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DEDALUS - Acervo - FFLCH-GE

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Cf;f!:m geral, pouco se sabe sobre o que se passa entre a entrega de um original pelo autor e o livro pronto. Acredita-se que a editora simplesmente providencia a impressão de um original, transformando-o em livro. Na verdade, o texto, antes da impressão, percorre um longo trajeto, que começa na edição do original, fase em que se propõem mudanças, acréscimos e cortes, a partir de discussões com o autor.

21100001131

EDITORA:

Sandra Almeida
ASSISTENTE EDITORIAL:

Segue-se a fase de preparação, em que o original é submetido a um tratamento que o aperfeiçoa no que se refere à forma e ao conteúdo. ~ Quanto à forma, procura-se padronizar o texto de acordo com as normas da editora, além de limpá-Io das incorreções gramaticais. O texto padronizado e correto é o resultado desse trabalho atencioso. Quanto ao conteúdo, trata-se de eliminar erros, evitar incoerências e até absurdos que qualquer autor, por melhor que seja, comete. Esse trabalh(yespecializado é feit9' na Editora Ática, por uma equipe de preparadores de texto, e resulta Ra qualidade hoje amplamente reconhecida por todos aqueles que lêem um livro com o selo Ática. Ildete Oliveira Pinto foi por vários anos preparador de texto, função que exerceu com rara competência. Esta obra, nascida dessa vivência, expõe as técnicas e normas de preparação e revisão, orientando aqueles que trabalham ou pretendem trabalhar em editoração de texto.
O

Sueli Campo piano
PRODUÇÃO GRÁFICA:

Milton Takeda Nanci Y. Nichi Tomiko Chiyo Suguita Matilde N. Ezawa
CAPA:

Paulo Cesar Pereira
COMPOSIÇÃO:

~

Diarte Ed. e ComI. de Livros Ltda.
FOTOS:

Fábio Carvalho
OSeO!!L!!!"'1Cl
FONE 447-EUS11

ISBN 85 08 04486
1993

~

Todos os direitos reservados

Editora Ática S.A.
Rua Barão de 19uape, 110 Caixa Postal 8656 CEP 01507-900 São Paulo (SP) Te!': PABX (011) 278-9322 Fax: (011) 27H146 End. Telegráfico "Bomlivro"

Nosso objetivo ao publicar este manual é colocar a técnica da preparação e da revisão de livros nas mãos daqueles que de uma forma ou de outra estão preocupados com a qualidade dos textos publicados. José Bantim Duarte
Diretor Editorial

1
li

SUMÁRIO

o

INTRODUÇÃO 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Procedimentos As imagens gerais de preparação do texto

_ _ _ _ _ _

5
71

79 34

Seções do texto Formas do discurso Iniciais maiúsculas Iniciais minúsculas ---------------Nomes próprios ------------------

40
44 57

É inegável a liberdade de expressão do autor para construir sua mensagem, embora às vezes ele se preocupe mais com o conteúdo do que com a forma. A forma, por sua vez, é tão importante quanto o conteúdo, mas paradoxalmente é tal sua importância· que ela tem de estar latente e não interferir no conteúdo - a não ser que forma e conteúdo se fundam e constituam a essência da própria mensagem, o conteúdo. Essa fusão é comum quando se joga com palavras ou quando se instaura um momento de ruptura com padrões estabelecidos, caracterizando-se o processo de criação literária. Na mensagem didática, técnica, científica e de informação geral impõe-se, porém, uma normalização textual que evite a língua de Babel, que faça com que a mensagem flua tranqüilamente, sem tensões ou contradições.
./

_

53
62 69

Numerais

Divisão silábica siglas e símbolos ------------

~

10 Abreviaturas, 11 Citações 12 Notas 13 ' Referências

74
~ _

79 85
90 716 725

bibliográficas

e bibliografia _-----------

--------

14 Padrões complementares 16 A estrutura
APÊNDICES 1 Principais orlglnOls 2 3 4 5 6

15 O processo de revisão de provas ---------do livro impresso _ símbolos e sinais usados na revisão e marcação _ na revisão de provas -~ --de _

737

Embora o estilo pertença ao autor, com a liberdade que ele tem de construir sua mensagem, a editora pode - e deve - intervir no seu texto, e o faz com o seu pleno consendmento, para garantir a correção e a clareza da informação e a qualidade da publicação. Para conseguir isso, às vezes, chega mesmo a modificar a estrutura de um livro. Por conter elementos que se interpõem nessa atuação, podese dizer que este livro é um manual de estilo, cuja preocupação maior é sistematizar as normas editoriais aplicáveis com maior freqüência, sem a pretensão de ser exaustivo. Em se tratando de normas, ou regras, existe o risco de o apelo limitado a elas não permitir que sejam consideradas as exceções possíveis. Para evitar isso, porém, é fundamental o discernimento dos profissionais da editora em não ir de encontro à liberdade de criação, quando o autor procura formas discrepantes para divulgar sua mensagem, infringindo conscientemente as regras estabelecidas.

746

746

Principais símbolos e sinais usados Principais abreviaturas Abreviaturas Alfabeto

747 750
754 _ 755 756

e termos usados em bibliologia

dos nomes dos meses ---------

grego onomástico ------------~ .

Vocabulário

íNDICE ANAlíTICO BIBLIOGRAFIA

_ _

787

790

•. c. se não total. Int.. Se houver inserção posterior de uma ou mais laudas. .. -Jt1' adoçado 2. Render culto a (divindade)..~~. em nosso caso. pois pode ocorrer que a ilegibilidade da escrita comprometa o fluxo de produção.por exemplo. Mas. 2. Ficar doente.~~e~ ~ 1. •• . A forma mais tradicional de apresentação do original tem sido a do texto datilografado. numere-as com o mesmo número da lauda anterior seguido das letras o.) Abrandar. p.. Pode ser um simples manuscrito. -ti- ~ ~ Estouvado. deve ser datilografado apenas em um lado da folha e em espaço duplo.~ ~ ~ v.. ~'~ '~~. e assim por diante. e também não é novidade o autor entregar o texto em disquetes . é comum o original chegar à editora em folhas impressas por esse mecanismo. Sobreponha um asterisco ao número da última lauda . 520. Com esse procedimento tradicional procura-se controlar todas as laudas dos originais. ~ •• .escência. que "segue 52b".. contêm o texto gravado. Amar em extremo •.. 137). jovem. 52b. 2. (fig. na lauda anterior. Original é todo material entregue Numere as laudas consecutivamente. em laudas apropriadas ou em folhas de papel comum. . que. para que propiciem uma visão. Abrandar.e indique. Encantador. 4. conforme o exemplo. na lauda 52a. cru. e a idade está ainda não alcançou pleao na adol. a partir das páginas pré-textuais (v. se você trabalha com um microcomputador.6 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Introdução 7 o original e a editoração Principais Laudo formos de apresentação dos originais Para situar devidamente a abrangência das questões específicas deste manual. Original pelo autor à editora que resultará no livro. ~ adj. 2. Com a penetração dos microcomputadores. 52c. seco ao sol.dispositivos que. lembrar. Substância que serve para adoçar. sem que seja preciso renumerá-Ias desde a primeira inserção... b. suavizar. O texto deve ser datilografado dentro do campo apropriado da lauda. estabanado . T . (O) que de8envolv~mento.por exemplo: 325*.. do tipo sulfite. repaginando o documento. -+. mas aceitá-Io desta forma depende da conveniência da editora. é necessário antes apresentar os conceitos de original e de editoração. r -to' ~- Avisar. . 1. ele poderá fazer isso automaticamente. . Digno de ser adorado..int. O original apresentado em papel comum. 2. "segue 52a" ou "há 52a" e. . ao menos parcial do processo de edição de um livro.

C::::\l no c:h. fClridos. fixando-se na preparação e revisão do texto ... seleção.árj() ql..larlCI(:l es. o industrial e o pós-industrial. lança-os sobre ()s atacBlltes" mesmo se as ()s ~)aI1cadas dc)s deuses E lias N(:)entantc). ac) ~:\ b~:\t<:\".petácul(). O conjunto das tarefas inerentes aos três momentos . revistas.. Apef)a!~ ~ mar·as. HI/I'·i). c! C)::.. sent)or del. pesad(sslmos. PO~. costuma-se dividi-Io em três momentos: o pré-industrial.Dy 1 ").. Para situar me~ lhor o processo de editoração.\. COnl(:) Editoração O termo ediloração hoje é empregado em vários meios de difusão cultural. e o pós-industrial diz respeito a todos os aspectos relacionados à comercialização do livro. F'OI~ S~la 'cerr(vcl €!.~.. Assustadas.denomina~se edi~ loração.._ . contratação e nas adequa~ ções dos originais para publicação. em Per r I)!. No entanto. e i. (J C 1"U(·:·-: ~ 1 TodD~:~ o.E!~..ustadoras t:ridclltC. E fun(1c metal.!.~~~__ ~_~_~D: MAtlUAl OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Cópia de computador Disquete Agora~ O~. para o propósito deste livro. ( necE!s!. IJcusas con!~eg~lissem abatEl' tit:âs. como livros.~:\n'cD i·:~. as margenl ApoIo.iéstia.SD. nlCS."t inu:.leH0ra(:les golpes fo~t: {ssimos lhcs com d& sua ~lnlgolpe miselriCÓI~dia~ clesfere .l'"::':"l.:-.(dOI1..l~ c[)ml~reer)clet~ld(:) e grita: s!~a crjatlll'"a r'EC~lpEr'a a!s flJrçaS DEIJrE~. CIEl1~. VEZy descobre 11C)Va al'·ma: ev'guen(il:) roc:I·1C(ios. .ar ql. 11~()SEriam suficlEnt~ SErES lmundo!:.exercidas por um editor ou sob sua supervisão ." F(). (:Ofltemplam urna 'Picanl o ela luta. E surpr"csa alerta ger'aly l~var)ta'-~. bl"açQ!~ t) tlCI"6i ~.etapas classificadas dentro das fases pré-industrial c industrial. etc. t it:G!:~..e~..D ~:"t ] (:lng {1·lqIJO."( 9i~~lantE" () InOn!:itl'"O p:::). ~)ara elimlrlJ-·los. filmes.~E·nclD +"1 (:::ch:i:l.alta p de sobre ~ (J gigante IJm pa{s ~l ~J Ir I'· ~:t. o processo de editoração será visto apenas pelo prisma das adequações dos originais.tá em ~1&~aclEs! contatc) (::01"1)t!IUa i:erra natal" Carl'"Cgllc-a para !:lc:m "1 on9E'! Erlchcfldo"'!SE (:Ie !~E~lS coragem. para Erl'PI~erli:ar sellS tem(vpis i ri i m i 90::.l!~ do dos Plechas SEI.. impressão e acabamento.clc·~. I)clnéter E tr&ml. O préindustrial consiste na busca. SE deixa lan~a Emp1ll1ha laflçam brasa os comt)ate" !-lefestIJ.:~ ~ ~ " dpusc!. entretanto.. discos.o industrial é a fase de composição. ou seja.lh<.tJ[) profltcl!:..e imediatamerltey 81"ltC!S" maIs.l. del.llas. o da edição do livro. fcrrei~() manco.mC) IJ(Jr ~sscr à luta~ ele j!~30.nç:i':\ m(:\:::·y Uffli'.l as~.lsas lJ2(::(fjcas. Sol.t: pont in9c D ii':\ no chr:f'(·:·. televisão. AtCI12. c: üm ont:le flJlrtes leva'··() I:) mata C:OI1I lJm golpe cont maça~ :nqu. é o sentido primeiro do termo. voltam ~loi~~. O que nos interessa.. jornais. VI901'"OS.O (jo Atena ql.

e a revisão de provas se dá na fase industrial. servem apendS de orientação à arte. é a aplicação de normas lingüísticas e editoriais ao texto. a Faça à tinta. as emendas. Eventuais modificações são decididas pelo editor. ou correções. definitivas. " Dependendo da "lente" de que o preparador possa lançar mão para examinar os originais. nos nomes de pessoas e de coisas. parte para conhecê-Io melhor. que pode utilizar melhor a obra. nos números. quanto mais respostas oferecer a essa complexidade de coisas. Marcações a lápis não devem ser compostas ou digitadas. outros reconhecem a colaboração que se possa dar.10 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO As atividades relativas à adequação do texto que dizem respeito à organização. bem como nas citações de qualquer tipo: de língua portuguesa ou estrangeira. Ganha a própria publicação. São imprevisíveis os recursos de que ele pode se valer para conseguir efeitos expressivos. a autor vivo é o árbitro por excelência das questões suscitadas em sua obra. Mas não é tudo. Malgrado todos os esforços. deve apresentar exatidão nas informações históricas ou factuais.se vive ou não. com legibilidade. Mas. de textos arcaicos cuia fidelidade ortográfica precise ser mantido. Seu texto sujeita-se aos padrões da editora. Mas o preparador ainda tem de buscar informações complementares sobre o autor .v. etc. o texto de autor já falecido é inalterável. Autores há que julgam seu texto perfeito e definitivo. nas datas. contando com uma apresentação racional e uniforme. 125. p. para minimizar isso. Ao pé da letra. como. utilize o recurso conhecido como "marcas de revisão" para assinalar modificações provisórias no texto. sempre que for necessário. desde os originais até o livro impresso. para em seguida delimitar ou estender seu campo de ação. normalização. - SG E RA I S RACÃO •. a Em princípio. ou padronização. depois de o texto ter sido composto e antes de ser impresso finalmente . é preciso que qualquer original seja submetido pelo menos a uma correção ortográfica e de sintaxe. de textos legais. É uma relação de namoro que principia. IWII••••• • . endá algumas recomendações. pois encontram aí um ponto de apoio que orienta e facilita o trabalho. à composição ou à revisão.) profissional encarregado de executar essa adequação é chamado aqui genericamente de preparador de texto. a mudança da forma de . editores e demais profissionais envolvidos com o livro.e discernir a natureza ou o tipo da publicação. Ganham autores. (A revisão de originais ocorre antes da composição. Ganha o leitor. Com ela todos só têm a ganhar. não há texto sem erros. Trabalhando com microcomputador. mas ele pode e deve defender a integridade de seus escritos. tão. seu universo de atuação pode se tornar bem complexo. ou seja. E. o texto a editor faz a apresentação do texto ao preparador e lhe preparador. por exemplo. o emprego de um tempo verbal por outro. PROCE DE ------~-. seu estilo . Estilo é a maneira peculiar de o autor exprimir seus pensamentos. mais estará habilitando-se a realizar um bom trabalho. normalização e revisão dos originais são chamadas de preparação. a texto começa a se revelar aos olhos do preparador e a lhe sugerir o que fazer para conquistá-Io.

a concordância ideológica. percomorfo.. ele dava um sorrisinho e dizia: "Pode corrigir"!. especialmente a que é tida como de boa qualidade". muros de arrimo. po- rém. Além da pontuação ordinária do texto. em Aluísio Magalhães et alii. observe: porâneo da língua portuguesa. por exemplo. A ortografia Os principais cânones ortográficos da língua portuguesa são o Vocabulário ortográfico da língua portuguesa (V 01 p ). 93). da Academia Brasileira de Letras.. no Volp os vocábulos obra-de-arte e senhor-de-engenho são consignados apenas com hifens. etc. sem variação de forma. 75) e antes de etc.I". Qualquer mortal poderá ter acesso a esse banco pelo telefone (0121) 262-1313. mesmo que se trate de texto de natureza literária. o Novo dicionário da língua portuguesa. pontes. denota antes de tudo clareza da mensagem. Então é preciso consultar os dicionários . como a pontuação nas referências bibliográficas (p. Por exemplo. Fundação Getúlio Vargas. desde Sagarana. Os textos didáticos. túneis.. restritivas e explicativas. A pontuação correta das orações adjetivas. Nem sempre. e daí para diante cada vez mais obsessivamente. i. p. Para tanto. o infinitivo flexionado para ressaltar a pessoa sobre a ação. contacto e contato. clareza e correção da informação. 2. Geralmente. 1981. 53. 1 "Preparação de originais .e ler as acepções dos verbetes . as figuras' de palavras e de construção. às vezes. científicos e afins devem ser submetidos ao rigor da normalização e sofrer as alterações necessárias com vistas à coerência. de Aurélio Buarque de Holanda Ferreira. viadutos. A Academia Brasileira de Letras mantém um banco de dados que fornece o significado dos vocábulos constantes no V olp. os textos eram respeitados passivamente pelo impressor tal como estavam. Interferir nesses recursos sem perceber as intenções do autor é deturpar-lhe o escrito. de Caldas Aulete. loiro e louro. Rio de Janeiro. Editorl]fão hoje. entre o mais que se fizer necessário. este manual é um livro aberto. A liberdade do autor em romper padrões é praticamente ilimitada. 42). nas abreviaturas em geral (p. num mesmo contexto..e. basta conferir a grafia de palavras no Volp ou constatar o registro desta ou daquela forma nos dicionários. "peixe teleósteo. etc. Formas optativas As palavras com mais de um registro lingüístico (por exemplo. nos diálogos (p.para saber que obra-de-arte é a "designação tradicional de estruturas tais como bueiros. . não devem ser esquecidos os casos especiais aqui examinados. e o Dicionário contem- A pontuação Conhecer análise sintática é fundamental para bem pontuar. É ilustrativa dessa atuação a seguinte passagem de Antônio Houaiss sobre um episódio da edição da obra de Guimarães Rosa: . radioatividade e radiatividade .. se esse z era assim mesmo (porque ele trocava s por z) ou se esse j por g deveria permanecer. ) devem ter sua grafia uniformizada. necessárias à construção de estradas" e que obra de arte é a "obra produzida segundo o conceito de arte. da família dos serranídeos" e que senhor de engenho é o "proprietário de engenho de açúcar". Além dos assuntos próprios dos capítulos subseqüentes. que senhor-de-engenho é o mero. O revisor timidamente perguntava a ele. ed. (p. 119). mas não existem ali significados.12 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 1 - Procedimentos gerais de preparação 13 tratamento para indicar alteração de estados psicológicos de personagens.. mas isso não é motivo suficiente para que seu texto não seja revisado com rigor..

Quem busca compreender os elementos deter~inantes da realidade social: Aluísio ou sua obra? A ambigüidade produzida pelo que pode ser desfeita pela substituição deste pronome por o qual. técnicos ou científicos. Ambigüidade ou anfibologia Ambigilidade é uma figura de linguagem que ocorre sempre que uma construção sintática apresentar mais de um sentido.14 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 1 - Procedimentos gerais de preparação 15 e as repetições de palavras Um bom texto prima-se pela precisão vocabular. Há palavras. pode funcionar como recurso estilístico. que busca compreender os elementos determinantes da realidade social. Mas. E talvez com a mesma qualidade. a ambigüidade deve ser evitada. a cacofonia. As ambigüidades e outros vícios de linguagem Palavras ou expressões empregadas irrefletidamente ou mal colocadas podem obscurecer a frase. Há também casos em que a repetição de palavras é necessária para a clareza do enunciado. Vejamos alguns exemplos: Encontrei-a chorando. Em textos literários. o eco. partículas que. às vezes. lança mão amiúde da ambigüidade como recurso eficaz. pois são elos básicos de estruturação da frase ou do pensamento linear. A consideração de meus amigos é importante para mim. " João e José prejudicaram-se. seu. por sua vez. mas. etc. Aqui a ambigüidade eu? está em saber quem chorava: ela ou Conjunções. quando essas repetições se tornam gratuitas. E desta forma a mensagem foi recebida. Cuidado com pequenas palavras como que. conforme o caso. que causa impacto. emprestam sentido obscuro à frase: A preocupação social está presente na obra de Aluísio Azevedo. que geralmente não permitem fugir a esse esquema. se. se não tiverem a clara intenção de assim serem. A mensagem publicitária. cada palavra tem um significado exclusivo. dar sentido duvidoso ou provocar fatos indesejáveis.. pronomes e até preposições costumam também causar ambigüidades. mim" ou "Ser considerado pelos amigos é importante pa- ra mim. as conjunções. a qual. Em princípio. Mas. a indústria queria dizer exatamente o contrário: além de fabricar azeite. essas construções devem ser evitadas. como as preposições. os verbos auxiliares. o vocabulário de rua: "A Carbonell foi pro vinagre". "dar-se mal" ou coisa do gênero. Por isso. principalmente quando se tratar de textos didáticos. passou a produzir vinagre. devemos apelar para os sinônimos. próprio. o jeito é modificar a frase para conseguir nova expressão da mesma idéia. Um texto crivado de palavras repetidas pode revelar pobreza de idéias ou de vocabulário. como a ambigilidade. Ora. Há vários anos. de. "João e José se prejudicaram a si mesmos" ou "João e José prejudicaram-se um ao outro"? . Não havendo sinônimos perfeitos. etc. em geral. na verdade. ir pro vinagre pode significar "morrer". em linguagem coloquial. mas noutros casos constitui um vício de linguagem. A frase leva a três interpretações: "João e José foram prejudicados". um fabricante de azeite de oliva anunciou em grandes cartazes O que é importante? Que eu considere os amigos ou que os amigos me considerem? A clareza da frase pode ser dada por uma destas construções: "Considerar os amigos é importante para .

eco nas terminações em -mente . publicado pela Ática. é importante saber que à acepção que se quer corresponde uma regência correta. para realçar a circunstância.envie-me já . como sempre. junta-se a terminação apenas ao último deles: O outro respondeu.boom da . ou palavra obscena. Regência A regência. para o devido esclarecimento.por cada . é verdade . Concordância Cumprir os princípios gramaticais de concordância (verbalou nominal) é básico para a clareza do texto. monotonamente.nunca gasta .nosso hino . resultante da junção das sílabas finais de uma palavra com as sílabas iniciais de outra. Novas lições de análise sintática. /ongamente. verbo não se flexiona.Quando dois ou mais advérbios em -mente modificam a mesma palavra. de Adriano publicado pela Ática. Uma consulta às da Gama Kury. Cacofonia É o som desagradável. constitui não só uma boa fonte de consulta para resolver essas dificuldades como também um registro atualizado da língua. conserva-se a terminação nos advérbios e omite-se a conjunção e: O mar chora. Funciona como recurso estilístico na poesia. .a sensibilidade é sua.16 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 1 - Procedimentos gerais de preparação 17 Maria disse a Antônio que não trouxera o seu livro. meu (Eça de Queirós. É bem verdade que às vezes o escrúpulo com os cacófatos se torna exagerado.ete.. pode ser uma boa outros casos. Vamos apenas comparar dois exemplos com essa partícula: Não se estabeleceu quais medidas seriam tomadas. é recomendável seguir os padrões da norma culta do Brasil. costuma trazer muitas dúvidas. do som agradável ao ouvido. livro solução para elucidar de ser flexionado. Basta evitar aqueles que produzam realmente sentidos obscenos ou ridículos .) Colocação pronominal No entanto.e. Nesse caso. É o verdade.ela tinha . de Celso Pedra Luft. Neste caso.mesma mão . Um problema quase sempre existente a respeito é a flexão (ou não) da forma verbal acompanhada da partícula se. o Eco Consiste o eco no emprego de palavras com a mesma terminação ou com o mesmo som final próximas umas das outras. i..) Embora a colocação pronominal esteja muito em função da eufonia.mesma maneira . Não se estabeleceram as medidas que seriam tomadas. basta substituir "o seu livro" po~ "o livro dele" ou "o livro dela". O Dicionário prático de regência verbal.uma minha . Eis alguns exemplos de junções de palavras consideradas cacófatos: Acerca dela . porque o sujeito é uma oração (= qUaIS medidas seriam tomadas). porque o sujeito é um "as medidas". principalmente a verbal. mas deve ser evitado na prosa não-ficcional: Então a recessão é a solução para combater a inflação? Mas aqui o verbo tem substantivo no plural.fé demais .. vaga e maquinalmente: senhor.ela trina . (Augusto Frederico Schmidt. que às vezes se afastam das normas da gramática portuguesa.

organogramas. que seja necessária uma nova enumeração de coisas. com exceção apenas das tabelas. for a primeira ilustração. Após efetuarem-se as modificações necessárias. enfim."_I 2 AS I M Â. bastando para isso pedir para recorrer o texto. 127) e nas batidas de parágrafos . 1. quando isso é feito pelas primeiras palavras de cada parágrafo -. por exemplo. não só de obras coletivas e de referência mas também de obras individuais. esquemas. separando-as de acordo com o tipo de cada uma. quadros.verificação da seqüência do texto. sem classificá -Ias. etc. faça-a preceder da indicação Figura ou Fig. é recomendável que os parágrafos seqüenciais não se iniciem com as mesmas palavras. É possível que num ponto qualquer haja remissão a alguma parte suprimida. se um mapa. uma fotografia poderá ser a figura 3. Novas edições Os originais de obras reformuladas devem ser preparados e revisados na íntegra. Ilustrações como figuras Chamando genericamente de figuras quaisquer ilustrações. 37) composta de dois indicativos. Idêntico procedimento deve ter também o revisor impedindo o fato desagradável de uma ou mais linhas seguidas da composição começarem ou terminarem com as mesmas palavras. p. um quadro comparativo. - . tais como desenhos. podemos apresentá-Ias de duas formas: classificadas por uma só numeração consecutiva ao longo do livro ou por uma numeração progressiva (v. Antes de enunciar a legenda em si. fotografias.Estabelecendo uma numeração única para todas as ilustrações do começo ao fim do livro. todo o livro deve ser vistoriado no sentido de preservar sua inteireza e ser preparado como se fosse original inédito. A coerência A utilização sistemática de um mesmo critério para um mesmo tipo de caso é fundamental à unidade. e assim por diante. Classificacão~ Podemos organizar as ilustrações de três maneiras básicas: agrupando todas elas sob a denominação de figuras.18 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO A abertura de parágrafos Prevenindo-se contra os saltos na composição (v. que. diagramas. qualquer alteração comprometa a uniformização existente. ele será a figura 1. p. se for a segunda ilustração. a) Uma só numeração ao longo do livro . ou simplesmente inserindo-as no texto. mapas.G\EiN S D OT •• OII!.~ MiM __ •• EX T O Ilustrações Ilustrações são quaisquer imagens ou figuras que acompanham o texto. ~'~_·oI·~. será a figura 2. à organicidade.

Assim. p. ao contrário. tudo tem o seu lugar no momento certo. para se 4. ou masculino ou feminino.Neste caso o que teremos de fato são várias numerações consecutivas que se reiniciam a cada novo capítulo.2. da mesma forma que os gráficos e tudo o maiS. Isso explica por que. Isto se deve à grande prosperidade econômica . mapa 8.20 ________________________ O~_R~~_ArJUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO L::__ ~s_im-"-gensd"_ text~ " _ 21 conforme o que se queira adotar como padrão -.cidade localizada em território chinês e sob a administração colonial da GrãBretanha . ou se é bom ou mau. na história recent'e da China. Ilustrações Inseridas complementar seu ou apenas proximidades sem classificação sem nenhuma classificação. na dose certa. racional. todas as ilustrações do capítulo 7 são enunciadas por Figura 7. com a busca do equilíbrio nesse meio termo.3. são colocadas nas do assunto a que se referem. Assim. O que diferencia este procedimento do anterior é o fato de que aqui cada tipo de ilustração ganha uma numeração própria. proporciona maior liberdade na distribuição dos elementos gráficos na página. quadro 5. Taiwan (ou Formosa) e Hong Kong . expansivo. um muçulmano e cristão (embora talvez um pouco menos). contemplativo. com as mais elevadas taxas de crescimento do mundo.Vânia Rúbia Farias. conforme o exposto acima). e o Yin. De resto. Este procedimento.n ou Fig. o chinês comum é extremamente curioso. Ática.1.que alcançaram nas últimas décadas. aberto a novas idéias e experiências. e a nova política de abertura para o capitalismo. José William & VLACH. São Paulo.figura 13. que procura simbolizar esse ensi~ namento básico da seguinte forma: mcntod~ equilíbrio desses contrários -. basta mencionar a sua classificação . Ilustrações especificadas pelo tipo As ilustrações também podem ser classificadas de acordo com o tipo de cada uma. faz com que os chineses aceitem c participem de freqüentes mudanças. as ilustrações podem o texto integrando-se a ele como um seguimento suplementá-Io . o que importa é a busca do equilíbrio. as quais à primeira vista poderão parecer incompreensÍveis para o pensamento ocidental. todas as fotos podem ser numeradas independentemente das outras ilustrações (por uma só numeração ao longo do livro ou por numeração progressiva. que é o lado escuro e que simboliza o intelecto feminino. ou seja. ou certo ou errado. ou doente ou são. Existe até um diagrama chinês antigo. 7. de: VESENTINI. como no pensamento ocidental. Para ele não existe algo radicalmente mau nem bom. aparentemente rad·icais. Assim: seguida referir no texto a uma determinada imagem. para que não ocorra um mesmo número para mais de uma ilustração. as épocas de predominância do Yang e aquelas em que o Yin predomina. Coréia do Sul. todos os mapas podem ter uma numeração exclusiva. 7. devendo conviver com esses opostos e buscar a harmonia dos contrários. complexo. IlustmiãcJ_c~I"~cadana _~eqüência no texto. 7. que é o lado claro e que representa o intelecto masculino. t não a eliminação de um lado.neste caso. A natureza. valem as mesmas orientações do item acima. No pensamento chinês. ambos têm a vantagem de que. do Terceiro Mundo. intuitivo. 23: Mapa do tesouro b) Numeração progressiva composta de dois indicativos .1. 4. ou uno ou múltiplo. Por exemplo. Reproduzida Geografia crítica.são internacionalmente conhecidos como "tigres asiáticos". é recomendável colocar antes do número de cada ilustração o número do capítulo correspondente seguido de ponto. o chinês não só aceita acontecimentos aparentemente tão diferentes como participa deles: a implantação do socialismo. 170. por exemplo. por exemplo. ou ativo ou passivo. do número seqüencial de cada uma. Além disso. bem como o anterior. Entretanto. geografia v. o rompimento com a União Soviética depois de seguir sua orientação econômica. 3.n: 7. o pensamento chinês defende a natureza delica da realidade. É provável que novas mudanças ocorram nesse país nas próximas décadas. . Fig. ou bonito ou feio.sobretudo industrial . as coisas e as próprias pessoas são tudo isso ao mesmo tempo. pois dá mais autonomia à figura em relação à continuidade do texto. T'aichi T'u ou Diagrama do Supremo Fundamental Os "tigres asiáticos" Esse diagrama representa a harmonia dos opostos: o Yang. 2. 1991. ou claro ou escuro. a Revolução Cultural e o isolamento do país.

foto 9.2 .1 9.3) --~------.1 mineral a céu aberto na União Soviética.2 Thierry Champion/Gamma/Sigla a fabricação de automóveis particulares. destinado principalmentea turistas.Camera Presa London/ Keystone 2..1 11.foto 8. Podem ser elaborados originais independentes para cada tipo de ocorrência. os originais de legendas e créditos devem ser feitos à parte. A esoava- Tsuneo Nakamura/Volvox carvao 10.4 14. um para as legendas e outro para as fontes ou os créditos. Num país onde há pouca preocupaçao 3.• 'o·~ •..• '0. com uma listagem de todos esses itens ordenados segundo a seqüência do texto.5 9..2 Marcos Guião/Angular foi importada da Alemanha. 15. a bicicleta é Gamma comum.foto 8.•••.•••••••. Uma laudo do original de legendas de fotos •. Ruy Teixa1ra/Angular _.-~ 194 ..1 1. Em qualquer uma dessas situações.1 Copyright Agence vu Bernaro Descamps/ Angular nas cidades chinesas.2 FOTEX/R..3 Kevin Schreiber -..1 eletrônica na Coréia do Sul Gail1ard/Gamma 15.• ! 1. . Drechster-Angular Angular 1. i.•.e.2 10.:! •. Kenneth Garrett/Keystone 193 . mencione sempre o número da lauda em que deve entrar o crédito fazendo-o acompanhar-se do número da figura.2 Marisa carrião/ Wagner Angular Avancini/Angular Carol Val/lkso começa a se tornar comum na China: cartaz de publicidade de 14.22 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 2 - As imagens do texto 23 Originais de legendas e créditos Uma lauda do original de créditos de fotos Quando não forem apresentados com os originais do texto.4 Iolanda Huzak de crédito ooidental.2 Gamma ••• ) . ~ " Y. É tambérn possível apresentar um original único.--de montagem de uma fábrica de automóveis na União Soviética Manoel Novaes 11.

