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Süssekind - Curso de análise estrutural III

Süssekind - Curso de análise estrutural III

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CURSO DE ANÁLISE ESTRUTURAL
Volume III Método das deformqõer. Processo de Croa.

CURSO DE ANÁLISE ESTRUTURAL
Volume I I I
Método das deformações. Processo de Cross.

7." Edicão

Copyright O 1973 by José Carlos Sussekind A primeira edição desta obra foi realizada em convênio com a Universidade de São Paulo.

Dados de Catalogação na Publicação (CIP) Internacional (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) S963c v.1-3 Sussekind, José Carlos, 1947Curso de análise estrutural / José Carlos Sussekind. - Rio de Janeiro : Globo, 1987. Conteúdo: v. 1. Estruturas isostáticas. 9. ed. v. 2. Deformações em estruturas. Metodo das forças. 8. ed. -v. 3. Método das deformações. Processo de Cross. 7. ed. ISBN 85-250-0226-7
1. Deformações (Mecânica) 2. Estruturas - Análise (Engenharia) 3. Forças e tensões I. Titulo.

1. 2. 3. 4.

indices para catálogo sistemático: Análise estrutural : Engenharia 624.171 Deformações : Engenharia de estruturas 624.176 Estruturas : Análise : Engenharia 624.171 Forças : Análise estrutural : Engenharia 624.176

Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta edição pode ser utilizada ou reproduzida - em qualquer meio ou forma, seja mecânico ou eletrõnico, fotocópia, gravação etc. - nem apropriada ou estocada em sistema de banco de dados, sem a expressa autorização da editora.

Editora Globo S.A. Rua Itapiru, 1209, CEP 20251, Rio de Janeiro. Tel.: (021)273-5522, telex: (021)23365, RI. Rua do Curtume, 665, CEP 05065, São Paulo. Tel.: (011)262-3.100, telex: (011)54071, SP.

Apresentacão
A idéia de escrever este Curso de Análise Estrutural nasceu da necessidade encontrada de um texto que nos servisse de suporte para o ensino da Isostática e da Hiperestática aos futuros engenheiros civis, idéia esta que cresceu com o estímulo recebido da parte de diversos colegas de magistério, que sevêm deparando com o mesmo problema, e cuja concretização se tornou possível a partir do interesse demonstrado pela Editora Globo em editá-lo.

O Curso de Análise Estrutural será dividido em três volumes, no primeiro dos quais estudaremos os esforços nas estruturas isostáticas, ficando o estudo dos esforços nas estruturas hiperestáticas e das deformações em estruturas em geral para ser feito nos segundo e terceiro volumes. Nestes últimos, incluiremos também o estudo de alguns tópicos especiais, cujo conhecimento julgamos indispensável ao engenheiro civil.
Na apresentação deste Curso, é dever de gratidro mencionar o nome do extraordinário professor que é o Dr. Domicio Falcáo Moreira e Silva, a quem devemos nossos conhecimentos de Mecinica Racional e de Mecànica das Estruturas, e por iniciativa de quem fomos lançados no magistério superior, na Pontificia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Agradecemos antecipadamente aos nossos leitores e colegas quaisquer comentários, sugestões ou críticas que nos venham a enviar através da Editora Globo, pois, a partir deles, estaremos em condições de tentar sempre melhorar este trabalho, no sentido de torná-lo cada vez mais útil ao nosso estudante - objetivo final de nossos esforços. Rio de Janeiro, 10 de abril. de 1974 José Carlos Sussekind

2.3 .1.Estruturas planas 73 7.Caso em quc o eixo de simctria intercepta uma barra da grelha n u m a Única secão 109 .Sumário CAPÍTULO O METODO DAS DEFORMAÇÕES I I 2 - A idéia d o método .Número total de deslocabilidades 8 3 .0bservai.2.Deslocabilidade interna e externa 5 2.Simplifica~ãopara o casa d e estruturas elástica e geometricamente simétricas 73 7.Caso em que o cixo de simetria intercepta completamente uma barra da grelha 108 7.1 .2 .mo minto^ devidos a deslocamentos ortogonais recíprocos 4 - 15 O mecanismo d o método das deformações 20 4.ilqur de apoio 44 5.1 .Varia~áodc trmperstura 48 6 .Grrlliar 106 7.Incógnitas I - Númem de incógnitas .1.Atuaiiio de var?aç2o de temperatura ou recalques de apoios 4 4 5.Caro rm que o cixo d e simetria intercepta um nó da estrutiira 7 3 7.1 .Caso em que o eixo dc simeuin intercepta completamcntr uma barra da estriitiira 75 7.Dcrlocabilidade interna 5 2.2.R7c.Atuacão de carregamento externo 27 5.2.2 .Caso em que o eixo de simetria intercepta um nó da grclha 106 7.2 .1.1 .1 .1 .1 .Caso em que o cixo de simetria intercepta tima única s e ~ ã o uma barra 76 de 7.3 .óes 24 4.2.Grandezas fundamentais 10 3.Aplicação às estruturas com deslocabilidades externas 5 7 7 .2 .2 .Derlocabilidade externa 6 2.Rigidez d c uma barra II 3.2 .2 .3 .Aplicapies $ estruturas sem deslocabilidades a t a n a s 27 5.2 .1 .Roteiro para o metodo das deformações 26 5 .

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DOS CABOS I .1 2.1 .2 .Consideraçóea preliminares 267 2 .Inércia da barra varia aleatoriamente 160 9 - U>nsideração dos efeitos do e f p namal 160 sa 9.2 .2 .lntroduçáa 215 5.Roteiro 234 6.PROCESSO DE CROSS 181 .2 .Problemas propostos 171 CAPíTULO I n .Cabos 2.Problemas pmpostos 261 CAPíTULO ííi .1 .Aplicações 253 8 .Apresentação 248 7.Introdução 2 .Aplicação d o p~ocesíode Cross $s estruturas externamente deslocáveis 215 5.Caso de barras com inércia variável 120 8.8 .Aplicação às estruturas planas indeslodveis 197 5 .Roteiro d o pmcesso de Cross para estruturas indeslocáveis 195 4 .Aplicacões 218 6 .Inércia da barra varia "em saltos" 120 8.Aplica* d o pmcesso de Cross Ps grelhas 248 7.3 - com carregamento distribuido segundo o vão 268 Relação entre efeitos no cabo e esiorqos na vtga dc substitui~Zo 268 Caso de carga uniformcmcntc distribuída 271 Aplicaqões 275 .Roteiro do proccsso de Cross para estruturas desloçáveis 216 5.2 .Aplicações 238 7 .2 2.1 .A idéia do processo 184 3 .3 .Quadros com tirantes (au escoras) 160 9.Inéroia da barra variando "em misula" 125 8.Aplicação do pmcesso de Cross ao t r a p d o de linhas de influência 234 6.Quadros para os quais dcscjamos levar em conta as deformações por ertor~o iiornial 166 10 .1 .1 .3 .

4.1 .Aplicaç6er 290 4 .Efeitos secundários nos cabos 279 2.1 .Variacão de temperatura 281 do 2.Alongamento clástico de um trccho de cabo com carga uniformemente distribuída 279 2.2.3 .4.2 .Cabos m m ean-ento uniímemente distribuido segundo seu mmprimento 285 3.4.4 .Caso geral: pontos de suspcnsio em níveis diferentes 285 3.Caso particular: pontos de suspensjo no mesmo nível 289 3.3 .Exercidos propostos 292 .A ~ ã a vento 283 3 .2 .

a mais importante. a resolução da grande maioria dos problemas da prática. visando uma boa sedimentação . abordando-se um processo particular pertencente a este método geral. de uma forma ou de outra. onde se define a qualidade em nossa profissão. Completa o terceiro volume uma Introdução ao Estudo da Estática dos Cabos. caso seja possível e conveniente. gostaríamos de alertar o leitoí para um ponto muito importante: somente o conhecimento da Hiperestática Clássica . colaboraram para tornar possível a sua publicação.cujos conceitos fomos apresentando. mais uma vez. introduzido na Análise Estrutural pelo professor Hardy Cross e que consiste numa distribuição simples de momentos em torno dos nós de estrutuia. apresentar nossos agradecimentos ao amigo José de Moura Villas Boas pelo trabalho de revisão de todos os volumes deste Curso e a todos aqueles que. tendo em vista a possibilidade de automatização do cálculo estrutural através de computadores) e. o f i a l do mesmo. com excelente aproximação. no caso de estruturas indeslocáveis) em muito a ordem do sistema de equações de compatibilidade em cuja resolução recairá a solução da estrutura estudada. para o cálculo da mesma. modernamente. Na oportunidade. pelo menos nesta primeira fase. Rio de Janeiro. onde apresentamos a teoria de primeira ordem sobre o assunto. Encerrando a introdução a este terceiro volume de nosso Curso e que marca. mas estes jamais poderão substituir o engenheiro na fase de projeto. a seguir. poderá se lançar mão de determinados programas de computadores. apresentado inicialmente sob sua formulação mais geral (e que é. escalonadamente.possibilitará ao engenheiro projetar uma estrutura. que é o método das deformações. que permite. processo este muito rápido e comodo. diminuindo (e as vezes eliminando.Introducão ao terceiro volume O terceiro volume de nosso Curso abrange o estudo do segundo grande método da Hiperestática. queremos. 16 de Abril de 1975 José Carlos Susselcind .

abordada de maneira inversa.CAPITULO I O MÉTODO DAS DEFORMACÕES No método das forças. será denominado método das deformaçóes. as incógnitas do problema hiperestático eram esforços simples (ou reações de apoio) que. estudado no 20 volume de nosso Curso. por esta razão. podiam ser calculados as rotações e deslocamentos dos nós da mesma. arcos. os ângulos de rotaçào e os deslocamentos lineares sofridos pelos nós das diveisas barras. então. Em seu cálculo. entretanto. isto é. a partir deles. tirantes. a partir dos quais. obter deformações.) quando do cálculo dos 8 . empregando-se o teoreina de Pasternak. as deformaçóes das barras que compõem a estrutura devidas a esforços normais (e tamMm as devidas a esforços cortantes). a partir desses valores. normalmente. permitiam o conhecimento imediato dos diagramas de esforços solicitantes para a estrutura em estudo. As incógnitas deste m6todo serão. pilarcs esbeltos. foi usual desprezar estas deformaçúes (a não ser no caso de peças trabalhando basicamente ao esforço normal. determinando-se inicialmeiite as deformações sofridas pelos nós das diversas barras da estrutura para. A resolução do mesmo problema hiperestático poderia ser. peças protendidas em geral. não se constituindo este fato em nenhum erro especial peculiar ao método pois. vigas. tambdm no estudo do método das forças. Este será o caminho adotado no método que exporemos neste capitulo e que. determinados. Por ora. serão desprezadas. Assim o método das forças inicia a resolução da estrutura pela determinação dos seus esforços para. trataremos apenas das estruturas para as quais estas últimas deformaçúes podem ser desprezadas (quadros planos. obtei os diagramas de esforços solicitantes da estrutura. quais sejam. . isto é. etc. para todos os fins práticos. barras de treliças. grelhas). estruturas para as quais podemos desprezar. esforas.

independentes umas das outras:' Fig. 1-1 'Já que estarnos no regime linear e é válido a princípio da superposiçio de efeitos. então. a barra AB indicada na Fig.1. representando uma barra genérica de uma estrutura: devido aos esforços que solicitam a barra. Mostraremos depois. Seja. Começaremos iiosso estudo estabelecendo que deformações de uma barra devem ser conhecidas a fim de que possamos determinar os esforços nela atuaiites.1. como o mktodo pode ser igualmente aplicado (ver item 9 deste capitulo). I . .I 2 Curso de an8lise estrutural a diferença entre o comprimento inicial de uma barra AB e o comprimento final da corda AB. ela se deformará assumindo a posição A 8: A passagem da posição AB para a posiçao A E' pode ser encarada como resultante das seguintes deformações. para as estruturas sensíveis às deformaçóes axiais.

já que a translação 6 A da barra não introduz qualquer esforço na mesma. a barra funciona como uma viga biengastada submetida ao carregamento externo. Conforme indica a Fig. aparecendo então um diagrama de momentos fletores com o aspecto indicado na figura. Deformação da barra.4.2): durante esta translação. I . 20) Deslocamento linear de uma das extremidades da barra (por exemplo. h incúgnitas. para esta deformação. sem rotação das extremidades da barra.1. serão. a seguir . eiitão as rotações e os deslocamentos lineares de suas extremidades2 (já que. a barra se mantém reta e paralela à sua posição primitiva. aparecendo o diagrama de momentos fletores indicado na Fig. a partir dele. para os carregamentos mais correntes da prática. a barra se comporta. a barra se comporta.O metodo das deformações 3 10) Translação da barra de hA (Fig. está tabelada na Tabela I (para vigas de inércia constante). de valor ~ B A (este deslocamento 6 denominado deslocamento ortogonai recíproco do nó B em relação ao nó A ) . B ) ao longo de uma direção perpendicular a seu eixo.1.5. indica a figura. problema este resolvido pelo mhtodo das forças e cuja soluçâo. para determinarmos o valor do deslocamento ortogonal recíproco 'ver observafão 2. - 30) Rotação da extremidade A da bana de valor pA. basta conhecer os valores de p ~ q~ e PBA para obtermos o diagrama de momentos fletores e.1. Concluindo. I 1. de modo que não é despertado qualquer esforço simples nesta fase. Conforme mostra a Fig. para cada barra da estrutura. para este deslocamento p ~ como se fosse uma viga biengastada AB.6 e que pode ser determinado sem maiores dificuldades. I . devido ao carregamento externo atuante. I .3. cujo engaste B . devido ao funcionamento da barra como uma viga biengastada em que um dos engastes sofreu um recalque pB. I .1. como uma viga biengastada em que um dos engastes sofreu um recalque angular de valor p ~ aparecendo um diagrama de momentos fletores conforme . Nesta fase. sem deslocamentos lineares nem rotações de suas extremidades. 4P) 5?) . sofreu um recalque vertical igual a p B ~ (este tipo de problema foi resolvido no volume 11 de nosso Curso). Rotação da extremidade B da barra de valor pB: surge o diagrama de momentos fletores indicado na Fig. os demais diagramas solicitantes para uma barra de uma estrutura. i10 método das defomaçGes. por tratar-se de resolução de uma viga biengastada para um dado carregamento.

Esta rotação será dada por suas componentes (vx. necessitaremos conhecer os deslocamentos iineares de suas extremidades).4 Curso de análise estrutural de uma das extremidades da barra em relação à outra. 8. É claro que. Para as grelhas (supostas situadas no plano xy e carregadas na direção z). num total de 3 incógnitas por nó. nos casos mais gerais. nos nós rígidos (não rotulados) de uma estrutura. \pe e p a ~ para a barra da Fig. nos casos gerais. . S. 6. com o da rotação <pg e com o do carregamento externo. 11 - I-15 Fig. num total de 6 incógnitas por nó da estrutura espacial. conforme mostra o esquema da Fig. v. o que diminui sensivelmente. 2) Nu caqo de uma barra AB possuir uma das extremidades rotuladas. 1-2.).. o número de incógnitas do problema. As incógnitas serão. precisaremos conhecer as rotaçóes px e py e o deslocamento linear S. 1-2. supostos aplicados numa viga apoiada e engastada AB. (A por exemplo) sua rotapio nesta extremidade rotulada não será incógnita do problema. 1-2 . pr) e o deslocamento linear por suas componentes (. apenas. Observaçães: 1) No caso de estruturas espaciais.. a rotação e o deslocamento linear de todas as extremidades de barras nele concorrentes serão os mesmos.. precisaremos conhecer a rota@o e o deslocamento linear resultantes de cada extremidade das barras que compõem a estrutura. pois que o diagrama de rnoinentos fietores final na barra AB será igual à soma daquele provocado pelo deslocamento ortogonal reciproco PEA.

etc. .O método das deiormaçks 5 Note o leitor que a rotação da extremidade rotulada não será incógnita. será a rotação. a partir dos quais formularemas o método das deformações. Assim. que é aquele que fornece os diagramas para vigas biengastadas (ou engastadas e rotuladas) devidos a 9A. pois o apoio do 10 género impede a componente vertical e o engaste D a componente horizontal (já que desprezamos as deformaçóes axiais das barras) de deslocamento. o número de incógnitas do problema é igual a 2.). 2 .DESLOCABILIDADE INTERNA E EXTERNA 2. também no nó B. o nó C não apresenta deslocamentos lineares. ara cstriitilras planas. suposta rotulada em A e engastada em B (no caso.NÚMERO DE INCÓGNITAS . No caso..1-3 l Também o nó B não apresentará deslocamentos lineares. 1. Em outras palavras.3 a 1-2. + 9.di de uma estruhua é igual ao número de 116s internos rígidos que ela possui3 (não incluindo os nós extremos apoiados ou engastados e. entretanto. Sabemos que as incógnitas do problema são as rotações e deslocamentos lineares dos nós B e C. deslocamento ortogonal reciproco ~ B A rotação ipg e . respectivamente. . pois é exclusivamente efeito das causas indicadas nas Figs. 3) Notemos que o método das deformações só pode existir devido à existência do m6todo das forças. quais sejam. já que os engastes A e D não sofrem deformações.Deslocabiiidade interna Seja a estrutura da Fig.3. pois suas cornponentes vertical e horizontal serão impedidas. A F .9. a única incógnita do nó C será sua rotação. evidentemente. Dizemos que o número de deslocabilidades internas de uma estrutura é igual ao número de rotações de nós que precisamos conhecer para poder resolv6-Ia. 1-2. pBA. número de nós internos rígidos (não rotulados) da estrutura.5. Concluihdo. temos: p~ = 9.1 . tis nós internos rotulados). carregamento externo na barra AB. o número de deslocabiidades internas. de modo que a únicaincógnita. pelos engastes A e D.

que pode se deslocar na direçáo horizontal (o deslocamento vertical estando impedido pelo engaste C).2 . grelhas. 1-4. também. 1-4. não haverá componente de rotação em torno do eixo 02). o número de deslocabilidades internas é igual ao triplo do número de nós internos rigidos que a estrutura possui. devido i presença do engaste A (como sempre. a estrutura da Fig.6 Curso de análise estrutural Observações: a) Para o caso de estruturas espaciais. não precisamos conhecer as rotações das barras nestes nós (em outras palavras. no entanto. mostrando que seria necessária a existência de mais um vinculo na estrutura para que o nó D não possuísse deslocabilidades lineares. indicaremos um apoio . supondo a grelha situada no plano xy. seu deslocamento na direção horizontal. vemos que ele não terá componente vertical de deslocamento. que se constituirá. Iniciando esta análise pelo nó D.2). Para caracterizar esta incógnita. pois. nada impede. + Tudo que foi feito para o nó D vale.Deslocabilidade externa Seja agora. não há deslocabilidades internas a considerar). para caracterizar esta nova incógnita. precisamos conhecer suas componentes de rotação em torno de cada um dos eixos coordenados. Como todos os seus nós internos são rotulados.1. para o nó G. em uma primeira incógnita do problema. o número de deslocabilidades internas é igual b) Para o caso ao dobro do número de nós internos rígidos que ela possui (pois. pois que. para cada um deles. indicaremos um apoio do l ? gênero em D (ver Fig. 2. Resta-nos analisar o problema dos deslocamentos lineares dos mesmos para conhecemos o número de incógnitas do problema. estamos desprezando as deformações axiais das barras).

não terá com onente vertical de deslocamento e. por força do engaste B. então. conforme mostra o exemplo da Fig. pelo número de apoios do I? gênero que precisamos acrescentar à estrutura para tomá-la sem deslocabilidades lineares e. Definiremos. também. E e G . indeslocável. A estrutura da Fig. mostrando que seria necessária a existência de mais este ! ' vínculo na estrutura oara que o nó C não possuísse deslocabilidades lineares. então. principalmente em casos de estruturas mais complexas. F. não terá componente horizontal de deslocamento. por força do apoio do I? gênero 1 . foi lícito definir o número de deslocabilidades externas da estrutura a partir dos apoios adicionais do I ? gênero necessários. possui então. caso existissem os apoios adicionais do 10 gênero @ e @ indicados na Fig.1. as incógnitas do problema). o número de incógnitas independentes do problema (que é o número de deslocabiidades externas da estrutura) é apenas 2. 1-4. d . se impedidos pelos apoios do 10 gsnero 1 e 2. por estar ligado a dois nós indeslocáveis (no caso. os nós D. 1-4. que nbmero de deslocabiidades externas de de uma estrutura é igual ao número de apoios do I? gênero que a ela precisamos acrescentar para que todos os seus nós fiquem sem deslocamentos lineares.) 2) É usual chamar-se às estriituras que possueiii deslocabilidades externas de estruturas deslocáveis. em última análise. por estar ligado a D por uma barra horizontd. portanto. e aquelas que náo as possuem (mesmo tendo deslocabilidades internas) de estruturas indeslocáveis.O nó E. por análise direta da estrutura dada. ObservaçGes: 1) No caso da estrutura da Fig.2. o que acarretaria.O nó F. onde não é tão simples reconhecer o número de deslocamentos lineares independentes. os nós D e G seriam indeslocáveis linearmente. ) também o será. será função dos deslocamentos destes dois pontos e. com menor trabalho de raciocínio. por estar ligado a E e C. 1-4. mas apenas os deslocamentos dos nós D e G são incógnitas independentes (pois o deslocamento horizontal de E. será igual ao de D. e o deslocamento horizontal de F. ao valor de de. à primeira vista. e dizemos. G terão deslocamentos horizontais (que seriam. 1-4. Este número de incógnitas independentes é traduzido. sendo. senão vejamos: . por esta razão. portanto. dois deslocamentos lineares (deslocamentos horizontais dos nós D e C) que.1. (Preferimos esta forma de defmição por ela conduzir.O m6todo das deformações 7 do l gênero em G. a tornariam sem deslocabiiidades lineares. E. Assim. . Assim. a indeslocabiiidade linear dos nós E e F. dos deslocamentos de D e C). que ela possui dlias deslocabilidades lineares ou externas (esta última denominação sendo mais usual).

igual ao número total de incógnitas de sua resoluqão pelo método das deformações .1 a 1-12.Número total de deslocabilidades Como as incógnitas do problema são as rotaçóes dos nós internos rígidos da estrutura (traduzidas pelo valor d i ) e os deslocamentos lineares independentes de seus nós (traduzidos por de).3 . .é dado pela soma de seu número de deslocabiiidades interna (di) externa (d. obtemos.1) A exemplificaçáo a seguir esclarecera: Ex.Obter o número total de deslocabiiidades para as estruturas planas das Figs. a partir da expressão (I-]). dizemos que o número total de deslocabiidades d de uma estrutura.8 Curso de análise estrutural 2. 1.). 1-52 a 1-12.1 Lstando os apoios do l? gênero adicionais para tornar as estruturas externamente indeslocáveis indicados nas Figs. s u número total de deslocabiidades. indicado ao lado destas últimas figuras: .1 . (1. 1-5.2. e Podemos então escrever: d = di + d.

Fig 1-10 2 Ad 1-11. 1-12. .2.1 1-12. conforme indica a Fig. 1-12.1 serve para chamar a atenção do leitor para o fato de qiie não precisamos incluir trechos em balanço (no raso. 1-8 n q' "i A A 1-11. I+ d = 1 + O = L (A estruhira não tem deslocabilidade externa. e substituída sua ação sobre o resto da estrutura pela de um momento e de uma força. a partir da qual obtivemos o número de deslocabilidades da estruturadada. 1-11 dFig.) Fig. pois o balanço pode ser retirado.l1-12 = 2 = +l Observaçüo: O caso da estrutura da Flg.O metodo das deformações d=4+3=7 Fig.) 1-10.2 d = 3 + O = 3 (A estrutura nào apresenta deslocabilidade externa... DEFJ para a análise do número de deslocabilidades da estrutura.

al6m do diagrama de momentos fletores qiie ter'ia esta barra .GRANDEZAS FUNDAMENTAIS d=2X4+0=8 (A grelha não apresenta deslaiabilidades lineares. 1-2 . 1-13. para a determinação <'.2 estão representados os apoios adicionais do 10 gênero necessários para tornar as greihas indeslocáveis. obtemos seu número total de deslocabilidades.1 a 1-15.1.) Fig.2 e 1-14. Partido de (1-1) e levando em conta que cada nó interno rígido de uma grelha tem duas componentes de rotação e uma componente de deslocamento linear (perpendicular ao plano da grelha). 1-15 Conforme vimos no início deste capítulo.10 Curso de analise estrutural Ex.os diagramas de momentos fletores atuantes numa barra de uma estrutura. M 3 . 1-13. indicado ao lado de cada estrutura. Nas Figs. precisamos conhecer.Obter o número total de deslocabilidades para as grelhas (estmturas planas que serão solicitadas perpendicularmente a seu plano) das Figs.

6) ou engastada e rotulada (V. biengastada (V. a) Barra biengastada L I L 7 . Trata-se. 1-16. 1-16. então.O método das deformações 11 se fosse. conforme o caso. A B .também aqueles devidos às rotações existentes nos nós externos não-articulados da barra (Fig. Examinemos separadamente os casos de uma barra biengastada e de uma barra engastada e rotulada. Fig. F? pensando nestes últimos diagramas que vamos agora estabelecer alguns conceitos. 1-16. 1-2. 1-1. provoca uma rotação unitária do mesmo.3 ou 1-2.4. 3. 1-1. aplicado neste nó.Rigidez de uma barra Denominamos rigidez de uma barra num nó ao valor do momento que.que é de imediata determinação pelo m6todo das forças e facilmente tabelável para os carregamentos usuais da prática (V.2 $0 = 1 \I Supondo a barra com inkrcia constante J e mbdulo de elasticidade E.5 ou 1-2. suposto livre para girar.2.1. Tabela I) . trata-se de de. de uma viga biengastada ou engastada e rotulada conforme o caso.1 A 1-16.5) para o carregamento externo atuante . Conforme a definieão. Seja a barra biengastada AB da Fig. terminar o momento MA que deve ser aplicado em A para produzir a rotação = 1 indicadana Fig. cuja rigi'dez no nóA desejamos determinar.4) e aquele devido ao deslocamento ortogonal gciproco de uma extremidade da barra em relação à outra (Fig. que serão de importáncia prática fundamental para o mecanismo operatório do metodo das deformações. 1-1.1 . Fig. respectivamente. a obtenção do diagrama de momentos fletores pode ser feita pelo processo de . da resolução da viga biengastada AB para o recalque angular 9 = 1 indicado em 1-163. que introduziremos no item 4 deste capítulo. 1-1.3) e que podem ser tratados como recalques angulares e lineares.

e a viga conjugada. tratar-se-á da resolução do problema indicado em 1-16. temos 4EJ (1.3) Obsen>açóes: a) Para o caso de barras que não possuam inkrcia constante. 1-1 7 C a s o de J constante.3 (viga biengastada submetida a . De qualquer forma.1. numa barra de in6rcia constante. temos: 2 EJ - 4EJ Daí temos: MA = 7 = ?. impondo a esta última as condições estáticas de eauilibrio.17. não se obtém uma expressão tão simples para rigidez e coeficiente de transmissão como a do caso de inércia constante. Dizemos então que o coeficiente da transmissão t de momentos de um nó para outro nó engastado. K = -4 E J I interessante notar que.3 de inércia constante J .' Coeficiente de transmissão de momentos para nó engastado: t = + 0.2.17. Sendo o aspecto do diagrama de momentos fletores o indicado em 1-17. carregada com MIEJ a indicada em 1-17. de in6rcia constante.s (1.2) Rigidez em um nó: K = I '.Assim. apareceu um momento no igual à metade de seu valor na outra extremidade da barrae de mesmo sentido vetorial que o da rotaçáo 9 = 1 e do momento que a provocou.Curso de análise estrutural h A Y 1 . para uma barra biengastada. sua rigidez num nó é dada por: Fig. como conseqüência da aparição do momento 4EJ igual a 7 bordo que sofreu a rotação unitária.1 Mohr. para uma barra biengastada. 1 .3 .sendo odia- A 4 EJ I erama final o indicado em 11-17. é dado por Resumindo.

porque. Por ora. os valores da rigidez e dos coeficientes de transmissão para a barra. sendo negativos eni caso contrário.3. se a lei de variação da indrcia for em misula reta ou parabblica (simktnca ou assimetrica). 1-18 . .particularmente útil no desenvolvimento do mesmo . as Tabelas IV a VI1 nos fornecerão. b) Barra engastada e rotulada Analogamente ao caso da barra biengastada.4 EJ em A e de momentc M.Conven~ão dc sinais para rotação de nós cxtrcmidades da barra. . Este problema terá que ser resolvido previamente para tais barras da estrutura. 1-19. no item 8 deste capitulo. por exemplo. o conhecimento da rigidez e do coeficiente de transmissão e indispensável ao mecanismo operatório d o m6todo das deformaç3s.1 será igual ao momento fletor que aparecerá nesta seção para a resolução da viga AB para um recalque angular de apoio em A igual a ip = + 1. conforme veremos no item 4 deste capítulo. de imediato. = + -em B. para o caso da Fig.O metodo das deformações 13 recalque angular unitário de um de seus engastes) para a lei de variação de in6rcia que tiver a barra.2.e que consiste em chamar de positivos aos momentos e rotaçòes 110s extremos das barras quando os mesmos tiverem o sentido trigonométrico ou anti-horário. com detalhes. conforme indica a Fig. b) Estabeleceremos. 1-19. uma convenção de sinais que será adotada 110 metodo das deformações . a imposição da rotação ip = + 1 em A acarretou o aparecimento de um momento MA = +. 1-18. 1-17. a rigidez em A da barra AB da Fig. . Assim. conforme indica a Fig. i momentos atuantes nas Notar bem que não existe nenhuma relação entre esta convenção de sinais e a convenção às vezes adotada na estática de chamar positivos aos momentos fletores que tracionam suas fibras inferiores e negativos em caso contrário. 2y As vantagens de uso desta convenção de sinais ficarão patentes com o correr do desenvolwnento do método. usando esta convenção. agora. estudaremos o caso de barras com iudrcia constante e deixaremos as barras com in6rcia variável para serem estudadas. Em particular.

temos: k =. sua rigidez K' é dada por: K ' = . I1 do nosso Curso. para um nó engastado de uma viga engastada e apoiada. .K =-J (1. num nó engastado de uma barra biengastada de inercia constante J. vaiem as mesmas observações feitas para o caso da viga biengastada.5) 4E I Para um n ó engastado de uma barra engastada e rotulada de inércia constante J .4) I Para o caso de inércia variável. virá: A razão da introdução deste conceito (que visa apenas simplificar o trabalho numérico de resolução das estruturas) se fará sentir ao longo das aplicaçOes subsequentes à apresentação do mecanismo operatório do método das deformações. o problema foi resolvido n o Exemplo 1-26 do Cap. a partir do qual podemos dizer que. Assim. obtendo-se o diagrama de momentos fletores indicado em 1-19.3.Curso de análise estrutural Para barra com inércia constante J . 1 do Vol. Observações: Defiiiiremos rigidez relativa ( k ) de uma barra num nó como o quociente de sua rigidez absoluta pelo quádruplo do módulo de elasticidade longitudinal do seu material.3 EJ (1.

AK B~ (1. 1-20. iiiesrno.. 'para barra com inércia constante. como se fosse uin recalque vertical de apoio p da viga bierigastada AR. Esta convenqão é inteiramente compatível com a convenqão de sinais de momentos e rotações da Fig 1-18 (conforme verificará o leitor da Fig. pelo qual vemos ser possível enca1a. I1 dc nossa Curso. 1-20. o diadiretamente obtido método das forças emprego do proces- A -. empregando o princípio O da superposição de efeitos (efeitos de i p e de +oB). I.Momentos devidos a deslocamentos ortogonais recíprocos a) Barra biengastada -1- Seja obter. I .2. este problema foi resolvido empregandowe o priicr7so d i Mohr. .' interpretação.r os efeitos do recaique vertical p (Fig. cujos valores extremos MA e M B S ~ dados. na qual aproveitaremos os conceitos de rigidez (K) de um nó e de coeficiente de transmissão (r) de momentos de um nó para outro (instituídos no tópico anterior deste item) pode ser obtida a partir do esquema da Fig.A &@E =+ (KA + f ~ .1) como superposição dos efeitos de uma rotação ipA = P +T e de uma rotação ipg = +P . 1-20.7) 4~onsideraremogpositivo um deslocamento ortogonal ~ecfpraco quando a extremidade da direita da barra descer em relaçio à extremidade esquerda.1 I-20. 1-20. Partindo desta grama pode ser empregando-se o ou. vol.2 .2 MA % B 1-20. pelo so de hlohr. temos o diagrama de momentos fletores indicado na Fig.3 Fig. ----+1-20..O metodo das deformações 15 3. por: ~ MA = KAPA + t ~ . 1-20.3. para a viga bieiigastada AB de váo 1 da Fig. conforine sabemos. T Partindo dai. 1-20 Uma outra solução mais elegante paia o problema.na aplicaqão 1-27 do Cdp.2). "T+. o diagrama de inoinentos fletores despertado por uin deslocameiito ortogonal reciproco ( + P ) ~ uma cxtreinidade ern relação de a outra e que se comporta.

se tivermos numa barra de inércia constante J .7) e (1.2 expressáo esta inteiramente geral (para qualquer lei de variação de inércia). o diagrama de momentos fletores da Fig. Em particular. C a s a de inércia constante. virá nfA MA F i i 1-23 . de valor pA = +-.1).5.Caso de 3 constante.3 e defmido pelo valor MÁ = K i p A = K i -jP (1. pode ser encarada como sendo a resoluç%oda mesma viga para uma rotaçáo imposta em A. I-22. 3EJp - .1 *A. no caso. obtemos o diagrama de momentos íietores desejado. se a barra tiver inérB cia constante J.4).. representado na Fig.4 &-----. dependendo apenas da rigidez da mesma em seus nós A e B e dos coeficientes de transmissão de um nó para O outro. P conforme indica a Fig.--.16 Cuno de analise estrutural As expressões (1. como Ka. 1-21 grama de momentos fletores. 1-22. 1 . 1-23. o indicado na Fig. virá: - 1 A P MA 6 EJp 6EJp 111 F ~ . 1-22. I A j . 1-22. obtendo-se. 1-21. valendo para qualquer 1pi de variação de inércia da barra biengastada.+- @ Partindo da defmição de rigidez K' de um nó engastado de uma barra engastada e rotulada.2. >.9) 1-22. a resoluçáo de uma viga engastada e rotulada para um deslocamento ortogonal recíproco ( t p ) de uma de suas extremidades em relação à outra (que é a resolução da viga para um recalque de apoio p.8) sáo inteiramente gerais. 6EJp -4EJ e t = 0. para este 1 ' caso. ~ 3 ~ i g 1-22 Em particular. conforme indica a Fig. Os casos de inércia variável serão estudados em detalhes no item 8 deste capítulo. = K . levando em conta a expressão (I. b) Barra engastada e rotulada Analogamente ao caso da viga biengastada.1' .= . = .

1-18. é mais rápido empregar-se a làbela I1 .Momentos de engastamento perfeito (Vigas com inércia constante) (Observação: Sinais obedecendo à convenção da Fig.O m6todo das deformaç3es TABELA 1 .) c*) Para este caso.

Momentos de engastamento perfeito para uma arga wnentrada (Viga com inércia constante) .18 Cuno de análise estrutural TABELA I1 .

Grandezas auxiliares para barras com inércia constante J Barra biengartada A I Barra engastada e ratiilada B k B 4 liJ V A B L A I Y r A3 E1= I 3 k ~ = X -J A B A B kA:- J I 4 1 A ---. -. . 7-k . '-Q 6 EJP B A 4 --__ B -.=.O ni6todo das deformaçóes 19 TABELA 111 . = .. 1-18. .) .3 2 X- 1 1 (Observação: Sinais obedecendo à convenção da Fig.. M A = M ~ = + 7p=-1 M A = + .X2- 2 EJ L n A E q=+i p=+1 - liazi. 6 EJ k.3 EIP l2 A B J 1 K " .

1-24 é que existirá rotação dos nós B e C (às quais chamemos A.4. Como desconhecemos os valores A. 1-25.. arbitramos um valor. por exemplo. indicados na Fig. Fig. 1-25 e a estrutura dada da Fig.O MECANISMO DO MÉTODO DAS DEFORMAÇÕES Seja resolver o quadro ABCD da Fig. conforme indica a Fig. que possui 3 deslocabilidades.) e haverá um deslocamento horizorital de barra BC (ao qual chamemos A. 1-24 seria igual à soina dos quatro casos indicados nas Figs. representam a ação das chapas 1 e 2 sobre a estrutura do sistema principal para que os nós B e C não girem.1.20 Curso de análise estrutural 4 . unitário para estas deformações. e A.).. 1-25 - Sistema principal. Notemos que: a) Na Fig.. sendo 2 internas (rotação dos nós B e C) e 1 externa (deslocamento horizontal da barra BC). dando momentos resultantes em B e C. cujos momentos de engastamento perfeito em B e em C. respectivamenie. empregando o princípio da superposição de efeitos. 1-24 -Estrutura dada. e A3 ao fm do problema. A. Sabemos que a diferença entre o sistema principal da Fie. 1-24. 1-27. iguais a PIO = ! w B ~ . temos a resolução de duas vigas biengastadas Ai? e BC para o carregamento externo. representando a resolução da estrutura do sistema principal para os efeitos isolados do carregamento externo e de cada uma das deslocabilidades.1 a 1-26. 1-26. Assim. 1-26. Adotando um sistema principal que impeça todas estas deslocabilidades e que consiste na coloca~ãode chapas rígidas que impeçam a rotação dos nós B e C (chapas 1 e 2). A 1711 d L l z +*3 17 O Fig. neste sistema principal todas as barras esmo funcionando como biengastadas (barras AB e BC) o11 engastadas e rotuladas (barra CD). poderiamos dizer que a resolução da estrutura da Fig.MB@ -wp . impedindo seu deslocamento horizontal. e A. devendo os efeitos assim obtidos ser multiplicados pelos valores corretos que serão encontrados para A I . A. e de um apoio do I? gênero (3) na barra BC. .

+A.2 - Fig. 1-27 .[. I-20.O método das deformações .=+.& - ' f - 3 03. \A. bii O.

