mesma dos portugueses. com todos os elementos essenciais. São Paulo. ~ ~ ~ I MONTANARI.uma perspectiva social. informe entre parênteses a fonte intermediária precedida de apud . mediária: é normal referir-se apenas à fonte inter- TARAllO.As referências posteriores a uma obra citada podem ser simplificadas com expressões ou abreviaturas tradicionais: a) Idem (ou id. de Magda Soares (6. i i I -i . 1988. 1991. 79). A partir da análise das relações entre linguagem. ed. da Idade da Pedra à Idade do Rock.d. ed.) . São Paulo. tanto no texto quanto na bibliografia: 1979a. Se a referência estiver isolada. Mas. 1988).ibidem. rênteses: faça-o nos pa(RIBEIRO. se a referência integrar-se a textos comentados. Valdir. Não é necessário repetir em nota os elementos de uma referência que já estão inseridos no texto. As diferenciações regionais reclamam estilo e método diversos" (apud TARAllO.) . principalmente. O termo é normalmente usado ao lado de idem: 10 5 Escravidão negra no Brasil. Ática..p. 87). Se o autor ainda não foi identificado. b) Ibidem (ou ib. é preciso adequara pontuação da nota à pontuação do texto: Sobre a prática de ensino comprometida com a transformação social.Substitui o título da obra citada na referência anterior. N a bibliografia. itinerário histórico da língua portuguesa. p. 1990.1990. p. 1989. 1987.. p. 2) Referências a obras já citadas . 23. p. Linguagem e escola . 11 BRANDÃO. 1988. Ática. Ática. Ática. Aluísio. registre ~' F 1) Primeira ocorrência . .

Ática. I b) Italiano . sobre cada um dos principais 3) Autores estrangeiros a) Espanhol . O emprego de letras minúsculas nos títulos de obra . CASTElO BRANCO. 5 I I 'oi' '" i ~-' . são. 1986. cit. cito é melhor repetir o título. em regra. 107 I c) Op. colocadas depois do prenome." b"""'. 1989. BOSI. p. substantivos em alemão. Galvano. Caio.' t " -A•• . é claro..contraria norma oficial do "Formulário ortográfico". Iniciação ao teatro. geralmente.As partículas delta. m. . op. 79. e colocar ao lado dele a abreviatura cito . conforme já visto em várias passagens. du c) Francês . 36.. Neto e Sobrinho comparecem de- Se o nome autoral não tiver prenome. pois do sobrenome: PRADOJÚNIOR. Adonias. recorre-se a remISSIvas: VOLPE.Mário de. MAGALDI. b) Os sobrenomes compostos que contenham elemento adjetivado: SOUTOMAIOR.júnior.ressalvando. inicia a referência: sobrenome em versal-versalete. José Américo de. ~ SÁ-CARNEIRO.A entrada da referência é dada pelo primeiro sobrenome. MAGALDI. degli.. ed. em lugar de op. Pedro. 90-1. Alfredo. Especificações sobre os elementos . Alfredo. SOUSA. na bi_bliografia ou mesmo em índices onomásticos. Ática. FILHO. que é o sobrenome paterno: GARCíA MÁRQUEZ. Assim. I ~ {t 1f 1) As designações Filho. Camilo.Os artigos le ou Ia e a contração meiros elementos do nome: LA FONTAINE. Seguem-se particularidades itens de uma referência. cito . São Paulo. etc... inferno i ensaios de crítica literária e ideológica.. BOSI. di. a referência pode ser feita na ordem direta ou pelo próprio designativo: ADONIAS FILHO. Gabriel. •• """. etc. se preciso. São Paulo. % 7 2) São inseparáveis: a) Os sobrenomes ligados por hífen: J ."""'"'. ver DELLAVOlPE.João da Cruz e.) . Céu. As particularidades sobre o nome do autor deverão ser levadas em conta também na elaboração de índices onomásticos. Du Bos.essenciais Não é demasiado recordar que as especificações abaixo deverão ser aplicadas com rigor à bibliografia e servir de base à preparação de referências localizadas no texto ou em notas. Jean de. podendo abreviá10 com reticências.". ed. cito (= opus citatum) citada: 2 Substitui título de obra já ~ Nome do autor O nome do autor. 1988. 3. são os pri- . porém. 3. p. a tendência é colocá-Ias antes do sobrenome.ri. Reflexões sobre a arte. Atualmente.r 106 "'~""~~. 9 Havendo mais de uma obra citada do mesmo autor.. entre vírgulas: 1 BOSI. Charles. seguido de vírgula e do prenome em tipo redondo normal: ALMEIDA.Galvano della. os casos de organicidade da palavra (nomes próprios. Reflexões . Sábato. Ática. p. São Paulo. adjetivos pátrios em inglês. mas trata-se de praxe já largamente difundida e aceita.

se houver. Paris. precedem o sobrenome: O'Nm. I Título da obra pela autoria de uma obra 6) A entidade coletiva responsável inicia a referência: ACADEMIA BRASILEIRADE LETRAS.. Eugene 8) Quando ocorrer na bibliografia uma seqüência de referências a obras do mesmo autor. Literatura brasileira. do editor.As partículas von. Departamento de Administração. é composto em itálico. do diretor. Paris. São Paulo. 1978. preposições. e ampl. Paulo. 1990. Afrânio. l w ___ o Critique de Ia critique. Thomas. e) Inglês . veja o passo seguinte): GRABBE.comp. Simoni WOOLDRIDGE. 1984.. encontrar-se o nome etc. DE QUINCEY. & . e na primeira palavra significativa: A ALFABETIZAÇÃO em Ubatuba. ed..basta a vírgula: Gramática. Alexander von. Jean et alii. 4. Dean.. f) Chinês . não inicia a referência. 7) Não existindo autor explícito . CHANSON de Roland. enciclopédias. Francisco Marto de. Eugene. descendente). use & entre dois travessões: FARACO. não é necessário mencionar o editor nas notas tipográficas: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRADE NORMAS TÉCNICAS. artigos de jornais e revistas não assinados -. O título deve ser transcrito literalmente e. use um travessão a partir da segunda referência para substituir o nome do autor: TODOROV. Se se tratar de dois autores. Ática. Na transcrição . composto em versalversalete nas partículas iniciais (artigos. Ministério das Minas e Energia. se for necessário transcrever todos eles (se não for. etc. pois o sobrenome já antecede o nome: MAO TSE-TUNG. Seuil.caso de obras anônimas. 4) Mais de um autor: a) Dois autores dos autores: Usa-se o sinal & para ligar os nomes Alberto RABAÇA. etc. M. Compõem-se em redondo os títulos originais (no caso de tradução). Tzvetan. Carlos & BARBOSA. 1973.As aposições escocesas Mae. Me eM' (= filho de) e a irlandesa O' (= neto. prenome. 5) Quando. quando. do compilador.). ed. ~_.O nome é dado de forma direta. enunciase a hierarquia a partir do órgão superior: BRASIl.Emprega-se o ponto-e-vírgula entre os nomes dos autores. sem o recurso de parênteses COUTINHO. f. bem como as preposições de origem francesa (de. b) Se a entidade for subordinada a outros órgãos. rev. vom. b) Três autores . viatura correspondente Cedo . . a) Se a entidade autora é também editora.) depois do . c) Mais de três autores et alii : DUBOIS. São Atica. Norma NB-66. na bibliografia. etc. de Ia). Seuil.108 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 109 d) Alemão . ENCICLOPÉDIA Espasa-Calpe. 1988. são colocadas depois do prenome: HUMBOLDT. sem mversão. . os títulos de partes de obra e de artigos. Indica-se o primeiro seguido de Poétique. Gustavo Guimarães.i RAMO. Carlos Emílio & MOURA. no lugar do nome do autor. a referência começa com o título. Rio de Janeiro. escreva a abredito . van (esta holandesa).

L. Estudos Políticos. mulheres do campo e da periferia de São Paulo. Valter Kehdi. obert L. Rio de Janeiro. 1988. e não: Madri. às palavras que exigirem o emprego de maiúsculas (nomes próprios. nomes de meses em inglês. Número da edicão # 1) O número da edição é indicado pelo arábico correspondente. p. é preferível grifá-l o juntamente com o título principal ou colocá-Io entre parênteses ou arranjá-Io de tal forma que não prejudique a fluência de leitura (v. ed. o nome do tradutor e outros colaboradores da obra logo depois do título: CERVONI. No texto ou em notas com referências parciais ou simplificadas (como se faz neste trabalho) estes títulos devem ser realçados com aspas. bem como a partícula inicial. (Série Fundamentos. etc. obviamente. . bem como os artigos de periódicos. substantivos em alemão.) Original inglês. e ampl. Benedict.Emprega-se o versal-versalete em toda a extensão do título de periódicos. Garcia dos Santos. reflections on the origin and spread of nationalism]. etc. In: MAGALHÃES. capítulos. folhetos e artigos . 3) O subtítulo. 83-93. Ática. trad. A natureza e a lógica do R capitalismo.110 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 111 do título. São b) Periódicos . Paulo. 1989. se houver: GUIDE des centres nationaux d'information bibliografique. ed. Ática. se necessário. rev. 1) Local de publicação a) Reproduz-se o nome da cidade tal como se encontra na publicação: London. Sylvia Leser de. A PREVIDÊNCIAocial no Brasil.) 1) Título iniciando a referência na bibliografia: a) Livros. tb. D 5) Acrescenta-se. são compostos em redondo: ZAGURY. quando for necessário citá-Io. 1988. A enunciação. seguido de ponto e da abreviatura da palavra edição no idioma original: 3. Trad. melh. 4) Nas publicações traduzidas. se necessário: a) Menciona-se o título original (em redondo e entre colchetes) logo após o título da tradução: ANDERSON. São Paulo.. São Paulo.): IANNI. Lólio Lourenço de Oliveira.A primeira palavra do título deve ser impressa em versal-versalete. s b) Pode-se informar o idioma original. Técnica de tradução. Aluísio et alii. 3. 1989. 2. Verl. o emprego de letras maiúsculas restringe-se apenas ao primeiro termo (partícula ou palavra significativa) e. Trad.. 2) Se existirem. Fundação Getúlio Vargas. Nação e consciência nacional (Imagined communities. 2) Os títulos de partes. e ampl. p.Jean. 1989. à exceção dos títulos de periódicos e de coleções ou séries. Notas tipográficas (imprenta) Ao escrever o subtítulo no texto ou em notas comentadas. (Série Temas. 43. A formação do Estado populista na América Lafina. 2. 2. Trabalho e sobrevivência. rev. São Paulo. quando não iniciam a referência. Madrid. As partículas que não estiverem no começo do título são compostas em versalete: REVISTA BRASILEIRAE ESTATíSTICA. ed. se não se apresentou o título original na referência: HEILBRONER. çmtros acréscimos ao número da edição devem ser informados por meio de abreviaturas: 2. Ática. Editoração hoje. Ática. ed. e não: Londres. 9.. 1981. 94 e 105). Eliane. São Paulo. vem precedido de ponto-e-vírgula e deve ser composto em redondo: MELLO. éd. Octavio. Ática.

115-48. Livraria José Olympio Editora José Olympio. 208-18. Vargas.. p.Franz. contos universais. c) Não se repete o nome do editor se ele já é tratado como autor (vo p. 1988. Preparação Getúlio dos originais. In: o Comunicação em prosa moderna. 154).13 - Referências bibliográficas e bibliografia 113 b) Se a cidade for homônima de outra. c) Se a data não constar na publicação e puder ser determinada. Análise estrutural de romances brasileiros. São Paulo. juntam-se os nomes dos respectivos estados ou países. Affonso Romano de. 1990. HEGEL. jul. In: . Alfredo.Se o local. se não for possível a identificação. Great Britain ou Gt. Para gostar de ler. 11. indique s. Um artista da fome. Mas esses designativos devem ser mantidos. 2) Considerando parte de um livro: a) Do mesmo autor da publicação: GARClA. temas e situações. In: WEFFORT.~~. etc. lista de abreviaturas na p.A. 2. org. 395-407. Brit. suprimindo-se apenas a parte que designa a natureza jurídica ou comercial: Ática. 1989. Filosofia do espírito. In: TCHEKHOV. forneça-a entre colchetes. Francisco org. forneça-o entre colchetes. Berkeley. forneça-o entre colchetes. São Paulo. cita-se apenas a primeira. abreviando-os se for o caso: Berkeley. v. a não ser que se trate de dois editores estabelecidos em cidades diferentes (vo item "Editor". Ática.t. ed.lfev. do Brasil. . 1987. Ática. São Paulo. Os clássicos da política. Othon M. ~~ 'l' . Rio de Janeiro. 1989. b) As datas consecutivas jan. indique sol. e não: nem José Olímpio. ed. Fundação p. Ed. b) De obra coletiva: KAFKA. 109). se não for possível a identificação. 1973. 1972. Cal. c. 2) Editor a) Transcreve-se o nome do editor tal como figura na publicação. Universidade de Brasília/Ática.edo 3) Data de publicação a) Abreviam-se os meses de acordo com o idioma de publicação (v. Ed. d) Se o nome do editor não constar na publicação e puder ser determinado.n. indique s.p. São Paulo. 7. e não: Editora Ática S. A erudição e a cultura nas constituições brasileiras. v. 4) Ausência de notas tipográficas . 83-91. 1988/jun. o editor e a data não aparecem na publicação.'~' Modelos Abaixo vão especificados modelos de referências bibliográficas segundo o tipo de publicação: Livros 1) Considerando um livro todo: SANT'ANNA. Anton et alii. Cultura brasileira. indique sod. BOSI. b) Dois editores estabelecidos em locais diferentes são relacionados da seguinte forma: Brasília/São Paulo. Ática. 2. se não for possível a identificação. nos casos em que a supressão possa prejudicar a clareza: Ed. abreviadamente. a seguir) o d) Se o nome da cidade não constar na publicação e puder ser determinado. Ática. p. são ligadas por barra: :f c) Havendo mais de uma cidade relacionada na publicação. 70. f .

Pedro. Planeiamento. 295-300. 1966. ago. Luiz. 6 novo 1990. A família de santo nos candomblés ieie-nagôs da Bahia. 1962. Teses e obras mimeografadas LIMA. DE 1944. Folha de S. . Unidades narrativas. 8-11. Fondo de Cultura Económica. n. Salvador. Rio de Janeiro. 1) Referência a um número determinado da publicação: ANHEMBI. Separata de Introducción a Ia administración pública. México. 31. 1944. José Paulo. FGV/EBAP. 55 p. Curitiba. da tradução. v. um estudo de relações intergrupais. U FBA. GROSSMANN. 1966. Publicações periódicas v. Número especial. Artigos de iornais Jornal ADIADOS investimentos de indústrias do setor de papel. p. Anais .. 18 set. mar. 136. 747-1 094. João Batista. Judith. São Paulo. In: CONGRESSO DA HISTÓRIADA REVOLUÇÃO 1984. 8 set. romances e novelas. mar. 1945. 405/406. 1977. In: o Ficção completa. Mimeogr. Governo do Estado do Paraná. Bibliografia da revolução federalista. Ilustrada. novela. São Paulo.114 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 115 3) Considerando um livro de obras reunidas em um ou mais volumes de um mesmo autor: VERísSIMO. Publicações de congressos Separatas 1) De livros: MUNOZ AMATO. 348. 2) De periódicos: LIMA.. Capo 3. romance. p. 1. conto. n. UFBA. As traições Paulo. 3) Referência a artigos de periódicos: RONCARI. Curitiba. 1990. Elon Lages et alii. 1955. v.Centenário de Eça de Queiroz. da Tarde. folhetim e crônica: três gêneros 77 (65): fora do lugar. Separata de Ciência e Cultura. p. A tradução no Brasil. Esboço da situação da matemática no Brasil. Dissertação de mestrado apresentada à Coordenação de Pós-Graduação em Ciências Humanas. 78 (1): 45-7. Aguilar. 2. Rio de Janeiro. Vivaldo da Costa. O senhor embaixador. 46. PAES. SPALDING. p. Sermão. 1983. Walter. Salvador. São Paulo. Paulo. Folha de S. 1966. p. São Paulo. 2) Referência a um número especial com título: DOM CASMURRO. Rio de Janeiro. 8. 40-8. Folhetim. 1984. n. 8. Ciência Hoie. 1955. NATAl!. 1973. Rio de Janeiro.. Érico.

p. p.) 1 Apud CUNHA. Lindley. Rio de Janeiro. permitindo-nos escrever d' Os lusíadas. p. se forem feitas referências sucessivas a uma mesma obra. 'teve. Paulo). se for o caso. a preposição antiga per é que deveria participar dos desdobramentos (Notícia publicada per O Estado de S. com trema. n'O Globo. mas isso seria um contra-senso. (leite de Vasconcelos 1. Straj3e -. Nova Fronteira. oe e ue. são escritos com Deutschland (Alemanha). Stein (pedra). 41). 'star. do português contemporâneo. ou: em O Globo. Nas combinações pelo e pela . P. Alemão Algumas peculiaridades da escrita latina da língua alemã: 1) Por facilidade gráfica. aos seguintes casos: 1) indicar a supressão de letra ou letras no verso: c'roa. offnen -. (j e Ü. paud 'arco. inicial maiúscula: próprios e comuns. Wilhelm (Guilherme). 49).oeffnen (abrir). tb. D1vtS'~O SILÁSICA. 645.Strasse (rua). principalmente: 1) Em nomes de divisões ou partes de um livro e em notas com referências bibliográficas parciais (v. o artigo do título pode ser suprimido para contrair-se com a preposição. p. ed. etc. 11. ou: de Os lusíadas. Nova gramática 2..Fluegel (asa). 11O). SOSRE A naj3 -. 2) Todos os substantivos.14 - Padrões complementares 117 14 PADRÕES COMPLEMENTARES Por força dessas restrições. 4) Nas citações diretas (v. podem ser transformadas em ae. Reichtum (riqueza). etc.Phaenomen (fenômeno). 3) indicar a supressão de vogal em palavras compostas ligadas pela preposição de: galinha-d'água. respectivamente: Phõnomen -. podem ser feitas as seguintes adaptações: a) O sinal 13 é representado por ss: V. b) As letras li. etc. configurando uma abreviação do título (v. 3) Em casos restritos do discurso direto (v. p. O apóstrofo tem emprego limitado. Paulo. 2) reproduzir certas pronúncias populares: 'tá. 5) Em termos tomados irônica ou impropriamente: O "milagre" brasileiro. o apóstrofo não deveria ser empregado para marcar a combinação de preposições com artigos que antecedem títulos de obras em geral. 6) Para reproduzir A campanha literalmente um dístico. Flügel -. lema ou slogan: "O petróleo é nosso".. 79). Paulo). depois da primeira ocorrência. Entretanto. 2) Em nomes de obras musicais (v. . 106): Notícia publicada no (ou pelo) Estado (ou Estado de S. 7) Para assinalar o significado de palavras ou expressões: No Alentejo fazenda significa "rebanho de gado macho". p. É natural que se escreva: Notícia publicada por O Estado de S. 1985. no "Formulário ortográfico". Mas o uso fez desse preceito letra morta.nass (molhado). Celso & CINTRA. Aspas Emprego Empregam-se as aspas.de per + 10(0) e per + la(a)-.