. portes... o· ".... uma eoonomia dependente exterior.. Lubumbashi Dar-es-SaIaam Nairóbi Adio-Abeba Djibuti f9i pensado para unir as ao mercado iaternaoia..•....u-~~ . ! n. 0. no continente africano ....•. .. o . vias diri!"em-se de aos portos eoonomias Por isso de africanas as ferroO exportação." •••••• " : •••••••• r •." •••••••••••• ... Eo..•.. Fonte.• ! " Ferrov~ 'as !.. Geo«rafia Ilustrada. portanto... 1632. GEOGRAFIA 0 •••••• CRiTICA - 4 - MAPAS ! .. Peyre/Gamma/Sicla Ferrovias na África ÁSIA Cairo Moçambique Antananarivo OCEANO ATLANTICO OCEANO PAclFICO Sene«al Níger Uban(ui Nilo Con~o Kasai Túnis Argel Casablanca Dacar Bellaco Conscri Abidjã Lagos Brazzaville OCC=Ã:I'lC AT/.o Harare para mesmo ou as re«iões y .' ---...•. Essa relação pode ser feita nos próprios originais de legendas.." ~ ! .... . sistema transportes reflete.. ferrovias países Kinshasa Lobi to ..24 ~ o LIVRO:.•. CR.o ~ ~ PriBcipais no Veja não mapa. _----_. "....... na África Indígenas de Madagsscar .•..ÂNTlc....•. ! o· •••• ....•. relacione à parte todos os nomes e textos para facilitar a composição...._-'"~- 25 Na apresentação de originais de mapas.al.•. Cidade Port do Cabo Elizabeth principais unir país..e vaI tada para o 1"""""" PAM~ iWJ-~\ P.. _~-~ ..=IJ !.-~~~-~~~--~- . " ! .. y •. Aspecto do cerrado com elementos de sua feuna. *"""'1 ~\t ~ . Abril Cultural.. ... MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO As imagens do texto . ti T . os Ele Durban Johannesbur." J.• . Por exemplo: ºriginal de um mapa Um original de legendas e créditos em que aparecem relacionados os nomes e textos do map~ 1tlrnilê$E'UlP titulo GEOGRAFIA CRiTICA 4 ROTEIRO DE IMAGENS n' Ititulo _ ••••••••••••••....•. r y . ~~ _~. p... que foi linhas a rede o traçado projetado de um férreas africana das de transObserve... 'll~~..

vJn Rua Barão de 19uape. ~.o:Wm 7u"m &vw. eJ.al!c&nçaabdÍdM4 "J7U. \ \0 End.e nãfr? .7?UlffZCÚ). fJO'1- ~. ~.7. São Paulo.I1t. Sônia.C. m·9322 g6S6· SãoPau\o os direlto. .0epo?1. 1991. reservados Reproduzido de: TEIXEIRA. ~ .a ~ .y q.fMnU:m ~ -n(Ur.WVQ ~ ntY f:vr ..iMnJúy "acvw. Frelncisco M. " (j)~ ~. Ática.~ e.<. rrw é:IJMM. ~ di. Uram composição: Catanna Horibe. . : OA.. de Aua.wm ~ ~ div'w.l4OWIM • ~~.amiJ.&m F~f"9U-- • ~h~ :. Português em sala de aula.etvrw. 1988.. P.etI&t. A1e~.A.&w-.. São Paulo.~.or . mJY2fL . CEP teleg 0\507 "Bomlivro" .1 26 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO L:-~m~~s do texto __ 27 Localizacão # dos créditos Créditos no verso do frontispício Conforme o espaço disponível ou a ênfase que se queira dar.cüd/. ~ 'fP' /. ae. p. eU ~ &.d.J.:vw-.U. Frei Caneca e a resistência pernambucana.R/JU>.e' '?7Ud!ir ~ e ~e e amzpte=. 2. 7Ur =. e ea ~ 1988 f.~.cú "Clh! ~ ~ d1r ~ &jdl" fww. coordenação geral: Nelson S. Urata coordenação de arte: Silvio Vivian ff eu.Ó. • a&mo.:..:O..4ell4 ~ a. võm:a4 coida<. os créditos e/ou as fontes das ilustrações podem localizar-se: a) no frontispício ou no verso do frontispício: Créditos no fronti!píc:jc. m. • ?7?a..whe coi1a4 tr ~ 7TIVYmff e ~ dia-a-dia.dltoril Te!.Mti ff fX':'W- a{ =n '//&d... M'~ ~ .: Caixa Todos Átiea pABX Postal S. f=W. dtr f"C'.e cá tVnff fWU1.:xn c:a. da ~ &ndé ~.4 Pesquisa: Luiz Lopes de Souza Composição e montagem: Diarte composição e arte gráfica S/C Ltda. amfr.téJz..9:!if ~ F m.wrn € ~ é?wztr ~ "QA! r:Iue cI!aiiY!" . (i.do. Atica.mde. .xn~ •~ ~-=n é'wz.~ . e ~ '1W' de e a&unb1.&m 1X.mM=~9"'-eAe C<mZ a ~ Ad:t~ ni1. . de .ue ~e ~cmn~.wm Ai.wn 'f'd ~ ..p "aeh "1"l/. e -rp. ~ 'P" aomiWmz do. . Nelson S.tMnffeut ". Reproduzido de: JUNQUEIRA. .o- ~ c:W ~:na~ch~'fM4a~oáde ~ de ~ a&. &m. 7° série.

lA(ad:.. .klo & Troia cionais. Artes Quino.cinye PÁGINA 54 C"iagens: Horllcm lIderJ_o.~em identinc:Ição PÁGINA 129 Detenhos: PÁGINA Anúncjo~: Homem 130 Agência McCann do Mar Slli}iadn de Mdo & Troia PÁGINA 29 Cafdn. PÁGINA 93 lk~"nil. PÁGINA de Meio & Tro. & ElTA(adapl:u!o) Mendes de autoria de dólares e um 220 66"70 complet pela decisão roml ca do Sul de ren canos carvão.\. 1992.l: Alq' PÁGINA 96 Quadrinho: PÁGINA Quadrinhos. MPM HOllWnJ do: Meio PÁGINA 38 & Troi" PÁGINA 87 Fotos: Homem 90 (I<" M<:Io & Troi:l de jaymc Agt'nda pAGINA Anúnci()~: Troia: PÁGINA & Agi::nda Arltlnci:llltl'.il f{evist" (il'raldiü" 12 PÁGINA 42 fk~cnh()s PÁGINA 95 ()u.. de eom 64 de Mc10 & Troia e Jn. SilhrJUdl<'. AlJo/m·nhas da Cosi.nilm:.'" Thaves.lerá" I'l'adim Anúncio: sem ide[ltificu.Maria Helena Valente. .'t:. Desenho: Desenhos: Silhouetles. _ dólares por gU:ldli~. PÁGINA 59 Desenhos: '[roia QlIadri[]ho~: Jim pAGINA 110 llesenh" PÁGINA 111 07~OIl PÁGINA 23 I PÁGINA 24 & Traia.rtaze~: Notícia: Homem Homem de Mdo de Meio C"mic &. Homem Ma/a/da Silhuuelles. Ml'M/(:aS'·liJrCIllGld('desenh"deJ EUA C"laptado) Car10s dl' Mel" '!'mia Agêntia 11 Eml1ratllr(rr:rl'"wnto) PÁGINA 39 lkscnhu.. 1992.1 Sul. Reproduzido História moderna e contemporânea. lt. reforçar a aliança com os paises de governo negro que cercam a do.:Cann de Mclo Erkkson(fragmento) de Mdo & PÁGINA 55 Foto: liomem de Meio & Troia desenho" 109 Davis. . qlle o desrespeitou permanentemente. Oavis. PÁGINA 63 FernandoGonsalcs..lo Bethencourt Homelll Mlran klr".]im Etiqueta pAGINA Sirnt:>ohs "desiva: 17 atual: 16 Agênd:' Opus PÁGINA 47 & Múltipl" Revista &. Ram. presiderl ra manter u. Garficld ('. Eugênio Kirsch Hugo l'rdtt.. Desenhos: Coca·Cola & Troia PÁGINA 57 Anúncio.a MIl/afda EUA (adaptado) PÁGINA 53 Quadrinhos: (. 86 Gar/idd & (. Analista organizaçõel QUildrinho: Eduardo Desenhos: Desenho autoria Foto: Homem !lomem 113 de Jl.) Corto Ma/It's('.. p.. H:ília PÁGINA AlllHlr-iO: PÁGINA 105 Agc'"<:ia 106 Homl'm 107 G!:lll<'O. A J.lIerreiro eu respiro PÁGINA 85 Si! dói (fUimdo Anúncio: PÁGINA Agênci:< 134 Almap Salles CcHtaz: Ag0nd" PÁGINA 136 __~~10/~~~~_ ano. Sl/bouetle:. PÁGINA 114 Dl'~erlh<)s: Si/bol/c/lcs. dos paises do: procurando I consolidaçã! negras da f que continu. 115 ComjJf. nllma visita a Washington em 1985..'ii/b(Jur-'t/"'--. 103 104 FlIAtuhptado) mil Walerson.:..'ptado) 'j'roia PÁGINA 49 &. Stahd Davis. 1-23 PÁGINA Desenhos: Revista pAGINA Anlin<.. PÁGINA 22 Quadrinhos: Quina. o que lhe valeu um estremecimento de relações com Moscou. Garfidd IIom"!Tl Ca/{/in. PÁGINA Cau!o~.. Cartaz. Homem de Meio & Troi" D('~enh(. Ik. Capas: c.on. 18 Quina.'nto) PÁGINA 99 &. cidade. de: PAZZINATO.arfiuld EITA (adaplado) PÁGINA 26 c Duicatllr.'pl<u]. PÁGINA (. O presidente de Moçambique tentou..lgmento) Roy Lichtcnstcin Bill WateR.) . PiLlure~ Ceholinha CarLlZ: .ara. ed.Anunciante: de moS(:a: Dcddização Agencia Emops Descnhollacapa:janv:mWijngaarden PÁGINA 70 Quadrinho: A halada PÁGINA 74 Scliar. Uma rd PÁGINA 25 EUA (adaptado) sem identificação Troia PÁGINA 65 Homem de Mclo & Troia Quadrinhos:JimDavis.o..ttmde e partes de Souza. Homem EUA (adaptado) de Mcla de Meio & Troia. tuição que I tinção do ri único e a ir: democracia i I c) no final do livro.. .- PÁGINA 41 Bolinha Foro: lkvi.llia Fot"" lksenho: Ilomelll 100 d.jo japonês Qu"drinho: (adaptado) Hevi~l:l Olímpka do Canadá Símbolos de animais: zoológico PÁGINA Quadrinhos. Reproduzido de: FARACO& MouRA.iaunl. 311.:::~. Desenho PÁGINA Veríssimo de R'Vii: e Placa: Capa..!.'nilos: PÁGINA 94 & Troia Anllll<'io: Agi"rl<ü W'/II.mdium.. Aslel'i:x Troia PÁGINA 20 Desenho: Qu"drinhos: Urasihiniól PÁGINA Hmú'('('po". Jarln'.. Sl'rgino de esportes: A.' Mt'!o & Trob PÁGINA PÁGINA com ktr:lS: Homem de Mdo Desenhos: PÁGINA PÁGINA Paulo) Anúnóo PÁGINA Quadrinhos: Cmum. p. São Paulo.. de Meio &'l'roia PÁGINA 48 C.Alceu Luiz & SENISE. como neste exemplo: PÁGINA 10 fksenito. o regime ra. . São Paulo.' Melo Des<.'io.. Moçaml doações que ZaJl da fome.28 o LIVRO: MANUAL OEPREPARAÇÃO E REVISÃ~ 2 - As imagens do lexl"-- __ . Gramática nova.r1". Troia Ar!. que era da I I PÁGINA 32 Quadrinhos: PÁGINA TItulo do Maurício 34 filme: Univer~al Capa: Fugl'nioKirsch PÁGINA 78 Título de novela: Rede Gloho Qu«drinhos: jim PÁGINA 133 Lage.UiSCl"j(('vista(. PÁGINA 46 Fl'(ml~ e Enw_\! Quadrinhos: Mariniello. PÁGINA 15 Cilmpelldiurn.EI.~()cia<. Corto Ma/lese- Agi::ncia 127 (fr. uma importante ajuda financeira para enfrentar seus problemas econômicos.':lO l)J'Z. Revista Circo(ad.fil. Troia QlIadrinh<. então. Ática. SI/houe/les. . que traball A medi! PÁGINA 28 II detenho Saga Gravura: Quadrinhos: will Eisncr. 373. Ática. AryNormanha PÁGINA 79 Anúncio: Quadrinho: PÁGINA Agência Caul"s.(. !... PÁGINA 51 Notici. 29 b) no local da própria imagem: um acordo de não-agressão com Pretória.: de Meio PÁGINA 66 De~enho Santa na capa R()~a da edição de 1')')2 EljA./Harl/:hele Homem d. 2.I riar de Moi çando constl bar o gover: Em novell aprovada u. PÁGINA 75 Erickson regime cana às do aparl sanções principais fontes i que. O.. Homl'm de Meio & Mulheres de Moçambique Anunciante.'il'co C"P.'. Agl'nciaSalles/Inter-AmClicana HOJl\em de Mdo &.ao(i{oalltoria PÁGINA 98 Anunciante (fr"glllt. Isso po' ros da Renl por Pretór' ganhando ..lriniJw. Troia I'bca lê desenho Silhml('lI('s. T3 Homem 14 S(J dá! quando de Mc10 eu I"e-l/'iro Quadrinho: PÁGINA4S ]-h. Troia PÁGINA 108 PÁGINA 21 Anúncio: Agência Homem M..: IlolDt'm s. Livro: Capa HOllwm de Meio U. EUA (adaptado).: Homem de Mc10 2 das "Terceiro mal & Troia Desenhos: PAGINA EUA (adaptado) Luís l'emando Vasques.

.0 26.9 N2 N1 Na 4. _-------.775 2.4 11.206 1.0 8.6.128 0.699 2. de A.4 22.177 l.4~1 I.609 __o.3 2.480 1.261 3.807__ ~~O8 _---..---_ . de acordo com o número de vezes que a mãe engravidou a 61.328 _'0--Rio1.. osé Jobson J São Paulo.370 1.566 1.034 422 16 13 10-12 24 15 25 7-vezes18 28 -.614 1.4 Total 100.626 __ o O (zero).473 0.. para indicar que não se dispôs do dado.12 1.1 92. p.Jovelina Paulo.151 2.34) 1'2~ _.402 Jandro 2.?_8~ 1. para exprimir arredondamento dade ou valor numérico desprezível.81(i 0.d SlInl(lS o 1..998 1.301o p.693 1.628 1.794 1.037 1.904 1.502 1.i97 ___.7 8.688 1.958 3.. O Brasil no comércio colonial. podem ser numeradas da mesma forma que estas.9 15.195 0.(traço).~.8 6.2 13. .2 0. Os quadros "são elementos copiados e não construídos estatisticamente" 1.204 1.2 325. de fração da uni- b) . p.1l C.663 PUJlllmbuco Mllranhiío Pnlllbll llrll. Convencões " As casas vazias das tabelas devem ser preenchidas com uma das seguintes convenções: a) (traço).--~----Imo 0. -.8 51. São Paulo.4 4.592 1.0 4.193 ___ 1.9_. observe as recomendações se- Numeracão " As tabelas devem ter numeração própria e independente da de outras ilustrações.337 exportação-importação o de 0.~ -.2 . c) _ .661 1.• QJzeroll~J~:snum~ri5~_s_d_esE ~z_íveis.rn 1.7 8.70.407 0.223 1.179 1.045 1.. 1980.850 0..259 7.462 0.018 1.946 0. 91: Brazil. 1 KOTA1T.0 2. TABELA 10 "----------------. Editoração científica. 1981.643 1.351 1.184 1.6 28. 1981. (reticências).081 1.411 2.3 19. para indicar que o valor do dado é nulo.8.165 1.30 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO As imagens do texto 31 .048 1.549 1._---_.246 0.362o4.309 1.5 2. Desnutrição e aprendizagem.257 1.180 1.767 1.2 15.406 1.820 2.005 1.7 20.943 2. 63.2.382 1. e .012 0. Ática. 1.".1.0 17. li A média de vezes que a mãe engravidou é de 9.792 --_.167 1.SI6 1.139 1. Esta tabela apresenta duas convenções: .607 1.Tabelas As tabelas são registros de cálculos feitos previamente e de seus respectivos resultados.063 1.880 0.2 8.14 0. 163. Não se deve confundir tabela com quadro.3 4.7 2.0 8.134 0.230.003 1.7 100.796 __0. Na preparação guintes. Ática.57._.9 31. São . Afora isso.0 23. Ivani.521 1.384 1..944 1.099 0.27 19 21 30 1% de u N1 Número de 53.900 1.0 Estimulação cognitiva Grupos TOTAL Recreação % Reproduzida de: ARRuDA.256 0. indicando valores nulos.--_-~-. .741 1.596 1.173 0.624 0.500 0.9 6.014 1. Inwces 1. Reprodl!zida de: DANTAs.914 2.561 2.186 2.374 1.600 1.145 1.1 13.066 Rahla 0.984 (1.837 1..2 0.367 0.8 0.342 2.101 0.8 17._-.680 2.1 13.1 31.340 19.4 --1. p..004 1.1 0.191 0. Notas As notas de tabelas devem ser chamadas por letras minúsculas e localizadas no rodapé da própria tabela._ --~.7 11. das tabelas.-----.750 0.972 1. Atica. TABELA B-8 Distribuição percentual da amostra.------------.496 0..8 24.

já I hll:lulI1do IHluindo incluída na Europa Ocidental. Podemos afirmar com uma margem IIlÍnima de erro que as áreas que hoje têm l"lima tropical continuarão a tê-Io daqui a l:em anos.32 ~ ~_~ __ _-º __ LIVRO: MANUAL OE PRiPARAÇÃO_E . por exemplo. localilado na América. socialismo e subdesenvolvimento.que possam indicar a continuação da tabela. 14 UNIDADE I • GEOGRAFIA POLlTICA DO MUNDO ATUAl CAPíTULO 1 • A GEOGRAFIA E Reproduzido de: V~SENTINI. Já quando se trata dos aspectos politico-econârnicos dos países. 21.setas. José William. p. se fizéssemos isso. Alemanha Alemanha Oriental Oriental. Mas isso não significa que devemos deixar de lado os estudos e as classificações da realidade social só porque ela é dinâmica e com transformações rápidas. ref. não há dúvida nenhuma de que seu território atual continuará no mesmo continente. e isso não dá margem a nenhuma dúvida.J\s imagens do texto 33 Fios Não feche com fio horizontal o pé de uma tabela que passa de uma página para outra. entretanto. as transformações que ocorrem na realidade social são mais rápidas e mais imprevisíveis que as modificações naturais. Nas linhas a seguir. ed. Ademais. É evidente que tal país pode até . E podemos também afirmar sem problemas que um pais qualquer. Atica. São Poulo. nos próxÍmos capítulos iremos aprofundar. lá pelo ano 2050 contiIIlIará a ter seu território situado no mesmo continente. todavia. um pouco esse estudo. pode acontecer lambém de um pais (como Cuba. Sociedade e espaço. fugir a essa regra básica valendo-se de recursos gráficos .REVISÃO ~ -. pois alguns de seus aspectos lembram bastante o Terceiro Mundo. contudo. mais teórica do que concreta. 1991. 14-5. " Para entender essa divisão do mundo em três partes. Isso porque a realidade natural é menos dinâmica: um dado país encontra-se na América e não na Europa. exisI em muitos outros casos de países que são difíceis de serem enquadrados perfeitamenlc apenas num desses três conjuntos ou de seu espaço fisico. Uma classificação dos paises com base em aspecli- "mundos". mesmo que o cabeçalho seja repetido na página seguinte. por exemplo . e atual. a antiga a antiga Worlddevelopment report. apesar de todas essas possibilidades (que dependem muito mais dos homens do que da natureza). Pode-se. mostrando como a real idamundo com base nas características da sociedade sempre é mais problemática do que uma compartimentação com base em elementos físicos ~ em continentes ou em climas. Seria mais fácil estudar o mundo atual a partir dos tipos de climas ou dos continentes. Como esses. temos de saber o significado das palavras capitalismo. no final teriamos dele uma visão muito pobre. 1992. o PROBLEMA DA REGIONALlZAÇÁO DO ESPAÇO MUNDIAL /Ullto: Banco Mundial. iremos estudar esses temas de maneira genérica. por exemplo) encaixar-se tanto no Segundo co1110 no Terceiro Mundo. não podemos ter tal grau de certeza: as modificações aqui podem ser radicais e ocorrer de um dia para o outro.

destinam-se à encadernação posterior em volumes. p. o livro se apresenta em fascículos ou em volumes. se com- CAPíTULO IV DOS DIREITOS poLtncos --- é importan- Unidades físicas Quanto ao seu aspecto material. 11 para os maiores te permanente.As letras ou alíneas podem ocorrer antes dos números.. como bolas. que são agrupados ções e subseções.3 . A ConstitUição de 1988 tem 315 artigos. Vinhetas e/ou entrelinhamentos maiores.Seções do texto 35 3 SECÕES # D ~~cc:ionamento na Constituição brasil~ira TO Como está organizado o texto da Constituição? o texto constitucional é organizado. ba· stcamente. 135)separados. b) os maiores de setenta anos. iniciativa popular.Cada tomo pode coincidir ou não com o volume. com valor igual para todos. Ática. mediante: III III plebiscito: referendo. sobretudo os textos de lei. etc. para identificar partes menores. têm com lo Ato das DIsposições 70 artigos). b) Livr.embora nem todas as subdivisõesestejam necessariamente presentes: a) Tomos . te notar posto artigos em títulos. § 2' Não podem alistar-se como eleitores os estrangeiros e.obrigatórios e dezoito anos. da par- caráter provisório podendo ser revogados § I' O alistamento eleitoral e o voo são: I .70.Subdivisões do tomo. em artigos. Letras ou alíneas . são de inciso e vem precedido~ e a alínea""éiJÕla a) os analfabetos. como dicionários e enciclopédias. Parágrafos.?s . Neste sistema. romano. to e é precedido de um algarismo arábico. 14. Reproduzido de: VITA. Cada artigo. c) Partes .{KJlfé pará~~incisos éúÔÍa subdivisão _ ser subo e alínea§... o incisD ou de parágrafo garismo mmúscula. travessões. São Paulo. Álvaro de. dividido em por sua veJ. nos termos da lei.A subdivisão em partes pode ocorrer antes da subdivisão em livros. durante o pe- e vem precedida de uma letra Na organização de uma obra pode-se recorrer a vários tipos de seccionamento. De resto. As obras jurídicas. seguem padrões especiais. as divisões mais comuns são as hierárquicas e as numeradas. embora algumas obras se identifiquem com formas preestabelecidas.. -Cada artigo enuncia uma regra geral sobre determinaoo ~. Seções. Subparágrafos. (No exemplo da página ao lado. Isso pode ser feito pela numeração de parágrafos ou pela chamada numeração progressiva. reproduz-se o seccionamento na Constituição em vigor. 1) Outras notações. por uma parte agrupados 245 Tran- em 9 titulos) e por uma parte transitória sitórias. Além disso. . que trazem verbetes dispostos em ordem alfabética. Divisões numeradas Há obras que necessitam de um seccionamento marcado quase exclusivamente por números. Que 'o texto constitucional permanente é (com Arl. de aJUgó'que O parágrafo contém uma facultativos para: exceção. capitulos.) As obras literárias tanto podem ter seu plano desdobrado em divisões tituladas ou não tituladas como podem não apresentar nenhum seccionamento. e. alternativa editorial de publicação de uma obra extensa em cadernos (v. Nossa Constituição. p. d~to €"'-uma tgIVé6mplemento tratado subdivisão pejo arde artlfJoalsubdivi- ou um pormenor tigo. 1989. c) os maiores de dezesseis e menores de dezoito anos. Os fascículos. Números (cardinais e/ou ordinais). cujos dispositivos e vigência sem prejuízo limitada. d) e) f) g) h) i) j) Divisões hierárquicas Capítulos. A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto. um trecho se subordina a outro dando a organicidade da obra por meio do seguinte seccionamento .

..3. 2. 2.12. 1.mácia ~ 1 j I L quaternária qumana As seções primárias equivalentes a capítulos são numeradas consecutivamente a partir de um (1.. 5.2.1. i. . os empregados que dependem dessas pessoas ou que. e assim por diante.1. ). 1.. b. Constituem seu indicativo: o indicativo da seção secundária e o número de seqüência desta nova subdivisão (1. Indicativo u~. O conjunto numérico resultante da combinação desses numerais é chamado de indicativo da seção. . a primeira subdivisão do capítulo.n.3. que geralmente equivale ao capítulo.. 2.n. 2. .1. A leitura dos indicativos é feita da seguinte forma: 1.1. em suma.n.n. . os notários.. os erários e os empregados que tiram vantagem das operações ora m cionadas. todas as pessoas que direta u indiretamente se utilizam da especulação e que.1.1. à seção secundária. 1.1. atribuamos o nome de especuladores às pessoas da categoria (S). 1. ). ou ao menos pouco variáveis. Recorre-se a letras e algarisllIos r()Jnanos para as subdivisões.. quando houver.n.5. os aposentados. Ática.. 1. finalmente: Reproduzido de: RODRIGUES. Em tal categoria estarão.1.1.5 -+ dois doze cinco. ou que a empregaram em pensões vitalícias.1. . 1. O primeiro numeral do indicativo se refere à seção primária. 2. que a depositaram nas caixas de poupança.e. . e que.n.1.1 -+ um um.2. Pareto.e.. portanto. .1.3.1. 1.5. com os stria e ao comércio. grosso modo. a) Caracterizar as alíneas.1. os operários..:é.1.n. os possuidores de casas e de terras onde não haja lugar para a especulação. se houver.3. i. ..~ co~/~. os advogados.2. 2.~-~~ governo. reunamos assim todas as pessoas que nem direta nem indiretamente se beneficiem com a especulação e que possuam rendimentos fixos. de qualquer modo.. ou outros títulos similares com renda fixa. .2. Coloquemos juntas.1. nos bancos. 2. ~_~spensando~_in_dicaçã~d.3.2. .t~. de diversos modos.1 Seções secundária ~ . Albertino. 2235...1. as pessoas cujos rendimentos são fixos ou quase fixos.c>~úmeroda página.1. 1.4. 3.5.2.. As terciárias resultam da divisão das secundárias. Comesse_tieo ~numerClsã~_a!remissões ao própri() texto tornam-se fáceis.. . a divisão maior. As seções quaternárias: 1. por letras minúsculas (a. ~ terClana { pc.'~. Podemos repetir. 1. mais de simples que obredeos possuidores ou menos o pou- da seção { 3. c.1. ) seguidas de parênteses.5. 109.2.2.'p.. 3.n. que chamaremos (R).1. ou quase fixos. . 1. os engenheiros..:. Consiste na identificação das seções por numerais colocados um ao lado do outro e separados por ponto.1.1.. São Paulo. não dependem de especuladores. As seções quinárias: 1.1. os simples possuidores de poupança..2. 2. 7.n.1. obrigações de sociedades.isto é. José org. os camponeses. pouco dependem das engenhosas combinações que podem ser imaginadas. O segundo.Seções do texto LIVRO: MANUAl 111 I'IIII'AIIAÇÁO E REVI~ 37 Numeração de parágrafos Numeração progressiva Cada parágrafo sucessivo recebe um número Ilatural a partir de um (1. 7..n. Constituem seu indicativo: o indicativo da seção primária e o número de seqüência da segunda subdivisão (1..1. 2.2.1. n). 1. f em crescer os rendimentos valendo-se engenhosamente das circunstA cias.2.1.3.. aqueles que possuem como rendimentos títulos de Direito público. 1.3. e de rentistas às pessoas da categoria (R).1. ).n. .2.1. .. para esta~ (§ 2231) 6~ias dissemos anteriormen pessoas. Enfim. 1984. p.3 . As secundárias resultam da divisão das seções primárias. Coloquemos em outra categoria.5. Com o único intento de abandonar o incômodo uso de simples letras do alfabeto.2.1. Recomenda-se. Reunamos todas as pessoas que dependem dest .

apenas a primeira palavra com inicial maiúscula . e assim por diante. é conveniente: Pá9. Não é necessário separá-Io do título ou do texto por qualquer sinal de pontuação.1 Estrutura do documento 4. 3) Alinhar à margem esquerda os títulos e subtítulos precedidos de numeração progressiva. E: 1) Convencionar um código de cores para marcação dos títulos e subtítulos. Ática. basta o espaço. Este sumário diretor facilita desenvolver o assunto sob uma linha de conduta perfeita das fases da pesquisa. c) Destacar o indicativo (em negrito ou itálico). Na preparação dos títulos. os tópicos principais a serem abordados e discutidos no texto. Com a cor x. Veja como fica isso na página reproduzida como exemplo de numeração progressIva. todos os títulos de mesma cor serão compostos com o mesmo tipo e corpo. com a cor y. Este procedimento é válido para a preparação feita em papel. Apesar desse primeiro esboço ter certa coerência. 4 ROTEIRO DO TRABALHO o roteiro de um trabalho científico. convencendo. pode-se valer de tipos e corpos diferentes para estabelecer a hierarquia. São Paulo. seja artigo ou monografia. tanto quanto possível. marcam-se todos os títulos de peso 1 (o título principal).--------'"---'"'KOTAIT.E\iISÃO 3 . ele é passível de correção em qualquer das etapas.R. 35. em vídeo.38 o LIVRO: MANU~~Il~PARAÇÃO_E . GARCIA (1978). s\)gere-se a seguinte disposição: a) Elementos preliminares aa) capas ab) folha ou página de rosto ac) dedicatória e/ou agradecimentos ad) listas de ilustrações ae) sumário b) Elementos do texto ba) introdução bb) discussão do assunto bc) conclusão/recomendações c) Elementos pós-liminares ca) anexos e/ou apêndices cb) referências bibliográficas cc) índices -.ina que apresenta numeração progressiva. também. Atribuem-se a elas pesos hierárquicos específicos. por exemplo. deve indicar metódica e detalhadamente. Uma descrição técnica deve esclarecer. 2) Não usar ponto no final dos títulos e subtítulos. todos os títulos de peso 2.e em negrito. Com isso. Reproduzido de: 1981. Neste caso. 4. saber-se a quem é dirigido o documento. . enquanto a obra literária deve impressionar. ou seja. agradando.1. pois. basta colocar os títulos das seções primárias (capítulos) com todas as letras em maiúsculas e em negrito e todos os subtítulos (títulos das demais seções) em minúsculas .1 Nas monografias e teses. fazendo-o preceder o título ou a primeira palavra do texto (quando a seção não tiver título). importante. Ivani. a direção que o autor seguiu. p. Editoração científica.Seções do texto 39 b) Alinhar o indicativo à margem esquerda.

"sou eu mesmo".sentenciou o pai. de rabo curto. Um homem e tanto: "Ah! o senhor é o cantador Dioclécio?" "Sim. observe as normalizações abaixo. (José Lins do Rego. a personagem é que fala e o travessão inicial caracteriza o discurso direto. porém..O homem queria que eu fosse naquele dia para uma cantata na casa dele.) o discurso Emprego das aspas Usam-se as aspas: 1) Para realçar a fala a que não se segue uma réplica: Foi lá. Quando.Esse vai ser ministro . . .. não sabia que chamava tuim.) No exemplo anterior. responder e sinônimos). [. disse ao dono da casa: "se não prenderam o meu tuim então por que comprou gaiola hoje?" O homem acabou confessando que tinha aparecido um periquitinho verde sim. ] Era um homem de respeito. Autores há que. no mesmo parágrafo e no final da oração do verbo diou continuação dele. minha senhora. senhor". cendi.Aqui é o ladrão. chorando. habilmente.. ocorrer novo enunciado - Se. É 2) Para assinalar um discurso direto dentro de outro discurso direto: . senhor descobriu o meu número? (Paulo Mendes Campos. com o Manuel Bacurau. Começou a subir. . assinalado na escrita com aspas.. sem a presença do narrado r para identificar suas falas. O uso das aspas fica restrito aos casos apontados adiante. Quando reproduz em seguida o seu diálogo com um segundo falante. o narrador anuncia o falante." Disse ao homem que não cantava desafio . logo que o garoto nasceu.. no exemplo.Mas como o . ele o faz utilizando os verbos dicendi (dizer. acrescentase mais um trav~ssão antes de retomar a fala da personagem: Eu não disse? . que se interpõe na fala da personagem.a oração que contém o verbo dicendi -.) Uma questão de estilo direto. Note que. também deve ser destacada por travessão: FORMAS DO URSO .) o discurso Emprego do travessão direto Destaca-se com travessão a fala do discurso direto - re- produção ao pé da letra das palavras de alguém. No caso do discurso direto.festejou o pai. respondi.. "Pois vamos ter um desafio. que visam principalmente à clareza do enunciado. ela o faz também por discurso direto.) a senhora de quem roubaram a bolsa ontem? - Sim. (Idem. combinam essas estruturas. de barba grande. (Rubem Braga. as duas personagens se expressam livremente. o indireto e o indireto livre são estruturas narrativas que só têm a ver com a maneira de o autor caracterizar e apresentar suas personagens. É desnecessário marcar com aspas aquilo que foi destacado por travessão. É uma questão de estilo. perguntar. (Carlos Drummond de Andrade.4 - Formas do discurso 41 Essa declaração do narrador .

a oração intercalada com o verbo dicendi fica fora das aspas.. .Mas venha cá. doutor. murmurou Eugênio.Ora essa! Indústria .42 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 4 Formas do discurso 43 MPORTANTE Nos casos de discurso direto assinalado com aspas.Feio? . fazer a nossa casa lá.) .. sorrindo um sorriso de agradecimento.Menino ... (Idem.) .v .Já vou! Com licença.. tinha comido e bebido demais. ele interrompe a fala da personagem para acrescentar uma ação ou uma circunstância qualquer. se compararmos os seguintes exemplos com os anteriores .Deixaste comigo a melhor das recordações naquela nossa última noite. No primeiro caso.Você já reparou numa aranha fazendo teia? Uma teia de aranha é uma renda. sem identificar o falante.Que revolução estúpida! sei como há gente .. Podemos (Fernanda Lopes de Almeida.Mordeu o charuto com raiva.) . (Érico Veríssimo.Estendeu-lhe a mão. No segundo.. . (José Lins do Rego.. . terra da gente viver é lá (José Lins do Rego. doutor .) .acho que esse Tamanduá medo aos bobos. nome do outro.Ela sorriu.) Não haverá pontuação alguma se obviamente a interrup<.. dizia Maximina.) (Érico Veríssimo.) A pontuação Observe nos exemplos abaixo a pontuação em estruturas narrativas com verbos dicendi intercalados: .Sozinha? .Indústria! Estava pesado. (Idem. depois do terceiro travessão do período: .. não encontrava argumentos...Sei de uma gruta muito boa .disse Soprinho..compare também o emprego de maiúsculas no início das orações intercaladas: ..Estou pra entregar uma roupa a um freguês .) A estrutura narrativa com verbo dicendi não deve ser confundida com uma outra estrutura semelhante. doutor. (Fernanda só mete Lopes de Almeida.Venha cá .Indústria! .perguntou Soprinho.reforçou Ângelo. intercalando a oração do verbo dicendi.) . . Eu não Se a oração do verbo dicendi for intercalada numa pausa que exija vírgula. para as bandas do sul.disse Helena . Agora sei que o senhor é meu amigo.Obrigada. esta será colocada sempre no final da oração intercalada.dizia-lhe Dioclécio -.. (Idem.Pois eu . entre vírgulas: "Assim". .Vou receber aí uns 85 mil réis e então . .. A diferença entre essas estruturas pode ser mais facilmente percebida.) .. Não lhe ocorreu o (Idem.) . (Idem. o narrador geralmente anuncia o falante. . "não há cristão que agüente".:ào fala se fizer num momento que não haja pausa: da . . . .

Mas. posto que tem sentidos".5 - Iniciais maiúsculas 45 5 INICIAIS MAIÚSCULAS Desafio que haja alguém que saiba empregar as maiúsculas.. I :<!i b) Cognomes: . Oriente Médio. quando a pontuação o permite: "Muito bom dia. que a natureza dotou de sentidos" . As "Instruções para a organização do vocabulário ortográfico da língua portuguesa" . a Dama de Ferro. . tb. vale do Jequitinhonha. entretanto. 3) Nos topônimos e locativos. se o nome próprio é que estiver no lugar de nome comum.) Há poetas. como fez o alemão.. ANTÔNIO HOUAISS. trópico de Capricórnio. p. / Sabe dizer se é possível/algum trabalho encontrar?" (JoãoCabral de Meio Neto. península Ibérica. Rui Barbosa. Norte (designando regiões e não o ponto cardeal). Pedro. senhora. / que nessa janela está. vejo apenas uma máquina engenhosa. lulu. emprega-se a minúscula: Rousseau afirmou que "todo animal tem idéias. deve-se escrevê-Io com minúscula (v. Ei-Ios: 2) Nos nomes de pessoas. os Médicis. a cidade de Ouro Preto. c) Citação direta: Disse Rousseau: "Em todo animal. tomando o nome comum: A Águia de Haia. a) Período: Todos os acontecimentos . Zona da Mata. que regulamentaram o assunto. Tristão de Ataíde. o substantivo com minúscula: que designa a espécie é escrito A serra do Mar.) Nas locuções. Centro-Oeste. " (Manuel Bandeira. f) Nomes dinásticos: Os Braganças. próprios e comuns. é que é preciso estabelecer alguns parâmetros para atenuar a disparidade de critérios. 52): Um nero (= um homem cruel). com inicial maiúscula. o Grande. b) Verso: "Estou farto do lirismo comedido / Do lirismo bem comportado . Emprego da maiúscula Emprega-se a letra inicial maiúscula principalmente: e) Pseudônimos: Marques Rebelo. que utilizam a letra minúscula no início do verso. Ricardo Coração de leão. 1) No começo de períodos. dão hoje mostras de obsolescência. Emprega-se a letra inicial maiúscula nos topônimos e nos nomes de regiões em geral: Campinas. escrevendo todos os substantivos. Por isso. Sete-Dedos. e apesar do desafio lançado por Houaiss. Se a citação for feita por uma locução que se integra à frase sem o recurso de dois-pontos. "~ c) Alcunhas e hipocorísticos (nomes familiares carinhosos): d) Antonomásticos (nomes comuns no lugar de nomes próprios ou vice-versa). A língua portuguesa não encontrou ainda uma fórmula para resolver definitivamente a dificuldade no emprego das maiúsculas.. versos e citações diretas. a) Nomes e sobrenomes: Euclides da Cunha.. rua Direita.

beta do Escorpião. Maria Januária 19. a cidade (mas: cabo Frio.Os astrônimos são escritos com inicial maiúscula: árion. Ministério da Economia. Em contextos isolados.. Mas: a Terra gira em torno do Sol. Escrevem-se com letras minúsculas os termos que se juntam aos topônimos para delimitá-los no tempo e no espaço: O alto Nilo. o eclipse da Lua. Editora Ática. sol e lua ao trazerem conotações que não permitam dizer que esses nomes sejam nomes próprios (o que não acontece na linguagem científica nem na referência específica ao nome do astro): ao nascer do sol. o designativo referido acima deve ser grafado sempre com inicial maiúscula: f I Entretanto não se usa a maiúscula nas designações do grego que acompanham os astrônimos: alfa do Cruzeiro do Sul. a água cobre três quartos da terra.46 o LIVRO: OEPHEPAFl1ICÃ~ REVISÃO 5 - Iniciais maiúsculas 47 Note-se. Mas. Planalto . Rússia Emprega-se ainda a inicial maiúscula nos seguintes intitulativos: 1) Instituições e entidades culturais. Presidência da República. quadros. lua cheia. acidente geográfico). 1990. p. se fizerem parte do nome oficial (ou consagrado). antigo Egito. porém. Partido dos Trabalhadores. planetas) . o sol propicia a vida na terra. São Paulo. a distância do Sol. Brasil colonial. Trypanosoma eruzi. a idade da Terra. História antiga e medieval. se integrar o nome oficial do topônimo. a luz da lua. Exército. européia. África setentrional. Senado Federal. Cabo Verde. acidente geográfico). 39. esses adjuntos são escritos com letras iniciais maiúsculas: África Equatorial Francesa. a chegada do homem à Lua. militares. Saara Ocidental. a Cidade do Cabo. Vilela. Central. etc. políticas e profissionais e empresas: Escola de Comunicações e Artes. Também não se escrevem com maiúsculas os vocábulos terra. Outros casos de emprego da maiúscula Reproduzido de: SANTOS. como mapas. as luas de Júpiter. a ilha (mas: cabo Verde. 5) Na classificação científica . o substantivo designativo da espécie deve ser escrito com maiúscula: Cabo Frio. 4) Nos astrônimos (nomes de constelações. viu a lua refletida no lago. Lua. Marte. lua nova. Baixada Santista. Aldebarã. Associação Brasileira de Imprensa. ed.O nome científico dos seres vivos é escrito com inicial maiúscula apenas no primeiro termo e toda a locução intitulativa deve ser grifada: Homo sapiens. estrelas. "a terra girava indiferente aos sofrimentos dos homens" (Antônio Houaiss). fases da lua. Ática. Sol. que.