Assim. por exemplo. b) Nas Figs. Aparecerão nestes nós. temos a resolução do sistema principal (estru- tura toda fixada) para rotação unitária de um de seus nós.3.F@ e F ~ @ irêo para os apoios que a estrutura possui. 1-26. teríamos: = -F. Iizo significa o momento exercido pela chapa 2 sobre o nó C da estrutura no sistema principal. indo para os outros nbs da barra momentos iguais ao produto desta rigidez pelo coeficiente de transmissão. temos o esquema detalhado indicado na Fig.rjQ. indo a reação F B para o apoio ~ do I ? gênero @ indicado no sistema principal. para o caso da Fig. momentos iguais à sua rigidez (ver item 3. então.1 deste capítulo). onde OS dois índices têm o significado análogo ao do P ou seja. a partir do qual obtemos: .22 Curso de análise estrutural Nos valores dos momentos resultantes da ação das chapas 1 e 2 sobre os nós B e C. caso dos momentos PIO e . Assim. estamos colocando dois índices (analogamente ao que fizemos no método das forças) . para que o mesnio não gire quando da atuação do carregamento externo (índice O).2. 1-26. Devido ao carregamento externo e aos momentos de engastamento perfeito que existem nas barras. conforme sabemos. No caso. 1-28. aparecerá0 as reações de apoio y4 e FB@ na barra e FB@ e F=@ na barra @ .o primeiro se referindo ao local e o segundo à causa do momento.? e 1-26. . é a forca exercida pelo apoio 3 sobre a estrutura do sistema principal para que a barra BC não sofra deslocamento liorizontal quando atuar o carregamento externo. as reações h .

o raciocíiiio seria inteirarilente anáiogo.. A. a partir do csqueiiid detaiiiado da Fig. como não existem na estrutura dada as chapas 1 e 2 e o apoio do l'? gênero 3 colocados iio sisteina principal. resoluçCies estas cstudadas no itein 3. 1-29 e levando em conta as expressões ( 1. e A. Chamando MA. obtendo-se lii2 = li22 [CB 4 = = KcO t ~ $ 3 Ki. 1-26.9): Voltaiido. de rcsoluçáo conhecida.4. veiiios que.@/li c) Na Fig. 1-26.O m6todo das deformacões 23 Para o caso da Fig. estes valores de A . pois. que resolve a estrutura a partir do conheciiiiento dos valores de A .7) a (1. sendo problema. agora. A. tem que ser tais que não . teiiios. 1-26. . I Z I e ~ P a o s momeiitos que aparecerão devido a este M deslocaiiiento ortogoiid recíproco.2 deste capítulo. ao csquema da Fig.3. e A. . temos a resoluçáo de uma viga biengastada AU e de uma viga engastada e rotulada CD para um deslocainerito ortogonal recíproco unitário de uma extremidade em rclaçáo à outra.

não existem cargasinomento aplicadas eni B e C c não existe carga horizontal aplicada à estrutura dada em C)..1 1 ) a) Assim como no caso do método das forças. queremos cliamar a atenção. 1120 (1. bem como deve ser nula a força exercida pelo apoio suplementar do l ? gênero sobre a barra BC (isto é. Força horizontal atuante em C = O . devemos ter que o moinetito fmal exercido pelas chapas sobre os respectivos nós deve ser nulo. a estrutura está resolvida. 4. A3.+ 022A1 + 1 1 2 3 a 3 = 0 + /133A3 = 0 030 + & I A . então. empregando-se o principio da superposição de efeitos indicado na Fig. Assirn. 1-26. temos que qualquer efeito final E .sendo I<(.. b) caso de querermos resolver uma estrutura para variaçáo de temperatura. o efeito provocado n o sistema principal pelo agente solieitante externo (no caso. que resolve o problema. 1-26. . isto 6 . assim.lV) e conhecidos os valores de A . C 1110 + PliAi + Pi2Aa + Pi3A3 = 0 + 1121~3. o seguinte sistema de equações dc compatibilidade estática do sisteina principal adotado coiii a estrutura dada: Carga momento atuante eniB =O . valores estes unitários) . mais unia vez.10) Resolvido o sistema (I. A exemplificação que se segue n o item 5 esclarecerá o assun?o.. pois os valores finais que acharemos para as mesmas são os fatores-escala tais que corrigem os valores arbitrados. pois..24 Curso de análise estrutural existam aç6es estáticas f i a i s das cliapas e do apoio adicional do I ? género sobre a estrutura do sisteina principal.será dado pela expressão (1. o raciocínio seria o mesmo. pelo emprego do principio de superposição de efeitos. Cargamomento atuante em C = O. recalque de apoio ou para modificações de comprinieiito impostas durante a montagem. para o fato de que os valores que arbitramos para a s incógnitas no sistema principal podem ser quaisquer. 1-26 obtemos. o mesmo reproduzirá. analogamentc a um carrcgamento externo. 10 4 ' . bastando tratar cstes efeitos como agentes externos. pois. pelos deslocamentos com os valores arbitrados ( n o caso da Fig. fielmente o comportamento estático e elástico da estrutura dada. n o sistema principal.1 I).. E = E. de tal forma a serem satisfeitas as equaqões de conipatibiiidade estática do sistema principal com a estrutura dada. Partindo do esquema da Fig. A * ....1 ..Observições: + P EiAi 11. o carregamento) e Ei o efeito provocado..

se arbitrnino* valores desiguais para os Ai. mnemonicamente. chainamos matriz de rigidez (pois transforiiia deslocainentos ein forças ou rotações em inomcntos. relacionando a rigidez da barra em suas extremidades coni os matriz só será simétrica caso arbitrem09 os Ai iguai* riitrr si (não nrccsrariaunitários). podenios tirar uma expressão geral. o sistema de equações de compatibilidade estática do método das deformações pode ser escrito diretamente. sendo f~inçáo. de inércia variável. chamainos vetor dos termos de carga (no caso de variação de temperatura. e t 3 .13) f ) Por força do teorema de Betti (que acarreta a simetria da matriz de rigidez de uma estrutura hiperestática. a maliir [li] dc <?r rimétrica. {A} = -[ol-' {8o) (1. toda a teoria continua válida. d) Observe o leitor como. por força do teoreina de Betti.10) sob forma matricial.apenas.12) Ao vetor onde a ação d o agente solicitante externo se faz sentir.12). que será de grande utilidade no estudo das barras biengastadas. apenas. sendo n o número total de deslocabilidades da estrutura dada.. do sistema principal adotado (independeiido completamente do agente solicitante externo). 1-26. é o trabalho de resolução de um sistema n X n de equação lineares.. A matriz [Pl. desde que os 4 tenham sido arbitrados com valores iguais). NZo l~iavcránenhum problema especial. Resolvendo a equação (1. obtemos a expressão (1. pelos Pir.O método das deformações 25 c) O trabaiho de resolução de uma estrutura pelo método das deformações. fiz. conforme pode observar o leitor p e h análise do cxcmplo da Fig. 6~ iiiente .}. quadrada e simétrica6. pois tem o aspecto indicial idêntico ao do sistema de equações de compatibilidade elástica do método das forças. e) Escrevendo o sistema de equações (1. no entanto. temos: ou. que resolve o probleina e iiiostra que o trabalho de resolução de uma estrutura pelo método das deformaçiies é dado pelo trabalho de inversão de sua niatriz de rigidez. recalque. deixando. mais simplificadamente: {fio) + r81 {AI =o (i. basta substituir os 01. etc.13). conforme ilustra o exemplo d a Fig 1-26. {o. conforme o caso).

qualquer dos dois que ele seja.tornamos a frisar .2 .2 coma estado de deformação. 1-30. 'por aplicação direta. apás.( o s trabalhos virtuais igualados foram os das forças externas. Oi2 a 02. 1-30 1-30.). já que os das forças internas são iguais entre si). do teorema de Betti. ações térmicas e de recalques de apoios. g) Por motivos didáticos. Igualando os dois valores. pois.1 Fig. escreverimos que o trabalho virtual realizado seria ( K g t g c ) X I . 4. . abordando. e depois.14) .2 A expressão (1. podemos enunciar o seguinte roteiro para o emprego do método das deformações: i?) Escolha do sistema principal (obtido bloqueando-se as deslocabilidades internas com chapas rígidas e as desloizbilidades externas com apoios adicionais do 10 gênero).26 Curso de análise estrutural coeficientes de transmissão. conforme perceberá posteriormente o leitor.Roteiro para o método das deformações A partir do que vimos nos itens anteriores deste capítulo. por exemplo. obteríamos o trabalho virtual ( K c t c ~X 1.): Krtro t C ~ Kr 1-30.é válida para qualquer lei de variação de inércia que possua a bana biengastada e mostra que são idênticos os momentos despertados num engaste. iniciaremos nossas aplicações para estruturas externamente indeslocáveis submetidas a carregamento externo. invertendo os estados de carregamento e de ) deformação. chegamos a K g l g c = K c t c . considerando inicialmente a Fig. quando damos uma rotação unitária ao engaste oposto. poderíamos escrever esta expressão.1 como estado de carregamento e a Fig. etc. ao caso. os demais casos (estruturas com deslocabilidades externas. 1-30. fornecendo-nos a expressão (obtida igualando.

.APLICAÇOES AS ESTRWURAS SEM DESLOCABILIDADES EXTERNAS 5.2.se ao rotciro indicado em 4. 1-31 0bedecendo.A t u a p o de carregamento externo Ex. t Z EiAi). 1-3 1. cujo material tem t = 7 X 1 0"/m2 ' e cujas barras possuem inércia constante e igual a 0. 1-32. obtendo-se o vetor { o 0 ) e para cada uma das deforinaçoes incógnitas A. com o valor arbitrado inicialmente.3 .Obter o diagrama de inomentos fletores e as reaçóes de apoio para o quadro da Fig. Fig. obtemos o sistema principal da Fig. 1.] -[81-' {Oo}). . Sistema principal Tendo a estrutura dada apenas duas deslocabilidades internas (rotaçóes dos nós B e C).024 ni4. obtendo-se a matriz 181. temos: 1. s .1 . 40) Obtenção dos efeitos finais (E = E. colocando chapas rígidas nos nós B e C. = = 30) Cálculo das deformações (incógnitas) Ai (pela expressão {A.O metodo das deformações 27 20) Resoluçáo do sistema principal para o agente solicitante externo.

1-33 I . obtemos os momentos de engastamento perfeito e que sáo.4KI A e V C = -A2.i i o3 rad para as nós B c C Ipois dividimos a rigidez por 4F c rotaqào igual a (-) 80biidos os vaiarcs finais de A i c 4E muitiplicamos a inércia por 10". trabaiharemos com a rigidez relativa das barras (isto é. n o caso: Para barra 2: P.5 A +2 Fig.0=+12 I ? O +6 n -6 O A I -6 int Fig. obtemos: Ozo = t6 = +18 - 6 = t12 b) Rotaçáo A. 1-34 . girando o rió 1.=+1. Assim. o esquema da Fig. Efeitos no sistema principal a) Carregamento externo Com o auxilio da Tabela I.= 8 Para barra 3: Temos. 103 103 PB= .= .iu: . não somos obrigados a dar rotações unitárias. dividiremos a rigidez real por 4E) e multiplicaremos a inércia por I @ .= 3 1 8 A2 para o problema.~ r' ry-\ Oii= 17 02. conforme vimos na exposição do método. então. para trabaharmos com números mais simple~. Como. 1-33.4 I h J 24.Curso de análise estrutural 2. a partir d o qual. 4F tcrcmas que as rotaçõcs carrcfas de B o C ~er.Mo Mc = Pl -. ronio arbitramov iIm. teremos: 1 74 Para a b a r a 1: k = A = L .. Para a barra 2: k = .M .=+6 p.

=+. obtemos: - a] { ) = Li: i6 ]$ ' @I : ) = .O metodo das deformações 29 Levando em conta que as barras tem intrcia coiistante e que.5. temos. portalito. então. 1-35: 012 = +li5 pz2 = t10 3.M i Para a barra 4: Vem. obtemos o esquema da Fig.+IO A A Para a barra 3: Fig. 1-34. 1-35 . e A2 Sabemos que: $:I : 6 = Daí. Cálculo das incógnitas A..~ O~~. o coeficiente de transmissão vale +0. girando o no 2: Para a barra 2: " p. conforme indica a Fig. a partir do qual podemos escrever: 8ii 021 = +7 = +1..5 c) Rotação A2 Adotando os mesmos fatores-escala que os escolhidos para a rotação A i .

67 mt t2. confomie indica em detalhe a Fig. pois não existe carga-momento aplicada à estrutura (geralmente existirá Fig. obtendo-se os momentos finais nas extremidades das barras indicados na Fig.11M2.97 + 13.83 = 17. . A Fig. Notar que a sonia dos momentos em torno de cada nó deve dar zero. 1-36 - Momentos finais nas esfremidadcs das b r a ars M = M o . representados na Fig.031 t3. 6 2 M 1 .1.1 1E.8r Pig.I. 1-37 - Situagão final dar barras 14. 1-36.62E.30 Curso de análise estrutural 4.0 . 1-37. a partir dos quais. 1-38. obtemos as reações de apoios e o diagrama de momentos fletores pedidos. Efeitos finais Seráo dados por E = E. 1-38 - DMF ieiii m t l c reqhcr de apoio .. .0.

1.4 . Sistema principal T a cstrtu d a desoaii dades intcrnas (rotações dos nós D e R e nenhuma deslocabilidade externa. Ohseri~acão: As rotaçóes vcrdadeùas (ver nota dc rodnpé 8) dos nós B e C são dadas por: qB=-A. 1-40. 1-40 A O O / B . A Fig. não terá maior expressão). em presença dos demais valorcs. representando o erro numérico cometido quando do arredoiidmento feito na soluçSo do sistema de equações de coiiipatibilidade cstática.O método das deformacões 31 um valor residual náo-tiulo iicsta soma. 6 tlrn 1. 1-39. o sistema principal é o dn Fig. 4E 103 = - 4X2X10 = -0. Desde que este resíduo seja suficienteineiite pequeno. Ex.78 X IO-%ad Os sinais negativos indicam que as rotações cometas sào no sentido liorário.C .Obter o diagrama dc momcntos fletores e as reações dc apoio para a estrutura de inércia constante da Fig.

1-43 (levando em conta que. vem: >ol1 = 55.= .25 = 20 A partir do esquema da Fig. para a barra I 2 e para 3 60 a barra @ : k' = . no nó F. 1-42. obtemos da Fig. vem. temos. Trabaihando com rigidez relativa e I = arbitrando . para uma rotação do nó 1: Barrasa e Barra Barra @: k = -J = -60 = 1 5 60 4 12 +10 Fig.M o A partir do esquema da Fig.= 15): 4 3 = -= @ :k 60 A~ . .32 2.X .= 1 3 -=11. 60 para todas as barras. vem: b) Rotação A.25 Pzi = 6 c) Rotação A2 Agindo analogamente ao caso da rotação A .X 4 4 1 J 60 O :k = . 1-4 1 . 1-41. Efeitos no sistema principal a) Carregamento externo Pela Tabela I .M~ J 3 @: k ' = -3X . 1-42 . = -4 2 = t 8 m t 6 X- +8 Para a barra @: t 8 mt MD = -MF = A Fig. temos: Para a barra Curso de analise estrutural @: 12 M* = -iw.

1-45. conforine está feito na Fig. com isto obtém-se uma estrutura hipostática com um carregamento auto-equilibrado e. Efeitos finais A partir da expressáo E = E. obtemos os momentos finais atuantes nas extremidades das barras. torna-se possível obter as reações de apoio empregando as equações da Estática. Cálculo das incógnitas i I E.0. neste caso. No caso deste exemplo. 1-47..I = - -' {-i} {-. A obtenção das reações de apoio. que.} = 1 1 4.. 1-44. Senão vejamos: . 1-45 - Diagrama de mamcntoi fletorcs (em mt).} ['a5.297E2. por ter todas as barras perpendiculares entre si.033E. . Fig.033M1t 0. o procedimento mais fácil será rotular todos os nós da estrutura e aplicar..i O método das deformações 3. desta forma. os momentos atuantes nas extremidades das barras e o carregamento externo. como cargas. 1-44-M =Mo-O. indicados na Fig. não é tão simples quanto à do exemplo anterior.297M2 Fig. a partir dos quais obtemos o diagrama de momentos fletores (em mt) da Fig. nos permitiu obter as reações de apoio por uma simples soma de esforços cortantes.. + 0..

é inteiramente geral. V c = 6 X 8 ..hi 1% Fig. 1-49 .8 . VA = 11.3St ~or~~@=O..V q .liA = 0.. ~ o d e n d o adotado em qualquer outro.6t t 26. 1.8 A 0. 1 I .34 Por Z X = O .Obter o diagrama de momentos fletores para a viga de iiiércia constante da Fig.-..35 . O procedimento empregado neste caso.4=0 .6 X 8 + 4V8 t + 0. 1-48 - Ileuqõcr dc apoio. 0% o c I I I Fig.. 1-49. para ohtenção das reações dc apoio..7 9.. Ex.4 7.6 X 8 X4= = O : VB = 26. ser t11.8-6X4X2+8. então.Xt P o r X Y = O .0.7.6t 6 tim Cuno de analise estrutural POI CiClc = O . 1-47 !vc As reações de apoio são.i % = = ti^ 0.8t Fig. as indicadas na Fig.5 .35X3+4V~-7..8% tQ. 1-48.

Sistema principal 2. ser encarada de forma indicada na Fig.+12 mt 12 Para barra carga distr. temos.O m4todo das deformações 35 A estrutura da Fig. a partir da qual obtemos: Fig. I I 1 +12 v - - a 1 -12 . 1-49 pode. 1-52 . 1-50. retirandwse seu balanço.Mo . Efeitos no sistema principal: a) Carregamento externo Conforme a Tabela I.62 . momento do .+I8 i 1 -4 balanço I I - O -8 i Fii. 1-50 1. devido à carga uniformemente distribuída: Para barra @: @: Mq = -Ms = .

b) Rotação A .M .36 Curso de análise estrutural Devido à influência do balanço.. que transmitirá i extremidade B da barra @ um momento de (-8) X 0.L M i 7 . . temos. a partir do qual vem: Pio = 14 .Pll 7 4.s= = -4 mt. o diagrama de momentos fletores (em mt) da Fig. Com isto. 1-54. Cálculo da incógnita: -Pio -2 Temos: A . a partir dos momentos finais indicados 7 na Fig. temos n o nó B: Para barra Para barra 0: @: ! i = 24 -=4 6 = 3 24 k = -X 4 6 3 Obtemos. 1-52. obtemos o esquema da Fig. de (-8 mt). = 7 3. temos um momento em C. Efeitos finais 2 Mo.12 = 2.= . Como M = Fig. 1-54 . 1-55. dar batias: iM := Mo .Mornrntor nas cxlremidade. então: O. = . Arbitranco d = 24 e trabalhando com rigidez relativa..

Ex. o apoio 0. Sistema principal Fig. 1-56.Mesnio exercício anterior se. ao invés do engaste em A . então: 1.O m6todo das deformações Fig.6 X 104 tm2. 1-56 Neste caso. 1-57 . conforme indica a Fig. 1-49. Fig. pois podemos rompê-lo. tivermos um engaste elástico de constante K = 104 mt/rad. 1. 1-55 - DMF (em mt) Obsmvaç50: Note o leitor como a presença de um balanço não introduz nenhuma incógnita adicional no problema. transferindo suas açóes estáticas para o apoio que Ihe é adjacente (no caso da Fig. haverá a deslocabilidade interna adicional do nó A e teremos.6 . A viga tem EJ = 0.

uma rotação A2 = elástico: iC1 = 104 X = rad. caso coiitrario. 1-60 M. 1-58: pio = t? rl . Dando uma rota$ãu rad. então: Rotação A2 PII = = C) Dando. tainb8m. pois. pois bastaria dividir sua constante do engastamento por 4E). 1-60.M i Para a barra Para a barra @: -44 = 4EJ X 10-3 . = Fig. Efeitos no sistema principal a) Carregamento externo Os efeitos serão idznticos aos do exemolo anterior e temos.4 X 0. . I A partir dai. iião seria difícil. devido à presença do engaste elástico. aliás. 1-59 . levando cm conta a Fig. NO caso.Curso de análise estrutural 2. temos iiii n 6 B : A. temos no nó A : Engaste I0 mt. conforme a Fig. Barra @ : M= 4EJ X 10-3 =4mt. precisariainos t a n ~ b i mdetiiir rigidez relativa do engaste elástico l o que. temos: Pil pzz = = +2 t14 + 10 +4 - v - - a - +2 Fig. trabalharemos com a rigidez verdadeira das barras.6 X 10 [ 6 3EJ X 10-3 = 4mt @: M = I +7 t2 = 3 mt Temos. - A -8 Fig. 1-53 - Mo b ) Rotação A.

87 -8 4 4 Fig. indicados na Fig.85M2). 1-63 . para cuja resolução precisamos introduzir o conceito de rigidez à torção de uma barra. uma incógnita a mais (deslocabilidade interna) para o problema. implica. KT deverá valer: = x 5 Fig. Cálculo das incógnitas Temos: 4. a seguir.5 -13. temos que a rotação por torção da barra AB em A será dada por -1A B . 13. Aplicando um momento K T em A . num nó de uma barra biengastada a torção. Para ter1110sp~ I . apenas. Exemplificaremos.0. Efeitos finais A partir dos iiiomentos finais nos nós. resolvemos apenas estruturas planas. suposto livre para girar por torção. 1-62. Seja deterrniiiar a rigidez à torça0 eiii A da barra A B da Fig.0425bJl . provoque uma rotação unitária do mesmo. obtemos o diagrama de momentos fletores da Fig. o caso de uma grelha.O método das deformaçóes 3. Definimos t o m o rigidez à torção. aplicado neste nó.0.87 C i13.. Observe o leitor como a presença de um engastamento elástico em nada modifica o roteiro do método das deformações.%Io . 1-63. o valor do momento de torção que. 1-61 . 1-62 .Momentos finais (em mil. A B t8.87 Flg. 1-61 (M =.DMF (cm mt) Observação: Até o presente instante.

define.15) se transformará em: Analogamente ao que fuemos no caso de flexão.40 Curso de análise estrutural A expressão (1. O Exemplo 1-7 esclarecerá: Ex. constante. então. 1-63. 1. temos: o que nos perniite dizer que o coeficiente de transmissão. Sislema principal Na Fig.Obter os diagramas de momentos fletores e torçores para a grelha da Fig. pois cada nó possui componentes de rotação em toriio dos eixos . biengastada à t o r e o . a rigidez à torção de uma barra biengastada à torção (qualquer que seja sua lei de variação da inércia). 1-64 possui quatio deslocabilidades e vem.15). 1-64. Assim sendo. cujas barras têm. No caso particular da barra ter inércia J . Assim.L5. o mesmo que o sentido positivo da rotaçáo por flexáo das barras que chegam ao referido nb. considerando positivo o sentido de P indicado na Fig. qualquer que seja sua lei de variação de inércia. i5. Fig.7 .r e y (supondo a grelha no plano xy). = = 4 X 10q tm2. obtido colocando-se chapas para impedir todas as componentes possíveis de rotação dos nós internos da greiha. inteiramente geral. a expressão (1. evidentemente. todas. indicamos o sistema principal. O sentido yi @ pala rotaçáo por torção do nó em estudo deve ser. 1-65. número de o deslocabilidades é igual ao dobro de nós internos (no caso B e C). EJ = 5 X 104 tm? e GJ.de momentos torçores de um nó para outro de uma barra reta. a grelha da Fig. Em se tratando de uma grelha externamente indeslocá\~el. 1-64 . é igual a (-1). então: 1. convencionaremos um sentido positivo para a rotação por torção e os momentos torçores que ela provoca.

1-66 . confonne indica a Fig. Fig. 020 = +2. 1-67.4EJAi . = -5. = 0 . lBw = + 5 .4 X 5 X 10 = +40 1 5 . Dando uma rotação A . a partir dos quais temos: Fig. Efeitos no sistema principal a) Carregamento externo Empregando a Tabela I.5. = Para a barra 3: rad à chapa 1. tenios no nó C: M = . 1-65 2. obtemos os momentos de engastamento perfeito.E . indicamos também os sentidos que consideraremos positivos para rotações e inomentos em torno dos eixos x e y. indicados vetorialinente na Fig. b) Kotação A. 1-66. 1-67 61.O mhtodo das deformações 41 Na mesma figura. Fig.

M 8 : pil = 44.r{ 4EJA = 2 = 4 X 5 X 10 = 2o 1 1O Fii.GJtAl I .EI c) Rotação A2 D Dando uma rotação A. p. 1o Fig. 1-69: d) RotaçZo A 3 Para A. 1-70 . 1-69 .Cuno de analise estrutural Para a barra 2: T=. temos. .-4 x 10 = +4 10 Obtendo-se. -1 4 X 10 = 4. 041 = o. a partir do esquema da Fig. obtendo-se. = o. = 10-3 rad.. Fig. temos no nó C: Para a barra 2: n/ .E .E . = 10-3 rad a chapa 2. no nó E : Para a barra 1: Para a barra 2: T = .GJ. a partir do esquema da Fig.A. pll = -4. 1-68 .

flz3 =O. então. 1-71: P14 Fg 1-71 i. f l y ~= 10.277E3 . 024 = O. flS3 = 28. 3. a partir da Fig. resolvido o problema a partir desses valores. Fig. 1-70: f l i 3 =O. 1-72. obtemos. Analogamente ao caso da rotação A3. obtendo-se. - E4 = O. ficando.0.A 3 _ 4 X 10 1 5 - 8. representados na Fig.0572E1 + 0.O rnbtodo das deforrnaçoes Para a barra 3: G Jr T = .277E4 (em mt) . obtemos os momentos fletores e torçores atuantes nas extremidades das barras. Efeitos finais Pelo emprego da expressão (1.0052E1 .0.0. 1-72 - E = E. temos: i~. a partir do esquema da Fig. f143 = 1Q e) Rotação A. 1144 = 28.7 r4 4 -4 O 01 / 01 ~-o.oo~~I 4. Momentos Fminais nas extremidades das barras . Cálculo das incógnitas A partir da expressão (L13).11).

que estzo impedidas de girar. .2.2. os momentos de engastamento perfeito que irão surgi! iras extremidades das barras serão função. Fig. em mt. como nãu existem LPA. di: PBA. provocados pelo agente solicitante externo (no caso o recalque p). entretanto. 1-72. iprnds. Usando as r o t a ( & ~ desta figura. o sistema principal se deformará. assim. Em se tratando de uma estrutura com duas deslocabilidades internas. 1-75.2 - Atuação de variação de temperatura ou recalqoes de apoios - 5. apenas. obtidos da Fig. 1-74 . Devido a este deslocamento. não aparecendo. nas Figs.T i e m m t ) 5. rotações nas extremidades de suas barras.44 Curso de análise estrutural Os diagramas de momentos fletores e torçorcs. temos que resolvê-lo para um deslocamento vertical p do engaste E. 1-73 e 1-74. os momentos nas cxtrcrnidadcs da barra são função. 1-73 - M tcrn mt) Fig. traçado da -- 'ver Pie. 1-1.1 Recalqije de apoio Seja resolver a estrutura da Fig.1 para o recalque do apoio B indicado. estão representados. Para obtenção dos efeitos no sisteme principal. o sistema principal é o da Fig. L g ncm P carregamento externo. 1-75. dos deslocamentos ortogonais recíprocos de uma extremidade em relação à outra9 e podem ser comodamente obtidos por um williot.

sim. já que estes engastes não sofreram recalques). tirando por d e c perpendiculares as barras 3 e 4. D. Podemos. respectivainente. por exeniplo. D + pDs = bd Dr? + D E + PEC = ce -- ___--__-E P E D = de 0 Fig. Vol. a partir de a . conforme indica a Fig.. C. marcando na vertical para baixo. Ob. . interessados em deslocamentos absolutos.. da extremidade E em relação a D. 1-76 vetores~n. Como 02 e 0Zsáo os deslocamentos absolutos de D e E. Tirando por n e h perpendiculares às barras 1 e 2. I. obtemos h . para uma barra genérica IJ de uma estrutura. no entanto. no item 3 do Cap. finalmente.E se+rão dados. então. em relação i extremidade I será i -f dado pelo vetor ij do williot correspondente.ein relação a D será dado por Oe . o deslocamento ortogooal reciproco da extremidade .. ficando completo o williot. I1 de nosso Curso. pelos Fig. chamando de O á origem do wiüliot (que se confundirá com a e c. 1-77 c . obtemos e .Ou = d e . respectivamente. obtemos d e. 0 g d o wiliiot. então. 1~ + Não estamos. 1-76. Assim. obter o deslocamento ortogonal reciproco para a barra 3. mas. vejamos: Seja. O. o deslocamento * + + relativo de E. em deslocamentos relativos de uma extremidade da barra em relação à outra (e que são os deslocamentos ortogonais recíprocos) e que podem ser lidos diretamente no williot. Os desb d locamentos absolutos dos pontos A . um segmento igual a p . dizer que. senão.O método das deformaçães 45 mesma maneira e com as mesmas notações como foi apresentado para o cálculo de deformações em treliças isostáticas.

obtidos do wiUiot da Fig.8 . 1-40. 1-39 (Ex. a partir do williot da Fig. obtemos os deslocamentos ortogonais recíprocos. associado a um recalque vertical. voltando ao exemplo da Fig.estão indicados na Fig. os deslocamentos ortogonais recíprocos provocados pelo recalque p indicado. A estrutura tem rigidez constante. 1-76. de 2 cm. Conhecidos os deslocamentos ortogonais recíprocos. Sendo o sistema principal o da Fig.O cm Os momentos de engastamento perfeito provocados por esses deslocamentos ortogonais recíprocos são: . Os exemplos seguintes esclarecem Ex. = I ef l = O Para a barra 4: PED = I l = O + Para a barra 5: ~ D B / bd I = 3. 1-77. igual a 103tm2. 1. são imediatamente obtidos pelo emprego das expressóes (1.}. a partir do qual o problema fica resolvido pelo emprego da expressáo {Ai]= -[61-' {Si"}.46 Curso de análise estrutural Assim. de cima para baixo. conhecido o vetar {Si. de 1. os efeitos no sistema principal. que são: + Para a barra 1: PDA = I nd l = 2..O cm = Para a barra 6: PEC = Ice I = 3.~ = ldfl = O + Para a barra 3 : PFE. 1-75.s cm Para a barra 2: p.4) para um recalque horizontal. provocados pelo recalque de apoio. do mesmo engaste. 1-78.. com isto.7) a (1.Resolver a estrutura da Fig.5 cm do engaste A .9) ficando. 1. da direita para a esquerda.

3 ~ 10-? = -6int = -2O111t = AB = A = I 6FJp I' 9 Para a barra 6: MC = 3X10"3~10~~ = . e M.. consequentemente.O mktodo das deformações 47 - Para a barra 1: Para a barra 5: MR = 6 EMB = 2I p I - 6 X 10' X 2. 1-80. çonformc a co~ivcriçáoal~rcseiitadaciii 3.2. obtendo-se. temos. os efeitos dos recalques de apoio no sistema principal são os da Fig.-I 9 (Os sinais foram obtidos do esquema da 12ig.4.5 X [ O . a matriz [b]) já são conhecidos do Exemplo 1. 1-79.M. Como os momentos M . para o recalque . que inostra serem negativos todos os valores dc p .? 5' ú x 10) x .) 3 EJp Fig. 1-79 Assim. então: Fig. ( e .a. 1-80 .

2 e 1-82. do interior em relação ao exterior. 1-82. e a outra apenas com omn variação unifome de temperatura t.1 para a solicitação térmica nela indicada.2 - Variação de temperatura Seja resolver a estrutura da Fig. Os efeitos finais seráo dados. a partir dos momentos finais nas extremidades das barras indicados (em mt) na Fig. 1-83. 1-81. 1-42 e 1-43 do Exemplo 1.4 deste capitiilo. 1-81 5. por E =Er + 0. das fibras externas e numa variação ti das fibras internas em relação ao dia de sua execução.podemos ao dizer que a solução do caso da Fig.1.481 E.2.3: "0s efeitos E l c E2 rslão indicados nas Figs.48 Curso de análise estrutural 10 .DMF dcvidu aos recalqucs (em mt). o diagrama dos momentos fletores provocados pelos recalques.1 1-81.f. que mostra a decomposição da variação as de temperatura que ocorre em duas parcelas . . então. 1-81. que consiste numa variação de temperatura i.2 . . 1-81. . 1-82 será a soma dos casos dzib Figs. representados na Fig.com uiii gradiente térmico A: = i. (igital S variaç4.1.0.uma apen.i de tempzrztili-s atuante no centro de gravidade da seç%&) longo de toda a selão . A partir do esquema da Fig.107E2 obtendo-se. 1-82. Fig. sem variação de temperatura no centro de gravidade.

como não há variação de temperatura no centro de gravidade. não haverá variação no comprimento das barras da estrutura e.t .2. obtendo-se as expressões dos momentos de engastamento perfeito seguintes. C 1 9 Fig. 1-84). 1-84 .. do interior em relação ao exterior). bastará que conheçamos os momentos de engastamento perfeito emvigas retas biengastadas ou engastadas e apoiadas. Estes casos podem ser tabelados com simplicidade para barras com inércia constante (trata-se de resolução de vigas hiperestáticas bastante simples para uma variação de temperatura At = ri . 1-82. 1-82 Fig. 1-83 a) Efeitos de. submetidas apenas a um gradiente térmico A i = ti .Af (com tp = 0) No caso da Fig.O metodo das deformaç6es Fig. para conhecermos os efeitos provocados por esta parcela de solicitaçáo no sistema principal (indicado na Fig.I.

AI. das barras 1 e 2. I. a partir da origem o (que coincide. 1-82. 1-86 (barra engastada e rotulada): Os sinais destes momentos obedecem à convenção de sinais da Fig. 1-18 e os sentidos indicados nas Figs. 1-85 (barra bieiigastada). 1-85 Para o caso da Fig.. = atgl. MA = -Mo = Me EJLY(ti . o problema está resolvido. tirando-se por 1 e 2 perpendiculares.3. inversos). as mesmas terão variações de comprimento iguais a Al. :@C>1: . a posição do n o C niudará.t e ) h Fig.50 Cursa de análise estrutural Para 11 caso da Fig. 1-87 (supondo tg > 0) marcamos. 1-86 Coihecidos os efeitos { l i i A t } do agente solicitante externo no sistema principal. com isto. que não introduzirá esforços no sistema principal da Fig. 1-87 riaçáo de temperatura). b maçio de cada barra tem duas componentes: uma a i a 1 (que é a variação de comprimento provocada pela vaFig. 11. 1-86 (pois a extremidade C das barras n%o está impedida de se deslocar. apenas está impedida de g k r . e AI. respectivamente às barras 1 e 2. como há variação de temperatura n o centro de gravidade das barras. Vol. e a Al. podendo ser obtida por um williot traçado da mesma maneira como definimos no item 3 do Cap. Para a obtenção do williot que está traçado na Fig. 1-85 e 1-86 estão indicados supondo-se Ar > O (caso contrário serão. pelo emprego da expresszo {A4 b) Efeitos de tg (com At = = -[O]-' { b t ~ r l 0) No caso da Fig. A análise do wiüiot nos mostra que a deforO. evidentemente. do nosso Curso. = otgl. as variações de comprimento Al. a. com os apoios A e B). ficando completo o williot. Fig. obtemos c. sendo C obtidos os pontos 1 e 2. no caso.

ficando resolvido o problema pela expressão I I {Ai} = -[Pl-' {flirxl Observapio .Podeinos resolver diretamente o problema conjunto da variação de temperatura (Ar t te) bastaiido somar os efeitos das 2 parcelas no sistema principal. em relação a do dia da execução. 1-89 . A : A Conhecidos os deslocamentos ortogonais rcciprocos. dados pelas expressões 11.9. Sabe-se quc possui seção retangular de 0.-. C I Fig. mais vantajoso. portanto.= ? c ) . Ex. um deslocamento ortogonal recíproco e que provocará o aparecimento de momentos dc cngastamenlo perfeito. obtemos o vctor {oirs}.t] {Ai} = -[O]-' foi!} Este procedimento será. evidentemente.1.7 a 11. 142. sendo. 1.s r de altura e que tem EJa = 10-' tm2/'C. coiiformc o caso (iio exemplo da Fig.9 . 1-88 para a variação de temperatura nela indicada.I I O m6todo das deformações 51 devido à presença da cliapa I ) e outra perpendicular i barra. tcnios ~ C = ! e o. a partir do qual o problema é resolvido pela expressão {oii] {oi. para todas n as barras. I I Os exemplos seguintes esclarecem.Resolver a estrutura da Fig. pois faremos as operações matriciais de uma única vez. o que nos conduzirá ao vrtor = t {oirg}.

= atgl.) _ - -8 Fii. com t. conforme a expressão (1. Efeitos no sistema principal a) Variação de temperatura a.s Para a barra 2 : Mc = -MB = -8 mt r a. At = ti . = t180a AIl = atgl. temos: 1. Temos então.M. Sistema principal 2.t . os seguintes momentos de engastamento perfeito: Para a barra 1: MA = -MC = EJa(ri h . = t 3 0 0 a . 1-92 . as barras sofrerão alongamentos iguais a Ai. 1-93. 1-91 .1.8 m t 0.r. = +3O0C.2.M r E . 1-89. . = O Temos.17). e os seguintes deslocamentos Fig.te = -40°C.52 Curso de análise estrutural Sendo a decoinposiçáo da variação de temperatura a indicada na Fig.10-' (-40) = . do wiüiot daortogonais recíprocos: A -4bh -4 I B I Fig. com At = O Devido a rg = +30°C.

= -= 6 1. 1-95.2. 1-93 Os momentos de engastamento perfeito serão. a.= 1. = 16 Fig. Efeitos totais da variação de temperatura Serão obtidos somando-se os efeitos das Figs. o que torna negativo o valor do deslocamento ortogonal reciproco. Para a barra 2: PCB = 2. c 240 ru 1 AI. b Fig. b) Rotação .) = -[P]-' {&I. = Para a barra 2: k2 = J 60 -= -= 10 11 6 J 60 . Temos: {A. = 0. temos: Para a barra I: k . então. obtemos O. 1-94. Trabalhando com rigidez relativa e arbitrando J = 60. ela subiu em relação à esquerda. o esquema da Fig. 1-95 .a). Temos. entáo: 6EJp Para a barra 1: MA Para a barra 2: MB = = MC = - IZ - 6EJ(-240a) l2 = -4mt MC = 0. O.O método das deformações Para a barra 1: p c . conforme a convenção apresentada em 3. = 180ru "00~ 2. Obtemos.. 1-92. obtendo. entáo: {&j= {-4).Mi 3. chegando-se aos valores indicados na Fig. 10 A partir do esquema da Fig. no caso: .A. = -240a (considerando-se C a extremidade direita. a. 1-91 e 1-92.3. Cálculo de A.

Efeitos finais Sendo os efcitos finais dados por E = E. 1. Fig. 1-99. Sistema principal Em se tratando de uma estrutura com duas deslocabilidades internas Irotaçóes dos nós D e E ) e externamente indeslocável. 1-100.10 .I -_ -.. a partir dos monicntos finais indicados na Fig.. Fig. E dado: EJa = 10-' tm2/"C. 1-98 - D M T (em mt). . 1-97._ . da Fig. 1-100 .. ein mt. Ex._.25E1.. ~-"i I I ._ .54 Curso de análise estrutural 4.. 1-98. se a mesma for submetida a um aumento uniforme de temperatura de 20°C.Obter o diagrama de nioincntos fletores para a estrutura da Fig. temos. Fig. + 0. o sistema principal é o da Fig. Temos: 1. o diagrama de momentos fletores. 1-99 I I ._. para todas as barras.

um de seus lugares geométricos será uma reta horizontal partindo da origem o). no qual os pontos foram obtidos na d. caso coiiietido. 1 . = tZOOa.1 0 1 Wüiiot.) Assim. ordem e . é dado + por 7 d e não por 2 e . não seria difícil verificar o engano. Al. na horizontal. (Aliês.O metodo das deformaçóes 2. por exeniplo. 1-101. = t 1 6 0 a . (barra DE). a. = Al. = AI. pois 2: e o desloca4 mento axial da barra e. riiirica pr>deria ser coiifundido com o deslocamento ortogunal recíproco 70. a (notar que. f: d. .= A16 = t 1 2 0 a . A/. s6 podendo se deslocar portanto. + Para a barra 2: PDE = 7d = 0 Para a barra 3: ~ F E 3 4 : t 2 1 3 a = Para a barra 4: PDB = 4 d = O . = AI. temos: AI. pois o wiiiiot partiu de e para d e não de d para c. na leitiira dos desIorainci%rúsortogonai recíprocos. A partir do wiiliot da Fig.. Efeitos no sistema principal a) Variação de temperatura Sendo as variaçóes de comprimento das barras Ali = atgli = t 20aIj. deve ser respeitada a ordern do t r a p d o do wii:iot. o deslocainento+ortogonal recíproco da barra L. + Para a barra 5 : PEB = 5 e = O + Para a barra 6: p ~ = 65 = t1600i c Para a barra 7: PJ-C = 7 f = + 267 a (Os sinais dos deslocamentos ortogonais recíprocos são dados obedecendo-se i convenção de se considerar positiva uma descida da extremidade da direita da barra em relaçào à extremidade da esquerda. como A é um apoio vertical do I ? gênero. conio o williot foi traçado na ordeni e. obtemos os seguintes deslocamentos ortogonais recíprocos: Para a barra 1: p n =~ Ia = -120a (a extremidade da esquerda desceu em relação à da direita) + Fip.) Note o leitor que.

.X .+ 3 X 2133 = Para a barra 3: ME = - P - 64 Para a barra 6: ME =-- 3EJp P = + 3 X 16 = +.1 2 0 4 = P 64 ~ E J P.65 Fig.3EJ ( .+ 1. então: 3EJp Para a barra I: Mo = -.5 $= 2.5 Fig. 1-104 - M.10 Vem: 012= + 1. 1-103 - M. temos: c .= '-4 8 3 24 Pata a barra6: k' .33 Fig...: Temos: Para a barra 2: k . = + 10. temos: para a barra 1: k .25 ^m iy +2 Para a barra 2: k .33 = = -0.56 +2. Vem. 24 ~ +3 ++1.. . = 8 = 3 Para a barra 4: k .25 Paraa barra3: k ' . = 3 3 24 2. 5 6 Blo Bzo O +1.X . Trabalhando com rigidez relativa e arbitrando J = 24. 1-102 - Mt b) Rotaçáo A..5 p..2.33 mt 36 Para a barra 7: MC = MF = 0. então: 24 =6= 4 Oil = +9.= 3 6-4 6 24 Para a barra 5: k -. pois a barra 6 bi-rotulada A partir do esquema da Fig.66 Curso de analise estrutural Os momentos de engastamento perfeito são.-.4 5. 1-102. c) Rotação A.25 PZI .

+ - Fig. EJ = 2 X 1 0 4 b 2(para todo o quadro) . nos moldes do que foi feito para o estudo de recalques de apoio em estmturas indeslocáveis (pois. Efeitos finais 0 momentos finais nas extremidades das barras são dados por: M = M . para as primeiras. 1 105 - Fig. náo havendo. quando impomos as deformações A i no sistema principal. de cima para baixo associado a um recalque horizontal de mesmo valor da esquerda para a direita. 1-106 6. 6 exatamente dar à estrutura do sistema principal um recalque de apoio). Cálculo das incógnitas A partu de A = - i i0. Os exemplos seguintes esclarecerão. da Fig. então.O mhtodo das deformqões 3. Este problema será resolvido pelo traçado de um williot. APLICAÇÁO AS ESTRUTURAS COM DESLOCABILIDADES EXTERNAS A única diferença das estruturas externamente' deslocáveis para as extemamente indeslocáveis está no fato de que.233M2 e estão indicados (em mt) na Fig.098M1 0. 1-11 . Ex. a partir da qual foi obtido o diagrama de momentos fletores.33J“ ootemos 4.Obter os diagramas de momentos fletores para o quadro da Fig. 1-106. s + 0. nem todas seráo rotações. 1-107 devido a cada um dAs seguintes agentes: a) carregamento indicado b) recalque de apoio D de 1 cm. qualquer conceito teórico a adicionar. em mt. 1-105. impor um deslocamento a um apoio do I ? gênero adicionado B estrutura. pois algumas serão deslocamentos lineares para os quais precisamos conhecer que deslocamentos ortogonais recíprocos aparecerão neste sistema principal. para torná-la externamente indeslocável.65J 12.

indicamos o sentido que consideraremos positivo para forças e deslocamentos lineares horizontais do nó E. 1-107 a) Kesoluçio para o carregamento externo I . por hf8 = + +LX h' . 1-108.+9 int. Assim sendo.t " ' .Curso de análise estrutural Fig. Efeitos no sistema principal a) Carregamento exteriio Aplicando o carregamento esterno no sistema principal. teremos o funcionamento da barra BC como engastada e apoiada. ~1u9~ 17. que é a rotaçao do nó B e uma deslocabilidade exteriia.51 I '8 Fig.) 2. que é o deslocamento horizontal da barra BC' (Já que 4 iiecessátio colocar um apoio horizontal em B ou C para tornar estes 116s linearmente indeslocáveis). 1-1 09 . o sistema principal é o da Fig. (Nesta figura. Sistema principal O qiiadro possui uma deslocabilidade iiiterna. aparecendo em B um momento dado pela Tabela 1.

i 6 ao ~6dilii p5giiiaI. eiitáo: a2. 1-1 10 f4. 1-1 11. tal que EJA. foram obtidas a partir dos esqtiemas da Fig. Prla incsma rarza. 1-108). 1-1 10.O mbtodo das deformações 59 Devido a este funcioiiamento. a matriz 1191 rija sriiiltrica Ivlr na Obs. Temos. aparecerio reações verticais em B e C que se traiisniitiráo dirctainente aos apoios A e D.conforme iridica a Fig.1.51 As reaçòes de apoio. "lsto conespotide 3 tcrmas arbitrado um valor r i o i~nitirio u a Ai. co~ifoime rabcilios. n qicc i: pcrfcip tiimcntr licito. 1-1 12. trabiilharcmas sempre no caro de cslruturas drslocáveis com "gidez absoluta das barras. 2 ciiapa 1. então: PIO = +9 Pzo = O ( I it/rn ? (não existe r e a ~ á o horizontai n o apoio 2) 7. para que. ein torno do nó L: Para a barra 1: Para a harra 2: t0. " = 6 trn2 tenios o apareciiiients dos segiiiiites nis!nentos nas ? barras. a iiui. = + i (sir~alpositivo Pll = +7 confc~r~iie conveiição da Fie. daremos tamhéni ii!n desl<ic~rneritoA2 tal q ~ e MA2 = EJA. coni isto. 4. .5 L t Fig.c. Dando uliia rotaçáo A. Quando formos resolvcr a entriiiiira da sistrnia priticipal para a deslocameiifo &. Temos. Nenhuma reação horizontal 6 despertada nesta fase.57 h) Rotaçáo A . que serão despertadas c que estâo indicadas na Fig.

2'TT----P t Fig. 1-114 (as reaçóes de apoio obtidas do esquema da Fig. a partir de um williot. Para a barra 3: Mc = MD = 0. ao apoio 2.60 Cuno de analise estrutural c) Deslocamento A. permanecendo o esquema a barra e conforme indica horizontal da Fig. a elástica nesta fase. 1-1 13. evidentemente. Cálculo das incógnitas . diretamente. 3. 1-1 15 3. Temos. apenas não o fizemos devido igrande simplicidade geomitrica da estrutura.+ I mt (o sinal é positivo = P 6= porque a extremidade da direita da barra se deslocou de cima para baixo). Estes valores poderiam ser obtidos. 1-1 13 Teremos os seguintes momentos de engastamento perfeito devido a estes deslocamentos ortogonais recíprocos: 6EJA 6 x 6 Para a barra I: MA = MB . 1-1 14 -M2 Fig. pois a barra B bi-rotulada. 1-115). teremos o aparecimento de deslocamentos ortogonais recíprocos de igual valor para as barras 12. entào. tal que EJA2 = 6 tm3. que nos possibilitou esboçar. Dando um deslocamento A. os momentos e reações de apoio indicados na Fig. a partir dos quais podemos escrever: Pi2 = + l P22 = +I13 Fig.

675 X 10-' rad (o sentido correto é o horário) a B 2 x 1o4 h A2 = 2. E.75 M.. Fig. 1 1 16 -M«mcntos finais. basta inultiplicar6 . - Fig. 1-1 I8 . n o sistema principal. 1-109. a partir dos quais temos o diagrama de momentos fletores da Fig. Observaç5es: a) Caso desejemos conhecer os valores reais corretos da rotação do i18 B e do deslocamento liorizontal da barra BC.2.a.O método das deformações 61 4. e A..25 M. Efeitos finais Da expressão M = M o . b) Resolução para os recalques de apoio Bastará determinarmos os efeitos dos recalques de apoio no sistema principal. que leva em conta mos os valores encontrados pelo fator corretivo2ao inves de 1.. da expressão E = E. 1-1 18: Para a barra 1: p 8 = ab = O ~ f Para a barra 2: p c = bc = + I cm ~ Para a barra 3 : pco = d? = . + 6. o fato de termos arbitrado A .. por procedimento análogo ao adutado no Exemplo 1-3 deste capitiilo.I cm C f 0.25E.025 mm (da esquerda para a direita) Abarci BC = b) As reaçõès de apoio finais podem ser obtidas oii pelo emprego do princípio da superposiçào de efeitos. 1-116. 1-117.. Os recalques dc apoio acarretam o aparecimento. indicados ria Fig. 1-117 -D. lcrnmtl. Assim. iguais a 2 X 104' temos: A I = -0. E. já que a matriz [li] está conhecida do item anterior.75E2 (estando E. rcp:eseritados nas Figs. 1-11 1 e 1-1 14) oir a partir do diagrama final da Fig.b 1 crn d Fig. 1-1 17. . dos seguintes deslocamentos ortogonais recíprocos obtidos do williot da Fig.2.I.obtemos os momentos finais (em mt) nas extremidades das barras.M. + 6.

. .17 M l t 12. por ser bi-rotulada. 1-120. então. 1-1 20 Fig. 1-12 .67 &r = 0 Fig. o diagrama de momentos fletores 6 o da Fig. para a barra 2: Os efeitos do recalque de apoio no sistema principal são. para a barra 3.4.estão indicados na Fig.5M2.62 Curso de análise estrutural Surgirá momento de engastamento perfeito apenas na barra 2. 1-121. obtidos a partir da expressão A l = M. já que a barra 1 teni pm = O e que. = + 16. obtendo-se: fll. 1-121 Ex. Temos.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro da Fig. para o recalque: Os momentos finais. os da Fig. 1-1 19. Temos. 1-122. entáo. + Fig. não surgem momentos de engastamento perfeito. 1-1 19 - iM.

ticani impedidas as rotações dos nós 4 e E. arbitrando como positivas reações do apoio 2 da esquerda para a direita: Pio = 0 020 = -3 f? .O metodo das deformações Fig. ele será diretamente absorvido neste apoio. a estrutura tem iiriia deslocabilidade. a única deslncabilidade iriterna será a rotação do nó C Exterriameiite. que 6 o deslocarnerito Iiorizontal da barra AO. o sistema principal é o da Fig. Efeitos n o sistema principal a) Carregamento externo Devido ao fato do carregamento exteriio ser constituído por uma única foro ça. 1-123 2. desta forma. Sistema principal Tendo a barra AB inircia iiirii!ita. 1-1 22 I. 1-1 24 . não aparecendo qualquer momento de engastamento perfeito lias barras. Assim sriiilo. Temos então.M o apoio 2 do sistema principal. localizada na linha de ação d o Fig. 1-123 - Fig.

. em torno do nó C.nz . é fácil ver. Com isto. que EJA. 6 61 6 . . 1-125 não representamos as outras reaçóes de apoio. a partir doesquema da Fig. 1-127.. da esquerda para a 6 direita. surgindo em suas extremidades momentos iguais a MA = MC = Mg = 6EJa. no sistema principal. que ela dependerá apenas dos momentos existentes na barra 1.). IZ - Fig. ' h Fig. = 6 tm'.1 mt.. 1-125 - Ml Para a obtenção de P. temos o. 1-1 26: A lt 821 = + 1 d (Na Fig. ao apoio 2 tal que W A 2= 6 tm3. teremos: + 213t .. tal . já que serão desprovidas de significado maior para nós. no caso. que 6 a reação horizontal despertada no apoio 2 pela rotação A . 1-127 2 +l A reação no apoio 2. x = MD = p: 4mr C Fig. 3 e 4 momentos iguais a tt -I4 conforme indica a Fig. . função dos momentos atuantes nas barras 1 e 2 valerá: ') = 213 t. imposta à estrutura. 1-126 1 . Dando-se um deslocamento horizontal A. conforme indica a Fig. Assim. Dando uma rotacão A . à chapa 1 . 1-125.) c) Deslocamento A.64 Curso de analise estrutural 2 +2 b) Rotação A . 1 . para as barras 1. apenas as barras 1 e 2 terão deslocamentes ortogonais recíprocos iguais a (+A. surgem. obtendo-se. = +12.

F .F.s X I O ~ I m . t.M . 1-129. dados por M = M o . devido à presença da mola.M. (em mt) Ex. 1-132.O metodo das deiormapaes 3. Assim sendo. 1-130 .D. este nó se deslocará). A mola tem constante k = 0.M. .. a partir da qual obteve-se o diagrama final da Fig. Sistema principal A viga possui uma deslocabilidade interna. 1-131 1. que tem rigidez constante igual a 103tm2.1-129 i Fig.Obter os diagramas solicitantes e as reaçóes de apoio para a viga da Fig. o sistema principal é o indicado na Fig. Fig. e uma deslocabilidade externa. 1-131. que 6 a rotação do nó E. estão indicados 7 7 na Fig. 1-130. que 6 o deslocamento vertical do mesmo nó (já que. 1-13 . Efeitos finais 3 36 Os momentos finais. Cálculo das incógnitas 4.

1-133. 1-133.Cuno de analise estrutural Fig. obtemos os momentos de engastamento Mo e as reaçóes de apoio indicadas na Fig. 1-1 32 2.3.2. .1 e 1-133. Efeitos no sistcma principal a) Carregamento externo Superpondo os efeitos do carregamento atuante nas barras& e BC coma do carregamento atuante no balanço. a partir das quais temos: 813 = -1 f120 = -1 1. conforme indicam as Figs.25 (arbitramos como positivo o sentido de cima para baixo).

a*. Tcnios 1-131: 3 partir do esqiienii u '2. bcni como para garantir a simetria da matriz 12 101.4 X 4 .3 mt .iri à direita). 1-135. No caso. os monieiitos: Para a barra 1: 4 .6X4. eiitZo.-y 1.-. = -A2 ( a esquerda desceu ein relac.iii. 4 Para a barra 2: 3 X 4 K' .ipen.. .. = t 4 . = sureirâo do nó LI. : +i2 extiemidadc da dircit~i ia dcsccu em relaçã» i da esquerda) e a barra 2 iiin dcslocameiito ortogonal reciprocci p.il ia! q u c i::ii. 1-1 35 . = +7 t0. Assim. 4+2 3 = iiii = &.c tirite cxcniplo.ibailiar ram rigidez absoliita a fiin de evitar possíveis rrror devidos à amisrào da fator (4L') ris culisiders$ia ila influéncia <Ia niola. temos os seguintes momentos de engastamerito perfeito: Para a barra 1 : MA = M8 = 6EJ(+A2) .+ ] .3 W A ' .947 2 7 *-- -- . I -.7% I 0. . conrornir vercrnos no iteni ?. i: ai.19t Fig. I Dando ao apoio 7 um deslocaii. .is para auxiliar os dlciilos. que inos mostra ter a l>arra 1 sofrido uiii deslucaineiitti urtogoiiil rccipruço p .75 4 7' -i 3 r .5 1: 42 3EJ'J(-Ad --3.to 4..mt Para a barra 2: hfB = 1: 42 Valor arbitrado . obtenios a elástica da Fiip.M.O metodo das deformações 67 Daiido uriia rotação AI i cliapa I do sisieiiia prinrip. 1-1 36 Fig.iiiisrlhávrl tr.. tal que L I A 2 = 514. 2. - 0.nlt ...L 2 4 1 2 da Fig.

1-139. no sentido do deslocamento imposto (isto é. =-= Temos. = +0.7Si. obtidas da mesma expressão.1 +9. então.94 t 2 = 2.136: P. para baixo). pois: V = I V* I + I I = 0. 1-138 Fig. também.27E. . a partir da Fig. 1-138. t 3.5 + 1.94t (para baixo) v.90E2.s = = 0. Cálculo das incógnitas 4. F para baixo.0. estão indicadas na Fig.75 P22 = 2 9 4 3. As reaçóes de apoio.94t. EJ A reação final no apoio 2 valerá.1 Fig.68 Curso de análise estrutural v . ==e que vale F = kA2 = -~ 4k 2t. 1-1 39 . 1.19t vc = L= (para cima) 4 '2') + Ao valor da reação de apoio VB. obtemos os momentos finais nos nós (em mt) indicados na Fig.. estando o diagrama de momentos fletores correspondente desenhado em 1-139. . = (I9' + 4 o 75 0.75 t (para cima) 4 = 0.7E -6& 93 m . Devido aos momentos de engastamento perfeito aparecerá0 as reaçóes 1. ter sido obtidas empregando-se o mesmo tipo de procedimento do Exemplo 1-3:) 9 3 rnt . Efeitos finai A partir da expressão E = E . temos que somar a força despertada na 4 mola por lhe termos imposto um deslocamento A.31 i ffl. (Poderiam.

a barra AB funcionará como biengastada. Sistema principal A grelha possui três deslocabilidades: duas internas. = 1O4tma e 1.5 X l@trnz.6 X 10-3 = 7.o metodo das deformações 69 Observações: a) O deslocamento vertical da mola será dado por y s = 4 4 =-A X 3 9 = 1 5. evidentemente. surgindo em A e em .cujasbarras têm EJ 1.6 mm (para baixo) EJ b) A reação na mola 6 vale. Assim sendo. e uma externa. confirmando o valor da Fig. 1-141. bem corno para os deslocamentos verticais e reaçôes verticais do apoio 3. que 6 o deslocamento vertical dii nó E. Efeitos no sistema principal a) Carregamento externo Nesta fase.Resolver a greiha da Fig. A. indicamos os sentidos que arbitramos como positivos. Fe = kya = 0. que sáo as componentes da rotação do nó B em tomo de dois eixos ortogonais pertencentes ao plano da grelha. Na mesma figura. O A.5 X lo3 X X 15. 1-139. para rotagóes e momentos em torno dos eixos r e y . o sistema principal é indicado na Fig. 1-14 GJt = . 1-141 2. O 3 Pig.8t. I-140. a3 Ex.

então: - B momentos de engastamento perfeito. temns o aparecimento dos seguintes momentos no nó B. a partir do qual vêm: o. para a barra 2.= 4 mt - 2 Bio = -6 Fig.70 Curso de análise estrutural 3 X 42 12 e cujos sentidos sc encontram indicados na Fig. Temos. para a barra 1. 1-143 . = 4 X 1 0 . de módulo igual a . 1-142 . 13vdslor escolhido arbitrariamentç." = 40mt 4 1. 1-142. no sistema principal Para a barra 1: M =--Para a barra 2: T =--1. = O = +I5 15t 15t Fig. = 40 + 15 = t 5 5 $21 O.Mo. a obtemos o esquema da Fig. . T . _ Levando em conta que.. tsc = -1. .= 6 t. 12 - + 4 X 1 0 4 X 4 X 1 0 . t ~ = +I12 e. aparccerá 4 x 3 uma reaçao de apoio igual a .. No apoio 3.3 rad 1 3 . i-143.5 X 104 X 4 X 10-3 = +15ilit 4 GJtA..T o Dando à chapa I do sistema principal uma rotaçáo A. vi-anil" apenas a trabulhwinos com niimcros dc mcrma urdiin de grandeza ein todo o pr<iblciiia. V .

1-145 Obtemos. de uma extremidade em relação à outra. então: pi3 = t 1 5 Fig. nas extremidades das harras 1 e 2. 1-145 - M3. surgirao. momeiitos de engastamento perfeito de módulos 6EJA3 . devido ao deslocamento ortogonal recíproco A. a partir do qual podeiiios escrever: piz = 0 p2. 1-143.O m6todo das deformações 71 Impondo à chapa 2 do sistema priiicipal uma rotação A? = 4 X 10-3rad.6 X 10" X 4 X 10-3 = 15 mt =4 IZ 42 e cujos sentidos estão indicados na Fig. por analogia com o caso da Fig. T3 . 1-144. = X 10-'m. teinos. o esquema da Fig.= 40 t 15 = 55 = -15 Impondo ao apoio 3 do sistema principai um deslocaiiiento A.

Efeitos finais Da expressão E = E.18E2 + 0.07E.0.9 rnt 0. 1-147. obtemos os momentos finais atuantes nas extremidades das barras.64E. Cálculo das incógnitas -15 4.. .9 rnt Fig. itidicados na Fig. 1-147 . que nos conduzem aos diagramas de momentos fletores e torçores da Fig. 1-146.72 Curso de análise estrutural 3. 0. 1-146 Fig. + 0.

Assim. 1-149. os casos de estruturas planas e o a~sunto. exceto o deslocamento vertical.se. leitor sinta alguma dificuldade.5 do Cap.1 . a resolução da parcela sim6trica do carregamento recairá na resolução da estrutura da Fig. não voltando a apresentar Abordaremos. então.2e 1-148. 1-148. sugerimos o a leitura do i e 2. Vai.1. sabemos que o nó C (interceptado pelo eixo de simetria) náo terá deslocamento horizontal nem rotaçãõ. apenas seu deslocamento vertical.1 1-148. Empregando o artifício do arranjo de cargas. Vol. de nosso Curso.3.1 . SIMPLIFICACÃO PARA O CASO DE ESTRUTURAS ELÁSTICA E GEOMETRICAMENTE SIMETRICAS As id6ias básicas para estas simplificaç6es já foram apresentadas e discutidas em detalhe no item correspondente do Cap. 1-148. em algum ponto da exposi~áo.Caso em que o eixo de simetria intercepta um nó da estrutura Seja a estrutura da Fig. em que o vínculo existente em C impede todas as componentes de deformação. Trata. 11. 1-148.2 Fig. elástica e geometricamente simétrica.Estruturas planas 7. de uma estrutura com duas deslocabi14caso. 11. I1 de nosso Curso. existindo. 1-148. 7.2. 1-148 Analisemos cada um dos dois casos: a) Carregamento simétrico Para o caso da Fig.2. de modo que tiraremos partido destas conclusões. separadamente. tm .1. ll. submetida ao carregamento indicado.'~ grelhas.O método das deformaçaes 73 7. o carregamento pode ser decomposto nas parcelas simktrica e anti-simétrica dasFigs.

1-149 Observuçãu: Note o leitor que.3 o seu sistema principal para resolução pelo método das deformações.ddes. Fig. 1-150. Assim sendo.1-149. 1-150 Sistema principal para o mitodo da? deformações.uma interna. seria indiferente resolver a estrutura simplificada da Fig.1 -. 1-149. para o m6todo das defoi- myi<. serido indeslocável tambkm). 1-1 50.3 Estruturasiinitrica coin car. isto é.1 1-150. 1-148. que é o deslocamento vertical de C (basta ver que.2 1-150.Simplificaqão devida 2 antircgainonlo anti-simétrico. sendo portanto.3 S~stemaprincipal vida à simeiria. que é a rotação do nó 6 e uma externa. acrescentarido um apoio vertical do I? gsnero em C. pois os pontos A e C serào engastes e o ponto B estará ligado por duas barras a estes dois pontos indeslocáveis.f-* 1-149. b) Carregamento anti-simétrico Para o caso da Fig. mento. dado pela Fig. adicioiiando-se-llie um apoio horizontal do 10 género.óss. já que. assim. 1-149. n o caso da parcela simétrica do carrega.2 pelo método das forças ou das deformações. .3 (notar que. "'1 A 1 . 1-150. pois que ela é duas vezes hiperestatica e tem duas deslocabilid. simetria. o n ó C funciona como engastado).74 Curso de analise estrutural lidades . 1-149.3. a estriitura ficaré indeslocável. em qiidlquer dos dois irrétodos teríamos duas incógnitas a determinar. a resolução da parcela ariti-simétrica do carregamento recairá na resolução da estrutura da Fig. Fig. o sistema principal para resolução pelo método das deformaçóes é o da Fig. n o sistema principal. então ela ficará indeslocável).2: que possui duas deslocabilidades .2 -S~mplifica<ãodr.E$trutura simétricd com carregamctiro s i mgtrica.uma interna (rotação do nó B ) e uma externa (deslocamento horizontal de C. sabemos que no rió C só não possuirá deslocamento vertical.

o carregamento pode ser decomposto nas parcelas simétrica e anti-simétricas das Figs. podem ser resolvidas a partir dos esquemas das Figs. submetida ao carregamento indicado. a resolução da parcela anti-simétrica seria mais vantajosa se feita pelo método das forças pois a estmtura da Fig. pelo método das forças). conforme vimos no Vol. No caso de querermos Icvá-Ia cin conta.4 que. I I Empregando o artifício do arranjo de cargas. . 1-150. I1 do nosso Curso. ertamos desprcrando a deformação da barra central devida ao esfarfo normal.5.2 e 1-151.O metodo das deformações 75 Observapo: No caso.2 é uma só vez hiperestática (uma incógnita. 1-1 51.3 e 1-151.2 - Caso em que o eixo de simetria intercepta completamente uma barra da estrutura Seja a estmtura. esta simplifica~ãopara o carregamento simétrico. 1-1 51.1. agiríamos conforme indicado no item 9 deste capitulo. 1-151. da Fig. elástica e geometricamente simétrica.1. I I 7. ao passo que tem duas deslocabilidades (duas incógnitas pelo inétodo das deformações).

1-152.3 .76 Curso de analise estmtural Observação: Notar que.1.Caso em que o eixo dc simetria intercepta uma única seçáo de uma barra Seja resolver o quadro elástico e geometricamente simétrico tia Fig. para a resoluçáo da parte simétrica do carregamento. teremos a resolver os casos das Figs.1. seria indiferente o emprego de qualquer um dos dois métodos hiperestátikos. teremos uma única incógnita pelo método das deformações (rotação do nó E ) e que.2 e 1-152. para a parcela anti-simétrica. 1-152 a) Carregamento simétrico F . que analisaremos separadamente: Fig.3. o emprego do método das deformações é de todo vantajoso (pois a mesma é três vezes hiperestática). pois a estrutura possui duas deslocabilidades internas e uma externa (rotações dos nós B e C e deslocamento horizontal de B 16). 1-151. na resolução da parcela simétrica do carregamento. no caso. pois a estrutura da Fig. Decompondo o carregamento atuante em suas parcelas simétrica e antisimétrica. naresolução da parcela anti-simétrica. 1-1 52. Assim.1-193 i .5 e também três vezes hiperestática. ao passo que. 7. teremos três incógnitas.

que as rotações dos nós A e B serão simétricas. 1-153. teremos a resolver o caso indicado na Fig. indicada na Fig. 1-1 5 3.1. temos a resolver uma estrutura com duas deslocabüidades internas (rotaçaes dos nós A e B) e uma deslocabilidade externa (deslocamento horizontal da barra Ai?).2. Assim. conforine indicado nas Figs.O método das deformacoes 77 ! I I I Para a parcela simétrica do carregamento. F . sabemos que a barra AB não possuirá deslocamento horizontal (de modo que a deslocabilidade externa não se manifestará) e sabenios. ou seja. também.3. definiremos rigidez de simetria k. de uma bana biengastada. (Os sentidos dos momentos MA e MB são. elasticamente simétrica. aos momentos (simétricos) que devemos aplicar em suas extremidades para que as mesmas tenham rotações unitárias (simétricas).f ) = = = KB(l-t). de modo que se constituirão numa mesma incógnita. Dentro da sistemática do método das deformações quando formos impor a rotação A. uma viga biengastada submetida a recalques angulares unitários simétricos. em suas extremidades. impostas.~ A B K A KA(I . devido à simetria existente.6. . obtemos. os mesmos das rotações A. 1-153. unitária ao sistema principal. denominaremos aos momentos MA e ME de rigidez de simetria da barra AB (por analogia com as condições de definição de rigidez de uma barra num nó). 1-153. Desta forma.3 a 1-153. evidentemente. no caso.~ B A K B KB . a partir dos conceitos de rigidez e coeficiente de transmissão: ).) Como demos rotaçaes unitárias simétricas às extremidades da barra AB. o sistema principal para resolução da estrutura pelo método das deformações é o indicado na Fig.1-153 i Empregando o princípio 'da superposição de efeitos. ) a determinar. havendo então uma única incógnita ( A . entretanto. Como a barra é elasticamente simétrica (KA = KB e tAB = ~ B A podemos escrever que: IMAI = I B = KA MI .

teremos uma só equação). + 1-154. no sistema principal.. a resolução do caso da Fig. já que sabemos que os valores dos momentos atuantes serão simétricos em relação ao eixo de simetria da estrutura (pela convenção de sinais que adotamos para momentos de engastamento perfeito.1 será imediata e poderemos trabalhar com apenas metade da estrutura no estudo dos efeitos no sistema principal. eng.2) e (1. os momentos simétricos terão sinais opostos). O Exemplo 1. no caso de simetria. ext.16 esclarecerá. que será dada pela relação: No caso particular da barra possuir inércia J constante. 1-154. qualquer que reja a lei de variação (simétrica) de inércia da barra. levando em conta (1.20) Analogamente ao que Fiemos anteriormente. = 1 (Fig. temos.supusemos positivo o sentido da rotação unitária imposta ao nó A ) . .t ) " (1.1) e pelas rotações simétricas A. a partir dos quais torna-se imediata a formulaçáo das equaçóes de compatibilidade estática que resolvem o problema (no caso. 1.1 . 1-154.3): 2 EJ K. 1-153. i7~xpressão válida.2 .19) No caso particular da barra possuir inércia constante J. definiremos aqui o conceito de rigidez relativa da simetria k.78 Curso de análise estrutural Assim: K.Mo Fig. A Fig.2 - Mi (Fig. peri. = 1 (1.154 1-154. provocados pelo carregamento externo carr. = K (1 .. 1-154 indica os efeitos. ficaremos com Com a introdução do conceito de rigidez de simetria dé uma barra.

teremos a resolver o problema da Fig. (No caso do apoio horizontal que seria necessário adicionar à estrutura para impedir a deslocabilidade linear da barra AB. 1-1 55 No caso da parcela anti-simétrica do carregamento.2. seja também explorada a anti-simetria existente.4 Fig. então.1 1-155.1. 1-1 56. unitária ao sistema principal. como a deslocabiiidade linear da barra AB irá se manifestar e levando em conta. quando formos impor a rotação A. antf-simétricos. 1-156.O método das deformações b) Carregamento anti-simétrico 1-155.1 1-156. vem: = = MA=MB=KA(l+t)=K~(l+t) . 1-155. ainda.) Dentro da sistemática do método das deformações. 1-156 e levando em conta que devido i simetria elástica da harrn temos: KA = KB e t * ~ t g ~ t . no caso. 1-156 Empregando o princípio da superposição de efeitos. a fim de que A2 também seja anti-simétrico e que.2 1-156. duas incógnitas a determinar.3 1-156. em suas extremidades. preferimos subdividi-lo em dois apoios. conforme indicado na Fig. um em cada extremidade da barra. desta forma. ou seja. obtemos o sistema principal da Fig. havendo. uma viga biengastada submetida a recalques angulares unitários.2 Fig. que as rotações dos nós A e B serão anti-simétricas.

temos.8) e (1. A Fig.14). a resolução do caso da Fig. M .2 Ml Fig.2) e (1. ' 9 ~ f e i t o s z obtidos levando crn conta as cxprcssões (I.7). elasticamente simétrica.23) No caso particular da barra possuir inércia constante J .3 - M2 19 Expressáo vilida para qualqucr lei de variação (simétrica] de inércia da barra. sendo possível (analogamente ao caso do carregamento simétrico) trabaihar com apenas metade da estrutura para o estudo dos efeitos no sistema principal (já que sabemos que os mesmos são anti-simétricos). provocados pelo carregamento externo e pelas deformações antisimétricas unitárias A I e A2.3): Também aqui definiremos rigidez relativa de anti-simetria k a . 1-155.1 será imediata. definkemos rigidez de anti-simetria K . a partir dos quais podemos facilmente formular as equações de compatibilidade estática que resolverão o problema. obtendo No caso particular da barra possuir inércia constante J. ficaremos com Com a introdução do conceito da rigidez de anti-simetria de uma barra.Mo I8 1-157. aos momentos (anti-simétricus) que devemos aplicar em suas extremidades para que as mesmas tenham rotações unitárias (anti-simétricas). = K (1 + t) l8 (1. (1. 1-157. de uma barra biengastada. 1-157 - 1-157. o que faremos da mesma forma utilizada para os outros casos. levando em conta (1.80 Curso de analise estrutural Analogamente ao que fizemos no caso de simetria.1 . Assim: K . 1-157 indica os efeitos no sistema principal.

1.2. As parcelas simétrica e pnti-simétrica do carregamento teriam os sistemas principais e hiperestáticos indicados nas Figs. e que mostram ser. Este tipo de análise deve ser sempre feito. conduz à resolução de uma parcela do carregamento por um método hiperestático e. 1-159. da outra parcela. & S m - ~ B m & S r n ~ S m ~ Fig. respectivamente.Obter o diagrama de momentos fletores.1 el-158. no caso.Hiperestátiços para 1-158. mais vantajoso resolver a parte simétrica do carregamento pelo método das deformaçóes e a parte anti-simétrica pelo método das forças. caso fôssemos resolver o mesmo problema empregando o método das forças. Comparemos com o número de incógnitas. pelo outro (dizemos. 1-158 carrcgarnçnfoiuiti-sirn6trico. Ex. 1-158. da Fig. 1-152. no sentido de minimizar o trabalho de resoluçáo da estrutura. a resolução da parcela simétrica do carregamento apresenta uma única incógnita e a da parcela anti-simétrica do carregamento apresenta duas incógnitas. no caso da estrutura da Fig.1 . Fig.Hipcrcstáticos para czrregamento simétTiio. pelo método das deformações. 1-159 .O mdtodo das deformações 81 O Exemplo 1. solicitado simetricamente.15 . que estamos resolvendo a estrutura pelo método misto). quando tal ocorre.21 esclarecerá Observaçrío: Notar que.1-158. muitas vezes.2 .1. as reaçóes de apoio e o diagrama de esforços normais para o quadro simétrico.

2 .2.82 Curso de análise estrutural I. cujo sisteina principal está indicado em 1-160. o que o tornaria contra-indicado. ainda.161 . inúrncro de incógnitas seria 6 . 2 X 6' 12 obtendo-se. 1-160. for~as.1. o . a estrutura a resolver é a da Fig. Efeitos no sistema principal a) Carregamento externo Os momentos de engastamento per. 1-160.2 prlo método da. a presença da barra vertical LHC impede o deslocamento vertical dos nós L e H (desprezado o trabalho desta barra ao esforço normal). Sistenia principal Como. se fõsscmos resolver a estrutura da Fig. feito valem: Na barra FG: M~=+---- 8 62 = tgrnt . = t . as deslocabilidades lineares das duas barras horizontais não se manifestam e como. a partir da Fig. Na barra KL: MK = -M/. no caso.Sistcma principal 2. devido i simetria existente. Fig. 1-161: ilio = +9. Fig.l - Lstrtitiirc ii rrsolver. 1.Mo ilao = f 6 'O~atar que.= +61nt. 1-1 h0 1-160. 20 I-lb0.

75E.S 3. . 1-164. . que nos conduz aos diagramas de momentos fletores. a partir dos quais podemos montar o esquema da Fig. os seguintes momentos em torno deste nó: +6 + .3 X (2 X 24) 4 6 Na barra AF: = 6 mt = k = 24 4 6 mt Fig. obtemos c) Rotação A2 Devido à rotação A*. 1-165. temos. 1-166 e 1-167.I I O rnéiodo das deforrnaees 1 b) Rotação A . Trabalhando com rigidez relativa e arbitrando J . 1-162 .M .M2 = 0 flZ2 = t12. de esforços normais e i s reações de apoio dados nas Figs. temos os seguintes momentos em torno do nó K: Na barra KG: w I A Fig.48E2 obtemos os momentos finais (em mt) nas extremidades das barras.0. 1-162.0. 1-163 nos fornece: I 812 Fig.6 I I I I I I Na barra FG: k'=. . Efeitos finais Da expressão E = E. devido à rotaçáo A l imposta ao n6 F. = 24. 1-163 . A partir da Fig. Cálculo das incógnitas 4. indicados na Fig.

1-164 - Momentos fuiais.Fig. 1-165 . 1-166 - DMF (em mt) e reações de apoio.A n á l i ~ rdo comportamento de cada barra da estrutura Fig. 2 tim Fig. .

para a barra AB. a mesma inércia. todas. 1-168 1. 1.0 b e r o diagrama de momentos fletores para o quadro simétrico da Fig. 1-168. D F Fig. Fig.I O mhtodo das deformações I Fig. sabemos que as deslocabilidades Lineares das barras horizontais não se irão manifestar e que podemos trabalhar com metadc da estrutura. 1-169 .DEN (em t ) Ex. 1-167 . o sistema principal é o da Fig. cujas barras tém. Assim seiido. 1-169. tendo o n o D o comportamento de um engaste e. deveiido ser usado o conceito de rigide~de simetria definido neste item. Sistema principal Levando em conta a simetria do carregamento.16 .

Fig. = +12 b) Rotação A. 1-1 70: Pio = +6. devidos à rotação A I com valor: .M I A partir da Fig.Mo Temos. p2. teremos. devido à rotação A. 1-1 72 - Ma .Curso de análise estrutural 2. 1-170 . temos: Pll L321 = = 12 +2 c) Rotação A. 1-1 7 1 . os seguintes momentos em torno do nó A : Na barra AB: Fig. CF e CD de momentos em torno do nó C . a partir do esquema da Fig. Ainda trabalhando com rigidez relativa. temos o aparecimento nas barras CA. Arbitrando J = 24 e trabalhando com rigidez relativa.. 1-171. Efeitos no sistema principal a) Carregamento externo Os momentos de engastamento perfeito valem: Para a barra AB: Para a barra CD: Fig.

2. 1-174 - DMI. = +2 1 3.17 . 1-175.O metodo das deformaçõss Na barra AC: Temos: 5 . 1-174. Cálculo das incógnitas 4.0.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro fechado de inércia constante da Fig.107M1 . 1-1 75 . submetido ao carregamento auto-eqiiilibrado indicado. Efeitos finais A partir dos momentos finais nas extremidades das barras (M = Mo . 1-173 . obtivemos o diagrama de momentos fletores da Fig. Fig.Momentos finair (em mtl. Fig. 1-173 (em mt). (eni mil. Fig.36M2) indicados na Fig. Ex. 1.

4' 12 - 12 42 = -1. 1-1 78 .33 int A partir do esquema da Fig. trabalhando com rigidez relativa e arbitrando J = 24 Na barra . 1-1 7 7 . do caso estudado no item 7.1.3 deste capitulo). sendo o sistema principal. 1-177.A R : L 2 lnt Fig. 1 'i k .67 h) Rotaçáo A. então.Mo 2 nf. o da Fig. temos os seguintes momentos em torno do nó A . 2. 1-176.88 Curso de análise estrutural 1. = -.M . portanto.. podemos resolver apenas 114 da estrutura. =-X 2 6 . Efeitos no sistema principal a) Carregamento externo Temos os seguintes momentos de engastamento perfeito: Barra AB: Barra AD: Fig. temos: pio = +1. Sistema principal Explorando a dupla simetria existente (na qual cada eixo de simetria intercepta as barras numa seção. I)evido à rotação A I . em se tratando.

Fig. a partir dos quais obtivemos o diagrama de momentos fletores da Fig.=+3mt 4 Temos. = -0.33M1 Fig. 1-181. Cálculo da incógnita Temos: 1.67 + 5A. 1-479 .O m6todo das deformações Na barra AD: ks=-X 2 1 24 . 1-180. 1. submetido ao carregamento indicado. Fig.M = Mo . 1-179 indica os momentos finais atuantes.0.33 4. A.Obter o diagrama de momentos fletores e as reaçks de apoio para o quadro elasticamente simétrico da Fig.18 . então: !ill= + 5 3. 1-181 . = O . Ex. 1-180 . Efeitos finais A Fig.DMF (em mt).

1-182.2 Carr. 2'Dcsprr~andose a dcforma~ãoda estrutura devida a este esforfo normal . pois.2) não contribuirá para o trabalho 2 flexão da estrutura. 1-182.1. notamos que a parcela simétrica (Fig. 1-183. anti-simétrim Como.3 (estrutura simétrica com carregamento anti-simétrico.1 . em que o eixo de simetria se confunde com uma das barras) que recairá. 1-183. decompondo seu carregamento nas parcelas simétrica e anti-simétrica obtemos os casos das Figs. conforme abordamos no item 7.3 (em que temos a resolver um quadro simétrico com carregamento anti-simétrico). simétrico Fig.1. o caso da Fig.é simétrica.3 Carr." Resta-nos resolver. 1-183. na resolução da estrutura da Fig. 1-182. ainda.2 (onde aparecerão apenas esforços normais na barra DE) e 1-183. a estrutura da Fig.90 CUFJO analise estrutural de Decompondo. conforme indica a Fig.182. pois provocará apenas o aparecimento de um esforço normal de compressáo igual a P na barra DEF.2 deste capítulo. o carregamento atuante em suas parcelas simétrica e anti-simétrica. 1-182 1. 1-182.

3. podemos obter imediatamente o diagrama de momentos fletores e as reações de apoio pedidas. . 1-184.2. 1-185.2. 1-1 83 Finalmente. 1-1 84 1-184.1 Fig.O método das deformações Fig. que é isostática. indicados na Fig. o caso da Fig. 1-183.2 Da Fig. se simplificará para a resolução da estrutura da Fig. 1-184. 1-184. lembrando que na seçáo média da barra DE só existirá esforço cortante.

desta forma. 1-186 1. Fig. não se manifestará a deslocabilidade horizontal da barra DEF. 1-185 Ex. E e F são indeslocáveis linearmente. 1. 1-186.19 . a indeslocabilidade Linear do nó G (por estar ligado a dois pontos indeslocáveis D e F) e. Sistema principal Devido à simetria existente. cujas barras têm as inércias indicadas na figurá (em m4). com o que podemos afirmar que os nós D.Obter o diagrama de momentosfletores para o quadro simétrico da Fig. cujo sistema principal está indicado em 1-188. Isto acarreta.Curso de anãlise estrutural Fig. . 1-187. então. a estrutura a resolver se simplifica para a da Fig.

1-189: oi0 = +12 b) Rotação A Trabalhando com rigidez relativa e multiplicando as inércias por 103.a fim de facilitar os cálculos. : Na barra DG: Fig. 1-190. 1-1 88 . vem = +5 . temos em torno do nó D. Fig. 1-189 .Estrutura a resolver. 1-187 . os seguintes momentos devidos à rotação A. 1-190 .hf1 Na barra AD: Na barra DE: k=.Siatcrna principal.O mbtodo das deformações Fig. 2. = 1 X 12= 12 = 12 mt Fig. Efeito no sistema principal a) Carregamento externo Devido ao carregamento externo temos. da Fig. no sistema principal: M D = -Mc.J 1 = - 24 = 2 m t 12 Da Fig.M o Temos. então.

Fig. ntS. a partir do qual obtivemos o diagrama final.4M1 estáo indicados na Fig. em mt.4 4. da Fig.2. 1-191 (em mt). Cálculo da incógnita Temos: 12 + SAI = O : AI = -2. Efeitos finais Os momentos fuiais M = Mo .3. 1-192. 1-191 .

1-194.2 mm Barra 2: A1.Obter os diagramas de momentos fletores para o quadro da Fig. devemos ter em mente este Ultimo resultado. 4. 1-193 1. 1-20 . É dado o coeficiente de dilatação linear a do material: a = 10-~/Oc a) Aumcnto de 30°C O X +8-+-sm+ Fig. Efeitos no sistema principal a) Aumento de temperatura Devido ao aumento de temperatura. 1-195.d da Fig.Williot -Escala 1:O. de cima para baixo. dados por: Fig. B ? 10-' X 30 X 10 = 3 mm = Para o traçado do williot. cujo material tem E = = 2 X 106t/m2 provocados por: a) aumento uniforme de 30 "C b) recalque do apoio B de 1 cm. Sistema principal I Devido à simetria existente. cujo sistema principal é o da Fig. = d t 1 2 = 10-' X 30 X 10 = 3 mm Barra BE: A l m = ~ A . que o ponto E subirá 3 mm. 2. as barras aumentarão seus comprimentos dos valores seguintes: Barra 1: Al. a estrutura a resolver é a da Fig.196 . do qual obtemos os deslocamentos ortogonais recíprocos das extremidades das barras 1 e 2. Desta forma.I O m6todo das deformações 95 I Ex. 1-193. ou seja. = aArli = 10" X 3 0 X 4 = 1. fica determinado o williot 2. 0 . 1-196.l. 1.

. temos Pir = -9 b) Rotação A. Caculo da incógnita temos: A. Trabalhando com rigidez relativa e multiplicando as in6rcias por 10" temos em tomo do nó D. os seguintes momentos: J Para a barra 1 : k =-=-=5 1. 1-197.25 Fig. 1-200 - (DMF)t. 3.9. 1-200. = 3. Efeitos finais devidos à temperatura Da expressão M = Mt + 2.mp.M. = --. 1-199 Fig.?I.ti. . obtemos os momentos finais nas extremidades das barras (em mt) dados na Fig. 1-199.76 M.ra. 1-198 Mi 4. a partir dos quais temos o diagrama de momentos fletores (em mt) da Fig. devido à rotação A i . Fig.. 1-197 .-= . 1-198.r.76 Fig.62& 11 - 3925 2.oo Pii +0. vemp.25 mt 1 4 J 20 ParaabarraZ:k=-=-=2mt 1 10 Da Fig..Os momentos de engastamento perfeito provocados são: = -9 mt Para a barra 2:MD =ME = O A partir do esquema da Fig.

. 2. então. 1-202 . Efeitos no sistema principal Como continuamos a ter. obtidos da expressão M = M. vcin: = + l . 1-195. estão indicados na Fig.25 cm ~ I I Fig. traçamos o williot da Fig.l 1 I I i O método das deformafles b) Recalque vertical de apoio em B 1.Williot (Esc: I : 1) Os momentos de engastamento perfeito provocados são: Para a barra 2: Mg =ME= 6 X 2X 1 0 6 x 20X 10-3X 1. Obtemos. obtido lembrando-se que o nó E teri um deslocamento vertical igual ao recalque vertical de B (1 cm de cima para baixo).-sirnùolizando os efeitos do recaique de apoio iio sistema principal.1 Fig.585M. 1-201. 1-201 . 02 deslocamentos ortogonais recíprocos. 325 _ .25X 1 0 . .0. dados por: PD* = ad = -0. e basta então estudarmos os efeitos do recalque de apoio no sistema principal. Clculo da incógnita l O novo valor da incógnita A. AI = --= r O.. uma situação de simetria o sistema principal ainda 6 o da Fig.9 28. deste wiliiot.. da qual se obtem o diagrama de momentos fletores (em int) da Fig.2 = + 3 0 m t 1o2 oir Da Vig. Efeitos finais Os momentos finais. será.0.M. neste caso. 1-203.585 3. Para tal. 1-204.75 cm * p D = ed = + 1. I-202.

c) Resolver a estrutura para as parcelas simetrica e anti-simétrica do' carregamento. 1-206. empregando em cada caso o método hiperestático.Curso de análise estrutural Fig. 1-20) Fig.22 Fig. considerando os carregamentos parciais do item a e supondo que se vá resolver a estrutura pelo metodo das forças e das deformaçóes. . respectivamente. 1-21 . d) Desenhar o diagrama de momentos fletores final.(DMF)reialqiie Ex. 1-204 . enunciado deste problema nada mais é da que o roteiro que se deve empregar na resolução de uma estrutura elástica e geomeiricamente simétrica. respectivamente. que requerer a determinação de um menor número de incógnitas. b) Mostrar como ficam.Para a estrutura elástica e geometricamente simétrica da Fig. pedem-se: a) Decompor o carregamento em suas parcelas simétrica e anti-simétrica. as matrizes de flexibilidade e de rigidez da estrutura. 1-205. 1-205 a) A decomposição do carregamento em suas parcelas simétrica e anti-simétrica é imediata e está indicada na Fig.

1 -1-207. 1-207. os Iiiperestáticos para as parcelas simétrica e anti-simktrica do carregamento seriam. coiiduzindo a uma matriz de flexibilidade [SI da forma: 1-207. os indicados nas Figs. respectivamente.) Para a resoluçáo pelo método das deformaçóes.2 . trabalhará exclusivamente ao esforço normal.2.1 e 1-207. Fig. por estar descarregada. 1-207. 1-208. da Fig. os sistemas principais e incógnitas para as parcelas simétrica e anti-simétrica do carregamento são O s indicados nas Figs.1. respectivamente.2.2 Fig. 1-207 L (Observação: Notar que a barra bi-rotulada AB. simbolizado pelo hiperestático X.1 e 1-208.Parcela simétrica.1 / O metodo das deformaçóes 1-206. conduzindo a uma matriz de rigidez [P] da forma: i . 1-206 b) Supondo que fôssemos resolver a estrutura pelo método das forças.

Carregamento externo ' [ São os seguintes os momentos de engastarnento perfeito: 1 X 6' Barra AC: Mc = +---= 8 +4. concluimos da conveniêricia de resolver a parcela simétrica do carregamento (Fig. 1-209 do 8 1 X 6' Barra CE:Mg = . em cada caso.1) Parcela simétrica do carregamento (Fig.1O0 Curso de anAlise estrutural Da análise feita neste item b.5 nit Fig.3) pelo método das forças. teremos apenas uma incógnita a determinar. temos: 1 . Resolverido pelo iiiétodo das deformaçóes.1 2. 1-209.2) pelo método das deformaçòes e a parcela anti-simetrica (Fig. 1-206. 1-208. temos: Pio= +7.A f C = I2 A partir da Fig.1 . Efeitos no sistema principal 2.lc =- 8 4 =-xi2-+ílmt = - = + 3 mt . Sistema principal Dado ria Fig.5 Barra CD: h. c) ResoluçZo da estrutura para as parcelas simgtrica e anti-simetrica do carregamento: c.2). 1-206. 1-206. pois.

5 =tlmt Na barra CE: k =c -= 2 mt = I' 1 6 Do esquema da Fig. = 12.2 . Fig. 1-21 1 .O mlitodo das deformaç6es 2. temos os seguintes momentos em tomo do nó C devidos à rotação A1: +1. obtemos: P l l =+4. 1-212. 1-211.1.Ml 4. 1-210. Cálculo da incógnita Pii 1-210 .Rotação AI Trabalhando com rigidez relativa e arbitrando J . Efeitos fmais A partir dos mòmentos finais atuantes nos nós M& = Mg .67Ml indicados na Fig.5 3. obtemos o diagrama de momentos fletores da Fig.

2. 1-207.M: Fig. 1-206. = 36 X 7 4.2) Parcela anti-simétrica do carregamento (Fig. Resolveiido pelo método das forças. 1-215.3). = +6 5.6.102 Curso de análise estrutural c. temos: 1. 1-214 .M4 3. Equação de compatibilidade e hiperestático Temos: -36 X 42 + 36 X 7 X.. = .6. . Diagrama de momentos fletores Da expressão Mmt = M: + 6M4. Sistema principal 'e hiperestático Dados na Fig.36 X 42 EJ. Cáiculo dos EJc6 Temos: EJ.2. = O : X. Diagramas no sistema principal 2.1 M o Fig. 1-213 . obtemos o diagrama de momentos fletores da Fig.

caso desejássemos resolver a parcela anti-simktrica do carregamento também pelo método das deformações. Fig. 1-208..R. temos: 1.2. 1-216 - Mfi. 2.[(rrn mt). Sistema principal Indicado na Fig. . Figs. mostraremos como se chegaria às equaçóes de compatibilidade estática.2 Fig. Efeitos no sistema principal 1-217. 1-216. Observação: Apenas a título de ilustração. 1-217 - Mo. 1-212 (Mh) e 1-215 ( .O metodo das deformacões d) Diagrama final O diagrama de momentos fletores final M será a soma dos diagramas das M. ] obtendo-se aquele representado na Fig. Empregando-se o roteiro do m6tod0.

tal que EJ. = obtendo: Do esquema da Fig.5 (Supusemos positivos os deslocamentoslineares da esquerda para a direita.2 Deslocamento A.2). para a parcela anti-simétrica do carregamento.3 . 1-21 7. obtemos k 2 =+ I . = 2. temos um deslocamento ortogonal reciproco p ~ c + A 2 para a barra AC. temos os momentos de engastamento perfeito da Fig. = Para a barra Para a barra = ao sistema principal um deslocamento A . = 72.1 . = . = . p . O .A.75 L 640. R .) - Impondo ao sistema principal um deslocamento A.Deslocamento A . =+6 Fig. 1-218. . e analisando o comportamento de cada barra no sistema principal (o que está feito na Fig. obtemos: filo -2.M2.1 Carregamento externo Levando em conta que.1. Impondo &A.A. .25 Om = -6. 2. 1-218 . = 72. 1-217.104 Curso de análise estrutural - 2. t1. tal que EJ. temos os deslocamentos ortogonais recíprocos seguintes: AC: pca = -A3 CE: p c ~ + A .

p 3 3 = 5. 1-220.i I O mbtodo das deformacões 1 1 Obtemos.. 1-219. 0% = + 6 . Impondo ao sistema principal uma rotação A.1 . 1-219 - M3. _ I D2.3.c A q .= -6 mt Ac2 6EJ A = t 1 2 mt Para a barra CE: MC = ME = + CE2 Do esquema da Fig.4 .3 X 7 2 Mc = . Do esquema da Fig.+ 3 6 m t AC 6 Para a barra CD: ) A Mc = t ~ E ( ~ J c . = EJcA2 = 7 2 . tal que EJ. vem: .Rotação A. vem: = t 6 . então: 3EJ A Para a barra AC: MC = . R3 2. em torno do nó C.12~X 7 2 = +72 mt CD 12 Para a barra CE..oa3 = t 6 I I 1 Fig. os momentos: = Para a barra AC: 3 U. = EJcA. obtemos. 0 4 4 = + 156 .--.A.

que pode ser decomposto nas parcelas simétrica e anti-simetnca das Figs. seguiríamos a marcha habitual do método das deformações.2 e 1-221. {r.. ate a obtenção do diagrama de momentos fletores (que. 1-221. 1-220 . 1-221 . no caso).3.2.] [-i -a I. evidentemente.Grelhas 7.1 . Analisemos cada caso em separado.} {!) .R4 O sistema de equações de compatibilidade estática será então: + = Resolvido o sistema.Caso em que o eixo de simetria intercepta um nó da greiha Seja a grelha elástica e geometricamente simétrica da Fig. 7.Curso de análise estrutural Fig. l . 1-215.M4. seria o da Fig. respectivamente.2 . situada num plano horizontalxy e submetida ao carregamento indicado.

Cmrpaiin<a Ymitnca 1-222. 1-222. náo terá rotação em tomo do eixo x .x (devido i anti-simetria existente. conforme indica a Fig. comportando-se o nó S neste sistema principal como um engaste.3. se anularão) permanecenklo existentes sua rotação em tomo do eixo y . só terá rotação em torno d o eixo x .3 (o n ó s comporta-se. a seção S.O método das deformações 107 I a) Carregamento sim6trico Devido à simetria existente.amento vertical nem rotaçáo em tomo do eixo y . 1-222.x e y . no sistema principal. 1-222 b) Carregamento anti-sim6trico Para o carregamento anti-sim6trico da Fig.3 . não existirá desloc. As incógnitas serão as rotaçóes dos nós B e S em tomo do eixo y -y. agora.S I S I E ~ I~"Eipal.3. Fig. .1 . o nó S (situado na seção de simetria). Assim. Assim.y). a rotaçáo do nó B em tomo do eixo x . & e L221. c"-. provocadas-pelos carregamentos atuantes à esquerda e à direita. o sistema principal para resolução da estrutura pelo método das deformações é o indicado na Fig. 1-221. 1-223.x (pois as tendências de rotaçáo. como engaste) e as incógnitas são as rotações do nó B em tomo dos eixos x . 1-222.DlCocmn+~ d l E ( o ~ b smC.y .y e seu deslocamento vertical (perpendicular ao plano da grelha). o deslocamento vertical deste nó B e a rotação do nó S em tomo do eixo x .2 .2. 1-223.x e os deslocamentos verticais dos nós B e S.x . conforme indica a Fig.2. o sistema principal para resolução da estrutura pelo método das deformações é o indicado na Fig.

x.3). b) Notar. 1-224.2.3 1-221. -. o úiiico víriculo que precisamos acrescentar à seçáo S para toriiá-lu um engaste no caso da aiiti-simetria. ---. .3. Analisemos cada um destes dois últimos casos em separado: a) Carregamento simgtrico 1-225. respectivamente. foram a chapa 1 e apoio do I'? g6iiero 2 (impedindo as duas coniponentes de deformação da seção S neste caso. neste caso.2 e 1-224. das Figs. v-. perpendicular ao plano .--v L-224. 7.3) os vínculos acresceiitados.1.Caso em que o eixo de simetria intercepta completamente uma barra da grelha Y-.2 e 1-211.3.x (úiiica comporiente de deformação existente. n o sistema principal (Fig. que são a rotaçáo eni torno do eixo . L-223. a vantagem do emprego do artifício do arranjo de cargas.1 . situada num plano horizontal .2 .2 - Sistema principal Fig.v e o deslocamento linear na direção v z). foi a chapa I . 1-224. 1-225.1 lia resolução das grelhas 5 e 4 vezes deslocáveis. 3 X.Curso de análise estrutural Obseriiac8rs: a) Notar bem que.Carregamento simétrico.' -. ainda. v e submetida ao carregamento indicado. 1-225 . 1-221. inipedindo siia rotaçáo em torno do eixo x . Para o caso da simetria (Fig.-v X --v . para toriiar à seçao S um engaste. 1-227. ~ y que pode ser decomposto nas parcelas simétrica e anti-simétrica das Figs.1 I' r-22L2 Seja resolver a grelha elástica e geometricamente simétrica da Fig. na seção SI. 1-221. que subdividiu o traballio de resolução da grelha 9 vezes deslocável da Fig..

I 1 O método das deformações 109 Conforme já comentamos para o caso do item anterior (Fig. é o da Fig. 1-222. cliamamos a atenção do leitor para a conveiiiência d o emprego do artifício do arranjo de cargas às grellias simétricas. Fig. a resoliiçáo da grelha 9 vezes deslocável da Fig. o sistema princi- I I I pal.x permanecendo existentes sua rotaçáo em t o m o do eixo y .1 recaiu na resolução de duas grelhas . 1-227.2 Sistrni~ principal Pelas mesmas raz6es já apontadas no caso da Fig.v-y q8 . 1-224. 1-227.2. cujo carregamento pode sér decomposto nas parcelas simétrica e anti-sim8trica das Figs.uina com 5 dnlocabilidades (Fig. 1-224.1 Carrepamento anti-siml'trico.2.3.1. 1-226 1-226.Caso em que o eixo de simetria intercepta uma barra da grellia iiuma Única seção 1 I c o caso. a seção S de simetria não terá rotação em tonio do eixo x .2 e 1-227. 1-223.3). por exemplo da grelha da Fig. .FU = z~ = 0. 7. *-" . As incógnitas serão b) Carregamento anti-simétrico 1-226.7) e outra com 4 (Fig. Icv:rndii em conta que @ ' s nitas serão I. 1-225. - e X-X I I I ObservapTo: Mais uma vez. iio caso.-I. respectivamente. .2 (iiotar bem que a barra SE deve ser tomada com a metade de sua in6rcia):nele se comportando a seção S como um eiigasle.2). 1-224.y e seu deslocamento vertical (direção 2): Assim. As incbg- . 1-226.3 . o sistema principal para resolução da parcela simétrica do carregamento é o da Fig.

1-228. do mesmo problema: em ambos os casos temos uma grelha simétrica interceptada pelo eixo de simetria numa única seção S). para o carregamento simétrico da Fig. o emprego do artifício do grupo de incógnitas introduzirá menos incógnitas a determinar. cujas incógnitas a e LI. 1-228. Observações: I) Notar que. neste .1 - Carregamento simétrico. a ) Carregamento simétrico 1-228. aparecerão nas extremidades da barra BC mopentos fletores iguais à sua rigidez de simetria. senão vejamos.. Fig.2 . na fase de obteiiç~odos ereitos rio sistema principal.Sistema principal. 1-227 O problema poderia ser abordado de maneira idsntica à adotada n o item 7. podemos adotar o sistema principal da Fig.Curso de análise estrutural Fig. na realidade.1. pois estamos empregando o artifício do grupo de incógnitas. as deformações da grelha serão simktricas em relação ao eixo de simetria. .2. por exemplo. sistema principal. deveremos impor uma rotaçáo = I aos nós B e Csimultaneamente. determinar são v.2. quando formos estudar a influfncia de 9 = 1. Com isto.1 (pois trata-se.. Entretanto. 1-228 Como sabemos que. 1-228.

pois a rotaçáo relativa por torção de uina extrciiiidade em relação à outra valerá 2 $2 = 2. em B e em C momentos fletores iguais à sua p = 1. 1-229 1-229. como se interceptássemos a barra BC no sistema principal e nele trabalbásseinos com metade da grelha usando. nào aparecerào momentos torçores na barra BC. Ex. sua rigidez de simetria i flexão e rigidez nula i torção. situada rium plano horizontal ABCD e submetida ao carregamento vertical indicado. quando for imposto $2 rão.2 . portanto. em módulo. que quando fizermos = I . qi b) Carregamento anti-simgtrico Por raciocínio inteiramente anáiogo ao empregado para o carregamento simétrico. aparecerigidez de anti-simetria. usando para a barra RC. coino se interceptassemos a barra BC n o sistema pruicipal e nele trabalhásseinos com metade da grelha. portanto. Convém notar. para a barra BC.1 é o indicado na Fig.Sistema pri!icip:il. ainda. pois as rotaç6es de B e C s i o no mesmo sentido.1 mbtodo das deformações 111 2) Notar. de anti-simetria à flexão e o dobro de sua rigidez à torpio. c? = I . na barra BC.1 - rarrcgmxnto anti-sim6trico. sua rigide?. ao sistema principal. Tudo se passará. As barras são perpendiculares entre si e medem: A E = EB = CE = ED = 6 in. 1-229. 1-230. Fig. 1-229. que quando impusermos. 1-22 . Analogamente. ao dobro da rigidez à torção da barra BC. não surgindo nenhuma reação devido a elas. Tudo se passará. As aplicaçóes seguintes esclarecem.2. .Obter os diagramas de momentos fletores e torçores e as reações de apoio para a greiha simétrica da Fig. surgirão. 1-229. lia barra BC. em B e em C momentos torçores iguais. o sistema principal para resolução do carregamento anti-simétrico da Fig. no caso.

faz com que o nó E tenha. Fig.Y = O. impediiido as rotações que sabemos serem iiulas neste nó. 1-231 Fig.M o . A única deslocabilidade do n ó E será. ap:~rccerão.x = pt.Curso de anãlise estrutural I . x Y podemos afirmar que p~ . 1-33?. colocanios um bloco rígido n o nó E. Efeitos no sistema principal A?/ C XD Fig. no sistema principal.. da qual obiemos: p. então. 1-23 1 (neste sistema principal. V. o comportamento de um eiigaste). Este bloco. Sistema priiicipal Devido à dupla simetria existente (em relação aos eixos Y .3 1.y ) .. 1-230 a) Carregamelito externo Aplicaiido o carregamento externo ao sistema principal.lias extreniidades das barras 1 e 2. = -2 X 3 = -6 . 1-232 .x e ii .0s selitidos corretos estào I indicados lia Fig. moI X 6' mentos fielores de niódulo -= I? = 3mt e reações verticais iguais 3 I -. seu deslocameiito vertical. com o que obtemos o sistema principal da Fig.. 2. associado ao apoio do I ? gènero adicional 1.

i 6 2X 3 e reações de apoio verticais iguais a= 11. ). I 3. .. 6 = +4 X 1 = 4 Fig. 1-235. 113 Inipondo um deslocamento vertical A . Cálculo da incógnita Temos: A .iI O m é t o d o das deformações b) Deslocamento A. da qual obtemos. 1-233.= T= i 3 mt.5 E . tal qiic EJA. surgindo em suas extremidades. 1-233 M i . 1-233. 2. com os sentidos indicados na Fig. = I -h+ 1 . = 18. momentos fletores 6EJA 6 X 18 de módulos . 3 e 4 teráo deslocamentos ortogonais reciproci>s iguais a A . conforme indica a Fig. de cima para baixo. . . então: o. as barras 1. 5 = iiii I 1 4. temos os diagramas soiicitantes (em mt) da Fig. + I .. ao nó E. I'. feitos finais A partir dos momentos finais nas extremidades das barras (em mt) e rcaqóes de apoio (em t) indicados n a Fig. 1-234 (obtidos da expressão E = = E.

situada num plano horizontal. Ex.Obter os diagramas de rnuiiientos fletores e torçores para a grelha da Fig. 1-234 - E = E. 1-23 . e cujas barras. 1-236. DMF DMT Fig. .DMF. 1-235 .Curso de análise estrutural Fig.5 E .DMT. perpendiEJ culares entre si. + 1. têm: -= 2 GJ.

o sistema principai 6 o da Fig. para as barras KL e lJ os momentos de engastamento perfeito e as reaçóes de apoio têm os valores indicados na Fig. neste. 1-236 1.2. 1-239.O método das deforma* Fig. a partir da qual podemos escrever: . neste sistema principal. reaçóes e deslocamentos verticais do nó L. 1-237. Assinalamas. no item 7.1-237 i a) Carregamento externo Aplicando o carregamento externo no sistema principal e levando em conta que. Efeitos no sistema principal + 'I ' 0 91ao F . devendo-se.3a deste tópico. trabaihar para as barras interrompidas com sua rigidez de simetria à flexão e sem rigidez à torçáo. 2. 1-238. Sistema principal Levando em conta a dupla simetria existente e a conclusão tirada. os sentidos que consideraremos positivos para momentos e rotações. obtemos os efeitos da Fig.

= 12.a.3.5 Pzo = -3. obtemos os seguintes momentos em torno do nó L: Na barra KL: K'~ = O 23 2EJA 2 X 12 . (Como K e L terào a mesma rotação Ai r iião haverá rotação relativa dr torçàa entre as mesmas.2 m t LD 2I Com isto temos o esquema da Fig.EJAZ 1 2 lX2 3 ..16 mt 3 GI. G tA 1 _L--Na barra LD: KT = .5mt L t3f L L Fig. 1-240.E. do qual obtemos: p.mt Na barra LJ: K. Impondo uma rotaçáo A. =L= LJ 6 4EJAl 4 X 12 Na barra GL: K = -= .4. 1-238 D G Fig.2. b) Rotação A. ao nó L no sistema principal tal que EJA. = 16 + 4 + 2 = 22 P2i = 0 1031 = +8 =ver item 7.O .116 Curso de analise estrutural -- PIO = +4. não será despertado qualquer momento dc tor~ão.) . 1-239 .

1-241. = . ao nó L no sistema principal tal que EJA.= --. 1-240 . Impondo uma rotação A. = .16mt 3 LD = Na barra LJ: K$ A partir do esquema da Fig.Ei c) Rotação A. vem: u . Na barra GL: KT = 3= . = 12.~ O método das deforma~õer Fig.4 int KL 6 O GJ A EJA.X 12 2 Na barra KI. obtemos os seguintes momentos em torno do nó L: 2EJA.= 2mt l2 GL 2 X Z 2X 3 4EJA 4x12 Na barra LD: K =L=-.: K..

Efeitos finais Da expressáo E = .785ó'.118 Curso de análise estrutural d) Deslocamento A3 Dando-se um deslocamento vertical A . as barras ÇL e LD terão deslocamentos ortogonats recíprocos ~guaisa A. = 12. .590E3.32 Fig. 1-244 (em mt)... obtemos os momentos atuantes nas extremidades das barras indicados na Fig. (em mt) a partir da qual podemos traçar os diagramas de momentos fletores e torçores da Fig. + 0. = f8 -8 Fig.715 E . 1-242 - E. 3. + 1. Cálculo das incógnitas Temos: [ ' % -8 3213 -i]' 4. 1-243.8 m t e com os sentidos indicados na iguais a IifiJA = @! GL 1 m 2 .0. da qual obtemos: 4 013 = B. surgindo em suas extremidades momentos fletores de módulos ? h l 2 . 1-242. ao n ó L no sistema principal tal que EJA.

1-243 i 7. .64 / 1.x e y .43 / / Y / I 1-244. para as grellias simelricas com carregamento simétrico. 1-244 240btivemos o DMT completo lembrando que.i O método das deformações F .y ) Pig. o diagrama dc momentos torforesd anti-simétrico.1 - DMT (simétrico rm relaçáa a o s e i x o s x .

1-245. doi coeficientes de transniissão de momentos e dos momcntos de engastamento perfeito destas barras para o carregamento externo atuaiitc. pelo método das deformaçóes.Inercia da barra varia "em saltos" I? o caso. de inercia variável para um recalque angular unitário de seu engaste ou para a atuação do carregamento externo. no caso dc estruturas deslocáveis. 1-245 Ex. pois os mesmos sáo. 1-246 devido ao carregamento atuante.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro da Fig. cuja uiércia é variável. obtidos a partir dos valores da rigidez e dos coeficientes de transmissão de momentos peta emprego das expressóes (I. recai na determina~ãoda rigidez dessas barras eni suas extremidades. 2s~ão citamos a necessidade de obtenção dos momentos de engastamento perfeito Provocados por recalques verticais dos engastes devidos a deslocamentos ortogonais recíprocos. J2 Fig. conlorine esclarece o Exemplo 1-24. evidentemente. da bana Ai3 da Fig.15 A determinação de todos estes valores significará.1 . A obtençáo de rigidez nas extremidades da barra. por exemplo.8) e (1.120 Curso de análise estmtural 8 . .7). imediatamente. coeficientes de transmissão de momentos e moinentos de engastainento perfeito (pelo método das forças) não apresentará maiores problemas. mas mantendo-se constante em cada um dos subtrechos delimitados pelas descontiiiuidades nas suas dimensòes. de estruturas que possuem barras com inercia variável. o que será feito pela aplicação do método das forças.CASO DE BARRAS COM INERCIA VARIÁVEL A resolução. Dividiremos nosso estudo em três casos. abordados a seguir: 8. (1.91. a resolução de uma viga biengastada (ou engastada e rotulada). 1-24 .

1-246 Em se tratando de um quadro com.. M.= t .ó X 1. 1-247 2. = -7.= 3m I.Sistema principal para resoluqão de viga biengastada ABpclo método das f o r p ~ . inicialmente resolver a viga biengastada da Fig. 1-249 e dos diagramas M o . 1-248 i. Efeitos no'sistema principal a) Carregamento externo Para a obtenção dos efeitos do carregamento externo no sistema principal. 1-249 .m 1 1. para a qual. apenas..O metodo das deformações Fig.S. 1-248. 1-250. e M 2 no sistema priiicipal da Fig. uma deslocabilidade interna.5 .= ~. precisamos.X EJc620= 141 vi.5 X 12 (2 X 1 +OS)= x1 t Fig.5X 1 2 X 1 = + 9 2 1 . temos: Fig. obtemos: EJ. a partir do sistema principal e hiperestáticos da Fig.

1-251..54 - .875 X2 = 10. 1-250 Diagr~rnas no sistema prin cipal para a viga AB.1.Curso de analise estrutural Daí vem: L. a partir da qual temos: 0. 1-247. 1-248 são.) + Fig.s As reações de apoio para a viga biengastada da Fig. p.5 . as indicadas na Fig." +2. a partir das quais ficamos em condiçóes de conhecer os efeitos do carregamento externo do quadro n o sistema principal da Fig. representados na Fig. 1-252. então.

1-248 e levando em conta que: ipA = +I ‘CT I I E& 6 EJ. = 0. . 1-254. a fm de conhecermos sua rigidez neste nó.3..22 EJ. sendo I. da mcnto externo no sistema principal da - - Momentos "MO" do carrega- Pig. então. imposta ao sistema principal.22 EJ. temos: e Fig. precisamos resolver a viga biengastada AB da Fig. já em EJc termos de T . bem como o coeficiente de transmissão de momentos do nó A para o nó B. qa = -EJ. e E.73 EJ. Empregando o mesmo sistema pkicipal da Fig.2 e 1-250. no caso.) E. 1-253 para o recalque angular unitário assinalado do engaste A. b) Rotação A. 1-247. . = 1.2. respectivamente.. Para a obtenção dos efeitos da rotação A. sendo E. igual a 6 m). 1-251 - Salu~ão viga AB.O método das deformações 123 Fie 1-252 Fig. = -EJ.1 (ou na Fig.) E. + (1. = Os efeitos finais para a viga biengastada da Fig. 1-253 obtidos de E = (0. dados por 1-250. estão indicados na Fig. 1-254.S. a X. 1-253 Chegando-se.

A.143 M . obtidos de M = Mo . -- 4.38 EJc I e o coeficiente de transmissão de momentos (ta _ B ) d o nó A para o nó B é dado por Mg 2. 3 8 E J c A . 1-247.0. . _ Assim sendo. 1-255 tação .1 1-254. 1-257. da qual obtemos o diagrama de momentos fletores pedido na Fig.38EJc 2. 3.73EJc 0. .4.b7. estamos em condições de conhecer os efeitos provocados no sistema principal da Fig.32 EJ. arbitrando EJ.38 X 12 . obtemos: A .Monicntos pll = 17. = -0.2 Fig.22EJ. K = = 8.54 + 17.73EJC 0.143 Os momentos finais atuantes nas extremidades das barras.94EJC I 1.38 . 1-252 e M.49 EJ. 1-247 pela rotação A .94 =---MA 4.76 m t I 6 Na barra AC: +9 I I 1 Da Fig. 1-254 A rigidez da barra AB em A vale. temos: Fig. 1-256. 1-255. = 12.76A. estão assinalados na Fig. I 7. 4 . 1-255).76 Ai no sistema principal da M l devidos à roFie. Cálculo da incógnita Da equação 2. (Mo estando na Fig. Efeitos finais = 0 . os seguintes momentos em torno do nó A: Na barra AB: 4 .124 Curso de analise estrutural 6 X 0. .O. 12 t 1-254. na Fig. . obtendo-se. então K A = 4.

ao que vimos para o método das forças. 1-258. 1-246 (e que se constitui numa outra forma geral de resolução de estruturas. analogamente. 6 admitir a barra AB subdividida em duas barras AD e DE. cuja lei de variaçáo de in6rcia das barras seja uma variaçáo "em saltos"). 1-256 - Momentos finais. coeficientes de transmissão e momentos de engastamento perfeito para carregamento unifomemente distribuído e para cargas concentradas.1. os valores de rigidez. havendo. por Guldsn.cada uma delas de inércia constante.2. para vigas biengastadas.O mbtodo das deforrnaqães Fig. dentro deste raciocínio. ao inv6s de uma única (no caso de tratarmos AB como uma Única barra). O Único inconveniente desta forma de r$s~lução que. *'~prercntadas. pela primeira vez. 6 suas componentes de deformações passam a ser novas incógnitas pelo m6todo das deformações. de modo que passaremos ao estudo do caso seguinte. com a introdução de um novo nó (Djà estrutura.2 . a ser o da Fig.Inércia da barra variando "em mísula" Este caso. b) Embora tenhamos feito apenas um exemplo de aplicação. portanto ires incógnitas a determinar. 8.julgamos ser o mesmo suficientemente esclarecedor para este primeiro tipo de lei de variação de inércia da barra. conforme mostra a Fig. 1-258. será resolvido com o auxilio de tabelasz6 (Tabelas IV a XV). passando o sistema principal. . que nos fornecem. Observação: a) Uma outra forma de se resolver o exemplo da Fig.

126 TABELA IV .a 2 .Coeticientes ai. 0 Curso de análise estrutural .

O metodo das deformações .

128 TABELA V .Coeficientes Q. 0 . Cuno de analise estrutural &I.

O m6todo dar deformações Voute parabiilica de um r6 lado 129 0 Jmáx 7pm." I 1 L A=: n =- Jmin J máx .

.

- u 2 ....I A B P L A VI1 - Curticiciila\ LL. .. Jmáx .. J ...0 Voute parabólica de ambos os lados h=a Jmáx I n=- .

I :i: I Jmin Jmãx .k2 Voute reta de um r6 lado O Jmgx Jmin 4.132 TABELA VI11 Curso de anãlise estrutural - Coeficientes k i .

O método das deformações .

k2 VmtepambÓlicade um r6 lado J ap . 1 @ Jmin h=? n=- I Jmin .Curso de analise estrutural TABELA IX .Coeficientes k i .

O méiodo das deformações .

= k2 = k Voute reta de ambos os lados H : Jmáx Jmáx M n =.TABELA X - Coeficientes k.q12 12 7 I f L . = k . = .I Jmin =a Jmáx a! 1 L I B O 1 M .M .

.

. M2 = - O ~ m i n4 I p1 E X = I0 Jmin Jmáx 1 . f72 Voute reta de um só lado MI = tQIPI -7hPI O Jmáx ' p a ' h1 2 .. . . ..Curso de análise estrutural TABELA X I I - Corlicientes VI. A I -12 n-- .. .

O método das deformações .

172 (continuação) .Cursa de analise estrutural TABELA XII ..Coeficientes q.

Voute parab6lica de um só lado u2 O Jmáx Mt=+niPi M z = -QPi i S I h =a I : 1p I E '4 a 7 ! I " =- Jmín Jmáx Y .Cocíicicntei 71.O rnbtodo das deforrnacões TABELA XIII .

Curso de analise estrutural TABELA XIII . q 2 (continiiação) .Coeficientes q i .

O método das deformações TABELA X111 .Cocficicniçs v i . q2 íconriniiaqJu) .

= +ViPI M~ = -QPI r a & + I @ ?min @ 2 k ' I I Jmin n =- Jmáx .Curso de analise estrutural TABELA XIV . qz Jmáx M.Coeficientes Voute reta de ambos os lados vi.

O método das deformações 145 TABELA XIV .C'oeficientcs 7 1 .q 2 (continiia~ão) .

. . ..Coeficientes 771. . .. . .Cuno de analise estrutural TABELA XIV .12 .Coeficientes vi. Voute parabólica de ambos os lados 72 I =+qlvl M2 = -72PI MI Jmáx o1 I % n Jmáx -- Jmin Jmáx z . . . qz (continiia@o) TABELA XV .

q l (continiia~ão) 0.O m6mdo dar deformacões TABELA XV .00 073 005 070 007 124 021 116 023 156 046 141 047 165 076 148 074 151 108 142 101 136 136 125 125 108 157 L01 142 076 165 074 148 046 156 047 141 021 124 023 116 005 073 007 070 .50 1.Coeficientes q l .

Curso de análsie estrutural TABELA XV .Coeticierftes v i . q2 (continuação) .

. 1-259.Misitla purabólica simetria.4 . - Jmin . O Jmáx L * Jmáx c*$mB.1 . reservando-se o algarismo 2 para a outra. par. a. O Jmáx kmJmin Jmdx O ! par. e 0.Jrn. 20 grau Jmin 1-259. sempre representada pelo algarismo I. trés coeficientes a . n).Misiila parab5lica asnirniuica. 20 grau 1-259. os valores da rigidez nas extremidades I e Z da barra e o coeficiente de transmissão de momentos ti-2 da extremidade I para a extremidade 2. peta cada par ( h . os argumentos de entrada nas tabelas contiiiuam seiido os parârnetros adimensionais h = -ae I .dos quais obtemos:27 27~or definipio da cm~tnição tabela. Fig. seiido a extremidade da barra com maior inércia. com os tipos de misula da 1:ig. da . 1-259.O método das deformações 149 Os tipos de mísulas estudadas são aquelas cujas leis de variação de altura são as iiidicadas na Fig. para as vigas biengastadas. 1-259 Como no caso do método das forças.3 .Misilla reta siinçtrica. façamos uma descrição sucinta das mesmas: a) Tabelas 1V a VI1 Fornecem.2 . 1-259. Estáo tabelados.Misiila ~ e t a assirn6trica. Antes de entramos na aplicação propriamente dita destas tabelas. 1-259.

obter. f f 2 . os valores de rigidez para mísulas engastadas e apoiadas.(3. Seja determinar a rigidez K . comodamente.. e r. as Tabelas IV a VI1 nos fornecem. pela expressão (1-141. A partir destes valores podemos.z t z . de momentos do nó 2 para o nó 1 pode ser obtido. teriamos fflff2 K . K . diretarnente.) (1-32) ffll Desta forma. da misula da Fig. 1-260. os valores da rigidez para misulas biengastadas. . podemos afirmar que as Tabelas IV a VI1 nos fornecem os valores da rigidez e dos coeficientes de transmissão para misulas com quaisquer condições extremas de apoio. a partir dos valores de K . senão vejamos.~ = K 1 (--I=-l P2 EJmin ( a ..1: 1-260. podemos escrever que (1-31) ff2l Por raciocínio inteiramente análogo.Curso de analise estrutural O coeficiente de transmissão r 2 _ .2 Fig. cheeando-se a: Observafóes: a) Conforme frisamos no início. 1-260 Conforme indica o esquema da Fig. caso 2 fosse a extremidade engastada e 1 a apoiada. = K I . b) Os momentos de engastamento perfeito que precisarão ser calculados. para o caso de estruturas extremamente deslocáveis devido ao deslocamento . no entanto..K I f i .0') K'2 -*(oIa2 . 1-260.

teríamos: IM. para carreeamento de cima para baixo. 1-262.I i.3 Fig. caso a extremidade engastada fosse 2 e I a apoiada. + B IMi I (1-34) I I As aplicações seguintes esclarecerão: ' ' ~ c t a . obtendo-se: 1-262. para niisulas bieiigastadas carregadas com carregamento uniformemente distribuído ou com cargas conceiitradas conforme indica a Fig.1 1-262. 1-26 1 Caso a misula seja engastada e apoiada. se o lado engastada estiver à erqorrda. rendo negativo em caso contrário (lado engastado à direita). e M. 1-262 Por raciocínio inteiramente análogo. I I . 1-261 Fig. = IM2 l . que preferimos escrever uma expressão válida em rnbdulo. a obtençáo do momento de engastamento perfeito pode ser feita a partir da decomposição da Fig. conforme exemplifica a Fig. pois. 1-262.I = IM21 + IM.2 1-262._.O método das deformações 151 ortogonal reciproco das extremidades da barra o serio a partir do cnnliecimento das expressóes (1-271 a (1-311 pelo cniprego das fónnulas gerais (1-7) a (1-9) deduzidas no iiiicio deste capitiilo. o momento de engastamento perfeito será positivo. b) Tabelas VI11 a XI e XII a XV As Tabelas VI11 a X1 e XII a XV nos I«riiecein os momentos de engastamento perfeito M .1.

& = 5. 1-263 para o carregamento indicado. e . o sistema principal k o da Fie..2 que são. 1-25 .1 e 1-265. iiiicialmente.I.= 0..152 Cuno de análise estrutural Ex.I. Sistema principal Em se tratando de um quadro com apenas uma deslocabilidade interna. 1-265. e a barra vertical tem inkrcia que pode ser considerada constante e igual a J. 1-263 1. I '4 I I 9 rn ' L 1 1 I 3m L I L 9 rn 3m Fig.Resolver o quadro da Fig. precisamos.20. 1-264.25 e n == 0. 3 Jc ambas.. 2. Efeitos no sistema principal a) Cai-regamento externo Para conliecerrnos os efeitos do carregamento externo n o sistema principal. rnísulas retas assimétricas com h = . =. obter os momentos de engastamento perfeito para as vigas engastadas e apoiadas das Figs. 12 5Jc . Sabe-se que as barras Iiorizontais são misulas retas assimktricas com J.1.

406. 8 1111 (I. que nos conduz a o.fl .65 a.822) = t 2 3 . pois o lado c n p n s t ~ d uf o d1 crquird. 1-265. 1-367. = 0. a tabela V111 nos fornece: k . da tabela XII. e n t e : M .20: a.190 t Para o caso da Fig.2)m:p 1 X 1 2 (1.= -4i2.48 X 0. 1-266 A obtenção dos coeficientes B e a2se fará da tabela IV.I = IM. = t13. h 12 12 4. para h = 0.822.2. = .0 mt 2 9 ~ caro. 1-265. o sinal será iicgativo.48 = 3. = 4.O método das deforrnacües 153 1-265. eiitão. .1 j 1-265.4 X 12 (0. de acordo com o esquema da Fig. + . o 300i n d t: positivo.2 Fig.12 ~ M . obtendo-se.8. 1-266 q .1. conforme a expressão (1-33): P IM. k2 = 0. os da Fig. 1-265 Para o caso da Fig. = 1.025 Daí vem. que nos fornece.I+-nr2 a2 2 9 = ~ ~ ( +-112) q ii i @ a2 Fig. s .25 e q = 0.48 02 Os efeitos do carregamento externo n o sistema priiicipal sZo. pela expressão (1-33): 3.12 Obtemos.025) = - 10.190 e q2 = 0. pois o I:ido c!igaslado i o da direita.406 + -X 0.i. 4.. obtemos. = 6.

A. 1-269 (em mt). ao nó C.635 =8.mt 1 6 6 LJcA.48 12 (6. tal que EJ. 1-268 .44 Pii 4. .635 M . no sistema principal são.44 mt .4 X 6 Para a barra RD: A l = -. Pig. obtendo-se P. Efeitos finais Da expressão h! = M o . Dando-se uma rotação A .(a1012 . 1-270 (em mt). 1-268. Cálculo da incógnita Temos: A..M o b) Rotaçào A .48 .65 X 012 1 X 4.22mt Os efeitos da rotaçáo A . temos o aparecimeiito dos seguintes momentos em tomo deste 116: 4EJcAl . obtemos os momentos finais indicados na Fig..12') = 2.M l 3.1.Curso de analise estrutural Pig. = 6 tm2. os indicados na Fig. 1-267 . . = . 13.b2) = 4. que conduzem ao diagrama de momentos fletores da Fig.3. Para as barras AB e BC: M . então. = 8.8 =h -= -1.

M = Mo. 1-271 1. o sistema principal é o da Fig. parabólicas com J. Fig. .5 J c . devido à presença da mola). = J . 1-26 . A mola tem k = 103t/m e a viga tem EJc = 104tm2.1.) .O mbtodo das deformações Fig.Obter o diagrama de momentos fletores e as reações de apoio para a viga de inircia variável da Fig. e A.635 M . 1-270 -DMI Ex.. (Assinalamos na figura os sentidos positivos de A . e J. todas. para fins de determinaçáo dos b. Fig.. Assim sendo. 1-27]. cujas misulas são. 1-272. Sistema principal A viga possui duas deslocabiidades: uma interna (rotação do nó B ) e outra externa (deslocamento vertical de B.. 1-269 .

25 e 71 = 0.041 q2 = 0.84mt + q.= 0.A.95. .I. Dando-se uma rotaçào A .041) Daí. para a qual a tabela jJc XV fornece: No ponto 3: q . 12 ii l.a 1 = E X 6..25 e 12 Jc q = .173 q2 = 0. então. V . 1-273. Da tabela Vil. . = 12. = 0.43 = 6. Vem.A.156 Curso de analise estrutural 2. = -M2 = P I ( q : + q:) = PI(q: = 12. b) Rotaçáo A . obtemos os seguintes efeitos no sistema priricipal: b.173 3 I I I I I I I I I I I I I +3m+6m43rn+ Fig.1) Para a barra AB ímisula parabólica simétrica com h = 0. que é uma mísula parabólica simktnca com h = -= 0. 0 = 3. confornie a Fig.20. 1-273 + 0. ao nd B tal que K.20). vem: M .43 mt . Efeitos no sistema principal a) Carregamento externo Basta estudar a viga biengastada da Fig.) = 5 x 12(0. = a .041 Nu ponto 9: q l = 0. os da Fig. temos: a. 1-274 -Mo. 1-275: EJ.43. então. obtendo-se: Fig. = 6. 1-274.173 i Os efeitos do carregamento externo no sistema principal são.

53 Fig.98 mt EJcA. nesta fase.34 l 2 .= = 3.75 X 4. temos: a. 1-277 e que fornecem: pii = 6. para a barra AB. A partir das Figs. 1-275 . o da Fig. O funcionamento da barra BC será. a2 = 4. 1-775 e 1-276. 1-276 .2. eiitão. no sistema principal. Pig. indicados na Fig.77. b. 2 (5.41 P21 = + 0.25 e 7 = 0.34 . = 5.34.75. 1-277 - Mi. obtemos os efeitos da rotação A.O mbtodo das deformações Fig. 0 = 2. eiitáo. a2 1 (ala2 -oZ)= 4.98 = 10. Vem. 1-276. M . Vi .77') = .43 + 3.Efeitos de Ai para a barraBC.Efeitos de A.2) Para a barra BC (mísula parabólica assimétrica coin X = 0.20) Da tabela V.

A .a EJc 1 I I 0 a t . por: PBC .1) Para a barra AB Teremos um deslocamento ortogonal recíproco p ~ a + A 2 .EJc MB=KbX--1 a21 ( a l e 2 0 2 ) X l2 (5. : =EJcb 12 + 0)= 7 + 3. Fig.95) (6. dadas por: 12 103 F=kA2=kX-=-X 12= l ?t. . X -( . dado pela expressão (1-9).Fig. 1-278 a 1-280. . ) = _ 4.77') = . 1-279 . no apoio 2 e na base D da mola. 1 Efeitos de & para a barra AB. 1-280. 1-281 e que fornecem: . por: MA = Mg = PBA ( K A + tg. que provo= cará o aparecimento de monientos M a e MB dados pelas expressões (1-7) e (1-8). E J ~ 104 scndo os sentidos os indicados na Fig. que provocará o aparecimento de um momento MB.( . indicados na Fig. = .86 mt = 12. A. tal que EJcA2 obtemos os seguintes efeitos n o sistema principal: c. 1-280 -Efeitos de F = 1. A partir das Figs.-EJc .A 2 .34.158 Curso de analise estrutural c) Deslocamento A2 Dando-se um deslocamento vertical A . 3- D t Fig.7.33 lmt c. obtemos os efeitos d o deslocametito TIO sistema principal.75 X 4.j K B ) = 0.3) Para a mola Teremos o aparecimento de forças F.)= a.21 A 2 na mola.34 X I 22 I< ..43 12 c.Flriiui iIc A2 para a barra BC. 1-278 - A2 . ao nó B.2) Para a barra BC Teremos um deslocamento ortogona1 reciproco pgc = .0.

. obteinos os iiioinentos e reações de apoio finais da Fig.Efeitos finais Fig.069Ei + 3. 1-282 . . 1-283. 1-283 . Cálculo das incógnitas 4. 1-282. + 1. a partir da qual teiii-se o diagrama de momentos fietores da Fig.230E2. Pig. Efeitos finais Da expressão E = E.O metodo das deformações 3.DMF e reaçòes de apoio.

dos coeficieiites de transiiiissão c dos mnmeiitos de eiigastamento perfeito para a barra. conforme esclarece o exemplo a seguir. O emprego da regra de Sirnpson. válidos todos os coiiceitos fundamentais e a sistemática do método das deftirniaçòes. permanecendo. continuará rccaindo na resoluçio de uma viga Iiiperestática (pelo método das forças). e bij para resoluçao desta viga pelo 1n6todo das (orças devido à variaçào aleatória de inércia. estaríamos admitindo serem peças indeformáveis.CONSIDERAÇÃO DOS EFEITOS DO ESFORÇO NORMAL 9. caso o f~éssemos. n o mais.3 do capítulo l Volunie I1 de nosso Curso resolverá o problema.Quadros com tirantes (ou escoras) No caso de quadros com tirantes (ou escoras). pois. bastando que se siga a metodologia usual do método das deformações.Resolver o quadro atirantado da Fig.Curso d e análise estrutural 8. 1-284. Ex. Nenhum problema maior irá surgir. coiifonnc exposto no itcm 1. a determinaçáo da rigidez lios iiós. 9 . sciido o uriico problema a obteiiçáo dos Si. devido a isto.Inercia da barra varia aleatoriamente Neste caso. 1-284 .~I-27. n o entanto. o que sabemos não ser verdadeiro.1 . não podemos deixar de levar em conta as deformaçóes destes tirantes (ou escoras) devidas ao esforço normal que iráo receber.2.3 .4. sabendo que (EJlquadro X 103tm' = 2 ~ E S = )103t ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ * 4m + + 4m Fig.

sendo. 1-286. 1-286 .4 . 1-286. 1-286. 1 4 2 .3) 11. 1-286. 1 . 1-286. Sistema principal Levando ein conta a simetria existente. concluímos que o nó C não possuirá deslocamento horizontal. 1-286. deveremos resolver a viga engastada e apoiada da Fig.3 .O método das deforma~ões 1 . Fig.5t 1-286. Efeitos no sistema principal a) Carregamento externo Aplicando o carregamento externo no sistema principal. As incógnitas do problema serão. adotando-se o sistcina principal da Fig.1. a rotação e o deslocamento horizontal d o nó i.Efeitos do carregamento externo no sistema principal. para a qual.Solução da viga da Fig.2 e notando-se que o diagramaMo provocado pelo carrcgaiiiento externo no sistema principal é nulo (Fig. no caso. o sistema principal o indicado na Fig. ? 2.1 -Viga a resolver. então. 1-285.2 - Sistema principal adatado.

surgirão. obtendo-se: Fig.3 x 15 Na barra AB: ht' = . ate aqui. Apenas quatido impusemlos ao apoio 7 um deslocamento A .. inipediu o trabalho do tirante. 1-288. entáo. = +15.4. 1-787. = O). R . os da Fig.'. tal que E f A .3 X 15 +9 int Na barra B C M ' = 5 *--_ i. 1-287 - Mo. a partir do qual tem-se: = t24 = -2 I'ig. . Assim. b) Rotaçáo Dandc-se ao nó B uma rotação A. 1-288 . o esqueina da Fig.M I . é qiie i? tirante será posto em carga: é o que sucederá a seguir: . R. Obseri~or. então. o tirante não traballioii.ao:Notar que. os seguintes momentos: . 1-286. impedilido o desloçameiito do nó B. em torlio do nó B. pois a presença do apoio adicional 7 iio sistema principal. os efeitas do carreganiento externo no sistema principal são os indicados na Fig. fiz..162 Curso de análise estrutural concluiinos que o iiiornento de engastainetito perfeito erii B é nulo (pois 6 . Os efeitos finais serio. Obteinos.t151nt = A 3 3 3 E f A .

a 'tr 103x 2 X - 15 Ft.. . dar um deslocamento A.3 x 15 = -5 mt A B ~ E J P C B 3 X 25 . uma força I&- \. temos.= + 3 mt FC 5' Os efeitos do deslocamento A. = + 15.88 t. R 2 Fig. em tomo do nó $. 1-289 - M. sobre o quadro estão estudados. conforme indica a Fig 1-291 Coili isto.O metodo das deformações C) Deslocamento A2 Impondo-se ao apoio 2 um deslocamento A2 tal que W A .55 IID Az = 15 3 Pig. os seguintes momentos devidos a estes deslocamentos ortogonais reciprocas: ~EJPBA = Na barra AB: ME = .. no tirante. 1-290 . igual no caso.1-291 i de traçáo. F .Williot. significa alongar o tirante de 2A. 1-290. = ( 2 A 2 ) .. ao nó B. os seguintes deslocamentos ortogonais recíprocos: 15 pBA = -A2= -EJ 25 PCB=+EJ 4. qual é o comportamento do tirante. a partir do williot da Fig. estará sendo despertada. = 8 'O3= 1. Devido à simplificação de simetria empregada.2 1 2 /' F..Na barra BC: MB = . agora. Surgirão. verifiquenios.

da mesma forma que a empregada neste exemplo. quando atuar a carga de 3 t em C.Calcular que encurtamento deveremos dar ao tirante do Exemplo 1-27 durante a montagem. a partir dos quais fica definido o diagrama de niomentos fletores da Fig. 1-289: fli2= 3 - 3. Observu(. 1-293 - DMI. então. obtemos os momentos e . dai por diante. Ex. . 110 sistema principal estâo. reações de apoio finais indicados na Fig. da direita para a esquerda. Fig. a partir do esquema da Fig. para que. 1-28 . quando tivermos a presença de um tirante (ou escora) iiuni quadro. não existam reações horizontais em A e E. Cálculo das iiicógiii!as 4.üo: Por este exemplo. 1-29?. basta inipedir o deslocainento de suas extremidades no sistema priiicipal. agindo-se.57 t. complctaineiite deterniiiiados e temos. + 0 . 0 3 8 6 . é fácil verificar-se que. + 0. tornando-as iiideslociveis.456 E. Formularemos o problema em termos de calcular qual deve ser o encurtamento 8' a dar ao tirante durante a montagem para que a reação de apoio Iiorizontal em A seja 0. Efeitos finais Da expressão E = E. 1-293. 1-292 Fig.164 Curso de análise estrutural Os efeitos do deslocainento A.

6 cm ao tirante para que a reaçáo horizontal fmal. P12 = f121 = -2. temos. A. A. o. 1-294: S I =O Szenc=+1256' b) Rotação A.016m. do sistema anterior. dispomos de três equações (dua.55 2. e A.. 1. Temos. tendo-se: D. Efeitos no sistema principal a) Encurtamento 6' no tirante Impondo ao tirante um encurtamento S'. entáo: Eliminando. os das Figs. e deslocamento A2 . equaçóes de compatibilidade estática e uma equação dizendo que a reação horizontal'em~deve valer 0.57t.. Efeitos finais Com a atuaçáo conjunta do carregamedto de 3f do encurtamento de . seja nula. = 24. quando atuar o carregamento de 3 t em C. ou seja.. deve ser dado um encurtamento de 1... adotando o mesmo sistema principal do exercício anterior. seu comprimento foi diminuído..1-294 i Os efeitos serão. da Fig. da direita para a esquerda) para determinar as três incógnitas do problema (6'. ele estará tracionado) igual / AI Ft. = 4. 1-288 e 1-289. - 1256' Temos. 3. A.). obtemos: 6' = 0. respectivamente. sucessivamente. Cáiculo do encurtamento 6' Para obtermos o encurtamento 6'. evidentemente. como.O método das deformações 165 Seguindo o roteiro do metodo das deformações. F . nele surgirá uma força de traçáo (pois suas extremidades estão fixas e.

eiitáo.2 . o casa de resoli~ção assini chamadas cslriitiiras siiper-rígidas das '&e para variações do temperatura P recalqt~~s apoio (para as estrilttiras siiper-rígidas. coiiio a reayão horizoiital fiiial é nula. i10 caso.51 = +2t tl. devido a estas deformações os nós B e C terão deslocamentos lineares nas direções das barras neles concorrentes.5t t Fig. 1-295 O b s c r i ~ a ~ a rOs Exemplos 1-27 e 1-28 equivalem ao Exemplo 11-9 do ~: voiunie 11 de nosso Curso. esfor~osnormais coinprcssivos iio quadro e de traçáo (110 tiraiite).% 1.Quadros para os quais desejamos levar em conta as deformações por esforço normd3' Seja o quadro da Fig. independentemente de quaisquer considerações de deslocabilidade extema (pois que o conceito de deslocabilidade extema surgiu da hipótese fundamental feita de que o compriF .1-296 i mento das barras era invariável. também. 1" -2. por termos. 1-294. pois. coisa "caso de barras esbeltas siibmetidm a esforqos normais elevados: caso de barras protendidas.. não temos condiçoes de obter os williots da maneira indicada nos tópicos carrcspondent~sdeste capitialo). O funciiinamento estático será. Como. não existir20 iiioiiieiitos fletores.166 Curso de análise estrutural l . a influência das deformações por esforço normal. excliisiva~ iiielite ao esforçci iiormal. para o qual desejamos levar em conta. o da Fig. N. 1-296. O eshrço normal no tiraiite pode ser deterininado por çonsiderações puramente estáticas. 3 o11 mais barras concorrendo em cada nó. devemos escoiher tirn s i s t e m prirtcipol q u e irnpeça todos as d e f o r m ç á e s dos nós B e C. É. tio caso.(i iniposto ao tirante. isto é. . em geral. para as quais o trabalho elástico ao esfòrço normal pude trr gande infliiência. irá traballiar. imporido-se a condição de momento fletor niilo na rótula C. 9. no seu cálculo pelo metodo das deformaçóes.. S u g e ~ i o a o leitor confrontar os processos de s resolução. o quadro cm da Fig. 1-295 que mostra só existireni.

O exemplo 1-29 esclarece: Obter o diagrama de momentos fletores e as rcaçoes de apoio J para o quadro da Fig. 1-299. todas as suas comporirntes possíveis de dcloriiiaI2ig. para resolver um quadro plano A D levando ein conta as deforiiiações axiais de suas barras.29 - S I . cujas barras tEm = 0. o procedimento adotado na programação para resolii~ão. 110 caso. STRUDL. será seguirmos o roteiro usual d o método das deformações.5 iii2. Este é. (Indicamos. 1-198. Sistema principal No caso da Fig. Ex. 1-297 ção. generalizaiido. Podemos afirmar. Impeditido todas as suas componeiites de deformação. devemos escollier uni sistciiia principal onde estejaiii iiiipedidas para cada iió. [nesta figura. 1-299 321ndependenternente de qiiaisqiier considerações sobre deslocabiüdade externa. e A 3 ) Aii+i ~ . 1. par de estnit~iras pelo método das deformações e conduzili aos já fmosos programas STRESS. obtemos o sistema principal da Fig. o unico nó de quadro que pode se deformar é o nó E . é o da Fig. 3 Assim sendo. cornpiitador. 1-297. aliás. etc. o sistema principal a adotar. 32 No mais. o s sentidos que consideraremos positivos para A. i t 1l Fig. que.O metodo das deformações que não ocorre se levarmos em conta suas deformaçóes por esforço normal). . 1-298.

obtemos o esquema da Fig. neles serão absorvidas. 1-302.168 Curso de análise estrutural 2. no sistema principal. que nos fornece: Pil = 6 t 4 = 10 821 = -1 t l B3." Impondo. como as cargas de 6 t e 10t estão diretamente aplicadas sobre os apoios 2 e 3. = 6. As reaçóes de apoio serão. 1-301 El - c) Deslocamento A2 Impondo.25 +4 - +2 -2. então. Efeitos no sistema principal a) Carregamento externo Aplicando o carregamento externo no sistema principal.1 e 1-302. 1-300. as barras AB e BC terão o comportamento esquematizado nas Figs. uma rotação A.2.6 m t 4 X 6 - 4EJA hf = - A T 4 4EJA. = t2. 4 X 6 = -= 4 int BC 6 A partir desses momentos.25 Fig. temos os seguintes momentos em torno do no B: Na barra AB: Na barra BC: 1b1 = 2= . da qual obtemos: Blo = 0 Bzo = . . 1-301. tal que EJA. 1-300 - 1. no sistema principal. as da Fig. u m deslocamento Az tal que EJAz = 6.6 = -10 b) Rotação A. 2 0 Fig.

--= ? X 1 6 1/31. I Fig..Ez .1.6 ) Bl? 6. = -. isto despertará em suas ESA = ES X 6 extremidades f o r ~ a s e FA dadas por FA = FB = 4 FB AB EJ X 4 6 = 3t.2 O caso da Fig.5 X 4 O caso da Fig. obtendo-se MB = MC == 6EJA2 . 1-302 nos conduz ao esquema da Fig. 1-303 .A . 0. 1-302 1-302. com os sentidos indicados em 1-302.2 é u i n caso clássico de deslocamento ortogonal reciproco ( p = .1 nos mostra uma barra de comprimento AB i qual Foi imposta uma diminuição de comprimento A.6 i . com o que surgirão reaç0es verticais em B e C de mádulos VB = P(. 1-303 do qual obtemos: Fig. 1-301. ) . 1-302. (Os sentidos corretos de momentos e reações estão indicados A Fig.O método das deformações 169 1-302.

Cursa de análise estrutural d ) Deslocamento A3 Para o deslocamento A. Trata-se de um caso inteiramente anáiogo ao da Fig. 1-302 e podemos escrever. 3.+2.25 .E . as barras AB e BC terão o comportamento indicado na Fig.125t (sentidos indicados em 1-304. 1-305: 12.2) 6 X 6 = M A = Mfl =.2 Fig. 1-305 .25 nit AB 4l H. 1-304.1) Obtemos então.1 1-304. = flB = ' 4 2'25 = 1.. . da Fig.25 2 . Cálculo das incógnitas 2. Fig.. imediatamente.6EJA. 1-304 Ffl = Fc = A = BC EJ X 6 = 2 t (sentidos indicados em 1-304. tal que EJA3 = 6. 1-304.

obtemos os momentos fmais nas extremidades das barras (em mt) e as reações de apoio (em t) indicadas na Fig. Fip. .68E. 1-308. 1-306 Fig.PROBLEMAS PROPOSTOS 10.60E. Efeitos fhais Da expressão E = E . 1306. 1-307.67E. + 3. da qual chegamos ao diagrama de momentos fletores (em mt) da Fig.. . + 1.O método das deformaç5es 4.Calcular o número de deslocabilidades para as estruturas planas da Fig.1 .0. 1-307 10 .

5 .Idem.Partindo da definição de rigidez. calcular a rigidez da barra AB da Fig. .172 Curso de análise estrutural 1-308. para as greliias da Fig. obter os diagramas de momentos fletores e de esforços cortantes para a barra AB da Fig.~ Fig.8 Fig. 10. 10. igual a p . A seguir.3.Partindo dos resultados do Exemplo 10. 1-31 1.3 . de cima para baixo. 1-310 10..nós A e B . 1-309.2 . 1-308 10.4 . verificar a identidade K A ta -8 = = KBI~.Obter os diagramas de momentos fletores e as reagões de apoio para o quadro da Fig. 1-3 10 nos .7 1-308. 1-310. no caso do apoio B sofrer um recalque vertical.

7 . 1-312. 10. todas. São dados: EJ. da esquerda para a direita dc 2 cm do engaste E.Obter o diagrama dc momentos fletores e as reações dc apoio p a n o quadro da Fig. 1-3 1 1 10. 1-313 devidos a cada um dos agentes seguintes: a ) diminuição uiiiforme de 20" C b) recalque horizontal.Obter os diagramas de momentos fietores para o quadro da Fig.O método das deformaçóes Fig. EJ = 104 tm2 e cujo engaste elástico tem K = 10' tmlrad. = 2 X 104 tm2 a = 104/"C . cujas barras têm.6 .

8 . o deslocamento vertical de C será.vegando-se o tcorerna de Pasternak. 11. Val. 1-315 devidos. a) obter o diagrama de momentos fletores b) calcular o deslocamento vertical de C. cujas barrns. = 103 tm2 ru = 10-51°C. rvidrntcmentc. 1-316.) " ~ e s u b i d o o item o. 10. isoladamente. já que a barra DE tem inércia infinita.Obter os diaçrainas de iiioiiicritos fletorcs para o quadro da Fig.1 = 10' tin2 e G J . estudado no item 6 do Cap. pedem-se: (Obsen~ação: Tirar partido na resolução do fato da rotaçáo do nó E ser nula.Obter os di. a cada uiii dos agciiics seguintes: a) carregamento extcrno indicado h) aiiniento uniiorine de teniperatura de 20°C C ) recalquc vertical de I cm.33 10"m2.174 Curso de análise estrutural 10. . que tem E.9 . São dados: EJ. obtido eii?. pcrpcridic~ilaresentre si. Fig. tEm F. 1-3 15 = 10. do engastc D.s X x 1o3 tln2.10 -Para o quadro da Fig. de cima para baixo.igniiiias dc moinelitos flctorcs L' torçorçs e ns reafões de apoio para 3 grellia da Fig./. 1-314. I 1 de nosso Ciirso. = 0.

13 Empregalido o artifici« do arranjo de cargas.Obter o diagrama de moiiientos fletores para o quadro de inércia constante da Fig. 1-3 10. que tem EJ. Fig. 1-318. = 104 tmZ 5t I I L 4 m 4 175 Fig. 1-318 10. 1-317.12 . 10. 1-3 17 10.14 . 1-320.1 1 .Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro da Fig. rrjl L 4 m A 4 m A Fig.O método das deformações 10.Calcular o deslocamento liorirontal da barra AB para o quadro da Fig. resolver o quadro de inércia constante da Fig. cujas barras possuem inércia constante. 1-320 .

Obter o diagrama de inoiiicillos fletores para o quadro da Fig. calcular O dcslocaineiito Iiorizontal da barra A R . cujas barras têm EJ = ]O4 tm2 C cujo erigaste elástico tem K = 0.Obter o diagrama de iiiomentos flctores e as reações de apoio para o quadro simétrico da Fig. <Illc tetil EJ = )o4 til12 4. 1-321. 1-32 1 10. .176 Curso de analise estrutural 10.16 .15 . 1-32?. para o quadro da Fig. 3m f I .s X 104 mt/rad.Tirando partido da antisiiiietria existerite ( e escolhendo o iiiétodo liiperestático que acarretar nienor número de iricógnitas). 3m +4m+4m4- Fig. 4tim Fig. 1-323. 1-323 . I 41 10.17 -.

. para o quadro da Fig. Fig.18 - 177 Obter o diagrama de momentos fletores e calcular as reaqões de apoio para o quadro da Fig. 1-324 10. 1-324.O mhtodo das deformações 10. tirando partido da diipla simetria existente. o diagrama de moiiientos fletores para o quadro auto-equilibrado da Fig.Ideiii. 1-325. 1-325 10.19 . 1-326.Obter. que tem inércia coiistaiite.20 . %rna 1 t/m + i 3 rn 1 t!m 4 Fig.

&4. 1-327 Resolver a grelha da Fig. sendo - 10. E1 1-328. . da Fig. 1-327.22 (r .23 . se os engastes A e U sofrerem os recalques indicados. # I EJ = ]O4 tm2.+4. que tem = 7 .21 ._.) P= lcm. f I'ig 1-328 10.178 Curso de anhlise estrutural 10. Fig. perpeiidiculares ao plano da greilia.Resolver a grellia simétrica da Fig.Kesolver o quadro. (Empregar as simplificações devidas à antisimetria existente. de inércia constante. que tem EJ = ZGI. 1-329.

. cujas barras têin W = !O4 t. 1-330. Fig."a. 1-331.inrc = 6tlm + v riranre i 2 niZ Calcular a rigidez K.4 e o coeficiente de transmissão a barra curva da Fig.Obter o diagrama de moiiieiitos fletores que será despertado iio quadro da Fig.-. 2Pgrau .O método das deformações 179 10. 1-330 10.Jm 10. Sabc-se que: ( ~J)~.Resolver o quadro atirantado da Fig. se for imposto um encurtameiito dc 2 cin ao tirante.-.- / .li" (ES)tir.24 . 1-332. I A . que t e m J = -. quc tc1ii ES = I o3 1.25 .26 - para COS par.

~ s t a deve ser a metado1ogia. k = 103 t/m e a = 10-5/"C. dos engastes A e 8 .30 . de valor p .% As barras AB e CD têm J 25.Obter o diagrama de momentos fletores para a barra curva da Fig.a empregar naresolução pelo método das deformações. A ~ 4 m 1 4 m - C F. Todas as misulas são retas. = COS q J~ - I I i 6 .Empregando o método das deformaçóes e tirando partido dos resultados dos problemas 10.. 1-332 provocado por: a) açáo dc uin carregamento uniformeineiite distribuído q de cima para baixo.. b) recalques horizontais simétricos. obter o diagrama de momentosfletores e calcular as reações de apoio para o quadro da Fig. = Jc e Jm& = 5Je.27 .. São dados: EJ.27. e J. cujas misulas são todas retas = J. n .~ Fig.Calcular o esforço normal atuante no tirante do quadro da Fig. 1-334 J311m 10. SZo com J dados EJ. (ES)tirantc = = 104 t. 1-335.180 Curso de análise estrutural 10. 1-334 for subinetido a um aumento uniforme de temperatura de 20°C.. I Fig.28 . 10.21 . i 1-335 .. = 2 X 104 tm2. .Calcular o deslocamento vertical de C se o quadro da Fig. com Jmi. B . de quadros com barras curvas.. 1-333 10.26 e 10. = 45. e a barra curva BC tem a inércia variando segundo alei J = . I-333.. = 104 tm2.sendo JM J.

consistindo. = ~ $ e M. 2.1) 'Chamado por muitos de método de Cross. 3 e 4. 11-1. Preferimos.CAPITULO II PROCESSO DE CROSS' Seja o n ó A da estrutura representada na Fig. de u m ângulo p . . chamar de processo de Cross para não haver coniüsãa com a denomina~iio dos dois grandes métodos da hiperestática. os momentos indicados na Fig.M. = K Y ~ . = K& 9 (11. aparecendo então. dada n o item 3.1. o nó irá girar. submetido à ação d e uma carga momento M. O processo de Cross pertence ao método das deformações. num algontmo iterativo de grande simplicidade e rapidez para resoluçáo de estruturas. conforme se verá neste capitulo. na extremidade das barras 1. Devido à atuação deste momento M.1 d o capítulo I) a: M. = K Z ~ .2.M. 11-1. que &o o método das forças e o método das deformqbs. no entanto. de módulos iguais (conforme a definição de rigidez de uma barra n u m nó.

3).+M4=M Identificando o termo entre parêntesis como a soma dos valores da rigidez em A de todas as barras concorrentes neste nó. neste nú. esta (11.5) . A relação K. 11-1. Z K i . por compatibilidade estática do esquema da Fig. então. do momento M aplicado no nó.3) na forma Mi = diM Z~onclusão que é geral. devemos ter.2).Curso de análise estrutural Evidentemente. denominaremos coeficiente de distribuição de momentos di para a barra i.+M. ou seja: Da expressão (11.1) e (11.+M. em que parcelas o momento M irá se subdividir entre as diversas barras concorrentes n o nó A . podemos dizer que uma barra genérica r irá receber uma fíaçáo (-) KI Zh'. escrevendo-se. podemos tirar a seguinte c o n ~ l u s ã o : ~ Uma carga-momeiito aplicada num nó de uma estrutura totalmente indeslocável irá se distribuir' entre as diversas barras concorrentes neste nó. 11-1. podemos escrever: Levando em conta as expressócs (11.1 com o da Fig. então: o que nos permite reescrever a expressa0 (1. e à qual chamaremos siniplificadamente.2: M. obtendo-se: De ui 13 maneira geral. + (simbolizando a fraçáo do momento atuante n o nó que irá para a barra i). podemos determinar. de cada uma destas barras. segundo parcelas proporcionais à rigidez.

3 e 4. A sobre as barras 1. os inorneiitos M . É lícito. através dos momentos M I . Estes iiioiiieiitos tkiii. é fácil se concluir que ela não se alterará se dividirmos numerador e denominador por ( 4 0 . que se obtém. 3 e 4 sobre o iió A . no qual está aplicada a carga-momento M.Processa de Cross 183 a) Evidentemente.. para os quais estabelecemos sinal positivo caso fossem no sentido anti-liorário (convenção da Fig. no sentido horário. ( A carga-iiioiiiento aplicada foi. 2 . agora.) Na iiiesiiia figura. 3 e 4 em seçóes infinitamente próximas ao nó A . o que está feito na Fig. então. hl. M e Ma no sentido anti-horário exercidos pelo nó . 11-2 onde interceptamos as barras 1. procederemos. 2. 1-18) deste volume. ..M . Para tal. tio sentido anti-horário. eiii cada uiiia das barras intcrceptadas. se trabalharmos com a rigidez relativa k de cada barra ao invés de sua rigidez absoluta K. inicialmente. o seiitido oposto ao daqueles exercidos pelas barras sobre o nó A . coerente com a convenção apresentada no capitulo I (Fig. 1-18). b) Analisando o segundo membro da expressão (II. a uma análise da atuação de momentos em torno do nó A da estrutura da Fig. e M. estão indicados. 2. a soma dos coeficientes de distribuição de momentos di em tomo de um nó é igual a 1. exercidos pelas barras 1. . escrever: c) Precisamos. evidenteineiite. isto é. em tudo.. M.4). fixar uma convenção de sinais de momentos que será fundamental para o processo de Cross e que é. No método das deformações trabalhamos com os momentos exercidos pelos nós sobre as barras. 11-1. mostramos o equilíbrio do nó A . Na figura. no caso.

d) Tendo em vista a convenção dc sinais apresentada na observaçáo anterior. podemos dizer que o nó A da estrutura da Fig. 2. 11-4. trabalharemos com os momentos exercidos pelas barras sobre os 116s. ( t M . 2 - A IDEIA DO PROCESSO Seja resolver o quadro de inércia constante da Fig. isto 6 . entáo a da Fig. Desta forma. I deste volume. Fig. pelas barras 1. consideraremos positivos os momentos exercidos pelas barras sobre os nús se forem no sentido horário (o que equivale a dizer que continuamos considerando positivos momentos aiiti-horários exercidos pelos nós sobre as extreiiiidades das barras). nu o sistema principal. (+A&). em múdulo e sinal. que possui uma deslocabilidade interna (rotação d o nó A ) e para o qual os momentos de engastamento perfeito3 no sistema principal são os indicados na Fig. poderemos usar.184 C u n a de análise estrutural Para o processo de Cross. de modo que. ) . ) e (+Me) exercidos. rquc sáa r i s momintus cx~rcidos pelos nós sobrç 2)s barras. pelas barras sobre os nós. podemos. neste capitulo. entretanto. têm sinais (dados pela convenção d a Fig.1 está equilibrada por momentos submetido à atuação de uma carga-momento (-M). 11-3 . 11-3) opostos a o do iiiomeiito atuante n o nú.1. que tem !mesmo valor c sintido oposta ao dos inonicntoi de cngastaiiiento pcrfcito (ver obscrvaçzio r do item 1 destc capítulo). simbolizar o momento que a barra está exercendo sobre o nó no sistema principal. 11-4. . Assiin. respectivamente. todas as tabelas apresentadas n o Cap. deveremos inverter a convenção dc sinais do niétodo das deformaçóes e adotareinos. para sermos coerentes com o que fizeinos no método das defonnaçóes.5). 3 ~ processo de Cross.2. os momentos equilibrantes em torno do iió A . 3 e 4 sobre o nó A . Como. il-3. ( t M .Convenção de sinais para moiiiciitus cxcriidos pchs barraasobre os nós. no sistema principal. ao nos referir a um momento dc cngastamento perfeito. e é assim que deverá ser interpretado sempre este tipo de menqão. adotamos c?nvenq&c~ de sinais para estes dois tipos de momentos que conduzcni ao niesmo sinal para ambos. trabalharemos scrnprr çani os momentos cxcrcidos. sendo seus módulos dados pela expressáo 111. conforme se verá iio tópico seguinte deste capitulo. 11-1.

Processo de Cron m q C D ri 185 C D '+ I' 7/L ll-4. Fig. então. 11-6. o funcionamento dos nós do quadro. 114 Digamos que. por momentos proporcionais a rigidez em A .Momentos de engastamento perfeito no sistema principal.) 12 12 -. nós liberemos a rotação da chapa 1: o nó A .Equilíbrio do nó A . açóes da barra AB sobze os nós A e B . após liberarmos a rotação da chapa 1: Fig. iguais 2 42 12 a +-e respectivamente. que mostra os momentos que surgem nos nós em cada uma das fases de funcionamento da estrutura quais sejam: Fig. como que tendo uma carga-momento aplicada de M = t% I' . isto é. a partir do instante em que liberamos a rotação da chapa I .qj: respectivamente 12 12 (isto é. 11-5 . 2 e 3. será o indicado na Fig. conforme vimos no item 1 deste capitulo. n o sistema principal. o que está indicado na Fig. 11-5.funcionará. no sistema principal da Fig. . das barras I . da barra 1 siibmetidos 41: aos momentos de engastamento perfeito t -e . 11-4.2. 11-6 la fase: Rotação do nó A impedida. Assim. h. nós A e B.1 l2 Ir .- ( a ç k da barra 1 sobre o nó A ) que será equilibrada.

os momentos atuantes em torno de cada nó tèm os sentidos indicados n' Fig 11-8. niomentos iguais ao produto de seus valores pelos respectivos coeficieiites de transmissão (todos eles iguais. Fig. respectivamente. sendo equilibrado pelos momentos ( . 11-9 - DMP Observação: Conforme é fácil verificar. a t0. 11-3.5. Levando em conta a convenção de sinais da Fig.1 foi resolvida sem ter sido necessário escrever nem resolver qualquer equação de compatibilidade estática. . 2 e 3. A estrutura está.Momentos finais nos nós. a estrutura indeslocável da Fig. sendo os momentos finais atuantes em torno de cada i16 os indicados na Fig. 11-9.M).(trazido pela barra 1 ) passa a atuar 12 como carga-momento. Devido ao apareciniento destes momentos equilibrantes. seráo transmitidos. (-d. respectivamente. então resolvida. no caso. 11-7 Fig.M) e (-d.l +L I 2 d -M& -- Fig. igual a M = + .'786 Cirso de análise estrutural 2? fase: Libcranios a rotaçáo do no A . 11-7 (obtidos pela soma dos momentos que aluam na primeira e segunda fases).M) atuantes em 1. Com isto. 11-8 . o momento nele atuante q12 na fase anterior. D e C. pois tratam-se de barras biengastadas com inércia constante). para os engastes B.d . que nos conduzem i m e d i a t k n : te. ao diagrama final de momentos fletores da Fig. 11-4. -M(l M i l -d.