Para os adjetivos qualificativos \limos que a posposição c()l)stitui a ordem não-m~."'''''~''''_~''''''~''"~. . " Rosa" o sertão está em toda parte"."".... -' "". São Paulo... Sãa .. o sinal de pontuação fica dentro das aspas: "Ao verme que primeiro roeu as frias carnes do meu cadáver dedico com saudosa lembrança estas memórias póstumas./··....' "".. mão..•~ •.. lápis... Por terem chegado em segundo lugar.·\. ! Em The Break-up of Britain...• "._..."".. Paulo."d'(jk'dtáa:!I... '..~"._.._é_'·'_"'''''l.. .....""""'''. p. que Por isso. e mais do sujeit~quandoa tema literária. O princípio funcional a que Câmara Junior havia feito menção acima pode também aqui voltar a atuar: "Não obstante.~./'''''''~''''''''''''''~''' . no sistema português uma tensão entre ordem não-marca da e ordem marcada.... I ....~. o sinal de pontuação fica fora delas: Para Guimarães ._. num mundo em que a Revolução Inglesa já havia tido êxito e se expandido...".. Reproduzido de: TARALLO.. Fernanda... ••.._....~."''~'''''''-\..~.~mámuaãi1çãnã'fíâtureiá·êíes~~s dois argumentos...."'''' .O<""'~. mantém-se entre aspas duplas aquilo que originalmente se encontra aspeado: ç 'ÇÚ~.." .•../""""" ... . "•. com supressão das aspas iniciais e finais da citação.. ." (Machado de Assis..... Atica.'a. Espanhol Duas observações sobre a pontuação: 1) No enunciado interrogativo há um ponto-de-interrogação invertido no início e o ponto-de-interrogação normal no fim: ZCómo te lIamas? Entretanto. .~" ...... que havia Por ter sido a primeira.._.·....íliâ·rr.'~.....""... isto é..•••... i Qué maravilla! Apenas ele [o sistema britânico] representou um~rescil mento lento e convencional o prMduto de invenção deliberada....-.~.f~..".""." .manteve-se distinta..~-. esses outros Qentaram resumir de um s.._. '''" 1) Se o período inteiro estiver entre aspas.. -''-·.. ReprodlJZido de: ANoERsoN.. a experiência inglesa . Tom Nairn diz algui mas palavras preciosas a respeito do relacionamento en. e não.) 2) Se apenas parte do período estiver entre aspas.". .."" •...~.---.~"""".~.... pois."~. pães.. Benedict....-.. p. .• ""·"··". a anteposição do verbo tem um valor estilístico muito nítido.""~.. ímpIICa. 83).·ú·a::.. pão. 169._ -. cadernos. cclno os outros.18 elatJbado seu constitucionalismo golpe os frutos da experiência correr de vários sécuno do Estado.". Ática.·. ao sujeito ou quando....~.. "_. . e a pontuação I 10Ç) ._'""~'"''''''''... etc... etc... Os nomes terminados em ão fazem o plural com ões. . __ ·'·'--"·""''·'''''''''"·'''·''····"'·-".) "Por que não nasci eu um simples vaga-lume?" (Idem. mãos. • -...... pela colocação. 149.•.-·.. ães e ãos: razão.... "o professor" de acusativo passa a nominativo._. tre o sistema político britânico e os do resto do mundo moderno: 1 I 2) No enunciado exclamativo há um ponto-de-exclamação invertido no início e o ponto-de-exclamação normal no fim: /.._.~_ ...~"~./··"'·""~·'v·"·"". o mecanismo da concordância pode entrar em ação" 12..••.. põe-se o mesmo sinal de pontuação que separa os vários elementos de uma enumeração: Comprei livros. ••""".'<""~_'" ."."""-g..... p. Sobrevive e fortemente atua.~.118 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 14 - Padrões complementares 119 As aspas simples ou semi-aspas As aspas e a pontuação Usam-se as aspas simples (' ') para destacar trecho (ou trechos) já aspeado no original de uma citação ou de um texto qualquer que se transcreve entre aspas (duplas): !·'...•.teoriP resulMnte de uma Chegando depois.. .. preda especial~te ção._•• e""'.....~~êe'ssãiíâméi'íIe..' iTO:5''''j .depois britânica .. se for adotado o recurso de defesa (v.eníliá ... 1990.·. ... consiste naessa chamadal~ nversão ação verbal }lomo língua da comunicaferem não raro melhor focalitão não há um objeto direto para opor.'.. iJíffp...~-"""."..-..n:a\4!.". "../'''''''''. a língua coloquj . Etc....... ".._..... "..:ié.0 .. ". as sociedades burguesas posteriores não puderam repetir esse desenvolvi'~. .-"..... Nação e consciência nacional. para 9_Slljeit9doJ . e "a menina" de nominativo passa a acusativo.. razões.. 1989...".. Tempos lingüísticos. . i Antes de ele. ~.."../. mesmo com objeto direto.

jornais (v. principalmente no que se refere à abundância de acentos gráficos. excetuando as partículas (preposições. um show de rock. e não do hífen.): Grã-Bretanha. 49). tal como o hífen. p. etc. Sunday. e Inglês Escrevem-se com inicial maiúscula. 154): 2) Não se acentua o a maiúsculo. 3) Na nomenclatura científica (v. 110. Junto a nome próprio. 47). I táUco (grifo) Mas é de rigor o emprego do travessão. trajeto Mauá-Cascadura. maiúsculo: 2) Os nomes dos meses (v. conforme o exposto na p. integração professor-aluno.) entre ele Nos nomes próprios e intitulativos compostos ligados por hífen. ou grifo. Englishman. o travessão deve vir sem espacejamento e as palavras que une. estrada de ferro Santos-Jundiaí. p. Pantanal Mato-Grossense. ao por- (Neste caso. PÂTÉ. O título Lord. Lady Diana. A Ia fin de Ia semaine. p. 3) Os dias da semana: todos Wednesday. mas ainda não aportuguesadas: Designar ad hoc. da República. todas as palavras são escritas com iniciais maiúsculas. Ressalte-se ainda que: 1) É facultativo o acento agudo no Émile ou Emile. como em palavras compostas. conjunções. é usado: 1) Nos títulos de livros. p. 3) Se a palavra inteira for escrita com letras maiúsclas. geralmente: March. usa-se o hífen em combinações simétricas do tipo: Acordo Brasil-Argentina. 4) Os títulos nobiliárquicos: Lady. 2) Em subtítulos. December. . Sir.121 120 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 14 - Padrões complementares Francês Um texto em francês deve ter sua ortografia rastreada com muito cuidado. 96 e 109) e obras de arte em geral (v. revistas. em encadeamentos vocabulares do tipo: ponte aérea Rio-São Paulo. escreve-se com inicial minúscula (lorde). quando aportuguesado. os títulos ingleses de nobreza não devem ser destacados graficamente: Sir Winston Churchill. o hall do elevador. PÂTE. além dos nomes próprios: 1) Adjetivos referentes às nacionalidades: Brazilian. tb. Trás-os-Montes. os acentos devem estar presentes: ÉLÊVE. O itálico. Hifen e travessão Além de outros empregos. Vice-Presidência 4) Em palavras e expressões estrangeiras incorporadas tuguês.

diferenciam-se dos prefixos análogos do português (v. mais claro..Tipo mais grosso que o redondo.. mas com tamanho reduzido. diz-se que a palavra deve ser composta em caixa alta-e-baixa: Exemplo de Linha Composta em Caixa Alta-e-Baixa.__ T'ipos e corpos Tipo Algumas famílias importantes Baskerville Bodoni Futura Para indicar que uma palavra deve ser escrita com inicial maiúscula. o mesmo desenho básico.recebe de 8eatriz o convite para contemplar o mundo inteiro a seus pés . 5) Para enfatizar palavras ou expressões: O termo esquerda é utilizado . Os tipos que apresentam as mesmas características. 8) Versalete . sob o signo de Gêmeos. p. genericamente. de desenho vertical: Exemplo de linha composta em redondo. em quase todas elas podem ser encontrados os seguintes tipos: Para indicar que a palavra deve ser escrita com a combinação dos tipos versal e versalete. 97). as aspas e o tipo normal do texto nas citações de trechos em língua estrangeira: Dante..) 1) Redondo (ou romano) . diz-se que a palavra deve ser composta em versal-versalele: EXEMPLO DE LINHA COMPOSTA VERSAL -VERSALETE.. ou caixa alta: EXEMPLO DE LINHA COMPOSTA EM VERSAL.. independentemente das características de cada uma. "presso all'ultima salute" . (Alfredo 80si.. . mas. 6) Caixa alta - As letras maiúsculas: A. 5) Caixa baixa As letras minúsculas: 0'0 a. também de desenho vertical: b) As abreviaturas e expressões latinas usadas em bibliologia (v. no canto XXII [. p. c. 2) Itálico (ou grifo) Tipo inclinado para a direita: Exemplo de linha composta em itálico. grifadas. As famílias são muito numerosas. C.122 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 14 - Padrões complementares 123 a) Usam-se. ].Tipo normal. 7) Versal A própria letra maiúscula. B. EM . porém. é a letra que resulta de qualquer processo de composição. 3) Negrito (ou bolá) . tendo subido ao oitavo céu .o das estrelas fixas. 150) dispensam destaque gráfico: são escritas no tipo normal do texto. Exemplo de linha composta em negrito. 4) Bold-itálico (ou grifo-negrito) - Combinação do bold com o itálico: Exemplo de linha composta em bold-itálico. Excetuam-se as formas autônomas infra e supra.O tipo versalete é a própria letra maiúscula. b. English Times Univers Tipo. que. constituem um conjunto denominado família. de altura idêntica à das letras minúsculas: EXEMPLO DE LINHA COMPOSTA EM VERSALETE.

e lê-Io corretamente . a editora. Deve ser hábil para ler o mais carunchoso e ilegível dos manuscritos. e deve reconhecer os desenhos dos tipos que se lhe apresentam. função do revisor A palavra revisão tem em si grande carga de significações. medido em pontos.376 x 10). Exemplo de linha composta em corpo 6. ]. voltada para a qualidade do produto que põe no mercado. Idealmente. tomam-se os dizeres de SeánJannet citados por Antônio Houaiss: As qualificações requeridas dele são extensas. O revisor de provas (daqui por diante só revisor) teria por incumbência o cotejo da prova com o original sem compromisso com o conteúdo do texto e limitado apenas aos erros tipográficos. corpo 72. mas aqui se refere à revisão de provas. um tipo de corpo 10. tem uma altura aproximada de 3. Deveria posta em corpo 36. Exemplo de linha composta em corpo 12. Deve ter olho agudo e mente aberta para reconhecer num átimo as cacografias. Para esboçar o perfil ideal do revisor. mesmo com uma só letra.e os autores. Assim. Pelo sistema de medidas tipográficas denominado Didot. Deveria conhecer cada frase de Shakespeare ou da Bíblia e estar em condições de pinçar qualquer falsa citação vertente. por exemplo. possuem notoriamente vezos arbitrários e desarrazoados. tem uma expectativa que vai mais além. . deveria conhecer cada data de livro de história e ter ademais Íntimo convívio com a significação e a feição de cada palavra do ou fora do Dicionário inglês de Oxjord.76 mm (0.376 mm.. cada ponto corresponde a aproximadamente 0. o perfil ea linha composta em corpo 24.. Deve ser capaz de grafar quase tudo sem recurso ao dicionário [. como os doutores. 15 o PROCESSO DE REVISÃO DE PROVAS Exemplo de linha composta em corpo 10. Apesar de manter em seus quadros preparadores de originais e outros profissionais que permitiriam que assim fosse considerado o trabalho do revisor.124 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Corpo Corpo é o tamanho de um tipo.

se for o caso. b) Piolho. comparando-as com as da leitura. sobre ciência quanto possível -'. O revisor faz o que pode e não raro fá-Io surpreendentemente bem. ainda não paginado. deveria ter o mais amplo conhecimento. d) Gato. A tarefa descrita acima é desempenhada por duplas de revisores. 79-80. É ainda a Jannet a quem se recorre para descrever sucintamente a tarefa do revisor: dactilográfico do autor. o Os erros 1) Os erros . Primeiro. mais. i. troca indevida de uma palavra por qualquer outra. ato contínuo. linhas ou trechos. Na maioria das editoras de hoje não existe propriamente a figura do leitor. Ibidem. cujo valor seria maior se pudesse falar e escrever. da experiência e dos graus universitários. chamando. Quaisquer erros que forem encontrados são indicados por signos especiais2. i. enquanto o revisor acompanha as palavras da prova. 2. 2. letras. duplicação indevida de sinais. e também do autor.e sobre arte também. uma dúzia de línguas. p... [.. ] o que quer que seja que possa comprometer a boa reputação da casa [. arcado ao peso dos anos.e.. Também é pastel a mistura desordenada de caracteres tipográficos. evitando as letras de fontes estranhas que se possam ter infiltrado no texto composto.. De fato. de linhas de composição tipográfica amarradas por um fio] chegam ao revisor junto com a parte do original correspondente. Num paradigma. essencial em seu trabalho. v. e também zelar por que os enganos do próprio autor sejam evitados. ou colhidos aqui e ali. seria ele um louco se não encontrase. p. c) Pastel. 81..i. composição . palavras. os de erros maiS comuns sao: a) Salto. i.. digamos. pois tudo de que ele possa assenhorar-se é potencialmente útil a ele!. ]. do manuscrito ou do original I Elemento$ de bibliologia. 126 o 15 LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO O processo de revisão de provas 127 conhecer tudo sobre religião comparada e tanto sobre economia. Não é necessariamente um velho. frases. largo conhecimento da tipografia. ] Deveria ter. A tarefa do revisor é descobrir quaisquer erros que tenham sido cometidos na composição e dar instruções para sua correção. por certo. letras.. qualquer omissão involuntária de letras. O leitor é então chamado a ler alto..e.. qualquer livro deverá ser lido antes em sua inteireza pelo revisor.e.e. e detém também um' armazenamento de fatos apreendidos dos livros que reviu. Cada dupla divide entre si o acompanhamento dos originais e a leitura das provas. vigiando os erros tanto da composição quanto do leitor. linhas ou parágrafos.. . O pequeno erro tipográfico que escapa à revisão é também conhecido por piolho. pois esse conhecimento lhe é útil.. 2 Assistindo-os [os revisores]. e geralmente tem. que existe. cit. palavras. um emprego mais rendoso do que numa casa impressora. linhas ou trechos. inversão indevida de sinais. observando [. as provas de paquê [conjunto. chamados leitores. v. a atenção deste. como já vimos. dessa natureza. sobre política. palavras. há umas quantas moças ou rapazes. sílabas. De preferência. sílabas.Na linguagem dos revisores.

