ROTINAS DE ENFERMAGEM SCMG

Diretoria Executiva: Prof. Sergio Antonio Machado – Diretor Geral Dr. Marcelo do Carmo Netto – Diretor Técnico Dr. Roberto Pedrosa – Diretor Clínico

Elaboração: Enf. Mara Helena J. B. H. Borges – Gerência de Enfermagem e Supervisão de Enfermagem Aprovação: Enf. Sorreylla Paula S. Vasconcelos – Coordenadora SCIH/CCIH

2011
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APRESENTAÇÃO
“O que se opõe ao descuido e ao descaso é o cuidado”. Cuidar é mais que um ato; é uma atitude. Portanto abrange mais que um momento de atenção, de zelo e desvelo. “Representa uma atitude de ocupação, preocupação de responsabilização e envolvimento afetivo com o outro.” Leonardo Boff

As atividades desenvolvidas pela equipe de enfermagem são compostas por um conjunto de ações administrativas e técnicas que tem como objetivo qualificar a assistência prestada ao cliente. A fim de que se obtenham resultados positivos em todo o processo que envolve o atendimento ao cliente por parte da equipe de enfermagem é necessário que haja uma rotina de trabalho que agilize e facilite o cumprimento das atividades de forma ordenada, e propicie a presença de uma equipe bem treinada e tecnicamente habilitada.

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SUMÁRIO:

I. II. III. IV. V. VI. VII. VIII. IX X XI XII XIII XIV XV XVI XVII XVIII XIX XX XXI XXII

Admissão de pacientes Solicitação de exames Transferência de pacientes Alta hospitalar Óbito Sinais vitais Administração de medicamentos Técnica para mensuração de glicemia capilar Administração de sangue ou hemoderivados Movimentação e transporte de pacientes Promoção de controle segurança do paciente Higienização do paciente Drenagem torácica Cuidados com ostomias Sondagem nasogástrica Sondagem nasoenteral Atendimento a parada cardiorespiratoria (PCR) Preparo de material para intracath Montagem de pressão venosa central (PVC) Aspiração oronasotraqueal Cuidados com pacientes traqueostomizados Atribuições dos enfermeiros supervisores
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05 06 07 09 10 13 25 43 44 45 51 57 64 66 68 70 72 79 81 83 85 87

XXIII XXIV XXV Atribuições Ideais dos Enfermeiros Atribuições dos Técnicos de enfermagem 89 90 Rotina Operacional Posto 1A – Enfermarias de Convênios e 92 Particular XXVI XXVII Rotina Operacional Posto 2A – Obstetrícia e Berçário 94 Rotina Operacional Posto 2B – Unidade de Transplante 99 Renal .Pediatria Rotina Operacional Posto 2E .UTR.Neurologia Rotina Operacional Posto 3C .Cardiologia Rotina Operacional Posto 3A – Clínica Médica Rotina Operacional Posto 3B .Urologia 118 123 139 141 144 146 XXXIV Rotina Operacional Posto 3D – Clínica Cirúrgica XXXV Rotina Operacional Posto 3F – Apartamentos de Convênios 147 e Particulares XXXVI Rotina Operacional do Plantão Noturno XXXVII Bibliografia 147 148 4 . Nefrologia e Ortopedia XXVIII Rotina Operacional Posto 2C – Unidade de Hematologia/ 110 Oncologia XXIX XXX XXXI XXXII XXXIII Rotina Operacional Posto 2D .

Conferir o prontuário quanto ao nome completo do paciente. desinfecção de ambiente. Encaminha-lo ao banho de aspersão ou realizar banho no leito. O leito deverá passar por limpeza e desinfecção conforme recomendações básicas para limpeza. Recomendações importantes: Não admitir paciente clínico com paciente cirúrgico. artigos e roupas da CCIH.I. ADMISSÃO DE PACIENTES: A admissão de pacientes somente será realizada mediante a liberação do leito por parte do (a) enfermeiro (a) supervisor (a) do setor. 5 . se necessário. Observar higiene do paciente. Verificar prescrição ou necessidade de isolamento. Não admitir pacientes com ferida operatória infectada com pacientes cirúrgicos não infectados ou em pós-operatório imediato (POI).  Procedimento: Receber o paciente na unidade de internação. 1. número do leito e registro hospitalar. Caso o paciente necessite de isolamento seguir recomendações da Rotina de Biossegurança da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH). Não admitir pacientes cirúrgicos com pacientes portadores de feridas infectadas.

Orientar o paciente quanto as normas da instituição. Conferir o preenchimento completo dos cabeçalhos dos impressos. Em caso de paciente cirúrgico fazer o preparo pré-operatório indicado a cada procedimento. Verificar sinais vitais. II. leito e tipo de dieta.  Se houverem pedidos de exames. encaminhá-los aos setores competentes. Comunicar ao serviço de nutrição e dietética sobre a internação informando o nome. estado do paciente. motivo da internação. seguindo recomendações da Rotina de Controle de Infecção de Sítio Cirúrgico da CCIH. 6 . quando solicitado.Oferecer pijama ou camisola da instituição. SOLICITAÇÕES DE EXAMES: Conferir a solicitação no pedido de exames devidamente preenchido e carimbado pela equipe médica. Encaminhar o paciente ao setor de exames. Fazer admissão do paciente no prontuário com: horário da admissão. acompanhado pelo maqueiro. Organizar o prontuário para facilitar o manuseio pela própria enfermagem. Observar e orientar o paciente quando necessário jejum ou outros preparos para o exame. Agendar os exames conforme solicitação e anotar data e hora no pedido. sinais vitais.

fezes e/ou escarro. o pedido médico deve ser encaminhado ao serviço social para agendamento. 7 .  O paciente deverá ser acompanhado por um técnico de enfermagem. Em caso de exames laboratoriais solicitar a coleta ao setor de laboratório. juntamente com relatório médico justificando a necessidade da realização deste.  Exames de alto custo deverão ser autorizados pelo auditor do SUS.  Solicitar o maqueiro e encaminhar o paciente. e preenchimento de termo de responsabilidade médica autorizando a remoção do paciente .  Preencher solicitação de transporte via internet. fornecer o pote coletor.  Confirmar data e horário do exame e necessidade de preparo do paciente. 2.  Encaminhar o pedido ao Serviço Social para agendamento. devidamente identificado. Observações:  Para realização de exames a serem feitos em outra instituição de pacientes do SUS.Em caso de coleta de amostras de urina. na noite anterior ao exame.  Solicitar relatório médico justificando o exame. Encaminhamento de pacientes do SUS para exames externos:  Procedimento:  Conferir se o pedido médico está preenchido corretamente. 1. orientando o paciente sobre os cuidados para coleta.  Anotar na solicitação de transporte orientações sobre precauções adicionais para o paciente que será transportado.

observando que roupas e qualquer artigo utilizado na assistência ao paciente deverão ser recolhidos pela equipe da enfermagem. Conferir o prontuário. Fazer a transferência do paciente no sistema da MV. 2. Solicitar a desinfecção terminal do leito ao Serviço de Higienização e Limpeza (SHL). Anotar no livro de enfermagem a transferência do paciente. Conferir se o novo leito já está pronto (limpo. Informar à enfermeira da unidade solicitada as condições do paciente. exames e checagem de medicações anteriores. TRANSFERÊNCIAS DE PACIENTES 1. Arquivar na chefia de enfermagem o formulário com o recebido da internação. Transferência para outras instituições: 8 . desinfetado e forrado). Encaminhar para internação o formulário próprio para lançar no sistema da Prefeitura a transferência de leito. Acionar o maqueiro e encaminhar o paciente para a outra unidade. Comunicar ao serviço de nutrição e dietética sobre a transferência informando o nome e o número do novo leito. Transferência Interna:  Procedimento: Entrar em contato com o (a) enfermeiro (a) da unidade de internação para solicitar a vaga. III. as anotações de enfermagem. Observar orientações da Rotina de Biossegurança para Ambulância da CCIH.

o paciente na ambulância na presença de um familiar e de Transportar um profissional da enfermagem. Solicitar o preenchimento de termo de responsabilidade médica autorizando a remoção do paciente. com assinatura do médico assistente e confirmação do contato de vagas entre os médicos de ambas as instituições. Anotar no prontuário do paciente: hora. Solicitar à central de vagas a transferência para que ela faça os devidos contatos e aguardar o retorno. 9 . o prontuário do paciente verificando se está completo. Observar Fechar cuidados de Biossegurança durante o transporte. a limpeza terminal do leito. IV. Preencher solicitação de transporte via internet. condições do paciente e acompanhamento familiar e de enfermagem. de acordo com a gravidade do paciente. juntamente com o encaminhamento médico. Providenciar Anotar no livro de enfermagem a transferência do paciente. Arquivar na chefia de enfermagem o formulário com o recebido da internação. Procedimento: Verificar a solicitação de transferência no prontuário do paciente. para internação o formulário próprio para lançar no sistema Encaminhar MV e na Prefeitura a alta hospitalar por transferência. ALTA HOSPITALAR  Procedimento:  Conferir se a alta hospitalar está assinada pelo médico assistente. As vagas somente são negociadas entre médicos.

V.  Acompanhar o paciente até a saída. ÓBITO  Procedimento:  Providenciar declaração de óbito para ser preenchida pelo médico que assistiu ao óbito em 03 vias  Comunicar aos familiares.  Retirar a roupa do paciente. 10 .  Retirar sondas e cateteres se houver.  Solicitar que o familiar ou responsável assine o aviso de alta.  Encaminhar roupas e artigos usados na assistência ao paciente ao expurgo e hampers.  Colocar biombos se necessário.  Avisar aos familiares e/ou responsável sobre a alta e aguarda o seu comparecimento para liberar o paciente.  Solicitar que o funcionário do atendimento assine o aviso de alta e lance no sistema.  Solicitar a desinfecção terminal do leito ao Serviço de Higienização e Limpeza.  Fazer tamponamento apenas dos orifícios que estiverem drenando secreções.  Solicitar cobertura para óbitos na farmácia. Realizar evolução de enfermagem referente à alta do paciente.  Recolher e anotar no livro de enfermagem a alta do paciente.  Preencher o aviso de alta em duas vias. deixar a 2º via com o mesmo e anexar a 1º via ao prontuário.

 Trocar curativos se necessário. 11 .  Colocar o corpo na cobertura para óbitos e colocar nova etiqueta.  Encaminhar para internação o formulário próprio para lançar no sistema da Prefeitura e/ou Convênios a alta hospitalar por óbito.  Alinhar o corpo do paciente. médico responsável. junto com o formulário da Fundação Municipal de Desenvolvimento Comunitário (FUNDEC) para a pessoa responsável pelo corpo. data e hora do óbito. Organizar os pertences do paciente e entregar à família.  Orientar a família sobre os procedimentos para sepultamento.  O (a) enfermeiro (a) do setor deverá entregar a via amarela.  Anotar o óbito no prontuário do paciente.  Lançar o óbito no livro de declaração de óbito. leito.  Arquivar a via branca na chefia de enfermagem para posteriormente ser encaminhadas para Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Marcar o óbito no censo de controle e registro de enfermagem.  Colocar etiqueta na pele do paciente com: nome completo. unir as mãos e conter com ataduras. Lançar o óbito no sistema MV.  Arquivar a via rosa dentro do prontuário do paciente para ser arquivada. conforme orientações do “folder de óbitos”.  Solicitar a desinfecção terminal do leito. Anotar o óbito no prontuário do paciente. e fixar a mandíbula com atadura se necessário.      Solicitar maqueiro para transporte do corpo para o necrotério.  Preencher a ficha de identificação de cadáver.

 O responsável pela funerária assina a ficha de identificação do cadáver e o enfermeiro assina e recebe uma via da ficha da funerária. 1. Instituto Médico Legal – IML ou Serviço de Verificação de Óbito SVO  Em caso de IML ou SVO  Solicitar que o médico preencha o encaminhamento no formulário próprio do IML/SVO. caso não estejam no mesmo.  O óbito deverá ser lançado na estatística da Comissão de Óbito pela secretária da enfermagem. em caso de Feto Morto acima de 500gr e paciente sem diagnostico fechado (ex: menos de 24 horas de internação). encaminhar o corpo ao Instituto Médico Legal (IML). nestes casos o médico deverá preencher o encaminhamento ao IML ou SVO. Recomendações importantes:  Em caso de morte violenta.  A ficha de identificação e a via da funerária deverão ser arquivadas no prontuário do paciente. 12 . sendo: a ficha rosa da declaração de óbito.  A secretária da enfermagem deverá conferir os papeis do óbito e arquivar no prontuário. encaminhar o corpo ao Serviço de Verificação de Óbitos (SVO). O (a) enfermeiro (a) do setor deverá entregar o corpo no necrotério para a funerária. a ficha de identificação do cadáver e a ficha da funerária.

após a devida identificação do mesmo.  Preencher a ficha de identificação de cadáver.  Encaminhar a família ao distrito policial mais próximo à instituição juntamente com o encaminhamento médico para registrar a ocorrência.  Registrar o óbito no livro de declaração de óbito da enfermagem. Em caso de SVO.  Entregar o corpo ao SVO juntamente com a via branca do formulário.  Preencher a ficha de identificação de cadáver. A secretária de enfermagem deverá conferir e anexar no prontuário a ficha de identificação de cadáver e encaminhamento do IML/SVO e lançar o óbito na estatística da Comissão de Óbitos. e comunicar o óbito e solicitar a remoção do corpo. Entregar o encaminhamento médico (via branca) à família em caso de IML. Registrar o óbito no livro de declaração de óbito da enfermagem.  Entregar o corpo ao IML.  Solicitar que o responsável pela coleta do corpo assine a ficha de identificação de cadáver. não sendo necessário entregar nenhuma via do formulário para a família.  Solicitar à família que leve uma das vias ao IML para recolhimento do corpo. Observação: 13 . após a devida identificação do mesmo.  Solicitar que o responsável pela coleta do corpo assine a ficha de identificação de cadáver. a enfermeira deverá ligar no Serviço de Verificação de Obito – telefone 3524-1970.

durante o processo de respiração. 14h00min.  Fatores patológicos.  Idade. por evaporação pulmonar. SINAIS VITAIS 1. pela urina. 14 . VI. Horas de verificação: 08h00min. 18h00min. O calor é gerado por processo metabólico e é distribuído no organismo pelo sangue por meio dos vasos sanguíneos. 24h00min. solicitar a desinfecção terminal do necrotério ao funcionário do SHL. Não está autorizada a visita de familiares ao necrotério. A temperatura normal do corpo é mantida pelo equilíbrio entre a produção e eliminação de calor. O organismo perde calor por radiação e condutibilidade da pele. 06h00min e sempre que necessário.  Se observada a necessidade.  Processos inflamatórios e infecciosos. ou conforme prescrição médica. Há alguns fatores que alteram a temperatura:  Fatores fisiológicos. por evaporação do suor. Temperatura A temperatura indica o nível de calor a que chega o corpo. pelas fezes e pela saliva.

exceto para pacientes em precauções de contato.0º a 40ºC  Hiperpirexia.37.0º a 39ºC  Pirexia-39. É uma reação do organismo diante de determinada agressão que pode ser de origem infecciosa.1. desidratação ou tóxica. 1.  Retirar as luvas imediatamente após o uso e lavar as mãos em seguida e entre um paciente e outro.3. quando indicado  Para pacientes em precauções de contato individualizar estetoscópio. neurogênica.  Observar orientações da Rotina de Biossegurança da CCIH.  Usar um par de luvas de procedimentos para cada paciente. esfigmomanômetro e termômetro.1. Variação de temperatura:  Hipotermia – menor ou igual a 35ºC  Temperatura Fisiológica – 35. Classificação da febre: 15 . Observação:  Não é necessário o uso rotineiro de luvas de procedimentos para verificação de sinais vitais.0º C  Febre – 38.0º a 41º C 1.5º a 38.5º a 37ºC  Estado febril. Definição de febre: A febre é a modificação patológica da temperatura.40.2.

Procedimento:  Orientar o paciente sobre o procedimento.  Remitente.  01 recipiente com álcool a 70%.alterna períodos de febre e sem febre.  Ondulante.há oscilação diária.  01 recipiente para o algodão usado. permanece em um mesmo nível. Esses períodos variam de dois a três dias.não há grandes oscilações diárias.  Enxugar a axila do paciente ou orienta-lo fazer.1 Axilar Esta técnica é contra-indicada nas queimaduras de tórax. 1. 1.  Intermitente.  Colocar o termômetro na axila de forma que fique o bulbo em contato com a pele. Contínua. pacientes muito magros e lesões axilares. Material necessário para verificação da temperatura: Bandeja contendo:  01 recipiente com algodão seco.  Verificar se a coluna de mercúrio está abaixo de 35º em caso de termômetros não digitais.manifesta-se geralmente às mesmas horas aparecendo e desaparecendo com intervalo de dias e semanas. 16 .4.  Caneta e papel para anotações.5. fraturas de membros superiores.  01 termômetro.

 Fazer a leitura.  Desprezar o algodão sujo. pacientes inconscientes.2. firmando o termômetro no canto da boca. Procedimento:  Verificar se a coluna de mercúrio está abaixo de 35º em caso de termômetros não digitais. como: intervenções cirúrgicas na boca. 1. de preferência colocando a mão no ombro oposto.  Fazer a leitura. inflamações na boca.5.  Após cinco minutos retirar o termômetro.  Colocar o termômetro embaixo da língua do paciente.  Pedir para que o paciente cerre os lábios.  Desprezar o algodão sujo.  Anotar o valor da temperatura.  Limpar o termômetro com algodão embebido em álcool a 70% e guarda-lo junto aos artigos do paciente. Oral ou bucal Esta técnica somente é indicada quando os termômetros são individuais e quando não houver contra-indicação.  Abaixar a coluna de mercúrio para 35ºC. crianças.  Anotar o valor da temperatura.  Registrar no prontuário os resultados conforme os horários de rotina.  Desinfetar o termômetro com algodão embebido em álcool 70%. Pedir para que o paciente comprima o braço de encontro ao corpo.  Após cinco minutos retirar o termômetro. 17 .

É contra indicado em pacientes que sofreram cirurgia retal. Procedimento:  Colocar o paciente na posição de Sims – decúbito lateral esquerdo com perna direita flexionada.: a temperatura também pode ser verificada na região inguinal.  Registrar no prontuário os resultados conforme os horários de rotina. Retal É o mais eficiente entre os métodos de verificação de temperatura.  Fazer a leitura. O termômetro deve ser de uso individual.  Introduzir a ponta do termômetro no reto. Usado nos casos de impossibilidade de utilizar a técnica bucal e axilar.5.  Lavar o termômetro com água e sabão. Registrar no prontuário os resultados conforme os horários de rotina. Obs.  Lubrificar a ponta do termômetro (ex: óleo mineral). caso haja contra indicação nas regiões citadas anteriormente.  Anotar o valor da temperatura.sob o queixo e o joelho.  Após cinco minutos retirar o termômetro.  Desprezar o algodão sujo.  Passar álcool a 70% e guarda-lo junto aos artigos do paciente. 1.3. 18 . perineal e inflamações no reto e ânus.

Pulso O pulso é verificado na artéria radial.pulso rápido com mais de 120 batimentos por minuto 19 . braquial. temporal e carótida. exercícios físicos. Alterações na freqüência cardíaca Bradiarritmia . Fisiológicos. umeral. carótida.pulso lento com menos de 60 batimentos por minuto.1.2. Há fatores que afetam o pulso normal. poplítea. inguinal. pediosa. pediosa e tibial posterior. Tabela de freqüência cardíaca Homem 60 a 70 batimentos por minuto Mulher 65 a 80 batimentos por minuto Criança 120 a 125 batimentos por minuto Lactentes 125 a 130 batimentos por minuto 2. 2. femural. como.emoções. As artérias mais comuns para verificar o pulso são a temporal facial. radial.febre. Basta tocar nos pontos anatômicos corretos para verificar o pulso do paciente. lipotimia que aumentam ou diminuem a freqüência cardíaca.2. cubital. Patológicos. Taquiarritmia .

pois sua pulsação poderá ser confundida com a do paciente. ritmo e volume de acordo com os horários indicados. sem comprimir o local. O ritmo do pulso pode ser: Regular – os batimentos cardíacos são uniformes. Quando há alterações.3. deitado ou sentado. Procedimento:  Manter o paciente em posição confortável.2. ocorrem as arritmias cardíacas. Não usar o dedo polegar.  Apoiar o braço. 2. 2. se o pulso verificado for radial. Ritmo cardíaco Ritmo cardíaco é uniforme e com intervalos iguais. difícil de ser comprimida.  Anotar a freqüência.4. 20 . É caracterizado de acordo com a intensidade das contrações cardíacas. Volume do pulso O volume do pulso pode variar entre amplo e cheio ou pequeno e vazio.  Contar o número de batimentos do pulso em um minuto.5.  Colocar o dedo indicador e anelar no local e pressionar levemente.  Comunicar ao enfermeiro ou médico qualquer alteração no ritmo cardíaco. Irregular – os batimentos cardíacos não uniformes. No pulso de tensão baixa a artéria é mole. Tensão das artérias No pulso de tensão alta a artéria é dura. fácil de ser comprimida.

Bradpnéia – freqüência respiratória lenta e com profundidade normal.2. pela inspiração que permite a entrada de oxigênio nos pulmões.1. Tabela de freqüência respiratória Homem 15 a 20 movimentos por minuto Mulher 18 a 20 movimentos por minuto Criança 20 a 25 movimentos por minuto Lactentes 30 a 40 movimentos por minuto 3. costal inferior (homem) e abdominal ou diafragmática (criança). 3. . Ritmo 21 . A respiração pode ser costal superior (mulher). 3. Hiperpinéia – freqüência respiratória aumentada e profunda. através da expiração que permite a saída do ar contido nos pulmões.3.3. Espanopnéia – freqüência respiratória lenta e profunda. Oligopnéia ou hipopnéia – freqüência respiratória lenta e superficial. Polipnéia – freqüência respiratória aumentada e superficial.freqüência respiratória rápida e superficial. e a eliminação de gás carbônico. Alteração na freqüência respiratória Taquipneia. Respiração É a troca de gazes entre o organismo e o meio ambiente que consiste basicamente na absorção de oxigênio.

O ritmo pode ser normal e uniforme. Kusmaul – é a respiração profunda e ruidosa. Procedimento  Manter o paciente sentado ou deitado no leito. Cheyne-stoke – respiração que apresenta períodos de dispnéia. ou os movimentos do abdômen e contar durante um minuto. seguida de nova pausa. Dispnéia – dificuldade de respirar. Os movimentos respiratórios aumentam e diminuem. bradpnéia e apnéia. o que pode alterar a freqüência.  Ser natural. depois uma breve e queixosa expiração. com a pele em tom de cinza-azulado que se manifesta inicialmente em torno dos lábios e se estende para as extremidades de mãos e pés.  Anotar o número de movimentos respiratórios por minuto. chamado eupnéia.  Comunicar ao enfermeiro ou médico qualquer alteração na freqüência e ritmo respiratório. seguida de pausa. ou pode ser anormal. e após uma pausa o ciclo reinicia. As fases de taquipnéia duram cerca de 30 segundos. pois pode causar-lhe ansiedade. como descrito a seguir: Apnéia – parada respiratória. O paciente apresenta-se cianótico. 22 . não deixando que o paciente perceba que sua respiração está sendo contada. Pode ser repetida em intervalos regulares e irregulares. Biot – respiração periódica caracterizada pela presença de períodos de apnéia de duração variável de até 30 segundos.  Observar quando o tórax sobe e desce. nos casos de indivíduos sadios.

vascular periférica. das paredes arteriais.5 mínima se aproximam) 23 mmHg . drogas. hemorragias. sexo. arteriosclerose. Pressão arterial Definida como a pressão exercida nas paredes dos vasos sanguíneos pela força de contratibilidade do músculo cardíaco que bombeia o sangue. 4. Tabela de variação da pressão Pressão arterial normal ou 140 a 110 fisiológica sistólica Pressão arterial normal mmHg ou 90 a 70 fisiológica diastólica Pressão (hipertensão) Pressão (hipotensão) arterial arterial mmHg elevada 150X110 mmHg baixa 100X60 mmHg Pressão convergente (máxima e 120X90.1. aumento da pressão intracraniana. do sangue circulante. Elasticidade Resistência Quantidade Viscosidade Alguns fatores podem modificar a pressão arterial: Fisiológicos – idade. digestão.4. sanguínea. Os fatores que determinam o grau de tensão sobre os vasos são: Força de contração do músculo cardíaco. postura. Patológicos – convulsões.

Preparar o aparelho. Sentir a pulsação da artéria braquial com as pontas dos dedos na parte anterior da articulação do cotovelo do paciente.  Material: Estetoscópio. Esfigmomanômetro.Pressão divergente (máxima e 120X40 mínima se distanciam) mmHg 4. Procedimento:     Orientar o paciente quanto ao procedimento.    Apoiar sempre o braço aproximadamente na altura do coração.  Desinfetar as olivas do estetoscópio com algodão embebido no álcool antes de colocar nos ouvidos. deitado em posição confortável ou de acordo com orientação médica. Ajustar o manguito ao braço acima do cotovelo. Locais para a verificação da pressão arterial: Braço – artéria braquial. Algodão embebido em álcool a 70%. Coxa – artéria poplítea. Álcool a 70%. Testar o aparelho de PA. Perna – artéria pediosa. Colocar o paciente sentado. 24 .2.

Durante a fase de preparo o profissional de enfermagem deve ter muita atenção para evitar erros.  Fechar a válvula de ar e insuflá-la rapidamente até que o movimento indique no manômetro 200mmHg aproximadamente. INTRODUÇÃO A administração de medicamentos é um processo que envolve uma seqüência de ações a serem desenvolvidas pelo profissional de enfermagem. 1. RECOMENDAÇÕES GERAIS: 25 . verificar os sinais vitais informar o paciente sobre os valores e deixá-lo confortável. assegurando ao máximo que o paciente receba a medicação corretamente. verificar novamente.  Abrir lentamente a válvula e observar no manômetro o número correspondente ao primeiro ruído – pressão sistólica máxima. a fim de obter os melhores resultados junto ao paciente. Desprender Anotar Após os valores pressóricos verificados. sem desperdício de recursos. VII. ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS 1. o manguito.  Colocar o diafragma do estetoscópio sobre a artéria braquial do paciente. Desinfetar o diafragma com algodão embebido no álcool antes e após colocar no paciente. 1.  Comunicar ao enfermeiro ou ao médico qualquer alteração na avaliação fisiológica da pressão arterial. e o segundo ruído – pressão diástole mínima.  Nos casos de dúvidas.

26 .  Identificar o medicamento preparado com o nome do paciente. sendo. via de administração e horário.  Preparar somente quando tiver certeza do medicamento prescrito. todas as medicações usadas devem ser prescritas pelo médico posteriormente.  Concentrar a atenção no trabalho.  As medicações devem ser administradas sob prescrição médica. quando a situação estiver sob controle. podendo ser usado o próprio invólucro se não contaminado. Nesse caso.  Proteger a seringa ou frasco com medicamento para evitar contaminação.  Observar o aspecto e as características da medicação antes de prepará-la.  Fazer desinfecção das ampolas e ou dos frascos antes de quebrar e ou aspirar à medicação. e ao colocar o recipiente na prateleira ou desprezar o invólucro.  Preparar o medicamento em ambiente com boa iluminação.  Ler e conferir o rótulo da medicação três vezes – quando pegar o medicamento. que podem aumentar a chance de cometer erros. e antes de administrá-la. antes de colocar o medicamento no recipiente próprio para administração. distrações e interrupções. evitando atividades paralelas. aceitável faze-lo baseado apenas em orientação verbal. administração e logo após o procedimento. Lavar sempre as mãos antes do preparo. em casos de emergência.  Utilizar bandeja devidamente limpa. nome da medicação. dosagem e via de administração. número do leito.

conferir cuidadosamente a identidade do paciente. Deixar o local de preparo de medicação sempre em ordem e limpo. via retal e parenteral.  Nunca reencapar agulhas ou concitá-las da seringa para desprezar. o horário correspondente é circundado. nunca deixando-a sozinha junto ao paciente.  Manter a bandeja sempre a vista durante a administração. 27 . para lixo infectante.  Em caso de recusa do medicamento. quando o medicamento não foi administrado por algum motivo.  Permanecer junto ao paciente até que tome o medicamento.  Antes de administrar o medicamento.  As luvas de procedimentos e o algodão devem ser desprezados na lixeira com saco branco leitoso.  Devolver no final do plantão os medicamentos não utilizados e em hipótese alguma acumular “sobras”. dentro da enfermaria do paciente. utilizando álcool a 70% para desinfetar a bancada. o profissional de enfermagem deve relatar imediatamente o fato ao (a) enfermeiro (a) e/ou médico e anotá-la no prontuário.  A administração do medicamento deve ser feita pelo profissional que o preparou.  Utilizar luvas de procedimentos para medicações via sonda gástrica ou nasogástrica.  Não se deve nunca esquecer de registrar o medicamento que o paciente tenha recebido (checar a medicação). “bolado” à caneta e a justificativa anotada no prontuário do paciente. conforme Programa de Gerenciamento de Resíduos da CCIH. Convencionalmente em nosso meio.

via de administração e dose.  Observar se o paciente ingeriu a medicação.VIAS DE ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS 2.  Checar na prescrição médica.  Levar a bandeja de medicação junto ao leito do paciente.  Lavar as mãos.1. nome da medicação.  Oferecer o medicamento. 28 . Procedimento: Conferir a prescrição médica e medicação a ser administrada. horário e número do leito.2.Oral  Material:    01 bandeja. paciente.1. evitando assim.  Diluir o medicamento se necessário. 1. que o líquido escorra sobre ele.  Perguntar o nome do paciente sem sugestionar. tornando difícil a leitura. 01 copinho. 2.  Lavar as mãos.  Conferir novamente a medicação e prescrição médica verificando data. Medicamento prescrito. Identificar os copinhos com o nome do paciente. hora. Cuidados importantes:  Agitar o frasco de medicamento líquido antes de entorná-lo pelo lado oposto ao do rótulo.

até ser totalmente dissolvido. não administrá-lo.  Colocar comprimidos.  No caso de administração de medicação sublingual. Devolva-o à farmácia e solicite outro medicamento com identificação legível. vômitos. além de fatores que influenciam a administração.  Se um paciente recebe vários medicamentos simultaneamente. não se devem oferecer líquidos com a medicação sublingual. verificar sempre a data de validade e condições de armazenamento antes de administrálo ao paciente. facilitando desse modo a colocação precisa do medicamento. controle hídrico. Em casos de aceitação parcial ou perdas acidentais de uma parte deles.  Se houver dificuldade na identificação do medicamento.  Segurar o recipiente graduado (copinho) e vidro ao nível dos olhos para despejar o líquido até a altura correspondente à dose.  Observar se o paciente não está com indicação de jejum. drágeas ou cápsulas no recipiente sem tocá-las diretamente com a mão. 29 . como sonda nasogástrica. náuseas. Se necessário trocar o frasco na farmácia. possibilitando a identificação segura dos medicamentos que efetivamente o paciente recebeu. sem mastigá-lo ou engoli-lo. será possível registrar adequadamente o ocorrido e ou repor a medicação perdida.  O frascos multi-doses deverão ser diluídos quando abertos: Frascos multi-doses que ficam “estocados” no posto. observar a colocação do medicamento sob a língua do paciente e orientá-lo para que deixe ali. entre outros. condições relativas à deglutição. a prática mais segura é a de usar recipientes separados.

os resultados manifestam-se dentro de 15 a 30 minutos. Dissolve-se em contato com a temperatura corporal e é indicado principalmente para a estimulação da peristalse para facilitar a defecação.  Procedimento:  Explicar ao paciente o procedimento. não devendo ser partido.2. No uso de medicação via SNE ou SNGLavar( 10 a 20ml de água pela seringa sob pressão) logo após a administração da medicação. Material:  1 frasco de Clister ou Fleet Enema (conforme prescrição médica)  Papel higiênico. denominada lavagem intestinal (de 1000 a 2000ml) ou em pequena quantidade. 30 .  01 comadre. 2. Geralmente são usadas na lavagem intestinal para a remoção das fezes em caso de fecaloma.  Formulação líquida – pode ser em grande quantidade.  01 par de luvas de procedimento.  Formulações sólidas – denominada supositório – possuem formato e consistência que facilita sua aplicação. chamada de clister (150 a 500ml).  01 sonda retal. Quando efetivo. a fim de evitar obstrução da mesma. mas podem tardar até uma hora. preparo para procedimentos cirúrgicos ou exames (ex: colonoscopia). Via retal As formulações destinadas para uso retal podem ser sólidas ou líquidas.

Observação: No caso de irrigação gota a gota acrescentar um equipo ao material.  Colocar o paciente em posição de Sims. calçar luvas de procedimentos.  Retirar as luvas de procedimentos.  Limpar e organizar o material.  Retirar o material usado. deixando o sistema instalado até o final da solução. ou encaminha-lo ao banheiro.  Lavar as mãos.  Introduzir a sonda retal lubrificada (ex: xilocaína gel ou óleo mineral) no ânus do paciente.  Mornar quando for solução glicerinada ou soro fisiológico. ou quando há interferência na assimilação 31 da droga pelo trato . quando não há possibilidade de administração por via oral.3.  Colocar biombo.  Fazer anotação de enfermagem no prontuário.  Afastar a prega interglútea e instilar o líquido.  Fazer a higiene intima. (decúbito lateral esquerdo e perna direita fletida).  Lavar as mãos. procedendo a mesma forma de instalação. Preparar o material. nos casos de pacientes dependentes. para não expor o paciente.  Colocar o paciente na comadre. 2. deixando o papel higiênico à mão.Via Parenteral A via parenteral é utilizada quando se deseja uma ação imediata da droga.

gastrointestinal. A enfermagem utiliza comumente as seguintes formas de administração parenteral: intradérmica, subcutânea, intramuscular e endovenosa.

Observação: Observar recomendações de rotina de controle de infecção decorrente sanguínea de CCIH.

2.3.1.Preparo da Medicação:   Observar o prazo de validade, o aspecto da solução, bem como a integridade do frasco; Certificar que todo o medicamento está contido no corpo da ampola, pois o estreitamento do gargalo faz com que uma parte do medicamento muitas vezes , fique na sua parte superior;     O mesmo cuidado deve ser observado com o pó liofilizado no frasco ampola; Lavar as mãos com água e sabão; Observar a integridade dos invólucros que protegem a seringa e a agulha; Monte a seringa com a agulha respeitando a técnica asséptica; Desinfetar toda a ampola com algodão embebido em álcool a 70% destacando o gargalo, no caso do frasco ampola, levantar a tampa metálica e desinfetar a borracha;   Proteger o gargalo da ampola com algodão na hora de quebrá-lo; Aspirar ao diluente (no caso de frasco ampola) introduzi-lo dentro do frasco e deixe que a força da pressão interna do frasco, desloque o ar para o interior da seringa;  Homogeneizar o diluente com o pó liofilizado sem sacudir;

32

Introduzir o ar da seringa para o interior do frasco. Este procedimento visa aumentar a pressão dentro do frasco, facilitando a retirada do medicamento, visto que os líquidos movem-se de uma área de maior pressão para a de menor pressão;

  

Manter o frasco invertido para baixo, enquanto aspira ao medicamento; Proteger a agulha com o protetor e o êmbolo da seringa com o próprio invólucro; Identificar o material com fita adesiva com o nome do paciente, número do leito, medicamento, horário, dose e via de administração;

2.4..Intradérmica É a introdução do medicamento na derme. É raramente usada para tratamento, porém incide na disseminação de vacinas.

2.4.1 Volumes máximos administrados – 0,1 a 1,0ml.

2.4.2. Locais de aplicação :  Face interna ou ventral do antebraço;  Região escapular (parte superior das costas);  Parte inferior do deltóide direito (exclusivamente para a vacina BCG);

Material:  01 bandeja;  01 seringa de 3ml ou 5ml;  01 agulha para injeção 03X07;
33

 01 bola de algodão;  05ml de álcool;  Luvas de Procedimentos;  Medicamento prescrito;

Procedimento:
Lavar

as mãos; a medicação fazendo a desinfecção da ampola e, após a

Preparar

aspiração do medicamento, colocar o protetor na agulha;
Orientar Calçar

o paciente quanto ao procedimento;

luvas de procedimentos a agulha em ângulo de 15º em relação à superfície da pele;

Posicionar Introduzir Checar

a agulha com o bisel para cima para formar uma pápula;

na prescrição médica;

OBS.: Não fazer a anti-sepsia da região, o que causaria o desenvolvimento de reações falso-positivas em testes de

hipersensibilidade e a redução da atividade das vacinas administradas.

2.5. Via subcutânea É a introdução do medicamento na região subcutânea. É utilizada para drogas que não necessitem de absorção imediata e sim quando se deseja uma absorção continua. Podem ocorrer lesões inflamatórias locais, sendo de grande importância o rodízio da aplicação como um método profilático.

2.5.1. Volume máximo administrável – 3 ml.
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prescrito. anterior e posterior dos braços. Região abdominal – hipocôndrios direito e esquerdo.2. seringa de 1ml. Regiões glúteas. Região intermediária lateral das costas (próxima ao quadril direito e esquerdo). Material: 01 01 01 bandeja. colocar o protetor na agulha. após a aspiração do medicamento. do álcool a 70%. Calçar luvas de procedimentos. de procedimentos.Locais de aplicação: Parte superior externa dos braços. Faces externas. 35 .5. Regiões supra-escapular e infra-escapular. Luvas 02 bolas de algodão. exceto a região periumbilical. Preparar a medicação fazendo a desinfecção da ampola e. agulha 13X25. direita e esquerda.2. Face lateral externa e frontal das coxas. 05ml Medicamento Procedimento: Lavar as mãos. Orientar o paciente quanto ao procedimento.

Checar na prescrição médica. 2. Retirar luvas e lavar mãos. O desconforto da aplicação desse medicamento pode ser minimizado com os seguintes cuidados: Manter Ao a técnica asséptica durante todo o procedimento.1. uma pressão no local administrado com a extremidade dos dedos. Posicionar a agulha em ângulo de 90º em relação à superfície da pele. observe a condição do músculo. ventroglútea.6.Volume máximo administrável – 3 ml.Fazer anti-sepsia da pele de cima para baixo.6. sem expô-lo desnecessariamente.2. 2. Checar na prescrição medica. lentamente as soluções. 36 . Não friccionar o local após a aplicação. Introduzir a agulha com bisel para baixo. escolher o local de aplicação. 2.Locais para aplicação : Regiões Região Região deltoideanas.tendo a desvantagem de ser dolorosa pela introdução da agulha e absorção do medicamento.6. Assegure Não hesitar em aplicar a injeção.Via intramuscular É aplicada no tecido muscular através da pele. Injetar Fazer para auxiliar na absorção da droga. dorsoglútea. a privacidade do paciente.

6. Nessas medicações só usar agulhas 30x8. colocar o protetor na agulha. 01 agulha 30X06. Priorizar Não a região vastolateral da coxa em crianças menores de 1 ano. Rodiziar o local de aplicação. adultos excessivamente magros ou com mais de 60 anos.3. em qualquer idade. Preparar a medicação fazendo a desinfecção da ampola e. 02 bolas de algodão. Escolher a seringa de acordo com o volume a ser injetado. 01 seringa de 3ml ou 5ml.Região anterolateral da coxa (músculo vastolateral).  Procedimento: Lavar as mãos. 37 .  Material :        01 bandeja.Recomendações importantes: Não administrar medicamentos por via intramuscular na região dorsoglútea em crianças de 0 a 2 anos. Luvas de procedimentos. 05ml do álcool a 70%. após a aspiração do medicamento. 2. administrar diclofenaco de sódio e penicilina benzatina na região deltóide. 30X07 ou 30X08. Medicamento prescrito.

Injetar lentamente o líquido. Alguns acidentes podem acorrer na administração de medicamentos endovenosos: Esclerose da veia – aplicação sucessiva no mesmo local. Checar na prescrição médica. Introduzir a agulha com bisel para baixo.7. anti-sepsia inadequada no local da punção e material contaminado. 38 . Calçar luvas de procedimentos. Via endovenosa: A via endovenosa é usada quando se deseja uma ação rápida do medicamento ou porque outras vias não são propícias. Fazer uma leve compressão no local após a administração. Sua administração deve ser feita com muito cuidado. Fazer anti-sepsia da pele de cima para baixo. verificando se algum vaso foi atingido. Retirar luvas e lavar as mãos. considerando-se que a medicação entra direto na corrente sanguínea.extravasamento de sangue da veia no espaço intersticial por transfixação da veia. caso as recomendações preconizadas não sejam observadas. podendo ocasionar sérias complicações ao paciente.Orientar o paciente quanto ao procedimento. 2. Abscessos. Aspirar antes de injetar o medicamento. As soluções administradas por essa via devem ser cristalinas.administração de medicamentos fora da veia. Posicionar a agulha em ângulo de 90º em relação à superfície da pele. não oleosas e sem flocos em suspensão. Hematoma.

2. choque anafilático devido à hipersensibilidade do paciente ao medicamento.longa permanência de dispositivos endovenosos ou drogas irritantes. antebraço (intermediária cefálica. Ocorre por deslocamento da agulha ou pela sua penetração na parede do vaso.7. Choque . Infiltração. 2. Êmbolos – deslocamento de resíduos de medicamentos mal diluídos ou coágulos de sangue podem agir como êmbolos. exceto nos casos em que a patologia contra-indique volumes elevados. pode ocorrer o estado de choque. ou seja. palidez. Pode se tratar do choque pirogênico que ocorre quando existe pirogênio no medicamento. intermediária basílica.  Ulnar  Mão: rede do dorso da mão. 39 .2. vertigem.Locais de aplicação:  Região cefálica (crianças).Volume máximo administrável – não há limite.7.quando se aplica determinado medicamento.1.  Região temporossuperficial e regiões epicranianas. vasodilatação geral. safena magna e tibial anterior.  Região dos membros superiores: braço (cefálica e basílica). tremores. agitação. pé (rede do dorso do pé). cianose. produzindo reações como febre e alergias. substância produzida por bactéria.  Região dos membros inferiores: perna (face posterior do joelho).passagem do líquido para o tecido subcutâneo.Flebite. ansiedade. mediana e radial).

 Preparar a medicação fazendo a desinfecção da ampola e.  30 cm de esparadrapo ou micropore.  Inspecionar as condições da veia e selecionar a mais apropriada. após a aspiração do medicamento. 40 .  Calçar luvas de procedimentos. Material: Mesmo da injeção intramuscular.  Fixar a veia e fazer a punção. convém o paciente cerrar o punho durante a inspeção e a punção venosa. colocar o protetor na agulha.  Luvas de Procedimentos. Para facilitar a visualização d veia na mão e braço.Obs: Observar orientações adicionais na Rotina de Prevenção de Infecção de Corrente Sanguínea da CCIH.  Garrotear o braço aproximadamente 10 cm acima da veia escolhida. acrescentando em caso de grande volume de medicação:  01 bandeja  01 Equipo.  Fazer anti-sepsia da pele de cima para baixo.  Orientar o paciente quanto ao procedimento.  Medicamento.  Posicionar o paciente deitado ou sentado.  01 pacote de gaze. Procedimento:  Lavar as mãos.  01 cateter intravenoso (abocath ou jelco).

paralisia ou membro do mesmo lado em que foi feita uma mastectomia. Nesses casos. para ser infundido num 41 . Inserir o cateter ou agulha em um ângulo de 15º a 30º graus mantendo a pele esticada com o bisel voltado para cima. confortável ao paciente. facilitando a introdução.  Administrar lentamente o medicamento.  Retirar o cateter ou agulha e comprimir o local. pois permitem o rompimento da veia no momento da punção.Venóclise: Venóclise é a administração endovenosa de regular quantidade de líquido através de gotejamento controlado.  Retirar o garrote.  O local escolhido deve ser seguro.8. de fácil acesso.2.7. evitando assim reações adversas. já que muitos medicamentos podem produzir efeitos indesejáveis de imediato.  Checar na prescrição médica. interrompa a aplicação e comunique o fato o(a) enfermeiro(a) ou médico.  Não puncionar membros com fístula arterio-venosa para hemodiálise.  Evitar punção venosa de membros inferiores em pacientes adultos.  Evitar “tapinha” sobre o local a ser puncionado. paresia. 2. 2. Recomendações importantes:  Seguir Rotina de Controle de Infecção para acesso vascular para a manutenção da punção.  Retirar luvas e lavar as mãos.  O seguimento escolhido deve ser mais longo que a agulha.

registrando no rótulo: o nome do paciente. a solução a ser injetada. refluxo sanguíneo e entrada de ar. Comunicar o caso o(a) enfermeiro(a). inclusive sua fixação.  Manter as conexões do sistema bem adaptadas evitando extravasamento de solução. a fim de detectar precocemente a infiltração nos tecidos adjacentes. As soluções mais utilizadas são a glicosada 5%. 42 .  Realizar a punção com técnica asséptica.  Retirar o dispositivo da punção e providenciar outra via de acesso venoso.  Não puncionar veias esclerosadas (são veias com paredes espessas e endurecidas). os medicamentos e seus complementos do soro. número de gotas por minuto.período de tempo pré-determinado.  Manter a observação constante no local. devido a deficiência circulatória. fisiológica 0. Recomendações importantes:  Atentar para a identificação. para facilitar manutenção da via e oferecer conforto ao paciente. contaminação. data e assinatura. É indicada principalmente para repor perdas de líquidos do organismo e administrar medicamentos. na presença de sinais de flebite (edema e hiperemia local). mantendo todo o conjunto de punção limpo. prevenindo infecção.8. início e término. caso houver. tempo em que a solução deverá ser infundida.  Estabelecer a punção venosa em local longe de articulações e de fácil acesso. 2.1.9% e ringer simples.

 Material. evitando refluxo. VIII. hora e assinatura do profissional responsável.  Orientar o paciente não abrir ou fechar o gotejamento.  Orientar aos pacientes que deambulam manterem o frasco elevado para promover gotejamento contínuo. Garantir a infusão do volume e dosagem dentro do tempo estabelecido.  Não injetar medicamentos perfurando o frasco de soro ou deixar agulhar tipo “suspiro” para evitar contaminação do sistema. Para isto. 43 .  Evitar excesso de polifix ou tree-wall.TÉCNICA PARA MENSURAÇÃO DE GLICEMIA CAPILAR É a verificação. que não deve ser alterado em casos de atraso.  Aparelho de HGT. da quantidade de glicose presente na corrente sangüínea.  01 unidade de fita de glicoteste. coagulação sanguínea e obstrução do cateter. deve-se controlar constantemente o gotejamento. por meio de amostra de sangue capilar.  Administração de medicações de horário pela “borrachinha” do equipo: fazer desinfecção do local antes da introdução da agulha. para evitar a sobrecarga cardíaca. Registrar no local da punção data.

 Organizar o material.  Lavar as mãos.  Calçar luvas de procedimentos.  Lavar as mãos. Observação: 44 .  Limpar o dedo do paciente.  Realizar anti-sepsia do dedo com álcool 70%.  Comprimir o dedo acima do local a ser puncionado.  Aguardar por 30 segundos aproximadamente. de maneira que a gota de sangue pingue na fita reagente conectada ao aparelho.  Anotar o resultado no prontuário.  Retirar as luvas.  Fazer a leitura.  Fazer um pequeno furo com agulha de insulina no dedo.  Orientar o paciente quanto ao procedimento.  01 unidade de agulha 13x4.  Esperar a gota de sangue pingar sobre a fita – não esfregar o dedo na fita .  Procedimento:  Preparar o material.5(agulha de insulina)  Luvas de procedimentos. 01 bola de algodão.  Posicionar um dos dedos em que será realizado o teste.  01 pacote de gaze.

 Observar o posicionamento da agulha.  Observar anormalidades.  Caso haja Intercorrências durante a transfusão. se for o caso. 45 .  Pacientes com difícil acesso venoso deverão ser avaliados pelo enfermeiro responsável e suspender as medicações.  Manter o gotejamento de acordo com a prescrição médica. OBS. evitando a infiltração nos tecidos. IX.  Seguir orientações da Rotina de Controle de Infecção de Corrente Sanguínea da CCIH. solicitar o responsável técnico do banco de sangue e avisar ao médico. comunicar a enfermeira ou medico do paciente e medicar conforme prescrição médica e de acordo com o resultado do HGT.Qualquer alteração. ADMINISTRAÇÃO DE SANGUE OU HEMODERIVADOS 1 Procedimentos de Enfermagem:  Avisar ao banco de sangue sobre a prescrição e anotar no pedido o horário e o nome do funcionário que o atendeu.  O técnico do Banco de Sangue deverá instalar punção venosa exclusiva para administração do sangue ou hemoderivados.  Encaminhar o pedido de administração de sangue ou hemoderivados para o setor .: A instalação e a troca das bolsas de sangue ou hemoderivados é de responsabilidade do Banco de Sangue. não sendo permitido usar a mesma via do soro e medicações.

 Preencher notificação para Corisca.  1.  Cefaléia.  Aliviar a pressão de determinada área (evitar escaras).SINTOMAS  Calafrios súbitos e febre.  Verificar a temperatura meia hora após o início dos calafrios.  Evitar esforços desnecessários e lesões corporais.Reações Pirogênicas: 2. 2.  Vermelhidão e taquicardia.  Administrar medicamento conforme prescrição. 46 .2.CONDUTAS  Interromper a transfusão e avisar ao médico. e levantar ou transportar o paciente para um determinado local através da utilização de movimentos planejados.  X.2.3.MOVIMENTAÇÃO E TRANSPORTE DE PACIENTE CONCEITO: É mover.OBJETIVOS:  Proporcionar conforto e segurança ao paciente.

O primeiro fator importante ao se mover ou levantar o paciente, é o emprego de uma boa mecânica corporal por parte da enfermagem e de outra pessoa que ajude. Devem-se evitar esforços desnecessários, prevenindo danos para si e para o paciente. Os movimentos devem ser planejados. É bom fazer uma pequena contagem para todos agirem juntos, somando forças, empregando princípios de ergonomia. Por exemplo, contar 1 – 2 – 3 – já!

Procedimentos comuns:  Lavar as mãos antes e após qualquer procedimento;  Calçar luvas de procedimentos;  Orientar o paciente sobre o procedimento;  Registrar no prontuário todos os procedimentos realizados com o paciente;  Deixar a unidade em ordem;

DECÚBITO DORSAL PARA LATERAL DIREITO OU ESQUERDO

1.1.1-DUAS PESSOAS  Procedimento:  Dobrar em leque o sobrelençol até a altura dos pés;  As duas pessoas executantes devem colocar-se à esquerda do paciente;  1ª pessoa: colocar o braço direito sob o ombro do paciente, apoiando a cabeça. Em seguida colocar o braço esquerdo sob a região lombar;

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 2ª pessoa: colocar o braço direito sob a região lombar e o esquerdo sob o terço superior da coxa;  Colocar o braço esquerdo do paciente sobre o tórax, o direito semiflexionado e abduzido sobre o leito e flexionar o joelho esquerdo;  Colocar uma das mãos sobre o quadril do paciente e virá-lo delicadamente para o lado direito;  Colocar um travesseiro apoiando a cabeça, pescoço e ombro, outro amparando as costas e um terceiro entre os membros inferiores;  Colocar o braço esquerdo do paciente de modo que não pressione o tórax;  Cobrir o paciente;  Deixar a unidade em ordem.

OBS: Para as mudanças de decúbito inverso seguir os mesmos passos, mudando o posicionamento dos executantes e do paciente.

1.1.2-DUAS PESSOAS COM LENÇOL  Procedimento:  Dobrar em leque a colcha e o sobre lençol;  Ficar uma pessoa de cada lado do paciente;  Soltar o lençol móvel;  Enrolar as extremidades laterais do lençol bem próximo do paciente;  Executar a técnica da seguinte maneira: ambos seguram o lençol na altura do ombro e do terço superior da coxa;  Colocar o paciente para o lado esquerdo com movimentos

sincronizados;

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 Colocar o braço esquerdo do paciente sobre o tórax, deixando o outro semiflexionado e abduzido sobre o leito e flexionar o joelho esquerdo;  Colocar uma das mãos sobre o ombro e a outra sobre o quadril do paciente e virá-lo delicadamente para o lado direito;  Colocar um travesseiro apoiando a cabeça, pescoço e ombro, outro amparando as costas e outro entre os membros inferiores;  Colocar o braço esquerdo de modo que não pressione o tórax;  Prender o lençol;  Cobrir o paciente.

OBS: Para movimentar o paciente do decúbito dorsal para a lateral esquerda, seguir as mesmas regras, mudando o posicionamento do paciente;

2.MOVIMENTAÇÃO DO PACIENTE PARA A CABECEIRA

2.1- QUANDO O PACIENTE AUXILIA  Procedimento:  Dobrar em leque a colcha e sobre lençol até altura dos pés;  Proteger as grades de cabeceira com travesseiros;  Solicitar ao paciente, que flexione os joelhos, apoiando firmemente as pernas e pés no colchão;  Apoiar o ombro e a coxa do paciente com as mãos;  Orientar o paciente solicitando-o para dar um impulso com os pés no sentido da cabeceira;  Colocar o travesseiro e arrumar a cama;  Cobrir o paciente.
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 Desprender as roupas de cama.  Enrolar as extremidades laterais do lençol bem próximas ao paciente. 3. Soltar o lençol móvel ou lençol. Enrolar as extremidades laterais do lençol bem próximos do paciente. Ambas as pessoas devem segurar o lençol na altura do ombro e na região coxofemoral.2. SNE ou SVD. devem portar-se duas pessoas á direita e duas pessoas á esquerda do paciente. e SNG.  No caso SVD.  Dobrar em leque o lençol e o cobertor até os pés. exames demorados abrir sonda enquanto aguarda. fechar infusões venosas. Proteger as grades da cabeceira com o travesseiro. Ficar uma pessoa de cada lado do paciente.TRANSPORTE DO PACIENTE DA CAMA PARA A MACA (QUATRO PESSOAS COM LENÇOL)  Procedimento:  Antes do procedimento. Colocar o travesseiro e arrumar a cama. Cobrir o paciente e deixar a unidade em ordem.2-QUANDO O PACIENTE NÃO AUXILIA (DUAS PESSOAS COM LENÇOL MÓVEL OU LENÇOL)  Procedimento: Dobrar em leque o sobrençol até a altura dos pés.  Em quatro pessoas. 50 . Deslocar o paciente para a cabeceira da cama com movimentos sincronizados.

51 . dietas. etc. 4. Cuidados com infusões. Puxar a cadeira de rodas pelas costas ao descer a rampa.  Colocar o lençol sobre o paciente. arrumar as roupas e levantar as grades laterais. sondas.  Deixar o paciente confortável e a unidade em ordem. CUIDADOS IMPORTANTES: Fazer a desinfecção concorrente da maca e da cadeira de rodas após cada transporte.  Transportar o paciente da cama para a maca num só movimento.. Agasalhar o paciente nos dias frios. DA CAMA PARA A CADEIRA DE RODAS (DUAS PESSOAS COM LENÇOL)  Procedimento:  Colocar a cadeira de rodas próximas aos pés da cama. Levantar a cabeceira e sentar o paciente na borda da cama observando sinais de vertigem. Deixar travada. etc. Transportar com movimentos sincronizados para a cadeira de rodas. Deixar a unidade em ordem.. 5. Passar o paciente para a beira da cama com movimentos simultâneos. Enrolar as bordas laterais do lençol próximos do paciente. palidez. próxima do pacientes. drenos.  Colocar a maca paralela ao leito.  Afastar a maca da cama. Utilizar corretamente a mecânica corporal a fim de evitar lesões corporais e desgastes desnecessários.

XI.1. de modo a facilitar a observação ao examinador e manter o conforto e a privacidade do paciente.  De acordo com a região a ser examinada. físico. dor ou inquietação.3. como cotovelos. com travesseiro ou cobertor. psicológico. ARGOLAS DE ALGODÃO (diminuir a pressão de regiões com proeminências ósseas.  Tratamentos e cirurgias. 1. joelhos e região occipital).2. PROMOÇÃO DE CONFORTO E SEGURANÇA DO PACIENTE 1.TIPOS DE CONFORTO: Espiritual.CONFORTO: Bem-estar físico e mental.  Realizar exames físicos. 52 . calcâneos. estado isento de ansiedade.MÉTODOS PARA PROPORCIONAR CONFORTO FÍSICO. a enfermagem deve ajudar o paciente a adotar posições específicas. 1. 1.   ROLO .POSIÇÕES DO CORPO FINALIDADES:  Proporcionar conforto.

 Recomenda-se usar: lençóis, campos, perneiras. E isolar o paciente com biombo se necessário.  O funcionário deverá lavar as mãos antes e pós o procedimento e calçar as luvas de procedimentos.

1.3.1.Decúbito Horizontal- ou decúbito dorsal  O paciente se deita de costas, com as extremidades inferiores em extensão ou ligeiramente flexionadas para permitir o relaxamento dos músculos abdominais.  Sob a cabeça colocam-se travesseiros (1 ou 2)  Os braços cruzam sobre o tórax ou estendidos.  Cobrir o paciente com lençol (solto do colchão).

Procedimento:

 Lavar as mãos;Explicar o procedimento e a finalidade ao paciente;  Colocar a mesa de exame ou o leito na posição horizontal;  Deitar o paciente horizontalmente de costas;  Manter os membros superiores ao longo do corpo em posição anatômica e os inferiores alinhados;  Manter o paciente protegido com o lençol, expondo apenas a área a ser examinada;  Deitar o paciente em posição confortável após exame;  Lavar as mãos;  Proceder às anotações no prontuário.

1.3.2.Posição de fowler.

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O paciente fica semi-sentado, com apoio nos joelhos e nos pés.

Indicada:  Descanso e conforto;  Exames;  Melhorar respiração (paciente cardíacos e pulmonares);  Evitar aspiração em pacientes com dietas por SNG ou SNE.

Existem duas variações da posição de fowler que podem ser classificadas como:

Semi – fowler: é uma elevação da cabeça de aproximadamente 30º, posição confortável para o paciente que deve ficar com a cabeça e o tórax ligeiramente elevados;

Posição usada em caso de pacientes com SNG ou SNE, para prevenir pneumonias aspirativas;

Fowler alta - É a posição totalmente sentada, ou seja, com a cabeceira da cama elevada a um ângulo de 90º.

Procedimento:

 Lavar as mãos;  Explicar ao paciente a finalidade e o procedimento;  Colocar o paciente em decúbito dorsal;  Elevar os pés da cama;  Elevar a cabeça e o tórax do paciente até formar um ângulo de 45º em relação ao nível normal do leito;  Proteger o paciente com lençol expondo a região a ser examinada;  Deitar o paciente em posição confortável após exame ou tratamento;
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 Lavar as mãos;  Fazer anotações no prontuário.

1.3.3.Decúbito Ventral ou Prona Paciente deitado sobre o abdome, com a cabeça voltada para o lado.

Indicação:  Exames da coluna vertebral.  Exames da região cervical.

Para conforto pode ser de: Curta duração: mãos pendentes, cabeça voltada para o lado, sem travesseiros, e os pés sobre a cama. Longa duração: os braços fletidos, voltados para cima ou ao longo do corpo. Os pés elevados com travesseiros, à cabeça para o lado com pequeno travesseiro em baixo.

1.3.4.Decúbito lateral ou SIMS Pode ser “direita” ou “esquerda” conforme deitado sobre o lado direito ou esquerdo.

Indicação: Lavagem intestinal, aplicação de medicamentos por via retal, verificação de temperatura retal e repouso.

Procedimento:

 Colocar biombo;  Lavar as mãos;
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 Deitar o paciente sobre o lado. 1.  Posicionar o paciente ajoelhado e com o peito apoiado na cama.  Flexionar as pernas: a direita em ângulo agudo (perto do paciente) e a esquerda menos flexionada.  Colocar braço esquerdo para trás do corpo e o braço direito em qualquer posição.  Lavar as mãos.  Calçar as luvas de procedimentos. Indicação: exames vaginais e retais. 1. Calçar as luvas de procedimentos.  Cobrir o paciente com dois lençóis ou campo fenestrado.Genupeitoral.  Os braços flexionados nos cotovelos.6.  Procedimento:  Colocar biombo. 56 .  Colocar travesseiro sobre o tórax e cabeça do paciente.3.  Procedimento:  Colocar biombo. colocar travesseiro pequeno para servir de apoio.3. Indicação: exames ginecológicos.5.Ginecológica.

1. Indicações:  Facilitar drenagem de secreções brônquicas. com os ombros e a cabeça ligeiramente elevados As coxas bem afastadas são flexionadas sobre o abdome.Tredelemburg.  Lavar as mãos.  As nádegas devem ficar um pouco fora do colchão.3. 1. hipotensão.Litotômica.  Procedimento:  Colocar biombo. choque). Indicação:  Parto. com as pernas flexionadas sobre as coxas. É considerada uma modificação da ginecológica.  Melhorar retorno venoso (varizes.7. 57 . Lavar as mãos.  Calçar as luvas de procedimentos.8. vagina e bexiga. hemorragias.  Calçar as luvas de procedimentos.  Posicionar o paciente deitado de costas.3.  O Paciente é colocado em decúbito dorsal.  Operação ou exame de períneo. a planta dos pés sobre o colchão e os joelhos bem afastados um do outro.

 Material:  Bandeja contendo:  Bacia.  Sabonete. Cirurgia de órgão pélvico.  Proporcionar conforto e bem estar físico e mental. Finalidades  Favorecer a manutenção das funções da pele. XII.  Estimular a circulação. 58 . para facilitar o procedimento.  Cinco bolas de algodão ou pacotes de gases. para descolar o intestino para o abdome.  Cuba rim. com dependência parcial ou total da enfermagem.  Jarro. com a cabeça em plano mais baixo que o resto do corpo.  Limpar e proteger a pele.BANHO DO PACIENTE ACAMADO Conceito É a higiene corporal do paciente acamado.  Procedimento: Posicionar o Paciente com o corpo inclinado. com declive de 30 a 45º.HIGIENIZAÇÃO DO PACIENTE 1.

a cuba com a solução.  Hamper.  Álcool a 70%.  Balde. 59 .  Pente.  Calçar as luvas de procedimentos.  Pano de limpeza.  Trazer o hamper. iniciando pela parte interna.  Limpar a mesa de cabeceira.  Procedimento:  Conversar com o paciente sobre o procedimento.  Saco plástico pequeno  Uma pinça. os panos de limpeza. pijama ou camisola.  Roupa de cama.  Hidratante corporal ou óleo mineral. toalha de rosto e de banho.  Preparar o ambiente:  Fechar a janela  Proteger o leito com biombo  Desocupar a mesa de cabeceira  Lavar as mãos.  Biombo. se necessário.  Reunir o material.  Observar as condições do paciente.  Comadre forrada. o álcool a 70% e o saco de lixo pequeno.  Papel toalha. Par de luvas de procedimento.

 Deixar o paciente confortável.  Colocar a toalha de rosto protegendo o tórax e descer o lençol protetor do paciente até a região pubiana.  Lavar e enxugar os membros superiores. dando especial atenção à base dos seios e axilas. se houverem.  Lavar e enxaguar o rosto do paciente. nunca no chão. a comadre na cadeira. se tiver condições. separadamente e enxugar bem. Passar a bandeja para a mesa de cabeceira.  Colocar a toalha sobre os membros inferiores e lavá-los separadamente. descobrindo um lado de cada vez.  Lavar e pentear os cabelos.  Lavar os pés na bacia.  Dobrar a roupa e colocar no espaldar da cadeira.  Trocar as luvas de procedimentos. iniciando pelo lado oposto. iniciando pela parte distal do braço oposto. iniciando pela parte mais distal. aos pés do leito. encaminhando o material ao expurgo.  Organizar a unidade.  Desprezar as roupas usadas diretamente no hamper.  Retirar a colcha. a camisola do paciente e travesseiros extras. enxugar.  Lavar e enxugar o tronco anterior. lavar.  Lavar as mãos do paciente na bacia.  Trocar a roupa de cama procedendo à limpeza diária. deixando os pés por último. massagear a região dorsal com a solução indicada (óleo glicerinado ou hidratante corporal). iniciando pelo oposto.  Levar o material para a unidade: colocar a bandeja na mesa de cabeceira.  Virar o paciente em decúbito lateral.  Soltar a roupa do leito. as roupas nos pés do leito e o balde sobre a toalha de papel no chão. 60 .

 Lavar as mãos. bem como qualquer alteração observada na pele do paciente.  Registrar no prontuário o procedimento.1.  Retirar as luvas.  As unhas devem ser cortadas e limpas sempre que necessário. Cuidar do material. evitando a proliferação de bactérias.  Em caso de paciente masculino fazer a barba.  Organizar e realizar o corte de cabelos. quando houver necessidade.  Expor o paciente estritamente o necessário. Higienização Oral A promoção e manutenção de boas condições de higiene da boca e dos dentes são fundamentais para saúde e conforto do paciente. atentando para não deixar a sujidade dos fios de cabelos nos enxovais. hidratar e massagear estas regiões a fim de evitar úlceras de decúbitos. 1. A 61 . referente à pacientes de longa permanência na unidade.  Durante o banho observar rigorosamente as condições físicas e mentais do paciente.Observações:  Retirar bem o sabonete da pele a fim de evitar irritação. 2. É hábito a escovação dos dentes pela manhã.  Evitar cansar o paciente. após as refeições e antes de se deitar (no mínimo 4 vezes ao dia). registrando-as  Observar as condições da pele e proeminências ósseas.

 Conservar a boca livre de resíduos alimentares. pois tem risco aumentado para pneumonia.  Copo com água .  Espátula com gazes ou escova de dente do paciente em bom aspecto.  Bandeja. das gengivas.  Creme dental ou solução dentifrícia. língua e lábios.  Solução anti-séptica ou solução bicarbonatada. bochechas. Prevenir a cárie dentária.  Manter a integridade da mucosa oral Proporcionar conforto e bem estar ao paciente. Observar orientações da Rotina de Prevenção de Pneumonia Hospitalar da CCIH. Paciente com dieta por SNG ou SNE e TOT necessitam higiene rigorosa. 62 .higiene oral compreende: limpeza dos dentes. Material  Escova de dentes. Toalha de rosto ou papel toalha. estomatites e outras infecções.  Cuba rim. O paciente que faz uso de prótese dentária (dentadura) também necessita de cuidados de higiene para manter a integridade da mucosa oral e conservar a prótese limpa. Finalidades  Evitar mau hálito.

tontura e calafrios. não só orientando-o numa boa higienização. colocar o dentifrício e entregá-la. escovando todos os dentes.  Recolher a bandeja. lavar e guardar o material.  Colocar cuba-rim sob o queixo do paciente.  Lavar as mãos.  Explicar para o paciente sobre o que vai ser feito. aproximando a cuba-rim para escoar o líquido da boca. 63 .  Oferecer água para bochechar várias vezes.  Sentar o paciente ou colocá-lo em Fowler  Proteger o pescoço e tórax com a toalha.  Levar a bandeja e colocá-la sobre a mesa de cabeceira. Procedimento:  Lavar as mãos.  Secar a escova e guardá-la ou desprezar espátula com gazes. como também identificando anormalidades como dispnéia. 3.  Em pacientes totalmente dependentes realizar a higiene oral por ele. Quando o paciente tem condição de tomar banho de aspersão. lipotímia.  Retirar a cuba-rim e secar os lábios com a toalha. umedecer a escova ou espátula com gazes com água.  Fazer anotações no prontuário.  Orientar e auxiliar o paciente sobre a maneira correta de fazer a escovação. gengivas e língua (usar sonda de guedel se necessário).Banho de Aspersão É o banho de chuveiro. cansaço. o pessoal da enfermagem deve acompanhá-lo e supervisioná-lo.

verificando as condições do banheiro. promoção do relaxamento muscular. DRENAGEM TORAXICA 64 .  Colocar uma cadeira para o paciente sentar.  Trocar o enxoval do leito do paciente. A pessoa que acompanhar o paciente deve observar as reações que ele pode apresentar durante o banho.  Fechar a porta sem trancar.  Proteger o paciente após o banho evitando que se resfrie. XIII.O banho tem várias finalidades como: limpeza da pele. se necessário.  Lavar as mãos. evitando acontecimentos desagradáveis como quedas. ferimentos e mesmo fraturas de membros. fazendo a desinfecção concorrente.  Auxiliar o paciente no que for necessário. enquanto o paciente está no banho. aliviando fadiga e cansaço. favorecimento do bem estar.  Procedimento:  Providenciar o material necessário. estimulação da circulação.  Fazer anotações no prontuário das reações apresentadas durante o banho Observações: As técnicas de limpeza e desinfecção concorrente da unidade do paciente estão descritas nas “ Recomendações Básicas para Limpeza Desinfecção e Esterilização de Artigos. Roupas e Ambientes” da CCIH.

O ar ou líquido (sangue. Sempre que o tórax é aberto. água ou sangue da cavidade. Utilizado quando há:  Hemotórax – presença de sangue na cavidade. Cuidados de Enfermagem:  O dreno poderá ficar fora do selo d´água. pus.  Empiema – presença de secreção purulenta. ou seja. é uma técnica de evacuação de ar. Também conhecido como drenagem em selo d’ água. 65 . Observação: Este procedimento só deve ser realizado no Centro Cirúrgico. a pressão da cavidade torácica é inferior á pressão atmosférica. O dreno torácico implantado no sistema pleural é capaz de remover qualquer coisa do espaço pleural.  Pneumotórax – presença de ar na cavidade. restringindo a expansão pulmonar e reduzindo a troca gasosa. fazendo com que o ar se desloque para dentro dos pulmões durante a inspiração. suco gástrico) formam coleção no espaço interpleural.O mecanismo normal da respiração opera sob o principio da pressão negativa. Para realização desta drenagem é necessária a implantação de um dreno no tórax do paciente que estará ligado ao sistema de drenagem. para que não entre ar nos pulmões. existe uma perda da pressão negativa o que resulta em colabamento do pulmão.  Evitar compressão do tubo e extensão para não impedir a drenagem. líquido seroso.

 Durante a troca do vidro trocar o vidro ou desprezar o conteúdo de drenagem pinçar o dreno.  Para transportar o paciente manter o vidro de drenagem abaixo do nível do pulmão.  Colocar rótulo no frasco informando data da troca selo d’agua assinatura de quem realizou o procedimento.  Observar a flutuação do nível de líquido.Infantil: 250 ml 66 . pois aumenta a pressão intrapleural favorecendo a drenagem e fazendo o pulmão expandir.  Incentivar o paciente a inspirar profundamente e a tossir.9% ou água destilada conforme o paciente (adulto ou criança). pressão no tórax.  Realizar curativo no local de inserção do dreno uma vez ao dia.  Se trocar ótimo  Se desprezar. conforme orientações do Manual de Curativo da CCIH.  Colocar SF 0.Adulto: 500 ml . sinais vitais.  Observar o aspecto da drenagem (volume. sintomas de hemorragia. Ordenhar o dreno a cada 24h.9% ou água destilada. cor e odor) e presença de sinais flogísticos e edema subcutâneo ao redor do dreno. enfisema subcutâneo. mudança na ausculta pulmonar. respiração rápida e superficial. enxaguar o frasco com SF 0.  Observar as condições do paciente: cianose.  Observar o selo d´água que deve ser: .

XIV. se necessário. CUIDADOS COM OSTOMIAS CONCEITO Colostomias: São realizadas para promover o restabelecimento ou a cicatrização da parte do intestino afetada pela doença. Em alça: realizado em íleo ascendente. Em dupla boca que pode ser: Próximas: Quando realizados em uma única colostomia ( as duas bocas) Afastadas : Quando duas bocas são realizadas em alça terminal em nível de flanco esquerdo. transverso ou descendente. inexistindo a possibilidade de reconstrução do trânsito intestinal. 1. Definitiva ou permanentes: são realizados após a retirada da parte doente do intestino por amputação completa do órgão.  01 bolsa para colostomia (se necessário troca).Limpeza Material  250 ml Soro fisiológico a 0. 67 . lavar com água e sabão. Tipos : Terminal : possui somente um estoma realizado em caráter definitivo.  Após avaliação. ou o seu tratamento.  01 Gaze estéril.9%. ou impossibilidade de restaurar a evacuação trans-retal.

Lavá-la com soro fisiológico a cada vez que se desprezar o conteúdo no vaso sanitário.  Retirar o adesivo.  Recortar o orifício marcado. em posição cefalocaudal. 1.  Puxar suavemente a bolsa para baixo. Marcar na bolsa o círculo com um guia de corte. de acordo com o diâmetro da fístula.  Observar para que o orifício não fique apertado demais garrotando a ostomia. do dreno ou da ostomia.  Secar a área ao redor com gaze estéril. a partir da parte inferior da bolsa plástica até que esteja segura.  Adaptar a bolsa plástica à parte inferior do aro na placa. para confirmar se ela se encontra devidamente encaixada. soltando apenas o clamp que a fecha na parte inferior.  Aplicar a placa com o aro sobre a região. em movimentos circulares.  Retirar o protetor que recobre a face superior da placa.Cuidados diários com Colostomia: Esvaziar a bolsa (no mínimo uma vez por plantão e sempre que necessário). 68 . Procedimento:  Limpar a região da colostomia com soro fisiológico a 0. solicitando ao paciente que enrijeça a região.  Exercer uma leve pressão à roda.9%.2. ou grande demais facilitando o contato da secreção direta com a pele lesando-a.

69 . volume. clampeando-a e puxando-a.9%.  Retirar a bolsa de colostomia e desprezá-la. observar na prescrição médica qual deles será irrigado..  Proceder à limpeza ao redor da colostomia com gaze e soro fisiológico a 0. etc. cor. Observação: Em caso de dois estomas. Fixar nova bolsa de colostomia com placa protetora. 2. odor. XV. infusão de alimentos.  Deixar a solução correr vagarosamente.  Deixar fluir o material fecal de 15 a 20 minutos.Lavagem intestinal pela colostomia  Procedimento:  Lubrificar a sonda. SONDAGEM NASOGÁSTRICA E a introdução de uma sonda via nasal ou oral no estômago do paciente com a finalidade de drenagem de líquidos.  Após o efeito desejado proceder à limpeza ao redor da colostomia e secar a área com gaze.  Introduzir cerca de 15 a 20cm da sonda no estoma a ser irrigado. Registrar no prontuário: característica do débito de colostomia.  Retirá-la. medicamentos e hidratação de pacientes impossibilitados de deglutir..  Fechar a sonda quando terminar a solução evitando a entrada de ar.O clamp poderá ser reutilizado nas trocas do mesmo paciente.

 Procedimento:  Explicar o procedimento para o paciente.  20 cm de esparadrapo. OBS: Verificar rotina da CCIH para Prevenção de Pneumonia Hospitalar.  01 pacote de gaze.  Medir a sonda da boca ao lobo inferior da orelha e deste até o estômago.  Lavar as mãos e calçar as luvas de procedimentos.  Preparar o material.Material  01 bandeja.  01 unidade de bolsa coletora descartável ( em caso de drenagem). com a cabeça ligeiramente inclinada para frente. 70 .  01 estetoscópio.  01 seringa de 10 ml ou 20ml.  Lubrificar a sonda com xilocaína gel.  100 ml de água filtrada.  01 equipo para dieta.  Xilocaína gel.  Proteger o paciente com a toalha.  01 unidade de sonda nasogástrica.  01 toalha.  Colocar o paciente em posição de fowler ou sentado.  01 par de luvas de procedimento.

pedindo para que o paciente degluta a sonda. para facilitar a introdução da sonda. respirando pela boca. preferir sempre as SNE por menor risco de bronco aspiração. XVI. aspecto da drenagem. testar com copo com água observando borbulhas na água e auscultar infusão de ar com seringa de 20 ml colocando o esteto na região gástrica.  Conectar bolsa coletora (em caso de NSG aberta).  Fixar a sonda em “T”. reações do paciente durante o procedimento.  Organizar o material.  Oferecer água ao paciente se necessário. permitindo a infusão de dietas e medicamentos aos pacientes impossibilitados de deglutir.SONDAGEM NASOENTERAL É a introdução de uma sonda via nasal ou oral que passa pelo estomago e fica introduzida até o duodeno.  Instalar dieta se for o caso. 71 . Introduzir pela boca ou narina.  Retirar luvas de procedimentos. e fixar a sonda sobre o material.  Lavar as mãos.  Anotar no prontuário tipo e número da sonda.  Manter cabeceira elevada enquanto o paciente estiver sondado.  Verificar se a sonda está no estômago: aspirar com seringa o conteúdo gástrico. ou seja. Em paciente com terapia nutricional por sonda. proteger a base até a ponta do nariz com micropore ou outro material adesivo mais suave. para evitar muito atrito e lesões nesta área .

OBS: Verificar rotina da CCIH para Prevenção de Pneumonia Hospitalar.  Medir a sonda da boca ao lobo inferior da orelha e deste até a região hipogástrica. com a cabeça ligeiramente inclinada para frente.  01 unidade de sonda nasoenterica com fio guia.  100 ml de água filtrada.  01 estetoscópio.  01 toalha.  Retirar o fio guia da sonda.  20 cm de esparadrapo.  Preparar o material.  01 equipo para dieta.  01 seringa de 20 ml. Material  01 bandeja.  Procedimento:  Explicar o procedimento para o paciente. lubrifica-lo com xilocaina gel e introduzi-lo novamente.  01 pacote de gaze.  Colocar o paciente em posição de fowler ou sentado. 72 .  Lavar as mãos e calçar as luvas de procedimentos.  Xilocaína gel.  Proteger o paciente com a toalha.  01 par de luvas de procedimento.

 Retirar o fio guia.  Verificar se a sonda está corretamente posicionada. pedindo que degluta a sonda e respire pela boca. Lubrificar a sonda com xilocaína gel.  Manter a cabeceira sempre elevada do paciente a fim de evitar bronco aspiração. para evitar muito atrito e lesões nesta área. aspecto da drenagem.  Anotar no prontuário tipo e número da sonda. se o paciente estiver consciente solicitar a sua colaboração. e fixar a sonda sobre o material.  Lavar as mãos. injetando ar com a seringa e auscultando com o auxilio de um estetoscópio a região hipogástrica. ou seja.  Introduzir a sonda pela narina com fio guia.  Fazer Rx confirmatório. 73 .  Retirar luvas de procedimentos. ATENDIMENTO A PARADA CARDIORESPIRATORIA (PCR): Conceito de PCR: É a interrupção súbita e brusca da circulação sistêmica e da respiração. XVII. reações do paciente durante o procedimento.  Organizar o material. proteger a base até a ponta do nariz com micropore ou outro material adesivo mais suave.  Aguardar 03 horas para infundir a dieta.  Fixar a sonda em “T”.

assim como o reconhecimento da gravidade da situação é de fundamental importância. 3.A constatação imediata da PCR.Medidas iniciais:  Verificar nível de consciência do paciente e confirmar se o paciente está em PCR    Solicitar ajuda. realizando: 74 . Verificar a respiração ( olhe/ ouça/sinta) Promover abertura das vias aéreas. pois permite iniciar prontamente as manobras de reanimação.Sinais clínicos de PCR  Inconsciência  Ausência de movimentos respiratórios  Ausência de pulsos em grandes artérias ou ausência de sinais de circulação.Sinais e sintomas que precedem PCR  Dor torácica  Sudorese  Tontura  Escurecimento visual  Perda de consciência  Alterações neurológicas 2. antes mesmo da chegada de outras pessoas ou equipamentos adequados. Qualquer profissional que constata uma PCR tem por obrigação iniciar as manobras de atendimento e solicitar ajuda 1.

 Em caso de óbito.Técnica para reanimação cardiovascular Equipe 1 médico. mantém via aérea aberta. ventilação e transferência do paciente.  Checa pulso e avalia ritmo.  Auxilia o médico na intubação. 1 enfermeiro. e auxilia transferência. .  Solicita médico.  Posiciona junto à cabeça do paciente (retirando prótese se houver.  Solicita serviço de apoio.  Orienta os técnicos de enfermagem na monitorização do paciente e obtenção do acesso venoso. 2 técnicos de enfermagem. Enfermeira:  Avalia responsividade.T. o Tração anterior da mandíbula. MOV (Monitor. Oxigênio e veia). 4. providencia ventilação com ambu com O2. promover com rotina descrita. carro de emergência e desfibrilador.o Alinhamento da cabeça com tronco. avalia via aérea. se necessário.  A enfermeira deverá acompanhar a transferência  Registra dados do atendimento no prontuário. 75 do paciente e solicitar acompanhamento médico do plantonista.  Providencia vaga na U. o Extensão do pescoço.   Solicitar carro emergência.I. aspirar vias aéreas superiores).

Paciente grave.  Caso evolua para óbito. checa a intubação.     Se não houver acesso venoso. Aspira e administra medicações solicitadas pelo médico. reanimado deve ser transferido acompanhado pelo maqueiro.  Solicita verbalmente as medicações a serem administradas.     Organiza aparelhagem usada. Repõem carinho de emergência. Aspira vias aéreas. Técnico de enfermagem:  Abaixa a cabeceira posicionando o paciente. Em caso de óbito. providencia.Médico:  Reavalia rapidamente paciente. anotando no prontuário a ocorrência. enfermeiro e médico. se necessário. fazer a transferência e prescrever as medicações utilizadas.  Monitoriza com as pás e realiza o choque se indicado.  Ocorrendo melhora ou estabilidade do quadro.  Intuba o paciente. 5. preencher a declaração de óbito e ou fazer relatório de encaminhamento para SVO.  Inicia as compressões torácicas. Requisita medicações e materiais usados. proceder com rotina de óbito.COMPOSIÇAO DO CARRINHO DE EMERGÊNCIA PRODUTO 76 QTDE .  Reavalia periodicamente o paciente.

0 Luva estéril n 8.0 Laringo com laminas Vidro de aspirador Equipo para bomba Equipo macrogotas Frasco de gel Tábua Bird Conexão do Bird 02 02 01 02 10 02 02 03 02 02 02 02 02 02 02 02 01 02 03 02 01 01 01 02 PRODUTO Polifix SNG n 18 77 QTDE 02 01 .5 Ambú adulto Eletrodos Fio guia Óculos Látex Umidificador Abocath n 18 Abocath n 20 Abocath n 22 Abocath n 24 Cânulas de guedel Lâmina de bisturi n 11 Fio mononylon 3.5 Luva estéril n 8.Luva estéril n 7.

De sódio Dormonid (midazolan) Fenergan Diazepan Flebocortid 500 mg Sulfato de mag.Medicações Adrenalina Atropina Bic. Gluconato de cálcio Amiodarona Xilocaína sem vaso 2 % Glicose 50% 20 ml Lasix Dopamina Noradrenalina Fentanil 30 ml Xilocaína gel dobutamina 20 20 10 03 03 02 02 02 02 05 02 05 10 05 02 01 01 02 PRODUTO Soro Ringer 500 ml Soro glicosado 5 % 500 ml SF 0.9 % 500 ml Seringa 20 ml Seringa 10 ml Seringa 5ml Seringa 1 ml Agulha 40x12 Agulha 25x7 78 02 01 02 05 03 03 03 10 05 QTDE .

5 Tubo orotraqueal n 7.  O carro de urgência deverá ser prioridade.  Conferir data de validade dos materiais estéreis (realizar troca quando necessário)  Conferir validade dos internos descartáveis (incluindo validade da esterilização)  Após atendimento de paciente em PCR: realizar desinfecção dos equipamentos utilizados com água e sabão e ficção de álcool a 70%.0 Tubo orotraqueal n 6. portanto ele não poderá falhar no momento da urgência por não ter sido checado com antecedência. 79 .5 Luva estéril n 7.  A limpeza geral do carro de urgência deverá ser feita no primeiro dia útil de cada mês.ORIENTAÇÕES GERAIS  O carrinho de emergência deverá ser revisado e completado pelos funcionários da enfermagem da unidade.5 Tubo orotraqueal n 8. no início de cada plantão e imediatamente após o uso.5 Sonda uretral n 8 Sonda uretral n 10 Sonda uretral n 12 Sonda uretral n 14 SNG n 18 Luva estéril n 6.0 Tubo orotraqueal n 7.Agulha 25x8 Tubo orotraqueal n 6.0 05 01 01 01 02 02 01 02 02 04 02 02 01 01 6.0 Tubo orotraqueal n 8.

infusão rápida de drogas ou controle de pressão venosa central.  01 seringa de 20ml.  10 ml de xilocaína a 2% sem vasoconstritor.PREPARO DE MATERIAL PARA INTRACATH Para cateterização venosa central utiliza-se um dispositivo venoso profundo que é introduzido pela veia jugular interna ou subclávia. OBS: Verificar orientações de Rotina Prevenção de Infecção de Corrente de Sanguínea Material  01 bandeja de pequena cirurgia.XVIII.  01 par de luvas estéril.5. desembocando na veia cava superior para infusão de medicamentos e nutrição parenteral.  01 agulha 30x7 ou 13x4. Essa via de acesso é viabilizada nos momentos em que o paciente não apresenta mais acesso venoso periférico.  01 fio de sutura mononylon 3.  01 lamina de 11 ou 15.0 com agulha 2cm cortante.  01 polifix (se não houver torneirinha de 3 vias). nos casos de pacientes que necessitem de um grande volume de soluções injetáveis. 80 .  01 intracath(Kit) para Subclávia nº16x12 adulto.

14. avental e luvas.Abaixar a cabeceira do leito se necessário.  50 ml PVPI 10%.  01 pacote de gaze.Fazer curativo local.Levantar a cabeceira do leito. 7.Tirar as luvas.9% 250 ml.Aguardar a punção. 3. 4. 12. 2. 16.Orientar o paciente quanto ao procedimento. 5. álcool 70% ou clorexidina  50 cm de micropore ou esparadrapo. 15.9% no equipo e polifix e retirar o ar do sistema. 8.Oferecer solução anti-séptica. conforme manual de curativos da CCIH. 6.Oferecer ao médico máscara. 11. conectar a solução fisiológica 0. gorro.Posicionar o paciente no leito em decúbito dorsal-horizontal.Organizar o material. 13.  01 campo estéril  Procedimento 1. máscara.Organizar o material.  01 frasco de solução fisiológica 0.Lavar as mãos. 10. calçar luvas de procedimento.Abrir o soro. lavar as mãos. 9. 01 equipo para infusão.  01 capote estéril.Entregar o equipo ao medico para conexão com cateter. 81 .Aguardar o termino do procedimento (fixação do cateter).Pedir ao paciente que vire a cabeça para o lado para realização da punção.

Anotar gastos/ repor o material se necessário. 82 . sem nenhuma inclinação para cima ou para baixo.  Colocar o paciente em decúbito dorsal. MONTAGEM DE PRESSÃO VENOSA CENTRAL (PVC) Material  01 equipo com fita graduada para PVC.  01 suporte de soro.  Procedimento:  Organizar o material  Colocar o material à beira do leito do paciente.  01 régua de medida de PVC. reto com cabeceira e pés do leito na mesma direção. Observação:  Preferir salas de procedimentos. 18.Fazer anotações de enfermagem.17.  40 cm de fita adesiva. Observação Já instalado cateter venoso central.  Promover ambiente limpo e protegido com biombo se necessário. XIX.  01 frasco de soro de 500 ml.

 Fixar a fita graduada no suporte de soro com o zero da medida da linha entre o paciente e o suporte.  Direcionar a outra extremidade ao suporte de soluções posicionado ao lado. com a bolha de ar centralizada. ou na linha axilar media. pois ele já estará preenchido com o soro fisiológico. indicando precisão na medida. de acordo como determinado pela medida da régua . para ser conectada ao cateter central.  Circular com uma caneta vermelha.  Instalar a via única do equipo (a mais comprida) no cateter central do paciente. fique posicionada para cima. apêndice xifóide.  Marcar no suporte de soro com a fita adesiva o ponto zero para medida de PVC. mantendo-a em linha reta de modo que a ampola com água da régua de PVC se mantenha alinhada.  Fixar o equipo no suporte de modo que a via dupla. 1. 83 .  Retirar todo o ar do equipo de PVC com o soro fisiológico. Posicionar uma das extremidades da régua de PVC na linha do tórax anterior.Passos para realizar a medida:  Pinçar a solução do equipo de PVC.  Fechar as vias de infusão de outras soluções.  Abrir o acesso de passagem de solução do equipo de PVC para o paciente. para destaque. (uma via ficará para instalação do soro fisiológico e a outra para a medida).a tampa da via dupla para medida e aguardar a descida da solução no equipo. sendo removido todo o ar. e a via única ( mais comprida). o ponto zero da fita. para baixo.

 Trocar equipo sempre que apresentar sangue em sua parede interna.  Marcar o ponto de oscilação o qual determina a medida do PVC.  Pinçar o equipo. seringa de 20 ml estéril. 84 .  Preencher novamente o equipo de PVC com o soro.  Borracha látex.  Cateter de aspiração estéril com furos (sonda de aspiração ou sonda uretral). Verificar outras orientações da rotina de prevenção de infecção de corrente sanguínea da CCIH. APIRAÇAO ORONASOTRAQUEAL: 1.  Vidro aspirador. 1.  Gorro e avental. Material:  Luva estéril. XX.  Soro fisiológico 0.  Tampar a ponta do equipo usada para a realização da medida.  Fechar a via do equipo de PVC para o paciente e abrir a das outras soluções.  Óculos.  Anotar na ficha de controle do paciente. A técnica: Utilizar técnica asséptica na aspiração endotraqueal:  Lavar as mãos com água e sabão antes e após o procedimento.  Trocar o equipo a cada 24 horas.  Valores normais: 7 a 12 cm de água OBS. Datar e assinar o dia da troca.  Colocar máscara.  Máscara.1. Observar em qual ponto da fita graduada há oscilação da solução.9%.

o procedimento deve ser rápido oxigenando o paciente a cada aspiração com O2 a 100% com auxílio de Ambu. O cateter deverá ser desprezado. irrigar ponta do cateter com soro fisiológico mantendo o aspirador ligado fazendo assim a limpeza do látex e também do cateter. no expurgo.  Após o procedimento. Calçar luvas.  Durante a aspiração instilar soro fisiológico em pequena quantidade para facilitar o desprendimento de secreções espessas.  Deixar o látex devidamente protegido. gorro.  Pegar o cateter com a mão direita enluvada. mantendo a mão direita sem contaminação.e .vem).  Lavar as mãos.  Retirar a máscara.  Aspirar na seguinte seqüência: traqueostomia ou cânula orotraqueal.  Conectar o látex tendo cuidado para não contaminar a luva e o cateter.  Após o procedimento retirar as luvas. 85 .  Durante a aspiração realizar movimentos circulares com cateter (nunca em movimentos de vai .  Não introduzir o cateter sem antes dobrar o látex para evitar lesão de mucosa pela sucção.  Segurar o látex e ligar o aspirador com mão esquerda. dentro de um saco coletor estéril. óculos e capote. pois é de uso único. nariz e boca.  Se o paciente estiver sob ventilação mecânica.  Desprezar a secreção do frasco coletor no final de cada aspiração no vaso sanitário.

 Trocar o látex e o vidro de aspiração a cada 24 horas. manter a que você tem maior destreza.S. ou S. Trocar cadarço de fixação da cânula de traqueostomia diariamente. de acordo com a prescrição da enfermagem. 86 . Referindo a esquerda que deverá ficar de luva. XXI. 1. lavar as mãos e usar luvas estéreis.  A cada aspiração. CUIDADOS COM PACIENTES TRAQUEOSTOMIZADOS:  O paciente com traqueostomia apresenta um risco de aquisição de Infecção Hospitalar entre 5 a 35% (em média).  Aspiração traqueal de 2/2h e S.  A traqueostomia deve ser realizada com técnica asséptica.  Manter a região da traqueostomia sempre limpa. O paciente com traqueostomia apresenta um risco de aquisição de Infecção Hospitalar entre 5 a 35% (em média). Observação:  Quando se refere em manter a mão direita sem contaminação é.  Usar um cateter para cada aspiração. para sua proteção.S. Enxaguar o frasco..O. trocando as gazes todas as vezes que acumular secreção.O.2 Rotina de aspiração:  Aspiração oral – sempre que necessário.

 Se necessário trocar o cadarço.  Registrar o procedimento no prontuário. instilar soro para auxiliar a retirada de resíduos e crostas de sua parede.  Retirar a cânula da solução. deverá ser substituída por outra esterilizada. usando técnica asséptica. Verificar que não tenham permanecido partículas estranhas. pois a manobra pode desencadear forte acesso de tosse. remover qualquer resíduo de secreção da mesma .  Aspirar a cânula externa enquanto a cânula interna esta em solução.  Preparar o material  Desconectar o circuito de umidificação.1 Material :  Cuba pequena estéril  Soro fisiológico  Gase  Luva estéril A. Cânula interna (macho):  Lavar as mãos. Orientações para a limpeza da cânula: 1. mantendo a cânula fixa. 87 .  Remover suavemente a cânula. como linhas de fibra de gazes. Se necessário. 1. secando com gaze.  Reinserir a endocânula fixando-a no ponto indicado. tendo-se o cuidado de seguir a curva da mesma.  Secar com compressa estéril  Fazer a limpeza em volta da cânula com soro fisiológico.  Imergir a cânula em solução filológica. caso o paciente esteja recebendo oxigênio.  Calçar as luvas.  Aspirar o paciente pela técnica preconizada. Quando a cânula externa de traqueostomia necessitar ser trocada.  Realizar aspiração sempre que necessário para evitar obstrução e diminuição da luz na cânula.

A supervisão é compreendida como um instrumento que contribui para a identificação de problemas. bem como instrumentalizar suas próprias ações. de ensino (acompanhamento do processo de ensino-aprendizagem. ATRIBUIÇÕES DOS ENFERMEIROS SUPERVISORES  O ENFERMEIRO SUPERVISOR A supervisão de enfermagem é uma das atividades desenvolvidas no cotidiano hospitalar. e participação para intervenção na realidade). retificação. 88 .  Cumprir e fazer cumprir regulamentos da instituição.  Receber o plantão na chefia de enfermagem observando as principais ocorrências e pendências para serem concluídas. compreender as necessidades dos outros.  Distribuir os funcionários de acordo com a necessidade do serviço. priorizando-os.B. participar e estimular a equipe a participar de cursos trabalhos e pesquisas realizadas na própria clínica ou em outras instituições.  Prever e solicitar materiais necessários para o funcionamento do serviço. Utiliza técnicas psicológicas. para realização de diagnósticos e intervenção na realidade. rotinas. seguindo técnica asséptica. circulares e outras instituições.  Determinar a escala diária dos leitos. portarias. para avaliação dos mesmos. XXII. propondo soluções. aconselhamento e motivação. orientação e treinamento) e de controle (conferencia. é imprescindível que o supervisor possua capacidade de ouvir. Cânula externa:  A troca deve ser realizada pelo medico. Observação: Seguir demais orientações quanto a prevenção de pneumonia Hospitalar. estimulação. em geral pelo profissional enfermeiro que responde pela organização técnico-administrativo do trabalho. em presença de secreção ressecada com risco de obstrução da mesma.  Planejar. Para que haja efetivo desenvolvimento das pessoas. sendo orientações.

além de captar as necessidades de sua equipe de trabalho. 89 .  Emitir parecer técnico na compra ou locação de materiais ou equipamentos. exames e preparo do paciente para cirurgias e exames.  Puncionar Port-a-Cath.  Definir tipos de isolamentos. solicitar manutenção quando detectado algum problema. rotinas e procedimentos do seu setor e deixar disponível a toda equipe no local de trabalho.  Estabelecer sistemas e fazer orientação contínua quanto à prevenção de riscos ocupacionais. na ficha de equipe multidisciplinar.  Evoluir pacientes graves.  Prestar assistência a Parada Cardiorrespiratória junto com a equipe médica. acompanhar transferência do paciente até a UTI.  Instalar PVC.  Realizar visitas aos pacientes.  Passar Sonda Vesical de Demora.  Passar Sonda Vesical de Alivio.  Desobstruir sondas vesicais de demora com irrigação.  Prescrever cuidados de enfermagem.  Zelar pela conservação de equipamentos hospitalares. sendo revisado periodicamente.  Avaliar os pacientes graves e solicitar a avaliação do plantonista geral quando necessário.  Elaborar manual de normas.  Puncionar jugular se necessário.  Verificar prontuários. Liderar. supervisionar e executar.  Passar sonda Nasoenterica.  Encaminhar pacientes graves a UTI.  Fazer escala de serviço dos técnicos de enfermagem.  Avaliar as infusões de medicações em pacientes mais graves e monitorar sua infusão nos casos de quimioterapias e drogas vasoativas.  Encaminhar materiais hospitalares danificados para manutenção.  Passar sonda Nasogástrica.  Realizar Curativos de grande porte de CDL ou Intracth.  Observar o funcionamento dos equipamentos e materiais existentes na unidade.

 Realizar treinamento periódico dos funcionários sob sua supervisão. entregar a declaração de óbito.  Entregar o corpo a funerária. como parecer psicológicos. 90 . e orientar quanto ao registro do mesmo. parecer da nutrição.  Supervisionar.  Avaliar o desempenho da equipe. quando possível. mamadeiras ou outros alimentos.  Esclarecer duvida de pacientes sobre cuidados após cirurgias e altas. repondo corretamente.  Elaborar projetos científicos. esclarecer as duvida dos técnicos de enfermagem. Implementar programas de educação continua e aperfeiçoamento para os técnicos de enfermagem.  Orientar a mãe quanto à importância de amamentar o recémnascido para não oferecer chupetas.  Checar o carrinho de emergência e solicitar novos materiais.  Orientar a mãe sobre o perigo da amamentação cruzada.  Providenciar transporte e solicitar o técnico de enfermagem para acompanhar nos exames extras hospitalares. IML ou SVO.  Acompanhar e assistir o plantonista nos casos de óbitos.  Realizar eletrocardiograma.  Orientar acompanhante quanto às normas do hospital.  Comunicar parecer médico a outras especialidades.  Avaliar a necessidade de acompanhamento para pacientes e autorizar sua permanência no hospital. detectar problemas e oferecer soluções para o bom andamento do serviço.  Receber o familiar no horário de visita orientar e se necessário permitir a entrada de mais de duas pessoas ou o deslocamento do paciente para contato com filhos e netos menores.  Avaliar as necessidades do paciente não observada pelo médico e interceder por ele junto à equipe. parecer de serviço social.  Encaminhar o paciente para exames fora quando não são realizados na Instituição.  Avaliar resultados de exames e comunicar o plantonista ou ao médico assistente.  Lançar alta por óbito no sistema de imediato no horário correto e encaminhar para setor de internação o memorando comunicando o óbito para ser lançado no sistema na Prefeitura e Convênios.

XXIII. Na enfermagem. ATRIBUIÇÕES IDEAIS DO ENFERMEIRO A enfermagem é uma profissão comprometida com a saúde do ser humano e da coletividade. proteção. o elemento supervisor desenvolve junto aos funcionários atividades diversificado como:  Discussão dos valores e objetivos de serviços de enfermagem. implantação e avaliação de normas.  Estabelecimento.  Promoção de integração do pessoal de enfermagem e manutenção de estratégias para sua motivação. utilização e avaliação de métodos de trabalho.  Orientação com avaliação dos funcionários durante a execução das atividades.  Identificação das necessidades de assistência de enfermagem. Atuar junto aos residentes orientandos e auxiliando nos procedimentos e protocolos. transferência interna e externa de pacientes. procedimentos. execução e avaliação de programas de desenvolvimento de pessoal. materiais.  Manutenção de um sistema de informações eficientes. recuperação da saúde e reabilitação das pessoas. Atua na promoção.  Previsão e provimento de recursos humanos. ATRIBUIÇÕES DOS TÉCNICOS DE ENFERMAGEM 91 . solicitação de vaga extra-hospitalar e transporte.  Caracterização da clientela atendida. físicos e orçamentários necessários ao desenvolvimento das atividades de enfermagem.  Identificação das necessidades de orientação e treinamento dos funcionários.  Avaliação da qualidade da assistência de enfermagem prestada. XXIV. como exames não rotineiros.  Planejamento e desenvolvimento das ações de enfermagem segundo os critérios e as prioridades definidas.  Atender e anotar as solicitações da Gerência.  Prevenção de situações problemáticas. respeitando os preceitos éticos e legais.  Planejamento.  Elaboração. rotinas e manual dos serviços de enfermagem.

 Instalar oxigênio para o paciente conforme prescrição médica.  Verificar prescrição médica e buscar os medicamentos na farmácia quantas vezes for necessário. realizar banho no leito nos mais graves e acamados.  Proporcionar e zelar pelo conforto e organização do posto e das enfermarias deixando ambiente limpo e tranqüilo.  Receber o paciente no momento da admissão.. álcool.  Comunicar com o laboratório exames de rotina e de urgências. máscaras.  Receber o material permanente do posto e zelar pelas suas perfeitas condições de uso. Receber o plantão dos colegas nas enfermarias para estar ciente do estado de cada paciente..  Fazer previsão e requisitar material de consumo dos postos como luvas.  Realizar trocas de leitos encaminhando os pacientes ao banho. orientar quanto as normas do hospital.  Retirar sonda vesical de demora. nasoenteral e drenos conforme prescrição medica.  Chamar plantonista da Instituição em caso de parada Cardio Respiratória e intercorrências.  Aferir e anotar SSVV no prontuário e em caso de alteração comunicar a supervisora. com SSVV e intercorrências.  Comunicar ao banco de sangue as hemotransfusão. ECO. horários de visitas. comunicar a chefia caso necessite de manutenção ou substituição.  Observar e puncionar acesso venoso para administrar soro e medicamentos.  Trocar o selo d´agua do dreno tórax. levando-o até seu leito e apresentando-o para os demais da enfermarias. nasogástrica.  Realizar enteróclise e pequenos curativos.  Entrar em contato com a supervisão em caso de dúvida em relação a medicações.  Marcar exames como EDA. etc.. etc. USG.  Promover organização do posto. ECG.  Atender a equipe médica quando solicitada. 92 .  Solicitar coleta de gasometria. TC.  Realizar o relatório de enfermagem completo e coerente com o estado geral do paciente.  Preparar e administrar as medicações. exames e pacientes graves. anotando aspecto e volume. EEG. e materiais estéreis.  Medir débito da sonda Vesical de Demora e dreno de tórax.

 Orientar o paciente na alta hospitalar e comunicar a família.  Manter-se informado do quadro clínico.  Acompanhar o paciente até a portaria com a chegada da família e pegar a assinatura dos responsável no papel da alta. RECURSOS HUMANOS POSTO 1A Equipe composta de: 93 . nos casos graves chamar a chefia.  Entregar uma via do papel da alta para a internação lançar no sistema da MV e da Prefeitura e ou Convênios.  Registrar a alta do paciente no prontuário e no livro do posto de enfermagem. procurando transmitir segurança durante o tratamento.  Chamar maqueiro e auxiliar o mesmo em todas as remoções de pacientes.  Perceber complicações em pacientes graves e comunicar a chefia.  Orientar.  Ser ético. medicação. respeitar o paciente e suas limitações.  Ouvir o paciente nas solicitações. 1.  Comunicar a chefia em casos de exames e pareceres avisados ou não.  Preparar material e auxiliar nos procedimentos médicos e de enfermagem. XXV. não denegrir sua imagem. exames e procedimentos dos pacientes sob seus cuidados. ROTINA OPERACIONAL POSTO 1A – ENFERMARIAS DE CONVÊNIOS E PARTICULAR O Posto I-A ou Enfermarias de Convênios e Particular está localizado no 1º andar desta Instituição e atende a todas as especialidades clínicas e cirúrgicas em sistema de convênios e particular. esta unidade possui 13 enfermarias de 02 leitos e 01 enfermaria de 03 leitos.  Arquivar a via assinada pela internação no prontuário do paciente. Fazer admissão no prontuário. preparar e encaminhar o paciente no horário correto para exames. no livro de admissão e na lista de pacientes do posto. procedimentos e cirurgias.

urocultura. ESPECIFICAÇÕES NECESSÁRIAS SOBRE O SETOR: Rotina para exames: Devem ser agendados pelo funcionário do setor Tipos:  Exames laboratoriais: Devem ser colocados na caixa de exames do posto de enfermagem. CARACTERÍSTICAS. aguardar rotina. escarros. proteinúria 24h. fezes.  04 supervisoras de Enfermagem. 08 técnicos de Enfermagem no período noturno. 94  E INFORMAÇÕES . Cateterismo Arterial : Atentar para guias autorizadas(se convênio) e avisar funcionário da hemodinâmica. caso não sejam. Eletroencefalograma e Tomografia Computadorizada: Avisar nos respectivos setores assim que solicitados e já agendar data e horário. 2. Avisar imediatamente o laboratório quando os exames forem de urgência. swab e etc. 04 em cada plantão fazendo 12x36hs. ESTRUTURA FÍSICA DO POSTO 1A 01 Posto de Enfermagem  Uma copa  01 Banheiro para os funcionários 3. 07 técnicos de Enfermagem no período diurno.  Exames de imagem: Ultra-sonografia e Ecocardiograma: Avisar no setor USG quando solicitado o exame e aguardar marcação no período vespertino pela secretária do setor. Seguir técnica de coleta descrita pelo laboratório para coleta de exames efetuados pela enfermagem: EAS. Endoscopia: Avisar na sala de endoscopia no período vespertino e aguardar resposta da secretária do setor. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. sendo 03 no plantão diurno e 04 no outro plantão fazendo 12x36hs.

5 leitos / obstetrícia ENF 2A 04 – 2015 A 2017 . preparo se necessário e nome do funcionário que agendou. O setor dispõe-se de 25 leitos dos quais admitem pacientes cirurgiados da ginecologia. sendo 13 de 02 leitos e 01 de 03 leitos.C.3 leitos / ginecologia 95 . horário. CARACTERÍSTICA DA CLÍNICA O posto da obstetrícia e Berçário da Santa Casa de Goiânia localiza-se no 2º andar. A enfermaria de Convênios e Particulares possui 14 enfermarias. se E.Para todos: Anotar no prontuário data. Os leitos dispõem-se da seguinte maneira: ENF 2A 01 – 2000 A 2004 – 5 leitos / obstetrícia ENF 2A 02 – 2005 A 2009 – 5 leitos / obstetrícia ENF 2A 03 – 2010 A 2014 . conhecida com Ala Madre Paulina e admite pacientes do SUS. se o paciente precisar de ambulância o hospital disponibiliza de acordo com a rotina do setor de serviços (via Intranet ) e um técnico de enfermagem tem que acompanhá-lo).3 leitos / obstetrícia ENF 2A 05 – 2018 A 2020 .G enfermeiros). ROTINA OPERACIONAL POSTO 2A – OBSTETRÍCIA E BERÇARIO 1. se RX técnico em radiologia. RX e Eletrocardiograma: seguem rotina própria dos setores de origem e são recolhidos e encaminhados pelos maqueiros. XXVI. salvo emergências (em pacientes acamados e graves esses exames são feitos no leito. *OBS: Em casos de exames não realizados na instituição o enfermeiro deverá tomar todas as providências relacionadas ao mesmo: agendamento e transporte (para sair da instituição o médico responsável pelo paciente tem que preencher termo de autorização liberando-o sair do hospital e descrever qual tipo de transporte o paciente pode utilizar. obstetrícia e otorrinolaringologia.

mantendo-os secos e protegidos. 04 técnicos de Enfermagem no período noturno.  Estar atento com drenos. E trocar os absorventes quantas vezes forem necessário. 01 em cada plantão fazendo 12x36hs.  Estimular a deambulação precoce. 4.  Orientar a realização da higiene corporal e íntima. incisão cirúrgica e involução uterina. usando água morna e sabão. várias vezes ao dia. pois a mãe geralmente está exausta após o parto. pois pode haver retenção urinária. nas primeiras horas após o parto. 3.  Observar sangramentos.  02 técnicos de Enfermagem no período noturno. episiorrafia. 96 .4 leitos / ginecologia 2. tipos de dieta. 02 em cada plantão fazendo 12x36hs. após micção e evacuação.  Orientar higiene das mamas e mamilos antes e após as mamadas. jejum e outros. 01 em cada plantão fazendo 12x36hs.  Observar aspecto da ferida operatória. 02 em cada plantão fazendo 12x36hs.  Proporcionar sono e repouso adequado. após 06 horas para parto normal e após 24 horas para parto cesariana. RECURSOS HUMANOS DO BERÇÁRIO  02 técnicos de Enfermagem no período diurno.ENF 2A 06 – 2021 A 2024 .  Observar a micção.  04 supervisoras de Enfermagem. CUIDADOS NO PÓS-OPERATÓRIO (Especifico para pacientes da Ginecologia Obstetrícia)  Orientar o paciente a permanecer em decúbito dorsal. RECURSOS HUMANOS DA OBSTETRÍCIA POSTO 2A Equipe composta de:  04 técnicos de Enfermagem no período diurno. sondas. em caso de cesariana. das unhas. sem interrupção. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs.

 Manter Alcool gel glicerinado para anti-sepsia das mãos após lavagem. 6. para evitar riscos de hipotermia e bronco aspiração. quantidade e freqüência.  Manter o RN aquecido e em decúbito lateral.  Checar o preenchimento correto dos papéis.  Aferir e anotar temperatura. durante a manipulação do RN.  Observar eliminação urinaria e anotar seu aspecto. 7.  Observar aspecto das fezes.  Anotar corretamente os procedimentos executados e as alterações observadas.  Lavar as mãos antes e depois de tocar no RN. ALOJAMENTO CONJUNTO Alojamento conjunto é o sistema hospitalar em que o recémnascido sadio permanece com a mãe 24 horas por dia.  Usar sabonete de glicerina para dar banho no RN e retirar o vermix cavernoso das dobras da pele delicadamente. sabonete individual.  Registrar no relatório todas as intercorrências. Orientar a puérpera para que quando as mamas estiverem ingurgitadas fazer aplicações de compressas quentes.  Observar atentamente o nível de oxigenação do RN. até a alta 97 . OBS. Seguir orientações da Rotina de Prevenção do Sítio Cirúrgico da CCIH. se em barra. RN NO BERÇÁRIO  Devem-se usar luvas de procedimentos nos primeiros 12h e se sangue ou secreção e aventa ( devem ser trocados entre o cuidado de um RN e outro).  Aspirar secreções das vias aéreas superiores se necessário.  Usar Máscara desvartáveis. e comunicar a supervisora. OBS. lembrando que sua coloração normal é verde-escura e pastosa. Verificar demais orientações na Rotina para controle de Infecção em Recém Nascidos: Berçário e Alojamento Conjunto.

e orientar a mãe. com dietas.  Preparar alta da mãe e do RN. incentivando o cuidar do filho. fornecendo todas as orientações necessárias. 8. também situações que necessitem ajuda de outros profissionais da saúde. berço aquecido.  Curativo do Cordão Umbilical com álcool a 70% descoberto. Observar rotina para parto na Rotina da CCIH e Rotina para Controle de Infecção em Recém Nascidos. dependendo de suas condições.  Proporcionar condições para que a mãe possa reconhecer seu filho.  Esclarecer cuidados específicos. mostrando-se disponível para auxiliá-la na amamentação ou situações que lhe pareçam difícil.hospitalar. reconhecendo assim. de modo que haja integração de suas experiências anteriores e expectativas. ou em uma incubadora. RN EM INCUBADORA O RN poderá ser colocado em berço comum. Colocam-se em 98 .  Registrar nos prontuários da mãe e do RN as condições evidenciadas e condutas tomadas de modo a fornecer informações necessárias para ações de outros profissionais da equipe. fornecendo a mãe informações precisas sobre as condições de seu filho no momento de sua admissão na unidade.  Avaliar as condições físicas e emocionais do RN. medidas de higiene com o coto umbilical e avaliação de temperatura. como troca de roupa. Este sistema possibilita à prestação de todos os cuidados assistenciais a mãe e ao filho. OBS. deambulações.  Trazer o RN para junto da mãe. medicações.  Dar oportunidade ao pai participar nos encontros com a mãe nas enfermarias.  Acompanhar a evolução diária do RN.  Realizar os primeiros cuidados com o RN. associando sempre estas orientações com hábitos da mãe.  Supervisionar os cuidados prestados pela mãe.  Esclarecer sobre as rotinas gerais da unidade de modo a situá-la melhor no ambiente. incentivando a mãe a participar deste acompanhamento com o objetivo de que ela se sinta capaz de conhecer e avaliar seu filho. higiene.

 O RN deverá estar despido.  Lavar as mãos e antebraço com água e sabão e álcool a 70% glicerinado toda vez que manusear o RN. sendo fundamental o uso de fraldas para proteção do períneo e das gônadas.  Observar atentamente prescrição médica. CUIDADOS COM RN EM FOTOTERAPIA Fototerapia é o tratamento a base de luz visando à retirada da bilirrubina impregnada na pele do RN.  A incubadora deverá ser mantida ligada. para evitar infecção cruzada. para o mesmo não resfriar. para evitar queimadura. A fototerapia é usada nos casos de icterícia neonatal.  Estar atento a punção venosa pra prevenir flebites. devido à ação do calor.  Orientar a mãe a lavar as mãos antes de tocar o RN.  Cuidado ao administrar oxigênio ao RN. mesmo em desuso para receber urgências. o que necessitará atenção constante da equipe de enfermagem para observar suas condições. 9.  Abrir as janelas da incubadora somente quando for manusear o RN. observando posição correta do Hood.  Veja Cuidados com incubadora na Rotina de Prevenção de Infecção em RN da CCIH. 99 . prematuro ou com qualquer outra alteração.  A temperatura ideal da incubadora é de 36 a 37° graus. Cuidados de enfermagem  Controlar o tempo de permanência da lâmpada fluorescente ligado com anotação da data e números de horas/dia.  Lembrar que o RN não será ouvido quando estiver dentro da incubadora.  Manter a higiene rigorosa da incubadora. pouco peso. hipotérmico.incubadora os recém-nascidos com problemas respiratórios.  O RN poderá estar em berço ou em incubadora.  Manter as lâmpadas a 50 cm do RN.

 A fototerapia pode ser intermediaria ou contínua de acordo com a prescrição medica.  Proporcionar mudança de decúbito para que a desempregnação seja uniforme. substancia rica em potássio e líquidos. possibilitaram uma nova alternativa terapêutica a estes pacientes. 2. melhorando a qualidade no atendimento com o transplantado renal. 100 . desinfecção semanal e quando tiver alta com álcool a 70%. antes da introdução da diálise. porém restritiva ao paciente. Manfro. evitando assim lesões graves por ação da luz. pois pode ocorrer desidratação devida a sudorese pela ação do calor. ROTINA OPERACIONAL POSTO 2B – UNIDADE DE TRANSPLANTE RENAL – UTR. Proteção ocular para impedir o ressecamento da córnea. com diminuição na filtração glomerular.  Retirar o RN da fototerapia 15 minutos antes do banho para que seu corpo não sinta diferença de temperatura.84). OBJETIVO GERAL Esta rotina visa proporcionar conhecimento técnico.e a aplicação das diferentes formas de diálise (peritoneal (CAPD.  Limpeza freqüente do berço.  Controlar rigorosamente a temperatura corporal. aos hospitais e médicos. pois pode ocorrer um hiper aquecimento pela ação do calor da lâmpada. XXVII.  Controlar o estado de hidratação do RN. NEFROLOGIA E ORTOPEDIA 1. Thomé. Na ausência de material próprio manter os óculos com papel escuro e gazes.científico para equipe de enfermagem. Gonçalves. permitindo uma sobrevida maior. essa doença era fatal. A IRC é um estado clínico que requer controle dietético rigoroso. CONCEITO Insuficiência Renal Crônica (IRC) se caracteriza pela a perda progressiva e irreversível da função renal.  Retirada do RN da fototerapia para a amamentação. mesmo que a prescrição médica seja continua. levando a uremia (Barros. 1994 pg. delimitando seu espaço à sua região. com restrições de proteínas. DPA) e hemodiálise).

TRANSPLANTE RENAL .O transplante renal é um método terapêutico para o paciente com IRC. oligúria. 3. Foi estabelecida como terapêutica adequada para a insuficiência renal crônica no início da década de 60. penetrando no rim através do hilo renal. A fisiopatologia da IRC o rim quase sempre está atrofiado havendo perda da função filtrativa dos glomérulos causando proteinúria. onde há sua irrigação. o transplante renal é o mais efetivo para reabilitação socioeconômica do paciente urêmico (Pereira et al. 5.BREVE HISTÓRICO Dos vários programas substitutivos da função renal no tratamento da insuficiência renal crônica (IRC). ANATOMIA Os rins são órgãos pares situados em cada lado da coluna vertebral. visando à substituição do órgão doente. 2006). A urina é drenada para os cálices menores e destes os cálices maiores. ESTRUTURA FÍSICA DA UNIDADE 101 . 2003). que é a associação de azatioprina e prednisona ( Manual Pratico de Diagnóstico e Tratamento – Atualização Terapêutica. com a introdução do esquema clássico de imunossupressão. 4. passando pela pelve renal e ureter até a bexiga. Artéria renal é um ramo da aorta abdominal. são reto peritoneais. para um receptor com a doença renal. envolvendo o rim de um doador vivo ou cadáver humano. anúria. hematúria. recuperando a função renal e permitindo a reintegração social total do paciente.

 Complicações de transplante realizados na SCMG. (UTR)  Cada enfermaria é composta por 01 banheiro. 7. CUIDADOS PRÉ. fazendo 12x36hs Noturno:  04 funcionários no plantão impar. 6. 9. fazendo 12x36hs  04 supervisoras de Enfermagem. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. RECURSOS HUMANOS DO POSTO 2B Diurno:  04 funcionários no plantão impar. fazendo 12x36hs  04 funcionários no plantão par. ar comprimido e vácuo. TIPOS DE PACIENTE  Transplantados  Renal Crônico  Renal Agudo  Ortopédicos Cirúrgicos  Buco-maxilo 8. pacientes com fratura.  01 isolamento com 02 leitos que constituem a Unidade Fechada do Transplante Renal. 08 enfermarias com 03 leitos cada sendo o total de 25 leitos. CARACTERÍSTICA DA INTERNAÇÃO  Pacientes para transplante renal. fazendo 12x36hs  04 funcionários no plantão par.  01 banheiro para funcionários.OPERATÓRIOS 102 .  Falta de imunossupressores. cada leito com entrada canalizada de O2.  Pacientes com insuficiência renal aguda e crônica.  01 expurgo.

hemodiálise. 9.Receber o paciente na unidade do transplante. bijuterias.Encaminhar paciente para hemodiálise um dia antes da cirurgia e solicitar que traga seu capilar para o hospital no final da sessão e o paciente que realizar diálise peritonial. eliminações. providenciar local adequado para realizar as trocas. 17.É o preparo bio-psico-sócio-espiritual e emocional do paciente e familiares para enfrentar o trauma anestésico/cirúrgico. 11. 10. 16.Comunicar a supervisora qualquer intercorrência e relatar no prontuário. oferecendo a roupa do hospital. retirada de prótese dentária. 5. 4-Preparo pré-operatório como: jejum. sinais vitais ( P. 12. checar a administração dos mesmos e caso ocorra qualquer intercorrências ou falta de medicações ( principalmente imunossupressores e antibióticos). juntamente com todos os exames.Encaminhá-lo ao banho. CME. através de orientações sobre o que vem a ser o transplante renal e a melhora da qualidade de vida. R) no prontuário.Preparar psicologicamente o paciente e sua família.Pesar o paciente. 18. 14. preparo da pele (higiene corporal). 1. a avaliação física e continuidade do tratamento. 6. 7. T. 103 . PA.Checar acesso dialítico (se FAV presença de frêmito e CDL se limpo). centro cirúrgico.Manter dieta zero de 8 a 12 horas antes da cirurgia. minimizando ansiedade. 8.Preparar e aguardar para encaminhar paciente para hemodiálise.Averiguar e anotar diurese ( se presente). 13.Realizar relatório de encaminhamento ao centro cirúrgico.Assim que paciente internar em seu leito. 2. realizar a medicação já prescrita pelo médico nefrologista. laboratório). reunir pertences e entregar a família. 3.Internar paciente se for doador vivo 1 dias antes do transplante para exames complementares e se for doador cadáver aguardar o mesmo chegar. 15. ao qual o paciente será submetido.Aguardar chamada do centro cirúrgico. solicitar laboratório para coletar exames e fazer reserva no banco de sangue. comunicar ao médico nefrologista e à enfermeira responsável do horário.Quando necessário.Avaliar presença de infecção.Comunicar os setores da instituição envolvidos no processo do transplante ( banco de sangue. para encaminhar o paciente. retirada de esmalte.

conforme prescrição médica. a equipe de enfermagem deve ter conhecimento prévio da história do paciente. 2. manutenção e estímulo da deambulação precoce. enfocando a ocorrência de complicações no intra-operatório.Conferir e providenciar material necessário para receber o paciente no POI ( preparar cama de operado. alterações na recuperação pós-operatória. limpeza geral do ambiente. controle da dor. 104 . Pós Operatório Imediato.Instalar oxigênio quando necessário.Avaliar estado de hidratação do paciente: condições clínicas. 3. soroterapia para reposição volêmica e bandeja para sinais vitais). R) e verificação dos mesmos de hora em hora. CUIDADOS PÓS. reposição de líquidos. P.Preparar o ambiente da Unidade Fechada do transplante renal (UTR).: A monitorização das complicações pós-transplante renal é prioritária e depende de uma grande parcela dos cuidados e observações da enfermagem. T. Por isso.Trocar lençóis e roupas do paciente provindo do centro cirúrgico. 10.Ter conhecimento de como foi o procedimento cirúrgico.Conferir limpeza terminal da unidade e providenciar desinfecção do mobiliário da UTR. temos que ter uma equipe bem treinada e comprometida com o serviço e com o paciente transplantado renal. 6.Avaliar paciente ao recebê-lo na UTR quanto aos sinais vitais (PA. Os cuidados pré-operatórios são similares aos realizados com os pacientes cirúrgicos de médio porte. reposição volêmica. com ênfase na monitorização do balanço hidro eletrolítico.POI 1. visa detectar e intervir precocemente nas possíveis complicações pós-operatórias do Transplante Renal. 5. medicações utilizadas no ato cirúrgico. O período das primeiras 24h do pós-operatório do transplante renal está associado à instabilidade hemodinâmica e a necessidade de reposição parenteral de grande quantidade de líquidos. cuidados na prevenção de infecções. aspiração de vias aéreas superiores. 20.19. OBS. 4. montar kit para oxigenoterapia. Portanto.OPERATÓRIOS A avaliação da enfermagem neste período. testar os equipamentos necessários para o recebimento do paciente.

22. 18.Durante o período na UTR (até 5º PO). 9.Observar manutenção e funcionamento da sonda vesical de demora (principalmente obstrução). 3-Medir diurese de 1/1 hora. conforme prescrição médica. 25. 8.7.Observar acesso venoso. 4-Realizar curativo se houver dreno manter oclusivo.Avaliar função renal: controle de diurese de hora em hora. 24. e o doador (a) quando na sua alta. 23.Agendar exames.Realizar banho no leito.Administrar medicação conforme prescrição médica. terá acesso à mesma. trocando sempre que necessário.Cuidados com acessos vasculares (FAV). utilizando técnica asséptica. 105 .Troca do curativo sempre que necessário pela enfermeira responsável.Estimular deambulação o mais precoce possível (conforme orientação médica). sondas. conforme prescrição médica. data e horário. drenos. 10.Medir diurese de 1/1 hora e realizar reposição hídrica.Avaliar Ferida Operatória (FO) com relação a presença de hemorragias e hematomas ( solicitar enfermeira ou equipe médica quanto a qualquer anormalidade). lavando com água e sabão. 20. realizando reposição hídrica conforme prescrição médica.Manter curativo oclusivo no 1º PO somente em local do dreno. 13.Aferir SSVV de 1/1 hora. 21.Manter paciente em decúbito dorsal. 15.Registrar em prontuário todas intercorrências. o mesmo deverá utilizar máscara de proteção. 11. se funcionante. úlceras de decúbito (dentro da UTR). incisão cirúrgica aberta (só manter oclusivo quando houver sangramento).POM 1-Encaminhar paciente ao banho de aspersão após liberação médica.Manejo do controle da dor. 16. só a equipe multidisciplinar. evitando prevenção de complicações vasculares. 14. Em caso de incisão cirúrgica manter aberta no 1º PO.Quando o paciente necessitar de realização de exames ou hemodiálise (fora da UTR). 17. 19.Realizar balanço hídrico rigoroso. pulmonares. Pós Operatório Mediato. 12. evitando infecções. 2-Aferir sinais vitais de 2/2 horas.

Justificativa do cuidado .  Justificativa do cuidado – a função renal no período pós-operatório imediato está relacionada com a formação de urina (24-48hs) e normalização da creatinina e uréia sérica. 8-Encaminhar paciente para hemodiálise. com enfoque nas alterações de suas características (volume. edema. 2 – Infecção: Cuidados de Enfermagem – monitorar a evolução da temperatura. se necessário. quando necessária com prescrição médica. técnica cirúrgica). tosse dificuldade respiratória e diarréia. enquanto ocorre a regeneração das células tubulares. 11. OBS. cor. diarréia. hematúria. avaliar a evolução da cicatrização. ardência ao urinar. avaliar condições das inserções de cateteres e drenos. realizar higiene oral adequada e avaliação da cavidade oral (monilíase oral). densidade. 6-Administrar medicação de urgência. Devido à terapêutica 106 . vômitos.ao aparecimento de sinais de infecção: observar condições clínicas do receptor e doador. OBS. 7-Estimular a deambulação. odor. alterações da defesa imunológica (utilização de imunossupressores. 9-Educar o paciente sobre os cuidados domiciliares. presença de doenças sistêmicas. realizar controle de diurese. Ver outras Orientações na Rotina de Controle de Infecção de Sítio Cirúrgico da CCIH. A demora no funcionamento do enxerto é definida como a necessidade de diálise durante os primeiros sete dias após o transplante. entre outros). presença de sedimentos. viroses. etc. resfriados. calor na ferida operatória.5-Administrar medicação imunossupressora de horário conforme prescrição médica. COMPLICAÇÕES E CUIDADOS DE ENFERMAGEM 1 – Disfunção Precoce do Enxerto:  Cuidados de Enfermagem – Realizar balanço hídrico rigoroso e avaliar o resultado. observar presença de rubor.: Os funcionários que trabalham na unidade de Transplante Renal deverão se afastar se apresentarem qualquer reação infecciosa como gripe. investigar queixas de mal-estar.

hematúria. 3 – Obstrução do trato-urinário: Cuidados de enfermagem – realizar controle de diurese com enfoque nas alterações de suas características (volume. Este paciente fará uso de várias medicações. o volume urinário diminui. por este motivo esta não pode ser o único parâmetro de avaliação. e o paciente poderá referir desconforto abdominal. 107 . depois. a bexiga pode tornarse hiperestendida e ocorrer um rompimento da anastomose ureterovesical. trações ou obstruções por coágulos. avaliar presença de edema ou abaulamentos próximos à incisão cirúrgica. presença de sedimentos. extravasamentos de urina. a febre poderá ser mascarada. presença de sedimentos. entre outros). CUIDADOS DE ENFERMAGEM COM AS DROGAS MAIS UTILIZADAS O transplantado renal terá que fazer uso dos medicamentos par toda à vida. densidade. e outros). avaliar a presença de dor na FO. hematoma ou linfa. as mais importantes são: Azatioprina. evitando. cor. hematúria. portanto a rejeição (o organismo reagirá contra o rim tentando destruí-lo). A negligência em tomar estas drogas pode causar rejeição ao rim ou torná-lo doente. odor.  Justificativa do cuidado – a obstrução pode ocorrer devido presença de coágulos e torção das vias urinárias. avaliar presença de evolução de edema. ao longo do tempo. odor. cor. a dose irá diminuindo. manter sonda vesical pérvia observar a ocorrência de dobras na extensão. densidade. o rim será rejeitado pelo organismo e o paciente retornará à diálise. medicamentosa. Se não fizer uso. E estas drogas deverão ser ministradas conforme prescrição médica e em horários determinados rigorosamente. principalmente de membros inferiores e peri-incisão cirúrgica. realizar lavagem da sonda conforme orientação médica. monitorar presença de secreção purulenta ou sinais de infecção em incisão . Se a obstrução ocorrer. Se a obstrução persistir. 12. 4 – Linfocele:  Cuidados de enfermagem – realizar controle de diurese com enfoque nas alterações de suas características (volume. Nas primeiras semanas em doses mais altas. Prednisona e Ciclosporina. retenção urinária. compressão externa por edema. rejeição aguda ou ureter.

Avaliar indícios de infecção. podendo levar a hipertensão e desencadear diabetes. é necessário uma avaliação minuciosa: 1. 3. Efeitos Colaterais: Aumento do apetite. conforme prescrição médica. com associação de três tipos de medicamentos.Azatioprina – Geralmente ingerida a noite.se ao aumento de gorduras no sangue ( colesterol e triglicérides). e da quantidade de gordura no rosto e nas costas. Efeitos Colaterais: Pode causar problemas no fígado (icterícia) e diminuição dos leucócitos. Efeitos Colaterais: Poderá associar. administrado pela manhã. REINTERNAÇÃO POR INTERCORRÊNCIA Se o paciente necessitar reinternar por alguma complicação ou infecção. 4. acne. 6-Rapamune ou Rapamicina – Pode associar. aumento do colesterol e às vezes desencadeando diabetes.se a hipertensão. com uma anamnese rigorosa 2. As drogas mais utilizadas são: 1-Prednisona ou meticorten – É um corticóide. 2. 3-Ciclosporina ou Sadimun – É ingerida 02 vezes ao dia a cada 12 horas.Estas drogas têm doses variadas de acordo com o peso e suas condições clínicas. 4-Cellcecpt ou Micofenolato de Mofetil – Poderá provocar diarréia ou vômitos e também ocasionar a queda de leucócitos e anemia. 5-Prograf ou Tacrolins – Geralmente a administração é pela manhã. 108 . Iniciar antibioticoterapia criteriosamente e horário. aumento das gengivas. encaminhar o paciente para o isolamento. geralmente em cápsula Efeitos Colaterais: Pode associar-se a hipertensão dependendo da dose. 13. Caso suspeita ou comprovação da infecção. crescimento de pêlos. Realizar admissão do paciente.

caso não seja. Rotina para Biópsia Renal Percutânea Preparar o material necessário: 1. ECO. Quando exame de alto custo encaminhar relatório médico com justificativa para o Serviço Social e aguardar resposta data. Agulha 40/ 12. Procedimentos: 109 . 13. 6. 7. encaminhar para o serviço social para ser autorizado junto à diretoria. 11. 3. Bandeja de pequena cirurgia.. 01 pacote de compressa. Anotar data. Polvidine tópico. 2. aguarde sua passagem nos postos. material necessário e nome do funcionário que agendou o exame. Agulha 25/ 7. 02 agulhas semi-automáticas para biópsia renal. 10. 2pacotes de gazes. 2. 4. 3. Lâmina de bisturi nº 11 ou 15. Recipiente com formol. fezes. 6. Devem ser colocados na caixa de exames do setor. 5. preparo prescrito pelo médico.) devem ser agendados pela supervisão e quando não realizados na Instituição. Seringa 20 ml. ROTINA PARA ENCAMINHAMENTO DE EXAMES E BIÓPSIA RENAL Rotina para exames Quando exames Laboratoriais: 1. 9. 8. horário. 5. Exames de imagem (USG. Avisar imediatamente o laboratório quando o exame for de urgência. TC. Xilocaína injetável sem vasoconstricção. .) 4.14. 12. Seguir técnica de coleta descrita pelo laboratório para exames colhidos pela enfermagem (EAS. Esparadrapo. escarro. local e horário da realização do exame. Peso (saco de areia)..

. 1. ROTINA OPERACIONAL POSTO 2C – UNIDADE DE HEMATOLOGIA/ONCOLOGIA A Santa Casa de Misericórdia de Goiânia oferece assistência humanizada a clientes que necessitam de tratamento oncológico e hematológico. para clientes da oncologia e hematologia.Deixar preenchido o formulário da sala. aferir P.Orientar o paciente quanto ao repouso absoluto por 4 horas e manutenção do peso sobre o local da punção.Após o término arrumar o quarto. Os clientes ao serem admitidos na unidade deverão ser verificados os sinais vitais e observados a solicitação de exames. . .Aferir SSVV de 15 em 15 minutos na 1ª hora. . . CUIDADOS GERAIS PARA PACIENTES DA UNIDADE DE ONCOLOGIA E HEMATOLOGIA 1. após verificar de 30 em 30 minutos até completar 4 horas.Anotar e comunicar intercorrências. . sendo que a enfermagem deverá solicitar o serviço do laboratório para realização do mesmo.la.Auxiliar médico assistente durante o procedimento..Preparar o paciente.Transportar o paciente para o leito em maca. Na instituição são destinados dezenove leitos. Dispõem de equipe qualificada sendo uma enfermeira especialista em oncologia e técnicos em enfermagem capacitados para manipulação e administração de fármacos. XXVIII. como hemocultura e hemograma.1. .Promover a desinfecção do leito para biópsia e arrumá-lo.Observar aspecto da diurese.Recolher material utilizado. . TOXICIDADE GASTRINTESTINAL Os efeitos colaterais mais comumente encontrados na maioria dos pacientes sob quimioterapia são as náuseas e os vômitos. sendo seis enfermarias com três leitos e um isolamento. . . quantidade e anota. Alguns fatores 110 . A comunicar se alteração.Encaminhar material ao laboratório de anatomia patológica. .

Aplicar lubrificante labial (ex. ulceração. taquicardia. em decorrência da alteração do paladar. tontura.1.1.2.1SINAIS CLÍNICOS DA MUCOSITE Hiperemia. ANOREXIA É a perda do apetite ocorrendo principalmente em pacientes em usos de quimioterapia. 1. 1. a dose . 1. dor. SINAIS CLÍNICOS  Palidez cutânea. edema. sensação de fraqueza. Estomatite refere-se especificamente a mucosa oral.9%).2. salivação excessiva.1. Bochechos com solução salina (SF 0.1.3.  Estimular a ingestão de pequenas porções de alimentos a intervalos menores. hemorragia e infecção secundária.3. manteiga de cacau). MUCOSITE (ESTOMATITE) É o termo genérico usado para designar a inflamação da mucosa. sudorese. perspiração. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM  Administrar o antieméticos antes das refeições.2. dor na região da garganta e epigástrio. 1. a velocidade de aplicação e a combinação dos fármacos. condimentos. Orientar a escovação dos dentes com escova macia. a via de administração . sialorréia.2. 1.  Encorajar o paciente a evitar gorduras. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM     Inspecionar cavidade oral. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM 111 . 1. alimentos muitos salgados ou com odores fortes.influem na ocorrência de náuseas e vômitos.2. 1.

 Avaliar turgor cutâneo e umidade das mucosas. OBSTIPAÇÃO A obstipação consiste na dificuldade e diminuição da evacuação.5. Orientar o paciente sobre a importância de a ingestão alimentar mesmo durante o quadro de inapetência. 1. principalmente dos quimioterápicos do grupo dos alcalóides da vinca. acompanhada ou não de cólicas abdominais. DIARRÉIA Definida como liberação anormal e freqüente de matéria fecal. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM  Questionar ao paciente sobre sua função intestinal.4. vômitos e desequilíbrio eletrolítico.  Instruir o paciente da importância da ingestão de fibras.4. Acontece em decorrência da neuro toxicidade. nutrição parenteral. A não correção do estado obstipativo pode levar a náuseas. mais ou menos liquida. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM  Avaliar o padrão intestinal habitual do paciente  Pesar em intervalos regulares  Orientar quanto à importância da manutenção da ingestão hídrica adequada.  Informar ao médico sobre a evolução da obstipação. como o uso de suplementos nutritivos que ofereçam complementação dietética de grande valor.  Hidratação adequada.  Casos mais graves devem ser avaliados quanto à necessidade de medidas alternativas. 1. 112 .5.1.1.  Estimular a ingestão de alimentos ricos em proteínas e calorias. 1. 1. alimentação por sonda.  Avaliar ruídos hidroaéreos. pelo intestino.  Promover o contado com o serviço de nutrição sempre que necessário.

 Neuropatia periférica: Parestesias em mãos e pés.  Alertar sobe o perigo da obstipação. prurido.  Instituir medidas preventivas contra a obstipação. 1.6.7. 1. cólica abdominal e impotência. vômitos. perda do paladar. sensações de queimação. tontura e raramente. TIPOS DE ALTERAÇÃO Alterações mentais confusão.  Aracnóide e irritação meninge: náuseas. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM  Orientar o paciente e familiar para ficarem atentos quanto aos sinais e sintomas da neuro toxicidade para pacientes internados.  Ataxia cerebral: dismetria. sudorese. 113 . edema periorbitário. vômitos.6.1. 1. nistagmo e vertigem. 1. neurorretinite óptica.  Neuropatia craniana: toxicidade. urticária e hipotensão. SINAIS E SINTOMAS Exantema cutâneo maculopapular. NEUROTOXICIDADE Alguns fármacos quimioterápicos apresentam uma maior incidência no que se refere aos sintomas provocados no SNC. Orientar na pratica de exercícios físicos diários e da deambulação.7.6.  Informa sobre a transitoriedade da obstipação. rigidez da nuca. bronco-espasmo. dormência nas extremidades dos membros superiores e inferiores. obstipação.2.1. paralisias e encefalopatia. ataxia. fala pastosa. 1. formigamento e dormência mialgias. tosse dispnéia. cefaléia. REAÇÕES ALÉRGICAS E ANAFILAXIA É um tipo de reação orgânica imunológica e passageira que se caracteriza por contração da musculatura lisa e vaso dilatação periférica devido à liberação de substancias farmacologicamente ativas iniciadas pela ligação do antígeno ao anticorpo. fraqueza muscular. febre. depressão e sonolência.

eritema.7. principalmente em casos de hipotensão. dor. Já a toxicidade sistêmica inclui os seguintes sinais e sintomas: alopecia. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM  Manter em mãos agentes farmacológicos e equipamentos de emergências. 114 .  Ajudar o paciente a controlar a ansiedade.3. urticária. 2. desconforto respiratório e edema. principalmente quando o paciente apresentar cianose. CUIDADOS DE ENFERMAGEM IMEDIATOS DURANTE A REAÇÃO ALÉRGICA  Comunicar o médico imediatamente. DEFINIÇÕES 2.  Monitorar sinais vitais e cada 5 minutos. 1.  Obter sinais vitais pré-quimioterapia. TOXICIDADE DERMATOLÓGICA DAS DROGAS Toxicidade local ocorre quando a droga atinge os tecidos vizinhos ao local primário da inoculação da mesma e apresenta sinais e sintomas variados: flebites.  Realizar a técnica de reanimação cardiopulmonar.1. Extravasamento – é o escape ou infiltração de drogas do vaso sanguíneo para os tecidos vizinhos.  Administrar oxigênio 02 l/m por cateter nasal ou máscara aos dispnéicos. descoloração venosa e necrose tecidual pos-extravasamento.  Manter acesso venoso permeável.  Manter a via venosa com SG 0. foto sensibilidade. 2. hiperpigmentação e outras.1.  Proceder a atendimento de emergência conforme critérios médicos. urticária.7.1.1.  Alerta especial quando da administração do medicamento ao primeiro indicio de reação.  Aumentar o fluxo de soro.9% ou SG 5%.  Interromper imediatamente a infusão.2.

1. podendo necrosar o tecido e comprometer tendões e articulações. As reações imediatas de extravasamento são: queimação. rubor e edema) e não há dificuldade de retorno venoso. CARACTERÍSTICA DA LESÃO TECIDUAL O tempo de duração de lesão tecidual depois do extravasamento de medicamento é variável. Com drogas vesicantes a lesão geralmente aparece gradualmente. dor. Inicialmente o agente tóxico causa dor durante o extravasamento e após 7 a 10 dias aprecem eritemas. 2.2.2. PREVENÇÃO DO EXTRAVASAMENTO 115 . FATORES DE RISCO QUE CONTRIBUEM PARA O EXTRAVASAMENTO DE QUIMIOTERÁPICOS  Pacientes com enfermidades vasculares periféricas. Os sintomas são: prurido em ausência de dor e dificuldade do retorno venoso.1.  Pacientes que tenham recebido radioterapia na área da punção.2. seguidos por uma ulceração progressiva.2. calor. Drogas vesicantes – são aquelas que causam irritação severa com formação de vesículas e destruição tecidual quando infiltrados fora do vaso sanguíneo.  Pacientes com infusão contínua durante longo período de tempo.2. A ulceração pode aumentar por 02 ou 03 meses.2. síndrome de Reynaud. 2. diabetes. 2.  Localização inadequada da punção.  Pacientes idosos devido à maior fragilidade capilar. Pode estar presente sinal de inflamação (dor.1. Pode haver dor e queimação sem necrose tecidual ou formação de vesículas. 2.3.  Escolha de equipo ou scalps inadequados.  Administração dos quimioterápicos por pessoa sem o devido treinamento.  Pacientes que estão incapacitados de se comunicar sobre as sensações de dor que ocorrem durante o extravasamento. calor. Drogas irritantes – são aquelas que causam reação cutânea menos intensa quando extravasadas. desconforto e eritema.

 Escolher a via que ofereça à melhor proteção as articulações tendões e nervos. com lesão ou metástases. assegurando a imobilização da agulha dentro do vaso e o reconhecimento imediato de reações locais de infiltração do fármaco. menos tortuosa.  Evitar punção de membros inferiores. submetidos a cirurgia. de preferência com scalp. correspondentes a mastoidectomia. 2 . vesicantes antes dos não-vesicantes. 4. queimação e aguilhadas são os sintomas de extravasamento. apesar de ter as veias mais calibrosas e acessíveis. com distúrbios motores ou sensoriais e excessivamente puncionados. nervos. Pois no local existem estruturas importantes (artérias. ruptura e espasmo. Solicitar ao paciente a manutenção da mão ou do membro imóvel durante a aplicação do fármaco. mesmo que apresentem bom retorno venoso.  Fixar o scalp com adesivo transparente. portanto.  Evitar o uso de veias puncionadas há mais de 24 horas. 3 . 1. Evitar jelco porque pode retardar a percepção de pequenos extravasamentos. tendões) que quando lesados.  Em geral recomenda-se a aplicação dos quimioterápicos. ocasionando prejuízo funcional do membro (contratura.Testar o retorno venoso. moveis e distantes de articulações. edemaciados. imobilidade) freqüentemente irreparável.Administrar inicialmente apenas o soro fisiológico. submetidos à irradiação.  A fossa ante cubital deve ser evitada ao máximo. por ser difícil mobilização e fixação. Neste sentido.Observar queixa do edema e hiperemia que indiquem aos sinais de extravasamento.  Puncionar com cuidado a veia escolhida.Observar as queixas do paciente. 116 . são mais adequadas às veias do antebraço. de difícil correção. Não administrar fármaco vesicante em infusão continua prolongado através de veia periférica puncionada com scalp ou jelco. por serem mais calibrosas. que cause o menor prejuízo anatômico e funcional e que ofereça melhores condições cirúrgicas caso ocorra extravasamento. dor. acarretam comprometimento articular.  Certifica-se do posicionamento correto do scalp ou Jelco antes de administrar o quimioterápico por meio das seguintes manobras. pois a veia esta mais estável e menos irritada no inicio do tratamento e. e agulha comum. menos susceptível a lesões.

sinais e sintomas apresentados.000/mm até menor ou igual a 2.  O retorno venoso deve ser checado pelo menos a cada 2 ml de fármaco administrado.2. especialmente dos vesicantes. tipo de agulha e calibre. conforme recomendado. mas sempre. 3. lavar a veia com pelo menos 20 ml de soro ou água destilada antes de retirar o scalp. quantidade extravasada. Paciente com contagem maior ou igual a 4.  Remover o scalp e elevar o membro acima do nível do coração. A neutropenia é caracterizada por valores de 117 .  Notificar o médico do paciente e registrar a ocorrência em prontuário ou outro impresso específico.  Conectar uma seringa ao scalp para aspirar a medicação residual existente. NEUTROPENIA Pacientes que recebem quimioterapia devem ser cuidadosamente monitorados para determinar a ocorrência e a duração da mielossupressão. a infusão dos quimioterápicos.  Manter a área puncionada sob observação constante durante o período de infusão do antineoplásico. concomitante a infusão do soro de manutenção. 2. especialmente ao tratar-se de fármaco vesicante.000/mm podem receber a dose total prevista. O uso do antídoto deve ser prescrito pelo medico assistente e autorizado por protocolo definido pela Instituição.  Após aplicação do fármaco. local. sendo importante registrar data e hora. fármaco administrado e seqüência. deve ser feita em push (em bolus) (administram-se dois ml e esperam-se 15 segundos e assim sucessivamente).  Evitar exercer pressão sobre o local do acidente. tratamento realizado e assinatura do enfermeiro responsável. como dor. MEDIDAS DE ENFERMAGEM IMEDIATAS EM EXTRAVASAMENTOS  Parar imediatamente a infusão e manter a agulha no local.3. prurido ou agulhada. queimação. A técnica mais adequada consiste na menos irritante ao endotélio venoso.  Aplicar o antídoto ou compressas frias e/ou quentes.  Instruir o paciente para relatar imediatamente qualquer anormalidade. formigamento. Sempre que possível.

Conforme idade da criança é colocada em berços ou camas. XXIX.500/mm. a dose deve ser revista pelo medico antes de ser liberada. Das quatros enfermarias. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. podendo sofrer ajustes ou mesmo suspensão. uma para tratamento cirúrgico. RECURSOS HUMANOS DO POSTO 2C Diurno:  03 funcionários no plantão impar. fazendo 12x36hs  04 supervisoras de Enfermagem. fazendo 12x36hs  03 funcionários no plantão par. ar comprimido e vácuo.neutrófilos inferiores a 1. 01 banheiro para funcionários. armário com chave para guardar medicamentos. respectivamente. banheiro com uso exclusivo dos funcionários. com material de emergência. A ocorrência de febre na vigência de neutropenia carcteriza uma emergência oncologica. sendo composta por: 04 enfermarias com 05 leitos cada sendo o total de 20 leitos. 4.  A clínica também possui uma sala com maca para procedimento (punção venosa). 118 . cada leito com entrada canalizada de O2.00/mm e 500 /mm definem neutropenia moderada e severa. ROTINA OPERACIONAL POSTO 2D – PEDIATRIA 1. possui também uma sala para preparo de medicação. três são destinadas para tratamento clínico. Valores menores ou iguais a 1. ESTRUTURA FÍSICA DO POSTO 2-D       A pediatria está localizada no 2º andar. Nesses casos. 01 expurgo. Cada enfermaria é composta por 01 banheiro. fazendo 12x36hs Noturno:  03 funcionários no plantão impar. fazendo 12x36hs  03 funcionários no plantão par. o que dependerá do quadro clinico do paciente.

 No espaço comum do posto. nariz e ouvido. 2.  Observar coto umbilical. 3. HIGIENIZAÇÃO  Oferecer bacia estéril quando for RN até 06 meses.  Oferecer roupa limpa.  Encaminhar para higienização corporal no chuveiro quando a criança tiver acima de 1 ano.  Observar a pele do bebê. RECURSOS HUMANOS DO POSTO 2D Diurno:  02 funcionários no plantão impar.pia com bancada e um armário para guardar roupas. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs.  Orientar a mãe quanto à higienização genitália. fazendo 12x36hs. 119 . fazendo 12x36hs.  04 supervisoras de Enfermagem. Noturno:  02 funcionários no plantão impar. proceder ao curativo com álcool a 70% conforme recomendado.  02 funcionários no plantão par. 01 televisão com vídeo cassete.  Auxiliar a mãe conforme necessidade. soros e cobertores. existem mesas infantis com cadeiras para as crianças. e um armário para guarda dos brinquedos.  02 funcionários no plantão par.  Oferecer e orientar quanto ao uso do sabonete neutro.  Realizar a troca de lençol do leito. 01 bebedouro. fazendo 12x36hs. fazendo 12x36hs.

 Auxiliar laboratório na coleta de sangue levando a criança e a mãe para a sala de procedimentos. 5.  Aos lactentes serão oferecidas mamadeiras conforme prescrição.  Oferecer a máscara e aerosol com a medicação para a mãe. 4.  Identificar o material coletado com o nome do paciente e registro. NEBULIZAÇÃO  Preparar a medicação conforme prescrição.  Orientar o paciente e a mãe quanto ao procedimento e ajustar a máscara nas vias aéreas superiores.  Oferecer recipientes para coleta de exames de fezes e urina. 120 .  Encaminhar o material junto com o pedido do exame para o laboratório.  Incentivar aleitamento materno de acordo com a idade da criança. 6.  Auxiliar a mãe na alimentação conforme necessidade. PREPARO PARA EXAMES  Orientar a mãe quanto á necessidade do jejum para exames.  Observar a aceitação das dietas. ALIMENTAÇÃO  A alimentação será fornecida pelo serviço de nutrição para criança e a mãe ou acompanhante.  Incentivar a alimentação quando estiver inapetente. Solicitar que mãe ou acompanhante realize os banhos das crianças abaixo de 01 ano com observação da enfermagem.

 Ligar o ar comprimido. Seguir rotina conforme Manual do Curativo 7.  Anotar diurese conforme prescrição. aspecto e odor. na bolsa coletora.CIRURGIAS UROLÓGICAS  Observar curativos e proceder à troca conforme necessidade e prescrição médica. Seguir rotina conforme Manual do Curativo  Observar cor e aspecto da diurese. 7. 121 .  Posicioná-la no leito conforme cirurgia. CUIDADOS PARA PACIENTES CIRÚRGICO  Receber a criança e passá-la da maca para o leito.  Retirar o material da unidade.  Administrar medicação conforme prescrição. POI .  Observar nível de consciência da criança.  Observar drenagem de curativos.  Orientar a mãe quanto à importância do repouso e continuidade de jejum.1.  Manter o leito limpo e seco.  Abrir sondas e drenos se houver.  Abrir venóclise e controlar o gotejamento.  Realizar troca de curativos conforme necessidade e se houver prescrição. observando cor.  Encaminhar material para o CME para limpeza e desinfecção.  Orientar a criança e a mãe quanto à importância da deambulação e repouso.  Aguardar o tempo da nebulização.

POI.CIRURGIAS ORTOPÉDICAS   Manter criança de repouso conforme prescrição. Manter talas de gesso em posição anatômica de acordo com prescrição médica. Realizar troca de curativo conforme prescrição. 7.  Orientar a mãe quanto à necessidade da sonda vesical de demora. 122 . POI .2. 7. Apalpar artéria pediosa. e observar cianose de extremidades. Observar local do curativo.    Orientar o paciente para não fletir o membro do procedimento. Realizar troca de curativo conforme prescrição.O. passando-o da maca para leito em decúbito dorsal. Aferir sinais vitais e anotar no prontuário.    Manter o leito limpo e seco. Observar eliminações fisiológicas e anotar.  Administrar medicação conforme prescrição para dor.CIRURGIAS DA OTORRINO      Receber a criança posicioná-la no leito de acordo com a cirurgia. 7.I. Manter repouso no leito até 1º P. P.O. náuseas e vômitos e registrar em prontuário. Seguir rotina conforme Manual do Curativo. Administrar medicação conforme prescrição.ABLAÇÃO  Receber o paciente. Aferir sinais vitais e anotar no prontuário.4.3.

ROTINA OPERACIONAL POSTO 2E – CARDIOLOGIA 1. Administrar medicação conforme prescrição. Realizar troca de curativo conforme prescrição. luvas. possui 37 leitos. materiais para curativos. impressos e a guarda de papeletas de alta hospitalar. Há um pequeno hall com cadeiras e uma TV 29 polegadas que foi doação de um paciente para entretenimento no final da tarde com horários estipulados de ligar e desligar a televisão. mesinha com gavetas para guardar aparelhos de pressão arterial. Há também um pequeno expurgo para guardar materiais contaminados como comadres. material de emergência (monitor cardíaco. desfibrilador. etc. Os atendimentos realizados no setor são: clínicos. No posto ao lado. cateterismo cardíaco. é reservado para prescrição médica com balcão formicado e mesa de granito. 2. sendo denominado posto 2E. angioplastia. de acomodações simples. Manter o leito limpo e seco.passo. XXX. As roupas sujas 123 . sendo que 16 leitos são destinados a pacientes cirúrgicos. Revisar o curativo compressivo. compadres. Administrar com rigor anticoagulante conforme prescrição médica. ablação e cirurgia cardíaca.      Manter a criança de repouso conforme prescrição. com um total de 09 enfermarias de 03 leitos e 04 enfermarias de 02 leitos. estudo eletrofisiológico. estetoscópio. desfibrilador e um foco portátil). 08 leitos masculinos. ESTRUTURA FÍSICA O posto da cardiologia está situado no 2º piso. 08 leitos femininos e os restantes destinados aos pacientes clínicos. enxovais e pijamas para os pacientes. látex. CARACTERISTICA DA CLÍNICA No posto de enfermagem e realizado o preparo dos medicamentos e a guarda dos materiais como bandejas. implante de marca. escaninho para papeletas.

 Observar com rigor sangramentos orais. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. quando o paciente recebe anticoagulantes orais ou parenterais. dispnéia.  Cianose de extremidades.  Orientar e mantê-lo em repouso no leito: membros inferiores elevados.são acondicionadas em hampers que estão localizados entre as enfermarias. pele e cabelo. RECURSOS HUMANOS DO POSTO 2E Diurno:  04 funcionários no plantão impar. 3.  Administrar medicação prescrita com rigor. hematomas. fazendo 12x36hs Noturno:  04 funcionários no plantão impar. fazendo 12x36hs  04 supervisoras de Enfermagem.  Oferecer coletor de diurese para aferir e anotar diurese: observando cor. 4.  Estado geral do paciente: unhas. 124 . aspecto e odor. fazendo 12x36hs  04 funcionários no plantão par. fazendo 12x36hs  04 funcionários no plantão par. CUIDADOS COM PACIENTES CLÍNICOS QUANDO ADMITIDOS Após admissão observar conforme rotina:  Edema.

 Proporcionar ambiente calmo e tranqüilo. conforme prescrição médica.  Solicitar atendimento psicológico sempre que detectar necessidade.  Observar nível de consciência. para passar no paciente. debilitado. proceder à higienização no leito ou chuveiro de acordo com o estado geral do paciente.  Quando paciente acamado.  Ouvir e tentar solucionar queixas. principalmente em proeminências ósseas.  Proceder à mudança de decúbito de 2/2 horas.  Observar funcionamento intestinal. 125 . Hidratar a pele do paciente com óleo de girassol. Administrar oxigênio úmido sob cateter nasal ou máscara de macronebulação.  Realizar  massagem de conforto. para evitar úlceras por pressão.  Proporcionar terapias no leito em estados graves de ICC com uso de drogas vaso ativa em bomba de infusão.  Liberar acompanhante familiar de acordo com o estado geral do paciente. dersani ou trigliceril.  Providenciar emolientes / hidratantes para pele.  Aspirar secreções orais ou pela tranqueostomia com técnica asséptica conforme necessidade (ver rotina de prevenção de Pneumonia da CCCIH). nos casos de rachaduras.  Manter o paciente limpo e seco. edema MMII.

O S em caso de precordialgia.  Orientar familiares quanto à necessidade de visitas regulares. TV. Administrar medicação conforme prescrição do médico. CATETERISMO CARDÍACO 126 . Solicitar dieta livre para nutrição e observar aceitação. Retirá-lo do quarto para o banho de sol e socializá-lo com outros pacientes. Colocar o paciente em posição de fawler mais oxigênio terapia conforme prescrição. 4. CUIDADOS COM O PACIENTE COM INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO:      Mantê-lo em repouso absoluto no leito. Proporcionar sono/repouso/ambiente calmo e tranqüilo. Verificar e anotar os sinais vitais de 1/1 hora.   Restringir número de visitas. livros. 5.  Proporcionar terapias. atividades manuais. Observar com rigor temperatura da água quando encaminhado para higienização corporal. Autorizar acompanhante familiar conforme estado do paciente.     Administrar medicação S. conforme estado geral do paciente. Observar cianose de extremidades.

Preparo para Cateterismo Cardíaco  Encaminhar paciente para higienização corporal e oral. como a visualização de um estreitamento geralmente formado por uma placa de gordura na artéria coronária. Sua indicação é para mostrar obstruções das artérias que irrigam a musculatura do coração (coronárias).1. e observar cianose de extremidades. É feito 127 . passando-o da maca para leito em decúbito dorsal.I DE CATETERISMO CARDÍACO  Preparar leito do paciente. 4. principalmente PA e pulso. ANGIOPLASTIA Desobstrução de artérias coronária ou ponte de safena que estejam comprometidas por uma placa de gordura ou um coágulo. oferecendo roupa do hospital.  Revisar o curativo compressivo.  Retirar roupa íntima prótese dentária e guardar no armário de pertences. P.  Receber o paciente.Exame cardiológico evasivo feito para diagnosticar ou corrigir problemas cardiovasculares.  Apalpar artéria pediosa.  Solicitar maqueiro para encaminhar paciente com os exames para hemodinâmica.  Orientá-lo quanto jejum.  Aferir a anotar sinais vitais.O. 5. orientá-lo para não fletir o membro do procedimento.

 Administrar com rigor anticoagulante conforme prescrição médica. ESTUDO ELETROFISIOLÓGICO É um exame realizado por meio de introdução de cateteres que chegam até o coração e são guiados por imagem radiológica (R.1. 5. posicionado e inflado no ponto que está obstruído. P.I DE ESTUDO ELETROFISIOLÓGICO 128 .2.X).  Solicitar maqueiro para encaminhar paciente com os exames para hemodinâmica. P. oferecer roupas (pijamas) do hospital. passando-o da maca para leito em decúbito dorsal. 5.  Revisar o curativo compressivo.O. PREPARO PARA ANGIOPLASTIA  Encaminhar paciente para higienização corporal e oral. com a finalidade de detectar e avaliar uma arritmia cardíaca.  Orientá-lo quanto jejum.  Aferir a anotar sinais vitais. orientá-lo para não fletir o membro do procedimento. 6.  Apalpar artéria pediosa. restabelece circulação sanguínea local.usando-se um balão que. 6. e observar cianose de extremidades.  Retirar roupa íntima prótese dentária e guardar no armário de pertences. principalmente PA e pulso.I DE ANGIOPLASTIA  Preparar leito do paciente.1.O.  Receber o paciente.

 Encaminhar paciente para higienização corporal e oral.  Retorno ambulatorial conforme orientação médica.  Oferecer dieta conforme prescrição.  Passar da maca para leito. que usa a energia de radiofreqüência aplicada diretamente nos focos das 129 . jugular e femoral. Receber paciente cordialmente chamando-o pelo nome.  Orientar paciente quanto repouso no leito.1º P. ABLAÇÃO Tratamento utilizado para acabar com as arritmias cardíacas. ORIENTAÇOES PARA ALTA  Manter repouso em casa por 24h.  Observar local da punção.  Administrar medicação conforme prescrição médica.O DE ESTUDO ELETROFISIOLÓGICO  Verificar Sinais Vitais. não dobra o membro do procedimento.  Verificar e anotar sinais-vitais.3.  Medicação conforme prescrição médica. mantendo curativo oclusivo.2. 6.  Observar queixas e solicitar avaliação médica.  Fazer troca de curativo. 6. 7.  Manter ambiente calmo tranqüilo para repouso no leito.  Fazer troca de curativo compressivo conforme prescrição médica.

 Medicação conforme prescrição médica. não dobrou o membro do procedimento.  Manter ambiente calmo tranqüilo para repouso no leito. P. 7. jugular e femoral. 130 . livrando inclusive o paciente do uso de medicamentos.2.O DE ABLAÇÃO  Verificar Sinais Vitais. 7.  Fazer troca de curativo compressivo conforme prescrição médica.  Retorno ambulatorial conforme orientação médica.  Observar queixas e medicações.  Verificar e anotar sinais-vitais.  Passar da marca para leito.  Fazer troca de curativo.1.  Observar local da punção. 7.  Oferecer dieta conforme prescrição.O.3. com índice de cura hoje em torno de 95 a 98%.arritmias. mantendo curativo oclusivo.1º P.I DE ABLAÇÃO  Receber paciente cordialmente chamando-o pelo nome.  Encaminhar paciente par higienização corporal e oral. ORIENTAÇÕES PARA ALTA  Manter repouso em casa por 24h.  Orientar paciente quanto repouso no leito.

O.  Solicitar acompanhamento familiar de acordo com o estado do paciente. 131 .  Receber o paciente. fazendo o trabalho do marca-passo natural.  Observar sangramento no local. passando-o da maca para o leito em decúbito dorsal.I DE MARCA-PASSO  Preparar o leito do paciente.  Orientá-lo para não dobrar o membro superior do lado da ferida operatória. 8. com a finalidade de estimular o coração através de eletrodos. PRÉ OPERATÓRIO DE IMPLANTE DE MARCA-PASSO  Aferir pulso e encaminhá-lo para higienização corporal com auxílio. 8.2.  Solicitar maqueiro para encaminhar pacientes mais exames para centro cirúrgico de maca ou cadeira de rodas.  Oferecer camisola ou pijama limpo. fios muito finos que transportam estímulo elétrico até o coração.  Aferir e anotar sinais vitais.A e Pulso.8.  Orientá-lo quanto ao repouso no leito.1. principalmente P. P. quando este não funciona de forma adequada. MARCA-PASSO Aparelho implantável no paciente com peso de mais ou menos 14 gramas no tecido subcutâneo.  Retirar prótese e roupa íntima.

3. ORIENTAÇÕES PARA ALTA DE MARCA PASSO  Não usar colchão magnético.  Realizar a troca de curativo na ferida operatória.1º P. DESFIBRILADOR IMPLANTÁVEL 132 . 9.  Cuidados com a ferida operatória.9% o Secar o Ocluir o Manter aberto após 24h 8.  Orientar a família e o paciente caso observe hiperemia e ou drenagem pela ferida operatória retornar.F.4.  Uso restrito do celular.  Orientar quanto à importância da data e hora do retorno ambulatório.  Não passar em porta giratória de banco.  Orientar o paciente e a família quanto à importância de administrar a medicação correta.O DE MARCA-PASSO  Encaminhar o paciente para higienização corporal e oral com auxilio  Oferecer o desjejum e observar aceitação. observando: o Hiperemia o Exsudado local o Alergia do esparadrapo o Edema Curativo o Lavar com S. 0.8.

e também reverter uma arritmia.A e Pulso.  Retirar prótese e roupa íntima. P. principalmente P.2. salvando a vida do paciente. que tem como função estimular o coração a bater de forma sincronizada. 9. provocando uma descarga elétrica.  Solicitar maqueiro para encaminhar paciente e os exames para centro cirúrgico de maca ou cadeira de rodas.O.  Orientá-lo para não dobrar o membro superior do lado da ferida operatória. 9.  Observar sangramento no local.I DE DESFIBRILADOR IMPLANTÁVEL  Preparar o leito do paciente.  Oferecer camisola ou pijama limpo. 133 . passando-o da maca para o leito em decúbito dorsal.  Solicitar acompanhamento familiar de acordo com o estado do paciente.  Orientá-lo quanto ao repouso no leito.  Receber o paciente.1.Aparelho implantável com peso de mais ou menos 14 gramas é implantado na altura do tórax.  Aferir e anotar sinais vitais. PRÉ OPERATÓRIO DE IMPLANTE DE DESFIBRILADOR IMPLANTÁVEL  Aferir pulso e encaminhá-lo para higienização corporal com auxílio.

 Não passar em porta giratória de banco.F. ORIENTAÇÕES PARA ALTA DE DESFIBRILADOR IMPLANTÁVEL  Não usar colchão magnético.  Oferecer o desjejum e observar aceitação. 134 .9% o Secar o Ocluir o Manter ocluido nas primeiras 24h 9.3.1º P.O DE DESFIBRILADOR IMPLANTÁVEL  Encaminhar o paciente para higienização corporal e oral com auxilio.4.  Orientar o paciente e a família quanto à importância de administrar a medicação correta.  Orientar quanto à importância da data e hora do retorno ambulatório.OBS: Caso haja descargas continuas do gerador (choque) comunicar com o cardiologista e colocar imã no local do aparelho. 9.  Realizar a troca de curativo na ferida operatória. 0. observando: o Hiperemia o Exsudato local o Alergia do esparadrapo o Edema Curativo o Lavar com S.

 Orientar a família e o paciente caso observe hiperemia e ou drenagem pela ferida operatória retornar.1. 10. CUIDADOS PARA CIRURGIAS  Orientar o paciente sobre a hora e data ao da cirurgia.  Rever exames já realizados como: o Hemograma Completo o E.  Cabelos e couro cabeludo. Neste período que são realizados todos os exames pré-operatórios.  Ouvir a tentar solucionar dúvidas e queixas do paciente. PRÉ-OPERATÓRIA MEDIATO É o período em que o paciente aguarda procedimento cirúrgico. vai desde o momento da internação até 24 horas antes da cirurgia.  Observar:  Presença de feridas na pele  Estado de conservação dos dentes e mucosa oral.  Uso restrito do celular. 10.C. Cuidados com a ferida operatória. 135 .G o Bioquímica o Eletrocardiograma o Ecodopler o Cateterismo Cardíaco o Raios-X de Tórax  Orientar paciente quanto a dieta.

 Aferir e anotar sinais vitais.  Retirar próteses / roupas íntimas/ adornos do paciente.  Aferir e anotar medidas antropométricas.Ansiolítico leve.11. oferecendo camisola e pijama limpos. camisola/pijama limpos. vai desde o momento da internação até 24h antes da cirurgia.  Orientar paciente sobre dieta zero de acordo com horário da cirurgia. rotular e guardar.  Informar o horário correto do procedimento cirúrgico.  Administrar medicação conforme prescrição médica: . PÓS-OPERATÓRIO DE PACIENTES ENCAMINHADOS DA UTI  Preparar o leito do paciente  Receber paciente passando-o da maca para o leito em decúbito dorsal  Observar o nível de consciência e colocá-lo em posição de Fowler  Colocar roupa do hospital.Antibioticoterapia profilática na indução anestésica . PRÉ-OPERATÓRIO IMEDIATO É o período em que o paciente aguarda procedimento cirúrgico.  Solicitar maqueiros e encaminhar e encaminhar o paciente com os exames para o centro cirúrgico. 12.  Conferir com o paciente todos o pertences.  Encaminhar paciente para higienização corporal com clorexidina e oral. 136 .

abrir a sonda.  Orientar quanto à importância da aceitação das dietas oferecida.V.D. abrir o dreno.  Orientar o paciente quanto a importância da deambulação e repouso. 13.  Orientar quanto à prevenção de dor.  Orientar quanto à importância da higienização oral e corporal. aspecto e volume  Observar a presença de S.  Levar o material até a unidade do paciente. náuseas e vômitos.  Aferir e anotar sinais vitais. incluído prótese dentaria. 14.  Entregar todos os pertences. 137 . observando cor.  Orientar quanto à importância da deambulação. ORIENTAÇÕES GERAIS PARA O PACIENTE  Observar e comunicar caso tenha drenagem de líquidos pelo orifício dreno.  Ouvir e tentar solucionar queixas. CURATIVOS CIRÚRGICOS (Conforme manual de Curativos)  Lavar as mãos.  Solicitar acompanhamento familiar. Observar o paciente quanto: o Cianose de extremidades o Dispnéia o Náuseas/ Vômitos o Aspecto da ferida operatória  Observar a presença de drenos fechados.

 Orientar paciente quanto ao retorno e medicação.  Ocluir ferida operatória se houver drenagem . Solicitar os acompanhamentos para se retirarem do quarto.  Proceder ao curativo (Conforme manual de Curativos). 15.G.  Encaminhar o paciente para deambulação assistida.9% secar com gaze estéril.  Abrir pacote de curativo. PACIENTE CIRÚRGICO  Observar ferida operatória. Bioquímica. 0. drenagem e edema local.1.  Recolher material de curativo.  Qualquer intercorrência solicitar avaliação do plantonista.  Retirar pontos de acordo com a cicatrização (10 dias após cirurgia). Ecodopler e demais exames). caso intercorrências procurar sempre orientação do médico assistente. E.C.  Orientar pacientes quanto aos exames externos para controle: ( Raio-X.  Calçar luvas. se não tiver presença de secreção deixar aberto após primeiras 24h.  Usar máscara. conforme a técnica asséptica.  Retirar curativo sujo conforme a técnica asséptica.  Observar aspecto do curativo se há presença de hiperemia.  Orientar paciente.  Limpar o leito da ferida com S. 138 . ORIENTAÇÕES PARA ALTA 15. F.

então Klinikós era o médico que atendia os doentes acamados.  Aguardar chegada dos familiares na recepção de internação.500 anos. A Clínica Médica. nasceu na Ilha de Kós. compreendendo a história da doença que leva o doente a procurar o médico. PACIENTES CLÍNICOS  Comunicar ao paciente sobre sua alta. a enfermagem encaminha o paciente de cadeira de rodas até a portaria e entregao para os familiares.  Orientá-lo sobre o retorno.  A internação lança alta no sistema. Retornar com urgência ao hospital para avaliação e conduta.Orientar o paciente que se houver deiscência da ferida operatória após alta. ROTINA OPERACIONAL POSTO 3A – CLÍNICA MÉDICA A palavra Clínica vem do grego klíne. há 2. com Hipócrates. Médico se dizia Iatrós.2. 15.  Quando solicitar paciente de alta na recepção. já agendado. Com ele nasceu a observação clínica.  Auxiliar o paciente a se vestir se houver necessidade.  Orientá-lo sobre medicação. tal como a conceituamos hoje. que significa leito.  Comunicar familiares por telefone sobre a alta do paciente. cama.  Família assina alta do paciente. Foi ele o introdutor da anamnese como etapa inicial do exame médico. na Grécia. XXXI. e o exame físico do paciente em 139 .  Solicitar orientação de nutricionista.

Box enumerados de acordo com os leitos para guarda de kits de medicações. moléstias infecciosas e parasitárias entre outras. pesquisa oferecem um cuidar diferenciado. oxímetro de pulso. contendo um balcão com pia destinado principalmente para o preparo de medicações. endocrinologia. Possui 2 enfermarias masculinas com 6 leitos cada. e profissionais das áreas de medicina. ensino. que vêm somar qualidade e interdisciplinaridade ao cuidado dos pacientes. medicamentos. nutrição. pneumologia. evoluções e prescrição médica. fonoaudiologia. possui ainda um balcão utilizado para realização de relatórios. exames e impressos. 2002). psicologia e fisioterapia entre outras. tendo ainda um isolamento com 2 leitos e uma enfermaria para atendimento ao paciente grave. discentes. em busca de dados para a elaboração do diagnóstico e do prognóstico (REZENDE. armários para guarda de materiais como enxovais. entre outros. bombas de infusão. respirador carrinho de emergência com materiais e mecânico (BIRD MARK 7). A Unidade de Clínica Médica é destinada ao tratamento de patologias eminentemente clínicas nefrologia. identificada como posto 3 A. dermatologia e gastroenterologia. Na Clínica o cuidado dos pacientes envolve docentes. A Clínica Médica da Santa Casa de Misericórdia de Goiânia está situada no 3º andar. especialidades: reumatologia. e 1 enfermaria feminina também com 6 leitos. soluções. totalizando 21 leitos clínicos. que dentro da proposta de interação entre assistência. enfermagem. a qual possui um leito equipado com monitor cardíaco. suporte para guarda de prontuários.seus menores detalhes. 140 . O posto de enfermagem da clínica segue a padronização da instituição. materiais estéreis. nas diferentes cardiologia.

dentre outros profissionais que dão apoio ao atendimento aos pacientes. 141 . 2008). Doença estrutural significa que há uma lesão identificável em nível genético-molecular (mutação do material genético DNA). noturno impar. conta com: 04 enfermeiras supervisoras 12x36h uma em cada turno (noturno par. órgãos ou sistemas) ou tecidual (alteração da natureza histológica ou morfológica própria de cada tecido.A estrutura organizacional da clínica no que se refere a recursos humanos. As internações são exclusivamente custeadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). existe uma alteração neuroanatômica ou neurofisiológica que produz manifestações clínicas. bioquímico (alteração de uma proteína ou enzima responsável pelas reações químicas que mantêm as funções dos tecidos. bem como de seus envoltórios (que são as meninges). diurno par e diurno Impar) e 03 técnicos de enfermagem por plantão. ROTINAS OPERACIONAIS DO POSTO 3 B . XXXII. órgão ou sistema). