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DEDALUS - Acervo - FFLCH-GE

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APRESENTACÃO
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Cf;f!:m geral, pouco se sabe sobre o que se passa entre a entrega de um original pelo autor e o livro pronto. Acredita-se que a editora simplesmente providencia a impressão de um original, transformando-o em livro. Na verdade, o texto, antes da impressão, percorre um longo trajeto, que começa na edição do original, fase em que se propõem mudanças, acréscimos e cortes, a partir de discussões com o autor.

21100001131

EDITORA:

Sandra Almeida
ASSISTENTE EDITORIAL:

Segue-se a fase de preparação, em que o original é submetido a um tratamento que o aperfeiçoa no que se refere à forma e ao conteúdo. ~ Quanto à forma, procura-se padronizar o texto de acordo com as normas da editora, além de limpá-Io das incorreções gramaticais. O texto padronizado e correto é o resultado desse trabalho atencioso. Quanto ao conteúdo, trata-se de eliminar erros, evitar incoerências e até absurdos que qualquer autor, por melhor que seja, comete. Esse trabalh(yespecializado é feit9' na Editora Ática, por uma equipe de preparadores de texto, e resulta Ra qualidade hoje amplamente reconhecida por todos aqueles que lêem um livro com o selo Ática. Ildete Oliveira Pinto foi por vários anos preparador de texto, função que exerceu com rara competência. Esta obra, nascida dessa vivência, expõe as técnicas e normas de preparação e revisão, orientando aqueles que trabalham ou pretendem trabalhar em editoração de texto.
O

Sueli Campo piano
PRODUÇÃO GRÁFICA:

Milton Takeda Nanci Y. Nichi Tomiko Chiyo Suguita Matilde N. Ezawa
CAPA:

Paulo Cesar Pereira
COMPOSIÇÃO:

~

Diarte Ed. e ComI. de Livros Ltda.
FOTOS:

Fábio Carvalho
OSeO!!L!!!"'1Cl
FONE 447-EUS11

ISBN 85 08 04486
1993

~

Todos os direitos reservados

Editora Ática S.A.
Rua Barão de 19uape, 110 Caixa Postal 8656 CEP 01507-900 São Paulo (SP) Te!': PABX (011) 278-9322 Fax: (011) 27H146 End. Telegráfico "Bomlivro"

Nosso objetivo ao publicar este manual é colocar a técnica da preparação e da revisão de livros nas mãos daqueles que de uma forma ou de outra estão preocupados com a qualidade dos textos publicados. José Bantim Duarte
Diretor Editorial

1
li

SUMÁRIO

o

INTRODUÇÃO 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Procedimentos As imagens gerais de preparação do texto

_ _ _ _ _ _

5
71

79 34

Seções do texto Formas do discurso Iniciais maiúsculas Iniciais minúsculas ---------------Nomes próprios ------------------

40
44 57

É inegável a liberdade de expressão do autor para construir sua mensagem, embora às vezes ele se preocupe mais com o conteúdo do que com a forma. A forma, por sua vez, é tão importante quanto o conteúdo, mas paradoxalmente é tal sua importância· que ela tem de estar latente e não interferir no conteúdo - a não ser que forma e conteúdo se fundam e constituam a essência da própria mensagem, o conteúdo. Essa fusão é comum quando se joga com palavras ou quando se instaura um momento de ruptura com padrões estabelecidos, caracterizando-se o processo de criação literária. Na mensagem didática, técnica, científica e de informação geral impõe-se, porém, uma normalização textual que evite a língua de Babel, que faça com que a mensagem flua tranqüilamente, sem tensões ou contradições.
./

_

53
62 69

Numerais

Divisão silábica siglas e símbolos ------------

~

10 Abreviaturas, 11 Citações 12 Notas 13 ' Referências

74
~ _

79 85
90 716 725

bibliográficas

e bibliografia _-----------

--------

14 Padrões complementares 16 A estrutura
APÊNDICES 1 Principais orlglnOls 2 3 4 5 6

15 O processo de revisão de provas ---------do livro impresso _ símbolos e sinais usados na revisão e marcação _ na revisão de provas -~ --de _

737

Embora o estilo pertença ao autor, com a liberdade que ele tem de construir sua mensagem, a editora pode - e deve - intervir no seu texto, e o faz com o seu pleno consendmento, para garantir a correção e a clareza da informação e a qualidade da publicação. Para conseguir isso, às vezes, chega mesmo a modificar a estrutura de um livro. Por conter elementos que se interpõem nessa atuação, podese dizer que este livro é um manual de estilo, cuja preocupação maior é sistematizar as normas editoriais aplicáveis com maior freqüência, sem a pretensão de ser exaustivo. Em se tratando de normas, ou regras, existe o risco de o apelo limitado a elas não permitir que sejam consideradas as exceções possíveis. Para evitar isso, porém, é fundamental o discernimento dos profissionais da editora em não ir de encontro à liberdade de criação, quando o autor procura formas discrepantes para divulgar sua mensagem, infringindo conscientemente as regras estabelecidas.

746

746

Principais símbolos e sinais usados Principais abreviaturas Abreviaturas Alfabeto

747 750
754 _ 755 756

e termos usados em bibliologia

dos nomes dos meses ---------

grego onomástico ------------~ .

Vocabulário

íNDICE ANAlíTICO BIBLIOGRAFIA

_ _

787

790

Ficar doente.por exemplo. ao menos parcial do processo de edição de um livro.~~e~ ~ 1.e indique. -+. "segue 52a" ou "há 52a" e.~~. Pode ser um simples manuscrito. Se houver inserção posterior de uma ou mais laudas. em laudas apropriadas ou em folhas de papel comum. suavizar. e assim por diante. e também não é novidade o autor entregar o texto em disquetes . Mas. é comum o original chegar à editora em folhas impressas por esse mecanismo. do tipo sulfite. na lauda anterior. lembrar. seco ao sol. contêm o texto gravado. O texto deve ser datilografado dentro do campo apropriado da lauda.. 2. A forma mais tradicional de apresentação do original tem sido a do texto datilografado.dispositivos que. 4. Int. Sobreponha um asterisco ao número da última lauda . O original apresentado em papel comum. . b. na lauda 52a. estabanado . que. r -to' ~- Avisar. . jovem. ele poderá fazer isso automaticamente.. ~ adj. 520. •• . 1.~ ~ ~ v.) Abrandar. -Jt1' adoçado 2. sem que seja preciso renumerá-Ias desde a primeira inserção. Render culto a (divindade). . p. 52b. -ti- ~ ~ Estouvado. conforme o exemplo. 52c. Amar em extremo •.. é necessário antes apresentar os conceitos de original e de editoração. cru. (fig. para que propiciem uma visão... c.escência. repaginando o documento. pois pode ocorrer que a ilegibilidade da escrita comprometa o fluxo de produção. se você trabalha com um microcomputador..•..6 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Introdução 7 o original e a editoração Principais Laudo formos de apresentação dos originais Para situar devidamente a abrangência das questões específicas deste manual. Encantador. deve ser datilografado apenas em um lado da folha e em espaço duplo. em nosso caso.int. .. . numere-as com o mesmo número da lauda anterior seguido das letras o. 137). ~ •• .por exemplo: 325*. se não total. e a idade está ainda não alcançou pleao na adol. (O) que de8envolv~mento. ~'~ '~~. 2. T . 2.. a partir das páginas pré-textuais (v. Digno de ser adorado. Com esse procedimento tradicional procura-se controlar todas as laudas dos originais. Substância que serve para adoçar. 2. Abrandar. mas aceitá-Io desta forma depende da conveniência da editora.. Original pelo autor à editora que resultará no livro. Com a penetração dos microcomputadores.. que "segue 52b". Original é todo material entregue Numere as laudas consecutivamente.

e i.. HI/I'·i). nlCS.petácul(). 11~()SEriam suficlEnt~ SErES lmundo!:. (:Ofltemplam urna 'Picanl o ela luta.larlCI(:l es.llas.l. CIEl1~._ .denomina~se edi~ loração. c: üm ont:le flJlrtes leva'··() I:) mata C:OI1I lJm golpe cont maça~ :nqu.exercidas por um editor ou sob sua supervisão . em Per r I)!."( 9i~~lantE" () InOn!:itl'"O p:::). bl"açQ!~ t) tlCI"6i ~. IJcusas con!~eg~lissem abatEl' tit:âs.D ~:"t ] (:lng {1·lqIJO. E surpr"csa alerta ger'aly l~var)ta'-~.~:\n'cD i·:~.l~ c[)ml~reer)clet~ld(:) e grita: s!~a crjatlll'"a r'EC~lpEr'a a!s flJrçaS DEIJrE~. revistas.tJ[) profltcl!:.nç:i':\ m(:\:::·y Uffli'.E!~. ~)ara elimlrlJ-·los.. costuma-se dividi-Io em três momentos: o pré-industrial."t inu:.. lança-os sobre ()s atacBlltes" mesmo se as ()s ~)aI1cadas dc)s deuses E lias N(:)entantc). é o sentido primeiro do termo. E fun(1c metal.Dy 1 ").. voltam ~loi~~.~.. del.. impressão e acabamento. jornais. VEZy descobre 11C)Va al'·ma: ev'guen(il:) roc:I·1C(ios. AtCI12. fcrrei~() manco.ustadoras t:ridclltC. I)clnéter E tr&ml.. o industrial e o pós-industrial.e imediatamerltey 81"ltC!S" maIs. fixando-se na preparação e revisão do texto . F'OI~ S~la 'cerr(vcl €!.tá em ~1&~aclEs! contatc) (::01"1)t!IUa i:erra natal" Carl'"Cgllc-a para !:lc:m "1 on9E'! Erlchcfldo"'!SE (:Ie !~E~lS coragem. pesad(sslmos. seleção. fClridos. o da edição do livro.!.\... o processo de editoração será visto apenas pelo prisma das adequações dos originais.(dOI1. discos.:-. . como livros.e~.leH0ra(:les golpes fo~t: {ssimos lhcs com d& sua ~lnlgolpe miselriCÓI~dia~ clesfere ..ar ql. (J C 1"U(·:·-: ~ 1 TodD~:~ o. ac) ~:\ b~:\t<:\".alta p de sobre ~ (J gigante IJm pa{s ~l ~J Ir I'· ~:t.O (jo Atena ql.. VI901'"OS.o industrial é a fase de composição.l'"::':"l. contratação e nas adequa~ ções dos originais para publicação. No entanto. entretanto. Sol.:~ ~ ~ " dpusc!.. as margenl ApoIo.l!~ do dos Plechas SEI. para Erl'PI~erli:ar sellS tem(vpis i ri i m i 90::.iéstia. PO~. ou seja. Para situar me~ lhor o processo de editoração. sent)or del.l as~.~~~__ ~_~_~D: MAtlUAl OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Cópia de computador Disquete Agora~ O~.lh<.etapas classificadas dentro das fases pré-industrial c industrial..SD. Apef)a!~ ~ mar·as. etc. t it:G!:~. c! C)::. ( necE!s!. SE deixa lan~a Emp1ll1ha laflçam brasa os comt)ate" !-lefestIJ.árj() ql.t: pont in9c D ii':\ no chr:f'(·:·.lsas lJ2(::(fjcas.. televisão. C::::\l no c:h. O conjunto das tarefas inerentes aos três momentos . O préindustrial consiste na busca." F(). e o pós-industrial diz respeito a todos os aspectos relacionados à comercialização do livro.. para o propósito deste livro.clc·~. O que nos interessa. COnl(:) Editoração O termo ediloração hoje é empregado em vários meios de difusão cultural. filmes.mC) IJ(Jr ~sscr à luta~ ele j!~30.~E·nclD +"1 (:::ch:i:l. Assustadas..

o texto a editor faz a apresentação do texto ao preparador e lhe preparador.e discernir a natureza ou o tipo da publicação. definitivas. que pode utilizar melhor a obra. IWII••••• • . nos nomes de pessoas e de coisas. ou correções. contando com uma apresentação racional e uniforme. normalização. ou seja. a texto começa a se revelar aos olhos do preparador e a lhe sugerir o que fazer para conquistá-Io. Ao pé da letra. seu universo de atuação pode se tornar bem complexo. Com ela todos só têm a ganhar. Ganha o leitor. as emendas. Mas não é tudo. para em seguida delimitar ou estender seu campo de ação. por exemplo. quanto mais respostas oferecer a essa complexidade de coisas. pois encontram aí um ponto de apoio que orienta e facilita o trabalho. 125. de textos arcaicos cuia fidelidade ortográfica precise ser mantido. nas datas. o emprego de um tempo verbal por outro. seu estilo . É uma relação de namoro que principia.) profissional encarregado de executar essa adequação é chamado aqui genericamente de preparador de texto. (A revisão de originais ocorre antes da composição. Trabalhando com microcomputador. depois de o texto ter sido composto e antes de ser impresso finalmente . editores e demais profissionais envolvidos com o livro. parte para conhecê-Io melhor. servem apendS de orientação à arte. Ganha a própria publicação. Mas. deve apresentar exatidão nas informações históricas ou factuais. a mudança da forma de . Ganham autores.v. Estilo é a maneira peculiar de o autor exprimir seus pensamentos. normalização e revisão dos originais são chamadas de preparação. é a aplicação de normas lingüísticas e editoriais ao texto. utilize o recurso conhecido como "marcas de revisão" para assinalar modificações provisórias no texto. e a revisão de provas se dá na fase industrial. Mas o preparador ainda tem de buscar informações complementares sobre o autor . outros reconhecem a colaboração que se possa dar. São imprevisíveis os recursos de que ele pode se valer para conseguir efeitos expressivos. Autores há que julgam seu texto perfeito e definitivo. mas ele pode e deve defender a integridade de seus escritos. de textos legais. Eventuais modificações são decididas pelo editor. PROCE DE ------~-. nos números. bem como nas citações de qualquer tipo: de língua portuguesa ou estrangeira. Malgrado todos os esforços. tão. Marcações a lápis não devem ser compostas ou digitadas. a Faça à tinta. com legibilidade. - SG E RA I S RACÃO •. sempre que for necessário. à composição ou à revisão.10 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO As atividades relativas à adequação do texto que dizem respeito à organização. o texto de autor já falecido é inalterável. mais estará habilitando-se a realizar um bom trabalho. etc. p. endá algumas recomendações. Seu texto sujeita-se aos padrões da editora. " Dependendo da "lente" de que o preparador possa lançar mão para examinar os originais. é preciso que qualquer original seja submetido pelo menos a uma correção ortográfica e de sintaxe. como. a autor vivo é o árbitro por excelência das questões suscitadas em sua obra. ou padronização. para minimizar isso. não há texto sem erros. desde os originais até o livro impresso. E.se vive ou não. a Em princípio.

entre o mais que se fizer necessário. percomorfo. Qualquer mortal poderá ter acesso a esse banco pelo telefone (0121) 262-1313. como a pontuação nas referências bibliográficas (p. no Volp os vocábulos obra-de-arte e senhor-de-engenho são consignados apenas com hifens. radioatividade e radiatividade . este manual é um livro aberto. da Academia Brasileira de Letras. muros de arrimo. o infinitivo flexionado para ressaltar a pessoa sobre a ação. 1981. loiro e louro.. de Aurélio Buarque de Holanda Ferreira. e o Dicionário contem- A pontuação Conhecer análise sintática é fundamental para bem pontuar.. etc. os textos eram respeitados passivamente pelo impressor tal como estavam. Por exemplo. A ortografia Os principais cânones ortográficos da língua portuguesa são o Vocabulário ortográfico da língua portuguesa (V 01 p ). i. 42). sem variação de forma. ed. Os textos didáticos. 75) e antes de etc. clareza e correção da informação. que senhor-de-engenho é o mero. Então é preciso consultar os dicionários . Geralmente. denota antes de tudo clareza da mensagem.e ler as acepções dos verbetes .e. científicos e afins devem ser submetidos ao rigor da normalização e sofrer as alterações necessárias com vistas à coerência. se esse z era assim mesmo (porque ele trocava s por z) ou se esse j por g deveria permanecer. Fundação Getúlio Vargas. restritivas e explicativas. Formas optativas As palavras com mais de um registro lingüístico (por exemplo. O revisor timidamente perguntava a ele. 1 "Preparação de originais . Além da pontuação ordinária do texto. basta conferir a grafia de palavras no Volp ou constatar o registro desta ou daquela forma nos dicionários. ) devem ter sua grafia uniformizada. túneis. mas não existem ali significados. etc. o Novo dicionário da língua portuguesa... A pontuação correta das orações adjetivas. observe: porâneo da língua portuguesa.. 93). 53. po- rém. às vezes. em Aluísio Magalhães et alii. ele dava um sorrisinho e dizia: "Pode corrigir"!. viadutos. necessárias à construção de estradas" e que obra de arte é a "obra produzida segundo o conceito de arte. num mesmo contexto. Nem sempre. mesmo que se trate de texto de natureza literária. É ilustrativa dessa atuação a seguinte passagem de Antônio Houaiss sobre um episódio da edição da obra de Guimarães Rosa: . Interferir nesses recursos sem perceber as intenções do autor é deturpar-lhe o escrito. as figuras' de palavras e de construção. .. 2. não devem ser esquecidos os casos especiais aqui examinados. especialmente a que é tida como de boa qualidade". A liberdade do autor em romper padrões é praticamente ilimitada. por exemplo. nos diálogos (p. contacto e contato.I". e daí para diante cada vez mais obsessivamente. p. Editorl]fão hoje.. A Academia Brasileira de Letras mantém um banco de dados que fornece o significado dos vocábulos constantes no V olp. 119). "peixe teleósteo. Para tanto. a concordância ideológica. (p. pontes. Além dos assuntos próprios dos capítulos subseqüentes.para saber que obra-de-arte é a "designação tradicional de estruturas tais como bueiros. Rio de Janeiro. mas isso não é motivo suficiente para que seu texto não seja revisado com rigor. da família dos serranídeos" e que senhor de engenho é o "proprietário de engenho de açúcar". de Caldas Aulete. nas abreviaturas em geral (p.12 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 1 - Procedimentos gerais de preparação 13 tratamento para indicar alteração de estados psicológicos de personagens. desde Sagarana.

que causa impacto. mas. a indústria queria dizer exatamente o contrário: além de fabricar azeite. essas construções devem ser evitadas. A frase leva a três interpretações: "João e José foram prejudicados". dar sentido duvidoso ou provocar fatos indesejáveis. que geralmente não permitem fugir a esse esquema. devemos apelar para os sinônimos. lança mão amiúde da ambigüidade como recurso eficaz. um fabricante de azeite de oliva anunciou em grandes cartazes O que é importante? Que eu considere os amigos ou que os amigos me considerem? A clareza da frase pode ser dada por uma destas construções: "Considerar os amigos é importante para . passou a produzir vinagre. Há também casos em que a repetição de palavras é necessária para a clareza do enunciado. os verbos auxiliares. Em textos literários. E desta forma a mensagem foi recebida. etc. mas noutros casos constitui um vício de linguagem. pode funcionar como recurso estilístico. Vejamos alguns exemplos: Encontrei-a chorando. se não tiverem a clara intenção de assim serem. Não havendo sinônimos perfeitos. conforme o caso. mim" ou "Ser considerado pelos amigos é importante pa- ra mim. o vocabulário de rua: "A Carbonell foi pro vinagre". " João e José prejudicaram-se. pronomes e até preposições costumam também causar ambigüidades. Ambigüidade ou anfibologia Ambigilidade é uma figura de linguagem que ocorre sempre que uma construção sintática apresentar mais de um sentido. quando essas repetições se tornam gratuitas. A mensagem publicitária. o eco. por sua vez. em linguagem coloquial. principalmente quando se tratar de textos didáticos. emprestam sentido obscuro à frase: A preocupação social está presente na obra de Aluísio Azevedo. Há vários anos. A consideração de meus amigos é importante para mim. a cacofonia. Há palavras. próprio. partículas que. Em princípio. como as preposições. Ora. que busca compreender os elementos determinantes da realidade social. cada palavra tem um significado exclusivo. "dar-se mal" ou coisa do gênero. seu. Um texto crivado de palavras repetidas pode revelar pobreza de idéias ou de vocabulário. como a ambigilidade. Aqui a ambigüidade eu? está em saber quem chorava: ela ou Conjunções. Cuidado com pequenas palavras como que. na verdade. ir pro vinagre pode significar "morrer". Quem busca compreender os elementos deter~inantes da realidade social: Aluísio ou sua obra? A ambigüidade produzida pelo que pode ser desfeita pela substituição deste pronome por o qual. de. técnicos ou científicos. em geral. "João e José se prejudicaram a si mesmos" ou "João e José prejudicaram-se um ao outro"? . se. As ambigüidades e outros vícios de linguagem Palavras ou expressões empregadas irrefletidamente ou mal colocadas podem obscurecer a frase. Mas.14 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 1 - Procedimentos gerais de preparação 15 e as repetições de palavras Um bom texto prima-se pela precisão vocabular. a qual. a ambigüidade deve ser evitada.. Mas. pois são elos básicos de estruturação da frase ou do pensamento linear. etc. o jeito é modificar a frase para conseguir nova expressão da mesma idéia. as conjunções. às vezes. E talvez com a mesma qualidade. Por isso.

boom da . Basta evitar aqueles que produzam realmente sentidos obscenos ou ridículos .) Embora a colocação pronominal esteja muito em função da eufonia.envie-me já . basta substituir "o seu livro" po~ "o livro dele" ou "o livro dela". resultante da junção das sílabas finais de uma palavra com as sílabas iniciais de outra. porque o sujeito é um "as medidas". que às vezes se afastam das normas da gramática portuguesa. é verdade .fé demais . porque o sujeito é uma oração (= qUaIS medidas seriam tomadas). é recomendável seguir os padrões da norma culta do Brasil. de Adriano publicado pela Ática. (Augusto Frederico Schmidt.nunca gasta . Concordância Cumprir os princípios gramaticais de concordância (verbalou nominal) é básico para a clareza do texto. Não se estabeleceram as medidas que seriam tomadas. É o verdade.. pode ser uma boa outros casos.ete. mas deve ser evitado na prosa não-ficcional: Então a recessão é a solução para combater a inflação? Mas aqui o verbo tem substantivo no plural..por cada . principalmente a verbal.ela tinha . constitui não só uma boa fonte de consulta para resolver essas dificuldades como também um registro atualizado da língua.a sensibilidade é sua. /ongamente. Novas lições de análise sintática. para o devido esclarecimento. monotonamente. Neste caso. i. Vamos apenas comparar dois exemplos com essa partícula: Não se estabeleceu quais medidas seriam tomadas. meu (Eça de Queirós. Funciona como recurso estilístico na poesia. Cacofonia É o som desagradável.nosso hino .e. publicado pela Ática. é importante saber que à acepção que se quer corresponde uma regência correta. Uma consulta às da Gama Kury. É bem verdade que às vezes o escrúpulo com os cacófatos se torna exagerado.16 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 1 - Procedimentos gerais de preparação 17 Maria disse a Antônio que não trouxera o seu livro. junta-se a terminação apenas ao último deles: O outro respondeu. O Dicionário prático de regência verbal. Um problema quase sempre existente a respeito é a flexão (ou não) da forma verbal acompanhada da partícula se.. para realçar a circunstância. Nesse caso. . como sempre. ou palavra obscena.mesma maneira . Regência A regência. costuma trazer muitas dúvidas.Quando dois ou mais advérbios em -mente modificam a mesma palavra. livro solução para elucidar de ser flexionado. eco nas terminações em -mente . Eis alguns exemplos de junções de palavras consideradas cacófatos: Acerca dela . de Celso Pedra Luft. do som agradável ao ouvido.) Colocação pronominal No entanto. o Eco Consiste o eco no emprego de palavras com a mesma terminação ou com o mesmo som final próximas umas das outras. verbo não se flexiona.ela trina .mesma mão .uma minha . vaga e maquinalmente: senhor. conserva-se a terminação nos advérbios e omite-se a conjunção e: O mar chora.

por exemplo. que. etc. podemos apresentá-Ias de duas formas: classificadas por uma só numeração consecutiva ao longo do livro ou por uma numeração progressiva (v. ele será a figura 1. esquemas. se for a segunda ilustração. organogramas. um quadro comparativo. faça-a preceder da indicação Figura ou Fig. Após efetuarem-se as modificações necessárias. Classificacão~ Podemos organizar as ilustrações de três maneiras básicas: agrupando todas elas sob a denominação de figuras. A coerência A utilização sistemática de um mesmo critério para um mesmo tipo de caso é fundamental à unidade. quadros.~ MiM __ •• EX T O Ilustrações Ilustrações são quaisquer imagens ou figuras que acompanham o texto.G\EiN S D OT •• OII!. 1. for a primeira ilustração. se um mapa. 127) e nas batidas de parágrafos ."_I 2 AS I M Â. com exceção apenas das tabelas. à organicidade. bastando para isso pedir para recorrer o texto. separando-as de acordo com o tipo de cada uma. a) Uma só numeração ao longo do livro . - . não só de obras coletivas e de referência mas também de obras individuais. mapas. todo o livro deve ser vistoriado no sentido de preservar sua inteireza e ser preparado como se fosse original inédito. fotografias. sem classificá -Ias. Ilustrações como figuras Chamando genericamente de figuras quaisquer ilustrações. 37) composta de dois indicativos. uma fotografia poderá ser a figura 3. diagramas. Idêntico procedimento deve ter também o revisor impedindo o fato desagradável de uma ou mais linhas seguidas da composição começarem ou terminarem com as mesmas palavras. p.Estabelecendo uma numeração única para todas as ilustrações do começo ao fim do livro. Novas edições Os originais de obras reformuladas devem ser preparados e revisados na íntegra. enfim.verificação da seqüência do texto. tais como desenhos. Antes de enunciar a legenda em si. ou simplesmente inserindo-as no texto. é recomendável que os parágrafos seqüenciais não se iniciem com as mesmas palavras.18 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO A abertura de parágrafos Prevenindo-se contra os saltos na composição (v. p. quando isso é feito pelas primeiras palavras de cada parágrafo -. e assim por diante. qualquer alteração comprometa a uniformização existente. será a figura 2. que seja necessária uma nova enumeração de coisas. É possível que num ponto qualquer haja remissão a alguma parte suprimida. ~'~_·oI·~.

valem as mesmas orientações do item acima. aparentemente rad·icais. Ática. as coisas e as próprias pessoas são tudo isso ao mesmo tempo. Além disso. um muçulmano e cristão (embora talvez um pouco menos). Para ele não existe algo radicalmente mau nem bom. Assim. 2. as quais à primeira vista poderão parecer incompreensÍveis para o pensamento ocidental. complexo.Vânia Rúbia Farias. Fig. ou claro ou escuro. pois dá mais autonomia à figura em relação à continuidade do texto. ou certo ou errado. Ilustrações especificadas pelo tipo As ilustrações também podem ser classificadas de acordo com o tipo de cada uma. da mesma forma que os gráficos e tudo o maiS.Neste caso o que teremos de fato são várias numerações consecutivas que se reiniciam a cada novo capítulo. conforme o exposto acima). t não a eliminação de um lado. Por exemplo. que é o lado escuro e que simboliza o intelecto feminino. Isto se deve à grande prosperidade econômica . Isso explica por que.que alcançaram nas últimas décadas. intuitivo.sobretudo industrial . ou seja. De resto. todas as ilustrações do capítulo 7 são enunciadas por Figura 7. expansivo. 170.neste caso.20 ________________________ O~_R~~_ArJUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO L::__ ~s_im-"-gensd"_ text~ " _ 21 conforme o que se queira adotar como padrão -.figura 13. é recomendável colocar antes do número de cada ilustração o número do capítulo correspondente seguido de ponto. ou doente ou são. do Terceiro Mundo. ou se é bom ou mau. que é o lado claro e que representa o intelecto masculino. 3. 7.2. todos os mapas podem ter uma numeração exclusiva. Ilustrações Inseridas complementar seu ou apenas proximidades sem classificação sem nenhuma classificação. 4. o pensamento chinês defende a natureza delica da realidade. por exemplo. todas as fotos podem ser numeradas independentemente das outras ilustrações (por uma só numeração ao longo do livro ou por numeração progressiva. do número seqüencial de cada uma. Assim: seguida referir no texto a uma determinada imagem. 23: Mapa do tesouro b) Numeração progressiva composta de dois indicativos . as épocas de predominância do Yang e aquelas em que o Yin predomina. Coréia do Sul. A natureza. São Paulo. o chinês comum é extremamente curioso. o chinês não só aceita acontecimentos aparentemente tão diferentes como participa deles: a implantação do socialismo. a Revolução Cultural e o isolamento do país. basta mencionar a sua classificação . por exemplo.são internacionalmente conhecidos como "tigres asiáticos". Existe até um diagrama chinês antigo. proporciona maior liberdade na distribuição dos elementos gráficos na página. faz com que os chineses aceitem c participem de freqüentes mudanças. bem como o anterior.1. mapa 8. O que diferencia este procedimento do anterior é o fato de que aqui cada tipo de ilustração ganha uma numeração própria. geografia v. como no pensamento ocidental. o que importa é a busca do equilíbrio. quadro 5.1. de: VESENTINI. contemplativo. na dose certa. na história recent'e da China. José William & VLACH. racional. ou masculino ou feminino. aberto a novas idéias e experiências. com a busca do equilíbrio nesse meio termo. IlustmiãcJ_c~I"~cadana _~eqüência no texto. Este procedimento.3. e a nova política de abertura para o capitalismo. ambos têm a vantagem de que. É provável que novas mudanças ocorram nesse país nas próximas décadas.n: 7.n ou Fig. Assim. as ilustrações podem o texto integrando-se a ele como um seguimento suplementá-Io . 7. 7. ou uno ou múltiplo. T'aichi T'u ou Diagrama do Supremo Fundamental Os "tigres asiáticos" Esse diagrama representa a harmonia dos opostos: o Yang. Taiwan (ou Formosa) e Hong Kong .cidade localizada em território chinês e sob a administração colonial da GrãBretanha . . Reproduzida Geografia crítica. Entretanto. com as mais elevadas taxas de crescimento do mundo. ou ativo ou passivo. ao contrário. e o Yin. p. o rompimento com a União Soviética depois de seguir sua orientação econômica. devendo conviver com esses opostos e buscar a harmonia dos contrários. para se 4. ou bonito ou feio. para que não ocorra um mesmo número para mais de uma ilustração. tudo tem o seu lugar no momento certo. No pensamento chinês. são colocadas nas do assunto a que se referem. 1991. que procura simbolizar esse ensi~ namento básico da seguinte forma: mcntod~ equilíbrio desses contrários -.

. Podem ser elaborados originais independentes para cada tipo de ocorrência.1 eletrônica na Coréia do Sul Gail1ard/Gamma 15.2 Thierry Champion/Gamma/Sigla a fabricação de automóveis particulares. Num país onde há pouca preocupaçao 3. os originais de legendas e créditos devem ser feitos à parte.• '0.1 1. 15. Ruy Teixa1ra/Angular _.4 Iolanda Huzak de crédito ooidental.2 Marcos Guião/Angular foi importada da Alemanha.2 Marisa carrião/ Wagner Angular Avancini/Angular Carol Val/lkso começa a se tornar comum na China: cartaz de publicidade de 14.foto 9. .foto 8.1 Copyright Agence vu Bernaro Descamps/ Angular nas cidades chinesas.1 9. com uma listagem de todos esses itens ordenados segundo a seqüência do texto..•••••••.-~ 194 .2 .3 Kevin Schreiber -. Kenneth Garrett/Keystone 193 . Drechster-Angular Angular 1.3) --~------.foto 8..• ! 1... A esoava- Tsuneo Nakamura/Volvox carvao 10. um para as legendas e outro para as fontes ou os créditos. mencione sempre o número da lauda em que deve entrar o crédito fazendo-o acompanhar-se do número da figura. i.Camera Presa London/ Keystone 2. Uma laudo do original de legendas de fotos •.5 9.e..2 10.2 Gamma ••• ) .• 'o·~ •.:! •.•••. É tambérn possível apresentar um original único.1 11.•. destinado principalmentea turistas.22 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 2 - As imagens do texto 23 Originais de legendas e créditos Uma lauda do original de créditos de fotos Quando não forem apresentados com os originais do texto.1 mineral a céu aberto na União Soviética.2 FOTEX/R.--de montagem de uma fábrica de automóveis na União Soviética Manoel Novaes 11.4 14. a bicicleta é Gamma comum. ~ " Y. Em qualquer uma dessas situações.

.... na África Indígenas de Madagsscar . Essa relação pode ser feita nos próprios originais de legendas.. uma eoonomia dependente exterior.. 'll~~. ... *"""'1 ~\t ~ . ti T ..... _~-~ ...al.•.... ~~ _~.•. _----_.... o· ". relacione à parte todos os nomes e textos para facilitar a composição.." ~ ! .-~~~-~~~--~- . Por exemplo: ºriginal de um mapa Um original de legendas e créditos em que aparecem relacionados os nomes e textos do map~ 1tlrnilê$E'UlP titulo GEOGRAFIA CRiTICA 4 ROTEIRO DE IMAGENS n' Ititulo _ ••••••••••••••. CR..ÂNTlc. . y •... MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO As imagens do texto .... ferrovias países Kinshasa Lobi to . Eo.•..' ---...e vaI tada para o 1"""""" PAM~ iWJ-~\ P. ".•. portanto.• .. GEOGRAFIA 0 •••••• CRiTICA - 4 - MAPAS ! . Cidade Port do Cabo Elizabeth principais unir país.• ! " Ferrov~ 'as !.•.....u-~~ ..24 ~ o LIVRO:. sistema transportes reflete. 0..o Harare para mesmo ou as re«iões y . Lubumbashi Dar-es-SaIaam Nairóbi Adio-Abeba Djibuti f9i pensado para unir as ao mercado iaternaoia. ! n. ! o· •••• .. Peyre/Gamma/Sicla Ferrovias na África ÁSIA Cairo Moçambique Antananarivo OCEANO ATLANTICO OCEANO PAclFICO Sene«al Níger Uban(ui Nilo Con~o Kasai Túnis Argel Casablanca Dacar Bellaco Conscri Abidjã Lagos Brazzaville OCC=Ã:I'lC AT/. os Ele Durban Johannesbur..•... portes. " ! ..o ~ ~ PriBcipais no Veja não mapa.•. vias diri!"em-se de aos portos eoonomias Por isso de africanas as ferroO exportação.. p." J..... Geo«rafia Ilustrada. 1632. que foi linhas a rede o traçado projetado de um férreas africana das de transObserve..." •••••• " : •••••••• r •.. no continente africano ._-'"~- 25 Na apresentação de originais de mapas... Fonte...." •••••••••••• .•.=IJ !.•... Abril Cultural. r y .. Aspecto do cerrado com elementos de sua feuna.. o . ..•...

p. Urata coordenação de arte: Silvio Vivian ff eu. ..~ .etI&t. ~ 'fP' /. ~ . ae.. ~.mM=~9"'-eAe C<mZ a ~ Ad:t~ ni1.amiJ.d. Frelncisco M.p "aeh "1"l/.xn~ •~ ~-=n é'wz. ~. mJY2fL .wm Ai. de Aua. reservados Reproduzido de: TEIXEIRA. Português em sala de aula.tMnffeut "..4ell4 ~ a. rrw é:IJMM. 1991. e ea ~ 1988 f. &m.e nãfr? .wm ~ ~ div'w. A1e~.&w-. • a&mo.1 26 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO L:-~m~~s do texto __ 27 Localizacão # dos créditos Créditos no verso do frontispício Conforme o espaço disponível ou a ênfase que se queira dar. .. eJ.R/JU>. e ~ '1W' de e a&unb1. eU ~ &.~.0epo?1. ~ 'P" aomiWmz do.:vw-.:. P. . .mde.etvrw. 7Ur =..e' '?7Ud!ir ~ e ~e e amzpte=..cú "Clh! ~ ~ d1r ~ &jdl" fww.. 2. fJO'1- ~. m. dtr f"C'.téJz.al!c&nçaabdÍdM4 "J7U. . Ática.wrn € ~ é?wztr ~ "QA! r:Iue cI!aiiY!" .&m 1X.y q.&m F~f"9U-- • ~h~ :.J. Uram composição: Catanna Horibe.Ó.vJn Rua Barão de 19uape. CEP teleg 0\507 "Bomlivro" .dltoril Te!. m·9322 g6S6· SãoPau\o os direlto.U. (i.ue ~e ~cmn~. Nelson S.. Reproduzido de: JUNQUEIRA. São Paulo.WVQ ~ ntY f:vr . 1988.fMnU:m ~ -n(Ur.:O.<. coordenação geral: Nelson S. e -rp.I1t. 7° série. ~ di.a ~ . M'~ ~ .. da ~ &ndé ~. Frei Caneca e a resistência pernambucana.cüd/.. võm:a4 coida<.~ e. os créditos e/ou as fontes das ilustrações podem localizar-se: a) no frontispício ou no verso do frontispício: Créditos no fronti!píc:jc.whe coi1a4 tr ~ 7TIVYmff e ~ dia-a-dia. . • ?7?a.. São Paulo. Sônia.l4OWIM • ~~.9:!if ~ F m. : OA. de .7?UlffZCÚ).: Caixa Todos Átiea pABX Postal S.or .iMnJúy "acvw.~.7.o:Wm 7u"m &vw.e cá tVnff fWU1.C.Mti ff fX':'W- a{ =n '//&d. amfr. " (j)~ ~.do.4 Pesquisa: Luiz Lopes de Souza Composição e montagem: Diarte composição e arte gráfica S/C Ltda.wn 'f'd ~ . f=W. \ \0 End. Atica.o- ~ c:W ~:na~ch~'fM4a~oáde ~ de ~ a&.A.:xn c:a.

Garfidd IIom"!Tl Ca/{/in.~em identinc:Ição PÁGINA 129 Detenhos: PÁGINA Anúncjo~: Homem 130 Agência McCann do Mar Slli}iadn de Mdo & Troia PÁGINA 29 Cafdn.a MIl/afda EUA (adaptado) PÁGINA 53 Quadrinhos: (.'ptado) 'j'roia PÁGINA 49 &. então.\..lIerreiro eu respiro PÁGINA 85 Si! dói (fUimdo Anúncio: PÁGINA Agênci:< 134 Almap Salles CcHtaz: Ag0nd" PÁGINA 136 __~~10/~~~~_ ano. EUA (adaptado).. Troia Ar!. Uma rd PÁGINA 25 EUA (adaptado) sem identificação Troia PÁGINA 65 Homem de Mclo & Troia Quadrinhos:JimDavis....lgmento) Roy Lichtcnstcin Bill WateR.klo & Troia cionais.'pl<u]. Troia PÁGINA 108 PÁGINA 21 Anúncio: Agência Homem M.nilm:.: de Meio PÁGINA 66 De~enho Santa na capa R()~a da edição de 1')')2 EljA.:.lerá" I'l'adim Anúncio: sem ide[ltificu.fil. Livro: Capa HOllwm de Meio U.. o que lhe valeu um estremecimento de relações com Moscou.lriniJw.'nilos: PÁGINA 94 & Troia Anllll<'io: Agi"rl<ü W'/II. AryNormanha PÁGINA 79 Anúncio: Quadrinho: PÁGINA Agência Caul"s. Eugênio Kirsch Hugo l'rdtt.Maria Helena Valente. 86 Gar/idd & (. Jarln'. Homem de Meio & Troi" D('~enh(.(. PÁGINA de Meio & Tro.il f{evist" (il'raldiü" 12 PÁGINA 42 fk~cnh()s PÁGINA 95 ()u.arfiuld EITA (adaplado) PÁGINA 26 c Duicatllr. Analista organizaçõel QUildrinho: Eduardo Desenhos: Desenho autoria Foto: Homem !lomem 113 de Jl.':lO l)J'Z. T3 Homem 14 S(J dá! quando de Mc10 eu I"e-l/'iro Quadrinho: PÁGINA4S ]-h. Ática. o regime ra. PÁGINA 46 Fl'(ml~ e Enw_\! Quadrinhos: Mariniello.. O.'" Thaves. qlle o desrespeitou permanentemente. Cartaz. . . 18 Quina.:Cann de Mclo Erkkson(fragmento) de Mdo & PÁGINA 55 Foto: liomem de Meio & Troia desenho" 109 Davis.I riar de Moi çando constl bar o gover: Em novell aprovada u. Homem Ma/a/da Silhuuelles. SilhrJUdl<'. 311.. Sl'rgino de esportes: A. H:ília PÁGINA AlllHlr-iO: PÁGINA 105 Agc'"<:ia 106 Homl'm 107 G!:lll<'O.1 Sul. Desenho PÁGINA Veríssimo de R'Vii: e Placa: Capa.) Corto Ma/It's('. Oavis. Revista Circo(ad. de eom 64 de Mc10 & Troia e Jn.UiSCl"j(('vista(.. A J.Alceu Luiz & SENISE. PÁGINA 51 Notici.: Homem de Mc10 2 das "Terceiro mal & Troia Desenhos: PAGINA EUA (adaptado) Luís l'emando Vasques. 29 b) no local da própria imagem: um acordo de não-agressão com Pretória. Isso po' ros da Renl por Pretór' ganhando .~()cia<.EI.cinye PÁGINA 54 C"iagens: Horllcm lIderJ_o.. Ik. Aslel'i:x Troia PÁGINA 20 Desenho: Qu"drinhos: Urasihiniól PÁGINA Hmú'('('po". 1992./Harl/:hele Homem d..: IlolDt'm s. Reproduzido de: FARACO& MouRA. Ática. Corto Ma/lese- Agi::ncia 127 (fr. O presidente de Moçambique tentou.. de Meio &'l'roia PÁGINA 48 C. que era da I I PÁGINA 32 Quadrinhos: PÁGINA TItulo do Maurício 34 filme: Univer~al Capa: Fugl'nioKirsch PÁGINA 78 Título de novela: Rede Gloho Qu«drinhos: jim PÁGINA 133 Lage. Homl'm de Meio & Mulheres de Moçambique Anunciante. Troia QlIadrinh<. & ElTA(adapl:u!o) Mendes de autoria de dólares e um 220 66"70 complet pela decisão roml ca do Sul de ren canos carvão. Garficld ('.'nto) PÁGINA 99 &.'..l: Alq' PÁGINA 96 Quadrinho: PÁGINA Quadrinhos. São Paulo.lo Bethencourt Homelll Mlran klr"..rtaze~: Notícia: Homem Homem de Mdo de Meio C"mic &. de: PAZZINATO. Ram. PÁGINA 63 FernandoGonsalcs.. dos paises do: procurando I consolidaçã! negras da f que continu.- PÁGINA 41 Bolinha Foro: lkvi.Anunciante: de moS(:a: Dcddização Agencia Emops Descnhollacapa:janv:mWijngaarden PÁGINA 70 Quadrinho: A halada PÁGINA 74 Scliar. p. Ml'M/(:aS'·liJrCIllGld('desenh"deJ EUA C"laptado) Car10s dl' Mel" '!'mia Agêntia 11 Eml1ratllr(rr:rl'"wnto) PÁGINA 39 lkscnhu. presiderl ra manter u. . São Paulo.. Moçaml doações que ZaJl da fome. como neste exemplo: PÁGINA 10 fksenito... PÁGINA Cau!o~.mdium. PÁGINA 15 Cilmpelldiurn. PÁGINA (.jo japonês Qu"drinho: (adaptado) Hevi~l:l Olímpka do Canadá Símbolos de animais: zoológico PÁGINA Quadrinhos.' Mt'!o & Trob PÁGINA PÁGINA com ktr:lS: Homem de Mdo Desenhos: PÁGINA PÁGINA Paulo) Anúnóo PÁGINA Quadrinhos: Cmum. que traball A medi! PÁGINA 28 II detenho Saga Gravura: Quadrinhos: will Eisncr. Sl/bouetle:. SI/houe/les.. p.:::~. lt. Desenhos: Coca·Cola & Troia PÁGINA 57 Anúncio. ed. .28 o LIVRO: MANUAL OEPREPARAÇÃO E REVISÃ~ 2 - As imagens do lexl"-- __ . 2. Capas: c.' Melo Des<.) . nllma visita a Washington em 1985.'io.. 115 ComjJf. PÁGINA 59 Desenhos: '[roia QlIadri[]ho~: Jim pAGINA 110 llesenh" PÁGINA 111 07~OIl PÁGINA 23 I PÁGINA 24 & Traia. .]im Etiqueta pAGINA Sirnt:>ohs "desiva: 17 atual: 16 Agênd:' Opus PÁGINA 47 & Múltipl" Revista &.r1". PÁGINA 22 Quadrinhos: Quina. 103 104 FlIAtuhptado) mil Walerson. AlJo/m·nhas da Cosi.ara.llia Fot"" lksenho: Ilomelll 100 d. cidade. 1992.ttmde e partes de Souza.'t:. PÁGINA 75 Erickson regime cana às do aparl sanções principais fontes i que. !.!. 1-23 PÁGINA Desenhos: Revista pAGINA Anlin<. reforçar a aliança com os paises de governo negro que cercam a do. MPM HOllWnJ do: Meio PÁGINA 38 & Troi" PÁGINA 87 Fotos: Homem 90 (I<" M<:Io & Troi:l de jaymc Agt'nda pAGINA Anúnci()~: Troia: PÁGINA & Agi::nda Arltlnci:llltl'.. Desenho: Desenhos: Silhouetles.o. Reproduzido História moderna e contemporânea. . tuição que I tinção do ri único e a ir: democracia i I c) no final do livro. PiLlure~ Ceholinha CarLlZ: . Gramática nova. Artes Quino.on... PÁGINA 114 Dl'~erlh<)s: Si/bol/c/lcs.ao(i{oalltoria PÁGINA 98 Anunciante (fr"glllt. PÁGINA 93 lk~"nil. Agl'nciaSalles/Inter-AmClicana HOJl\em de Mdo &. 373.'il'co C"P.'ii/b(Jur-'t/"'--. Troia I'bca lê desenho Silhml('lI('s. Homem EUA (adaptado) de Mcla de Meio & Troia. _ dólares por gU:ldli~. Stahd Davis. uma importante ajuda financeira para enfrentar seus problemas econômicos..iaunl.lA(ad:.

14 0.1.402 Jandro 2. Afora isso.374 1.367 0. TABELA B-8 Distribuição percentual da amostra.27 19 21 30 1% de u N1 Número de 53. indicando valores nulos._---_.081 1. Reprodl!zida de: DANTAs. O Brasil no comércio colonial. 1980.173 0.Tabelas As tabelas são registros de cálculos feitos previamente e de seus respectivos resultados.362o4. Desnutrição e aprendizagem.8 51. .500 0.4 Total 100.0 23.946 0. _-------.7 2.462 0.. -.8 17. podem ser numeradas da mesma forma que estas.0 4. c) _ .165 1. Na preparação guintes. Ática.2 .2 13.596 1.794 1.2 325. p. de acordo com o número de vezes que a mãe engravidou a 61.1 13.624 0.145 1.998 1. TABELA 10 "----------------.099 0. (reticências).943 2.34) 1'2~ _.600 1..0 26._ --~.12 1.628 1.180 1.066 Rahla 0.------------.2 15.(traço).177 l.407 0.614 1.370 1.3 2.663 PUJlllmbuco Mllranhiío Pnlllbll llrll. São .246 0.005 1.179 1.340 19.101 0. 91: Brazil.561 2.i97 ___.".018 1.301o p.880 0.2 0.8 24.904 1.807__ ~~O8 _---. Atica. Inwces 1.2.0 2.328 _'0--Rio1.1 31.549 1.184 1..6. Notas As notas de tabelas devem ser chamadas por letras minúsculas e localizadas no rodapé da própria tabela.128 0.7 11... Convencões " As casas vazias das tabelas devem ser preenchidas com uma das seguintes convenções: a) (traço).607 1.9_.195 0.261 3.~.592 1.012 0.661 1. 1.914 2.8 0. observe as recomendações se- Numeracão " As tabelas devem ter numeração própria e independente da de outras ilustrações.4 11.750 0.048 1. 63.1 13.186 2..257 1.643 1.496 0.?_8~ 1.609 __o.342 2.309 1..741 1.256 0. Ática.30 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO As imagens do texto 31 .411 2. .775 2.837 1.699 2..693 1.4 4.984 (1.944 1.1 92.6 28.4 --1. li A média de vezes que a mãe engravidou é de 9.3 19. 1 KOTA1T. Os quadros "são elementos copiados e não construídos estatisticamente" 1.850 0.70.--~----Imo 0.480 1.034 422 16 13 10-12 24 15 25 7-vezes18 28 -.4~1 I.57. para exprimir arredondamento dade ou valor numérico desprezível.037 1.351 1.0 Estimulação cognitiva Grupos TOTAL Recreação % Reproduzida de: ARRuDA.406 1..5 2. p. Editoração científica.063 1.151 2.688 1.1l C..767 1.139 1.~ -.d SlInl(lS o 1.473 0. das tabelas.0 8.1 0..7 8.626 __ o O (zero). São Paulo. p.337 exportação-importação o de 0.014 1.9 31.384 1.0 17.Jovelina Paulo.--_-~-.7 8.792 --_._-. 1981. para indicar que o valor do dado é nulo.972 1.230. de A.204 1.521 1.223 1.003 1._. Esta tabela apresenta duas convenções: . e .8 6. Ivani.7 100.8.134 0.045 1. de fração da uni- b) .rn 1.9 6.9 15.004 1.-----.206 1.259 7.7 20.---_ .SI6 1.680 2..2 0.• QJzeroll~J~:snum~ri5~_s_d_esE ~z_íveis. osé Jobson J São Paulo.193 ___ 1.958 3.3 4.566 1. Não se deve confundir tabela com quadro.820 2.81(i 0.9 N2 N1 Na 4. 163.0 8.900 1.2 8. para indicar que não se dispôs do dado.191 0.4 22.502 1.167 1.796 __0. 1981.382 1.

ref. por exemplo . iremos estudar esses temas de maneira genérica. a antiga a antiga Worlddevelopment report. pois alguns de seus aspectos lembram bastante o Terceiro Mundo. todavia. lá pelo ano 2050 contiIIlIará a ter seu território situado no mesmo continente. entretanto. o PROBLEMA DA REGIONALlZAÇÁO DO ESPAÇO MUNDIAL /Ullto: Banco Mundial.32 ~ ~_~ __ _-º __ LIVRO: MANUAL OE PRiPARAÇÃO_E . " Para entender essa divisão do mundo em três partes. contudo.que possam indicar a continuação da tabela. Ademais. E podemos também afirmar sem problemas que um pais qualquer. por exemplo) encaixar-se tanto no Segundo co1110 no Terceiro Mundo.J\s imagens do texto 33 Fios Não feche com fio horizontal o pé de uma tabela que passa de uma página para outra. Nas linhas a seguir. um pouco esse estudo. por exemplo. nos próxÍmos capítulos iremos aprofundar. e isso não dá margem a nenhuma dúvida. 21. socialismo e subdesenvolvimento. fugir a essa regra básica valendo-se de recursos gráficos . José William. as transformações que ocorrem na realidade social são mais rápidas e mais imprevisíveis que as modificações naturais. mais teórica do que concreta.setas. no final teriamos dele uma visão muito pobre. Uma classificação dos paises com base em aspecli- "mundos". se fizéssemos isso. mostrando como a real idamundo com base nas características da sociedade sempre é mais problemática do que uma compartimentação com base em elementos físicos ~ em continentes ou em climas. Isso porque a realidade natural é menos dinâmica: um dado país encontra-se na América e não na Europa. 14 UNIDADE I • GEOGRAFIA POLlTICA DO MUNDO ATUAl CAPíTULO 1 • A GEOGRAFIA E Reproduzido de: V~SENTINI. apesar de todas essas possibilidades (que dependem muito mais dos homens do que da natureza). Podemos afirmar com uma margem IIlÍnima de erro que as áreas que hoje têm l"lima tropical continuarão a tê-Io daqui a l:em anos.REVISÃO ~ -. temos de saber o significado das palavras capitalismo. 1992. exisI em muitos outros casos de países que são difíceis de serem enquadrados perfeitamenlc apenas num desses três conjuntos ou de seu espaço fisico. Alemanha Alemanha Oriental Oriental. É evidente que tal país pode até . Como esses. 14-5. Sociedade e espaço. Seria mais fácil estudar o mundo atual a partir dos tipos de climas ou dos continentes. São Poulo. Mas isso não significa que devemos deixar de lado os estudos e as classificações da realidade social só porque ela é dinâmica e com transformações rápidas. localilado na América. e atual. Já quando se trata dos aspectos politico-econârnicos dos países. Atica. mesmo que o cabeçalho seja repetido na página seguinte. p. 1991. já I hll:lulI1do IHluindo incluída na Europa Ocidental. não há dúvida nenhuma de que seu território atual continuará no mesmo continente. Pode-se. ed. pode acontecer lambém de um pais (como Cuba. não podemos ter tal grau de certeza: as modificações aqui podem ser radicais e ocorrer de um dia para o outro.

alternativa editorial de publicação de uma obra extensa em cadernos (v. e. c) Partes . com valor igual para todos. ba· stcamente. 11 para os maiores te permanente. Isso pode ser feito pela numeração de parágrafos ou pela chamada numeração progressiva. cujos dispositivos e vigência sem prejuízo limitada. Divisões numeradas Há obras que necessitam de um seccionamento marcado quase exclusivamente por números. b) Livr. o livro se apresenta em fascículos ou em volumes. A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto.obrigatórios e dezoito anos. Cada artigo.. Além disso. . por uma parte agrupados 245 Tran- em 9 titulos) e por uma parte transitória sitórias. São Paulo.?s . 1989. (No exemplo da página ao lado. são de inciso e vem precedido~ e a alínea""éiJÕla a) os analfabetos. de aJUgó'que O parágrafo contém uma facultativos para: exceção. -Cada artigo enuncia uma regra geral sobre determinaoo ~. etc. Letras ou alíneas . travessões. reproduz-se o seccionamento na Constituição em vigor. 1) Outras notações. c) os maiores de dezesseis e menores de dezoito anos. mediante: III III plebiscito: referendo.{KJlfé pará~~incisos éúÔÍa subdivisão _ ser subo e alínea§. Os fascículos. seguem padrões especiais. De resto. como dicionários e enciclopédias. se com- CAPíTULO IV DOS DIREITOS poLtncos --- é importan- Unidades físicas Quanto ao seu aspecto material. romano. Ática. as divisões mais comuns são as hierárquicas e as numeradas. dividido em por sua veJ. destinam-se à encadernação posterior em volumes. que são agrupados ções e subseções. to e é precedido de um algarismo arábico. Parágrafos. um trecho se subordina a outro dando a organicidade da obra por meio do seguinte seccionamento . em artigos.Seções do texto 35 3 SECÕES # D ~~cc:ionamento na Constituição brasil~ira TO Como está organizado o texto da Constituição? o texto constitucional é organizado. para identificar partes menores. b) os maiores de setenta anos. capitulos. Nossa Constituição. Subparágrafos. 135)separados. p. Que 'o texto constitucional permanente é (com Arl. Álvaro de. p.. A ConstitUição de 1988 tem 315 artigos. Reproduzido de: VITA.A subdivisão em partes pode ocorrer antes da subdivisão em livros. da par- caráter provisório podendo ser revogados § I' O alistamento eleitoral e o voo são: I . Seções. nos termos da lei. embora algumas obras se identifiquem com formas preestabelecidas. Vinhetas e/ou entrelinhamentos maiores. como bolas.Cada tomo pode coincidir ou não com o volume. sobretudo os textos de lei. iniciativa popular. Neste sistema. durante o pe- e vem precedida de uma letra Na organização de uma obra pode-se recorrer a vários tipos de seccionamento. § 2' Não podem alistar-se como eleitores os estrangeiros e.. que trazem verbetes dispostos em ordem alfabética. Números (cardinais e/ou ordinais).embora nem todas as subdivisõesestejam necessariamente presentes: a) Tomos . te notar posto artigos em títulos. d) e) f) g) h) i) j) Divisões hierárquicas Capítulos. d~to €"'-uma tgIVé6mplemento tratado subdivisão pejo arde artlfJoalsubdivi- ou um pormenor tigo. têm com lo Ato das DIsposições 70 artigos).70.As letras ou alíneas podem ocorrer antes dos números. As obras jurídicas. o incisD ou de parágrafo garismo mmúscula..3 .Subdivisões do tomo. 14.) As obras literárias tanto podem ter seu plano desdobrado em divisões tituladas ou não tituladas como podem não apresentar nenhum seccionamento.

nos bancos.. Comesse_tieo ~numerClsã~_a!remissões ao própri() texto tornam-se fáceis. Reunamos todas as pessoas que dependem dest .1.1 -+ um um.2. 7.e.2. b. As seções quaternárias: 1. de diversos modos. Constituem seu indicativo: o indicativo da seção primária e o número de seqüência da segunda subdivisão (1.:é. 1.. Recorre-se a letras e algarisllIos r()Jnanos para as subdivisões.3.1. a) Caracterizar as alíneas. .5 -+ dois doze cinco. ~ terClana { pc.5. se houver. ). e de rentistas às pessoas da categoria (R). que a depositaram nas caixas de poupança.2. . Recomenda-se. Coloquemos em outra categoria.1. 1.1.1. . por letras minúsculas (a. .n.5. Em tal categoria estarão. ) seguidas de parênteses.. 1.n. 2235.n.1. para esta~ (§ 2231) 6~ias dissemos anteriormen pessoas.12. finalmente: Reproduzido de: RODRIGUES. os operários. O conjunto numérico resultante da combinação desses numerais é chamado de indicativo da seção. 109. 1.1. ou quase fixos.~-~~ governo.2.n. as pessoas cujos rendimentos são fixos ou quase fixos. Consiste na identificação das seções por numerais colocados um ao lado do outro e separados por ponto. 2. mais de simples que obredeos possuidores ou menos o pou- da seção { 3.. obrigações de sociedades. Constituem seu indicativo: o indicativo da seção secundária e o número de seqüência desta nova subdivisão (1. grosso modo.3. ). 2.1.n. 2.1. Com o único intento de abandonar o incômodo uso de simples letras do alfabeto.isto é. ).3.1. 2.1. de qualquer modo. a primeira subdivisão do capítulo.5..mácia ~ 1 j I L quaternária qumana As seções primárias equivalentes a capítulos são numeradas consecutivamente a partir de um (1.. José org.1. i. .1 Seções secundária ~ .'p.. quando houver.1. As secundárias resultam da divisão das seções primárias. 2.2.t~. 3..1. 2.2. ou ao menos pouco variáveis...1. . os possuidores de casas e de terras onde não haja lugar para a especulação.3. f em crescer os rendimentos valendo-se engenhosamente das circunstA cias.1.~ co~/~. n).1. 2.c>~úmeroda página. os simples possuidores de poupança..1. em suma.1. 1.. c.. As seções quinárias: 1.. aqueles que possuem como rendimentos títulos de Direito público.1.2.2. Enfim. com os stria e ao comércio.n. os empregados que dependem dessas pessoas ou que.4. 2. 2.n.1. São Paulo.1. que geralmente equivale ao capítulo. 1984.3 . que chamaremos (R).2.:.5. As terciárias resultam da divisão das secundárias. 1. os engenheiros.5.Seções do texto LIVRO: MANUAl 111 I'IIII'AIIAÇÁO E REVI~ 37 Numeração de parágrafos Numeração progressiva Cada parágrafo sucessivo recebe um número Ilatural a partir de um (1.n. ou outros títulos similares com renda fixa.n.. a divisão maior. 5.. i.1.e. ..1. .'~. Albertino.2. Ática. portanto. 1.2. O segundo. . todas as pessoas que direta u indiretamente se utilizam da especulação e que.3. . ~_~spensando~_in_dicaçã~d. 1. 3. Indicativo u~.2.. .n. atribuamos o nome de especuladores às pessoas da categoria (S). pouco dependem das engenhosas combinações que podem ser imaginadas..2. . os aposentados. os camponeses.. e que.1. 1. p... ou que a empregaram em pensões vitalícias. 1. reunamos assim todas as pessoas que nem direta nem indiretamente se beneficiem com a especulação e que possuam rendimentos fixos. 1. .1. Pareto. os notários. à seção secundária. os advogados. Podemos repetir.1.n.1. Coloquemos juntas. 7. e assim por diante. 1. não dependem de especuladores. os erários e os empregados que tiram vantagem das operações ora m cionadas.1. A leitura dos indicativos é feita da seguinte forma: 1. .3.3. .1.. O primeiro numeral do indicativo se refere à seção primária.

35. saber-se a quem é dirigido o documento. tanto quanto possível. Apesar desse primeiro esboço ter certa coerência. e assim por diante. Este sumário diretor facilita desenvolver o assunto sob uma linha de conduta perfeita das fases da pesquisa. Atribuem-se a elas pesos hierárquicos específicos. pois. pode-se valer de tipos e corpos diferentes para estabelecer a hierarquia. seja artigo ou monografia. 4 ROTEIRO DO TRABALHO o roteiro de um trabalho científico. Na preparação dos títulos. Ática.--------'"---'"'KOTAIT. enquanto a obra literária deve impressionar. Uma descrição técnica deve esclarecer.R. . p. Com a cor x. basta o espaço. E: 1) Convencionar um código de cores para marcação dos títulos e subtítulos.1 Nas monografias e teses. fazendo-o preceder o título ou a primeira palavra do texto (quando a seção não tiver título). a direção que o autor seguiu. importante.1.38 o LIVRO: MANU~~Il~PARAÇÃO_E . Veja como fica isso na página reproduzida como exemplo de numeração progressIva. Editoração científica. c) Destacar o indicativo (em negrito ou itálico).1 Estrutura do documento 4.E\iISÃO 3 . 3) Alinhar à margem esquerda os títulos e subtítulos precedidos de numeração progressiva. os tópicos principais a serem abordados e discutidos no texto. Este procedimento é válido para a preparação feita em papel. Reproduzido de: 1981. 2) Não usar ponto no final dos títulos e subtítulos.e em negrito. Neste caso.ina que apresenta numeração progressiva. ou seja. agradando. ele é passível de correção em qualquer das etapas. convencendo. Ivani. com a cor y. todos os títulos de peso 2. é conveniente: Pá9. deve indicar metódica e detalhadamente.apenas a primeira palavra com inicial maiúscula . marcam-se todos os títulos de peso 1 (o título principal). Não é necessário separá-Io do título ou do texto por qualquer sinal de pontuação. em vídeo. GARCIA (1978). todos os títulos de mesma cor serão compostos com o mesmo tipo e corpo. 4. por exemplo. basta colocar os títulos das seções primárias (capítulos) com todas as letras em maiúsculas e em negrito e todos os subtítulos (títulos das demais seções) em minúsculas . São Paulo. Com isso. s\)gere-se a seguinte disposição: a) Elementos preliminares aa) capas ab) folha ou página de rosto ac) dedicatória e/ou agradecimentos ad) listas de ilustrações ae) sumário b) Elementos do texto ba) introdução bb) discussão do assunto bc) conclusão/recomendações c) Elementos pós-liminares ca) anexos e/ou apêndices cb) referências bibliográficas cc) índices -. também.Seções do texto 39 b) Alinhar o indicativo à margem esquerda.

O uso das aspas fica restrito aos casos apontados adiante. não sabia que chamava tuim. senhor". Quando reproduz em seguida o seu diálogo com um segundo falante.O homem queria que eu fosse naquele dia para uma cantata na casa dele.Esse vai ser ministro . Começou a subir. perguntar.. É uma questão de estilo.Aqui é o ladrão. minha senhora.) Uma questão de estilo direto.festejou o pai. respondi. É desnecessário marcar com aspas aquilo que foi destacado por travessão.Mas como o . Quando. que se interpõe na fala da personagem. o indireto e o indireto livre são estruturas narrativas que só têm a ver com a maneira de o autor caracterizar e apresentar suas personagens..) No exemplo anterior. senhor descobriu o meu número? (Paulo Mendes Campos. Note que. as duas personagens se expressam livremente. responder e sinônimos). [. ] Era um homem de respeito. (Rubem Braga.. observe as normalizações abaixo.4 - Formas do discurso 41 Essa declaração do narrador ..) o discurso Emprego das aspas Usam-se as aspas: 1) Para realçar a fala a que não se segue uma réplica: Foi lá. sem a presença do narrado r para identificar suas falas. "Pois vamos ter um desafio. . Um homem e tanto: "Ah! o senhor é o cantador Dioclécio?" "Sim.. de rabo curto.. a personagem é que fala e o travessão inicial caracteriza o discurso direto. .sentenciou o pai. combinam essas estruturas. disse ao dono da casa: "se não prenderam o meu tuim então por que comprou gaiola hoje?" O homem acabou confessando que tinha aparecido um periquitinho verde sim. No caso do discurso direto. acrescentase mais um trav~ssão antes de retomar a fala da personagem: Eu não disse? . o narrador anuncia o falante. (Carlos Drummond de Andrade.a oração que contém o verbo dicendi -. . Autores há que. "sou eu mesmo". assinalado na escrita com aspas. chorando." Disse ao homem que não cantava desafio . no exemplo. cendi. É 2) Para assinalar um discurso direto dentro de outro discurso direto: . logo que o garoto nasceu.) a senhora de quem roubaram a bolsa ontem? - Sim.) o discurso Emprego do travessão direto Destaca-se com travessão a fala do discurso direto - re- produção ao pé da letra das palavras de alguém. habilmente. (José Lins do Rego. ele o faz utilizando os verbos dicendi (dizer. com o Manuel Bacurau. ocorrer novo enunciado - Se. ela o faz também por discurso direto. porém. (Idem. no mesmo parágrafo e no final da oração do verbo diou continuação dele. também deve ser destacada por travessão: FORMAS DO URSO . de barba grande. que visam principalmente à clareza do enunciado.

No segundo.. doutor . (Idem.disse Helena .perguntou Soprinho.) .:ào fala se fizer num momento que não haja pausa: da .) A estrutura narrativa com verbo dicendi não deve ser confundida com uma outra estrutura semelhante.disse Soprinho.Já vou! Com licença.. depois do terceiro travessão do período: .) .Feio? . Podemos (Fernanda Lopes de Almeida. doutor. sem identificar o falante.) . tinha comido e bebido demais. (Idem. não encontrava argumentos.Sei de uma gruta muito boa . para as bandas do sul. .Estendeu-lhe a mão.acho que esse Tamanduá medo aos bobos.) .Venha cá . ..Ela sorriu.Mas venha cá. A diferença entre essas estruturas pode ser mais facilmente percebida. doutor. Eu não Se a oração do verbo dicendi for intercalada numa pausa que exija vírgula.v . entre vírgulas: "Assim".) (Érico Veríssimo.Mordeu o charuto com raiva.Você já reparou numa aranha fazendo teia? Uma teia de aranha é uma renda. nome do outro. .Ora essa! Indústria . (Érico Veríssimo.) .. ..Menino . esta será colocada sempre no final da oração intercalada.) A pontuação Observe nos exemplos abaixo a pontuação em estruturas narrativas com verbos dicendi intercalados: . o narrador geralmente anuncia o falante...) Não haverá pontuação alguma se obviamente a interrup<. No primeiro caso.Deixaste comigo a melhor das recordações naquela nossa última noite. (José Lins do Rego. dizia Maximina. murmurou Eugênio.. (Idem. Não lhe ocorreu o (Idem.. se compararmos os seguintes exemplos com os anteriores . intercalando a oração do verbo dicendi. .) .Vou receber aí uns 85 mil réis e então . .. (Fernanda só mete Lopes de Almeida.. sorrindo um sorriso de agradecimento.reforçou Ângelo.Pois eu . .. Agora sei que o senhor é meu amigo.. terra da gente viver é lá (José Lins do Rego.Que revolução estúpida! sei como há gente .Indústria! Estava pesado.compare também o emprego de maiúsculas no início das orações intercaladas: . .) . ..Estou pra entregar uma roupa a um freguês .dizia-lhe Dioclécio -.. ele interrompe a fala da personagem para acrescentar uma ação ou uma circunstância qualquer. fazer a nossa casa lá.42 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 4 Formas do discurso 43 MPORTANTE Nos casos de discurso direto assinalado com aspas.Indústria! .. "não há cristão que agüente". a oração intercalada com o verbo dicendi fica fora das aspas. . (Idem..Sozinha? .Obrigada.

Ei-Ios: 2) Nos nomes de pessoas. e apesar do desafio lançado por Houaiss. Sete-Dedos. 52): Um nero (= um homem cruel). Emprega-se a letra inicial maiúscula nos topônimos e nos nomes de regiões em geral: Campinas. os Médicis. entretanto. deve-se escrevê-Io com minúscula (v. / Sabe dizer se é possível/algum trabalho encontrar?" (JoãoCabral de Meio Neto. a Dama de Ferro. Rui Barbosa. A língua portuguesa não encontrou ainda uma fórmula para resolver definitivamente a dificuldade no emprego das maiúsculas.5 - Iniciais maiúsculas 45 5 INICIAIS MAIÚSCULAS Desafio que haja alguém que saiba empregar as maiúsculas. Tristão de Ataíde. trópico de Capricórnio. 1) No começo de períodos. vejo apenas uma máquina engenhosa. b) Verso: "Estou farto do lirismo comedido / Do lirismo bem comportado . vale do Jequitinhonha. a) Nomes e sobrenomes: Euclides da Cunha. a) Período: Todos os acontecimentos . tb. 3) Nos topônimos e locativos. Centro-Oeste.) Há poetas.. que a natureza dotou de sentidos" . com inicial maiúscula. que utilizam a letra minúscula no início do verso. escrevendo todos os substantivos. posto que tem sentidos". próprios e comuns. que regulamentaram o assunto. f) Nomes dinásticos: Os Braganças. . p. versos e citações diretas. Ricardo Coração de leão. é que é preciso estabelecer alguns parâmetros para atenuar a disparidade de critérios. Oriente Médio. senhora.) Nas locuções. lulu. Se a citação for feita por uma locução que se integra à frase sem o recurso de dois-pontos. dão hoje mostras de obsolescência. o substantivo com minúscula: que designa a espécie é escrito A serra do Mar. c) Citação direta: Disse Rousseau: "Em todo animal.. As "Instruções para a organização do vocabulário ortográfico da língua portuguesa" . Por isso.. I :<!i b) Cognomes: . rua Direita. a cidade de Ouro Preto. Norte (designando regiões e não o ponto cardeal).. "~ c) Alcunhas e hipocorísticos (nomes familiares carinhosos): d) Antonomásticos (nomes comuns no lugar de nomes próprios ou vice-versa). quando a pontuação o permite: "Muito bom dia. " (Manuel Bandeira. Emprego da maiúscula Emprega-se a letra inicial maiúscula principalmente: e) Pseudônimos: Marques Rebelo. / que nessa janela está. como fez o alemão. Mas. península Ibérica. emprega-se a minúscula: Rousseau afirmou que "todo animal tem idéias. ANTÔNIO HOUAISS. tomando o nome comum: A Águia de Haia. se o nome próprio é que estiver no lugar de nome comum. Pedro. o Grande. Zona da Mata.

Editora Ática. planetas) . a distância do Sol. se integrar o nome oficial do topônimo. a água cobre três quartos da terra.46 o LIVRO: OEPHEPAFl1ICÃ~ REVISÃO 5 - Iniciais maiúsculas 47 Note-se. Presidência da República. Maria Januária 19. o designativo referido acima deve ser grafado sempre com inicial maiúscula: f I Entretanto não se usa a maiúscula nas designações do grego que acompanham os astrônimos: alfa do Cruzeiro do Sul. Rússia Emprega-se ainda a inicial maiúscula nos seguintes intitulativos: 1) Instituições e entidades culturais. sol e lua ao trazerem conotações que não permitam dizer que esses nomes sejam nomes próprios (o que não acontece na linguagem científica nem na referência específica ao nome do astro): ao nascer do sol. quadros.Os astrônimos são escritos com inicial maiúscula: árion. européia. fases da lua. Saara Ocidental. lua cheia. Aldebarã. Central. Escrevem-se com letras minúsculas os termos que se juntam aos topônimos para delimitá-los no tempo e no espaço: O alto Nilo. Planalto . Associação Brasileira de Imprensa. beta do Escorpião. 5) Na classificação científica . "a terra girava indiferente aos sofrimentos dos homens" (Antônio Houaiss). a chegada do homem à Lua. Mas. ed. Sol. lua nova. Cabo Verde. São Paulo. a Cidade do Cabo. Exército. políticas e profissionais e empresas: Escola de Comunicações e Artes. Ática. antigo Egito. Baixada Santista. a idade da Terra. etc. África setentrional. Senado Federal. a ilha (mas: cabo Verde. Outros casos de emprego da maiúscula Reproduzido de: SANTOS. 39.O nome científico dos seres vivos é escrito com inicial maiúscula apenas no primeiro termo e toda a locução intitulativa deve ser grifada: Homo sapiens. as luas de Júpiter. Lua. viu a lua refletida no lago. acidente geográfico). militares. Também não se escrevem com maiúsculas os vocábulos terra. acidente geográfico). porém. Mas: a Terra gira em torno do Sol. Partido dos Trabalhadores. que. 4) Nos astrônimos (nomes de constelações. Trypanosoma eruzi. Brasil colonial. se fizerem parte do nome oficial (ou consagrado). Marte. Em contextos isolados. como mapas. o sol propicia a vida na terra. História antiga e medieval. 1990. a cidade (mas: cabo Frio. esses adjuntos são escritos com letras iniciais maiúsculas: África Equatorial Francesa. Vilela. a luz da lua.. o eclipse da Lua. o substantivo designativo da espécie deve ser escrito com maiúscula: Cabo Frio. estrelas. Ministério da Economia. p.

Emprega-se a maiúscula na primeira palavra (e naquelas cuja natureza o exigir). Supremo (por Supremo Tribunal Federal). Seiscentos (o século XVII). como no item 6. 4) Nomes comuns. Jornal nacional. b) Disco no todo . o partido (mesmo referindo-se ao Ministério X e ao Partido Y). gilete (do nome comercial e antropônimo Gillette). se a palavra assumir o valor de substantivo comum. XXIIICongresso de Cardiologia. Constituinte (por Assembléia Constituinte). Antiguidade. porém. religiosas e tradiDia do Trabalho.48 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 5 - Iniciais maiúsculas 49 Convencionou-se empregar inicial maiúscula em denominações como Senado (por Senado Federal). pois o uso da inicial maiúscula por si já é realce suficiente para valorizar o conteúdo semântico que se quer. o Ódio. sentido figurado é de rigor o emprego de minúscula: Vive-se naquela região em plena idade média. Câmara (por Câmara dos Deputados). Carnaval. Ocorrendo. a não ser o da maiúscula (nas p. por exemplo. a Razão. 3) Festividades CIOnaiS: ou comemorações cívicas. Hégira. o foguete espacial Challenger ou o prêmio "Jabuti" (evite grifo ou aspas). Revolução Industrial. Sete de Setembro. Estado Novo. f .Quando houver um nome dado pela tradição ou pelo próprio autor. 8) Música a) Faixa de um disco . não se emprega a inicial maiúscula: o senado de Roma.Escrevem-se os nomes de produtos industriais e de marcas em geral com inicial maiúscula (veja também o comentário do item anterior): Os temperos Arisco. o uso corrente transforma esses nomes em substantivos comuns. grifando-se todo o nome da obra: Os guerreiros. I I . quando personificados mo entidades: ou valorizados co- A Cigarra. Tanto neste caso. O arquiteto e o imperador da Assíria. Idade Média. é dispensável o uso de outros destaques gráficos. emprega-se a maiúscula inicial na primeira palavra do título (e naquelas que o exigirem por natureza). usa-se a maiúscula na primeira palavra (e naquelas que exigirem o emprego de maiúscula). grifando-se o nome todo: O pagador de promessa. entretanto. Renascença. usa-se a inicial minúscula na grafia da denominação: A sinfonia n'? 5 em dó menor. 9) Filmes. 7) Escultura e pintura . o exército de Aníbal. Neste caso. a Formiga. 2) Períodos e acontecimentos históricos: Paleozóico. o ministério. . "' li' -il. Legislativo (por Poder Legislativo). a seguir. 6) Produtos industriais e marcas em geral . evite grafar. O fino· da bossa. I I I!l t Há obras que não possuem título e são conhecidas apenas por uma denominação que pode indicar uma ordem de classificação qualquer ou uma característica técnica. o diamante Cruzeiro do Sul. 45 e 60 encontra-se explicação sobre o uso de maiúsculas em designativos de espécie e em termos individualizantes). Natal. 5) Coisas e eventos nomeados individualmente: A locomotiva Baronesa. e~petáculos teatrais e programas de televisão .~ -I I f 1 ª Quando. grifando-se todo o nome do disco: O disco Compositores brasileiros em solo de piano foi premiado. O grito do Ipiranga. o Cadillae. Assim. colocando o nome entre aspas: "Alegria. Nova República. Mas é óbvio que. "Garota de Ipanema".Emprega-se a maiúscula na primeira palavra (e naquelas que requererem este emprego por natureza). etc. i I I f Na referência isolada que contenha todos os dados técnicos de identificação da obra. dispensam-se as aspas. EI Niiío. obviamente eles são escritos com inicial minúscula e se sujeitam às mesmas regras ortográficas estabelecidas para os nomes comuns: maisena (do nome comercial Maizena).No texto. alegria".

11) Palavras com acepção especial . são. barroco. 90 e mais especificamente nas p. b) Corte. Castelo Branco. . realismo. para demonstrar reverência. Dr. frei. o presidente da República. mas trono. seja a palavra realçada pela maiúscula. fr. santo Antônio. como instituição ou comunidade O papel da Igreja. professor. Mas: Vossa Senhoria. como topônimos. ciências ou disciplinas: pintura. a capital ou sede de um império colonial. colocadas junto ao nome próprio. em oposição a metrópole. santo. a Igreja anglicana. os cargos e títulos serão escritos também com minúsculas: o rei d. seu. de fiéis: e) Metrópole. 2) Nas fórmulas de tratamento: você. proL Celso. desembargador. Escrevem-se também com inicial maiúscula os designativos de cargos e títulos que se integram ao nome próprio para formar novos intitulativos. profissionais. 3) Nos nomes que designam artes. o largo General Osório. marxismo. instituições. Assim também: terceiro estado (o povo. g) União. os outros dois estados). ministro.República. matemática. exprimir altos conceitos religiosos. doutor.marquês.•••U••• • •_••• • use IU_" U LA S = Nada impede que. história. Sua Excelência. para racionalizar o assunto. 4) Nos nomes de doutrinas. física. 109-11. referindo-se ao conjunto de poderes políticos de uma nação ou à nação politicamente organizada: Um Estado totalitário. João VI. general. senhor. protestantes. em relação ao clero e à nobreza. este tipo de abreviatura pode ser escrito com inicial maiúscula: a imperatriz D. dignitários. Zerbini. equivalendo à palavra Brasil ou designando o período histórico: A exploração do pau-brasil na Colônia. etc. a grande cidade. dona. Teresa Cristina. jornais e revistas . este item será visto adiante. políticos ou nacionalistas e outras distinções. o poder central: Os estados da União. 5) Nos nomes de grupos ou movimentos políticos e religiosos: jacobinos. referindo-se ao governo de um país monárquico.frei Vicente do Salvador. tomadas em acepção especial: a) Colônia. Mal. a cidade de Presidente Prudente. f) Trono. Quando constituírem abreviaturas. estadomaior (quando não se referir especificamente à entidade das forças armadas). música. golpe de Estado. dom. d) Igreja. c) Estado. a residência de um monarca ou as pessoas que o cercam. Império. a partir da p. como o lugar em que se assenta um soberano. como a reunião dos estados federativos. papa. etc. romantismo. Mas. é recomendável empregar a inicial minúscula: 1) Nos cargos e títulos (nobiliárquicos. Opcionalmente. etc. direito. o Hospital São Camilo. Vossa Alteza. presidente. padre. o advento da . eclesiásticos e hagionímicos) . modernismo. escrevemse com inicial maiúscula as seguintes palavras. a crise do Império. 6 I N I C I A I SM IN •• ~ . Gaspar. Mas não se escreve com maiúscula quando se tratar da divisão territorial de certos países: o Brasil tem 26 estados. como instituição. Opõe-se a corte.10) Livros.: a ilha de Santa Helena. dom Pedro 11. consideração ou respeito.Entre outras. catolicismo. correntes e escolas de pensamento e religiões: posit'ivismo. comendador.Por demandar tratamento mais minucioso.: O visconde de Cairu. Reinado e República.

120). sociedades. portaria. entre outras normas. que "não serão usadas abreviaturas nos nomes geográficos". tb. parágrafo. estado. banana-são-tomé. A conferência. deve-se escrevê-Io com letras maiúsculas: Lei de Imprensa. 8) Nos nomes dos pontos cardeais. quem o quiser manterá em sua assinatura a forma consuetudinária. mas um nome. etc. inverno. kelvin. cit. Quando ao nome do documento não segue um número (lei n? 5 765)... um astrônimo (se astrônimo já não é um topônimo). é um nome próprio. mecenas. Poderá também ser mantida a grafia original de quaisquer firmas. 11) Nos nomes compostos em que ocorra forma onomástica constituindo unidade semântica (ligada por hífen): águade-colônia. locativos e de qualquer natureza. município. sósia. dias da semana e estações do ano: janeiro. estabeleceu. Lei Afonso Arinos.52 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 6) Nos nomes dos meses. um topônimo. pataxós. Com exceção de graus Celsius. 2 . Mas. que se identifica na escrita pela letra inicial maiúscula. são vistos apenas por este prisma no capítulo 5. tartufo. e quando não têm formas vernáculas. designando regiões. "os Bororo" por "os bororós" ou "os bororos" . etc. terça-feira. gregos. tb. calcanhar-deaquiles. Os demais.. 1 7 NOMES PRÓPRIOS O nome com que se designa' 'um antropônimo. 55. as plantações de café no Oeste paulista.) É o que nos informa Celso Pedro Luft (Novo guia ortográfico. referindo-se ao poder político de uma nação ou à nação politicamente organizada. 10) Nos nomes de povos e etnias: baianos. quando indicarem direções ou limites geográficos: apontar para o norte. Excepcionalmente. alínea. Mas: Estado (com maiúscula). 9) Nos nomes de documentos oficiais: lei. 12) Em certos antropônimos históricos ou literários empregados apenas em sentido metafórico (v. "Preparação de originais". watt. joão-ninguém. em 1926. 1976. bantos. newton. p. p. • Os topônimos de origem estrangeira devem ser usados com as formas vernáculas de uso vulgar. pau-brasil. um intitulativo. 13) Em antropônimos que dão nome a unidades de medidas (v. os nomes dos meses são escritos com maiúsculas: avenida 23 de Maio. pode-se usar a maiúscula (sem flexão de plural) em casos especializados como: "os Mawé" em lugar de "os maués". emenda. caxias. • Para salvaguardar direitos individuais. estão sujeitos às mesmas regras estabelecidas para os nomes comuns. 45): anfitrião. p. por não oferecerem outras dificuldades além do emprego das maiúsculas. Mas. e desde que sistematicamente na mesma obra. são escritos com maiúscula: a região Sudeste. 7) Nos nomes de divisões político-administrativas: província. p. etc. judas. todavia. alvará. 77): ampere. 60. sendo portugueses ou aportuguesados. (Sobre isso. bem como nas suas subdivisões: capítulo. tratará exclusivamente dos nomes de pessoas e de lugares como nomes próprios. As "Instruções para a organização do vocabulário ortográfico da língua portuguesa" assim recomendam o tratamento do assunto: • Os nomes próprios personativos. Porto Alegre. excetuando "a abreviatura da unidade da federação". Este capítulo. v. artigo. etc. citando Antenor Nascentes. Houaiss. p. patrocinada no Rio de Janeiro. limitar-se ao sul. títulos e marcas que se achem inscritos em registro público. transcrevem-se consoante as normas estatuídas pela Conferência de Geografia de 1926 que não contrariarem os princípios estabelecidos nestas lnstruções2. pelo Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Fahrenheit e Réaumur. dom-quixote. intitulando logradouros públicos. um axiônimo"l. Globo. inciso.

.Pode-se respeitar a idiossincrasia ortográfica do nome de pessoas vivas. . quando já esteja consagrada pelo consenso diuturno dos brasileiros. 213. Nova Fronteira! . nomes esses marcadamente ingleses.Os compostos e derivados desses topônimos obedecerão às normas gerais do vocabulário comum. 2) Nomes em línguas que não adotam o alfabeto latino .. Rachei de Queiroz. Pa rticularidades 1) Pessoas vivas . p. a) "A transliteração é uma forma de transposição gráfica de uma escrita para outra. entretanto.55 • Os topônimos de tradição histórica secular não sofrem alteração alguma na sua grafia. Rio de janeiro!Brasília. Então os estudiosos se valem de diacríticos (sinais auxiliares que dão som especial à letra :. A construção do livro. segundo a correspondência de sons que devem representar.A grafia de pseudônimos se sujeita geralmente às regras ortográficas oficiais: Tristão de Ataíde. etc.3 Mas nem sempre o alfabeto para o qual se faz a transposição (latino. no caso) possui todas as letras para representar os sons da língua-fonte. etc. lVonnes de pessoas Norma geral Ressalvando os casos enunciados a seguir. procurase fazer com que caracteres do alfabeto latino correspondam a caracteres do alfabeto de origem do nome.Os nomes de pessoas falecidas. de acordo com o registro de certidão. Umberto Eco. Instituto Nacional do Livro. Alphonsus de Guimaraens. que conservará esta forma quando se aplicar em referência ao Estado e à cidade que têm esse nome.São admissíveis formas como Wilson. Lixto. 1986. objeto de transposição gráfica. Os nomes que delas nos chegam são. Nelson. seguem-se normas que procuram resolver as dúvidas mais freqüentes sobre o assunto. Isso pode ser feito de duas formas: por transliteração ou por transcrição. Gustavo (ou Gustave) Flaubert. Mas há casos peculiares de pseudônimos ção se torna impossível: em que essa sujei- Yan (João Fernandes) de Almeida Prado. K. Por essa transposição. ignorância do escrivão ou capricho pessoal: Antonio Candido. Sirva de exemplo o topônimo "Bahia". estão sujeitos às mesmas regras estabelecidas para os nomes comuns". que por isso conservam letras alheias ao português e ausência de acentuação. Mareei Proust. ARAÚJO. Augusto (ou Auguste) Comte. Posto isso. "portugueses ou aportuguesados.Há línguas que não utilizam o alfabeto latino para a sua expressão escrita. Nomes estrangeiros 1) Nomes em línguas que adotam o alfabeto latino . Jules Romains. caráter por caráter. ajustam-se às normas vigentes: Gilberto Freire. Qorpo-Santo. Anatole France. Érico Veríssimo. Emanuel. Eça de Queirós. Observação. 2) Pessoas falecidas . Excetuam-se à regra nomes cujo aportuguesamento já é de uso corrente: Júlio Verne. Marques Rebelo. portanto. os antropônimos. 4) Nomes que ainda não assumiram forma portuguesa de aceitação geral .É tendência hoje da língua no Brasil não aportuguesar nem traduzir nomes próprios estrangeiros: Enrico Fermi. Walter. 3) Pseudônimos e nomes peculiares . excetuando os casos do próximo item..

e assim por diante. Consultando edições correlatas de um dicionário enciclopédico . um determinado som sem equivalente na representação escrita do alfabeto latino seria transliterado por s (letra com diacrítico) ou por (símbolo especial). Não há. apenas o primeiro termo varia: os Cíceros. b) "A transcrição é uma forma de transposição gráfica de uma escrita para outra de acordo quer com o conhecimento da pronúncia de uma língua viva. os quais desaparecem após o caráter ser transcrito para o português (ver acima). Leos Janácek. 1978. illustré.56 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 7 - Nomes próprios 57 ou a grupos de letras). portuguesa6 e brasileira7 -. Antônio Houaiss. não se escrevem com caracteres latinos. Lello. os Goncourt. Assim é que na grafia deles se encontram letras estranhas ao nosso alfabeto (k. Se o nome for duplo. os diacríticos que modificam letras devem ser respeitados: Angstrõm. Dicionário prático bibliográfica Paris. originariamente. transcrição com todos os elementos do português. mas conservando kh. w. uma transcrição total destes últimos nomes para o português. Em referência p. Não se flexionam. 7 Pequeno dicionário enciclopédico Koogan Larousse. seh para o alemão. sh para o inglês. dígrafos como sh. os Andradas. Porto. recorrem a letras gregas ou criam símbolos especiais para transliterá-los. Por exemplo. principalmente as do inglês e do francês. mas está se estendendo também para os nomes que. ilustrado. de fim de seção ou de livro. Dir. 3) Nomes em línguas que empregam alfabetos baseados no alfabeto latino . 1979. e assim por diante. como escrevemos no Brasil. encontramos.. Quanto ao não-aportuguesamento. A regra deveria prevalecer para os nomes escritos em caracteres latinos. preocupar-se com a coerência das grafias de acordo com o critério utilizado ou respeitar a tradição de escrita de nomes mais divulgados. o nome de um autor . os Gonçalves Dias. y). Buearine - 1) Os nomes duplos que possuírem o s final no primeiro termo: os Álvares de Azevedo. os Wilson.Neste caso. porém: Boukharine. Gregorio Estes diacríticos não devem ser confundidos com os utilizados na transliteração. Nlbjgaard. Bukharin - 2) Os nomes riitidamente e estrangeiros: perda do 1 Idem. os Casimiros de Abreu.francesas. 1986. pelo menos o do Brasil.por exemplo. Larousse do Brasil. final. é tendência da língua no Brasil não aportuguesar nem traduzir nomes próprios estrangeiros. Bukharin. . cabe um parêntesis esclarecedor. Não resta muito ao preparador senão buscar uma linha de atuação junto ao editor. os Maios (lembre-se da obra de Eça de Queirós: Os Maias). a rigor. Como foi dito acima. onde se devem reproduzir ipsis liUeris os dados constantes no frontispício da obra compulsada. Larousse. Plural Em geral. Rio de Janeiro. respectivamente: I Por aí se vê que a tendência no Brasil é de a transcrição dos nomes se fixar por normatizações internacionais. ibidem. 213. tomemos um nome russo . os nomes de pessoas flexionam-se em número.4 Assim o caráter acima transliterado (s) poderia ser transcrito por eh para o português ou francês. Maranón. quer com a interpretação da pronúncia de uma língua morta. Petit Larousse Ô com adaptação parcial: ou francês (= u). Para ilustrar melhor o assunto. se ou sei para o italiano. os Correias de Só. Em referência bibliográfica de rodapé.

shakespeariano. que deve ser portuguesa: goethiano.. NA 1'.. Nomes de lugares e afins V. MPORTANTE Pais e não Paes Sílvia Luís e e não eSylvia Morais e não MoraesnãoFreyre Estela Crisóstomo não Correia não Luiz Corrêa Aluísioeee não Stela Freire não Aloísio .58 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 7 - Nomes próprios 59 retratado pode estar grafado diferentemente da forma usada no ea z o deinicial Ocorrência de ch ae texto. littreano. . . lh e •. emÍstocles não Abraão não Victor Abrahão Neto Mateus não AthaÍde AtaÍde Matheus Melo e eenão Mello Inácio nãoeIgnácio ThemÍstocles Baptista Batista e Eliminam~se não te. As palavras derivadas de nomes estrangeiros mantêm as características originais da grafia do nome.. . 155 o VOCABUlARIO Norma geral ONOMÁSTlCO. Nada impede. Os nomes geográficos e locativos que correspcJndema substantivos comuns também obedecem às mesmas regras de ortografia oficial e diferem destes unicamente pelo emprego da inicial maiúscula.. Quadro sinóptico de algumas regras ortográficas para os antropônimos •• ch... Mas: Littré.. que seja Gôngoracertas de a y (emconsoante "k") s seguido (com sempre som grafias) forma do texto e Góngora a forma que compareça nas fontes de referências bibliográficas de língua espanhola ou de Portugal. por exemplo.•.. comtiano. . e: Especial atenção para os nomes terminados em Volta ire faz voltairiano. excetuando a terminação.••. Mallarmé. mallarmeano..•. Shakespeare.. Queirós elanão Queiroz u s Novais não Maya e Manuelounão Novaes i (ouChrisóstomo es MaiaStella)qu Manoel e aI c e ·é Oséias e não Oséas . VÍtor e enão Netto T.. taylorismo. Muniz Estênio e não Rachel não Stênio Sousa e não Moniz Raqueleenão Souza .

vila ou povoado de qualquer categoria: São Bernardo do Campo (SP). etc. rio Verde. Massachusetts. avenida Atlântica. liB 5 E R V A ç Ã O Não há por que evitar o aportuguesamento parcial de Nova York. De resto. forma hoje totalmente desconhecida. a tendência moderna . É o caso. 156. é de regra que o nome do local de publicação seja transcrito de acordo com a língua de origem da publicação: London. forma amplamente difundida. onde se devem reproduzir ipsis litteris os dados constantes no frontispício da obra compulsada. Em referência bibliográfica de rodapé. Marechal Rondon (PR). etc. oceano Pacífico. 45). ao lado de formas não aportuguesadas. vale do Paraíba. largo da Pólvora. Em referência Abreviaturas bibliográfica Deve-se evitar o uso de abreviaturas nos nomes geográficos. pico da Neblina. Alguns topônimos. New York.. Santa Rosa (RS). que Cidade do Cabo é a capital legislativa da África do Sul. Milano. . Nomes estrangeiros Não havendo "formas vernáculas de uso vulgar" dos topônimos de origem estrangeira. num dado momento.é não aportuguesá-Ios. Madrid. tb. aplicam-se os mesmos princípios expostos na p. etc. Para os nomes geográficos transliterados e nomes provenientes de línguas que empregam alfabetos baseados no alfabeto latino. de fim de seção ou do livro.até por recomendação das Nações Unidas . por exemplo. com exceção da sigla da unidade da federação. que se pode acrescentar. Bordéus. apenas ele deve ter a inicial maiúscula: a cidade de São Paulo. como Antuérpia. entre parênteses. usam-se formas aportuguesadas.Caracterização do nome própri o Aportuguesamento Nos nomes dados por uma locução constituída de um substantivo seguido de um termo (preposicionado ou não) que o individualiza. portanto. serra Geral. p. como Auschwitz. Assim. Mas é bom lembrar que cabo Frio é nome do acidente geográfico e Cabo Frio é nome da cidade. de Oxônia (Oxford). mas a moda passa. Londres. estado do Rio de Janeiro. o nome próprio é esse termo individualizante e. é só consultar o vocabulário onomástico da p. os aportuguesamentos desaparecem. ao nome da cidade. (v. cabo da Boa Esperança. são aportuguesados e usados na forma vernácula. 55.

quinhentos.8 - Numerais 63 8 NUMERA 1) Não se parte um número (expresso em algarismos) no final de linha. página 1 858.. p. são representados por algarismos arábicos. dez. o emprego do hífen é obrigatório: Vinte-e-um (jogo de cartas). 1967. se não houver o algarismo correspondente à dezena. quarenta. 3) Não se usa zero à esquerda de números inteiros. 2) A partir da classedos milhões . 195. Nas datas (v. "é dispensável o emprego de qualquer sinal de pontuação intermédio" 1: 2 835 132 = dois milhões oitocentos e trinta e cinco mil cento e trinta e dois. 4) Ao escrever um número por extenso. 539 mil. trinta e dois. mas: 1 858 páginas. Instituto Nacional do Livro. 1. porém. Se. b) 7. expressões técnicas ou científicas. . emprego de algarismo arábico na grafia de um número denota concisão e exatidão. p. b) A vírgula é dispensável como pontuação intermediária. segundo Antônio Houaiss. o numeral for substantivado. 1 Elementos de bibliologia. aí sim. c) Endereçamento: CEP 04404-040. 66). seiscentos . caixa postal 8656.Não havendo nada nas ordens da classe inferior: 73 mil. Mas: há 1 990 anos. a não ser que se trate de códigos de endereçamento postal. Rio de Janeiro. Seguem-se algumas regras para o emprego dos numerais. literária . excetuando: a) Ano: No ano de 1990. observe o seguinte: a) Não se usa o hífen quando se tratar de numeral: Grafia mista 1) Classe dos milhares . ou seja. prefixos telefônicos e outros números codificados.sete mil. por exemplo. ou ainda. O arábico deve ser usado na indicação de valores de medidas e monetários. . dados matemáticos e estatísticos.Pode-se recorrer a dois procedimentos: a) 12 milhões e 892 mil. mas antes de aplicáIas na íntegra é conveniente ponderar a natureza da obra. v. mas 73 200. em geral. mas 12 892 050. avo do Contorno. b) Fólio (número de página aplicado na publicação): 1858. milhões.3 milhões. se é uma obra de exatas. o 2) As classes de um numeral separam-se com espaço fino. mas se escrevem por extenso os numerais de zero a nove e as dezenas e centenas redondas: Dois. tb. Décimo primeiro. mas 539 209. Regra geral Os números. 1317. escreva simplesmente: 2-8-1991. noventa mil. oitenta-e-oito (inseto).

Salvo exceções a seguir. . 23 058 = vinte e três mil e cinqüenta e oito. ou Escrevem-se com algarismos arábicos: Mas o e aparecerá em: 23 001 = vinte e três mil e um. Porcentagens Numerais com expressões denotam aproximação Quase cento e cinqüenta pessoas. os numerais são escritos por extenso: Pintar o sete. Depois de abreviaturas depois de substantivos Aluno n':' 1. ap. se houver qualquer adjunto da porcentagem no plural. Sobre a concordância verbal 1) O verbo fica no singular se a expressão partitiva estiver no singular: Cerca de 90% do eleitorado votou.37%. 800 W.64 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 8 - Numerais 65 c) Emprega-se a conjunção e ligando apenas as ordens (centenas. são escritas com arábicos: Por volta de 1600 (ou: c. não haverá e entre uma classe e outra (milhares. 32 DF. o século XVII -. o verbo vai para o plural: Cerca de 90% dos eleitores votaram. Numerais substantivados Quando substantivados. números em que há zero (ou zeros) completando ordens da última classe. 850 = oitocentos e cinqüenta..neste caso. casa 4. procure escrever o número por extenso. Esses 25% do salário vão para o imposto de renda. 802 = oitocentos e dois.. MPORTANTE Evite iniciar frases. seguidosdo símbolo % (sem espaço entre o algarismo e o símbolo): 10%. 7. os numerais devem ser escritos sempre com algarismos arábicos e com espaço entre o valor numérico e a unidade: 5 m. 1600). unidades) dentro de cada classe: 892 = oitocentos e noventa e dois. São representadas por algarismos arábicos. . milhões. o Seiscentos (designando séculos . dezenas. parágrafos ou títulos de seções com algarismos. 23 400 = vinte e três mil e quatrocentos. ): 5 432 594 276 = cinco bilhões quatrocentos e trinta e dois milhões quinhentos e noventa e quatro mil duzentos e setenta e seis. o sinal correspondente a grau fica próximo à letra que representa a escala e separado do número por espaço: 90 DC. o numeral deve ser escrito com maiúscula). que Escreve-se o numeral por extenso: Mas as datas. Se não for possível evitar tal construção. bilhões. Mas. Antes de unidades abreviadas Antes de unidades abreviadas. 5 600 000 = cinco milhões e seiscentos mil. mesmo aproximadas.

São escritos com algarismos seguidos das respectivas abreviaturas das unidades de tempo . 10/8/1990 ou 10. as quantias são escritas com algarismos acompanhados do respectivo símbolo: Cr$ 832. quando ambos os elementos estão entre um e dez: Três quintos. Mas escreve-se por extenso a fração que não representar a idéia exata de um número: Não te contei um milésimo da história. 3) Se envolverem frações.2.2 g (um grama e dois decigramas) de um óxido de nitrogênio apresentam 0. 15h 30s.. por extenso: Dois cruzeiros. Um terço dos alunos precisa estudar mais.56 g de nitrogênio. Passe a adotar as palavras década e decênio. Se a hora for aproximada. 2) Com algarismos em todos os outros casos. se antes desta vier o verbo ou a expressão partitiva: Votaram 90% do eleitorado. 9h 15min. Dois terços do livro foram lidos num instante. .1990. 3) Faz-se a concordância com a porcentagem.. Do eleitorado.25 g (vinte e cinco centigramas) da substância produzem . dois nonos. o mês por extenso e o ano em algarismos arábicos: 10 de agosto de 1990... 1. com algarismos: 15 cruzeiros. US$ 725. 5h 27min 15s. perto das quatro horas.. 1. Frações 1) Envolvendo numerais de um a nove e as dezenas e centenas redondas.e. Grafia As frações são escritas: 1) Por extenso. min = minutoes). 2) Envolvendo numerais a partir de 11. . inclusive as frações decimais: 3/15 (ou 135). .. Ou tudo com algarismos arábicos em uma das seguintes formas. Concordância A concordância verbal com número fracionário é feita segundo a leitura do número. Escrevem-se o dia em algarismos arábicos. com o valor expresso pelo número: . dez milhões de dólares.66 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 8 - Numerais 67 2) Com o verbo ser.. procure evitá-Ias.5 milhão de cruzeiros foram gastos . março de 1952.h = hora(s). 120 mil marcos. i... 32 milhões de dólares. escreve-se tudo por extenso: Às sete e meia da manhã.. desde que se opte pelo emprego sistemático de uma delas: 10-8-1990. decênio de 1980. escrevendo todos os algarismos do número. 0. este fica no singular se a expressão numérica é considerada na sua totalidade: Os 40% de mulheres é pouco. 90% votaram. cinco mil marcos.. s = segundo(s): 7h (ou sete horas).8.50. Apesar de expressões do tipo "anos 30" serem de uso corrente. e não só a dezena: Década de 1930.30. 2.

segundo. ••• DMPORTANTE A regra geral de divisão silábica do português é partir os vocábulos de acordo com a pronúncia: pneu-má-ti-co. etc. XXXVReunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. Embora na maioria delas a divisão silábica possa se processar como no português. João Paulo 11. Antônio Houaiss. . Em referências bibliográficas. v. (Veja-se a indicação de eventos em referências bibliográficas à p. li. ac-ne.68 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Ordinais Escrevem-se os ordinais com algarismos arábicos seguidos da abreviatura indicativa de ordem. 13':>. XX Congresso. limitam em parte sua aplicação. como também apontar os casos que dele diferem em algumas línguas mais difundidas: espanhol. os ordinais referentes ao número da edição são representados apenas pelo arábico seguido de ponto (v. etc. sub-Io-car. cit. A 19arismos romanos Empregam-se os algarismos romanos.. 111. por não serem episódios periódicos. 25':>. mas tratar com exclusividade da partição de palavras no final de linha. que evitaria a discussão dos preceitos que regulamentam o assunto: "Não partir vocábulo na medida do possível' '1. 3) Eventos periódicos (congressos. Basta escrever. há uma regra fundamental.. Segundo Reinado. 91. Existem problemas de natureza semelhante também na edição de textos de outras línguas.) 4) Numeração de páginas pré-textuais (se for ocaso) e subseções de um livro. é oportuno não só apresentar as normas básicas do português.. 2. há particularidades que têm de ser consideradas. Do ponto de vista tipográfico. século II a. IV. 2) Séculos: Século XX. Mas são também orientações práticas que visam evitar o erro e os fatos desagradáveis advindos da partição do vocábulo. papas. Elementos de biblialagia. por exemplo. o dinastia.. com exceção de primeiro a décimo. Mas escrevem-se por extenso Primeira Guerra Mundial. que são escritos por extenso: Primeiro. se não ferem as regras oficiais do "Formulário ortográfico". entretanto. car-ro. p. Por isso. O que aqui se vê são orientações abrangentes que. excepcionalmente. nos seguintes casos: 1) Dinastias e nomes de reis. cis-pla-ti-no.: 11 objetivo deste capítulo não é detalhar as regras de divisão silábica do português.. pois os romanos colocados antes do substantivo são lidos como ordinais. imperadores. Luís XVI. ci-sal-pi-no. Nestas circunstâncias. •. 114. DIVISÃO llIUl • SIL I CA ••••••••• Há casos em que os ordinais são representados por algarismos romanos (veja o próximo item). alemão e francês. 111). etc.e. Não se superpõem aos romanos as abreviaturas (0.. podem ser escritos com letras minúsculas: . a. p. principalmente. 1 su-bli-me. os.): XI Bienal Internacional do Livro. nono. des-cer. su-pe-res-tru-tu-ra. seminários. conclaves. as) indicativas de ordinais e usadas somente com os arábicos.. vamos às outras normas. inglês.. Com a ressalva da medida do possível.

palavra obscena ou ridícula: após-tolo. e vosoiros assim se dividem: nos-otros. eonsei-êneia. ou-vido. rab-bit. eô-mieo. fede-ral. no meiO ou no fim de palavras: e-Iemento. ea-rroza. asso-alho. na medida do possível a partição deve coincidir com o hífen já existente na palavra: inter-/relação.92pas. FGTS. inter-. separa(m)-se: a) Duas consoantes iguais: bot-tom. des-ánimo. in-alterable. 2) Prefixos como ab-. do inglês. c1ean-ing. 1) Em geral. eompre-ensão. fer-ry. o qual não irá reproduzi-Io na composição. permanecem independentes da sílaba seguinte: eis-alpino. entretanto. cis-.70 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 9 - Divisão silábica 71 Recomenda-se. . bibliogr. foot-ing. 5) Palavras e nomes estrangeiros devem ser separados de acordo com as normas da língua original. b) O hífen só deve ser repetido na composição quando se tratar de obras de língua portuguesa destinadas ao primeiro e segundo graus. Quando não se tiver conhecimento dessas normas. 2 Subsídios para as normas de divisão silábica do espanhol. etc. pau-/brasil. des-. se antes de -ing houver duas consoantes. apenas para facilitar a interpretação do componedor ou digitador. olho-/d' água. whip-ping. off-ing. no início ou no final de linha. Ou propriamente em -ing: dress-ing. 2) Em palavras compostas unidas por hífen. quando isso ocorrer em final de linha dos originais (de qualquer espécie). super-.. ea-iu. 4) Não partir siglas ou abreviaturas: Telebrás. Faz-se a divisão silábica do espanhol como no português. de-putada. do alemão e do francês foram colhidos na obra citada de Emanuel Araújo (p. que no final de linha sejam considerados os seguintes procedimentos: 1) Não partir o vocábulo de modo que possa figurar. ibid. tell-ing. \. swim-ming. sub-. Mas. mas algumas normas básicas podem ser sintetizadas. 187-. mas é bom lembrar: 1) As letras II e rr são indivisíveis: ea-lIe. in-. bis-. uma medida prática é não partir os vocábulos ou consultar as páginas seguintes. Entretanto. 3) A separação de vogais deve ser evitada no início.. que trazem regras básicas de algumas línguas bem divulgadas entre nós. 3) Nosotros a) Quando a partição coincide com o hífen já existente na palavra. eu-rioso.). Dificuldades de partição de palavras no inglês existem até para aqueles que o têm como vernáculo. não é necessário repeti-Io na linha seguinte da composição. vos-otros. b) A terminação -ing: be-ing. exercí-eio. a divisão pode ocorrer: Nas duas consoantes: light-ning. o preparador deve colocar o hífen no começo da linha seguinte.

72 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 9 - Divisão silábica 73 2) Não se separam: a) Duas consoantes que têm um único som (ch.Mass. 3) As letras II seguidas de vogal ficam uma numa sílaba e a outra na sílaba seguinte: Kol-Iekte (colheita). Ku-chen (bolo). phi-Io-sophe. mar-shal. voya-geur. ma-jeur. a partição ideal do vocábulo. ck. -cious. pê-cheur. é-jeetion. Ge-stalt (forma). -tion: essen-tial. jock-ey. rech-nen (calcular). mantém-se isolado o primeiro eleadvindas o elemento seo grupo ss: ss - c) Nomes de pessoas: Michael. -ist. stel-Ien (pôr). Mücke -+ Mük-ke (mosquito). sec-tion. magi-cian. nichilisme. "bastão"). nestes casos. -tial. 3) A letra h forma sílaba com a consoante que lhe precede: me-nhir. -logy. sch. Truman. . porém. 5tab. a divisão silábica do alemão é semelhante à do português. deve consistir na separação dos elementos que o formam: Arm-band-uhr (relógio de pulso).e guinte começado com s. en-fance. trac-tion. -ism. Nacken -+ Nak-ken (pescoço). -gious. mé-thode. st. ph. 4) O grupo ck converte-se em kk quando dividido: Backe -+ Bak-ke (face). Gross-stadt (cidade grande. Embora a divisão silábica do francês se processe de modo análogo ao do português. th) que têm apenas um som: ma-chen (fazer). sh e th): ar-chiteet. Mõd-chen (menina). observe o seguinte: 1) Não se separam as sílabas ligadas por x e y: exé-gese. p. para as seguintes particularidades: 1) Não se separam grupos de letras (ch. au-thor. Hand-buch (manual). William. b) Os elementos das terminações -cial. Francês Alemão Como grande parte dos vocábulos da língua alemã é formada por composição. com ela forma sílaba: Flõ-che (plano). exi-ger. 2) O grupo dele: ch não forma sílaba com consoante que vem depois 5) A sílaba com mudo não deve ser separada: charte. 4) Os grupos mn e e ct podem ser divididos: am-nistier. Tel-Iur (telúrio). 5) Na divisão de uma palavra composta que tem mento de composição terminado pelas letras da transformação do sinal f3 (v. "medida". Mass-stab (metro . atente. leuch-ten (brilhar). Tech-nik (técnica). 116) . Seguido de vogal. 2) As letras terior: j e h entre vogais formam sílaba com a vogal pos- No mais. Bahn-hof (estação). -cian. Wissen-schaft (ciência). metrópole). reli-gious. -sion.

fls. agron.: MPORTANTE 1) Quando ocorrer ponto abreviativo simultaneamente com o ponto que marca a pausa. no entanto. i. Algumas abreviações técnicas. e não Cel. MT. secciona-se a palavra depois de consoante ou de encontro consonantal: agr. Não se incomode V. Com exclusão das siglas das unidades da federação (AM. Neste caso. . pela Associação Brasileira Mantêm-se nas abreviações os hifens e acentos existentes nos vocábulos abreviados: m. e não S. (agrimensura). 2) Com colocação aleatória de elementos: btl.Sa. Minha mulher e filhos agradecem. (páginas)." (Eça de Queirós.) A abreviação só deve ocorrer quando a palavra apareça no texto com uma freqüência tal que justifique o recurso. Existindo outras palavras cuja abreviatura te. (mais-que-perfeito).-perf. TENÇÃO s: V.$ E SiMBOLOiS I G LA S Abreviaturas tradicionais foge à Consagrado pela tradição. (século). circunstanciais (abreviações) com ponto: a palavra ou locução abreviada adio (adjetivo). caps. Mas o plural de regra se faz com acréscimo de (Vossas Senhorias). Entretanto os tipos superpostos devem ser evitados. RS. ). (agosto). ou fols. faz-se o desdobramento. este tipo de abreviatura regra anterior e pode se apresentar: 1) Com letras finais superpostas namento: am.Sas. . 150. e não am. Normalmente. e não c. (agrário). Roquei Coronel Fabriciano. c.. (Digníssimo). (agronomia).AA. assim: agric.el. fut. (batalhão).e. (Meritíssimo). el (coronel). o depois do ponto de seccio- (amigo).ta (senhorita).. Sr. (folhas).-q.Sa. pp.. o ponto vem depois da abreviatura: A breviaturás Abreviaturas Marca-se amo. agrim. Cio (ciência). devem ser usadas as abreviaturas constantes da p. indo (futuro do indicativo). MM. b) Superlativo: DD. Fabriciano.Oi cel. 3) Com letras dobradas para indicar: a) Plural: SS. sinais o ponto abreviativo de pontuação e outros O ponto abreviativo desaparece diante do ponto que marca pausa e combina com os demais sinais. (capítulos).. (agricultura). usa-se apenas um ponto: "Às ordens de V. cio (científico) são exceções: de Normas Hifens e acentos nas abreviacões # e outras estabelecidas Técnicas. séc.j(J A B R E V I A T U R A S. não se abreviam os nomes geográficos: São Roque. seja coinciden- Na normalização de referências bibliográficas. ago. (Suas Altezas).

2) Com inicial maiúscula quando tiverem mais de três letras pronunciáveis como palavra: Cemig.. Exceções: Celsius.). A letra h em dígrafos Nas abreviações constituídas de letras iniciais. (Sociedade Anônima).) 3) Sem pontos abreviativos: PIB. Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária). newton. Em seu primeiro emprego. Grafia dos nomes das unidades de medida 1) Escrevem-se os nomes das unidades com letras minúsculas.) "Oh. SANBRA. menciona-se apenas a sigla. (Philosophiae Doctor.. Por quem é! Criado de V. os pontos cardeais. mesmo quando correspondem a nomes de pessoas: metro. (Theodor) W. atual Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico). 99). USP. " (Idem. Adorno.. Fahrenheit e Réaumur. mantém-se o h ao lado da consoante que com ele forma dígrafo (duas letras com um único som): Ch. PSDB.Exa .!" (Eça de Queirós. jornais. kelvin. UnB (Universidade de Brasília). Unesco. 5) De modo que se diferenciem de outras siglas já existentes: CNPq (antigo Conselho Nacional de Pesquisas. Peirce. b) Quando. é dispensável dar o significado no texto. senhor doutor. Varig.76 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 10 - Abreviaturas. V. Símbolos Os símbolos são abreviaturas fixadas por convenções quase sempre internacionais para as unidades de medidas. . Exceções: EMF A. doutor de/em filosofia). 4) No mesmo corpo do texto e sem destaques de aspas. Por conseguinte. os elementos químicos. Se houver na obra uma lista de abreviaturas utilizadas (v. partidos políticos. ONU. instituições. (Charles) S. não se submetem às normas de abreviação vistas atrás nem ao sistema ortográfico vigente em nosso país. Ph. Petrobrás. BNDES. com mais de três letras. departamentos. A partir da segunda ocorrência. etc. farad.Exa. faço sinceros votos pela prosperidade dos seus empreendimentos.. por letras e sílabas iniciais ou por combinações arbitrárias: ABL (A. D. grama. revistas. Sudam (Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia). Grafia As siglas devem ser escritas: 1) Com todas as letras maiúsculas: a) Quando tiverem até três letras: BB. Th. Exceção: S. organizações. siglas e símbolos 77 2) Conserva-se o ponto abreviativo antes de todos os outros sinais de pontuação: " . a sigla deve aparecer entre parênteses depois do nome por extenso. onde também as siglas sejam relacionadas.:ademia Brasileira de Letras). seus elementos forem pronunciados separadamente: CNBB. Emprego Siglas As siglas podem ser formadas por letras iniciais do intitulativo (livros.A. p.. grifo ou negrito: A ABNT é uma instituição que se dedica às normatizações técnicas em geral..

I 2) o plural de dos nomes das unidades é indicado pelo acréscimo ohms.5 kg. BSERVAÇÕES 5: quilogramas. textual e devidamente identificada. GeV (gigaelétron-volt). etc. (légua). 4) Não se intercala o símbolo entre a parte inteira e a decimal de um número. 3. o símbolo se refere sempre à parte inteira: 12. Postas as ressalvas.NE (nordeste). W ou O (oeste) e os demais que deles provêm .reprodução de idéias sem registro textual das próprias palavras do autor citado . como. E ou L (leste). Também dispensam as aspas as citações que ultrapassarem cinco linhas do original (v. p. 2) Os símbolos não têm plural: 1 m. arr. 90). a) Os erros tipográficos evidentes devem ser corrigidos. uma velocidade de 100 km/h. a transcrição literal de um texto. Á (angstrom). e z não admitem flexão: I I Grafió dos símbolos 1) Os símbolos. as transcrições de palavras ou trechos em grego. pascals. A menção das fontes utilizadas. são escritos com letras minúsculas.3 hl. giga (G). S (sul). tera (T).) b) A citação deve ser atualizada de acordo com o sistema ortográfico vigente. a seguir. a seguir). W (watt). decibéis). A fidedignidade à fonte é da competência exclusiva do autor. iux. 5 t. (Cf. x . exa (E): MHz (megahertz). marcadas com ponto abreviativo: lég. . são expressos por abreviações. SW ou SO (sudoeste). 11 CITACÕES ~ As normas a seguir têm sempre em vista a citação direta. As interpolações feitas na citação ficam fora das aspas: "Quando o livro impresso se tornou realidade irreversível". item 6. c) Os dos elementos químicos: Au (ouro). item 10. Colocado no final do número. (arroba). peta (P). é claro. a não ser.e. comumente também chamada de citação. Mas os nomes terminados em 5. de regra. excepcionalmente. excetuando aquelas de caracteres não latinos. 2) A citação deve vir entre aspas. excetuando: a) Aqueles que se originam do nome de pessoas: A (ampere). b) Os prefixos gregos mega (M). "a arte da ilustração teve de acompanhar a profunda transformação suscitada por esse novo suporte da escrita". 3) Não se coloca ponto nos símbolos.I . . d) Os dos pontos cardeais: N (norte). siemens. excetuando os textos de valor histórico ou aqueles cujos escritos originais se destinam a apreciação. O (oxigênio). diz Emanuel Araújo. Os seus nomes. decibels (ou. quando reduzidos.t'" 78 'r o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO :~ I1 . Não há símbolos convencionados para as medidas antigas. Portanto a citação indireta . 10 m..não está sendo objeto de normatização. kW (quilowatt). que estejam no final de um período: 4 cm3. observe estas normas básicas: 1) A citação deve ser exata. por exemplo. será tratada mais adiante como referência bibliográfica (v. hertz. i.

pode-se dizer. São Paulo. Esta idéia básica generaliza. ao des reais de mudança nas sociedades modernas são sem classes. que contemplava "a colaboração política e militar para a defesa da América. História da política .". Áfica. uma impropriedade qualquer. Ii Eta vida besta. supon do reso I... a fonte desta orientação. em conjuntura não muito diversa. inicialmente. 1992. mais exatamente.. é. que é altamente ambíguo e reducionista". de qualquer modo.eão [. combinou a concepção "monística-histórica" tuação de formas e negações antitéticas". ao se impor na esfera da ideologia. sociedades de classes e sociedades sem classes. Alec.. do forneCimento e distribuição de energia elétrica.) 5) Os acréscimos que se fizerem necessários à citação vêm entre colchetes: "Ainda quando não constituíssem.. na gestão de JK." (Carlos Drummond de Andrade. certa dignidade e ascendência. j' vidas os problemas de tal transformação no momento em que sua solução entra numa fase decisiva. O caráterdialética negatido conceito de neg. reducionista vista. 254. I pnmatli!mente . no econômico.".. mantendo espaçamentos normais antes e depois das barras: "Casas entre bananeiras I mulheres entre laranjeiras I pomar amor cantar.. estabelece suas próprias fundações. a posição brasileira. Esta dialética antitétic. Ele para "O termo 'negação'. sem dúvida alguma. era "de que os problemas de robustecimento da estrutura econômica desses países [menos desenvolvidos] não eram problemas suscetíveis de serem relegados a um período de normalidade internacional. I Um cachorro vai devagar. A economia do socialismo possível. que invade toda a sociologia de Marx e que. p. separam-se os versos com uma barra oblíqua (I) e as estrofes com duas (1/). secundada por outras naçôes do hemisfério. I Um burro vai devagar. houve união de vistas entre as naçôes americanas. negativa ou. tanto pela desgastes e destorç es [sic] d período de anormalidade. à solução maneira alguns investimentos báSICOS. 1989. Esta "redois conjuntos de relações internas ao sistema gonismo ou perfeita harmonia funcional". as janelas olham. A exterior do Brasil. privilégio de homens livres. O momento é o da exacerbação da guerra fria Reproduzido de: CERVO.a t9. tornou-se necessário incluir na citação o sujeito das orações.) 4) Indicam-se com reticências entre colchetes pressões de texto na citação: em termos escreve da aUtOnomia relativa das [\J - as su- Pelo exemplo..". meu Deus.-. na interpretaçã~~~[1ça '~--ssee social qualitativa. Ii Um homem vai devagar.. A argumentação brasileira antecipa a que seria utilizada.. transcritos em forma de prosa. dos serviços portuários. ' a trans f ormaçao sOClalsta.29 romântica e." (Sérgio Buarque de Holanda. esquematiza e extrapola as numerosas diferenças possíveis ou reais entre vários tipos de sociedade. p. mais tarde. mas eram parte integran da economia de emergência. ] ta~ém desvia a atenção da complexidade real da mu dança sOCla. mado Luiz & 8UENO. Com efeito.r. O conceito de antítese. Ela leva a uma representação simplificada de dois tipos de sociedades.80 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 11 - 3) Na citação de versos. de tal maneira que concebe a sociedade sem classes como uma negação universal das sociedades de classes e viceversa. quanto necessidade de neceSSl elas estruturas para e econômicas regudos pela imperiosa defende~. A ilusão de que a supressão das formas sociais antirepresenta o objetivo principal da mudança social não tende a acelerar o Reproduzido de: NOVE./a . para o devido esclarecimento.. utópica. O mesmo não ocorreu. que deveria ser alcançada mediante Strmiska. em todos os casos. da alimentação e dos combustíveis [.Clodoaldo. As manifestações de uma dialética antitética são numerosas nas análises de Marx. supõe-se que a transição de sociedades sem classes sociedades de classes e a transformação de sociedades de classes em que se dá em um nível mais alto do desenvolvimento de todos os problemas humanos e sociais. São Poulo. 107. Ii Devagar . Nos aspectos político e militar..] para os quais pedia a cooperação do governo dos Estados Unidos da Amé· rica. sob muitos aspectos. [os sapatos] indicariam. verificamos que aquilo que aparece entre colchetes (os sapatos) não consta do trecho transcrito. A posição brasileira não fugia à agenda da conferênCIa.'Ilil. o fortalecimento da segurança interna dos países do continente e a cooperação econômica de emergência".. por exemplo) está assim mesmo no original: o lecimento da economia. a e de aparelhá-Ias sociais contribuírem larmente no esforço comum". Como não interessava citar outra passagem onde se fazia menção explícita aos sapatos. 6) Usa-se o termo sic entre colchetes para esclarecer que aquilo que se transcreve (um erro. Ático..no campo dos transportes marílimos e ferroviários.

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o

LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO

E REVISÃO

11 -

Citações

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7) Para informar que não é original o destaque de uma palavra ou conjunto de palavras na citação, utiliza-se a expressão "o grifo é meu" (ou equivalente). Esta indicação pode vir logo após o trecho destacado - para evitar confusão com eventual destaque do original citado - ou no final da transcrição, após as aspas, ou ainda no rodapé, na seqüência da referência bibliográfica:
densando-os na representação da criada, na qual investe caladamente o afeto filial reprimido. Sempre nos pareceu inquietante o fato de a presença materna não se dar de forma manifesta no discurso de Ang~ia, entretecido de tantas reminiscências infantis. Apenas numa breve passagem do último fragmento do livro ela é referida de modo explícito, para ser, no entanto, imediatamente afastada: "O som de uma vitrola coava-se nos meus ouvidos, acanClQva-me, e eu diminuía, embalado nos lençóis, que se transformavam numa rede. Minha mãe cantando aquela cantiga sem palavras. A cantiga morria e se avivava. Uma criança dormindo um sono certo, ganha a cabelos brancos e rugas. Não era minha mãe a can chei~ a estremecimentos. tão distante minutos tinha a ilusera vitrola distante, Em alguns que eu a criança crescia e o disco passeavam pernas de aranha" (A, p. 23

8) Quando se cita uma obra que não foi consultada diretamente, mas através de segunda mão, utiliza-se a expressão apud:
Seán Jennet, em seu The making of books, diz tarefa do revisor é "descobrir quaisquer erros sido cometidos na composição e dar instruções correção, e também zelar por que os enganos autor sejam evitados, chamando, se for o caso, deste,,7.
7

que a que tenham para sua do próprio a atencão .

Apud Houaiss, Elementos de bibliologia, cit., v. 2, p. 79-80.

9) Ao citar um autor estrangeiro, deve-se transcrevê-Io na língua original ou, preferencialmente, traduzi-Io para o português. Citando-se um autor alemão, por exemplo, de cuja obra só se dispõe em espanhol, obrigatoriamente a citação será traduzida para o português, embora na indicação bibliográfica da fonte deva ser mencionada a língua original da edição consultada - neste caso, o espanhol.

Se levarmos em conta o fato de que essa ligeira referência se dá no delírio final, quando todas as cenas do passado longínquo e próximo se entrechocam com detalhes presentes e visões alucinadas, formando um torvelinho, orquestração de imagens em fuga bachiana de duração interminável, somos obrigados a considerá-Ia como uma traição do inconsciente, em que a ·imagem dos lençóis, se transformando em rede, e a da aranha são condutoras do sentido de aconchego uterino aí implícito. O significante mãe, recalcado durante toda a narrativa, por um instante, nesse torvelinho geral, insinua-se no texto manifesto como um ato falho: ponto de sombra ou "umbigo" do texto, que solicita ser aclarado, dando-nos a certeza de que a sua ausência não faz mais que afirmar e gritar a força de sua presença no discurso. Presença dissimulada, reinvestida em remissões substitutivas que a suplementam, e das quais a criada Vitória c0nstitui uma representação. Conforme lembra Otávio de Faria, esses "personagens obsessivos da memória real têm mais força e mais poder sugestivo (tanto sobre nós, leitores, quanto sobre as ações do herói) do que certos personagens criados nelo romancista" 24. Reproduzido de: CARVALHO, Lúcia Helena. A ponta do novelo. São Paulo, Ática, 1983. p. 52.

10) Compõem-se com defesa as citações de mais de cinco linhas. Defesa - Recurso gráfico também chamado de branco marginal, recolhido ou recuo - é o termo com que se designam os espaços em branco colocados ao lado de determinados trechos da composição. Os trechos com defesa ficam mais estreitos do que a medida do texto normal. Pode existir defesa tanto do lado esquerdo quanto do lado direito, mas, nas citações, normalmente basta a do lado esquerdo. a) Utiliza-se um tipo diferente do tipo do texto normal ou o mesmo tipo do texto, mas geralmente em corpo menor (um ou dois pontos menos). (V. "Tipos e corpos", p. 122.) b) Emprega-se um entrelinhamento mais aberto no início e no fim da composição com defesa. c) As aspas, no início e no fim da citação, são dispensadas. Por isso, as aspas existentes no interior da citação permanecem como estão (aspas duplas), sem transformarem-se em aspas simples como está indicado na p. 118.

84

.oJ:III!l0: MANUA~.flE-PARAÇÃO

E REVISÃO

Lua e Sol, escuro e claro, inativo e ativo, feminino e masculino, sem dúvida associados à equivocidade e univocidade, respectivamente. De onde vem esta simbologia? Da China antiga, uma sociedade onde os homens mandavam. Nos próprios julgamentos e comentários, correspondentes a cada um dos 64 hexagramas do Livro das Mutações, pode-se observar os valores que são atribuídos ao masculino. Três linhas yang (cheias) do princípio da luz formam o trigrama Ch'ien que significa "o céu, criador, masculino, ativo" ou as três linhas yin (quebradas) que formam o trigrama K'un que significa "a terra, feminino, passivo, receptivo". O céu e a terra correspondem ao superior e ao inferior, ao homem e à mulher. Mas também ao superior masculino corresponde a luz, a nitidez, a força de caráter e à correção como os atributos mais con~ venientes. Era uma sociedade profundamente patriarcal, a da China antiga e tradicional de Confúcio. Como se vê, ao dominante do sexo masculino, são próprias as virtudes da univocidade traduzi das pela "clareza", "luz", retidão de caráter etc. À dominada mulher resta a sombra, a passividade e a equivocidade. Como diz Helmut Wilhelm:
A estes dois tipos de linhas, cheias e divididas, foram dados os nomes de "firme" e "submissa" O firme e o submisso são imagens do dia e da noite. O Céu é alto e a Terra é baixa Assim o Criativo e o Receptivo são determinados. Em correspondência a esta diferença entre o baixo e o alto são estabelecidos os lugares inferiores e superiores (. ) (1973, p. 1)

12
NOTAS

Conteúdo
As notas - consideradas aqui como indicações que se acrescentam no rodapé da página ou em seções especiais -, normalmente, podem conter: a) Referências bibliográficas, exclusivamente (v. p. 105). quando parte

b) . Complementação de referência bibliográfica desta já se encontra no texto (v. p. 104).

c) Esclarecimentos e comentários do autor, tradutor, editor, etc. d) Outras indicações bibliográficas abonadoras afirma. daquilo que se

Códigos Fortes e Fracos na paisagem urbana
Uma antiga diferenciação distingue os signos que jamais são empregados senão como signos, dos que, embora sejam coisas, são também signos12.

Identificação
Identificam-se as notas do tradutor com a abreviatura N. T. , as do editor com N .E., e assim por diante, abreviaturas essas colocadas entre parênteses no final da nota.

Reproduzido de: p.109.

EpSTEIN,

Isaac. Gramática do poder.

São Paulo, Ática, 1993.

Numeração
Usam-se algarismos arábicos na numeração das notas. Reservam-se os asteriscos para as edições anotadas pelo editor e as letras minúsculas exclusivamente para as tabelas (v. p. 31).

1) Põe-se o algarismo, o asterisco ou a letra minúscula um pouco acima da linha, tanto no texto (remissiva) quanto no rodapé (comissiva), dispensando o recurso de parênteses ou qualquer outro sinal de pontuação: Embora a teoria da deficiência lingüística, em que se insere a primeira perspectiva, já tenha perdido totalmente sua sustentação, tanto do ponto de vista científico - desde que a Antropologia e a Sociolingüística contestaram, de forma irrefutável, os conceitos de "deficiência" cultural e lingüística - quanto do ponto de vista prático - graças ao fracasso comprovado dos programas de educação compensatória e ao insucesso inegável de metodologias de "substituição" de um dialeto por outro -, é ainda essa teoria e a concepção de sociedade em que se fundamenta que vêm, consciente ou inconscientemente, informando a prática pedagógica no ensino da língua materna no Brasil. No quadro em que se insere a segunda perspectiva - a teoria das diferenças lingüísticas -, a proposta de um bidialetalismo funcional vem sendo tentada nos Estados Unidos, na educação das minorias étnicas, algumas vezes como um bilingüismo, mais que como um bidialetalismo, como no caso da coexistência do inglês e do espanhol na educação dos chicanos. No Brasil, é uma proposta que mal começa a despontar, e ainda de difícil concretização, uma vez que depende de estudos e pesquisas sobre os dialetos populares, e mesmo sobre o dialeto-padrão, de que ainda não dispomos. Há já pesquisas sociolingüísticas sobre vários aspectos dos dialetos pocomlsslva d pUlare~p,.fil"'. ""."""" . su ainda são necessárias, esses d'IaIetos,possa -'.'~.-" para que se sem ch egar~~".,. ...• ..~"'".tras f"IClentemente .'
lt..

A remissiva a) Regra

pode vir: geral, antes do sinal de pontuação:

crítico Carlos Baker (Carroll Baker) apontou para a montanha e a planície como sendo dois símbolos contrastantes no romance. A montanha se relaciona ao "bom lugar", o lar temporário, seguro e confortável. A planície seria o lugar onde as desgraças acontecem: a guerra, a morte, os sofrimentos. Baker está jogando, sem dúvida, com as oposições de

o

testou e a interpretação ~.Baker' altos baixos. Entreta~~ítico,

, :i)rmando M. Halliday, opoE. que não são con-

, Ver, no livro de Baker, Hemingway: o escritor como artista, sua análise ambi· de A farewell to arms, e o artigo de E. M. Halliday, Hemingway's guity: symbolism and irony, em WEEKS, Robert P., ed. Hemingway - A

co/lection of critica! essays.
Reproduzido de: NAZARIO, ulian. J

Ernest Hemingway.

São Paulo,

Ática,

1988.

p.50.

1"f~~~~~~~~~~~Cd';~~~~~~~~~~1~~~~S~V~~~~
I

"O bom na cobertura de uma entrevista coletiva presiden· cié\l é você aparecer na televisão, de modo que sua família ou seu~patrõJS, pergunta, de preferencla longa, de de consegui· 10 e fazefumaem casa, o vejam. E a ~el.hor maneira modo que a fixe em vez de fixar o presidente" , comenta Art Buch· A coletiva, sobretudo a presidencial, tem servido se de exemplo de entrevista dirigida e, ironicamente, de a há muito tempo deixou de ser uma troca de idéi listas e a principal fonte de informações de
J Em Última Hora, de 6·3·69, sobre a primeira entrevista coletiva do presidente Nixon. " No Brasil, a primeira coletiva presidencial é concedida pelo presidente Getúlio Varo gas, no Palácio Rio Negro, em Petrópolis, 1945. Vargas mandou distribuir cópias da lei constitucional que acabara de baixar, convocando eleições gerais para dezembro, e deu o encontro por encerrado. Um jornalista interrompeu·o: "Presiden' te, nós fomos convocados não para receber um papel mas para uma entrevista coletiva". Vargas disse: "Ah, vocés querem perguntar?" e voltou a sentar·se, submetendo·se às perguntas dos jornalistas (redatores políticos da imprensa cario· ca e correspondentes paulistas). Cf. Carlos Castello Branco, em "Coluna do Caso tello", Jornal do Brasil de 23·6·87.

I

I

a qual a'~strução de uma difícil. remissiva .-padrão, ou um bidialetalism~puncional se torna metodolo' a cham da "norma-padrão culta"~em sendo desenvolvido há já vários nos o Projeto de Estud~onjunto e Coordenado da Norma Ling" stica Culta (Projeto k!URC) , de que, porém, não se conhe m ainda resultad@O mais grave, entretanto, é que a teoria güptica, ainda lingüísticas, em oposição à teoria e assimilada pelos da1diferenças não é suficientemente conhecida da deficiência linessores, de modo que o preconceito contra as variedades linrespeito da norma culta brasileira e do Projeto NURC, ver CUNHA, Celso. 1985.

questão da norma culta brasileira. Rio de Janeiro, Tempo Brasileiro,

Reproduzido de: SOARES, Magda. 1986. p. 70.

Linguagem e escola. 3. ed. São Paulo, Ática,

11'

.

Reproduzido de: BAHIA, uarez. J jornalismo. 4. ed. rev. e aum.

Jornal, história e técnico; as técnicas
São Paulo, Ática, 1990. v. 2, p. 61.

do

o texto fica mais leve com números menores. Não adotar este procedimento significa poupar trabalho.~. Numerando por partes.economia política e a ciência política. por. e as condições de existência social. Se é verdade que há reciprocidade entre o pensamento científico e as configurações sociais de vida. Em particular. lntroduction. aparecerá mais de uma seqüência numérica de notas na página composta. Social science research on Latin America. é verdadeiro para a sociologia.. o acerto dessa numeração. por exemplo. 1989.o que é mais comum . Evite também a numeração por página. na composição do texto. com exceção das notas do autor. e aum. que vai do começo ao final do livro. além disso.a. devem ser enumeradas por asteriscos. exemplo. a não ser no caso acima previsto de asteriscos. 3. Seja quanto à problemática. economia política e sociologia nas nações latino-americanas. pois. não está isenta das marcas do engajamento. O futuro dessas nações latino-americanas. todo o trabalho não é desperdiçado e. dc. seminários e conferências para o estudo das possibilidades e contribuições do trabalho científico na América Latina. numa página existir apenas uma nota. 125. repor! and pal'lers of seminar on Latin American Studies in the United States held at Stan- Reproduzid~ de: iANNI. ed..:~. Atica. confirmam amplamente o referido princípio da sociologia do conhecimento. e assim por diante). Não é recomendável estabelecer uma numeração única. 3) As notas devem receber uma numeração consecutiva que se reinicia a cada novo capítulo . seja com referência à visão do mundo subjacente às contribuições dessas disciplinas. A numeração única causaria um trabalho extra se. é óbvio que há sempre certa correspondência entre o pensamento sociológico. a. .s. Como as laudas do original normalmente comportam menos texto que a página do livro. ciência política. etc. As inquietações intelectuais dos cientistas sociais reunidos em instituições. por exemplo. se houver duas. rev. neste ou naquele pais. feito em etapa posterior à composição. que reúne análises sobre os estudos de geografia. Conseqüentemente. numa obra volumosa. Sociologia da sociologia. Isso ocasionaria uma renumeração de todas as outras notas a partir dali.ou a cada nova parte.~:9Sm rápida expane são. tantos quantos forem necessários à ordenação por página (se. Charles. usa-se um asterisco. acarretaria trabalho e correções que podem ser dispensados. o operador segue o que consta no original (notas numeradas por lauda).. é decisivo para o nosso modo Ciência e consciência f 1 WAGLEY. editor. Octavio. o autor resolvesse de última hora acrescentar ou suprimir uma nota.88 12 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Notas b) Ou depois do sinal de pontuação seguido de aspas: 3 A imaginação sociológica -- 2) As notas do tradutor. esse princípio é especialmente válido para as ciências sociais. dois asteriscos. A obra intitulada Social science research on Latin America. história. São Paulo. p. "Nunca conhecimento da América Latina foi tão importante para os Es~\ifoosUnidos .

Ática. 12-9.235-45. Alec. o título da obra.. o local de publicação. ed. 106-13. facultativamente. w' Mas os números das páginas ou dos volumes devem ser mencionados obrigatoriamente nos seguintes casos: a) Nas referências a partes de livros avulsos (acrescentamse as páginas inicial e final da parte referenciada): NovE.): SANTOS. formato. Ática/Unesco. 1990. São Paulo. de seções ou do livro convenciona-se chamar bibliografia. In: J Jornal. il. o Componentes Compõem a referência bibliográfica elementos essenciais e. uarez. Ática. Sergio Goes de Paula. São Paulo. Iugoslávia.e. podem- . notas especiais de coleção ou série e outras de interesse: 1) Notas bibliográficas (número de páginas ou de volumes. metodologia e pré-história da África. A economia do Polônia. as técnicas do jornalismo. Coord. Ática. História da M arte. Trad. 4. etc. 184-236. (Esses elementos são descritos minuciosamente nas p. do volume J. mantenha o número inicial completo e suprima. e aum.) b) Nas referências a um volume determinado ou a partes de volume de obra publicada em mais de um volume (no primeiro caso acrescenta-se o número do volume e no segundo o número do volume e as páginas inicial e final da parte referenciada): UNESCO. São Paulo. Elementos essenciais São indicações que devem figurar como elementos mínimos para imediata identificação de uma obra. facultativas. rev. Definições São riferências bibliográficas as indicações necessárias à identificação de uma obra. 4. Combate nas trevas. os algarismos comuns à esquerda do número final: p. notas bibliográficas. quando houver. o nome da editora e a data de publicação): GORENDER. Modelos reformistas: Hungria. BAHIA. i. História gera(da África. o número da edição (se não for a primeira) e as notas tipográficas (também chamadas de imprenta. o Elementos complementares São indicações.T. v. 1990. Entre essas indicações. À listagem dessas referências no final de capítulos. ilustrações. p. ed. 1989. São Paulo. Ática. São elas o nome do autor.Comitê Científico Internacional para a Redacão de uma História Geral da África. Ki-Zerbo. China. 1982. história e técnica. In: socialismo possível. complementares. por exemplo.13 - Referências bibliográficas e bibliografia 91 13 REFERÊNCIAS BIBLI~GRÃFICAS E BIBLIOGRAFIA se mencionar. Jacob. p. 279 p. O estilo do jornalismo. aria das Graças Vieira Proença dos. São Paulo/[Paris]. 1989. 302-8. p. que se acrescentam aos elementos essenciais para caracterizar a publicação ou dar outras informações que possam ser úteis.. N a indicação do número de páginas que correspondem à parte referenciada.

notas bibliográficas e notas espeCiaiS. São Paulo. 401 p. São Paulo.Florestan. A ideologia. n. emprega-se o ponto depois de cada um dos seguintes elementos: nome do autor. . 1989. 131. distribuidor. 32. 5 Idem I ibidem.. Qual o destino das teses? Cultura. relação de abreviaturas na p.Florestan (Ensaios. (número do volume). Raymond .v. 1991.. número da edição (o ponto aqui freqüentemente coincide com o ponto da abreviação). título da obra. respectivamente. entre os elementos das notas tipográficas. em notas. Ática. como mostra o exemplo.. (10). op. -- Ciência e de classes. etc. o nome de seu diretor seguido do número da publicação. 154). ou 5 Gorender. se houver. Combate nas trevas. bibliográficas e especiais: NOGUEIRA. 34 .e do fascículo . 105): 5 BOUDON. 1983. nas referências a periódicos e jornais. 1978.dir. out. Essas indicações são feitas entre parênteses. maio 1988. notas tipográficas. Os nomes dos meses. Bruxaria e história. ou (se a nota anterior se referir ao mesmo livro): 3) Outras notas de interesse. 46. parênteses -. 111). os indicativos v. 3. ed. ou ainda (se a nota anterior se referir ao mesmo autor. menção da língua original (v.. 21 em. pelo emprego de: itálico -. : 1 430-4. (Corpo. 159. p. A integração do negro na sociedade São Paulo. . il. devem ser abreviados no idioma original da publicação (v. cit. São Paulo. desde que não se integrem a textos comentados (v.Cardoso. 1960. (número das páginas) são substituídos.e Alma do (3rasil. p. 2 v. cit.) 2) Para simplificar. aspectos do desenvolvimento da sociedade brasileira. Ática. 35 (l0): 1 430-4. p. Pontuação o ponto Na bibliografia. as práticas mágicas no Ocidente cristão. (Ensaios. H.n. ) d) Nas referências a artigos de periódicos (indicam-se os números do volume e do fascículo e as páginas inicial e final do artigo referenciado): FREIRE-MAIA. livraria. p. mas não à mesma obra): 6 Idem. Difusão Européia do Livro. 2) Notas especiais de coleção ou série: indica-se o título de coleção ou série e. 46. FERNANDES. 48. D v.Lineu. 2. p. A vírgula Emprega-se a vírgula: 1) Entre o sobrenome e o nome (prenome) do autor. 174 p.) Ática.. como preço (dado um tanto instável no Brasil de hoje). depois das notas bibliográficas: FERNANDES. figuram no final da referência. p. Rio de Janeiro. p. 35. (número do fascículo) e p. 46. F.. cit. 105): 5 Gorender. Mudanças sociais no Brasil. ..3.): REVISTA BRASILEIRAE BiOlOGIA. endereço do editor. Carlos Roberto F. tb. as referências a obras citadas anteriormente (v. Neste caso. n. O escravismo colonial.92 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 93 c) Nas referências a um número determinado de publicação periódica (indicam-se os números do volume . Separam-se também com ponto os elementos essenciais de uma referência completa que figurarem exclusivamente em nota. dois-pontos -. p.

4) Nome de órgão público: SÃO PAUtO . 92. Vilfredo Pareto.Edson Ferreira ROBORTElLA. de Estado da Cultura. p. em notas. p. 1990L I . 110): Física. Avelino i OLIVEIRA. aquisições da biblioteca em 1988. Os colchetes Colocam-se entre colchetes: 1) Todas as indicações que. (= número do fascículo) numa referência a artigo de periódico. p. José Albertino. puderam ser determinadas. p. .José Luís de Campos. eletricidade e ondulatória. Gaston. Bloch. 92): (Série Temas. Rio de Janeiro.) A dialética da duração. p. Grandes 43. p. Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas. 112) e da data de publicação (v. não constando na obra referencia- O ponto-e-vírgula Na bibliografia ou em referências isoladas. a referência que tenha parte dos seus elel1)entos no texto (v. 111. Veja alguns exemplos deste recurso em referências que se iniciam com: 1) Nome do autor: BACHElARD. Secretaria de Estado da Educação. Ática. conforme exemplo da p. Catálogo. p. org. São Cientistas Sociais. do nome da casa publicadora (v. Ática. São Paulo. tb. 10B): de i ALVESFILHO. 1988.) 3) Nome de entidade tratada como autora: ACADEMlA8RASfll:lRADI: LETRAS. Paulo. 1984.1 94 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - li I II Referências bibliogrãficas e bibliografia 95 i 3) Para pontuar. 1981. compilador ou outro do gênero: RODRIOUES. São Paulo. 112). 113). recomenda-se a leitura de A escravidão reabilitada. 104). Não é raro encontrar omissão do nome da cidade (v. Ática/Secretaria a instituição familial. conforme exemplo da p. emprega-se o ponto-e-vírgula: 1) Para separar os nomes de autores de obra coletiva de três da. 2) Nome do organizador. se for o caso de mencioná-Io. 1990. •• Caracteres tipográficos O versal-versalete Emprega-se o versal-versalete (v. Vocabulário ortográfico da língua portuguesa. 2) O título original de uma publicação traduzida. p. Estudos Literários.. de Jacob Gorender (São onde Paulo. 2) Para substituir o indicativo n. 2) Para separar o título do subtítulo da obra (v. tb. tb. (Col. autores (v. 4. Os parênteses Empregam-se os parênteses: 1) Para indicar as notas especiais de séries ou coleções (v. 3) Como um recurso de que se pode lançar mão para evitar que o emprego rigoroso da pontuação de uma referência bibliográfica prejudique a leitura fluente de notas ou do texto: Sobre a reprodução da população escrava. 123) no início de todas as referências relacionadas na bibliografia.

a lógica da diferença. Paulo Sérgio. Margaret E. 110). p. 1984. A REVISÃOda Constituição. d) Obras de referência: PETITLarousse Iflustré. etc. PT . Ática. bem como após a partícula in quando autor da parte e autor da obra no todo são diferentes: PINHEIRO. 1991. 1. tb. In: KECK.96 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliogrâficas e bibliografia 97 5) Títulos de obras nas quais não está declarada a) Obras anônimas: A CANÇÃO de Rolando. v. op. ou grifo.: [Brasília]/São do Livro/Ática.jornais ou revistas: Jornal da Tarde. Dependendo da variação de tipos usados no livro. a autoria: 2) Publicações periódicas 8 jun. Paulo. 37 (5): 548-52. 31. São Paulo. Larousse. 1989. JÔnatas. 5. não assinados: UNIDADES de medidas. nos demais casos. p. folhetos.e supra-). 1978. nos títulos das publicações. Instituto Nacional Emprega-se o redondo (v. cit. 123). Procedendo assim. s. 150): apud. etc. p. Ciência e Cultura. Civilização. São Paulo. 96 (v. em Lisboa. ou romano. p. ibidem. p. gesto do século XII. Porto. Infra quer dizer" citado ou mencionado abaixo ou posteriormente" e supra é o mesmo que "citado ou mencionado acima ou anteriormente". n. Entretanto. 4. do escrivão Outros empregos O versal-versalete é empregado ainda nos seguintes casos: 1) No início de referências a parte de obra. o redondo COUTINHO. lista na p. . avulsas ou periódicas. História da baixa Idade Média. 1992. o itálico 2. Faça exceção apenas às palavras latinas infra e supra. Alencar estreou como romancista em 1856. Ática. 99. b) Artigos de periódicos. maio 1979. maio 1979. se na bibliografia a referência começar pelo título. Prefácio. São Paulo. empregue o versal-versalete conforme visto na p. 2) Em notas que contenham referências bibliográficas com todos os elementos essenciais: 7 BATISTA NETTO. MPORTANTE c) Títulos de periódicos: CiÊNCIA E CULTURA. evita-se confundir essas formas autônomas com os prefixos análogos do português (infra.. São Paulo. Não empregue o itálico ou qualquer outro recurso para destacar as expressões e abreviaturas latinas usadas em bibliologia (v. 1) Publicações avulsas livros. com a publicação do romance Cinco minutos em folhetins. Edilberto. em Lisboa. Paris.d. Emprega-se o itálico (v. Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. 123). . Lima Barreto lançou suas Recordações do escrivão Isaías Caminha em 1909. o itálico pode ser substituído pelo negrito ou pelo redondo: •• Lima Barreto lançou suas Recordações Isaías Caminha em 1909.

Instituto Nacional do livro. Referências incluídas no texto . no caso ela poderia ser MP. o nome do autor e. BC ou mesmo MPBC. Por ser um sistema que permite omitir no texto as demais indicações bibliográficas. as siglas aparecem numa lista de abreviaturas do começo do livro (v. É melhor passá-Ias para as notas ou optar entre sistemas mais simplificados. os elementos que faltam para completar essas referências podem ser colocados no texto. ~<. Ática. se podemos usar de arbítrio para formar a sigla (v. quando for o caso. sem considerar a preposição de. Alguns exemplos: Antônio Houaiss. Num livro desse tipo. o número da página completam este sistema. ele se torna remissivo à bibliografia. porém. atribuir siglas aos títulos. com os dois volumes de seus Elementos de bibliologia (Rio de Janeiro. pode-se. 1967). tb.d. Para evitar isso. como diz o subtítulo. o que será visto na seqüência. slstematlca As referências bibliográficas podem localizar-se: (a) inteiramente no texto. São Paulo. Segismundo Spina publicou pela Editora Ática (São Paulo) a segunda edição das suas Normas gerais para os trabalhos de grau. por exemplo. Este pode ser um procedimento ideal para obras que apresentam um número reduzido de referências. produziu o grande clássico da normalização editorial. 2) Atribuição de siglas aos títulos . 76). 43). 68). A forma escolhida (BC) deve ser empregada sistematicamente do começo ao fim do livro. De acordo com Outra variação prática desse sistema é o que se encontra. por exemplo. as referências à obra analisada são freqüentes e poderiam abarrotar a página com notas de rodapé. livro que. ou (c) exclusivamente em notas. foram usadas siglas para identificar as referências à obra de Clarice e notas de rodapé para as demais. entre parênteses. São Paulo. .rJ t t J 1) Simples inserção no texto . A propósito das transcrições excessivas. 2. é relativa às Memórias póstumas de Brás Cubas e poderia também ser constituída pelas letras iniciais das palavras do título. dizia eu comigo. p. "ao invés de denotar erudição. onde a sigla comparece logo depois do nome do autor: ASSIS. livro em que Benedito Nunes analisa escritos de Clarice Lispector. Em 1984. Ática. 1989). em O drama da linguagem (São Paulo. ao sair da casa de lobo Neves" (Assis. Mas. sobrecarregar o texto com indic~ções bibliográficas longas. Memórias póstumas de Brás Cubas. empregar algarismos arábicos para codificar as referências ou indicar a data de publicação da obra ao lado do nome do autor.Se o trabalho comportar. constitui "um breviário para o estudante de pós-graduação" . Be.Quando não se utilizam as notas de rodapé para introduzir as referências bibliográficas. (b) parte no texto. 140). 1984. Ática. no exemplo. A sigla. é prova de imaturidade" (Normas gerais para os trabalhos de grau.. ed. Veja um exemplo: "Deve ser um vinho enérgico a política. Não é recomendável. s.98 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 99 Localização e • . p. Em vez de remeterem à bibliografia. Segismundo Spina afirma que citar muito. A sigla. se. pode-se simplificar a referência estabelecendo uma sigla para designar o título da obra. parte em nota.Machado de. p. Nessa lista são fornecidos também os dados das edições utilizadas. p.

sentimento da inutilidade de seu interesse pelo p sado como historiador. descrita no romance Ia nausée.. Francisco Alves. (Coleção Editor.tiva. Edições das obras compulsadas de citação: PCS L CS LF ME LE - para esre trabalho e respecrivas siglas Perto do coração selvagem (rom. Os gestos. Sartre.. e e~ho. seu protagonista 7. como qualidade da matéria viva. Amor. Uma aprendizagem ou O lIVro dos prazeres (rom. A princípio se debatendo n ma crise psicológica . Como elemento de 1 Gerd Bornheirn. 111). 1963. 1105 de atraçãoentreexemplo. ).).J PSGH LP FC - A paixão segundo C. pel~ seu senSIveIS e densas dos obJeto~om com as qualIdades aspec:o ~rotesco. indicaque é també m umundamental das coisas parafala da obje gelatinoso. O lustre (rom. ao ande abalo que será a descoberta da existência. Nesse ndo assim configurado. )oana C/ari. com o duplo sistema de referências.S. como pólo oposto à cultura e à praticidade da vida diária. Ediror. Rio deJaneiro.). LE.). Manim caminha ~eléia viva". e move·se comode uma geléúz v a . bibelôs e canos d'água (CS. deslocado. c mo momento culminante da situação de Antoine Roque tin. um pouco vermelhado. A parte da Natureza.). 17). a segura permanência de animais e vegetais. __ 101 A lista de abreviaturas do começo do livro O drama da linguagem Uma página do mesmo livro. 2. Rio deJaneiro. 1946. ed. 1970 Edi· 1964.). Rio de Janeiro. 1960 A maçã no escuro (rom. Rio de Janeiro. é sempre a mais forte e decisiva. cisco Alves. tora do Amor.) Rio de Janeiro. 8s óbjetos úteis são sólidas e impenetráveis. 98) (ver o fragmento "A gelatina. 1971. e uma qualidado e dado cenestésico. 1969. São Pauio. 2. " (ME.100 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográf~c_a_s_e_b_i_bl_io~gr_a_fi_a_____ __. 1964 Alvorada. com estatuto sereno das coisas propriamente ditas. A náusea é a experiência privilegiada d pensamento sartriano 6. ed. trastam.-c. São Paulo. 115. i sensaçã e ser: "O gosto é cinzento. 102). fran- A CIdade sitiada (rom. São Paulo. vaga amente" (pes. de vazio oquentin vai chegar. c 'spector o espesso e o viscoso -. .H (rom). Agir. É uma e eriência que se alarI Sabiá. Rio de Janeiro. de inquietação a inquietação. 1964 Sabiá. como lâmpadas e cristaleiras (L. Felicidade clandestina (contos).José Álvaro ~~~~~lsãstmglU~~:~. as atitudes e os sentimentos humanos con- A legIao estrangeIra (contos e crônicas). em que o próprio homem estr ha o que é humano. sensação de tédio. José Álvaro Laços de /àmília (contos). Edirora do Rio de 3. 45) lantas silenciosas (ME~b2J".~i~~~'~T~UliP gross (ME.estranheza em relação ao que o erca. por de repulsão. nos pedaços velhos um I I com azu eterminação pouco a tncen . Janeiro. 19~~~ . ed. Pers· p. torna-se a consciência presa fácil a náusea.

que. em vez de (13. que também é remissivo à bibliografia. b) Quando o texto já deixou claro que se trata da mesma obra. a data de publicação da obra e o número da página são os elementos li Observe ainda o seguinte: a) Na bibliografia. pode-se grafá-Io em versal-versalete ou em caixa alta-ebaixa. se for o caso. Neste caso. travessões. I 'i li i: !1 d) Quando não for necessário fazer referência a um número (ou números) específico de página. pois era sabido que as referências abreviadas com siglas sempre diziam respeito à obra de Clarice Lispector. Veja um exemplo com o número destacado por tipo negrito: 13 CARONE. são categorias diferenciadas ~'l Ou só ano entre parênteses: Para Kujawski (1988). pontos ou algum recurso gráfico para realçar os números sem outros sinais.: Também neste sistema faculta-se mencionar o indicativo do número da página (p. 64). São Paulo. Ática. neste caso.embora seja preferível estar -. O arranjo desses elementos pode ser feito de acordo com as seguintes circunstâncias: a) Quando o autor já foi citado. todas as referências da bibliografia. o sujeito da crise é a modernidade. Apenas o número referente à página apareceu ao lado da sigla. (S'érie Fundamentos. J c) Quando o nome do autor não estiver explícito nem claro no texto. 101). p. Podem aparecer . 103). é facultativo o uso de parênteses para destacar o número da referência. Depois. Kujawski encontra" outra corrente de intérpretes" que "insiste em que o princípio geral da crise só pode ser de ordem religiosa" (p.102 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 103 Neste modo simplificado de citação. numere com algarismos arábicos. faça as remissivas. vem na linha e no mesmo corpo do texto. Adotá-Io ou não adotá-Io é um procedimento que tem de ser sistematizado em todo o livro. Revoluções do Brasil contemporâneo. da seguinte forma: Primeiramente. o número da página entre parênteses: Nesse texto. 64).O nome do autor.~ "Todas as crises setoriais eclodem no meio social e são vividas socialmente" (KUJAWSKI. p.) r . a remissiva.) li ti 111 ~. básicos deste sistema. Assim. procurando explicar as raízes da crise.Neste sistema as referências bibliográficas do texto são substituídas por remissivas à bibliografia. 102). (Série Temas.4. 1922-1938. Não houve também a necessidade de apontar o nome da autora. basta dar. 3) O sistema numérico . pela política" (1988. No exemplo da obra de Benedito Nunes.desde que uniformemente os próprios parênteses. coloque a data de publicação logo depois do nome do autor: KUJAWSKI. Esse número.). pode ocorrer o seguinte: Autor e ano entre parênteses: Crise e decadência (KUJAWSKI. São Paulo. . seguido de vírgula e do número da página entre parênteses: "Getúlio e Antônio Carlos procuram contemporizar e se esforçam cada um de seu lado para ver se Washington aceita a idéia de um terceiro candidato" (13. mas mantenha sempre a mesma opção: 1 1\ Na bibliografia. ele não foi utilizado. em última instância. é facultativa a menção do indicativo do número de página (p. não precisa necessariamente estar em ordem alfabética . escreva-o dentro dos parênteses. No entanto optar por conservá-Io resulta no ganho de evitar o embaralhamento de números. No lugar de cada uma das referências bibliográficas do texto coloque o número que a referência recebeu na bibliografia. 7. "todos sabem que a economia não é domínio soberano. rev. 1989.). 4) O sistema de autor e data . Ática. 53. 64).Edgard. em ordem crescente. ed. A crise do século XX. p. Ela é determinada. 1988). acrescente a data e o número da página entre parênteses: Segundo Kujawski. Gilberto de Mello. 1988. é preferível (13) p. 1988. para facilitar a identificação da referência.

de Magda Soares (6. Não use idem na bibliografia. São Paulo. principalmente.As referências posteriores a uma obra citada podem ser simplificadas com expressões ou abreviaturas tradicionais: a) Idem (ou id. ~ ~ ~ I MONTANARI. p. "a nossa gramática não pode ser inteiramente a mesma dos portugueses. mas também políticas" (p. A partir da análise das relações entre linguagem. 1988). tanto no texto quanto na bibliografia: 1979a. Tempos lingüísticas. Ática. Ática. 1989. Se a referência estiver isolada. O cortiço. As diferenciações regionais reclamam estilo e método diversos" (apud TARAllO. itinerário histórico da língua portuguesa. 23. Mas. rênteses: faça-o nos pa(RIBEIRO. mas sim o travessão (v. Ática. p. p.A primeira referência a uma obra deve ser completa. com todos os elementos essenciais.. no lugar da data. diferencie as datas de cada título juntando-lhes letras minúsculas.104 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliogrãficas e bibliografia 105 b) Se um autor tiver mais de uma obra publicada num mesmo ano. São Paulo. diz Suely Robles Reis de Queiroz5. São Paulo. 49. 1988. b) Ibidem (ou ib. escola e sociedade. Ática. p. São Paulo.55.1990. Ática. informe entre parênteses a fonte intermediária precedida de apud . Ática.Substitui o título da obra citada na referência anterior. 87).j' Referências em notas exclusivamente c) No caso de não existir a data de publicação. p. São Paulo.d.) . se o texto já esclareceu o nome do autor citado: No entender de João Ribeiro. Se o autor ainda não foi identificado. i i I -i . apud TARAllO. "Falar diferentemente não é falar errado" João. 1979b. A nota começa a partir dos elementos que faltam. 1988. 11 BRANDÃO. 2) Referências a obras já citadas . 87). 1991. 1990. 79).p. ed. Ática.Substitui o nome do autor quando a referência precedente diz respeito a obra do mesmo autor: 7 Referências com parte parte em nota no texto e 8 AZEVEDO.. mediária: é normal referir-se apenas à fonte inter- TARAllO. s. Aluísio.ibidem. 47. As figuras de R linguagem. ensinar a língua são tarefas não só técnicas. é preciso adequara pontuação da nota à pontuação do texto: Sobre a prática de ensino comprometida com a transformação social. v. 112. 81. ed. . os seus elementos são dispostos e pontuados como na bibliografia: 4 J d) Quando ocorrer citação transcrita de fonte intermediária.) .uma perspectiva social. Idem.. a autora conclui que" é fundamental que a escola e os professores compreendam que ensinar por meio da língua e. registre ~' F 1) Primeira ocorrência . da Idade da Pedra à Idade do Rock. p. N a bibliografia. p. . se a referência integrar-se a textos comentados. Linguagem e escola . Valdir. História da música. 1987. oberto de Oliveira. 109). 1990. separados por vírgula: "Coerção e repressão foram as bases de sustentação do escravismo e explicam a grande duração do mesmo". São Paulo. São Paulo. Idem. ed. 8. O mulato. Fernando. O termo é normalmente usado ao lado de idem: 10 5 Escravidão negra no Brasil. Não é necessário repetir em nota os elementos de uma referência que já estão inseridos no texto.

inferno i ensaios de crítica literária e ideológica. degli.ri. inicia a referência: sobrenome em versal-versalete. . p. Neto e Sobrinho comparecem de- Se o nome autoral não tiver prenome. adjetivos pátrios em inglês. mas trata-se de praxe já largamente difundida e aceita. José Américo de. a tendência é colocá-Ias antes do sobrenome. Pedro. podendo abreviá10 com reticências. Gabriel.. Jean de.) . recorre-se a remISSIvas: VOLPE. Alfredo. e colocar ao lado dele a abreviatura cito . 3. cito .Os artigos le ou Ia e a contração meiros elementos do nome: LA FONTAINE.Mário de. Céu.. na bi_bliografia ou mesmo em índices onomásticos. Caio. 5 I I 'oi' '" i ~-' . ed. Alfredo. São Paulo. cito é melhor repetir o título. 79.". etc. MAGALDI. etc. seguido de vírgula e do prenome em tipo redondo normal: ALMEIDA. 36.A entrada da referência é dada pelo primeiro sobrenome. se preciso. BOSI. conforme já visto em várias passagens.Galvano della. 90-1."""'"'. op. I ~ {t 1f 1) As designações Filho. BOSI. Seguem-se particularidades itens de uma referência.. 1988. 1989. 107 I c) Op. 3.júnior. du c) Francês . 9 Havendo mais de uma obra citada do mesmo autor. cit.. ed. •• """. FILHO. p. Reflexões sobre a arte. porém. As particularidades sobre o nome do autor deverão ser levadas em conta também na elaboração de índices onomásticos. em lugar de op. a referência pode ser feita na ordem direta ou pelo próprio designativo: ADONIAS FILHO.João da Cruz e.ressalvando.. % 7 2) São inseparáveis: a) Os sobrenomes ligados por hífen: J .. I b) Italiano . entre vírgulas: 1 BOSI. são os pri- . Reflexões . Ática. é claro. Ática. 1986. Assim. b) Os sobrenomes compostos que contenham elemento adjetivado: SOUTOMAIOR. MAGALDI. são. pois do sobrenome: PRADOJÚNIOR. Atualmente. São Paulo. ~ SÁ-CARNEIRO. Du Bos. que é o sobrenome paterno: GARCíA MÁRQUEZ. SOUSA. Galvano. sobre cada um dos principais 3) Autores estrangeiros a) Espanhol . geralmente." b"""'. cito (= opus citatum) citada: 2 Substitui título de obra já ~ Nome do autor O nome do autor. Sábato.' t " -A•• .essenciais Não é demasiado recordar que as especificações abaixo deverão ser aplicadas com rigor à bibliografia e servir de base à preparação de referências localizadas no texto ou em notas. Iniciação ao teatro.contraria norma oficial do "Formulário ortográfico"..As partículas delta. colocadas depois do prenome. Adonias. m. Especificações sobre os elementos . em regra. substantivos em alemão. São Paulo. Charles. di. O emprego de letras minúsculas nos títulos de obra . ver DELLAVOlPE. os casos de organicidade da palavra (nomes próprios. p. Camilo. CASTElO BRANCO.r 106 "'~""~~. Ática.

. Paulo. não é necessário mencionar o editor nas notas tipográficas: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRADE NORMAS TÉCNICAS. e ampl.. não inicia a referência. viatura correspondente Cedo . do compilador. prenome. c) Mais de três autores et alii : DUBOIS. Francisco Marto de. sem o recurso de parênteses COUTINHO. Carlos & BARBOSA. ~_. DE QUINCEY.) depois do .. Compõem-se em redondo os títulos originais (no caso de tradução). Jean et alii. use um travessão a partir da segunda referência para substituir o nome do autor: TODOROV. rev. etc. bem como as preposições de origem francesa (de. van (esta holandesa). é composto em itálico. Simoni WOOLDRIDGE. artigos de jornais e revistas não assinados -. descendente). 1984. Ministério das Minas e Energia. 1990. f) Chinês . Alexander von. Se se tratar de dois autores. use & entre dois travessões: FARACO. 5) Quando. quando. os títulos de partes de obra e de artigos. pois o sobrenome já antecede o nome: MAO TSE-TUNG.. sem mversão..).Emprega-se o ponto-e-vírgula entre os nomes dos autores. enciclopédias. enunciase a hierarquia a partir do órgão superior: BRASIl. São Atica. precedem o sobrenome: O'Nm. 7) Não existindo autor explícito .108 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 109 d) Alemão . do editor. I Título da obra pela autoria de uma obra 6) A entidade coletiva responsável inicia a referência: ACADEMIA BRASILEIRADE LETRAS. preposições. Na transcrição . são colocadas depois do prenome: HUMBOLDT. Literatura brasileira. Eugene 8) Quando ocorrer na bibliografia uma seqüência de referências a obras do mesmo autor. etc. Rio de Janeiro. Paris. composto em versalversalete nas partículas iniciais (artigos. ENCICLOPÉDIA Espasa-Calpe. 1978. M. veja o passo seguinte): GRABBE. Ática. 4) Mais de um autor: a) Dois autores dos autores: Usa-se o sinal & para ligar os nomes Alberto RABAÇA.As partículas von. 1973. de Ia). Afrânio.comp. São Paulo. Thomas. Me eM' (= filho de) e a irlandesa O' (= neto. do diretor. Paris. l w ___ o Critique de Ia critique. b) Se a entidade for subordinada a outros órgãos. e na primeira palavra significativa: A ALFABETIZAÇÃO em Ubatuba. Tzvetan. Carlos Emílio & MOURA. na bibliografia. CHANSON de Roland. b) Três autores . ed. a referência começa com o título.caso de obras anônimas. f.basta a vírgula: Gramática. escreva a abredito . Dean. Norma NB-66. no lugar do nome do autor. 1988. Gustavo Guimarães.O nome é dado de forma direta.i RAMO. Seuil. ed. Departamento de Administração. e) Inglês . encontrar-se o nome etc. 4. Seuil. se for necessário transcrever todos eles (se não for. O título deve ser transcrito literalmente e.As aposições escocesas Mae. a) Se a entidade autora é também editora. se houver. vom. . Eugene. & . Indica-se o primeiro seguido de Poétique. etc.

Valter Kehdi. Sylvia Leser de. são compostos em redondo: ZAGURY. Verl.A primeira palavra do título deve ser impressa em versal-versalete. ed. Eliane. se houver: GUIDE des centres nationaux d'information bibliografique. No texto ou em notas com referências parciais ou simplificadas (como se faz neste trabalho) estes títulos devem ser realçados com aspas. ed. São Paulo. às palavras que exigirem o emprego de maiúsculas (nomes próprios. ed. rev. etc.Jean. 2. 1988. tb. 3. In: MAGALHÃES. Estudos Políticos. nomes de meses em inglês. se necessário: a) Menciona-se o título original (em redondo e entre colchetes) logo após o título da tradução: ANDERSON. trad. São Paulo. vem precedido de ponto-e-vírgula e deve ser composto em redondo: MELLO. Nação e consciência nacional (Imagined communities. Ática. substantivos em alemão. A natureza e a lógica do R capitalismo. quando não iniciam a referência. 9. p. 2) Os títulos de partes. 1988. Benedict. Trad. capítulos. folhetos e artigos . bem como os artigos de periódicos. etc. 2) Se existirem. ed. éd. A PREVIDÊNCIAocial no Brasil. 3) O subtítulo. . (Série Temas. (Série Fundamentos.110 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 111 do título.. à exceção dos títulos de periódicos e de coleções ou séries. obviamente. 83-93.) Original inglês. se necessário. s b) Pode-se informar o idioma original. e não: Madri. e ampl. Ática. çmtros acréscimos ao número da edição devem ser informados por meio de abreviaturas: 2. reflections on the origin and spread of nationalism]. Ática. e não: Londres. Editoração hoje. o nome do tradutor e outros colaboradores da obra logo depois do título: CERVONI. Madrid. 1981. A formação do Estado populista na América Lafina. 4) Nas publicações traduzidas. Trabalho e sobrevivência.Emprega-se o versal-versalete em toda a extensão do título de periódicos. Técnica de tradução. p. é preferível grifá-l o juntamente com o título principal ou colocá-Io entre parênteses ou arranjá-Io de tal forma que não prejudique a fluência de leitura (v. melh. Rio de Janeiro. Notas tipográficas (imprenta) Ao escrever o subtítulo no texto ou em notas comentadas. se não se apresentou o título original na referência: HEILBRONER. quando for necessário citá-Io. Aluísio et alii. As partículas que não estiverem no começo do título são compostas em versalete: REVISTA BRASILEIRAE ESTATíSTICA. e ampl. seguido de ponto e da abreviatura da palavra edição no idioma original: 3. obert L. São Paulo. 1989. Lólio Lourenço de Oliveira. São b) Periódicos . Octavio. Ática. Fundação Getúlio Vargas. São Paulo. 2.. mulheres do campo e da periferia de São Paulo. Número da edicão # 1) O número da edição é indicado pelo arábico correspondente. 1989. 94 e 105). Trad. A enunciação. Garcia dos Santos.): IANNI. rev. Ática. 43. D 5) Acrescenta-se. 1989. bem como a partícula inicial. Paulo. 2. o emprego de letras maiúsculas restringe-se apenas ao primeiro termo (partícula ou palavra significativa) e. L.) 1) Título iniciando a referência na bibliografia: a) Livros. 1) Local de publicação a) Reproduz-se o nome da cidade tal como se encontra na publicação: London..

HEGEL. Othon M.edo 3) Data de publicação a) Abreviam-se os meses de acordo com o idioma de publicação (v. Ed. Berkeley. indique s. ed. São Paulo. a seguir) o d) Se o nome da cidade não constar na publicação e puder ser determinado. p. forneça-a entre colchetes. b) As datas consecutivas jan. Ed. 109). Ática. Filosofia do espírito.~~. Um artista da fome. jul. org. 2. Cal. se não for possível a identificação. são ligadas por barra: :f c) Havendo mais de uma cidade relacionada na publicação. Ática.p. lista de abreviaturas na p. 70. temas e situações. Cultura brasileira. A erudição e a cultura nas constituições brasileiras. ed. c) Não se repete o nome do editor se ele já é tratado como autor (vo p. Affonso Romano de. 4) Ausência de notas tipográficas . e não: Editora Ática S. Ática. 1988. Análise estrutural de romances brasileiros. In: TCHEKHOV.t. 2. 1973.Se o local. Ática. indique sol. Os clássicos da política. 11. v. 83-91. indique sod. Alfredo.'~' Modelos Abaixo vão especificados modelos de referências bibliográficas segundo o tipo de publicação: Livros 1) Considerando um livro todo: SANT'ANNA. 1989. forneça-o entre colchetes. Fundação p. b) Dois editores estabelecidos em locais diferentes são relacionados da seguinte forma: Brasília/São Paulo.13 - Referências bibliográficas e bibliografia 113 b) Se a cidade for homônima de outra. 115-48. In: . b) De obra coletiva: KAFKA. v. Francisco org. São Paulo. suprimindo-se apenas a parte que designa a natureza jurídica ou comercial: Ática. do Brasil. e não: nem José Olímpio. Great Britain ou Gt. se não for possível a identificação. cita-se apenas a primeira. etc. contos universais. 2) Editor a) Transcreve-se o nome do editor tal como figura na publicação. d) Se o nome do editor não constar na publicação e puder ser determinado.A.lfev. nos casos em que a supressão possa prejudicar a clareza: Ed. . Vargas. 1988/jun. 1972. Livraria José Olympio Editora José Olympio. juntam-se os nomes dos respectivos estados ou países. indique s. abreviadamente. forneça-o entre colchetes. Universidade de Brasília/Ática. 1989. Mas esses designativos devem ser mantidos. Preparação Getúlio dos originais. a não ser que se trate de dois editores estabelecidos em cidades diferentes (vo item "Editor". 154). 1987. Para gostar de ler.. São Paulo. 395-407. se não for possível a identificação. Anton et alii. Brit.n. In: o Comunicação em prosa moderna. f . 7. In: WEFFORT. 2) Considerando parte de um livro: a) Do mesmo autor da publicação: GARClA. BOSI. 1990. p. 208-18. abreviando-os se for o caso: Berkeley. c. o editor e a data não aparecem na publicação. São Paulo. Rio de Janeiro. ~~ 'l' .Franz. c) Se a data não constar na publicação e puder ser determinada.

novela. NATAl!. Teses e obras mimeografadas LIMA. São Paulo. 8. 2. Aguilar. Rio de Janeiro. Pedro. FGV/EBAP. Érico. 46. n. Capo 3. 1. ago. 6 novo 1990. Curitiba. 1955. n. 747-1 094. 1983. da Tarde. In: o Ficção completa. Separata de Ciência e Cultura. São Paulo. Judith.. 348. Ilustrada. As traições Paulo. 136. Salvador. José Paulo. 295-300. Folha de S. 1984. v. U FBA. 1990. GROSSMANN. A família de santo nos candomblés ieie-nagôs da Bahia. 1966. Publicações de congressos Separatas 1) De livros: MUNOZ AMATO. Planeiamento. um estudo de relações intergrupais. Fondo de Cultura Económica. Rio de Janeiro. p. UFBA. romance. 8 set. p. SPALDING. Ciência Hoie. Separata de Introducción a Ia administración pública. A tradução no Brasil. 31. São Paulo.. 2) De periódicos: LIMA. Walter. p. . 405/406. 1955. Luiz. Anais . mar. conto. da tradução. 1977. Governo do Estado do Paraná. O senhor embaixador. v. Elon Lages et alii. 18 set. Artigos de iornais Jornal ADIADOS investimentos de indústrias do setor de papel. São Paulo. Rio de Janeiro. Número especial. In: CONGRESSO DA HISTÓRIADA REVOLUÇÃO 1984. Mimeogr.. 1966. 55 p. Paulo. folhetim e crônica: três gêneros 77 (65): fora do lugar. mar. Dissertação de mestrado apresentada à Coordenação de Pós-Graduação em Ciências Humanas. p. 8. 8-11. Vivaldo da Costa. João Batista. Esboço da situação da matemática no Brasil. 1) Referência a um número determinado da publicação: ANHEMBI. Salvador. Sermão. 40-8. 1966. 1944. 1973. Bibliografia da revolução federalista. Curitiba. Folhetim.Centenário de Eça de Queiroz. romances e novelas.114 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 115 3) Considerando um livro de obras reunidas em um ou mais volumes de um mesmo autor: VERísSIMO. Rio de Janeiro. 3) Referência a artigos de periódicos: RONCARI. p. n. DE 1944. 2) Referência a um número especial com título: DOM CASMURRO. México. Publicações periódicas v. Folha de S. Unidades narrativas. PAES. 78 (1): 45-7. 1945. 1962.

'star. Entretanto. permitindo-nos escrever d' Os lusíadas.Strasse (rua). Paulo. respectivamente: Phõnomen -. principalmente: 1) Em nomes de divisões ou partes de um livro e em notas com referências bibliográficas parciais (v.) 1 Apud CUNHA. Aspas Emprego Empregam-se as aspas.. p. 4) Nas citações diretas (v. 11O).14 - Padrões complementares 117 14 PADRÕES COMPLEMENTARES Por força dessas restrições. se for o caso.de per + 10(0) e per + la(a)-. Reichtum (riqueza). Rio de Janeiro. D1vtS'~O SILÁSICA. oe e ue. 7) Para assinalar o significado de palavras ou expressões: No Alentejo fazenda significa "rebanho de gado macho". b) As letras li. 6) Para reproduzir A campanha literalmente um dístico. 1985. p. Lindley. P. 5) Em termos tomados irônica ou impropriamente: O "milagre" brasileiro.nass (molhado). offnen -. Paulo). p. 49). o apóstrofo não deveria ser empregado para marcar a combinação de preposições com artigos que antecedem títulos de obras em geral. ou: de Os lusíadas. p. 3) indicar a supressão de vogal em palavras compostas ligadas pela preposição de: galinha-d'água. Wilhelm (Guilherme). aos seguintes casos: 1) indicar a supressão de letra ou letras no verso: c'roa. etc.oeffnen (abrir). etc. 41). Celso & CINTRA. 2) Em nomes de obras musicais (v. etc. 106): Notícia publicada no (ou pelo) Estado (ou Estado de S. do português contemporâneo. (leite de Vasconcelos 1. podem ser feitas as seguintes adaptações: a) O sinal 13 é representado por ss: V. 645. o artigo do título pode ser suprimido para contrair-se com a preposição.Phaenomen (fenômeno). Flügel -. tb. lema ou slogan: "O petróleo é nosso". Nova Fronteira. ou: em O Globo. ed. Nova gramática 2. . 11. paud 'arco. a preposição antiga per é que deveria participar dos desdobramentos (Notícia publicada per O Estado de S. Alemão Algumas peculiaridades da escrita latina da língua alemã: 1) Por facilidade gráfica. Straj3e -. p.Fluegel (asa). no "Formulário ortográfico". depois da primeira ocorrência. O apóstrofo tem emprego limitado. 'teve. Stein (pedra). se forem feitas referências sucessivas a uma mesma obra. 79). 2) reproduzir certas pronúncias populares: 'tá. configurando uma abreviação do título (v. Nas combinações pelo e pela . Paulo). 2) Todos os substantivos. SOSRE A naj3 -. podem ser transformadas em ae. p. mas isso seria um contra-senso.. são escritos com Deutschland (Alemanha). n'O Globo. inicial maiúscula: próprios e comuns. (j e Ü. com trema. 3) Em casos restritos do discurso direto (v. Mas o uso fez desse preceito letra morta. É natural que se escreva: Notícia publicada por O Estado de S.

"_..·\.. pão.."". "o professor" de acusativo passa a nominativo.'. as sociedades burguesas posteriores não puderam repetir esse desenvolvi'~." ...~-"""... a língua coloquj ._'""~'"''''''''..._... '.. Nação e consciência nacional.. ...) 2) Se apenas parte do período estiver entre aspas.. ••""". " Rosa" o sertão está em toda parte".... .""~.~.. "..._é_'·'_"'''''l.. Para os adjetivos qualificativos \limos que a posposição c()l)stitui a ordem não-m~. pela colocação.. Fernanda.~"~..._•• e""'. ~.. preda especial~te ção.... Por terem chegado em segundo lugar. pois. 1989.. consiste naessa chamadal~ nversão ação verbal }lomo língua da comunicaferem não raro melhor focalitão não há um objeto direto para opor."". o mecanismo da concordância pode entrar em ação" 12..O<""'~."" •...0 .f~..".. Sãa ..) "Por que não nasci eu um simples vaga-lume?" (Idem. Etc. Benedict. põe-se o mesmo sinal de pontuação que separa os vários elementos de uma enumeração: Comprei livros..../'''''''''.. .·. ! Em The Break-up of Britain._.~-.. ães e ãos: razão.... mantém-se entre aspas duplas aquilo que originalmente se encontra aspeado: ç 'ÇÚ~..."".-·.... Tempos lingüísticos.. e não....~.""""'''.." .íliâ·rr...~.' "".·. . Espanhol Duas observações sobre a pontuação: 1) No enunciado interrogativo há um ponto-de-interrogação invertido no início e o ponto-de-interrogação normal no fim: ZCómo te lIamas? Entretanto. i Qué maravilla! Apenas ele [o sistema britânico] representou um~rescil mento lento e convencional o prMduto de invenção deliberada."~. • -.... Reproduzido de: TARALLO..~" . Os nomes terminados em ão fazem o plural com ões.:ié. -''-·. . I .." (Machado de Assis."".. se for adotado o recurso de defesa (v..~""""._.. que havia Por ter sido a primeira.."d'(jk'dtáa:!I. a anteposição do verbo tem um valor estilístico muito nítido...."..~.". 1990.~_ .". o sinal de pontuação fica dentro das aspas: "Ao verme que primeiro roeu as frias carnes do meu cadáver dedico com saudosa lembrança estas memórias póstumas.... 149..."""-g......... 83).. ReprodlJZido de: ANoERsoN.. ". iJíffp. Ática..". Sobrevive e fortemente atua.~...teoriP resulMnte de uma Chegando depois. num mundo em que a Revolução Inglesa já havia tido êxito e se expandido._..-".. ímpIICa.. i Antes de ele.•.• "._./··"'·""~·'v·"·"". 169./. . isto é. a experiência inglesa . no sistema português uma tensão entre ordem não-marca da e ordem marcada. e a pontuação I 10Ç) ..-. que Por isso.. São Paulo.'~...".118 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 14 - Padrões complementares 119 As aspas simples ou semi-aspas As aspas e a pontuação Usam-se as aspas simples (' ') para destacar trecho (ou trechos) já aspeado no original de uma citação ou de um texto qualquer que se transcreve entre aspas (duplas): !·'..._ -."._./""""" . esses outros Qentaram resumir de um s."....~~êe'ssãiíâméi'íIe. p..~.~mámuaãi1çãnã'fíâtureiá·êíes~~s dois argumentos... mesmo com objeto direto...18 elatJbado seu constitucionalismo golpe os frutos da experiência correr de vários sécuno do Estado. p. ".... .. para 9_Slljeit9doJ .---..·. ".."'''' .. '''" 1) Se o período inteiro estiver entre aspas.. etc. Paulo."'''''~''''_~''''''~''"~........"''~'''''''-\. ..... lápis... tre o sistema político britânico e os do resto do mundo moderno: 1 I 2) No enunciado exclamativo há um ponto-de-exclamação invertido no início e o ponto-de-exclamação normal no fim: /....manteve-se distinta..'a.~..'<""~_'" . ./··...·ú·a::. cclno os outros._...•••.. etc..... "•...... pães. -' "".../'''''''~''''''''''''''~''' ..-. p..".•._.~.. O princípio funcional a que Câmara Junior havia feito menção acima pode também aqui voltar a atuar: "Não obstante.. mão. razões.eníliá . e mais do sujeit~quandoa tema literária... mãos. cadernos.~.... .••.. Atica...n:a\4!. __ ·'·'--"·""''·'''''''''"·'''·''····"'·-".~".• ""·"··". e "a menina" de nominativo passa a acusativo. Tom Nairn diz algui mas palavras preciosas a respeito do relacionamento en.-. ..depois britânica . ao sujeito ou quando.' iTO:5''''j . ..•. ...._. com supressão das aspas iniciais e finais da citação....•~ •. ••. o sinal de pontuação fica fora delas: Para Guimarães ...

Pantanal Mato-Grossense. mas ainda não aportuguesadas: Designar ad hoc. maiúsculo: 2) Os nomes dos meses (v. Trás-os-Montes. trajeto Mauá-Cascadura.): Grã-Bretanha. 3) Na nomenclatura científica (v. e Inglês Escrevem-se com inicial maiúscula.) entre ele Nos nomes próprios e intitulativos compostos ligados por hífen. etc. 96 e 109) e obras de arte em geral (v. os acentos devem estar presentes: ÉLÊVE. além dos nomes próprios: 1) Adjetivos referentes às nacionalidades: Brazilian. jornais (v. Vice-Presidência 4) Em palavras e expressões estrangeiras incorporadas tuguês. o travessão deve vir sem espacejamento e as palavras que une. conforme o exposto na p. Englishman.121 120 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 14 - Padrões complementares Francês Um texto em francês deve ter sua ortografia rastreada com muito cuidado. todas as palavras são escritas com iniciais maiúsculas. estrada de ferro Santos-Jundiaí. ao por- (Neste caso. A Ia fin de Ia semaine. revistas. os títulos ingleses de nobreza não devem ser destacados graficamente: Sir Winston Churchill. conjunções. ou grifo. PÂTÉ. Lady Diana. 3) Os dias da semana: todos Wednesday. 154): 2) Não se acentua o a maiúsculo. Sunday. como em palavras compostas. 3) Se a palavra inteira for escrita com letras maiúsclas. O itálico. escreve-se com inicial minúscula (lorde). 49). tal como o hífen. geralmente: March. da República. December. um show de rock. Hifen e travessão Além de outros empregos. p. quando aportuguesado. é usado: 1) Nos títulos de livros. p. 110. principalmente no que se refere à abundância de acentos gráficos. em encadeamentos vocabulares do tipo: ponte aérea Rio-São Paulo. Junto a nome próprio. excetuando as partículas (preposições. usa-se o hífen em combinações simétricas do tipo: Acordo Brasil-Argentina. PÂTE. 4) Os títulos nobiliárquicos: Lady. 2) Em subtítulos. I táUco (grifo) Mas é de rigor o emprego do travessão. e não do hífen. tb. integração professor-aluno. p. p. O título Lord. Sir. o hall do elevador. Ressalte-se ainda que: 1) É facultativo o acento agudo no Émile ou Emile. 47). .

b.Tipo normal. ]. 5) Caixa baixa As letras minúsculas: 0'0 a. Os tipos que apresentam as mesmas características.Tipo mais grosso que o redondo.o das estrelas fixas. (Alfredo 80si.O tipo versalete é a própria letra maiúscula. em quase todas elas podem ser encontrados os seguintes tipos: Para indicar que a palavra deve ser escrita com a combinação dos tipos versal e versalete. tendo subido ao oitavo céu . Exemplo de linha composta em negrito.. Excetuam-se as formas autônomas infra e supra. de desenho vertical: Exemplo de linha composta em redondo. ou caixa alta: EXEMPLO DE LINHA COMPOSTA EM VERSAL. c. "presso all'ultima salute" . também de desenho vertical: b) As abreviaturas e expressões latinas usadas em bibliologia (v. 6) Caixa alta - As letras maiúsculas: A. 2) Itálico (ou grifo) Tipo inclinado para a direita: Exemplo de linha composta em itálico. de altura idêntica à das letras minúsculas: EXEMPLO DE LINHA COMPOSTA EM VERSALETE. mas.) 1) Redondo (ou romano) ... mais claro. 7) Versal A própria letra maiúscula. que. As famílias são muito numerosas. diz-se que a palavra deve ser composta em versal-versalele: EXEMPLO DE LINHA COMPOSTA VERSAL -VERSALETE. 150) dispensam destaque gráfico: são escritas no tipo normal do texto. é a letra que resulta de qualquer processo de composição. as aspas e o tipo normal do texto nas citações de trechos em língua estrangeira: Dante.. grifadas. sob o signo de Gêmeos. . p. constituem um conjunto denominado família. 5) Para enfatizar palavras ou expressões: O termo esquerda é utilizado . mas com tamanho reduzido. 3) Negrito (ou bolá) . English Times Univers Tipo. C. diz-se que a palavra deve ser composta em caixa alta-e-baixa: Exemplo de Linha Composta em Caixa Alta-e-Baixa. 4) Bold-itálico (ou grifo-negrito) - Combinação do bold com o itálico: Exemplo de linha composta em bold-itálico. independentemente das características de cada uma. diferenciam-se dos prefixos análogos do português (v. o mesmo desenho básico.122 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 14 - Padrões complementares 123 a) Usam-se.. porém. 8) Versalete . genericamente.. EM .__ T'ipos e corpos Tipo Algumas famílias importantes Baskerville Bodoni Futura Para indicar que uma palavra deve ser escrita com inicial maiúscula. p. B. no canto XXII [. 97).recebe de 8eatriz o convite para contemplar o mundo inteiro a seus pés .

. Deveria posta em corpo 36. Apesar de manter em seus quadros preparadores de originais e outros profissionais que permitiriam que assim fosse considerado o trabalho do revisor.76 mm (0.124 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Corpo Corpo é o tamanho de um tipo. Para esboçar o perfil ideal do revisor. a editora. 15 o PROCESSO DE REVISÃO DE PROVAS Exemplo de linha composta em corpo 10. o perfil ea linha composta em corpo 24.e os autores. Exemplo de linha composta em corpo 12. ]. . e lê-Io corretamente .376 mm. Exemplo de linha composta em corpo 6. função do revisor A palavra revisão tem em si grande carga de significações. corpo 72. mas aqui se refere à revisão de provas. Idealmente.. cada ponto corresponde a aproximadamente 0. tomam-se os dizeres de SeánJannet citados por Antônio Houaiss: As qualificações requeridas dele são extensas. Deve ter olho agudo e mente aberta para reconhecer num átimo as cacografias. possuem notoriamente vezos arbitrários e desarrazoados. medido em pontos. Pelo sistema de medidas tipográficas denominado Didot. um tipo de corpo 10. deveria conhecer cada data de livro de história e ter ademais Íntimo convívio com a significação e a feição de cada palavra do ou fora do Dicionário inglês de Oxjord. por exemplo. Assim.376 x 10). Deve ser hábil para ler o mais carunchoso e ilegível dos manuscritos. como os doutores. e deve reconhecer os desenhos dos tipos que se lhe apresentam. tem uma altura aproximada de 3. voltada para a qualidade do produto que põe no mercado. mesmo com uma só letra. Deve ser capaz de grafar quase tudo sem recurso ao dicionário [. Deveria conhecer cada frase de Shakespeare ou da Bíblia e estar em condições de pinçar qualquer falsa citação vertente. O revisor de provas (daqui por diante só revisor) teria por incumbência o cotejo da prova com o original sem compromisso com o conteúdo do texto e limitado apenas aos erros tipográficos. tem uma expectativa que vai mais além.

pois esse conhecimento lhe é útil. De preferência. p.. É ainda a Jannet a quem se recorre para descrever sucintamente a tarefa do revisor: dactilográfico do autor. 126 o 15 LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO O processo de revisão de provas 127 conhecer tudo sobre religião comparada e tanto sobre economia. De fato.. Ibidem. enquanto o revisor acompanha as palavras da prova. A tarefa do revisor é descobrir quaisquer erros que tenham sido cometidos na composição e dar instruções para sua correção. troca indevida de uma palavra por qualquer outra. O revisor faz o que pode e não raro fá-Io surpreendentemente bem. essencial em seu trabalho. seria ele um louco se não encontrase. [.e. os de erros maiS comuns sao: a) Salto. as provas de paquê [conjunto.. deveria ter o mais amplo conhecimento.. Na maioria das editoras de hoje não existe propriamente a figura do leitor. pois tudo de que ele possa assenhorar-se é potencialmente útil a ele!. letras. composição . qualquer livro deverá ser lido antes em sua inteireza pelo revisor. Primeiro. Também é pastel a mistura desordenada de caracteres tipográficos. v. um emprego mais rendoso do que numa casa impressora. ] o que quer que seja que possa comprometer a boa reputação da casa [..e sobre arte também. Num paradigma.e. palavras. como já vimos.Na linguagem dos revisores. b) Piolho. Quaisquer erros que forem encontrados são indicados por signos especiais2. palavras. p.. ]. uma dúzia de línguas. se for o caso. linhas ou trechos. i. c) Pastel. 81. chamados leitores. do manuscrito ou do original I Elemento$ de bibliologia. d) Gato. arcado ao peso dos anos.e.. sobre ciência quanto possível -'. e também zelar por que os enganos do próprio autor sejam evitados. 2 Assistindo-os [os revisores]. i. ] Deveria ter. há umas quantas moças ou rapazes. a atenção deste. O pequeno erro tipográfico que escapa à revisão é também conhecido por piolho. ainda não paginado.. e também do autor. 2.. e detém também um' armazenamento de fatos apreendidos dos livros que reviu. de linhas de composição tipográfica amarradas por um fio] chegam ao revisor junto com a parte do original correspondente. 2. sílabas. Cada dupla divide entre si o acompanhamento dos originais e a leitura das provas. que existe. digamos. o Os erros 1) Os erros . . frases. evitando as letras de fontes estranhas que se possam ter infiltrado no texto composto. 79-80.. i. comparando-as com as da leitura. inversão indevida de sinais. mais.. palavras. e geralmente tem. cujo valor seria maior se pudesse falar e escrever.i. linhas ou parágrafos. dessa natureza. A tarefa descrita acima é desempenhada por duplas de revisores. largo conhecimento da tipografia. sobre política. por certo. Não é necessariamente um velho. O leitor é então chamado a ler alto. ou colhidos aqui e ali. qualquer omissão involuntária de letras. linhas ou trechos.e.. observando [. letras. ato contínuo. chamando. duplicação indevida de sinais. vigiando os erros tanto da composição quanto do leitor. v. cit. sílabas. da experiência e dos graus universitários.

12.128 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 15 - O processo de revisão de provas 129 e) Gralha. por provocar um erro novo. mas. aquilo que deve ser corrigido (comissiva). i. do começo ao fim do livro. com recurso a sinais convencionais antecedidos de uma barra oblíqua (I). Neste caso. sobre o tipo de correção desejada. preferencialmente direita.. verificação a arriscar-se a fazer uma correçao ImpreCIsa. da língua . houver outras correções. de todos os outros casos semelhantes ou que justifiquem a alteração. 393.L 2) Sinais explicativos .e. quando não percebe um erro já existente.. se não tiver uma boa fonte de consulta à mão.Às vezes o revisor também comete erros.. fora de lugar ou trocados. as comissivas serão feitas sucessivamente da esquerda para a direita e na mesma ordem em que aparecem as respectivas remissivas: comIssIvas (margem) 1& b) Imprecisões de correção . quando for possível reunir todo o material. p."l' A~__ \ é. por extenso ou abreviada. constar no original que a "guerra dos Trinta Anos começou em 1518 e terminou em 1648".· '~. .Se.. " etc. Veja um caso de gralha relatado por Eduardo Frieiro. fazendo uma edição especial muito esmerada em homenagem à soberana. Os signos ou sinais Os sinais de revisão são de duas espécies: 2) Os erros do próprio revisor .. Para quê? Logo na primeira coluna da primeira página do tal jornal lia-se em tipos fortes: Sua Majestade a Bainha etc. atente para os seguintes casos: a) Desconhecimento rer a dicionários. Apenas apontará as eventuais divergências para verificação posterior. _______ remissi vas (texto) Â _ d~ texto) ___ (" !Lf- S control<1Ie qual/idadel l "i·'r"" !" l/. numa mesma lin!Ia. chamada de barra de atenção. o que é pior. E não só por um cochilo.Marca-se no texto o lugar exato da correção (remissiva) e na margem. cit. Então ele não deve fazer emendas de padronização sem considerar a ocorrência.. por exemplo e por um descuido qualquer. dizia. presença indevida de letras ou sinais virados (erro freqüente na composição tipográfica). de Alphonsus de 3 Apud Emanuel Araújo. no tempo da rainha dona Amélia.São sinais acompanhados de explicação verbal. o revisor imediatamente perceberá que a diferença entre as datas não é só de 30 anos. etc. anunciou um prêmio a quem descobrisse um erro de revisão.3 c) Desvios de padronização . Se./\ I!')fi V \. Para não ser traído pela memória.Quando precisar recorveja o que se disse sobre ortografia à 1) Sinais convencionais . etc. "demos ontem a notícia de que Sua Majestade a 1àinha . Para evitar isso.. e anotar o caso para uma-' posterior .O revisor nem sempre tem em mãos a obra na totalidade. as comissivas são envolvidas por um círculo: ~ poesia místico-religiosa Guimarki}is. p. em que as palavras bainha e tainha aparecem no lugar de rainha: Um jornal de Lisboa. é preferível não corrigir. dada a sua extensão. o cumprimento de prazos ou razões de caráter diverso. Uma delas está incorreta. op. O responsável foi punido e no dia seguinte saía a retificação: "Por um lamentável erro de revisão".

onde constam ao menos o título da obra e o nome do autor. este trabalho é feito nas provas iniciais de composição (primeira prova) e na arte-final. um terceiro revisor faz uma releitura de todas as provas. esta releitura é de suma importância: tratando-se da última revisão completa. Após a conferência de emendas e o decalque das provas. 1 A ESTRUTU RA DO LIVRO IMPRESSO Os elementos que compõem a estrutura do livro impresso podem ser examinados distribuindo-os em quatro partes: material. recorrendo ao original apenas para verificações.Concluído o confronto do original com as provas. por exemplo. geralmente nada se imprime.Em sentido restrito. 2) Releitura individual . J ~ "-f . o revisor coloca a nova prova sobre a anterior. Em princípio. ele levanta e abaixa.Este tipo de revisão consiste na conferência da correção das emendas pedidas em prova anterior. capa é a parte frontal do revestimento. quando uma prova for paginada a partir de uma prova de microcomputador.É a face interna da capa (primeira). em sentido amplo. a prova superposta e vai acompanhando as alterações havidas. Isso deve ser feito. Os seus componentes são: constitui a parte física Capa A capa. 2) Segunda capa . enfim. Na arte-final. sem alinhamentos. do livro. em cada linha. é o revestimento externo (flexível ou rígido) de proteção do miolo e pode apresentar ainda os seguintes elementos: . ou extratextual. A seguir. apresenta outros tipos gráficos. O cotejo da arte-final com o original justificase por ser nessa etapa que se fazem montagens ou inserções de novos elementos. onde 3) Lombada .Desempenhado por dois revisores. Quando as linhas de uma nova prova não corresponderem com as linhas da prova anterior. textual e pós-textual. conforme menciona-se atrás. normalmente. a rotina de revisão é a seguinte: 1) Confronto do original com as provas . mas. o revisor procede a uma conferência técnica da montagem. das remissivas a outras partes do livro e. Parte material A parte material. que. não existentes na primeira prova. será mais seguro fazer um cotejo palavra por palavra. faz-se outra releitura. nos moldes descritos acima. 1) Capa ou primeira capa . com uma das mãos. ajustando-a de modo a fazer corresponder as linhas de uma prova com as da outra.O dorso (da capa ou da sobrecapa). 3) Revisão decalcada . pré-textual. tiram-se tantas provas quantas forem necessárias à limpeza total de erros. . seguida de um decalque. de tudo aquilo que deve comparecer no livro impresso. O logotipo da editora e o número do volume ou da coleção ou série podem também figurar.130 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO As provas e as etapas de revisão Cada etapa de revisão relaciona-se a um tipo específico de prova. Pelo decalque. basicamente. se for o caso.

coleções. quando existem. terão o sentido de leitura de baixo para cima.Cada uma das abas (da capa ou da contracapa) dobradas para dentro chama-se orelha. Nas orelhas c quarta capa podem distribuir-se informações sobre o livro e/ou o autor ou ainda publicidade de outros livros. além dos dados mencionados a seguir. da editora. imprime-se o registro do ISBN (International Standard Book Number). mas. 6) Orelha . 5) Quarta capa ou contracapa . miolo ~ /' /" //oorelha quarta capa (o verso desta é a terceira capa) capa (o verso desta é a segunda capa) .!iVro impresso 133 Quando os tipos (as letras) forem impressos na vertical. onde. podem formar com a quarta capa um conjunto em que se dá continuidade ao grafismo da capa. onde geralmente nada se imprime. 4) Terceira capa .É a face interna da quarta capa.E REVISÃO 16 - A estrutura do . etc. As orelhas não comparecem obrigatoriamente em todo livro..A parte posterior do revestimento constitui a quarta capa. o que depende também da espessura do livro.

. costurados entre si. Caderno. formam o miolo. dá origem geralmente a oito. impressas em cadernos. a cinta pode trazer propaganda ou opiniões críticas sobre a obra. por sua vez.-grampeados. que pode ser de papel ou outro material e conter o título e outros elementos de interesse. 1 6 13 16 ZL S 4 frente 8 L OL L 1 154 L3 9 2 Cinta Faixa que envolve parcialmente o livro. depois de impressa e dobrada. Miolo conjunto das folhas. é a designação dada à folha de papel que. a sobrecapa é uma cobertura protetora da capa. reun~9~s. 16 ou 32 páginas. constitui o miolo.134 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 16 - A estrutura do livro impresso 135 Sobrecapa Conhecida também por jaqueta. . Os cadernos. Esquema o de um caderno ou colados de 16 páginas.

folha de rosto. Há casos em que esses créditos são mencionados no verso.Indicador. ou dedeira. Mais raramente figura aqui o nome do autor. . encontram-se os elementos pré-textuais. f) Número da edição. c) Título e. uma cavidade (unha) ou outra forma qualquer que faça sobressaírem elementos que servem de índice de dedo em determinadas publicações. Nele comparece apenas o título da obra. e o logotipo da editora. ante-rosto ou falso frontispício. b) Nome do autor. é impresso ou entalhado nas bordas do miolo. o olho é conhecido ainda por falsa folha de rosto. na parte superior da página. Estas indicações podem figurar aquI ou no verso. organizador ou prefaciador. Geralmente contém os seguintes elementos: 1) No reto (página ímpar ou frente): a) Nome da coleção ou série e o respectivo número que o volume tem na coleção. O indicador. _~g'_r. conforme o caso.136 16 . preferivelmente.A estrutura do livro impresso __ . O marcador avulso geralmente se presta também a outras finalidades. conforme o caso. .Trata-se do marcador da página de leitura. Indicador com unha Frontispício Ou rosto. o qual tanto pode ser uma fita ou linha presa na parte superior da lombada como pode ser uma tira de papel ou de outro material fornecida avulsa. na seguinte ordem: 1) Marcador . na parte inferior. subtítulo da obra. portada.1ANUAl DE PREPARAÇÃO ER_EIJiSÃO 137 o miolo pode apresentar ainda os seguintes elementos: Parte pré-textual Precedendo o texto propriamente dito. cuja apresentação deve ocorrer. se não for a primeira. pode ser uma projeção cartonada.. se houver. Eventualmente também o nome da coleção ou série acompanhado do número do volume. 2) Indicador ou dedeira . página de rosto. se existir mais de um. g) Logotipo da editora. e) Número do volume. Marcadores avulsos Olho ~ Primeira página de algumas publicações. d) Nome do tradutor.

As tentativas de controle da prostituição 2. .. seções. em função do arranjo gráfico. 143). nomes de pessoas. separam-se deles por vírgula ou são destacados com negritos ou com outro recurso gráfico. Reproduz com fidelidade. se houver. da editora e ano de pu- Não se deve confundir sumário com índice . Quando se faz necessário ressaltar algum destes créditos.. tradutor. Outras vezes. a dedicatória. suas nacionalidades . autoridades policiais e juristas VIII. Os fólios (números de página) alinham-se à direita ou vêm imediatamente após cada título.. revisor. se tradução.. acontecimentos.índice é uma lista de assuntos.... 113 Romeiras.. capítulos. São Paulo.. geralmente fica isolada em página ímpar. A prostituição I. se existir na publicação.... 1. p.138 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 16 - A estrutura do livro impresso 139 2) No verso: a) Nome da coleção ou série e o respectivo número do volume na coleção. 11. Alinhados à direita. suas causas e a degradação dos costumes segundo o discurso médico 111. Agradecimentos Quando prefácio.. é comum transferi-Io para o reto da página. Regulamentação ou não da prostituição? Um debate entre médicos. Introd ução. a higienização da prostituição o seu significado Glossário Bibliografia Reproduzido de: SOARES. pode dividir o espaço da página com os agradecimentos. Sumário apresentando linhas pontilhadas entre títulos e fólios. 5 7 9 .... As "mulheres dos caftens" pelas autoridades pública no Rio de Janeiro pública e a sua localização públicas". 16 26 41 41 e a "chaga 49 61 o Rio de Janeiro no século XIX: população e desenvolvimento Dedicatória Palavras com que o autor oferece o livro a alguém. polacas .A prostituição.. As tentativas J anei ro de controle da prostituição no Rio de pública Sumário O sumário contém apenas as principais divisões da obra. ilustrador.. d) Créditos de realização editorial (nomes de editor.. classificação da prostituição A médicas e policiais IV. os agradecimentos às vezes cabem no V. etc. 1992. A criação do bordei. O homossexualismo clandestina masculina e a prostituição 68 83 94 VII.. uiz Carlos. após o frontispício.. Colocados imediatamente após os títulos. e) Registro do ISBN. b) Título original da obra. diagramador. A repressão à prostituição clandestina 94 -99 IX. As escravas e a prostituição VI.. L e 102 110 . f) Imprenta: nome e endereço blicação. preparador. existem. se já não figuraram no reto. SUMÁRIO Ag radec imentos . unem-se aos títulos por fios ou linhas pontilhadas. Ática. etc. I. e na ordem em que aparecem.. etc. ilhoas...). c) Propriedade de direitos: copyright. A pwstituição 2. os títulos das partes. ordenada alfabeticamente (v..

é o último elemento da parte prétextual e precede o texto propriamente dito. Quando há novos prefácios para novas edições. Eventualmente pode haver epígrafes também no início de seções principais. 3) Conclusão. Comumente. 19). o fólio de cada uma das ilustrações. se ocorrer.. os cabeços aparecem geralmente no alto da página com o fólio. A lista de figuras e tabelas deve ser feita quando as ilustrações forem em número que justifique sua elaboração. não está ali muito evidente. os mais recentes vão precedendo os primeiros. cabeças ou cabeçalhos. tb. 85 e 104). apresentada em ordem alfabética. 19) e depois as tabelas e indica-se. Arrolamse antes as figuras (v. incluem-se na lista as siglas e os símbolos utilizados. preferencialmente. A mesma opção deve ser seguida em todo o livro. Como fonte da epígrafe. coloca-se abaixo dela a referência bibliográfica completa ou só o nome do autor e o da obra de onde foi extraída ou simplesmente o nome do autor.Parte principal do texto onde o assunto é desenvolvido. 34) e em outros elementos como fórmulas. encontram-se os seguintes ele- Prefácio Também conhecido por nota prévia. Cabecos # Epígrafe (do livro) Também conhecidos por títulos correntes. Esse critério. tabelas e figuras (v. Na lista de abreviaturas reproduzida na página 100. 3) Nome do autor (na página par) e título do livro (na ímpar). mas podem vir ainda ou no pé da página ou na lateral. Lista de abreviaturas A lista de abreviaturas deverá ser. apresentação. Parte pós-textual Complementando mentos: o texto. p. p. como no sumário. pois foram utilizadas algumas edições que não a primeira. mas optou por relacionar as siglas referentes às obras analisadas em ordem cronológica de aparecimento. Se for o caso. .Discurso inicial em que o autor expõe argumento. Notas As notas podem comparecer no rodapé. A abreviatura será seguida de sua significação. Citação ou pensamento que se relaciona com o assunto do livro. p. 2) Título do capítulo (na página par) e subtítulo do capítulo (na ímpar). 2) Corpo do texto . objetivos e modo de tratar o assunto. p. apoiando-se em divisões e subdivisões (v. etc. a epígrafe. advertência. o autor não usou a ordem alfabética. encontram-se: 1) Introdução . usa-se um dos pares: 1) Título do livro (na página par) e título do capítulo (na ímpar). e a data dessa primeira edição não foi declarada. no final das principais seções ou no final do texto (v. justificação ou apresentação do próprio autor ou de outra pessoa. o prefácio consiste em esclarecimentos. todavia.140 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 16 - A estrutura do livro impresso 141 Lista de figuras e tabelas Integrando Parte textual o texto propriamente dito.

Índice toponÍmico (lugares). suplementos que se acrescentam ao texto para esclarecê-Io ou documentá-Io. j.). 2) Primeiro verbete da página par à esquerda (na página par) e último verbete da página Ímpar à direita (na página Ímpar). Deve-se evitar chamá-Io de Índice remissivo ou alfabético. Ordenação letra por letra ponta pontada ponta -direita Ponta Grossa Pontalis. 138). ordenada alfabeticamente. como dicionários e enciclopédias. p. ser confundido com sumário (v. Índice de autores. listagens. Ponta Porã ponta-seca Ordenação palavra por palavra ponta Ponta Grossa Ponta Porã pontada ponta -direita Pontalis.-B. Índice antroponÍmico (nomes de pessoas). etc. de assuntos. pois a condição essencial de qualquer Índice é remeter a alguma coisa e ser ordenado alfabeticamente. instituições. . acontecimentos.. . Os nomes costumam variar. como.de tornar o manuseio mais prático ao leitor. 3) Os dois verbetes . usam-se as três letras iniciais dos verbetes em vez de escrevê-Ios por extenso. Os verbetes com nomes de pessoas entram da mesma forma que nas referências bibliográficas (v. por exemplo.-B. Podem apresentar matérias de exemplificação como textos de lei. etc. Índice de intitulativos (entidades. Índice onomástico (de autores citados ou. que trata exclusivamente deste assunto. com remissões a fólios ou seções específicas do livro. Em qualquer dos casos. nomes de pessoas e mesmo outros intitulativos). 107). costuma haver variações muitas vezes em função do tamanho da página e. portanto. Em lugar de Índice geral podem ocorrer outros Índices desmembrados.. o Índice é também conhecido por Índice geral ou Índice analítico. mas não há necessidade de diferenciá-Ios graficamente. mapas.o primeiro e o último barra ou travessão (em cada página). obras. Referências bibliográficas e bibliografia Veja-se o capítulo 13 (p. não constituem propriamente texto do autor. Os tipos de desdobramentos mais correntes são: Índice temático (de matérias. Não deve. etc. separados por índice Lista detalhada.142 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 16 - A estrutura do livro impresso 143 Nas obras de referência. às vezes. A ordenação alfabética se faz letra por letra ou palavra por palavra. etc. Algu. embora só recomendáveis quando compensarem o múltiplo esforço de consulta. às vezes. Índice biblionÍmico (livros e periódicos). mas vanaçoes maiS comuns: 1) Primeiro verbete à esquerda e último verbete à direita (na mesma página). 90). ).. p. j. temas. de sentido obscuro ou de uso restrito. seguidos de explicação. nomes de pessoas e de lugares. ponta-seca Glossário (ou vocabulário) Lista de termos pouco conhecidos. Índice de assuntos. tabelas. Apêndice (ou anexo) Os apêndices. assuntos .

107. 97. 93. Os créditos de realização editoriallocalizam-se no verso do frontispício (v. 15. 152 capital. 112. 108. 22.144 Sob a rubrica assuntos. 138). 128 operária. 154 alienação. 138. 169 burocracia. 76. 129. 105. 7. 145 no poder. 51. 142.. 104. 83. 113 ciência. 128. 36. p. 120. Ática. 109. 142. 116.. 148 CFDT (Confédération Française Démocratique du Travail). 154 burguesia/ aristocracia. 119. 94. 19 Cardoso. 116. 134. 22. 106. 9 aparelho(s). pode ser apenas inserida. 158 Encarte OU suplemento Folha avulsa ou caderno independente que se coloca dentro do livro. 66. 111. 39. 87. G. de "analítico e onomóstico". 147. 138 estatal. 149. 171. 127. 68-70. 108. etc. H. 8.. 71-4. 106. p. 16. explicacão final. 150 Bourbon. 74. 73 de Estado. 31. 108. 82. 19. 37. 111. 68. 79. 160. 151. 78. 66. 132 Reproduzido camadas. 135. 129. 149 anarcossindica1ismo. 148. no início ou no fim do livro. 150 monopolista. 38. 30. 95 CGT (Confédération Généra1e des Travailleurs). 110-2. 59. personagens o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 16 - A estrutura do livro impresso 145 esta modalidade históricas de índice engloba nomes de autores. 20. L. 70. 63. 129-31.. 108"12. 97 Cardoso. M. o INDICE ANALJTICO E ONOMÁSTICO aliança(s). 81-3. 122 1984. 103. 23. org. 103. Não deve existir também" quando se trata de outras alterações julgadas necessárias posteriormente. 73. Enata Errata é uma lista de erros tipográficos constatados após a impressão do livro e só se justifica se o erro tipográfico (ou erros) comprometer uma informação do texto. 145. 74. 100. 75. 51. 117. 30. 156-8. 150 produção e circulação do. 32. 43. Posfácio (adendo. Umberto. 105. 64. 142 autogestão. 38. 121. 122 campesinato. 8.. 114 sociais. 164 repressivo(s). 114. 120. 79. 107. os dados do colofão podem aparecer no verso do frontispício. 117. 82. de: SllVEIRA. 115 no poder. 10. Composta em folha de papel menor que a página. 119. 107. 164 aristocracia. 121. 119. O seu conteúdo normalmente é este: Baudelot. 143. 159. 115. 116 popular. 7. 122. 108-10. e instituições. 127. 136 Anderson. 129 P. 97. 46. 22. 116. 116. 138-45. 18. 127 antistalinismo stalinista. Poulantzas. 55. 76. 168. 79. 105. 47. 23. 130-3. 150 escolar. 164-9 bonapartismo. 130. 110. histórico. 39. 27. 139. Excepcionalmente. 36. 67 Luís. 124. 62-4. 71. 103. 71.. 68. 78. 44 Allende. 108. 97. 118. 38. 116. 73. 70. 33. 70. 119 artesanato. 121. 103. 20. 17. 28. 103. 39. 113. 141 acumulação do. 168 Althusser. 130. 24-7. 157. Página Linha Onde " se lê " " Leia-se " Colofão Último elemento do miolo. 141 bloco. 108. 161. 8. 104. Paulo. 121 de Estado. 60. nota final ou post-sériptum) posfácio é matéria elaborada pelo autor com base em informações novas que lhe chegaram ao conhecimento após a composição do livro. 149 monopolista. 126. 72. F. 66. o colofão contém o registro de indicações técnicas de impressão. 121 ideológicos. 120. Louis. 123-8. 127. 76. 126 burguesia. 65 capitalismo. 76. 108-14. quando seria muito difícil inseri-Ias no local apropriado do texto. ou colada. 148-50 fração do. C. intermediárias. 82. 152. 135. 18. 146. 121 de Estado. exercícios didáticos relacionados com o texto. 19 Castoriadis. 153 rentista. 99. 27-30. 136 Amendola. São Paulo. 26. 71. 125. 115. 63. 63. 87 categoria social. 103. 153. 87. 140. 23-9. 163. 24-7. 114-6. 8. 150 fração hegemônica do. 105. 138. 148-50. 116-8. 120 burguesia/pequena burguesia. 83. 34. 118. 127. . 102. 102. Pode conter tabelas. 67 frações do. 120. 125. P. 102. 33. 85. 118. 122 Cerroni. 143. 129. 133. 78. nome e endereço do impressor e data. 118. 33. 66.

. .Apêndices 147 '!!_-----------Símbolo --_ _----.-:II Q Suprimir e juntar Aplica-se a grupo de letras.----versalete itálico ou ~~ negrito versal-versalete ou o grifoversal-grifosuprimir bold ou não alta) Símbolo versal-negrito versal (caixa grifo-negrito ---------- [ ] éS -""-"- [ Abrir parágrafo Centrar Colocar a parte enquadrada cado pela seta Correr para a direita no ponto indi- r) ® ® CV o sob letra(sl. 1 Principais símbolos e sinais usadQs na revisão e marcação de origlnctis --"--"~-----"-----"""--"" ..---""---.". ~--------------- 2 f\J Símbolo Correr para a esquerda Recorrer Transpor letras ou palavras I J I I Aplica-se a grupo de letras..._"----"' ----------"'_.. C~~ @~~ 0ii5J (jiifI) --_. colocando-se na margem da prova o sinal X ou ~ T . à margem."---~ f------------------.'-'"--"--"-'-'--"-"-"-'"'"'--'~"'---"" vale. Significado que deve ser destacado cir- ~ ---"-----:=J -------... palavra ou palavras que devem ser suprimidas 2 Principais símbolos.. ao lado da emenda a ser feita) x --"---"---._-------------. palavra ou palavras que devem ser suprimidas.1-.______________ ------------------"'--_."-"_ . revisão de provas Significado / ou Barra de atenção (deve ser colocada."""-----"-~-"""-_..~"--"----. ou<§) ou@ não emendar I Utilizado na margem.e sincdsllsado$ na. ._..• ~X II ou '-... f-----------.Q Suprimir r-._--..-"-."-"-~_.

0~ _--"-.•. colocando no lugar indicado pela seta Alinhar horizontalmente Alinhar verticalmente ~ clr7.- Transpor palavra ou trecho Transpor linha ou linhas.-----_..---------~_.._----- -------_._. Cil) -. palavras ou trecho Suspender letras.. Encerrar letra que se deve mudar (estragada) [ ] I Centrar Correr para a esquerda o ------..-----...1J ~ Correr para a direita Ordenar as linhas Transpor letras ------_..IL Descer letras.-----. palavras ou trecho Recorrer Suprimir espaço Evitar o canal Consultar._. __ Caixa alta-e-baixa Tipo versal-versalete (C II ----"""--" ® C@ (jf) ---------. o D ou ---------_ _------_ _---.~-----.---.. -. há dúvida Espaço fino Vale. não suprimir ou não emendar c? CE S . Caixa alta Caixa baixa B f\J f21.---------~~ou II ÁJJ --------------------------~ ._-------bold Tipo grifo ou itálico Tipo negrito ou Tipo redondo Ver original Transpor linha ou período Abrir parágrafo Quebrar Letra (ou número) elevada Letra (ou número) abaixada ~ou([.j?) 0!uL) ------~uJV --- ----- ---"-~--- l-J ..Q" "[ II / ~ ? . Tipo empastelado .148 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 149 # ~ Abrir espaço Unir ----~-.--_.J -~--.

---. editor ãdTlt:-~ã(nittêrain) .. (circa) capo por volta de (usa-se para datas aproximadas) gloss.----~_..--. enc .----------·--'ãnotado--'-'---------.--._-- ib.apcSgrafo(cópia de manuscrito) .. na mesma obra (evita a repetição do nome da obra em notas sucessivas) o mesmo autor a do nome do autor em notas sucessivas) ante pos .et aliae = e outras. bibliogr. abreviação A.. corrigido ·compare-0preferíve1 cf. facs.:. et alia = e outro em e fac-símile.150 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 151 Principais termos usados em bibliologia corr.----------""--documento ----"---------------------doutoramento edição. / ibidem ! comp-:--·---------- '--coleção. cp.---_. autor autores -. junto a (o termo é empregado para designar uma referência a terceiro. fac-similar.cor. ap. -_.e. -aaãptação ..... ""_"" "1__ -. referido por.__ glossário a mesma obra.abreviatura. -ao'p~dã'-Tétra---- ed. fase. __ '"' .:~a-----"---'--·--------compiTãdor ----------.----~. assim fulano apud beltrano.--------.--. et e outros (n~ferirld(). / ibid.ampIrado -'"--------"""'--anot. / apud _. i.coordenador---- em T .. segundo fulano. et seqs..) Abreviatura I termo dir. e estou(amos) citando fulano via citação de beltrano) """"_"_. fac·similado fascículo et pas. bibliografia c. diretor ---'"'-.a peSSClaS .--·coêírdenaçao.. beltrano citou fulano." " . direção.. compare ções não ---------"textuais) compare antes compare .----. aum.

letra por-letra. refundo rem reto rev. adiante [llltrõdUÇã-o----------ip. página(s) 1.. v. de frente (opõese a verso) se. .--~~-~ . na palavra (usa-se quando não se cita a página da publicação. ed. p.--------.---aq--u-·--i--e--=--i:i pubr--· .n. tab. (ipsis verbis-)---liv. traduzido.f"E-:------ N~ --.._. ref.. a saber. trad . tradutor vide ~-:-~-:-~-a~~_in_--=-_..---.---~-----------------"---referência refundido remissivo a página ímpar. / Mss / Mss. (opus citatum) -""----_.."".v.. (scilicet) S.-melhorado manus~rito(sr-- rec. q._ -.ota do editor (ou do ~ditorado~Y -'-not-ã do redator (o~d~ redação<:'~ do revisor) N":T.obra citada (é preferível op..-iMs:-/-----' mss / mss.152 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 153 in-fine in-f':' (in-folio)·-------- no fim em folhas (tratando-se de códices manuscritos) abaixo._.. ~ constam o local._-I _. publicação ---. ---'""---'"----""-----'" recensão . ~-~rrn-7 Ivf.-i:-:-~-S-_i~---g-a-r~e--.d-u-to-r--·.) obra citada organ{zaçãO:-orgm.---.--_.t.----"-" op. sob o verbete. ob. .·d~-tr-. cit. textualmente livro livraria (no) lugar citado . oúNJ3-:-(ilota" bene) ]. livro ou livro loco cit. orgs. n. quer dizer. .:G'ado~ orgã-= nizador organizadores -_._~_ --l-o -::-::~.--._--""""~--"----. (quod vide) que se veja ----------------------T ver comumente em publicações de língua inglesa) . (ipsis litteris) ip:-v.--._. tabela tradução.:ot. ._-----------org. cit. / MSS / MSS. mas o verbete) ii~h..-----. subentende-se na consta a casa publicadora (é preferível s. lit. cit.C. literalmente .. (loco(us) citato(us» melh.. sem notas ..-----·_-·_-----·---r---... o editor e a data de publicação) voce) no verbete. separata __nú_m_e_r_o_( s_) _o~~~_a.p. / MS / MS. nota do autor note _ s.

aout sept. ago. INGLÊS ALEMÃO January February March April May June July August September October November December Jan. .. novo déc.. g ps i capa gama P dzeta CSI epsilo pl th X teta nl ou (dz) ks) slgmabetas (cs._----.eta b tau o ômicron rô d t ch. jul. Sept. Sept._-"---". oct. ípsilonqUI ômega XI Denominação delta lambda r. Januar Februar Mãrz April Mai Juni Juli August September Oktober November Dezember Jan. ago._-" . mago . mai .'-_ . Nov. novo dez. Mar.. . o f/! T 'Ir )( v lJ À (X tç w X 'P p a.._""A T <I> Li N P Z B O '!t M K H I: X E A enero febrero marzo abril mayo junio julio agosto setiembre. janvier février mars avril mai . jum juil. novo dic. Okt. gmgno giuglio agosto settembre ottobre novembre decembre. Feb. . Oct. ago.. I Alfabeto ITALIANO FRANCÊS gennaio febbraio marzo aprile maggio . set. mar. . set.~-. •._--. / dic. mars avr. jul.~ {3 'Y ~ 1/..~ml n m alfak iota e rhkh fi -""---"""-"---"-_. Marz Apr. giugl. May June July Aug. gmg. maio jun.. mar. fév. Dec. novo dec. ott. oct. abro mayo jun. Ió J1.. septiembre octu bre noviembre diciembre II 8 I r T ene._.Apêndices 155 meses PORTUGUÊS janeiro fevereiro março abril maio junho julho agosto setembro outubro novembro dezembro jan. apr.----. feb.-""_ .". Mai Juni Juli Aug. y z ph PSI a . Nov.---"""". out. mar. abr. fev. set. TI Letra grega "-.". dicembre gen.._----_Q . feb... ESPANHOL ---. jum juillet aout septembre octobre novembre décembre jan. .. Apr... Feb. Dez.I e.""".

outros registros: Ahmósis. outros registros: Ájax. outro registro: Adém Ádige. Respeitar ao máximo as formas tradicionais e correntes no Brasil. outro nome da antiga Repú blica Federal da Alemanha Alemanha Oriental. ilhas de SP e da Guiné Alcibíades Alemanha Alemanha Ocidental. v. Agamenão Ahmed. em francês: Algérie Argentina Ari Ariadne. v. v. tm árabe: AI-Djazã'ir. v. v. regiões. atual Iêmen Arábia Saudita Aragão. Aleútes Algeciras AI Kuwait. ou mesmo nos locais de origem. dos nomes aportuguesados ou não-aportuguesados e daqueles que provêm de línguas que não utilizam o alfabeto latino como base de escrita. outro registro: AlIeghanys Alphaville Alphonsus de Guimaraens Alsácia Alsácia. rio Amenófis Amesterdão. Além disso. Ajaz Ákaba. em francês: Anvers. rios . outro registro: Abadan Abaeté Aberdeen Abidjan Abilene Abissínia. no Brasil Amambay. cidades. forma paralela: Andrade Andrade. v.Lorena Altai Alto Volta. Ancara Antananarivo Antártico Antártida Antígua Antígua e Barbuda Antuérpia. Alcácer Quibir Alcatraz. museus. outros registros: Agamêmnon.. Ahmés Amoy Amsterdã Amur Ancara Anchorage Andaluzia. em francês: Alger Argélia. outros registros: Aleútas. outro nome da antiga República Democrática Alemã Além-Paraíba Alenquer Alentejo Alepo Aleutas. Amósis Aída Aiuruoca Aix-en-Provence Ajax. outro registro: Agha Khan Agamenon..156 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 157 Alasca Albânia Albany Albion. aportuguesamento AndalucÍa Andaraí Anderlecht Andorra Andorra Ia Vella de Aladino . ao ocorrer mais de uma forma para um mesmo nome. Mas o grosso é constituído de nomes de países. atual Etiópia Abraão. históricas. v. v. Antuérpia Apalaches Aparecida d'Oeste Aneninos A~ia Arábia Arábia do Sul. Açaí de Anvers A Aarão Abadã. foi o critério principal observado para registrar a grafia dos nomes portugueses. Ailahabad capital do Kuwait Andrada. v. Tonga Amílcar Amósis. bairros. v. Aarão Ararat. Arkansas Ardenas. Consoante o critério exposto. outro registro: Abrão Abruzos Abu Dhabi Abuquir Abu Zabi. Ácaba Akhenaton Alá Aladim. outro registro: Ararigbóia Arcansas. aportuguesamento de Ardennes Areiópolis Arezzo Argel. mares. outro registro: Amede Ahmés. v. Auvergne Ascoli Ascot Asdrúbal Asmara Assaí. cf. forma paralela: Andrada Andréia (português). fazem-se remissivas para a forma que deve ser empregada. no Paraguai Amarelo (ou Huang-ho). Abu Dhabi Ácaba Açaí Acaraú Áccio Acra Áden. outro registro: Arará Araribóia. atual Burkina Aluísio. nome dado à Grã-Bretanha na Antiguidade Este vocabulário inclui nomes de pessoas que costumam apresentar dificuldades ortográficas e se estende a personagens literárias. aportuguesamento Antwerpen. outro registro: Aloísio Álvares Florence Amã Amambaí. outro registro: Ariadna Arkansas Armagnac Armênia Arsene Lupin Artaxcrxes Aflur Aruba Arvérnia. Andrea (italiano) Andrômaca Andrômeda Angola Angoulême Angstrôm Anhangücra Ankara. Amsterdã Amigos (ilhas dos). ilha dos EUA Alcatrazes. palácios. há um registro histórico de topônimos que devem ser usados segundo o contexto. templos. aportuguesamento de Adige Adis-Abeba Adonias Adônis Afeganistão África Branca África do Sul África Equatorial Francesa África Negra África Ocidental Francesa Agadir Aga Khan. mitológicas e nomes peculiares em geral. aportuguesamento de Aragón Aranjuez Arão.

forma vâlida também para alfabeto braile) Brandemburgo Brás. Assuão de Asunción Assunção. Camboriú Baltimore C/. em alemão: Brünn Brodowski. bairro de Nova York Bruges. cidade de SP. cidade dos EUA Baviera. outro registro: Benim Benjamim Benvindo Bérgamo . v. Brodóvisque Brooklin. nome oficial: Krung Thep. Bhopal Boracéia Bordéus. em neerlandês: Brugge Brunei Brunn. em inglês: Bu. Brno Brunswick. rio do PR Bombaim Bon. cidade do Rj. em espanhol: Vizcaya Bismarck Bissau Bizâncio. Baraine. v. outro registro: Bagdad Bagé. Butão Butantã Butão ou Yang'tse). cf. forma usual. em alemão: Braunschweig Bruxelas. Beluchistão Bamako. outro registro: Bandoeng Bangcoc. v. antigo Daomé.rma. cidade da Alemanha Bopal. forma usual. bairros de São Paulo Brooklyn. atual Mianma Birmingham Biscaia.158 Assam Assuã. v. em alemão: Bayern Bayeux Bayonne Bayreuth Béarn Behring. Bering Beijin. Bom (1) Bonn. v. antiga Honduras Belmopán Beluchistão Bergen Bering Berkeley Berkshire Berlim Bermudas Berna. v. represa de SP Birigüi Biritiba. cabo da Tunísia Bom (2). outro registro: Bamaco Banabuiú Bandar Seri Begawan Bandung. Caxemira Bengasi Benguela Benin.Mirim Birkenau. outra forma de transcrição de Pequim Beirute Beja Belfast Bélgica Belgrado Belize. cidade de SP Bagatelle Bagdá. outros registros: Bahrain. antigo nome de Jacarta Batista Baton Rouge. Britânica c Cabo Frio. em alemão: Pressburg Brazzaville Brejnev Bremen Brescia Breslau. outro registro: Bálcãs Bali Balneário de Camboriú. Verde (1) Cabreúva. Bahrein Bari Barra do Bugres Barra do Garças Barranquilla Barros Cassal Basiléia. Basra Batava. outro registro: Bangkok Bangladesh. Wroclaw Bridgetown Brisbane Bristol Brno. em romeno: Bucuresti Buchanan Buckingham. aportuguesammto: Avinhão Ayacucho Azerbaijão. Frio Cabo Verde. e hoje B Baamas. em alemão: Bern Besançon Betim Betsabé Bhopal Biarritz Bielo-Rússia (ou Rússia Branca) Bien Hoa Bikini Bilbao.Terre Bassara. em francês: Bordeaux Borghese. outro registro: Barão de Cotejipe Barba-Azul Barbados Barbosa Barbuda Bareio. antigo Alto Volta Burma. palácio Borgia Borgonha Bornéu Borrazópolis Bósforo Bósnia-Herzegovina Boston Botswana. outro registro: Azerbajã Azov Azul (Yang-tse-kiang rIO o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 159 Baluchistão. bairro de São Paulo Brás Cubas Brasil Brasília Bratislava. antigo Paquistão Oriental Bangui Banjul Barão de Cotegipe. outros registros: Brodósqui. v. em alemão: Osterreich Áustria-Hungria Auvergne Avellaneda Avcrróis Avicena Avignon. palácio Budapeste Buenos Aires Buffalo Buffalo Bill Bujumbura Bukharin Bulawayo Bulgária. em búlgaro: Balgarija Buri Burkina. v. v. v. outro registro: Cabriúva Cabul Cachemira. aportuguesammto Astracã Astúrias Atenas Atlantic City Atlântico Atlântida Auckland Augsburgo Auschwitz Austrália Áustria. C/. outro registro: Bilbau Billings. v. depois Constantinopla Istambul Boêmia Bofete Bogotá Bolívar Bolívia Bolonha Bom (1). v. Bajé Bahamas Bahia BahÍa Blanca Bahrein. Birmânia Burundi Butã. Butan. Bahamas Babi Yar Bacon Badajoz Baden Baden-Baden Bady Bassit. Baraine Bairiki Bajé Baku Bakunin Balcãs. outros registros: Assuan. em francês: Bâle. em alemão: Basel Basra Basse. em polonês Brzezinka Birmânia. v. país e ilhas. em neerlandês: Brussel Buaquê Bucareste. outro registro: Botsuana Braille (deste nome provém o substantivo comum braile. Barein. antigo nome dos Países Baixos Batávia.

cidade do PR Cnosso. em dinamarquês: K~benhavn. v. residência do presidente dos EUA Casanova Casaquistão Cascais Casimiro Cássia Castel Gandolfo Castilho Castres Castries Cataguases Catai. aportuguesamento: Córdova Caréia do Norte Coréia do Sul Carfu Corinto Cork Cornualha Correia (português). em italiano: Calabria Calais. atual Sri Lanka Centro-Africana. Tcheco-Eslováquia Chelsea. palácio Cha-mo. capital da República Dominicana I I Civitavecchia Clarisse (mas: Clarice Lispector) Cleveland. Carlos Magno (ou Carlos I. forma usual. v. v. Kõnigsberg Connecticut Conselheiro Lafaiete Constantinopla. Balneário de Camboriú Cambridge Camerum. grafia preferivel a Singapura Cipião Circássia Cirene Ciudad Trujillo. em alemão: Koblenz Cocais Cochabamba Cochinchina Codajás Cognac Coliseu. outro registro: Tcheu Ngen-lai Chuí. Camarões Camocim Campânia. Apêndices 161 Cachoeiro de Itapemirim Cádiz Cagliari Caiabu Caiena Caifás Caim Cairo. Chandragupta Cannes Canossa Cansas. anfiteatro de Roma Colombey-les. v. em italiano: Campania Campoformio Campos do Jordão Campos Elísios Campos Novos Paulista Canaã Canadá Cananéia Canaveral. v. outros registros: Calicut. v. antiga Bizâncio e hoje Istambul Copenhague. outro registro: Cotejipe Cotia. Côte d'Or Costa do Marfim Costa do Ouro. Calecut Califórnia Calígula Callao Camaçari Camagüey Camapuã Camaquã Camarões Camberra Camboja. forma usual Churchill Cianorte Cíclades Cidade do Cabo Cidade Gaúcha Cienfuegos Cincinnati Cingapura. v. outro registro: Corse Cortina d'Ampezzo Cosenza Costa de Ouro. o Grande) Cármen Carnac Carolina do Norte Carolina do Sul Carson City Cartagena Cartago Cartum Casablanca. v. outro registro: Candragupta Chang Kai-chek Chan-tung. Katmandu Caucásia Cáucaso Cawnpore. C/.Deux-Églises Colômbia Colombo Colón Colônia. v. v. v. Karachi Carcassonne Cardiff Cardoso Catalunha. Kanpur Caxambu Caxemira Ceilão. Cognac Conisberga. Gobi Champagne. atual Zaire Congo Kinshasa. Sharjah Charente Chat al-Arab Châteauneuf-du-Pape Checoslováquia. Zaire Conhaque. v. em catalão: Catalui'ia Catânia Catanzaro Catar Catmandu. antigo nome de São Domingos. em alemão: Kõln Cólquida Colúmbia Comores Comunidade de Estados Independentes. República Centro-Africana Centro-Oeste César Ceuta Chaco Chade Chaillot. antiga União Soviética Conacri Concepción Confederação Hclvética. aportuguesamento: Champanha Champs. Canterbury Capibaribe. v. bairro de Londres Cherazade. atual Gana Costa del Sol Costa Rica Côte d'Azur Côte d'Émeraude Côte d'Or. v. outro registro: Chan-tong Chapecó Chapultepec Chardja. C/. noT7U dado Média à China na Idade Kansas Cantão Canterbury. v. Suíça Congo Congo Belga.160 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO . atual cabo Kennedy Canberra.E1ysées Chandragupta. v. cidade da França Calcutá Cali Calicute. em árabe: Dar el-Beida Casa Branca (I). Camberra Candragupta. departamento da França Cotegipe. outro registro: Cutia Cotonu Cotopaxi Cotrim Coventry Covilhã Coxim . outro registro: Capiberibe Capri Cápua Caracas Carachi. Xarazade Cherburgo Chernobyl Chesapeake Chesterfield Chianti Chiclayo Chihuahua Chile Chimborazo China Chipre Chittagong Chongjin Chu En-lai. em árabe: Al-Qahira Cajobi Calábria. forma usual. Correa (espanhol) Corrientes Córsega. aportuguesamento: Copenhaga Córdoba. outro registro: Cnossos Coari Coblença. em português: Cantuária Cantuária. cidadL de SP Casa Branca (2). cidade dos EUA Clevelândia. v. v. outro registro: Cambodja Camboriú.

v. em italiano: Durazzo Düsseldorf. cJ. Dacar . Heidelberg Edimburgo. v. outro registro: Djibouti Dnieper Dniester Dodoma Doha Dolcinópolis Dominicana. ou Depranum. Ekaterinburg Echaporã Ecuador. cidade e lago dos EUA. aportuguesamento: Delauare Delfim Deng Xiao Ping. formo. Cotia Cuzco D Daca Dacar Dacca. em inglês: Scotland Eslavônia Eslováquia Eslovênia Esmirna. Stalingrado. Izmir Espanha Espinosa. Florença Flandres Florença. cJ. República Dominicana Dom Quixote Don Donetsk Dóris Dortmund Dostoievski Dourado. estreito e peninsula dos EUA FlorÍnea . Crisna Croácia Cro-Magnon Cuautémoc (ou GuatimozÍn) Cuba Cúcuta Cuenca Cupido Curdistão Cusco. Dnieper Diniester. aportuguesamento: Danzig. Dniester DionÍsio. DionÍsio Djalma Djedda. Danzigue Daomé. atual Volgogrado Ester Estêvão Estocolmo Estônia Estrasburgo. antiga AbissÍnia Eton EurÍpides Eusébio Everest Évora Exaporã. Vedo. Dakota do Norte Dakota do Sul Dallas Dalmácia Damasco Dâmocles Da Nang Dantzig. outro registro: Erechim Erfurt Erie. v. v. cJ. Jedda Djibuti. outros registros: Khrisna. outro registro sem uso no Brasil: Davide David Canabarro. Daca Dachau Dacota. outro registro: Isabel II EI Paso El Salvador Emaús Embu. outro registro: Faisal Fairbanks Fa1k1and(ou Malvinas) Famagusta Farnese. v. v. v. Equador Edelberga. cJ. outro registro: Fidji Filadélfia (I). cidade do RS Debreczen Delaware. palácio Faruk Fédon Fedra Félix Fez Fiji. Stuttgart Etiópia. em polonês: Krakow Crateús Cremona Criciúma Criméia Crisna. Ifigênia Efraim Egeu Egito Eilat Eindhoven Eire. nome anterior do Benin Dar Es-Salaam (ou Dar Es-Salam) Darfur Darmstadt Dartmouth Davao Davi (ou David). v. palácio e museu Eros Escócia. outro registro: Dublim Duha. v. Doha Dulcinéia Duluth Dundee Dunkerque. v. v. em inglês: Philadelphia Filinto Filipe Filipinas Finlândia. CrÍxena Crisóstomo Cristiano Cristóvão Crixás CrÍxena. aportuguesamento: Dusseldórfia East London Ecaterimburgo. antigo nome de Tóquio Éfeso Efigênia. Teng Hsiao-ping Denver Derby Descalvado Des Moines Detroit Devonshire Dibay. v. em espanhol: Ecuador Erexim. cidade de SP Dourados. estado. Estalinegrado. v. Dakota Daguestão Dakar. v. v. nome alemão de Gdansk. v. palácio Elizabeth lI. cidade dos EUA. aportuguesamento: Dunquerque Durazzo.162 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 163 E Cracóvia. v. outro registro: Imbuguaçu Emirados Árabes Unidos Enéias Entebe Entre-Douro Entre-Rios Epsom Equador. em italiano: Firenze Florida. aportuguesamento: Dôver Drépano. cidade e departamento do Uruguai Flórida. Eire Ermelindo Ermitage. v. th. cidade de GO Filadélfia (2). em finês: Suomi Firenze. Dubai Dien Bien Phu Díli Dinamarca. Trapani Dresden Duas Sicílias Dubai Dublin. em inglês: Edinburgh Edmonton Edo. Cuzco Cutia. v. Durres Durban Durres. outro registro: Imbu Embu-Guaçu. v. outro nome da Irlanda. Isabel Eliseu. Erie Eisenach Ekaterinburg El-Alamein Elath. v. Spinoza Ésquilo Essen Essex Esslingen Estados Unidos da América Estalingrado. v. cidade do MS Douro Dover. v. v. usual. em francês: Strasbourg Estremadura Estugarda. Dioniso Dioniso (deus grego). forma usual. v. Echaporã Exu Ezequiel F Fahrenheit Faiçal. em dinamarquês: Danmark Dinieper. v. Eilat Elche Elisa Elisabeth ou Elizabeth. v.

v. estado dos EUA Geórgia (2). em português: Gotemburgo Gouveia Grã-Bretanha. Taiwan Fon-de-France. atual Nijni-Novgorod Gõteberg. outro registro: Gandavo Gandhi Ganges Garanhuns Garibaldi Harare. Cabo Frio FrÍsia. outros registros: Gêngis-Cã. antiga Fort-Royal Fon Knox Fort Wonh Foz do Iguaçu Fra Angelico Fra Diavolo Fraiburgo. antropônimo Gorki (2). em neerlandês e alemão: Frieslancl Friuli Fróis Fujaira. Genebra Gêngis Khan. atual Honshu Honduras Honduras Britânica. em grego: Hellas Greenwich Greenwich Village Grenoble Grimm Groenlândia Gstaad Guadalupe Guaiaquil. antigd Yeso Holanda HolguÍn Hollywood Homs Hondo. antropônimo Ho Chi Minh (2). Hindustão. Suriname Guiana Inglesa. v. aportuguesamento: Hanôver Hanói Harar (ou Harrar). Hornos Hortênsia Houston Hua Kuo-feng Huang-ho (ou Amarelo). Hiro-Hito Hiroxima. cabo. designa inúmeros topônimos Grande Oceano.164 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices - . País de Gales Galícia. em Jlamengo: Gent Gândavo. v. v. atual Belize Hong Kong Honiara Honolulu Honshu. v. região da Europa central Galileu Galiza. Friburgo Friburgo. v. a Escócia e o País de GIiles constituem a Grã-Bretanha da do Gâmbia Gana. ou Cha-mo Goio-Erê Góis Golan Gondwana Gorbachev Gorki (I). Gengiscão Gênova Georgetown Geórgia (I). república Gérson Gettysburg Ghana. v. em francês: Geneve Genesaré. Guiana Guilherme Tell Guiné Guiné. antiga Saigon Hodeida Hokkaido. nome bíblico do lago de TiberÍade ou mar da Galiléia Geneve.l§. em alemão: Freiburg. em espanhol: Galicia. outro registro: de H Haarlem. antiga Guiana Inglesa Guiana Francesa Guiana Holandesa. Gana Gibraltar Gironda Gizé Glasgow Gloucester Goa Gobi. Hiroshima Hispaniola. v. antiga Hondo Horn. em holandês: Den Haag Haiderabade. em alemão: Dantzig Geiger Genebra. cidade de se França Frankenstein Frankfun. Hyderabad Haifa Haiphong Haiti Halifax Halle Hamá Hamburgo Hamilton Hamlet Hamurabi Hannover. v. nome oficial: Reino Unido da Grã-Bretanha e da Irlanda do Norte. v. Gizé Gulliver Gutenberg Guzolândia Harpias Hastings HavaÍ. outro registro: Fudjaira Fuji-Yama (ou Fuji-San). Indostão HiroÍto. outro registro: Helsinki Helvécia Helvética (Confederação). Harlem Haia. cidade dos Países Baixos. bairro Haarlem Harpagão do Zimbabwe de Nova York. v. Pusan G Gabão Gabarone Galápagos Gales.§ Fontainebleau Formosa. v. Guayaquil Guam Guantánamo Guarani d'Oeste Guarantã Guatemala GuatimozÍn (ou Cuautémoc) Guayaquil Guernica Guiana. região Espanha Garonne Gasconha. aportuguesamento: Francforte. Francoforte Frascati Freetown Freiburg. Granada Grand Canyon Grande.. Suíça Henry Borden. antiga Guiné Espanhola Guipúzcoa Guizé. nome pn·mitivo da ilha Haiti Hispano-América Ho Chi Minh (I). v. FrÍsia FrÍgia Frio. cidade da Etiópia cf. usina hidrelétrica de SP Hermes Himalaia Hindostão. rIO Hudson Hué Humberto Hungria Huron Hyde Park Hyderabad Hyeres . c/. capital Harlem. antiga Costa do Ouro Gand. c/. antiga denominação Pacífico Graz Grécia. em francês: Gascogne Gauss Gaza Gdansk. outros registros: Hirohito. v. outros registros: Horne. A Inglaterra. aportuguesamento: Fujiama Fukuoka Fukushima Fukuyama Fürstenberg Fusan.Bissau Guiné Equatorial. em inglês e francês: Fribourg Friesland. antigas ilhas Sandwich Havana Havre Hedjaz Heidelberg Hélade Helena Heloísa Helsinque.

Quilimanjaro Kimberley Kingston Kingstown Kinshasa. Catar Katmandu Kennedy (I). Quioto Kiribati Kobe Kõnigsberg. em italiano: Imola Índia. v. Cabul Kalahari Kaliningrado. outro registro: Ireneu Itaquatiara Itajaí-Açu Itália Itanhaém Itapecerica Itapicuru Itapuã Itaquaquecetuba Itaúna Ituverava lucatã. outro registro: Irak Irazú. Qom Kuwait Kyoto. forma usual. cidade de SP Ilhéus Illimani Illinois. forma usual. Chang Kai-chek jiparaná jó. Cracóvia. Bangcoc Kuala Lumpur Kubitschek Kum. vulcão da Costa Rica Irecê Irineu. v. Calicute Krakatoa. v. aportuguesamento: Ilinóis Imbu. cJ. v. v. v. em alemão: Jena lepê lfigênia Igaraçu 19uaçu Ijuí Ijuiguaçu Ildefonso Ilhabela.Bretanha Isaac. v. república Irlanda do Norte (ou UIster) v. forma Lagos usual para a cidade de SC. outro registro: Iwo Shima Izmir JacksonvilIe Jacuí Jaén Jafé Jaguariaíva Jaipur Jalisco Jamaica Jamestown Jamundá Japão. antes Bizâncio e Constantinopla Ístria Itaboraí Itacoatiara. v. em japonês: Nippon Jaú Jedda. antropônimo Kennedy (2). York lowa Ipauçu Iperoig. atual Kõnigsberg Kampala Kampuchea. antiga lndonésia Batávia. Camboja Kandahar Kanpur. tb. Iugoslávia Jujuy Juneau Juscelino Karachi. Grã. Jidá Jequitinhonha Jeremias Jerez de Ia Frontera jericinó jericó Jerônimo Jerusalém Jiang Jie-shi. v. c/. Camboja Khomeini Khruchtchev Kiev Kigali Kilimanjaro. outro registro: Ispaã Israel Istambul. forma usual do nome da cidade de SC. Iperoí Ipoh Ipuã Iquique Iquitos Irã. outros registros: Djedda. v. Embu-Guaçu Ímola. v. v. antiga Kaliningrado Kozhicode. forma usual. Isaque Isabel Isaías Isaque. antiga Léopoldville Kioto. cidades do Brasil Indiaporã Indochina Indochina Francesa Indonésia Indostão Inês Inglaterra Iocoama lorque. v. v. outro registro: Carachi Karame Karlovy Vary. Joaíma judite Jugoslávia. outros registros: Irkutsk Irlanda. outro registro: Cawnpore Kansas Kansas City L Labrador La Coruna Lages. outro registro: juaíma Jodhpur J ohannesburgo joinvilIe. melhor forma. ouiro registro: Jacarta. outro registro: Iran Irapuã Irapuru Iraque. antigo cabo Canaveral Kensington Kentucky Kenya. ilha Irlanda (ou Eire). mas pouco usual. v. outro registro :Joinvile jordânia Juaíma. Kharkov Kremlin Krishna. v. antiga Pérsia. Isaac Isar Isaura Iscariotes Ischia Iseo Isere Isidoro Islamabad Islândia Ismaília Ispahan. Embu Imbuguaçu. forma usual registro: Kabul. forma usual. em servo-croata: Jugoslavua Ivã Ivone Iwo Jima. Ekaterinburg lêmen lena. Quioto ou K J Jaboatão Jaborandi Jaboticabal. outros registros: Kilimandjaro. v. Quênia Kerenski Kharkov. Críxena Krung Thep. v. outros registros: Isac. lucatão. capital da Iperoígue. em alemão: Carlsbad Karlsbad Karlsruhe Kassel Katar. v. outro registro: Lajes . outro Jabuticabal Jaçanã Jacareacanga. cidade dos EUA Indianópolis. v. Krakow Khartum. em hindi: Bharat Indianápolis. Cartum Khmer. Yucatán Iugoslávia.166 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 167 lacri lansã laundê Ibadã Ibero-América Ibiza Icém Idaho Ickaterinburg. v. v. outro registro: Krakatua Krakow. outro registro: Job Joaíma. Jeddah.

Manchúria Mannheim Mantiqueira Mantova. ilha das Filipinas Lião. outro registro: Maghreb Maharashtra Maiakovski Maine Maine-et. região do Canadá Maurício. Leão Líbano Libéria Líbia Libreville Lídia Lídice Liechtenstein Liege Lille Lilliput. Lião Lecce Lecco Le Corbusier Leeds Leicester Leipzig Lençóis Paulista Lenin Leningrado. v. Magdeburgo Madeira Madeleine Madri. v. London Long Beach Long Island Loreto Los Alamos Los Angeles. outro registro: Lessoto Letônia Leviatã Leyte. v. aportuguesamento: Linguadoque Laocoonte Laore. antiga Niassalândia. Languedoc Linz. C/. em inglês: Muscat Maseru Massachusetts Matanzas Matarazzo Mateus Matias Matozinhos. outros registros: Malmo.168 Apêndices o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 169 Lahore Lâmia Lampedusa Lampião Lancashire Lancaster Landau Landri Sales Languedoc. outro registro: Madagascar Madeburgo. cidade de GO Lvov. C/. atual Bahamas Lucca Lúcifer Luís LuÍsa Luisiânia. Majé Magenta Magreb (~ "o Poente") em árabe: Marhrib. cidade da Austna Lipari Lisboa Listenstaina. Lahore Laos Lao-tse La Paz La Plata La Rioja Larissa La Rochefoucauld Lausanne Leão. v. porto dos EUA Los Ángeles. estreito e cidade da Malásia Málaga. Mântua Mântua. outro registro: Mao Ze Dong Maputo.' em português: Mogúncia Maiorca Mairinque Mairiporã Majé Makalu Malabo Malaca. v. v. em inglês: London. v. cidade de SP Lumiere Lurdes Lusaka Lusitânia Lutero Luxemburgo Luxor Luzia Luziânia. v. forma usual. antiga Lourenço Marques Maquiavel (ou Machiavelli) Mar MaracaÍ Maracaibo Maracay Maragogipe. porto da Espanha MalaÍsia.Loire Mainz. outro registro: Maragojipe Maranon Mar dei Plata Marisa Mármara Marques Marrakech Marrocos Marsala Marselha Marshall (I). em espanhol: Madrid Magdeburgo Magé. Lyon. Liechtenstein Lituânia. C/. outro registro: Loiola Luanda Lublin Lucaias. Malmõ Malta Malvinas (ou Falkland) Manágua Manama Manassés Manchester Manchúria Manco Cápac Mandalay Mandchúria. antigo Sudão Francês Malinovski Malmoe. C/. ilha do Índico Mauritânia Mayagüez Mayenne Mayerling Mayotte Mbabane . forma usual. atual Maputo Louvre. em liluano: Lietuva Liubliana Liverpool Livorno Lob-nor Lodi Lohengrin Loire Loiret Loir-et-Cher Lombardià Lomé London. ilhas Maryland Mascate. atual Kinshasa Lesbos Lesoto. cidade do Chile Lot Lot-et-Garonne Louisiana. Manchúria Manhattan Manhuaçu Manhumirim Manila Manitu Manizales Manjúria. estado dos EUA Lourdes. cidade da França Lourenço Marques. federação da qual participa a Malásia Malasartes Malásia Malawi. v. v. em itatz'ano: Mantova Manuel Manzanillo Maomé Mao Tse-tung. outro registro: Lilipute Lima Limassol Limoges Lincoln Lindóia Lineu Linguadoque. cidade do Canadá. São Petersburgo Léopoldville. outro registro: Matosinhos Matusalém Mauna Kea Maurícia. em alemão: Lemberg Lyallpur Lyon M Maçaranduba Macau Macbeth Machu Picchu Mackenzie MacunaÍma Madagáscar. Londres Londonderry Londres. outro registro: Malavi Maldivas Mali. palácio Loyola. do espanhol León. antropônimo Marshall (2).

outro registro: Nagasáqui Nagoya. cidade do CE (2). Negra Negro outro registro: Mianma. em hebraico: Molek. Mogi-Mirim Moldau. Moscou Moscovo. v. outro registro: Niamei Niassa Niassalândia. em inglês: New Brunswick Novo México. outro registro: Nagóia Nairóbi Namíbia. Montezuma Montmorency Montparnasse Montpellier Montreal Montreux Montserrat Mooca Mopli Morais Morbihan Moroni Nottingham Nova Délhi Nova Escócia Nova Friburgo Nova Inglaterra Nova Iorque. v. outro registro: Mojimirim Mogúncia. cidade do antigo Egito. atual Malawi Nicarágua Nicósia Niemeyer Níger Nigéria Niigata Nijni-Novgorod. cidade dos EUA. forma tradicional. v. cidade do Quênia. outro registro: N eandertal Nebraska Neckar Neemias Nefertite. registra-se também Mombasa Mombuca Mônaco Mõnchengladbach Mongaguá Mongólia Mongólia Interior Moniz. v. em romeno: Moldova Moliere Moloch. antigo Sudoeste Africano Nancy Nanquim. cidade dos EUA Niamey. outro registro: Mogadichu Medici (1). p. Mainz Moisés. Moscou Moselle Moskva. forma usual. em inglês: Moscow. o país e a capital Mezzogiorno. Nova York Ngwane. Memphis Merlim Mesopotâmia Metz Meurthe México. outro registro: Melilha Melquisedeque Mem Memphis. v. cf. Mocteçuma Montgomery Montmartre Moscou. em norueguês: Notre-Dame Norge N Nabucodonosor Nagasaki. outro registro: Moloque Molucas Mombaça Mombaça (1). outro registro: Moji das Cruzes Mogi-Guaçu. Mossoró Moctezuma. v. Medellín Mogadíscio. Mogi das Cruzes Mojiguaçu. provincia da Irlanda Múrcia Muriaé Murmansk Mururoa Muzambinho Nélson. v. N eanderthal. aportuguesamento: Mississípi Missouri Mitchell Moçambique Moçoró. Mekong em italiano: Mogadiscio.170 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 171 McKinley Mecejana Mecom. cidade da Alemanha Munster. v. Jamundá Nhandeara Niágara Niagara Falls. forma tradicional. equivalente do italiano Medici Mediterrâneo Mefistófeles Mekong Melanésia Melbourne Melilla. v. rio. Mogi das Cruzes. as regiões meridionais Itália ( ~ "Meio-Dia") da cf. forma usual Montenegro Monterrey Montevidéu. Moscova Moscava. antiga Gorki (2) Nilo Nímes Nínive Nioaque Nipoã Niterói Norfolk Normandia Northampton Northumberland Noruega. v. 55) Nepal Ness Neuchâtel Neva Newark Newcastle New York. outro registro Miriam (oxítono) Miskolc Mississippi. em espanhol: Menorca Minsk Miquelon Miquerinos. outro registro: Mikerinos Mira Estrela Mirallores. Moctezuma. palácio Médicis. em inglês: New York Nova Zelândia Novgorod Novi Ligure Novo Brunswick. outro rq:istro: Moscovo. cidade do MA Novais Nova Lusitânia Nova York. Mênfis Mendoza. cf. v. em alemão: München Muniz Münster. antiga Birmânia Michigan Middlesex Middleton Milão Milwaukee Mindanao Minneapolis Minnesota Minorca. em inglês: New Mexico Numéia em alemão: Nürnberg Nuremberg. Mecão. forma equivalente do inglês Nelson (v. em espanhol: Montevideo outros registros: Montezuma. outro registro: Mojiguaçu Mogi-Mirim. Nefertíti . antropônimo Medici (2). Muniz Monroe Monróvia Montana Monte Carlo Monte Cassino Monte Mor. Moscou Mossoró. em russo: Moskva. cidade da Argentina Menelau Meneses Mênfis. outro registro: Nanking Nantes Nápoles Narbonne Narvik Nashville Nassau Nauru Navarra Navas de Tolosa Nazaré Nazianzeno antiga Fort-Lamy N'Djamena. em hebraico: Mosché Moji das Cruzes. também Mosul Mount Vernon Münchhausen Mundaú Munique. mosteiro Mirassol Míriam. v. v. outro registro: Moçoró Mossul. Mogi-Guaçu Mojimirim. Vltava Moldávia. Suazilândia Nhamundá. cf. v. forma tradicional.

bairro de Berlim Panteon. cidade do PR Paranapuã Paranoá Parapuã Paraty. cidade da Argentina Posêidon Potomac PotosÍ Potsdam Poznan. p Pã Pacífico. antropônimo outro registro: e topônimo . antigamente Pilsen Pncim Penh. em polonês: Polska Pomerânia Pomerode Pompadour PongaÍ Ponta Porã Port Elizabeth Portland Port-Louis Port Moresby Port of Spain Porto Novo Porto Príncipe Porto Rico. em espanhol: Puerto Rico Port Said Portsmouth Portugal Posadas. cidade dos EUA Piacenza PiauÍ Piccadilly. Pyongyang Piraçununga. hoje Irã Perth Peru Perúgia. Pionguiangue. v. templo de Roma Panthéon. em italiano: Perugia Peruíbe Peshawar Pessanha. em tcheco: Praha Praia. outro registro: Pnom Penh Phoenix. Orinoco Orfeu Orindiúva Orinoco Orléans Ormuz Orós Oruro Osaka Oscar Bressane Oséias Osijek OsÍris Oslo Osório Óstia Ostrava Osvaldo Otelo Pessanha Pedro Juan Caballero Peenemünde Penafiel. outro registro: Partenão Pasadena. outro registro: Omdurman Ontário Orã Orange Órcades. v. templo de Atenas. Magreb Pointe-Noire Poitiers Polinésia Polinésia Francesa Polônia. em polonês: Odra Offenbach Ohio Oiapoque Oise Oka Okayama Okinawa OkIahoma Oldemburgo OIÍmpia. v. cidade do Uruguai. cf. Oxóssi Oxum aportuguesamento: Oxônia Paulínia Pavia Paysandú. outros registros: Petach-Tikva. monumento de Paris Papeete Papua-Nova Guiné Paquistão Paquistão Oriental. ilhas da Indonésia Óbidos Ocauçu Oceania. pensador Provença Prudhomme. v. avenida de Londres Piemonte Pieongyang.172 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 173 o Oahu OakIand Ob. Pirassununga PirajuÍ Piranji Pirassununga. outro registro: Parati Pariquera-Açu Paris Páris (mitologia) Parnaso Partenon. cidade dos EUA Pasárgada. v. paúúio Pittsburgh Plutão Plymouth Plzen. v. Phnom Penh Poá Poente. cidade da Espanha Pendjab Pensilvânia Pequim. pintor Prússia. Peçanha Petah Tigva. cidades do Peloponeso e de SP Ottawa Oxford. cf. v. antigo Grande Oceano Padova. v. Paysandú Pais País de Gales Países Baixos. cidade do PR. antiga cidade da Pirsia Patagônia Patan Pati do Alferes Olympia. v. o mesmo que Atlântico Odense Óder. outro registro: Oceânia Oceano. em alemão: Posen Praga. Pádua Pádua. São Petersburgo Philadelphia. v. atual Bangladesh Paraguaçu Paraguaçu Paulista Paraguai Paramaribo Paranacity. Petach Tikivah Petrogrado. outro registro: Obi Oberhausen Obi. cidade dos EUA Omã Omaha Ondurmã. personagem Prud'Hon. Filadélfia (2) Phnom Penh. cidade de Portugal Pefiafiel. Paiçandu Pearl Harbor Peçanha (mas: Camilo Pessanha). forma usual. outra forma de transcrição: Beijin Pérgamo Peri Périgord Perm Pero Perpignam Perseu Pérsia. v. em italiano: Padova Paiçandu. Paysandú Pajeú Palma de Maiorca Palmeira d'Oeste Panamá Pandora Pangloss Pankow. Plzen Piltdown Pinar dei RÍo Pin-Kiang Piongiang. em neerlandês: Nederland Paissandu. Pyongyang Pigmalião Pilsen. outro registro: Piraçununga Pireneus Pireu Pisa Pistóia. capital do Cabo Verde Presidente Venceslau Pretória PrÍamo Princesa Isabel Princeton Priscila Prokofiev Proudhon. em inglês: Orkney Oregon Orenoco. golfo e rio da Sibiria. em alemão: Preussen Prússia Ocidental . forma usual. em italiano: Pistoia Pitigrilli Pitti. v. forma usual.

174

o

LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO

E REVISÃO

Apêndices

175

Prússia Oriental Prússia Renana, v. Renânia Psiquê Ptolomeu, outro registro; Ptolemeu Puerto Montt Punaca Punta Arenas Punta del Este Pusan, em japonês: Fusan; porto da
Coréia do Sul

Ramsés Rangum, outro registro: Rangoon Raquel Ras a1-Khayma Ratisbona, em alemão: Regensburg Ravena, tm italiano: Ravenna Ravensbrück Rebeca Rebelo, variante de Rabelo e forma mais
usual

Putifar Puy-de-Dôme Pyongyang, outros registros: Pieongyang, Piongiang, Pionguiangue Pyrénées, departamento da França

Q
Qatar, v. Catar Qom, outros registros: Kum, Qum Quaraí Quartier Latin, bairro de Paris Quasímodo Quatá Quebec Quebrangulo Quéfren
Queirós, antropônimo Queiroz, forma usual para designar cidade de SP

Quênia Quéops, tambbn Quéope Querétaro Quilimanjaro, v. Kilimanjaro Quioto
Quirguízia,
outro registro:

Quirguizistão Quito Quixeramobim Qum, o. Qom

Recife Recklinghausen Recôncavo Regensburg, v. Ratisbona Rembrandt Renânia, em alemão: Rheinland Renânia do Norte-Vestefália, em alemão: Nordrhein-Westfalen Renânia- Palatinado, em alemão: Rheinland- pfalz Rennes República Centro-Africana República Dominicana Resence Retz Reval, Revel, v. Tallin Reykjavik, outro registro; Reikjavik Rhode Island, estado dos EUA; cf. Rodes Rhône (I), v. Ródano Rhône (2), departamento da França Riad, outro registro: Riyad Riccard, palácio Richelieu Richmond Rifaina Rimini Rívoli, em italiano: Rivoli Riyad, v. Riad Robin Hood Rochdale Rochester Ródano, em francês: Rhône (rio da
Suíça e da França)

Rondon Roosevelt Roraima Roseta, em árabe: Rachid Roterdã, outro registro: Rotterdam Rothschild Rouen, aportuguesamento: Ruão Ruanda Rubiácea Rubinéia Ruhr Rumânia, v. Romênia Rússia Rússia Branca (ou Bielo-Rússia) Ryukyu

San Cristóbal, topônimos da América
Latina

s
Saara Saara Espanhol, nome anterior do antigo Saara Ocidental Sabá Sabadell Saida, cidade do Líbano, antiga Sídon Saigon, atual Ho Chi Minh Saint-Denis, cidade da ilhn Reunião Saint George, canal que liga o mar da
Irlanda ao Atlántico

R

Rabat Rabelo, variante: Rebelo, forma mais
usual

Rachmaninoff Rafard

Rodes, ilhn e cidade da Grécia; cf. Rhode Island Rodésia do Norte, atual Zâmbia Rodésia do Sul, atual Zimbabwe Rodez, cidade da França Roma România, área de civilização latina ou de línguas românicas; cj. Romênia Romênia; cf. România Romeu

Saint George's, capital de Granada Saint-Germain-des- Pres Saint John's, capital de Antígua Saint Louis, cidade dos EUA Saint-Louis, cidade do Senegal Saint Paul, cidade dos EUA Saint Petersburg, cidade dos EUA Saint- Pierre-et- Miquelon Saint-Tropez Sakharov Salem Salisbury Salmorão Salomão Salonica (ní), tambbn Tessalonica Salt Lake City Salzburgo Samarcanda Samaria Samoa Samoa Ocidentais Sanaa, outro registro: Sana San Antonio, cidade dos EUA

San Diego, cidade dos EUA Sandwich, atual Havaí San Francisco, cidade dos EUA; outro registro: São Francisco San Isidro, cidade da Argentina San José, cidade da Costa Rica; outro registro: São José San Juan, cidade de Porto Rico San Marino, em português: São Marinho San Martín San Miguel, cidade de EI Salvador; outro registro; São Miguel San Remo San Salvador Sansão San Sebastián, cidade da Espanhn Sans-Souci, castelo Santa Bárbara d'Oeste Santa Clara d'Oeste Santa Cruz de Ia Sierra Santa Gertrudes, cidade de SP Santa Ifigênia, bairro de São Paulo Santa Lúcia, país das A ntilhns Santana da Ponte Pensa Santa Rita d'Oeste Santa Rosa de Viterbo Santiago, cidade do Chile Santiago de Compostela Santiago de Cuba Santiago del Estero Santo Antônio de Posse Santópolis do Aguapeí São Cristóvão e Nevis São Domingos, em espanhol: Santo Domingo São João del Rey, forma usual; outro registro: São João del-Rei São João de Meriti São João do Pau d'Alho São Luís, cidade do MA São Luís do Paraitinga São Manuel, cidade de SP São Petersburgo, cidade da Rússia que já recebeuos nomes de Petrogrado e de Leningrado São Tomé, cidade de São Tomé e
Príncipe

São Tomé e Príncipe São Vicente e Granadinas Sapora Saragoça, em espanhol: Zaragoza

176

o

LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO

E REVISÃO

Apêndices

177

Sarajevo Sarapuí Sardenha Sargaços Savannah, citkuú dos EUA Savóia Scaramouche, também Scaramuccio Schleswig-Holstein Scutari (1), citkuú da Albânia; v. Shkoder Scutari (2), ou Üsküdar, bairro de
Istambul

Seattle Sebastopol Sedan Segóvia Seichelas, v. Seychelles Senegal Serra Leoa Serro, cidade de MG Sérvia Sesóstris Set (ou Seth), personagem bib/ico Seul Severínia Scvres Seychelles Sfax Sforza Shakespeare Shangai, v. Xangai Sharjah, outro registro: Chardja Sheffield Sherlock Holmes Shetland, outro registro: Zetland Shkoder, outro registro: Shkoç:lra;em servo-croata: Skadar; em italiano: Scutari; cidade da Albânia Shylock Sião (1), atual Tailândia Sião (2), colina de Jerusalém Sião (3), golfo do mar da China Sibéria Sicília Sídnei, v. Sydney Sídon, cidade da Fenícia, atual Saida
(Líbano)

Siracusa, citkuú da Itália; Síria Sísifo Sistina, capela Sisto, papas Siva, v. Xiva Skadar, v. Shkodi'r Smith Soerabaya, v. Surabaia Sófia Solferino Solingen Soljenitzyn Sólon Somália
Somerset

cf.

Syraeuse

Susa Susano, v. Suzano Sussex Suva Suzano, forma tradicional; outro registro: Susano Sverdlovsk, v. Ekaterinburg Swansea Sydney Sylt Syracuse, citkuú dos EUA; cf. Siracusa

Tbilisi,

antiga Tíflis, capital da Geórgia; outro registro: Tbilissi

T Tabapuã Taboão da Serra, forma usual; outro registro: Tabuão da Serra Tabriz Tacuarembó Tadiquistão, v. Tajiquistão Tadj Mahall, v. Taj Mahal Tailândia, antigo Sião Taipé, outro registro: Tai- Pei Taís Taiti Taiwan (ou Formosa); cf. Tai-Yuan Tai-Yuan, antiga Yang-ku, cidade da China; cf. Taiwan Tajiquistão Taj Mahal, monumento; outro registro: Tadj Mahall Tales Tallahassee Tallin, antiga Reval ou Revel, cidade da Estônia; outro registro: Tallinn Tâmisa, em inglês: Thames Tanganica, outros registros: Tanganhica, Tanganika Tânger Tannhãuser Tanzânia Taormina Tapajós Tapiraí Taprobana, forma consagrada por Camões; a rigorosa seria Tapróbana Tarabai Tarn Tarpéia Tarragona Tatuí

Siegfried Siena, aportuguesamento: Sena Sílvia Sinai Singapura, v. Cingapura Sin-kiang, aportuguesamento: Sinquião Sintra

Somme Sorbonne, aportuguesamento: Sorbona Sorrento Sousa Sousândrade Southampton Sovietsk, antiga Tilsit Spa Spinoza, v. th. Espinosa Spoleto Springfield Sri Lanka, antigo Ceilão Srinagar Stafford Stalin Stalingrado, atual Volgogrado Stanovoi Stendhal Strafford on Avon Strasbourg, v. Estrasburgo Stromboli Stuart Stuttgart, aportuguesamento: Estugarda Suábia, em alemão: Schwaben Suaçuí Suazilândia Sudão Sudão Francês, atual Mali Sud Menucci Suécia, em sueco: Sverige Suez Suíça, nome oficial: Confederação Helvética Sun Yat-sen Suomi, 'v. Finlândia Surabaia, outros registros: Surabaya, Soerabaya Suriname, antiga Guiana Holandesa

Tehad, v. Chade Tchaikovski Tcheco-Eslováquia, outros registros: Checoslováquia, Tchecoslováquia Tchekhov Tcheu Ngen-lai, v. Chu En-Iai Teerã Tegucigalpa Tejupá Telavive, outros registros: Te! Aviv, TeI-Aviv Tenerife Teng Hsiao-ping Tennessee Tenochtitlán Teófilo Otôni Teotihuacán Teresa Teresina Tessalonica (ní), o mesmo que Salonica Tétis Thames, v. Tâmisa Thüringen, v. Turíngia Tiago Tibagi, forma usual; outro registro: Tibaji Tiberíade, Tiberíades, v. tb. Genesaré Tibete, outro registro: Tibet Tibre, em italiano: Tevere Tíbure, v. Tívoli Tien-tsin Tíflis, v. Tbilisi Tigre Tilsit, atual Sovietsk Timbu, v. Tinfu Timor Tinfu, outros registros: Thimphu, Timbu Tirana Tirreno Titãs Tívoli, antiga Tíbure Tobruk, em árabe: Tubruq Todos os Santos Togo Tolosa (1), cidade da Espanha Tolosa (2), v. Toulouse Tolstoi Tomás Tonga (ou ilhas dos Amigos) Tonquim Topeka Tóquio, antiga Edo ou Vedo Tordesilhas, em espanhol: Tordesillas

178

o

LIVRO:

MANUAL

OE

PREPARAÇÃO

E REVISÃO

Apêndices

179

Torino, v. Turim Toulon Toulouse, cidade da França; Tolosa aportuguesamento: Touraine Tours Transibcriana, ferrovia
rrransilvânia, em romeno: Transilvania ou Ardcl; em húngaro: Transkei

u
Uagadugu Uaupés Ucayali Uchoa Ucrânia Údine, em italiano: Udine Uganda Ulan- Bator, antiga U rga Ulisses, em grego: Odisseus UIster, nome com que se designa também a Irlanda do Norte Um-al-Qiiwayn União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, União Soviética, atual Comunidade de Estados Independentes Uppsala
U rais, montes; outros registros: montes do U ral U rales,

Valladolid Vallauris Vai paraíso Válter Vancouver, aportuguesamento: Vancôver Vanuatu Varese Varsóvia, em polonês: Warszawa Vaticano Vaucluse Vaza-Barris Vcimar, v. Wcimar Vclásquez Vendéia, em francês: Vendée Venécia, região da Itália; em italiano: Venezia Veneza Venezucla Ventimiglia Veracruz, cidade do México Vercingetórix, outro registro: Vercingetórige Verde (I), cabo do Senegal; cf. Cabo Verde Verde (2), rios e serras do Brasil Verdun (ou Verdun-sur-Meuse) Vermont Versalhes, em francês: Versailles Vespúcio, em italiano: Vespucci Vestefália, em alemão: Westfalen Vesúvio Viareggio Vicente de Paulo Vicenza Vichy Victoria,
capital de Hong Kong, estado da Austrália, ilha e cidade do Canadá;

Virgínia,

cidade de MG dos EUA

e um dos estados

Visconti Viseu Vishnu, v. Vixenu Vitória, cidade do ES, capital das
Seychelles, lago (antigo Victoria Nyanza) e cataratas da África; cf.

Erdély

Transval, outro registro: Transvaal Trapani, antiga Drépano ou Drepanum; aportuguesamento: Trápani Trás-os- Montes Triângulo Mineiro Trinidad e Tobago Trípoli (I), capital da Ubia Trípoli (2), cidade do Ubano Trípoli (3), antigo condado latino da Siria Trípolis, cidade da Grécia; outro registro: Tripolitsa Trocadéro, palácio; v. Chaillot Trondheim, antiga Nidaros Trotski Troyes Trujillo Tsushima Tübingen, aportuguesamento: Tucídides Tucson Tucumán Tucuruí Tudor Tumucumaque Túnis Tunísia Tubinga

Victoria, Viltoria Viltoria, cidade da Itália; cf. Victoria, Vitória Viltorio Veneto Vixenu Vladimir Vladivostok Vltava, em alemão: Moldau Volgogrado, antzga Stalingrado Volta Vorochilovgrad,
antiga

Lugansk

Ural, rio Urga, atual Ulan-Bator Uruguai, em espanhol: Uruguay Urundi Urupês Usbequistão, outro registro: Uzbekistan

w
Wagram Wall Street, rua de Nova Warwickshire Washington Waterloo Weimar Wellington W embley, bairro de Londres Westfalen, v. Vestefália Westminster, abadia Wichita Falls Wiesbaden Wight Wilhelmshaven Willemstad Wilmington Wimbledon, Winchester Windhoek Windsor Winnipeg Wisconsin Wittenberg Wolfsburg Worcester Wroclaw, em alemão:
Polônia bairro de Londres York

Üsküdar,
Utah Utica Utrecht Uzbekistan,

v. Scutari

(2)

v. Usbequistão

Tupac Amaru Tupanciretã Turcomcnistão, oulros registros: Turcomana, Turcomênia, Turquemenistão Turiaçu Turim, em italiano: Torino Turíngia, em alemão: Thüringen Turku, em alemão: Abo; cidade da
Finlândia

v
Vaal Vaduz Val-d'Isere Valdívia, em espanhol: Val-d'Oise Valença, Valdivia

cf. Vitória, Viltoria Viedma Viena, em alemão: Wien Vientiane, capital do Laos Victnã, outros registros: Victnarnc, Viet-Nam Vilalobos Vilas Boas Vilhena Villegaignon, outro registro: Villegagnon Villejuif Villena Vilma Viiia dei Mar Virgílio

Turquestão Turquia Tutancâmon, Âmon Tutmés, Tuvalu Tyne

outro registro;

Tut Ank

cidades da BA, do Rj e de Portugal Valência, cidades da Venezuela e da Espanha

Breslau; cidade da

outro registro:

Tutmósis

Valhala,

em alemão antIgo:

Walhalla;
deuses

residência dos principais escandinavos

Württemberg Wyoming

outro registro: Shangai Xanxerê Xarazade. Xarazade Xerxes Xingu Xiquexique Xiva.~ 180 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO I x Xambioá Xangai. modelos de referência. Índice. 117-9 citações. 142 apóstrofo e títulos de obras. 104. 42. 64-5 cargos e títulos. 112 ponto abreviativo e pontuação do enunciado. 150-3 vo lho siglas. 75 lista de. 47. 75 francês. citação. também Yang-lse Yaoundé. v. 45 Vo lho nomes de pessoas antropônimos. antigo Congo Belga Zambeze Zâmbia. 93. notas. 115 de periódicos. 122 discurso direto. 11 . Vo posfácio advertência. 140 meses. 119 música. 45 Vo lho nomes de pessoas alemão. também chamado de Congo Kinshasa. 114 aspas. Iaundê Vedo. . Vo nomes de pessoas a~e. 99. outro registro: Zimbábue Zinoviev Zoroastro. 74 divisão silábica. antigo nome de Tóquio Yellowstone. ChuÍ Yokohama. 11 órgão público. 49 simples. 5. mosteiro INDICE ANALITICO (O tipo itálico que apareçe em a1gups verbetes quer dizer que se trata de uma remissiva direta a vocábulo do texto. 75 plural. . atual Hokkaido Vo lho data ante-rosto. 53 atualização. outros registros: Cherazade. 41-2 e defesa. v. 72-3 escrita. 85. abreviatura dos meses. 108 divisão silábica. 96. 116 alfabetação. apêndice anfibologia. 83 e pontuação. Saragoça Zaratustra (ou Zoroaslro) Zenão Zetland. z Zagreb Zaire. 102 alfabeto grego. 79. 75 superlativo. 154 autor. 120 adendo. em alemão: Zürich Zwickau abreviatura(s). 109 referências bibliográficas. rio dOI EUA Yemen. Edo. 83. 102-4 e editora. 110 asterisco. 154 nomes de lugares. Shetland Zimbabwe. abreviaturas. 86 astrônimos. 108 estrangeiros. 105. v. 75 usadas em bibliologia. Xerazade. 105-6 tradicionais. Yaundê. 74-8 antes e depois de numerais. v.) . 51 circunstanciais. prefácio apud. 70 h em dÍgrafos iniciais. v. antiga Rodésia do Norte Zanzíbar Zaqueu Zaragoza. 102-4. Iocoama York Yorkshire Yosemile Yucatán Yun-kang. Vo prefácio agradecimentos. -data. antIga Rodésia do Sul. 75-6 títulos de obra. Zaratustra Zósimo Zumbi Zurique. 79 autor(es). modelos de referência. v. 150 artigo. Vo ambigüidade anos 30. 11 entidade como. 107-8 citação. 143 referências bibliográficas. v. Xerezade Xavanles Xenofonte Xerazade. Iêmen Yeso. 66 y Yale I universidade norte-americana Yalta Yamagata Yang-tse-kiang (ou Azul). 83 morto. 116-7 apresentação. 99. de jornais. 107-9 vivo. símbolos acentos. referências bibliográficas. v. romanos ambigüidade. Vo numerais. 76 hifens e acentos. v. 83 em língua estrangeira. 60. v. Xarazada. priferivel a Siva XuÍ. 138 alcunha. TIO.Vo olho antonomásticos. 14-6 anexo. 118 títulos. 155 algarismos. 90. 95. 95.

tb. v. 83 defesa. autora. 41-2 maiúsculas. 108 notas. 119 etnônimos. abreviaturas dos meses. referências bibliográficas. tb. 118 acréscimos à. 121 chinês. 83 107 desenho. abreviaturas dos meses. 137-8 . 112 editora.. 71 francês. 92 du. tb. indicação bibliográfica. 80 bibliografia. 133 eopyright. 97. 48 v. 80-1 referências bibliográficas. corpo. 93. v. 63 ligadas por barra. indicação bibliográfica. 67 porcentagens. 26-9 originais de. 18 número. 135 caixa. tb. autor-data datilografia. v. 121 minúsculas. 63 entidade. 66 anos 30. referências bibliográficas bold. 64 frontispício. tb. contracapa. 42-3 pontuação. 138 &. v. editoriais. 122 fidedignidade. 123 colchetes. 92. e a pontuação. 108 dedeira.94 ficrecr. 51 fotografia. 85. 52 eventos. 83 atualização. 51. 49 discurso direto. conceito.102-4. lista de. 137 referências bibliográficas. 50 créditos. v. 90. 80 classificação científica. 13 fórmulas de tratamento. 7 de. 81 aspas. 17 frações. 145 endereçamento. 108 disCO. 90. seccionamento divisão silábica. 107 cabeçalhos. 108. 49 espanhol. 95 citação. v.gnidade. cit. 111 editor. cabeços cabeços. 90-115 definição. maiúsculas alta-e-baixa.182 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO índice analítico 183 errata. ~revisão. 137. citação. 68 explicação final. cabeços cabeças. op. 123. 16 caderno. 108 ete. nomes de pessoas diretor. 17 congr:es5os. 123. 154 autor. 51 inglês. 108 cinta. 52 estilo. v. 154 autor. 40 et alii. 138 colocação pronominal. 79. 141-2 cacofonia. v. 80 versos. nomes de pessoas compilador. frontispício fólio. 79-84. 40-1 divisão do texto. 107 degli. 131-3 caracteres tipográficos. 16 edição(ões). 112. 45 v. 107 data(s). indicação bibliográfica. maiúsculas. 108 conclusão. indicação bibliográfica. 45 romanos. 106 v. 72-3 espanhol. 113 coleção.93. citação. indicador dedicatória. plural folha de rosto. 34. 68 v. 140 v. alta. 120 frases iniciadas com algarismos. 116 espanhol. ilustração frações. publicações. 71 escrita. 111. v. 134 cit. 119 estado I Estado. delta. 145 Colônia. indicação bibliográfica. 90. 121 escultura. tipo Corte. 123 baixa. página formas optativas. tipo cargos e títulos. 82 em língua estrangeira. 79 figuras. 141 concordância verbal. 91. 142 v. 64 de publicação. 73 escrita. preposições de origem francesa em nomes ingleses. 49 flexão. tb. citação. 64 encarte. novas. 42-3 travessão. 108 Ia. tb. ilustração di. ilustração Filho. olho falso frontispício. 45 minúsculas. 69-70 dois-pontos. v. v. 69-73 alemão. 83-4 e aspas. 83-4 destaque de termos. tb. 90. 71-2 português. 107 divisão silábica. posfácio barra. 109 eco. 107 filmes. 112 editoração.94 lugar do livro onde o nome deve figurar. referências bibliográficas. abreviaturas. tb. 138 114 corpo. autor. 93. minúsculas capa. 47 coerência. 109 epígrafe. 89 editora. v. 18 cognomes. 9 e entre classes e ordens do numeral. 79 de autor estrangeiro. 108. v. v. 50. 50 defesa. 17 coloIao. tb. 11-2 formas do discurso. 67 francês. ambigüidade. 127-9 escrita. 113 períodos históricos. alemão. 6.92. 15 preposição de origem francesa em nomes ingleses. 119 francês. 111 lugar do livro onde deve figurar. 65-6 se. música. 95.112-3 espaço entre as classes do número. 107 divisão silábica. 40-3 aspas. 113 versos. romanos. 122 v. 66 aproximadas. 90 lugar do livro onde deve figurar. 123 -itálico. 124 v. tipo fascículo. 7::1 inglês. 138 localização. 79 maiúsculas. 22-5 dinastias. olho famílias de tipos. 120 inglês. originais. 45 supressões na. 140 falsa folha de rosto. v.

44-50 abreviaturas de cargos e títulos. 108 ~aiúsculas. registro. eco. 104 divisões político-administrativas. v. 128 grego. 44 v. 105 Igrrgá. hífen. 67 h em 76 itálico. 96. 121 música. 55 Neto. 49 negrito. 52 fórmulas de tratamento. 133 medidas antigas. 74. bold Nelson. 48 palavras estrangeiras. abreviaturas. minúsculas. 51 cargos e títulos. texto literário local de publicação. 16 mês. 45 aportuguesamento. 72 estrangeiros. abreviaturas em vários idiomas. entradas. 52 pessoas falecidas. 131-2. 111-2 nomes de pessoas. 155 grifo. 48 disco. 52 nomes comuns compostos com nomes próprios. 107 lista. 99.. 127 glossário.108 Mae. 54-9 alcunhas. 107 ibidem. 77 v. 107 IaUdas. 51-2 abreviaturas de cargos e títulos. 52 originais. referências bibliográficas. 51 música. 59-61 abreviaturas. 108 miolo. 45-6 nomes de pessoas. 138 v. 54-5 referências bibliográficas. 57. 52 escultura. 49 referências bibliográficas. 45. 48 filmes. 105 idem. tb. 26-9 numeração. v. 90. 78 títulos de obras. 52 maiúsculas. 45 minúsculas. 58 históricos ou literários. 52 referências bibliográficas. v. caixa alta mapa. 61. 52. 60. nomes de pessoas horário. 76 títulos de obras. 51 francês. 92. 107 6 22-5 ilustração. 42-3 documentos oficiais. 49 eventos. 121 introdução. 93. 61 caracterização do nome próprio. 154 autor. 97. 52 nomes de lugares. 120 inglês. 52 . 19-21 definição. 106 unidades de medidas. 52 símbolos. 49 espetáculos teatrais. notas tipográficas in. 106 infra. 49 marcas. 139. 136 índice. le. 49 documentos oficiais. lei. 77.63 repetição na linha seguinte. nomes de lugares lombada. lugar do livro onde deve figurar. 49 programas de televisão. 133. 114 minúsculas. tb. tb. 111. 143-4 onomástico. vocabulário gralha.2 v. 78 -mente. 142 v. 55 divisão silábica. 107-9 regras ortográficas. 48 programas de televisão. 45 nomes próprios compostos com hífen. v. 58-9 transcrição. 121 citações. 19-20 originais de legendas e créditos. 57 M'. alfabeto. 56 transliteração. 99-102 versos. 90. 77 nomes de povos. 55-7 baseados no alfabeto latino. 51 citação. 49 escultura. 55-6 unidades de medidas. itálico. 120 período. imprenta. 138 italiano. 45 v. 22-5 Império. abreviaturas dos meses. 85 pontos cardeais. 48 Me. 135-6 música. nomes de lugares logradouros. de abreviaturas. 55-7 alfabetos não latinos.gato. classificação. v. 49 nomes de pessoas. 45 discurso direto. 51. 50 Ia. júnior. 60-1 formados com designativos de cargos e títulos. v. ilustração marcador. 141 ISBN. 57 pseudônimos. 59 siglas. 112 Met~O mimeogr. 92. 95. 60 estrangeiros. bold-itálico dígrafos. 133. 52 notas de tabelas. tb. sobrecapa 107 fórmulas de tratamento. 52 maiúsculas. 93. 154 autor. v. 112 aportuguesamento. 90. 49 filmes. 109-10 70 jaqueta. 123 coisas individualizadas. 113-4 Indicador. caixa baixa palavras derivadas. 45. 51 formados com nomes dos meses. hipocorísticos. 96-7. 140 literatura. 19 localização dos créditos. 49 nomes de lugares. 121-2 pintura. abreviaturas dos meses. abreviaturas. 45-6. 44 períodos históricos. 31. numeração. notas tipográficas locativos. 108 divisão silábica. 93. 121-2. 91. 49 regiões. 13-6-marcas. 45 nomes históricos ou literários. 54 pessoas vivas. 45-6 referências bibliográficas. tb. v. 49 espetáculos teatrais. 71-2 escrita. 54 plural. 45 data de publicação. tb. itálico -negrito. 140 de figuras e tabelas. 122 inglês. 120 numeral. 75 e travessão. 50 kgei1das. 52. 154 minúsculas.

102. vo frontispício posfácio. 68 número de edição. 63 indicação bibliográfica. 57. 110 pontos cardeais. 78 ponto-e-vírgula. 119 e remissivas a notas. indicação bibliográfica. 12-3 pastel. abreviaturas.. 91. 53 Vo tbo nomes de lugares. 96. 114 modelos de referência. 114 separatas. autor. Vo prefácio notas. 97. 107-9 caracteres tipográficos. 36 progressiva. 68 palavras. 98. 107-9 notas. 123 referências bibliográficas. 147-9 pseudônimos. 91 omissão de p. 20. 85 referências bibliográficas. 67 início de frases. abreviativo e pontuação do enunciado. 18 iniciados com algarismos. 63 porcentagens. 110 partição silábica. 42. 64-5 data. revisão de. 64 parênteses. 102 pré-textuais. ambigüidade. 96. 92. indicação bibliográfica. 42-3 e as aspas. 95 lugar do livro onde o nome deve figurar. 137 quadro. 102-4. 140 preparação. 75 nomes de pessoas. 95-7 coleção ou série. 105-6 numeração. 141 exclusivamente com referências bibliográficas. 18 referências bibliográficas. tipo. 52 símbolos. 91-2. 93-5. 68 página. nomes de pessoas normalização. 93.127 periódicos. 85-9 originais. 110 artigos de. 108. 68 substantivados. 64 endereço. indicação bibliográfica. 66 depois de substantivos. sinais utilizados. 105 Vo tb. Vo posfácio i10ta prévia. 126-30 sinais de revisão. notas. 61. 108 obras. 93. 95. 105-6 exclusivamente no texto. 45. 110. 113-5 nomes de lugares. 85-9. 74 referências bibliográficas. 129. 102-4. 19. local de publicação novas edições. 65 e entre classes e ordens. 7 definição. 137 op. 90. 98-104 local de publicação. 61 e hífen. 92. 90 editora. conceito.. 86-8 tabelas. 95. 75-6 abreviaturas. 52 definição. 106 Vo tbo cito ordem alfabética.186 o índice analitico LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 187 nomes próprios. 78 ponto. 49 piolho. 94. 31. 133 organizador. 119 referências bibliográficas. 10 provas. lugar do livro onde o nome deve figurar. 104. 6 revisão. 6 apresentação. 65 O'. 105. 44 pintura. 30 numeral(is). 99. anônimas. 98-106 lugar do livro onde devem figurar. 93. 66 quarta capa. Vo alfabetação ordinais. 111 reedições. 119 e etc. 96 modelos de referência. 6. 63 frações. 22-5 numeração. 96 mimeografadas. 111 Vo tbo romanos orelha. 90. 90-115 autor. Vo vocabulário redondo. 85-9 remissivas e pontuação. 94. 6 de legendas e créditos. 68 parágrafos. 95. 90. Vo ilustração quantias. 106-13 e~clusivamente em notas. 85 . com acepção especial. indicação bibliográfica.111-3 Vo tbo data de publicação. cit. 63 horário. numeração com romanos. 63. 111-2 nomes de pessoas. 10 nota final. editora. 65-6 quantias. 112-3 definição. 62 vírgula. 63 parágrafos. espaço entre classes do número. 96. 50 repetição. 109 original. 78 unidades de medidas. 52 regiões. 99. 66 remissivas à bibliografia. 102 romanos. abertura. 109 de referência. 127 plural. 137 órgão público. 63 texto literário. maiúscula. Vo contracapa que. notas. 45. 15 página(s). 65-6 portada. 103. 57 símbolos. 95. 145 post-scriptum. imprenta. 65-6 concordância verbal. 146-7 ortografia. 92. 6-9 datilografia. 115 período. 98. parágrafos e títulos. 77 símbolos. 111-2 localização e sistemática. 93 siglas. 85 notas bibliográficas. 90. 93. 90. 094 componentes. v. 107. 86-8 espanhol. 13 discurso direto. 142 modelos. 67 concordância. 90. 93. 64. 92. posfácio prefaciador. 105.37-8. 63 zero à esquerda. 54-5 vo tbo nomes de pessoas numeração. nome de cada sinal de pontuação porcentagem. conceito. 67 hífen. 90. 62-8 antes e depois de abreviaturas. 78 pontuação. 90-2 data de publicação. 6 páginas pré-textuais com romanos.39 tabelas. 112 especificações sobre os elementos essenciais. 85. 98. 53-61 compondo nomes comuns. Vo divisão silábica prefácio. 93 notas tipográficas. 64 ordinais. 68 referências bibliográficas. 114 olho. 18 Nova York..

v. 140 notas. 121-2. 56 transliteração. 137 revisão. 64 marcação. 137 Dom. smals utilizados. citação. 40-1. 49 televisão.188 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO í índice analítico 189 notas bibliográficas. 127-9 sinais"utilizados. v. 98 ponto. 70 de palavras. numeral. 121 minúsculas. 94. 93. 65 subtítulo. 55 Wilson. 114 texto literário. 96.. 122-3 bold./. 109-11 simplificados por siglas. 30-3 convenções. 109 referências bibliográficas. data de publicação ambigüidade. 16 sic. 133 leses. lh. 134 Sobrinho. 160 se. romanos. 104 pontuação. 107 reticências. 104. 122-4 itálico. indicações bibliográficas. 31 fios. 50 siglas. 94. 63 referências bibliográficas. 80 maiúsculas. 109 Trono. 109. 122 salto. 90. 12 numerais. encarte supra. 123 referências bibliográficas. 110 sumário. 105-6 ordinais. 95-6. 42 v. v. 97. 85 numeração. 31. 91-2 lugar do livro onde o número deve figurar. 106 aspas. 15. lh. 120 na bibliografia. 137 notas.94. iniciados com al~arismos. 117 com reticências. 90. 103-5 unidades de medidas. indicação bibliográfica. 106. 147-9 sTT12 s. programas. 75 suplemento. 40-1 e hífen. 111 títulos (de seções). 106 obra sem autoria declarada. redondo romanos. th. espetáculo.. 91-2. 95. 113 v. 50 Dan. cabeços títulos e cargos. v. 63 . 14 onomástico. 110 minúsculas. 86-8 sistema bibliográfico numérico. 51 inglês. 110 versal-versalete. 179 semi-aspas. 105. lh . abreviaturas. 93. 110 versos. abreviação. 127 s. 49 terceira capa. 105 separatas. vocabulário República. v. nomes de lugares tradução. 93. 109. 51. lh. 39 pontuação. 96. 126-30 erros. 111 obra já citada. 115 títulos de obras. 55 zero à esquerda. 93 número da edição. 138-9. 113 sobrecapa. notas.n. 80 reto. ambigüidade. abreviaturas. 95. 93-4. 108 verbo. 102 simplificação de títulos. 68 parte de obras. 55-6 travessão. 83 tradutor. 17 seccionamento. siglas sinais de revisão. 50 separação silábica. bibliografia reformulações. abreviaturas. 102 repetição. v. 103-4 v. 123 versal-versalete. 103. 107 vocabulário. frontispício substantivos antes de numerais. v. 18 regência. 96. 123 títulos (de obras). 108 remissivas. dicendi. 115 série. 32 lista de.. 89 referências bibliográficas. 110 e apóstrofo. 17 Reinado. 93-5. 62 tipo(s). algarismos. 123 caixa alta-e-baixa. 156-80 v. discurso direto. divisão silábica separatas. 146-7. 97. 39 títulos correntes. 108 Walter. 112 segunda capa. coleção seu. normalização. sinais de revisão símbolos. 123 e corpos. 129. glossário volume. de hífen na linha seguinte. 93. 108 Don. 50 União. de originais. v. 147-9 romano~. 146-7 de provas. 95-7 versal.95. lh. 129. 85.96. símbolos signos de revisão. 109-11 v. 143 superlativo. 123 referências bibliográficas. 96.ed. 91. 111 transcrição. 123 versalete. 123 bold-itálico.. 68 rosto. 99-102 traduzidos. concordância verbal versal. 129-31 v. 123 caixa baixa.d. 97. referências bibliográficas. abreviaturas. 123 redondo. 44 vírgula. 123 versalete. 121 topônimos. 123 caixa alta. 68 s. 94. 107. 104. tabelas. 30 teatro. 34-9 século. lugar do livro onde o nome deve figurar. citação. 106 citação. v. 15 concordância verbal. 123 referências bibliográficas. abreviação de títulos. 117 iniciando a referência. 113-4 parte no texto e parte em nota. 90. 101-3 das unidades da federação. 98.

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