128 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 15 - O processo de revisão de provas 129 e) Gralha. Para não ser traído pela memória. 12.Às vezes o revisor também comete erros..· '~. . Veja um caso de gralha relatado por Eduardo Frieiro.Quando precisar recorveja o que se disse sobre ortografia à 1) Sinais convencionais . é preferível não corrigir.. preferencialmente direita. O responsável foi punido e no dia seguinte saía a retificação: "Por um lamentável erro de revisão". aquilo que deve ser corrigido (comissiva). constar no original que a "guerra dos Trinta Anos começou em 1518 e terminou em 1648".3 c) Desvios de padronização ."l' A~__ \ é. da língua . Para evitar isso. o que é pior. Neste caso. se não tiver uma boa fonte de consulta à mão. i. de todos os outros casos semelhantes ou que justifiquem a alteração. fora de lugar ou trocados. quando não percebe um erro já existente. chamada de barra de atenção. 393. presença indevida de letras ou sinais virados (erro freqüente na composição tipográfica).São sinais acompanhados de explicação verbal. quando for possível reunir todo o material. etc. o revisor imediatamente perceberá que a diferença entre as datas não é só de 30 anos. por exemplo e por um descuido qualquer. Se. Então ele não deve fazer emendas de padronização sem considerar a ocorrência. E não só por um cochilo. p. Uma delas está incorreta. op... fazendo uma edição especial muito esmerada em homenagem à soberana. atente para os seguintes casos: a) Desconhecimento rer a dicionários. do começo ao fim do livro. as comissivas serão feitas sucessivamente da esquerda para a direita e na mesma ordem em que aparecem as respectivas remissivas: comIssIvas (margem) 1& b) Imprecisões de correção . de Alphonsus de 3 Apud Emanuel Araújo. "demos ontem a notícia de que Sua Majestade a 1àinha .. " etc.Marca-se no texto o lugar exato da correção (remissiva) e na margem. no tempo da rainha dona Amélia. as comissivas são envolvidas por um círculo: ~ poesia místico-religiosa Guimarki}is. e anotar o caso para uma-' posterior . etc. em que as palavras bainha e tainha aparecem no lugar de rainha: Um jornal de Lisboa. verificação a arriscar-se a fazer uma correçao ImpreCIsa. Para quê? Logo na primeira coluna da primeira página do tal jornal lia-se em tipos fortes: Sua Majestade a Bainha etc. com recurso a sinais convencionais antecedidos de uma barra oblíqua (I). numa mesma lin!Ia.Se.e.L 2) Sinais explicativos . mas. por extenso ou abreviada. Os signos ou sinais Os sinais de revisão são de duas espécies: 2) Os erros do próprio revisor . dizia. anunciou um prêmio a quem descobrisse um erro de revisão. _______ remissi vas (texto) Â _ d~ texto) ___ (" !Lf- S control<1Ie qual/idadel l "i·'r"" !" l/. por provocar um erro novo. sobre o tipo de correção desejada. o cumprimento de prazos ou razões de caráter diverso.O revisor nem sempre tem em mãos a obra na totalidade. cit. Apenas apontará as eventuais divergências para verificação posterior. dada a sua extensão./\ I!')fi V \... houver outras correções. p.

textual e pós-textual. Na arte-final. por exemplo. o revisor coloca a nova prova sobre a anterior. este trabalho é feito nas provas iniciais de composição (primeira prova) e na arte-final. recorrendo ao original apenas para verificações.Desempenhado por dois revisores. capa é a parte frontal do revestimento. Isso deve ser feito. pré-textual. seguida de um decalque. Parte material A parte material. basicamente. quando uma prova for paginada a partir de uma prova de microcomputador.130 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO As provas e as etapas de revisão Cada etapa de revisão relaciona-se a um tipo específico de prova. Pelo decalque. 3) Revisão decalcada .O dorso (da capa ou da sobrecapa). 1) Capa ou primeira capa . Em princípio. o revisor procede a uma conferência técnica da montagem. de tudo aquilo que deve comparecer no livro impresso. O cotejo da arte-final com o original justificase por ser nessa etapa que se fazem montagens ou inserções de novos elementos. 2) Releitura individual . . a rotina de revisão é a seguinte: 1) Confronto do original com as provas . faz-se outra releitura. é o revestimento externo (flexível ou rígido) de proteção do miolo e pode apresentar ainda os seguintes elementos: . em sentido amplo. Quando as linhas de uma nova prova não corresponderem com as linhas da prova anterior. não existentes na primeira prova. Após a conferência de emendas e o decalque das provas. um terceiro revisor faz uma releitura de todas as provas. A seguir.É a face interna da capa (primeira). será mais seguro fazer um cotejo palavra por palavra. com uma das mãos. O logotipo da editora e o número do volume ou da coleção ou série podem também figurar. do livro. enfim. 1 A ESTRUTU RA DO LIVRO IMPRESSO Os elementos que compõem a estrutura do livro impresso podem ser examinados distribuindo-os em quatro partes: material. mas. esta releitura é de suma importância: tratando-se da última revisão completa. J ~ "-f .Em sentido restrito. conforme menciona-se atrás. onde constam ao menos o título da obra e o nome do autor.Concluído o confronto do original com as provas. ou extratextual. tiram-se tantas provas quantas forem necessárias à limpeza total de erros. apresenta outros tipos gráficos. normalmente. ajustando-a de modo a fazer corresponder as linhas de uma prova com as da outra. se for o caso. a prova superposta e vai acompanhando as alterações havidas. geralmente nada se imprime. ele levanta e abaixa. 2) Segunda capa . onde 3) Lombada . nos moldes descritos acima. que. das remissivas a outras partes do livro e. em cada linha. Os seus componentes são: constitui a parte física Capa A capa.Este tipo de revisão consiste na conferência da correção das emendas pedidas em prova anterior. sem alinhamentos.

quando existem. As orelhas não comparecem obrigatoriamente em todo livro. onde. podem formar com a quarta capa um conjunto em que se dá continuidade ao grafismo da capa. terão o sentido de leitura de baixo para cima. 6) Orelha .Cada uma das abas (da capa ou da contracapa) dobradas para dentro chama-se orelha. o que depende também da espessura do livro. imprime-se o registro do ISBN (International Standard Book Number). coleções. Nas orelhas c quarta capa podem distribuir-se informações sobre o livro e/ou o autor ou ainda publicidade de outros livros. onde geralmente nada se imprime.E REVISÃO 16 - A estrutura do . 5) Quarta capa ou contracapa . da editora. 4) Terceira capa . miolo ~ /' /" //oorelha quarta capa (o verso desta é a terceira capa) capa (o verso desta é a segunda capa) .É a face interna da quarta capa.!iVro impresso 133 Quando os tipos (as letras) forem impressos na vertical. etc. além dos dados mencionados a seguir..A parte posterior do revestimento constitui a quarta capa. mas.

. formam o miolo.134 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 16 - A estrutura do livro impresso 135 Sobrecapa Conhecida também por jaqueta. constitui o miolo. Miolo conjunto das folhas. reun~9~s. que pode ser de papel ou outro material e conter o título e outros elementos de interesse. impressas em cadernos. 1 6 13 16 ZL S 4 frente 8 L OL L 1 154 L3 9 2 Cinta Faixa que envolve parcialmente o livro.-grampeados. depois de impressa e dobrada. 16 ou 32 páginas. é a designação dada à folha de papel que. dá origem geralmente a oito. costurados entre si. . Esquema o de um caderno ou colados de 16 páginas. Caderno. a sobrecapa é uma cobertura protetora da capa. a cinta pode trazer propaganda ou opiniões críticas sobre a obra. por sua vez. Os cadernos.

d) Nome do tradutor. organizador ou prefaciador. subtítulo da obra. conforme o caso. O marcador avulso geralmente se presta também a outras finalidades. _~g'_r. se existir mais de um. é impresso ou entalhado nas bordas do miolo.. ou dedeira. . Nele comparece apenas o título da obra. . na parte inferior.Indicador. folha de rosto. preferivelmente. Estas indicações podem figurar aquI ou no verso. e o logotipo da editora.136 16 . na seguinte ordem: 1) Marcador . na parte superior da página. Mais raramente figura aqui o nome do autor. se não for a primeira. conforme o caso. o qual tanto pode ser uma fita ou linha presa na parte superior da lombada como pode ser uma tira de papel ou de outro material fornecida avulsa. portada. b) Nome do autor. pode ser uma projeção cartonada. O indicador.Trata-se do marcador da página de leitura. Eventualmente também o nome da coleção ou série acompanhado do número do volume. uma cavidade (unha) ou outra forma qualquer que faça sobressaírem elementos que servem de índice de dedo em determinadas publicações. página de rosto. se houver. Indicador com unha Frontispício Ou rosto. Há casos em que esses créditos são mencionados no verso. 2) Indicador ou dedeira . Marcadores avulsos Olho ~ Primeira página de algumas publicações. f) Número da edição. c) Título e. o olho é conhecido ainda por falsa folha de rosto. ante-rosto ou falso frontispício. Geralmente contém os seguintes elementos: 1) No reto (página ímpar ou frente): a) Nome da coleção ou série e o respectivo número que o volume tem na coleção. cuja apresentação deve ocorrer. g) Logotipo da editora. e) Número do volume.1ANUAl DE PREPARAÇÃO ER_EIJiSÃO 137 o miolo pode apresentar ainda os seguintes elementos: Parte pré-textual Precedendo o texto propriamente dito.A estrutura do livro impresso __ . encontram-se os elementos pré-textuais.

seções. se existir na publicação. As tentativas J anei ro de controle da prostituição no Rio de pública Sumário O sumário contém apenas as principais divisões da obra. p. 5 7 9 . c) Propriedade de direitos: copyright. d) Créditos de realização editorial (nomes de editor. ilustrador. As tentativas de controle da prostituição 2.. autoridades policiais e juristas VIII.. Colocados imediatamente após os títulos. existem. acontecimentos. Alinhados à direita. preparador. L e 102 110 . classificação da prostituição A médicas e policiais IV... após o frontispício. separam-se deles por vírgula ou são destacados com negritos ou com outro recurso gráfico. unem-se aos títulos por fios ou linhas pontilhadas... etc. Reproduz com fidelidade. a dedicatória. uiz Carlos. As escravas e a prostituição VI. suas nacionalidades . tradutor. A repressão à prostituição clandestina 94 -99 IX... Regulamentação ou não da prostituição? Um debate entre médicos.índice é uma lista de assuntos. ilhoas. . geralmente fica isolada em página ímpar... suas causas e a degradação dos costumes segundo o discurso médico 111. A prostituição I. os títulos das partes. diagramador.. SUMÁRIO Ag radec imentos . I. os agradecimentos às vezes cabem no V.. polacas .. pode dividir o espaço da página com os agradecimentos.. se houver. capítulos. As "mulheres dos caftens" pelas autoridades pública no Rio de Janeiro pública e a sua localização públicas".. 1992. nomes de pessoas. revisor. f) Imprenta: nome e endereço blicação. é comum transferi-Io para o reto da página. Sumário apresentando linhas pontilhadas entre títulos e fólios. Ática... se tradução. e) Registro do ISBN. A pwstituição 2. 11. Quando se faz necessário ressaltar algum destes créditos. e na ordem em que aparecem.138 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 16 - A estrutura do livro impresso 139 2) No verso: a) Nome da coleção ou série e o respectivo número do volume na coleção. 16 26 41 41 e a "chaga 49 61 o Rio de Janeiro no século XIX: população e desenvolvimento Dedicatória Palavras com que o autor oferece o livro a alguém. ordenada alfabeticamente (v. 1.. b) Título original da obra.... Agradecimentos Quando prefácio.. se já não figuraram no reto. a higienização da prostituição o seu significado Glossário Bibliografia Reproduzido de: SOARES. em função do arranjo gráfico. Introd ução.. etc.. etc.). da editora e ano de pu- Não se deve confundir sumário com índice . Os fólios (números de página) alinham-se à direita ou vêm imediatamente após cada título. A criação do bordei. O homossexualismo clandestina masculina e a prostituição 68 83 94 VII.A prostituição. Outras vezes. São Paulo. 113 Romeiras.. 143)..

e a data dessa primeira edição não foi declarada. objetivos e modo de tratar o assunto. 3) Nome do autor (na página par) e título do livro (na ímpar). o fólio de cada uma das ilustrações. justificação ou apresentação do próprio autor ou de outra pessoa. Quando há novos prefácios para novas edições. Comumente. 19). A lista de figuras e tabelas deve ser feita quando as ilustrações forem em número que justifique sua elaboração. Cabecos # Epígrafe (do livro) Também conhecidos por títulos correntes. p. encontram-se os seguintes ele- Prefácio Também conhecido por nota prévia. 34) e em outros elementos como fórmulas. A mesma opção deve ser seguida em todo o livro. 19) e depois as tabelas e indica-se. 2) Corpo do texto . tb. apresentada em ordem alfabética. se ocorrer. todavia. cabeças ou cabeçalhos. pois foram utilizadas algumas edições que não a primeira. tabelas e figuras (v. Notas As notas podem comparecer no rodapé. a epígrafe. Arrolamse antes as figuras (v. Eventualmente pode haver epígrafes também no início de seções principais. os cabeços aparecem geralmente no alto da página com o fólio. usa-se um dos pares: 1) Título do livro (na página par) e título do capítulo (na ímpar). Lista de abreviaturas A lista de abreviaturas deverá ser. etc. o prefácio consiste em esclarecimentos.. o autor não usou a ordem alfabética. apresentação. Citação ou pensamento que se relaciona com o assunto do livro. p. p.Discurso inicial em que o autor expõe argumento. 2) Título do capítulo (na página par) e subtítulo do capítulo (na ímpar). Esse critério. coloca-se abaixo dela a referência bibliográfica completa ou só o nome do autor e o da obra de onde foi extraída ou simplesmente o nome do autor. os mais recentes vão precedendo os primeiros. encontram-se: 1) Introdução . Como fonte da epígrafe. é o último elemento da parte prétextual e precede o texto propriamente dito. Se for o caso. apoiando-se em divisões e subdivisões (v. preferencialmente. no final das principais seções ou no final do texto (v.140 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 16 - A estrutura do livro impresso 141 Lista de figuras e tabelas Integrando Parte textual o texto propriamente dito. como no sumário. p. 85 e 104). Na lista de abreviaturas reproduzida na página 100. mas podem vir ainda ou no pé da página ou na lateral. mas optou por relacionar as siglas referentes às obras analisadas em ordem cronológica de aparecimento. A abreviatura será seguida de sua significação. Parte pós-textual Complementando mentos: o texto. 3) Conclusão. não está ali muito evidente.Parte principal do texto onde o assunto é desenvolvido. . advertência. incluem-se na lista as siglas e os símbolos utilizados.

obras. mapas. portanto.de tornar o manuseio mais prático ao leitor. não constituem propriamente texto do autor. listagens. mas vanaçoes maiS comuns: 1) Primeiro verbete à esquerda e último verbete à direita (na mesma página). instituições. como.. Índice de assuntos. Índice antroponÍmico (nomes de pessoas). j. Não deve. de sentido obscuro ou de uso restrito. 107). Os tipos de desdobramentos mais correntes são: Índice temático (de matérias. com remissões a fólios ou seções específicas do livro. 2) Primeiro verbete da página par à esquerda (na página par) e último verbete da página Ímpar à direita (na página Ímpar). costuma haver variações muitas vezes em função do tamanho da página e. Podem apresentar matérias de exemplificação como textos de lei. j. Deve-se evitar chamá-Io de Índice remissivo ou alfabético. pois a condição essencial de qualquer Índice é remeter a alguma coisa e ser ordenado alfabeticamente. que trata exclusivamente deste assunto. separados por índice Lista detalhada. ponta-seca Glossário (ou vocabulário) Lista de termos pouco conhecidos.142 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 16 - A estrutura do livro impresso 143 Nas obras de referência.-B. ordenada alfabeticamente. Ponta Porã ponta-seca Ordenação palavra por palavra ponta Ponta Grossa Ponta Porã pontada ponta -direita Pontalis. embora só recomendáveis quando compensarem o múltiplo esforço de consulta. .. Os nomes costumam variar. por exemplo. o Índice é também conhecido por Índice geral ou Índice analítico. Índice biblionÍmico (livros e periódicos). ). ser confundido com sumário (v. suplementos que se acrescentam ao texto para esclarecê-Io ou documentá-Io. 3) Os dois verbetes . mas não há necessidade de diferenciá-Ios graficamente. Em qualquer dos casos. etc. seguidos de explicação.). Índice toponÍmico (lugares). Referências bibliográficas e bibliografia Veja-se o capítulo 13 (p. nomes de pessoas e mesmo outros intitulativos). Em lugar de Índice geral podem ocorrer outros Índices desmembrados. Ordenação letra por letra ponta pontada ponta -direita Ponta Grossa Pontalis. Algu. . etc. p. Índice de intitulativos (entidades. assuntos . etc. Apêndice (ou anexo) Os apêndices. Índice onomástico (de autores citados ou.-B. tabelas. usam-se as três letras iniciais dos verbetes em vez de escrevê-Ios por extenso. acontecimentos. de assuntos. etc. p. temas.o primeiro e o último barra ou travessão (em cada página). Índice de autores.. nomes de pessoas e de lugares. 138). às vezes. 90). A ordenação alfabética se faz letra por letra ou palavra por palavra. como dicionários e enciclopédias. Os verbetes com nomes de pessoas entram da mesma forma que nas referências bibliográficas (v. às vezes.