evite grafar. Antiguidade. não se emprega a inicial maiúscula: o senado de Roma. f . Câmara (por Câmara dos Deputados). o ministério.48 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 5 - Iniciais maiúsculas 49 Convencionou-se empregar inicial maiúscula em denominações como Senado (por Senado Federal). emprega-se a maiúscula inicial na primeira palavra do título (e naquelas que o exigirem por natureza). usa-se a inicial minúscula na grafia da denominação: A sinfonia n'? 5 em dó menor. porém.Quando houver um nome dado pela tradição ou pelo próprio autor. Estado Novo. é dispensável o uso de outros destaques gráficos. grifando-se todo o nome da obra: Os guerreiros. EI Niiío. o foguete espacial Challenger ou o prêmio "Jabuti" (evite grifo ou aspas). 8) Música a) Faixa de um disco . "Garota de Ipanema". 9) Filmes. quando personificados mo entidades: ou valorizados co- A Cigarra. 45 e 60 encontra-se explicação sobre o uso de maiúsculas em designativos de espécie e em termos individualizantes). como no item 6. I I I!l t Há obras que não possuem título e são conhecidas apenas por uma denominação que pode indicar uma ordem de classificação qualquer ou uma característica técnica. O grito do Ipiranga. gilete (do nome comercial e antropônimo Gillette). etc. grifando-se o nome todo: O pagador de promessa.Emprega-se a maiúscula na primeira palavra (e naquelas cuja natureza o exigir). O arquiteto e o imperador da Assíria. o diamante Cruzeiro do Sul. Jornal nacional. Ocorrendo. alegria". dispensam-se as aspas. 7) Escultura e pintura . 5) Coisas e eventos nomeados individualmente: A locomotiva Baronesa. "' li' -il. Revolução Industrial. obviamente eles são escritos com inicial minúscula e se sujeitam às mesmas regras ortográficas estabelecidas para os nomes comuns: maisena (do nome comercial Maizena). Nova República. sentido figurado é de rigor o emprego de minúscula: Vive-se naquela região em plena idade média. usa-se a maiúscula na primeira palavra (e naquelas que exigirem o emprego de maiúscula). 4) Nomes comuns. Legislativo (por Poder Legislativo). Assim. entretanto. b) Disco no todo . XXIIICongresso de Cardiologia. Idade Média. grifando-se todo o nome do disco: O disco Compositores brasileiros em solo de piano foi premiado. Neste caso. o uso corrente transforma esses nomes em substantivos comuns.~ -I I f 1 ª Quando. 3) Festividades CIOnaiS: ou comemorações cívicas. Supremo (por Supremo Tribunal Federal). . o partido (mesmo referindo-se ao Ministério X e ao Partido Y). Hégira.Escrevem-se os nomes de produtos industriais e de marcas em geral com inicial maiúscula (veja também o comentário do item anterior): Os temperos Arisco. O fino· da bossa. o Ódio. religiosas e tradiDia do Trabalho. Sete de Setembro. I I . se a palavra assumir o valor de substantivo comum. Seiscentos (o século XVII).No texto. colocando o nome entre aspas: "Alegria. e~petáculos teatrais e programas de televisão . a Razão. Natal. Carnaval. Renascença. a não ser o da maiúscula (nas p. o Cadillae.Emprega-se a maiúscula na primeira palavra (e naquelas que requererem este emprego por natureza). i I I f Na referência isolada que contenha todos os dados técnicos de identificação da obra. a Formiga. 6) Produtos industriais e marcas em geral . Mas é óbvio que. por exemplo. Tanto neste caso. a seguir. pois o uso da inicial maiúscula por si já é realce suficiente para valorizar o conteúdo semântico que se quer. Constituinte (por Assembléia Constituinte). o exército de Aníbal. 2) Períodos e acontecimentos históricos: Paleozóico.

a capital ou sede de um império colonial. padre. o advento da . Império. mas trono. como o lugar em que se assenta um soberano. golpe de Estado. dignitários. protestantes. general. seu. 4) Nos nomes de doutrinas. barroco. professor. o poder central: Os estados da União. Mal. Opõe-se a corte. 2) Nas fórmulas de tratamento: você. c) Estado. realismo. a grande cidade. de fiéis: e) Metrópole. santo. João VI. como topônimos. seja a palavra realçada pela maiúscula. como instituição ou comunidade O papel da Igreja. correntes e escolas de pensamento e religiões: posit'ivismo. equivalendo à palavra Brasil ou designando o período histórico: A exploração do pau-brasil na Colônia. matemática.República. Castelo Branco. a cidade de Presidente Prudente. Teresa Cristina. etc. Mas não se escreve com maiúscula quando se tratar da divisão territorial de certos países: o Brasil tem 26 estados. senhor. dom. Zerbini. para demonstrar reverência. marxismo. Vossa Alteza. ciências ou disciplinas: pintura. colocadas junto ao nome próprio. Reinado e República. comendador. tomadas em acepção especial: a) Colônia. exprimir altos conceitos religiosos.: a ilha de Santa Helena. este tipo de abreviatura pode ser escrito com inicial maiúscula: a imperatriz D. papa. Dr. g) União. . proL Celso. dona. Assim também: terceiro estado (o povo. romantismo.10) Livros. políticos ou nacionalistas e outras distinções.marquês. direito. doutor. 6 I N I C I A I SM IN •• ~ . Mas. física. Quando constituírem abreviaturas. como a reunião dos estados federativos. 11) Palavras com acepção especial . 90 e mais especificamente nas p. 3) Nos nomes que designam artes. frei. Mas: Vossa Senhoria. Escrevem-se também com inicial maiúscula os designativos de cargos e títulos que se integram ao nome próprio para formar novos intitulativos. profissionais. referindo-se ao conjunto de poderes políticos de uma nação ou à nação politicamente organizada: Um Estado totalitário. modernismo. presidente. o Hospital São Camilo. desembargador. os cargos e títulos serão escritos também com minúsculas: o rei d. a partir da p. d) Igreja. b) Corte. música. em relação ao clero e à nobreza. Gaspar. para racionalizar o assunto. santo Antônio. catolicismo.Por demandar tratamento mais minucioso. são. a Igreja anglicana.frei Vicente do Salvador. é recomendável empregar a inicial minúscula: 1) Nos cargos e títulos (nobiliárquicos. Opcionalmente. em oposição a metrópole. referindo-se ao governo de um país monárquico. instituições. f) Trono. a crise do Império. como instituição. escrevemse com inicial maiúscula as seguintes palavras. 5) Nos nomes de grupos ou movimentos políticos e religiosos: jacobinos. fr. ministro. os outros dois estados). este item será visto adiante. consideração ou respeito. eclesiásticos e hagionímicos) . o largo General Osório. história. a residência de um monarca ou as pessoas que o cercam. 109-11. Sua Excelência.•••U••• • •_••• • use IU_" U LA S = Nada impede que. etc.Entre outras. jornais e revistas . dom Pedro 11. estadomaior (quando não se referir especificamente à entidade das forças armadas). o presidente da República. etc.: O visconde de Cairu.

excetuando "a abreviatura da unidade da federação". 9) Nos nomes de documentos oficiais: lei. (Sobre isso. banana-são-tomé. um topônimo. portaria. os nomes dos meses são escritos com maiúsculas: avenida 23 de Maio.. em 1926. todavia. 10) Nos nomes de povos e etnias: baianos. joão-ninguém. um intitulativo. terça-feira. etc. as plantações de café no Oeste paulista. 77): ampere. Lei Afonso Arinos. p. 1 7 NOMES PRÓPRIOS O nome com que se designa' 'um antropônimo. Mas. 13) Em antropônimos que dão nome a unidades de medidas (v. 12) Em certos antropônimos históricos ou literários empregados apenas em sentido metafórico (v. etc. "Preparação de originais". etc. entre outras normas. A conferência. dias da semana e estações do ano: janeiro. inverno. p. que "não serão usadas abreviaturas nos nomes geográficos". um astrônimo (se astrônimo já não é um topônimo). etc. sendo portugueses ou aportuguesados. tratará exclusivamente dos nomes de pessoas e de lugares como nomes próprios. 11) Nos nomes compostos em que ocorra forma onomástica constituindo unidade semântica (ligada por hífen): águade-colônia. inciso. são vistos apenas por este prisma no capítulo 5. alínea. Mas: Estado (com maiúscula). bem como nas suas subdivisões: capítulo. 120). quando indicarem direções ou limites geográficos: apontar para o norte. Os demais. "os Bororo" por "os bororós" ou "os bororos" . pataxós. pelo Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. um axiônimo"l. 1976. tartufo. Mas. p. Porto Alegre. parágrafo. títulos e marcas que se achem inscritos em registro público. Poderá também ser mantida a grafia original de quaisquer firmas. 8) Nos nomes dos pontos cardeais. citando Antenor Nascentes. deve-se escrevê-Io com letras maiúsculas: Lei de Imprensa. tb. 60. patrocinada no Rio de Janeiro. calcanhar-deaquiles. pode-se usar a maiúscula (sem flexão de plural) em casos especializados como: "os Mawé" em lugar de "os maués". referindo-se ao poder político de uma nação ou à nação politicamente organizada. • Para salvaguardar direitos individuais. por não oferecerem outras dificuldades além do emprego das maiúsculas. caxias. 55. são escritos com maiúscula: a região Sudeste. p. Quando ao nome do documento não segue um número (lei n? 5 765). designando regiões. 45): anfitrião. As "Instruções para a organização do vocabulário ortográfico da língua portuguesa" assim recomendam o tratamento do assunto: • Os nomes próprios personativos. e quando não têm formas vernáculas.. dom-quixote.) É o que nos informa Celso Pedro Luft (Novo guia ortográfico. Houaiss. cit. Excepcionalmente. 2 . limitar-se ao sul. p. intitulando logradouros públicos. estado. kelvin. artigo. município. transcrevem-se consoante as normas estatuídas pela Conferência de Geografia de 1926 que não contrariarem os princípios estabelecidos nestas lnstruções2. judas. mecenas. newton. Este capítulo. gregos. Fahrenheit e Réaumur. é um nome próprio.. sósia.52 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 6) Nos nomes dos meses. locativos e de qualquer natureza. quem o quiser manterá em sua assinatura a forma consuetudinária. watt. estão sujeitos às mesmas regras estabelecidas para os nomes comuns. Com exceção de graus Celsius. pau-brasil. estabeleceu. v. • Os topônimos de origem estrangeira devem ser usados com as formas vernáculas de uso vulgar. e desde que sistematicamente na mesma obra. tb. emenda. mas um nome. bantos. alvará. que se identifica na escrita pela letra inicial maiúscula. Globo. 7) Nos nomes de divisões político-administrativas: província. sociedades.

Os compostos e derivados desses topônimos obedecerão às normas gerais do vocabulário comum. . Instituto Nacional do Livro. etc. excetuando os casos do próximo item. Sirva de exemplo o topônimo "Bahia". 4) Nomes que ainda não assumiram forma portuguesa de aceitação geral . ignorância do escrivão ou capricho pessoal: Antonio Candido. Isso pode ser feito de duas formas: por transliteração ou por transcrição. Qorpo-Santo. segundo a correspondência de sons que devem representar. Nova Fronteira! . 213. Augusto (ou Auguste) Comte. Lixto. no caso) possui todas as letras para representar os sons da língua-fonte..55 • Os topônimos de tradição histórica secular não sofrem alteração alguma na sua grafia. nomes esses marcadamente ingleses. Nomes estrangeiros 1) Nomes em línguas que adotam o alfabeto latino . entretanto. Então os estudiosos se valem de diacríticos (sinais auxiliares que dão som especial à letra :. Mas há casos peculiares de pseudônimos ção se torna impossível: em que essa sujei- Yan (João Fernandes) de Almeida Prado. que conservará esta forma quando se aplicar em referência ao Estado e à cidade que têm esse nome. lVonnes de pessoas Norma geral Ressalvando os casos enunciados a seguir. 1986.Há línguas que não utilizam o alfabeto latino para a sua expressão escrita. K. Alphonsus de Guimaraens. Érico Veríssimo.. ajustam-se às normas vigentes: Gilberto Freire. Rachei de Queiroz.São admissíveis formas como Wilson.. Excetuam-se à regra nomes cujo aportuguesamento já é de uso corrente: Júlio Verne. Umberto Eco. procurase fazer com que caracteres do alfabeto latino correspondam a caracteres do alfabeto de origem do nome. 3) Pseudônimos e nomes peculiares . os antropônimos. objeto de transposição gráfica. caráter por caráter. Emanuel. 2) Nomes em línguas que não adotam o alfabeto latino . de acordo com o registro de certidão. estão sujeitos às mesmas regras estabelecidas para os nomes comuns". a) "A transliteração é uma forma de transposição gráfica de uma escrita para outra. 2) Pessoas falecidas .3 Mas nem sempre o alfabeto para o qual se faz a transposição (latino. etc. Posto isso.É tendência hoje da língua no Brasil não aportuguesar nem traduzir nomes próprios estrangeiros: Enrico Fermi. Os nomes que delas nos chegam são.Os nomes de pessoas falecidas. Walter. Marques Rebelo. seguem-se normas que procuram resolver as dúvidas mais freqüentes sobre o assunto. Observação. p. Rio de janeiro!Brasília. ARAÚJO. Gustavo (ou Gustave) Flaubert. Eça de Queirós. Por essa transposição. Pa rticularidades 1) Pessoas vivas .A grafia de pseudônimos se sujeita geralmente às regras ortográficas oficiais: Tristão de Ataíde. quando já esteja consagrada pelo consenso diuturno dos brasileiros. portanto.Pode-se respeitar a idiossincrasia ortográfica do nome de pessoas vivas. Jules Romains. Anatole France. Nelson. "portugueses ou aportuguesados. A construção do livro. que por isso conservam letras alheias ao português e ausência de acentuação. Mareei Proust.

quer com a interpretação da pronúncia de uma língua morta. Petit Larousse Ô com adaptação parcial: ou francês (= u). Em referência bibliográfica de rodapé. 1986. não se escrevem com caracteres latinos. respectivamente: I Por aí se vê que a tendência no Brasil é de a transcrição dos nomes se fixar por normatizações internacionais. y). Antônio Houaiss. de fim de seção ou de livro. b) "A transcrição é uma forma de transposição gráfica de uma escrita para outra de acordo quer com o conhecimento da pronúncia de uma língua viva.56 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 7 - Nomes próprios 57 ou a grupos de letras). Consultando edições correlatas de um dicionário enciclopédico . Se o nome for duplo. Bukharin - 2) Os nomes riitidamente e estrangeiros: perda do 1 Idem.francesas. Não resta muito ao preparador senão buscar uma linha de atuação junto ao editor. Bukharin. os diacríticos que modificam letras devem ser respeitados: Angstrõm. e assim por diante. onde se devem reproduzir ipsis liUeris os dados constantes no frontispício da obra compulsada. Não se flexionam. ibidem. recorrem a letras gregas ou criam símbolos especiais para transliterá-los. Assim é que na grafia deles se encontram letras estranhas ao nosso alfabeto (k. Para ilustrar melhor o assunto. Como foi dito acima. Plural Em geral. originariamente.4 Assim o caráter acima transliterado (s) poderia ser transcrito por eh para o português ou francês. uma transcrição total destes últimos nomes para o português. os Wilson. seh para o alemão. os nomes de pessoas flexionam-se em número. dígrafos como sh. preocupar-se com a coerência das grafias de acordo com o critério utilizado ou respeitar a tradição de escrita de nomes mais divulgados. 7 Pequeno dicionário enciclopédico Koogan Larousse. os Andradas. os Correias de Só. A regra deveria prevalecer para os nomes escritos em caracteres latinos. Lello. os Casimiros de Abreu. encontramos. Não há. os quais desaparecem após o caráter ser transcrito para o português (ver acima). Porto. w. como escrevemos no Brasil. os Goncourt. Nlbjgaard. portuguesa6 e brasileira7 -. Em referência p. ilustrado. mas conservando kh. cabe um parêntesis esclarecedor. illustré. Gregorio Estes diacríticos não devem ser confundidos com os utilizados na transliteração. porém: Boukharine.Neste caso. 213.por exemplo. 1979. Leos Janácek.. os Maios (lembre-se da obra de Eça de Queirós: Os Maias). os Gonçalves Dias. Quanto ao não-aportuguesamento. Dir. 3) Nomes em línguas que empregam alfabetos baseados no alfabeto latino . sh para o inglês. 1978. é tendência da língua no Brasil não aportuguesar nem traduzir nomes próprios estrangeiros. tomemos um nome russo . o nome de um autor . Por exemplo. a rigor. Rio de Janeiro. mas está se estendendo também para os nomes que. pelo menos o do Brasil. transcrição com todos os elementos do português. Larousse. apenas o primeiro termo varia: os Cíceros. Maranón. Larousse do Brasil. e assim por diante. principalmente as do inglês e do francês. final. Buearine - 1) Os nomes duplos que possuírem o s final no primeiro termo: os Álvares de Azevedo. se ou sei para o italiano. Dicionário prático bibliográfica Paris. um determinado som sem equivalente na representação escrita do alfabeto latino seria transliterado por s (letra com diacrítico) ou por (símbolo especial). .

. lh e •. que seja Gôngoracertas de a y (emconsoante "k") s seguido (com sempre som grafias) forma do texto e Góngora a forma que compareça nas fontes de referências bibliográficas de língua espanhola ou de Portugal. MPORTANTE Pais e não Paes Sílvia Luís e e não eSylvia Morais e não MoraesnãoFreyre Estela Crisóstomo não Correia não Luiz Corrêa Aluísioeee não Stela Freire não Aloísio .. As palavras derivadas de nomes estrangeiros mantêm as características originais da grafia do nome. . Quadro sinóptico de algumas regras ortográficas para os antropônimos •• ch. excetuando a terminação. littreano.. e: Especial atenção para os nomes terminados em Volta ire faz voltairiano. emÍstocles não Abraão não Victor Abrahão Neto Mateus não AthaÍde AtaÍde Matheus Melo e eenão Mello Inácio nãoeIgnácio ThemÍstocles Baptista Batista e Eliminam~se não te. shakespeariano.. mallarmeano.. Nada impede. por exemplo. .. Mallarmé. Queirós elanão Queiroz u s Novais não Maya e Manuelounão Novaes i (ouChrisóstomo es MaiaStella)qu Manoel e aI c e ·é Oséias e não Oséas . comtiano. Os nomes geográficos e locativos que correspcJndema substantivos comuns também obedecem às mesmas regras de ortografia oficial e diferem destes unicamente pelo emprego da inicial maiúscula. que deve ser portuguesa: goethiano. Mas: Littré. Nomes de lugares e afins V. Shakespeare.. NA 1'.. .58 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 7 - Nomes próprios 59 retratado pode estar grafado diferentemente da forma usada no ea z o deinicial Ocorrência de ch ae texto. taylorismo... Muniz Estênio e não Rachel não Stênio Sousa e não Moniz Raqueleenão Souza ..••. VÍtor e enão Netto T. 155 o VOCABUlARIO Norma geral ONOMÁSTlCO.•..•.

Mas é bom lembrar que cabo Frio é nome do acidente geográfico e Cabo Frio é nome da cidade. a tendência moderna . Massachusetts. que se pode acrescentar. (v. 45). . usam-se formas aportuguesadas. oceano Pacífico. vila ou povoado de qualquer categoria: São Bernardo do Campo (SP). rio Verde. o nome próprio é esse termo individualizante e. De resto. p. forma amplamente difundida. Em referência bibliográfica de rodapé. É o caso. como Antuérpia. etc. forma hoje totalmente desconhecida. com exceção da sigla da unidade da federação. num dado momento. os aportuguesamentos desaparecem. Londres. por exemplo. Nomes estrangeiros Não havendo "formas vernáculas de uso vulgar" dos topônimos de origem estrangeira. etc. Para os nomes geográficos transliterados e nomes provenientes de línguas que empregam alfabetos baseados no alfabeto latino. como Auschwitz. Em referência Abreviaturas bibliográfica Deve-se evitar o uso de abreviaturas nos nomes geográficos. entre parênteses. apenas ele deve ter a inicial maiúscula: a cidade de São Paulo. mas a moda passa. serra Geral.até por recomendação das Nações Unidas . ao nome da cidade. é só consultar o vocabulário onomástico da p. é de regra que o nome do local de publicação seja transcrito de acordo com a língua de origem da publicação: London. de fim de seção ou do livro. vale do Paraíba. são aportuguesados e usados na forma vernácula. Marechal Rondon (PR).. largo da Pólvora. que Cidade do Cabo é a capital legislativa da África do Sul. etc. Alguns topônimos. 55. pico da Neblina. onde se devem reproduzir ipsis litteris os dados constantes no frontispício da obra compulsada. aplicam-se os mesmos princípios expostos na p. Bordéus. cabo da Boa Esperança. liB 5 E R V A ç Ã O Não há por que evitar o aportuguesamento parcial de Nova York. Santa Rosa (RS). estado do Rio de Janeiro. de Oxônia (Oxford). avenida Atlântica. portanto. New York. 156. ao lado de formas não aportuguesadas. Assim. Madrid. tb. Milano.Caracterização do nome própri o Aportuguesamento Nos nomes dados por uma locução constituída de um substantivo seguido de um termo (preposicionado ou não) que o individualiza.é não aportuguesá-Ios.

porém. Instituto Nacional do Livro. 1 Elementos de bibliologia. 539 mil. quarenta. literária .. por exemplo. p. 3) Não se usa zero à esquerda de números inteiros. 1. avo do Contorno. p. seiscentos . o numeral for substantivado. se é uma obra de exatas. expressões técnicas ou científicas. mas 539 209. escreva simplesmente: 2-8-1991. b) Fólio (número de página aplicado na publicação): 1858. ou seja. 1317. b) A vírgula é dispensável como pontuação intermediária. 1967. a não ser que se trate de códigos de endereçamento postal. 66). Rio de Janeiro. 4) Ao escrever um número por extenso.sete mil. milhões. oitenta-e-oito (inseto). Mas: há 1 990 anos. O arábico deve ser usado na indicação de valores de medidas e monetários.3 milhões. prefixos telefônicos e outros números codificados. 2) A partir da classedos milhões . tb. são representados por algarismos arábicos. Se. trinta e dois. caixa postal 8656. página 1 858. o 2) As classes de um numeral separam-se com espaço fino.8 - Numerais 63 8 NUMERA 1) Não se parte um número (expresso em algarismos) no final de linha. mas 12 892 050. . o emprego do hífen é obrigatório: Vinte-e-um (jogo de cartas). dados matemáticos e estatísticos. Nas datas (v. v. emprego de algarismo arábico na grafia de um número denota concisão e exatidão. . ou ainda. "é dispensável o emprego de qualquer sinal de pontuação intermédio" 1: 2 835 132 = dois milhões oitocentos e trinta e cinco mil cento e trinta e dois. dez. 195. Décimo primeiro. mas se escrevem por extenso os numerais de zero a nove e as dezenas e centenas redondas: Dois. aí sim.Não havendo nada nas ordens da classe inferior: 73 mil. observe o seguinte: a) Não se usa o hífen quando se tratar de numeral: Grafia mista 1) Classe dos milhares . mas antes de aplicáIas na íntegra é conveniente ponderar a natureza da obra. Seguem-se algumas regras para o emprego dos numerais. mas: 1 858 páginas. noventa mil.Pode-se recorrer a dois procedimentos: a) 12 milhões e 892 mil. c) Endereçamento: CEP 04404-040. segundo Antônio Houaiss. b) 7. se não houver o algarismo correspondente à dezena. mas 73 200. quinhentos. em geral. excetuando: a) Ano: No ano de 1990. Regra geral Os números.

não haverá e entre uma classe e outra (milhares.. o numeral deve ser escrito com maiúscula). Salvo exceções a seguir. 7. ap. Mas. . Numerais substantivados Quando substantivados. mesmo aproximadas. 850 = oitocentos e cinqüenta. o Seiscentos (designando séculos . ): 5 432 594 276 = cinco bilhões quatrocentos e trinta e dois milhões quinhentos e noventa e quatro mil duzentos e setenta e seis. 23 058 = vinte e três mil e cinqüenta e oito. números em que há zero (ou zeros) completando ordens da última classe. os numerais devem ser escritos sempre com algarismos arábicos e com espaço entre o valor numérico e a unidade: 5 m. 1600). casa 4. parágrafos ou títulos de seções com algarismos.64 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 8 - Numerais 65 c) Emprega-se a conjunção e ligando apenas as ordens (centenas. 802 = oitocentos e dois. Se não for possível evitar tal construção. bilhões. procure escrever o número por extenso. Porcentagens Numerais com expressões denotam aproximação Quase cento e cinqüenta pessoas.neste caso. que Escreve-se o numeral por extenso: Mas as datas. o século XVII -. Sobre a concordância verbal 1) O verbo fica no singular se a expressão partitiva estiver no singular: Cerca de 90% do eleitorado votou. seguidosdo símbolo % (sem espaço entre o algarismo e o símbolo): 10%. se houver qualquer adjunto da porcentagem no plural. .37%. Esses 25% do salário vão para o imposto de renda. os numerais são escritos por extenso: Pintar o sete.. ou Escrevem-se com algarismos arábicos: Mas o e aparecerá em: 23 001 = vinte e três mil e um. milhões. Antes de unidades abreviadas Antes de unidades abreviadas. 800 W. dezenas. 5 600 000 = cinco milhões e seiscentos mil. MPORTANTE Evite iniciar frases. São representadas por algarismos arábicos. 32 DF. 23 400 = vinte e três mil e quatrocentos. unidades) dentro de cada classe: 892 = oitocentos e noventa e dois. o sinal correspondente a grau fica próximo à letra que representa a escala e separado do número por espaço: 90 DC. são escritas com arábicos: Por volta de 1600 (ou: c. o verbo vai para o plural: Cerca de 90% dos eleitores votaram. Depois de abreviaturas depois de substantivos Aluno n':' 1.

.. as quantias são escritas com algarismos acompanhados do respectivo símbolo: Cr$ 832.h = hora(s)... com o valor expresso pelo número: . quando ambos os elementos estão entre um e dez: Três quintos. 15h 30s. por extenso: Dois cruzeiros. 3) Faz-se a concordância com a porcentagem. São escritos com algarismos seguidos das respectivas abreviaturas das unidades de tempo . 1. perto das quatro horas. o mês por extenso e o ano em algarismos arábicos: 10 de agosto de 1990. Dois terços do livro foram lidos num instante. cinco mil marcos. 2.2. Ou tudo com algarismos arábicos em uma das seguintes formas. este fica no singular se a expressão numérica é considerada na sua totalidade: Os 40% de mulheres é pouco.. 120 mil marcos. 2) Com algarismos em todos os outros casos. Um terço dos alunos precisa estudar mais. 90% votaram. dois nonos. min = minutoes). março de 1952.30. US$ 725. dez milhões de dólares.2 g (um grama e dois decigramas) de um óxido de nitrogênio apresentam 0. decênio de 1980. inclusive as frações decimais: 3/15 (ou 135). Escrevem-se o dia em algarismos arábicos. e não só a dezena: Década de 1930. 5h 27min 15s.25 g (vinte e cinco centigramas) da substância produzem . Se a hora for aproximada.8. s = segundo(s): 7h (ou sete horas). procure evitá-Ias.5 milhão de cruzeiros foram gastos .e.1990.. Mas escreve-se por extenso a fração que não representar a idéia exata de um número: Não te contei um milésimo da história. escreve-se tudo por extenso: Às sete e meia da manhã. Frações 1) Envolvendo numerais de um a nove e as dezenas e centenas redondas. . 2) Envolvendo numerais a partir de 11. 1.56 g de nitrogênio.. 3) Se envolverem frações. escrevendo todos os algarismos do número. 32 milhões de dólares. 9h 15min.. Passe a adotar as palavras década e decênio.. i.. . se antes desta vier o verbo ou a expressão partitiva: Votaram 90% do eleitorado. Concordância A concordância verbal com número fracionário é feita segundo a leitura do número.. Apesar de expressões do tipo "anos 30" serem de uso corrente. Do eleitorado.50. desde que se opte pelo emprego sistemático de uma delas: 10-8-1990. 10/8/1990 ou 10. 0.. Grafia As frações são escritas: 1) Por extenso.66 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 8 - Numerais 67 2) Com o verbo ser. com algarismos: 15 cruzeiros.

Embora na maioria delas a divisão silábica possa se processar como no português. Nestas circunstâncias. Mas escrevem-se por extenso Primeira Guerra Mundial.. cis-pla-ti-no. papas.. os. 91. nos seguintes casos: 1) Dinastias e nomes de reis. Por isso. ac-ne. (Veja-se a indicação de eventos em referências bibliográficas à p. •. v. 111.: 11 objetivo deste capítulo não é detalhar as regras de divisão silábica do português. por não serem episódios periódicos. seminários. XX Congresso. podem ser escritos com letras minúsculas: . Existem problemas de natureza semelhante também na edição de textos de outras línguas. Segundo Reinado. as) indicativas de ordinais e usadas somente com os arábicos.. etc. des-cer. Luís XVI. imperadores. Em referências bibliográficas.): XI Bienal Internacional do Livro. excepcionalmente. que são escritos por extenso: Primeiro. principalmente. vamos às outras normas. 111). . se não ferem as regras oficiais do "Formulário ortográfico". A 19arismos romanos Empregam-se os algarismos romanos.) 4) Numeração de páginas pré-textuais (se for ocaso) e subseções de um livro. ci-sal-pi-no. entretanto. ••• DMPORTANTE A regra geral de divisão silábica do português é partir os vocábulos de acordo com a pronúncia: pneu-má-ti-co. alemão e francês.. os ordinais referentes ao número da edição são representados apenas pelo arábico seguido de ponto (v. segundo. Não se superpõem aos romanos as abreviaturas (0. IV.. 114. Com a ressalva da medida do possível. limitam em parte sua aplicação. p. Basta escrever. é oportuno não só apresentar as normas básicas do português.. Do ponto de vista tipográfico. etc. mas tratar com exclusividade da partição de palavras no final de linha. inglês. DIVISÃO llIUl • SIL I CA ••••••••• Há casos em que os ordinais são representados por algarismos romanos (veja o próximo item). século II a. O que aqui se vê são orientações abrangentes que. como também apontar os casos que dele diferem em algumas línguas mais difundidas: espanhol. que evitaria a discussão dos preceitos que regulamentam o assunto: "Não partir vocábulo na medida do possível' '1. há particularidades que têm de ser consideradas. pois os romanos colocados antes do substantivo são lidos como ordinais. sub-Io-car. nono.68 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Ordinais Escrevem-se os ordinais com algarismos arábicos seguidos da abreviatura indicativa de ordem. Antônio Houaiss. 1 su-bli-me. etc. car-ro. a.. com exceção de primeiro a décimo. su-pe-res-tru-tu-ra. 3) Eventos periódicos (congressos. por exemplo. Mas são também orientações práticas que visam evitar o erro e os fatos desagradáveis advindos da partição do vocábulo. 2) Séculos: Século XX. Elementos de biblialagia. 13':>. há uma regra fundamental. conclaves. XXXVReunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. 25':>. cit.. o dinastia. João Paulo 11.e. 2. li. p.

Entretanto. permanecem independentes da sílaba seguinte: eis-alpino. FGTS. \. 2 Subsídios para as normas de divisão silábica do espanhol. 187-. 5) Palavras e nomes estrangeiros devem ser separados de acordo com as normas da língua original. Mas. não é necessário repeti-Io na linha seguinte da composição. fer-ry. que no final de linha sejam considerados os seguintes procedimentos: 1) Não partir o vocábulo de modo que possa figurar. c1ean-ing. foot-ing. ea-iu. ou-vido. rab-bit. sub-. 1) Em geral. des-. in-alterable. cis-. Quando não se tiver conhecimento dessas normas. 3) A separação de vogais deve ser evitada no início. tell-ing. no meiO ou no fim de palavras: e-Iemento. no início ou no final de linha. Faz-se a divisão silábica do espanhol como no português. que trazem regras básicas de algumas línguas bem divulgadas entre nós. eompre-ensão. se antes de -ing houver duas consoantes. fede-ral. o preparador deve colocar o hífen no começo da linha seguinte.). 3) Nosotros a) Quando a partição coincide com o hífen já existente na palavra.70 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 9 - Divisão silábica 71 Recomenda-se. inter-. b) O hífen só deve ser repetido na composição quando se tratar de obras de língua portuguesa destinadas ao primeiro e segundo graus. apenas para facilitar a interpretação do componedor ou digitador. whip-ping. na medida do possível a partição deve coincidir com o hífen já existente na palavra: inter-/relação. de-putada. e vosoiros assim se dividem: nos-otros. . ea-rroza. Dificuldades de partição de palavras no inglês existem até para aqueles que o têm como vernáculo. 2) Em palavras compostas unidas por hífen. o qual não irá reproduzi-Io na composição. 4) Não partir siglas ou abreviaturas: Telebrás. palavra obscena ou ridícula: após-tolo. swim-ming. mas algumas normas básicas podem ser sintetizadas. a divisão pode ocorrer: Nas duas consoantes: light-ning. pau-/brasil. off-ing. etc. 2) Prefixos como ab-. quando isso ocorrer em final de linha dos originais (de qualquer espécie). des-ánimo. exercí-eio. super-. do alemão e do francês foram colhidos na obra citada de Emanuel Araújo (p. bis-. entretanto. bibliogr. b) A terminação -ing: be-ing. separa(m)-se: a) Duas consoantes iguais: bot-tom.. olho-/d' água. eô-mieo. uma medida prática é não partir os vocábulos ou consultar as páginas seguintes. do inglês.. asso-alho. Ou propriamente em -ing: dress-ing. mas é bom lembrar: 1) As letras II e rr são indivisíveis: ea-lIe. ibid. eu-rioso. in-. vos-otros. eonsei-êneia.92pas.

Mass. -cian. Tech-nik (técnica). com ela forma sílaba: Flõ-che (plano). rech-nen (calcular). Embora a divisão silábica do francês se processe de modo análogo ao do português. Truman. p. au-thor. 4) Os grupos mn e e ct podem ser divididos: am-nistier. voya-geur. porém. nestes casos. jock-ey. Mõd-chen (menina). atente. Seguido de vogal. mar-shal. metrópole). b) Os elementos das terminações -cial. ck. Ge-stalt (forma).e guinte começado com s. William. a divisão silábica do alemão é semelhante à do português. . Wissen-schaft (ciência). ma-jeur. stel-Ien (pôr). Tel-Iur (telúrio). sh e th): ar-chiteet. Ku-chen (bolo). "medida". 116) . -tial. leuch-ten (brilhar). Mass-stab (metro . st. observe o seguinte: 1) Não se separam as sílabas ligadas por x e y: exé-gese. -logy. a partição ideal do vocábulo. -sion. pê-cheur. 2) O grupo dele: ch não forma sílaba com consoante que vem depois 5) A sílaba com mudo não deve ser separada: charte. deve consistir na separação dos elementos que o formam: Arm-band-uhr (relógio de pulso). "bastão"). Nacken -+ Nak-ken (pescoço). Francês Alemão Como grande parte dos vocábulos da língua alemã é formada por composição. sec-tion. Gross-stadt (cidade grande. -cious. 3) As letras II seguidas de vogal ficam uma numa sílaba e a outra na sílaba seguinte: Kol-Iekte (colheita). exi-ger. trac-tion. Hand-buch (manual). reli-gious. th) que têm apenas um som: ma-chen (fazer). en-fance. para as seguintes particularidades: 1) Não se separam grupos de letras (ch. 3) A letra h forma sílaba com a consoante que lhe precede: me-nhir. Bahn-hof (estação). é-jeetion. mé-thode. Mücke -+ Mük-ke (mosquito). sch. mantém-se isolado o primeiro eleadvindas o elemento seo grupo ss: ss - c) Nomes de pessoas: Michael. 2) As letras terior: j e h entre vogais formam sílaba com a vogal pos- No mais. -gious. -ist. -tion: essen-tial. 4) O grupo ck converte-se em kk quando dividido: Backe -+ Bak-ke (face). 5tab. nichilisme. magi-cian. ph. -ism.72 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 9 - Divisão silábica 73 2) Não se separam: a) Duas consoantes que têm um único som (ch. 5) Na divisão de uma palavra composta que tem mento de composição terminado pelas letras da transformação do sinal f3 (v. phi-Io-sophe.

fut. c. (século).. usa-se apenas um ponto: "Às ordens de V. agron. Cio (ciência). . e não Cel.$ E SiMBOLOiS I G LA S Abreviaturas tradicionais foge à Consagrado pela tradição. (capítulos). ago. devem ser usadas as abreviaturas constantes da p.Sa. Sr." (Eça de Queirós.-q. ou fols. Com exclusão das siglas das unidades da federação (AM. e não c. sinais o ponto abreviativo de pontuação e outros O ponto abreviativo desaparece diante do ponto que marca pausa e combina com os demais sinais. no entanto. Algumas abreviações técnicas. Fabriciano. não se abreviam os nomes geográficos: São Roque. pp.: MPORTANTE 1) Quando ocorrer ponto abreviativo simultaneamente com o ponto que marca a pausa.) A abreviação só deve ocorrer quando a palavra apareça no texto com uma freqüência tal que justifique o recurso. (Suas Altezas).Sas. el (coronel). MM. (mais-que-perfeito). (Meritíssimo). indo (futuro do indicativo). faz-se o desdobramento. pela Associação Brasileira Mantêm-se nas abreviações os hifens e acentos existentes nos vocábulos abreviados: m. (páginas). o ponto vem depois da abreviatura: A breviaturás Abreviaturas Marca-se amo. o depois do ponto de seccio- (amigo). (agricultura). (agosto). TENÇÃO s: V. assim: agric. Normalmente. agrim. cio (científico) são exceções: de Normas Hifens e acentos nas abreviacões # e outras estabelecidas Técnicas. ). .. Neste caso. caps. seja coinciden- Na normalização de referências bibliográficas. i. (agrimensura).AA. b) Superlativo: DD. 2) Com colocação aleatória de elementos: btl.-perf.. 150. fls.ta (senhorita).. Entretanto os tipos superpostos devem ser evitados.Oi cel.e. 3) Com letras dobradas para indicar: a) Plural: SS. (folhas). Não se incomode V. MT. (agrário). secciona-se a palavra depois de consoante ou de encontro consonantal: agr.j(J A B R E V I A T U R A S. Minha mulher e filhos agradecem. este tipo de abreviatura regra anterior e pode se apresentar: 1) Com letras finais superpostas namento: am. RS. séc. (batalhão).el. (Digníssimo). Existindo outras palavras cuja abreviatura te. circunstanciais (abreviações) com ponto: a palavra ou locução abreviada adio (adjetivo). Roquei Coronel Fabriciano. e não S. (agronomia). Mas o plural de regra se faz com acréscimo de (Vossas Senhorias).Sa. e não am.

Exa. siglas e símbolos 77 2) Conserva-se o ponto abreviativo antes de todos os outros sinais de pontuação: " .. não se submetem às normas de abreviação vistas atrás nem ao sistema ortográfico vigente em nosso país.. com mais de três letras. Grafia As siglas devem ser escritas: 1) Com todas as letras maiúsculas: a) Quando tiverem até três letras: BB. A letra h em dígrafos Nas abreviações constituídas de letras iniciais.76 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 10 - Abreviaturas. por letras e sílabas iniciais ou por combinações arbitrárias: ABL (A. Sudam (Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia). D. " (Idem. a sigla deve aparecer entre parênteses depois do nome por extenso.) "Oh. BNDES. grama. Fahrenheit e Réaumur. kelvin. jornais. faço sinceros votos pela prosperidade dos seus empreendimentos.. Por quem é! Criado de V. Varig. atual Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico). Símbolos Os símbolos são abreviaturas fixadas por convenções quase sempre internacionais para as unidades de medidas. organizações. Exceções: EMF A. SANBRA. . Adorno. 5) De modo que se diferenciem de outras siglas já existentes: CNPq (antigo Conselho Nacional de Pesquisas. menciona-se apenas a sigla. onde também as siglas sejam relacionadas. 99). grifo ou negrito: A ABNT é uma instituição que se dedica às normatizações técnicas em geral. Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária). Se houver na obra uma lista de abreviaturas utilizadas (v. ONU.) 3) Sem pontos abreviativos: PIB. seus elementos forem pronunciados separadamente: CNBB. os elementos químicos.A. Petrobrás. Exceções: Celsius. Em seu primeiro emprego. Grafia dos nomes das unidades de medida 1) Escrevem-se os nomes das unidades com letras minúsculas. partidos políticos. senhor doutor.). instituições. A partir da segunda ocorrência. departamentos.:ademia Brasileira de Letras). Exceção: S. 4) No mesmo corpo do texto e sem destaques de aspas. USP. V. revistas. Unesco.. os pontos cardeais. (Charles) S. farad. mesmo quando correspondem a nomes de pessoas: metro. Th.Exa . doutor de/em filosofia). 2) Com inicial maiúscula quando tiverem mais de três letras pronunciáveis como palavra: Cemig. é dispensável dar o significado no texto.!" (Eça de Queirós. Ph. mantém-se o h ao lado da consoante que com ele forma dígrafo (duas letras com um único som): Ch. (Sociedade Anônima). Por conseguinte. UnB (Universidade de Brasília). PSDB. p. etc.. Emprego Siglas As siglas podem ser formadas por letras iniciais do intitulativo (livros. (Philosophiae Doctor.. newton. Peirce. (Theodor) W. b) Quando.

decibéis). quando reduzidos. 3. 4) Não se intercala o símbolo entre a parte inteira e a decimal de um número.e. observe estas normas básicas: 1) A citação deve ser exata. Os seus nomes. por exemplo.) b) A citação deve ser atualizada de acordo com o sistema ortográfico vigente. 5 t. Mas os nomes terminados em 5. o símbolo se refere sempre à parte inteira: 12. são expressos por abreviações.não está sendo objeto de normatização. a transcrição literal de um texto. comumente também chamada de citação. Não há símbolos convencionados para as medidas antigas. 2) Os símbolos não têm plural: 1 m.t'" 78 'r o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO :~ I1 . de regra. b) Os prefixos gregos mega (M). GeV (gigaelétron-volt). p. . As interpolações feitas na citação ficam fora das aspas: "Quando o livro impresso se tornou realidade irreversível". A menção das fontes utilizadas. Postas as ressalvas. c) Os dos elementos químicos: Au (ouro). excetuando aquelas de caracteres não latinos. 3) Não se coloca ponto nos símbolos. a seguir). . W (watt). S (sul). O (oxigênio).3 hl. Portanto a citação indireta . A fidedignidade à fonte é da competência exclusiva do autor. i. giga (G). Também dispensam as aspas as citações que ultrapassarem cinco linhas do original (v. excetuando os textos de valor histórico ou aqueles cujos escritos originais se destinam a apreciação. item 6. 11 CITACÕES ~ As normas a seguir têm sempre em vista a citação direta. como. E ou L (leste).reprodução de idéias sem registro textual das próprias palavras do autor citado .5 kg. será tratada mais adiante como referência bibliográfica (v. marcadas com ponto abreviativo: lég. Á (angstrom). é claro. 2) A citação deve vir entre aspas. 90). exa (E): MHz (megahertz). excetuando: a) Aqueles que se originam do nome de pessoas: A (ampere). etc. SW ou SO (sudoeste). iux.I . (arroba). siemens. pascals. arr. W ou O (oeste) e os demais que deles provêm . I 2) o plural de dos nomes das unidades é indicado pelo acréscimo ohms. as transcrições de palavras ou trechos em grego.NE (nordeste). a seguir. que estejam no final de um período: 4 cm3. item 10. peta (P). kW (quilowatt). tera (T). decibels (ou. uma velocidade de 100 km/h. são escritos com letras minúsculas. (Cf. (légua). excepcionalmente. hertz. Colocado no final do número. textual e devidamente identificada. e z não admitem flexão: I I Grafió dos símbolos 1) Os símbolos. a) Os erros tipográficos evidentes devem ser corrigidos. diz Emanuel Araújo. BSERVAÇÕES 5: quilogramas. x . d) Os dos pontos cardeais: N (norte). 10 m. "a arte da ilustração teve de acompanhar a profunda transformação suscitada por esse novo suporte da escrita". a não ser..

'Ilil.". p. de tal maneira que concebe a sociedade sem classes como uma negação universal das sociedades de classes e viceversa. meu Deus. Ele para "O termo 'negação'. O momento é o da exacerbação da guerra fria Reproduzido de: CERVO. p.. pode-se dizer. privilégio de homens livres. na gestão de JK. por exemplo) está assim mesmo no original: o lecimento da economia. utópica.. à solução maneira alguns investimentos báSICOS. na interpretaçã~~~[1ça '~--ssee social qualitativa. estabelece suas próprias fundações. do forneCimento e distribuição de energia elétrica. São Poulo.". ' a trans f ormaçao sOClalsta.. o fortalecimento da segurança interna dos países do continente e a cooperação econômica de emergência". reducionista vista. supõe-se que a transição de sociedades sem classes sociedades de classes e a transformação de sociedades de classes em que se dá em um nível mais alto do desenvolvimento de todos os problemas humanos e sociais. mas eram parte integran da economia de emergência. da alimentação e dos combustíveis [. O mesmo não ocorreu.r. tanto pela desgastes e destorç es [sic] d período de anormalidade. I Um cachorro vai devagar.. mantendo espaçamentos normais antes e depois das barras: "Casas entre bananeiras I mulheres entre laranjeiras I pomar amor cantar. Alec. supon do reso I. esquematiza e extrapola as numerosas diferenças possíveis ou reais entre vários tipos de sociedade. secundada por outras naçôes do hemisfério.a t9. [os sapatos] indicariam. 6) Usa-se o termo sic entre colchetes para esclarecer que aquilo que se transcreve (um erro. que invade toda a sociologia de Marx e que. Ela leva a uma representação simplificada de dois tipos de sociedades. Com efeito..-. Esta idéia básica generaliza. mais exatamente. inicialmente. As manifestações de uma dialética antitética são numerosas nas análises de Marx. certa dignidade e ascendência. A ilusão de que a supressão das formas sociais antirepresenta o objetivo principal da mudança social não tende a acelerar o Reproduzido de: NOVE. era "de que os problemas de robustecimento da estrutura econômica desses países [menos desenvolvidos] não eram problemas suscetíveis de serem relegados a um período de normalidade internacional. em conjuntura não muito diversa. A economia do socialismo possível. é./a . tornou-se necessário incluir na citação o sujeito das orações. sob muitos aspectos. ] ta~ém desvia a atenção da complexidade real da mu dança sOCla. 1989. mais tarde." (Sérgio Buarque de Holanda. no econômico.) 4) Indicam-se com reticências entre colchetes pressões de texto na citação: em termos escreve da aUtOnomia relativa das [\J - as su- Pelo exemplo. sem dúvida alguma. de qualquer modo. 254.. O caráterdialética negatido conceito de neg. Áfica.eão [. Como não interessava citar outra passagem onde se fazia menção explícita aos sapatos... Esta "redois conjuntos de relações internas ao sistema gonismo ou perfeita harmonia funcional".no campo dos transportes marílimos e ferroviários. dos serviços portuários. A exterior do Brasil. A posição brasileira não fugia à agenda da conferênCIa. I pnmatli!mente . Ii Um homem vai devagar. ao se impor na esfera da ideologia. a fonte desta orientação. houve união de vistas entre as naçôes americanas. São Paulo. Ii Devagar . sociedades de classes e sociedades sem classes.29 romântica e. em todos os casos.".. que é altamente ambíguo e reducionista". para o devido esclarecimento. 107. j' vidas os problemas de tal transformação no momento em que sua solução entra numa fase decisiva.) 5) Os acréscimos que se fizerem necessários à citação vêm entre colchetes: "Ainda quando não constituíssem. a e de aparelhá-Ias sociais contribuírem larmente no esforço comum". Nos aspectos político e militar.. O conceito de antítese. separam-se os versos com uma barra oblíqua (I) e as estrofes com duas (1/). ao des reais de mudança nas sociedades modernas são sem classes.. a posição brasileira. A argumentação brasileira antecipa a que seria utilizada. combinou a concepção "monística-histórica" tuação de formas e negações antitéticas". que contemplava "a colaboração política e militar para a defesa da América. Ii Eta vida besta. História da política ." (Carlos Drummond de Andrade... 1992. Esta dialética antitétic. que deveria ser alcançada mediante Strmiska.. as janelas olham. mado Luiz & 8UENO. negativa ou.80 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 11 - 3) Na citação de versos. uma impropriedade qualquer. quanto necessidade de neceSSl elas estruturas para e econômicas regudos pela imperiosa defende~. verificamos que aquilo que aparece entre colchetes (os sapatos) não consta do trecho transcrito.] para os quais pedia a cooperação do governo dos Estados Unidos da Amé· rica. transcritos em forma de prosa. I Um burro vai devagar.Clodoaldo. Ático.

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o

LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO

E REVISÃO

11 -

Citações

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7) Para informar que não é original o destaque de uma palavra ou conjunto de palavras na citação, utiliza-se a expressão "o grifo é meu" (ou equivalente). Esta indicação pode vir logo após o trecho destacado - para evitar confusão com eventual destaque do original citado - ou no final da transcrição, após as aspas, ou ainda no rodapé, na seqüência da referência bibliográfica:
densando-os na representação da criada, na qual investe caladamente o afeto filial reprimido. Sempre nos pareceu inquietante o fato de a presença materna não se dar de forma manifesta no discurso de Ang~ia, entretecido de tantas reminiscências infantis. Apenas numa breve passagem do último fragmento do livro ela é referida de modo explícito, para ser, no entanto, imediatamente afastada: "O som de uma vitrola coava-se nos meus ouvidos, acanClQva-me, e eu diminuía, embalado nos lençóis, que se transformavam numa rede. Minha mãe cantando aquela cantiga sem palavras. A cantiga morria e se avivava. Uma criança dormindo um sono certo, ganha a cabelos brancos e rugas. Não era minha mãe a can chei~ a estremecimentos. tão distante minutos tinha a ilusera vitrola distante, Em alguns que eu a criança crescia e o disco passeavam pernas de aranha" (A, p. 23

8) Quando se cita uma obra que não foi consultada diretamente, mas através de segunda mão, utiliza-se a expressão apud:
Seán Jennet, em seu The making of books, diz tarefa do revisor é "descobrir quaisquer erros sido cometidos na composição e dar instruções correção, e também zelar por que os enganos autor sejam evitados, chamando, se for o caso, deste,,7.
7

que a que tenham para sua do próprio a atencão .

Apud Houaiss, Elementos de bibliologia, cit., v. 2, p. 79-80.

9) Ao citar um autor estrangeiro, deve-se transcrevê-Io na língua original ou, preferencialmente, traduzi-Io para o português. Citando-se um autor alemão, por exemplo, de cuja obra só se dispõe em espanhol, obrigatoriamente a citação será traduzida para o português, embora na indicação bibliográfica da fonte deva ser mencionada a língua original da edição consultada - neste caso, o espanhol.

Se levarmos em conta o fato de que essa ligeira referência se dá no delírio final, quando todas as cenas do passado longínquo e próximo se entrechocam com detalhes presentes e visões alucinadas, formando um torvelinho, orquestração de imagens em fuga bachiana de duração interminável, somos obrigados a considerá-Ia como uma traição do inconsciente, em que a ·imagem dos lençóis, se transformando em rede, e a da aranha são condutoras do sentido de aconchego uterino aí implícito. O significante mãe, recalcado durante toda a narrativa, por um instante, nesse torvelinho geral, insinua-se no texto manifesto como um ato falho: ponto de sombra ou "umbigo" do texto, que solicita ser aclarado, dando-nos a certeza de que a sua ausência não faz mais que afirmar e gritar a força de sua presença no discurso. Presença dissimulada, reinvestida em remissões substitutivas que a suplementam, e das quais a criada Vitória c0nstitui uma representação. Conforme lembra Otávio de Faria, esses "personagens obsessivos da memória real têm mais força e mais poder sugestivo (tanto sobre nós, leitores, quanto sobre as ações do herói) do que certos personagens criados nelo romancista" 24. Reproduzido de: CARVALHO, Lúcia Helena. A ponta do novelo. São Paulo, Ática, 1983. p. 52.

10) Compõem-se com defesa as citações de mais de cinco linhas. Defesa - Recurso gráfico também chamado de branco marginal, recolhido ou recuo - é o termo com que se designam os espaços em branco colocados ao lado de determinados trechos da composição. Os trechos com defesa ficam mais estreitos do que a medida do texto normal. Pode existir defesa tanto do lado esquerdo quanto do lado direito, mas, nas citações, normalmente basta a do lado esquerdo. a) Utiliza-se um tipo diferente do tipo do texto normal ou o mesmo tipo do texto, mas geralmente em corpo menor (um ou dois pontos menos). (V. "Tipos e corpos", p. 122.) b) Emprega-se um entrelinhamento mais aberto no início e no fim da composição com defesa. c) As aspas, no início e no fim da citação, são dispensadas. Por isso, as aspas existentes no interior da citação permanecem como estão (aspas duplas), sem transformarem-se em aspas simples como está indicado na p. 118.

84

.oJ:III!l0: MANUA~.flE-PARAÇÃO

E REVISÃO

Lua e Sol, escuro e claro, inativo e ativo, feminino e masculino, sem dúvida associados à equivocidade e univocidade, respectivamente. De onde vem esta simbologia? Da China antiga, uma sociedade onde os homens mandavam. Nos próprios julgamentos e comentários, correspondentes a cada um dos 64 hexagramas do Livro das Mutações, pode-se observar os valores que são atribuídos ao masculino. Três linhas yang (cheias) do princípio da luz formam o trigrama Ch'ien que significa "o céu, criador, masculino, ativo" ou as três linhas yin (quebradas) que formam o trigrama K'un que significa "a terra, feminino, passivo, receptivo". O céu e a terra correspondem ao superior e ao inferior, ao homem e à mulher. Mas também ao superior masculino corresponde a luz, a nitidez, a força de caráter e à correção como os atributos mais con~ venientes. Era uma sociedade profundamente patriarcal, a da China antiga e tradicional de Confúcio. Como se vê, ao dominante do sexo masculino, são próprias as virtudes da univocidade traduzi das pela "clareza", "luz", retidão de caráter etc. À dominada mulher resta a sombra, a passividade e a equivocidade. Como diz Helmut Wilhelm:
A estes dois tipos de linhas, cheias e divididas, foram dados os nomes de "firme" e "submissa" O firme e o submisso são imagens do dia e da noite. O Céu é alto e a Terra é baixa Assim o Criativo e o Receptivo são determinados. Em correspondência a esta diferença entre o baixo e o alto são estabelecidos os lugares inferiores e superiores (. ) (1973, p. 1)

12
NOTAS

Conteúdo
As notas - consideradas aqui como indicações que se acrescentam no rodapé da página ou em seções especiais -, normalmente, podem conter: a) Referências bibliográficas, exclusivamente (v. p. 105). quando parte

b) . Complementação de referência bibliográfica desta já se encontra no texto (v. p. 104).

c) Esclarecimentos e comentários do autor, tradutor, editor, etc. d) Outras indicações bibliográficas abonadoras afirma. daquilo que se

Códigos Fortes e Fracos na paisagem urbana
Uma antiga diferenciação distingue os signos que jamais são empregados senão como signos, dos que, embora sejam coisas, são também signos12.

Identificação
Identificam-se as notas do tradutor com a abreviatura N. T. , as do editor com N .E., e assim por diante, abreviaturas essas colocadas entre parênteses no final da nota.

Reproduzido de: p.109.

EpSTEIN,

Isaac. Gramática do poder.

São Paulo, Ática, 1993.

Numeração
Usam-se algarismos arábicos na numeração das notas. Reservam-se os asteriscos para as edições anotadas pelo editor e as letras minúsculas exclusivamente para as tabelas (v. p. 31).

1) Põe-se o algarismo, o asterisco ou a letra minúscula um pouco acima da linha, tanto no texto (remissiva) quanto no rodapé (comissiva), dispensando o recurso de parênteses ou qualquer outro sinal de pontuação: Embora a teoria da deficiência lingüística, em que se insere a primeira perspectiva, já tenha perdido totalmente sua sustentação, tanto do ponto de vista científico - desde que a Antropologia e a Sociolingüística contestaram, de forma irrefutável, os conceitos de "deficiência" cultural e lingüística - quanto do ponto de vista prático - graças ao fracasso comprovado dos programas de educação compensatória e ao insucesso inegável de metodologias de "substituição" de um dialeto por outro -, é ainda essa teoria e a concepção de sociedade em que se fundamenta que vêm, consciente ou inconscientemente, informando a prática pedagógica no ensino da língua materna no Brasil. No quadro em que se insere a segunda perspectiva - a teoria das diferenças lingüísticas -, a proposta de um bidialetalismo funcional vem sendo tentada nos Estados Unidos, na educação das minorias étnicas, algumas vezes como um bilingüismo, mais que como um bidialetalismo, como no caso da coexistência do inglês e do espanhol na educação dos chicanos. No Brasil, é uma proposta que mal começa a despontar, e ainda de difícil concretização, uma vez que depende de estudos e pesquisas sobre os dialetos populares, e mesmo sobre o dialeto-padrão, de que ainda não dispomos. Há já pesquisas sociolingüísticas sobre vários aspectos dos dialetos pocomlsslva d pUlare~p,.fil"'. ""."""" . su ainda são necessárias, esses d'IaIetos,possa -'.'~.-" para que se sem ch egar~~".,. ...• ..~"'".tras f"IClentemente .'
lt..

A remissiva a) Regra

pode vir: geral, antes do sinal de pontuação:

crítico Carlos Baker (Carroll Baker) apontou para a montanha e a planície como sendo dois símbolos contrastantes no romance. A montanha se relaciona ao "bom lugar", o lar temporário, seguro e confortável. A planície seria o lugar onde as desgraças acontecem: a guerra, a morte, os sofrimentos. Baker está jogando, sem dúvida, com as oposições de

o

testou e a interpretação ~.Baker' altos baixos. Entreta~~ítico,

, :i)rmando M. Halliday, opoE. que não são con-

, Ver, no livro de Baker, Hemingway: o escritor como artista, sua análise ambi· de A farewell to arms, e o artigo de E. M. Halliday, Hemingway's guity: symbolism and irony, em WEEKS, Robert P., ed. Hemingway - A

co/lection of critica! essays.
Reproduzido de: NAZARIO, ulian. J

Ernest Hemingway.

São Paulo,

Ática,

1988.

p.50.

1"f~~~~~~~~~~~Cd';~~~~~~~~~~1~~~~S~V~~~~
I

"O bom na cobertura de uma entrevista coletiva presiden· cié\l é você aparecer na televisão, de modo que sua família ou seu~patrõJS, pergunta, de preferencla longa, de de consegui· 10 e fazefumaem casa, o vejam. E a ~el.hor maneira modo que a fixe em vez de fixar o presidente" , comenta Art Buch· A coletiva, sobretudo a presidencial, tem servido se de exemplo de entrevista dirigida e, ironicamente, de a há muito tempo deixou de ser uma troca de idéi listas e a principal fonte de informações de
J Em Última Hora, de 6·3·69, sobre a primeira entrevista coletiva do presidente Nixon. " No Brasil, a primeira coletiva presidencial é concedida pelo presidente Getúlio Varo gas, no Palácio Rio Negro, em Petrópolis, 1945. Vargas mandou distribuir cópias da lei constitucional que acabara de baixar, convocando eleições gerais para dezembro, e deu o encontro por encerrado. Um jornalista interrompeu·o: "Presiden' te, nós fomos convocados não para receber um papel mas para uma entrevista coletiva". Vargas disse: "Ah, vocés querem perguntar?" e voltou a sentar·se, submetendo·se às perguntas dos jornalistas (redatores políticos da imprensa cario· ca e correspondentes paulistas). Cf. Carlos Castello Branco, em "Coluna do Caso tello", Jornal do Brasil de 23·6·87.

I

I

a qual a'~strução de uma difícil. remissiva .-padrão, ou um bidialetalism~puncional se torna metodolo' a cham da "norma-padrão culta"~em sendo desenvolvido há já vários nos o Projeto de Estud~onjunto e Coordenado da Norma Ling" stica Culta (Projeto k!URC) , de que, porém, não se conhe m ainda resultad@O mais grave, entretanto, é que a teoria güptica, ainda lingüísticas, em oposição à teoria e assimilada pelos da1diferenças não é suficientemente conhecida da deficiência linessores, de modo que o preconceito contra as variedades linrespeito da norma culta brasileira e do Projeto NURC, ver CUNHA, Celso. 1985.

questão da norma culta brasileira. Rio de Janeiro, Tempo Brasileiro,

Reproduzido de: SOARES, Magda. 1986. p. 70.

Linguagem e escola. 3. ed. São Paulo, Ática,

11'

.

Reproduzido de: BAHIA, uarez. J jornalismo. 4. ed. rev. e aum.

Jornal, história e técnico; as técnicas
São Paulo, Ática, 1990. v. 2, p. 61.

do

ciência política. o acerto dessa numeração. é decisivo para o nosso modo Ciência e consciência f 1 WAGLEY. A numeração única causaria um trabalho extra se. que vai do começo ao final do livro. Isso ocasionaria uma renumeração de todas as outras notas a partir dali. 1989. além disso. Numerando por partes. Não é recomendável estabelecer uma numeração única. a não ser no caso acima previsto de asteriscos. história. Social science research on Latin America. economia política e sociologia nas nações latino-americanas. numa página existir apenas uma nota. lntroduction. na composição do texto. pois. São Paulo. Conseqüentemente. não está isenta das marcas do engajamento.ou a cada nova parte. Como as laudas do original normalmente comportam menos texto que a página do livro. exemplo. dc. Não adotar este procedimento significa poupar trabalho. usa-se um asterisco. etc.~:9Sm rápida expane são. o autor resolvesse de última hora acrescentar ou suprimir uma nota. por exemplo. se houver duas. rev.. Atica.s. por exemplo. acarretaria trabalho e correções que podem ser dispensados. esse princípio é especialmente válido para as ciências sociais.o que é mais comum .88 12 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Notas b) Ou depois do sinal de pontuação seguido de aspas: 3 A imaginação sociológica -- 2) As notas do tradutor. O futuro dessas nações latino-americanas. é óbvio que há sempre certa correspondência entre o pensamento sociológico. A obra intitulada Social science research on Latin America. a.~. 3) As notas devem receber uma numeração consecutiva que se reinicia a cada novo capítulo . e aum. Octavio. com exceção das notas do autor. que reúne análises sobre os estudos de geografia. o texto fica mais leve com números menores. 125. todo o trabalho não é desperdiçado e. por. numa obra volumosa. Sociologia da sociologia. neste ou naquele pais. o operador segue o que consta no original (notas numeradas por lauda). aparecerá mais de uma seqüência numérica de notas na página composta. e as condições de existência social. devem ser enumeradas por asteriscos.. Seja quanto à problemática.:~. ed. feito em etapa posterior à composição. As inquietações intelectuais dos cientistas sociais reunidos em instituições. seja com referência à visão do mundo subjacente às contribuições dessas disciplinas. repor! and pal'lers of seminar on Latin American Studies in the United States held at Stan- Reproduzid~ de: iANNI. seminários e conferências para o estudo das possibilidades e contribuições do trabalho científico na América Latina. p. Evite também a numeração por página. .a. Em particular. confirmam amplamente o referido princípio da sociologia do conhecimento. "Nunca conhecimento da América Latina foi tão importante para os Es~\ifoosUnidos .economia política e a ciência política.. e assim por diante). Charles. tantos quantos forem necessários à ordenação por página (se. dois asteriscos. 3. é verdadeiro para a sociologia. Se é verdade que há reciprocidade entre o pensamento científico e as configurações sociais de vida. editor.

. 1990. p. e aum. 1989. por exemplo. notas especiais de coleção ou série e outras de interesse: 1) Notas bibliográficas (número de páginas ou de volumes. 1990. o local de publicação. In: socialismo possível. p. Ática/Unesco. Entre essas indicações. Ática. ilustrações. (Esses elementos são descritos minuciosamente nas p. o nome da editora e a data de publicação): GORENDER. Coord. complementares. 4.) b) Nas referências a um volume determinado ou a partes de volume de obra publicada em mais de um volume (no primeiro caso acrescenta-se o número do volume e no segundo o número do volume e as páginas inicial e final da parte referenciada): UNESCO. facultativas. formato. Alec. os algarismos comuns à esquerda do número final: p.T. São Paulo/[Paris]. metodologia e pré-história da África. Combate nas trevas. o número da edição (se não for a primeira) e as notas tipográficas (também chamadas de imprenta. Ki-Zerbo. aria das Graças Vieira Proença dos. O estilo do jornalismo. História da M arte. Definições São riferências bibliográficas as indicações necessárias à identificação de uma obra. 302-8. BAHIA. do volume J. Sergio Goes de Paula. o título da obra. rev. p. Ática. ed. São elas o nome do autor. que se acrescentam aos elementos essenciais para caracterizar a publicação ou dar outras informações que possam ser úteis. v. de seções ou do livro convenciona-se chamar bibliografia. Ática.): SANTOS. 279 p. China. i. 1989. quando houver. In: J Jornal. mantenha o número inicial completo e suprima. ed. N a indicação do número de páginas que correspondem à parte referenciada. Elementos essenciais São indicações que devem figurar como elementos mínimos para imediata identificação de uma obra. w' Mas os números das páginas ou dos volumes devem ser mencionados obrigatoriamente nos seguintes casos: a) Nas referências a partes de livros avulsos (acrescentamse as páginas inicial e final da parte referenciada): NovE. História gera(da África.13 - Referências bibliográficas e bibliografia 91 13 REFERÊNCIAS BIBLI~GRÃFICAS E BIBLIOGRAFIA se mencionar. il. Trad. São Paulo. 4. podem- . o Elementos complementares São indicações. 184-236. notas bibliográficas. facultativamente. São Paulo. Ática.235-45. Iugoslávia. as técnicas do jornalismo. 106-13. 1982. etc. À listagem dessas referências no final de capítulos. São Paulo.Comitê Científico Internacional para a Redacão de uma História Geral da África. história e técnica.. uarez. São Paulo. o Componentes Compõem a referência bibliográfica elementos essenciais e.e. 12-9. A economia do Polônia. Modelos reformistas: Hungria. Jacob.

: 1 430-4. 174 p. 105): 5 BOUDON. A vírgula Emprega-se a vírgula: 1) Entre o sobrenome e o nome (prenome) do autor. depois das notas bibliográficas: FERNANDES. pelo emprego de: itálico -. F. 111). cit. São Paulo.): REVISTA BRASILEIRAE BiOlOGIA. devem ser abreviados no idioma original da publicação (v. 1978. 1983. .92 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 93 c) Nas referências a um número determinado de publicação periódica (indicam-se os números do volume . número da edição (o ponto aqui freqüentemente coincide com o ponto da abreviação). Essas indicações são feitas entre parênteses. as práticas mágicas no Ocidente cristão. como mostra o exemplo. em notas. 131. 159. os indicativos v. ou (se a nota anterior se referir ao mesmo livro): 3) Outras notas de interesse. título da obra. 2. desde que não se integrem a textos comentados (v. n. 154). parênteses -. menção da língua original (v. ) d) Nas referências a artigos de periódicos (indicam-se os números do volume e do fascículo e as páginas inicial e final do artigo referenciado): FREIRE-MAIA. p. dois-pontos -. distribuidor. . endereço do editor. out. p. etc. op. tb. livraria. p.n. 2 v. as referências a obras citadas anteriormente (v. como preço (dado um tanto instável no Brasil de hoje). il. Mudanças sociais no Brasil. -- Ciência e de classes. A integração do negro na sociedade São Paulo. Raymond . 48. ed. emprega-se o ponto depois de cada um dos seguintes elementos: nome do autor. (Ensaios. São Paulo. O escravismo colonial. 5 Idem I ibidem. aspectos do desenvolvimento da sociedade brasileira.Florestan (Ensaios.v.e do fascículo . n. 401 p. A ideologia. Rio de Janeiro. maio 1988. São Paulo. Combate nas trevas. ou 5 Gorender. 34 ..Lineu. Difusão Européia do Livro. D v. 2) Notas especiais de coleção ou série: indica-se o título de coleção ou série e. o nome de seu diretor seguido do número da publicação. p. Ática. 1989. (número do fascículo) e p.. relação de abreviaturas na p. 21 em. 3. Neste caso. Pontuação o ponto Na bibliografia. 105): 5 Gorender. 35 (l0): 1 430-4. p.. Carlos Roberto F.Florestan. bibliográficas e especiais: NOGUEIRA. Qual o destino das teses? Cultura.Cardoso. FERNANDES. figuram no final da referência.dir.. (número das páginas) são substituídos. . se houver. p. entre os elementos das notas tipográficas. 1991. notas bibliográficas e notas espeCiaiS. ou ainda (se a nota anterior se referir ao mesmo autor. mas não à mesma obra): 6 Idem. (10).) Ática.e Alma do (3rasil.3. notas tipográficas. H.. (número do volume). 35. cit. 46. 1960.) 2) Para simplificar. p.. 46. Separam-se também com ponto os elementos essenciais de uma referência completa que figurarem exclusivamente em nota. nas referências a periódicos e jornais. Ática. cit. (Corpo. respectivamente. Os nomes dos meses. 46.. 32. Bruxaria e história. p.

Os parênteses Empregam-se os parênteses: 1) Para indicar as notas especiais de séries ou coleções (v. Ática. de Estado da Cultura. 110): Física. Gaston. 1981. 111. 3) Como um recurso de que se pode lançar mão para evitar que o emprego rigoroso da pontuação de uma referência bibliográfica prejudique a leitura fluente de notas ou do texto: Sobre a reprodução da população escrava. p. . tb. 1988. p. Catálogo. compilador ou outro do gênero: RODRIOUES. p. 4) Nome de órgão público: SÃO PAUtO . 2) Para separar o título do subtítulo da obra (v. eletricidade e ondulatória.) A dialética da duração.. 2) Nome do organizador. Vocabulário ortográfico da língua portuguesa. p. 104). 112). Estudos Literários. tb. p. p. Rio de Janeiro. 4.José Luís de Campos. 1990. emprega-se o ponto-e-vírgula: 1) Para separar os nomes de autores de obra coletiva de três da. 1990L I . (= número do fascículo) numa referência a artigo de periódico. Os colchetes Colocam-se entre colchetes: 1) Todas as indicações que. São Cientistas Sociais. São Paulo. 2) Para substituir o indicativo n. 92): (Série Temas. Não é raro encontrar omissão do nome da cidade (v. se for o caso de mencioná-Io. Avelino i OLIVEIRA. •• Caracteres tipográficos O versal-versalete Emprega-se o versal-versalete (v. 2) O título original de uma publicação traduzida. não constando na obra referencia- O ponto-e-vírgula Na bibliografia ou em referências isoladas. org. 1984. aquisições da biblioteca em 1988.Edson Ferreira ROBORTElLA. Vilfredo Pareto. Bloch.) 3) Nome de entidade tratada como autora: ACADEMlA8RASfll:lRADI: LETRAS. conforme exemplo da p.1 94 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - li I II Referências bibliogrãficas e bibliografia 95 i 3) Para pontuar. p. Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas. a referência que tenha parte dos seus elel1)entos no texto (v. autores (v. de Jacob Gorender (São onde Paulo. 92. 112) e da data de publicação (v. Paulo. tb. José Albertino. Ática. do nome da casa publicadora (v. recomenda-se a leitura de A escravidão reabilitada. em notas. puderam ser determinadas. São Paulo. Grandes 43. 10B): de i ALVESFILHO. (Col. Veja alguns exemplos deste recurso em referências que se iniciam com: 1) Nome do autor: BACHElARD. conforme exemplo da p. p. 113). 123) no início de todas as referências relacionadas na bibliografia. Ática/Secretaria a instituição familial. Secretaria de Estado da Educação.

avulsas ou periódicas. Não empregue o itálico ou qualquer outro recurso para destacar as expressões e abreviaturas latinas usadas em bibliologia (v. v.: [Brasília]/São do Livro/Ática. Dependendo da variação de tipos usados no livro. Civilização. 1991. MPORTANTE c) Títulos de periódicos: CiÊNCIA E CULTURA. 1984. etc. ou romano. 1992. Paulo Sérgio. PT . Emprega-se o itálico (v. Procedendo assim. . tb. d) Obras de referência: PETITLarousse Iflustré. o redondo COUTINHO. Infra quer dizer" citado ou mencionado abaixo ou posteriormente" e supra é o mesmo que "citado ou mencionado acima ou anteriormente". Alencar estreou como romancista em 1856. Ciência e Cultura. nos títulos das publicações. São Paulo.a lógica da diferença. JÔnatas. nos demais casos. Instituto Nacional Emprega-se o redondo (v. Margaret E. 1. São Paulo. Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. em Lisboa. Entretanto. Faça exceção apenas às palavras latinas infra e supra. do escrivão Outros empregos O versal-versalete é empregado ainda nos seguintes casos: 1) No início de referências a parte de obra. gesto do século XII. o itálico 2. Lima Barreto lançou suas Recordações do escrivão Isaías Caminha em 1909. n. 96 (v. In: KECK.e supra-). se na bibliografia a referência começar pelo título. Ática. ibidem. 1989. 5. p. 31.jornais ou revistas: Jornal da Tarde. maio 1979. 37 (5): 548-52. ou grifo. 4. bem como após a partícula in quando autor da parte e autor da obra no todo são diferentes: PINHEIRO. p. cit. São Paulo. a autoria: 2) Publicações periódicas 8 jun. A REVISÃOda Constituição. o itálico pode ser substituído pelo negrito ou pelo redondo: •• Lima Barreto lançou suas Recordações Isaías Caminha em 1909. evita-se confundir essas formas autônomas com os prefixos análogos do português (infra. Paris. lista na p. 1978. com a publicação do romance Cinco minutos em folhetins.. s. História da baixa Idade Média. 150): apud. 2) Em notas que contenham referências bibliográficas com todos os elementos essenciais: 7 BATISTA NETTO. etc. São Paulo. não assinados: UNIDADES de medidas. Ática. p. p. 123). p.d. 110). 1) Publicações avulsas livros. 99. empregue o versal-versalete conforme visto na p. Edilberto. folhetos. op. . Paulo. maio 1979. Larousse. Porto.96 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliogrâficas e bibliografia 97 5) Títulos de obras nas quais não está declarada a) Obras anônimas: A CANÇÃO de Rolando. b) Artigos de periódicos. em Lisboa. Prefácio. 123).

Num livro desse tipo. constitui "um breviário para o estudante de pós-graduação" . foram usadas siglas para identificar as referências à obra de Clarice e notas de rodapé para as demais. dizia eu comigo. Be. como diz o subtítulo. as referências à obra analisada são freqüentes e poderiam abarrotar a página com notas de rodapé. com os dois volumes de seus Elementos de bibliologia (Rio de Janeiro. slstematlca As referências bibliográficas podem localizar-se: (a) inteiramente no texto. Em vez de remeterem à bibliografia. p.. s. ed. A forma escolhida (BC) deve ser empregada sistematicamente do começo ao fim do livro. 1984. ao sair da casa de lobo Neves" (Assis. Em 1984. entre parênteses. se podemos usar de arbítrio para formar a sigla (v. porém. Veja um exemplo: "Deve ser um vinho enérgico a política.Se o trabalho comportar. ou (c) exclusivamente em notas. p. empregar algarismos arábicos para codificar as referências ou indicar a data de publicação da obra ao lado do nome do autor. Ática. 43). parte em nota. 1967). 68). Instituto Nacional do livro. quando for o caso. ele se torna remissivo à bibliografia. por exemplo. Segismundo Spina afirma que citar muito. o número da página completam este sistema.Quando não se utilizam as notas de rodapé para introduzir as referências bibliográficas. os elementos que faltam para completar essas referências podem ser colocados no texto. BC ou mesmo MPBC. é prova de imaturidade" (Normas gerais para os trabalhos de grau. pode-se simplificar a referência estabelecendo uma sigla para designar o título da obra. . Ática. p. São Paulo. Ática. Este pode ser um procedimento ideal para obras que apresentam um número reduzido de referências.98 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 99 Localização e • . A propósito das transcrições excessivas. "ao invés de denotar erudição. 2) Atribuição de siglas aos títulos . 140). onde a sigla comparece logo depois do nome do autor: ASSIS. no caso ela poderia ser MP. Não é recomendável. se. atribuir siglas aos títulos. em O drama da linguagem (São Paulo. Nessa lista são fornecidos também os dados das edições utilizadas. Para evitar isso. 1989). sobrecarregar o texto com indic~ções bibliográficas longas. livro em que Benedito Nunes analisa escritos de Clarice Lispector. ~<. o que será visto na seqüência. Memórias póstumas de Brás Cubas. Mas.rJ t t J 1) Simples inserção no texto . tb. é relativa às Memórias póstumas de Brás Cubas e poderia também ser constituída pelas letras iniciais das palavras do título. livro que.d. produziu o grande clássico da normalização editorial. 76). o nome do autor e. 2. por exemplo. Alguns exemplos: Antônio Houaiss. (b) parte no texto. De acordo com Outra variação prática desse sistema é o que se encontra. É melhor passá-Ias para as notas ou optar entre sistemas mais simplificados. Referências incluídas no texto . São Paulo. Segismundo Spina publicou pela Editora Ática (São Paulo) a segunda edição das suas Normas gerais para os trabalhos de grau. A sigla. sem considerar a preposição de. p. pode-se. A sigla.Machado de. as siglas aparecem numa lista de abreviaturas do começo do livro (v. no exemplo. Por ser um sistema que permite omitir no texto as demais indicações bibliográficas.

A parte da Natureza. Sartre. i sensaçã e ser: "O gosto é cinzento.). Rio de Janeiro.. (Coleção Editor. ).100 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográf~c_a_s_e_b_i_bl_io~gr_a_fi_a_____ __. com estatuto sereno das coisas propriamente ditas.). Uma aprendizagem ou O lIVro dos prazeres (rom. nos pedaços velhos um I I com azu eterminação pouco a tncen . 1971. como qualidade da matéria viva. 1946. __ 101 A lista de abreviaturas do começo do livro O drama da linguagem Uma página do mesmo livro. Os gestos. Amor. Rio deJaneiro. O lustre (rom. 1969.J PSGH LP FC - A paixão segundo C. c 'spector o espesso e o viscoso -. LE. Manim caminha ~eléia viva". Felicidade clandestina (contos). Nesse ndo assim configurado. bibelôs e canos d'água (CS. cisco Alves. tora do Amor. descrita no romance Ia nausée. A princípio se debatendo n ma crise psicológica . )oana C/ari. as atitudes e os sentimentos humanos con- A legIao estrangeIra (contos e crônicas). " (ME. trastam. fran- A CIdade sitiada (rom.) Rio de Janeiro. de vazio oquentin vai chegar. seu protagonista 7. 17). Janeiro. José Álvaro Laços de /àmília (contos). São Pauio. em que o próprio homem estr ha o que é humano. Ediror. São Paulo. 2. 8s óbjetos úteis são sólidas e impenetráveis. ao ande abalo que será a descoberta da existência. 111). Edições das obras compulsadas de citação: PCS L CS LF ME LE - para esre trabalho e respecrivas siglas Perto do coração selvagem (rom. e e~ho. indicaque é també m umundamental das coisas parafala da obje gelatinoso. c mo momento culminante da situação de Antoine Roque tin.). Como elemento de 1 Gerd Bornheirn. Edirora do Rio de 3. Rio deJaneiro. A náusea é a experiência privilegiada d pensamento sartriano 6. 1964 Alvorada.. sensação de tédio. vaga amente" (pes. 98) (ver o fragmento "A gelatina. Rio de Janeiro. Pers· p. 1105 de atraçãoentreexemplo.-c. Rio de Janeiro. Francisco Alves. de inquietação a inquietação. sentimento da inutilidade de seu interesse pelo p sado como historiador. Agir. a segura permanência de animais e vegetais.José Álvaro ~~~~~lsãstmglU~~:~.S. São Paulo. É uma e eriência que se alarI Sabiá. 1963.). 1970 Edi· 1964. torna-se a consciência presa fácil a náusea. e move·se comode uma geléúz v a . e uma qualidado e dado cenestésico. .estranheza em relação ao que o erca. 115. um pouco vermelhado. ed. 1960 A maçã no escuro (rom.H (rom). ed. como lâmpadas e cristaleiras (L.tiva. 1964 Sabiá. 19~~~ . 2. com o duplo sistema de referências. como pólo oposto à cultura e à praticidade da vida diária. ed.). é sempre a mais forte e decisiva. por de repulsão. pel~ seu senSIveIS e densas dos obJeto~om com as qualIdades aspec:o ~rotesco. deslocado. 45) lantas silenciosas (ME~b2J". 102).~i~~~'~T~UliP gross (ME.

64). vem na linha e no mesmo corpo do texto. 1989.102 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 103 Neste modo simplificado de citação. p. em vez de (13. numere com algarismos arábicos. No entanto optar por conservá-Io resulta no ganho de evitar o embaralhamento de números. Apenas o número referente à página apareceu ao lado da sigla. 1922-1938. não precisa necessariamente estar em ordem alfabética . em última instância. (S'érie Fundamentos. rev. básicos deste sistema. Ática. pode ocorrer o seguinte: Autor e ano entre parênteses: Crise e decadência (KUJAWSKI. ed. 7. 1988). da seguinte forma: Primeiramente. é facultativa a menção do indicativo do número de página (p. 102). a data de publicação da obra e o número da página são os elementos li Observe ainda o seguinte: a) Na bibliografia. 53. acrescente a data e o número da página entre parênteses: Segundo Kujawski.). que também é remissivo à bibliografia. 64). pode-se grafá-Io em versal-versalete ou em caixa alta-ebaixa. 1988. J c) Quando o nome do autor não estiver explícito nem claro no texto. pontos ou algum recurso gráfico para realçar os números sem outros sinais. pela política" (1988. São Paulo. Assim. ele não foi utilizado.) li ti 111 ~. se for o caso. para facilitar a identificação da referência. todas as referências da bibliografia. travessões. pois era sabido que as referências abreviadas com siglas sempre diziam respeito à obra de Clarice Lispector. O arranjo desses elementos pode ser feito de acordo com as seguintes circunstâncias: a) Quando o autor já foi citado. Podem aparecer . .embora seja preferível estar -. que. p. 3) O sistema numérico .Edgard. Veja um exemplo com o número destacado por tipo negrito: 13 CARONE. Revoluções do Brasil contemporâneo. 64). é preferível (13) p. Ática.4. p. coloque a data de publicação logo depois do nome do autor: KUJAWSKI. 4) O sistema de autor e data . basta dar. em ordem crescente.). Depois. procurando explicar as raízes da crise. neste caso. Kujawski encontra" outra corrente de intérpretes" que "insiste em que o princípio geral da crise só pode ser de ordem religiosa" (p. faça as remissivas. Ela é determinada. I 'i li i: !1 d) Quando não for necessário fazer referência a um número (ou números) específico de página. Não houve também a necessidade de apontar o nome da autora. seguido de vírgula e do número da página entre parênteses: "Getúlio e Antônio Carlos procuram contemporizar e se esforçam cada um de seu lado para ver se Washington aceita a idéia de um terceiro candidato" (13. Gilberto de Mello. b) Quando o texto já deixou claro que se trata da mesma obra.: Também neste sistema faculta-se mencionar o indicativo do número da página (p. o número da página entre parênteses: Nesse texto. mas mantenha sempre a mesma opção: 1 1\ Na bibliografia. São Paulo. "todos sabem que a economia não é domínio soberano. 101). No lugar de cada uma das referências bibliográficas do texto coloque o número que a referência recebeu na bibliografia. Neste caso. é facultativo o uso de parênteses para destacar o número da referência. 1988.desde que uniformemente os próprios parênteses. Esse número. (Série Temas. a remissiva.Neste sistema as referências bibliográficas do texto são substituídas por remissivas à bibliografia. 103). Adotá-Io ou não adotá-Io é um procedimento que tem de ser sistematizado em todo o livro. escreva-o dentro dos parênteses.O nome do autor. são categorias diferenciadas ~'l Ou só ano entre parênteses: Para Kujawski (1988).~ "Todas as crises setoriais eclodem no meio social e são vividas socialmente" (KUJAWSKI. A crise do século XX.) r . No exemplo da obra de Benedito Nunes. o sujeito da crise é a modernidade.

da Idade da Pedra à Idade do Rock.j' Referências em notas exclusivamente c) No caso de não existir a data de publicação. é preciso adequara pontuação da nota à pontuação do texto: Sobre a prática de ensino comprometida com a transformação social.Substitui o título da obra citada na referência anterior. Ática. oberto de Oliveira. diferencie as datas de cada título juntando-lhes letras minúsculas. 1988). As figuras de R linguagem. escola e sociedade. São Paulo. Valdir. 81. se a referência integrar-se a textos comentados. 1989. São Paulo. História da música. b) Ibidem (ou ib. 1988. As diferenciações regionais reclamam estilo e método diversos" (apud TARAllO. São Paulo. p.. 1990.As referências posteriores a uma obra citada podem ser simplificadas com expressões ou abreviaturas tradicionais: a) Idem (ou id. de Magda Soares (6.Substitui o nome do autor quando a referência precedente diz respeito a obra do mesmo autor: 7 Referências com parte parte em nota no texto e 8 AZEVEDO. Ática. p. rênteses: faça-o nos pa(RIBEIRO. Ática.uma perspectiva social.104 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliogrãficas e bibliografia 105 b) Se um autor tiver mais de uma obra publicada num mesmo ano. São Paulo. com todos os elementos essenciais. Idem. 1987. São Paulo. 109). informe entre parênteses a fonte intermediária precedida de apud .1990.. N a bibliografia. separados por vírgula: "Coerção e repressão foram as bases de sustentação do escravismo e explicam a grande duração do mesmo".d. Não use idem na bibliografia. ensinar a língua são tarefas não só técnicas. Ática. "Falar diferentemente não é falar errado" João. ed. 79). no lugar da data. 87). i i I -i . p. v. p. a autora conclui que" é fundamental que a escola e os professores compreendam que ensinar por meio da língua e. apud TARAllO. itinerário histórico da língua portuguesa. Ática. 49. 2) Referências a obras já citadas . 1979b. 47. Mas. 87).ibidem. Idem. p. mediária: é normal referir-se apenas à fonte inter- TARAllO.p. São Paulo. s. Aluísio. Fernando. 1988. A nota começa a partir dos elementos que faltam. registre ~' F 1) Primeira ocorrência . São Paulo. 8. tanto no texto quanto na bibliografia: 1979a. mas também políticas" (p. 23.. O mulato. . 1991.) . ~ ~ ~ I MONTANARI. Se a referência estiver isolada. O termo é normalmente usado ao lado de idem: 10 5 Escravidão negra no Brasil. "a nossa gramática não pode ser inteiramente a mesma dos portugueses.) . Se o autor ainda não foi identificado.55. Ática. os seus elementos são dispostos e pontuados como na bibliografia: 4 J d) Quando ocorrer citação transcrita de fonte intermediária. 11 BRANDÃO. . diz Suely Robles Reis de Queiroz5.A primeira referência a uma obra deve ser completa. principalmente. O cortiço. 112. Ática. p. ed. Não é necessário repetir em nota os elementos de uma referência que já estão inseridos no texto. Linguagem e escola . mas sim o travessão (v. se o texto já esclareceu o nome do autor citado: No entender de João Ribeiro. Tempos lingüísticas. 1990. ed. A partir da análise das relações entre linguagem. p.

conforme já visto em várias passagens. os casos de organicidade da palavra (nomes próprios. Especificações sobre os elementos . cito (= opus citatum) citada: 2 Substitui título de obra já ~ Nome do autor O nome do autor. 1988. 36.ressalvando. du c) Francês . Galvano. 107 I c) Op."""'"'.contraria norma oficial do "Formulário ortográfico". m. 5 I I 'oi' '" i ~-' . MAGALDI. O emprego de letras minúsculas nos títulos de obra . José Américo de. cit. 9 Havendo mais de uma obra citada do mesmo autor. MAGALDI. são os pri- . seguido de vírgula e do prenome em tipo redondo normal: ALMEIDA. SOUSA. Reflexões sobre a arte. em lugar de op. mas trata-se de praxe já largamente difundida e aceita. ver DELLAVOlPE. é claro.Os artigos le ou Ia e a contração meiros elementos do nome: LA FONTAINE. b) Os sobrenomes compostos que contenham elemento adjetivado: SOUTOMAIOR. etc.As partículas delta. •• """. 3. podendo abreviá10 com reticências. São Paulo. p. geralmente. As particularidades sobre o nome do autor deverão ser levadas em conta também na elaboração de índices onomásticos. Assim. Adonias.. Sábato. na bi_bliografia ou mesmo em índices onomásticos. FILHO. Céu. Ática.Mário de. Alfredo. Ática. São Paulo. CASTElO BRANCO. etc. cito . 3. Seguem-se particularidades itens de uma referência. colocadas depois do prenome.. e colocar ao lado dele a abreviatura cito . substantivos em alemão. Charles. porém. inferno i ensaios de crítica literária e ideológica.". pois do sobrenome: PRADOJÚNIOR.ri. 1989. em regra. a referência pode ser feita na ordem direta ou pelo próprio designativo: ADONIAS FILHO. inicia a referência: sobrenome em versal-versalete. Pedro. Camilo. 79. di. I b) Italiano . Alfredo. I ~ {t 1f 1) As designações Filho. ~ SÁ-CARNEIRO. Caio.essenciais Não é demasiado recordar que as especificações abaixo deverão ser aplicadas com rigor à bibliografia e servir de base à preparação de referências localizadas no texto ou em notas. que é o sobrenome paterno: GARCíA MÁRQUEZ. Gabriel. % 7 2) São inseparáveis: a) Os sobrenomes ligados por hífen: J . Reflexões . se preciso. São Paulo..r 106 "'~""~~.) .João da Cruz e. ed. . cito é melhor repetir o título.A entrada da referência é dada pelo primeiro sobrenome. p.' t " -A•• . a tendência é colocá-Ias antes do sobrenome. sobre cada um dos principais 3) Autores estrangeiros a) Espanhol . 1986.Galvano della.. Iniciação ao teatro. BOSI.. adjetivos pátrios em inglês. são. recorre-se a remISSIvas: VOLPE. op. entre vírgulas: 1 BOSI. ed. Atualmente. Neto e Sobrinho comparecem de- Se o nome autoral não tiver prenome..júnior. BOSI.. Jean de. degli." b"""'. 90-1. Ática. Du Bos. p.

Tzvetan. são colocadas depois do prenome: HUMBOLDT. 4. Carlos Emílio & MOURA. ~_. Ática. escreva a abredito . Eugene. descendente). Jean et alii. I Título da obra pela autoria de uma obra 6) A entidade coletiva responsável inicia a referência: ACADEMIA BRASILEIRADE LETRAS.i RAMO. viatura correspondente Cedo . e na primeira palavra significativa: A ALFABETIZAÇÃO em Ubatuba. enunciase a hierarquia a partir do órgão superior: BRASIl. 1984. bem como as preposições de origem francesa (de.. Eugene 8) Quando ocorrer na bibliografia uma seqüência de referências a obras do mesmo autor. do diretor. é composto em itálico. etc. 4) Mais de um autor: a) Dois autores dos autores: Usa-se o sinal & para ligar os nomes Alberto RABAÇA. Simoni WOOLDRIDGE. os títulos de partes de obra e de artigos. b) Três autores .comp. Se se tratar de dois autores. use & entre dois travessões: FARACO. Thomas.. Me eM' (= filho de) e a irlandesa O' (= neto. prenome. CHANSON de Roland. rev. .Emprega-se o ponto-e-vírgula entre os nomes dos autores.caso de obras anônimas. van (esta holandesa).O nome é dado de forma direta. 1973. e) Inglês . f. vom.basta a vírgula: Gramática. f) Chinês . do compilador. DE QUINCEY. Norma NB-66. e ampl. Dean. 1978.. use um travessão a partir da segunda referência para substituir o nome do autor: TODOROV. 5) Quando. O título deve ser transcrito literalmente e. sem o recurso de parênteses COUTINHO. preposições. Departamento de Administração. Alexander von. Ministério das Minas e Energia. precedem o sobrenome: O'Nm. artigos de jornais e revistas não assinados -. se for necessário transcrever todos eles (se não for. não é necessário mencionar o editor nas notas tipográficas: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRADE NORMAS TÉCNICAS. Na transcrição . Francisco Marto de. encontrar-se o nome etc. Gustavo Guimarães. etc. ed. Rio de Janeiro. 7) Não existindo autor explícito .) depois do . 1990. . Seuil. Paulo. de Ia).. 1988. ENCICLOPÉDIA Espasa-Calpe. composto em versalversalete nas partículas iniciais (artigos. quando. enciclopédias. São Atica. etc. Afrânio. l w ___ o Critique de Ia critique. sem mversão. Compõem-se em redondo os títulos originais (no caso de tradução). Seuil.108 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 109 d) Alemão . Literatura brasileira.). no lugar do nome do autor. São Paulo. pois o sobrenome já antecede o nome: MAO TSE-TUNG. Carlos & BARBOSA. a) Se a entidade autora é também editora. Indica-se o primeiro seguido de Poétique. veja o passo seguinte): GRABBE.As partículas von. M. b) Se a entidade for subordinada a outros órgãos. & . Paris. a referência começa com o título. c) Mais de três autores et alii : DUBOIS. não inicia a referência. Paris.As aposições escocesas Mae. do editor. na bibliografia. ed. se houver.

bem como os artigos de periódicos. A enunciação. ed. e ampl. Sylvia Leser de. 1989. o emprego de letras maiúsculas restringe-se apenas ao primeiro termo (partícula ou palavra significativa) e. Aluísio et alii. (Série Temas. Ática. 1988. nomes de meses em inglês. 94 e 105). Rio de Janeiro. à exceção dos títulos de periódicos e de coleções ou séries.A primeira palavra do título deve ser impressa em versal-versalete. 9.) 1) Título iniciando a referência na bibliografia: a) Livros. Lólio Lourenço de Oliveira. bem como a partícula inicial. çmtros acréscimos ao número da edição devem ser informados por meio de abreviaturas: 2. às palavras que exigirem o emprego de maiúsculas (nomes próprios.. Notas tipográficas (imprenta) Ao escrever o subtítulo no texto ou em notas comentadas. Ática.): IANNI. 3. A PREVIDÊNCIAocial no Brasil. Trabalho e sobrevivência. éd. As partículas que não estiverem no começo do título são compostas em versalete: REVISTA BRASILEIRAE ESTATíSTICA. 2. rev. ed. Trad. s b) Pode-se informar o idioma original. São Paulo. Ática. etc.Emprega-se o versal-versalete em toda a extensão do título de periódicos. 1989. ed. seguido de ponto e da abreviatura da palavra edição no idioma original: 3. 2) Se existirem. Número da edicão # 1) O número da edição é indicado pelo arábico correspondente. Verl. mulheres do campo e da periferia de São Paulo. obert L. trad. Garcia dos Santos. 1981. Madrid. In: MAGALHÃES. tb. São Paulo. quando não iniciam a referência. p. Ática.) Original inglês. ed. Valter Kehdi. D 5) Acrescenta-se. melh. 1) Local de publicação a) Reproduz-se o nome da cidade tal como se encontra na publicação: London. capítulos.. substantivos em alemão. Eliane. Editoração hoje. Técnica de tradução. folhetos e artigos . reflections on the origin and spread of nationalism]. 2) Os títulos de partes.Jean. se necessário. obviamente. 1989. São Paulo. 4) Nas publicações traduzidas. Ática. São b) Periódicos . rev. Paulo. L. Octavio. se necessário: a) Menciona-se o título original (em redondo e entre colchetes) logo após o título da tradução: ANDERSON. 83-93. se não se apresentou o título original na referência: HEILBRONER. p. 43. o nome do tradutor e outros colaboradores da obra logo depois do título: CERVONI. Trad. quando for necessário citá-Io. 3) O subtítulo.110 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 111 do título. (Série Fundamentos. A natureza e a lógica do R capitalismo. Estudos Políticos. Nação e consciência nacional (Imagined communities. são compostos em redondo: ZAGURY. se houver: GUIDE des centres nationaux d'information bibliografique. . 2. São Paulo. Fundação Getúlio Vargas. etc. 1988. é preferível grifá-l o juntamente com o título principal ou colocá-Io entre parênteses ou arranjá-Io de tal forma que não prejudique a fluência de leitura (v. 2. No texto ou em notas com referências parciais ou simplificadas (como se faz neste trabalho) estes títulos devem ser realçados com aspas. e ampl.. e não: Londres. A formação do Estado populista na América Lafina. e não: Madri. vem precedido de ponto-e-vírgula e deve ser composto em redondo: MELLO. Benedict.

Mas esses designativos devem ser mantidos. forneça-o entre colchetes. 115-48. Preparação Getúlio dos originais. A erudição e a cultura nas constituições brasileiras. Great Britain ou Gt. v.'~' Modelos Abaixo vão especificados modelos de referências bibliográficas segundo o tipo de publicação: Livros 1) Considerando um livro todo: SANT'ANNA. 1988.Franz. Cal. Ed. se não for possível a identificação. b) As datas consecutivas jan.p.lfev. do Brasil. Cultura brasileira. temas e situações. ed. Um artista da fome. indique sol. 208-18. Rio de Janeiro.13 - Referências bibliográficas e bibliografia 113 b) Se a cidade for homônima de outra. 1988/jun. 1973. 2) Considerando parte de um livro: a) Do mesmo autor da publicação: GARClA. p. Ática. 70. Ed. 2. 7. se não for possível a identificação. Análise estrutural de romances brasileiros.n. abreviadamente. d) Se o nome do editor não constar na publicação e puder ser determinado. Livraria José Olympio Editora José Olympio. Filosofia do espírito. etc. 1972. nos casos em que a supressão possa prejudicar a clareza: Ed. p. forneça-a entre colchetes. juntam-se os nomes dos respectivos estados ou países.A. Brit. 11.Se o local. f . ed. e não: Editora Ática S. Ática. 83-91. b) De obra coletiva: KAFKA. e não: nem José Olímpio. In: WEFFORT. Os clássicos da política. abreviando-os se for o caso: Berkeley. 2) Editor a) Transcreve-se o nome do editor tal como figura na publicação. b) Dois editores estabelecidos em locais diferentes são relacionados da seguinte forma: Brasília/São Paulo. Anton et alii. 1987. HEGEL. Francisco org. São Paulo. Othon M. 1989. 2. São Paulo.edo 3) Data de publicação a) Abreviam-se os meses de acordo com o idioma de publicação (v. indique s. . In: o Comunicação em prosa moderna. lista de abreviaturas na p. v. São Paulo..~~. cita-se apenas a primeira. Affonso Romano de. indique s. indique sod. ~~ 'l' . São Paulo. Ática.t. 4) Ausência de notas tipográficas . são ligadas por barra: :f c) Havendo mais de uma cidade relacionada na publicação. Fundação p. Vargas. o editor e a data não aparecem na publicação. Alfredo. c. c) Não se repete o nome do editor se ele já é tratado como autor (vo p. Universidade de Brasília/Ática. BOSI. In: . a seguir) o d) Se o nome da cidade não constar na publicação e puder ser determinado. suprimindo-se apenas a parte que designa a natureza jurídica ou comercial: Ática. 1989. Berkeley. se não for possível a identificação. Para gostar de ler. org. jul. 395-407. 1990. Ática. a não ser que se trate de dois editores estabelecidos em cidades diferentes (vo item "Editor". In: TCHEKHOV. 154). c) Se a data não constar na publicação e puder ser determinada. forneça-o entre colchetes. 109). contos universais.

1973. Ilustrada. DE 1944. romances e novelas. 6 novo 1990. Planeiamento. São Paulo. p. Pedro. Vivaldo da Costa. Rio de Janeiro. Número especial. 1966. Publicações periódicas v.. Elon Lages et alii. 78 (1): 45-7. n. ago.. da Tarde. 18 set. Bibliografia da revolução federalista. 8. Artigos de iornais Jornal ADIADOS investimentos de indústrias do setor de papel. n. 1983. 55 p. Ciência Hoie. Publicações de congressos Separatas 1) De livros: MUNOZ AMATO. 1962. p.. 8-11. Aguilar. 2) Referência a um número especial com título: DOM CASMURRO. . 348. folhetim e crônica: três gêneros 77 (65): fora do lugar. A tradução no Brasil. p. 1) Referência a um número determinado da publicação: ANHEMBI. Curitiba. Separata de Introducción a Ia administración pública. n. 1955. U FBA. p. 8. 2) De periódicos: LIMA. v. São Paulo. México. 3) Referência a artigos de periódicos: RONCARI. romance. PAES.114 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 115 3) Considerando um livro de obras reunidas em um ou mais volumes de um mesmo autor: VERísSIMO. Unidades narrativas. da tradução. In: o Ficção completa. In: CONGRESSO DA HISTÓRIADA REVOLUÇÃO 1984. A família de santo nos candomblés ieie-nagôs da Bahia. Walter.Centenário de Eça de Queiroz. 8 set. Capo 3. Rio de Janeiro. Paulo. 1955. conto. Rio de Janeiro. 136. Folha de S. Dissertação de mestrado apresentada à Coordenação de Pós-Graduação em Ciências Humanas. Esboço da situação da matemática no Brasil. São Paulo. 1966. 1966. 2. 31. Folhetim. 1. Folha de S. 40-8. v. Salvador. Érico. As traições Paulo. Fondo de Cultura Económica. Judith. um estudo de relações intergrupais. O senhor embaixador. UFBA. 747-1 094. GROSSMANN. Salvador. novela. Curitiba. mar. José Paulo. Mimeogr. FGV/EBAP. São Paulo. SPALDING. 1944. 46. 1984. Teses e obras mimeografadas LIMA. 1945. 1977. 295-300. Governo do Estado do Paraná. 1990. Luiz. Anais . 405/406. Rio de Janeiro. João Batista. NATAl!. mar. Separata de Ciência e Cultura. Sermão. p.

com trema.Strasse (rua). depois da primeira ocorrência. Mas o uso fez desse preceito letra morta. etc. 3) indicar a supressão de vogal em palavras compostas ligadas pela preposição de: galinha-d'água. paud 'arco.Fluegel (asa). respectivamente: Phõnomen -. etc. SOSRE A naj3 -.) 1 Apud CUNHA.de per + 10(0) e per + la(a)-. (j e Ü. Lindley. P. tb. Nova Fronteira. a preposição antiga per é que deveria participar dos desdobramentos (Notícia publicada per O Estado de S. Celso & CINTRA. principalmente: 1) Em nomes de divisões ou partes de um livro e em notas com referências bibliográficas parciais (v. offnen -. se for o caso. configurando uma abreviação do título (v. n'O Globo. Entretanto. Straj3e -. Paulo. Paulo). 3) Em casos restritos do discurso direto (v. . 41). Flügel -. Paulo). aos seguintes casos: 1) indicar a supressão de letra ou letras no verso: c'roa. 1985. O apóstrofo tem emprego limitado. D1vtS'~O SILÁSICA. 5) Em termos tomados irônica ou impropriamente: O "milagre" brasileiro. p.. mas isso seria um contra-senso. 2) Todos os substantivos. É natural que se escreva: Notícia publicada por O Estado de S. Reichtum (riqueza). (leite de Vasconcelos 1.oeffnen (abrir). 11. Wilhelm (Guilherme).. etc. o artigo do título pode ser suprimido para contrair-se com a preposição. p. 11O). 6) Para reproduzir A campanha literalmente um dístico. Nova gramática 2. ed. b) As letras li. 79). permitindo-nos escrever d' Os lusíadas. podem ser transformadas em ae. o apóstrofo não deveria ser empregado para marcar a combinação de preposições com artigos que antecedem títulos de obras em geral. 2) reproduzir certas pronúncias populares: 'tá. do português contemporâneo. 49). oe e ue. Aspas Emprego Empregam-se as aspas.14 - Padrões complementares 117 14 PADRÕES COMPLEMENTARES Por força dessas restrições. p. Stein (pedra). 'teve. Rio de Janeiro. podem ser feitas as seguintes adaptações: a) O sinal 13 é representado por ss: V.Phaenomen (fenômeno). p. 2) Em nomes de obras musicais (v. p. p. 7) Para assinalar o significado de palavras ou expressões: No Alentejo fazenda significa "rebanho de gado macho". inicial maiúscula: próprios e comuns. 4) Nas citações diretas (v. ou: em O Globo. 'star. Alemão Algumas peculiaridades da escrita latina da língua alemã: 1) Por facilidade gráfica. 645. são escritos com Deutschland (Alemanha). ou: de Os lusíadas. no "Formulário ortográfico".nass (molhado). 106): Notícia publicada no (ou pelo) Estado (ou Estado de S. se forem feitas referências sucessivas a uma mesma obra. lema ou slogan: "O petróleo é nosso". Nas combinações pelo e pela .

..""~. etc. ao sujeito ou quando.·\...• ""·"··". Etc._. Paulo.._'""~'"''''''''... São Paulo. que Por isso.'a. iJíffp.·./··"'·""~·'v·"·"". . isto é..._..••..•..manteve-se distinta.~-"""... preda especial~te ção. e mais do sujeit~quandoa tema literária._.. e "a menina" de nominativo passa a acusativo...íliâ·rr. "......_. 1990... a experiência inglesa .. mão. i Antes de ele./'''''''~''''''''''''''~''' .._é_'·'_"'''''l. Sobrevive e fortemente atua." . 83)... " Rosa" o sertão está em toda parte"..-·. .~.~...•~ •. • -. ... Atica..:ié. com supressão das aspas iniciais e finais da citação...) 2) Se apenas parte do período estiver entre aspas. "o professor" de acusativo passa a nominativo....... ~.."'''' .~mámuaãi1çãnã'fíâtureiá·êíes~~s dois argumentos. ães e ãos: razão.'./""""" .". o sinal de pontuação fica dentro das aspas: "Ao verme que primeiro roeu as frias carnes do meu cadáver dedico com saudosa lembrança estas memórias póstumas.. o sinal de pontuação fica fora delas: Para Guimarães .~_ .f~.". Espanhol Duas observações sobre a pontuação: 1) No enunciado interrogativo há um ponto-de-interrogação invertido no início e o ponto-de-interrogação normal no fim: ZCómo te lIamas? Entretanto. I ..~"""".. põe-se o mesmo sinal de pontuação que separa os vários elementos de uma enumeração: Comprei livros. ."".. Fernanda..~./'''''''''...". pela colocação...... ímpIICa....... as sociedades burguesas posteriores não puderam repetir esse desenvolvi'~.. .......eníliá .~~êe'ssãiíâméi'íIe. '''" 1) Se o período inteiro estiver entre aspas... p..•._ -.... que havia Por ter sido a primeira.) "Por que não nasci eu um simples vaga-lume?" (Idem.teoriP resulMnte de uma Chegando depois....~.". cadernos. . consiste naessa chamadal~ nversão ação verbal }lomo língua da comunicaferem não raro melhor focalitão não há um objeto direto para opor.. ". . i Qué maravilla! Apenas ele [o sistema britânico] representou um~rescil mento lento e convencional o prMduto de invenção deliberada... p.".._•• e""'. "." (Machado de Assis."~. -' "".~"~.""""'''. ! Em The Break-up of Britain.. 169...""..."".... num mundo em que a Revolução Inglesa já havia tido êxito e se expandido."".. o mecanismo da concordância pode entrar em ação" 12.. O princípio funcional a que Câmara Junior havia feito menção acima pode também aqui voltar a atuar: "Não obstante..../. . ...... a anteposição do verbo tem um valor estilístico muito nítido... ••.~..•••....---. razões.-".."" •..... se for adotado o recurso de defesa (v... etc.. no sistema português uma tensão entre ordem não-marca da e ordem marcada.".. "_. .18 elatJbado seu constitucionalismo golpe os frutos da experiência correr de vários sécuno do Estado...118 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 14 - Padrões complementares 119 As aspas simples ou semi-aspas As aspas e a pontuação Usam-se as aspas simples (' ') para destacar trecho (ou trechos) já aspeado no original de uma citação ou de um texto qualquer que se transcreve entre aspas (duplas): !·'..... 1989.. cclno os outros. ..-.. mãos. pão. Tom Nairn diz algui mas palavras preciosas a respeito do relacionamento en. Os nomes terminados em ão fazem o plural com ões. .O<""'~..depois britânica .-...~-.n:a\4!.". Para os adjetivos qualificativos \limos que a posposição c()l)stitui a ordem não-m~.~..·. pães. Tempos lingüísticos."'''''~''''_~''''''~''"~.....' "".. tre o sistema político britânico e os do resto do mundo moderno: 1 I 2) No enunciado exclamativo há um ponto-de-exclamação invertido no início e o ponto-de-exclamação normal no fim: /. esses outros Qentaram resumir de um s._._... Sãa ._."d'(jk'dtáa:!I..".~" .. ReprodlJZido de: ANoERsoN."''~'''''''-\....... Reproduzido de: TARALLO. "•. mantém-se entre aspas duplas aquilo que originalmente se encontra aspeado: ç 'ÇÚ~....._.. a língua coloquj ..". e a pontuação I 10Ç) . ••""".• ". p. ....0 ..~". pois. mesmo com objeto direto."""-g. __ ·'·'--"·""''·'''''''''"·'''·''····"'·-".... Por terem chegado em segundo lugar.-. ".." . -''-·.'<""~_'" . Ática.·.'~.~.·ú·a::. para 9_Slljeit9doJ ._.~.... e não.. Benedict..~../··.. lápis..' iTO:5''''j ... Nação e consciência nacional.. 149. '.•...

4) Os títulos nobiliárquicos: Lady. 3) Na nomenclatura científica (v. estrada de ferro Santos-Jundiaí. Sir. e Inglês Escrevem-se com inicial maiúscula. . December.121 120 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 14 - Padrões complementares Francês Um texto em francês deve ter sua ortografia rastreada com muito cuidado. trajeto Mauá-Cascadura. o hall do elevador. 49). um show de rock. A Ia fin de Ia semaine. usa-se o hífen em combinações simétricas do tipo: Acordo Brasil-Argentina. excetuando as partículas (preposições. etc. ou grifo. 2) Em subtítulos. p. 3) Se a palavra inteira for escrita com letras maiúsclas. Pantanal Mato-Grossense. 3) Os dias da semana: todos Wednesday. e não do hífen. p. Lady Diana. PÂTE. ao por- (Neste caso. todas as palavras são escritas com iniciais maiúsculas. O título Lord. 47). escreve-se com inicial minúscula (lorde). 154): 2) Não se acentua o a maiúsculo. Ressalte-se ainda que: 1) É facultativo o acento agudo no Émile ou Emile.) entre ele Nos nomes próprios e intitulativos compostos ligados por hífen. Trás-os-Montes. jornais (v. tal como o hífen.): Grã-Bretanha. Sunday. principalmente no que se refere à abundância de acentos gráficos. geralmente: March. os acentos devem estar presentes: ÉLÊVE. Englishman. é usado: 1) Nos títulos de livros. Vice-Presidência 4) Em palavras e expressões estrangeiras incorporadas tuguês. p. PÂTÉ. p. I táUco (grifo) Mas é de rigor o emprego do travessão. tb. além dos nomes próprios: 1) Adjetivos referentes às nacionalidades: Brazilian. o travessão deve vir sem espacejamento e as palavras que une. Hifen e travessão Além de outros empregos. O itálico. 110. 96 e 109) e obras de arte em geral (v. integração professor-aluno. como em palavras compostas. quando aportuguesado. mas ainda não aportuguesadas: Designar ad hoc. da República. conforme o exposto na p. revistas. em encadeamentos vocabulares do tipo: ponte aérea Rio-São Paulo. Junto a nome próprio. conjunções. os títulos ingleses de nobreza não devem ser destacados graficamente: Sir Winston Churchill. maiúsculo: 2) Os nomes dos meses (v.

As famílias são muito numerosas. (Alfredo 80si. genericamente. . as aspas e o tipo normal do texto nas citações de trechos em língua estrangeira: Dante.. EM . no canto XXII [. o mesmo desenho básico.. sob o signo de Gêmeos.__ T'ipos e corpos Tipo Algumas famílias importantes Baskerville Bodoni Futura Para indicar que uma palavra deve ser escrita com inicial maiúscula. ou caixa alta: EXEMPLO DE LINHA COMPOSTA EM VERSAL. C...recebe de 8eatriz o convite para contemplar o mundo inteiro a seus pés . independentemente das características de cada uma.Tipo normal. grifadas. mas com tamanho reduzido. b..o das estrelas fixas. Exemplo de linha composta em negrito.. ]. "presso all'ultima salute" . tendo subido ao oitavo céu . 6) Caixa alta - As letras maiúsculas: A. English Times Univers Tipo. c. em quase todas elas podem ser encontrados os seguintes tipos: Para indicar que a palavra deve ser escrita com a combinação dos tipos versal e versalete. de altura idêntica à das letras minúsculas: EXEMPLO DE LINHA COMPOSTA EM VERSALETE. 5) Caixa baixa As letras minúsculas: 0'0 a. 7) Versal A própria letra maiúscula. é a letra que resulta de qualquer processo de composição.) 1) Redondo (ou romano) . 3) Negrito (ou bolá) . 8) Versalete . B. que. 4) Bold-itálico (ou grifo-negrito) - Combinação do bold com o itálico: Exemplo de linha composta em bold-itálico. também de desenho vertical: b) As abreviaturas e expressões latinas usadas em bibliologia (v. diferenciam-se dos prefixos análogos do português (v. p.122 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 14 - Padrões complementares 123 a) Usam-se. 150) dispensam destaque gráfico: são escritas no tipo normal do texto. 97). porém. constituem um conjunto denominado família. diz-se que a palavra deve ser composta em versal-versalele: EXEMPLO DE LINHA COMPOSTA VERSAL -VERSALETE. diz-se que a palavra deve ser composta em caixa alta-e-baixa: Exemplo de Linha Composta em Caixa Alta-e-Baixa. 2) Itálico (ou grifo) Tipo inclinado para a direita: Exemplo de linha composta em itálico. 5) Para enfatizar palavras ou expressões: O termo esquerda é utilizado . Excetuam-se as formas autônomas infra e supra. p. de desenho vertical: Exemplo de linha composta em redondo.O tipo versalete é a própria letra maiúscula. mas. Os tipos que apresentam as mesmas características.Tipo mais grosso que o redondo. mais claro.

Exemplo de linha composta em corpo 6. Para esboçar o perfil ideal do revisor. por exemplo. ].124 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Corpo Corpo é o tamanho de um tipo. voltada para a qualidade do produto que põe no mercado. Exemplo de linha composta em corpo 12. e lê-Io corretamente .. tem uma expectativa que vai mais além. Apesar de manter em seus quadros preparadores de originais e outros profissionais que permitiriam que assim fosse considerado o trabalho do revisor. medido em pontos. Deveria conhecer cada frase de Shakespeare ou da Bíblia e estar em condições de pinçar qualquer falsa citação vertente. a editora. . o perfil ea linha composta em corpo 24. como os doutores. Deve ser capaz de grafar quase tudo sem recurso ao dicionário [. mesmo com uma só letra. função do revisor A palavra revisão tem em si grande carga de significações. Deve ter olho agudo e mente aberta para reconhecer num átimo as cacografias. mas aqui se refere à revisão de provas. Deveria posta em corpo 36. e deve reconhecer os desenhos dos tipos que se lhe apresentam. Deve ser hábil para ler o mais carunchoso e ilegível dos manuscritos.376 mm. 15 o PROCESSO DE REVISÃO DE PROVAS Exemplo de linha composta em corpo 10. Idealmente. O revisor de provas (daqui por diante só revisor) teria por incumbência o cotejo da prova com o original sem compromisso com o conteúdo do texto e limitado apenas aos erros tipográficos. tomam-se os dizeres de SeánJannet citados por Antônio Houaiss: As qualificações requeridas dele são extensas. Assim. possuem notoriamente vezos arbitrários e desarrazoados. corpo 72. tem uma altura aproximada de 3.e os autores..76 mm (0. um tipo de corpo 10. Pelo sistema de medidas tipográficas denominado Didot. deveria conhecer cada data de livro de história e ter ademais Íntimo convívio com a significação e a feição de cada palavra do ou fora do Dicionário inglês de Oxjord. cada ponto corresponde a aproximadamente 0.376 x 10).

. troca indevida de uma palavra por qualquer outra. Na maioria das editoras de hoje não existe propriamente a figura do leitor. enquanto o revisor acompanha as palavras da prova. 126 o 15 LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO O processo de revisão de provas 127 conhecer tudo sobre religião comparada e tanto sobre economia. e também do autor.e sobre arte também. linhas ou trechos. O revisor faz o que pode e não raro fá-Io surpreendentemente bem.e. do manuscrito ou do original I Elemento$ de bibliologia... [. as provas de paquê [conjunto. p.e. Não é necessariamente um velho. ato contínuo. a atenção deste. De preferência.. qualquer omissão involuntária de letras. sobre ciência quanto possível -'. O leitor é então chamado a ler alto. Ibidem. Cada dupla divide entre si o acompanhamento dos originais e a leitura das provas. 2. pois esse conhecimento lhe é útil. há umas quantas moças ou rapazes. como já vimos. 79-80... 81. um emprego mais rendoso do que numa casa impressora. os de erros maiS comuns sao: a) Salto. v. i. É ainda a Jannet a quem se recorre para descrever sucintamente a tarefa do revisor: dactilográfico do autor.. palavras. p. De fato. se for o caso. comparando-as com as da leitura.e. . por certo. A tarefa descrita acima é desempenhada por duplas de revisores. chamando. palavras. da experiência e dos graus universitários. ] o que quer que seja que possa comprometer a boa reputação da casa [. linhas ou parágrafos. O pequeno erro tipográfico que escapa à revisão é também conhecido por piolho. Num paradigma. duplicação indevida de sinais. o Os erros 1) Os erros . e geralmente tem.i. arcado ao peso dos anos. inversão indevida de sinais. digamos. e detém também um' armazenamento de fatos apreendidos dos livros que reviu. Primeiro.Na linguagem dos revisores. largo conhecimento da tipografia. composição . ]. ainda não paginado. pois tudo de que ele possa assenhorar-se é potencialmente útil a ele!. de linhas de composição tipográfica amarradas por um fio] chegam ao revisor junto com a parte do original correspondente. evitando as letras de fontes estranhas que se possam ter infiltrado no texto composto.. mais. letras. sílabas. 2 Assistindo-os [os revisores]. cujo valor seria maior se pudesse falar e escrever. observando [. palavras. deveria ter o mais amplo conhecimento. Quaisquer erros que forem encontrados são indicados por signos especiais2. d) Gato. c) Pastel. que existe.. e também zelar por que os enganos do próprio autor sejam evitados. ou colhidos aqui e ali. chamados leitores.e. A tarefa do revisor é descobrir quaisquer erros que tenham sido cometidos na composição e dar instruções para sua correção. sílabas. i. frases.. letras. sobre política. v.. essencial em seu trabalho. Também é pastel a mistura desordenada de caracteres tipográficos. uma dúzia de línguas. qualquer livro deverá ser lido antes em sua inteireza pelo revisor. i. dessa natureza. ] Deveria ter. vigiando os erros tanto da composição quanto do leitor. b) Piolho. cit. 2. seria ele um louco se não encontrase. linhas ou trechos..

393. preferencialmente direita.São sinais acompanhados de explicação verbal. o que é pior. . Veja um caso de gralha relatado por Eduardo Frieiro. presença indevida de letras ou sinais virados (erro freqüente na composição tipográfica). as comissivas são envolvidas por um círculo: ~ poesia místico-religiosa Guimarki}is. Os signos ou sinais Os sinais de revisão são de duas espécies: 2) Os erros do próprio revisor . constar no original que a "guerra dos Trinta Anos começou em 1518 e terminou em 1648". Se.e. chamada de barra de atenção. com recurso a sinais convencionais antecedidos de uma barra oblíqua (I). 12. as comissivas serão feitas sucessivamente da esquerda para a direita e na mesma ordem em que aparecem as respectivas remissivas: comIssIvas (margem) 1& b) Imprecisões de correção .Às vezes o revisor também comete erros. anunciou um prêmio a quem descobrisse um erro de revisão.. cit. "demos ontem a notícia de que Sua Majestade a 1àinha . houver outras correções. Para não ser traído pela memória. fazendo uma edição especial muito esmerada em homenagem à soberana. quando for possível reunir todo o material. i. por extenso ou abreviada. verificação a arriscar-se a fazer uma correçao ImpreCIsa.. e anotar o caso para uma-' posterior .O revisor nem sempre tem em mãos a obra na totalidade. do começo ao fim do livro. " etc. sobre o tipo de correção desejada. no tempo da rainha dona Amélia. o revisor imediatamente perceberá que a diferença entre as datas não é só de 30 anos.3 c) Desvios de padronização . se não tiver uma boa fonte de consulta à mão. quando não percebe um erro já existente. da língua .Marca-se no texto o lugar exato da correção (remissiva) e na margem. é preferível não corrigir."l' A~__ \ é.· '~.. atente para os seguintes casos: a) Desconhecimento rer a dicionários. Para quê? Logo na primeira coluna da primeira página do tal jornal lia-se em tipos fortes: Sua Majestade a Bainha etc. etc.Quando precisar recorveja o que se disse sobre ortografia à 1) Sinais convencionais . fora de lugar ou trocados.. Uma delas está incorreta. Para evitar isso.Se. dizia. o cumprimento de prazos ou razões de caráter diverso. op.. por provocar um erro novo. de todos os outros casos semelhantes ou que justifiquem a alteração. mas. E não só por um cochilo. p. etc. _______ remissi vas (texto) Â _ d~ texto) ___ (" !Lf- S control<1Ie qual/idadel l "i·'r"" !" l/.128 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 15 - O processo de revisão de provas 129 e) Gralha. Neste caso./\ I!')fi V \. Então ele não deve fazer emendas de padronização sem considerar a ocorrência. p. por exemplo e por um descuido qualquer.. numa mesma lin!Ia. de Alphonsus de 3 Apud Emanuel Araújo.. em que as palavras bainha e tainha aparecem no lugar de rainha: Um jornal de Lisboa. Apenas apontará as eventuais divergências para verificação posterior. dada a sua extensão.L 2) Sinais explicativos . aquilo que deve ser corrigido (comissiva). O responsável foi punido e no dia seguinte saía a retificação: "Por um lamentável erro de revisão".

Os seus componentes são: constitui a parte física Capa A capa. 1 A ESTRUTU RA DO LIVRO IMPRESSO Os elementos que compõem a estrutura do livro impresso podem ser examinados distribuindo-os em quatro partes: material. das remissivas a outras partes do livro e.Desempenhado por dois revisores. enfim. um terceiro revisor faz uma releitura de todas as provas. basicamente.O dorso (da capa ou da sobrecapa). do livro. o revisor procede a uma conferência técnica da montagem. ou extratextual. A seguir. este trabalho é feito nas provas iniciais de composição (primeira prova) e na arte-final.Em sentido restrito. Após a conferência de emendas e o decalque das provas. quando uma prova for paginada a partir de uma prova de microcomputador. Isso deve ser feito. Na arte-final. com uma das mãos. pré-textual. 3) Revisão decalcada . J ~ "-f .130 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO As provas e as etapas de revisão Cada etapa de revisão relaciona-se a um tipo específico de prova. Pelo decalque. onde constam ao menos o título da obra e o nome do autor. normalmente. 1) Capa ou primeira capa . ele levanta e abaixa. apresenta outros tipos gráficos. geralmente nada se imprime. 2) Releitura individual . mas. Quando as linhas de uma nova prova não corresponderem com as linhas da prova anterior. Parte material A parte material. ajustando-a de modo a fazer corresponder as linhas de uma prova com as da outra. faz-se outra releitura. sem alinhamentos. não existentes na primeira prova. o revisor coloca a nova prova sobre a anterior. por exemplo. O cotejo da arte-final com o original justificase por ser nessa etapa que se fazem montagens ou inserções de novos elementos. tiram-se tantas provas quantas forem necessárias à limpeza total de erros. em sentido amplo. nos moldes descritos acima. a prova superposta e vai acompanhando as alterações havidas. se for o caso. conforme menciona-se atrás. onde 3) Lombada . 2) Segunda capa . O logotipo da editora e o número do volume ou da coleção ou série podem também figurar. é o revestimento externo (flexível ou rígido) de proteção do miolo e pode apresentar ainda os seguintes elementos: . de tudo aquilo que deve comparecer no livro impresso. Em princípio. em cada linha.Este tipo de revisão consiste na conferência da correção das emendas pedidas em prova anterior. capa é a parte frontal do revestimento.Concluído o confronto do original com as provas. que. esta releitura é de suma importância: tratando-se da última revisão completa. seguida de um decalque. recorrendo ao original apenas para verificações. . a rotina de revisão é a seguinte: 1) Confronto do original com as provas .É a face interna da capa (primeira). será mais seguro fazer um cotejo palavra por palavra. textual e pós-textual.

É a face interna da quarta capa. onde geralmente nada se imprime. miolo ~ /' /" //oorelha quarta capa (o verso desta é a terceira capa) capa (o verso desta é a segunda capa) .Cada uma das abas (da capa ou da contracapa) dobradas para dentro chama-se orelha. coleções.!iVro impresso 133 Quando os tipos (as letras) forem impressos na vertical. além dos dados mencionados a seguir. etc. As orelhas não comparecem obrigatoriamente em todo livro. Nas orelhas c quarta capa podem distribuir-se informações sobre o livro e/ou o autor ou ainda publicidade de outros livros. podem formar com a quarta capa um conjunto em que se dá continuidade ao grafismo da capa. onde. 5) Quarta capa ou contracapa .A parte posterior do revestimento constitui a quarta capa. da editora. o que depende também da espessura do livro. mas. imprime-se o registro do ISBN (International Standard Book Number).E REVISÃO 16 - A estrutura do . terão o sentido de leitura de baixo para cima. 6) Orelha .. 4) Terceira capa . quando existem.

é a designação dada à folha de papel que. que pode ser de papel ou outro material e conter o título e outros elementos de interesse. Esquema o de um caderno ou colados de 16 páginas. Miolo conjunto das folhas.-grampeados. Caderno.134 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 16 - A estrutura do livro impresso 135 Sobrecapa Conhecida também por jaqueta. formam o miolo. costurados entre si. a cinta pode trazer propaganda ou opiniões críticas sobre a obra. a sobrecapa é uma cobertura protetora da capa. Os cadernos. . constitui o miolo. impressas em cadernos. dá origem geralmente a oito. depois de impressa e dobrada. 1 6 13 16 ZL S 4 frente 8 L OL L 1 154 L3 9 2 Cinta Faixa que envolve parcialmente o livro. 16 ou 32 páginas. . por sua vez. reun~9~s.

é impresso ou entalhado nas bordas do miolo.Indicador.Trata-se do marcador da página de leitura. Marcadores avulsos Olho ~ Primeira página de algumas publicações. ou dedeira. conforme o caso.A estrutura do livro impresso __ . pode ser uma projeção cartonada. c) Título e. _~g'_r. cuja apresentação deve ocorrer. Eventualmente também o nome da coleção ou série acompanhado do número do volume. O marcador avulso geralmente se presta também a outras finalidades.1ANUAl DE PREPARAÇÃO ER_EIJiSÃO 137 o miolo pode apresentar ainda os seguintes elementos: Parte pré-textual Precedendo o texto propriamente dito. se não for a primeira. uma cavidade (unha) ou outra forma qualquer que faça sobressaírem elementos que servem de índice de dedo em determinadas publicações. 2) Indicador ou dedeira . Geralmente contém os seguintes elementos: 1) No reto (página ímpar ou frente): a) Nome da coleção ou série e o respectivo número que o volume tem na coleção. Há casos em que esses créditos são mencionados no verso. e o logotipo da editora. se existir mais de um. b) Nome do autor. e) Número do volume. Estas indicações podem figurar aquI ou no verso. portada. na parte inferior. . . f) Número da edição. encontram-se os elementos pré-textuais. O indicador. subtítulo da obra. preferivelmente. d) Nome do tradutor. página de rosto. organizador ou prefaciador. o olho é conhecido ainda por falsa folha de rosto. Indicador com unha Frontispício Ou rosto. na parte superior da página. ante-rosto ou falso frontispício. Nele comparece apenas o título da obra. o qual tanto pode ser uma fita ou linha presa na parte superior da lombada como pode ser uma tira de papel ou de outro material fornecida avulsa. Mais raramente figura aqui o nome do autor. na seguinte ordem: 1) Marcador .136 16 .. folha de rosto. conforme o caso. se houver. g) Logotipo da editora.

A criação do bordei.. polacas . O homossexualismo clandestina masculina e a prostituição 68 83 94 VII. c) Propriedade de direitos: copyright. Introd ução... se tradução. é comum transferi-Io para o reto da página..138 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 16 - A estrutura do livro impresso 139 2) No verso: a) Nome da coleção ou série e o respectivo número do volume na coleção.. etc. 11. separam-se deles por vírgula ou são destacados com negritos ou com outro recurso gráfico. Regulamentação ou não da prostituição? Um debate entre médicos. se já não figuraram no reto.. . Reproduz com fidelidade. classificação da prostituição A médicas e policiais IV. existem. diagramador.. uiz Carlos. Alinhados à direita. Colocados imediatamente após os títulos. SUMÁRIO Ag radec imentos . 143).. se houver. tradutor.. suas causas e a degradação dos costumes segundo o discurso médico 111.. Agradecimentos Quando prefácio. b) Título original da obra. d) Créditos de realização editorial (nomes de editor. e na ordem em que aparecem.. 1992.. pode dividir o espaço da página com os agradecimentos. preparador. seções.. 1. nomes de pessoas. Sumário apresentando linhas pontilhadas entre títulos e fólios. após o frontispício.. capítulos. acontecimentos. As "mulheres dos caftens" pelas autoridades pública no Rio de Janeiro pública e a sua localização públicas". 113 Romeiras. Ática.. A repressão à prostituição clandestina 94 -99 IX. a dedicatória. da editora e ano de pu- Não se deve confundir sumário com índice . se existir na publicação. São Paulo.. autoridades policiais e juristas VIII.. A pwstituição 2. unem-se aos títulos por fios ou linhas pontilhadas.. geralmente fica isolada em página ímpar. A prostituição I. As tentativas de controle da prostituição 2. 5 7 9 . ilhoas.. p. ordenada alfabeticamente (v. As tentativas J anei ro de controle da prostituição no Rio de pública Sumário O sumário contém apenas as principais divisões da obra.. revisor. e) Registro do ISBN. os títulos das partes.). a higienização da prostituição o seu significado Glossário Bibliografia Reproduzido de: SOARES. etc. Outras vezes... os agradecimentos às vezes cabem no V. As escravas e a prostituição VI. Quando se faz necessário ressaltar algum destes créditos. suas nacionalidades . em função do arranjo gráfico. Os fólios (números de página) alinham-se à direita ou vêm imediatamente após cada título. etc. L e 102 110 .. I. f) Imprenta: nome e endereço blicação. ilustrador..índice é uma lista de assuntos... 16 26 41 41 e a "chaga 49 61 o Rio de Janeiro no século XIX: população e desenvolvimento Dedicatória Palavras com que o autor oferece o livro a alguém.A prostituição.

2) Corpo do texto . etc. Lista de abreviaturas A lista de abreviaturas deverá ser. . usa-se um dos pares: 1) Título do livro (na página par) e título do capítulo (na ímpar). tabelas e figuras (v.Discurso inicial em que o autor expõe argumento. mas podem vir ainda ou no pé da página ou na lateral. pois foram utilizadas algumas edições que não a primeira. justificação ou apresentação do próprio autor ou de outra pessoa. Citação ou pensamento que se relaciona com o assunto do livro. p. cabeças ou cabeçalhos.. 19) e depois as tabelas e indica-se. mas optou por relacionar as siglas referentes às obras analisadas em ordem cronológica de aparecimento. Parte pós-textual Complementando mentos: o texto. apoiando-se em divisões e subdivisões (v. Cabecos # Epígrafe (do livro) Também conhecidos por títulos correntes. 3) Conclusão. A lista de figuras e tabelas deve ser feita quando as ilustrações forem em número que justifique sua elaboração. Notas As notas podem comparecer no rodapé. se ocorrer.140 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 16 - A estrutura do livro impresso 141 Lista de figuras e tabelas Integrando Parte textual o texto propriamente dito. os mais recentes vão precedendo os primeiros. 3) Nome do autor (na página par) e título do livro (na ímpar). p. preferencialmente. incluem-se na lista as siglas e os símbolos utilizados. objetivos e modo de tratar o assunto. advertência. 85 e 104). o fólio de cada uma das ilustrações. encontram-se os seguintes ele- Prefácio Também conhecido por nota prévia. Na lista de abreviaturas reproduzida na página 100. Como fonte da epígrafe. apresentação. Eventualmente pode haver epígrafes também no início de seções principais. no final das principais seções ou no final do texto (v. A abreviatura será seguida de sua significação. p. encontram-se: 1) Introdução . coloca-se abaixo dela a referência bibliográfica completa ou só o nome do autor e o da obra de onde foi extraída ou simplesmente o nome do autor. a epígrafe. como no sumário. A mesma opção deve ser seguida em todo o livro. e a data dessa primeira edição não foi declarada. p. Comumente. Quando há novos prefácios para novas edições. Esse critério. apresentada em ordem alfabética. é o último elemento da parte prétextual e precede o texto propriamente dito. todavia.Parte principal do texto onde o assunto é desenvolvido. 2) Título do capítulo (na página par) e subtítulo do capítulo (na ímpar). 19). não está ali muito evidente. o autor não usou a ordem alfabética. o prefácio consiste em esclarecimentos. 34) e em outros elementos como fórmulas. os cabeços aparecem geralmente no alto da página com o fólio. tb. Se for o caso. Arrolamse antes as figuras (v.

de tornar o manuseio mais prático ao leitor. etc. Algu. Índice de autores. etc. assuntos . às vezes. ponta-seca Glossário (ou vocabulário) Lista de termos pouco conhecidos. mapas. usam-se as três letras iniciais dos verbetes em vez de escrevê-Ios por extenso. Referências bibliográficas e bibliografia Veja-se o capítulo 13 (p. Não deve. de sentido obscuro ou de uso restrito.-B. com remissões a fólios ou seções específicas do livro. Os tipos de desdobramentos mais correntes são: Índice temático (de matérias. Podem apresentar matérias de exemplificação como textos de lei. seguidos de explicação. Em qualquer dos casos. separados por índice Lista detalhada. etc. 90). nomes de pessoas e mesmo outros intitulativos). Índice antroponÍmico (nomes de pessoas). Índice onomástico (de autores citados ou. p. nomes de pessoas e de lugares. Índice biblionÍmico (livros e periódicos). Ordenação letra por letra ponta pontada ponta -direita Ponta Grossa Pontalis. Índice toponÍmico (lugares). não constituem propriamente texto do autor. como dicionários e enciclopédias.. mas vanaçoes maiS comuns: 1) Primeiro verbete à esquerda e último verbete à direita (na mesma página). obras. pois a condição essencial de qualquer Índice é remeter a alguma coisa e ser ordenado alfabeticamente. ser confundido com sumário (v. listagens. portanto. suplementos que se acrescentam ao texto para esclarecê-Io ou documentá-Io. j. como. ). temas. costuma haver variações muitas vezes em função do tamanho da página e. o Índice é também conhecido por Índice geral ou Índice analítico.). instituições.142 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 16 - A estrutura do livro impresso 143 Nas obras de referência. de assuntos. Ponta Porã ponta-seca Ordenação palavra por palavra ponta Ponta Grossa Ponta Porã pontada ponta -direita Pontalis. 2) Primeiro verbete da página par à esquerda (na página par) e último verbete da página Ímpar à direita (na página Ímpar). . Índice de intitulativos (entidades. embora só recomendáveis quando compensarem o múltiplo esforço de consulta. Em lugar de Índice geral podem ocorrer outros Índices desmembrados. acontecimentos. tabelas. que trata exclusivamente deste assunto. 138). Deve-se evitar chamá-Io de Índice remissivo ou alfabético. por exemplo.-B. p. A ordenação alfabética se faz letra por letra ou palavra por palavra. mas não há necessidade de diferenciá-Ios graficamente.. ordenada alfabeticamente. 107). Os nomes costumam variar. 3) Os dois verbetes . etc. j. Índice de assuntos.o primeiro e o último barra ou travessão (em cada página). Apêndice (ou anexo) Os apêndices.. . Os verbetes com nomes de pessoas entram da mesma forma que nas referências bibliográficas (v. às vezes.

p. 122 Cerroni. 105. 120. 76. P. nota final ou post-sériptum) posfácio é matéria elaborada pelo autor com base em informações novas que lhe chegaram ao conhecimento após a composição do livro. 149 monopolista. 95 CGT (Confédération Généra1e des Travailleurs). 108. 163. 22. etc. 30. 117. 106. 126 burguesia. 26. p. 157. 20. 148 CFDT (Confédération Française Démocratique du Travail). 71. 127. 23-9. 164-9 bonapartismo. 123-8. 121 ideológicos. Ática. 67 frações do. 136 Amendola. 138 estatal. 79. H. 148-50. 119. 145. 28. 102. 105. 66. 8. 65 capitalismo. 103. 107. 99. 141 acumulação do. 146. 9 aparelho(s). 33. 22. L. 108. M. Os créditos de realização editoriallocalizam-se no verso do frontispício (v. 151. Umberto. 138. 115 no poder. 63. 133. 73. ou colada. 142. 136 Anderson. histórico. 66. 127 antistalinismo stalinista. 108. 78. 27-30. 119 artesanato. 164 aristocracia. 37. o INDICE ANALJTICO E ONOMÁSTICO aliança(s). 159. 107. 71-4. 103. 138. 138-45. 68. 119. 118. intermediárias. os dados do colofão podem aparecer no verso do frontispício. 120. 118. 23. 113. 143. pode ser apenas inserida. 143. .. personagens o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 16 - A estrutura do livro impresso 145 esta modalidade históricas de índice engloba nomes de autores. 108-10. 51. G. 18. 150 monopolista. 124. 114-6. de: SllVEIRA. 129. 116-8. 78. 149. 19 Cardoso.144 Sob a rubrica assuntos. 74. 44 Allende. 138). 154 burguesia/ aristocracia. 82. 110-2. 70. 55. 87. 39. 115. 150 fração hegemônica do. 108. 71. no início ou no fim do livro. Posfácio (adendo. F. 97 Cardoso. 51. 106.. 108-14. São Paulo. 125. 24-7. 76. 71. 22.. 141 bloco. 10. 105. 82. 76. Composta em folha de papel menor que a página. 75. 132 Reproduzido camadas. 164 repressivo(s). 108. 135. 39. 100. 68-70. 39. 116 popular. 36. 116. 83. 145 no poder. 94. C. 87. 121. 93. 116. 46. 171. 33. 105. 20. 126. 64. 32. 148-50 fração do. 59. Enata Errata é uma lista de erros tipográficos constatados após a impressão do livro e só se justifica se o erro tipográfico (ou erros) comprometer uma informação do texto. 36. 168 Althusser. 7. 43. 70. 23. nome e endereço do impressor e data. 87 categoria social. 156-8. 116. Louis. 117. 128 operária. 111. 127. 74. 116. 120 burguesia/pequena burguesia. 129. 8. 27. 76. 103. 118. 47. 17. 116. 104. 129 P. 129-31. 118. 73. 120. 18. 16. 7. 152. 85. 19. 8. explicacão final. 154 alienação. 153. 72. Poulantzas. 128.. 112. 81-3. o colofão contém o registro de indicações técnicas de impressão. 121. 108"12. 160. 103.. 158 Encarte OU suplemento Folha avulsa ou caderno independente que se coloca dentro do livro. 67 Luís. 142. de "analítico e onomóstico". 120. 121.. 114. 122. 68. 115. 153 rentista. 147. 150 Bourbon. 33. Pode conter tabelas. 150 escolar. 109. 150 produção e circulação do. 24-7. 114 sociais. 62-4. 111. 82. 121 de Estado. 66. 34. 148. 134. 140. 142 autogestão. org. quando seria muito difícil inseri-Ias no local apropriado do texto. 97. 130. 70. 122 1984. 107. 79. 38. 63. 38. 73 de Estado. 15. 19 Castoriadis. 102. 113 ciência. 169 burocracia. 38. 168. 130. O seu conteúdo normalmente é este: Baudelot. 8. 66. 79. Paulo. 31. 121 de Estado. 139. 127. 63. 152 capital. 125. 97. 135. 161. Excepcionalmente. 102. exercícios didáticos relacionados com o texto. 122 campesinato. 103. 130-3. 149 anarcossindica1ismo. 60. 127. 30. 119. 129. 103. 78. e instituições. Não deve existir também" quando se trata de outras alterações julgadas necessárias posteriormente. 97. 83. Página Linha Onde " se lê " " Leia-se " Colofão Último elemento do miolo. 104. 110.

C~~ @~~ 0ii5J (jiifI) --_. palavra ou palavras que devem ser suprimidas 2 Principais símbolos..----versalete itálico ou ~~ negrito versal-versalete ou o grifoversal-grifosuprimir bold ou não alta) Símbolo versal-negrito versal (caixa grifo-negrito ---------- [ ] éS -""-"- [ Abrir parágrafo Centrar Colocar a parte enquadrada cado pela seta Correr para a direita no ponto indi- r) ® ® CV o sob letra(sl.-:II Q Suprimir e juntar Aplica-se a grupo de letras._"----"' ----------"'_.Q Suprimir r-."-"_ .. ao lado da emenda a ser feita) x --"---"---..'-'"--"--"-'-'--"-"-"-'"'"'--'~"'---"" vale.e sincdsllsado$ na.. palavra ou palavras que devem ser suprimidas. ~--------------- 2 f\J Símbolo Correr para a esquerda Recorrer Transpor letras ou palavras I J I I Aplica-se a grupo de letras.---""---. Significado que deve ser destacado cir- ~ ---"-----:=J -------. 1 Principais símbolos e sinais usadQs na revisão e marcação de origlnctis --"--"~-----"-----"""--"" ."-"-~_.. colocando-se na margem da prova o sinal X ou ~ T .. .• ~X II ou '-.Apêndices 147 '!!_-----------Símbolo --_ _----.-"-."""-----"-~-"""-_._-------------."._.______________ ------------------"'--_.~"--"----. à margem.1-. f-----------. revisão de provas Significado / ou Barra de atenção (deve ser colocada. ._--. ou<§) ou@ não emendar I Utilizado na margem....."---~ f------------------....

.~-----.. Tipo empastelado .- Transpor palavra ou trecho Transpor linha ou linhas. palavras ou trecho Recorrer Suprimir espaço Evitar o canal Consultar.. Cil) -.-----.---.--_._...•.. palavras ou trecho Suspender letras..J -~--. o D ou ---------_ _------_ _---.148 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 149 # ~ Abrir espaço Unir ----~-._.-----. 0~ _--"-.Q" "[ II / ~ ? ._----- -------_. há dúvida Espaço fino Vale. não suprimir ou não emendar c? CE S .1J ~ Correr para a direita Ordenar as linhas Transpor letras ------_. Caixa alta Caixa baixa B f\J f21._-------bold Tipo grifo ou itálico Tipo negrito ou Tipo redondo Ver original Transpor linha ou período Abrir parágrafo Quebrar Letra (ou número) elevada Letra (ou número) abaixada ~ou([. __ Caixa alta-e-baixa Tipo versal-versalete (C II ----"""--" ® C@ (jf) ---------..---------~~ou II ÁJJ --------------------------~ .j?) 0!uL) ------~uJV --- ----- ---"-~--- l-J .. colocando no lugar indicado pela seta Alinhar horizontalmente Alinhar verticalmente ~ clr7.IL Descer letras.---------~_.-----_. -. Encerrar letra que se deve mudar (estragada) [ ] I Centrar Correr para a esquerda o ------.

.. na mesma obra (evita a repetição do nome da obra em notas sucessivas) o mesmo autor a do nome do autor em notas sucessivas) ante pos . / ibid. e estou(amos) citando fulano via citação de beltrano) """"_"_.:~a-----"---'--·--------compiTãdor ----------.. et e outros (n~ferirld(). -aaãptação . junto a (o termo é empregado para designar uma referência a terceiro. i. diretor ---'"'-. / apud _. compare ções não ---------"textuais) compare antes compare . segundo fulano..----. fac·similado fascículo et pas. fac-similar.e. fase. aum.---_..----~.) Abreviatura I termo dir.. -_.abreviatura. enc .. facs. __ '"' ..---. et alia = e outro em e fac-símile.--------.cor. direção. / ibidem ! comp-:--·---------- '--coleção.----------""--documento ----"---------------------doutoramento edição." " .----~_. (circa) capo por volta de (usa-se para datas aproximadas) gloss.----------·--'ãnotado--'-'---------.--.--.a peSSClaS .apcSgrafo(cópia de manuscrito) .. -ao'p~dã'-Tétra---- ed.150 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 151 Principais termos usados em bibliologia corr. referido por. autor autores -.et aliae = e outras. bibliografia c.ampIrado -'"--------"""'--anot.coordenador---- em T . abreviação A. assim fulano apud beltrano. ap..:. ""_"" "1__ -.__ glossário a mesma obra. corrigido ·compare-0preferíve1 cf._-- ib. bibliogr.--. cp. editor ãdTlt:-~ã(nittêrain) .. beltrano citou fulano.--·coêírdenaçao.. et seqs.

sem notas .---.ota do editor (ou do ~ditorado~Y -'-not-ã do redator (o~d~ redação<:'~ do revisor) N":T. . cit._. subentende-se na consta a casa publicadora (é preferível s. adiante [llltrõdUÇã-o----------ip. página(s) 1. / Mss / Mss..._-I _. trad . lit... ~-~rrn-7 Ivf.:G'ado~ orgã-= nizador organizadores -_.. . / MSS / MSS. o editor e a data de publicação) voce) no verbete. literalmente .---~-----------------"---referência refundido remissivo a página ímpar.152 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 153 in-fine in-f':' (in-folio)·-------- no fim em folhas (tratando-se de códices manuscritos) abaixo. / MS / MS.f"E-:------ N~ --. cit.d-u-to-r--·.. livro ou livro loco cit. quer dizer. publicação ---. refundo rem reto rev. tab. (opus citatum) -""----_. mas o verbete) ii~h. (ipsis litteris) ip:-v.C.n._--""""~--"----._. orgs."".. textualmente livro livraria (no) lugar citado . de frente (opõese a verso) se. (loco(us) citato(us» melh. traduzido. cit.--~~-~ . oúNJ3-:-(ilota" bene) ].._. ~ constam o local. separata __nú_m_e_r_o_( s_) _o~~~_a. (quod vide) que se veja ----------------------T ver comumente em publicações de língua inglesa) . a saber. .:ot._-----------org..--------.. q. (ipsis verbis-)---liv..t.-iMs:-/-----' mss / mss.p. ed._ -.·d~-tr-..obra citada (é preferível op. v.--. ---'""---'"----""-----'" recensão .-melhorado manus~rito(sr-- rec. tabela tradução. tradutor vide ~-:-~-:-~-a~~_in_--=-_. ob.---.--_.--.---aq--u-·--i--e--=--i:i pubr--· . .-----·_-·_-----·---r---.-----. na palavra (usa-se quando não se cita a página da publicação. nota do autor note _ s._~_ --l-o -::-::~. ref.v...) obra citada organ{zaçãO:-orgm. sob o verbete. p. n.----"-" op. letra por-letra. (scilicet) S.-i:-:-~-S-_i~---g-a-r~e--.

out.. •.Apêndices 155 meses PORTUGUÊS janeiro fevereiro março abril maio junho julho agosto setembro outubro novembro dezembro jan. dicembre gen. feb.----. Dez.. Feb.. mar._""A T <I> Li N P Z B O '!t M K H I: X E A enero febrero marzo abril mayo junio julio agosto setiembre.""". . g ps i capa gama P dzeta CSI epsilo pl th X teta nl ou (dz) ks) slgmabetas (cs. . apr. oct. Marz Apr. INGLÊS ALEMÃO January February March April May June July August September October November December Jan.. feb. jul._----_Q . Dec. set._----.---"""". jum juillet aout septembre octobre novembre décembre jan. aout sept. ípsilonqUI ômega XI Denominação delta lambda r.eta b tau o ômicron rô d t ch. set. ESPANHOL ---. janvier février mars avril mai . Ió J1.". fev.. o f/! T 'Ir )( v lJ À (X tç w X 'P p a.~-. ago. . Sept... fév. / dic. Okt. septiembre octu bre noviembre diciembre II 8 I r T ene...I e.. mar. Mar. Nov. oct..._. novo dic. novo déc. . set. TI Letra grega "-. Oct.~ {3 'Y ~ 1/. abr. mai . ago.~ml n m alfak iota e rhkh fi -""---"""-"---"-_._--. abro mayo jun.'-_ .. Feb. giugl.-""_ ."._-" . Januar Februar Mãrz April Mai Juni Juli August September Oktober November Dezember Jan. mar. ago. jum juil. Apr. Nov. mars avr. Mai Juni Juli Aug._-"---". jul. Sept. May June July Aug. I Alfabeto ITALIANO FRANCÊS gennaio febbraio marzo aprile maggio .. maio jun. mago . novo dez. ott. . gmgno giuglio agosto settembre ottobre novembre decembre. novo dec. gmg. y z ph PSI a .

tm árabe: AI-Djazã'ir. dos nomes aportuguesados ou não-aportuguesados e daqueles que provêm de línguas que não utilizam o alfabeto latino como base de escrita. Ancara Antananarivo Antártico Antártida Antígua Antígua e Barbuda Antuérpia. aportuguesamento de Ardennes Areiópolis Arezzo Argel. ilha dos EUA Alcatrazes. em francês: Algérie Argentina Ari Ariadne. Alcácer Quibir Alcatraz. v. regiões. outro registro: Ararigbóia Arcansas. Andrea (italiano) Andrômaca Andrômeda Angola Angoulême Angstrôm Anhangücra Ankara. Amósis Aída Aiuruoca Aix-en-Provence Ajax. forma paralela: Andrada Andréia (português). Além disso. Aleútes Algeciras AI Kuwait. palácios. outro registro: AlIeghanys Alphaville Alphonsus de Guimaraens Alsácia Alsácia. v. v. Arkansas Ardenas. museus. outro nome da antiga República Democrática Alemã Além-Paraíba Alenquer Alentejo Alepo Aleutas. mitológicas e nomes peculiares em geral. Agamenão Ahmed. rio Amenófis Amesterdão. outro nome da antiga Repú blica Federal da Alemanha Alemanha Oriental.. foi o critério principal observado para registrar a grafia dos nomes portugueses. ou mesmo nos locais de origem. outros registros: Ájax. outro registro: Abadan Abaeté Aberdeen Abidjan Abilene Abissínia. outro registro: Abrão Abruzos Abu Dhabi Abuquir Abu Zabi. históricas. cf. outro registro: Amede Ahmés. em francês: Alger Argélia. v. atual Burkina Aluísio. forma paralela: Andrade Andrade. v. bairros.156 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 157 Alasca Albânia Albany Albion.Lorena Altai Alto Volta. aportuguesamento de Adige Adis-Abeba Adonias Adônis Afeganistão África Branca África do Sul África Equatorial Francesa África Negra África Ocidental Francesa Agadir Aga Khan. outros registros: Aleútas. Ajaz Ákaba. outros registros: Agamêmnon. Consoante o critério exposto. Abu Dhabi Ácaba Açaí Acaraú Áccio Acra Áden. Açaí de Anvers A Aarão Abadã. Respeitar ao máximo as formas tradicionais e correntes no Brasil. Ailahabad capital do Kuwait Andrada. v. no Brasil Amambay. outro registro: Agha Khan Agamenon. Tonga Amílcar Amósis. templos. aportuguesamento AndalucÍa Andaraí Anderlecht Andorra Andorra Ia Vella de Aladino . aportuguesamento Antwerpen. cidades. v. rios . há um registro histórico de topônimos que devem ser usados segundo o contexto. em francês: Anvers. fazem-se remissivas para a forma que deve ser empregada. outro registro: Arará Araribóia. v. ao ocorrer mais de uma forma para um mesmo nome. outro registro: Aloísio Álvares Florence Amã Amambaí. aportuguesamento de Aragón Aranjuez Arão. Mas o grosso é constituído de nomes de países. v. outro registro: Adém Ádige. Auvergne Ascoli Ascot Asdrúbal Asmara Assaí. Ácaba Akhenaton Alá Aladim. no Paraguai Amarelo (ou Huang-ho). outros registros: Ahmósis. Ahmés Amoy Amsterdã Amur Ancara Anchorage Andaluzia. Antuérpia Apalaches Aparecida d'Oeste Aneninos A~ia Arábia Arábia do Sul. ilhas de SP e da Guiné Alcibíades Alemanha Alemanha Ocidental. Amsterdã Amigos (ilhas dos). mares. outro registro: Ariadna Arkansas Armagnac Armênia Arsene Lupin Artaxcrxes Aflur Aruba Arvérnia. nome dado à Grã-Bretanha na Antiguidade Este vocabulário inclui nomes de pessoas que costumam apresentar dificuldades ortográficas e se estende a personagens literárias. v. atual Etiópia Abraão.. v. Aarão Ararat. atual Iêmen Arábia Saudita Aragão.

em polonês Brzezinka Birmânia. v. v. outros registros: Brodósqui. Baraine. rio do PR Bombaim Bon. v.Terre Bassara. Bhopal Boracéia Bordéus. v. Bahrein Bari Barra do Bugres Barra do Garças Barranquilla Barros Cassal Basiléia. Verde (1) Cabreúva. em búlgaro: Balgarija Buri Burkina. Bajé Bahamas Bahia BahÍa Blanca Bahrein. antigo Alto Volta Burma. outro registro: Bagdad Bagé. v. v. cidade de SP Bagatelle Bagdá. outros registros: Assuan. em inglês: Bu. em neerlandês: Brugge Brunei Brunn. Caxemira Bengasi Benguela Benin. represa de SP Birigüi Biritiba. em alemão: Osterreich Áustria-Hungria Auvergne Avellaneda Avcrróis Avicena Avignon. Barein. Baraine Bairiki Bajé Baku Bakunin Balcãs. outro registro: Bandoeng Bangcoc. cidade do Rj. cidade da Alemanha Bopal. antigo nome de Jacarta Batista Baton Rouge. Bering Beijin. em alemão: Bayern Bayeux Bayonne Bayreuth Béarn Behring. em francês: Bordeaux Borghese. palácio Borgia Borgonha Bornéu Borrazópolis Bósforo Bósnia-Herzegovina Boston Botswana. cidade dos EUA Baviera. v. depois Constantinopla Istambul Boêmia Bofete Bogotá Bolívar Bolívia Bolonha Bom (1). v. outro registro: Botsuana Braille (deste nome provém o substantivo comum braile. Butan. outro registro: Cabriúva Cabul Cachemira. Birmânia Burundi Butã. Brodóvisque Brooklin. Basra Batava. forma vâlida também para alfabeto braile) Brandemburgo Brás. outro registro: Bilbau Billings. em alemão: Bern Besançon Betim Betsabé Bhopal Biarritz Bielo-Rússia (ou Rússia Branca) Bien Hoa Bikini Bilbao. em alemão: Braunschweig Bruxelas. país e ilhas.158 Assam Assuã. outro registro: Bangkok Bangladesh. cabo da Tunísia Bom (2). Brno Brunswick. Bahamas Babi Yar Bacon Badajoz Baden Baden-Baden Bady Bassit. em francês: Bâle. Britânica c Cabo Frio. em alemão: Basel Basra Basse. outros registros: Bahrain. outro registro: Azerbajã Azov Azul (Yang-tse-kiang rIO o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 159 Baluchistão. v. em espanhol: Vizcaya Bismarck Bissau Bizâncio. palácio Budapeste Buenos Aires Buffalo Buffalo Bill Bujumbura Bukharin Bulawayo Bulgária. aportuguesammto Astracã Astúrias Atenas Atlantic City Atlântico Atlântida Auckland Augsburgo Auschwitz Austrália Áustria. em alemão: Brünn Brodowski. Wroclaw Bridgetown Brisbane Bristol Brno. v. antiga Honduras Belmopán Beluchistão Bergen Bering Berkeley Berkshire Berlim Bermudas Berna. bairro de São Paulo Brás Cubas Brasil Brasília Bratislava. cidade de SP.rma. cf. outro registro: Barão de Cotejipe Barba-Azul Barbados Barbosa Barbuda Bareio.Mirim Birkenau. antigo Paquistão Oriental Bangui Banjul Barão de Cotegipe. atual Mianma Birmingham Biscaia. forma usual. aportuguesammto: Avinhão Ayacucho Azerbaijão. em alemão: Pressburg Brazzaville Brejnev Bremen Brescia Breslau. forma usual. nome oficial: Krung Thep. antigo Daomé. v. v. outro registro: Benim Benjamim Benvindo Bérgamo . outro registro: Bálcãs Bali Balneário de Camboriú. outro registro: Bamaco Banabuiú Bandar Seri Begawan Bandung. antigo nome dos Países Baixos Batávia. e hoje B Baamas. Camboriú Baltimore C/. Frio Cabo Verde. bairros de São Paulo Brooklyn. Butão Butantã Butão ou Yang'tse). v. Assuão de Asunción Assunção. em neerlandês: Brussel Buaquê Bucareste. em romeno: Bucuresti Buchanan Buckingham. C/. Beluchistão Bamako. Bom (1) Bonn. outra forma de transcrição de Pequim Beirute Beja Belfast Bélgica Belgrado Belize. bairro de Nova York Bruges.

em alemão: Kõln Cólquida Colúmbia Comores Comunidade de Estados Independentes. forma usual. outro registro: Cnossos Coari Coblença. em italiano: Calabria Calais. capital da República Dominicana I I Civitavecchia Clarisse (mas: Clarice Lispector) Cleveland. v. Xarazade Cherburgo Chernobyl Chesapeake Chesterfield Chianti Chiclayo Chihuahua Chile Chimborazo China Chipre Chittagong Chongjin Chu En-lai. atual Gana Costa del Sol Costa Rica Côte d'Azur Côte d'Émeraude Côte d'Or. aportuguesamento: Copenhaga Córdoba. outro registro: Chan-tong Chapecó Chapultepec Chardja. v. v. forma usual Churchill Cianorte Cíclades Cidade do Cabo Cidade Gaúcha Cienfuegos Cincinnati Cingapura. v. cidadL de SP Casa Branca (2). antiga União Soviética Conacri Concepción Confederação Hclvética. Côte d'Or Costa do Marfim Costa do Ouro. Katmandu Caucásia Cáucaso Cawnpore. v. antigo nome de São Domingos. atual Sri Lanka Centro-Africana. palácio Cha-mo. outro registro: Cotejipe Cotia. outro registro: Corse Cortina d'Ampezzo Cosenza Costa de Ouro.Deux-Églises Colômbia Colombo Colón Colônia. Camberra Candragupta. v. v. em árabe: Dar el-Beida Casa Branca (I).160 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO . em alemão: Koblenz Cocais Cochabamba Cochinchina Codajás Cognac Coliseu. outro registro: Cambodja Camboriú. em português: Cantuária Cantuária. Kanpur Caxambu Caxemira Ceilão. República Centro-Africana Centro-Oeste César Ceuta Chaco Chade Chaillot. cidade dos EUA Clevelândia. v. bairro de Londres Cherazade. departamento da França Cotegipe. v. cidade da França Calcutá Cali Calicute. anfiteatro de Roma Colombey-les. Correa (espanhol) Corrientes Córsega. Canterbury Capibaribe. aportuguesamento: Córdova Caréia do Norte Coréia do Sul Carfu Corinto Cork Cornualha Correia (português). outro registro: Cutia Cotonu Cotopaxi Cotrim Coventry Covilhã Coxim . grafia preferivel a Singapura Cipião Circássia Cirene Ciudad Trujillo. Apêndices 161 Cachoeiro de Itapemirim Cádiz Cagliari Caiabu Caiena Caifás Caim Cairo. Camarões Camocim Campânia. cidade do PR Cnosso. v. atual cabo Kennedy Canberra. Balneário de Camboriú Cambridge Camerum. residência do presidente dos EUA Casanova Casaquistão Cascais Casimiro Cássia Castel Gandolfo Castilho Castres Castries Cataguases Catai. em italiano: Campania Campoformio Campos do Jordão Campos Elísios Campos Novos Paulista Canaã Canadá Cananéia Canaveral. Tcheco-Eslováquia Chelsea. v. em árabe: Al-Qahira Cajobi Calábria. em catalão: Catalui'ia Catânia Catanzaro Catar Catmandu. outro registro: Tcheu Ngen-lai Chuí. C/. v. Calecut Califórnia Calígula Callao Camaçari Camagüey Camapuã Camaquã Camarões Camberra Camboja. antiga Bizâncio e hoje Istambul Copenhague. Gobi Champagne. em dinamarquês: K~benhavn. Suíça Congo Congo Belga. o Grande) Cármen Carnac Carolina do Norte Carolina do Sul Carson City Cartagena Cartago Cartum Casablanca. Sharjah Charente Chat al-Arab Châteauneuf-du-Pape Checoslováquia. forma usual. v. Karachi Carcassonne Cardiff Cardoso Catalunha. Carlos Magno (ou Carlos I. Zaire Conhaque. v. C/. Kõnigsberg Connecticut Conselheiro Lafaiete Constantinopla. outro registro: Candragupta Chang Kai-chek Chan-tung. noT7U dado Média à China na Idade Kansas Cantão Canterbury. v. Chandragupta Cannes Canossa Cansas. outro registro: Capiberibe Capri Cápua Caracas Carachi. v. v. aportuguesamento: Champanha Champs. atual Zaire Congo Kinshasa. outros registros: Calicut. v. Cognac Conisberga.E1ysées Chandragupta.

Cuzco Cutia. Dniester DionÍsio. CrÍxena Crisóstomo Cristiano Cristóvão Crixás CrÍxena. cJ. v. v. cJ. Ifigênia Efraim Egeu Egito Eilat Eindhoven Eire. v. Isabel Eliseu. Florença Flandres Florença. Dakota do Norte Dakota do Sul Dallas Dalmácia Damasco Dâmocles Da Nang Dantzig. Eilat Elche Elisa Elisabeth ou Elizabeth. Stuttgart Etiópia. cJ. cidade do MS Douro Dover. cidade e lago dos EUA. v. em inglês: Edinburgh Edmonton Edo. nome anterior do Benin Dar Es-Salaam (ou Dar Es-Salam) Darfur Darmstadt Dartmouth Davao Davi (ou David). usual. v. palácio e museu Eros Escócia. palácio Elizabeth lI. cidade do RS Debreczen Delaware. ou Depranum. outro registro: Djibouti Dnieper Dniester Dodoma Doha Dolcinópolis Dominicana. Danzigue Daomé. Estalinegrado. v. em italiano: Durazzo Düsseldorf. República Dominicana Dom Quixote Don Donetsk Dóris Dortmund Dostoievski Dourado. outro registro: Fidji Filadélfia (I). v. v. outros registros: Khrisna. v. v. v. palácio Faruk Fédon Fedra Félix Fez Fiji. Crisna Croácia Cro-Magnon Cuautémoc (ou GuatimozÍn) Cuba Cúcuta Cuenca Cupido Curdistão Cusco. outro registro: Dublim Duha. Equador Edelberga. em inglês: Scotland Eslavônia Eslováquia Eslovênia Esmirna. v. v. Daca Dachau Dacota. outro registro sem uso no Brasil: Davide David Canabarro. Dakota Daguestão Dakar. estreito e peninsula dos EUA FlorÍnea .162 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 163 E Cracóvia. outro registro: Erechim Erfurt Erie. Trapani Dresden Duas Sicílias Dubai Dublin. Vedo. Eire Ermelindo Ermitage. aportuguesamento: Delauare Delfim Deng Xiao Ping. aportuguesamento: Dunquerque Durazzo. em finês: Suomi Firenze. v. cidade dos EUA. Ekaterinburg Echaporã Ecuador. cidade de GO Filadélfia (2). atual Volgogrado Ester Estêvão Estocolmo Estônia Estrasburgo. outro registro: Imbu Embu-Guaçu. v. Dubai Dien Bien Phu Díli Dinamarca. em polonês: Krakow Crateús Cremona Criciúma Criméia Crisna. Spinoza Ésquilo Essen Essex Esslingen Estados Unidos da América Estalingrado. cidade de SP Dourados. v. v. Teng Hsiao-ping Denver Derby Descalvado Des Moines Detroit Devonshire Dibay. Dacar . outro registro: Imbuguaçu Emirados Árabes Unidos Enéias Entebe Entre-Douro Entre-Rios Epsom Equador. em italiano: Firenze Florida. Echaporã Exu Ezequiel F Fahrenheit Faiçal. Cotia Cuzco D Daca Dacar Dacca. em francês: Strasbourg Estremadura Estugarda. nome alemão de Gdansk. v. Izmir Espanha Espinosa. formo. outro nome da Irlanda. DionÍsio Djalma Djedda. em inglês: Philadelphia Filinto Filipe Filipinas Finlândia. Heidelberg Edimburgo. v. Erie Eisenach Ekaterinburg El-Alamein Elath. v. em dinamarquês: Danmark Dinieper. cidade e departamento do Uruguai Flórida. v. v. cJ. Stalingrado. Doha Dulcinéia Duluth Dundee Dunkerque. outro registro: Faisal Fairbanks Fa1k1and(ou Malvinas) Famagusta Farnese. Jedda Djibuti. v. Durres Durban Durres. aportuguesamento: Danzig. v. v. aportuguesamento: Dôver Drépano. v. em espanhol: Ecuador Erexim. antiga AbissÍnia Eton EurÍpides Eusébio Everest Évora Exaporã. aportuguesamento: Dusseldórfia East London Ecaterimburgo. Dnieper Diniester. th. estado. v. antigo nome de Tóquio Éfeso Efigênia. Dioniso Dioniso (deus grego). forma usual. outro registro: Isabel II EI Paso El Salvador Emaús Embu.

antropônimo Ho Chi Minh (2). cidade de se França Frankenstein Frankfun. Taiwan Fon-de-France. v. região da Europa central Galileu Galiza.l§. em espanhol: Galicia.§ Fontainebleau Formosa. antigd Yeso Holanda HolguÍn Hollywood Homs Hondo. em alemão: Freiburg. usina hidrelétrica de SP Hermes Himalaia Hindostão. v. em holandês: Den Haag Haiderabade. Guayaquil Guam Guantánamo Guarani d'Oeste Guarantã Guatemala GuatimozÍn (ou Cuautémoc) Guayaquil Guernica Guiana. Pusan G Gabão Gabarone Galápagos Gales. Friburgo Friburgo. Cabo Frio FrÍsia. antiga Guiné Espanhola Guipúzcoa Guizé. antiga Costa do Ouro Gand. v. cidade dos Países Baixos. v. a Escócia e o País de GIiles constituem a Grã-Bretanha da do Gâmbia Gana. Francoforte Frascati Freetown Freiburg. Guiana Guilherme Tell Guiné Guiné. Hindustão. região Espanha Garonne Gasconha. v. outros registros: Gêngis-Cã. v. c/. atual Belize Hong Kong Honiara Honolulu Honshu. Granada Grand Canyon Grande. v. nome pn·mitivo da ilha Haiti Hispano-América Ho Chi Minh (I). cidade da Etiópia cf. cabo. v. aportuguesamento: Francforte. Hyderabad Haifa Haiphong Haiti Halifax Halle Hamá Hamburgo Hamilton Hamlet Hamurabi Hannover. Gana Gibraltar Gironda Gizé Glasgow Gloucester Goa Gobi. atual Honshu Honduras Honduras Britânica. Hornos Hortênsia Houston Hua Kuo-feng Huang-ho (ou Amarelo).Bissau Guiné Equatorial. em grego: Hellas Greenwich Greenwich Village Grenoble Grimm Groenlândia Gstaad Guadalupe Guaiaquil. capital Harlem. Gizé Gulliver Gutenberg Guzolândia Harpias Hastings HavaÍ.164 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices - . v. designa inúmeros topônimos Grande Oceano. Indostão HiroÍto. antiga denominação Pacífico Graz Grécia. atual Nijni-Novgorod Gõteberg. em Jlamengo: Gent Gândavo. nome bíblico do lago de TiberÍade ou mar da Galiléia Geneve. v. aportuguesamento: Fujiama Fukuoka Fukushima Fukuyama Fürstenberg Fusan. A Inglaterra. v. outros registros: Hirohito. antropônimo Gorki (2). outro registro: de H Haarlem. Harlem Haia. rIO Hudson Hué Humberto Hungria Huron Hyde Park Hyderabad Hyeres . república Gérson Gettysburg Ghana. Suíça Henry Borden. v. País de Gales Galícia. c/. Genebra Gêngis Khan. antiga Fort-Royal Fon Knox Fort Wonh Foz do Iguaçu Fra Angelico Fra Diavolo Fraiburgo. bairro Haarlem Harpagão do Zimbabwe de Nova York. em francês: Gascogne Gauss Gaza Gdansk. FrÍsia FrÍgia Frio. outro registro: Fudjaira Fuji-Yama (ou Fuji-San). em português: Gotemburgo Gouveia Grã-Bretanha. outro registro: Helsinki Helvécia Helvética (Confederação). Hiroshima Hispaniola. v. nome oficial: Reino Unido da Grã-Bretanha e da Irlanda do Norte. em francês: Geneve Genesaré. Suriname Guiana Inglesa. outros registros: Horne. antiga Saigon Hodeida Hokkaido. Hiro-Hito Hiroxima. antiga Hondo Horn. em neerlandês e alemão: Frieslancl Friuli Fróis Fujaira. Gengiscão Gênova Georgetown Geórgia (I).. antigas ilhas Sandwich Havana Havre Hedjaz Heidelberg Hélade Helena Heloísa Helsinque. antiga Guiana Inglesa Guiana Francesa Guiana Holandesa. em inglês e francês: Fribourg Friesland. ou Cha-mo Goio-Erê Góis Golan Gondwana Gorbachev Gorki (I). outro registro: Gandavo Gandhi Ganges Garanhuns Garibaldi Harare. v. em alemão: Dantzig Geiger Genebra. aportuguesamento: Hanôver Hanói Harar (ou Harrar). estado dos EUA Geórgia (2).

Krakow Khartum. Grã. atual Kõnigsberg Kampala Kampuchea. cidade dos EUA Indianópolis. forma usual. lucatão. outro registro: Iwo Shima Izmir JacksonvilIe Jacuí Jaén Jafé Jaguariaíva Jaipur Jalisco Jamaica Jamestown Jamundá Japão. Isaac Isar Isaura Iscariotes Ischia Iseo Isere Isidoro Islamabad Islândia Ismaília Ispahan. Cracóvia. Embu-Guaçu Ímola. Críxena Krung Thep. v. v. antiga Kaliningrado Kozhicode. v. mas pouco usual. outro registro: Carachi Karame Karlovy Vary. c/. Iugoslávia Jujuy Juneau Juscelino Karachi. antes Bizâncio e Constantinopla Ístria Itaboraí Itacoatiara. v. Quioto Kiribati Kobe Kõnigsberg. cidades do Brasil Indiaporã Indochina Indochina Francesa Indonésia Indostão Inês Inglaterra Iocoama lorque. York lowa Ipauçu Iperoig. forma usual. v. outro registro: Cawnpore Kansas Kansas City L Labrador La Coruna Lages. Quioto ou K J Jaboatão Jaborandi Jaboticabal. v. v. v. aportuguesamento: Ilinóis Imbu. v. outro registro: Iran Irapuã Irapuru Iraque. outros registros: Isac. tb. forma Lagos usual para a cidade de SC. Jidá Jequitinhonha Jeremias Jerez de Ia Frontera jericinó jericó Jerônimo Jerusalém Jiang Jie-shi. Embu Imbuguaçu. Ekaterinburg lêmen lena. capital da Iperoígue. Jeddah. outro registro: Job Joaíma. forma usual registro: Kabul. vulcão da Costa Rica Irecê Irineu. Camboja Khomeini Khruchtchev Kiev Kigali Kilimanjaro. forma usual. Joaíma judite Jugoslávia. outro registro: Krakatua Krakow. v. outro registro: Ispaã Israel Istambul. v. v. em alemão: Carlsbad Karlsbad Karlsruhe Kassel Katar. Quênia Kerenski Kharkov. em hindi: Bharat Indianápolis. v. ouiro registro: Jacarta. Camboja Kandahar Kanpur. Catar Katmandu Kennedy (I). Cartum Khmer. outro registro: Irak Irazú. Kharkov Kremlin Krishna. Chang Kai-chek jiparaná jó. outro Jabuticabal Jaçanã Jacareacanga. Cabul Kalahari Kaliningrado. Yucatán Iugoslávia. v.166 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 167 lacri lansã laundê Ibadã Ibero-América Ibiza Icém Idaho Ickaterinburg. v. Iperoí Ipoh Ipuã Iquique Iquitos Irã. outro registro :Joinvile jordânia Juaíma. forma usual do nome da cidade de SC. v. Qom Kuwait Kyoto. outros registros: Kilimandjaro. antiga lndonésia Batávia. v. v. antiga Pérsia. melhor forma. v.Bretanha Isaac. antiga Léopoldville Kioto. outros registros: Irkutsk Irlanda. Bangcoc Kuala Lumpur Kubitschek Kum. outro registro: Lajes . v. antigo cabo Canaveral Kensington Kentucky Kenya. forma usual. outros registros: Djedda. outro registro: juaíma Jodhpur J ohannesburgo joinvilIe. antropônimo Kennedy (2). em servo-croata: Jugoslavua Ivã Ivone Iwo Jima. v. em italiano: Imola Índia. v. Quilimanjaro Kimberley Kingston Kingstown Kinshasa. Calicute Krakatoa. cidade de SP Ilhéus Illimani Illinois. ilha Irlanda (ou Eire). outro registro: Ireneu Itaquatiara Itajaí-Açu Itália Itanhaém Itapecerica Itapicuru Itapuã Itaquaquecetuba Itaúna Ituverava lucatã. Isaque Isabel Isaías Isaque. em japonês: Nippon Jaú Jedda. em alemão: Jena lepê lfigênia Igaraçu 19uaçu Ijuí Ijuiguaçu Ildefonso Ilhabela. cJ. república Irlanda do Norte (ou UIster) v.

outro registro: Mao Ze Dong Maputo.Loire Mainz. outro registro: Maghreb Maharashtra Maiakovski Maine Maine-et. Londres Londonderry Londres. do espanhol León. porto dos EUA Los Ángeles. aportuguesamento: Linguadoque Laocoonte Laore. v. Leão Líbano Libéria Líbia Libreville Lídia Lídice Liechtenstein Liege Lille Lilliput. C/. atual Kinshasa Lesbos Lesoto. cidade do Canadá.168 Apêndices o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 169 Lahore Lâmia Lampedusa Lampião Lancashire Lancaster Landau Landri Sales Languedoc. região do Canadá Maurício. outro registro: Madagascar Madeburgo. federação da qual participa a Malásia Malasartes Malásia Malawi. antropônimo Marshall (2). C/. cidade do Chile Lot Lot-et-Garonne Louisiana. em espanhol: Madrid Magdeburgo Magé. forma usual. Manchúria Manhattan Manhuaçu Manhumirim Manila Manitu Manizales Manjúria. Lião Lecce Lecco Le Corbusier Leeds Leicester Leipzig Lençóis Paulista Lenin Leningrado. antiga Lourenço Marques Maquiavel (ou Machiavelli) Mar MaracaÍ Maracaibo Maracay Maragogipe. cidade da França Lourenço Marques. em alemão: Lemberg Lyallpur Lyon M Maçaranduba Macau Macbeth Machu Picchu Mackenzie MacunaÍma Madagáscar. Mântua Mântua. v. v. porto da Espanha MalaÍsia. cidade de GO Lvov. em inglês: Muscat Maseru Massachusetts Matanzas Matarazzo Mateus Matias Matozinhos. v. palácio Loyola. cidade de SP Lumiere Lurdes Lusaka Lusitânia Lutero Luxemburgo Luxor Luzia Luziânia. v. outro registro: Maragojipe Maranon Mar dei Plata Marisa Mármara Marques Marrakech Marrocos Marsala Marselha Marshall (I). v. outro registro: Malavi Maldivas Mali. London Long Beach Long Island Loreto Los Alamos Los Angeles. v. Lyon. outros registros: Malmo. atual Maputo Louvre. Languedoc Linz. em inglês: London. outro registro: Matosinhos Matusalém Mauna Kea Maurícia. C/.' em português: Mogúncia Maiorca Mairinque Mairiporã Majé Makalu Malabo Malaca. Manchúria Mannheim Mantiqueira Mantova. outro registro: Lessoto Letônia Leviatã Leyte. estado dos EUA Lourdes. outro registro: Lilipute Lima Limassol Limoges Lincoln Lindóia Lineu Linguadoque. antigo Sudão Francês Malinovski Malmoe. ilha do Índico Mauritânia Mayagüez Mayenne Mayerling Mayotte Mbabane . C/. v. estreito e cidade da Malásia Málaga. Majé Magenta Magreb (~ "o Poente") em árabe: Marhrib. Malmõ Malta Malvinas (ou Falkland) Manágua Manama Manassés Manchester Manchúria Manco Cápac Mandalay Mandchúria. atual Bahamas Lucca Lúcifer Luís LuÍsa Luisiânia. em itatz'ano: Mantova Manuel Manzanillo Maomé Mao Tse-tung. outro registro: Loiola Luanda Lublin Lucaias. v. cidade da Austna Lipari Lisboa Listenstaina. em liluano: Lietuva Liubliana Liverpool Livorno Lob-nor Lodi Lohengrin Loire Loiret Loir-et-Cher Lombardià Lomé London. v. antiga Niassalândia. ilha das Filipinas Lião. Liechtenstein Lituânia. Magdeburgo Madeira Madeleine Madri. forma usual. Lahore Laos Lao-tse La Paz La Plata La Rioja Larissa La Rochefoucauld Lausanne Leão. ilhas Maryland Mascate. São Petersburgo Léopoldville.

Mogi-Guaçu Mojimirim. antiga Gorki (2) Nilo Nímes Nínive Nioaque Nipoã Niterói Norfolk Normandia Northampton Northumberland Noruega. outro registro: Moloque Molucas Mombaça Mombaça (1). aportuguesamento: Mississípi Missouri Mitchell Moçambique Moçoró. Moscou Moselle Moskva. forma equivalente do inglês Nelson (v. Moscova Moscava. em russo: Moskva. as regiões meridionais Itália ( ~ "Meio-Dia") da cf. também Mosul Mount Vernon Münchhausen Mundaú Munique. palácio Médicis. cidade da Argentina Menelau Meneses Mênfis. antigo Sudoeste Africano Nancy Nanquim. cidade do Quênia. outro rq:istro: Moscovo. outro registro: Mojimirim Mogúncia. cidade dos EUA. forma usual Montenegro Monterrey Montevidéu. Montezuma Montmorency Montparnasse Montpellier Montreal Montreux Montserrat Mooca Mopli Morais Morbihan Moroni Nottingham Nova Délhi Nova Escócia Nova Friburgo Nova Inglaterra Nova Iorque. forma tradicional. cf. em hebraico: Mosché Moji das Cruzes. em inglês: New Brunswick Novo México. Medellín Mogadíscio. antiga Birmânia Michigan Middlesex Middleton Milão Milwaukee Mindanao Minneapolis Minnesota Minorca. v. em inglês: New York Nova Zelândia Novgorod Novi Ligure Novo Brunswick. Negra Negro outro registro: Mianma. p. Nefertíti . outro registro: Nanking Nantes Nápoles Narbonne Narvik Nashville Nassau Nauru Navarra Navas de Tolosa Nazaré Nazianzeno antiga Fort-Lamy N'Djamena. v. v. em espanhol: Montevideo outros registros: Montezuma. v. Mogi das Cruzes. Vltava Moldávia. em alemão: München Muniz Münster. em hebraico: Molek. outro registro Miriam (oxítono) Miskolc Mississippi. Memphis Merlim Mesopotâmia Metz Meurthe México. Mocteçuma Montgomery Montmartre Moscou. outro registro: Mojiguaçu Mogi-Mirim. forma tradicional. outro registro: Moji das Cruzes Mogi-Guaçu.170 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 171 McKinley Mecejana Mecom. Mossoró Moctezuma. Moscou Moscovo. outro registro: Moçoró Mossul. em inglês: Moscow. forma tradicional. outro registro: Mikerinos Mira Estrela Mirallores. cidade do antigo Egito. em espanhol: Menorca Minsk Miquelon Miquerinos. outro registro: Melilha Melquisedeque Mem Memphis. Moctezuma. outro registro: Nagasáqui Nagoya. outro registro: N eandertal Nebraska Neckar Neemias Nefertite. cf. Mekong em italiano: Mogadiscio. em inglês: New Mexico Numéia em alemão: Nürnberg Nuremberg. mosteiro Mirassol Míriam. N eanderthal. antropônimo Medici (2). em romeno: Moldova Moliere Moloch. v. o país e a capital Mezzogiorno. cidade dos EUA Niamey. rio. v. Mecão. cidade da Alemanha Munster. v. cidade do CE (2). v. em norueguês: Notre-Dame Norge N Nabucodonosor Nagasaki. equivalente do italiano Medici Mediterrâneo Mefistófeles Mekong Melanésia Melbourne Melilla. cidade do MA Novais Nova Lusitânia Nova York. outro registro: Mogadichu Medici (1). registra-se também Mombasa Mombuca Mônaco Mõnchengladbach Mongaguá Mongólia Mongólia Interior Moniz. v. Mainz Moisés. Mênfis Mendoza. v. v. v. Nova York Ngwane. cf. Moscou Mossoró. Muniz Monroe Monróvia Montana Monte Carlo Monte Cassino Monte Mor. atual Malawi Nicarágua Nicósia Niemeyer Níger Nigéria Niigata Nijni-Novgorod. v. outro registro: Nagóia Nairóbi Namíbia. Mogi das Cruzes Mojiguaçu. forma usual. Jamundá Nhandeara Niágara Niagara Falls. provincia da Irlanda Múrcia Muriaé Murmansk Mururoa Muzambinho Nélson. Suazilândia Nhamundá. Mogi-Mirim Moldau. 55) Nepal Ness Neuchâtel Neva Newark Newcastle New York. outro registro: Niamei Niassa Niassalândia. v.

v. v. Phnom Penh Poá Poente. Orinoco Orfeu Orindiúva Orinoco Orléans Ormuz Orós Oruro Osaka Oscar Bressane Oséias Osijek OsÍris Oslo Osório Óstia Ostrava Osvaldo Otelo Pessanha Pedro Juan Caballero Peenemünde Penafiel. outro registro: Pnom Penh Phoenix. forma usual. em inglês: Orkney Oregon Orenoco. cidade da Espanha Pendjab Pensilvânia Pequim. Plzen Piltdown Pinar dei RÍo Pin-Kiang Piongiang. v. templo de Roma Panthéon. Peçanha Petah Tigva.172 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 173 o Oahu OakIand Ob. hoje Irã Perth Peru Perúgia. bairro de Berlim Panteon. pintor Prússia. p Pã Pacífico. outro registro: Piraçununga Pireneus Pireu Pisa Pistóia. Pyongyang Piraçununga. v. em espanhol: Puerto Rico Port Said Portsmouth Portugal Posadas. outro registro: Obi Oberhausen Obi. em neerlandês: Nederland Paissandu. Pádua Pádua. v. em tcheco: Praha Praia. cidade do PR Paranapuã Paranoá Parapuã Paraty. capital do Cabo Verde Presidente Venceslau Pretória PrÍamo Princesa Isabel Princeton Priscila Prokofiev Proudhon. em italiano: Padova Paiçandu. em italiano: Perugia Peruíbe Peshawar Pessanha. pensador Provença Prudhomme. Pirassununga PirajuÍ Piranji Pirassununga. paúúio Pittsburgh Plutão Plymouth Plzen. v. cidade do Uruguai. avenida de Londres Piemonte Pieongyang. em polonês: Odra Offenbach Ohio Oiapoque Oise Oka Okayama Okinawa OkIahoma Oldemburgo OIÍmpia. antigamente Pilsen Pncim Penh. outro registro: Omdurman Ontário Orã Orange Órcades. cidade do PR. em polonês: Polska Pomerânia Pomerode Pompadour PongaÍ Ponta Porã Port Elizabeth Portland Port-Louis Port Moresby Port of Spain Porto Novo Porto Príncipe Porto Rico. v. Oxóssi Oxum aportuguesamento: Oxônia Paulínia Pavia Paysandú. cidade dos EUA Pasárgada. cidade dos EUA Piacenza PiauÍ Piccadilly. personagem Prud'Hon. outro registro: Partenão Pasadena. cidade dos EUA Omã Omaha Ondurmã. em italiano: Pistoia Pitigrilli Pitti. cf. em alemão: Preussen Prússia Ocidental . cf. o mesmo que Atlântico Odense Óder. Paiçandu Pearl Harbor Peçanha (mas: Camilo Pessanha). cidade da Argentina Posêidon Potomac PotosÍ Potsdam Poznan. antiga cidade da Pirsia Patagônia Patan Pati do Alferes Olympia. Pyongyang Pigmalião Pilsen. atual Bangladesh Paraguaçu Paraguaçu Paulista Paraguai Paramaribo Paranacity. Pionguiangue. outro registro: Parati Pariquera-Açu Paris Páris (mitologia) Parnaso Partenon. antigo Grande Oceano Padova. Filadélfia (2) Phnom Penh. São Petersburgo Philadelphia. outra forma de transcrição: Beijin Pérgamo Peri Périgord Perm Pero Perpignam Perseu Pérsia. v. cidades do Peloponeso e de SP Ottawa Oxford. monumento de Paris Papeete Papua-Nova Guiné Paquistão Paquistão Oriental. golfo e rio da Sibiria. v. forma usual. forma usual. em alemão: Posen Praga. ilhas da Indonésia Óbidos Ocauçu Oceania. v. Paysandú Pajeú Palma de Maiorca Palmeira d'Oeste Panamá Pandora Pangloss Pankow. Paysandú Pais País de Gales Países Baixos. v. Magreb Pointe-Noire Poitiers Polinésia Polinésia Francesa Polônia. cidade de Portugal Pefiafiel. v. outros registros: Petach-Tikva. templo de Atenas. antropônimo outro registro: e topônimo . outro registro: Oceânia Oceano. Petach Tikivah Petrogrado.

174

o

LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO

E REVISÃO

Apêndices

175

Prússia Oriental Prússia Renana, v. Renânia Psiquê Ptolomeu, outro registro; Ptolemeu Puerto Montt Punaca Punta Arenas Punta del Este Pusan, em japonês: Fusan; porto da
Coréia do Sul

Ramsés Rangum, outro registro: Rangoon Raquel Ras a1-Khayma Ratisbona, em alemão: Regensburg Ravena, tm italiano: Ravenna Ravensbrück Rebeca Rebelo, variante de Rabelo e forma mais
usual

Putifar Puy-de-Dôme Pyongyang, outros registros: Pieongyang, Piongiang, Pionguiangue Pyrénées, departamento da França

Q
Qatar, v. Catar Qom, outros registros: Kum, Qum Quaraí Quartier Latin, bairro de Paris Quasímodo Quatá Quebec Quebrangulo Quéfren
Queirós, antropônimo Queiroz, forma usual para designar cidade de SP

Quênia Quéops, tambbn Quéope Querétaro Quilimanjaro, v. Kilimanjaro Quioto
Quirguízia,
outro registro:

Quirguizistão Quito Quixeramobim Qum, o. Qom

Recife Recklinghausen Recôncavo Regensburg, v. Ratisbona Rembrandt Renânia, em alemão: Rheinland Renânia do Norte-Vestefália, em alemão: Nordrhein-Westfalen Renânia- Palatinado, em alemão: Rheinland- pfalz Rennes República Centro-Africana República Dominicana Resence Retz Reval, Revel, v. Tallin Reykjavik, outro registro; Reikjavik Rhode Island, estado dos EUA; cf. Rodes Rhône (I), v. Ródano Rhône (2), departamento da França Riad, outro registro: Riyad Riccard, palácio Richelieu Richmond Rifaina Rimini Rívoli, em italiano: Rivoli Riyad, v. Riad Robin Hood Rochdale Rochester Ródano, em francês: Rhône (rio da
Suíça e da França)

Rondon Roosevelt Roraima Roseta, em árabe: Rachid Roterdã, outro registro: Rotterdam Rothschild Rouen, aportuguesamento: Ruão Ruanda Rubiácea Rubinéia Ruhr Rumânia, v. Romênia Rússia Rússia Branca (ou Bielo-Rússia) Ryukyu

San Cristóbal, topônimos da América
Latina

s
Saara Saara Espanhol, nome anterior do antigo Saara Ocidental Sabá Sabadell Saida, cidade do Líbano, antiga Sídon Saigon, atual Ho Chi Minh Saint-Denis, cidade da ilhn Reunião Saint George, canal que liga o mar da
Irlanda ao Atlántico

R

Rabat Rabelo, variante: Rebelo, forma mais
usual

Rachmaninoff Rafard

Rodes, ilhn e cidade da Grécia; cf. Rhode Island Rodésia do Norte, atual Zâmbia Rodésia do Sul, atual Zimbabwe Rodez, cidade da França Roma România, área de civilização latina ou de línguas românicas; cj. Romênia Romênia; cf. România Romeu

Saint George's, capital de Granada Saint-Germain-des- Pres Saint John's, capital de Antígua Saint Louis, cidade dos EUA Saint-Louis, cidade do Senegal Saint Paul, cidade dos EUA Saint Petersburg, cidade dos EUA Saint- Pierre-et- Miquelon Saint-Tropez Sakharov Salem Salisbury Salmorão Salomão Salonica (ní), tambbn Tessalonica Salt Lake City Salzburgo Samarcanda Samaria Samoa Samoa Ocidentais Sanaa, outro registro: Sana San Antonio, cidade dos EUA

San Diego, cidade dos EUA Sandwich, atual Havaí San Francisco, cidade dos EUA; outro registro: São Francisco San Isidro, cidade da Argentina San José, cidade da Costa Rica; outro registro: São José San Juan, cidade de Porto Rico San Marino, em português: São Marinho San Martín San Miguel, cidade de EI Salvador; outro registro; São Miguel San Remo San Salvador Sansão San Sebastián, cidade da Espanhn Sans-Souci, castelo Santa Bárbara d'Oeste Santa Clara d'Oeste Santa Cruz de Ia Sierra Santa Gertrudes, cidade de SP Santa Ifigênia, bairro de São Paulo Santa Lúcia, país das A ntilhns Santana da Ponte Pensa Santa Rita d'Oeste Santa Rosa de Viterbo Santiago, cidade do Chile Santiago de Compostela Santiago de Cuba Santiago del Estero Santo Antônio de Posse Santópolis do Aguapeí São Cristóvão e Nevis São Domingos, em espanhol: Santo Domingo São João del Rey, forma usual; outro registro: São João del-Rei São João de Meriti São João do Pau d'Alho São Luís, cidade do MA São Luís do Paraitinga São Manuel, cidade de SP São Petersburgo, cidade da Rússia que já recebeuos nomes de Petrogrado e de Leningrado São Tomé, cidade de São Tomé e
Príncipe

São Tomé e Príncipe São Vicente e Granadinas Sapora Saragoça, em espanhol: Zaragoza

176

o

LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO

E REVISÃO

Apêndices

177

Sarajevo Sarapuí Sardenha Sargaços Savannah, citkuú dos EUA Savóia Scaramouche, também Scaramuccio Schleswig-Holstein Scutari (1), citkuú da Albânia; v. Shkoder Scutari (2), ou Üsküdar, bairro de
Istambul

Seattle Sebastopol Sedan Segóvia Seichelas, v. Seychelles Senegal Serra Leoa Serro, cidade de MG Sérvia Sesóstris Set (ou Seth), personagem bib/ico Seul Severínia Scvres Seychelles Sfax Sforza Shakespeare Shangai, v. Xangai Sharjah, outro registro: Chardja Sheffield Sherlock Holmes Shetland, outro registro: Zetland Shkoder, outro registro: Shkoç:lra;em servo-croata: Skadar; em italiano: Scutari; cidade da Albânia Shylock Sião (1), atual Tailândia Sião (2), colina de Jerusalém Sião (3), golfo do mar da China Sibéria Sicília Sídnei, v. Sydney Sídon, cidade da Fenícia, atual Saida
(Líbano)

Siracusa, citkuú da Itália; Síria Sísifo Sistina, capela Sisto, papas Siva, v. Xiva Skadar, v. Shkodi'r Smith Soerabaya, v. Surabaia Sófia Solferino Solingen Soljenitzyn Sólon Somália
Somerset

cf.

Syraeuse

Susa Susano, v. Suzano Sussex Suva Suzano, forma tradicional; outro registro: Susano Sverdlovsk, v. Ekaterinburg Swansea Sydney Sylt Syracuse, citkuú dos EUA; cf. Siracusa

Tbilisi,

antiga Tíflis, capital da Geórgia; outro registro: Tbilissi

T Tabapuã Taboão da Serra, forma usual; outro registro: Tabuão da Serra Tabriz Tacuarembó Tadiquistão, v. Tajiquistão Tadj Mahall, v. Taj Mahal Tailândia, antigo Sião Taipé, outro registro: Tai- Pei Taís Taiti Taiwan (ou Formosa); cf. Tai-Yuan Tai-Yuan, antiga Yang-ku, cidade da China; cf. Taiwan Tajiquistão Taj Mahal, monumento; outro registro: Tadj Mahall Tales Tallahassee Tallin, antiga Reval ou Revel, cidade da Estônia; outro registro: Tallinn Tâmisa, em inglês: Thames Tanganica, outros registros: Tanganhica, Tanganika Tânger Tannhãuser Tanzânia Taormina Tapajós Tapiraí Taprobana, forma consagrada por Camões; a rigorosa seria Tapróbana Tarabai Tarn Tarpéia Tarragona Tatuí

Siegfried Siena, aportuguesamento: Sena Sílvia Sinai Singapura, v. Cingapura Sin-kiang, aportuguesamento: Sinquião Sintra

Somme Sorbonne, aportuguesamento: Sorbona Sorrento Sousa Sousândrade Southampton Sovietsk, antiga Tilsit Spa Spinoza, v. th. Espinosa Spoleto Springfield Sri Lanka, antigo Ceilão Srinagar Stafford Stalin Stalingrado, atual Volgogrado Stanovoi Stendhal Strafford on Avon Strasbourg, v. Estrasburgo Stromboli Stuart Stuttgart, aportuguesamento: Estugarda Suábia, em alemão: Schwaben Suaçuí Suazilândia Sudão Sudão Francês, atual Mali Sud Menucci Suécia, em sueco: Sverige Suez Suíça, nome oficial: Confederação Helvética Sun Yat-sen Suomi, 'v. Finlândia Surabaia, outros registros: Surabaya, Soerabaya Suriname, antiga Guiana Holandesa

Tehad, v. Chade Tchaikovski Tcheco-Eslováquia, outros registros: Checoslováquia, Tchecoslováquia Tchekhov Tcheu Ngen-lai, v. Chu En-Iai Teerã Tegucigalpa Tejupá Telavive, outros registros: Te! Aviv, TeI-Aviv Tenerife Teng Hsiao-ping Tennessee Tenochtitlán Teófilo Otôni Teotihuacán Teresa Teresina Tessalonica (ní), o mesmo que Salonica Tétis Thames, v. Tâmisa Thüringen, v. Turíngia Tiago Tibagi, forma usual; outro registro: Tibaji Tiberíade, Tiberíades, v. tb. Genesaré Tibete, outro registro: Tibet Tibre, em italiano: Tevere Tíbure, v. Tívoli Tien-tsin Tíflis, v. Tbilisi Tigre Tilsit, atual Sovietsk Timbu, v. Tinfu Timor Tinfu, outros registros: Thimphu, Timbu Tirana Tirreno Titãs Tívoli, antiga Tíbure Tobruk, em árabe: Tubruq Todos os Santos Togo Tolosa (1), cidade da Espanha Tolosa (2), v. Toulouse Tolstoi Tomás Tonga (ou ilhas dos Amigos) Tonquim Topeka Tóquio, antiga Edo ou Vedo Tordesilhas, em espanhol: Tordesillas

178

o

LIVRO:

MANUAL

OE

PREPARAÇÃO

E REVISÃO

Apêndices

179

Torino, v. Turim Toulon Toulouse, cidade da França; Tolosa aportuguesamento: Touraine Tours Transibcriana, ferrovia
rrransilvânia, em romeno: Transilvania ou Ardcl; em húngaro: Transkei

u
Uagadugu Uaupés Ucayali Uchoa Ucrânia Údine, em italiano: Udine Uganda Ulan- Bator, antiga U rga Ulisses, em grego: Odisseus UIster, nome com que se designa também a Irlanda do Norte Um-al-Qiiwayn União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, União Soviética, atual Comunidade de Estados Independentes Uppsala
U rais, montes; outros registros: montes do U ral U rales,

Valladolid Vallauris Vai paraíso Válter Vancouver, aportuguesamento: Vancôver Vanuatu Varese Varsóvia, em polonês: Warszawa Vaticano Vaucluse Vaza-Barris Vcimar, v. Wcimar Vclásquez Vendéia, em francês: Vendée Venécia, região da Itália; em italiano: Venezia Veneza Venezucla Ventimiglia Veracruz, cidade do México Vercingetórix, outro registro: Vercingetórige Verde (I), cabo do Senegal; cf. Cabo Verde Verde (2), rios e serras do Brasil Verdun (ou Verdun-sur-Meuse) Vermont Versalhes, em francês: Versailles Vespúcio, em italiano: Vespucci Vestefália, em alemão: Westfalen Vesúvio Viareggio Vicente de Paulo Vicenza Vichy Victoria,
capital de Hong Kong, estado da Austrália, ilha e cidade do Canadá;

Virgínia,

cidade de MG dos EUA

e um dos estados

Visconti Viseu Vishnu, v. Vixenu Vitória, cidade do ES, capital das
Seychelles, lago (antigo Victoria Nyanza) e cataratas da África; cf.

Erdély

Transval, outro registro: Transvaal Trapani, antiga Drépano ou Drepanum; aportuguesamento: Trápani Trás-os- Montes Triângulo Mineiro Trinidad e Tobago Trípoli (I), capital da Ubia Trípoli (2), cidade do Ubano Trípoli (3), antigo condado latino da Siria Trípolis, cidade da Grécia; outro registro: Tripolitsa Trocadéro, palácio; v. Chaillot Trondheim, antiga Nidaros Trotski Troyes Trujillo Tsushima Tübingen, aportuguesamento: Tucídides Tucson Tucumán Tucuruí Tudor Tumucumaque Túnis Tunísia Tubinga

Victoria, Viltoria Viltoria, cidade da Itália; cf. Victoria, Vitória Viltorio Veneto Vixenu Vladimir Vladivostok Vltava, em alemão: Moldau Volgogrado, antzga Stalingrado Volta Vorochilovgrad,
antiga

Lugansk

Ural, rio Urga, atual Ulan-Bator Uruguai, em espanhol: Uruguay Urundi Urupês Usbequistão, outro registro: Uzbekistan

w
Wagram Wall Street, rua de Nova Warwickshire Washington Waterloo Weimar Wellington W embley, bairro de Londres Westfalen, v. Vestefália Westminster, abadia Wichita Falls Wiesbaden Wight Wilhelmshaven Willemstad Wilmington Wimbledon, Winchester Windhoek Windsor Winnipeg Wisconsin Wittenberg Wolfsburg Worcester Wroclaw, em alemão:
Polônia bairro de Londres York

Üsküdar,
Utah Utica Utrecht Uzbekistan,

v. Scutari

(2)

v. Usbequistão

Tupac Amaru Tupanciretã Turcomcnistão, oulros registros: Turcomana, Turcomênia, Turquemenistão Turiaçu Turim, em italiano: Torino Turíngia, em alemão: Thüringen Turku, em alemão: Abo; cidade da
Finlândia

v
Vaal Vaduz Val-d'Isere Valdívia, em espanhol: Val-d'Oise Valença, Valdivia

cf. Vitória, Viltoria Viedma Viena, em alemão: Wien Vientiane, capital do Laos Victnã, outros registros: Victnarnc, Viet-Nam Vilalobos Vilas Boas Vilhena Villegaignon, outro registro: Villegagnon Villejuif Villena Vilma Viiia dei Mar Virgílio

Turquestão Turquia Tutancâmon, Âmon Tutmés, Tuvalu Tyne

outro registro;

Tut Ank

cidades da BA, do Rj e de Portugal Valência, cidades da Venezuela e da Espanha

Breslau; cidade da

outro registro:

Tutmósis

Valhala,

em alemão antIgo:

Walhalla;
deuses

residência dos principais escandinavos

Württemberg Wyoming

notas. outros registros: Cherazade. 11 . 109 referências bibliográficas. v. 105. de jornais. 76 hifens e acentos. referências bibliográficas. 116-7 apresentação. antigo Congo Belga Zambeze Zâmbia. 112 ponto abreviativo e pontuação do enunciado. 60. v. 74 divisão silábica. 83 e pontuação. símbolos acentos. rio dOI EUA Yemen. 122 discurso direto. 107-8 citação. 83 morto. v. 86 astrônimos. 118 títulos.~ 180 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO I x Xambioá Xangai. Edo. 116 alfabetação. v. 99. 51 circunstanciais.Vo olho antonomásticos. Vo ambigüidade anos 30. 11 órgão público. 150-3 vo lho siglas. antigo nome de Tóquio Yellowstone. v. modelos de referência. v. 138 alcunha. 143 referências bibliográficas. 42. Zaratustra Zósimo Zumbi Zurique. também Yang-lse Yaoundé. 5. também chamado de Congo Kinshasa. 11 entidade como. 96. 108 divisão silábica. 114 aspas. TIO. 142 apóstrofo e títulos de obras. 93. prefácio apud. apêndice anfibologia. 115 de periódicos. 41-2 e defesa. Vo posfácio advertência. Yaundê. romanos ambigüidade. 95. 140 meses. 154 nomes de lugares. . 102-4 e editora. em alemão: Zürich Zwickau abreviatura(s). Shetland Zimbabwe. Vo nomes de pessoas a~e. -data. Índice. 14-6 anexo. Vo prefácio agradecimentos. outro registro: Shangai Xanxerê Xarazade. abreviaturas. 110 asterisco. 95. 108 estrangeiros. 107-9 vivo. v. 90. Vo numerais. 75 usadas em bibliologia. 79 autor(es). 75 superlativo. Xerazade. antIga Rodésia do Sul. abreviatura dos meses. 70 h em dÍgrafos iniciais. 119 música. Xerezade Xavanles Xenofonte Xerazade. v. 83 em língua estrangeira. citação. Iêmen Yeso. outro registro: Zimbábue Zinoviev Zoroastro. v. ChuÍ Yokohama. 120 adendo. 49 simples. 45 Vo lho nomes de pessoas alemão. mosteiro INDICE ANALITICO (O tipo itálico que apareçe em a1gups verbetes quer dizer que se trata de uma remissiva direta a vocábulo do texto. Xarazada. 75 francês.) . antiga Rodésia do Norte Zanzíbar Zaqueu Zaragoza. 47. 117-9 citações. 83. 102-4. 74-8 antes e depois de numerais. 75 lista de. 154 autor. 102 alfabeto grego. priferivel a Siva XuÍ. z Zagreb Zaire. 75 plural. 105-6 tradicionais. Xarazade Xerxes Xingu Xiquexique Xiva. 75-6 títulos de obra. atual Hokkaido Vo lho data ante-rosto. Saragoça Zaratustra (ou Zoroaslro) Zenão Zetland. modelos de referência. 66 y Yale I universidade norte-americana Yalta Yamagata Yang-tse-kiang (ou Azul). 85. 99. Iocoama York Yorkshire Yosemile Yucatán Yun-kang. 79. 155 algarismos. 150 artigo. 104. 64-5 cargos e títulos. Iaundê Vedo. v. 53 atualização. 72-3 escrita. 45 Vo lho nomes de pessoas antropônimos. .

maiúsculas. v. 7 de. 52 estilo. 51. 108 dedeira. editoriais. indicação bibliográfica. 90. 89 editora. 92. 93. 83-4 e aspas. v. publicações. v. cabeços cabeças. v. 92 du. 66 anos 30. 85. novas. tb. 40 et alii. 90. 6. tb. nomes de pessoas compilador. 112. 67 francês. op. 91. indicação bibliográfica. 111. 26-9 originais de. 66 aproximadas. referências bibliográficas. ilustração di. 112 editora. romanos. 79-84. 83-4 destaque de termos. v. 45 supressões na. 123 colchetes. 90. 124 v. 13 fórmulas de tratamento. 119 etnônimos. 79 figuras. 134 cit. citação. 108 ete. v. referências bibliográficas bold. alta. 111 editor. olho falso frontispício. 22-5 dinastias. 108 conclusão. 80 bibliografia. 50 defesa. 80 versos.93. 82 em língua estrangeira. 40-3 aspas. 51 fotografia. 34. 108 cinta. 49 espanhol. 83 107 desenho. 107 divisão silábica. 68 v. 64 encarte. 52 eventos. música. plural folha de rosto. 71 francês. 40-1 divisão do texto. página formas optativas. v. 17 coloIao. 50 créditos. ilustração frações. v. tb. 83 atualização. indicação bibliográfica. 138 localização. frontispício fólio. 119 francês. 79 maiúsculas. 108 disCO. 47 coerência. 81 aspas. seccionamento divisão silábica. 16 edição(ões). 50. 64 de publicação. 113 períodos históricos. 42-3 travessão. citação. 135 caixa. 95 citação. 140 v. 80 classificação científica. 41-2 maiúsculas. indicação bibliográfica. 49 flexão. 93. 123. 120 frases iniciadas com algarismos. 79. 131-3 caracteres tipográficos. abreviaturas. 63 ligadas por barra. v. 64 frontispício. 95. tb. 122 fidedignidade. ilustração Filho. 108 Ia. posfácio barra. tb. 121 chinês. 109 eco. 120 inglês. maiúsculas alta-e-baixa. nomes de pessoas diretor. 73 escrita. 109 epígrafe. v. originais. conceito. 141-2 cacofonia. 111 lugar do livro onde deve figurar. 121 minúsculas. 80-1 referências bibliográficas. tipo cargos e títulos. e a pontuação.94 ficrecr. 18 número. 138 114 corpo. 108. v. lista de. 137-8 . tb. olho famílias de tipos. referências bibliográficas.94 lugar do livro onde o nome deve figurar. ambigüidade. 90. tb. 137 referências bibliográficas. 121 escultura. 123 baixa. 65-6 se. delta. 15 preposição de origem francesa em nomes ingleses. 137. 17 frações. autora. 113 coleção. alemão. 17 congr:es5os.. contracapa. 45 v. citação. 49 discurso direto. 107 data(s). indicação bibliográfica. 71-2 português. corpo. 127-9 escrita. 63 entidade. 133 eopyright. 9 e entre classes e ordens do numeral. ~revisão. 119 estado I Estado. 122 v. 138 &. preposições de origem francesa em nomes ingleses. v. 154 autor. 69-70 dois-pontos. 113 versos. 108 notas. 18 cognomes. v. 112 editoração. 138 colocação pronominal. 72-3 espanhol. 107 divisão silábica. 45 minúsculas. 79 de autor estrangeiro. 90-115 definição. tipo fascículo. 69-73 alemão. autor-data datilografia. 42-3 pontuação. 83 defesa. tb. 123 -itálico. v. 142 v. 90 lugar do livro onde deve figurar. indicador dedicatória. 145 Colônia. 107 filmes. 51 inglês. 48 v. 154 autor. 141 concordância verbal. 107 cabeçalhos.182 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO índice analítico 183 errata. 108.gnidade. minúsculas capa. cit. 67 porcentagens. 106 v.92. tb. tipo Corte. 68 explicação final. 97. 16 caderno.102-4.112-3 espaço entre as classes do número. abreviaturas dos meses. autor. 11-2 formas do discurso. v. 145 endereçamento. 107 degli. 116 espanhol. cabeços cabeços. 140 falsa folha de rosto. tb. 7::1 inglês. abreviaturas dos meses. 118 acréscimos à. 123. 71 escrita. 45 romanos.

108 divisão silábica. 107 IaUdas. 122 inglês. 77 nomes de povos. 113-4 Indicador. v. 56 transliteração. 131-2. 52 nomes comuns compostos com nomes próprios. 49 nomes de pessoas. 52 originais. 67 h em 76 itálico. 141 ISBN. 45 minúsculas. 54 pessoas vivas. abreviaturas dos meses. 13-6-marcas. 48 palavras estrangeiras. 16 mês. 154 autor. 78 -mente. 58-9 transcrição. bold-itálico dígrafos. 108 miolo. 108 ~aiúsculas. 49 eventos. vocabulário gralha. 51. 138 v. 19-20 originais de legendas e créditos. 109-10 70 jaqueta. caixa alta mapa. 92. 76 títulos de obras. 52 referências bibliográficas. 26-9 numeração. 106 unidades de medidas. 49 escultura. nomes de pessoas horário. lugar do livro onde deve figurar. 52. 22-5 Império. 154 autor. v. 54-5 referências bibliográficas. tb. texto literário local de publicação. 90. 48 disco. 138 italiano. imprenta. 112 Met~O mimeogr. nomes de lugares logradouros.63 repetição na linha seguinte. 45-6 nomes de pessoas. 93. 49 regiões. abreviaturas. 49 nomes de lugares. 31. 60. 42-3 documentos oficiais.108 Mae. 52 pessoas falecidas. sobrecapa 107 fórmulas de tratamento. 93. 45 v. classificação. le. 155 grifo. 120 numeral. numeração. 52. abreviaturas em vários idiomas. entradas. 45-6 referências bibliográficas. 57. 114 minúsculas. 45. 52 . 52 notas de tabelas. 50 Ia. 50 kgei1das. 51 cargos e títulos. referências bibliográficas. 51 citação. 45 aportuguesamento. 51 francês. 51 formados com nomes dos meses. v. 55-6 unidades de medidas. 45 data de publicação. 133. 54 plural. 154 minúsculas. 52 nomes de lugares. tb. 55 divisão silábica. hipocorísticos. 91. 74. 105 Igrrgá. 49 espetáculos teatrais. 136 índice. 120 período. 57 pseudônimos. v. 61. bold Nelson. júnior. tb. 51 música. 49 programas de televisão. 71-2 escrita. 44 v. v.gato. 57 M'. 61 caracterização do nome próprio. 121 música. 49 espetáculos teatrais. 92. 133 medidas antigas. 19 localização dos créditos. 52 maiúsculas. 58 históricos ou literários. minúsculas. 49 marcas. 55-7 alfabetos não latinos. 51-2 abreviaturas de cargos e títulos. 107-9 regras ortográficas. 52 fórmulas de tratamento. 99-102 versos. eco. 139. 48 Me. tb. 97. 96-7. 111. 78 títulos de obras. 143-4 onomástico. 95. 52 símbolos. 77 v. 55 Neto. tb.. 135-6 música. itálico -negrito. itálico. 107 lista. 49 negrito. 52 escultura. 107 ibidem. 60 estrangeiros. 45 discurso direto. 121-2 pintura. 54-9 alcunhas. 112 aportuguesamento. 49 referências bibliográficas. registro. tb. v. 52 maiúsculas. abreviaturas. 127 glossário. 111-2 nomes de pessoas. nomes de lugares lombada. 105 idem. 140 de figuras e tabelas. 142 v. 45. 55-7 baseados no alfabeto latino. 121 introdução. 96.2 v. 133. 45 nomes próprios compostos com hífen. 59 siglas. 99. ilustração marcador. 90. alfabeto. 121 citações. 72 estrangeiros. v. 120 inglês. 85 pontos cardeais. 106 infra. 123 coisas individualizadas. hífen. 45-6. abreviaturas dos meses. 44 períodos históricos. notas tipográficas in. 48 filmes. lei. 48 programas de televisão. 19-21 definição. 77. 60-1 formados com designativos de cargos e títulos. 49 documentos oficiais. 90. 93. 59-61 abreviaturas. 140 literatura. 128 grego. 44-50 abreviaturas de cargos e títulos. 45 nomes históricos ou literários. 49 filmes. caixa baixa palavras derivadas. 104 divisões político-administrativas. 75 e travessão. 107 6 22-5 ilustração. 121-2. notas tipográficas locativos. v. de abreviaturas.

90. indicação bibliográfica. 102 pré-textuais. 114 separatas. 110. 127 plural. 6 apresentação. 102. 107-9 notas. com acepção especial. 53-61 compondo nomes comuns. 102-4.. 105. 65 e entre classes e ordens. 68 referências bibliográficas. abreviativo e pontuação do enunciado. 119 e remissivas a notas. 137 op. 92. 105 Vo tb. 105. 6 páginas pré-textuais com romanos. 36 progressiva. 107-9 caracteres tipográficos. 119 referências bibliográficas. 112 especificações sobre os elementos essenciais. conceito. 61 e hífen. 93 notas tipográficas. 63 texto literário. 65-6 quantias. 18 iniciados com algarismos. 95. 85 referências bibliográficas. 137 quadro. 45. 86-8 espanhol. 90-115 autor. 67 hífen. 42-3 e as aspas. 18 Nova York. 50 repetição. 90. 7 definição. 104. 85 notas bibliográficas. 95. 109 original. 99. 63 horário. ambigüidade.. maiúscula. 57. 67 início de frases. 114 olho. lugar do livro onde o nome deve figurar. Vo posfácio i10ta prévia. 126-30 sinais de revisão. notas. 98. notas. 96. 98-106 lugar do livro onde devem figurar. 141 exclusivamente com referências bibliográficas. 96. 93. 15 página(s). 094 componentes. 92. 119 e etc. 146-7 ortografia. 75-6 abreviaturas.39 tabelas. 94. 110 partição silábica. vo frontispício posfácio. 93. 68 número de edição. 110 pontos cardeais. 96. 98. 85 . 63 parágrafos. 6 de legendas e créditos. 63 indicação bibliográfica. 90. Vo divisão silábica prefácio. 20. 102-4. 98-104 local de publicação. 10 provas. 66 depois de substantivos. 90. 145 post-scriptum. 105-6 numeração. 85-9. 67 concordância. 62-8 antes e depois de abreviaturas. 137 órgão público. 64. 96 mimeografadas. 142 modelos. nomes de pessoas normalização. 109 de referência. 147-9 pseudônimos. 53 Vo tbo nomes de lugares. editora. 63 zero à esquerda. 49 piolho. 42.37-8. 64 endereço. Vo contracapa que. 107. 68 palavras. 65-6 concordância verbal. autor. indicação bibliográfica. 62 vírgula. 78 unidades de medidas. 65-6 portada. local de publicação novas edições. sinais utilizados. 106-13 e~clusivamente em notas. 66 remissivas à bibliografia. 63. 92. 111-2 nomes de pessoas. Vo ilustração quantias. 30 numeral(is). 18 referências bibliográficas. 129.127 periódicos. 97. 91-2. 140 preparação. 54-5 vo tbo nomes de pessoas numeração. 12-3 pastel. 92. 93-5. anônimas. 93. 68 página.186 o índice analitico LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 187 nomes próprios. 52 definição. 106 Vo tbo cito ordem alfabética. 66 quarta capa. 90-2 data de publicação. 95-7 coleção ou série.. 114 modelos de referência. 64-5 data. 78 pontuação. 108 obras. 93. conceito. 93. tipo. espaço entre classes do número. 63 porcentagens. 52 símbolos. 74 referências bibliográficas. 90. 95. 95. cit. 90. indicação bibliográfica. 111 reedições. 98. 44 pintura. 96 modelos de referência. 6-9 datilografia. 103. 93 siglas. nome de cada sinal de pontuação porcentagem. 123 referências bibliográficas. 31. 45. 94. 13 discurso direto. 108. 111-2 localização e sistemática. 133 organizador. 57 símbolos. 105-6 exclusivamente no texto. 63 frações. 68 parágrafos. parágrafos e títulos. 68 substantivados. abertura. 65 O'. 113-5 nomes de lugares. 112-3 definição. 61. 77 símbolos. 111 Vo tbo romanos orelha. numeração com romanos. Vo vocabulário redondo. 64 parênteses. Vo alfabetação ordinais. indicação bibliográfica. 95 lugar do livro onde o nome deve figurar. 19. abreviaturas. 91 omissão de p. 85.111-3 Vo tbo data de publicação. 64 ordinais. 10 nota final. posfácio prefaciador. 22-5 numeração. 52 regiões. 85-9 remissivas e pontuação. 115 período. 102 romanos. 78 ponto-e-vírgula. 86-8 tabelas. 110 artigos de. imprenta. 78 ponto. 99. 75 nomes de pessoas. 6. 90. Vo prefácio notas. 6 revisão. v. 85-9 originais. revisão de. 90 editora. 91.

64 marcação. 146-7 de provas. 63 . 115 títulos de obras. 102 simplificação de títulos. v. 96. 49 terceira capa. 83 tradutor. 112 segunda capa. 129-31 v. 63 referências bibliográficas. 68 s. 108 verbo. 123 versalete. 123 versalete. glossário volume. 121-2. 16 sic. 137 notas. 123 bold-itálico. 105. símbolos signos de revisão. 113-4 parte no texto e parte em nota. 93. 113 v. 55 Wilson. 137 revisão. 98 ponto. 109-11 simplificados por siglas. 123 caixa alta-e-baixa. v. indicações bibliográficas. 110 minúsculas. v. 93. 123 títulos (de obras). 146-7. 89 referências bibliográficas. v. 127 s. 127-9 sinais"utilizados. 50 separação silábica. 42 v. 134 Sobrinho. 115 série. 106 aspas. 110 versal-versalete. 123 caixa baixa. 80 reto. lh. 95. dicendi. 107 vocabulário. 93-5. 104 pontuação. abreviaturas.95. 90.d. 98. 111 obra já citada. 123 referências bibliográficas. 123 caixa alta. 117 iniciando a referência. smals utilizados. 51 inglês. 109. 108 Walter. 94. 123 versal-versalete. abreviação de títulos. 108 Don. v.. 93-4. 114 texto literário.96. 97. 133 leses. lh. siglas sinais de revisão. 129. 109. 113 sobrecapa. 49 televisão. 55-6 travessão. 91. 15. 140 notas.ed. 143 superlativo. 106 citação. 31. 106. 40-1 e hífen. 123 referências bibliográficas. frontispício substantivos antes de numerais. v.188 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO í índice analítico 189 notas bibliográficas. de originais. 96. 95./. 12 numerais. cabeços títulos e cargos. abreviaturas. 40-1. 117 com reticências. referências bibliográficas. 107. 90. 97. 123 e corpos. 120 na bibliografia. 111 títulos (de seções). indicação bibliográfica. 122-4 itálico. 111 transcrição. 109 Trono. 137 Dom. 39 pontuação. 109 referências bibliográficas. 17 Reinado.. tabelas. 123 redondo. 68 parte de obras. abreviaturas. 44 vírgula. 93. romanos. coleção seu. 75 suplemento. v. 68 rosto. 85. 94. 93. 105-6 ordinais. 103-4 v.94. 80 maiúsculas. 50 siglas. th. 95-7 versal. 30-3 convenções. citação. 15 concordância verbal. 31 fios. 147-9 romano~. algarismos. iniciados com al~arismos. divisão silábica separatas. abreviação. sinais de revisão símbolos. 30 teatro. encarte supra. 105 separatas. 34-9 século. 70 de palavras. 122-3 bold. 123 referências bibliográficas. 138-9. 18 regência. 110 versos. 51. 14 onomástico. de hífen na linha seguinte. 110 e apóstrofo. 85 numeração. 56 transliteração. nomes de lugares tradução.. lh. 104. lugar do livro onde o nome deve figurar. concordância verbal versal. 95-6. 121 topônimos. ambigüidade. 62 tipo(s).n. 65 subtítulo. 39 títulos correntes. citação. 102 repetição. 90. 147-9 sTT12 s. 121 minúsculas. 108 remissivas. 50 União. 126-30 erros. 94. lh. 96. notas. data de publicação ambigüidade. lh . 101-3 das unidades da federação. 107 reticências. 91-2 lugar do livro onde o número deve figurar. 129. programas. abreviaturas. 104. bibliografia reformulações. normalização. 86-8 sistema bibliográfico numérico. espetáculo. 103-5 unidades de medidas. 103. 109-11 v. 96. 110 sumário. vocabulário República. numeral. 93 número da edição. 55 zero à esquerda. v. 97. 179 semi-aspas. 106 obra sem autoria declarada. 91-2. 32 lista de. 160 se. 99-102 traduzidos.. 122 salto. 50 Dan. v. 156-80 v. discurso direto. redondo romanos. 17 seccionamento.

Ivani. 1980. Fundação Casa de Rui Barbosa. São Paulo. ed. Rio de Janeiro. São Paulo. Rio de Janeiro. Geoatlas. Lindley. Dicionário contemporâneo da língua portuguesa. 1979. 1991. ___ & CINTRA. CUNHA. 31 (5): 548-52. Antônio. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. São Paulo. 1988. Globo. Fundação Nacional de Material Escolar. maio 1979. 2 V. Elaboração e editoraçãode trabalhos de nível universitário (eSpecialmente na área humanística). Ática. Maria Elena Ramos. 1990.Gustavo Guimarães. ed.BIBLIOGRAFIA ilIIIMI nust 11I11nAJw. WLASEK FILHO. Formulário ortográfico. Segismundo. Rio de Janeiro. 1981. Rio de Janeiro. Ática. diretrizes para o trabalho didático-científico na universidade. 1985. 1985. sistematização prática e didática das normas ortográficas vigentes. 4. p. KURY. Eduardo PEQUENO dicionário enciclopédico Koogan Larousse. 1977.l2 KOTAIT. o ALMEIDA. PAULO. Aluísio et alii. Gramática da língua portuguesa.A preparação de originais. um breviário para o estudante de pós-graduação. 1976. Prefácio de Antônio Houaiss. São Paulo.1 1llI1~1i o ESTADODE S. ed. melh. e edit. Normas gerais para os trabalhos degrau. Celso Ferreira da. Editoração cientifica. Editoração hoje. HOUAISS. Francisco Marto de. Emanuel. 1J. FARACO. LUFT. o o ___ A nova ortografia da língua portuguesa. e ampl. Rio de Janeiro. Normas NB-66 NB-217. ed. Luís F. 1972. Larousse. 1980. Gramática. 1981. Agir. Ática. Benedicto. Instituto Nacional do Livro. Cortez. In: Bloch. ed. 5. ed. I . Ática. ed. Delta. 1981. Rio de Janeiro. Antônio Joaquim. Carlos Alberto & BARBOSA. UNIDADES de medidas. rev. Org. Ciêru:ia e Cultura.I e 11. 24. ACADEMIABRASILEIRA LETRAS. 2. Porto Alegre. instruções DE para a organização do vocabulário ortográfico da língua portuguesa. Dicionário de Comunicação. rev. princípios da técnica de editodo ração. 2.Wf.Informação e indexação. Com a colaboração de Maximiano de Carvalho e Silva e Irene de Menezes Dória. 1986. Francisco. Nova Fronteira.U /!tm/ltIIIi\iN. 5. Metodologia do trabalho eientifico. ed. [São Paulo] Saraiva. e AULETE.. Rio de Janeiro. São Paulo. Carlos Emílio & MOURA. Rio de Janeiro/Brasília. Rio de Janeiro. Napoleão Mendes de. 1967. de redaçãoe estilo. 11 . e ampl. 1984. SEVERINO.~".. Ática. Nova Fronteira/Instituto Nacional do Livro. A cOrLltrução livro. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRADE NORMAS TÉCNICAS. SILVA. Celso Pedro. Fundação Getúlio Vargas. SPINA. Técnica de preparaçãode originais e revisãode provas tipográficas. e ampl. Fundação Getúlio Vargas. 2. 1987. Rio de Janeiro. Ática. 1973. ARAÚJO. . ___ USP AQUI VALOR Preparação de originais . SIMIELLI. 4. Caldas. 1972. ed. Elementos de bibliologia. São Paulo. São Paulo. 2. 1990.. Adriano da Gama. Manual Martins. São Paulo. 49-63 e 65-73. e ampl. In:MAÇALHÃES. Vocabulário ortográfico da língua portuguesa. com riqueza de exemplificação e copioso vocabulário . Nova gramática do português contemporâneo. Novo guia ortográfico. Gramática metódica da língua portuguesa. 1978. RABAÇA.j/. rev.

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