38 mt (obtidos da Tabela I do Cap. mZt 3n r ~ ~ /C 1 D . 11-12 MA = -MB = 2 X 7. resolve estruturas indeslocáveis (externamente) sem ser necessário escrever qualquer equação.Processo de C i o s 187 Este é o objetivo e a grande vantagem do processo de Cross que. 11-4. 11-10 (e que foram determinados arbitrando-se . 11-4. i = = 30). 4m + + & 7. dados numéricos.1. dos momentos atuantes em torno de cada nó. temos a se- Fig. nos moldes do que se fez para o caso da Fig. +9. 11-4. obtidos a partir dos valores de rigidez relativa k para as barras 1. Seja. em torno deste nó.1: A fim de f i a r e mecanizar a idéia usada na resoluçáo do caso da Fig. 11-1 I guinte sequência de operações.38 Fig. 11-12. que reproduzem os passos da análise feita para o quadro da Fig. agora. 1). Temos. pois sua esséncia P o equilíbrio. refaremos o exemplo colocando. que valem: /" i .5m Fig. os valores dos coeficientes de distribuição em torno do nó interno A e os momentos de engastamento perfeito para a barra carregada. I?) Marcamos. 2 e 3 indicados na Fig. 11-10 A partir desses valores. resolver o quadro de inércia constante da Fig. conforme veremos mais adiante. um a um. 12 .s2 = +9. então. os seguintes coeficientes de distribuição de rnoinentos.no sistema principal da Fig. 11-10 cuja Unica deslocabilidade (interna) é a rotação do nó A .

uma carga-momento aplicada de (t9. 11-13 nostra. todos os nós da estrutura em equilíbrio e. Fig. Esta carga-momento será equilibrada por momentos de sinais contrários. então. O esquema de momentos da Fig. a rotação do nóA que terá entào. mentos nos nós. serão transmitidos para os engastes 5. os momentos finais atuantes cni todos os nós do quadro sáo os indicados na Fig. . indicados lia Fig. da qual obtemos. 11-14. pela convenção de sinais adotada (Fig. 11-15 Fig.C e D niomeiitos iguais ao produto de seus valores pelos coeficientes de transmissão. que nos conduzem ao diagrama de momentos fletores da Fig.188 Curso de análise estrutural 20) Liberamos. assim. iio sistema principal. 11-3') os sentidos corretos dos momentos atuantes nos nós representados na Fig. 11-15. Devido a estes momentos equilibrantes. 11-13. 11-14 - - Sentidos corretos dos mo- Morncntos finais nos nós.38). 11-16. em cada uma das barras concorrcntes em A c de módulos iguais ao produto de seii valor pelos coeficientes de distribuição dc momentos para cada barra.

agora. 11-18.. Seja resolver a viga de inércia constante da Fig. 11-1 7. ll-IR.Processo de Cross Discutiremos. no qual hloqueamos as rotações existentes nestes nós coni as chapas I e 2 surgindo nele.. os momentos de engastamelito perfeito indicados na Fig.. apbs o qual nos será imediato enunciar um roteiro para resolução de qualquer estrutura externaineiiic indeslocável pelo processo de Cross.-24irit +c) qBC2 Para a barra 2: M B = . 11-1 7 Em se tratando de uma estrutura com duas dcsloçabilidades internas rotaçáo dos nós LI e C .3 X 8' . um último caso..= +16 iiit Para a bana 3: Mc = -iCIIl = 12 12 .u a i sa: ~ qAB2 Para a barra 1 : MB = .1 ! 4 ~ = 12 = 3 X h2 -= 12 nit q a 2 .8 - . i. dcvido ao carregamento indicado.o sistema priiicipal f o da Fig. Fig. então.-- 8 *' .

d. agora.0. em se adotar um procedimento análogo ao do exemplo estudado anteriormente. 11-20.36 4. agora. Temos.57 8 + Na Fig. 4 1111. equilibrada por momentos iguais a t 1 5 X 0. Sempre raciocinando. calculemos os coeficientes de distribuição de moiiientos em torno dos nós B e C.64 = t 9 .4B + I 5 X 0. dados por: Fig.. 11-19 L' ! Em tomo do nó B: d. a partir dos quais determinamos os coeficientes de distribuição de momentos em torno dos n ó s B e C.C u n o de análise estrutural Fig. trabalhando com rigidez relativa e arbitrando-se J = 48. 11-19. 6 iiit. representamos os momentos de engastamento perfeito no sistema principal e os coeficientes de distribuição de momentos em torno de cada nó interno da estrutura. no sistema principal d o n ó B.6 = 0. com a figura 11-20. o mesmo ficará submetido a uma carga-momento de (-24) + 9 = -15 mt. 11-18 Pensando. = 8 .36 = t 5 . os valores de rigidez indicados na Fig. temos: 1'1 Liberando a rotação.5 + 8 Em torno do nó C . no nó B da barra . = 4'5 . n o nó B da barra BC .

O esquema atual será. n6 6 I'?E ~" 6 C .01 - + + + -9 +4. 11-20. pois o nó C não está em equilíbrio. -6.07 I I - .27 -10.6 mt está equilibrado e colocaremos então. 2? Eq. com os morilentos de 5.19 -0. entretanto.23 -0.42 / t10. por se tratar de um n ó rotulado.6 = 4.08 t1.8 1 I +16 + -1 6 Meng. n6 B 30 E ~ . que transcreveremos para a Fig. voltamos a colocar a chapa 1 impedindo novas rotações do mesmo. a estrutura do sistema principal não está ainda. não é c transmitido qualquer momento. -2.) /-- O iió 5. o da Fig. 0 9I + + c -0. 11-21.6) = 0.54 -0. equilibrada.05 1 -0 04 + I I i ? Eq.46 ~ 0 . n6 B I 1727 i +17.8 mt. 11-21).I ? cqiiilibrio do nó B .30 +0.s X 9. .4 rnt e 9. urn traço abaixo dos mesmos para caracterizar o equill'brio.42 -18. 3? Eq. será transmitido ao nó C (que está engastado.Processo de Cross +9 +9. pois não liberamos a rotação da chapa 2) um iiiomento igual a r ~ (+9. n6 6 Z? ~ q"6 C .79 Momentos finais Devido ao aparecimento destes momentos equilibrantes.15 -0. então. 10) Estalido equilibrado o nó E .02 -0.61 1 -0. perf. (Fig.6 3. (Para o n ó A .36 +2.02 +0. C 4? Eq.72 1 -5. Fig. 11-21 .

a + 0. que n nó B ficou desequilibrado. 3?) Tendo ficado equilibrado. Assim sendo.8 mt.15 nit.08. transcrito na Fig.5) +].43 = -5.8 .192 Curso de análise estrutural Para conseguirmos. - .21 int.36 mt). voltamos a colocar a chapa2. que é equilibrada por momentos iguais a t3. liberamos a rotação da cliapa 2. o equilíbrio do nó C. no n ó C da barra CD Como nas extremidades B e D esta0 impedidas as rotações (pois. liberamos. no nó C da barra BC -1 1. 11-23. estamos liberando.36 X 0. nesta fase. no nó B da barra AB +3. será transmitido um momento igual a (t2.60 = +2. então. 11-22. impedindo novas rotações d o mesmo. equilibrado.9) = = +11. agora. Para equilibrá-lo.1 1 3 X 0.8 X 0. mais uma vez a rotação da cliapa 1.36 X 0. no nó B da barra BC Para u iió C da borra BC.36 = +1. nelas aparecerão inomentos iguais ao produto dos momentos equilibrantes pelos coeficientes de transmissão (iguais no caso. apenas. no qual o nó B foi.72. Esta será equilibrada por momentos iguais a: .15 X 0. O esquema da Fig. 11-22).57 = -6. entretalito. a rotação da chapa 2). por terem as barras inércia constante). mais uma vez. 11-20. o nó CíFig. com o esquema da Fig. ficando o nó submetido a uma carga-moniento de (-3. agora. ficando o mesmo submetido a uma carga-momento de (16 + 4.5.O7 nit e ficamos. 11-22 nos mostra. o nó C está em equilíbrio e ficamos com o esquema da Fig.

. 11-24. voltamos à situação do item 3? e.61 mt e a (-1. respectivamente.Processo de Cross 193 40) A Fig.571 = -0. a situaçso de niomentos atuantes nos nós após o 30 equilibiio de momentos em torno do nó R. uma situação idêntica à do item 20 deste exeinplo.07 itit) que passa a atuar neste último é equilibrada por momentos iguais a (-1. este último transniitindo um momento de t0. l l nit na harra AR e de (+0. e que provocam a traiismissáo de momentos iguais à metade (r = +OS) de seus valores para os nós B e D.19 iiit na harra BC. 11-24 - Z? equilíbrio do iió C. mais uma vez. sem necessidade de maiores comentários. O esquema da Fig. entáo. a carga-momento de ( t 1. 11-23 nos mostra o nó B equilibrado e o nó C desequilibrado.30 X 0. agora. desequilibrado. 50) Estando o nó C equilib::id. Temos.09 iiit ao nó C.46 iiit nas barras BC e CD. conforme indica a Fig. surgirào momentos equilibrantes de (+0.43) = -0.07 X 0.i c o n ó R. 11-25 nos niostra.07 X 0. que será resolvida da iiiesina mancira.ão do nó B .30 X 0. com a liberação da ii!a.641 = = t0. Fig.. isto é: voltando a colocar a chapa 1 no nó B (em equilíbrio) e liberando a rotaçáo do nó C .36: = f l .

+ +1.6 0.ll .04 nit no n ó C da barra CD.64 0. surgirão momentos equilibrantes.19 -0. - A A 0.09 m t ) a quc ele ficará submetido será equilibrada por momentos de (.36 0.6 +5.8 -0.54 -0.07 -0.02 X 0.4 4 Fig. após este 40 equilíbrio do n ó 8.07 +2.6 -r .09 X 0.4? equilíbrio do nó B. 70) Estando o nó C equilibrado. Os valores destes momentos já são tão baixos.61 +0. a carga-momento de (+0.57 1 = = -0. que não faremos nenhuma transmissão para o 110 C e podemos dar.64) +0.5 a.05 iiit no n ó C da barra BC e de (-0.4 +S.8 -6.08 .08 + -16 -2.to.-3. então a situação de momcnros atuantes nos nós após o 30 equilíbrio d o n ó C A 0. com a chapa I e liberando a rotação do n ó C.43 D -24 +9 t5.05 -0. voltamos a prendè-lo com a chapa Z e liberamos.4 + +4.23 -0.57 -9 0.t2.043) = -0. a chapa 1 .54 -0.+ +1.15 0.21 . 11-20.23 -0.36) = +0.36 t t i 2 1 .194 Curso de analise estrutural 6 0 ) Prendendo o n ó B.01 - . a viga da Fig.72 +1. respectivamente.02 -0.-0. mais uma vez. então.36 0.+ .30 c +o.02 t 0 0 .30 t -0.01 +0. a fim de equilibrar o n ó B.02 m t ) que nele ficará atuando.01 mt. Devido a carga-momento de (-0.36 t -6. 11-26 nos mostra.11-26 i - A C16 t4. 11-17 como equilibrada. sendo transmitidos para os nós B e D momentos iguais à metade desses valores.-t +O.-i .+ +O@ a c 1 6 -2. nos nós 8 das barras AB e BC iguais a (+0.15 -0.46 . agora.-t 60 .01 nit e ri (+0.09 X 0. ficando o esquema final de niomentos o indicado na Fig.43 A C D -24 8 +9 A +I6 -5.04 + 3? equilíbrio do nó C. O esquema da Fig.02 X 0.+9.11 .19 -0. 11-27 e que está transcrito na Fig.72 5.W +0..02 t F .64 0. . já equilibrado.02 -3.46 -1 ~ .57 -9 0. 11-27 .

11-3. 11-29 - DMF ( m t ) 3 .imediatamente. devemos fazer a superposição (soma) . .Processo de Cross 195 80) Para a obtenção dos momentos fmais. somando-se os valores indicados em coluna. podemos enunciar o seguinte roteiro para resoluçáo de esrruturas externamente indeslocáveis pelo processo de Cross: 10) Calculamos os coeficientes de distribuição de momentos em torno de cada n6 rígido interno da estrutura. 11-28.6). 9?) Levando em conta a convenção de sinais da Fig. Fig.de todos os momentos que apareceram nas diversas fases do equilíbrio da viga. 11-17. no item 2 deste capítulo. o que pode ser feito. obtendo-se os valores finais apresentados na última iiniia. na Fig. 11-29. 11-12 e 11-20). diretamente. os momentos finais atuantes nos nós são os reprrsentados na Fig. indicando-os em torno de cada nó (como está feito nas Figs. da qual obtemos.ROTEIRO DO PROCESSO DE CROSS PARA ESTRLITURAS INDESLOCAVEIS Baseando-nos lias idéias apresentadas para a resolução da estmtura da Fig. o diagrama de momentos fletores da Fig. iI-20. 11-28 - Momentos lioais (mt) Fig. mediante o emprego da expressão (11.

chegaremos às reações de apoio e aos diagramas de esforços cortantes e normais. os momentos de engastaniento perfeito no sistema principal (obtido bloqueando-se. uma das mais notáveis contribuições 4~efinidasna Cap. equilibrando a carga-momento que nele passa então a atuar por momentos (em cada barra c o ~ i c o ~ ~ enot e de sinais opostos ao desta carga-momento n nó) e de módulos dados pela expressão (11. os momentos finais que atuaráo em cada um deles serão iguais à soma dos momentos de engastamento perfeito com aqueles despertados na fase de equilíbrio dos nós (isto é. obteremos os diagramas de momentos fletores atuantes na estrutura e. 50) Conhecidos os momentos finais nos nós. voltamos a fixá-lo com a chapa e passamos ao equilíbrio dos outros nós. empregando as mesmas tabelas do capítulo anterior (válidas. inclusive em sinal. com chapas. 3P) I. devido à convenção da Fig. a rotação de cada nó interno. 1 deste volume). não propagaremos estes momentos (cometendo com isto um erro desprezível.iberamos. empregando-se a convenção da Fig. uma de cada vez. 11-3 adotada no processo de Cross). por se tratarem de valores desprezíveis) e daremos por encerrado o equilíbrio dos nós da estrutura. os momentos equilibrantes que nele apareceram acarretem a propagação aos nós adjacentes. Observações: a) O processo que acabamos de expor t a m b é m chamado de processo de distribuição de momentos . multiplicados pelos devidos coeficientes de transmissão de m ~ m e n t o s . sem dúvida. 11-3. no último nó equilibrado (ji-esfando os demais em equilíbrio). as rotações de todos os nós internos rígidos da estrutura).. a partir dele e do carregamento externo (empregando o mesmo procedimento do Cap.196 Curso de analise estrutural 20) Calculamos. I deste volume .Uma ~ vez equilibrado o nó (o que caracterizaremos colocando um traço horizontal sob os momentos equilibrantes). até que. somaremos todos os momentos que neles surgiram.foi apresentado pelo professor norte-americano Hardy Cross em 1932 e é.5). por procedimento idêntico. Os momentos equilibrantes que surgem serão propagados aos nós opostos de cada barra. ao longo de todas as etapas de resolução da estrutura). de momentos de valor desprezível em presença dos demais momentos atuantes. Neste caso. para cada nó. 40) Encerrado o equilíbrio dos nós.

eiii linhas diferentes. evideiitemente. pois fizemos a necessária adaptação das convençóes de sinais ( V . Encerrado 6 equilíbrio dos mesmos. b ) Na fase 3a do processo (fase de equili%rio dos iiós). resolvermos uma estrutura indeslocável sem ser necessário escrever nem resolver qualquer sistema de equaçõesS consistindo o traballio de resolução. marcando em torno dos nós internos os valores dos coeficientes de distribuiçáo de monientos e depois. e) F i n a l m e n t e .Processo de Cross 197 i Análise Estrutural nas últimas décadas. . 11-20. às estrutiiras deslocávris. 11.1 . . no entanto. teoricaiiiente. Este niirnero de ciclos é. os moriientos de engastamento perfcito e aqueles que surgein devido ao equilíbrio de cada iió. Fig. a o método das deforniações (lida com as mesmas grandezas e conceitos). estamos lidando com os momentos exercidos pelas barras sobre os nós. apenas. C) Q~iere~iios voltar a chamar a atenção do leitor para o fato de que. estamos sempre aiiaiisando os nós. pertence. rapidainente. simplificando extraordinariamente sua rcwlufào. também. numa série de ciclos convergindo. devernos comcçar. isto é. eriormcmcnte a convcrgência do processo. erii todas as Cases do processo de Cross. rapidamente para um resultado final preciso. todas as tabelas apresentadas iio método das deformações. ~ e r e m o s frisar que o processo de Cross. isto acelerará. d) Para operarmos com as diversas fases do processo de Cross adotaremos um esquema como o da Fig. ' 0 processo de Cross si aplica. conTorrne vercrnos no itcm 5 deste capitulo. pelos nós mais desequilibrados. sua única diferença está na adoção de um processo iterativo (muito mais comodo para resolução manual da cstmtur. 11-3). os momentos finais se obtém somando todos os valoresparciais. sempre. Continuam validas. pois permite.Obter o diagrama de niomentos fletores e as reações de apoio para a viga da Fig. 11-30.i) para solucionar o problema. As aplicações seguintes esclarecerão 4 - APLICAÇÃO ÃS ESTRLITURAS PLANAS INDESLOCAVEIS Ex. encerrado assim que se atinge o grau de precisão exigido pelo problema eni questão.

para os nós das barras. = - 4 + 3 0. pela Tabela 1 do Cap. temos.57 Os momentos de engastamento perfeito são dados. 11-31. por: 3 X 4= Para a barra 1 : MA = -MB = . = -= 0.= 0. 1.. dos quais obtemos os coeficientes de distribuição sg* eu: Fig. 11-30 Trabalhando com rigidez relativa e arbitrando J . ~ 4 r n & 4 r n ~ ~ m & 2 r n + Fig.4 = 0. = 16. = 4 . = .33 8 + d . os valores de rigidez indicados na Fig.67 8 t 4 d. = 4 4 + 4 = Em torno do nó D: 4 d.5 - Em tomo do nó C : d.Curso de analise estrutural + 4 m . 11-31 Eni torno do nó B : 8 d .= +4nit 12 Para a barra 2: MB = -MC = t 4 mt .

tendo sido interrompida a propagação de momentos iguais ou inferiores a 0. nó 8 I I I I I --IL I 1 -O 11 (Mde = +0.011 -O 01 --IL I Eq. iniciamos o equilíbrio de nós pelo nó D (único nó desequilibrado devido aos momentos de engastamento perfeito atuantes à esquerda e à direita.nóD (Mdes = +3.061 t0.08 + )+0.19 1+4. A partir dai.01 + -0.. 11-32.17 I I I I 1-0.19 I j +3.25 -I I I I -0. a sequência de operações está indicada na Fig. nó C (Mdes = -1 Eq.Processo de Cross Para a barra 3: Ms = Para a barra 4: MD = -h + 4 m t = 3X42 -+ 8 . 11-32.251 I + +0. nó E ? (Mder = +0. obtemos os momentos finais neles atuantes.031 I I 1 -3. nó D (Mdes = +0.88/ +5.5 .0 -0.02 -1-0.4 = + 3 . n D O (Mde.08 + -0.5 I 1-1. 5 int). d . podemos iniciar a resolução da viga pelo processo de Cross. 11-32.5 mt 3 16 De p o s e dos coeficientes de distribuição e dos momentos de engastamento perfeito. Eq. indicados na última linha da Fig. .04 1 .25 + +0.. o que está feito na Fig. sendo o desequilíbrio igual a +7.17 1-Jl.48 -5.01 I I I I I I I I I 1 I I Eq.5) 1 Eq. No caso.021 +3.01 mt.X 2 X 4 = +7.021 1 +0.501+0. = +0.91 -4.25) Eq.14 I 1I t7.5 Me.50 ++0. A B - C - D -4 +4 -4 1 I +4 -4 I i t4 I 1-1 I +--2. nó C IMder = -0.05 I I I I Eq.111 -0.07 t -0.48 -0. Somando os momentos de engastamento perfeito com os momentos que surgjram nas fases de equilíbrio dos diversos nós.88 Momentos finais .03 t +0.

11-34. 11-32. o diagrama de momentos fletores da Fig. Fig. reprcsentadas na Fig.A partir dos momentos fmais da Fig. obtemos. . nos conduzem às reaçóes de apoio finais. 11-33 M o m e n t o s atuantes nos nós (em mt). na qual isolamos barra por barra. conforme o esquema de momentos atuantes nos nós da Fig. Fig. aplicando em cada uma delas o carregamento atuante e os momentos nas suas extremidades. somados. 11-34. As reaçóes de apoio são obtidas do esquema da Fig. calculando os esforços cortantes nas mesmas que. 11-33. 11-34 - DMF (em mt). Li-35.

= --0.2 . todas. 11-38.60 6t4 . obtemos: Em tomo do nó C : d . a mesma inércia.0. 11-36 Explorando a situação de simetria existente em relaçáo a um eixo perpendicular i viga e contendo o apoio E.Obter o diagrama de momentos fletores para aviga da Fig. a j a s barras têm. então: +m4+. A precisão desejada no cálculo é de décimos de mt. Fig. 11-37 a) Coeficientes de distribiiição Trabahando com rigidez relativa e adotando J = 24. 11-37 (na qual já reduzimos o carregamento do balanço ao nó B e q ) . a partir dos valores representados na Fig. = -.Processo de Cros 201 Ex. Temos.+r rk 6 nn Fig.33 3 t 6 Em torno do iió D: d. a estrutura a resolver é a da Fig. 11-36. 11..

1 11-39. no sistema principal. obtendoseda Tabela I: Me=- + . que mostra que = .6 mi e M: = + 6 int) qI2 -+ M 3X62 6 MP 11-39. 11-38 .2. 11-39 Barra 2: Barra 3: Mc = -MD = 3 X 4' .2 11-39.202 Curso de analise estrutural Fig.= +4mt 12 MD = 5 X 6' -ME = -= 12 + 15 mt c) Equilíbrio de momentos Marcando no sistema principal da Fig.= -10. 11-39. na Fig. os seguintes momentos de engastamento perfeito: Barra 1: O momento de engastamento perfeito será a superposição dos casos das Figs. passamos a equilibrar.5 int 2 8 2 8 MB = + 6 int (obtidos da análise do equilíbrio do nó B. .3 Fig. 11-39. os coeficientes de distribuição de momentos e momentos de engastamento perfeito.3. U-40.1 e 11-39. b) Momentos de engastamento perfeito Temos.Rigidez nas nós no sistema principal.

= -0.4 -I 1 13.Processo de Cross 203 é o nó sucessivamente os nós iniciando no caso. "6 D (Mder = t0.6 ~ q n6 D : (Md. n6 C IMde.9 -9.2 1 1 I -1.3 1 I 1 I t3.I mt (precisão exigida no exemplo).91 Eq.31 1 I I I I I I I -6.2 +9.9 I +0.3 i - -2.Equilíbrio de rnomcntos. n6 C (Mdes= -9. n6 D IMder = + l l ) Eq. m A partir dos valores dos momentos finais indicados na Fig. Fig.Momentos finais nos nós (mt).3 1 +0.8 Momentos finais Fig. Encerramos a propagação de momentos.9 I I t6.2 -6 +6 1 17.2 Eq. 11-40 .2) Eq.3 I + I I 13.3 - 1% I -6. 1141.81 I I I I I I 1 -0. obtemos o diagrama 'de momentos fletores da Fig. 11-40 e levando em conta o esquema da Fig. .6 -1L I I I -1- - -0. 11-41 . I I I 1-3. pelo nó mais desequilibrado que D. quando o valor a propagar foi igual ou inferior a 0. 11-42.6 -4.9 1 -1. = +0..

Curso de análise estrutural

Fig. 1142

-

DMr \ r m mt).

Ex. 11.3

-

Resolver o quadro da Fig. 11-43.1 para o carreganiento indicado.

i
A

4
2Jc

I

I

4

1

1

1

1

43th
h

7f
3 rn

Jc

~ - 6 r n 4 m 4 4 m - k - 6 r n 4
Fig. 71-43.1

O quadro a resolver possui uma deslocabilidade externa, que é o deslocamento horizontal da barra ABDE que não se manifesta, no caso, devido à situação de simetria existente. Assim sendo, o sistema principal para a estrutura a resolver é o da Fig. 11-43.2. no qual já indicamos os valores da rigidez relativa das barras, determinados adotando-se J , = 24 (notar bem que, no caso da barra BD, devemos trabalhar com a rigidez de simetria relativa).

Fig. 1143.2 S i s t e m a prlncipai e valores da rigidez relativa

Proceso de Cross

Temos, então: a) Coeficientes de distribuição Em torno do nó A:
d, = - = 0,428 6 t 8

6

Em tomo do nó B:

d, = d, = d, =

3 X 8 + 3

= 0,296

b) Momentos de engastamento perfeito Da tabela 1, temos: Para a barra 2: MA = -Mo
=

- t 9 ,,lt 12

Para a barra 4:

2X 8 6 = -= 2 int 8

c) Equilíbrio de momentos

Iniciamos o equilíbrio de momentos no nó A (surgiram os momentos equilibrantes de -3,86 e -5,14), prosseguindo no nó B (momentos equilibrantes de +1,65 e +0.62), novamente no nó A (momentos equilibrantes de -0.47 e -0,35) novamente no nó B (momentos equilibrantes de t0,07 e +0,02) e, finalmente no nó A (momentos equilibrantes de -0.01 e -0.02), quando demos por encerrada a propagação de momentos devido aos valores muito baixos a propagar (0.01 mt). O equilíbrio está indicado na Fig. 11-44. na qual estáo também, representados os momentos finais atuantes nos nós.

d) Diagrama de monientos fletores Sendo os momentos atuantes nos nós os indicados na Fig. 11-45 temos. prontamente, o diagrama de momentos fletores da Fig. 11-46,

Curso de analise estrutural

Fii u-44

Fe 1-5 i.

- Momentos nos n& (em mt),

Fig. u46 - DMF (em mt).

Processo de Croa

207

=

Ex. 11-4 - Resolver a viga da Fjg. LI-47, para a qual tem-se EJ = 2 X 103tm2, para: a) Carregamento indicado b) recalque vertical, de cima para baixo, de 2 cm de apoio E.

K

= 3 X

A constante de engastamento elástico vale: 103mt/rad.

F .I147 i

1) Resolução para carregamento indicado Eliminando o balanço da estrutura, ficamos com a estrutura da Fig. 11-48 para resolver, da qual obtemos:

Fig. 11-48 a) Coeficientes de distribuição
P

Trabalhando com o sistema principal da Fig. 11-49, temos, a partir dos valores de rigidez absoluta6 indicados nesta figura, os seguintes coeficientes de distribuição de momentos:

caso preferimos trabalhar com rigidez absoluta devida à presonca do engaste elástico. Nada nos impede, entretanto, de trabalhar com rigidez relativa. bastando, para isto, que se trabalhe tambCm com a ripidcr relativa db engaste clistira. isto é. dividindo sua rigidez absoluta por ( 4 E ) .

Curso de analise estrutural

Fig. 11-49

Em torno do nó A: d e .,i, =

3.000 = 0,6 3.000 + 2.000

d
I

2.000 - 0,4 5.000 2.000 = 0,67 2.000 + 1.000

Em tomo do nó B: d, =

b) Momentos de engastarnento perfeito Para a barra 1: MA = -MB

t8 mt 12 Para a barra 2: Mc = -12 mt (obtido do esquema da Fig. 11-50)
=-=

6 X 4'

MB=---= 62

8

l2 2

21 m t .

Fig. 11-50 - Obtençào de M C

barra 2 .

c ) Equill'brio de momentos
O equilíbrio de niomentos em torno dos nós está representado, em detalhe, na Fig. 11-51, obtendo-se os momentos finais indicados nesta figura.

Processo de Croa

209

wrf.
Eq. n 6 B Eq. n6 A Eq. "6 6 Eq. n6 A Eq. n6 B Eq. n6 A

Momentos
finais

Fig. 11-51 - Equilíbrio de momentos.

d) Diagrama final A partir dos momentos finais nos nós indicados na Fig. ii-52, obtemos imediatamente o diagrama de momenios fletores da Fig. 11-53,

Fig. 11-52 -Momentos finais (em mt)

r

Fig. 11-53 gamrnto.

DMI' (em mt) para a care-

2) Resolução para recalque vertical de 2 cm do apoio B
a) Momentos de engastamento perfeito

33 Meng.19 1 = + -5.73 -2.perf. São.+ +0. Eq.03 I . o equilíbrio de momentos em tomo dos nós 6 feito como em qualquer outro caso.') Na barra 2: ME = -lZ 6' = -3.01 Eq.89 1 - -0. nò 8 Eq.11 to.42 -. 1 +15 I I A -3. 5 i n t Na barra 1: MA = M E = -= IZ 42 3EJp 3 X 2 X 103 (-2 X 10.15 1 I +7.r -0.89 1 +1. a barra 1 terá um deslocamento ortogonal reciproco de t 2 cm (extremidade da direita desceu em relação à da esquerda) e a barra 2 de (-2 cm).I . nó A I I I I I I -7.16 1 1 -0. nó B Eq.39 1 .19 - Eq.2 64 Momentos finais Equilíbrio de momentos.01 - +1.- -9 - 1 5 i 1 I +0. então.58 1 -0.04 1 .Curso de analise estrutural Fig.33 mt b) Equilíbrio de momentos Conhecidos os momentos de engastamento perfeito. conforme indica a Fig. 11-55. 11-54 Devido ao recalque vertical de cima para baixo de 2cm do apoio B. nó A +I5 -3 t . .78 1 I 1 -2.Z = + . 11-54. 11-55 +0. os seguintes os momentos de engastamento perfeito despertados pelo recalque no sistema principal: 6EJp 6 X 2 X 103X 2 X 1 0 .01 1 Fig.. I -0.15 t6. chegandose aos momentos finais indicados na Fig. n6 A -0. nó B Eq. nó A Eq.

representado na Fig. = 104 tm2 e a = 10-5/0C O problema é conceitualmente igual a todos os demais. y. e J. por lidamos com barras de inércia variável em misula.42 Fig..á. precisaremos empregar + H Dos momentos finais. = SJ. 11-56. Momentos finais tio3 iiós Fig. indicados na Fig. misulas retas com J. 11-57. 11-56 (eni mt). cujas barras são. todas. = J. São dados: EJ..Processo de Cross c) Diagrama final 21 1 15 Ex. 11-58. apenas. 11-58 . 11-5 .Obter o diagrama de momentos fletores devido a um aumento uniforme de temperatura de 30 'C para a estrutura da Fig. obtemos imediatamente o diagrama de momentos fletores devido ao recaique.

2 e Levando em conta que estamos buscando a rigidez no nó de maior inércia. obteiido-se da tabela IV: a. necessitando.-) a 10 6. 11-59 Levando em conta que o lado engastado é o da maior inércia. só precisareiiios equilibrar o nó B. (1 .90 = 2. obtendo-se.2 e & E Fig.05 = 4..35 104 Ks = aEJmi.2. Temos. coiihecer neste nó os valores da rigidez das barras nele concorrentes.= 0.55 a2 = 6. temos: a) Determinação dos coeficientes de distribuição de momentos h v a n d o ein conta a simetria existente.90 (1 . I deste volume.5.212 Curso de analise estrutural r as tabelas correspondeiites já apresentadas e discutidas rio Cap. 5 A = 1 = 0.560 int Para a barra 3: Trata-se de uma misula reta assim6tRca.X 6. para tal. i1 = 0.0) = .= 0. obtendo-se da tabela IV: 0 Jc = . temos pela expressão (1-27): . temos pela expressáo (1--31): Para a barra 2: Trata-se de uma misula reta sim6trica com n = 0. 11-50: Para a barra I : Trata-se de uma misula reta assimétrica com n 55. = 13. Assim. da tabela VI: 1o As expressões (1-27) e (1-29) lios coiiduzem a: i 4.2 e h = .51 . conforme esquema da Fig. com X = 1.

porque a extremidade esquerda desceu em relação à direita) p./)A2 4 k L . e que. O williot foi traçado levando em conta que. e I as-de b. por isto. obtemos os deslocamentos ortogonais recíprocos que valem: p . = -36 = -320 X 10-'m (extremidade da direita subiu em relação à esquerda. acarretando sinal negativo) 4- X 1 0 = 300 X 10-5 e AI I \I - i Fig. entáo: b) Momentos de engastamento perfeito Para conhecermos os momentos de engastamento perfeito no sistema principal. por causa da simetria existente. = O (por simetria) p . = a A t (Para as barras 1 e 3. dados pelo williot da Fig. 11-60 .Williot.= -470 X 10-' (sinal negativo . precisaremos conhecer os deslocamentos ortogonais reciprocos das barras. 11-60. temos: Al. dado pela expressão (1-29) por: Os coeficieiites de distribuição de momentos em torno do nó B serão. = 10-'(+30) X 1 3 = 390 X ]O-') Do wiliiot. a seçáo central S da barra BC náo tem deslocamento horizontal. o deslocamento horizontal absoluto do nó B é de = 10F5(+30) X 5 = 150 X IO-'m A. necessitarenios conhecer o coeficiente de transmissão de momentos do nó B para o nó E. = 10-'(+30) Al. D / I I I v c ' I O. = 1.Processo de Cross 213 No correr da fase de equilíbrio de momentos. devidos ao aumento de temperatura de 30 'C.

3 2 0 ~ ~ 0 .&I =& X -(e. _ .04 mt Para a barra 1: Mg = 2= -(-470 X I 1o Para a barra 3: Mg = K.Equilíbrio de momentos O equil~l~rio momentos.78 = -8. d) Diagrama de momentos fletores A partir dos momentos fmais nos nós.51) -3. + p) I = 1 0 4 ( ( . 11-61 .í P - + t . .5. _ . s s 4. ii-63. o momento a equilibrar era de -3.5 ) ( 1 3 . TP =IX-(e.82 mt). estando representado na Fig.51) = -s. K .-+ I P t .% mt + P K. 6 imediato e obtido de uma só vez. ii-62.EJc ME = i +0 = ) = - 104(-320 X210-5) (6. de por s6 haver um n6 a equilibrar. conforme as expressões (1-7) a (1-9): K'p 6.134 . 11-61 (no caso. no caso.470 = -3.38mt c) Equilibrio de momentos Fig.214 Cuno de análise estrutural Os momentos de engastamento perfeito vale então. obtemos o diagrama de momentos fletores da Fig. K.05 10 + 4. indicados (em mt) na Fig.

1 .2 . 11-63 . Sabemos que o quadro possui duas deslocabilidades lineares (deslocamentos horizontais das barras ALI e CD): como o processo de Cross (conforme roteiro enunciado no item 3 deste capitulo) só se aplica. 11-64 / ' Fi& 11-65 . Fig. 114. conforme indicado na Fig.APLICAÇÃO DO PROCESSO DE CROSS EXTERNAMENTE DESLOCÃVEIS' h ESTRUTURAS 5.Introdução Seja resolver o quadro da Fig. intepalmente válida para grelhas ou estruturas espaciais. empregando o princípio de superposição de efeitos. 11-66. A idéia é. a apresentafão para uma estnitura plana. a partir dele. aremos .Diagrama de momentos fle- tores (em mt).Momentos nos nós. Fig.Sistrma principal (sem dcslocabili&ddes lineares). conforme indicado na Fig. obteremos a solução do problema. 11-64 submetido ao carregamento indicado. 5 . diretamente.Processo de Cross Fig. às estruturas indeslocáveis. entretanto. deveremos trabalhar com um sistema principal que torne a estrutura a resolver externamente indeslocável. 11-65 e.

dados por M = M o+ M. a partir d o esquema da Fig. podemos enunciar o seguinte roteiro para resolução de estmturas externamente deslocáveis pelo processo de Cross: ..A2= O { Obtidos. + F. U-66). + F I ZA* = O (Força horizontal aplicada e m D ) = O . com Ai = 4 A resoluçáo da estrutura..Roteiro do processo de Cross para estruturas deslocáveis Partindo da conclusáo do Exemplo da Fig. analogamente ao que se fez no m4todo das deformações.. se obterá com a determinação dos deslocamentos lineares incógnitos A. + M2A.. e A. 5. F. F. no caso: (Força horizontal aplicada em 5 ) = O . + F2.A.2 ... 11-64. 11-66. que se obtêm. e A... o problema estará resolvido e. pelas condiçóes de compatibilidade estática d o sistema principal com a estrutura dada e que são.Cuno de analise estrutural Estrutura a S.A. . com carregamento ] + ( S . (conforme indica o esquema da Fig.. + F2.P. os valores de A. pela resolução do sistema de equações anterior. chegaremos ao diagrama de momeiitos fletores para a estrutura dada. a partir dos momentos finais nos nós. A.

obtendo os valores de A.Processo de Croa 217 1. em cada fase. . Resolvemos. . ~ ó e '0s dcslocanientos arbitrários não têm obriga~ãade ser unitários.. Adicionamos apoios do I? gênero à estrutura deslocável dada. F lI . substituir os {F. . M 2 . recalque ou modificações de comprimento das barras) e de deslocamentos arbitrárioss A i dados separadamente a cada um dos apoios do 10 gênero adicionados a estrutura. sistema principal e as reações de apoio F O o. o sistema principal indeslocável obtido no item anterior. ou E. apenas.9) (No caso de variação de temperatura.. recalques de apoio ou modificaçóes durante a montagem. E.}. n l n . etc) serão dados por E = E o +Z EiAi (11. o sistema (11. deve ser substituído por E. 3. . E.}. pelo processo de Cross. corrigem os efeitos arhitradus. conforme o caso. como fator?rescala qiie. recalques de apoio ou modificações de coniprimento impostas na montagem devemos. pois os valores finais q u e encontraemos para os dedocamentos incógnitos Ai funcionaram. de modo a termos um sistema principal indeslocável. {F. que todos os Ai srjain arbitrados com o mesmo valor.} por {F. O sistema será da forma Observaçóes: a) Mais compactamente.) nos nós do Ml. . " 1 nos apoios do 10 gênero adicionados de modo a tomar a estrutura indeslocável. isoladamente. no caso de estarmos resolvendo a estrutura para variaçào de temperatura. Obtemos.} ou {F.. conforme salirnios.]. a fim de ohtcrmus iima matriz simétricz a inverter.) ~ s ~ ~ c a seguintessesclarecerão. variação de temperatura. M.. n . os momentos (Mo.. .7) pode ser escrito na forma { F J + [Fl { A I = {O) (11. 4. F n o . Formulamos e resolvemos o sistema de equaçóes de compatibilidade estática.8) b) O agente solicitante externo só afeta o vetor {F. Aconsclliamos. reaçóes de apoio. evidentemente. para a atuaçáo do agente solicitante externo (carregamento. F 2. conforme o caso. 2. Os efeitos finais (momentos nos nós.

li4 . fi. 11-68 2. não aparecerão monientos no sistema principal. por ser ele constituído por uma única carga concentrada atuante sobre um dos apoios. 11-67 C A E Empregando o roteiro apresentado em 5. o 11-68 ( n oprincipal indeslocável da Fig. F. Sistema principal Trata-se de uma estrutura com 2 deslocabilidades externas. sistema qual indicamos o sentido que consideraremos positivo para as reações nos apoios 1 e 2). 1149 Mo = O (Nesta fase. nele será absorvido. Efeitos no sistema principal a) Carregamento externo Aplicando-se o carregamento externo no sistema principal.. com o acrescimo de apoios do 10 gênero em E e D. e temos: n F.@ Fig. 11-67 submetido ao carregamento indicado.. = -4 = o Fig. -%+ i Fig.Obter o diagrama de momentos fletores e as reações de apoio para o quadro de ingrcia constante da Fig.2.Curso de análise estrutural Ex. temos: 1. obtendo-se.) .

os seguirites deslocamentos ortogonais reciprocos: Para a barra AB: p = + 1 (extremidade direita desceu em relação à da esquerda) Para a bana BC: p = -516 (extremidade da direita subiu eiii relação à da esquerda) Para a barra p: = +SI6 (extremidade da direita desceu em relação à da esp querda) Para a barra DE: p = O Arbitrando EJ = 100. n o caso. 11-70 6EJp 6 X 100 X 1 = +24 Na barra AB: MA = M B = 7 = 1 s2 6EJp -6 X 100 X 516 = -20 mt Na barra BC: MB = Mc = -- lZ - s2 Na barra CD: Mc = Mo = +20 int Passemos ao equilíbrio de momeiitos. em t o os os nós temos as barras com igual rigidez. 0.l mt). - J Fii. 11-72 está feito o equilibrio de momentos que nos conduz aos valores finais de momentos indicados em 11-73 (no equilíbrio. os coeficientes de distribuição: Notando. 11-70. r k. para o qual precisamos determinar. = + 1 ao apoio 1. iguais T. temos.s. surgirão os seguintes momentos de engastamento perfeito devidos aos deslocamentos ortogonais recíprocos: A 0. Dando-se um deslocamento A . a partir do williot da Fig.e b Fig. 11-71 Na Fig. podemos afirmar que todos oS coeficientes de distribuição de momentos são.a. .d. interrompemos a propagação para momentos iguais ou inferiores a 0. 11-71 que. pelo esquema da Fig. inicialmente.Processo de Cross b) Deslocamento A .

1. 11-3. para nós. coiiforme indica a Fig. devendo-sr obedcçer. portanto. 11-73. 11-73 . 11-73. os momentos atuantes nas barras (I'ig. Fig. para barras. 11-72 . que sã<i momentos atuantes nos nós9. empregando as equaçóes da Estática. a partir dos sinais da Fig. 1-18 r. 11-74 e. temos: 9~odcriamosmarcar diretamrnte. aos da Fig.2.ihll(cni mt). .çumo adotanios cor~vençõcsde sinais consiste~ites uma com a outra para momentos nos nós c nas barras. 11-74).Curso de an6lise estrutural Fig. a da Fig.Eq. a convenção de sinais da Fie. aplicando neles os momentos atuantes nas barras (com sentidos opostos. seus módulos c sinais são os mcsmos. rotularemos tpdos os nós. pois. Para determinação das reaçóes de apoio. de momentos.

Por

= O

HA = 22,6.+ 2 1 2 = 8,76 5
Por

21.2

MP

=

O
+

21.
4 1

-

ME =

534

=

3,24 t

22.6

6

5

1 "A

, HA

5.4

tE ;

Fig. 11-74
de apoio.

Determinação das rea~óes

Por Z Y = 0 Por E M B = 0

? Por M

= O

VA = VE i . 22,6 5,4 + 8 v -~(8.76 - 3.24) X 5 = 0 * . VE = V = 1,3 t -4VA + 8HA - 3HB + 18 - 22.6 = 0 .'. HB = 20,09 t

-

Por Z X = O Temos, então:

H[ = 14.57 t

F I I = +20.09 . F,, = -14,57
8.76 3.24

14.57

Fig. 11-75

Reaçóes de apoio (em t).
+1,3

t

1,3

c) Deslocamento A,

Para a atuação de um deslocamento A, = + I, como a estrutura é simktrica e este deslocamento será anti-simétrico do deslocamento A , = + 1 dado no item anterior, podemos escrever iinediatamente, que os momentos nos nós e reações de apoio são os indicados na Fig. 11-76, tendo-se então: FIZ = -14,57 Fz2 = 20,09

{

Fig. 11-76 -

K2 e rcaçóes para 4 = +l.

222

3. Equaçóes de compatibilidade estática:

i

F,, + F , , A , + F,,A, = 0 F2,+ F 2 , A l + F 2 , A 2 = 0

_i

Curso de analise estrutural

-4 + 20,09A1 -14,57A2 = O O 14,57A, +20,09A2 = O

-

4. Efeitos finais Os momentos finais M = M, + 0,422 M , t 0,305 M, = 0,422 M, + 0,305 M , atuantes nus n6s e as reaçóes de apoio (R = R, + 0,422 R , + 0.305 R,) estão indicados na Fig. 11-77 c, a partir do esquema da Fig. 11-78, obtemos o diagrama de momentos fletores da Fig. 11-79.

Fie. 11-77 Efeitos finais (E t 0,422 E, + 0,305 E,).

=

E + .

Fig. 11-78

-

Moineiitos nos 116s (em tiitl.

Fig. 11-79

-

DMF e r e a f k s de apoio.

Ex. 11-7 - Obter o diagrama de momentos fletores e as reações de apoio, para a viga de rigidez constante EJ = 104tm2 da Fig. 11-80, Os engastes elásticos tèm K = 104mt/rad e a mola tem k = 103t/m.

Processo de Crors

A

Fig. 11-80

1. Sistema principal Levando em conta a simetria existente, o nó B não terá rotação e a estrutura a resolver 6 a da Fig. 11-81 (na qual o nó B só pode ter deslocamento vertical), a partir da qual, adicionando um apoio vertical em B, obtemos o sistema principal indeslocável da Fig. 11-82,

Fig. 11-81

-

Estrutura a resolver.

Fi. 11-62

Sistema principal

2. Efeitos n o sistema principai
a) Carregamento externo Trabalhando com rigidez absoluta, os coeficientes de diitribuigão de momentos e 9 m o dos n6s '4 e C, são:

Os momentos de eiigastamento perfeito para as barras I e 2 têm módulos
iguais a -= 6 mt, com os sinais indicados na Fig. 11-83, onde já fizemos
u equilíbrio de momentos.

2 X úZ 12

Fig. 11-83

EqujlÍbrio de momentos = M o

Curso de analise estrutural

Fig. 11-84 - Cálculo das

riaçori dr apoiolo

-

R.

Temos, entZo: FIO -13,2 = b) Deslocamento A , Dando à estrutura do sistema principal um deslocamento A, = + I , conforme indica a Fig. 11-85, teremos, para a barra 1 um deslocamento ortogoiial recíproco p = + 1 e, para a barra 2, p = - 1 . Surgem, então, os momentos de engastamento perfeito seguintes:

6EJp Para a barra 1: MA = ME = - = + -

P

6'

I*

=

t1.666 mt

Para a barra 2: ME = MC = -1.666 mt

Fig. 11-85

Notar que. quando rotulamos os nós para calcular as reaçòes de apoio, devemos trabalhar com os momentos atuantes nas barras, para os quais a convengo de sinais é a da Pig. 1-18 do Cap. I . podendo ser usados em módulo e sinal os momentos da Fig. 11-83 pois, embora eles sejam momentos atuantes nas nós, as convenções dc sinais para momentos atiiantes nos nós (Fig. 11-31 e para momentos atuantes nas barras (Fig. 1-18) foram consistentes uma com a outra, de moda que, ambos, têm o mesmo sinal. Assim, no caso da Fig. 11-84, iisamos os momentos da Fig. 11-83 com a convenção de sinais da Fig. 1-18. por desejarmos os momentos atuantes nas barras.

10

Processo de C r o s

225

O equilíbrio de momentos esta feito na Fig. 11-86 e o cálculo das reaçòes de apoio na Fig. 11-87. Notar que, para a determinação da reação de apoio em B. devemos somar, àquela devida aos momentos, a influência da mola, igual a (k A,).

Fig. 11-87

Rcavòes iIc.apoio:R I

Temos, então: F,,

=

+ 1.777.7

3. Cálculo de A ,

4. Efeitos finais
Os mgmentos fmais e as reaçóes de apoio. dados por M = Mo + 0,0074M1 e R = R ,+ 0,0074 R, estão representados na Fig. 11-88. da qual obtemos o diagrama fmal da Fig. 11-89.

Curso de analise estrutural

-

Fi& 11-88 - Efeitos finais: E = E. + 0,0074EI.

Fig. 11-89

-

DMF e rea~ões a p o i o ( de

Ex. U.8 - Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro da Fig. 11-90, cujas barras têm as inércias constantes indicadas.
2t

A

3t

0.018m4

, 0.018m4

+3m-+8m4

Fig. 11-90

O carregamento atuante pode ser decomposto nas parcelas simétrica e anti-simétrica indicadas nas Figs. 11-91.2 e 11-91.3, que mostram que a resolução da estrutura recairá na resolução do carregamento anti-simétrico da Fig. 11-91.3.

f

Processo de Cross

227

( J á que, para o carregamento simétrico, existirá, apenas, um esforço normal de compressão na barra BC.)"
A resolução da estrutura da Fig. 11-91.3 será a resolução de uma estrutura com uma deslocabilidade linear (deslocamento horizontal da barra 80, tendo-se:

I . Sistema principal
É o indicado na Fig. 11-92 onde, já

A"

explorando a anti-simetria existente, pudemos rotular o nó A (já que sabemos ser, nesta seção, M = 0). 2. Efeitos no sistema principal a) Carregamento externo Não existindo cargas aplicadas nas barras (estão aplicadas, apenas, 110s nós), não existirão momentos Mo no sistema principal devido à aplicaçtio do carregamento externo, aparecendo as reações de apoio indicadas na Fig. 11-93, a partir das quais temos:
Fig. 11-92

F,, = -5
b) Deslocamento A,

Fig. 11-93 -

Mo = O

Impondo-se ao sistema ~rincipalum deslocamento A , , surgirão deslocainentos ortogonais recíprocos de igual valor, apenas para as barras verticais, conforme indica a Fig. 11-94. Trata-se de um caso de estrutura simétrica m m solicitação anti-simétrica, podendo-se trabalhar, apenas, com metade da estrutura para equilibrar os momentos.
A partir dos valores de rigidez em torno d o nb B indicados na Fig. 11-95,
Fig. 11-94

J

)

"Desprezando sua deformaGão por esforfo normal, o que é usual, no caso.

tendo-se: FI1= + 1.046.Rigidez rc6tiva cin torno do i16 B (traballiondo-sc com inércias inultiplicadas por 1001. 12 joO 100. obtemos. levando em conta a anti-simetria existente. 11-97 - M i . vem: M g = + -.228 Curso de analise estrutural 3 -X 10 =0. Fig.67h - temos os seguintes cocficientes de distribuição de momentos em torno deste nó: I<'= 4 9 Fig. 11-97.68 int 8' A partir do equilíbrio de momentos da Fig. teremos.Equilíb~iode momentos. 11-96.= 3 EJA . ) da bana BD. 11-95 . os momentos nos nós e reações de apoio da Fig. um momento de engastamento perfeito MB Arbitrando-se EJAI = M.+4. Devido ao deslocaniento ortogonal recíproco (+A. em E. Fig. 11-96 .

.= 4.79 FII 1. Fig. a mesma inércia. Momentos finais Da expressáo M = Mo + M I A 1 = 4. todas. Cálculo de A.79M1.9 .. Temos: A I = Fio 5 . 11.Monientos finais nas nós (em mt). A -2 t'm t 6 m6 + m + 6 Fig. a partir dos quais obtivemos o diagrama de momentos fletores da Fig. cujas barras têm. 11-98. 11-99.. temos os momentos finais nos nós indicados na Fig.Obter o diagrama de momentos fletores para a assim chamada viga vierendel da Fig. 11-98 . 11-99 - DMF (em mt) Ex. 11-100. 11-100 r n 4 . Fig.046 4.3.

que &o os deslocamentos verticais das barras BF e CG. 11-103 . Devido à simetria existente. 11-103. os coeficientes de distribuiçáo de momentos da Fig. apenas. de modo que. Efeitos no sistema principal Determinemos. com metade da estrutura e temos. previamente.230 Curso de an6lise estrutural 1. Fig. a partir dos valores de rigidez relativa (obtidos arbitrando-se J = 24) da Fig.Coeficientes de distribui $50 dc momentos. esta última deslocabilidade não se mariifestará e as duas primeiras terão valores idênticos. no caso. Fig. 11-102 - Rigidez relativa das barras. Sistema principal A estrutura possui três deslocabilidades lineares. 11-102. os coeficientes de distribuição de momentos em torno dos nós. 11-101 2. . Fig. e o deslocamento liorizontal da barra AD. o sistema principal indeslocável é o da Fig. Devirio à situação de simetria existente. 11-101. poderemos trabalhar.

09 Fig. Fig.a) Carregamento externo Os momentos de engastamento perfeito sáo: Para a barra AB: Pata a barra BC: MA = -MB = 2 X 6' -= 12 t6 mt Ms = 2 X 6 ' -= t6 nit 12 O equilíbrio de momentos está feito na Fig.18 1 1 1 1 1 1 -0. 11-104 - F. 11-104 (cessamos a propagaçáo para momentos inferiores a 0.69 0.l mt) conduzindo aos valores finais representados na Fig.quilibrio de momentos. 11-105. . 11-105 . 2 tim -6.Mo dc apoio. 11-106 .Determinação das rrações Fig.76 16.

0 1 Fig.0 6.0 ~1.69 + 0.360 iguais a -J a i.65 vE=3x2+ 6 Temos. então: F i o = -12. conduzindo aos valores finais representados na Fig. 62 . nas barras AB e EF deslocamentos ortogonais recíprocos iguais a (+Ai surgindo. momentos de engastamento perfeito ).232 Curso de analise estrutural As reações de apoio valem.MI .16) = 5. Fig.Equilíbrio de momentos -6.76 t 3. 11-107 . 1d-107 (cessamos a propagaçáo para momentos inferiores a 0 . ele provocará.7 +6. nestas barras.O mt.83 t 0.+. 6 E. = 360..35 b) Deslocamento A i Impondo ao sistema principal um deslocamento A i tal que 6EJA. 11-106: (-6. 11-108 . l mt).7 i7. a partir da Fig.36 \ O equilíbrio de momentos está feito na Fig.. 11-108.

a partir da Fig.= 2. 11-1 10. a partir da qual temos determinado o diagrama de momentos fletores da Fig. representados na Fig. . Fll = +4. 11-109 de apoio.57 4. Fig. 11-1 11. 7 M . Determinação das reações Da expresso M = M o + 2 . 11-1 10 - M = Mo + 2.finais nos nós. Fig.. Cálculo de A.FIO . obtemos os momentos .7M1 (em mt). Il-LI1 - DMF (em mt). 11-109: Temos. Momentos íiiais Fig. então: 3.57 t 7 VF - 4 12. .7 = F I ~ 4.Processo de C i o s As reaçóes de apoio valem.35 A i = .

o que está feito nas Figs. apresentaremos. no método das defomacões. estaremos conhecendo. Por comodidade de exposição. cujos coeficientes de distribuição de moinentos em torno do nó a equilibrar são os indicados na Fig.2. 11-1 12 Fig. 11-1 14. ao final do qual o leitor terá compreendido a idéia usada para esta resolução: l?) Aplicamos momentos de engastamento unitários nas extremidades adjacentes aos nós internos de cada uma das barras sobre as quais a carga unitária pode se deslocar.2 e 11-115. diretamente.234 Curso de analise estrutural 6 . sendo os diagramas de momentos fletores por elas provocados os indicados nas Figs.Roteiro Seja o quadro da Fig. Não o fizemos. 11-114 e 11-115. 11-1 12. o roteiro para resolução do problema. que frações do momento de engastamento perfeito de uma barra no sistema principal vão se transformar nos momentos fletores atuantes nos nós da estrutura dada.Coeficientes de distribui$30 de momentos. . Desta forma. entretanto. Fig. em Última análise. ''A mesma idéia que apresentaremos aqui poderia ter sido desenvolvida. No caso da Fig. devido ao fato do processo de Cross resolver o problema de maneira muito menos trabalhosa. 11-1 13 . 11-1 12.APLICAÇÃO DO PROCESSO DE CROSS AO TRAÇADO DE LINHAS DE INFLUENCIA'^ 6. resolvendo a estrutura para a atuação destes momentos. diretamente. 11-1 13 e para o qual desejamos obter linhas de influência.1 . devemos analisar a atuação de momentos unitários em Besq e gdr.

Equilibrio de momentos.DMF Fig.drd atuação de momento dc engastamento perfeito unitirio em P q . 11-1 15.2 -. isto é: L. .I 1 Processo de Cross Fig.DMF I Fig. m k (para o trecho AB) I " ~ s t a m o s considerando positiva o momento fletor que tracionar as fibras do lado pontilhado. temos: a) Carga unitária no trecho AB - I Chamando m i ao momento de engastamento perfeito em Bem no sistema principal para a barra AB submetida à açáo da carga unitária.1 .1 . 11-115 . conrorme é praxe na Estática. Medir = d .I. I I Seja obter a linha de influência de momentos fletores em LIdb. o esquema da Fig. 11-1 14. 11-1 14. qualquer que seja a posição da carga unitária (no trecho AB). 11-114 nos mostra que. Fig. L.R e w l u ~ á op. 1 11-1 15.2 .I. 20) Obtemos as linhas de influBncia de momentos fletores nas extremidades das barras percorridas pela carga móvel.Resoluçào para atuaçào de momento de engastamcnta perfeito unitário em fldir.Equilíbrio de momentos. por exemplo: Analisando cada trecho. mB ' 13. teremos o aparecimento de um momento fletor em gdir dado por MBdir = d . 11-114 .

MBdil = d2 X 1 X AT X (coeficiente da tabela para a posição da carga ~nitária). podemos construir.) 3?) Obtenção de outras linhas de influência a) Esforços simples no tabuleiro e reações verticais Seja. L 1 .I. conforme indicar a fórmula para o o s o em questão.(I . então.I.MC. ficando. a liniia de influência no trecho A B . fica determinada a L. a partir do esquema da Fig. por 'raciocínio inteiramente análogo.Mgesq e L. por exemplo.236 Curso de analise estrutural Ora.d.I. 1 . para inércia constante ou variável em rnisula é dado. teremos. Destacando a barra da estrutura e aplicando os momentos Retores MeSg e Mdi. 1 conforme mostram as tabelas I1 (inércia constante) e X 1 a XV (para inércia variando em mísula) por produtos da forma: (P/) coeficiente da X tabela ~orrespondente. deveremos criar previamente uma tabela especial para o caso. atuantes em suas extremidades. 14~o caso de tcrmos uma barra cuja lei de variaçào de inércia não a situe dentro dos casos tabelados. com simplicidade. o valor de m j.'~ Desta forma. L 6 ~ ~ a l e m notar 1 3 c 15 as . obteremos as L. obter as linhas de influência de momento fletor e esforço cortante na seçáo genérica S da barra BC. lSCOeficicnte afetado do sinal + o u -.'~ Assim.I6 Com isto. m i = .I. 11-1 15 podemos escrever que: X B X (coeficiente da tabela C correspondente para a posição da carga unitária). bastando para tal tirar tantos valores da tabela correspondente à lei de variação de inércia da barra quantos forem os p ntos de passagem que desejemos para o traçado da linha de influência. ao momento de engastamento perfeito em B"" no Chamando m sistema principal para a atuação da carga unitária concentrada na barra BC.(1 d ) L. no caso: L. f b) Carga unitária no trecho BC O raciocínio é completamente análogo ao usado no trecho AB.MBdi' e. conhecidas as linhas de influência dos momentos fletores atuantes nas extremidades das barras percorridas pela carga móvel.I. 11-1 16. ela poderá ser representada na forma indicada na Fig. senão vejamos.

como no caso a carga unitária não percorre estas barras.11).Qess. 11-1 16 + .L.I.1. lembrando que V = Qdir . biapoiada de substituição.10) (Nas expressões 11. teremos L. M . Mesq 1-x I (11.I. = = L. + I X .L.10) e (II.M e L.l.LMdi.10) e (11. . então: L.Q continuam sendo dadas pelas expressões (11. Mos e Q. para estas últimas.I. Desta forma. o seguintes esclarecerão. apenas. a está completamente resolvido.) são os esforços simples na viga As linhas de influência de reaçóes verticais V são obtidas. prontamente.M. dadas pelas expressões(l1.I.P=I %r Ms = I-x -Mesq 1 + X \ Mdir + t y I Mo3 L.1. 11-112.QCsq (11. para uma dada posição da carga unitária: M .Processo de Cross 237 i da qual obtemos. a barra BD . a seguir: L.Q.I. a I ? fase (obtenção dos diagramas de momentos fletores devidos i atuação de momentos de engastaI 7 ~ o caso da Fig.12) b) Esforços simples em barras perpendiculares ao tabuleiro" Para barras perpendiculares ao tabuleiro. = o. As aplicações a) O processo apresentado é integralmente válido para estmturas indes locáveis e deslocáveis. V = L.1 1). i Fig. as L.hfs = L.1.10 e IL1 I .1.. tendo-se. bastando lembrar que.Qdir - L. obtemos imediatamente as linhas de influência dos esforços simples em S. Qs = QoS + Mdir 1 Mesq --- I i---_ A partir destas duas expressões.

Assim sendo.para obtenção delinhas de influência. pois Gnsistirá na resolução de uma estrutura deslocável pelo processo de Cro~s. temos: 1") Resolução da estrutura para momentos de engastamento positiws e ) unitários nos nós a) Carga-momento em BeS4 Aplicando um momento de engastamento (t 1) em Be". empregando o processo de Cross.1. 6. a partir dos quais obterfamos os diversos pontos de passagem para o traçado de cada linha de influência desejada.Aplicações Ex. seria resolver a estrutura para diversas posições da carga concentrada unitária (pelo processo de Cross). temos o equilíbrio de momentos da Fig. cotando-as nas seções indicadas. Fig.1. 11. pais as pontes em quadro (de urn anilar) podem possuú uma deslocibilidade horizontal (deslocimenta Iiarizontal da tabuleiro) e ar pontesemviga são indeslodveis.não deve aparecer mais de uma deslocabilidade cxtcrna. para a viga de inércia constante da Fig. do qual obtemos o diagrama de momentos fletores da Fig. '8~omalrneiitc.118. 11-1 19. as linhas de influência a seguir.2 .embora conceituaimente imediato .10 . ii. Este procedimento .espontânea .conduz a um trabaiho mais demorado e mais sujeito a erros do que o desenvolvido por nós. de modo que não receberá maior ênfase em nosso Curso. Msdir = . temos. por análise do equilíbrio do nó B. 11-120.238 Curso de analise estrutural mento perfeito unitários nos nós) será um pouco mais trabalhosa. . conforme indica a Fig.'~ b) Uma outra forma . 11-117.Traçar. traçando em cada caso os diagramas solicitantes. 11-1 1 7 Empregando o roteiro definido em 6.

q c) Momentos em cdirgdir e Por analogia com os casos a e b. nó B.DMF devido a mBesq = + I . obtemos os diagramas de momentos fletores das Figs. 19 - b) Momento em CcS9 Aplicando um momento de engastamento (+I) em CeSq. 11-121 - Eq. caso esteja no vão BC. Fig. do equilíbrio de nós feito na Fig. 11-122. obtemos. 11-1 19 . de momentos Fig. de momentos. o diagrama de momentos fletores da Fig. 11-123 e 11-124. . 11-121. 11-120 . 11-1 L8 - Eq. surgirá um momento em B O q no sistema principal e. FS~. caso a carga unitária esteja no balanço AB. Fig. 11-122 .Processo de Cross 239 Fig.Eq.DMI: devido a i i i ~ c s = +I. siugindo apenas um momento em C e q no sistema principal. o balanço AB não funcionari. " ~ ã o estamos estudando a atua$ão de um momento unitário em gdirpois. respectivamente.

.Curso de analise estrutural Fig. por se tratar de u m balanço. (coeficiente k4 da m~rata-se de uma viga.1) Carga no trecho AB Sabemos que a linha de influencia. confornic indica a Fig. sendo definida por seu valor cm A .5) Inces¶ = (t0.5 X 1 X 20 X k . estando representada diretamente na Fig.. 11-1 20. teremos ?7trcc. = -10 k . no sistema principal. dado. por \ b. 11-125 - L. ll-I24 . apoiada à esquerda e engastada à direita. será retilinea.2) Carga no trecho BC Conforme indica a Fig. Fig. Fig.DMF devido a mDdir = + I 20) Obtenção das linhas de influência de momentod fletores nas extremidades das barras Trata-se de uma linha de influência isostática.ia~~ = tabela 11)l (+0. 11-12?.$l~ b.l. 11-123 .5) X [-P/X = -0. 11-125.DMF devido amCdiI: +I. sendo o momento de engastamento perfeito dado por (-k4PI).

L. 11-128. = -10 X 0.L Mc Já foi obtida anteriormente. não precisaremos refazer os cálculos. pois sabemos que a L. 11-129.L.172 X 0.I. Fig.(L.I. temos: L1. +1.I.25 +1. 11-127 . b) L. Desta forma. obtemos a linha de influência representada na Fig.3) Carga nos trechos CD e DE Devido à simetria.Processo de Cross Temos. Qn Da expressáo (11.Mc .MB).. então: q 1 = -10 ko.. 11-126.875 qnr = -10ko.1875 = -1.I.LMD 30) Obtenção das linhas de influência pedidas a) L.1172 = -1.5 = -10 X 0. estando representada na Fig. desenhada na Fig.Mc Trata-se de uma linha de infiuência isostática. está definida a linha de influência de momentos fletores em C.I. 11-126 ..25 Fig. .= -10 b.Mc é simétrica em relação a C.641 va = -10 kOs5.1 I). Qn = L. 20 bvandoae em conta o quadro de valores da Fig. Qon + 1 .I.1641 = -1. 11-126.L. estando representada na Fig 11-127.

11-129 - L.Mw = L.Mlv.094 -0.I.MC 4 \ A partir do quadro de valores da Fig. 11-130.I.Ql1 Da expressão (11.I. . Fig. -0.I.Mc 20 20 = L.L . temos: L. 11-130 .Obtençáo da L.063 r0.059 " E v 10. M ~+ .313 +0.Mu + --.QII.I.I.406 Fig.10).l.242 Curso de analise estrutural Fig.082 Iv 0.L.594 - Obtçnçio de L.+ 4 3 L. obtemos a linha de influência representada na Fig. 11-128 -0.Afoni t t 5 15 . 11-131.I. I .I.Morv L.

Qcesq = (L.1 Processo de Cross +2. 11-133.L.Mp.I. obtemos a linha de influência.L. 11-132 . da expresso (lI. Vc Sabemos.I. que L.Mc t 1o 1 1 .Qflcdir + .MD) = L.l.I.L.Obtengo da L..(L. ! I d) L..I. .12). VC = L.L.Vc. .I.I.l.MD 20 I ?_O L.Mc) .I.I. 11-132. VOc .I.Mc t 10 Levando-se em conta o quadro de valores da Fig.I.l.MB + 20 1 L.L.I. I Fig. representada na Fig. 11-131 .52 Fig.Qcdir 1 .

O0 Fig.1 - Equilibrio de momentos.m tl c n ti-135. cotando-a nas seçóes indicadas.5m" 2.Curso de analise estrutural -0. Fig.5rn'i. 11-134. w 2.03 Fig. 1 1 1 .DMF mbOZI k0.5m' 2.5m . ma de momentos fletores da Fig. temos o diagra. 11-135. 2.375 I I1 III C IV v VI O E A O +0. 11-135.5mq 2.2.1. mg. 11-1 34 l?) Resolução da estrutura para momentos de engastamento unitários nos nós a) Momento em Beq A partir do equilíbrio de momentos feito na Fig. 11-133 .5m* 2. 11-135 .5m* 2.5rn" 2.2 .I.5rnr .5m 2.914 +1 .5rnn 2..L.51~" 2. VC E . li-135.Obter a linha de influência de momento fletor na seção V do quadro de inércia constante da Fig.

11-136. temos o diagrama de momentos fletores da Fig.DMF i d) Momento em cd' Por analogia com o caso da Fig. temos o diagrama de momentos fletores da Fig. mgdlr =+i I n +0. r .1.ii-137 . 11-137.27 - A .01 t0. 11-136 C) Momento em L ? Devido à simetria existente.1 - Eq. Fig. 11-136. 11-136. 11-138.13 +0.Processo de Cross 245 I I h) Momento em Bd' A partir do equilíbrio de momento feito na Fig.27 .2.74 i 1 90 -0. temos o diagrama de momentos fletores da Fig. 11-136. de momentos.03 0. -0. por analogia com o caso da Fig. . 11-135.

L .10X 1 X 10k2)= -7..1641 .6k4 A partir dos valores de k . obtidos da Tabela 11. temos: t j i v = -7.2.489 a. A partir dos valores de k.125 .74 X 1 X 10 X k l ) ~ ~ -(0.3 - Carga unitária no trecho CD = Da fig.4 X 0.? . ) m c e ~= (-0.k. = (f0.0.0.74) ~ m B * h ~( 0 .1875 = -0.Mv. não há necessidade de obter L. 11-135.6 X 0. I .1172 = -0.087 -7.I. U-138 . k3 ?v11 Da Tabela 11. vem: = 0.304 1 = -2.I. . 11-138.10) mCd" ~ = t0.6 X 0.4 X 0.0469 = -1.125 = -1.1406 = -0.26 (-1 X 10 X k4) = -2.6 X 0.DMI: 0.050 = -7.03 20) Obtenção das linhas de influência de momentos fletores em B ~ ' e Cesq 21 a) L.-0. obtidos da Tabela 11.117 "NO caso. temos: R ~ BC =~(-0.4kl .487 viir = -2. temos qtrcciioC . .I.427 a.Carga unitária no trecho BC Conforme indicam as Figs. M ~ ~pois elas náo in ".10 X 1 X 10 X k.Cursa de análise estrutural Fig.0469 .2 e 11-137.MBW e tlusnciaráo o traçado de L.188 I)[X = 0.Carga unitária n o trecho A B Conforme indica a Fig.1406 = .0.164 rivi11 = 0.26) m B e q = +0. l 0. MBdir a . temos vtrecho AB = (+0.4 X 0. 11-136. temos: 7 = -2. e X.

L&dir.M~~U Devido à simetria existente. não é necessário refazer os cdculos. 11-140. por analogia com a L. temos: Levando-se em conta o quadro de valores da Fig.Processo de Cross 247 A linlia de influência está.MceS4 30) Obtenção da L.LMC).expressáo (n.b. para a metade da estrutura.I. devido à simetria da L.I.a (calculado. . então. m Fi. 11-139. 11-141. a linha de influência representada na Fig.I. obtemos a linha de influsncia representada na Flg. 11-141. 11-140 - L.10). obtendose.MV Da . definida. apenas. estando desenhada na Fig. 11-139 - L. Fig.

50 Fig.1.I. submetida ao carregamento indicado. respectivamente) e os momentos exercidos.130 Fig. bastante mais trabalhosa. tamEm.s (L.cliegando. portanto.MOV 0. . aplicado.x e y .1.094 -0.Apresentação Seja resolver a greiha de inércia constante da Fig. os momentos exercidos pelas b r a sobre os nós (que tém sentidos opostos aos dos ars momentos de engastamento perfeita.M" -0. cujas banas nào são ortogonais entre si (caso pouco usual).a O b t e n ~ ã o L. Para a análisç das grelhas. neste item. vemos que há dois momentos a equilibrar tio nó B.248 Cumo de analise estrutural Seção L.130 -0.b - L.130 t0.050 - L. Sendo o sistema principal o indicado na Fig. neste sistema principal.250 +2. em torno do eixo x .462 t 1.450 I 11 I11 IV V O O O +1. as grelhas compostas de barras perpendiculares entre si.094 -0. em certos casas.788 -1.M". trabalhamos com os momentos atiiantes nos nós. o processo de Cross pode ser. 22~bordarcmos.I. No caso de não existir ortogonalidade das barras que constituem a grelha. um primeiro. 11-142 (cujas barras formam ângulos de 90" no nó 8).MBdr) -0.150 -0. isto é. recomendamos a leitura d o capitulo correspondente no livro "Ebene und r2rimliclie Ralimentrsgwerkc de V. pelas barras sobre os riós2%s indicados nesta mesma figura. a se mostrar <Irsaconselliável o emprega do processo de Cross.M" 7.094 -0.150 -0.1.eXercidos pelos nós sobre as barras). 2 3 ~ o i s . da -0.1 . 0-141. só que u equilíbrio de momentos uàa mais poderá ser feita independentemente eiii torna de cada eixo.MCew t L. 11-141.150 -0. que Go o caso mais frequente na prática e cujo equilr'brio de momentos pode ser feito %paradamente em torno de cada eixo. Kupferscliniid (Springer-Verlag V i e n a 1952). 11-143 (no qual bloqueamos as rotações do nó B em torno dos eixos x . tornando-se.l.y pelas chapas 1 e 2.no processo dc Cross.x .

vaieiido . inversamente. os resultados.v . -. podemos fazer.e um segundo. arhitruriu. . indicada tia Fig. a resolver os casos das Figs. .I s t r i i t i i r &a ri-solver. ein tortio do eixo .x só introduzirá momentos fletores na barra AB e momento torçor na barra BC e. adicionaiido. = 8 vençao de sinais. ql' 12 M. 11-144 (iio qual devemos equilibrar momentos em torno de x .v .y ) . valendo M B = . entro. 11. 11-142). isoladamente..142 . 0 rquilibno de mornenlos em tomo do e i x o x . P/ + 2 (OS sitiais destes mornciitos atuantes nos n6s obtidos da con- Como a rotaçáo do tió B em torno do eixo x .Y. Temos.x ) e 11-145 (no qual devemos v equilibrar momentos em torno de . a rotação de B em tortio de y -v só introduzirá momento torçor tia barra AB . tio Rm.Processo de Cross Fig.x e do eixo?. e monientos fletores ria barra BC.

11-146.2 1 . 11-144.e K? = L . 12 O equilíbrio de momentos está feito na Fig. 1 . ) 1. ii-145 Y-Y.Eq. de momentos.1. = K Q +KT . 11-146. obtendo-se os momentos finais Mxt nos nós indicados na Fig. Fig. - Momentos em torno de Para o caso da Fig. sendo K 0 e a Kp K? respectivamente os valores da rigidez à flexão da barra AB em B e da rigidez 4EJ GJ à torção da barra BC (K@ = .4 .X.4 .250 Curso de análise estrutural X Fig.Momentos em torno de 114 . 1161 . . os coeficientes de distribuição de momentos em tomo do nó B sáo: K0 dlx =KQ +KT e d.

11-147. obten- do-se os momentos finais My nos nós indicados na Fig. 11-147.y no nó E: dly = KT 0 ~ $+K@ 3 4EJ 12 e dw = KT + K @ K@ (sendo GJ KT = 2e 1.Processa de Cross 11-146. para o caso da Fig. Fig. de momentos. 11-146 Analogamente.2 -Momentos finais. 11-145.2. temos os seguintes coeficientes de distribuição de momentos em tomo do eixo y .1- Eq. ü-147.1. K@ = -). . O equilíbdo de momentos está feito na Fig.

11-147 Superpondo os momentos das Figs. para os equilíbrios de momentos indicados nas . 6 usual retificarmos a grelha.1 e 11-148.2 - Momentos finais. obtemos os diagramas de momentos fletores e torçores da grelha dada. Fig. 11-148. 1-4. entào.2 e 11-147.Diagramas finais. 11-146.2 .2. 1181 - DMP U-148.Curso de análise estrutural 11-147. Observações: a) A fm de facilitar o aigontmo do equilíbrio de momentos.2 que resolvem. traçados nas Figs. Assim. o problema.DMT Fig. 11-148 .

todas. a fim de usar os coeficientes de transmissão adequados ao caso. sendo 24para barras biengastadas no sistema principal.Aplicações Ex. em detalhes. sempre.1. b) Na fase de transmissão dqs momentos equilibrantes. dependendo da lei de variaçáo de inércia da barra. 11-1.2 .5.2. foram discutidos. 11-146.1 e 11-149.Processo de Cross 253 Figs. de inércia constante: = +0. 11-149. no Cap.50. 1 deste volume.1 e 11-147.)24 7. . têm inkrcia constante.1 e para momentos fletores os valores de r. deveríamos trabalhar com os esquemas das Figs. (Para momentos torçores: f = . atentos no sentido dr verificar se os mesmos são momentos fletores ou torçores. devemos estar. cujas barras.Obter os diagramas de momentos fletores e torçores para a grelha da Fig. 11-12 .

v Fig. \ 6 3 . 11-153. EJ = 8). na qual representamos.= 2 - 0 Mx 16 Fig. 4x8 . \ K=- f .5 4x8 K=--4 KT= . Momentos de engastamento perfeito no sistema principal e valores de rigidez à flexão e torção. s estão indicados na Fig. = KT - = 0. 0 momentos exercidos pelas barras sobre os nós.254 Cuno de analise esirutural Temos: 1. obtidos da Fig. 11-152. os sentidos que consideraremos positivos para momentos nos nós. tarnbem.mt 12 Os valores dc rigidez à flexão e torçáo das barras nos iós. 11-151. obtidos arbitrando-se GJt = 4 (e. 11-151 Fig. 11-152 -= 4 m t 8 4x8 E2 =6". conseqüentemente. 11-153 O . estão indicados na Fig. no sistema principal.

.70 09 .71) Fig.Equilibrio dos momentos Mx... d. representados em 11-155.157 A partir do equilíbrio de momentos da Fig. = 0.90 * -0. 11-154. I A Torv-o I FIexdO I TocSo 4 rO.0 hc Fikii-155 . = temos os seguintes coeficientes de - Kp K@ ..085 . = K@ 1613 +KP -=0.2.0 (em mtf. obtemos os momentos finais M.915 Em torno do nó C: d..843 1613 + 1 - . : d.90 / +O.0.W -1. \ M& h1. .. Equilibrio dos momentos Mx Para equiiíbno dos momentos M.'.70 1 tl. 11-154 . distribuição de momentos: Em tomo do nó B: d.=0.70 -1.Momentos Mx 09 .

mentos fmais My.923 = 0.representados na Fig. obtemos os mo. 11-157 - MomentosMy (em mt).256 Curso de analise esirutural 3. Fig. d? : = 0. . 11-156.+K - * 2/3+8 . Fig. U-157. dZy = 0. Equilíbrio dos momentos My Temos os seguintes coeficientes de distribuição de momentos: Em torno do nóB: d = ' . 11-156 .077 Partindo do equilíbrio de momentos da Fig. .Equilibrio dos momentos M.'.145 .855 = 4 "-K. Em torno do n6 C d K@ KO +K@ =4+2/3=0.

DMF (em mti. 11-158.1 .= 1. U-155 e ii-157. GJ I v ' \ . traçados nas ~ i ~11-158. os diagramas de momentos fletores e torçores. 11-13 . Fig.5. 11-158 Ex. 11-159. Diagramas fmais Partindo dos momentos Mx e My atuantes nos nós indicados nas Figs. 11-159 .4.Obter os diagramas de momentos fletores e torçores para EJ a grelha da Fig.2. s . cujas barras de inercia constante têm: . \ A 1.1 e 11-158. obtemos imediatamente. Fig..

= 24 tm3. arbitrando-se GJ.5 X 12 = = 18). 11-160 e. 11-160 Fig. Assim sendo. Efeitos no sistema principal a) Carregamento externo Aplicando o carregamento externo n o sistema principal. ao apoio 1. 11-161 . conforme indica a Fig. temos: 1.Mo= To=O b) Deslocamento AI Dando-se um deslocamento AI no sistema principal. Sistema principal e rigidez à flexáo e torção O sistema principal está indicado na Fig.258 Curso de analise estrutural A grelha possui uma deslocabilidade linear.4mt = 36 . tal que EJA.mt A=T6 X 24 = . = = 12 (o que equivale a EJ = 1. temos os valores de rigidez à flexão e torção em tomo do nó B indicados. temos. 11-162. que B o deslocamento vertical do nó B. Para a barra 1: IMAl = IMBl = Para a barra 2: IMBI = IMd 6EJAl 6 X 24 . 11-161: Mx=My=Oe FIO -4 = Fig. 2. surgirão momentos exercidos pelas barras 1 e 2 sobre os nós com os módulos seguintes e os sentidos indicados na Fig.

4 +1.8 1y? Fig. 11-165.95 + 0..8 -0.s.90 = Fig. por . Flexão I C -0..My = 0.8 - -4 f3. 11-163 . influência do deslocamento A.Mx + Tov-o -.46 + 0. .2 I = I 11 = 0.8 it = -1) 1 +0.5) -4 -2. os diagramas de momentos fletores e torçores da Fig. U-163 (para momentos M ) e 11-164 (para momentos MY). imposto. = 1.99 4. que se encontra feito nas Figs. tendo-se: F.Passando ao equilibrio de momentos. Ii-164 .6 M.obtemos.53 = 1.

os diagramas fmais seráo: M = 2.11-165 . Cálculo de A.01 T I .. estando representados na Fig. e T i (em m t ) . 11-166 .= -= 2.C u m de análise estrutural F . Fig. = .01 M .01 F11 1 9 9 4. 11-166 (em mt).M. FIO 4 Temos: A . e T = 2. Diagramas fuiais Levando em conta que Mo= To = O. i 3.

11-169.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro simétrico da Fig.s m de altura e que o quadro tem EJa = 10-'tm2PC.Obter o diagrama de momentos fletores e as reações de apoio para a viga de rigidez constante EJ = 1@tm2 da Fii. 11-168 se o mesmo for submetido à variaçáo de temperatura indicada. que possui indrcia constante.8.1 . U-167. Fig. com 0. 8. O engaste elástico tem: K = 0. 8. 11-169 .3 . Sabe-se que a seção transversal das barras é retangular.Calcular o deslocamento vertical de E para a viga da Fig.4 . 11-167.2 .s X l@mt/rad Ag. 11-167 8.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro da Fig.

as barras verticais têm inkrcia constante J. É dado: EJ. 11-172 . e J. b) resolvê-lo para um aumento uniforme de 30 'C. Fig. 11-170.6 . 11-171. pede-se: com J.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro da Fig. para o quadro da Fig.I=- D Fie.5 ..7 . e as barras horizontais sáo. 11-171 -6m-r 8. todas elas.a = 10-' tm210C Fig. 11-170 8.Calcular o deslocamento horizontal da barra CD. 11-172. = SJ. 4t A I i F$ C .. = 104tm2. a) resolvê-lo para o carregamento indicado.Sabendo-se que.. E dado: EJ.para o quadro da Fig. misuias retas = J.262 Cursa de ahlise estrutural 8.

11-174 &3m 8.9 .Obter o diagrama de momentos fletores e do esforço cortante para o quadro da Fig. 1 . 11-176 . 11-175. 11-173 para: a) carregamento indicado b) dirniuuiçio uniforme de 30 'C c) recalque vertical. 11-174.~tm2 u 105 / " C -I .. fl:i 4- + F .173 1 8.8. + 3m 3 Fig. para a Fig. 11-176.10 . de 1 cm de B. São dados: EJ==I O . de cima para baixo.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro de inércia constante da Fig.1 1 . h Fig. 3m 6 rn Fig. --. A .Idem....Resolver o quadro de in6rcia constante da Fig. n-I75 8.8 .

Idem. L. = J.I. L.I.k = 1 0 4 t/m I I I A I I I L3r n ~ rn 6 9m Fig.Obter.Obter os diagramas de momentos fletores e de esforços normais para o quadro atirantado de inércia constante da Fig.) d L 4 m i . 11-177.13 ..Vc. = 5. L. e J. . L. 11-179.á.I. 11-178 8. É dado: (Desprezar o trabalho do quadro ao esforço normal.Qb.Qcda.1 Fig. cotando-as nas seçóes indicadas. 11-1 77 d 8. Sáo dados: EJ.IMm. L.. para o quadro de inércia constante da Fig.MG.12 .14 .264 Curso de anslise estrutural 8.7. as linhas de influência dos seguintes esforços simples. para a viga da Fig. 11-178. cujas barras são misulas parabólicas com J.I. = 2 X 104tmz.4 m .C F .

r.Obter os diagramas de momentos fletores e de momentos torçores EJ para a greiha sim6trica da Fig.15 .16 .Obter as linhas de influência de momentos fletores 110s apoios e das reações de apoio para a viga da Fig.MBdu.I.V.l. = J.= 2. cujas barras são.17. 11-180. " lb 4 . todas. cotando-as nos quartos de vão.I eL L . 11-181.Processo de Cross 265 8.I. . cujas barras têm. 11-182. mísulas parabólicas com Jmi.QE. k 12m q L L . 4m 16rn 4rn4rn 4m4m 16m l i 4m Fig. 11-180 8. 11-181 8. L. L.Obter as linhas de influência seguintes. para o quadro de in6rcia constante da Fig. L. Gf J .I. cotando-as nas seçóes iridicadas: L. e Jmá. todas.ME. L. Fig.LMll. = 10Jc.

2 X 104tm2.18 ..11 de nosso Curso). Fig.Calcular o deslocamento vertical de B para a grelha da Fig. 11-184 As barras têm. 11-184 8.Idem. todas: EJ = 104tm2 e GJ.20 . 11-185 . (sugere-se aproveitar o resultado do ex.Obter os diagramas de momentos fletores e torçores para a grelha simét5ica da Fig. que tem EJ = GJ.Curso de análise estrutural 8. para a Fig. 11-185. 11-183. Fig. 8. 11-15 do Vol.19 .= 0.

como elemento portante de coberturas de grandes vãos. mesmo sem . modernamente. 267 . são os elementos estmturais empregados para condução da energia elétrica nas linhas de transmissáo. desprezaremos a influencia da deformação elástica dos cabos sobre a sua configuração de equilíbrio de forma que a teoria apresentada será de primeira ordem. . hipótese esta confirmada.INTRODUCÃO AO ESTUDO DOS CABOS Os cabos são um elemento estmtural usado em diferentes tipos de estruturas: são as principais peças portantes nas pontes pênseis e nos telef6ricos. vêm sendo empregados. os cabos submetidos a uma carga uniformemente distribuída ao longo de seu comprimento (por exemplo. isto é. podemos apresentar uma primeira análise do problema que conduzirá à obtenção de determinadas reldções fundamentais de grande importância para o engenheiro estrutural e. O estudo exato do comportamento dos cabos envolve conhecimentos matemáticos mais sofisticados que os apresetitados nos cursos de graduação das Escolas de Engenharia mas. onde o carregamento principal 6 dado pela ação 'NO dirnensionainrnto dos cabos para uso em linhas de transmissão. a esforços normais (de tração). tarnbem. para os cabos submetidos à carga distribuída ao longo de seu vão (caso das pontes pênseis.estes conhecimentos.por verificações experimentais cuidadosas. Conforme veremos neste capitulo. tendo momento fletor nulo em todas as seçóes. o peso próprio) assumirão uma configuração deformada dada por uma catenária. vencendo os vãos entre as torres da linha e. No estudo que apresetitaremos neste capítulo. os cabos ficam submetidos apenas. também.' O estudo estático dos cabos é feito assumindo-os perfeitamente flexíveis. Desta forma. para o engenheiro eletricista.

mesmo no caso de carga distribuída ao longo do comprimento. que a única diferença entre ambos está no fato de uma estrutura se desenvolver para baixo da linha de fechamento que une suas extremidades (caso dos cabos) e da outra se desenvolver para cima da mesma (caso dos arcos). pendurado no cabo). podemos identificar.20.. a configuraçáo deformada será dada por uma parábola do 2? grau. acarretando esta diferença o trabalho dos cabos a esforços normais de traçáo e dos arcos a esforços normais de compressão. . instituindo as relaçóes fundamentais para o mesmo. levando-se em conta que.268 Curso de análise estrutural do tabuleiro da ponte. apresentamos no item 3 deste capitulo uma introdução ao seu estudo. desenvolveremos nosso estudo supondo cargas distribuídas segundo o vão do cabo.5% para mais no comprimento total do cabo. 111. 111-1.. nI-1 com aquele da Fig. Como o cabo 6 um sistema estático perfeitamente flexível (M = 0). o erro cometido B mínimo assumindo que a configuração deformada seja parabólica ao invBs de ser dada por uma catenária. Pi.2) com carga distribuída segundo seu comprimento.1 ..2Os. (Estes valores foram calculados para cabos com pontos de suspensão no mesmo nível. usado para se instituir as expressões que definiram linhas de pressões em sistemas triarticulados e que transcreveremos na Fig. 111-53 do Cap.. o esquema estático da Fig. indicadas.) .Relação entre efeitos no cabo e esforços na viga de substituição Seja o cabo da Fig. erros estes perfeitamente toleráveis face aos valores dos coeficiri~tes s w r a n de $a adotados. P. submetido à atuação das. cargas verticais . para cabos cuja flecha seja pequena em relação ao vão2 (f/l < O. I de nosso Curso. para a atuação de carregamenna prática ~ P. A análise deste último caso é bastante mais simples que a do primeiro (caso da catenária) e.. o máximo erro qite se cometerá (caso der= tio 0.. 2 ~ a s o maior inçidgncia. Vol.. inteiramente. Para o caso de cabos com flecha grande em relação ao vão f (i> 0. 2 .CABOS COM CARREGAMENTO DISTRIBUIDO SEGUNDO O VÃO 2. de 3~ssurninda a configura~ão parabólic~ ao invés de catcnária para cabos com -~ f < 0. no dimensionamcnta de cabos. 1 1 2 a fim de mostrar 1-.20)será de 6's para menos valor dos srforyoa normais máximos e de 0.

Introdução ao estudo dos cabos Fig. sem que o da Fig. n i . 111-53 d o Vol. trabalhando O fato do esquema da Fig. para os cabos as expressóes deduzidas para os arcos triarticulados5. então. . I d e nosso Curso. 111-1 também a possua.Esquema estático para estudo dos arcos trabalhando na linha de pressões. deduzidas para definiçáo da linha de pressóes no Cap. 4 . funcionam como se todas as suas seções fossem rótulas. Vol. 01-2 possuir indicada uma rótula intermediária 17. I de nosso Curso. UI-2 . 'AS expressões que estão transcritas a seguir correspondem i s expressões 111-7 a 111-9 e 111-11 a in-13.i . náo se constitui em diferença entre os esquemas. (Transcnçáo da Fig. por terem M = O. pois ambas.) to vertical de cima para baixo (caso usual)? Podemos empregar. 111. _ C _ ~ Fig.

1. ao momento fletor e ao esforço cortante atuantes na viga de substituição submetida ao mesmo carregamento que o cabo (representada na Fig. e Q. que une as r6tulas extremas. 111-1. caso V. a partir do esquema da Fig. as expressóes (111. chamando M. lu-3 y = x tga . III-1. IU-3: -x+ Fig. imediatamente.3).2) (111. tgv = Ns = J (Q.). ser horizontal (a = O).2) e NS ao esforço normal atuante numa seçáo genbrica do cabo. H'cosa sena na)' + (H'cosa)' (111. o que sucedera num dos apoios (OUem ambos. relativa aos eixos cartesianos x e y da Fig. c) Caso desejemos definir a configuração do cabo por uma função y = y (x).1) a (I11.y *.270 Curso de analise estrutural segundo a linha de pressóes (M = O) do carregamento atuante e temos.3) Observnções: a) No caso particular da reta AB. os esforços normais máximos no cabo ocorrerão quando tivermos (Q. OU seja: M s y=xtga. + Q + H'sena .3)i se simplificam para: y* =.4) b) Conforme mostra a expressão (II1. obtemos.á.. - M s H (111. = VB).H' cosa .

Ficamos com: .1 esclarecerá 2.2 . onde o carregamento é o peso próprio do cabo.7) que resolvem o problema. o caso de cabos submetidos a um carregamento uniformemente distribuído 'Qq"(casode linhas transmissão. . na prática. o conhecimento do valor de H' que será definido.Caso de carga uniformemente distribnída Ocorre com grande incidência. a) Determinação de y * e y: Levando em conta que. vem: Fig. íii-l. Os dados mais comuns são o valor da ordenada de alguma seção do cabo ou de seu esforço n o d em alguma seção (geralmente N. chamando-se f à distância vertical da reta AB à seção M do cabo definida na Fig. em cada caso. 111-4 C a s o de r u g a unifarmerncnte distribuída.) A aplicação UI.Introdug-o ao estudo dos cabos nl d) Conforme mostram as expressões (111. acrescido ou não da pressão do vento). temos: qlx Ms(x) =--..1) a (111. esta resolução implicará. de modo que particularizaremos as expressks gerais deduzidas em 2. na viga de substituição.1 para este caso. sempre.qx2 (111. a partir de um dado suplementar necessário..8) 2 2 e que..

Ns(0)=NA =H'cosuJl Para x = 1 : + 1 6 n Z +t g 2 a .x ) P (111.Cuno de analise estrutural ou y ( x ) = x tga --4fx ( I .41 .14) N s / ~ ) = N B = ~ ' c o s a J 1 +1 6 n 2 + t g 2 a + 8 n t g a (111.64n2x +.8n tga I I (111.1 1) b) Determinaçáo dos esforços normais Ns: Temos.14) e (111.13) Os esforços normais máximos ocorrerão numa das extremidades do cabo e temos: Para x i O:.qx e que H' = .16nx tg a . conforme (111-3): Ns = + H' sen a)' + (H' cos ai)' qP Levando em conta que: Qs(x) =. as equaçóes (111.15) se transformarão em: .15) Para o caso especial da reta AB ser horizontal (a = O). 8 cos a ' f 2 introduzindo o parimetro adimensional auxiliar Nsíx) = = I H'cosa J1 += P + 16n2 + tg2a .obtemos.8 n t g a (111.

sendo evidentemente. que é o caso que cstamos I estudando. irrisório. r 8 I ( 1 t7n2) (U1. a relação 111. dada pela expressão 11L17. a expressão (111.17. no comprimento do cabo. a fim de ser possível encomendá-lo ao fabricante.18) a) A expressão 111. 1 8 L . no caso dos cabos. entáo.1 I). com os dois primeiros termos da série. é o seu comprimento.17 é particularmente vantajosa para a determinação do comprimento de cabos submetidos a cargas concentradas e uniformemente distribuídas segundo o vão. Trabalhandose.20. Calculando o comprimento destes diversos trechos.^ erro comctida desprezando o terceiro termo d a série cm diante é de no máximo 0. vem: A resolução da integral acima é muito trabaíhosa e 6 feita desenvolvendo-se o integrando em série. apenas. Temos. para ele.para mais.Introduç50 ao estudo dos cabos 273 c) Comprimento do cabo: Uma grandeza cujo conhecimento 6 indispensável.1 7) se transformará em: L . cada trecho do cabo entre duas cargas concentradas adjacentes será parabólico sendo váiida. pois. podemos 6~ara cabos com n f =-< 0.-( I +-n2cos4a) cos a 3 No caso particular da reta AB ser horizontal (a = O). já obtemos uma aproxùnação bastante precisa para o valor do comprimento do cabo6. chamando L ao comprimento do cabo: L -dx Levando em conta (111. fazendo-se a seguir a integração definida. b) Para o caso particular de cabo submetido a carga vertical uniformemente distribuída e com linha de fechamento AB horizontal (a = O).9%2. sua soma dará o comprimento total do cabo. .

Nmáx = kl (91) L = k. a partir dos quais. levando em conta as expressões (111..l e L. temos.19) e (111.20) sendo: kl = = v J X Ji+isnZ' 8n (in. definidos pelas relaçóes (IlI.20). 111-6 e serão bastante Úteis para o trabalho do engenheiro.21) Os valores destes coeficientes k . em função da relação n =Tos coeficientes adiiensionais k .22). para .19) (111. (91) L = k. e k2 estão indicados junto à Fig. pois este é o caso que ocorre com maior frequência na prática.16) e (I11. P .21) e (III.& caso de a! = 0: N.. determinados pelas expressões i(II1.l (111. e k 2 .111-6 i Determinação de N.274 Curso de análise estrutural f tabelar.18). = k. os esforços normais máximos atuanes no cabo e seu comprimento.

pois os cabos das redes elétricas das cidades nunca7 têm f > O.' Devemos ter: 412 ou seja: S c r ~> v-. acrescido ou não da pressão do vento. o valor de Nm. 'A não ser par motivas topográficos muito especiais. '~xpressão válida valor f para-< I 0. para-1Temos. então: N.11 e poderemos assumir.. .3 .lO: H ' = 1. = 1. com linha de fechamento horizontal. conforme o caso). Til-1 . 8f 2.9. para eles que N.lO: Nm.250ql Da expressão 111. para o caso da Fig.3463 ql 1 f 0.Introduçáo ao estudo dos cabos 275 c) Comparemos.& a tensão de ruptura do material que constitui e v o coeficiente de segurança contra a ruptura desejado no caso. correspondente i relação n =-= f 1 0.. 3 1.A flecha máxima admissivel para um cabo de 100 m de vão que será submetido ao carregamento indicado na Fig. o que mostra que o esforço normal máximo atuante num cabo de pequena flecha é sensivelmente igual ao valor da reação horizontal H' nos pontos de suspensão do cabo. :. Seja S'a área do cabo.077 H'. vem. normalmente.10 com o valor de H': Temos: Da Tabela da Fig. então. 'para m h s de apo adota-se.6 m. podemos chegar a uma expressão de aplicação muito cómoda e que nos fornece o valor da flecha mínima necessária para um cabo que deve vencer determinado vão numa rede elbtrica ou telegráfica (isto é.lO. V = 4. 111-7 é igual a 11. um cabo cuja carga b igual ao seu peso próprio. H' = v (no caso da reta AB ser horizontal) Partindo daí. 1114.191. Para valores aiperiores deveremos empregar o de Nmáx dada pela expressáa (111. III-6: Para-f = 0.Aplicações Ex. Esta é uma conclusão muito importante sob o ponto de vista prático.

111-8 temos. d) Calcular o comprimento total do cabo. b) Calcular as reaçóes de apoio e o esforço normal máximo atuante. 111-9 (os trechos AC. c) Calcular a inclinação do cabo junto dos apoios. iguais a: 39t M s Y* =Ii= -1O0 M s 100 Qlem tl A configuração geom6trica do cabo -21 para o carregamento indicado 6. Fi& UI-9 . levando em conta que y & = 11.b m: Da expressão 111. 111-7 Sendo a viga biapoiada de substituição a indicada na Fig.276 Cuno de análise estrutural Pedem-se: a) Definir a geometria do cabo.4: H' = r 100 t.Configuração deformada do cabo e reaçáes de apoio (em escala deformada). substituição. G 4 0 m +4Om +ZOm+ Fig. CD e DB são. evidentemente. 111-8 . . FiS. a partir dela. = Ymáx MS" Conhecido o valor de H'. o problema está resolvido e temos: a) Geometria do cabo: É dada pelas distâncias y* da reta AB ao cabo. então.Estudo da viga biapoiada de 2? grau). 3 1 -4 1 a da Fig. parábolas do.

111-9 são obtidas da expressão (I11. dadas por q~ e eB.6.7.26 m . para os quais é válida a expressão (111.3 I = 40m A * -.1 .2 = 4.9604)4] Para o trecho CD: Para o trecho DB: LDB = O '0.9409 [ +-(L i ' .17). forme indica a Fig.Trecho DB (cosa = 0. valendo 9~ = ang tg = ang tg 0.Introduçio ao estudo dos cabos 277 b) As reaçóes de apoio estão indicadas na Fig.39 = 21.I$ I = 20m v Para o trecho AC: I.con. da expressão 111. t LI 11.Esquemas para emprego da expressão 1 1 1 .1 a 111-10.. 111-10. 111-10 .08 t de tração. CD e DB..9604 1 + ?.3 .VSmá. 1.31° = 21' 18'21" d) Determinação do comprimento do cabo Calcularemos o comprimento do cabo como soma dos comprimentos dos trechos parabblicos do 20 grau AC. \ C I 1 L-rn-* '------I D I y h i O .71 m 8 40 8 1 t-n2cos4a) = 3 0. deirnáx $(1 c) As inclinações do cabo junto aos apoios A e 6.2 . obtemos .I.AC = = J J m-10.Trecho CD IU-10.4m .\ . 111-9 e. ( [ - (0. (COS a = 0.9604). atuando emB.5). Fig.Trecho AC UI-10.9409)4 1 = 21. Temos.6 .99401. a partir dos esquemas das Figs.9409t (COS a = 0.7 i -(1 cos a 41.O : I? <0. = +H" = d 4 I 2 + 1002= 108.

278

Cuno de analise ertnitural

O comprimento total L do cabo C dado, então, por:
L = LAC

+ LCD + LDB = 41,71 + 40,31 + 21.26

=

103,28 m

Ex. 111-2 - Qual o valor da menor flecha que pode ter um cabo de aço, cuja tensão de ruptura é UR = 100.000 t/m2 para vencer, com segurança i ruptura superior a 4, um vão de 400 m.
O peso especifico do aço 6 y
vq12 , ou seja: f . 8SuR mm
=

7,85 t/m3.

Temos, conforme indica a expressão 111.23, chamando S i área do cabo:

f>--

-

vySIZ v7P 8 % ~ 8oR

No caso, ficamos com:

Observaçáo: Notar que, como-f < 0,10 a expressão (111.23) pode ser, I realmente, empregada, com precisão satisfatória.
Ex. 111-3 - Um cabo está suspenso em dois pontos situados no mesmo nível e distantes de 500m. suportando uma carga de 0,M tlm. Sabendo-se que o esforço normal máximo atuante é igual a 60 t, pede-se determinar:

a) a flecha do cabo b) seu comprimento total a) Determinação da flecha: Temos, da expressão (111.19):

NO caso, ficamos com: 60 = J 1 f 1 6 i 1 2 X ~ , ~ X 5 0 0: 8n Vem, então: f = r11 = 0,0422 X 500 b) Compnmento total do cabo: Da expressão Ill.iY, temos: I. = 1 (1 8 + -ri2) 3
= =

n=0,0422

21,1 m

8 5 C (I +X 0.042Z2) Oi i

=

502.38 m

Introdução ao estudo dos cabos

279

Observação: Poderíamos ter resolvido este problenia. com excelente precisào, empregando a Tabela da Fig. 111-6, senão. vejamos: 60 = 3 Como N,,á, = ( q l ) k , , temos: /c, = 0.04 X 500
Para descobrirmos a que valor de empregando interpolação linear:
11

corresponde o valor k , = 3. temos,

vem entào: f

= ri1 =

21,3 m
I!

Também empregando interpolação liiicar, obtemos, para

= 0.W27:

k 2 = 1.0043

+

0.27 (1,0067
=

-

1,0043) = 1,00495

vem então: L

k21 = 502,47 m

Conforme se verifica. poderíamos ter resolvido o problema através de uni simples emprego da Tabela da Fig. 111-6. obtendo resiiltados cnm Stinia precisào (o erro cometido seria inferior a 1%).

2.4

-

Efeitos secuiidários :]os cabos

2.4.1 - Alongamento elástico de um trecho de cabo coli carga ~iniformemente distribuída Seja o czbo da Fig. 111-11, submetido ao carregamento distribuído q. Sabemos, da ResistÊncia dos Materiais, que seu alongamento será daao por:

Fig. 111-1 1

280

Curso de análise estrutural
:

por 2.Y = O a Fig. 111-12.

N , (x) = H'cos a x

H'cos zq= a -, d.7

(1s

coiiforme indica

Fip. 111-12 - Uetrrrninaqào de NS /xJ = J I H 1 .
tVA

Ficamos então, levando eni conta (111.1 I), com:

obtendo-se: H' cos a

AL =---

I (sec2a + - i ? ' ) . OU 3 substituindo H' pelo valor definido em (111.9):
ES

16

Ohseri~a~õe.~: caso de termos um cabo com cargas concentradas e a) No uniformemente distribuídas. o cálculo do alongamento elistico do mesmo será feito, sucessivamente, para cada trecho entre duas cargas coiicentradas adjacentes (sendo válida, para eles. a expressáo (111.24)). obtendo-se o valor final pela adição dos resultados encontrados para cada um destes trechos.
h ) No estudo que estamos fazendo. estamos desprezando, na determinação da configuração de equilíbrio do cabo, a influêricia de seu alongamento elástico, de modo que toda a teoria desenvolvida pressupõe o regime das pequenas deformações. A consideração. na determinação da configuraçêo de equilibrio do cabo, de seu alongamento elástico, torna a solução matematica do problema bastante mais complexa, fugindo do nível em que estamos abordando o assunto (nível este que já fornece precisão suficiente para resolução de grande número de problemas). c) A considcraçáo da influêricia do alongamento elástico do cabo na obtenção de sua configuração de equilibrio acarretaria, evidentemente, um pequeno aumento de sua flecha, com uma conseqüente pequena redução de seus esforços normais. Pode-se mostrar, para cabos parabólicos de pequena flecha (11 < 0,20), nos quais esta redução de esforços normais d um pouco

Introdução ao estudo dos cabos

281

mais sensível, submetidos a carregamento uniformemente distribuído "q': que os esforços normais (bem como a reação horizontal), calculados desprezando-se a influência do alongamento elástico do cabo, podem ser multiplicados pelo fator redutor

sendo E o módulo de elasticidade longitudinal e S a área da seção transversal do cabo. Nos casos correntes, este coeficiente redutor 6 tão próximo da unidade que pode ser desprezado, razão pela qual não estamos dando maior ênfase ao assunto. 2.4.2 - Variação de temperatura Seja o cabo parabólico da Fig. 111-13 (isto é, um cabo cuja carga atuante
é uniformemente distribuída) e suponhamos a atuaçáo de uma variação de

temperatura A t em relação à temperatura do dia da fixaqão do cabo.

F .111-13 i

Chamando:f, L, H' ads valores da flecha, do comprimento total do cabo e da reação de apoio na direçáo AB. antes da atuação davariação de temperatura;

fr, LI, H;

aos valores das mesmas grandezas após a atuaçáo da variação de temperatura;

a, ao coeficiente de dilatação linear do material do cabo, temos: L , = L + acAIL

Levando em conta (III.17), vem: 1 8 ftZ 1 X - X cos4a) = -(I 1 cosa c - (I +

8 f + - X - cos4a) (1 + a, A,)
3 1

''A d e d u ~ ã o desta expressão é inteiramente análoga e possui as mesmas simplificações feitas no rstudo da influência da variação d e temperatura feito a seguir.

282

Curso de análise estrutural

Desenvolvendo. obtemos:

- fl e levando em conta que, no regime Substituindo f - f7 por (rt + fl : das pequenas deformações If, + fl ; 2f obtemos: i

Por outro lado, levando em conta (111.9). temos:

Dividilido esta última expressão por H', obtemos, levando, niais uma vez. em conta (111.9).

Introduzindo a expressão (111.26) em (111.27), obtemos:

Notaiido. agora, que o terceiro termo do parsntesis tem valor desprezível em presença dos demais, ficamos com
3acAl (111.28) 16ri2cus4a) Como os esforços ~iormaisatuantes n o cabo são proporcionais ao valor da reação H' (ver expressão 111.13), podemos escrever, finalmente, que o valor dos esforços iiormais N l atuantes após a variação de temperatura A , em função do valor dos niesmos esforços N atuantes antes da variação de temperatura é dado por:
H ; = H'(I -

Observações: a) A expressão 111.29 mostra que. iio caso de aumento de temperatura ( A , > O), os esforços normais existentes n o cabo irão abaixar (o que 6 razoável. pois o aumento de temperatura provoca um aumento de flecha do cabo). Para diminuição de temperatura ( A , < O), entretanto, como Iiaverá redução da flecha, os esforços normais aumentarãg, podendo este aumento assumir valores apreciáveis para o caso de cabos com flechas muito pequenas. não podendo se deixar de levar em conta, neste caso a influência deste aumento de esforço normal no dimensionamento do cabo.

Introdução ao estudo dos cabos

283
0.01. A, = -30 "C,

I a , = 10-5/"C e com linha de fechamento horizontal:
Teremos pela expressão (111.29):

f Por exemplo, suponhamos um cabo com n =-=

o que mostra que a variação de temperatura majorou em 56% o esforço normal atuante no cabo. pouco maiores, a influência de diminuição de I c temperatura já cai bastante. Se tivkssernos 11 = $ = 0,03, mantendo os
=

Para relações n =-um

f

outros dados do exemplo anterior desta obsewaçáo, obterí&os: .V, = 1,063 N. o que mostra a baixa sensibilidade às variaçóes t6rinicas normais de cabos com flechas não excessivamente pequenas.

b) A variaçio de comprimento A L de um cabo parabólico devida à variação de temperatura Ar vale, evidentemente:

AL = a , A t L ou seja, levando-se em conta (111.17): 8 AL = acAt 1 (1 +-ii2cos4a) COS N 3

-

2.4.3 - Ação do vento No projeto de um cabo, caso exposto, não podemos deixar de levar em conta, al6m da influéncia das cargas tipo permanentes (peso próprio, etc.) a influência do vento que 6 traduzida por uma carga uniformemente distribuída v. definida pelas normas de projeto de cada país e que deve ser somada vetorialmente ao carregamento p atuante, conforme indica o esquema da Fig. 11-14.1, dimensionando-se o P',. -Lq cabo para o carregamento resultante q. " O valor do ângulo u dependerá, evidentemente, da direçào em que o vento sopra, e devemos atentar para Fi.111-14.1 os pontos seguintes:

pv
-.

II

Pernianrçcndo válidas, para este carregamento

'bq" todas % expressões deduzidas

no item 2 deste ca~itulo.

obtida do esquema da Fig. um aumento da flecha vertip+vmsar cal do cabo.I temente. 111-14.i...'% _ --. Fig. 111-14. 2) Os esforços normais no cabo são calculados para q = d(p + v cos a)' + ( V sen a)' Neste caso.. 111-15 I) fVert.__ -. a componente vertical de carga devido à = influência do vento. 111-14. + dmin (111.. conforme mostra a Fig. é calculada. ficando definida a altura minima de cada torre da linha de transmissão (que são os elementos mais caros da linha) pela expressão (111. [ V sen oi H >fven. haverá uma inversão no sentido da solicitação vertical atuante sobre o mesmo. o que acarretará.31). eviden.2 A consideração deste aumento de flecha do cabo devido ao vento é particularmente importante no projeto das linhas de transmissáo. passará a ser (p + v cos a).284 Curso de analise estmtural a) Caso de - 5<a < 2 - ..- Conforme mostra a Fig. máx. pois nelas exige-se uma distância minima dmh do cabo a? solo. que d o de vento succionando o cabo. para a carga í$ + + v cos a). .31) Fig. 111-15. que passará a ser ..-.

trabaihando o cabo @ para a situação de inclusive.20. 111-16. pois isto implicaria na destmição do material suportado pelos cabos.CABOS COM CARREGAMENTO UNIFORMEMENTE DISTRIBU~ SEGUNM) SEU COMPRIMENTO 3. adotamos a solução esquematizada na Fig. alem de introduzir &rios problemas de vibração na estrutura. evidentemente. Quando tal ocorre. na adoçáo de dois cabos portantes @ e @ de concavidades opostas. . f " ~ a s o em que-> 0. submetido à atuação do carregamento q uniformemente distribuído segundo seu comprimento. não podemos deixar o cabo mudar sua concavidade. constituindo-se. a). Fig. o cabo tenderia a trocar a sua concavidade. interligadas por barras verticais capazes de trabalhar à compressão ou à tração. Esta trndencia chega a ocorrer para cabos suportando coberturas muito leves e. para a situação de cargas de cima para baixo.Caso geral: pontos de simpensão em níveis diferentes a) Determinação da elástica Seja o cabo AB da Fig. indicado na figura. funcionará o cabo @ (recebendo. que funciona como cobertura. de tal forma que. no qual a hipótese de considerarmos o carregamento disI tribuido segundo o vào introduziria nos resultados enos superiores aos aceitáveis. basicamente. passando a ter flechas para cima. 111-16 3 . pois buscaria a configuração na qual estivesse trabalhando à tração. que 6 a única forma de trabalho estático capaz de desempenhar.1 . o peso do cabo sucção (carga de baixo para cima). 111-17.Introdução ao estudo dos cabai 285 contrária à da gravidade.

a partir do esquema da Fig. 111-17 Chamando q. 111-1 8 Introduzindo o parâmetro auxiliar a. / ' . vem: tgq .33) e levando em conta que ds = c 1 + (-)' dx. t qs Dividindo membro a membro as duas últimas igualdades. ficamos com: =- H ' c o s <r 4 Diferenciando (111. as seguintes relaç0es entre o esforço iiormal N atuante numa seção gen6rica S do cabo e o esforço n o m a l NA atuante em A . . + qs H ' cos rr Fig. . *X Fig. Por 2 X = O Ncosq = NA cos q. A / . obtido destacando o arco AS do cabo. 111-18. vem: . definido por (UI. y ] . = = H'cosa (111. . .34).Cursa de análise estrutural l t . à inclinação do cabo com a horizontal em A e ip à inclinaçáo numa seção genérica S (x. podemos escrever. - F-"--- tgip.32) Por XY = O Nsenq = NA senq.

que fica definida desde que se conheça o valor de a.. b) Determinação do comprimento do cabo Da expressão !111.cosli (-+ a U . d obtendo-se: I K) . = (-) = a (- dl~ dx .35) O valor de h é obtido da condiçáo ' .v (li = d .cosh K] (111. para x = 0 .cosli + K .v = a [cosh (-+ a X K ) .33). . temos: y ( 0 ) = 0.) K )e di. oii desenvolvendo-se: (cosh- 1 a - 1 ) cosh K senh-senh a I K =a (111. então: . sciido C uma segunda constante dc integração. Levando em conta que.Introdução ao estudo dos cabos Sy dx dx2 d2i. iiitegrindo-a sucessivameiite duas vezes: *= dx x serih (a a cosh: ( + I ' a + K). =-=ds a a n 1 + (dY d dr r . o valor de K náo será iiic6gnita adicional.35) mostra que a elástica do czbo 6 dada por uma catenária. ou seja: .tg q. obtemos: O = u cosh R + C : C = -a cosh K A eqiiaçio da elástica do cabo 6.z=y 1 JJJdvz' 1 +(A) dx Esta equação diferrncial defiiie a elástica do cabo e temos. conhecido a.36) (iiormalmente resolvida por tentativas).d? = senh (-+ dx a tgq. para o que cada problema deve possuir um dado adicioiial que permita sua obtenção. seiido K uma coristatite de integração K) y = + C. Notar bem que.36) A equação (111. pois pode ser determinado pela eqiiação transceiideiite (111. ~1. obtemos s x Como.y = n = senh R.x . ficamos com .

vem: N = q a sec 9 x Finalmente.34) . então. (ILI. c ) Detenninqão dos esforços normais Os esforços normais N atuantes numa seção genérica S do cabo São prontamente obtidos a partir das expressóes anteriores. senão vejamos: De (III.288 s = Curso de analise estrutural x a [senh (-+ a K) senh K].dy = senh (-+ dx a K). definido por (II1. chegando-se à expressão (111. O comprimento total L do cabo é. a partir de (111. simbolizando esta expressão o comprimento - do cabo medido desde o apoio A até uma seção genérica S. H' a = . obtido fazendo-se x = 1 nesta última expressão.i. a partir do conheciniento de a. sendo o valor de K obtido. isto ocorreria para o apoio B do cabo). fica resolvido atraves das expressões 1 1 . valendo. então. 3 5 .34).18.37. ficamos com: X N = q a J I + senh2 (L+ K) a N (x) = = q a cosh (-+ a K) Os esforços normais (de tração) atuantes numa seção genérica do cabo são dados. quando y for miximo (no caso da Fig.38) e (111. (111.cos a 4 (111. pela resolução da equação transcendente (III.38) e (I11.35): a K) N. todas elas função do parâmetro a. submetido a um carregamento uniformemente distribuído segundo seu comprimento.321.38) X Observação: O esforço normal máximo ocorrerá quando cosh (-+ for máximo. 111.á.39) O estudo de um cabo. ou seja.34). observando que $9 =. por: q a cosh (X a + K) (111. = q @.36).37) que o define. + a cosh K) d) Resumo do formulário (U1.39). temos N = H' COS O = ~ ' c o a sec 9 s Levando em conta (111.

áx +a COS~ K ) (111.38) ~~a~ = O>.Introducáo ao estudo dos cabos 289 Fig.Caso particular: pontos de suspensão no mesmo nível Para o caso particular de termos os pontos de suspensão A e B no mesmo nível. as expressóes do item anterior se simplificarão extraordinariamente com a adoção do sistema de coordeiiadas representado na Fig.. nl-I 9 1 (cosh-a 1) cosh K + senh-senh a 1 K =- d a (111.39) 3. 111-20 .2 .. 111-20 Fig.36) N ( x ) = q a cosh (ã+ K ) X (111.

(Os dados mais usuais são a flecha f do cabo ou o esforço . obtendo-se. todas elas em função do parimetro auxiliar a. I3l'sta obqervaçào r' vilida para o caso dc pontos de suspensão no mesino nível ou rm níveis difcrcntrs.44) que resolvem o problema. ocorre em A c B. podendo ser obtido. sabendo-se que a fleclia desejada é de 100 ni. 111-4 Um cabo pesando 0.41) a (111.40) e referindo-se à Fig. Determinar o esforço iiormal máximo nele atuante e o comprimento total do cabo.3 t/in 6 suspenso em dois pontos situados no mesmo iiível e distaiites 400 m. definido por (111. as expressóes (111. 111-20. '4~má. Observa~áo:Cada problema deverá apresentar um dado suplementar que conduza à determinação d o parâmetro auxiliar a.Aplicações Ex. por procedimento matemático inteiramente análogo ao adotado no item anterior. 111-19 por .290 Curso de analise estrutural (obtido adotando-se como origem o ponto de máximo da catenária). a partir do qual a cateliiria fica defiiiida. diretamente a partir do esquema da bip. desejado no cabo.)I3 normal N 3.3 .

I). para que o mesnio fique siibmetido aos menores esforços normais possíveis? Qual o valor do esforço normal máximo que atuará n o cabo nestas condiçóes? Da expressáo (111.44) temos que o esforço normal máximo atuante no cabo será mínimo quando a soma (a + fj for mínima Qá que q é coiistante). a partir de um quadro de valores como o indicado na Fig.41) obtemos 200 200 1O0 100 = a (cosli -.= 2 X 215 senh 20 215 I 200 = 460. para x = 200 : y = f = 100.42): 1. . até t e m o s uma diferença desprezível entre os dois membros da equação em face da precisão desejada n o cálculo. = 20 senh . 111-22. . a a a A resolu+o desta eqiiaçáo transcendente em a 6 feita. = q (a + f) = 0.2 m Ex. 111-22- Obtincáo iie o Obtemos.. usualmente. ciitáo: a = 215 m Dai vem: Por (111.Introdução ao estudo dos cabos 291 Conforme indica a Fig. 111-21.3 (215 + 100) = 94.44): N. Fig.h. no qual vamos experimentando diversos valores para a. Iiitroduzindo-se estes valores na expressão (lII. 111-5 .s t Por (111.Que flecha f devemos dar a um cabo submetido a uma carga distribuída q segundo seu comprimento e vencerido um váo I (estando os pontos de suspensão no mesmo nível). ou seja: cosh -= 1 + -. por tentativas.. temos.

deve suportar uma carga total máxima uniformemente distribuída de 8 t/m. pede-se determinar a área necessária de sua seção transversal.2 . devemos ter . 4 ..1. sabendese que a tensão admissivel deste aço à tração é de õ = 20.292 CUM de anblise estrutural Explicitemos esta soma S = (a + f) como função de a: Temos: 1 I S = a + a (cosh 1) = a cosh 2a 2a dS Para que S = S(a) seja mínimo. enião: $h 1 20 -= 20 1 Resolvendo. ou seja: da -- Obtemos.4 ' 1 -2a 1) = 1) = 0. Note das conclusóes obtidas neste exercício. .O cabo de aço de uma ponte pênsil de 800 m de vão.1 .2 20 A flecha valera. na prática. obtemos I --.EXERCfCIOS PROPOSTOS 4.3381 = 33. por tentativas.8%1 O esforço normal máximo atuante nestas circunstãncias (equivalendo a mí~mo esforço normal máximo para o vão 1 e a carga distribuída Q atuante) valerá: Obse~~<~çiio: o leitor o grande partido que pode ser tirado. 4.Para os valores do exemplo anterior.2 2. b) Alongamento elástico do cabo. C) Variação do esforço normal no cabo se o mesmo for submetido a uma diminuição uniforme de temperatura de 50 'C.(cosh 1. cujos pontos de suspensão estão no mesmo nível. calcular: a) Comprimento total do cabo. esta equação transcendente (por procedimento inteiramente análogo ao do exemplo anterior). Sabendo-se que sua flecha B de 60 m.= O. então: f = a (cosh .000 t/mz.

Sabendo-se que o esforço normal máximo admissivel que o cabo pode suportar vale 100 t. pesa 5 kg/m e esta em equilibrio com a corda CD de 65 m pendendo Livremente. tendo uma carga distribuída de 0. Eab. Calcular sua flecha e o valor do esforço normal máximo atuante.Calculas a flecha do cabo da Fig 111-23 e os esforços simples na seção A .b = 10-s/oC. pede-se determinar seu comprimento total. de comprimento total = = 185 m. sabendo-se que o caboBCD. deve vencer um vão de Som.3 . 4.da barra AB.5 . que é de Som.Um cabo deve suportar uma carga uniformemente distribuída de 1 t/m segundo o seu vão. O atrito e as dimensóes da roldana em C são despreziveis. 4.Introdução ao esiudo d a d o s 293 São dados: ol. 'r Fig.O cabo de uma linha de transmissão suspenso em dois pontos no mesmo nível. existindo um desnível de 1 0 m entre os pontos de suspensão.4 . = 2 X 10't/mz 4. com um comprimento total de 110 m. Iii-23 .005 t/m segundo seu comprimento.

não é necessário transmitir a letra A.Rio de Janeiro . Desejando-se encomendar 10 ou mais exemnlares. basta indicar o número 2575 A.52575 A. para pedir 5 exemplares. antepondo a esse número a quantidade desejada. .EDIÇÃO 2575 A . Por exemplo.Para pedidos telegráficos deste livm. é suficiente telegrafar assim: Dicionário .

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