. 116-8. 31. 105. ou colada. Louis. 119 artesanato. 126 burguesia. 60. 115. 108. Pode conter tabelas. 105. 81-3. 121. 120 burguesia/pequena burguesia. 168 Althusser. 23. quando seria muito difícil inseri-Ias no local apropriado do texto. 22. 122 1984. 39. 46. 66. 79. M. 138 estatal. 30. 94. 150 escolar. 7. 141 bloco. 105. 93. 24-7. F. 18. 23-9. 134. P. 102. 82. 74. 73 de Estado. 107. 152. 70. 111. 123-8. de "analítico e onomóstico". etc. explicacão final. 78. 125. 106. 161. 147. Os créditos de realização editoriallocalizam-se no verso do frontispício (v.. de: SllVEIRA. 70. 79. 51. 129 P.. 157. Composta em folha de papel menor que a página. 18. Não deve existir também" quando se trata de outras alterações julgadas necessárias posteriormente. 39. C. 129-31. 112. 19. e instituições. 8. 122. 121 ideológicos. 115 no poder. 121 de Estado. 63. 107.. 108-10. 59. 118. 119. 129. 164 aristocracia. 141 acumulação do. 103. 79. 108. 139. 108-14. 104. 75. 156-8. 150 produção e circulação do. 104. Ática. 138. 121. 73. 116. 8. 34. 76. 148 CFDT (Confédération Française Démocratique du Travail). org. nota final ou post-sériptum) posfácio é matéria elaborada pelo autor com base em informações novas que lhe chegaram ao conhecimento após a composição do livro. 120. 114 sociais. 127. 148-50. 138-45. . 108. 111. 150 fração hegemônica do. 106. 23. 136 Anderson. 10. 97. no início ou no fim do livro. 76. 108. 78. 138). 103. 15. 83. 148-50 fração do. 38. 130. 116. 38. 64. 43. 87. 127. 105. Excepcionalmente. 103. 97. 102. histórico. 39. 9 aparelho(s). Posfácio (adendo. 115. 73. p. 27-30. 142. 154 alienação. 22. 132 Reproduzido camadas. 125. 100. 66. 128. 22. 130-3. 160. 143. Página Linha Onde " se lê " " Leia-se " Colofão Último elemento do miolo. o INDICE ANALJTICO E ONOMÁSTICO aliança(s). 118. 114. 126. 68-70. 124. 110. 149. 19 Cardoso. 17. 97. 16. 118. 71. 110-2. 159. 119. Paulo. 116. personagens o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 16 - A estrutura do livro impresso 145 esta modalidade históricas de índice engloba nomes de autores. 33. 99. Poulantzas. 8. 24-7. 153. 103. 120. 163. 97 Cardoso. 70. 33. 103. 47. 129. 153 rentista. exercícios didáticos relacionados com o texto. 169 burocracia. 142. 158 Encarte OU suplemento Folha avulsa ou caderno independente que se coloca dentro do livro. 121. H. 171. 145. 168. 150 monopolista.144 Sob a rubrica assuntos. 145 no poder. 63. 149 anarcossindica1ismo. 108"12. 117. 108. 142 autogestão. 122 campesinato. 127 antistalinismo stalinista. 119. 120. intermediárias. 135. 71. 44 Allende. 121 de Estado. 143. 164 repressivo(s). 129. 109. 72. 76. 136 Amendola. 116 popular. pode ser apenas inserida. 116. 130. p. 20. 164-9 bonapartismo. 26. Enata Errata é uma lista de erros tipográficos constatados após a impressão do livro e só se justifica se o erro tipográfico (ou erros) comprometer uma informação do texto. 127. 151. 78. 63. 66. o colofão contém o registro de indicações técnicas de impressão. 150 Bourbon. 87 categoria social. L. 148. 20. 51. 138. São Paulo. 28. 154 burguesia/ aristocracia. 113 ciência. G. 120. 85. 36. 67 frações do. 152 capital. 36. 71. 113. 135. 149 monopolista. 65 capitalismo. os dados do colofão podem aparecer no verso do frontispício. 19 Castoriadis. 66. 71-4. 7. 95 CGT (Confédération Généra1e des Travailleurs). nome e endereço do impressor e data. 82. 82. 87. 38. 74. 76. 30. 33. 27. 114-6. 117. 32. Umberto. 102. 67 Luís. 128 operária. 116. 127. 8. 83. 37. 146. 55.. 68. 122 Cerroni. 68.. 118. 133. 103. O seu conteúdo normalmente é este: Baudelot. 107. 62-4. 140.

palavra ou palavras que devem ser suprimidas 2 Principais símbolos.._-------------. f-----------._"----"' ----------"'_.. revisão de provas Significado / ou Barra de atenção (deve ser colocada. C~~ @~~ 0ii5J (jiifI) --_.-"-.Q Suprimir r-.----versalete itálico ou ~~ negrito versal-versalete ou o grifoversal-grifosuprimir bold ou não alta) Símbolo versal-negrito versal (caixa grifo-negrito ---------- [ ] éS -""-"- [ Abrir parágrafo Centrar Colocar a parte enquadrada cado pela seta Correr para a direita no ponto indi- r) ® ® CV o sob letra(sl...Apêndices 147 '!!_-----------Símbolo --_ _----..-:II Q Suprimir e juntar Aplica-se a grupo de letras._--.e sincdsllsado$ na.______________ ------------------"'--_.'-'"--"--"-'-'--"-"-"-'"'"'--'~"'---"" vale..• ~X II ou '-. . Significado que deve ser destacado cir- ~ ---"-----:=J -------. ..... à margem."-"_ .._.---""---.~"--"----. colocando-se na margem da prova o sinal X ou ~ T . ~--------------- 2 f\J Símbolo Correr para a esquerda Recorrer Transpor letras ou palavras I J I I Aplica-se a grupo de letras."-"-~_... ao lado da emenda a ser feita) x --"---"---.".1-."""-----"-~-"""-_. 1 Principais símbolos e sinais usadQs na revisão e marcação de origlnctis --"--"~-----"-----"""--"" . ou<§) ou@ não emendar I Utilizado na margem."---~ f------------------. palavra ou palavras que devem ser suprimidas.

IL Descer letras.1J ~ Correr para a direita Ordenar as linhas Transpor letras ------_.--_._.-----_. Cil) -.. o D ou ---------_ _------_ _---.-----. Caixa alta Caixa baixa B f\J f21. -..J -~--.~-----. palavras ou trecho Recorrer Suprimir espaço Evitar o canal Consultar. há dúvida Espaço fino Vale.._-------bold Tipo grifo ou itálico Tipo negrito ou Tipo redondo Ver original Transpor linha ou período Abrir parágrafo Quebrar Letra (ou número) elevada Letra (ou número) abaixada ~ou([._----- -------_..-----. não suprimir ou não emendar c? CE S .---------~~ou II ÁJJ --------------------------~ . 0~ _--"-..._.- Transpor palavra ou trecho Transpor linha ou linhas.. colocando no lugar indicado pela seta Alinhar horizontalmente Alinhar verticalmente ~ clr7. palavras ou trecho Suspender letras. __ Caixa alta-e-baixa Tipo versal-versalete (C II ----"""--" ® C@ (jf) ---------..---..•. Tipo empastelado .148 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 149 # ~ Abrir espaço Unir ----~-.Q" "[ II / ~ ? .---------~_.j?) 0!uL) ------~uJV --- ----- ---"-~--- l-J . Encerrar letra que se deve mudar (estragada) [ ] I Centrar Correr para a esquerda o ------.

et aliae = e outras.:~a-----"---'--·--------compiTãdor ----------. compare ções não ---------"textuais) compare antes compare . -_.---_.ampIrado -'"--------"""'--anot.. fac-similar. autor autores -. -ao'p~dã'-Tétra---- ed.----~.. e estou(amos) citando fulano via citação de beltrano) """"_"_..----------""--documento ----"---------------------doutoramento edição. ap... enc .cor. -aaãptação .--. beltrano citou fulano. na mesma obra (evita a repetição do nome da obra em notas sucessivas) o mesmo autor a do nome do autor em notas sucessivas) ante pos . et seqs.coordenador---- em T . referido por._-- ib. et alia = e outro em e fac-símile.) Abreviatura I termo dir. / apud _.abreviatura. facs. corrigido ·compare-0preferíve1 cf.apcSgrafo(cópia de manuscrito) . segundo fulano.. cp.a peSSClaS . direção. (circa) capo por volta de (usa-se para datas aproximadas) gloss. abreviação A. bibliogr. fac·similado fascículo et pas.150 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 151 Principais termos usados em bibliologia corr.__ glossário a mesma obra.--·coêírdenaçao.--. bibliografia c. junto a (o termo é empregado para designar uma referência a terceiro. ""_"" "1__ -.----~_...:. editor ãdTlt:-~ã(nittêrain) .. fase. diretor ---'"'-.----------·--'ãnotado--'-'---------.e.---.. et e outros (n~ferirld(). __ '"' . / ibidem ! comp-:--·---------- '--coleção. / ibid.. aum. assim fulano apud beltrano.." " .--------. i.--.----.

-melhorado manus~rito(sr-- rec. nota do autor note _ s. mas o verbete) ii~h. v."". refundo rem reto rev. literalmente .. publicação ---.. o editor e a data de publicação) voce) no verbete. ~-~rrn-7 Ivf.n. . (quod vide) que se veja ----------------------T ver comumente em publicações de língua inglesa) .--..:G'ado~ orgã-= nizador organizadores -_. / Mss / Mss. / MSS / MSS._~_ --l-o -::-::~.. letra por-letra. tab.-iMs:-/-----' mss / mss...t. livro ou livro loco cit._.obra citada (é preferível op..v._-I _.--------._-----------org.·d~-tr-.p.._._--""""~--"----. separata __nú_m_e_r_o_( s_) _o~~~_a.. (opus citatum) -""----_. quer dizer. tradutor vide ~-:-~-:-~-a~~_in_--=-_. (ipsis litteris) ip:-v. ~ constam o local.. (scilicet) S.:ot.C. sob o verbete.d-u-to-r--·.152 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 153 in-fine in-f':' (in-folio)·-------- no fim em folhas (tratando-se de códices manuscritos) abaixo.-----·_-·_-----·---r---.) obra citada organ{zaçãO:-orgm. oúNJ3-:-(ilota" bene) ].---aq--u-·--i--e--=--i:i pubr--· . cit. página(s) 1._.. adiante [llltrõdUÇã-o----------ip. a saber.----"-" op. subentende-se na consta a casa publicadora (é preferível s. . (ipsis verbis-)---liv. ---'""---'"----""-----'" recensão .--_. tabela tradução. na palavra (usa-se quando não se cita a página da publicação..ota do editor (ou do ~ditorado~Y -'-not-ã do redator (o~d~ redação<:'~ do revisor) N":T.---. cit.--. cit.--~~-~ . / MS / MS.f"E-:------ N~ --. orgs. p. traduzido.---. de frente (opõese a verso) se.. n. . lit. sem notas .-i:-:-~-S-_i~---g-a-r~e--. trad .---~-----------------"---referência refundido remissivo a página ímpar. (loco(us) citato(us» melh. ref.._ -. . ed. ob. textualmente livro livraria (no) lugar citado .-----. q.

. mago . / dic. novo dec. ... set.~ml n m alfak iota e rhkh fi -""---"""-"---"-_. Okt. g ps i capa gama P dzeta CSI epsilo pl th X teta nl ou (dz) ks) slgmabetas (cs. set. mai . Januar Februar Mãrz April Mai Juni Juli August September Oktober November Dezember Jan. Nov. septiembre octu bre noviembre diciembre II 8 I r T ene._._""A T <I> Li N P Z B O '!t M K H I: X E A enero febrero marzo abril mayo junio julio agosto setiembre. Dec. oct.". fev.. Sept. mar._-"---". out. giugl.Apêndices 155 meses PORTUGUÊS janeiro fevereiro março abril maio junho julho agosto setembro outubro novembro dezembro jan. abr.._-" . .I e. . •. jum juillet aout septembre octobre novembre décembre jan. . Mai Juni Juli Aug. set.. dicembre gen. o f/! T 'Ir )( v lJ À (X tç w X 'P p a. aout sept.~-.eta b tau o ômicron rô d t ch.. Dez. Sept.""". ESPANHOL ---. novo dez. jul. Apr. mars avr. abro mayo jun. jum juil. jul. apr. INGLÊS ALEMÃO January February March April May June July August September October November December Jan. ípsilonqUI ômega XI Denominação delta lambda r. fév. Ió J1. Nov.~ {3 'Y ~ 1/. gmgno giuglio agosto settembre ottobre novembre decembre. ago.. novo dic. mar. oct. Mar. Feb. TI Letra grega "-. gmg..---"""". ago.. novo déc. mar._--._----. maio jun..'-_ . Marz Apr.". ago.. May June July Aug.----. ott. I Alfabeto ITALIANO FRANCÊS gennaio febbraio marzo aprile maggio .. feb.-""_ . Feb._----_Q . janvier février mars avril mai . y z ph PSI a . Oct. feb...

em francês: Anvers. ou mesmo nos locais de origem. Além disso. outros registros: Aleútas. Alcácer Quibir Alcatraz. outro registro: Abrão Abruzos Abu Dhabi Abuquir Abu Zabi. Arkansas Ardenas. v. Ailahabad capital do Kuwait Andrada. v. rios . cf. outro registro: Aloísio Álvares Florence Amã Amambaí. v. Abu Dhabi Ácaba Açaí Acaraú Áccio Acra Áden. cidades. Antuérpia Apalaches Aparecida d'Oeste Aneninos A~ia Arábia Arábia do Sul. aportuguesamento Antwerpen. Ancara Antananarivo Antártico Antártida Antígua Antígua e Barbuda Antuérpia. rio Amenófis Amesterdão. atual Iêmen Arábia Saudita Aragão. outro registro: Agha Khan Agamenon. forma paralela: Andrade Andrade. aportuguesamento de Ardennes Areiópolis Arezzo Argel. Amósis Aída Aiuruoca Aix-en-Provence Ajax. Agamenão Ahmed. bairros. outro nome da antiga Repú blica Federal da Alemanha Alemanha Oriental. aportuguesamento AndalucÍa Andaraí Anderlecht Andorra Andorra Ia Vella de Aladino . v. tm árabe: AI-Djazã'ir. regiões. Açaí de Anvers A Aarão Abadã. Aleútes Algeciras AI Kuwait. palácios. forma paralela: Andrada Andréia (português). outros registros: Agamêmnon.Lorena Altai Alto Volta. outro registro: Adém Ádige. outro registro: Amede Ahmés. v. no Paraguai Amarelo (ou Huang-ho). Ajaz Ákaba. atual Etiópia Abraão. Ácaba Akhenaton Alá Aladim. outro registro: Arará Araribóia. v. Auvergne Ascoli Ascot Asdrúbal Asmara Assaí. Respeitar ao máximo as formas tradicionais e correntes no Brasil. nome dado à Grã-Bretanha na Antiguidade Este vocabulário inclui nomes de pessoas que costumam apresentar dificuldades ortográficas e se estende a personagens literárias. museus. Consoante o critério exposto.. outro registro: Ararigbóia Arcansas. mares. aportuguesamento de Adige Adis-Abeba Adonias Adônis Afeganistão África Branca África do Sul África Equatorial Francesa África Negra África Ocidental Francesa Agadir Aga Khan. dos nomes aportuguesados ou não-aportuguesados e daqueles que provêm de línguas que não utilizam o alfabeto latino como base de escrita. ilha dos EUA Alcatrazes. templos. ao ocorrer mais de uma forma para um mesmo nome. atual Burkina Aluísio. outro registro: Ariadna Arkansas Armagnac Armênia Arsene Lupin Artaxcrxes Aflur Aruba Arvérnia. v. mitológicas e nomes peculiares em geral. Amsterdã Amigos (ilhas dos). Tonga Amílcar Amósis. em francês: Alger Argélia. v. aportuguesamento de Aragón Aranjuez Arão. outro registro: Abadan Abaeté Aberdeen Abidjan Abilene Abissínia. ilhas de SP e da Guiné Alcibíades Alemanha Alemanha Ocidental.. outro registro: AlIeghanys Alphaville Alphonsus de Guimaraens Alsácia Alsácia. v. v. outro nome da antiga República Democrática Alemã Além-Paraíba Alenquer Alentejo Alepo Aleutas. Andrea (italiano) Andrômaca Andrômeda Angola Angoulême Angstrôm Anhangücra Ankara. foi o critério principal observado para registrar a grafia dos nomes portugueses. Ahmés Amoy Amsterdã Amur Ancara Anchorage Andaluzia. fazem-se remissivas para a forma que deve ser empregada. em francês: Algérie Argentina Ari Ariadne.156 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 157 Alasca Albânia Albany Albion. no Brasil Amambay. históricas. outros registros: Ahmósis. Mas o grosso é constituído de nomes de países. v. Aarão Ararat. outros registros: Ájax. há um registro histórico de topônimos que devem ser usados segundo o contexto.

