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Inovacao e Sustentabilidade As inovages determinam o que seré prod 2d, com que meios, para quem e como ser80 dlstlbuidos os esutados do esforcocoletivo. De acordo com Symantob, por conta desse poten: lal de impacto sobre omeio ambiente ea scie dade asinovagoes devem esta vinculadas sus tentabidade. Eo campo para desenvolvimento de inovagéessustentves val desde a eliminagSo de substincias toca, reducdo de quantidade cde materia prima e energia por unidade produ: 2ida até o aumento da vida ti do produto. No entanta,na maloria das empcesas ainda prevalece a ideia de oferecer algo a mais e, se: to de Pesquisas Tecnol6gicas PT), ndo neces: sariamente algo mais seguro, maslimpo ou mais eficiente, % inovacao normalmente esta asso dada a0 nove, No entanto, esa filosoia nd faz ‘muito sentido do ponto de sta da racionalida- de do Pianeta. 80 porque ha produtos que po- ‘dem perfeitamente seri por muito mais tempo sem prejulzo nenhum, mas 0 consumidor &e5- timulado, induzido e muitas vezes até condi nado pela propaganda a adquirrnovas prod tos, arma Rattner. MEIO INOVE Para mudar a loglca descr por Rarer 0 Kdeat £ que todos 0s esforcos de inovacio se voltem para o desenvolvimento sustentivel. Essa con {igao traz desafios empresariais importantes, Minas SU} Socloamblental ceases como por exempl, 0 da necessidade de con- tar com uma forga de trabalho mais conscien: 1, de ter lderes capazes de pensar como ¢: dads e de eforarrlagbes de trabalho mas, permanentes. Valores como compromisso lealdade, in tegyidade, honestidade e confanca sto essen: Cals para consolidar uma cultura de inovacio entrada na sustentablidade, que envolva nao ‘apenas os funcionérios, mas também clien- ts, fomecedores e comunidades, entre outros stakeholders “Ro se falar em inovacdo esperase grandes asinovacbesincrementares,as pequenas inova- (64s, Elas acontecem nos processos das empre- 535, resultantes de um clima de confianga mi tua entre a diregdo e os pablicos de interesse Para tant, precisamos antes de mais nada, de ‘uma inovagao na forma de administrar as og3- rizagdes de modo que a comunicacio nao seja hierérquica e proporcione olga com osfun- oniios — executores dos iferentesprocessos da companhia —e com aqueles que, de alguma maneira,sd0 impactados elas suas atividades afr Rattner. Para que se desenvolvam condicbes favors ves novagio, a estrutura organizacinal pre (sa ser mals flexve assemethando-se incksive a sistemas bioldgicos. Essa proposta inspira-se no pensamento de autores como Avie de Geus (Aempresa viva Fitjof Capra (Conexbes oc: 1a), Ambos ratam da necessidade de nao fag- ‘mentar a organizaclo, formando estraturas em {que aparteesténo todo da mesma forma que 0 todo pode ser encontrado na parte. crescen- te0 debate em toma de organizacdesfesves, cestuturadas de forma pana, om modelos mai préximos de cbllas, multo amparadas em sist mas vivos;explica Symantob. Noestudo"” empresa viva que deu origem 20 lito de mesmo nome, executvos da Royal Dutch Shel, entre eles 0 consagrado de Geus, dentiicaram alguns fetores que caractetizam as empresas mals perenes. Ente as suas pior- dades,incluerse valorzar as pessoas, fexbi- zara diecBo e 0 controle, assim como organi- za-se para aprender. Além dso, elas possuem caractersticas comuns, como sensibildade a0 ambiente extern, conscincia de sua identi de etleranca a novas ideas, No livto “Organizacaes Inovadoras Sus- tentévels’, Symantob e José Carlos Barbieri ‘ignizadores do obra langaram mio do gato sistémico para dscutrinovacéo e abldae, Pata Symantob, a inovacao & mimo ifereme de oar eestrrarofutzo ganiza;iopatindo do quesionamentode mnoacorpanhia pode continuarcompetindo mes tempo, seantecipara censeos ute [nate specto quehsainterseecio como de sustentabildsce deterrinante para dade da empresa, ‘Ao acetar 0 desafo da sustetabiidade, waste econ eu impactog na mela te ena sociedad, adotando um com fo aberto 30 dlogo com as cferen- ares nieressodas. A parti desse moment, ildade de