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DEDALUS - Acervo - FFLCH-GE

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APRESENTACÃO
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Cf;f!:m geral, pouco se sabe sobre o que se passa entre a entrega de um original pelo autor e o livro pronto. Acredita-se que a editora simplesmente providencia a impressão de um original, transformando-o em livro. Na verdade, o texto, antes da impressão, percorre um longo trajeto, que começa na edição do original, fase em que se propõem mudanças, acréscimos e cortes, a partir de discussões com o autor.

21100001131

EDITORA:

Sandra Almeida
ASSISTENTE EDITORIAL:

Segue-se a fase de preparação, em que o original é submetido a um tratamento que o aperfeiçoa no que se refere à forma e ao conteúdo. ~ Quanto à forma, procura-se padronizar o texto de acordo com as normas da editora, além de limpá-Io das incorreções gramaticais. O texto padronizado e correto é o resultado desse trabalho atencioso. Quanto ao conteúdo, trata-se de eliminar erros, evitar incoerências e até absurdos que qualquer autor, por melhor que seja, comete. Esse trabalh(yespecializado é feit9' na Editora Ática, por uma equipe de preparadores de texto, e resulta Ra qualidade hoje amplamente reconhecida por todos aqueles que lêem um livro com o selo Ática. Ildete Oliveira Pinto foi por vários anos preparador de texto, função que exerceu com rara competência. Esta obra, nascida dessa vivência, expõe as técnicas e normas de preparação e revisão, orientando aqueles que trabalham ou pretendem trabalhar em editoração de texto.
O

Sueli Campo piano
PRODUÇÃO GRÁFICA:

Milton Takeda Nanci Y. Nichi Tomiko Chiyo Suguita Matilde N. Ezawa
CAPA:

Paulo Cesar Pereira
COMPOSIÇÃO:

~

Diarte Ed. e ComI. de Livros Ltda.
FOTOS:

Fábio Carvalho
OSeO!!L!!!"'1Cl
FONE 447-EUS11

ISBN 85 08 04486
1993

~

Todos os direitos reservados

Editora Ática S.A.
Rua Barão de 19uape, 110 Caixa Postal 8656 CEP 01507-900 São Paulo (SP) Te!': PABX (011) 278-9322 Fax: (011) 27H146 End. Telegráfico "Bomlivro"

Nosso objetivo ao publicar este manual é colocar a técnica da preparação e da revisão de livros nas mãos daqueles que de uma forma ou de outra estão preocupados com a qualidade dos textos publicados. José Bantim Duarte
Diretor Editorial

1
li

SUMÁRIO

o

INTRODUÇÃO 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Procedimentos As imagens gerais de preparação do texto

_ _ _ _ _ _

5
71

79 34

Seções do texto Formas do discurso Iniciais maiúsculas Iniciais minúsculas ---------------Nomes próprios ------------------

40
44 57

É inegável a liberdade de expressão do autor para construir sua mensagem, embora às vezes ele se preocupe mais com o conteúdo do que com a forma. A forma, por sua vez, é tão importante quanto o conteúdo, mas paradoxalmente é tal sua importância· que ela tem de estar latente e não interferir no conteúdo - a não ser que forma e conteúdo se fundam e constituam a essência da própria mensagem, o conteúdo. Essa fusão é comum quando se joga com palavras ou quando se instaura um momento de ruptura com padrões estabelecidos, caracterizando-se o processo de criação literária. Na mensagem didática, técnica, científica e de informação geral impõe-se, porém, uma normalização textual que evite a língua de Babel, que faça com que a mensagem flua tranqüilamente, sem tensões ou contradições.
./

_

53
62 69

Numerais

Divisão silábica siglas e símbolos ------------

~

10 Abreviaturas, 11 Citações 12 Notas 13 ' Referências

74
~ _

79 85
90 716 725

bibliográficas

e bibliografia _-----------

--------

14 Padrões complementares 16 A estrutura
APÊNDICES 1 Principais orlglnOls 2 3 4 5 6

15 O processo de revisão de provas ---------do livro impresso _ símbolos e sinais usados na revisão e marcação _ na revisão de provas -~ --de _

737

Embora o estilo pertença ao autor, com a liberdade que ele tem de construir sua mensagem, a editora pode - e deve - intervir no seu texto, e o faz com o seu pleno consendmento, para garantir a correção e a clareza da informação e a qualidade da publicação. Para conseguir isso, às vezes, chega mesmo a modificar a estrutura de um livro. Por conter elementos que se interpõem nessa atuação, podese dizer que este livro é um manual de estilo, cuja preocupação maior é sistematizar as normas editoriais aplicáveis com maior freqüência, sem a pretensão de ser exaustivo. Em se tratando de normas, ou regras, existe o risco de o apelo limitado a elas não permitir que sejam consideradas as exceções possíveis. Para evitar isso, porém, é fundamental o discernimento dos profissionais da editora em não ir de encontro à liberdade de criação, quando o autor procura formas discrepantes para divulgar sua mensagem, infringindo conscientemente as regras estabelecidas.

746

746

Principais símbolos e sinais usados Principais abreviaturas Abreviaturas Alfabeto

747 750
754 _ 755 756

e termos usados em bibliologia

dos nomes dos meses ---------

grego onomástico ------------~ .

Vocabulário

íNDICE ANAlíTICO BIBLIOGRAFIA

_ _

787

790

e indique. Ficar doente. . para que propiciem uma visão. p. A forma mais tradicional de apresentação do original tem sido a do texto datilografado. mas aceitá-Io desta forma depende da conveniência da editora. . 2. c. jovem.~~e~ ~ 1. Com a penetração dos microcomputadores. ao menos parcial do processo de edição de um livro. 2. Int. Encantador. numere-as com o mesmo número da lauda anterior seguido das letras o. é comum o original chegar à editora em folhas impressas por esse mecanismo. lembrar. r -to' ~- Avisar. e assim por diante. .int.. -Jt1' adoçado 2. .dispositivos que. Pode ser um simples manuscrito. e a idade está ainda não alcançou pleao na adol.) Abrandar. 1.escência. que "segue 52b". Amar em extremo •.. Original pelo autor à editora que resultará no livro. O texto deve ser datilografado dentro do campo apropriado da lauda. O original apresentado em papel comum. em laudas apropriadas ou em folhas de papel comum.. b. 4.. contêm o texto gravado. Abrandar. repaginando o documento.. Com esse procedimento tradicional procura-se controlar todas as laudas dos originais. e também não é novidade o autor entregar o texto em disquetes .. T . suavizar. Digno de ser adorado. na lauda 52a. •• .. do tipo sulfite. 2.. ele poderá fazer isso automaticamente.•.~ ~ ~ v. Render culto a (divindade). -+.. sem que seja preciso renumerá-Ias desde a primeira inserção. se você trabalha com um microcomputador.por exemplo. cru. que. (fig. 520. (O) que de8envolv~mento. Original é todo material entregue Numere as laudas consecutivamente. estabanado . Sobreponha um asterisco ao número da última lauda .por exemplo: 325*. a partir das páginas pré-textuais (v. pois pode ocorrer que a ilegibilidade da escrita comprometa o fluxo de produção. "segue 52a" ou "há 52a" e. -ti- ~ ~ Estouvado..6 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Introdução 7 o original e a editoração Principais Laudo formos de apresentação dos originais Para situar devidamente a abrangência das questões específicas deste manual. ~ adj. Substância que serve para adoçar. se não total. 137). ~ •• . na lauda anterior. seco ao sol. 52b. ~'~ '~~. conforme o exemplo.~~. em nosso caso. é necessário antes apresentar os conceitos de original e de editoração. 2. 52c. Mas. .. deve ser datilografado apenas em um lado da folha e em espaço duplo. Se houver inserção posterior de uma ou mais laudas.

~)ara elimlrlJ-·los..larlCI(:l es.SD.. c! C)::. IJcusas con!~eg~lissem abatEl' tit:âs.!.alta p de sobre ~ (J gigante IJm pa{s ~l ~J Ir I'· ~:t.Dy 1 "). bl"açQ!~ t) tlCI"6i ~. No entanto..~.tJ[) profltcl!:. E surpr"csa alerta ger'aly l~var)ta'-~. e o pós-industrial diz respeito a todos os aspectos relacionados à comercialização do livro. o processo de editoração será visto apenas pelo prisma das adequações dos originais.e~. revistas. VI901'"OS. pesad(sslmos. etc." F().etapas classificadas dentro das fases pré-industrial c industrial. costuma-se dividi-Io em três momentos: o pré-industrial. AtCI12."t inu:. O préindustrial consiste na busca.l. é o sentido primeiro do termo.lh<.~:\n'cD i·:~... fixando-se na preparação e revisão do texto . I)clnéter E tr&ml. o industrial e o pós-industrial.l as~. Apef)a!~ ~ mar·as. as margenl ApoIo. e i.. nlCS. COnl(:) Editoração O termo ediloração hoje é empregado em vários meios de difusão cultural... F'OI~ S~la 'cerr(vcl €!. SE deixa lan~a Emp1ll1ha laflçam brasa os comt)ate" !-lefestIJ.D ~:"t ] (:lng {1·lqIJO. o da edição do livro... sent)or del. televisão.iéstia. como livros. voltam ~loi~~.E!~.ar ql.:~ ~ ~ " dpusc!.exercidas por um editor ou sob sua supervisão . discos."( 9i~~lantE" () InOn!:itl'"O p:::). para o propósito deste livro._ . ( necE!s!.mC) IJ(Jr ~sscr à luta~ ele j!~30. C::::\l no c:h. c: üm ont:le flJlrtes leva'··() I:) mata C:OI1I lJm golpe cont maça~ :nqu. CIEl1~. t it:G!:~.t: pont in9c D ii':\ no chr:f'(·:·..leH0ra(:les golpes fo~t: {ssimos lhcs com d& sua ~lnlgolpe miselriCÓI~dia~ clesfere .\.tá em ~1&~aclEs! contatc) (::01"1)t!IUa i:erra natal" Carl'"Cgllc-a para !:lc:m "1 on9E'! Erlchcfldo"'!SE (:Ie !~E~lS coragem.(dOI1. lança-os sobre ()s atacBlltes" mesmo se as ()s ~)aI1cadas dc)s deuses E lias N(:)entantc). VEZy descobre 11C)Va al'·ma: ev'guen(il:) roc:I·1C(ios. filmes. jornais.petácul().. em Per r I)!.e imediatamerltey 81"ltC!S" maIs.denomina~se edi~ loração. O que nos interessa. fcrrei~() manco.árj() ql. seleção. HI/I'·i). PO~.l'"::':"l. contratação e nas adequa~ ções dos originais para publicação.clc·~. entretanto.l!~ do dos Plechas SEI. para Erl'PI~erli:ar sellS tem(vpis i ri i m i 90::. 11~()SEriam suficlEnt~ SErES lmundo!:. E fun(1c metal. impressão e acabamento.~~~__ ~_~_~D: MAtlUAl OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Cópia de computador Disquete Agora~ O~..l~ c[)ml~reer)clet~ld(:) e grita: s!~a crjatlll'"a r'EC~lpEr'a a!s flJrçaS DEIJrE~.nç:i':\ m(:\:::·y Uffli'. fClridos. ou seja.llas.ustadoras t:ridclltC.lsas lJ2(::(fjcas.:-.. O conjunto das tarefas inerentes aos três momentos .. del. (:Ofltemplam urna 'Picanl o ela luta.~E·nclD +"1 (:::ch:i:l.O (jo Atena ql.o industrial é a fase de composição. ac) ~:\ b~:\t<:\". Sol. Para situar me~ lhor o processo de editoração. . (J C 1"U(·:·-: ~ 1 TodD~:~ o.. Assustadas.

de textos legais. depois de o texto ter sido composto e antes de ser impresso finalmente . p. PROCE DE ------~-. não há texto sem erros. com legibilidade. Com ela todos só têm a ganhar.se vive ou não. a Em princípio.) profissional encarregado de executar essa adequação é chamado aqui genericamente de preparador de texto. desde os originais até o livro impresso. etc. Marcações a lápis não devem ser compostas ou digitadas. é a aplicação de normas lingüísticas e editoriais ao texto. o texto a editor faz a apresentação do texto ao preparador e lhe preparador. por exemplo. tão. - SG E RA I S RACÃO •. Mas o preparador ainda tem de buscar informações complementares sobre o autor . 125. endá algumas recomendações. é preciso que qualquer original seja submetido pelo menos a uma correção ortográfica e de sintaxe. mais estará habilitando-se a realizar um bom trabalho. Malgrado todos os esforços. que pode utilizar melhor a obra. nos nomes de pessoas e de coisas. Ao pé da letra. mas ele pode e deve defender a integridade de seus escritos. quanto mais respostas oferecer a essa complexidade de coisas. o emprego de um tempo verbal por outro. seu estilo . São imprevisíveis os recursos de que ele pode se valer para conseguir efeitos expressivos. servem apendS de orientação à arte. Ganham autores. como. bem como nas citações de qualquer tipo: de língua portuguesa ou estrangeira. de textos arcaicos cuia fidelidade ortográfica precise ser mantido. pois encontram aí um ponto de apoio que orienta e facilita o trabalho.e discernir a natureza ou o tipo da publicação. utilize o recurso conhecido como "marcas de revisão" para assinalar modificações provisórias no texto. Trabalhando com microcomputador. Seu texto sujeita-se aos padrões da editora. a Faça à tinta. Estilo é a maneira peculiar de o autor exprimir seus pensamentos. a autor vivo é o árbitro por excelência das questões suscitadas em sua obra. para em seguida delimitar ou estender seu campo de ação. Mas. nos números. ou correções. deve apresentar exatidão nas informações históricas ou factuais. Autores há que julgam seu texto perfeito e definitivo. E. ou padronização. outros reconhecem a colaboração que se possa dar. a texto começa a se revelar aos olhos do preparador e a lhe sugerir o que fazer para conquistá-Io. (A revisão de originais ocorre antes da composição. as emendas. à composição ou à revisão. contando com uma apresentação racional e uniforme. e a revisão de provas se dá na fase industrial. para minimizar isso. Ganha o leitor. parte para conhecê-Io melhor. seu universo de atuação pode se tornar bem complexo. o texto de autor já falecido é inalterável. Mas não é tudo. IWII••••• • .10 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO As atividades relativas à adequação do texto que dizem respeito à organização.v. " Dependendo da "lente" de que o preparador possa lançar mão para examinar os originais. normalização e revisão dos originais são chamadas de preparação. Eventuais modificações são decididas pelo editor. É uma relação de namoro que principia. ou seja. Ganha a própria publicação. definitivas. editores e demais profissionais envolvidos com o livro. normalização. sempre que for necessário. nas datas. a mudança da forma de .

muros de arrimo. da Academia Brasileira de Letras. se esse z era assim mesmo (porque ele trocava s por z) ou se esse j por g deveria permanecer. Então é preciso consultar os dicionários . entre o mais que se fizer necessário. mas não existem ali significados. ele dava um sorrisinho e dizia: "Pode corrigir"!. percomorfo. A pontuação correta das orações adjetivas. que senhor-de-engenho é o mero.. especialmente a que é tida como de boa qualidade". mesmo que se trate de texto de natureza literária. Geralmente. Os textos didáticos.para saber que obra-de-arte é a "designação tradicional de estruturas tais como bueiros.. loiro e louro. "peixe teleósteo. as figuras' de palavras e de construção. como a pontuação nas referências bibliográficas (p. 53. num mesmo contexto. por exemplo. 1 "Preparação de originais . etc. po- rém. 1981.I". desde Sagarana. 2. a concordância ideológica. e o Dicionário contem- A pontuação Conhecer análise sintática é fundamental para bem pontuar. Interferir nesses recursos sem perceber as intenções do autor é deturpar-lhe o escrito. observe: porâneo da língua portuguesa.. túneis. Nem sempre. em Aluísio Magalhães et alii.e. os textos eram respeitados passivamente pelo impressor tal como estavam. 119). científicos e afins devem ser submetidos ao rigor da normalização e sofrer as alterações necessárias com vistas à coerência. e daí para diante cada vez mais obsessivamente.. sem variação de forma.. Por exemplo. Editorl]fão hoje. O revisor timidamente perguntava a ele. ) devem ter sua grafia uniformizada. i.e ler as acepções dos verbetes . viadutos. não devem ser esquecidos os casos especiais aqui examinados. de Caldas Aulete. Além dos assuntos próprios dos capítulos subseqüentes.. radioatividade e radiatividade . necessárias à construção de estradas" e que obra de arte é a "obra produzida segundo o conceito de arte. ed. às vezes. clareza e correção da informação. (p. contacto e contato. o Novo dicionário da língua portuguesa. nos diálogos (p. restritivas e explicativas. A ortografia Os principais cânones ortográficos da língua portuguesa são o Vocabulário ortográfico da língua portuguesa (V 01 p ). Para tanto. mas isso não é motivo suficiente para que seu texto não seja revisado com rigor. no Volp os vocábulos obra-de-arte e senhor-de-engenho são consignados apenas com hifens. basta conferir a grafia de palavras no Volp ou constatar o registro desta ou daquela forma nos dicionários.12 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 1 - Procedimentos gerais de preparação 13 tratamento para indicar alteração de estados psicológicos de personagens. p. 93). Formas optativas As palavras com mais de um registro lingüístico (por exemplo. da família dos serranídeos" e que senhor de engenho é o "proprietário de engenho de açúcar". Rio de Janeiro. Além da pontuação ordinária do texto. Qualquer mortal poderá ter acesso a esse banco pelo telefone (0121) 262-1313. este manual é um livro aberto. o infinitivo flexionado para ressaltar a pessoa sobre a ação. A Academia Brasileira de Letras mantém um banco de dados que fornece o significado dos vocábulos constantes no V olp. É ilustrativa dessa atuação a seguinte passagem de Antônio Houaiss sobre um episódio da edição da obra de Guimarães Rosa: . pontes. . denota antes de tudo clareza da mensagem. 42). Fundação Getúlio Vargas. 75) e antes de etc.. A liberdade do autor em romper padrões é praticamente ilimitada. etc. de Aurélio Buarque de Holanda Ferreira. nas abreviaturas em geral (p.

que busca compreender os elementos determinantes da realidade social. Mas. Não havendo sinônimos perfeitos. cada palavra tem um significado exclusivo. " João e José prejudicaram-se. próprio. dar sentido duvidoso ou provocar fatos indesejáveis. lança mão amiúde da ambigüidade como recurso eficaz. etc. As ambigüidades e outros vícios de linguagem Palavras ou expressões empregadas irrefletidamente ou mal colocadas podem obscurecer a frase. Aqui a ambigüidade eu? está em saber quem chorava: ela ou Conjunções. Mas. o jeito é modificar a frase para conseguir nova expressão da mesma idéia. que causa impacto. o vocabulário de rua: "A Carbonell foi pro vinagre". partículas que. E talvez com a mesma qualidade. "João e José se prejudicaram a si mesmos" ou "João e José prejudicaram-se um ao outro"? . de. Ambigüidade ou anfibologia Ambigilidade é uma figura de linguagem que ocorre sempre que uma construção sintática apresentar mais de um sentido. essas construções devem ser evitadas.. se não tiverem a clara intenção de assim serem. mas. por sua vez. emprestam sentido obscuro à frase: A preocupação social está presente na obra de Aluísio Azevedo. a qual. em geral. pronomes e até preposições costumam também causar ambigüidades. Ora. principalmente quando se tratar de textos didáticos. ir pro vinagre pode significar "morrer". como as preposições. A consideração de meus amigos é importante para mim. mas noutros casos constitui um vício de linguagem. Vejamos alguns exemplos: Encontrei-a chorando. Há também casos em que a repetição de palavras é necessária para a clareza do enunciado. mim" ou "Ser considerado pelos amigos é importante pa- ra mim. quando essas repetições se tornam gratuitas. Há palavras. a ambigüidade deve ser evitada. Em princípio.14 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 1 - Procedimentos gerais de preparação 15 e as repetições de palavras Um bom texto prima-se pela precisão vocabular. Quem busca compreender os elementos deter~inantes da realidade social: Aluísio ou sua obra? A ambigüidade produzida pelo que pode ser desfeita pela substituição deste pronome por o qual. A mensagem publicitária. seu. as conjunções. passou a produzir vinagre. pode funcionar como recurso estilístico. em linguagem coloquial. Por isso. os verbos auxiliares. etc. Em textos literários. devemos apelar para os sinônimos. Há vários anos. o eco. Um texto crivado de palavras repetidas pode revelar pobreza de idéias ou de vocabulário. técnicos ou científicos. "dar-se mal" ou coisa do gênero. Cuidado com pequenas palavras como que. a cacofonia. na verdade. A frase leva a três interpretações: "João e José foram prejudicados". pois são elos básicos de estruturação da frase ou do pensamento linear. um fabricante de azeite de oliva anunciou em grandes cartazes O que é importante? Que eu considere os amigos ou que os amigos me considerem? A clareza da frase pode ser dada por uma destas construções: "Considerar os amigos é importante para . a indústria queria dizer exatamente o contrário: além de fabricar azeite. se. E desta forma a mensagem foi recebida. que geralmente não permitem fugir a esse esquema. às vezes. conforme o caso. como a ambigilidade.

Funciona como recurso estilístico na poesia. Nesse caso. Novas lições de análise sintática. monotonamente. (Augusto Frederico Schmidt.Quando dois ou mais advérbios em -mente modificam a mesma palavra.ela tinha . porque o sujeito é um "as medidas". constitui não só uma boa fonte de consulta para resolver essas dificuldades como também um registro atualizado da língua. conserva-se a terminação nos advérbios e omite-se a conjunção e: O mar chora.nosso hino .nunca gasta . junta-se a terminação apenas ao último deles: O outro respondeu.. publicado pela Ática. que às vezes se afastam das normas da gramática portuguesa. Não se estabeleceram as medidas que seriam tomadas.a sensibilidade é sua. é verdade . verbo não se flexiona. meu (Eça de Queirós.por cada . resultante da junção das sílabas finais de uma palavra com as sílabas iniciais de outra. Basta evitar aqueles que produzam realmente sentidos obscenos ou ridículos . . eco nas terminações em -mente .mesma mão .. Concordância Cumprir os princípios gramaticais de concordância (verbalou nominal) é básico para a clareza do texto. porque o sujeito é uma oração (= qUaIS medidas seriam tomadas). O Dicionário prático de regência verbal. /ongamente. É o verdade. Neste caso. Eis alguns exemplos de junções de palavras consideradas cacófatos: Acerca dela . mas deve ser evitado na prosa não-ficcional: Então a recessão é a solução para combater a inflação? Mas aqui o verbo tem substantivo no plural.ela trina .) Colocação pronominal No entanto.16 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 1 - Procedimentos gerais de preparação 17 Maria disse a Antônio que não trouxera o seu livro.uma minha .) Embora a colocação pronominal esteja muito em função da eufonia.mesma maneira .e. livro solução para elucidar de ser flexionado. como sempre. é recomendável seguir os padrões da norma culta do Brasil. ou palavra obscena. de Adriano publicado pela Ática.. o Eco Consiste o eco no emprego de palavras com a mesma terminação ou com o mesmo som final próximas umas das outras. costuma trazer muitas dúvidas.fé demais . do som agradável ao ouvido. Regência A regência. principalmente a verbal. para realçar a circunstância. Cacofonia É o som desagradável. pode ser uma boa outros casos. É bem verdade que às vezes o escrúpulo com os cacófatos se torna exagerado. vaga e maquinalmente: senhor. Vamos apenas comparar dois exemplos com essa partícula: Não se estabeleceu quais medidas seriam tomadas. Um problema quase sempre existente a respeito é a flexão (ou não) da forma verbal acompanhada da partícula se.boom da . é importante saber que à acepção que se quer corresponde uma regência correta. para o devido esclarecimento. i.ete. Uma consulta às da Gama Kury.envie-me já . de Celso Pedra Luft. basta substituir "o seu livro" po~ "o livro dele" ou "o livro dela".

Ilustrações como figuras Chamando genericamente de figuras quaisquer ilustrações. ou simplesmente inserindo-as no texto. à organicidade. todo o livro deve ser vistoriado no sentido de preservar sua inteireza e ser preparado como se fosse original inédito. - . Idêntico procedimento deve ter também o revisor impedindo o fato desagradável de uma ou mais linhas seguidas da composição começarem ou terminarem com as mesmas palavras. p. com exceção apenas das tabelas. se um mapa.18 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO A abertura de parágrafos Prevenindo-se contra os saltos na composição (v. que. p. É possível que num ponto qualquer haja remissão a alguma parte suprimida.Estabelecendo uma numeração única para todas as ilustrações do começo ao fim do livro. uma fotografia poderá ser a figura 3. diagramas. Após efetuarem-se as modificações necessárias. faça-a preceder da indicação Figura ou Fig. 37) composta de dois indicativos.G\EiN S D OT •• OII!. a) Uma só numeração ao longo do livro . por exemplo.~ MiM __ •• EX T O Ilustrações Ilustrações são quaisquer imagens ou figuras que acompanham o texto. sem classificá -Ias. esquemas. qualquer alteração comprometa a uniformização existente. um quadro comparativo. se for a segunda ilustração. Novas edições Os originais de obras reformuladas devem ser preparados e revisados na íntegra. ele será a figura 1. enfim. quadros. que seja necessária uma nova enumeração de coisas. bastando para isso pedir para recorrer o texto. quando isso é feito pelas primeiras palavras de cada parágrafo -. e assim por diante. fotografias. ~'~_·oI·~. mapas. 1. tais como desenhos. é recomendável que os parágrafos seqüenciais não se iniciem com as mesmas palavras. Antes de enunciar a legenda em si. não só de obras coletivas e de referência mas também de obras individuais. Classificacão~ Podemos organizar as ilustrações de três maneiras básicas: agrupando todas elas sob a denominação de figuras. 127) e nas batidas de parágrafos . separando-as de acordo com o tipo de cada uma."_I 2 AS I M Â. podemos apresentá-Ias de duas formas: classificadas por uma só numeração consecutiva ao longo do livro ou por uma numeração progressiva (v. for a primeira ilustração. organogramas. A coerência A utilização sistemática de um mesmo critério para um mesmo tipo de caso é fundamental à unidade.verificação da seqüência do texto. será a figura 2. etc.

ambos têm a vantagem de que. devendo conviver com esses opostos e buscar a harmonia dos contrários. 7. Para ele não existe algo radicalmente mau nem bom. A natureza. Este procedimento. conforme o exposto acima). p.20 ________________________ O~_R~~_ArJUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO L::__ ~s_im-"-gensd"_ text~ " _ 21 conforme o que se queira adotar como padrão -. que procura simbolizar esse ensi~ namento básico da seguinte forma: mcntod~ equilíbrio desses contrários -. pois dá mais autonomia à figura em relação à continuidade do texto. 7. que é o lado escuro e que simboliza o intelecto feminino. um muçulmano e cristão (embora talvez um pouco menos). ou bonito ou feio. na história recent'e da China. ou seja. 170. valem as mesmas orientações do item acima. o chinês comum é extremamente curioso. ou ativo ou passivo. Coréia do Sul. bem como o anterior. O que diferencia este procedimento do anterior é o fato de que aqui cada tipo de ilustração ganha uma numeração própria. as ilustrações podem o texto integrando-se a ele como um seguimento suplementá-Io . que é o lado claro e que representa o intelecto masculino. e a nova política de abertura para o capitalismo. Por exemplo. a Revolução Cultural e o isolamento do país. Fig. o que importa é a busca do equilíbrio. aparentemente rad·icais. todas as ilustrações do capítulo 7 são enunciadas por Figura 7. Ática. o pensamento chinês defende a natureza delica da realidade. contemplativo. ou se é bom ou mau. Ilustrações Inseridas complementar seu ou apenas proximidades sem classificação sem nenhuma classificação.figura 13. Assim: seguida referir no texto a uma determinada imagem. para que não ocorra um mesmo número para mais de uma ilustração.cidade localizada em território chinês e sob a administração colonial da GrãBretanha . complexo. para se 4. ao contrário.3. do Terceiro Mundo. 4. 23: Mapa do tesouro b) Numeração progressiva composta de dois indicativos . aberto a novas idéias e experiências. 1991. por exemplo. por exemplo. é recomendável colocar antes do número de cada ilustração o número do capítulo correspondente seguido de ponto. Ilustrações especificadas pelo tipo As ilustrações também podem ser classificadas de acordo com o tipo de cada uma. tudo tem o seu lugar no momento certo. ou masculino ou feminino. da mesma forma que os gráficos e tudo o maiS. do número seqüencial de cada uma. 3.1. Isto se deve à grande prosperidade econômica . ou certo ou errado.2. basta mencionar a sua classificação . São Paulo. Assim. 2. geografia v. Existe até um diagrama chinês antigo. na dose certa. o rompimento com a União Soviética depois de seguir sua orientação econômica. todos os mapas podem ter uma numeração exclusiva.são internacionalmente conhecidos como "tigres asiáticos". Entretanto. as quais à primeira vista poderão parecer incompreensÍveis para o pensamento ocidental. como no pensamento ocidental. Isso explica por que.que alcançaram nas últimas décadas. quadro 5. racional.1. com as mais elevadas taxas de crescimento do mundo. É provável que novas mudanças ocorram nesse país nas próximas décadas. as coisas e as próprias pessoas são tudo isso ao mesmo tempo. 7. são colocadas nas do assunto a que se referem.Vânia Rúbia Farias. ou claro ou escuro. . intuitivo. mapa 8. José William & VLACH.Neste caso o que teremos de fato são várias numerações consecutivas que se reiniciam a cada novo capítulo. Assim. IlustmiãcJ_c~I"~cadana _~eqüência no texto.n: 7.n ou Fig. t não a eliminação de um lado. as épocas de predominância do Yang e aquelas em que o Yin predomina. Reproduzida Geografia crítica. ou uno ou múltiplo. Taiwan (ou Formosa) e Hong Kong . faz com que os chineses aceitem c participem de freqüentes mudanças. de: VESENTINI.neste caso. T'aichi T'u ou Diagrama do Supremo Fundamental Os "tigres asiáticos" Esse diagrama representa a harmonia dos opostos: o Yang. Além disso. e o Yin. De resto. No pensamento chinês.sobretudo industrial . com a busca do equilíbrio nesse meio termo. ou doente ou são. todas as fotos podem ser numeradas independentemente das outras ilustrações (por uma só numeração ao longo do livro ou por numeração progressiva. expansivo. o chinês não só aceita acontecimentos aparentemente tão diferentes como participa deles: a implantação do socialismo. proporciona maior liberdade na distribuição dos elementos gráficos na página.

É tambérn possível apresentar um original único.Camera Presa London/ Keystone 2.4 Iolanda Huzak de crédito ooidental.foto 8.• '0.22 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 2 - As imagens do texto 23 Originais de legendas e créditos Uma lauda do original de créditos de fotos Quando não forem apresentados com os originais do texto.2 Thierry Champion/Gamma/Sigla a fabricação de automóveis particulares.:! •.• ! 1... A esoava- Tsuneo Nakamura/Volvox carvao 10. Kenneth Garrett/Keystone 193 . os originais de legendas e créditos devem ser feitos à parte. 15..2 . mencione sempre o número da lauda em que deve entrar o crédito fazendo-o acompanhar-se do número da figura. um para as legendas e outro para as fontes ou os créditos.. destinado principalmentea turistas.• 'o·~ •.1 1.foto 9.3 Kevin Schreiber -. ~ " Y.•.•••.2 10.1 9. Drechster-Angular Angular 1.3) --~------.4 14.-~ 194 .1 11.1 mineral a céu aberto na União Soviética..2 Gamma ••• ) .1 eletrônica na Coréia do Sul Gail1ard/Gamma 15. i.•••••••. .foto 8.e..2 Marisa carrião/ Wagner Angular Avancini/Angular Carol Val/lkso começa a se tornar comum na China: cartaz de publicidade de 14.5 9. a bicicleta é Gamma comum.2 FOTEX/R. Ruy Teixa1ra/Angular _. Em qualquer uma dessas situações. com uma listagem de todos esses itens ordenados segundo a seqüência do texto. Podem ser elaborados originais independentes para cada tipo de ocorrência.1 Copyright Agence vu Bernaro Descamps/ Angular nas cidades chinesas.2 Marcos Guião/Angular foi importada da Alemanha. Uma laudo do original de legendas de fotos •.--de montagem de uma fábrica de automóveis na União Soviética Manoel Novaes 11. Num país onde há pouca preocupaçao 3.

..' ---." J.....ÂNTlc. Geo«rafia Ilustrada.. vias diri!"em-se de aos portos eoonomias Por isso de africanas as ferroO exportação. relacione à parte todos os nomes e textos para facilitar a composição..•.=IJ !. Cidade Port do Cabo Elizabeth principais unir país. .•. Abril Cultural. ! o· •••• ....•.. na África Indígenas de Madagsscar ....•. ~~ _~.•.. ti T .o Harare para mesmo ou as re«iões y .•.. os Ele Durban Johannesbur.. " ! ..... .•." •••••• " : •••••••• r •.e vaI tada para o 1"""""" PAM~ iWJ-~\ P. 1632..-~~~-~~~--~- ... r y . Fonte.... GEOGRAFIA 0 •••••• CRiTICA - 4 - MAPAS ! . ferrovias países Kinshasa Lobi to ... 'll~~.. Aspecto do cerrado com elementos de sua feuna. portes. Por exemplo: ºriginal de um mapa Um original de legendas e créditos em que aparecem relacionados os nomes e textos do map~ 1tlrnilê$E'UlP titulo GEOGRAFIA CRiTICA 4 ROTEIRO DE IMAGENS n' Ititulo _ ••••••••••••••. o . p. sistema transportes reflete........o ~ ~ PriBcipais no Veja não mapa. *"""'1 ~\t ~ .u-~~ . no continente africano .al...•. portanto.. ".." •••••••••••• . MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO As imagens do texto . uma eoonomia dependente exterior.• . y •.• ! " Ferrov~ 'as !. _~-~ ... que foi linhas a rede o traçado projetado de um férreas africana das de transObserve... _----_..... CR... Lubumbashi Dar-es-SaIaam Nairóbi Adio-Abeba Djibuti f9i pensado para unir as ao mercado iaternaoia....._-'"~- 25 Na apresentação de originais de mapas. o· ".. Essa relação pode ser feita nos próprios originais de legendas.. ! n.•.•.24 ~ o LIVRO:. ." ~ ! ... Eo... 0. Peyre/Gamma/Sicla Ferrovias na África ÁSIA Cairo Moçambique Antananarivo OCEANO ATLANTICO OCEANO PAclFICO Sene«al Níger Uban(ui Nilo Con~o Kasai Túnis Argel Casablanca Dacar Bellaco Conscri Abidjã Lagos Brazzaville OCC=Ã:I'lC AT/.

~ di. võm:a4 coida<. Sônia. São Paulo. rrw é:IJMM. f=W.mde.. São Paulo. ~ 'P" aomiWmz do.do.e nãfr? .7.: Caixa Todos Átiea pABX Postal S.wrn € ~ é?wztr ~ "QA! r:Iue cI!aiiY!" . Frelncisco M.:O.y q. Uram composição: Catanna Horibe. .xn~ •~ ~-=n é'wz.vJn Rua Barão de 19uape. e ea ~ 1988 f. P. . eU ~ &. amfr. 2.ue ~e ~cmn~.Ó. Frei Caneca e a resistência pernambucana..&m 1X.R/JU>..~. CEP teleg 0\507 "Bomlivro" .cüd/.a ~ .p "aeh "1"l/. Português em sala de aula.~ e.etvrw. e ~ '1W' de e a&unb1.iMnJúy "acvw. mJY2fL . M'~ ~ . ~ . .0epo?1.or .amiJ. coordenação geral: Nelson S.wm ~ ~ div'w. ~ 'fP' /.4 Pesquisa: Luiz Lopes de Souza Composição e montagem: Diarte composição e arte gráfica S/C Ltda. ~.&w-. Ática. os créditos e/ou as fontes das ilustrações podem localizar-se: a) no frontispício ou no verso do frontispício: Créditos no fronti!píc:jc.&m F~f"9U-- • ~h~ :.etI&t. dtr f"C'.dltoril Te!.:vw-. .~ .4ell4 ~ a. Urata coordenação de arte: Silvio Vivian ff eu..cú "Clh! ~ ~ d1r ~ &jdl" fww.l4OWIM • ~~. p.:xn c:a..mM=~9"'-eAe C<mZ a ~ Ad:t~ ni1. Nelson S.o- ~ c:W ~:na~ch~'fM4a~oáde ~ de ~ a&. (i.tMnffeut "..U.wm Ai. • ?7?a.. " (j)~ ~. A1e~. 1988. m·9322 g6S6· SãoPau\o os direlto. 7° série. m.C. \ \0 End.WVQ ~ ntY f:vr .I1t. &m. fJO'1- ~. .. eJ. 1991.d. reservados Reproduzido de: TEIXEIRA. : OA. ~.al!c&nçaabdÍdM4 "J7U. ae.téJz. de Aua. da ~ &ndé ~.fMnU:m ~ -n(Ur..<. Atica.~. 7Ur =.whe coi1a4 tr ~ 7TIVYmff e ~ dia-a-dia.Mti ff fX':'W- a{ =n '//&d. de .A.9:!if ~ F m.J.1 26 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO L:-~m~~s do texto __ 27 Localizacão # dos créditos Créditos no verso do frontispício Conforme o espaço disponível ou a ênfase que se queira dar. • a&mo. e -rp..e' '?7Ud!ir ~ e ~e e amzpte=. Reproduzido de: JUNQUEIRA.e cá tVnff fWU1.wn 'f'd ~ .:. ..o:Wm 7u"m &vw.7?UlffZCÚ).

'" Thaves. Garficld ('. São Paulo. Troia Ar!.28 o LIVRO: MANUAL OEPREPARAÇÃO E REVISÃ~ 2 - As imagens do lexl"-- __ . PÁGINA de Meio & Tro...lriniJw.on. de Meio &'l'roia PÁGINA 48 C.' Mt'!o & Trob PÁGINA PÁGINA com ktr:lS: Homem de Mdo Desenhos: PÁGINA PÁGINA Paulo) Anúnóo PÁGINA Quadrinhos: Cmum.r1". Gramática nova.':lO l)J'Z. PÁGINA Cau!o~. Stahd Davis. nllma visita a Washington em 1985. AlJo/m·nhas da Cosi. qlle o desrespeitou permanentemente. Jarln'. EUA (adaptado). A J.'nto) PÁGINA 99 &.jo japonês Qu"drinho: (adaptado) Hevi~l:l Olímpka do Canadá Símbolos de animais: zoológico PÁGINA Quadrinhos.Anunciante: de moS(:a: Dcddização Agencia Emops Descnhollacapa:janv:mWijngaarden PÁGINA 70 Quadrinho: A halada PÁGINA 74 Scliar. Reproduzido de: FARACO& MouRA.klo & Troia cionais. Isso po' ros da Renl por Pretór' ganhando . Desenhos: Coca·Cola & Troia PÁGINA 57 Anúncio./Harl/:hele Homem d. 1992. Sl'rgino de esportes: A. Garfidd IIom"!Tl Ca/{/in.'io.. de: PAZZINATO.. uma importante ajuda financeira para enfrentar seus problemas econômicos.(.cinye PÁGINA 54 C"iagens: Horllcm lIderJ_o.iaunl.\. Agl'nciaSalles/Inter-AmClicana HOJl\em de Mdo &. Troia I'bca lê desenho Silhml('lI('s.ttmde e partes de Souza.fil. Artes Quino..mdium. Desenho PÁGINA Veríssimo de R'Vii: e Placa: Capa. 103 104 FlIAtuhptado) mil Walerson. PÁGINA 46 Fl'(ml~ e Enw_\! Quadrinhos: Mariniello. Moçaml doações que ZaJl da fome. .: de Meio PÁGINA 66 De~enho Santa na capa R()~a da edição de 1')')2 EljA.lo Bethencourt Homelll Mlran klr". de eom 64 de Mc10 & Troia e Jn.1 Sul.I riar de Moi çando constl bar o gover: Em novell aprovada u. O presidente de Moçambique tentou. O. !. Analista organizaçõel QUildrinho: Eduardo Desenhos: Desenho autoria Foto: Homem !lomem 113 de Jl. cidade.il f{evist" (il'raldiü" 12 PÁGINA 42 fk~cnh()s PÁGINA 95 ()u... .: IlolDt'm s.lgmento) Roy Lichtcnstcin Bill WateR. . 373.. dos paises do: procurando I consolidaçã! negras da f que continu. PÁGINA 59 Desenhos: '[roia QlIadri[]ho~: Jim pAGINA 110 llesenh" PÁGINA 111 07~OIl PÁGINA 23 I PÁGINA 24 & Traia.!.~()cia<. que traball A medi! PÁGINA 28 II detenho Saga Gravura: Quadrinhos: will Eisncr.lA(ad:.rtaze~: Notícia: Homem Homem de Mdo de Meio C"mic &. 18 Quina.. Troia PÁGINA 108 PÁGINA 21 Anúncio: Agência Homem M..:. São Paulo.'t:.. o regime ra.. H:ília PÁGINA AlllHlr-iO: PÁGINA 105 Agc'"<:ia 106 Homl'm 107 G!:lll<'O.]im Etiqueta pAGINA Sirnt:>ohs "desiva: 17 atual: 16 Agênd:' Opus PÁGINA 47 & Múltipl" Revista &.UiSCl"j(('vista(. Cartaz.'. 311.. MPM HOllWnJ do: Meio PÁGINA 38 & Troi" PÁGINA 87 Fotos: Homem 90 (I<" M<:Io & Troi:l de jaymc Agt'nda pAGINA Anúnci()~: Troia: PÁGINA & Agi::nda Arltlnci:llltl'.) .Alceu Luiz & SENISE. então. Ik. ed.a MIl/afda EUA (adaptado) PÁGINA 53 Quadrinhos: (..'ptado) 'j'roia PÁGINA 49 &. Troia QlIadrinh<. Eugênio Kirsch Hugo l'rdtt.Maria Helena Valente. PÁGINA 51 Notici. 115 ComjJf. PiLlure~ Ceholinha CarLlZ: .~em identinc:Ição PÁGINA 129 Detenhos: PÁGINA Anúncjo~: Homem 130 Agência McCann do Mar Slli}iadn de Mdo & Troia PÁGINA 29 Cafdn. & ElTA(adapl:u!o) Mendes de autoria de dólares e um 220 66"70 complet pela decisão roml ca do Sul de ren canos carvão. Livro: Capa HOllwm de Meio U. T3 Homem 14 S(J dá! quando de Mc10 eu I"e-l/'iro Quadrinho: PÁGINA4S ]-h. Ram.: Homem de Mc10 2 das "Terceiro mal & Troia Desenhos: PAGINA EUA (adaptado) Luís l'emando Vasques.. . AryNormanha PÁGINA 79 Anúncio: Quadrinho: PÁGINA Agência Caul"s.'nilos: PÁGINA 94 & Troia Anllll<'io: Agi"rl<ü W'/II. PÁGINA 75 Erickson regime cana às do aparl sanções principais fontes i que. o que lhe valeu um estremecimento de relações com Moscou. Revista Circo(ad. Oavis.ara. Sl/bouetle:. 86 Gar/idd & (. Corto Ma/lese- Agi::ncia 127 (fr. _ dólares por gU:ldli~.o. Capas: c.- PÁGINA 41 Bolinha Foro: lkvi.) Corto Ma/It's('.. Desenho: Desenhos: Silhouetles. SI/houe/les.. Aslel'i:x Troia PÁGINA 20 Desenho: Qu"drinhos: Urasihiniól PÁGINA Hmú'('('po".ao(i{oalltoria PÁGINA 98 Anunciante (fr"glllt. Homem Ma/a/da Silhuuelles. PÁGINA 22 Quadrinhos: Quina.. como neste exemplo: PÁGINA 10 fksenito.'il'co C"P.. p. Reproduzido História moderna e contemporânea. . 1992. tuição que I tinção do ri único e a ir: democracia i I c) no final do livro.:::~.llia Fot"" lksenho: Ilomelll 100 d. PÁGINA 93 lk~"nil.. PÁGINA 63 FernandoGonsalcs. 1-23 PÁGINA Desenhos: Revista pAGINA Anlin<. reforçar a aliança com os paises de governo negro que cercam a do..lIerreiro eu respiro PÁGINA 85 Si! dói (fUimdo Anúncio: PÁGINA Agênci:< 134 Almap Salles CcHtaz: Ag0nd" PÁGINA 136 __~~10/~~~~_ ano. Homl'm de Meio & Mulheres de Moçambique Anunciante.lerá" I'l'adim Anúncio: sem ide[ltificu. . presiderl ra manter u.. SilhrJUdl<'.l: Alq' PÁGINA 96 Quadrinho: PÁGINA Quadrinhos..:Cann de Mclo Erkkson(fragmento) de Mdo & PÁGINA 55 Foto: liomem de Meio & Troia desenho" 109 Davis.'ii/b(Jur-'t/"'--.' Melo Des<. PÁGINA 114 Dl'~erlh<)s: Si/bol/c/lcs. 2. 29 b) no local da própria imagem: um acordo de não-agressão com Pretória. Uma rd PÁGINA 25 EUA (adaptado) sem identificação Troia PÁGINA 65 Homem de Mclo & Troia Quadrinhos:JimDavis. lt.'pl<u].arfiuld EITA (adaplado) PÁGINA 26 c Duicatllr. p.EI. que era da I I PÁGINA 32 Quadrinhos: PÁGINA TItulo do Maurício 34 filme: Univer~al Capa: Fugl'nioKirsch PÁGINA 78 Título de novela: Rede Gloho Qu«drinhos: jim PÁGINA 133 Lage. Ática. Homem de Meio & Troi" D('~enh(. Ática.nilm:. PÁGINA 15 Cilmpelldiurn.. Homem EUA (adaptado) de Mcla de Meio & Troia. Ml'M/(:aS'·liJrCIllGld('desenh"deJ EUA C"laptado) Car10s dl' Mel" '!'mia Agêntia 11 Eml1ratllr(rr:rl'"wnto) PÁGINA 39 lkscnhu. PÁGINA (.

958 3.9 6. 163.230.2 13.179 1.4 11.609 __o.7 8.521 1.--_-~-.607 1.2 15.0 23..259 7.382 1.600 1.473 0.204 1.2 8.066 Rahla 0.6. Na preparação guintes.7 2.566 1.184 1.384 1. Ática..7 100.549 1.1 13.362o4.4 --1.0 Estimulação cognitiva Grupos TOTAL Recreação % Reproduzida de: ARRuDA.rn 1.048 1.0 8.624 0.1 13.4 4.914 2.003 1.8 24.018 1.0 26. osé Jobson J São Paulo.480 1.9 31.792 --_. Ática. para indicar que não se dispôs do dado.1.628 1.037 1.462 0.014 1.206 1.3 2.005 1._. para exprimir arredondamento dade ou valor numérico desprezível.7 8.328 _'0--Rio1. São Paulo.367 0. 91: Brazil.374 1.309 1. das tabelas.191 0.• QJzeroll~J~:snum~ri5~_s_d_esE ~z_íveis.850 0. .081 1.998 1.904 1.8.?_8~ 1.81(i 0. 1. p. de acordo com o número de vezes que a mãe engravidou a 61.128 0. 1981.663 PUJlllmbuco Mllranhiío Pnlllbll llrll. TABELA B-8 Distribuição percentual da amostra.4 22. para indicar que o valor do dado é nulo.186 2.972 1.70.4~1 I.693 1.134 0.167 1.643 1. São .496 0.Jovelina Paulo.257 1.342 2.------------.099 0.063 1.775 2.561 2.9 15.596 1.500 0.SI6 1.9_.261 3.i97 ___. e .5 2.984 (1.177 l.741 1.946 0.173 0.794 1.301o p._-.411 2.4 Total 100. p.944 1. Reprodl!zida de: DANTAs.30 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO As imagens do texto 31 .0 8. Não se deve confundir tabela com quadro.7 11.614 1..837 1.626 __ o O (zero).351 1.34) 1'2~ _. 1981._ --~.370 1..820 2.151 2.---_ .6 28. li A média de vezes que a mãe engravidou é de 9..045 1. indicando valores nulos.8 0.402 Jandro 2.~ -. Afora isso.796 __0.407 0. 1 KOTA1T.340 19.7 20.0 17.2 .943 2. Desnutrição e aprendizagem.2._---_..145 1.165 1.223 1. c) _ . Os quadros "são elementos copiados e não construídos estatisticamente" 1.139 1.688 1.57. observe as recomendações se- Numeracão " As tabelas devem ter numeração própria e independente da de outras ilustrações.2 0.195 0..900 1.1 31.1 92.004 1.3 19.8 6.880 0.246 0.807__ ~~O8 _---.. p.337 exportação-importação o de 0.502 1. -. de fração da uni- b) . Ivani.2 0.3 4.d SlInl(lS o 1.27 19 21 30 1% de u N1 Número de 53. Editoração científica.--~----Imo 0.".406 1.012 0. podem ser numeradas da mesma forma que estas.14 0..Tabelas As tabelas são registros de cálculos feitos previamente e de seus respectivos resultados.. Esta tabela apresenta duas convenções: .8 51. Inwces 1.. (reticências).(traço). de A.661 1.699 2. Notas As notas de tabelas devem ser chamadas por letras minúsculas e localizadas no rodapé da própria tabela. Convencões " As casas vazias das tabelas devem ser preenchidas com uma das seguintes convenções: a) (traço).256 0.1 0.0 4.767 1.8 17.680 2.2 325.101 0.-----. _-------.1l C.592 1.0 2.193 ___ 1. 1980. 63.9 N2 N1 Na 4.~.750 0..12 1.034 422 16 13 10-12 24 15 25 7-vezes18 28 -. O Brasil no comércio colonial. Atica. TABELA 10 "----------------.180 1. .

Mas isso não significa que devemos deixar de lado os estudos e as classificações da realidade social só porque ela é dinâmica e com transformações rápidas. ref. ed. por exemplo . Atica. por exemplo) encaixar-se tanto no Segundo co1110 no Terceiro Mundo. iremos estudar esses temas de maneira genérica. Ademais. José William. pode acontecer lambém de um pais (como Cuba. E podemos também afirmar sem problemas que um pais qualquer. 21. localilado na América. É evidente que tal país pode até . as transformações que ocorrem na realidade social são mais rápidas e mais imprevisíveis que as modificações naturais. não podemos ter tal grau de certeza: as modificações aqui podem ser radicais e ocorrer de um dia para o outro. todavia. a antiga a antiga Worlddevelopment report. mostrando como a real idamundo com base nas características da sociedade sempre é mais problemática do que uma compartimentação com base em elementos físicos ~ em continentes ou em climas.J\s imagens do texto 33 Fios Não feche com fio horizontal o pé de uma tabela que passa de uma página para outra. Uma classificação dos paises com base em aspecli- "mundos".REVISÃO ~ -. já I hll:lulI1do IHluindo incluída na Europa Ocidental. o PROBLEMA DA REGIONALlZAÇÁO DO ESPAÇO MUNDIAL /Ullto: Banco Mundial. mais teórica do que concreta. no final teriamos dele uma visão muito pobre. Como esses. nos próxÍmos capítulos iremos aprofundar. fugir a essa regra básica valendo-se de recursos gráficos . exisI em muitos outros casos de países que são difíceis de serem enquadrados perfeitamenlc apenas num desses três conjuntos ou de seu espaço fisico. Nas linhas a seguir. um pouco esse estudo. Seria mais fácil estudar o mundo atual a partir dos tipos de climas ou dos continentes. temos de saber o significado das palavras capitalismo. Sociedade e espaço. por exemplo.setas. lá pelo ano 2050 contiIIlIará a ter seu território situado no mesmo continente. não há dúvida nenhuma de que seu território atual continuará no mesmo continente. e isso não dá margem a nenhuma dúvida. se fizéssemos isso. 14-5. 1991.que possam indicar a continuação da tabela. pois alguns de seus aspectos lembram bastante o Terceiro Mundo. entretanto. Podemos afirmar com uma margem IIlÍnima de erro que as áreas que hoje têm l"lima tropical continuarão a tê-Io daqui a l:em anos. Pode-se. Já quando se trata dos aspectos politico-econârnicos dos países. São Poulo. " Para entender essa divisão do mundo em três partes. contudo. socialismo e subdesenvolvimento. 1992. apesar de todas essas possibilidades (que dependem muito mais dos homens do que da natureza). Alemanha Alemanha Oriental Oriental. p. mesmo que o cabeçalho seja repetido na página seguinte.32 ~ ~_~ __ _-º __ LIVRO: MANUAL OE PRiPARAÇÃO_E . Isso porque a realidade natural é menos dinâmica: um dado país encontra-se na América e não na Europa. e atual. 14 UNIDADE I • GEOGRAFIA POLlTICA DO MUNDO ATUAl CAPíTULO 1 • A GEOGRAFIA E Reproduzido de: V~SENTINI.

da par- caráter provisório podendo ser revogados § I' O alistamento eleitoral e o voo são: I . d) e) f) g) h) i) j) Divisões hierárquicas Capítulos.3 .. Isso pode ser feito pela numeração de parágrafos ou pela chamada numeração progressiva. to e é precedido de um algarismo arábico. durante o pe- e vem precedida de uma letra Na organização de uma obra pode-se recorrer a vários tipos de seccionamento.Seções do texto 35 3 SECÕES # D ~~cc:ionamento na Constituição brasil~ira TO Como está organizado o texto da Constituição? o texto constitucional é organizado. para identificar partes menores. -Cada artigo enuncia uma regra geral sobre determinaoo ~. b) os maiores de setenta anos. 11 para os maiores te permanente. e.Subdivisões do tomo. que trazem verbetes dispostos em ordem alfabética.A subdivisão em partes pode ocorrer antes da subdivisão em livros.) As obras literárias tanto podem ter seu plano desdobrado em divisões tituladas ou não tituladas como podem não apresentar nenhum seccionamento.. (No exemplo da página ao lado. Que 'o texto constitucional permanente é (com Arl. alternativa editorial de publicação de uma obra extensa em cadernos (v. p. por uma parte agrupados 245 Tran- em 9 titulos) e por uma parte transitória sitórias. p. 1) Outras notações.?s . romano..70. As obras jurídicas. capitulos. Subparágrafos. mediante: III III plebiscito: referendo. travessões. se com- CAPíTULO IV DOS DIREITOS poLtncos --- é importan- Unidades físicas Quanto ao seu aspecto material. São Paulo. de aJUgó'que O parágrafo contém uma facultativos para: exceção. 14. c) os maiores de dezesseis e menores de dezoito anos. d~to €"'-uma tgIVé6mplemento tratado subdivisão pejo arde artlfJoalsubdivi- ou um pormenor tigo.As letras ou alíneas podem ocorrer antes dos números. Parágrafos. A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto.embora nem todas as subdivisõesestejam necessariamente presentes: a) Tomos . § 2' Não podem alistar-se como eleitores os estrangeiros e. reproduz-se o seccionamento na Constituição em vigor. em artigos. Reproduzido de: VITA. 1989. Divisões numeradas Há obras que necessitam de um seccionamento marcado quase exclusivamente por números.. Nossa Constituição. Além disso. destinam-se à encadernação posterior em volumes. De resto. 135)separados. Álvaro de. Números (cardinais e/ou ordinais).obrigatórios e dezoito anos. Cada artigo. c) Partes . que são agrupados ções e subseções. cujos dispositivos e vigência sem prejuízo limitada. como bolas. etc. nos termos da lei. dividido em por sua veJ. Neste sistema.{KJlfé pará~~incisos éúÔÍa subdivisão _ ser subo e alínea§. Vinhetas e/ou entrelinhamentos maiores. iniciativa popular. têm com lo Ato das DIsposições 70 artigos). Os fascículos. A ConstitUição de 1988 tem 315 artigos. te notar posto artigos em títulos. com valor igual para todos. sobretudo os textos de lei. b) Livr. Seções. são de inciso e vem precedido~ e a alínea""éiJÕla a) os analfabetos. um trecho se subordina a outro dando a organicidade da obra por meio do seguinte seccionamento . o incisD ou de parágrafo garismo mmúscula. ba· stcamente. . seguem padrões especiais.Cada tomo pode coincidir ou não com o volume. embora algumas obras se identifiquem com formas preestabelecidas. as divisões mais comuns são as hierárquicas e as numeradas. o livro se apresenta em fascículos ou em volumes. Ática. como dicionários e enciclopédias. Letras ou alíneas .

à seção secundária.~-~~ governo.n. a) Caracterizar as alíneas..1. 2.1. que a depositaram nas caixas de poupança.3. ~ terClana { pc.1. 109.. ou que a empregaram em pensões vitalícias.1.4. 2. 2. 3. 1. Ática. .n. Podemos repetir.'~.. 1. e assim por diante.1.1. 2. 2. i.n.5 -+ dois doze cinco. ..1.. . finalmente: Reproduzido de: RODRIGUES. 7.2. 1. Em tal categoria estarão. ~_~spensando~_in_dicaçã~d.2. Enfim. ). As seções quaternárias: 1.1.3.5. pouco dependem das engenhosas combinações que podem ser imaginadas.1.2. 1984.5. ou ao menos pouco variáveis.1. 1.. Recomenda-se. 2.2. 7.2. não dependem de especuladores.n. 1.1. se houver. a primeira subdivisão do capítulo. O primeiro numeral do indicativo se refere à seção primária.5. os erários e os empregados que tiram vantagem das operações ora m cionadas. ... portanto..1. por letras minúsculas (a. os advogados. ).:é. reunamos assim todas as pessoas que nem direta nem indiretamente se beneficiem com a especulação e que possuam rendimentos fixos. . .c>~úmeroda página.3. mais de simples que obredeos possuidores ou menos o pou- da seção { 3. O conjunto numérico resultante da combinação desses numerais é chamado de indicativo da seção. Coloquemos juntas. nos bancos.2. a divisão maior.12. 1.1. Reunamos todas as pessoas que dependem dest .e.'p. Com o único intento de abandonar o incômodo uso de simples letras do alfabeto. Albertino.2. i.1.1.2. 2235. de qualquer modo. p. ou outros títulos similares com renda fixa. ). e que. quando houver. . José org.1.. 5. os operários. 2. .1.2.~ co~/~..2.t~. 2. O segundo.. n).1.1.n..1.1. os camponeses.isto é. obrigações de sociedades. todas as pessoas que direta u indiretamente se utilizam da especulação e que. As terciárias resultam da divisão das secundárias. .1. para esta~ (§ 2231) 6~ias dissemos anteriormen pessoas. 1.. ..n. com os stria e ao comércio.Seções do texto LIVRO: MANUAl 111 I'IIII'AIIAÇÁO E REVI~ 37 Numeração de parágrafos Numeração progressiva Cada parágrafo sucessivo recebe um número Ilatural a partir de um (1. os notários. de diversos modos. . e de rentistas às pessoas da categoria (R). em suma.:. 3.3 . As seções quinárias: 1. São Paulo. Comesse_tieo ~numerClsã~_a!remissões ao própri() texto tornam-se fáceis. Recorre-se a letras e algarisllIos r()Jnanos para as subdivisões.5. f em crescer os rendimentos valendo-se engenhosamente das circunstA cias. b. ..1. atribuamos o nome de especuladores às pessoas da categoria (S). Consiste na identificação das seções por numerais colocados um ao lado do outro e separados por ponto.5. Pareto. as pessoas cujos rendimentos são fixos ou quase fixos. 1.3. Indicativo u~. As secundárias resultam da divisão das seções primárias..n.1...3.1.e.. . 2.mácia ~ 1 j I L quaternária qumana As seções primárias equivalentes a capítulos são numeradas consecutivamente a partir de um (1. . os aposentados. c. ) seguidas de parênteses.2..1.n.2. Constituem seu indicativo: o indicativo da seção primária e o número de seqüência da segunda subdivisão (1.n. grosso modo. os possuidores de casas e de terras onde não haja lugar para a especulação.1. Constituem seu indicativo: o indicativo da seção secundária e o número de seqüência desta nova subdivisão (1. 1.1 -+ um um.3. 1. aqueles que possuem como rendimentos títulos de Direito público...1. . os empregados que dependem dessas pessoas ou que. 1. que chamaremos (R). Coloquemos em outra categoria. ou quase fixos. os engenheiros.1. A leitura dos indicativos é feita da seguinte forma: 1. que geralmente equivale ao capítulo.1.n.n. 1.1 Seções secundária ~ .3. os simples possuidores de poupança.2.

Uma descrição técnica deve esclarecer. os tópicos principais a serem abordados e discutidos no texto. Este sumário diretor facilita desenvolver o assunto sob uma linha de conduta perfeita das fases da pesquisa.apenas a primeira palavra com inicial maiúscula . a direção que o autor seguiu.--------'"---'"'KOTAIT.R. 2) Não usar ponto no final dos títulos e subtítulos. importante. Veja como fica isso na página reproduzida como exemplo de numeração progressIva.1 Estrutura do documento 4.1 Nas monografias e teses. ou seja. Neste caso. . e assim por diante. São Paulo. Ática. marcam-se todos os títulos de peso 1 (o título principal). com a cor y. em vídeo. fazendo-o preceder o título ou a primeira palavra do texto (quando a seção não tiver título). seja artigo ou monografia. 4. Editoração científica. Com a cor x.38 o LIVRO: MANU~~Il~PARAÇÃO_E . agradando. saber-se a quem é dirigido o documento. Atribuem-se a elas pesos hierárquicos específicos. GARCIA (1978). basta o espaço. E: 1) Convencionar um código de cores para marcação dos títulos e subtítulos. pois. pode-se valer de tipos e corpos diferentes para estabelecer a hierarquia. Não é necessário separá-Io do título ou do texto por qualquer sinal de pontuação. tanto quanto possível. Apesar desse primeiro esboço ter certa coerência. também. todos os títulos de mesma cor serão compostos com o mesmo tipo e corpo. Reproduzido de: 1981.E\iISÃO 3 . s\)gere-se a seguinte disposição: a) Elementos preliminares aa) capas ab) folha ou página de rosto ac) dedicatória e/ou agradecimentos ad) listas de ilustrações ae) sumário b) Elementos do texto ba) introdução bb) discussão do assunto bc) conclusão/recomendações c) Elementos pós-liminares ca) anexos e/ou apêndices cb) referências bibliográficas cc) índices -. 35.e em negrito. c) Destacar o indicativo (em negrito ou itálico).ina que apresenta numeração progressiva. enquanto a obra literária deve impressionar.1. todos os títulos de peso 2. basta colocar os títulos das seções primárias (capítulos) com todas as letras em maiúsculas e em negrito e todos os subtítulos (títulos das demais seções) em minúsculas . Com isso. convencendo. p. é conveniente: Pá9. 3) Alinhar à margem esquerda os títulos e subtítulos precedidos de numeração progressiva. Este procedimento é válido para a preparação feita em papel. por exemplo. 4 ROTEIRO DO TRABALHO o roteiro de um trabalho científico.Seções do texto 39 b) Alinhar o indicativo à margem esquerda. deve indicar metódica e detalhadamente. Na preparação dos títulos. Ivani. ele é passível de correção em qualquer das etapas.

senhor descobriu o meu número? (Paulo Mendes Campos. ." Disse ao homem que não cantava desafio . o indireto e o indireto livre são estruturas narrativas que só têm a ver com a maneira de o autor caracterizar e apresentar suas personagens. disse ao dono da casa: "se não prenderam o meu tuim então por que comprou gaiola hoje?" O homem acabou confessando que tinha aparecido um periquitinho verde sim. que se interpõe na fala da personagem. de rabo curto.O homem queria que eu fosse naquele dia para uma cantata na casa dele. de barba grande. porém. ] Era um homem de respeito. logo que o garoto nasceu.a oração que contém o verbo dicendi -.4 - Formas do discurso 41 Essa declaração do narrador .) a senhora de quem roubaram a bolsa ontem? - Sim. cendi. Autores há que. (José Lins do Rego. É desnecessário marcar com aspas aquilo que foi destacado por travessão. chorando.) Uma questão de estilo direto. acrescentase mais um trav~ssão antes de retomar a fala da personagem: Eu não disse? ..Esse vai ser ministro . Note que. combinam essas estruturas.Mas como o . a personagem é que fala e o travessão inicial caracteriza o discurso direto. que visam principalmente à clareza do enunciado. ocorrer novo enunciado - Se. minha senhora..) No exemplo anterior. "sou eu mesmo". também deve ser destacada por travessão: FORMAS DO URSO .. Começou a subir.. Quando. ela o faz também por discurso direto. observe as normalizações abaixo. não sabia que chamava tuim. É uma questão de estilo. Quando reproduz em seguida o seu diálogo com um segundo falante. respondi.. Um homem e tanto: "Ah! o senhor é o cantador Dioclécio?" "Sim. O uso das aspas fica restrito aos casos apontados adiante. (Idem.) o discurso Emprego do travessão direto Destaca-se com travessão a fala do discurso direto - re- produção ao pé da letra das palavras de alguém. . No caso do discurso direto. o narrador anuncia o falante. "Pois vamos ter um desafio. (Rubem Braga. com o Manuel Bacurau.) o discurso Emprego das aspas Usam-se as aspas: 1) Para realçar a fala a que não se segue uma réplica: Foi lá. . no mesmo parágrafo e no final da oração do verbo diou continuação dele.festejou o pai.. É 2) Para assinalar um discurso direto dentro de outro discurso direto: . responder e sinônimos). sem a presença do narrado r para identificar suas falas. no exemplo. senhor". perguntar. assinalado na escrita com aspas. habilmente. ele o faz utilizando os verbos dicendi (dizer.sentenciou o pai. [. as duas personagens se expressam livremente. (Carlos Drummond de Andrade.Aqui é o ladrão.

Sozinha? . (Érico Veríssimo.Sei de uma gruta muito boa . .) .Estendeu-lhe a mão. . .) A estrutura narrativa com verbo dicendi não deve ser confundida com uma outra estrutura semelhante. doutor . .dizia-lhe Dioclécio -.) . .... Não lhe ocorreu o (Idem.Indústria! Estava pesado. . a oração intercalada com o verbo dicendi fica fora das aspas... dizia Maximina.Estou pra entregar uma roupa a um freguês .perguntou Soprinho... entre vírgulas: "Assim".42 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 4 Formas do discurso 43 MPORTANTE Nos casos de discurso direto assinalado com aspas..) .Pois eu .Menino .Ela sorriu.reforçou Ângelo.Já vou! Com licença.. (Idem. No primeiro caso.Ora essa! Indústria .disse Soprinho. o narrador geralmente anuncia o falante. intercalando a oração do verbo dicendi.Venha cá . se compararmos os seguintes exemplos com os anteriores . não encontrava argumentos. nome do outro. para as bandas do sul. .) . (José Lins do Rego.Mas venha cá.) Não haverá pontuação alguma se obviamente a interrup<. Podemos (Fernanda Lopes de Almeida.Indústria! . (Idem.) A pontuação Observe nos exemplos abaixo a pontuação em estruturas narrativas com verbos dicendi intercalados: . (Idem.Que revolução estúpida! sei como há gente .) . No segundo. doutor. . Agora sei que o senhor é meu amigo.. depois do terceiro travessão do período: .compare também o emprego de maiúsculas no início das orações intercaladas: .Você já reparou numa aranha fazendo teia? Uma teia de aranha é uma renda..Feio? .) (Érico Veríssimo.. sorrindo um sorriso de agradecimento. A diferença entre essas estruturas pode ser mais facilmente percebida.Mordeu o charuto com raiva.v .acho que esse Tamanduá medo aos bobos. . tinha comido e bebido demais.. .) . esta será colocada sempre no final da oração intercalada. terra da gente viver é lá (José Lins do Rego.Deixaste comigo a melhor das recordações naquela nossa última noite.Vou receber aí uns 85 mil réis e então . fazer a nossa casa lá.Obrigada.. Eu não Se a oração do verbo dicendi for intercalada numa pausa que exija vírgula.:ào fala se fizer num momento que não haja pausa: da . (Idem. murmurou Eugênio. "não há cristão que agüente".disse Helena .. ele interrompe a fala da personagem para acrescentar uma ação ou uma circunstância qualquer. sem identificar o falante.) ... (Fernanda só mete Lopes de Almeida. doutor.

Tristão de Ataíde. que regulamentaram o assunto. senhora.) Nas locuções. o substantivo com minúscula: que designa a espécie é escrito A serra do Mar. vejo apenas uma máquina engenhosa. Norte (designando regiões e não o ponto cardeal). Centro-Oeste. Ei-Ios: 2) Nos nomes de pessoas. posto que tem sentidos". emprega-se a minúscula: Rousseau afirmou que "todo animal tem idéias. dão hoje mostras de obsolescência. próprios e comuns. a) Período: Todos os acontecimentos . Mas. lulu. como fez o alemão.5 - Iniciais maiúsculas 45 5 INICIAIS MAIÚSCULAS Desafio que haja alguém que saiba empregar as maiúsculas.. Se a citação for feita por uma locução que se integra à frase sem o recurso de dois-pontos. Por isso. e apesar do desafio lançado por Houaiss. a cidade de Ouro Preto. tomando o nome comum: A Águia de Haia. Ricardo Coração de leão. b) Verso: "Estou farto do lirismo comedido / Do lirismo bem comportado . 1) No começo de períodos.. I :<!i b) Cognomes: . Zona da Mata. o Grande.) Há poetas. . A língua portuguesa não encontrou ainda uma fórmula para resolver definitivamente a dificuldade no emprego das maiúsculas. os Médicis. a) Nomes e sobrenomes: Euclides da Cunha. deve-se escrevê-Io com minúscula (v. que a natureza dotou de sentidos" . p. a Dama de Ferro. versos e citações diretas. Rui Barbosa. Emprego da maiúscula Emprega-se a letra inicial maiúscula principalmente: e) Pseudônimos: Marques Rebelo. " (Manuel Bandeira. quando a pontuação o permite: "Muito bom dia. península Ibérica. Pedro. f) Nomes dinásticos: Os Braganças. "~ c) Alcunhas e hipocorísticos (nomes familiares carinhosos): d) Antonomásticos (nomes comuns no lugar de nomes próprios ou vice-versa). trópico de Capricórnio. Oriente Médio. rua Direita. com inicial maiúscula. vale do Jequitinhonha. 3) Nos topônimos e locativos. tb. que utilizam a letra minúscula no início do verso. c) Citação direta: Disse Rousseau: "Em todo animal. As "Instruções para a organização do vocabulário ortográfico da língua portuguesa" . é que é preciso estabelecer alguns parâmetros para atenuar a disparidade de critérios. entretanto. ANTÔNIO HOUAISS. Sete-Dedos.. escrevendo todos os substantivos. / que nessa janela está.. / Sabe dizer se é possível/algum trabalho encontrar?" (JoãoCabral de Meio Neto. Emprega-se a letra inicial maiúscula nos topônimos e nos nomes de regiões em geral: Campinas. 52): Um nero (= um homem cruel). se o nome próprio é que estiver no lugar de nome comum.

Cabo Verde. quadros. a chegada do homem à Lua. o sol propicia a vida na terra. Ática. Aldebarã. a luz da lua. História antiga e medieval. 4) Nos astrônimos (nomes de constelações. planetas) . Presidência da República. Planalto . Sol.Os astrônimos são escritos com inicial maiúscula: árion. beta do Escorpião. Marte. "a terra girava indiferente aos sofrimentos dos homens" (Antônio Houaiss). Trypanosoma eruzi. fases da lua. Ministério da Economia. porém.. Lua. o substantivo designativo da espécie deve ser escrito com maiúscula: Cabo Frio. acidente geográfico). as luas de Júpiter. viu a lua refletida no lago. p. Escrevem-se com letras minúsculas os termos que se juntam aos topônimos para delimitá-los no tempo e no espaço: O alto Nilo. que. São Paulo. Central. ed. Em contextos isolados. Exército. a idade da Terra. Editora Ática. estrelas. a Cidade do Cabo. Vilela. Brasil colonial. sol e lua ao trazerem conotações que não permitam dizer que esses nomes sejam nomes próprios (o que não acontece na linguagem científica nem na referência específica ao nome do astro): ao nascer do sol. a distância do Sol. a cidade (mas: cabo Frio. a água cobre três quartos da terra. Maria Januária 19. 5) Na classificação científica . Partido dos Trabalhadores. se integrar o nome oficial do topônimo. Mas. Saara Ocidental. Outros casos de emprego da maiúscula Reproduzido de: SANTOS. militares. o eclipse da Lua. lua cheia. África setentrional. Baixada Santista. 39.46 o LIVRO: OEPHEPAFl1ICÃ~ REVISÃO 5 - Iniciais maiúsculas 47 Note-se. acidente geográfico). Associação Brasileira de Imprensa. a ilha (mas: cabo Verde. se fizerem parte do nome oficial (ou consagrado). européia. lua nova. antigo Egito. Rússia Emprega-se ainda a inicial maiúscula nos seguintes intitulativos: 1) Instituições e entidades culturais. esses adjuntos são escritos com letras iniciais maiúsculas: África Equatorial Francesa. políticas e profissionais e empresas: Escola de Comunicações e Artes. Também não se escrevem com maiúsculas os vocábulos terra.O nome científico dos seres vivos é escrito com inicial maiúscula apenas no primeiro termo e toda a locução intitulativa deve ser grifada: Homo sapiens. Senado Federal. Mas: a Terra gira em torno do Sol. o designativo referido acima deve ser grafado sempre com inicial maiúscula: f I Entretanto não se usa a maiúscula nas designações do grego que acompanham os astrônimos: alfa do Cruzeiro do Sul. como mapas. etc. 1990.

O fino· da bossa. obviamente eles são escritos com inicial minúscula e se sujeitam às mesmas regras ortográficas estabelecidas para os nomes comuns: maisena (do nome comercial Maizena). o partido (mesmo referindo-se ao Ministério X e ao Partido Y). religiosas e tradiDia do Trabalho. dispensam-se as aspas. quando personificados mo entidades: ou valorizados co- A Cigarra. etc. usa-se a inicial minúscula na grafia da denominação: A sinfonia n'? 5 em dó menor.Emprega-se a maiúscula na primeira palavra (e naquelas que requererem este emprego por natureza). . "' li' -il. "Garota de Ipanema". O arquiteto e o imperador da Assíria. Mas é óbvio que. alegria". gilete (do nome comercial e antropônimo Gillette). evite grafar. o foguete espacial Challenger ou o prêmio "Jabuti" (evite grifo ou aspas). como no item 6. 8) Música a) Faixa de um disco . 6) Produtos industriais e marcas em geral .Emprega-se a maiúscula na primeira palavra (e naquelas cuja natureza o exigir). 45 e 60 encontra-se explicação sobre o uso de maiúsculas em designativos de espécie e em termos individualizantes). Assim. Sete de Setembro. usa-se a maiúscula na primeira palavra (e naquelas que exigirem o emprego de maiúscula). grifando-se todo o nome do disco: O disco Compositores brasileiros em solo de piano foi premiado. Estado Novo. pois o uso da inicial maiúscula por si já é realce suficiente para valorizar o conteúdo semântico que se quer. a Razão. grifando-se todo o nome da obra: Os guerreiros. o uso corrente transforma esses nomes em substantivos comuns. Ocorrendo. i I I f Na referência isolada que contenha todos os dados técnicos de identificação da obra. EI Niiío. emprega-se a maiúscula inicial na primeira palavra do título (e naquelas que o exigirem por natureza). Constituinte (por Assembléia Constituinte).No texto. o ministério. entretanto. f . Nova República. 3) Festividades CIOnaiS: ou comemorações cívicas. Tanto neste caso. Jornal nacional. e~petáculos teatrais e programas de televisão . Legislativo (por Poder Legislativo). colocando o nome entre aspas: "Alegria. a Formiga. 7) Escultura e pintura . 2) Períodos e acontecimentos históricos: Paleozóico. Revolução Industrial.48 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 5 - Iniciais maiúsculas 49 Convencionou-se empregar inicial maiúscula em denominações como Senado (por Senado Federal). XXIIICongresso de Cardiologia. I I . por exemplo. o exército de Aníbal. Seiscentos (o século XVII). I I I!l t Há obras que não possuem título e são conhecidas apenas por uma denominação que pode indicar uma ordem de classificação qualquer ou uma característica técnica. o Cadillae. grifando-se o nome todo: O pagador de promessa.~ -I I f 1 ª Quando. o diamante Cruzeiro do Sul. se a palavra assumir o valor de substantivo comum. Câmara (por Câmara dos Deputados). Neste caso.Escrevem-se os nomes de produtos industriais e de marcas em geral com inicial maiúscula (veja também o comentário do item anterior): Os temperos Arisco. Idade Média. a não ser o da maiúscula (nas p. Renascença.Quando houver um nome dado pela tradição ou pelo próprio autor. Natal. a seguir. 5) Coisas e eventos nomeados individualmente: A locomotiva Baronesa. Hégira. O grito do Ipiranga. Carnaval. Antiguidade. o Ódio. b) Disco no todo . 9) Filmes. não se emprega a inicial maiúscula: o senado de Roma. porém. sentido figurado é de rigor o emprego de minúscula: Vive-se naquela região em plena idade média. é dispensável o uso de outros destaques gráficos. Supremo (por Supremo Tribunal Federal). 4) Nomes comuns.

João VI. são. direito. Reinado e República. o presidente da República. senhor. matemática. referindo-se ao governo de um país monárquico.marquês. para demonstrar reverência.10) Livros. a Igreja anglicana. como instituição.: a ilha de Santa Helena. a grande cidade. general. este item será visto adiante. barroco. Dr. colocadas junto ao nome próprio. Teresa Cristina. . Mas não se escreve com maiúscula quando se tratar da divisão territorial de certos países: o Brasil tem 26 estados. o advento da . a residência de um monarca ou as pessoas que o cercam. papa. etc. exprimir altos conceitos religiosos. escrevemse com inicial maiúscula as seguintes palavras. física. 2) Nas fórmulas de tratamento: você.•••U••• • •_••• • use IU_" U LA S = Nada impede que. b) Corte. 3) Nos nomes que designam artes. a partir da p. ciências ou disciplinas: pintura. seu. o largo General Osório. 4) Nos nomes de doutrinas. realismo. consideração ou respeito. romantismo. c) Estado. tomadas em acepção especial: a) Colônia. Quando constituírem abreviaturas. estadomaior (quando não se referir especificamente à entidade das forças armadas). seja a palavra realçada pela maiúscula. é recomendável empregar a inicial minúscula: 1) Nos cargos e títulos (nobiliárquicos. dignitários. como topônimos.Por demandar tratamento mais minucioso. 90 e mais especificamente nas p. como instituição ou comunidade O papel da Igreja. referindo-se ao conjunto de poderes políticos de uma nação ou à nação politicamente organizada: Um Estado totalitário. mas trono. catolicismo. etc. o Hospital São Camilo. 5) Nos nomes de grupos ou movimentos políticos e religiosos: jacobinos. 6 I N I C I A I SM IN •• ~ . este tipo de abreviatura pode ser escrito com inicial maiúscula: a imperatriz D. santo. Castelo Branco. Assim também: terceiro estado (o povo. proL Celso. a capital ou sede de um império colonial. santo Antônio. marxismo.: O visconde de Cairu. d) Igreja. padre. instituições. Gaspar. Opõe-se a corte. a crise do Império. Mas. políticos ou nacionalistas e outras distinções. de fiéis: e) Metrópole. como o lugar em que se assenta um soberano. dona. Zerbini. 109-11. Império. doutor. professor. profissionais. Mal. o poder central: Os estados da União. frei.Entre outras. Opcionalmente. jornais e revistas . em relação ao clero e à nobreza.República. os outros dois estados). correntes e escolas de pensamento e religiões: posit'ivismo. Escrevem-se também com inicial maiúscula os designativos de cargos e títulos que se integram ao nome próprio para formar novos intitulativos. história. a cidade de Presidente Prudente. em oposição a metrópole. 11) Palavras com acepção especial . f) Trono. Vossa Alteza. eclesiásticos e hagionímicos) . g) União. fr. etc. dom Pedro 11. dom. equivalendo à palavra Brasil ou designando o período histórico: A exploração do pau-brasil na Colônia. ministro. modernismo. golpe de Estado. Sua Excelência. música. desembargador. comendador. protestantes. Mas: Vossa Senhoria. os cargos e títulos serão escritos também com minúsculas: o rei d.frei Vicente do Salvador. presidente. como a reunião dos estados federativos. para racionalizar o assunto.

sendo portugueses ou aportuguesados. 2 . patrocinada no Rio de Janeiro. 120). • Os topônimos de origem estrangeira devem ser usados com as formas vernáculas de uso vulgar. kelvin. Mas: Estado (com maiúscula).. Mas. pataxós.52 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 6) Nos nomes dos meses. v.) É o que nos informa Celso Pedro Luft (Novo guia ortográfico. p. deve-se escrevê-Io com letras maiúsculas: Lei de Imprensa. emenda. etc. Houaiss. 11) Nos nomes compostos em que ocorra forma onomástica constituindo unidade semântica (ligada por hífen): águade-colônia. todavia. os nomes dos meses são escritos com maiúsculas: avenida 23 de Maio. caxias. um axiônimo"l. as plantações de café no Oeste paulista. quem o quiser manterá em sua assinatura a forma consuetudinária. município. e desde que sistematicamente na mesma obra. joão-ninguém. "Preparação de originais"... "os Bororo" por "os bororós" ou "os bororos" . 45): anfitrião. bantos. 13) Em antropônimos que dão nome a unidades de medidas (v. estado. citando Antenor Nascentes. (Sobre isso. A conferência. portaria. locativos e de qualquer natureza. pau-brasil. que se identifica na escrita pela letra inicial maiúscula. Os demais. 10) Nos nomes de povos e etnias: baianos. estabeleceu. excetuando "a abreviatura da unidade da federação". e quando não têm formas vernáculas. Este capítulo. Lei Afonso Arinos. cit. 7) Nos nomes de divisões político-administrativas: província. bem como nas suas subdivisões: capítulo. alínea. pelo Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. p. títulos e marcas que se achem inscritos em registro público. parágrafo. 1 7 NOMES PRÓPRIOS O nome com que se designa' 'um antropônimo. dom-quixote. artigo. referindo-se ao poder político de uma nação ou à nação politicamente organizada. pode-se usar a maiúscula (sem flexão de plural) em casos especializados como: "os Mawé" em lugar de "os maués". um intitulativo. 55. banana-são-tomé. newton. 8) Nos nomes dos pontos cardeais. terça-feira. quando indicarem direções ou limites geográficos: apontar para o norte. tb. dias da semana e estações do ano: janeiro. 77): ampere. p. Com exceção de graus Celsius. Fahrenheit e Réaumur. por não oferecerem outras dificuldades além do emprego das maiúsculas. tb. que "não serão usadas abreviaturas nos nomes geográficos". watt. 60. em 1926. Mas. intitulando logradouros públicos. p. p. As "Instruções para a organização do vocabulário ortográfico da língua portuguesa" assim recomendam o tratamento do assunto: • Os nomes próprios personativos. mas um nome. Excepcionalmente. etc. judas. Globo. tratará exclusivamente dos nomes de pessoas e de lugares como nomes próprios. um topônimo. são escritos com maiúscula: a região Sudeste. são vistos apenas por este prisma no capítulo 5. alvará. etc. gregos. designando regiões. limitar-se ao sul. um astrônimo (se astrônimo já não é um topônimo). • Para salvaguardar direitos individuais. inciso. inverno. 1976. etc. mecenas. 12) Em certos antropônimos históricos ou literários empregados apenas em sentido metafórico (v. estão sujeitos às mesmas regras estabelecidas para os nomes comuns. tartufo. Porto Alegre. Poderá também ser mantida a grafia original de quaisquer firmas. Quando ao nome do documento não segue um número (lei n? 5 765). é um nome próprio. 9) Nos nomes de documentos oficiais: lei. entre outras normas. transcrevem-se consoante as normas estatuídas pela Conferência de Geografia de 1926 que não contrariarem os princípios estabelecidos nestas lnstruções2. sociedades. sósia. calcanhar-deaquiles.

portanto. estão sujeitos às mesmas regras estabelecidas para os nomes comuns". Nelson. Lixto. ajustam-se às normas vigentes: Gilberto Freire. Eça de Queirós. Pa rticularidades 1) Pessoas vivas . Excetuam-se à regra nomes cujo aportuguesamento já é de uso corrente: Júlio Verne. no caso) possui todas as letras para representar os sons da língua-fonte. ARAÚJO. Umberto Eco. Sirva de exemplo o topônimo "Bahia". Rio de janeiro!Brasília. Os nomes que delas nos chegam são. de acordo com o registro de certidão. 2) Pessoas falecidas .55 • Os topônimos de tradição histórica secular não sofrem alteração alguma na sua grafia. Posto isso. a) "A transliteração é uma forma de transposição gráfica de uma escrita para outra. etc.3 Mas nem sempre o alfabeto para o qual se faz a transposição (latino. os antropônimos.A grafia de pseudônimos se sujeita geralmente às regras ortográficas oficiais: Tristão de Ataíde. Walter. objeto de transposição gráfica.. 2) Nomes em línguas que não adotam o alfabeto latino .. segundo a correspondência de sons que devem representar. Isso pode ser feito de duas formas: por transliteração ou por transcrição. Mareei Proust. Alphonsus de Guimaraens. que conservará esta forma quando se aplicar em referência ao Estado e à cidade que têm esse nome. entretanto. Emanuel. Rachei de Queiroz. etc. seguem-se normas que procuram resolver as dúvidas mais freqüentes sobre o assunto. 213. quando já esteja consagrada pelo consenso diuturno dos brasileiros. Observação. Por essa transposição. p. que por isso conservam letras alheias ao português e ausência de acentuação. excetuando os casos do próximo item. Nova Fronteira! . Jules Romains. Nomes estrangeiros 1) Nomes em línguas que adotam o alfabeto latino . nomes esses marcadamente ingleses.Pode-se respeitar a idiossincrasia ortográfica do nome de pessoas vivas. Gustavo (ou Gustave) Flaubert. Augusto (ou Auguste) Comte. 4) Nomes que ainda não assumiram forma portuguesa de aceitação geral . procurase fazer com que caracteres do alfabeto latino correspondam a caracteres do alfabeto de origem do nome. A construção do livro. K. caráter por caráter. Mas há casos peculiares de pseudônimos ção se torna impossível: em que essa sujei- Yan (João Fernandes) de Almeida Prado. Então os estudiosos se valem de diacríticos (sinais auxiliares que dão som especial à letra :. Qorpo-Santo.Os nomes de pessoas falecidas. Anatole France. .É tendência hoje da língua no Brasil não aportuguesar nem traduzir nomes próprios estrangeiros: Enrico Fermi.Há línguas que não utilizam o alfabeto latino para a sua expressão escrita. 1986. ignorância do escrivão ou capricho pessoal: Antonio Candido. 3) Pseudônimos e nomes peculiares .Os compostos e derivados desses topônimos obedecerão às normas gerais do vocabulário comum. Instituto Nacional do Livro. Érico Veríssimo. "portugueses ou aportuguesados. Marques Rebelo. lVonnes de pessoas Norma geral Ressalvando os casos enunciados a seguir.São admissíveis formas como Wilson..

sh para o inglês. Consultando edições correlatas de um dicionário enciclopédico . mas está se estendendo também para os nomes que. Leos Janácek. Por exemplo. cabe um parêntesis esclarecedor. 3) Nomes em línguas que empregam alfabetos baseados no alfabeto latino . transcrição com todos os elementos do português. ibidem. os nomes de pessoas flexionam-se em número. A regra deveria prevalecer para os nomes escritos em caracteres latinos. os quais desaparecem após o caráter ser transcrito para o português (ver acima). 1978. uma transcrição total destes últimos nomes para o português. y). 1979. Dicionário prático bibliográfica Paris. Gregorio Estes diacríticos não devem ser confundidos com os utilizados na transliteração. respectivamente: I Por aí se vê que a tendência no Brasil é de a transcrição dos nomes se fixar por normatizações internacionais. de fim de seção ou de livro. e assim por diante. encontramos.Neste caso. os Wilson. a rigor. quer com a interpretação da pronúncia de uma língua morta. originariamente. não se escrevem com caracteres latinos.francesas.. os diacríticos que modificam letras devem ser respeitados: Angstrõm. Se o nome for duplo. principalmente as do inglês e do francês. preocupar-se com a coerência das grafias de acordo com o critério utilizado ou respeitar a tradição de escrita de nomes mais divulgados. mas conservando kh. Rio de Janeiro. Antônio Houaiss.4 Assim o caráter acima transliterado (s) poderia ser transcrito por eh para o português ou francês. Maranón. Plural Em geral.por exemplo. . recorrem a letras gregas ou criam símbolos especiais para transliterá-los. ilustrado. 7 Pequeno dicionário enciclopédico Koogan Larousse. pelo menos o do Brasil. illustré. Não resta muito ao preparador senão buscar uma linha de atuação junto ao editor. porém: Boukharine. se ou sei para o italiano. Porto. portuguesa6 e brasileira7 -. tomemos um nome russo . os Goncourt. Não há. Assim é que na grafia deles se encontram letras estranhas ao nosso alfabeto (k. os Maios (lembre-se da obra de Eça de Queirós: Os Maias). Não se flexionam. como escrevemos no Brasil. apenas o primeiro termo varia: os Cíceros. um determinado som sem equivalente na representação escrita do alfabeto latino seria transliterado por s (letra com diacrítico) ou por (símbolo especial). Lello. Petit Larousse Ô com adaptação parcial: ou francês (= u). Nlbjgaard. w. Bukharin - 2) Os nomes riitidamente e estrangeiros: perda do 1 Idem. é tendência da língua no Brasil não aportuguesar nem traduzir nomes próprios estrangeiros. Larousse do Brasil. 1986. Buearine - 1) Os nomes duplos que possuírem o s final no primeiro termo: os Álvares de Azevedo. b) "A transcrição é uma forma de transposição gráfica de uma escrita para outra de acordo quer com o conhecimento da pronúncia de uma língua viva. dígrafos como sh. os Gonçalves Dias. Dir. Em referência p. Em referência bibliográfica de rodapé. o nome de um autor . onde se devem reproduzir ipsis liUeris os dados constantes no frontispício da obra compulsada. seh para o alemão. 213. Larousse. Para ilustrar melhor o assunto. os Casimiros de Abreu.56 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 7 - Nomes próprios 57 ou a grupos de letras). Quanto ao não-aportuguesamento. e assim por diante. os Andradas. Como foi dito acima. final. Bukharin. os Correias de Só.

155 o VOCABUlARIO Norma geral ONOMÁSTlCO. .. Nada impede.••.. . emÍstocles não Abraão não Victor Abrahão Neto Mateus não AthaÍde AtaÍde Matheus Melo e eenão Mello Inácio nãoeIgnácio ThemÍstocles Baptista Batista e Eliminam~se não te..•. lh e •. VÍtor e enão Netto T. Os nomes geográficos e locativos que correspcJndema substantivos comuns também obedecem às mesmas regras de ortografia oficial e diferem destes unicamente pelo emprego da inicial maiúscula.. MPORTANTE Pais e não Paes Sílvia Luís e e não eSylvia Morais e não MoraesnãoFreyre Estela Crisóstomo não Correia não Luiz Corrêa Aluísioeee não Stela Freire não Aloísio . shakespeariano. comtiano.. e: Especial atenção para os nomes terminados em Volta ire faz voltairiano. excetuando a terminação. As palavras derivadas de nomes estrangeiros mantêm as características originais da grafia do nome. Quadro sinóptico de algumas regras ortográficas para os antropônimos •• ch. NA 1'. Shakespeare.. littreano.58 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 7 - Nomes próprios 59 retratado pode estar grafado diferentemente da forma usada no ea z o deinicial Ocorrência de ch ae texto. Queirós elanão Queiroz u s Novais não Maya e Manuelounão Novaes i (ouChrisóstomo es MaiaStella)qu Manoel e aI c e ·é Oséias e não Oséas ... que deve ser portuguesa: goethiano.. Nomes de lugares e afins V. mallarmeano. Mallarmé. taylorismo.. por exemplo. .•.. . que seja Gôngoracertas de a y (emconsoante "k") s seguido (com sempre som grafias) forma do texto e Góngora a forma que compareça nas fontes de referências bibliográficas de língua espanhola ou de Portugal. Mas: Littré. Muniz Estênio e não Rachel não Stênio Sousa e não Moniz Raqueleenão Souza .

45). Mas é bom lembrar que cabo Frio é nome do acidente geográfico e Cabo Frio é nome da cidade. mas a moda passa. onde se devem reproduzir ipsis litteris os dados constantes no frontispício da obra compulsada. num dado momento. vale do Paraíba. Madrid. avenida Atlântica. . rio Verde. entre parênteses. New York. é de regra que o nome do local de publicação seja transcrito de acordo com a língua de origem da publicação: London. É o caso. forma hoje totalmente desconhecida. Milano. Em referência Abreviaturas bibliográfica Deve-se evitar o uso de abreviaturas nos nomes geográficos. estado do Rio de Janeiro. serra Geral. tb. etc. o nome próprio é esse termo individualizante e. são aportuguesados e usados na forma vernácula. é só consultar o vocabulário onomástico da p. com exceção da sigla da unidade da federação. oceano Pacífico. de fim de seção ou do livro. apenas ele deve ter a inicial maiúscula: a cidade de São Paulo. como Antuérpia. Santa Rosa (RS). Londres. (v. de Oxônia (Oxford). cabo da Boa Esperança. Massachusetts. Alguns topônimos.até por recomendação das Nações Unidas . Bordéus. Marechal Rondon (PR). 55. portanto. Em referência bibliográfica de rodapé. Para os nomes geográficos transliterados e nomes provenientes de línguas que empregam alfabetos baseados no alfabeto latino. Nomes estrangeiros Não havendo "formas vernáculas de uso vulgar" dos topônimos de origem estrangeira. etc. p. que Cidade do Cabo é a capital legislativa da África do Sul. largo da Pólvora. por exemplo. liB 5 E R V A ç Ã O Não há por que evitar o aportuguesamento parcial de Nova York. vila ou povoado de qualquer categoria: São Bernardo do Campo (SP). Assim. que se pode acrescentar. De resto. ao lado de formas não aportuguesadas. forma amplamente difundida. a tendência moderna . aplicam-se os mesmos princípios expostos na p. pico da Neblina.é não aportuguesá-Ios. usam-se formas aportuguesadas. 156. como Auschwitz. os aportuguesamentos desaparecem. ao nome da cidade.Caracterização do nome própri o Aportuguesamento Nos nomes dados por uma locução constituída de um substantivo seguido de um termo (preposicionado ou não) que o individualiza. etc..

.3 milhões.sete mil. . 539 mil. Regra geral Os números. aí sim. Mas: há 1 990 anos. 4) Ao escrever um número por extenso. a não ser que se trate de códigos de endereçamento postal. mas 73 200. página 1 858. Se. escreva simplesmente: 2-8-1991. dez. trinta e dois.Não havendo nada nas ordens da classe inferior: 73 mil. 1317. b) A vírgula é dispensável como pontuação intermediária. mas: 1 858 páginas. observe o seguinte: a) Não se usa o hífen quando se tratar de numeral: Grafia mista 1) Classe dos milhares . milhões. 2) A partir da classedos milhões . 3) Não se usa zero à esquerda de números inteiros. oitenta-e-oito (inseto). 1967. c) Endereçamento: CEP 04404-040. quinhentos. literária . v. mas se escrevem por extenso os numerais de zero a nove e as dezenas e centenas redondas: Dois. Rio de Janeiro. o emprego do hífen é obrigatório: Vinte-e-um (jogo de cartas).Pode-se recorrer a dois procedimentos: a) 12 milhões e 892 mil. quarenta. prefixos telefônicos e outros números codificados. b) 7. "é dispensável o emprego de qualquer sinal de pontuação intermédio" 1: 2 835 132 = dois milhões oitocentos e trinta e cinco mil cento e trinta e dois. 66). 195. p. Nas datas (v. ou seja. 1. emprego de algarismo arábico na grafia de um número denota concisão e exatidão. tb. p. se é uma obra de exatas. O arábico deve ser usado na indicação de valores de medidas e monetários. segundo Antônio Houaiss. Seguem-se algumas regras para o emprego dos numerais. noventa mil. excetuando: a) Ano: No ano de 1990. o numeral for substantivado. se não houver o algarismo correspondente à dezena. expressões técnicas ou científicas. . mas 539 209. 1 Elementos de bibliologia. avo do Contorno. ou ainda. Décimo primeiro. mas 12 892 050. o 2) As classes de um numeral separam-se com espaço fino. caixa postal 8656.8 - Numerais 63 8 NUMERA 1) Não se parte um número (expresso em algarismos) no final de linha. seiscentos . são representados por algarismos arábicos. b) Fólio (número de página aplicado na publicação): 1858. mas antes de aplicáIas na íntegra é conveniente ponderar a natureza da obra. dados matemáticos e estatísticos. por exemplo. Instituto Nacional do Livro. em geral. porém.

o Seiscentos (designando séculos . 850 = oitocentos e cinqüenta. 802 = oitocentos e dois. . ou Escrevem-se com algarismos arábicos: Mas o e aparecerá em: 23 001 = vinte e três mil e um. são escritas com arábicos: Por volta de 1600 (ou: c. casa 4. seguidosdo símbolo % (sem espaço entre o algarismo e o símbolo): 10%.37%. Numerais substantivados Quando substantivados. procure escrever o número por extenso. não haverá e entre uma classe e outra (milhares. MPORTANTE Evite iniciar frases. ap. 800 W. Mas. ): 5 432 594 276 = cinco bilhões quatrocentos e trinta e dois milhões quinhentos e noventa e quatro mil duzentos e setenta e seis. o século XVII -. 5 600 000 = cinco milhões e seiscentos mil. unidades) dentro de cada classe: 892 = oitocentos e noventa e dois. parágrafos ou títulos de seções com algarismos.. Salvo exceções a seguir.. o numeral deve ser escrito com maiúscula). Antes de unidades abreviadas Antes de unidades abreviadas.64 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 8 - Numerais 65 c) Emprega-se a conjunção e ligando apenas as ordens (centenas. Depois de abreviaturas depois de substantivos Aluno n':' 1. 1600). mesmo aproximadas. 7. 32 DF. Esses 25% do salário vão para o imposto de renda. que Escreve-se o numeral por extenso: Mas as datas. . dezenas. os numerais devem ser escritos sempre com algarismos arábicos e com espaço entre o valor numérico e a unidade: 5 m. se houver qualquer adjunto da porcentagem no plural. bilhões. o sinal correspondente a grau fica próximo à letra que representa a escala e separado do número por espaço: 90 DC. números em que há zero (ou zeros) completando ordens da última classe.neste caso. Se não for possível evitar tal construção. os numerais são escritos por extenso: Pintar o sete. São representadas por algarismos arábicos. Sobre a concordância verbal 1) O verbo fica no singular se a expressão partitiva estiver no singular: Cerca de 90% do eleitorado votou. 23 058 = vinte e três mil e cinqüenta e oito. milhões. 23 400 = vinte e três mil e quatrocentos. Porcentagens Numerais com expressões denotam aproximação Quase cento e cinqüenta pessoas. o verbo vai para o plural: Cerca de 90% dos eleitores votaram.

10/8/1990 ou 10. São escritos com algarismos seguidos das respectivas abreviaturas das unidades de tempo . . com algarismos: 15 cruzeiros.. perto das quatro horas. quando ambos os elementos estão entre um e dez: Três quintos.. se antes desta vier o verbo ou a expressão partitiva: Votaram 90% do eleitorado. procure evitá-Ias. 2.1990. 2) Com algarismos em todos os outros casos.56 g de nitrogênio.e. o mês por extenso e o ano em algarismos arábicos: 10 de agosto de 1990.. 9h 15min.. decênio de 1980. 15h 30s.. este fica no singular se a expressão numérica é considerada na sua totalidade: Os 40% de mulheres é pouco. 0. 1. dois nonos.8. 3) Faz-se a concordância com a porcentagem. . 32 milhões de dólares... 90% votaram. i. e não só a dezena: Década de 1930.2 g (um grama e dois decigramas) de um óxido de nitrogênio apresentam 0. US$ 725. Ou tudo com algarismos arábicos em uma das seguintes formas. . 120 mil marcos. min = minutoes). 1. Um terço dos alunos precisa estudar mais. Apesar de expressões do tipo "anos 30" serem de uso corrente. s = segundo(s): 7h (ou sete horas). desde que se opte pelo emprego sistemático de uma delas: 10-8-1990. Dois terços do livro foram lidos num instante. Se a hora for aproximada.5 milhão de cruzeiros foram gastos .h = hora(s). dez milhões de dólares. Concordância A concordância verbal com número fracionário é feita segundo a leitura do número. 3) Se envolverem frações. inclusive as frações decimais: 3/15 (ou 135). por extenso: Dois cruzeiros. 5h 27min 15s..50.25 g (vinte e cinco centigramas) da substância produzem .30. março de 1952. com o valor expresso pelo número: .66 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 8 - Numerais 67 2) Com o verbo ser. cinco mil marcos. Mas escreve-se por extenso a fração que não representar a idéia exata de um número: Não te contei um milésimo da história. as quantias são escritas com algarismos acompanhados do respectivo símbolo: Cr$ 832. Escrevem-se o dia em algarismos arábicos. Frações 1) Envolvendo numerais de um a nove e as dezenas e centenas redondas. Grafia As frações são escritas: 1) Por extenso... 2) Envolvendo numerais a partir de 11. Passe a adotar as palavras década e decênio. escreve-se tudo por extenso: Às sete e meia da manhã.. escrevendo todos os algarismos do número. Do eleitorado.2.

91..): XI Bienal Internacional do Livro. Não se superpõem aos romanos as abreviaturas (0. cit. alemão e francês. su-pe-res-tru-tu-ra. ci-sal-pi-no. principalmente. as) indicativas de ordinais e usadas somente com os arábicos. XX Congresso. etc. conclaves. IV. 3) Eventos periódicos (congressos. excepcionalmente. 114. car-ro. se não ferem as regras oficiais do "Formulário ortográfico".68 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Ordinais Escrevem-se os ordinais com algarismos arábicos seguidos da abreviatura indicativa de ordem. que são escritos por extenso: Primeiro. podem ser escritos com letras minúsculas: . inglês. XXXVReunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. etc. nono. Em referências bibliográficas. Com a ressalva da medida do possível. 1 su-bli-me. Basta escrever. v. Antônio Houaiss. como também apontar os casos que dele diferem em algumas línguas mais difundidas: espanhol. cis-pla-ti-no. Por isso. p. 111). por exemplo. o dinastia. os.. João Paulo 11. Embora na maioria delas a divisão silábica possa se processar como no português. os ordinais referentes ao número da edição são representados apenas pelo arábico seguido de ponto (v. Existem problemas de natureza semelhante também na edição de textos de outras línguas. 111. O que aqui se vê são orientações abrangentes que. •. vamos às outras normas. papas. (Veja-se a indicação de eventos em referências bibliográficas à p.. DIVISÃO llIUl • SIL I CA ••••••••• Há casos em que os ordinais são representados por algarismos romanos (veja o próximo item).. Mas escrevem-se por extenso Primeira Guerra Mundial. mas tratar com exclusividade da partição de palavras no final de linha. século II a.. nos seguintes casos: 1) Dinastias e nomes de reis. 2. . segundo. 2) Séculos: Século XX.. há uma regra fundamental. com exceção de primeiro a décimo. a. pois os romanos colocados antes do substantivo são lidos como ordinais. 13':>. p. imperadores.e.. Nestas circunstâncias.) 4) Numeração de páginas pré-textuais (se for ocaso) e subseções de um livro.: 11 objetivo deste capítulo não é detalhar as regras de divisão silábica do português. ••• DMPORTANTE A regra geral de divisão silábica do português é partir os vocábulos de acordo com a pronúncia: pneu-má-ti-co. há particularidades que têm de ser consideradas. limitam em parte sua aplicação. entretanto. etc. é oportuno não só apresentar as normas básicas do português. A 19arismos romanos Empregam-se os algarismos romanos. Elementos de biblialagia. li. seminários. Luís XVI. que evitaria a discussão dos preceitos que regulamentam o assunto: "Não partir vocábulo na medida do possível' '1. ac-ne.. por não serem episódios periódicos. Mas são também orientações práticas que visam evitar o erro e os fatos desagradáveis advindos da partição do vocábulo. Segundo Reinado. sub-Io-car. Do ponto de vista tipográfico. des-cer. 25':>.

se antes de -ing houver duas consoantes. Mas. não é necessário repeti-Io na linha seguinte da composição. fede-ral. swim-ming.. Entretanto. exercí-eio. no meiO ou no fim de palavras: e-Iemento. in-alterable. b) A terminação -ing: be-ing. ea-iu. etc. super-. Faz-se a divisão silábica do espanhol como no português. olho-/d' água. Ou propriamente em -ing: dress-ing. c1ean-ing. ea-rroza. no início ou no final de linha. 2 Subsídios para as normas de divisão silábica do espanhol. apenas para facilitar a interpretação do componedor ou digitador. Quando não se tiver conhecimento dessas normas. eonsei-êneia.70 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 9 - Divisão silábica 71 Recomenda-se. palavra obscena ou ridícula: após-tolo. b) O hífen só deve ser repetido na composição quando se tratar de obras de língua portuguesa destinadas ao primeiro e segundo graus. o qual não irá reproduzi-Io na composição. do alemão e do francês foram colhidos na obra citada de Emanuel Araújo (p. o preparador deve colocar o hífen no começo da linha seguinte. ou-vido. whip-ping. uma medida prática é não partir os vocábulos ou consultar as páginas seguintes. des-ánimo. e vosoiros assim se dividem: nos-otros. mas é bom lembrar: 1) As letras II e rr são indivisíveis: ea-lIe. foot-ing. mas algumas normas básicas podem ser sintetizadas. rab-bit. . fer-ry. a divisão pode ocorrer: Nas duas consoantes: light-ning. tell-ing. de-putada. bis-. eompre-ensão. na medida do possível a partição deve coincidir com o hífen já existente na palavra: inter-/relação. in-. quando isso ocorrer em final de linha dos originais (de qualquer espécie). FGTS. Dificuldades de partição de palavras no inglês existem até para aqueles que o têm como vernáculo. \. 3) Nosotros a) Quando a partição coincide com o hífen já existente na palavra. cis-. entretanto. permanecem independentes da sílaba seguinte: eis-alpino. 2) Em palavras compostas unidas por hífen. 5) Palavras e nomes estrangeiros devem ser separados de acordo com as normas da língua original. des-. off-ing.).. ibid. sub-. 3) A separação de vogais deve ser evitada no início. asso-alho. do inglês. separa(m)-se: a) Duas consoantes iguais: bot-tom. 187-. eô-mieo. que no final de linha sejam considerados os seguintes procedimentos: 1) Não partir o vocábulo de modo que possa figurar. 1) Em geral. inter-. 4) Não partir siglas ou abreviaturas: Telebrás. 2) Prefixos como ab-. pau-/brasil. que trazem regras básicas de algumas línguas bem divulgadas entre nós. eu-rioso. bibliogr.92pas. vos-otros.

116) . 2) As letras terior: j e h entre vogais formam sílaba com a vogal pos- No mais. leuch-ten (brilhar). stel-Ien (pôr). 4) O grupo ck converte-se em kk quando dividido: Backe -+ Bak-ke (face). ph. en-fance. reli-gious. -logy.e guinte começado com s. mé-thode. st. -sion. nestes casos. a divisão silábica do alemão é semelhante à do português. 2) O grupo dele: ch não forma sílaba com consoante que vem depois 5) A sílaba com mudo não deve ser separada: charte. -ist. a partição ideal do vocábulo. "medida". -cian. Truman. Nacken -+ Nak-ken (pescoço). Gross-stadt (cidade grande. deve consistir na separação dos elementos que o formam: Arm-band-uhr (relógio de pulso). jock-ey. ma-jeur.72 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 9 - Divisão silábica 73 2) Não se separam: a) Duas consoantes que têm um único som (ch. metrópole). ck. sh e th): ar-chiteet. Mass-stab (metro . Ge-stalt (forma). atente. -tial. trac-tion. mar-shal. nichilisme. Mücke -+ Mük-ke (mosquito). 5) Na divisão de uma palavra composta que tem mento de composição terminado pelas letras da transformação do sinal f3 (v. -ism. Bahn-hof (estação). b) Os elementos das terminações -cial. au-thor. exi-ger. Embora a divisão silábica do francês se processe de modo análogo ao do português. Tech-nik (técnica). Seguido de vogal. -cious. Tel-Iur (telúrio). magi-cian. phi-Io-sophe. sec-tion. Hand-buch (manual). 5tab. rech-nen (calcular). -gious. th) que têm apenas um som: ma-chen (fazer). -tion: essen-tial. "bastão"). 3) As letras II seguidas de vogal ficam uma numa sílaba e a outra na sílaba seguinte: Kol-Iekte (colheita). é-jeetion. com ela forma sílaba: Flõ-che (plano). sch. 3) A letra h forma sílaba com a consoante que lhe precede: me-nhir. observe o seguinte: 1) Não se separam as sílabas ligadas por x e y: exé-gese.Mass. voya-geur. porém. Ku-chen (bolo). Mõd-chen (menina). . Wissen-schaft (ciência). Francês Alemão Como grande parte dos vocábulos da língua alemã é formada por composição. mantém-se isolado o primeiro eleadvindas o elemento seo grupo ss: ss - c) Nomes de pessoas: Michael. para as seguintes particularidades: 1) Não se separam grupos de letras (ch. 4) Os grupos mn e e ct podem ser divididos: am-nistier. pê-cheur. William. p.

b) Superlativo: DD. (Suas Altezas). seja coinciden- Na normalização de referências bibliográficas. ). devem ser usadas as abreviaturas constantes da p. Fabriciano. sinais o ponto abreviativo de pontuação e outros O ponto abreviativo desaparece diante do ponto que marca pausa e combina com os demais sinais. RS. Com exclusão das siglas das unidades da federação (AM. (Meritíssimo).AA.Sa. 2) Com colocação aleatória de elementos: btl. (século). e não c.ta (senhorita). e não S.$ E SiMBOLOiS I G LA S Abreviaturas tradicionais foge à Consagrado pela tradição. TENÇÃO s: V.-q. caps. cio (científico) são exceções: de Normas Hifens e acentos nas abreviacões # e outras estabelecidas Técnicas. c. MT. Roquei Coronel Fabriciano. este tipo de abreviatura regra anterior e pode se apresentar: 1) Com letras finais superpostas namento: am. secciona-se a palavra depois de consoante ou de encontro consonantal: agr. ago. (agrário). Algumas abreviações técnicas. (agricultura). e não am. (Digníssimo). séc.) A abreviação só deve ocorrer quando a palavra apareça no texto com uma freqüência tal que justifique o recurso. não se abreviam os nomes geográficos: São Roque. Sr.e. . . no entanto. fut. indo (futuro do indicativo). fls. (batalhão). 3) Com letras dobradas para indicar: a) Plural: SS. Cio (ciência).j(J A B R E V I A T U R A S. agrim. (agrimensura). (mais-que-perfeito). Neste caso. usa-se apenas um ponto: "Às ordens de V.. o depois do ponto de seccio- (amigo). Mas o plural de regra se faz com acréscimo de (Vossas Senhorias). assim: agric. Entretanto os tipos superpostos devem ser evitados. Não se incomode V.. (agosto). Existindo outras palavras cuja abreviatura te. el (coronel). o ponto vem depois da abreviatura: A breviaturás Abreviaturas Marca-se amo.: MPORTANTE 1) Quando ocorrer ponto abreviativo simultaneamente com o ponto que marca a pausa. (páginas). Minha mulher e filhos agradecem. agron. (folhas).Oi cel. pp.. e não Cel. MM. ou fols.Sas. faz-se o desdobramento. Normalmente.. circunstanciais (abreviações) com ponto: a palavra ou locução abreviada adio (adjetivo). i.el. 150." (Eça de Queirós.Sa. (capítulos).-perf. (agronomia). pela Associação Brasileira Mantêm-se nas abreviações os hifens e acentos existentes nos vocábulos abreviados: m.

4) No mesmo corpo do texto e sem destaques de aspas. UnB (Universidade de Brasília). por letras e sílabas iniciais ou por combinações arbitrárias: ABL (A. com mais de três letras. Símbolos Os símbolos são abreviaturas fixadas por convenções quase sempre internacionais para as unidades de medidas. A partir da segunda ocorrência. A letra h em dígrafos Nas abreviações constituídas de letras iniciais.. Por quem é! Criado de V. Por conseguinte. SANBRA. V. seus elementos forem pronunciados separadamente: CNBB.) 3) Sem pontos abreviativos: PIB. onde também as siglas sejam relacionadas. newton. instituições. os elementos químicos. faço sinceros votos pela prosperidade dos seus empreendimentos. BNDES. menciona-se apenas a sigla. doutor de/em filosofia). Fahrenheit e Réaumur. mesmo quando correspondem a nomes de pessoas: metro. . (Charles) S. Ph. " (Idem. Exceções: Celsius. Varig. os pontos cardeais. departamentos. Se houver na obra uma lista de abreviaturas utilizadas (v. 2) Com inicial maiúscula quando tiverem mais de três letras pronunciáveis como palavra: Cemig. p. partidos políticos. Sudam (Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia). Grafia As siglas devem ser escritas: 1) Com todas as letras maiúsculas: a) Quando tiverem até três letras: BB.76 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 10 - Abreviaturas. Em seu primeiro emprego. Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária). é dispensável dar o significado no texto. ONU. jornais. Peirce.) "Oh. Exceção: S. Petrobrás. farad. D.. kelvin.. siglas e símbolos 77 2) Conserva-se o ponto abreviativo antes de todos os outros sinais de pontuação: " .. (Sociedade Anônima). (Theodor) W. Th. não se submetem às normas de abreviação vistas atrás nem ao sistema ortográfico vigente em nosso país. organizações. senhor doutor. Unesco.!" (Eça de Queirós.A.Exa. USP. Emprego Siglas As siglas podem ser formadas por letras iniciais do intitulativo (livros.Exa . mantém-se o h ao lado da consoante que com ele forma dígrafo (duas letras com um único som): Ch.. Grafia dos nomes das unidades de medida 1) Escrevem-se os nomes das unidades com letras minúsculas. 99). atual Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico). (Philosophiae Doctor.). 5) De modo que se diferenciem de outras siglas já existentes: CNPq (antigo Conselho Nacional de Pesquisas. revistas.. a sigla deve aparecer entre parênteses depois do nome por extenso. b) Quando. Adorno. etc. Exceções: EMF A. grifo ou negrito: A ABNT é uma instituição que se dedica às normatizações técnicas em geral. grama. PSDB.:ademia Brasileira de Letras).

. decibéis). excetuando os textos de valor histórico ou aqueles cujos escritos originais se destinam a apreciação. excetuando: a) Aqueles que se originam do nome de pessoas: A (ampere).. que estejam no final de um período: 4 cm3. 2) Os símbolos não têm plural: 1 m. comumente também chamada de citação. A menção das fontes utilizadas.e. o símbolo se refere sempre à parte inteira: 12. são expressos por abreviações. S (sul).t'" 78 'r o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO :~ I1 . decibels (ou. marcadas com ponto abreviativo: lég. 11 CITACÕES ~ As normas a seguir têm sempre em vista a citação direta. d) Os dos pontos cardeais: N (norte). as transcrições de palavras ou trechos em grego. p. x .) b) A citação deve ser atualizada de acordo com o sistema ortográfico vigente. peta (P). 2) A citação deve vir entre aspas.3 hl. SW ou SO (sudoeste).NE (nordeste). siemens. i. (légua). . a) Os erros tipográficos evidentes devem ser corrigidos. diz Emanuel Araújo. pascals. "a arte da ilustração teve de acompanhar a profunda transformação suscitada por esse novo suporte da escrita".I . como. 4) Não se intercala o símbolo entre a parte inteira e a decimal de um número. Mas os nomes terminados em 5. b) Os prefixos gregos mega (M). c) Os dos elementos químicos: Au (ouro). será tratada mais adiante como referência bibliográfica (v. a seguir). E ou L (leste). excepcionalmente.reprodução de idéias sem registro textual das próprias palavras do autor citado . Também dispensam as aspas as citações que ultrapassarem cinco linhas do original (v. é claro. Postas as ressalvas. exa (E): MHz (megahertz). BSERVAÇÕES 5: quilogramas. a transcrição literal de um texto. de regra. O (oxigênio). a seguir. A fidedignidade à fonte é da competência exclusiva do autor. excetuando aquelas de caracteres não latinos. Não há símbolos convencionados para as medidas antigas. 3) Não se coloca ponto nos símbolos. Portanto a citação indireta . giga (G). iux. Colocado no final do número.não está sendo objeto de normatização. item 6. (Cf. por exemplo. GeV (gigaelétron-volt). a não ser. 10 m. são escritos com letras minúsculas. Os seus nomes. 90).5 kg. uma velocidade de 100 km/h. textual e devidamente identificada. kW (quilowatt). hertz. observe estas normas básicas: 1) A citação deve ser exata. W (watt). item 10. tera (T). As interpolações feitas na citação ficam fora das aspas: "Quando o livro impresso se tornou realidade irreversível". e z não admitem flexão: I I Grafió dos símbolos 1) Os símbolos. etc. I 2) o plural de dos nomes das unidades é indicado pelo acréscimo ohms. Á (angstrom). arr. 5 t. 3. (arroba). quando reduzidos. W ou O (oeste) e os demais que deles provêm .

as janelas olham. Ii Um homem vai devagar.no campo dos transportes marílimos e ferroviários. I pnmatli!mente . da alimentação e dos combustíveis [.) 5) Os acréscimos que se fizerem necessários à citação vêm entre colchetes: "Ainda quando não constituíssem. no econômico. combinou a concepção "monística-histórica" tuação de formas e negações antitéticas". 6) Usa-se o termo sic entre colchetes para esclarecer que aquilo que se transcreve (um erro. o fortalecimento da segurança interna dos países do continente e a cooperação econômica de emergência". reducionista vista./a .a t9. Ático. estabelece suas próprias fundações. que deveria ser alcançada mediante Strmiska.. para o devido esclarecimento. A ilusão de que a supressão das formas sociais antirepresenta o objetivo principal da mudança social não tende a acelerar o Reproduzido de: NOVE. sociedades de classes e sociedades sem classes.. verificamos que aquilo que aparece entre colchetes (os sapatos) não consta do trecho transcrito. j' vidas os problemas de tal transformação no momento em que sua solução entra numa fase decisiva. tanto pela desgastes e destorç es [sic] d período de anormalidade. é. 107.. São Poulo. mado Luiz & 8UENO. meu Deus. As manifestações de uma dialética antitética são numerosas nas análises de Marx.Clodoaldo. Alec. Nos aspectos político e militar. certa dignidade e ascendência. Ii Eta vida besta.-. A posição brasileira não fugia à agenda da conferênCIa." (Sérgio Buarque de Holanda. de tal maneira que concebe a sociedade sem classes como uma negação universal das sociedades de classes e viceversa. que é altamente ambíguo e reducionista". na gestão de JK. A exterior do Brasil. que contemplava "a colaboração política e militar para a defesa da América. tornou-se necessário incluir na citação o sujeito das orações.. I Um cachorro vai devagar. quanto necessidade de neceSSl elas estruturas para e econômicas regudos pela imperiosa defende~. História da política . mas eram parte integran da economia de emergência. mais tarde. houve união de vistas entre as naçôes americanas. a fonte desta orientação. em conjuntura não muito diversa.r. à solução maneira alguns investimentos báSICOS. Áfica.'Ilil. secundada por outras naçôes do hemisfério. utópica. A economia do socialismo possível. São Paulo. ao se impor na esfera da ideologia. I Um burro vai devagar. do forneCimento e distribuição de energia elétrica." (Carlos Drummond de Andrade. a posição brasileira. Esta dialética antitétic. mais exatamente. [os sapatos] indicariam. privilégio de homens livres. era "de que os problemas de robustecimento da estrutura econômica desses países [menos desenvolvidos] não eram problemas suscetíveis de serem relegados a um período de normalidade internacional. Esta "redois conjuntos de relações internas ao sistema gonismo ou perfeita harmonia funcional".29 romântica e.. sem dúvida alguma. negativa ou.80 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 11 - 3) Na citação de versos. Ela leva a uma representação simplificada de dois tipos de sociedades. p. em todos os casos. ] ta~ém desvia a atenção da complexidade real da mu dança sOCla.". dos serviços portuários.. O caráterdialética negatido conceito de neg. supõe-se que a transição de sociedades sem classes sociedades de classes e a transformação de sociedades de classes em que se dá em um nível mais alto do desenvolvimento de todos os problemas humanos e sociais. esquematiza e extrapola as numerosas diferenças possíveis ou reais entre vários tipos de sociedade.eão [.) 4) Indicam-se com reticências entre colchetes pressões de texto na citação: em termos escreve da aUtOnomia relativa das [\J - as su- Pelo exemplo. que invade toda a sociologia de Marx e que. Ii Devagar . Como não interessava citar outra passagem onde se fazia menção explícita aos sapatos. 1989. 1992.". pode-se dizer. Ele para "O termo 'negação'. ' a trans f ormaçao sOClalsta. de qualquer modo.. supon do reso I. 254. Esta idéia básica generaliza. separam-se os versos com uma barra oblíqua (I) e as estrofes com duas (1/).. Com efeito.. p. O mesmo não ocorreu. ao des reais de mudança nas sociedades modernas são sem classes. uma impropriedade qualquer. O momento é o da exacerbação da guerra fria Reproduzido de: CERVO.. O conceito de antítese.". A argumentação brasileira antecipa a que seria utilizada.. por exemplo) está assim mesmo no original: o lecimento da economia. a e de aparelhá-Ias sociais contribuírem larmente no esforço comum".] para os quais pedia a cooperação do governo dos Estados Unidos da Amé· rica.. sob muitos aspectos.. transcritos em forma de prosa.. mantendo espaçamentos normais antes e depois das barras: "Casas entre bananeiras I mulheres entre laranjeiras I pomar amor cantar. na interpretaçã~~~[1ça '~--ssee social qualitativa. inicialmente.

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o

LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO

E REVISÃO

11 -

Citações

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7) Para informar que não é original o destaque de uma palavra ou conjunto de palavras na citação, utiliza-se a expressão "o grifo é meu" (ou equivalente). Esta indicação pode vir logo após o trecho destacado - para evitar confusão com eventual destaque do original citado - ou no final da transcrição, após as aspas, ou ainda no rodapé, na seqüência da referência bibliográfica:
densando-os na representação da criada, na qual investe caladamente o afeto filial reprimido. Sempre nos pareceu inquietante o fato de a presença materna não se dar de forma manifesta no discurso de Ang~ia, entretecido de tantas reminiscências infantis. Apenas numa breve passagem do último fragmento do livro ela é referida de modo explícito, para ser, no entanto, imediatamente afastada: "O som de uma vitrola coava-se nos meus ouvidos, acanClQva-me, e eu diminuía, embalado nos lençóis, que se transformavam numa rede. Minha mãe cantando aquela cantiga sem palavras. A cantiga morria e se avivava. Uma criança dormindo um sono certo, ganha a cabelos brancos e rugas. Não era minha mãe a can chei~ a estremecimentos. tão distante minutos tinha a ilusera vitrola distante, Em alguns que eu a criança crescia e o disco passeavam pernas de aranha" (A, p. 23

8) Quando se cita uma obra que não foi consultada diretamente, mas através de segunda mão, utiliza-se a expressão apud:
Seán Jennet, em seu The making of books, diz tarefa do revisor é "descobrir quaisquer erros sido cometidos na composição e dar instruções correção, e também zelar por que os enganos autor sejam evitados, chamando, se for o caso, deste,,7.
7

que a que tenham para sua do próprio a atencão .

Apud Houaiss, Elementos de bibliologia, cit., v. 2, p. 79-80.

9) Ao citar um autor estrangeiro, deve-se transcrevê-Io na língua original ou, preferencialmente, traduzi-Io para o português. Citando-se um autor alemão, por exemplo, de cuja obra só se dispõe em espanhol, obrigatoriamente a citação será traduzida para o português, embora na indicação bibliográfica da fonte deva ser mencionada a língua original da edição consultada - neste caso, o espanhol.

Se levarmos em conta o fato de que essa ligeira referência se dá no delírio final, quando todas as cenas do passado longínquo e próximo se entrechocam com detalhes presentes e visões alucinadas, formando um torvelinho, orquestração de imagens em fuga bachiana de duração interminável, somos obrigados a considerá-Ia como uma traição do inconsciente, em que a ·imagem dos lençóis, se transformando em rede, e a da aranha são condutoras do sentido de aconchego uterino aí implícito. O significante mãe, recalcado durante toda a narrativa, por um instante, nesse torvelinho geral, insinua-se no texto manifesto como um ato falho: ponto de sombra ou "umbigo" do texto, que solicita ser aclarado, dando-nos a certeza de que a sua ausência não faz mais que afirmar e gritar a força de sua presença no discurso. Presença dissimulada, reinvestida em remissões substitutivas que a suplementam, e das quais a criada Vitória c0nstitui uma representação. Conforme lembra Otávio de Faria, esses "personagens obsessivos da memória real têm mais força e mais poder sugestivo (tanto sobre nós, leitores, quanto sobre as ações do herói) do que certos personagens criados nelo romancista" 24. Reproduzido de: CARVALHO, Lúcia Helena. A ponta do novelo. São Paulo, Ática, 1983. p. 52.

10) Compõem-se com defesa as citações de mais de cinco linhas. Defesa - Recurso gráfico também chamado de branco marginal, recolhido ou recuo - é o termo com que se designam os espaços em branco colocados ao lado de determinados trechos da composição. Os trechos com defesa ficam mais estreitos do que a medida do texto normal. Pode existir defesa tanto do lado esquerdo quanto do lado direito, mas, nas citações, normalmente basta a do lado esquerdo. a) Utiliza-se um tipo diferente do tipo do texto normal ou o mesmo tipo do texto, mas geralmente em corpo menor (um ou dois pontos menos). (V. "Tipos e corpos", p. 122.) b) Emprega-se um entrelinhamento mais aberto no início e no fim da composição com defesa. c) As aspas, no início e no fim da citação, são dispensadas. Por isso, as aspas existentes no interior da citação permanecem como estão (aspas duplas), sem transformarem-se em aspas simples como está indicado na p. 118.

84

.oJ:III!l0: MANUA~.flE-PARAÇÃO

E REVISÃO

Lua e Sol, escuro e claro, inativo e ativo, feminino e masculino, sem dúvida associados à equivocidade e univocidade, respectivamente. De onde vem esta simbologia? Da China antiga, uma sociedade onde os homens mandavam. Nos próprios julgamentos e comentários, correspondentes a cada um dos 64 hexagramas do Livro das Mutações, pode-se observar os valores que são atribuídos ao masculino. Três linhas yang (cheias) do princípio da luz formam o trigrama Ch'ien que significa "o céu, criador, masculino, ativo" ou as três linhas yin (quebradas) que formam o trigrama K'un que significa "a terra, feminino, passivo, receptivo". O céu e a terra correspondem ao superior e ao inferior, ao homem e à mulher. Mas também ao superior masculino corresponde a luz, a nitidez, a força de caráter e à correção como os atributos mais con~ venientes. Era uma sociedade profundamente patriarcal, a da China antiga e tradicional de Confúcio. Como se vê, ao dominante do sexo masculino, são próprias as virtudes da univocidade traduzi das pela "clareza", "luz", retidão de caráter etc. À dominada mulher resta a sombra, a passividade e a equivocidade. Como diz Helmut Wilhelm:
A estes dois tipos de linhas, cheias e divididas, foram dados os nomes de "firme" e "submissa" O firme e o submisso são imagens do dia e da noite. O Céu é alto e a Terra é baixa Assim o Criativo e o Receptivo são determinados. Em correspondência a esta diferença entre o baixo e o alto são estabelecidos os lugares inferiores e superiores (. ) (1973, p. 1)

12
NOTAS

Conteúdo
As notas - consideradas aqui como indicações que se acrescentam no rodapé da página ou em seções especiais -, normalmente, podem conter: a) Referências bibliográficas, exclusivamente (v. p. 105). quando parte

b) . Complementação de referência bibliográfica desta já se encontra no texto (v. p. 104).

c) Esclarecimentos e comentários do autor, tradutor, editor, etc. d) Outras indicações bibliográficas abonadoras afirma. daquilo que se

Códigos Fortes e Fracos na paisagem urbana
Uma antiga diferenciação distingue os signos que jamais são empregados senão como signos, dos que, embora sejam coisas, são também signos12.

Identificação
Identificam-se as notas do tradutor com a abreviatura N. T. , as do editor com N .E., e assim por diante, abreviaturas essas colocadas entre parênteses no final da nota.

Reproduzido de: p.109.

EpSTEIN,

Isaac. Gramática do poder.

São Paulo, Ática, 1993.

Numeração
Usam-se algarismos arábicos na numeração das notas. Reservam-se os asteriscos para as edições anotadas pelo editor e as letras minúsculas exclusivamente para as tabelas (v. p. 31).

1) Põe-se o algarismo, o asterisco ou a letra minúscula um pouco acima da linha, tanto no texto (remissiva) quanto no rodapé (comissiva), dispensando o recurso de parênteses ou qualquer outro sinal de pontuação: Embora a teoria da deficiência lingüística, em que se insere a primeira perspectiva, já tenha perdido totalmente sua sustentação, tanto do ponto de vista científico - desde que a Antropologia e a Sociolingüística contestaram, de forma irrefutável, os conceitos de "deficiência" cultural e lingüística - quanto do ponto de vista prático - graças ao fracasso comprovado dos programas de educação compensatória e ao insucesso inegável de metodologias de "substituição" de um dialeto por outro -, é ainda essa teoria e a concepção de sociedade em que se fundamenta que vêm, consciente ou inconscientemente, informando a prática pedagógica no ensino da língua materna no Brasil. No quadro em que se insere a segunda perspectiva - a teoria das diferenças lingüísticas -, a proposta de um bidialetalismo funcional vem sendo tentada nos Estados Unidos, na educação das minorias étnicas, algumas vezes como um bilingüismo, mais que como um bidialetalismo, como no caso da coexistência do inglês e do espanhol na educação dos chicanos. No Brasil, é uma proposta que mal começa a despontar, e ainda de difícil concretização, uma vez que depende de estudos e pesquisas sobre os dialetos populares, e mesmo sobre o dialeto-padrão, de que ainda não dispomos. Há já pesquisas sociolingüísticas sobre vários aspectos dos dialetos pocomlsslva d pUlare~p,.fil"'. ""."""" . su ainda são necessárias, esses d'IaIetos,possa -'.'~.-" para que se sem ch egar~~".,. ...• ..~"'".tras f"IClentemente .'
lt..

A remissiva a) Regra

pode vir: geral, antes do sinal de pontuação:

crítico Carlos Baker (Carroll Baker) apontou para a montanha e a planície como sendo dois símbolos contrastantes no romance. A montanha se relaciona ao "bom lugar", o lar temporário, seguro e confortável. A planície seria o lugar onde as desgraças acontecem: a guerra, a morte, os sofrimentos. Baker está jogando, sem dúvida, com as oposições de

o

testou e a interpretação ~.Baker' altos baixos. Entreta~~ítico,

, :i)rmando M. Halliday, opoE. que não são con-

, Ver, no livro de Baker, Hemingway: o escritor como artista, sua análise ambi· de A farewell to arms, e o artigo de E. M. Halliday, Hemingway's guity: symbolism and irony, em WEEKS, Robert P., ed. Hemingway - A

co/lection of critica! essays.
Reproduzido de: NAZARIO, ulian. J

Ernest Hemingway.

São Paulo,

Ática,

1988.

p.50.

1"f~~~~~~~~~~~Cd';~~~~~~~~~~1~~~~S~V~~~~
I

"O bom na cobertura de uma entrevista coletiva presiden· cié\l é você aparecer na televisão, de modo que sua família ou seu~patrõJS, pergunta, de preferencla longa, de de consegui· 10 e fazefumaem casa, o vejam. E a ~el.hor maneira modo que a fixe em vez de fixar o presidente" , comenta Art Buch· A coletiva, sobretudo a presidencial, tem servido se de exemplo de entrevista dirigida e, ironicamente, de a há muito tempo deixou de ser uma troca de idéi listas e a principal fonte de informações de
J Em Última Hora, de 6·3·69, sobre a primeira entrevista coletiva do presidente Nixon. " No Brasil, a primeira coletiva presidencial é concedida pelo presidente Getúlio Varo gas, no Palácio Rio Negro, em Petrópolis, 1945. Vargas mandou distribuir cópias da lei constitucional que acabara de baixar, convocando eleições gerais para dezembro, e deu o encontro por encerrado. Um jornalista interrompeu·o: "Presiden' te, nós fomos convocados não para receber um papel mas para uma entrevista coletiva". Vargas disse: "Ah, vocés querem perguntar?" e voltou a sentar·se, submetendo·se às perguntas dos jornalistas (redatores políticos da imprensa cario· ca e correspondentes paulistas). Cf. Carlos Castello Branco, em "Coluna do Caso tello", Jornal do Brasil de 23·6·87.

I

I

a qual a'~strução de uma difícil. remissiva .-padrão, ou um bidialetalism~puncional se torna metodolo' a cham da "norma-padrão culta"~em sendo desenvolvido há já vários nos o Projeto de Estud~onjunto e Coordenado da Norma Ling" stica Culta (Projeto k!URC) , de que, porém, não se conhe m ainda resultad@O mais grave, entretanto, é que a teoria güptica, ainda lingüísticas, em oposição à teoria e assimilada pelos da1diferenças não é suficientemente conhecida da deficiência linessores, de modo que o preconceito contra as variedades linrespeito da norma culta brasileira e do Projeto NURC, ver CUNHA, Celso. 1985.

questão da norma culta brasileira. Rio de Janeiro, Tempo Brasileiro,

Reproduzido de: SOARES, Magda. 1986. p. 70.

Linguagem e escola. 3. ed. São Paulo, Ática,

11'

.

Reproduzido de: BAHIA, uarez. J jornalismo. 4. ed. rev. e aum.

Jornal, história e técnico; as técnicas
São Paulo, Ática, 1990. v. 2, p. 61.

do

todo o trabalho não é desperdiçado e. 3) As notas devem receber uma numeração consecutiva que se reinicia a cada novo capítulo .ou a cada nova parte.economia política e a ciência política. o acerto dessa numeração. 1989. devem ser enumeradas por asteriscos.. p. numa obra volumosa. a não ser no caso acima previsto de asteriscos. Social science research on Latin America. a. esse princípio é especialmente válido para as ciências sociais. A obra intitulada Social science research on Latin America. é decisivo para o nosso modo Ciência e consciência f 1 WAGLEY. dois asteriscos. tantos quantos forem necessários à ordenação por página (se. o texto fica mais leve com números menores. economia política e sociologia nas nações latino-americanas. ciência política. se houver duas. usa-se um asterisco. por exemplo. o autor resolvesse de última hora acrescentar ou suprimir uma nota. feito em etapa posterior à composição. rev. não está isenta das marcas do engajamento. seja com referência à visão do mundo subjacente às contribuições dessas disciplinas. pois. é verdadeiro para a sociologia. Em particular. dc. por. São Paulo. que vai do começo ao final do livro. e as condições de existência social. Numerando por partes.~:9Sm rápida expane são.s.~. Octavio. confirmam amplamente o referido princípio da sociologia do conhecimento.a. lntroduction. Se é verdade que há reciprocidade entre o pensamento científico e as configurações sociais de vida. As inquietações intelectuais dos cientistas sociais reunidos em instituições. Sociologia da sociologia. Isso ocasionaria uma renumeração de todas as outras notas a partir dali. Não é recomendável estabelecer uma numeração única. história. além disso. Atica. é óbvio que há sempre certa correspondência entre o pensamento sociológico. 125.. Não adotar este procedimento significa poupar trabalho..o que é mais comum . Seja quanto à problemática. que reúne análises sobre os estudos de geografia. e aum. 3. A numeração única causaria um trabalho extra se. aparecerá mais de uma seqüência numérica de notas na página composta. Charles. repor! and pal'lers of seminar on Latin American Studies in the United States held at Stan- Reproduzid~ de: iANNI. etc. Conseqüentemente. Como as laudas do original normalmente comportam menos texto que a página do livro. Evite também a numeração por página. por exemplo. exemplo.:~. e assim por diante). acarretaria trabalho e correções que podem ser dispensados. "Nunca conhecimento da América Latina foi tão importante para os Es~\ifoosUnidos . O futuro dessas nações latino-americanas. editor. com exceção das notas do autor. .88 12 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Notas b) Ou depois do sinal de pontuação seguido de aspas: 3 A imaginação sociológica -- 2) As notas do tradutor. neste ou naquele pais. na composição do texto. ed. seminários e conferências para o estudo das possibilidades e contribuições do trabalho científico na América Latina. o operador segue o que consta no original (notas numeradas por lauda). numa página existir apenas uma nota.

279 p. 1989. facultativamente. Sergio Goes de Paula. o Componentes Compõem a referência bibliográfica elementos essenciais e. w' Mas os números das páginas ou dos volumes devem ser mencionados obrigatoriamente nos seguintes casos: a) Nas referências a partes de livros avulsos (acrescentamse as páginas inicial e final da parte referenciada): NovE. formato. Modelos reformistas: Hungria.13 - Referências bibliográficas e bibliografia 91 13 REFERÊNCIAS BIBLI~GRÃFICAS E BIBLIOGRAFIA se mencionar. ed. do volume J. (Esses elementos são descritos minuciosamente nas p. Jacob. p. 184-236. notas bibliográficas. Definições São riferências bibliográficas as indicações necessárias à identificação de uma obra. Ática. São Paulo/[Paris]. metodologia e pré-história da África.) b) Nas referências a um volume determinado ou a partes de volume de obra publicada em mais de um volume (no primeiro caso acrescenta-se o número do volume e no segundo o número do volume e as páginas inicial e final da parte referenciada): UNESCO. 4. e aum. História gera(da África. v. de seções ou do livro convenciona-se chamar bibliografia. podem- .e. N a indicação do número de páginas que correspondem à parte referenciada. Entre essas indicações.. Alec. i. 4. Ática/Unesco.. 1990. etc. À listagem dessas referências no final de capítulos. 1989. A economia do Polônia.): SANTOS. Coord. mantenha o número inicial completo e suprima.Comitê Científico Internacional para a Redacão de uma História Geral da África. Ki-Zerbo. 1990. São Paulo. os algarismos comuns à esquerda do número final: p. Iugoslávia. notas especiais de coleção ou série e outras de interesse: 1) Notas bibliográficas (número de páginas ou de volumes. In: J Jornal. China. São Paulo. o número da edição (se não for a primeira) e as notas tipográficas (também chamadas de imprenta. por exemplo. que se acrescentam aos elementos essenciais para caracterizar a publicação ou dar outras informações que possam ser úteis. São Paulo. o nome da editora e a data de publicação): GORENDER. uarez. ilustrações. Elementos essenciais São indicações que devem figurar como elementos mínimos para imediata identificação de uma obra. 302-8. complementares. facultativas. 12-9. In: socialismo possível. o local de publicação. BAHIA. quando houver. o Elementos complementares São indicações. História da M arte. O estilo do jornalismo. as técnicas do jornalismo. p. il. Ática. Trad. São elas o nome do autor. Ática. rev. o título da obra. 106-13. 1982.T.235-45. aria das Graças Vieira Proença dos. Combate nas trevas. história e técnica. Ática. São Paulo. ed. p.

1989. parênteses -. como mostra o exemplo.. ou (se a nota anterior se referir ao mesmo livro): 3) Outras notas de interesse. A vírgula Emprega-se a vírgula: 1) Entre o sobrenome e o nome (prenome) do autor. Separam-se também com ponto os elementos essenciais de uma referência completa que figurarem exclusivamente em nota. 35 (l0): 1 430-4. Combate nas trevas. A integração do negro na sociedade São Paulo. em notas. desde que não se integrem a textos comentados (v. São Paulo. p. (número do fascículo) e p. ed. 48. Qual o destino das teses? Cultura.Florestan (Ensaios. (Ensaios.. 32. cit. -- Ciência e de classes. figuram no final da referência. as referências a obras citadas anteriormente (v. livraria. título da obra. 111). menção da língua original (v. ou ainda (se a nota anterior se referir ao mesmo autor. notas bibliográficas e notas espeCiaiS. 131. 159. entre os elementos das notas tipográficas. os indicativos v. tb. como preço (dado um tanto instável no Brasil de hoje). 174 p. número da edição (o ponto aqui freqüentemente coincide com o ponto da abreviação). 2) Notas especiais de coleção ou série: indica-se o título de coleção ou série e. 401 p. 34 . Os nomes dos meses. Rio de Janeiro.. se houver. 21 em. etc. out. 1991. emprega-se o ponto depois de cada um dos seguintes elementos: nome do autor. p. Carlos Roberto F. (número do volume).) Ática.n. nas referências a periódicos e jornais. ) d) Nas referências a artigos de periódicos (indicam-se os números do volume e do fascículo e as páginas inicial e final do artigo referenciado): FREIRE-MAIA.Cardoso. respectivamente.): REVISTA BRASILEIRAE BiOlOGIA. ou 5 Gorender. 105): 5 Gorender.) 2) Para simplificar. (Corpo. 46. p.dir. 35. : 1 430-4. relação de abreviaturas na p. op. Difusão Européia do Livro. endereço do editor. FERNANDES. notas tipográficas. 5 Idem I ibidem. Bruxaria e história.Florestan. Mudanças sociais no Brasil. 2. 1983. maio 1988.92 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 93 c) Nas referências a um número determinado de publicação periódica (indicam-se os números do volume . bibliográficas e especiais: NOGUEIRA. aspectos do desenvolvimento da sociedade brasileira. F. distribuidor. 1978. as práticas mágicas no Ocidente cristão. p. O escravismo colonial. p.v. São Paulo. p. Pontuação o ponto Na bibliografia.Lineu. Ática. mas não à mesma obra): 6 Idem. cit. 2 v. 46.e do fascículo . Ática.. H. devem ser abreviados no idioma original da publicação (v. Raymond . 3. p. Essas indicações são feitas entre parênteses. . 1960. (número das páginas) são substituídos. D v.. São Paulo. pelo emprego de: itálico -. p..3. A ideologia. cit. n.e Alma do (3rasil. depois das notas bibliográficas: FERNANDES. . dois-pontos -. 46. il. Neste caso. 154). 105): 5 BOUDON.. . n. o nome de seu diretor seguido do número da publicação. (10).

São Paulo. 113). tb. 110): Física. compilador ou outro do gênero: RODRIOUES. p. Estudos Literários.1 94 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - li I II Referências bibliogrãficas e bibliografia 95 i 3) Para pontuar. 112) e da data de publicação (v. José Albertino. não constando na obra referencia- O ponto-e-vírgula Na bibliografia ou em referências isoladas.Edson Ferreira ROBORTElLA.) A dialética da duração. tb. Os colchetes Colocam-se entre colchetes: 1) Todas as indicações que. tb. Vilfredo Pareto.José Luís de Campos. Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas. org. autores (v. Rio de Janeiro. aquisições da biblioteca em 1988. conforme exemplo da p. p. Catálogo. p.. Secretaria de Estado da Educação. conforme exemplo da p. p. p. Vocabulário ortográfico da língua portuguesa. 92. em notas. 2) Nome do organizador. 1984. a referência que tenha parte dos seus elel1)entos no texto (v. Bloch. Paulo. 1990. 10B): de i ALVESFILHO. 104). 111. puderam ser determinadas. p. . 2) O título original de uma publicação traduzida. São Cientistas Sociais. (Col. 1981.) 3) Nome de entidade tratada como autora: ACADEMlA8RASfll:lRADI: LETRAS. 1990L I . p. 92): (Série Temas. 2) Para separar o título do subtítulo da obra (v. Ática/Secretaria a instituição familial. Avelino i OLIVEIRA. emprega-se o ponto-e-vírgula: 1) Para separar os nomes de autores de obra coletiva de três da. do nome da casa publicadora (v. 2) Para substituir o indicativo n. Gaston. recomenda-se a leitura de A escravidão reabilitada. (= número do fascículo) numa referência a artigo de periódico. eletricidade e ondulatória. 4) Nome de órgão público: SÃO PAUtO . Os parênteses Empregam-se os parênteses: 1) Para indicar as notas especiais de séries ou coleções (v. p. 4. 112). Ática. São Paulo. 1988. 123) no início de todas as referências relacionadas na bibliografia. de Jacob Gorender (São onde Paulo. se for o caso de mencioná-Io. 3) Como um recurso de que se pode lançar mão para evitar que o emprego rigoroso da pontuação de uma referência bibliográfica prejudique a leitura fluente de notas ou do texto: Sobre a reprodução da população escrava. Ática. de Estado da Cultura. Não é raro encontrar omissão do nome da cidade (v. •• Caracteres tipográficos O versal-versalete Emprega-se o versal-versalete (v. Veja alguns exemplos deste recurso em referências que se iniciam com: 1) Nome do autor: BACHElARD. Grandes 43.

Procedendo assim. maio 1979.d. o itálico pode ser substituído pelo negrito ou pelo redondo: •• Lima Barreto lançou suas Recordações Isaías Caminha em 1909. v. empregue o versal-versalete conforme visto na p. Entretanto. 150): apud. em Lisboa. p. . maio 1979. In: KECK. 2) Em notas que contenham referências bibliográficas com todos os elementos essenciais: 7 BATISTA NETTO. 1978. São Paulo. lista na p. não assinados: UNIDADES de medidas. Paris. tb. p. do escrivão Outros empregos O versal-versalete é empregado ainda nos seguintes casos: 1) No início de referências a parte de obra. ibidem. 1991. 123). em Lisboa. MPORTANTE c) Títulos de periódicos: CiÊNCIA E CULTURA. Civilização. com a publicação do romance Cinco minutos em folhetins.96 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliogrâficas e bibliografia 97 5) Títulos de obras nas quais não está declarada a) Obras anônimas: A CANÇÃO de Rolando. A REVISÃOda Constituição. ou grifo.a lógica da diferença. 37 (5): 548-52. Paulo Sérgio. 1.. Não empregue o itálico ou qualquer outro recurso para destacar as expressões e abreviaturas latinas usadas em bibliologia (v. Edilberto. p. 1989. Ciência e Cultura. etc. São Paulo. b) Artigos de periódicos. São Paulo. 31. Margaret E. Instituto Nacional Emprega-se o redondo (v. Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. Infra quer dizer" citado ou mencionado abaixo ou posteriormente" e supra é o mesmo que "citado ou mencionado acima ou anteriormente". Porto. avulsas ou periódicas. . Ática. 1984. p. JÔnatas. cit. Ática. nos demais casos. ou romano. Lima Barreto lançou suas Recordações do escrivão Isaías Caminha em 1909. a autoria: 2) Publicações periódicas 8 jun. Paulo. Alencar estreou como romancista em 1856. 99.jornais ou revistas: Jornal da Tarde. d) Obras de referência: PETITLarousse Iflustré. 96 (v. Larousse. História da baixa Idade Média. s.: [Brasília]/São do Livro/Ática. 1) Publicações avulsas livros. evita-se confundir essas formas autônomas com os prefixos análogos do português (infra. o itálico 2. Faça exceção apenas às palavras latinas infra e supra. 1992. nos títulos das publicações. folhetos. 123). Prefácio. PT . gesto do século XII. Emprega-se o itálico (v.e supra-). etc. p. bem como após a partícula in quando autor da parte e autor da obra no todo são diferentes: PINHEIRO. São Paulo. n. 110). Dependendo da variação de tipos usados no livro. se na bibliografia a referência começar pelo título. 4. 5. o redondo COUTINHO. op.

porém. p. s. ou (c) exclusivamente em notas. produziu o grande clássico da normalização editorial. 1989). onde a sigla comparece logo depois do nome do autor: ASSIS. foram usadas siglas para identificar as referências à obra de Clarice e notas de rodapé para as demais. Veja um exemplo: "Deve ser um vinho enérgico a política. ao sair da casa de lobo Neves" (Assis. (b) parte no texto. por exemplo. Para evitar isso. por exemplo. 1984. se podemos usar de arbítrio para formar a sigla (v. Segismundo Spina afirma que citar muito. 2. BC ou mesmo MPBC. o nome do autor e. ~<. entre parênteses. 43). Instituto Nacional do livro. sem considerar a preposição de. Ática. Alguns exemplos: Antônio Houaiss. tb. sobrecarregar o texto com indic~ções bibliográficas longas. como diz o subtítulo. Em vez de remeterem à bibliografia. ed. o número da página completam este sistema. Memórias póstumas de Brás Cubas. com os dois volumes de seus Elementos de bibliologia (Rio de Janeiro. dizia eu comigo. São Paulo. as siglas aparecem numa lista de abreviaturas do começo do livro (v. De acordo com Outra variação prática desse sistema é o que se encontra. p. é relativa às Memórias póstumas de Brás Cubas e poderia também ser constituída pelas letras iniciais das palavras do título. Referências incluídas no texto . livro em que Benedito Nunes analisa escritos de Clarice Lispector. A sigla. Segismundo Spina publicou pela Editora Ática (São Paulo) a segunda edição das suas Normas gerais para os trabalhos de grau. 68). Este pode ser um procedimento ideal para obras que apresentam um número reduzido de referências. A propósito das transcrições excessivas. é prova de imaturidade" (Normas gerais para os trabalhos de grau. 1967). 140). É melhor passá-Ias para as notas ou optar entre sistemas mais simplificados. Por ser um sistema que permite omitir no texto as demais indicações bibliográficas. o que será visto na seqüência. Nessa lista são fornecidos também os dados das edições utilizadas. Ática. atribuir siglas aos títulos. pode-se..Machado de. livro que. Mas. pode-se simplificar a referência estabelecendo uma sigla para designar o título da obra. em O drama da linguagem (São Paulo. São Paulo. quando for o caso. slstematlca As referências bibliográficas podem localizar-se: (a) inteiramente no texto.98 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 99 Localização e • .d. 76). ele se torna remissivo à bibliografia. "ao invés de denotar erudição. no exemplo. Be. se. Num livro desse tipo. os elementos que faltam para completar essas referências podem ser colocados no texto.rJ t t J 1) Simples inserção no texto . 2) Atribuição de siglas aos títulos .Quando não se utilizam as notas de rodapé para introduzir as referências bibliográficas. p. parte em nota. Em 1984. Ática. A forma escolhida (BC) deve ser empregada sistematicamente do começo ao fim do livro. as referências à obra analisada são freqüentes e poderiam abarrotar a página com notas de rodapé. .Se o trabalho comportar. empregar algarismos arábicos para codificar as referências ou indicar a data de publicação da obra ao lado do nome do autor. Não é recomendável. p. no caso ela poderia ser MP. constitui "um breviário para o estudante de pós-graduação" . A sigla.

Rio de Janeiro. Agir. como lâmpadas e cristaleiras (L. por de repulsão. 1964 Sabiá. de inquietação a inquietação. c mo momento culminante da situação de Antoine Roque tin. como pólo oposto à cultura e à praticidade da vida diária. fran- A CIdade sitiada (rom. 1105 de atraçãoentreexemplo. trastam. Edições das obras compulsadas de citação: PCS L CS LF ME LE - para esre trabalho e respecrivas siglas Perto do coração selvagem (rom. 1964 Alvorada. deslocado. " (ME. nos pedaços velhos um I I com azu eterminação pouco a tncen . descrita no romance Ia nausée. )oana C/ari.) Rio de Janeiro.tiva. ao ande abalo que será a descoberta da existência. Felicidade clandestina (contos). ed. ed. Nesse ndo assim configurado. LE. sentimento da inutilidade de seu interesse pelo p sado como historiador. com o duplo sistema de referências. i sensaçã e ser: "O gosto é cinzento.H (rom). A náusea é a experiência privilegiada d pensamento sartriano 6.). seu protagonista 7. um pouco vermelhado. Sartre. __ 101 A lista de abreviaturas do começo do livro O drama da linguagem Uma página do mesmo livro. São Pauio. e uma qualidado e dado cenestésico.). A princípio se debatendo n ma crise psicológica . Pers· p. Rio deJaneiro. 1969. Francisco Alves. (Coleção Editor. c 'spector o espesso e o viscoso -. Como elemento de 1 Gerd Bornheirn. Os gestos. e e~ho. Ediror.estranheza em relação ao que o erca.José Álvaro ~~~~~lsãstmglU~~:~. 45) lantas silenciosas (ME~b2J". José Álvaro Laços de /àmília (contos). 1971. sensação de tédio. as atitudes e os sentimentos humanos con- A legIao estrangeIra (contos e crônicas).. 98) (ver o fragmento "A gelatina. ed. 2. 1970 Edi· 1964. é sempre a mais forte e decisiva. São Paulo. 19~~~ . . de vazio oquentin vai chegar. 102).).100 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográf~c_a_s_e_b_i_bl_io~gr_a_fi_a_____ __.). 1960 A maçã no escuro (rom. 1963. como qualidade da matéria viva. Rio de Janeiro. 115. Rio de Janeiro. a segura permanência de animais e vegetais. ).-c. com estatuto sereno das coisas propriamente ditas. torna-se a consciência presa fácil a náusea.S. É uma e eriência que se alarI Sabiá.~i~~~'~T~UliP gross (ME. pel~ seu senSIveIS e densas dos obJeto~om com as qualIdades aspec:o ~rotesco.. Janeiro. Manim caminha ~eléia viva". 17). 1946. indicaque é també m umundamental das coisas parafala da obje gelatinoso. cisco Alves. 8s óbjetos úteis são sólidas e impenetráveis.J PSGH LP FC - A paixão segundo C. Rio deJaneiro. Amor. 2. tora do Amor. e move·se comode uma geléúz v a . São Paulo. Uma aprendizagem ou O lIVro dos prazeres (rom. 111). bibelôs e canos d'água (CS. vaga amente" (pes. O lustre (rom.). em que o próprio homem estr ha o que é humano. A parte da Natureza. Edirora do Rio de 3.

4. escreva-o dentro dos parênteses. a remissiva.) r . Ela é determinada. é facultativo o uso de parênteses para destacar o número da referência. Ática. A crise do século XX. 7. básicos deste sistema. Revoluções do Brasil contemporâneo. não precisa necessariamente estar em ordem alfabética . que também é remissivo à bibliografia. coloque a data de publicação logo depois do nome do autor: KUJAWSKI.) li ti 111 ~. travessões. pode-se grafá-Io em versal-versalete ou em caixa alta-ebaixa. 1922-1938. pela política" (1988. da seguinte forma: Primeiramente. que. 1988.102 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 103 Neste modo simplificado de citação. seguido de vírgula e do número da página entre parênteses: "Getúlio e Antônio Carlos procuram contemporizar e se esforçam cada um de seu lado para ver se Washington aceita a idéia de um terceiro candidato" (13. Assim. No entanto optar por conservá-Io resulta no ganho de evitar o embaralhamento de números. (Série Temas. I 'i li i: !1 d) Quando não for necessário fazer referência a um número (ou números) específico de página.O nome do autor. "todos sabem que a economia não é domínio soberano. . 103). Ática. 1988. São Paulo. ed.Edgard. 102).desde que uniformemente os próprios parênteses.).). 64). se for o caso. Veja um exemplo com o número destacado por tipo negrito: 13 CARONE. mas mantenha sempre a mesma opção: 1 1\ Na bibliografia. Apenas o número referente à página apareceu ao lado da sigla. o sujeito da crise é a modernidade. em última instância. (S'érie Fundamentos. Kujawski encontra" outra corrente de intérpretes" que "insiste em que o princípio geral da crise só pode ser de ordem religiosa" (p.: Também neste sistema faculta-se mencionar o indicativo do número da página (p. rev. vem na linha e no mesmo corpo do texto. é facultativa a menção do indicativo do número de página (p. Adotá-Io ou não adotá-Io é um procedimento que tem de ser sistematizado em todo o livro. São Paulo. Depois. p.embora seja preferível estar -.~ "Todas as crises setoriais eclodem no meio social e são vividas socialmente" (KUJAWSKI. ele não foi utilizado. pode ocorrer o seguinte: Autor e ano entre parênteses: Crise e decadência (KUJAWSKI. Esse número. 53. todas as referências da bibliografia. numere com algarismos arábicos. 101). J c) Quando o nome do autor não estiver explícito nem claro no texto. Não houve também a necessidade de apontar o nome da autora. acrescente a data e o número da página entre parênteses: Segundo Kujawski. b) Quando o texto já deixou claro que se trata da mesma obra. é preferível (13) p. pois era sabido que as referências abreviadas com siglas sempre diziam respeito à obra de Clarice Lispector. No lugar de cada uma das referências bibliográficas do texto coloque o número que a referência recebeu na bibliografia. a data de publicação da obra e o número da página são os elementos li Observe ainda o seguinte: a) Na bibliografia. 64). No exemplo da obra de Benedito Nunes. p. em vez de (13. Podem aparecer . faça as remissivas.Neste sistema as referências bibliográficas do texto são substituídas por remissivas à bibliografia. 1989. p. 4) O sistema de autor e data . basta dar. em ordem crescente. são categorias diferenciadas ~'l Ou só ano entre parênteses: Para Kujawski (1988). pontos ou algum recurso gráfico para realçar os números sem outros sinais. para facilitar a identificação da referência. Gilberto de Mello. neste caso. 64). 1988). Neste caso. procurando explicar as raízes da crise. 3) O sistema numérico . O arranjo desses elementos pode ser feito de acordo com as seguintes circunstâncias: a) Quando o autor já foi citado. o número da página entre parênteses: Nesse texto.

apud TARAllO. separados por vírgula: "Coerção e repressão foram as bases de sustentação do escravismo e explicam a grande duração do mesmo". ed. 1987.d. itinerário histórico da língua portuguesa. Tempos lingüísticas. escola e sociedade. p. ~ ~ ~ I MONTANARI. com todos os elementos essenciais. Valdir. tanto no texto quanto na bibliografia: 1979a. 11 BRANDÃO. Linguagem e escola .Substitui o nome do autor quando a referência precedente diz respeito a obra do mesmo autor: 7 Referências com parte parte em nota no texto e 8 AZEVEDO. rênteses: faça-o nos pa(RIBEIRO. 109). oberto de Oliveira.55. 1988. N a bibliografia. Mas. Fernando.ibidem. os seus elementos são dispostos e pontuados como na bibliografia: 4 J d) Quando ocorrer citação transcrita de fonte intermediária.. Não é necessário repetir em nota os elementos de uma referência que já estão inseridos no texto. Idem. b) Ibidem (ou ib. a autora conclui que" é fundamental que a escola e os professores compreendam que ensinar por meio da língua e. p. é preciso adequara pontuação da nota à pontuação do texto: Sobre a prática de ensino comprometida com a transformação social. São Paulo. 87). Se o autor ainda não foi identificado. As diferenciações regionais reclamam estilo e método diversos" (apud TARAllO. se a referência integrar-se a textos comentados. 1991. Ática.uma perspectiva social.As referências posteriores a uma obra citada podem ser simplificadas com expressões ou abreviaturas tradicionais: a) Idem (ou id. diz Suely Robles Reis de Queiroz5. no lugar da data. Idem.Substitui o título da obra citada na referência anterior. História da música. 112.. . 1988). Ática. 1979b. São Paulo. São Paulo. São Paulo. Ática. p. 81. 1988. A partir da análise das relações entre linguagem. Ática. mas também políticas" (p.) . 23. Ática.p. Não use idem na bibliografia. Ática.A primeira referência a uma obra deve ser completa. . se o texto já esclareceu o nome do autor citado: No entender de João Ribeiro. "a nossa gramática não pode ser inteiramente a mesma dos portugueses.. p. As figuras de R linguagem. Ática. de Magda Soares (6. O cortiço. ed. registre ~' F 1) Primeira ocorrência . 49. 1989. s.104 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliogrãficas e bibliografia 105 b) Se um autor tiver mais de uma obra publicada num mesmo ano.1990. p. 79). Se a referência estiver isolada. diferencie as datas de cada título juntando-lhes letras minúsculas. i i I -i . principalmente. da Idade da Pedra à Idade do Rock. mas sim o travessão (v. 8. São Paulo.j' Referências em notas exclusivamente c) No caso de não existir a data de publicação. p. 1990. Aluísio. A nota começa a partir dos elementos que faltam. 87). ed. O mulato. v. informe entre parênteses a fonte intermediária precedida de apud . "Falar diferentemente não é falar errado" João. São Paulo. p.) . O termo é normalmente usado ao lado de idem: 10 5 Escravidão negra no Brasil. ensinar a língua são tarefas não só técnicas. mediária: é normal referir-se apenas à fonte inter- TARAllO. 1990. 2) Referências a obras já citadas . 47. São Paulo.

Galvano. se preciso. etc. Especificações sobre os elementos . BOSI. 3. São Paulo. São Paulo. Iniciação ao teatro. cito .) ."..A entrada da referência é dada pelo primeiro sobrenome. Alfredo. MAGALDI. ed. p. a referência pode ser feita na ordem direta ou pelo próprio designativo: ADONIAS FILHO. .júnior. recorre-se a remISSIvas: VOLPE. ver DELLAVOlPE. 3. b) Os sobrenomes compostos que contenham elemento adjetivado: SOUTOMAIOR. 1988. Ática. ~ SÁ-CARNEIRO.João da Cruz e. podendo abreviá10 com reticências. cit. du c) Francês ." b"""'.. Pedro. 9 Havendo mais de uma obra citada do mesmo autor. substantivos em alemão. sobre cada um dos principais 3) Autores estrangeiros a) Espanhol .. geralmente. Du Bos. m. Alfredo. Jean de. 107 I c) Op. colocadas depois do prenome.essenciais Não é demasiado recordar que as especificações abaixo deverão ser aplicadas com rigor à bibliografia e servir de base à preparação de referências localizadas no texto ou em notas. cito (= opus citatum) citada: 2 Substitui título de obra já ~ Nome do autor O nome do autor. FILHO. são. São Paulo. op. % 7 2) São inseparáveis: a) Os sobrenomes ligados por hífen: J . Ática. Reflexões . As particularidades sobre o nome do autor deverão ser levadas em conta também na elaboração de índices onomásticos. cito é melhor repetir o título. I b) Italiano . p. adjetivos pátrios em inglês. que é o sobrenome paterno: GARCíA MÁRQUEZ. Seguem-se particularidades itens de uma referência. os casos de organicidade da palavra (nomes próprios.contraria norma oficial do "Formulário ortográfico".ressalvando. Atualmente. inferno i ensaios de crítica literária e ideológica. em lugar de op.. é claro. conforme já visto em várias passagens. MAGALDI. Camilo. degli. seguido de vírgula e do prenome em tipo redondo normal: ALMEIDA. CASTElO BRANCO. Assim. •• """. 1986. O emprego de letras minúsculas nos títulos de obra . p.Mário de. Caio. 79. Ática. 1989. Sábato. porém. inicia a referência: sobrenome em versal-versalete.. 5 I I 'oi' '" i ~-' . 90-1. Charles. e colocar ao lado dele a abreviatura cito . Gabriel. Adonias. em regra. 36.. di. entre vírgulas: 1 BOSI. mas trata-se de praxe já largamente difundida e aceita. pois do sobrenome: PRADOJÚNIOR. são os pri- . ed. SOUSA.Galvano della. Neto e Sobrinho comparecem de- Se o nome autoral não tiver prenome.ri.r 106 "'~""~~. a tendência é colocá-Ias antes do sobrenome. etc. Céu. Reflexões sobre a arte.Os artigos le ou Ia e a contração meiros elementos do nome: LA FONTAINE..As partículas delta. BOSI. José Américo de. I ~ {t 1f 1) As designações Filho.' t " -A•• . na bi_bliografia ou mesmo em índices onomásticos."""'"'.

não é necessário mencionar o editor nas notas tipográficas: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRADE NORMAS TÉCNICAS. f) Chinês . sem mversão. encontrar-se o nome etc. precedem o sobrenome: O'Nm. 1978. do diretor.. 4. Eugene. use um travessão a partir da segunda referência para substituir o nome do autor: TODOROV. São Paulo. 4) Mais de um autor: a) Dois autores dos autores: Usa-se o sinal & para ligar os nomes Alberto RABAÇA..As aposições escocesas Mae. l w ___ o Critique de Ia critique. M. no lugar do nome do autor. use & entre dois travessões: FARACO. Alexander von. Departamento de Administração. Se se tratar de dois autores. Literatura brasileira. 1973. escreva a abredito . se for necessário transcrever todos eles (se não for. pois o sobrenome já antecede o nome: MAO TSE-TUNG. enciclopédias. b) Três autores . c) Mais de três autores et alii : DUBOIS. preposições. Compõem-se em redondo os títulos originais (no caso de tradução). é composto em itálico. I Título da obra pela autoria de uma obra 6) A entidade coletiva responsável inicia a referência: ACADEMIA BRASILEIRADE LETRAS. e) Inglês . sem o recurso de parênteses COUTINHO. a referência começa com o título. & . etc. bem como as preposições de origem francesa (de. etc. . e ampl. Indica-se o primeiro seguido de Poétique.) depois do . prenome. rev. Tzvetan. Na transcrição . Dean. Thomas. Afrânio.). b) Se a entidade for subordinada a outros órgãos. CHANSON de Roland. composto em versalversalete nas partículas iniciais (artigos.. . veja o passo seguinte): GRABBE. a) Se a entidade autora é também editora.comp. ~_. 7) Não existindo autor explícito . quando.As partículas von. 1984.Emprega-se o ponto-e-vírgula entre os nomes dos autores.caso de obras anônimas.i RAMO. são colocadas depois do prenome: HUMBOLDT. Jean et alii. f. os títulos de partes de obra e de artigos. ed. DE QUINCEY. Ática. do compilador. 1988. vom. enunciase a hierarquia a partir do órgão superior: BRASIl.. artigos de jornais e revistas não assinados -. de Ia). 5) Quando. Gustavo Guimarães. ENCICLOPÉDIA Espasa-Calpe. Carlos Emílio & MOURA. Ministério das Minas e Energia. na bibliografia. viatura correspondente Cedo . ed. Paulo.O nome é dado de forma direta. van (esta holandesa). Francisco Marto de. Paris. 1990. se houver. e na primeira palavra significativa: A ALFABETIZAÇÃO em Ubatuba. São Atica. Carlos & BARBOSA. O título deve ser transcrito literalmente e. descendente). não inicia a referência. Seuil.basta a vírgula: Gramática. Paris. Seuil. Me eM' (= filho de) e a irlandesa O' (= neto. Eugene 8) Quando ocorrer na bibliografia uma seqüência de referências a obras do mesmo autor. Norma NB-66. do editor. Simoni WOOLDRIDGE. etc.108 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 109 d) Alemão . Rio de Janeiro.

São b) Periódicos . Editoração hoje. se necessário.A primeira palavra do título deve ser impressa em versal-versalete. 2. obert L. 94 e 105). Nação e consciência nacional (Imagined communities. nomes de meses em inglês. As partículas que não estiverem no começo do título são compostas em versalete: REVISTA BRASILEIRAE ESTATíSTICA. o emprego de letras maiúsculas restringe-se apenas ao primeiro termo (partícula ou palavra significativa) e. 2) Os títulos de partes. Octavio. p. 1) Local de publicação a) Reproduz-se o nome da cidade tal como se encontra na publicação: London. bem como a partícula inicial.. é preferível grifá-l o juntamente com o título principal ou colocá-Io entre parênteses ou arranjá-Io de tal forma que não prejudique a fluência de leitura (v. São Paulo. Estudos Políticos. 2) Se existirem. à exceção dos títulos de periódicos e de coleções ou séries. se necessário: a) Menciona-se o título original (em redondo e entre colchetes) logo após o título da tradução: ANDERSON. mulheres do campo e da periferia de São Paulo. reflections on the origin and spread of nationalism]. 1989. rev. Técnica de tradução.) Original inglês. No texto ou em notas com referências parciais ou simplificadas (como se faz neste trabalho) estes títulos devem ser realçados com aspas.) 1) Título iniciando a referência na bibliografia: a) Livros. trad. Ática. quando não iniciam a referência. 1988. e ampl. D 5) Acrescenta-se. etc. Ática. às palavras que exigirem o emprego de maiúsculas (nomes próprios. ed. Rio de Janeiro. Trad. e não: Madri. 1981. 1989. 2. etc. 4) Nas publicações traduzidas..Jean. substantivos em alemão. quando for necessário citá-Io. São Paulo. Eliane. se houver: GUIDE des centres nationaux d'information bibliografique. A natureza e a lógica do R capitalismo. 2. (Série Fundamentos. Ática. bem como os artigos de periódicos. In: MAGALHÃES. Aluísio et alii.Emprega-se o versal-versalete em toda a extensão do título de periódicos. ed. . 1989. Fundação Getúlio Vargas. tb. çmtros acréscimos ao número da edição devem ser informados por meio de abreviaturas: 2. se não se apresentou o título original na referência: HEILBRONER. Garcia dos Santos. são compostos em redondo: ZAGURY. p. 9. seguido de ponto e da abreviatura da palavra edição no idioma original: 3. A formação do Estado populista na América Lafina. ed. éd. Número da edicão # 1) O número da edição é indicado pelo arábico correspondente. Notas tipográficas (imprenta) Ao escrever o subtítulo no texto ou em notas comentadas. São Paulo.. s b) Pode-se informar o idioma original. Verl. 3) O subtítulo. rev. 43. Valter Kehdi. Benedict. capítulos. 1988. o nome do tradutor e outros colaboradores da obra logo depois do título: CERVONI. Lólio Lourenço de Oliveira. Paulo. Madrid. obviamente. A PREVIDÊNCIAocial no Brasil. folhetos e artigos . e não: Londres. melh. São Paulo. Trad. Sylvia Leser de. 3. 83-93. ed. Ática.): IANNI.110 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 111 do título. Ática. e ampl. Trabalho e sobrevivência. (Série Temas. A enunciação. L. vem precedido de ponto-e-vírgula e deve ser composto em redondo: MELLO.

Franz. Livraria José Olympio Editora José Olympio. 83-91. se não for possível a identificação. f . nos casos em que a supressão possa prejudicar a clareza: Ed. temas e situações. 11. etc. p. 1988/jun. e não: nem José Olímpio. Filosofia do espírito. 1990. Berkeley. Um artista da fome. do Brasil. 1972. São Paulo. b) As datas consecutivas jan. 7. 1988.lfev. Fundação p.A.. org. 395-407. a seguir) o d) Se o nome da cidade não constar na publicação e puder ser determinado. c. Anton et alii. juntam-se os nomes dos respectivos estados ou países. são ligadas por barra: :f c) Havendo mais de uma cidade relacionada na publicação. In: o Comunicação em prosa moderna. BOSI. Ática. indique s. a não ser que se trate de dois editores estabelecidos em cidades diferentes (vo item "Editor". ed. 154). d) Se o nome do editor não constar na publicação e puder ser determinado. Great Britain ou Gt. Ed. lista de abreviaturas na p.'~' Modelos Abaixo vão especificados modelos de referências bibliográficas segundo o tipo de publicação: Livros 1) Considerando um livro todo: SANT'ANNA. Francisco org. jul.edo 3) Data de publicação a) Abreviam-se os meses de acordo com o idioma de publicação (v. e não: Editora Ática S. HEGEL. Cultura brasileira. Rio de Janeiro. 4) Ausência de notas tipográficas . abreviadamente. 2. indique sod. 1987. b) De obra coletiva: KAFKA.13 - Referências bibliográficas e bibliografia 113 b) Se a cidade for homônima de outra. abreviando-os se for o caso: Berkeley. forneça-a entre colchetes. suprimindo-se apenas a parte que designa a natureza jurídica ou comercial: Ática. v. Os clássicos da política. 70. cita-se apenas a primeira. In: . Alfredo. Othon M. Análise estrutural de romances brasileiros. Affonso Romano de. Cal. São Paulo. A erudição e a cultura nas constituições brasileiras. Vargas. In: TCHEKHOV. Ática.~~. Universidade de Brasília/Ática. Preparação Getúlio dos originais. São Paulo.p. Ática. indique sol.n. Ed. ed. se não for possível a identificação. 208-18. São Paulo. Para gostar de ler. 2) Editor a) Transcreve-se o nome do editor tal como figura na publicação. indique s. contos universais.Se o local. Brit. b) Dois editores estabelecidos em locais diferentes são relacionados da seguinte forma: Brasília/São Paulo. 115-48. c) Não se repete o nome do editor se ele já é tratado como autor (vo p. 109). ~~ 'l' . se não for possível a identificação. Mas esses designativos devem ser mantidos. . o editor e a data não aparecem na publicação. 2.t. 1989. Ática. forneça-o entre colchetes. v. c) Se a data não constar na publicação e puder ser determinada. 1973. forneça-o entre colchetes. In: WEFFORT. 2) Considerando parte de um livro: a) Do mesmo autor da publicação: GARClA. p. 1989.

1983. 405/406. Rio de Janeiro. . Érico. 8-11. Planeiamento. 78 (1): 45-7. 2) De periódicos: LIMA. Aguilar. Curitiba. 1955. São Paulo. romance. Governo do Estado do Paraná. v. 1984. 55 p. SPALDING. U FBA. São Paulo. Artigos de iornais Jornal ADIADOS investimentos de indústrias do setor de papel. novela. 1945. 1944. Rio de Janeiro. p. p. mar. In: CONGRESSO DA HISTÓRIADA REVOLUÇÃO 1984. mar. 31. Salvador. São Paulo. GROSSMANN.. In: o Ficção completa. A tradução no Brasil. Publicações de congressos Separatas 1) De livros: MUNOZ AMATO.114 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 115 3) Considerando um livro de obras reunidas em um ou mais volumes de um mesmo autor: VERísSIMO. Capo 3. Folha de S. Judith. Fondo de Cultura Económica. México. 2) Referência a um número especial com título: DOM CASMURRO. Ilustrada. Anais . As traições Paulo. 348. Número especial. 40-8. Rio de Janeiro. n. 1962. NATAl!.. Elon Lages et alii. 8. Salvador. Rio de Janeiro. Ciência Hoie. Bibliografia da revolução federalista. 1955. Pedro. Mimeogr. n. 1) Referência a um número determinado da publicação: ANHEMBI. Folha de S. Paulo. p. Esboço da situação da matemática no Brasil. FGV/EBAP. folhetim e crônica: três gêneros 77 (65): fora do lugar. conto. 1966. romances e novelas. 1. da tradução. 46. Sermão. n. um estudo de relações intergrupais. 1966. Curitiba. A família de santo nos candomblés ieie-nagôs da Bahia. PAES. da Tarde. 747-1 094. ago. 6 novo 1990. Luiz. João Batista. DE 1944. Teses e obras mimeografadas LIMA. 8 set. 1966. O senhor embaixador. 18 set. p. Walter. 2. José Paulo. Unidades narrativas. 8. São Paulo. Separata de Ciência e Cultura.. UFBA. Publicações periódicas v. 136. 295-300. 1990. 1973. Dissertação de mestrado apresentada à Coordenação de Pós-Graduação em Ciências Humanas. Vivaldo da Costa. Folhetim. p. v. 3) Referência a artigos de periódicos: RONCARI. Separata de Introducción a Ia administración pública.Centenário de Eça de Queiroz. 1977.

configurando uma abreviação do título (v. b) As letras li. a preposição antiga per é que deveria participar dos desdobramentos (Notícia publicada per O Estado de S. Reichtum (riqueza). p. paud 'arco. oe e ue. p.Fluegel (asa). Nova Fronteira. D1vtS'~O SILÁSICA. É natural que se escreva: Notícia publicada por O Estado de S. 4) Nas citações diretas (v. 11O). Stein (pedra). etc. principalmente: 1) Em nomes de divisões ou partes de um livro e em notas com referências bibliográficas parciais (v. são escritos com Deutschland (Alemanha). 645. no "Formulário ortográfico". 6) Para reproduzir A campanha literalmente um dístico. p. P. Paulo).. 79). offnen -.. 49). 1985. Nas combinações pelo e pela . ou: de Os lusíadas. etc. com trema. (leite de Vasconcelos 1. Alemão Algumas peculiaridades da escrita latina da língua alemã: 1) Por facilidade gráfica. podem ser feitas as seguintes adaptações: a) O sinal 13 é representado por ss: V. Entretanto. o apóstrofo não deveria ser empregado para marcar a combinação de preposições com artigos que antecedem títulos de obras em geral. Nova gramática 2. Mas o uso fez desse preceito letra morta. inicial maiúscula: próprios e comuns. 11. Aspas Emprego Empregam-se as aspas.Phaenomen (fenômeno). permitindo-nos escrever d' Os lusíadas. lema ou slogan: "O petróleo é nosso". Straj3e -. ed. 3) Em casos restritos do discurso direto (v. aos seguintes casos: 1) indicar a supressão de letra ou letras no verso: c'roa. Flügel -.oeffnen (abrir). respectivamente: Phõnomen -. etc. se forem feitas referências sucessivas a uma mesma obra. (j e Ü. Paulo.Strasse (rua). p. SOSRE A naj3 -. Lindley. Wilhelm (Guilherme). mas isso seria um contra-senso. podem ser transformadas em ae. do português contemporâneo. 3) indicar a supressão de vogal em palavras compostas ligadas pela preposição de: galinha-d'água. depois da primeira ocorrência.14 - Padrões complementares 117 14 PADRÕES COMPLEMENTARES Por força dessas restrições. 2) reproduzir certas pronúncias populares: 'tá. . 41). Rio de Janeiro.de per + 10(0) e per + la(a)-. ou: em O Globo.nass (molhado). se for o caso. 'teve. 106): Notícia publicada no (ou pelo) Estado (ou Estado de S. 'star. 7) Para assinalar o significado de palavras ou expressões: No Alentejo fazenda significa "rebanho de gado macho". O apóstrofo tem emprego limitado. 2) Todos os substantivos. tb. Celso & CINTRA. p. p. 5) Em termos tomados irônica ou impropriamente: O "milagre" brasileiro.) 1 Apud CUNHA. Paulo). o artigo do título pode ser suprimido para contrair-se com a preposição. n'O Globo. 2) Em nomes de obras musicais (v.

/'''''''~''''''''''''''~''' .118 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 14 - Padrões complementares 119 As aspas simples ou semi-aspas As aspas e a pontuação Usam-se as aspas simples (' ') para destacar trecho (ou trechos) já aspeado no original de uma citação ou de um texto qualquer que se transcreve entre aspas (duplas): !·'... ." ... pães._.. "_..•. iJíffp... ."d'(jk'dtáa:!I..~.·ú·a::. no sistema português uma tensão entre ordem não-marca da e ordem marcada...... ! Em The Break-up of Britain..... i Qué maravilla! Apenas ele [o sistema britânico] representou um~rescil mento lento e convencional o prMduto de invenção deliberada. ímpIICa.~-""".~" ../""""" ."... cclno os outros. ao sujeito ou quando... Fernanda. a anteposição do verbo tem um valor estilístico muito nítido. .". Atica.._•• e""'.. põe-se o mesmo sinal de pontuação que separa os vários elementos de uma enumeração: Comprei livros. Para os adjetivos qualificativos \limos que a posposição c()l)stitui a ordem não-m~.-.. e a pontuação I 10Ç) ... esses outros Qentaram resumir de um s..""""'''.. consiste naessa chamadal~ nversão ação verbal }lomo língua da comunicaferem não raro melhor focalitão não há um objeto direto para opor."""-g. • -._.~"""". ".'<""~_'" . Espanhol Duas observações sobre a pontuação: 1) No enunciado interrogativo há um ponto-de-interrogação invertido no início e o ponto-de-interrogação normal no fim: ZCómo te lIamas? Entretanto..... . ... ••..."" •. O princípio funcional a que Câmara Junior havia feito menção acima pode também aqui voltar a atuar: "Não obstante. 169._. ães e ãos: razão. .·\." ...•.._..·._.' ""."..'a...... Tempos lingüísticos./··... ~.) 2) Se apenas parte do período estiver entre aspas.~......."~... ... o mecanismo da concordância pode entrar em ação" 12.:ié. '.. ••""".•~ •...---.""...... p.' iTO:5''''j .eníliá .'..O<""'~. cadernos.• ""·"··".. etc.....~-... '''" 1) Se o período inteiro estiver entre aspas.. preda especial~te ção..."". isto é. mão..teoriP resulMnte de uma Chegando depois.••. 149. razões. a língua coloquj ... o sinal de pontuação fica dentro das aspas: "Ao verme que primeiro roeu as frias carnes do meu cadáver dedico com saudosa lembrança estas memórias póstumas...f~.. -' "". 1990.~.". 1989.. num mundo em que a Revolução Inglesa já havia tido êxito e se expandido... a experiência inglesa ..... ". ...•••.".. " Rosa" o sertão está em toda parte". lápis.-.. etc. . .."'''''~''''_~''''''~''"~....0 .......... __ ·'·'--"·""''·'''''''''"·'''·''····"'·-"......-·. Por terem chegado em segundo lugar. e não.• "..~~êe'ssãiíâméi'íIe.._é_'·'_"'''''l.·.n:a\4!. pão..) "Por que não nasci eu um simples vaga-lume?" (Idem.. "... I . "•. .~_ . Nação e consciência nacional.·... as sociedades burguesas posteriores não puderam repetir esse desenvolvi'~. pela colocação. com supressão das aspas iniciais e finais da citação.._.."''~'''''''-\."".. Ática./··"'·""~·'v·"·"". e mais do sujeit~quandoa tema literária._ -....~..... Os nomes terminados em ão fazem o plural com ões.. p... mãos.~..". 83). Paulo. i Antes de ele.. tre o sistema político britânico e os do resto do mundo moderno: 1 I 2) No enunciado exclamativo há um ponto-de-exclamação invertido no início e o ponto-de-exclamação normal no fim: /."..~..-. para 9_Slljeit9doJ ....íliâ·rr... mantém-se entre aspas duplas aquilo que originalmente se encontra aspeado: ç 'ÇÚ~. São Paulo. que havia Por ter sido a primeira.. e "a menina" de nominativo passa a acusativo.18 elatJbado seu constitucionalismo golpe os frutos da experiência correr de vários sécuno do Estado."'''' . o sinal de pontuação fica fora delas: Para Guimarães .. se for adotado o recurso de defesa (v./'''''''''..".~.. Etc.. Reproduzido de: TARALLO.~"~." (Machado de Assis..'~._'""~'"''''''''....depois britânica . que Por isso... p.manteve-se distinta.~..-"._. Sobrevive e fortemente atua."". "o professor" de acusativo passa a nominativo. -''-·. . Tom Nairn diz algui mas palavras preciosas a respeito do relacionamento en.._../. pois.. mesmo com objeto direto.•._... .. Sãa ..~mámuaãi1çãnã'fíâtureiá·êíes~~s dois argumentos. ". ReprodlJZido de: ANoERsoN.. Benedict..""~."..~"....~.

Englishman. usa-se o hífen em combinações simétricas do tipo: Acordo Brasil-Argentina. . O título Lord. PÂTE. da República.) entre ele Nos nomes próprios e intitulativos compostos ligados por hífen. Junto a nome próprio. December. 47). Vice-Presidência 4) Em palavras e expressões estrangeiras incorporadas tuguês. trajeto Mauá-Cascadura.121 120 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 14 - Padrões complementares Francês Um texto em francês deve ter sua ortografia rastreada com muito cuidado. 110. revistas. I táUco (grifo) Mas é de rigor o emprego do travessão. geralmente: March. tal como o hífen. conjunções. p. 49). p. tb. e Inglês Escrevem-se com inicial maiúscula. maiúsculo: 2) Os nomes dos meses (v. A Ia fin de Ia semaine. o hall do elevador. ou grifo. os acentos devem estar presentes: ÉLÊVE. escreve-se com inicial minúscula (lorde). Ressalte-se ainda que: 1) É facultativo o acento agudo no Émile ou Emile. Sunday. 154): 2) Não se acentua o a maiúsculo. mas ainda não aportuguesadas: Designar ad hoc. 4) Os títulos nobiliárquicos: Lady. ao por- (Neste caso. além dos nomes próprios: 1) Adjetivos referentes às nacionalidades: Brazilian. todas as palavras são escritas com iniciais maiúsculas. Sir. 96 e 109) e obras de arte em geral (v. p. Hifen e travessão Além de outros empregos. excetuando as partículas (preposições. principalmente no que se refere à abundância de acentos gráficos. quando aportuguesado. como em palavras compostas. em encadeamentos vocabulares do tipo: ponte aérea Rio-São Paulo. conforme o exposto na p. 3) Se a palavra inteira for escrita com letras maiúsclas. p. estrada de ferro Santos-Jundiaí. Pantanal Mato-Grossense. integração professor-aluno. o travessão deve vir sem espacejamento e as palavras que une. O itálico. 3) Os dias da semana: todos Wednesday. 3) Na nomenclatura científica (v. etc. jornais (v. 2) Em subtítulos. um show de rock. os títulos ingleses de nobreza não devem ser destacados graficamente: Sir Winston Churchill. Trás-os-Montes. é usado: 1) Nos títulos de livros. Lady Diana. e não do hífen.): Grã-Bretanha. PÂTÉ.

p. independentemente das características de cada uma. Exemplo de linha composta em negrito. As famílias são muito numerosas. sob o signo de Gêmeos.. genericamente.Tipo mais grosso que o redondo.) 1) Redondo (ou romano) . .Tipo normal. b. de altura idêntica à das letras minúsculas: EXEMPLO DE LINHA COMPOSTA EM VERSALETE. grifadas. de desenho vertical: Exemplo de linha composta em redondo. 4) Bold-itálico (ou grifo-negrito) - Combinação do bold com o itálico: Exemplo de linha composta em bold-itálico. o mesmo desenho básico. English Times Univers Tipo. EM . Os tipos que apresentam as mesmas características. diz-se que a palavra deve ser composta em caixa alta-e-baixa: Exemplo de Linha Composta em Caixa Alta-e-Baixa.__ T'ipos e corpos Tipo Algumas famílias importantes Baskerville Bodoni Futura Para indicar que uma palavra deve ser escrita com inicial maiúscula. B. 8) Versalete . no canto XXII [.. 150) dispensam destaque gráfico: são escritas no tipo normal do texto. "presso all'ultima salute" . diz-se que a palavra deve ser composta em versal-versalele: EXEMPLO DE LINHA COMPOSTA VERSAL -VERSALETE. 7) Versal A própria letra maiúscula.122 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 14 - Padrões complementares 123 a) Usam-se. porém. 6) Caixa alta - As letras maiúsculas: A. 5) Para enfatizar palavras ou expressões: O termo esquerda é utilizado . em quase todas elas podem ser encontrados os seguintes tipos: Para indicar que a palavra deve ser escrita com a combinação dos tipos versal e versalete. 97). C. ]. é a letra que resulta de qualquer processo de composição. 2) Itálico (ou grifo) Tipo inclinado para a direita: Exemplo de linha composta em itálico. as aspas e o tipo normal do texto nas citações de trechos em língua estrangeira: Dante. ou caixa alta: EXEMPLO DE LINHA COMPOSTA EM VERSAL.. Excetuam-se as formas autônomas infra e supra. tendo subido ao oitavo céu . constituem um conjunto denominado família. (Alfredo 80si. também de desenho vertical: b) As abreviaturas e expressões latinas usadas em bibliologia (v.. diferenciam-se dos prefixos análogos do português (v. mais claro.O tipo versalete é a própria letra maiúscula. 5) Caixa baixa As letras minúsculas: 0'0 a. mas.recebe de 8eatriz o convite para contemplar o mundo inteiro a seus pés .. 3) Negrito (ou bolá) . c. p. mas com tamanho reduzido..o das estrelas fixas. que.

a editora. Exemplo de linha composta em corpo 6. e lê-Io corretamente . medido em pontos. tem uma altura aproximada de 3.e os autores. deveria conhecer cada data de livro de história e ter ademais Íntimo convívio com a significação e a feição de cada palavra do ou fora do Dicionário inglês de Oxjord. Pelo sistema de medidas tipográficas denominado Didot. tomam-se os dizeres de SeánJannet citados por Antônio Houaiss: As qualificações requeridas dele são extensas. tem uma expectativa que vai mais além. mas aqui se refere à revisão de provas.. Exemplo de linha composta em corpo 12. voltada para a qualidade do produto que põe no mercado. cada ponto corresponde a aproximadamente 0. Apesar de manter em seus quadros preparadores de originais e outros profissionais que permitiriam que assim fosse considerado o trabalho do revisor. o perfil ea linha composta em corpo 24. . Deveria conhecer cada frase de Shakespeare ou da Bíblia e estar em condições de pinçar qualquer falsa citação vertente.376 x 10).124 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Corpo Corpo é o tamanho de um tipo. um tipo de corpo 10.76 mm (0. corpo 72. como os doutores. mesmo com uma só letra. e deve reconhecer os desenhos dos tipos que se lhe apresentam. Deve ter olho agudo e mente aberta para reconhecer num átimo as cacografias. Deveria posta em corpo 36. O revisor de provas (daqui por diante só revisor) teria por incumbência o cotejo da prova com o original sem compromisso com o conteúdo do texto e limitado apenas aos erros tipográficos. possuem notoriamente vezos arbitrários e desarrazoados. função do revisor A palavra revisão tem em si grande carga de significações. Para esboçar o perfil ideal do revisor. 15 o PROCESSO DE REVISÃO DE PROVAS Exemplo de linha composta em corpo 10. Deve ser capaz de grafar quase tudo sem recurso ao dicionário [. ]. Assim. Deve ser hábil para ler o mais carunchoso e ilegível dos manuscritos. Idealmente..376 mm. por exemplo.

digamos. da experiência e dos graus universitários. frases. linhas ou parágrafos. . 81. o Os erros 1) Os erros . deveria ter o mais amplo conhecimento. Primeiro. a atenção deste. O revisor faz o que pode e não raro fá-Io surpreendentemente bem. sílabas. troca indevida de uma palavra por qualquer outra. os de erros maiS comuns sao: a) Salto. v. 79-80.. palavras. há umas quantas moças ou rapazes. Na maioria das editoras de hoje não existe propriamente a figura do leitor. vigiando os erros tanto da composição quanto do leitor.e. ] o que quer que seja que possa comprometer a boa reputação da casa [. sobre política. i. A tarefa do revisor é descobrir quaisquer erros que tenham sido cometidos na composição e dar instruções para sua correção. Num paradigma. letras. i. ato contínuo.e sobre arte também. e geralmente tem. 2. A tarefa descrita acima é desempenhada por duplas de revisores. inversão indevida de sinais. e também do autor. O pequeno erro tipográfico que escapa à revisão é também conhecido por piolho.. letras. enquanto o revisor acompanha as palavras da prova.. por certo.. palavras. Também é pastel a mistura desordenada de caracteres tipográficos.. duplicação indevida de sinais. i.. dessa natureza. Quaisquer erros que forem encontrados são indicados por signos especiais2. De preferência. sílabas. O leitor é então chamado a ler alto. palavras. p.. De fato. as provas de paquê [conjunto. e também zelar por que os enganos do próprio autor sejam evitados. pois esse conhecimento lhe é útil. c) Pastel... essencial em seu trabalho. 126 o 15 LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO O processo de revisão de provas 127 conhecer tudo sobre religião comparada e tanto sobre economia. chamados leitores. se for o caso. como já vimos.e. composição . sobre ciência quanto possível -'. qualquer livro deverá ser lido antes em sua inteireza pelo revisor. de linhas de composição tipográfica amarradas por um fio] chegam ao revisor junto com a parte do original correspondente..e. linhas ou trechos.Na linguagem dos revisores. pois tudo de que ele possa assenhorar-se é potencialmente útil a ele!. um emprego mais rendoso do que numa casa impressora. 2 Assistindo-os [os revisores]. v. p. e detém também um' armazenamento de fatos apreendidos dos livros que reviu. ou colhidos aqui e ali. mais. [. ainda não paginado. comparando-as com as da leitura. Ibidem. cujo valor seria maior se pudesse falar e escrever.i. Não é necessariamente um velho. evitando as letras de fontes estranhas que se possam ter infiltrado no texto composto. d) Gato.e. qualquer omissão involuntária de letras. do manuscrito ou do original I Elemento$ de bibliologia. ]. uma dúzia de línguas. b) Piolho. Cada dupla divide entre si o acompanhamento dos originais e a leitura das provas. 2. cit. arcado ao peso dos anos. linhas ou trechos. observando [.. que existe. chamando. ] Deveria ter. seria ele um louco se não encontrase.. largo conhecimento da tipografia. É ainda a Jannet a quem se recorre para descrever sucintamente a tarefa do revisor: dactilográfico do autor.

do começo ao fim do livro.e. houver outras correções. Para quê? Logo na primeira coluna da primeira página do tal jornal lia-se em tipos fortes: Sua Majestade a Bainha etc.3 c) Desvios de padronização . no tempo da rainha dona Amélia. . o revisor imediatamente perceberá que a diferença entre as datas não é só de 30 anos. Então ele não deve fazer emendas de padronização sem considerar a ocorrência. em que as palavras bainha e tainha aparecem no lugar de rainha: Um jornal de Lisboa. 12. o cumprimento de prazos ou razões de caráter diverso. Uma delas está incorreta. Para evitar isso. "demos ontem a notícia de que Sua Majestade a 1àinha . as comissivas são envolvidas por um círculo: ~ poesia místico-religiosa Guimarki}is.Às vezes o revisor também comete erros. quando for possível reunir todo o material.L 2) Sinais explicativos . 393. o que é pior.São sinais acompanhados de explicação verbal. dada a sua extensão. Neste caso. e anotar o caso para uma-' posterior . se não tiver uma boa fonte de consulta à mão. etc. anunciou um prêmio a quem descobrisse um erro de revisão. aquilo que deve ser corrigido (comissiva). por exemplo e por um descuido qualquer.... dizia.. mas. fora de lugar ou trocados.Quando precisar recorveja o que se disse sobre ortografia à 1) Sinais convencionais . constar no original que a "guerra dos Trinta Anos começou em 1518 e terminou em 1648". fazendo uma edição especial muito esmerada em homenagem à soberana. chamada de barra de atenção.. p. cit. Para não ser traído pela memória. preferencialmente direita. etc. de todos os outros casos semelhantes ou que justifiquem a alteração. i. Se.O revisor nem sempre tem em mãos a obra na totalidade. numa mesma lin!Ia. Veja um caso de gralha relatado por Eduardo Frieiro. E não só por um cochilo. sobre o tipo de correção desejada. é preferível não corrigir.· '~. com recurso a sinais convencionais antecedidos de uma barra oblíqua (I). O responsável foi punido e no dia seguinte saía a retificação: "Por um lamentável erro de revisão". por provocar um erro novo. presença indevida de letras ou sinais virados (erro freqüente na composição tipográfica)./\ I!')fi V \.Marca-se no texto o lugar exato da correção (remissiva) e na margem."l' A~__ \ é.128 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 15 - O processo de revisão de provas 129 e) Gralha.. Apenas apontará as eventuais divergências para verificação posterior. atente para os seguintes casos: a) Desconhecimento rer a dicionários. " etc. verificação a arriscar-se a fazer uma correçao ImpreCIsa. de Alphonsus de 3 Apud Emanuel Araújo. quando não percebe um erro já existente. por extenso ou abreviada. p. _______ remissi vas (texto) Â _ d~ texto) ___ (" !Lf- S control<1Ie qual/idadel l "i·'r"" !" l/. da língua . op.. as comissivas serão feitas sucessivamente da esquerda para a direita e na mesma ordem em que aparecem as respectivas remissivas: comIssIvas (margem) 1& b) Imprecisões de correção . Os signos ou sinais Os sinais de revisão são de duas espécies: 2) Os erros do próprio revisor .Se.

em sentido amplo.Concluído o confronto do original com as provas. se for o caso.É a face interna da capa (primeira). Na arte-final.O dorso (da capa ou da sobrecapa).Este tipo de revisão consiste na conferência da correção das emendas pedidas em prova anterior. das remissivas a outras partes do livro e. tiram-se tantas provas quantas forem necessárias à limpeza total de erros. sem alinhamentos.Em sentido restrito. a prova superposta e vai acompanhando as alterações havidas. conforme menciona-se atrás. onde 3) Lombada . basicamente. ele levanta e abaixa. a rotina de revisão é a seguinte: 1) Confronto do original com as provas . enfim. A seguir. nos moldes descritos acima. faz-se outra releitura. o revisor procede a uma conferência técnica da montagem. seguida de um decalque. em cada linha. 2) Releitura individual . 3) Revisão decalcada . capa é a parte frontal do revestimento. ajustando-a de modo a fazer corresponder as linhas de uma prova com as da outra. não existentes na primeira prova. geralmente nada se imprime. pré-textual. que. Parte material A parte material. J ~ "-f . normalmente. será mais seguro fazer um cotejo palavra por palavra. apresenta outros tipos gráficos. textual e pós-textual. este trabalho é feito nas provas iniciais de composição (primeira prova) e na arte-final. recorrendo ao original apenas para verificações. esta releitura é de suma importância: tratando-se da última revisão completa. . o revisor coloca a nova prova sobre a anterior.Desempenhado por dois revisores. um terceiro revisor faz uma releitura de todas as provas. do livro. por exemplo. Pelo decalque. Quando as linhas de uma nova prova não corresponderem com as linhas da prova anterior. Após a conferência de emendas e o decalque das provas. quando uma prova for paginada a partir de uma prova de microcomputador. Isso deve ser feito. Em princípio. onde constam ao menos o título da obra e o nome do autor. O logotipo da editora e o número do volume ou da coleção ou série podem também figurar. ou extratextual. é o revestimento externo (flexível ou rígido) de proteção do miolo e pode apresentar ainda os seguintes elementos: .130 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO As provas e as etapas de revisão Cada etapa de revisão relaciona-se a um tipo específico de prova. O cotejo da arte-final com o original justificase por ser nessa etapa que se fazem montagens ou inserções de novos elementos. 1 A ESTRUTU RA DO LIVRO IMPRESSO Os elementos que compõem a estrutura do livro impresso podem ser examinados distribuindo-os em quatro partes: material. 2) Segunda capa . mas. com uma das mãos. de tudo aquilo que deve comparecer no livro impresso. Os seus componentes são: constitui a parte física Capa A capa. 1) Capa ou primeira capa .

onde geralmente nada se imprime.!iVro impresso 133 Quando os tipos (as letras) forem impressos na vertical. quando existem. coleções. onde. Nas orelhas c quarta capa podem distribuir-se informações sobre o livro e/ou o autor ou ainda publicidade de outros livros. 4) Terceira capa .Cada uma das abas (da capa ou da contracapa) dobradas para dentro chama-se orelha.A parte posterior do revestimento constitui a quarta capa..E REVISÃO 16 - A estrutura do . etc. mas. o que depende também da espessura do livro. 5) Quarta capa ou contracapa . além dos dados mencionados a seguir. terão o sentido de leitura de baixo para cima. podem formar com a quarta capa um conjunto em que se dá continuidade ao grafismo da capa. imprime-se o registro do ISBN (International Standard Book Number).É a face interna da quarta capa. As orelhas não comparecem obrigatoriamente em todo livro. 6) Orelha . da editora. miolo ~ /' /" //oorelha quarta capa (o verso desta é a terceira capa) capa (o verso desta é a segunda capa) .

.-grampeados. formam o miolo. . costurados entre si. 16 ou 32 páginas. Miolo conjunto das folhas. impressas em cadernos. a sobrecapa é uma cobertura protetora da capa. Esquema o de um caderno ou colados de 16 páginas. Caderno. reun~9~s. 1 6 13 16 ZL S 4 frente 8 L OL L 1 154 L3 9 2 Cinta Faixa que envolve parcialmente o livro. depois de impressa e dobrada. é a designação dada à folha de papel que. dá origem geralmente a oito. Os cadernos. que pode ser de papel ou outro material e conter o título e outros elementos de interesse. a cinta pode trazer propaganda ou opiniões críticas sobre a obra. por sua vez.134 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 16 - A estrutura do livro impresso 135 Sobrecapa Conhecida também por jaqueta. constitui o miolo.

e) Número do volume. na parte inferior. ou dedeira. Mais raramente figura aqui o nome do autor. Marcadores avulsos Olho ~ Primeira página de algumas publicações. o olho é conhecido ainda por falsa folha de rosto. d) Nome do tradutor. na parte superior da página. página de rosto.Indicador. g) Logotipo da editora. folha de rosto. O indicador.Trata-se do marcador da página de leitura. subtítulo da obra. Nele comparece apenas o título da obra.1ANUAl DE PREPARAÇÃO ER_EIJiSÃO 137 o miolo pode apresentar ainda os seguintes elementos: Parte pré-textual Precedendo o texto propriamente dito. . b) Nome do autor. f) Número da edição. portada. e o logotipo da editora.136 16 . 2) Indicador ou dedeira . Geralmente contém os seguintes elementos: 1) No reto (página ímpar ou frente): a) Nome da coleção ou série e o respectivo número que o volume tem na coleção. c) Título e. é impresso ou entalhado nas bordas do miolo. conforme o caso. organizador ou prefaciador. conforme o caso. se não for a primeira. ante-rosto ou falso frontispício. _~g'_r. Há casos em que esses créditos são mencionados no verso. cuja apresentação deve ocorrer. uma cavidade (unha) ou outra forma qualquer que faça sobressaírem elementos que servem de índice de dedo em determinadas publicações. se houver. pode ser uma projeção cartonada. encontram-se os elementos pré-textuais. Estas indicações podem figurar aquI ou no verso.A estrutura do livro impresso __ . Eventualmente também o nome da coleção ou série acompanhado do número do volume. . preferivelmente. O marcador avulso geralmente se presta também a outras finalidades. Indicador com unha Frontispício Ou rosto. o qual tanto pode ser uma fita ou linha presa na parte superior da lombada como pode ser uma tira de papel ou de outro material fornecida avulsa. na seguinte ordem: 1) Marcador .. se existir mais de um.

existem. Ática. Reproduz com fidelidade. autoridades policiais e juristas VIII.. Agradecimentos Quando prefácio. pode dividir o espaço da página com os agradecimentos. 11..138 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 16 - A estrutura do livro impresso 139 2) No verso: a) Nome da coleção ou série e o respectivo número do volume na coleção.. A pwstituição 2. os títulos das partes.. da editora e ano de pu- Não se deve confundir sumário com índice . uiz Carlos. etc. se existir na publicação.... As tentativas J anei ro de controle da prostituição no Rio de pública Sumário O sumário contém apenas as principais divisões da obra.. etc. geralmente fica isolada em página ímpar. classificação da prostituição A médicas e policiais IV. Outras vezes. polacas . a dedicatória. capítulos. a higienização da prostituição o seu significado Glossário Bibliografia Reproduzido de: SOARES. em função do arranjo gráfico.. p. ilustrador.. os agradecimentos às vezes cabem no V. seções.. e) Registro do ISBN.. preparador. Colocados imediatamente após os títulos. se houver. e na ordem em que aparecem.. 1. após o frontispício. se já não figuraram no reto. 5 7 9 ... ilhoas. suas causas e a degradação dos costumes segundo o discurso médico 111. nomes de pessoas. As escravas e a prostituição VI... . I. separam-se deles por vírgula ou são destacados com negritos ou com outro recurso gráfico... SUMÁRIO Ag radec imentos . A repressão à prostituição clandestina 94 -99 IX. é comum transferi-Io para o reto da página. diagramador. f) Imprenta: nome e endereço blicação. d) Créditos de realização editorial (nomes de editor.. Quando se faz necessário ressaltar algum destes créditos. c) Propriedade de direitos: copyright. A criação do bordei.. acontecimentos. b) Título original da obra. Os fólios (números de página) alinham-se à direita ou vêm imediatamente após cada título. Introd ução. 16 26 41 41 e a "chaga 49 61 o Rio de Janeiro no século XIX: população e desenvolvimento Dedicatória Palavras com que o autor oferece o livro a alguém. ordenada alfabeticamente (v. As tentativas de controle da prostituição 2. A prostituição I..). se tradução. unem-se aos títulos por fios ou linhas pontilhadas. 1992..A prostituição.índice é uma lista de assuntos. L e 102 110 . As "mulheres dos caftens" pelas autoridades pública no Rio de Janeiro pública e a sua localização públicas". 113 Romeiras... revisor. Sumário apresentando linhas pontilhadas entre títulos e fólios. O homossexualismo clandestina masculina e a prostituição 68 83 94 VII. etc. Regulamentação ou não da prostituição? Um debate entre médicos. tradutor. Alinhados à direita. 143). São Paulo. suas nacionalidades ..

A lista de figuras e tabelas deve ser feita quando as ilustrações forem em número que justifique sua elaboração.Parte principal do texto onde o assunto é desenvolvido. Citação ou pensamento que se relaciona com o assunto do livro.Discurso inicial em que o autor expõe argumento. mas podem vir ainda ou no pé da página ou na lateral. A mesma opção deve ser seguida em todo o livro. como no sumário. apoiando-se em divisões e subdivisões (v. tb. 3) Conclusão. 34) e em outros elementos como fórmulas. coloca-se abaixo dela a referência bibliográfica completa ou só o nome do autor e o da obra de onde foi extraída ou simplesmente o nome do autor. p. Esse critério. Arrolamse antes as figuras (v. 85 e 104). preferencialmente. todavia. 3) Nome do autor (na página par) e título do livro (na ímpar). p. Como fonte da epígrafe. A abreviatura será seguida de sua significação. o prefácio consiste em esclarecimentos.. se ocorrer. não está ali muito evidente. os cabeços aparecem geralmente no alto da página com o fólio.140 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 16 - A estrutura do livro impresso 141 Lista de figuras e tabelas Integrando Parte textual o texto propriamente dito. apresentação. Comumente. p. Eventualmente pode haver epígrafes também no início de seções principais. 19) e depois as tabelas e indica-se. no final das principais seções ou no final do texto (v. etc. pois foram utilizadas algumas edições que não a primeira. mas optou por relacionar as siglas referentes às obras analisadas em ordem cronológica de aparecimento. 2) Título do capítulo (na página par) e subtítulo do capítulo (na ímpar). o autor não usou a ordem alfabética. incluem-se na lista as siglas e os símbolos utilizados. Parte pós-textual Complementando mentos: o texto. apresentada em ordem alfabética. é o último elemento da parte prétextual e precede o texto propriamente dito. encontram-se: 1) Introdução . cabeças ou cabeçalhos. e a data dessa primeira edição não foi declarada. os mais recentes vão precedendo os primeiros. o fólio de cada uma das ilustrações. Lista de abreviaturas A lista de abreviaturas deverá ser. . Cabecos # Epígrafe (do livro) Também conhecidos por títulos correntes. Quando há novos prefácios para novas edições. Se for o caso. 19). objetivos e modo de tratar o assunto. encontram-se os seguintes ele- Prefácio Também conhecido por nota prévia. p. advertência. Notas As notas podem comparecer no rodapé. usa-se um dos pares: 1) Título do livro (na página par) e título do capítulo (na ímpar). justificação ou apresentação do próprio autor ou de outra pessoa. tabelas e figuras (v. 2) Corpo do texto . a epígrafe. Na lista de abreviaturas reproduzida na página 100.

90). de sentido obscuro ou de uso restrito. separados por índice Lista detalhada. Os verbetes com nomes de pessoas entram da mesma forma que nas referências bibliográficas (v. Índice toponÍmico (lugares). como. Em qualquer dos casos. Podem apresentar matérias de exemplificação como textos de lei. tabelas. acontecimentos. o Índice é também conhecido por Índice geral ou Índice analítico. Algu. não constituem propriamente texto do autor. seguidos de explicação. Não deve. Referências bibliográficas e bibliografia Veja-se o capítulo 13 (p. nomes de pessoas e mesmo outros intitulativos). 138). Apêndice (ou anexo) Os apêndices.o primeiro e o último barra ou travessão (em cada página). de assuntos. Índice de assuntos. ser confundido com sumário (v. 3) Os dois verbetes . Em lugar de Índice geral podem ocorrer outros Índices desmembrados. . j.-B. 107). j. portanto. ). usam-se as três letras iniciais dos verbetes em vez de escrevê-Ios por extenso. temas. Índice de autores. mas vanaçoes maiS comuns: 1) Primeiro verbete à esquerda e último verbete à direita (na mesma página). ordenada alfabeticamente. p. Índice antroponÍmico (nomes de pessoas).142 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 16 - A estrutura do livro impresso 143 Nas obras de referência. listagens. com remissões a fólios ou seções específicas do livro. etc. Ponta Porã ponta-seca Ordenação palavra por palavra ponta Ponta Grossa Ponta Porã pontada ponta -direita Pontalis. . p. Deve-se evitar chamá-Io de Índice remissivo ou alfabético. Índice onomástico (de autores citados ou. como dicionários e enciclopédias. às vezes. A ordenação alfabética se faz letra por letra ou palavra por palavra. Os nomes costumam variar. mapas. etc. suplementos que se acrescentam ao texto para esclarecê-Io ou documentá-Io. mas não há necessidade de diferenciá-Ios graficamente. Índice de intitulativos (entidades. assuntos . Os tipos de desdobramentos mais correntes são: Índice temático (de matérias... Índice biblionÍmico (livros e periódicos).-B. pois a condição essencial de qualquer Índice é remeter a alguma coisa e ser ordenado alfabeticamente.. etc. 2) Primeiro verbete da página par à esquerda (na página par) e último verbete da página Ímpar à direita (na página Ímpar). instituições. às vezes. que trata exclusivamente deste assunto.). costuma haver variações muitas vezes em função do tamanho da página e.de tornar o manuseio mais prático ao leitor. embora só recomendáveis quando compensarem o múltiplo esforço de consulta. obras. etc. nomes de pessoas e de lugares. ponta-seca Glossário (ou vocabulário) Lista de termos pouco conhecidos. Ordenação letra por letra ponta pontada ponta -direita Ponta Grossa Pontalis. por exemplo.

103. 83. 148 CFDT (Confédération Française Démocratique du Travail). 121 de Estado. 27-30. 138). 68. 9 aparelho(s). 147. 130. 141 acumulação do. 24-7. 100. 127. 129 P. Página Linha Onde " se lê " " Leia-se " Colofão Último elemento do miolo. 65 capitalismo. 18. 168. 63. 103. 150 monopolista. 168 Althusser. 33. 126 burguesia. 106. 38. 51. 143. 95 CGT (Confédération Généra1e des Travailleurs). 22. 39. 67 frações do. 136 Anderson. 151. 73. 138 estatal. 79. nota final ou post-sériptum) posfácio é matéria elaborada pelo autor com base em informações novas que lhe chegaram ao conhecimento após a composição do livro. 149 monopolista. 122. 68-70. 32. 108"12. 108. 123-8. Posfácio (adendo. 153 rentista. 33. 34. 149. 121 de Estado. 36. 63. 8. 59. 135. 149 anarcossindica1ismo. 108. Paulo. 163. 129-31. e instituições. 118. 76. 138. 66. 121. 66. 150 produção e circulação do. 31. 116 popular. 138. 30. 127. 142 autogestão. o INDICE ANALJTICO E ONOMÁSTICO aliança(s). 37. 76. 71. 27. 74. 154 burguesia/ aristocracia. 120. 114-6.. 70. 60. 130. 120 burguesia/pequena burguesia. 47.. F. 122 campesinato. 150 fração hegemônica do. 152 capital. 78. intermediárias. 115 no poder. 143. 116. 119. 116. o colofão contém o registro de indicações técnicas de impressão. M. 79. 18.. 46. 113 ciência. 133. Umberto. 8. 83. 33. 81-3. 102. 73 de Estado. 128 operária. 120. 135. Ática. 107. 87 categoria social. 38. 82. 140. 119. 148-50 fração do. 73. 112. 67 Luís. 28. 136 Amendola. Pode conter tabelas. 23-9. 114. 19 Cardoso. 44 Allende. 129. 78. 23. 66. 121 ideológicos. 19 Castoriadis. 63. 7. G. L. 108. 115. P. 142. 102. 111. 164 aristocracia. 71-4. 7. 97. 117. Os créditos de realização editoriallocalizam-se no verso do frontispício (v. 129. São Paulo. 78. p. 128. O seu conteúdo normalmente é este: Baudelot. 116-8. 130-3. 8. 156-8. 119. 121. 39. 102. 87. 153. 169 burocracia. . 146. C. 97. 38. de "analítico e onomóstico". 70. 105. 164-9 bonapartismo. 120. 107. 116. 141 bloco. 19. 71. 10. pode ser apenas inserida. 17. 127. os dados do colofão podem aparecer no verso do frontispício. 145. quando seria muito difícil inseri-Ias no local apropriado do texto. etc. 103. 150 Bourbon. 118. 64. 154 alienação. 51. explicacão final. 157. 104. 122 1984. 132 Reproduzido camadas. 43. nome e endereço do impressor e data. 109. 127. org. 110-2. 118. 125. 119 artesanato. H. 145 no poder. 142. 126. 134. 22. 8. 158 Encarte OU suplemento Folha avulsa ou caderno independente que se coloca dentro do livro. 122 Cerroni. 150 escolar. 129. 164 repressivo(s). 104. 23. 74. Enata Errata é uma lista de erros tipográficos constatados após a impressão do livro e só se justifica se o erro tipográfico (ou erros) comprometer uma informação do texto. 85. 24-7. p. 97. 71. 99. 16. 148-50. 72. 127 antistalinismo stalinista. 93. 68. 70. 103. 82. 20.. 138-45. 116. Excepcionalmente. 79. 94. 36. 108. 76. no início ou no fim do livro. 22. 115. 152. 97 Cardoso. 82. 103. 125. 20. 75. 139. 62-4. 160. 15. 39. 171..144 Sob a rubrica assuntos. 105. 111. 66. 55. 30. 105. 124. 105. 161. 108. personagens o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 16 - A estrutura do livro impresso 145 esta modalidade históricas de índice engloba nomes de autores. ou colada. 76. 108-10. Louis. Não deve existir também" quando se trata de outras alterações julgadas necessárias posteriormente. 113. histórico. 107. Poulantzas. 110. 118. 103. 120. 106. 87. 114 sociais. 159. 117. 121. 116. de: SllVEIRA.. 26. Composta em folha de papel menor que a página. 148. 108-14. exercícios didáticos relacionados com o texto.

._..Q Suprimir r-... revisão de provas Significado / ou Barra de atenção (deve ser colocada.----versalete itálico ou ~~ negrito versal-versalete ou o grifoversal-grifosuprimir bold ou não alta) Símbolo versal-negrito versal (caixa grifo-negrito ---------- [ ] éS -""-"- [ Abrir parágrafo Centrar Colocar a parte enquadrada cado pela seta Correr para a direita no ponto indi- r) ® ® CV o sob letra(sl.-:II Q Suprimir e juntar Aplica-se a grupo de letras. ..~"--"----."-"-~_.______________ ------------------"'--_..• ~X II ou '-.."-"_ . palavra ou palavras que devem ser suprimidas..---""---.. ao lado da emenda a ser feita) x --"---"---.."""-----"-~-"""-_.-"-._--. palavra ou palavras que devem ser suprimidas 2 Principais símbolos._-------------. f-----------."---~ f------------------.e sincdsllsado$ na.. ~--------------- 2 f\J Símbolo Correr para a esquerda Recorrer Transpor letras ou palavras I J I I Aplica-se a grupo de letras.Apêndices 147 '!!_-----------Símbolo --_ _----. colocando-se na margem da prova o sinal X ou ~ T .'-'"--"--"-'-'--"-"-"-'"'"'--'~"'---"" vale.1-._"----"' ----------"'_.. à margem.. C~~ @~~ 0ii5J (jiifI) --_. ou<§) ou@ não emendar I Utilizado na margem. Significado que deve ser destacado cir- ~ ---"-----:=J -------. 1 Principais símbolos e sinais usadQs na revisão e marcação de origlnctis --"--"~-----"-----"""--"" ."..

palavras ou trecho Suspender letras.._. há dúvida Espaço fino Vale.148 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 149 # ~ Abrir espaço Unir ----~-.J -~--.Q" "[ II / ~ ? .-----. Encerrar letra que se deve mudar (estragada) [ ] I Centrar Correr para a esquerda o ------.~-----..j?) 0!uL) ------~uJV --- ----- ---"-~--- l-J . Cil) -.---------~_.--_.. -.•.-----. Tipo empastelado .1J ~ Correr para a direita Ordenar as linhas Transpor letras ------_._. __ Caixa alta-e-baixa Tipo versal-versalete (C II ----"""--" ® C@ (jf) ---------.-----_. o D ou ---------_ _------_ _---.... Caixa alta Caixa baixa B f\J f21..---------~~ou II ÁJJ --------------------------~ .. não suprimir ou não emendar c? CE S .IL Descer letras._-------bold Tipo grifo ou itálico Tipo negrito ou Tipo redondo Ver original Transpor linha ou período Abrir parágrafo Quebrar Letra (ou número) elevada Letra (ou número) abaixada ~ou([..---. palavras ou trecho Recorrer Suprimir espaço Evitar o canal Consultar. 0~ _--"-. colocando no lugar indicado pela seta Alinhar horizontalmente Alinhar verticalmente ~ clr7.- Transpor palavra ou trecho Transpor linha ou linhas._----- -------_.

/ apud _.--·coêírdenaçao.--..---_. bibliogr. et e outros (n~ferirld().. enc . editor ãdTlt:-~ã(nittêrain) .:~a-----"---'--·--------compiTãdor ----------. corrigido ·compare-0preferíve1 cf..----~.cor..coordenador---- em T . facs.--. fac·similado fascículo et pas.. segundo fulano.. cp. bibliografia c. aum.150 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 151 Principais termos usados em bibliologia corr. fac-similar.e. et alia = e outro em e fac-símile. autor autores -... e estou(amos) citando fulano via citação de beltrano) """"_"_. junto a (o termo é empregado para designar uma referência a terceiro.---.----. compare ções não ---------"textuais) compare antes compare ..----------""--documento ----"---------------------doutoramento edição. ""_"" "1__ -. referido por.__ glossário a mesma obra. abreviação A..--------.abreviatura. direção. / ibid. -ao'p~dã'-Tétra---- ed.----~_.) Abreviatura I termo dir. assim fulano apud beltrano.--.apcSgrafo(cópia de manuscrito) . ap. (circa) capo por volta de (usa-se para datas aproximadas) gloss. __ '"' .et aliae = e outras." " . diretor ---'"'-.. fase.ampIrado -'"--------"""'--anot. beltrano citou fulano. / ibidem ! comp-:--·---------- '--coleção. i.----------·--'ãnotado--'-'---------.. et seqs._-- ib. -_.:. na mesma obra (evita a repetição do nome da obra em notas sucessivas) o mesmo autor a do nome do autor em notas sucessivas) ante pos . -aaãptação .a peSSClaS .

----"-" op. .obra citada (é preferível op.p. (scilicet) S. ed. ob. p.--.. q.. ~ constam o local.f"E-:------ N~ --. (opus citatum) -""----_. textualmente livro livraria (no) lugar citado . na palavra (usa-se quando não se cita a página da publicação.-----·_-·_-----·---r---. o editor e a data de publicação) voce) no verbete.:ot. ref.-iMs:-/-----' mss / mss. publicação ---. traduzido.--.. lit.---aq--u-·--i--e--=--i:i pubr--· . / Mss / Mss.ota do editor (ou do ~ditorado~Y -'-not-ã do redator (o~d~ redação<:'~ do revisor) N":T..C..--------. separata __nú_m_e_r_o_( s_) _o~~~_a.. refundo rem reto rev.-melhorado manus~rito(sr-- rec.. . nota do autor note _ s. letra por-letra. v.-i:-:-~-S-_i~---g-a-r~e--.152 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 153 in-fine in-f':' (in-folio)·-------- no fim em folhas (tratando-se de códices manuscritos) abaixo. tab..t. (quod vide) que se veja ----------------------T ver comumente em publicações de língua inglesa) . (ipsis verbis-)---liv. a saber._-I _.._.v.) obra citada organ{zaçãO:-orgm._.n. cit. .--_."". tradutor vide ~-:-~-:-~-a~~_in_--=-_.. subentende-se na consta a casa publicadora (é preferível s. cit. orgs.--~~-~ .·d~-tr-._-----------org._ -.---. de frente (opõese a verso) se. / MS / MS. livro ou livro loco cit. cit. quer dizer.. ~-~rrn-7 Ivf. (loco(us) citato(us» melh._--""""~--"----. (ipsis litteris) ip:-v._~_ --l-o -::-::~. literalmente . ---'""---'"----""-----'" recensão . página(s) 1.. .---~-----------------"---referência refundido remissivo a página ímpar. sem notas .---.. / MSS / MSS. n. sob o verbete.-----. tabela tradução.d-u-to-r--·. oúNJ3-:-(ilota" bene) ]. mas o verbete) ii~h. trad .._.:G'ado~ orgã-= nizador organizadores -_. adiante [llltrõdUÇã-o----------ip.

Nov.-""_ ._-"---".". ípsilonqUI ômega XI Denominação delta lambda r._----..'-_ ... set. TI Letra grega "-..". Ió J1. Nov. jul. Apr.----._----_Q . giugl. Sept. y z ph PSI a . jul.eta b tau o ômicron rô d t ch. . mago . •. mar. May June July Aug. oct._. Marz Apr. Mai Juni Juli Aug. ESPANHOL ---._--. .I e. Dec. Sept.~-. Mar. gmg. set. I Alfabeto ITALIANO FRANCÊS gennaio febbraio marzo aprile maggio . Dez. apr. novo dez.. / dic. fev. dicembre gen. abro mayo jun. mai . novo dec. aout sept..""". fév.. gmgno giuglio agosto settembre ottobre novembre decembre._""A T <I> Li N P Z B O '!t M K H I: X E A enero febrero marzo abril mayo junio julio agosto setiembre. novo déc. out. . ago. feb. set. oct. novo dic. . jum juillet aout septembre octobre novembre décembre jan. maio jun. mars avr.. Okt. Feb... .~ {3 'Y ~ 1/.. INGLÊS ALEMÃO January February March April May June July August September October November December Jan. Oct. ago. Feb. feb. g ps i capa gama P dzeta CSI epsilo pl th X teta nl ou (dz) ks) slgmabetas (cs. janvier février mars avril mai . o f/! T 'Ir )( v lJ À (X tç w X 'P p a._-" .---"""". jum juil. ago...~ml n m alfak iota e rhkh fi -""---"""-"---"-_.. septiembre octu bre noviembre diciembre II 8 I r T ene. mar.Apêndices 155 meses PORTUGUÊS janeiro fevereiro março abril maio junho julho agosto setembro outubro novembro dezembro jan. Januar Februar Mãrz April Mai Juni Juli August September Oktober November Dezember Jan. abr. mar. ott.

atual Burkina Aluísio. Respeitar ao máximo as formas tradicionais e correntes no Brasil. Aarão Ararat. v. aportuguesamento de Ardennes Areiópolis Arezzo Argel. em francês: Anvers. outros registros: Ájax. v. outro registro: Aloísio Álvares Florence Amã Amambaí. no Brasil Amambay. históricas. em francês: Alger Argélia. aportuguesamento AndalucÍa Andaraí Anderlecht Andorra Andorra Ia Vella de Aladino . v. outro nome da antiga República Democrática Alemã Além-Paraíba Alenquer Alentejo Alepo Aleutas. v. outros registros: Aleútas. v. Ajaz Ákaba. outro registro: Abadan Abaeté Aberdeen Abidjan Abilene Abissínia.. atual Etiópia Abraão. Aleútes Algeciras AI Kuwait. cf. v. Abu Dhabi Ácaba Açaí Acaraú Áccio Acra Áden. aportuguesamento Antwerpen. ilhas de SP e da Guiné Alcibíades Alemanha Alemanha Ocidental. aportuguesamento de Aragón Aranjuez Arão. regiões. forma paralela: Andrada Andréia (português). Amsterdã Amigos (ilhas dos).. Agamenão Ahmed. ilha dos EUA Alcatrazes. há um registro histórico de topônimos que devem ser usados segundo o contexto. rios . Açaí de Anvers A Aarão Abadã. outro registro: Amede Ahmés. templos. rio Amenófis Amesterdão. Ácaba Akhenaton Alá Aladim. v. outro registro: Abrão Abruzos Abu Dhabi Abuquir Abu Zabi. aportuguesamento de Adige Adis-Abeba Adonias Adônis Afeganistão África Branca África do Sul África Equatorial Francesa África Negra África Ocidental Francesa Agadir Aga Khan. ao ocorrer mais de uma forma para um mesmo nome. Antuérpia Apalaches Aparecida d'Oeste Aneninos A~ia Arábia Arábia do Sul. bairros. outro registro: Adém Ádige. mitológicas e nomes peculiares em geral. museus. outro registro: Agha Khan Agamenon. outro nome da antiga Repú blica Federal da Alemanha Alemanha Oriental. dos nomes aportuguesados ou não-aportuguesados e daqueles que provêm de línguas que não utilizam o alfabeto latino como base de escrita.156 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 157 Alasca Albânia Albany Albion. forma paralela: Andrade Andrade. mares. Tonga Amílcar Amósis. Arkansas Ardenas. v. foi o critério principal observado para registrar a grafia dos nomes portugueses. fazem-se remissivas para a forma que deve ser empregada. cidades. atual Iêmen Arábia Saudita Aragão. Mas o grosso é constituído de nomes de países. outro registro: Ararigbóia Arcansas. no Paraguai Amarelo (ou Huang-ho). outro registro: Ariadna Arkansas Armagnac Armênia Arsene Lupin Artaxcrxes Aflur Aruba Arvérnia. nome dado à Grã-Bretanha na Antiguidade Este vocabulário inclui nomes de pessoas que costumam apresentar dificuldades ortográficas e se estende a personagens literárias. outro registro: Arará Araribóia. Andrea (italiano) Andrômaca Andrômeda Angola Angoulême Angstrôm Anhangücra Ankara. Ahmés Amoy Amsterdã Amur Ancara Anchorage Andaluzia.Lorena Altai Alto Volta. Além disso. ou mesmo nos locais de origem. Amósis Aída Aiuruoca Aix-en-Provence Ajax. palácios. tm árabe: AI-Djazã'ir. v. v. outros registros: Agamêmnon. Ancara Antananarivo Antártico Antártida Antígua Antígua e Barbuda Antuérpia. Alcácer Quibir Alcatraz. outros registros: Ahmósis. em francês: Algérie Argentina Ari Ariadne. Ailahabad capital do Kuwait Andrada. outro registro: AlIeghanys Alphaville Alphonsus de Guimaraens Alsácia Alsácia. v. Auvergne Ascoli Ascot Asdrúbal Asmara Assaí. Consoante o critério exposto.

cidade de SP Bagatelle Bagdá.Terre Bassara. antigo Paquistão Oriental Bangui Banjul Barão de Cotegipe. aportuguesammto: Avinhão Ayacucho Azerbaijão. outros registros: Bahrain. em alemão: Bern Besançon Betim Betsabé Bhopal Biarritz Bielo-Rússia (ou Rússia Branca) Bien Hoa Bikini Bilbao. antigo nome dos Países Baixos Batávia. em alemão: Brünn Brodowski. outros registros: Assuan. v. em alemão: Braunschweig Bruxelas. Basra Batava. forma vâlida também para alfabeto braile) Brandemburgo Brás. forma usual. em búlgaro: Balgarija Buri Burkina. cidade dos EUA Baviera. antigo Daomé. em francês: Bordeaux Borghese. cabo da Tunísia Bom (2). Butão Butantã Butão ou Yang'tse). em neerlandês: Brussel Buaquê Bucareste. outro registro: Bálcãs Bali Balneário de Camboriú. Bering Beijin. outro registro: Cabriúva Cabul Cachemira. em francês: Bâle. rio do PR Bombaim Bon. v. v. v. Beluchistão Bamako.158 Assam Assuã. v. Bahamas Babi Yar Bacon Badajoz Baden Baden-Baden Bady Bassit. antiga Honduras Belmopán Beluchistão Bergen Bering Berkeley Berkshire Berlim Bermudas Berna. Camboriú Baltimore C/. Bajé Bahamas Bahia BahÍa Blanca Bahrein. outros registros: Brodósqui. Butan. atual Mianma Birmingham Biscaia. bairro de São Paulo Brás Cubas Brasil Brasília Bratislava. Baraine Bairiki Bajé Baku Bakunin Balcãs. v. Brodóvisque Brooklin. bairros de São Paulo Brooklyn. em inglês: Bu. depois Constantinopla Istambul Boêmia Bofete Bogotá Bolívar Bolívia Bolonha Bom (1). outro registro: Benim Benjamim Benvindo Bérgamo . Bahrein Bari Barra do Bugres Barra do Garças Barranquilla Barros Cassal Basiléia. v.rma. em alemão: Pressburg Brazzaville Brejnev Bremen Brescia Breslau. Birmânia Burundi Butã. Brno Brunswick. C/. e hoje B Baamas. em neerlandês: Brugge Brunei Brunn. v. v. outro registro: Bagdad Bagé. forma usual. cidade da Alemanha Bopal. represa de SP Birigüi Biritiba. outro registro: Barão de Cotejipe Barba-Azul Barbados Barbosa Barbuda Bareio. bairro de Nova York Bruges. em romeno: Bucuresti Buchanan Buckingham. Bhopal Boracéia Bordéus. antigo Alto Volta Burma. outro registro: Bamaco Banabuiú Bandar Seri Begawan Bandung. v. em alemão: Basel Basra Basse. palácio Budapeste Buenos Aires Buffalo Buffalo Bill Bujumbura Bukharin Bulawayo Bulgária. outro registro: Botsuana Braille (deste nome provém o substantivo comum braile. em espanhol: Vizcaya Bismarck Bissau Bizâncio. antigo nome de Jacarta Batista Baton Rouge. nome oficial: Krung Thep. v. outro registro: Azerbajã Azov Azul (Yang-tse-kiang rIO o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 159 Baluchistão. em polonês Brzezinka Birmânia. cf. aportuguesammto Astracã Astúrias Atenas Atlantic City Atlântico Atlântida Auckland Augsburgo Auschwitz Austrália Áustria.Mirim Birkenau. Frio Cabo Verde. em alemão: Bayern Bayeux Bayonne Bayreuth Béarn Behring. cidade do Rj. outro registro: Bangkok Bangladesh. Baraine. cidade de SP. v. Britânica c Cabo Frio. outro registro: Bandoeng Bangcoc. outro registro: Bilbau Billings. país e ilhas. em alemão: Osterreich Áustria-Hungria Auvergne Avellaneda Avcrróis Avicena Avignon. Verde (1) Cabreúva. v. palácio Borgia Borgonha Bornéu Borrazópolis Bósforo Bósnia-Herzegovina Boston Botswana. Wroclaw Bridgetown Brisbane Bristol Brno. Assuão de Asunción Assunção. Barein. outra forma de transcrição de Pequim Beirute Beja Belfast Bélgica Belgrado Belize. Bom (1) Bonn. Caxemira Bengasi Benguela Benin.

atual Sri Lanka Centro-Africana. v. Balneário de Camboriú Cambridge Camerum. v. atual Gana Costa del Sol Costa Rica Côte d'Azur Côte d'Émeraude Côte d'Or. em alemão: Koblenz Cocais Cochabamba Cochinchina Codajás Cognac Coliseu.E1ysées Chandragupta. atual Zaire Congo Kinshasa. antiga União Soviética Conacri Concepción Confederação Hclvética. anfiteatro de Roma Colombey-les. v. v. outros registros: Calicut. em árabe: Dar el-Beida Casa Branca (I). outro registro: Chan-tong Chapecó Chapultepec Chardja. v. outro registro: Cutia Cotonu Cotopaxi Cotrim Coventry Covilhã Coxim . Kanpur Caxambu Caxemira Ceilão. v.Deux-Églises Colômbia Colombo Colón Colônia. antiga Bizâncio e hoje Istambul Copenhague. cidade do PR Cnosso. Xarazade Cherburgo Chernobyl Chesapeake Chesterfield Chianti Chiclayo Chihuahua Chile Chimborazo China Chipre Chittagong Chongjin Chu En-lai. v. v. Correa (espanhol) Corrientes Córsega. em árabe: Al-Qahira Cajobi Calábria. v. departamento da França Cotegipe. v. cidadL de SP Casa Branca (2). Zaire Conhaque. Katmandu Caucásia Cáucaso Cawnpore. Apêndices 161 Cachoeiro de Itapemirim Cádiz Cagliari Caiabu Caiena Caifás Caim Cairo. em alemão: Kõln Cólquida Colúmbia Comores Comunidade de Estados Independentes. antigo nome de São Domingos. Camberra Candragupta. outro registro: Capiberibe Capri Cápua Caracas Carachi. em dinamarquês: K~benhavn. outro registro: Cnossos Coari Coblença. forma usual. grafia preferivel a Singapura Cipião Circássia Cirene Ciudad Trujillo.160 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO . v. Carlos Magno (ou Carlos I. aportuguesamento: Copenhaga Córdoba. Cognac Conisberga. outro registro: Cambodja Camboriú. Tcheco-Eslováquia Chelsea. v. Camarões Camocim Campânia. Kõnigsberg Connecticut Conselheiro Lafaiete Constantinopla. v. o Grande) Cármen Carnac Carolina do Norte Carolina do Sul Carson City Cartagena Cartago Cartum Casablanca. atual cabo Kennedy Canberra. outro registro: Cotejipe Cotia. Sharjah Charente Chat al-Arab Châteauneuf-du-Pape Checoslováquia. v. cidade da França Calcutá Cali Calicute. noT7U dado Média à China na Idade Kansas Cantão Canterbury. em catalão: Catalui'ia Catânia Catanzaro Catar Catmandu. República Centro-Africana Centro-Oeste César Ceuta Chaco Chade Chaillot. C/. em italiano: Campania Campoformio Campos do Jordão Campos Elísios Campos Novos Paulista Canaã Canadá Cananéia Canaveral. outro registro: Corse Cortina d'Ampezzo Cosenza Costa de Ouro. forma usual Churchill Cianorte Cíclades Cidade do Cabo Cidade Gaúcha Cienfuegos Cincinnati Cingapura. v. v. outro registro: Tcheu Ngen-lai Chuí. residência do presidente dos EUA Casanova Casaquistão Cascais Casimiro Cássia Castel Gandolfo Castilho Castres Castries Cataguases Catai. palácio Cha-mo. Chandragupta Cannes Canossa Cansas. outro registro: Candragupta Chang Kai-chek Chan-tung. v. forma usual. em português: Cantuária Cantuária. Côte d'Or Costa do Marfim Costa do Ouro. Suíça Congo Congo Belga. Gobi Champagne. em italiano: Calabria Calais. capital da República Dominicana I I Civitavecchia Clarisse (mas: Clarice Lispector) Cleveland. Calecut Califórnia Calígula Callao Camaçari Camagüey Camapuã Camaquã Camarões Camberra Camboja. Karachi Carcassonne Cardiff Cardoso Catalunha. aportuguesamento: Champanha Champs. C/. v. Canterbury Capibaribe. aportuguesamento: Córdova Caréia do Norte Coréia do Sul Carfu Corinto Cork Cornualha Correia (português). bairro de Londres Cherazade. cidade dos EUA Clevelândia.

v. v. v. Estalinegrado. aportuguesamento: Dusseldórfia East London Ecaterimburgo. em francês: Strasbourg Estremadura Estugarda. v. palácio Elizabeth lI. cJ.162 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 163 E Cracóvia. antiga AbissÍnia Eton EurÍpides Eusébio Everest Évora Exaporã. v. Isabel Eliseu. v. v. Dakota do Norte Dakota do Sul Dallas Dalmácia Damasco Dâmocles Da Nang Dantzig. em inglês: Edinburgh Edmonton Edo. outro registro: Faisal Fairbanks Fa1k1and(ou Malvinas) Famagusta Farnese. Heidelberg Edimburgo. ou Depranum. cidade do MS Douro Dover. usual. nome anterior do Benin Dar Es-Salaam (ou Dar Es-Salam) Darfur Darmstadt Dartmouth Davao Davi (ou David). Ekaterinburg Echaporã Ecuador. Stuttgart Etiópia. aportuguesamento: Danzig. Dioniso Dioniso (deus grego). palácio Faruk Fédon Fedra Félix Fez Fiji. em finês: Suomi Firenze. cidade e departamento do Uruguai Flórida. em polonês: Krakow Crateús Cremona Criciúma Criméia Crisna. em inglês: Scotland Eslavônia Eslováquia Eslovênia Esmirna. v. Danzigue Daomé. Doha Dulcinéia Duluth Dundee Dunkerque. v. cidade dos EUA. Durres Durban Durres. cJ. CrÍxena Crisóstomo Cristiano Cristóvão Crixás CrÍxena. Jedda Djibuti. Florença Flandres Florença. v. outros registros: Khrisna. estreito e peninsula dos EUA FlorÍnea . cidade de SP Dourados. v. v. cJ. Dacar . em italiano: Durazzo Düsseldorf. Daca Dachau Dacota. atual Volgogrado Ester Estêvão Estocolmo Estônia Estrasburgo. v. estado. outro registro: Fidji Filadélfia (I). v. em italiano: Firenze Florida. v. th. v. Echaporã Exu Ezequiel F Fahrenheit Faiçal. Dnieper Diniester. cidade de GO Filadélfia (2). v. cJ. Teng Hsiao-ping Denver Derby Descalvado Des Moines Detroit Devonshire Dibay. Ifigênia Efraim Egeu Egito Eilat Eindhoven Eire. v. aportuguesamento: Dunquerque Durazzo. Dakota Daguestão Dakar. Trapani Dresden Duas Sicílias Dubai Dublin. v. em inglês: Philadelphia Filinto Filipe Filipinas Finlândia. outro registro: Imbu Embu-Guaçu. aportuguesamento: Dôver Drépano. Eire Ermelindo Ermitage. DionÍsio Djalma Djedda. cidade e lago dos EUA. em espanhol: Ecuador Erexim. Crisna Croácia Cro-Magnon Cuautémoc (ou GuatimozÍn) Cuba Cúcuta Cuenca Cupido Curdistão Cusco. Erie Eisenach Ekaterinburg El-Alamein Elath. outro registro: Djibouti Dnieper Dniester Dodoma Doha Dolcinópolis Dominicana. Equador Edelberga. v. v. Cuzco Cutia. aportuguesamento: Delauare Delfim Deng Xiao Ping. outro registro: Dublim Duha. v. Cotia Cuzco D Daca Dacar Dacca. formo. Vedo. palácio e museu Eros Escócia. Dubai Dien Bien Phu Díli Dinamarca. v. v. Stalingrado. Spinoza Ésquilo Essen Essex Esslingen Estados Unidos da América Estalingrado. v. Eilat Elche Elisa Elisabeth ou Elizabeth. cidade do RS Debreczen Delaware. outro registro: Imbuguaçu Emirados Árabes Unidos Enéias Entebe Entre-Douro Entre-Rios Epsom Equador. outro registro: Erechim Erfurt Erie. nome alemão de Gdansk. Dniester DionÍsio. Izmir Espanha Espinosa. v. outro nome da Irlanda. outro registro: Isabel II EI Paso El Salvador Emaús Embu. outro registro sem uso no Brasil: Davide David Canabarro. antigo nome de Tóquio Éfeso Efigênia. forma usual. República Dominicana Dom Quixote Don Donetsk Dóris Dortmund Dostoievski Dourado. v. em dinamarquês: Danmark Dinieper.

em espanhol: Galicia. em inglês e francês: Fribourg Friesland. Cabo Frio FrÍsia. república Gérson Gettysburg Ghana. cabo. em alemão: Freiburg. outro registro: Gandavo Gandhi Ganges Garanhuns Garibaldi Harare.§ Fontainebleau Formosa. Taiwan Fon-de-France. v. antiga Hondo Horn. atual Nijni-Novgorod Gõteberg. usina hidrelétrica de SP Hermes Himalaia Hindostão. c/. A Inglaterra. antiga denominação Pacífico Graz Grécia. nome oficial: Reino Unido da Grã-Bretanha e da Irlanda do Norte. País de Gales Galícia. antiga Fort-Royal Fon Knox Fort Wonh Foz do Iguaçu Fra Angelico Fra Diavolo Fraiburgo. v. bairro Haarlem Harpagão do Zimbabwe de Nova York. em neerlandês e alemão: Frieslancl Friuli Fróis Fujaira. outro registro: Fudjaira Fuji-Yama (ou Fuji-San). outro registro: de H Haarlem.164 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices - . v. Gengiscão Gênova Georgetown Geórgia (I). nome bíblico do lago de TiberÍade ou mar da Galiléia Geneve.Bissau Guiné Equatorial. cidade dos Países Baixos. a Escócia e o País de GIiles constituem a Grã-Bretanha da do Gâmbia Gana. Genebra Gêngis Khan. em grego: Hellas Greenwich Greenwich Village Grenoble Grimm Groenlândia Gstaad Guadalupe Guaiaquil. v. v. atual Honshu Honduras Honduras Britânica. antiga Costa do Ouro Gand. Gizé Gulliver Gutenberg Guzolândia Harpias Hastings HavaÍ. ou Cha-mo Goio-Erê Góis Golan Gondwana Gorbachev Gorki (I). v. v. designa inúmeros topônimos Grande Oceano. capital Harlem. c/. Granada Grand Canyon Grande. Hiroshima Hispaniola. antigd Yeso Holanda HolguÍn Hollywood Homs Hondo. antiga Guiné Espanhola Guipúzcoa Guizé. Francoforte Frascati Freetown Freiburg. antigas ilhas Sandwich Havana Havre Hedjaz Heidelberg Hélade Helena Heloísa Helsinque. Pusan G Gabão Gabarone Galápagos Gales. nome pn·mitivo da ilha Haiti Hispano-América Ho Chi Minh (I). atual Belize Hong Kong Honiara Honolulu Honshu. em alemão: Dantzig Geiger Genebra. Hindustão. aportuguesamento: Hanôver Hanói Harar (ou Harrar). estado dos EUA Geórgia (2). FrÍsia FrÍgia Frio. Suíça Henry Borden. em Jlamengo: Gent Gândavo. outros registros: Gêngis-Cã. antropônimo Ho Chi Minh (2). em holandês: Den Haag Haiderabade. Indostão HiroÍto. antiga Saigon Hodeida Hokkaido. Guayaquil Guam Guantánamo Guarani d'Oeste Guarantã Guatemala GuatimozÍn (ou Cuautémoc) Guayaquil Guernica Guiana. Hiro-Hito Hiroxima. v.l§. v. aportuguesamento: Fujiama Fukuoka Fukushima Fukuyama Fürstenberg Fusan. v. Friburgo Friburgo. em francês: Gascogne Gauss Gaza Gdansk. v. outros registros: Horne. outros registros: Hirohito. cidade de se França Frankenstein Frankfun. em português: Gotemburgo Gouveia Grã-Bretanha. antropônimo Gorki (2). aportuguesamento: Francforte.. Hyderabad Haifa Haiphong Haiti Halifax Halle Hamá Hamburgo Hamilton Hamlet Hamurabi Hannover. em francês: Geneve Genesaré. Hornos Hortênsia Houston Hua Kuo-feng Huang-ho (ou Amarelo). v. região Espanha Garonne Gasconha. cidade da Etiópia cf. outro registro: Helsinki Helvécia Helvética (Confederação). Harlem Haia. Suriname Guiana Inglesa. v. antiga Guiana Inglesa Guiana Francesa Guiana Holandesa. Gana Gibraltar Gironda Gizé Glasgow Gloucester Goa Gobi. região da Europa central Galileu Galiza. v. rIO Hudson Hué Humberto Hungria Huron Hyde Park Hyderabad Hyeres . Guiana Guilherme Tell Guiné Guiné.

atual Kõnigsberg Kampala Kampuchea. v. Iugoslávia Jujuy Juneau Juscelino Karachi. lucatão. v. Cabul Kalahari Kaliningrado. forma usual. Cracóvia. outro Jabuticabal Jaçanã Jacareacanga. v. aportuguesamento: Ilinóis Imbu. Chang Kai-chek jiparaná jó. cidades do Brasil Indiaporã Indochina Indochina Francesa Indonésia Indostão Inês Inglaterra Iocoama lorque. vulcão da Costa Rica Irecê Irineu. Isaque Isabel Isaías Isaque. Embu Imbuguaçu. Ekaterinburg lêmen lena. v. capital da Iperoígue. Qom Kuwait Kyoto. cJ. outros registros: Irkutsk Irlanda. antiga Kaliningrado Kozhicode. Quioto Kiribati Kobe Kõnigsberg.Bretanha Isaac. v. forma usual do nome da cidade de SC. Kharkov Kremlin Krishna. Cartum Khmer. outros registros: Djedda. v. outro registro: Ispaã Israel Istambul. antiga Pérsia. v. v. v. York lowa Ipauçu Iperoig. forma Lagos usual para a cidade de SC. Grã. forma usual. cidade dos EUA Indianópolis. c/. Quênia Kerenski Kharkov. mas pouco usual. Bangcoc Kuala Lumpur Kubitschek Kum. Quilimanjaro Kimberley Kingston Kingstown Kinshasa. v. outro registro: Job Joaíma. v. antiga Léopoldville Kioto. em italiano: Imola Índia. outro registro: Ireneu Itaquatiara Itajaí-Açu Itália Itanhaém Itapecerica Itapicuru Itapuã Itaquaquecetuba Itaúna Ituverava lucatã. forma usual. outro registro :Joinvile jordânia Juaíma. Embu-Guaçu Ímola. república Irlanda do Norte (ou UIster) v. forma usual. melhor forma.166 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 167 lacri lansã laundê Ibadã Ibero-América Ibiza Icém Idaho Ickaterinburg. em alemão: Carlsbad Karlsbad Karlsruhe Kassel Katar. v. outro registro: Irak Irazú. ilha Irlanda (ou Eire). v. v. em alemão: Jena lepê lfigênia Igaraçu 19uaçu Ijuí Ijuiguaçu Ildefonso Ilhabela. em japonês: Nippon Jaú Jedda. Quioto ou K J Jaboatão Jaborandi Jaboticabal. outro registro: Iran Irapuã Irapuru Iraque. antropônimo Kennedy (2). outro registro: Carachi Karame Karlovy Vary. Jeddah. Iperoí Ipoh Ipuã Iquique Iquitos Irã. Calicute Krakatoa. Yucatán Iugoslávia. v. Camboja Khomeini Khruchtchev Kiev Kigali Kilimanjaro. ouiro registro: Jacarta. v. outro registro: Krakatua Krakow. Isaac Isar Isaura Iscariotes Ischia Iseo Isere Isidoro Islamabad Islândia Ismaília Ispahan. v. v. em servo-croata: Jugoslavua Ivã Ivone Iwo Jima. outros registros: Kilimandjaro. outros registros: Isac. em hindi: Bharat Indianápolis. Jidá Jequitinhonha Jeremias Jerez de Ia Frontera jericinó jericó Jerônimo Jerusalém Jiang Jie-shi. outro registro: Cawnpore Kansas Kansas City L Labrador La Coruna Lages. outro registro: juaíma Jodhpur J ohannesburgo joinvilIe. v. Catar Katmandu Kennedy (I). Krakow Khartum. forma usual registro: Kabul. Joaíma judite Jugoslávia. Camboja Kandahar Kanpur. outro registro: Iwo Shima Izmir JacksonvilIe Jacuí Jaén Jafé Jaguariaíva Jaipur Jalisco Jamaica Jamestown Jamundá Japão. antes Bizâncio e Constantinopla Ístria Itaboraí Itacoatiara. Críxena Krung Thep. v. outro registro: Lajes . v. cidade de SP Ilhéus Illimani Illinois. antigo cabo Canaveral Kensington Kentucky Kenya. tb. v. antiga lndonésia Batávia.

v. outro registro: Loiola Luanda Lublin Lucaias. v. forma usual. Lião Lecce Lecco Le Corbusier Leeds Leicester Leipzig Lençóis Paulista Lenin Leningrado. v. v. do espanhol León. C/. palácio Loyola. porto dos EUA Los Ángeles. cidade de SP Lumiere Lurdes Lusaka Lusitânia Lutero Luxemburgo Luxor Luzia Luziânia. cidade do Chile Lot Lot-et-Garonne Louisiana. Leão Líbano Libéria Líbia Libreville Lídia Lídice Liechtenstein Liege Lille Lilliput.Loire Mainz. federação da qual participa a Malásia Malasartes Malásia Malawi. Londres Londonderry Londres.168 Apêndices o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 169 Lahore Lâmia Lampedusa Lampião Lancashire Lancaster Landau Landri Sales Languedoc. outro registro: Mao Ze Dong Maputo. cidade de GO Lvov. v. estado dos EUA Lourdes. C/. outro registro: Matosinhos Matusalém Mauna Kea Maurícia. ilha do Índico Mauritânia Mayagüez Mayenne Mayerling Mayotte Mbabane . Lyon. São Petersburgo Léopoldville. em liluano: Lietuva Liubliana Liverpool Livorno Lob-nor Lodi Lohengrin Loire Loiret Loir-et-Cher Lombardià Lomé London. em alemão: Lemberg Lyallpur Lyon M Maçaranduba Macau Macbeth Machu Picchu Mackenzie MacunaÍma Madagáscar. forma usual. Manchúria Mannheim Mantiqueira Mantova. antigo Sudão Francês Malinovski Malmoe. cidade do Canadá. outro registro: Maghreb Maharashtra Maiakovski Maine Maine-et. atual Bahamas Lucca Lúcifer Luís LuÍsa Luisiânia. v. C/. Manchúria Manhattan Manhuaçu Manhumirim Manila Manitu Manizales Manjúria. antropônimo Marshall (2). atual Kinshasa Lesbos Lesoto.' em português: Mogúncia Maiorca Mairinque Mairiporã Majé Makalu Malabo Malaca. Mântua Mântua. aportuguesamento: Linguadoque Laocoonte Laore. atual Maputo Louvre. região do Canadá Maurício. v. London Long Beach Long Island Loreto Los Alamos Los Angeles. antiga Lourenço Marques Maquiavel (ou Machiavelli) Mar MaracaÍ Maracaibo Maracay Maragogipe. Magdeburgo Madeira Madeleine Madri. v. v. em inglês: Muscat Maseru Massachusetts Matanzas Matarazzo Mateus Matias Matozinhos. outro registro: Lilipute Lima Limassol Limoges Lincoln Lindóia Lineu Linguadoque. Malmõ Malta Malvinas (ou Falkland) Manágua Manama Manassés Manchester Manchúria Manco Cápac Mandalay Mandchúria. em espanhol: Madrid Magdeburgo Magé. cidade da Austna Lipari Lisboa Listenstaina. estreito e cidade da Malásia Málaga. ilha das Filipinas Lião. em itatz'ano: Mantova Manuel Manzanillo Maomé Mao Tse-tung. antiga Niassalândia. ilhas Maryland Mascate. C/. Lahore Laos Lao-tse La Paz La Plata La Rioja Larissa La Rochefoucauld Lausanne Leão. v. em inglês: London. outro registro: Malavi Maldivas Mali. Majé Magenta Magreb (~ "o Poente") em árabe: Marhrib. cidade da França Lourenço Marques. outro registro: Madagascar Madeburgo. Liechtenstein Lituânia. outro registro: Maragojipe Maranon Mar dei Plata Marisa Mármara Marques Marrakech Marrocos Marsala Marselha Marshall (I). outros registros: Malmo. porto da Espanha MalaÍsia. Languedoc Linz. outro registro: Lessoto Letônia Leviatã Leyte.

antropônimo Medici (2). mosteiro Mirassol Míriam. v. outro registro: Moloque Molucas Mombaça Mombaça (1). outro registro: Niamei Niassa Niassalândia. em romeno: Moldova Moliere Moloch. em inglês: New Mexico Numéia em alemão: Nürnberg Nuremberg. forma equivalente do inglês Nelson (v. N eanderthal. outro registro: Melilha Melquisedeque Mem Memphis. Moctezuma. outro registro: Nanking Nantes Nápoles Narbonne Narvik Nashville Nassau Nauru Navarra Navas de Tolosa Nazaré Nazianzeno antiga Fort-Lamy N'Djamena. também Mosul Mount Vernon Münchhausen Mundaú Munique. Moscou Moselle Moskva. antiga Birmânia Michigan Middlesex Middleton Milão Milwaukee Mindanao Minneapolis Minnesota Minorca. cidade do MA Novais Nova Lusitânia Nova York. Mocteçuma Montgomery Montmartre Moscou. aportuguesamento: Mississípi Missouri Mitchell Moçambique Moçoró. v. v. Moscou Moscovo. equivalente do italiano Medici Mediterrâneo Mefistófeles Mekong Melanésia Melbourne Melilla. outro registro: N eandertal Nebraska Neckar Neemias Nefertite. v. v. Mecão. cidade da Argentina Menelau Meneses Mênfis. v. outro registro: Mojimirim Mogúncia. palácio Médicis. cidade do Quênia. o país e a capital Mezzogiorno.170 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 171 McKinley Mecejana Mecom. Suazilândia Nhamundá. forma tradicional. antigo Sudoeste Africano Nancy Nanquim. Vltava Moldávia. outro registro: Nagasáqui Nagoya. registra-se também Mombasa Mombuca Mônaco Mõnchengladbach Mongaguá Mongólia Mongólia Interior Moniz. cf. v. em inglês: New York Nova Zelândia Novgorod Novi Ligure Novo Brunswick. em hebraico: Molek. p. Montezuma Montmorency Montparnasse Montpellier Montreal Montreux Montserrat Mooca Mopli Morais Morbihan Moroni Nottingham Nova Délhi Nova Escócia Nova Friburgo Nova Inglaterra Nova Iorque. forma usual. v. em russo: Moskva. Muniz Monroe Monróvia Montana Monte Carlo Monte Cassino Monte Mor. cf. em espanhol: Montevideo outros registros: Montezuma. Mainz Moisés. v. forma tradicional. Nefertíti . Memphis Merlim Mesopotâmia Metz Meurthe México. v. em inglês: New Brunswick Novo México. as regiões meridionais Itália ( ~ "Meio-Dia") da cf. v. outro registro: Moji das Cruzes Mogi-Guaçu. cidade do antigo Egito. cf. em espanhol: Menorca Minsk Miquelon Miquerinos. Moscou Mossoró. forma tradicional. outro registro: Moçoró Mossul. Medellín Mogadíscio. forma usual Montenegro Monterrey Montevidéu. outro registro Miriam (oxítono) Miskolc Mississippi. Mogi das Cruzes Mojiguaçu. Mekong em italiano: Mogadiscio. outro registro: Mojiguaçu Mogi-Mirim. em hebraico: Mosché Moji das Cruzes. outro rq:istro: Moscovo. v. antiga Gorki (2) Nilo Nímes Nínive Nioaque Nipoã Niterói Norfolk Normandia Northampton Northumberland Noruega. Jamundá Nhandeara Niágara Niagara Falls. rio. em alemão: München Muniz Münster. Nova York Ngwane. Mossoró Moctezuma. cidade dos EUA Niamey. cidade da Alemanha Munster. Mogi das Cruzes. outro registro: Mikerinos Mira Estrela Mirallores. Mênfis Mendoza. cidade dos EUA. cidade do CE (2). Mogi-Guaçu Mojimirim. outro registro: Mogadichu Medici (1). v. Negra Negro outro registro: Mianma. 55) Nepal Ness Neuchâtel Neva Newark Newcastle New York. v. Moscova Moscava. em norueguês: Notre-Dame Norge N Nabucodonosor Nagasaki. outro registro: Nagóia Nairóbi Namíbia. Mogi-Mirim Moldau. atual Malawi Nicarágua Nicósia Niemeyer Níger Nigéria Niigata Nijni-Novgorod. em inglês: Moscow. provincia da Irlanda Múrcia Muriaé Murmansk Mururoa Muzambinho Nélson.

em tcheco: Praha Praia. outro registro: Omdurman Ontário Orã Orange Órcades. em neerlandês: Nederland Paissandu. p Pã Pacífico. Pionguiangue. Plzen Piltdown Pinar dei RÍo Pin-Kiang Piongiang. capital do Cabo Verde Presidente Venceslau Pretória PrÍamo Princesa Isabel Princeton Priscila Prokofiev Proudhon. templo de Atenas. v. Paysandú Pais País de Gales Países Baixos. em polonês: Odra Offenbach Ohio Oiapoque Oise Oka Okayama Okinawa OkIahoma Oldemburgo OIÍmpia. cidade dos EUA Omã Omaha Ondurmã. Pádua Pádua. antropônimo outro registro: e topônimo . antigamente Pilsen Pncim Penh. em italiano: Pistoia Pitigrilli Pitti. antiga cidade da Pirsia Patagônia Patan Pati do Alferes Olympia. cidade da Espanha Pendjab Pensilvânia Pequim. Pyongyang Pigmalião Pilsen. Pyongyang Piraçununga. em alemão: Posen Praga. em italiano: Perugia Peruíbe Peshawar Pessanha. v. o mesmo que Atlântico Odense Óder. cidade do Uruguai. paúúio Pittsburgh Plutão Plymouth Plzen. em polonês: Polska Pomerânia Pomerode Pompadour PongaÍ Ponta Porã Port Elizabeth Portland Port-Louis Port Moresby Port of Spain Porto Novo Porto Príncipe Porto Rico. v. pensador Provença Prudhomme. personagem Prud'Hon. Paiçandu Pearl Harbor Peçanha (mas: Camilo Pessanha). outro registro: Piraçununga Pireneus Pireu Pisa Pistóia. cf. em italiano: Padova Paiçandu. em alemão: Preussen Prússia Ocidental . Phnom Penh Poá Poente. cidade do PR Paranapuã Paranoá Parapuã Paraty. outro registro: Obi Oberhausen Obi. Paysandú Pajeú Palma de Maiorca Palmeira d'Oeste Panamá Pandora Pangloss Pankow. outra forma de transcrição: Beijin Pérgamo Peri Périgord Perm Pero Perpignam Perseu Pérsia. monumento de Paris Papeete Papua-Nova Guiné Paquistão Paquistão Oriental. v. v. cidade dos EUA Piacenza PiauÍ Piccadilly. avenida de Londres Piemonte Pieongyang. forma usual. Magreb Pointe-Noire Poitiers Polinésia Polinésia Francesa Polônia. v. outro registro: Pnom Penh Phoenix. cidade da Argentina Posêidon Potomac PotosÍ Potsdam Poznan. forma usual. em inglês: Orkney Oregon Orenoco. cidade dos EUA Pasárgada. Pirassununga PirajuÍ Piranji Pirassununga.172 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 173 o Oahu OakIand Ob. ilhas da Indonésia Óbidos Ocauçu Oceania. v. antigo Grande Oceano Padova. cf. v. atual Bangladesh Paraguaçu Paraguaçu Paulista Paraguai Paramaribo Paranacity. v. cidade do PR. v. v. Filadélfia (2) Phnom Penh. cidade de Portugal Pefiafiel. Peçanha Petah Tigva. forma usual. bairro de Berlim Panteon. outro registro: Oceânia Oceano. hoje Irã Perth Peru Perúgia. outro registro: Partenão Pasadena. em espanhol: Puerto Rico Port Said Portsmouth Portugal Posadas. Petach Tikivah Petrogrado. outros registros: Petach-Tikva. golfo e rio da Sibiria. outro registro: Parati Pariquera-Açu Paris Páris (mitologia) Parnaso Partenon. Oxóssi Oxum aportuguesamento: Oxônia Paulínia Pavia Paysandú. pintor Prússia. São Petersburgo Philadelphia. v. cidades do Peloponeso e de SP Ottawa Oxford. templo de Roma Panthéon. Orinoco Orfeu Orindiúva Orinoco Orléans Ormuz Orós Oruro Osaka Oscar Bressane Oséias Osijek OsÍris Oslo Osório Óstia Ostrava Osvaldo Otelo Pessanha Pedro Juan Caballero Peenemünde Penafiel.

174

o

LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO

E REVISÃO

Apêndices

175

Prússia Oriental Prússia Renana, v. Renânia Psiquê Ptolomeu, outro registro; Ptolemeu Puerto Montt Punaca Punta Arenas Punta del Este Pusan, em japonês: Fusan; porto da
Coréia do Sul

Ramsés Rangum, outro registro: Rangoon Raquel Ras a1-Khayma Ratisbona, em alemão: Regensburg Ravena, tm italiano: Ravenna Ravensbrück Rebeca Rebelo, variante de Rabelo e forma mais
usual

Putifar Puy-de-Dôme Pyongyang, outros registros: Pieongyang, Piongiang, Pionguiangue Pyrénées, departamento da França

Q
Qatar, v. Catar Qom, outros registros: Kum, Qum Quaraí Quartier Latin, bairro de Paris Quasímodo Quatá Quebec Quebrangulo Quéfren
Queirós, antropônimo Queiroz, forma usual para designar cidade de SP

Quênia Quéops, tambbn Quéope Querétaro Quilimanjaro, v. Kilimanjaro Quioto
Quirguízia,
outro registro:

Quirguizistão Quito Quixeramobim Qum, o. Qom

Recife Recklinghausen Recôncavo Regensburg, v. Ratisbona Rembrandt Renânia, em alemão: Rheinland Renânia do Norte-Vestefália, em alemão: Nordrhein-Westfalen Renânia- Palatinado, em alemão: Rheinland- pfalz Rennes República Centro-Africana República Dominicana Resence Retz Reval, Revel, v. Tallin Reykjavik, outro registro; Reikjavik Rhode Island, estado dos EUA; cf. Rodes Rhône (I), v. Ródano Rhône (2), departamento da França Riad, outro registro: Riyad Riccard, palácio Richelieu Richmond Rifaina Rimini Rívoli, em italiano: Rivoli Riyad, v. Riad Robin Hood Rochdale Rochester Ródano, em francês: Rhône (rio da
Suíça e da França)

Rondon Roosevelt Roraima Roseta, em árabe: Rachid Roterdã, outro registro: Rotterdam Rothschild Rouen, aportuguesamento: Ruão Ruanda Rubiácea Rubinéia Ruhr Rumânia, v. Romênia Rússia Rússia Branca (ou Bielo-Rússia) Ryukyu

San Cristóbal, topônimos da América
Latina

s
Saara Saara Espanhol, nome anterior do antigo Saara Ocidental Sabá Sabadell Saida, cidade do Líbano, antiga Sídon Saigon, atual Ho Chi Minh Saint-Denis, cidade da ilhn Reunião Saint George, canal que liga o mar da
Irlanda ao Atlántico

R

Rabat Rabelo, variante: Rebelo, forma mais
usual

Rachmaninoff Rafard

Rodes, ilhn e cidade da Grécia; cf. Rhode Island Rodésia do Norte, atual Zâmbia Rodésia do Sul, atual Zimbabwe Rodez, cidade da França Roma România, área de civilização latina ou de línguas românicas; cj. Romênia Romênia; cf. România Romeu

Saint George's, capital de Granada Saint-Germain-des- Pres Saint John's, capital de Antígua Saint Louis, cidade dos EUA Saint-Louis, cidade do Senegal Saint Paul, cidade dos EUA Saint Petersburg, cidade dos EUA Saint- Pierre-et- Miquelon Saint-Tropez Sakharov Salem Salisbury Salmorão Salomão Salonica (ní), tambbn Tessalonica Salt Lake City Salzburgo Samarcanda Samaria Samoa Samoa Ocidentais Sanaa, outro registro: Sana San Antonio, cidade dos EUA

San Diego, cidade dos EUA Sandwich, atual Havaí San Francisco, cidade dos EUA; outro registro: São Francisco San Isidro, cidade da Argentina San José, cidade da Costa Rica; outro registro: São José San Juan, cidade de Porto Rico San Marino, em português: São Marinho San Martín San Miguel, cidade de EI Salvador; outro registro; São Miguel San Remo San Salvador Sansão San Sebastián, cidade da Espanhn Sans-Souci, castelo Santa Bárbara d'Oeste Santa Clara d'Oeste Santa Cruz de Ia Sierra Santa Gertrudes, cidade de SP Santa Ifigênia, bairro de São Paulo Santa Lúcia, país das A ntilhns Santana da Ponte Pensa Santa Rita d'Oeste Santa Rosa de Viterbo Santiago, cidade do Chile Santiago de Compostela Santiago de Cuba Santiago del Estero Santo Antônio de Posse Santópolis do Aguapeí São Cristóvão e Nevis São Domingos, em espanhol: Santo Domingo São João del Rey, forma usual; outro registro: São João del-Rei São João de Meriti São João do Pau d'Alho São Luís, cidade do MA São Luís do Paraitinga São Manuel, cidade de SP São Petersburgo, cidade da Rússia que já recebeuos nomes de Petrogrado e de Leningrado São Tomé, cidade de São Tomé e
Príncipe

São Tomé e Príncipe São Vicente e Granadinas Sapora Saragoça, em espanhol: Zaragoza

176

o

LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO

E REVISÃO

Apêndices

177

Sarajevo Sarapuí Sardenha Sargaços Savannah, citkuú dos EUA Savóia Scaramouche, também Scaramuccio Schleswig-Holstein Scutari (1), citkuú da Albânia; v. Shkoder Scutari (2), ou Üsküdar, bairro de
Istambul

Seattle Sebastopol Sedan Segóvia Seichelas, v. Seychelles Senegal Serra Leoa Serro, cidade de MG Sérvia Sesóstris Set (ou Seth), personagem bib/ico Seul Severínia Scvres Seychelles Sfax Sforza Shakespeare Shangai, v. Xangai Sharjah, outro registro: Chardja Sheffield Sherlock Holmes Shetland, outro registro: Zetland Shkoder, outro registro: Shkoç:lra;em servo-croata: Skadar; em italiano: Scutari; cidade da Albânia Shylock Sião (1), atual Tailândia Sião (2), colina de Jerusalém Sião (3), golfo do mar da China Sibéria Sicília Sídnei, v. Sydney Sídon, cidade da Fenícia, atual Saida
(Líbano)

Siracusa, citkuú da Itália; Síria Sísifo Sistina, capela Sisto, papas Siva, v. Xiva Skadar, v. Shkodi'r Smith Soerabaya, v. Surabaia Sófia Solferino Solingen Soljenitzyn Sólon Somália
Somerset

cf.

Syraeuse

Susa Susano, v. Suzano Sussex Suva Suzano, forma tradicional; outro registro: Susano Sverdlovsk, v. Ekaterinburg Swansea Sydney Sylt Syracuse, citkuú dos EUA; cf. Siracusa

Tbilisi,

antiga Tíflis, capital da Geórgia; outro registro: Tbilissi

T Tabapuã Taboão da Serra, forma usual; outro registro: Tabuão da Serra Tabriz Tacuarembó Tadiquistão, v. Tajiquistão Tadj Mahall, v. Taj Mahal Tailândia, antigo Sião Taipé, outro registro: Tai- Pei Taís Taiti Taiwan (ou Formosa); cf. Tai-Yuan Tai-Yuan, antiga Yang-ku, cidade da China; cf. Taiwan Tajiquistão Taj Mahal, monumento; outro registro: Tadj Mahall Tales Tallahassee Tallin, antiga Reval ou Revel, cidade da Estônia; outro registro: Tallinn Tâmisa, em inglês: Thames Tanganica, outros registros: Tanganhica, Tanganika Tânger Tannhãuser Tanzânia Taormina Tapajós Tapiraí Taprobana, forma consagrada por Camões; a rigorosa seria Tapróbana Tarabai Tarn Tarpéia Tarragona Tatuí

Siegfried Siena, aportuguesamento: Sena Sílvia Sinai Singapura, v. Cingapura Sin-kiang, aportuguesamento: Sinquião Sintra

Somme Sorbonne, aportuguesamento: Sorbona Sorrento Sousa Sousândrade Southampton Sovietsk, antiga Tilsit Spa Spinoza, v. th. Espinosa Spoleto Springfield Sri Lanka, antigo Ceilão Srinagar Stafford Stalin Stalingrado, atual Volgogrado Stanovoi Stendhal Strafford on Avon Strasbourg, v. Estrasburgo Stromboli Stuart Stuttgart, aportuguesamento: Estugarda Suábia, em alemão: Schwaben Suaçuí Suazilândia Sudão Sudão Francês, atual Mali Sud Menucci Suécia, em sueco: Sverige Suez Suíça, nome oficial: Confederação Helvética Sun Yat-sen Suomi, 'v. Finlândia Surabaia, outros registros: Surabaya, Soerabaya Suriname, antiga Guiana Holandesa

Tehad, v. Chade Tchaikovski Tcheco-Eslováquia, outros registros: Checoslováquia, Tchecoslováquia Tchekhov Tcheu Ngen-lai, v. Chu En-Iai Teerã Tegucigalpa Tejupá Telavive, outros registros: Te! Aviv, TeI-Aviv Tenerife Teng Hsiao-ping Tennessee Tenochtitlán Teófilo Otôni Teotihuacán Teresa Teresina Tessalonica (ní), o mesmo que Salonica Tétis Thames, v. Tâmisa Thüringen, v. Turíngia Tiago Tibagi, forma usual; outro registro: Tibaji Tiberíade, Tiberíades, v. tb. Genesaré Tibete, outro registro: Tibet Tibre, em italiano: Tevere Tíbure, v. Tívoli Tien-tsin Tíflis, v. Tbilisi Tigre Tilsit, atual Sovietsk Timbu, v. Tinfu Timor Tinfu, outros registros: Thimphu, Timbu Tirana Tirreno Titãs Tívoli, antiga Tíbure Tobruk, em árabe: Tubruq Todos os Santos Togo Tolosa (1), cidade da Espanha Tolosa (2), v. Toulouse Tolstoi Tomás Tonga (ou ilhas dos Amigos) Tonquim Topeka Tóquio, antiga Edo ou Vedo Tordesilhas, em espanhol: Tordesillas

178

o

LIVRO:

MANUAL

OE

PREPARAÇÃO

E REVISÃO

Apêndices

179

Torino, v. Turim Toulon Toulouse, cidade da França; Tolosa aportuguesamento: Touraine Tours Transibcriana, ferrovia
rrransilvânia, em romeno: Transilvania ou Ardcl; em húngaro: Transkei

u
Uagadugu Uaupés Ucayali Uchoa Ucrânia Údine, em italiano: Udine Uganda Ulan- Bator, antiga U rga Ulisses, em grego: Odisseus UIster, nome com que se designa também a Irlanda do Norte Um-al-Qiiwayn União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, União Soviética, atual Comunidade de Estados Independentes Uppsala
U rais, montes; outros registros: montes do U ral U rales,

Valladolid Vallauris Vai paraíso Válter Vancouver, aportuguesamento: Vancôver Vanuatu Varese Varsóvia, em polonês: Warszawa Vaticano Vaucluse Vaza-Barris Vcimar, v. Wcimar Vclásquez Vendéia, em francês: Vendée Venécia, região da Itália; em italiano: Venezia Veneza Venezucla Ventimiglia Veracruz, cidade do México Vercingetórix, outro registro: Vercingetórige Verde (I), cabo do Senegal; cf. Cabo Verde Verde (2), rios e serras do Brasil Verdun (ou Verdun-sur-Meuse) Vermont Versalhes, em francês: Versailles Vespúcio, em italiano: Vespucci Vestefália, em alemão: Westfalen Vesúvio Viareggio Vicente de Paulo Vicenza Vichy Victoria,
capital de Hong Kong, estado da Austrália, ilha e cidade do Canadá;

Virgínia,

cidade de MG dos EUA

e um dos estados

Visconti Viseu Vishnu, v. Vixenu Vitória, cidade do ES, capital das
Seychelles, lago (antigo Victoria Nyanza) e cataratas da África; cf.

Erdély

Transval, outro registro: Transvaal Trapani, antiga Drépano ou Drepanum; aportuguesamento: Trápani Trás-os- Montes Triângulo Mineiro Trinidad e Tobago Trípoli (I), capital da Ubia Trípoli (2), cidade do Ubano Trípoli (3), antigo condado latino da Siria Trípolis, cidade da Grécia; outro registro: Tripolitsa Trocadéro, palácio; v. Chaillot Trondheim, antiga Nidaros Trotski Troyes Trujillo Tsushima Tübingen, aportuguesamento: Tucídides Tucson Tucumán Tucuruí Tudor Tumucumaque Túnis Tunísia Tubinga

Victoria, Viltoria Viltoria, cidade da Itália; cf. Victoria, Vitória Viltorio Veneto Vixenu Vladimir Vladivostok Vltava, em alemão: Moldau Volgogrado, antzga Stalingrado Volta Vorochilovgrad,
antiga

Lugansk

Ural, rio Urga, atual Ulan-Bator Uruguai, em espanhol: Uruguay Urundi Urupês Usbequistão, outro registro: Uzbekistan

w
Wagram Wall Street, rua de Nova Warwickshire Washington Waterloo Weimar Wellington W embley, bairro de Londres Westfalen, v. Vestefália Westminster, abadia Wichita Falls Wiesbaden Wight Wilhelmshaven Willemstad Wilmington Wimbledon, Winchester Windhoek Windsor Winnipeg Wisconsin Wittenberg Wolfsburg Worcester Wroclaw, em alemão:
Polônia bairro de Londres York

Üsküdar,
Utah Utica Utrecht Uzbekistan,

v. Scutari

(2)

v. Usbequistão

Tupac Amaru Tupanciretã Turcomcnistão, oulros registros: Turcomana, Turcomênia, Turquemenistão Turiaçu Turim, em italiano: Torino Turíngia, em alemão: Thüringen Turku, em alemão: Abo; cidade da
Finlândia

v
Vaal Vaduz Val-d'Isere Valdívia, em espanhol: Val-d'Oise Valença, Valdivia

cf. Vitória, Viltoria Viedma Viena, em alemão: Wien Vientiane, capital do Laos Victnã, outros registros: Victnarnc, Viet-Nam Vilalobos Vilas Boas Vilhena Villegaignon, outro registro: Villegagnon Villejuif Villena Vilma Viiia dei Mar Virgílio

Turquestão Turquia Tutancâmon, Âmon Tutmés, Tuvalu Tyne

outro registro;

Tut Ank

cidades da BA, do Rj e de Portugal Valência, cidades da Venezuela e da Espanha

Breslau; cidade da

outro registro:

Tutmósis

Valhala,

em alemão antIgo:

Walhalla;
deuses

residência dos principais escandinavos

Württemberg Wyoming

74 divisão silábica. 150-3 vo lho siglas. outro registro: Shangai Xanxerê Xarazade. 118 títulos. 99. Xarazada. 102 alfabeto grego. Iaundê Vedo. Índice. 105-6 tradicionais. 104. 41-2 e defesa. 72-3 escrita. -data. 105. ChuÍ Yokohama. Zaratustra Zósimo Zumbi Zurique. v. antIga Rodésia do Sul. outro registro: Zimbábue Zinoviev Zoroastro.) . 11 órgão público. Vo numerais. 119 música. 83 em língua estrangeira. 142 apóstrofo e títulos de obras. 83 e pontuação. 5. abreviaturas. 110 asterisco. 114 aspas. 83. v. 75-6 títulos de obra. também chamado de Congo Kinshasa. 102-4 e editora. 95. 117-9 citações. modelos de referência. 11 entidade como. 120 adendo. abreviatura dos meses. 45 Vo lho nomes de pessoas antropônimos. . Saragoça Zaratustra (ou Zoroaslro) Zenão Zetland. v. referências bibliográficas. 53 atualização. 96. v. 85. priferivel a Siva XuÍ. romanos ambigüidade. 150 artigo. antigo Congo Belga Zambeze Zâmbia. Iocoama York Yorkshire Yosemile Yucatán Yun-kang. 75 lista de. 51 circunstanciais. 107-8 citação. 76 hifens e acentos. 66 y Yale I universidade norte-americana Yalta Yamagata Yang-tse-kiang (ou Azul).~ 180 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO I x Xambioá Xangai. 79 autor(es). v. 108 divisão silábica. antiga Rodésia do Norte Zanzíbar Zaqueu Zaragoza. 116 alfabetação. 140 meses. 86 astrônimos. Vo ambigüidade anos 30. antigo nome de Tóquio Yellowstone. 122 discurso direto. 75 superlativo. prefácio apud. em alemão: Zürich Zwickau abreviatura(s). Edo. 90. Xerezade Xavanles Xenofonte Xerazade. atual Hokkaido Vo lho data ante-rosto. 11 . 42. Xerazade. 107-9 vivo. 112 ponto abreviativo e pontuação do enunciado. 75 francês. z Zagreb Zaire. TIO. . rio dOI EUA Yemen. 154 nomes de lugares. citação. Iêmen Yeso. mosteiro INDICE ANALITICO (O tipo itálico que apareçe em a1gups verbetes quer dizer que se trata de uma remissiva direta a vocábulo do texto. 115 de periódicos. v. 108 estrangeiros. 109 referências bibliográficas. símbolos acentos. v. Xarazade Xerxes Xingu Xiquexique Xiva. modelos de referência. 79. 83 morto. 45 Vo lho nomes de pessoas alemão. Vo nomes de pessoas a~e. notas. Yaundê. apêndice anfibologia. 138 alcunha. 14-6 anexo. também Yang-lse Yaoundé. Shetland Zimbabwe. Vo posfácio advertência. v. 49 simples. outros registros: Cherazade. de jornais. 47. 143 referências bibliográficas. 154 autor. 60. 155 algarismos. v. 99. 93. 70 h em dÍgrafos iniciais. v.Vo olho antonomásticos. 64-5 cargos e títulos. 74-8 antes e depois de numerais. Vo prefácio agradecimentos. 75 usadas em bibliologia. 95. 102-4. 75 plural. 116-7 apresentação.

autora. 66 anos 30. 113 coleção. tb. 106 v. 90. nomes de pessoas diretor. plural folha de rosto. 65-6 se. 51 fotografia. v. 48 v. 107 divisão silábica. 67 porcentagens. 138 114 corpo. tb. 45 supressões na. 92 du. 34. 79 de autor estrangeiro. 91. 9 e entre classes e ordens do numeral. 137. 112. 138 &. 68 v. música. 137 referências bibliográficas. tipo fascículo. 83 atualização.182 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO índice analítico 183 errata. 49 flexão. indicação bibliográfica.102-4. 17 congr:es5os. 17 coloIao. 113 versos. 135 caixa. tb. v. 112 editoração.93. cabeços cabeços. 71 francês. frontispício fólio. 123 -itálico. 80 versos. 119 estado I Estado. 26-9 originais de. lista de. maiúsculas. 108 disCO. 131-3 caracteres tipográficos. 81 aspas. tb. 50. cit. 72-3 espanhol. 13 fórmulas de tratamento. referências bibliográficas. 123. 119 francês. 50 créditos. v. nomes de pessoas compilador. 140 falsa folha de rosto. 68 explicação final. corpo. tb. referências bibliográficas. v. 85. 127-9 escrita. conceito. 137-8 . autor-data datilografia. 133 eopyright. v. 83-4 e aspas. 138 colocação pronominal. olho famílias de tipos. 123 colchetes. 122 v. 69-70 dois-pontos. 51. 108 notas. 90. novas. v. 107 data(s). 17 frações.. 112 editora. autor. 22-5 dinastias. 121 chinês. abreviaturas dos meses. 73 escrita. 71 escrita. indicação bibliográfica. 80 classificação científica. seccionamento divisão silábica. tb. olho falso frontispício. 113 períodos históricos. 42-3 pontuação. minúsculas capa. 79-84. alemão. 52 eventos. cabeços cabeças. 90. ilustração frações. 111 editor. 7 de. 107 cabeçalhos. preposições de origem francesa em nomes ingleses. referências bibliográficas bold.94 lugar do livro onde o nome deve figurar. 120 frases iniciadas com algarismos. 89 editora. 79 figuras. ~revisão. v. 121 minúsculas. 111 lugar do livro onde deve figurar. 63 ligadas por barra. 45 minúsculas. 41-2 maiúsculas. 64 de publicação. 123 baixa. 16 caderno. 107 divisão silábica. tipo cargos e títulos. e a pontuação. contracapa. citação. 40 et alii. 80 bibliografia. v. 108 conclusão. 109 eco. 108. v. ambigüidade. 45 v. tb. 71-2 português. 64 frontispício. 45 romanos. 95. 123. 154 autor. 108 dedeira. publicações.gnidade.94 ficrecr. 79 maiúsculas. op. 142 v. posfácio barra. 15 preposição de origem francesa em nomes ingleses. 108 cinta. 50 defesa. 7::1 inglês. 141-2 cacofonia. 52 estilo. tb. 69-73 alemão. 138 localização. 82 em língua estrangeira. 120 inglês. v. 140 v. 80-1 referências bibliográficas. 79. 83 defesa. v. tipo Corte. maiúsculas alta-e-baixa. 109 epígrafe. 107 filmes. 90-115 definição. abreviaturas dos meses. 63 entidade. 108 ete. 83 107 desenho. 141 concordância verbal. ilustração di. 92. 121 escultura. originais. editoriais. 107 degli. tb. 145 endereçamento. 83-4 destaque de termos. 119 etnônimos. v. v. 154 autor. 51 inglês.112-3 espaço entre as classes do número. 108 Ia. citação. 118 acréscimos à. 124 v. 18 número. 93. indicação bibliográfica. 47 coerência. 40-3 aspas. romanos. v. 93. v. página formas optativas. indicador dedicatória. abreviaturas. 134 cit. 40-1 divisão do texto. 18 cognomes. 145 Colônia. 108. indicação bibliográfica. 90. 66 aproximadas. indicação bibliográfica. 42-3 travessão. citação. tb. 11-2 formas do discurso. 122 fidedignidade. 6. 16 edição(ões). 95 citação. 49 discurso direto. 116 espanhol. 49 espanhol. alta. 97. 90 lugar do livro onde deve figurar. 64 encarte.92. 67 francês. ilustração Filho. 111. delta.

55 divisão silábica. 49 nomes de pessoas. itálico -negrito. 45 nomes históricos ou literários. 26-9 numeração. tb. 91. 121 música. 45-6. 120 numeral. 44-50 abreviaturas de cargos e títulos. 52 símbolos. 136 índice. 44 v. 85 pontos cardeais. 57 M'. tb. 99. 52 nomes de lugares. 77 nomes de povos. 154 autor. 52 nomes comuns compostos com nomes próprios. v. 120 inglês. 45 minúsculas. 56 transliteração. hipocorísticos. 133 medidas antigas. 42-3 documentos oficiais. 67 h em 76 itálico. le. 107 ibidem. 133. 52 pessoas falecidas. 109-10 70 jaqueta. 45 nomes próprios compostos com hífen. 55-6 unidades de medidas. 54-5 referências bibliográficas. classificação. 154 autor. notas tipográficas locativos. 111-2 nomes de pessoas. 93. tb. 57 pseudônimos. registro. 45. 49 programas de televisão. 50 kgei1das. 52 maiúsculas. 71-2 escrita. v. 105 Igrrgá. 51-2 abreviaturas de cargos e títulos. 78 -mente. 107-9 regras ortográficas. 105 idem. v. 57.. abreviaturas. 52. nomes de lugares logradouros. abreviaturas dos meses. 128 grego. 141 ISBN. 143-4 onomástico. caixa alta mapa. 19 localização dos créditos. 55-7 alfabetos não latinos. tb. júnior. bold Nelson. 78 títulos de obras. 59-61 abreviaturas. v. 61. nomes de pessoas horário. 49 nomes de lugares. 48 programas de televisão. 44 períodos históricos. 13-6-marcas. 45 data de publicação. v. 140 de figuras e tabelas. 51 citação. 16 mês. 72 estrangeiros. 45-6 nomes de pessoas. 121 introdução. 49 escultura. minúsculas. hífen. 51 formados com nomes dos meses. 90. 107 IaUdas. 111. tb. 77 v. 108 ~aiúsculas. 49 filmes. 107 lista. 48 palavras estrangeiras. entradas. alfabeto. 49 documentos oficiais. 52 originais. abreviaturas em vários idiomas. de abreviaturas. 45 aportuguesamento. nomes de lugares lombada. bold-itálico dígrafos. 52. ilustração marcador. 60-1 formados com designativos de cargos e títulos. 77. 48 disco. 92. 50 Ia. 99-102 versos. 19-20 originais de legendas e créditos. 106 unidades de medidas. 52 fórmulas de tratamento. v. 142 v. 31. 106 infra. 51. 92. 96. 58 históricos ou literários. 97. 76 títulos de obras. 55-7 baseados no alfabeto latino. 108 divisão silábica. v. 114 minúsculas. 107 6 22-5 ilustração. abreviaturas dos meses. 155 grifo. 121 citações. 120 período. itálico. 140 literatura. vocabulário gralha. 52 .63 repetição na linha seguinte. 60 estrangeiros. 108 miolo. 121-2 pintura. imprenta. 51 música. v. lugar do livro onde deve figurar. eco. 131-2.gato. 75 e travessão. 49 espetáculos teatrais. 19-21 definição. 113-4 Indicador. texto literário local de publicação. 49 regiões. 45 discurso direto. 45-6 referências bibliográficas. 54 plural. 51 francês. 60. 138 v. caixa baixa palavras derivadas. 61 caracterização do nome próprio. 52 referências bibliográficas.108 Mae. 96-7. sobrecapa 107 fórmulas de tratamento. 122 inglês. 49 negrito. referências bibliográficas. 52 escultura. 49 referências bibliográficas. 48 filmes. 123 coisas individualizadas. 90. 45. 112 Met~O mimeogr. 95. 58-9 transcrição. 154 minúsculas. 49 espetáculos teatrais. lei. 121-2. numeração. 49 marcas. 55 Neto. 22-5 Império.2 v. 74. 112 aportuguesamento. 139. 104 divisões político-administrativas. 90. 93. 127 glossário. 49 eventos. notas tipográficas in. 52 notas de tabelas. 48 Me. 54 pessoas vivas. 51 cargos e títulos. 93. 52 maiúsculas. 54-9 alcunhas. 133. abreviaturas. 138 italiano. 59 siglas. 45 v. tb. 135-6 música.

90-2 data de publicação. 105-6 numeração. cit. 114 separatas. 78 pontuação. maiúscula. 145 post-scriptum. Vo vocabulário redondo. conceito. 7 definição. 18 iniciados com algarismos. 113-5 nomes de lugares. Vo prefácio notas.39 tabelas. 86-8 tabelas. 64. 140 preparação. 91 omissão de p. 91-2. Vo divisão silábica prefácio. 106 Vo tbo cito ordem alfabética. 111-2 localização e sistemática. 65-6 quantias. 62-8 antes e depois de abreviaturas. 110 partição silábica. ambigüidade. 91. 126-30 sinais de revisão. 78 ponto. 68 referências bibliográficas. 62 vírgula. 93. 105 Vo tb. 36 progressiva. nomes de pessoas normalização. 93 siglas. 102-4. 93. 95. parágrafos e títulos. 107-9 notas. 98. 65 e entre classes e ordens. Vo contracapa que. 107. 86-8 espanhol. 109 de referência. 20. 22-5 numeração. posfácio prefaciador. 63 indicação bibliográfica. 63 horário. 19. 90. 78 unidades de medidas. 85 notas bibliográficas. 65 O'. 45. 18 referências bibliográficas. 98-104 local de publicação. 64 endereço. 42. 96 modelos de referência. 6 apresentação. 108. 094 componentes. Vo posfácio i10ta prévia. 6. 137 quadro. abertura. 90-115 autor. 93. sinais utilizados. 92. 54-5 vo tbo nomes de pessoas numeração. Vo ilustração quantias. 49 piolho. 105. notas. 61 e hífen. 119 e remissivas a notas.127 periódicos. 66 depois de substantivos. 68 substantivados. 63 parágrafos. 95-7 coleção ou série. 112 especificações sobre os elementos essenciais. revisão de. 63. 90. local de publicação novas edições. 6 páginas pré-textuais com romanos.37-8. 92. 107-9 caracteres tipográficos. 63 frações. abreviativo e pontuação do enunciado. 96. 111-2 nomes de pessoas. 110 artigos de. 61. 65-6 concordância verbal. 114 olho. 65-6 portada. 75-6 abreviaturas. 66 quarta capa. 64-5 data. 110. 12-3 pastel. 111 reedições.186 o índice analitico LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 187 nomes próprios. 68 parágrafos. 95. conceito. 119 referências bibliográficas. editora. 85-9 remissivas e pontuação. 111 Vo tbo romanos orelha. 142 modelos. 10 nota final. 6 revisão. numeração com romanos. espaço entre classes do número. 103. 127 plural. 112-3 definição. 105-6 exclusivamente no texto. 108 obras. 95. 137 órgão público. 10 provas. 96 mimeografadas. 110 pontos cardeais. notas. 63 zero à esquerda. 94. indicação bibliográfica. 85 . 50 repetição. 63 porcentagens. indicação bibliográfica. 68 número de edição. 94. 98. 99. 98. v. 104. 66 remissivas à bibliografia. 95 lugar do livro onde o nome deve figurar. 93. 90. lugar do livro onde o nome deve figurar. indicação bibliográfica. 74 referências bibliográficas. 18 Nova York. 147-9 pseudônimos. 96. 85 referências bibliográficas. 44 pintura. 52 regiões. 90. 93. anônimas. 67 início de frases. 6-9 datilografia. 96. 114 modelos de referência. 137 op. nome de cada sinal de pontuação porcentagem. 97. 78 ponto-e-vírgula. 119 e etc. 102-4.. indicação bibliográfica. 52 símbolos.. 6 de legendas e créditos. 68 página. 31. 102 pré-textuais. 92. abreviaturas. 98-106 lugar do livro onde devem figurar. 13 discurso direto. 90. 68 palavras. 93-5. 67 concordância. 92. 90. 146-7 ortografia. 30 numeral(is). 42-3 e as aspas. tipo. 95. 123 referências bibliográficas. 64 parênteses. 90 editora. autor. 109 original. 90.. 133 organizador. 99. 102 romanos. 57 símbolos. imprenta. 93 notas tipográficas. 102. 115 período. 53 Vo tbo nomes de lugares. 85-9. 52 definição. 106-13 e~clusivamente em notas. 77 símbolos. 64 ordinais. com acepção especial. Vo alfabetação ordinais. 63 texto literário. 141 exclusivamente com referências bibliográficas. vo frontispício posfácio. 57. 53-61 compondo nomes comuns. 105. 75 nomes de pessoas. 129. 67 hífen. 85.111-3 Vo tbo data de publicação. 45. 85-9 originais. 15 página(s).

15. 147-9 romano~. citação. 120 na bibliografia. 95-6. iniciados com al~arismos. 90. ambigüidade. 104. 55 Wilson. 121 topônimos.. 113 v. algarismos. 103-5 unidades de medidas. glossário volume. 70 de palavras. 40-1 e hífen. abreviaturas. citação. lugar do livro onde o nome deve figurar. 93 número da edição. 16 sic. 110 versos.. romanos. 30 teatro. vocabulário República.94. v. 55 zero à esquerda. 75 suplemento. 85. 103-4 v. cabeços títulos e cargos. de hífen na linha seguinte. 117 com reticências. 18 regência. 123 caixa alta. 80 maiúsculas. 179 semi-aspas. 105 separatas. data de publicação ambigüidade. 129-31 v. 104 pontuação. 147-9 sTT12 s. 98 ponto. 65 subtítulo. concordância verbal versal. 39 pontuação. 160 se. 95-7 versal. 94. indicações bibliográficas. 86-8 sistema bibliográfico numérico. 90. 109. numeral. 127-9 sinais"utilizados. 138-9. normalização. dicendi. 111 transcrição. 123 títulos (de obras). 102 simplificação de títulos. 15 concordância verbal. 91. 123 versalete. redondo romanos. 97. 137 revisão. 101-3 das unidades da federação. 108 Walter. 39 títulos correntes. 68 parte de obras. 107 reticências. 137 notas. v. nomes de lugares tradução. abreviaturas. 105. 103. 109 referências bibliográficas. lh. 123 caixa alta-e-baixa. 146-7. 62 tipo(s). abreviaturas. 50 separação silábica. 89 referências bibliográficas. 123 referências bibliográficas. 95. 108 verbo. frontispício substantivos antes de numerais. 112 segunda capa. 97. 113-4 parte no texto e parte em nota. 129. 123 versal-versalete. 50 siglas. 117 iniciando a referência. 122-4 itálico. v. 122-3 bold. 96. v. notas. 68 s. 40-1. 68 rosto. 51 inglês. 123 caixa baixa. th. 96. lh. 134 Sobrinho. 94. 127 s. tabelas. 80 reto. 123 referências bibliográficas. 93-5. sinais de revisão símbolos. 17 Reinado. abreviação. 93. 99-102 traduzidos. 51. 109. 96. indicação bibliográfica. 106. abreviação de títulos. 146-7 de provas. 110 minúsculas. smals utilizados.ed. 95. encarte supra. 17 seccionamento. 111 obra já citada. 93. 55-6 travessão.. 44 vírgula. 115 títulos de obras. 93-4. 114 texto literário. 123 versalete. 96. 133 leses. v. 12 numerais. 31 fios.188 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO í índice analítico 189 notas bibliográficas. 91-2 lugar do livro onde o número deve figurar. 105-6 ordinais. 109-11 v. siglas sinais de revisão. programas. 110 sumário. divisão silábica separatas. 93. lh. 121-2. 123 bold-itálico. lh . bibliografia reformulações. 85 numeração. 31. coleção seu. 110 e apóstrofo. v. lh. 90. 108 remissivas. v. 50 Dan. 102 repetição. 56 transliteração. 30-3 convenções. 49 terceira capa. 34-9 século. 109-11 simplificados por siglas. de originais. símbolos signos de revisão. 121 minúsculas. 143 superlativo. abreviaturas. 109 Trono. 64 marcação. 140 notas. 106 aspas. 42 v. v. 123 referências bibliográficas.95. 106 obra sem autoria declarada. 111 títulos (de seções). 110 versal-versalete. 97. 123 redondo. 129. 50 União. v. 98.. 63 . espetáculo. referências bibliográficas. 104. 32 lista de. 93. 156-80 v.n. 14 onomástico. 107. 123 e corpos. 126-30 erros. 63 referências bibliográficas./.96. 108 Don. 115 série. 91-2. 122 salto. 49 televisão. discurso direto. 94. 107 vocabulário. 106 citação. 83 tradutor. 137 Dom. 113 sobrecapa.d.

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