Bering Beijin. v. e hoje B Baamas. em neerlandês: Brugge Brunei Brunn. palácio Borgia Borgonha Bornéu Borrazópolis Bósforo Bósnia-Herzegovina Boston Botswana. outros registros: Assuan. outro registro: Bagdad Bagé. cidade do Rj. Baraine. outro registro: Barão de Cotejipe Barba-Azul Barbados Barbosa Barbuda Bareio. v. antigo nome dos Países Baixos Batávia. em neerlandês: Brussel Buaquê Bucareste. nome oficial: Krung Thep. antigo nome de Jacarta Batista Baton Rouge. em romeno: Bucuresti Buchanan Buckingham.158 Assam Assuã. Brodóvisque Brooklin. outros registros: Brodósqui. bairros de São Paulo Brooklyn. em espanhol: Vizcaya Bismarck Bissau Bizâncio. v. em alemão: Bayern Bayeux Bayonne Bayreuth Béarn Behring. forma vâlida também para alfabeto braile) Brandemburgo Brás. cidade de SP Bagatelle Bagdá. v. outro registro: Bilbau Billings. antiga Honduras Belmopán Beluchistão Bergen Bering Berkeley Berkshire Berlim Bermudas Berna. Frio Cabo Verde. em alemão: Brünn Brodowski. Bhopal Boracéia Bordéus. outro registro: Azerbajã Azov Azul (Yang-tse-kiang rIO o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 159 Baluchistão. atual Mianma Birmingham Biscaia. v. em alemão: Braunschweig Bruxelas. outro registro: Bandoeng Bangcoc. outro registro: Bangkok Bangladesh. Verde (1) Cabreúva. Bom (1) Bonn. país e ilhas. Caxemira Bengasi Benguela Benin. cabo da Tunísia Bom (2). bairro de São Paulo Brás Cubas Brasil Brasília Bratislava. Britânica c Cabo Frio. em polonês Brzezinka Birmânia. outro registro: Bamaco Banabuiú Bandar Seri Begawan Bandung. antigo Daomé. em inglês: Bu. Butan. cf. antigo Paquistão Oriental Bangui Banjul Barão de Cotegipe. v. Baraine Bairiki Bajé Baku Bakunin Balcãs. cidade dos EUA Baviera. Bajé Bahamas Bahia BahÍa Blanca Bahrein. represa de SP Birigüi Biritiba. v.Terre Bassara. v. Brno Brunswick. v. palácio Budapeste Buenos Aires Buffalo Buffalo Bill Bujumbura Bukharin Bulawayo Bulgária. cidade de SP. v. em francês: Bordeaux Borghese. v. outro registro: Cabriúva Cabul Cachemira. Birmânia Burundi Butã. v. Bahamas Babi Yar Bacon Badajoz Baden Baden-Baden Bady Bassit. v. aportuguesammto Astracã Astúrias Atenas Atlantic City Atlântico Atlântida Auckland Augsburgo Auschwitz Austrália Áustria.rma. Camboriú Baltimore C/. outra forma de transcrição de Pequim Beirute Beja Belfast Bélgica Belgrado Belize. Bahrein Bari Barra do Bugres Barra do Garças Barranquilla Barros Cassal Basiléia. bairro de Nova York Bruges. rio do PR Bombaim Bon. em alemão: Basel Basra Basse. forma usual. em alemão: Osterreich Áustria-Hungria Auvergne Avellaneda Avcrróis Avicena Avignon. cidade da Alemanha Bopal. Wroclaw Bridgetown Brisbane Bristol Brno.Mirim Birkenau. depois Constantinopla Istambul Boêmia Bofete Bogotá Bolívar Bolívia Bolonha Bom (1). em alemão: Pressburg Brazzaville Brejnev Bremen Brescia Breslau. Basra Batava. forma usual. outros registros: Bahrain. em alemão: Bern Besançon Betim Betsabé Bhopal Biarritz Bielo-Rússia (ou Rússia Branca) Bien Hoa Bikini Bilbao. em búlgaro: Balgarija Buri Burkina. Butão Butantã Butão ou Yang'tse). Barein. Assuão de Asunción Assunção. Beluchistão Bamako. outro registro: Botsuana Braille (deste nome provém o substantivo comum braile. outro registro: Benim Benjamim Benvindo Bérgamo . outro registro: Bálcãs Bali Balneário de Camboriú. aportuguesammto: Avinhão Ayacucho Azerbaijão. C/. em francês: Bâle. antigo Alto Volta Burma.

cidade da França Calcutá Cali Calicute. em italiano: Calabria Calais. v. outro registro: Cotejipe Cotia. Gobi Champagne. v. Zaire Conhaque. atual Zaire Congo Kinshasa. Calecut Califórnia Calígula Callao Camaçari Camagüey Camapuã Camaquã Camarões Camberra Camboja. v. forma usual. departamento da França Cotegipe. v. v. capital da República Dominicana I I Civitavecchia Clarisse (mas: Clarice Lispector) Cleveland. Camarões Camocim Campânia.Deux-Églises Colômbia Colombo Colón Colônia. República Centro-Africana Centro-Oeste César Ceuta Chaco Chade Chaillot. outro registro: Cutia Cotonu Cotopaxi Cotrim Coventry Covilhã Coxim . aportuguesamento: Córdova Caréia do Norte Coréia do Sul Carfu Corinto Cork Cornualha Correia (português). Canterbury Capibaribe. em árabe: Al-Qahira Cajobi Calábria. C/. atual Sri Lanka Centro-Africana. v. Tcheco-Eslováquia Chelsea. forma usual Churchill Cianorte Cíclades Cidade do Cabo Cidade Gaúcha Cienfuegos Cincinnati Cingapura. Suíça Congo Congo Belga. outro registro: Cnossos Coari Coblença.E1ysées Chandragupta. cidade do PR Cnosso. Correa (espanhol) Corrientes Córsega. Sharjah Charente Chat al-Arab Châteauneuf-du-Pape Checoslováquia. Kanpur Caxambu Caxemira Ceilão. v. Côte d'Or Costa do Marfim Costa do Ouro. o Grande) Cármen Carnac Carolina do Norte Carolina do Sul Carson City Cartagena Cartago Cartum Casablanca. Kõnigsberg Connecticut Conselheiro Lafaiete Constantinopla. em português: Cantuária Cantuária. outro registro: Tcheu Ngen-lai Chuí. v.160 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO . aportuguesamento: Champanha Champs. cidade dos EUA Clevelândia. bairro de Londres Cherazade. anfiteatro de Roma Colombey-les. forma usual. grafia preferivel a Singapura Cipião Circássia Cirene Ciudad Trujillo. outro registro: Capiberibe Capri Cápua Caracas Carachi. antigo nome de São Domingos. outro registro: Chan-tong Chapecó Chapultepec Chardja. residência do presidente dos EUA Casanova Casaquistão Cascais Casimiro Cássia Castel Gandolfo Castilho Castres Castries Cataguases Catai. Cognac Conisberga. noT7U dado Média à China na Idade Kansas Cantão Canterbury. outro registro: Cambodja Camboriú. antiga Bizâncio e hoje Istambul Copenhague. cidadL de SP Casa Branca (2). palácio Cha-mo. em italiano: Campania Campoformio Campos do Jordão Campos Elísios Campos Novos Paulista Canaã Canadá Cananéia Canaveral. em alemão: Koblenz Cocais Cochabamba Cochinchina Codajás Cognac Coliseu. atual cabo Kennedy Canberra. em árabe: Dar el-Beida Casa Branca (I). v. aportuguesamento: Copenhaga Córdoba. Katmandu Caucásia Cáucaso Cawnpore. em catalão: Catalui'ia Catânia Catanzaro Catar Catmandu. Xarazade Cherburgo Chernobyl Chesapeake Chesterfield Chianti Chiclayo Chihuahua Chile Chimborazo China Chipre Chittagong Chongjin Chu En-lai. v. outro registro: Corse Cortina d'Ampezzo Cosenza Costa de Ouro. v. Balneário de Camboriú Cambridge Camerum. v. v. em dinamarquês: K~benhavn. Karachi Carcassonne Cardiff Cardoso Catalunha. outro registro: Candragupta Chang Kai-chek Chan-tung. v. Camberra Candragupta. v. v. C/. Carlos Magno (ou Carlos I. Chandragupta Cannes Canossa Cansas. outros registros: Calicut. Apêndices 161 Cachoeiro de Itapemirim Cádiz Cagliari Caiabu Caiena Caifás Caim Cairo. antiga União Soviética Conacri Concepción Confederação Hclvética. v. v. em alemão: Kõln Cólquida Colúmbia Comores Comunidade de Estados Independentes. atual Gana Costa del Sol Costa Rica Côte d'Azur Côte d'Émeraude Côte d'Or.

Danzigue Daomé. outros registros: Khrisna. v. Dnieper Diniester. v. v. Vedo. em espanhol: Ecuador Erexim. forma usual. v. em dinamarquês: Danmark Dinieper. aportuguesamento: Dôver Drépano. aportuguesamento: Dunquerque Durazzo. v. cidade do MS Douro Dover. aportuguesamento: Dusseldórfia East London Ecaterimburgo. CrÍxena Crisóstomo Cristiano Cristóvão Crixás CrÍxena. v. nome anterior do Benin Dar Es-Salaam (ou Dar Es-Salam) Darfur Darmstadt Dartmouth Davao Davi (ou David). v. usual. cJ. outro registro: Erechim Erfurt Erie. th. Durres Durban Durres. Echaporã Exu Ezequiel F Fahrenheit Faiçal. v. v. ou Depranum. palácio Faruk Fédon Fedra Félix Fez Fiji. Erie Eisenach Ekaterinburg El-Alamein Elath. DionÍsio Djalma Djedda. formo. Dubai Dien Bien Phu Díli Dinamarca. v. cidade do RS Debreczen Delaware. outro registro: Imbu Embu-Guaçu. Cotia Cuzco D Daca Dacar Dacca. v. outro registro: Dublim Duha. Trapani Dresden Duas Sicílias Dubai Dublin. Daca Dachau Dacota. em inglês: Philadelphia Filinto Filipe Filipinas Finlândia. outro registro: Fidji Filadélfia (I). outro registro sem uso no Brasil: Davide David Canabarro. v. Equador Edelberga. estado. v. v. Crisna Croácia Cro-Magnon Cuautémoc (ou GuatimozÍn) Cuba Cúcuta Cuenca Cupido Curdistão Cusco. outro nome da Irlanda. Dioniso Dioniso (deus grego). em italiano: Durazzo Düsseldorf. em inglês: Edinburgh Edmonton Edo. em italiano: Firenze Florida. Dakota Daguestão Dakar. República Dominicana Dom Quixote Don Donetsk Dóris Dortmund Dostoievski Dourado. v. antigo nome de Tóquio Éfeso Efigênia. v. Isabel Eliseu. Stalingrado. cidade e departamento do Uruguai Flórida. Eilat Elche Elisa Elisabeth ou Elizabeth. Dakota do Norte Dakota do Sul Dallas Dalmácia Damasco Dâmocles Da Nang Dantzig. atual Volgogrado Ester Estêvão Estocolmo Estônia Estrasburgo. cidade de GO Filadélfia (2). em polonês: Krakow Crateús Cremona Criciúma Criméia Crisna. Jedda Djibuti. Spinoza Ésquilo Essen Essex Esslingen Estados Unidos da América Estalingrado. v. Dacar . v. aportuguesamento: Delauare Delfim Deng Xiao Ping. antiga AbissÍnia Eton EurÍpides Eusébio Everest Évora Exaporã. em francês: Strasbourg Estremadura Estugarda. cidade dos EUA. Doha Dulcinéia Duluth Dundee Dunkerque.162 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 163 E Cracóvia. Heidelberg Edimburgo. outro registro: Faisal Fairbanks Fa1k1and(ou Malvinas) Famagusta Farnese. v. cJ. v. cJ. em finês: Suomi Firenze. Izmir Espanha Espinosa. v. Dniester DionÍsio. Cuzco Cutia. cidade e lago dos EUA. cidade de SP Dourados. em inglês: Scotland Eslavônia Eslováquia Eslovênia Esmirna. v. Estalinegrado. palácio Elizabeth lI. Florença Flandres Florença. Teng Hsiao-ping Denver Derby Descalvado Des Moines Detroit Devonshire Dibay. aportuguesamento: Danzig. outro registro: Djibouti Dnieper Dniester Dodoma Doha Dolcinópolis Dominicana. cJ. palácio e museu Eros Escócia. estreito e peninsula dos EUA FlorÍnea . Ekaterinburg Echaporã Ecuador. outro registro: Imbuguaçu Emirados Árabes Unidos Enéias Entebe Entre-Douro Entre-Rios Epsom Equador. v. nome alemão de Gdansk. Stuttgart Etiópia. outro registro: Isabel II EI Paso El Salvador Emaús Embu. v. v. Eire Ermelindo Ermitage. v. v. Ifigênia Efraim Egeu Egito Eilat Eindhoven Eire.

Gizé Gulliver Gutenberg Guzolândia Harpias Hastings HavaÍ. v. bairro Haarlem Harpagão do Zimbabwe de Nova York. Granada Grand Canyon Grande.l§. em holandês: Den Haag Haiderabade. em alemão: Freiburg. outro registro: de H Haarlem. atual Belize Hong Kong Honiara Honolulu Honshu. outro registro: Fudjaira Fuji-Yama (ou Fuji-San). Hornos Hortênsia Houston Hua Kuo-feng Huang-ho (ou Amarelo). Suíça Henry Borden. aportuguesamento: Fujiama Fukuoka Fukushima Fukuyama Fürstenberg Fusan. antiga Hondo Horn. ou Cha-mo Goio-Erê Góis Golan Gondwana Gorbachev Gorki (I). nome bíblico do lago de TiberÍade ou mar da Galiléia Geneve. A Inglaterra. v. antiga Costa do Ouro Gand. cabo. estado dos EUA Geórgia (2). v. v. em francês: Geneve Genesaré. nome pn·mitivo da ilha Haiti Hispano-América Ho Chi Minh (I). república Gérson Gettysburg Ghana. v. Guayaquil Guam Guantánamo Guarani d'Oeste Guarantã Guatemala GuatimozÍn (ou Cuautémoc) Guayaquil Guernica Guiana. capital Harlem. Friburgo Friburgo. em português: Gotemburgo Gouveia Grã-Bretanha. v. a Escócia e o País de GIiles constituem a Grã-Bretanha da do Gâmbia Gana. v. FrÍsia FrÍgia Frio. outros registros: Hirohito. designa inúmeros topônimos Grande Oceano. usina hidrelétrica de SP Hermes Himalaia Hindostão. c/. v. Pusan G Gabão Gabarone Galápagos Gales. Hindustão. Guiana Guilherme Tell Guiné Guiné. rIO Hudson Hué Humberto Hungria Huron Hyde Park Hyderabad Hyeres . outro registro: Helsinki Helvécia Helvética (Confederação). v. atual Nijni-Novgorod Gõteberg. outro registro: Gandavo Gandhi Ganges Garanhuns Garibaldi Harare. em espanhol: Galicia. em neerlandês e alemão: Frieslancl Friuli Fróis Fujaira. região Espanha Garonne Gasconha. v. antiga Fort-Royal Fon Knox Fort Wonh Foz do Iguaçu Fra Angelico Fra Diavolo Fraiburgo. Hyderabad Haifa Haiphong Haiti Halifax Halle Hamá Hamburgo Hamilton Hamlet Hamurabi Hannover. antropônimo Gorki (2). nome oficial: Reino Unido da Grã-Bretanha e da Irlanda do Norte. atual Honshu Honduras Honduras Britânica. v. Harlem Haia. em grego: Hellas Greenwich Greenwich Village Grenoble Grimm Groenlândia Gstaad Guadalupe Guaiaquil. antigas ilhas Sandwich Havana Havre Hedjaz Heidelberg Hélade Helena Heloísa Helsinque. outros registros: Horne. v. Taiwan Fon-de-France. em Jlamengo: Gent Gândavo.Bissau Guiné Equatorial. região da Europa central Galileu Galiza. Hiroshima Hispaniola. antiga Guiné Espanhola Guipúzcoa Guizé. outros registros: Gêngis-Cã. antiga Guiana Inglesa Guiana Francesa Guiana Holandesa. cidade dos Países Baixos. Gengiscão Gênova Georgetown Geórgia (I). aportuguesamento: Francforte.. v. Genebra Gêngis Khan. Indostão HiroÍto. Suriname Guiana Inglesa.§ Fontainebleau Formosa. aportuguesamento: Hanôver Hanói Harar (ou Harrar). antiga Saigon Hodeida Hokkaido. v. antigd Yeso Holanda HolguÍn Hollywood Homs Hondo. País de Gales Galícia. Cabo Frio FrÍsia. antropônimo Ho Chi Minh (2). cidade da Etiópia cf. em alemão: Dantzig Geiger Genebra. em francês: Gascogne Gauss Gaza Gdansk. Gana Gibraltar Gironda Gizé Glasgow Gloucester Goa Gobi. c/. Francoforte Frascati Freetown Freiburg.164 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices - . Hiro-Hito Hiroxima. cidade de se França Frankenstein Frankfun. antiga denominação Pacífico Graz Grécia. em inglês e francês: Fribourg Friesland.

Grã. v. Krakow Khartum.166 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 167 lacri lansã laundê Ibadã Ibero-América Ibiza Icém Idaho Ickaterinburg. v. Joaíma judite Jugoslávia. em hindi: Bharat Indianápolis. outro registro :Joinvile jordânia Juaíma. outro registro: Job Joaíma. antes Bizâncio e Constantinopla Ístria Itaboraí Itacoatiara. outro registro: Irak Irazú. melhor forma. ilha Irlanda (ou Eire). Yucatán Iugoslávia. v. Camboja Kandahar Kanpur. v. em italiano: Imola Índia. Calicute Krakatoa. Catar Katmandu Kennedy (I). v. Isaac Isar Isaura Iscariotes Ischia Iseo Isere Isidoro Islamabad Islândia Ismaília Ispahan. antiga lndonésia Batávia. v. em alemão: Jena lepê lfigênia Igaraçu 19uaçu Ijuí Ijuiguaçu Ildefonso Ilhabela. Iperoí Ipoh Ipuã Iquique Iquitos Irã. Jidá Jequitinhonha Jeremias Jerez de Ia Frontera jericinó jericó Jerônimo Jerusalém Jiang Jie-shi. Isaque Isabel Isaías Isaque. Cartum Khmer. antiga Pérsia. v. Críxena Krung Thep. Cabul Kalahari Kaliningrado. forma usual registro: Kabul. Quilimanjaro Kimberley Kingston Kingstown Kinshasa. Kharkov Kremlin Krishna. outro registro: Ispaã Israel Istambul. forma usual. v. forma Lagos usual para a cidade de SC. outros registros: Irkutsk Irlanda. v. outro Jabuticabal Jaçanã Jacareacanga. mas pouco usual. York lowa Ipauçu Iperoig. Quioto Kiribati Kobe Kõnigsberg. v. Embu Imbuguaçu. Chang Kai-chek jiparaná jó. Ekaterinburg lêmen lena. aportuguesamento: Ilinóis Imbu. outros registros: Kilimandjaro. capital da Iperoígue. atual Kõnigsberg Kampala Kampuchea. v. cidade de SP Ilhéus Illimani Illinois. outro registro: Iwo Shima Izmir JacksonvilIe Jacuí Jaén Jafé Jaguariaíva Jaipur Jalisco Jamaica Jamestown Jamundá Japão. outros registros: Djedda. v. Qom Kuwait Kyoto. vulcão da Costa Rica Irecê Irineu. forma usual do nome da cidade de SC. em servo-croata: Jugoslavua Ivã Ivone Iwo Jima. Camboja Khomeini Khruchtchev Kiev Kigali Kilimanjaro. antropônimo Kennedy (2). v. antigo cabo Canaveral Kensington Kentucky Kenya. em japonês: Nippon Jaú Jedda. v. v. v. v. tb. antiga Léopoldville Kioto. antiga Kaliningrado Kozhicode. outros registros: Isac. ouiro registro: Jacarta. em alemão: Carlsbad Karlsbad Karlsruhe Kassel Katar. Cracóvia. v.Bretanha Isaac. v. forma usual. outro registro: Krakatua Krakow. forma usual. lucatão. outro registro: Carachi Karame Karlovy Vary. outro registro: Ireneu Itaquatiara Itajaí-Açu Itália Itanhaém Itapecerica Itapicuru Itapuã Itaquaquecetuba Itaúna Ituverava lucatã. cidades do Brasil Indiaporã Indochina Indochina Francesa Indonésia Indostão Inês Inglaterra Iocoama lorque. Embu-Guaçu Ímola. Jeddah. v. outro registro: Iran Irapuã Irapuru Iraque. outro registro: Cawnpore Kansas Kansas City L Labrador La Coruna Lages. v. forma usual. cJ. c/. Iugoslávia Jujuy Juneau Juscelino Karachi. Bangcoc Kuala Lumpur Kubitschek Kum. Quênia Kerenski Kharkov. v. outro registro: Lajes . república Irlanda do Norte (ou UIster) v. Quioto ou K J Jaboatão Jaborandi Jaboticabal. outro registro: juaíma Jodhpur J ohannesburgo joinvilIe. cidade dos EUA Indianópolis.

atual Maputo Louvre. v. outros registros: Malmo. atual Kinshasa Lesbos Lesoto. v. federação da qual participa a Malásia Malasartes Malásia Malawi. v. C/. cidade do Chile Lot Lot-et-Garonne Louisiana. ilha do Índico Mauritânia Mayagüez Mayenne Mayerling Mayotte Mbabane . estado dos EUA Lourdes. Languedoc Linz. C/. atual Bahamas Lucca Lúcifer Luís LuÍsa Luisiânia. Manchúria Mannheim Mantiqueira Mantova. Mântua Mântua. outro registro: Lilipute Lima Limassol Limoges Lincoln Lindóia Lineu Linguadoque. antiga Lourenço Marques Maquiavel (ou Machiavelli) Mar MaracaÍ Maracaibo Maracay Maragogipe. cidade do Canadá.168 Apêndices o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 169 Lahore Lâmia Lampedusa Lampião Lancashire Lancaster Landau Landri Sales Languedoc. v. antigo Sudão Francês Malinovski Malmoe. em inglês: London. v. São Petersburgo Léopoldville. Liechtenstein Lituânia. Leão Líbano Libéria Líbia Libreville Lídia Lídice Liechtenstein Liege Lille Lilliput. outro registro: Matosinhos Matusalém Mauna Kea Maurícia. Lahore Laos Lao-tse La Paz La Plata La Rioja Larissa La Rochefoucauld Lausanne Leão. palácio Loyola.Loire Mainz. v. antropônimo Marshall (2). outro registro: Maragojipe Maranon Mar dei Plata Marisa Mármara Marques Marrakech Marrocos Marsala Marselha Marshall (I). London Long Beach Long Island Loreto Los Alamos Los Angeles. Malmõ Malta Malvinas (ou Falkland) Manágua Manama Manassés Manchester Manchúria Manco Cápac Mandalay Mandchúria. em alemão: Lemberg Lyallpur Lyon M Maçaranduba Macau Macbeth Machu Picchu Mackenzie MacunaÍma Madagáscar. em espanhol: Madrid Magdeburgo Magé. outro registro: Loiola Luanda Lublin Lucaias. v. v.' em português: Mogúncia Maiorca Mairinque Mairiporã Majé Makalu Malabo Malaca. forma usual. C/. cidade da Austna Lipari Lisboa Listenstaina. aportuguesamento: Linguadoque Laocoonte Laore. em inglês: Muscat Maseru Massachusetts Matanzas Matarazzo Mateus Matias Matozinhos. estreito e cidade da Malásia Málaga. outro registro: Malavi Maldivas Mali. outro registro: Maghreb Maharashtra Maiakovski Maine Maine-et. porto dos EUA Los Ángeles. cidade da França Lourenço Marques. v. Manchúria Manhattan Manhuaçu Manhumirim Manila Manitu Manizales Manjúria. Lyon. ilhas Maryland Mascate. ilha das Filipinas Lião. Majé Magenta Magreb (~ "o Poente") em árabe: Marhrib. antiga Niassalândia. porto da Espanha MalaÍsia. outro registro: Madagascar Madeburgo. outro registro: Mao Ze Dong Maputo. C/. cidade de SP Lumiere Lurdes Lusaka Lusitânia Lutero Luxemburgo Luxor Luzia Luziânia. cidade de GO Lvov. em liluano: Lietuva Liubliana Liverpool Livorno Lob-nor Lodi Lohengrin Loire Loiret Loir-et-Cher Lombardià Lomé London. Magdeburgo Madeira Madeleine Madri. região do Canadá Maurício. Londres Londonderry Londres. v. do espanhol León. Lião Lecce Lecco Le Corbusier Leeds Leicester Leipzig Lençóis Paulista Lenin Leningrado. em itatz'ano: Mantova Manuel Manzanillo Maomé Mao Tse-tung. forma usual. outro registro: Lessoto Letônia Leviatã Leyte.

v. forma tradicional. v. cidade dos EUA. Mogi-Guaçu Mojimirim. mosteiro Mirassol Míriam. forma tradicional. v. em inglês: New Brunswick Novo México. Jamundá Nhandeara Niágara Niagara Falls. v. também Mosul Mount Vernon Münchhausen Mundaú Munique. Nefertíti . v. Mogi das Cruzes. cf. Nova York Ngwane. em alemão: München Muniz Münster. em romeno: Moldova Moliere Moloch. antigo Sudoeste Africano Nancy Nanquim. N eanderthal. em hebraico: Mosché Moji das Cruzes. forma equivalente do inglês Nelson (v. v. em espanhol: Montevideo outros registros: Montezuma. rio. Suazilândia Nhamundá. Moscova Moscava. provincia da Irlanda Múrcia Muriaé Murmansk Mururoa Muzambinho Nélson. outro registro: Mogadichu Medici (1). v. Montezuma Montmorency Montparnasse Montpellier Montreal Montreux Montserrat Mooca Mopli Morais Morbihan Moroni Nottingham Nova Délhi Nova Escócia Nova Friburgo Nova Inglaterra Nova Iorque. cf. Mossoró Moctezuma. v. o país e a capital Mezzogiorno. Memphis Merlim Mesopotâmia Metz Meurthe México. Mogi-Mirim Moldau. em espanhol: Menorca Minsk Miquelon Miquerinos. outro registro: Niamei Niassa Niassalândia. em inglês: New Mexico Numéia em alemão: Nürnberg Nuremberg. cidade da Argentina Menelau Meneses Mênfis. equivalente do italiano Medici Mediterrâneo Mefistófeles Mekong Melanésia Melbourne Melilla. as regiões meridionais Itália ( ~ "Meio-Dia") da cf. outro registro: Nagasáqui Nagoya. Negra Negro outro registro: Mianma. forma usual. antiga Birmânia Michigan Middlesex Middleton Milão Milwaukee Mindanao Minneapolis Minnesota Minorca. Vltava Moldávia. outro registro: Nanking Nantes Nápoles Narbonne Narvik Nashville Nassau Nauru Navarra Navas de Tolosa Nazaré Nazianzeno antiga Fort-Lamy N'Djamena. outro registro: Melilha Melquisedeque Mem Memphis. cidade da Alemanha Munster. Mekong em italiano: Mogadiscio. Mecão. cidade do MA Novais Nova Lusitânia Nova York. em inglês: New York Nova Zelândia Novgorod Novi Ligure Novo Brunswick. aportuguesamento: Mississípi Missouri Mitchell Moçambique Moçoró. outro registro: Moçoró Mossul. outro registro: Moloque Molucas Mombaça Mombaça (1). Medellín Mogadíscio. registra-se também Mombasa Mombuca Mônaco Mõnchengladbach Mongaguá Mongólia Mongólia Interior Moniz. cidade dos EUA Niamey. em hebraico: Molek. palácio Médicis. antropônimo Medici (2). atual Malawi Nicarágua Nicósia Niemeyer Níger Nigéria Niigata Nijni-Novgorod. Mogi das Cruzes Mojiguaçu. cidade do Quênia.170 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 171 McKinley Mecejana Mecom. Moscou Mossoró. outro rq:istro: Moscovo. v. Moscou Moselle Moskva. em norueguês: Notre-Dame Norge N Nabucodonosor Nagasaki. outro registro: N eandertal Nebraska Neckar Neemias Nefertite. Moctezuma. outro registro: Mikerinos Mira Estrela Mirallores. Mainz Moisés. outro registro: Nagóia Nairóbi Namíbia. outro registro: Moji das Cruzes Mogi-Guaçu. Moscou Moscovo. v. outro registro: Mojiguaçu Mogi-Mirim. forma tradicional. Mênfis Mendoza. outro registro Miriam (oxítono) Miskolc Mississippi. cidade do antigo Egito. cf. forma usual Montenegro Monterrey Montevidéu. v. Muniz Monroe Monróvia Montana Monte Carlo Monte Cassino Monte Mor. em inglês: Moscow. 55) Nepal Ness Neuchâtel Neva Newark Newcastle New York. p. em russo: Moskva. v. antiga Gorki (2) Nilo Nímes Nínive Nioaque Nipoã Niterói Norfolk Normandia Northampton Northumberland Noruega. cidade do CE (2). v. v. Mocteçuma Montgomery Montmartre Moscou. outro registro: Mojimirim Mogúncia.

em inglês: Orkney Oregon Orenoco. Peçanha Petah Tigva. outro registro: Omdurman Ontário Orã Orange Órcades. v. outro registro: Obi Oberhausen Obi. cidade da Argentina Posêidon Potomac PotosÍ Potsdam Poznan. Paysandú Pajeú Palma de Maiorca Palmeira d'Oeste Panamá Pandora Pangloss Pankow. o mesmo que Atlântico Odense Óder. bairro de Berlim Panteon. pintor Prússia. templo de Atenas. cidade dos EUA Omã Omaha Ondurmã. cidade da Espanha Pendjab Pensilvânia Pequim. cidade do PR. Pyongyang Piraçununga. outro registro: Pnom Penh Phoenix. em neerlandês: Nederland Paissandu. v. em espanhol: Puerto Rico Port Said Portsmouth Portugal Posadas. outra forma de transcrição: Beijin Pérgamo Peri Périgord Perm Pero Perpignam Perseu Pérsia. golfo e rio da Sibiria. cidade dos EUA Piacenza PiauÍ Piccadilly. outro registro: Parati Pariquera-Açu Paris Páris (mitologia) Parnaso Partenon. Filadélfia (2) Phnom Penh. cf. outro registro: Oceânia Oceano. forma usual. em alemão: Posen Praga. monumento de Paris Papeete Papua-Nova Guiné Paquistão Paquistão Oriental. capital do Cabo Verde Presidente Venceslau Pretória PrÍamo Princesa Isabel Princeton Priscila Prokofiev Proudhon. outros registros: Petach-Tikva. em alemão: Preussen Prússia Ocidental . v. pensador Provença Prudhomme. Pyongyang Pigmalião Pilsen. forma usual. forma usual. em italiano: Padova Paiçandu. p Pã Pacífico. Orinoco Orfeu Orindiúva Orinoco Orléans Ormuz Orós Oruro Osaka Oscar Bressane Oséias Osijek OsÍris Oslo Osório Óstia Ostrava Osvaldo Otelo Pessanha Pedro Juan Caballero Peenemünde Penafiel. em tcheco: Praha Praia. cidade dos EUA Pasárgada. Pádua Pádua. Phnom Penh Poá Poente. personagem Prud'Hon. templo de Roma Panthéon. cidade do PR Paranapuã Paranoá Parapuã Paraty. antropônimo outro registro: e topônimo . Oxóssi Oxum aportuguesamento: Oxônia Paulínia Pavia Paysandú. em italiano: Pistoia Pitigrilli Pitti. Magreb Pointe-Noire Poitiers Polinésia Polinésia Francesa Polônia. em polonês: Odra Offenbach Ohio Oiapoque Oise Oka Okayama Okinawa OkIahoma Oldemburgo OIÍmpia. Paiçandu Pearl Harbor Peçanha (mas: Camilo Pessanha). v. antigo Grande Oceano Padova. cidade do Uruguai. em italiano: Perugia Peruíbe Peshawar Pessanha. v. São Petersburgo Philadelphia. Pirassununga PirajuÍ Piranji Pirassununga. v. outro registro: Piraçununga Pireneus Pireu Pisa Pistóia. cidade de Portugal Pefiafiel. paúúio Pittsburgh Plutão Plymouth Plzen. cidades do Peloponeso e de SP Ottawa Oxford. v. Petach Tikivah Petrogrado. em polonês: Polska Pomerânia Pomerode Pompadour PongaÍ Ponta Porã Port Elizabeth Portland Port-Louis Port Moresby Port of Spain Porto Novo Porto Príncipe Porto Rico. cf. v. outro registro: Partenão Pasadena. hoje Irã Perth Peru Perúgia. atual Bangladesh Paraguaçu Paraguaçu Paulista Paraguai Paramaribo Paranacity. Pionguiangue. antigamente Pilsen Pncim Penh. avenida de Londres Piemonte Pieongyang. v. v. Plzen Piltdown Pinar dei RÍo Pin-Kiang Piongiang. v.172 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 173 o Oahu OakIand Ob. Paysandú Pais País de Gales Países Baixos. ilhas da Indonésia Óbidos Ocauçu Oceania. antiga cidade da Pirsia Patagônia Patan Pati do Alferes Olympia. v.

174

o

LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO

E REVISÃO

Apêndices

175

Prússia Oriental Prússia Renana, v. Renânia Psiquê Ptolomeu, outro registro; Ptolemeu Puerto Montt Punaca Punta Arenas Punta del Este Pusan, em japonês: Fusan; porto da
Coréia do Sul

Ramsés Rangum, outro registro: Rangoon Raquel Ras a1-Khayma Ratisbona, em alemão: Regensburg Ravena, tm italiano: Ravenna Ravensbrück Rebeca Rebelo, variante de Rabelo e forma mais
usual

Putifar Puy-de-Dôme Pyongyang, outros registros: Pieongyang, Piongiang, Pionguiangue Pyrénées, departamento da França

Q
Qatar, v. Catar Qom, outros registros: Kum, Qum Quaraí Quartier Latin, bairro de Paris Quasímodo Quatá Quebec Quebrangulo Quéfren
Queirós, antropônimo Queiroz, forma usual para designar cidade de SP

Quênia Quéops, tambbn Quéope Querétaro Quilimanjaro, v. Kilimanjaro Quioto
Quirguízia,
outro registro:

Quirguizistão Quito Quixeramobim Qum, o. Qom

Recife Recklinghausen Recôncavo Regensburg, v. Ratisbona Rembrandt Renânia, em alemão: Rheinland Renânia do Norte-Vestefália, em alemão: Nordrhein-Westfalen Renânia- Palatinado, em alemão: Rheinland- pfalz Rennes República Centro-Africana República Dominicana Resence Retz Reval, Revel, v. Tallin Reykjavik, outro registro; Reikjavik Rhode Island, estado dos EUA; cf. Rodes Rhône (I), v. Ródano Rhône (2), departamento da França Riad, outro registro: Riyad Riccard, palácio Richelieu Richmond Rifaina Rimini Rívoli, em italiano: Rivoli Riyad, v. Riad Robin Hood Rochdale Rochester Ródano, em francês: Rhône (rio da
Suíça e da França)

Rondon Roosevelt Roraima Roseta, em árabe: Rachid Roterdã, outro registro: Rotterdam Rothschild Rouen, aportuguesamento: Ruão Ruanda Rubiácea Rubinéia Ruhr Rumânia, v. Romênia Rússia Rússia Branca (ou Bielo-Rússia) Ryukyu

San Cristóbal, topônimos da América
Latina

s
Saara Saara Espanhol, nome anterior do antigo Saara Ocidental Sabá Sabadell Saida, cidade do Líbano, antiga Sídon Saigon, atual Ho Chi Minh Saint-Denis, cidade da ilhn Reunião Saint George, canal que liga o mar da
Irlanda ao Atlántico

R

Rabat Rabelo, variante: Rebelo, forma mais
usual

Rachmaninoff Rafard

Rodes, ilhn e cidade da Grécia; cf. Rhode Island Rodésia do Norte, atual Zâmbia Rodésia do Sul, atual Zimbabwe Rodez, cidade da França Roma România, área de civilização latina ou de línguas românicas; cj. Romênia Romênia; cf. România Romeu

Saint George's, capital de Granada Saint-Germain-des- Pres Saint John's, capital de Antígua Saint Louis, cidade dos EUA Saint-Louis, cidade do Senegal Saint Paul, cidade dos EUA Saint Petersburg, cidade dos EUA Saint- Pierre-et- Miquelon Saint-Tropez Sakharov Salem Salisbury Salmorão Salomão Salonica (ní), tambbn Tessalonica Salt Lake City Salzburgo Samarcanda Samaria Samoa Samoa Ocidentais Sanaa, outro registro: Sana San Antonio, cidade dos EUA

San Diego, cidade dos EUA Sandwich, atual Havaí San Francisco, cidade dos EUA; outro registro: São Francisco San Isidro, cidade da Argentina San José, cidade da Costa Rica; outro registro: São José San Juan, cidade de Porto Rico San Marino, em português: São Marinho San Martín San Miguel, cidade de EI Salvador; outro registro; São Miguel San Remo San Salvador Sansão San Sebastián, cidade da Espanhn Sans-Souci, castelo Santa Bárbara d'Oeste Santa Clara d'Oeste Santa Cruz de Ia Sierra Santa Gertrudes, cidade de SP Santa Ifigênia, bairro de São Paulo Santa Lúcia, país das A ntilhns Santana da Ponte Pensa Santa Rita d'Oeste Santa Rosa de Viterbo Santiago, cidade do Chile Santiago de Compostela Santiago de Cuba Santiago del Estero Santo Antônio de Posse Santópolis do Aguapeí São Cristóvão e Nevis São Domingos, em espanhol: Santo Domingo São João del Rey, forma usual; outro registro: São João del-Rei São João de Meriti São João do Pau d'Alho São Luís, cidade do MA São Luís do Paraitinga São Manuel, cidade de SP São Petersburgo, cidade da Rússia que já recebeuos nomes de Petrogrado e de Leningrado São Tomé, cidade de São Tomé e
Príncipe

São Tomé e Príncipe São Vicente e Granadinas Sapora Saragoça, em espanhol: Zaragoza

176

o

LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO

E REVISÃO

Apêndices

177

Sarajevo Sarapuí Sardenha Sargaços Savannah, citkuú dos EUA Savóia Scaramouche, também Scaramuccio Schleswig-Holstein Scutari (1), citkuú da Albânia; v. Shkoder Scutari (2), ou Üsküdar, bairro de
Istambul

Seattle Sebastopol Sedan Segóvia Seichelas, v. Seychelles Senegal Serra Leoa Serro, cidade de MG Sérvia Sesóstris Set (ou Seth), personagem bib/ico Seul Severínia Scvres Seychelles Sfax Sforza Shakespeare Shangai, v. Xangai Sharjah, outro registro: Chardja Sheffield Sherlock Holmes Shetland, outro registro: Zetland Shkoder, outro registro: Shkoç:lra;em servo-croata: Skadar; em italiano: Scutari; cidade da Albânia Shylock Sião (1), atual Tailândia Sião (2), colina de Jerusalém Sião (3), golfo do mar da China Sibéria Sicília Sídnei, v. Sydney Sídon, cidade da Fenícia, atual Saida
(Líbano)

Siracusa, citkuú da Itália; Síria Sísifo Sistina, capela Sisto, papas Siva, v. Xiva Skadar, v. Shkodi'r Smith Soerabaya, v. Surabaia Sófia Solferino Solingen Soljenitzyn Sólon Somália
Somerset

cf.

Syraeuse

Susa Susano, v. Suzano Sussex Suva Suzano, forma tradicional; outro registro: Susano Sverdlovsk, v. Ekaterinburg Swansea Sydney Sylt Syracuse, citkuú dos EUA; cf. Siracusa

Tbilisi,

antiga Tíflis, capital da Geórgia; outro registro: Tbilissi

T Tabapuã Taboão da Serra, forma usual; outro registro: Tabuão da Serra Tabriz Tacuarembó Tadiquistão, v. Tajiquistão Tadj Mahall, v. Taj Mahal Tailândia, antigo Sião Taipé, outro registro: Tai- Pei Taís Taiti Taiwan (ou Formosa); cf. Tai-Yuan Tai-Yuan, antiga Yang-ku, cidade da China; cf. Taiwan Tajiquistão Taj Mahal, monumento; outro registro: Tadj Mahall Tales Tallahassee Tallin, antiga Reval ou Revel, cidade da Estônia; outro registro: Tallinn Tâmisa, em inglês: Thames Tanganica, outros registros: Tanganhica, Tanganika Tânger Tannhãuser Tanzânia Taormina Tapajós Tapiraí Taprobana, forma consagrada por Camões; a rigorosa seria Tapróbana Tarabai Tarn Tarpéia Tarragona Tatuí

Siegfried Siena, aportuguesamento: Sena Sílvia Sinai Singapura, v. Cingapura Sin-kiang, aportuguesamento: Sinquião Sintra

Somme Sorbonne, aportuguesamento: Sorbona Sorrento Sousa Sousândrade Southampton Sovietsk, antiga Tilsit Spa Spinoza, v. th. Espinosa Spoleto Springfield Sri Lanka, antigo Ceilão Srinagar Stafford Stalin Stalingrado, atual Volgogrado Stanovoi Stendhal Strafford on Avon Strasbourg, v. Estrasburgo Stromboli Stuart Stuttgart, aportuguesamento: Estugarda Suábia, em alemão: Schwaben Suaçuí Suazilândia Sudão Sudão Francês, atual Mali Sud Menucci Suécia, em sueco: Sverige Suez Suíça, nome oficial: Confederação Helvética Sun Yat-sen Suomi, 'v. Finlândia Surabaia, outros registros: Surabaya, Soerabaya Suriname, antiga Guiana Holandesa

Tehad, v. Chade Tchaikovski Tcheco-Eslováquia, outros registros: Checoslováquia, Tchecoslováquia Tchekhov Tcheu Ngen-lai, v. Chu En-Iai Teerã Tegucigalpa Tejupá Telavive, outros registros: Te! Aviv, TeI-Aviv Tenerife Teng Hsiao-ping Tennessee Tenochtitlán Teófilo Otôni Teotihuacán Teresa Teresina Tessalonica (ní), o mesmo que Salonica Tétis Thames, v. Tâmisa Thüringen, v. Turíngia Tiago Tibagi, forma usual; outro registro: Tibaji Tiberíade, Tiberíades, v. tb. Genesaré Tibete, outro registro: Tibet Tibre, em italiano: Tevere Tíbure, v. Tívoli Tien-tsin Tíflis, v. Tbilisi Tigre Tilsit, atual Sovietsk Timbu, v. Tinfu Timor Tinfu, outros registros: Thimphu, Timbu Tirana Tirreno Titãs Tívoli, antiga Tíbure Tobruk, em árabe: Tubruq Todos os Santos Togo Tolosa (1), cidade da Espanha Tolosa (2), v. Toulouse Tolstoi Tomás Tonga (ou ilhas dos Amigos) Tonquim Topeka Tóquio, antiga Edo ou Vedo Tordesilhas, em espanhol: Tordesillas

178

o

LIVRO:

MANUAL

OE

PREPARAÇÃO

E REVISÃO

Apêndices

179

Torino, v. Turim Toulon Toulouse, cidade da França; Tolosa aportuguesamento: Touraine Tours Transibcriana, ferrovia
rrransilvânia, em romeno: Transilvania ou Ardcl; em húngaro: Transkei

u
Uagadugu Uaupés Ucayali Uchoa Ucrânia Údine, em italiano: Udine Uganda Ulan- Bator, antiga U rga Ulisses, em grego: Odisseus UIster, nome com que se designa também a Irlanda do Norte Um-al-Qiiwayn União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, União Soviética, atual Comunidade de Estados Independentes Uppsala
U rais, montes; outros registros: montes do U ral U rales,

Valladolid Vallauris Vai paraíso Válter Vancouver, aportuguesamento: Vancôver Vanuatu Varese Varsóvia, em polonês: Warszawa Vaticano Vaucluse Vaza-Barris Vcimar, v. Wcimar Vclásquez Vendéia, em francês: Vendée Venécia, região da Itália; em italiano: Venezia Veneza Venezucla Ventimiglia Veracruz, cidade do México Vercingetórix, outro registro: Vercingetórige Verde (I), cabo do Senegal; cf. Cabo Verde Verde (2), rios e serras do Brasil Verdun (ou Verdun-sur-Meuse) Vermont Versalhes, em francês: Versailles Vespúcio, em italiano: Vespucci Vestefália, em alemão: Westfalen Vesúvio Viareggio Vicente de Paulo Vicenza Vichy Victoria,
capital de Hong Kong, estado da Austrália, ilha e cidade do Canadá;

Virgínia,

cidade de MG dos EUA

e um dos estados

Visconti Viseu Vishnu, v. Vixenu Vitória, cidade do ES, capital das
Seychelles, lago (antigo Victoria Nyanza) e cataratas da África; cf.

Erdély

Transval, outro registro: Transvaal Trapani, antiga Drépano ou Drepanum; aportuguesamento: Trápani Trás-os- Montes Triângulo Mineiro Trinidad e Tobago Trípoli (I), capital da Ubia Trípoli (2), cidade do Ubano Trípoli (3), antigo condado latino da Siria Trípolis, cidade da Grécia; outro registro: Tripolitsa Trocadéro, palácio; v. Chaillot Trondheim, antiga Nidaros Trotski Troyes Trujillo Tsushima Tübingen, aportuguesamento: Tucídides Tucson Tucumán Tucuruí Tudor Tumucumaque Túnis Tunísia Tubinga

Victoria, Viltoria Viltoria, cidade da Itália; cf. Victoria, Vitória Viltorio Veneto Vixenu Vladimir Vladivostok Vltava, em alemão: Moldau Volgogrado, antzga Stalingrado Volta Vorochilovgrad,
antiga

Lugansk

Ural, rio Urga, atual Ulan-Bator Uruguai, em espanhol: Uruguay Urundi Urupês Usbequistão, outro registro: Uzbekistan

w
Wagram Wall Street, rua de Nova Warwickshire Washington Waterloo Weimar Wellington W embley, bairro de Londres Westfalen, v. Vestefália Westminster, abadia Wichita Falls Wiesbaden Wight Wilhelmshaven Willemstad Wilmington Wimbledon, Winchester Windhoek Windsor Winnipeg Wisconsin Wittenberg Wolfsburg Worcester Wroclaw, em alemão:
Polônia bairro de Londres York

Üsküdar,
Utah Utica Utrecht Uzbekistan,

v. Scutari

(2)

v. Usbequistão

Tupac Amaru Tupanciretã Turcomcnistão, oulros registros: Turcomana, Turcomênia, Turquemenistão Turiaçu Turim, em italiano: Torino Turíngia, em alemão: Thüringen Turku, em alemão: Abo; cidade da
Finlândia

v
Vaal Vaduz Val-d'Isere Valdívia, em espanhol: Val-d'Oise Valença, Valdivia

cf. Vitória, Viltoria Viedma Viena, em alemão: Wien Vientiane, capital do Laos Victnã, outros registros: Victnarnc, Viet-Nam Vilalobos Vilas Boas Vilhena Villegaignon, outro registro: Villegagnon Villejuif Villena Vilma Viiia dei Mar Virgílio

Turquestão Turquia Tutancâmon, Âmon Tutmés, Tuvalu Tyne

outro registro;

Tut Ank

cidades da BA, do Rj e de Portugal Valência, cidades da Venezuela e da Espanha

Breslau; cidade da

outro registro:

Tutmósis

Valhala,

em alemão antIgo:

Walhalla;
deuses

residência dos principais escandinavos

Württemberg Wyoming

142 apóstrofo e títulos de obras. v. 107-8 citação. 83 e pontuação. rio dOI EUA Yemen. Xarazada. 76 hifens e acentos. Zaratustra Zósimo Zumbi Zurique. Shetland Zimbabwe. Xerezade Xavanles Xenofonte Xerazade. Vo prefácio agradecimentos. 53 atualização. 96. modelos de referência. v. 108 divisão silábica. 75 superlativo. 85. 42. antIga Rodésia do Sul. 102-4 e editora. 143 referências bibliográficas. 45 Vo lho nomes de pessoas antropônimos. 114 aspas. 110 asterisco. 102-4. Xarazade Xerxes Xingu Xiquexique Xiva. 154 autor. Vo posfácio advertência. v. 79 autor(es). 105. antiga Rodésia do Norte Zanzíbar Zaqueu Zaragoza. Yaundê. TIO. 72-3 escrita. Iocoama York Yorkshire Yosemile Yucatán Yun-kang. 64-5 cargos e títulos. Iêmen Yeso. -data. Vo nomes de pessoas a~e. notas. 95. 102 alfabeto grego. romanos ambigüidade. Iaundê Vedo. 154 nomes de lugares. 150 artigo. v. 109 referências bibliográficas. também chamado de Congo Kinshasa. 11 órgão público. 66 y Yale I universidade norte-americana Yalta Yamagata Yang-tse-kiang (ou Azul). 41-2 e defesa.~ 180 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO I x Xambioá Xangai.Vo olho antonomásticos. 75 usadas em bibliologia. 14-6 anexo. modelos de referência. 119 música. 108 estrangeiros. outro registro: Zimbábue Zinoviev Zoroastro. 75-6 títulos de obra. 11 . 74 divisão silábica. v. ChuÍ Yokohama. outros registros: Cherazade. 107-9 vivo. prefácio apud. 83 morto. referências bibliográficas. 51 circunstanciais. mosteiro INDICE ANALITICO (O tipo itálico que apareçe em a1gups verbetes quer dizer que se trata de uma remissiva direta a vocábulo do texto. Índice. em alemão: Zürich Zwickau abreviatura(s). v. 105-6 tradicionais. 49 simples. 140 meses. também Yang-lse Yaoundé. 75 lista de. 117-9 citações. 60. . 138 alcunha. 95. v. 79. 122 discurso direto. abreviaturas. Vo numerais. 90. 116-7 apresentação. priferivel a Siva XuÍ. 11 entidade como. 75 plural. Xerazade. 155 algarismos. abreviatura dos meses. . 5.) . 75 francês. 93. 99. v. 115 de periódicos. 116 alfabetação. de jornais. 86 astrônimos. atual Hokkaido Vo lho data ante-rosto. citação. v. Edo. símbolos acentos. 118 títulos. Saragoça Zaratustra (ou Zoroaslro) Zenão Zetland. apêndice anfibologia. 99. 45 Vo lho nomes de pessoas alemão. 150-3 vo lho siglas. 70 h em dÍgrafos iniciais. antigo nome de Tóquio Yellowstone. 112 ponto abreviativo e pontuação do enunciado. antigo Congo Belga Zambeze Zâmbia. 83 em língua estrangeira. z Zagreb Zaire. 120 adendo. v. 74-8 antes e depois de numerais. 104. outro registro: Shangai Xanxerê Xarazade. 83. Vo ambigüidade anos 30. 47.

90. 72-3 espanhol. conceito. 51 fotografia. 123 colchetes. 69-73 alemão. 119 francês. 50 créditos. v.93. 133 eopyright. 17 coloIao. 112 editora. 95 citação. 63 ligadas por barra. 93. 141 concordância verbal. tb. v. 123 baixa. 92. tb. 79 figuras. 45 minúsculas. 121 escultura. 45 v. tb. cabeços cabeços. 138 114 corpo. ambigüidade. lista de. 63 entidade. olho falso frontispício. nomes de pessoas compilador. 120 frases iniciadas com algarismos. 71-2 português. preposições de origem francesa em nomes ingleses. 67 porcentagens. v. 52 estilo. 83-4 e aspas. editoriais. 16 edição(ões). originais. delta. olho famílias de tipos. tb. 95. 66 anos 30. 97. 111 editor. 83 atualização. 85. 26-9 originais de. 108 Ia. 107 data(s). 64 frontispício. 40 et alii. 51 inglês. 16 caderno. cit. 17 frações. 47 coerência. cabeços cabeças. v. plural folha de rosto. novas. 90. 90.. frontispício fólio. 45 romanos. 64 de publicação. 140 v. 6. 79 maiúsculas. tb. citação. 68 explicação final. 107 degli. 113 versos. 34. 68 v. 106 v. 90. 80 bibliografia. ilustração di. op.92. citação. nomes de pessoas diretor. citação. 69-70 dois-pontos. 50 defesa. 90 lugar do livro onde deve figurar. 131-3 caracteres tipográficos. 142 v. música. 66 aproximadas. 67 francês. autora. 64 encarte. 123 -itálico. tb. 71 francês. 119 estado I Estado. referências bibliográficas. tb. 108 disCO. corpo. 91. 112. autor. 50. 18 número. abreviaturas dos meses. minúsculas capa. 124 v. tb. 65-6 se. 17 congr:es5os.102-4. 49 espanhol. 137-8 . 119 etnônimos. 45 supressões na. 118 acréscimos à. 52 eventos. 120 inglês. 112 editoração. autor-data datilografia. 111. indicação bibliográfica. 123. seccionamento divisão silábica. 15 preposição de origem francesa em nomes ingleses. 41-2 maiúsculas. 107 filmes. 108 ete. 79-84. 137. v. 42-3 pontuação. 40-1 divisão do texto. 138 colocação pronominal. 137 referências bibliográficas. 121 minúsculas. abreviaturas dos meses. 108 cinta. indicação bibliográfica. indicador dedicatória. 89 editora. tipo fascículo. 9 e entre classes e ordens do numeral. 7 de. 109 eco. 83-4 destaque de termos. ilustração Filho. 154 autor. v. 140 falsa folha de rosto. 93. v. 113 coleção. maiúsculas alta-e-baixa. maiúsculas. posfácio barra. 107 divisão silábica.112-3 espaço entre as classes do número. 80 versos. 92 du. 73 escrita. 22-5 dinastias. indicação bibliográfica. 116 espanhol. indicação bibliográfica. v. 127-9 escrita. 109 epígrafe. ~revisão. tb. v. abreviaturas. 108.94 ficrecr. 122 fidedignidade. alemão. contracapa. 42-3 travessão. 83 defesa. v. 108 conclusão. 49 discurso direto. ilustração frações. v. 145 Colônia. 13 fórmulas de tratamento. v. 108 dedeira. 108 notas. 113 períodos históricos. indicação bibliográfica. 135 caixa. 80-1 referências bibliográficas. 83 107 desenho. 123. e a pontuação. 7::1 inglês. 138 localização. 138 &. tb. 18 cognomes. 48 v. tipo Corte. 79 de autor estrangeiro. 122 v. referências bibliográficas. 82 em língua estrangeira.182 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO índice analítico 183 errata. 111 lugar do livro onde deve figurar. 134 cit. 108. 80 classificação científica. alta. 49 flexão. 121 chinês. 145 endereçamento. 154 autor. tipo cargos e títulos. página formas optativas. v. 107 cabeçalhos.94 lugar do livro onde o nome deve figurar. 90-115 definição. 107 divisão silábica. v. referências bibliográficas bold. 51. publicações. romanos. v. 141-2 cacofonia. 81 aspas. 40-3 aspas. 71 escrita. 11-2 formas do discurso. 79.gnidade.

52 nomes comuns compostos com nomes próprios. caixa alta mapa. abreviaturas. 52 originais. 44-50 abreviaturas de cargos e títulos. bold-itálico dígrafos. 48 palavras estrangeiras. 52 nomes de lugares. 138 italiano. 78 -mente. 139. sobrecapa 107 fórmulas de tratamento. nomes de lugares logradouros. tb. abreviaturas em vários idiomas. 60. 49 regiões. 52 maiúsculas. 77 v. 45-6 referências bibliográficas. 106 unidades de medidas. 121 introdução. 107 6 22-5 ilustração. 61 caracterização do nome próprio.63 repetição na linha seguinte. 92. 106 infra. 52 símbolos. lei. 26-9 numeração. ilustração marcador. 49 eventos. 128 grego. 49 referências bibliográficas. 49 nomes de pessoas.108 Mae. 55 divisão silábica.gato. eco. 19-21 definição. 55-6 unidades de medidas. 85 pontos cardeais. 52. v. 97. 154 minúsculas. 107 lista. júnior. alfabeto. 57. 141 ISBN. 49 programas de televisão. entradas. 155 grifo. 99-102 versos. 52. texto literário local de publicação. 58 históricos ou literários. 51 francês. notas tipográficas locativos. 19-20 originais de legendas e créditos.. referências bibliográficas. 107-9 regras ortográficas. 120 numeral. 93. 52 escultura. 55 Neto. 45. 55-7 alfabetos não latinos. 154 autor. 48 filmes. 142 v. 120 período. 131-2. 52 fórmulas de tratamento. 120 inglês. 93. classificação. caixa baixa palavras derivadas. nomes de pessoas horário. 67 h em 76 itálico. 99. 52 maiúsculas. v. tb. 48 Me. 121 música. 60 estrangeiros. 90. 31. 90. 51 cargos e títulos. vocabulário gralha. 45-6. 51 música. 93. v. 49 negrito. 13-6-marcas. 51 citação. 55-7 baseados no alfabeto latino. 104 divisões político-administrativas. 121-2 pintura. 133. 121 citações. 111. 45 discurso direto. 105 Igrrgá. 112 aportuguesamento. 107 IaUdas. 57 M'. 19 localização dos créditos. 105 idem. de abreviaturas. 45 nomes próprios compostos com hífen. tb. 45 v. abreviaturas. tb. 61. numeração. 135-6 música. v. 78 títulos de obras. 45-6 nomes de pessoas. 75 e travessão. 49 escultura. 57 pseudônimos. 90. hipocorísticos. 48 disco. 45 nomes históricos ou literários. 123 coisas individualizadas. tb. 49 documentos oficiais. 49 filmes. 59 siglas. 143-4 onomástico. 50 Ia. 111-2 nomes de pessoas. 52 pessoas falecidas. 107 ibidem. imprenta. 95. 108 ~aiúsculas. registro. 133. 108 divisão silábica. 112 Met~O mimeogr. v. 109-10 70 jaqueta. 72 estrangeiros. 52 . 49 espetáculos teatrais. 54-9 alcunhas.2 v. 122 inglês. 77 nomes de povos. 54-5 referências bibliográficas. tb. lugar do livro onde deve figurar. 96. 91. 45 aportuguesamento. 76 títulos de obras. 77. 54 pessoas vivas. 45 data de publicação. notas tipográficas in. 44 v. itálico. 154 autor. 49 espetáculos teatrais. 140 literatura. itálico -negrito. abreviaturas dos meses. 133 medidas antigas. 16 mês. 96-7. 92. 48 programas de televisão. abreviaturas dos meses. 44 períodos históricos. 51. 114 minúsculas. 22-5 Império. 49 nomes de lugares. 121-2. 54 plural. 56 transliteração. 49 marcas. 52 notas de tabelas. 60-1 formados com designativos de cargos e títulos. hífen. 52 referências bibliográficas. 58-9 transcrição. v. 108 miolo. 42-3 documentos oficiais. 59-61 abreviaturas. bold Nelson. 45 minúsculas. 71-2 escrita. nomes de lugares lombada. le. 113-4 Indicador. 45. 127 glossário. 74. 50 kgei1das. 140 de figuras e tabelas. 51-2 abreviaturas de cargos e títulos. v. 136 índice. minúsculas. 51 formados com nomes dos meses. v. 138 v.

137 op. 66 quarta capa. imprenta. 90. 98. 137 órgão público. 107-9 notas. Vo vocabulário redondo. 102-4. 50 repetição. 65 e entre classes e ordens. 111-2 nomes de pessoas. 127 plural. 6-9 datilografia. 90-115 autor. 18 Nova York. 140 preparação. maiúscula. 102. com acepção especial.111-3 Vo tbo data de publicação. 67 concordância. 142 modelos. 93. 6. 53-61 compondo nomes comuns. anônimas. 64. 67 hífen. 95. revisão de. editora. 85-9. 19. 63 texto literário. 96. 111 reedições. 114 olho. 105. 54-5 vo tbo nomes de pessoas numeração. 108 obras. 90. 77 símbolos. 90 editora. 63. 85 . 90-2 data de publicação. 68 substantivados. 64 endereço. 61. tipo. 119 e etc. vo frontispício posfácio. 95-7 coleção ou série. 63 frações. 112 especificações sobre os elementos essenciais. Vo contracapa que. 64-5 data. 91. local de publicação novas edições. 145 post-scriptum. 78 ponto. indicação bibliográfica. ambigüidade. 63 parágrafos. numeração com romanos. 94. nomes de pessoas normalização. 98-106 lugar do livro onde devem figurar. 93 notas tipográficas. 107. conceito. parágrafos e títulos. 102 pré-textuais. 31. 92. 96. 57 símbolos.37-8. 112-3 definição. 91 omissão de p. Vo ilustração quantias. 110 partição silábica. 6 de legendas e créditos. 98-104 local de publicação. 90. 12-3 pastel.. 78 unidades de medidas. autor. 102 romanos. indicação bibliográfica. 68 parágrafos. 97. 98. cit. 85 referências bibliográficas. 22-5 numeração. 63 zero à esquerda. 65-6 concordância verbal. Vo prefácio notas. 123 referências bibliográficas. Vo posfácio i10ta prévia. abertura. conceito. 96. Vo alfabetação ordinais. indicação bibliográfica. 146-7 ortografia. 90. 119 referências bibliográficas. 85-9 originais. 90. 10 nota final. nome de cada sinal de pontuação porcentagem. 129. 49 piolho. 65-6 portada. 110 artigos de. 75-6 abreviaturas. 95. 92. 52 regiões.127 periódicos. 64 ordinais. 92. 63 indicação bibliográfica. 91-2. 126-30 sinais de revisão. posfácio prefaciador. 105. 103.. 62-8 antes e depois de abreviaturas. 52 símbolos. 64 parênteses. 18 referências bibliográficas. 65-6 quantias. 109 de referência. 114 modelos de referência. 111 Vo tbo romanos orelha. 93-5. 105-6 exclusivamente no texto. 90. 85 notas bibliográficas. 93 siglas. 90. 141 exclusivamente com referências bibliográficas. 105 Vo tb. 93.. 96 mimeografadas. 6 páginas pré-textuais com romanos.186 o índice analitico LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 187 nomes próprios. 68 palavras. 62 vírgula. 95. 93. 74 referências bibliográficas. 119 e remissivas a notas. 7 definição. 68 número de edição. abreviaturas. 15 página(s). 10 provas. 30 numeral(is). 44 pintura. 68 referências bibliográficas. 78 pontuação. 95. 63 horário. 92. 106-13 e~clusivamente em notas. 75 nomes de pessoas. 6 revisão. 36 progressiva. 95 lugar do livro onde o nome deve figurar. 96 modelos de referência. 66 depois de substantivos. 137 quadro. 104. 109 original. 113-5 nomes de lugares. 93. 6 apresentação. 66 remissivas à bibliografia. 78 ponto-e-vírgula. 63 porcentagens. 147-9 pseudônimos. v.39 tabelas. 20. notas. 99. lugar do livro onde o nome deve figurar. 42. 61 e hífen. 133 organizador. 13 discurso direto. 110. 108. 115 período. abreviativo e pontuação do enunciado. 111-2 localização e sistemática. 106 Vo tbo cito ordem alfabética. 99. 114 separatas. 110 pontos cardeais. 68 página. 85-9 remissivas e pontuação. 53 Vo tbo nomes de lugares. 65 O'. 86-8 tabelas. 67 início de frases. 18 iniciados com algarismos. 45. 45. sinais utilizados. 52 definição. 98. 105-6 numeração. Vo divisão silábica prefácio. 102-4. espaço entre classes do número. 93. 94. 86-8 espanhol. 85. 57. notas. 42-3 e as aspas. indicação bibliográfica. 094 componentes. 107-9 caracteres tipográficos.

30 teatro. indicações bibliográficas. 103. 15. coleção seu. 104. nomes de lugares tradução. 134 Sobrinho.d. 113-4 parte no texto e parte em nota. v. 96. 106. 39 pontuação.188 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO í índice analítico 189 notas bibliográficas. 127-9 sinais"utilizados. 129-31 v. divisão silábica separatas. smals utilizados. 123 referências bibliográficas. 123 caixa alta. 108 Don. 123 e corpos. abreviaturas. 17 seccionamento. 133 leses. referências bibliográficas. 114 texto literário. v. th. notas. 95-6. 126-30 erros. 143 superlativo. 94. 98. v. algarismos. 123 versalete. 120 na bibliografia. 102 simplificação de títulos. 122-4 itálico. 44 vírgula. 109. 147-9 romano~. de originais. 96. concordância verbal versal. 98 ponto. 107 reticências. vocabulário República. normalização. 138-9./. lugar do livro onde o nome deve figurar. 123 versal-versalete. 121 topônimos. abreviação de títulos. 107 vocabulário. 95-7 versal.ed. 55 Wilson. 93. 86-8 sistema bibliográfico numérico. 68 rosto. 51 inglês. 110 sumário. citação. 160 se. 109 Trono. 123 títulos (de obras). 123 caixa baixa. 106 aspas. 49 televisão. sinais de revisão símbolos. redondo romanos. 101-3 das unidades da federação. 17 Reinado. 95. bibliografia reformulações. iniciados com al~arismos. v. 123 referências bibliográficas. 103-5 unidades de medidas. dicendi. 55 zero à esquerda. 83 tradutor. abreviação. 31.. 50 Dan. 55-6 travessão. 105-6 ordinais. 14 onomástico. 113 sobrecapa. 110 versos. programas. 93. 93.96. 65 subtítulo. indicação bibliográfica. 80 maiúsculas. 50 separação silábica. de hífen na linha seguinte. 91. 40-1 e hífen. 121 minúsculas. lh . 31 fios. 68 s. 137 revisão.n. v. 109. 96. 32 lista de. 16 sic. 117 com reticências. 30-3 convenções. símbolos signos de revisão. 110 e apóstrofo. discurso direto. abreviaturas. romanos. v. 105 separatas. siglas sinais de revisão. 123 caixa alta-e-baixa. 110 versal-versalete. 93-4. 50 União. espetáculo. 127 s. ambigüidade. 112 segunda capa. 95.. 97. v. 123 redondo. tabelas. 129. 123 bold-itálico. 97. encarte supra.95. lh. numeral.94. 146-7 de provas. v. citação. 122 salto. 106 obra sem autoria declarada. 111 obra já citada. 63 referências bibliográficas. 62 tipo(s). 40-1. 75 suplemento. 111 transcrição. 110 minúsculas. cabeços títulos e cargos. 97. 109-11 simplificados por siglas. 90. 42 v. 179 semi-aspas. 70 de palavras. data de publicação ambigüidade. 117 iniciando a referência. 68 parte de obras. 108 remissivas. abreviaturas. 106 citação. 122-3 bold. 113 v. 49 terceira capa. 50 siglas. 102 repetição. 99-102 traduzidos. 93. 123 versalete. 89 referências bibliográficas. 39 títulos correntes. 108 verbo. glossário volume. lh. 140 notas. 93-5. 146-7. 121-2. 111 títulos (de seções). 12 numerais. 85 numeração. 104 pontuação. 63 . lh. 91-2. 115 série. 15 concordância verbal. 115 títulos de obras.. 56 transliteração. 96. 91-2 lugar do livro onde o número deve figurar. 85. lh. 80 reto. 107. 137 notas. 103-4 v. 137 Dom. 34-9 século. 93 número da edição. 105. 104.. 94. 51. 109-11 v. 90. 109 referências bibliográficas. 90. 156-80 v. 94. 147-9 sTT12 s. abreviaturas. 108 Walter. v. frontispício substantivos antes de numerais. 129. 64 marcação. 18 regência. 123 referências bibliográficas.

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