estabelecerrelagoes de clo x0 com eas toma-se cetermnante para cis da Companhia “Grandes oganiza- oM0 0 Googe a Microsoft, Natura ea omegam a tabalhir em uma pltafor open innovation, em que grande fedasinovagdes extras bordas organizaco linda de patcens.fornecedonese ceneros squsespaados pelo mundo, de expe gasdaintemet ede tenatvscefazer simu ode ncodcis pelo Second Life ou na Web iporexenplo; esata Symanto. busca de esratigias para tar proveito do jofiavo nasorganzacbes, a rea cultural, se icomo uma font nesgotivel debench ng Com base ne experience dese 10 eiad par exempla oconceito de economia a eine as ahidades que extraem 3 prima do cultura ecriatvidade. (Vela sabre otermana pagina 68). ‘De acordo com a definiao da Conferéncia ages Unidas para © Deservolvimen- HUNCTAD) 3 economia ciatva €uma ooo ide cesenvchimento que corvida 3inova 3 fespostas polices multidscoinarese 3 investor “Segundo Lala Dehelnzelin, consutora da usiasme Cultural eassessora do Programa conama Ciaiva da South-South Coope- Uni¥PNUDYONY, vive-se hoje uma mu epoca Esse peiodo se caracteriza pela ode uma cerraidade — que ext du cada, em que todos 0s recursos eram 56, portato, fits — pare um momen }queanulo que tem masvalor est lgado ‘20 itangivel."A escola do consumidor vai ser “rescentementedeterminada pelo po deexpe pla que ele tem, pela sintoria de se ient- ‘carcam a produto ou servic,com os valores de sustentabiida’ esata, ‘Segundo a NU, a economiactiatva respon de por 10% do P18 mundial No relatri “Creat te Feonamy/ 9 UNCTAD divsga que etre 2000 £2005, osprodutose servis cratvos mundial ug Cra) crescerama uma taxa média anual de 87%, das vezesmaisdo que osetor de manufatrasequa two vezes mais que oda inst, Na opnido de ala um ambiente fvordve 8 inovagsorequer, como conagoes neces, a cdo muitisetoal o desenvolvimento de pros Sionasvansdiciplinaescapazes de intgrar es foxgos de diferentes atores 0 foco em dist {0 e acesso e no apenas em producéo, novas tecnologias e modelos de gestdo para estabele cerredes de coopera, assim coma novasmé- trcas para mensuragao de esltados. Por trabalharasquatocimensbes da suster tablicade econdmica soci ambiental esis: [cal aeconomiacratvaproporcona um inédto Incercimblo dacferentestiposde moeds."Oin- ‘weatimertfeto em dinner porexemplo, pode ter um retro social Oinvestmento em melo amajente pode gear um retomo simbolio, Por ctrmonn ‘ii Seioombieal Gang PU um padrao ético e desejern faze bem, algo diferente. Ne precisam querer mut Essa 6 arambiga : sro dens Do con FUTUROS ESEJAVE xvosporllaSocioamblental hae detaes no longo pr eetamenteelaconado 8 capacdadeInovado ress do que os ou aid a ainda @ potendale ocak. Por, tomas impo aia de cfr fresdesearel , node economia cata soa lie oceans fa fe uma projecdo do present tur desejvel, expla do com Lala. as organzacDes que pre mula tal pritica devem, em rims tude de que o Futur ai ado. Aém disso, 08 participantes do precisa se petceber como co-autores ferente? A (A INOVADORA ‘Google tem sido sindnimo de ousaca e Inovagso, Desde o mpantia Jo comaintroduco de sluctes voladas 8 essidades reais dos ususrios, te de informaldade favordves& coab 20%dotempode rabalhoa pensar emalgo eal te inovador. Eas podem refleti sobre coma naldades ou ainda sobre a integracao de fun fund e Forth Ou diferentes, Mas também podem a sja um produ ustada ou um servicondo dispo- da que os exforosde inovacio dae canines pata rave na Califia passoua se ames imento imobikiio, Para que est cendo naquele ¢ becca ciou uma programacso nd basear suas 2¢66S@M) Google Eat epassou dispar imagens a gittovam acetiada de made im ablocversdade dare 1 resttado foi surpreendente, Pessoa todo 0 mundo {que acabou sendo embargada, Diante di ie) Crea) Behr) “Cata/pessoa tem yma competéncia Aue ode ser colocadaa servo da comunidade.Em jada, abtém um ensinamento igo Qup.oambiente e trabalho tiiciiment® proporciona, Ao perceber que pode Majhorar 0 meio em que vive, o gps comefa a pensaigferente ¢ pyopesis" | apercebe m a Predict and Prevent ia x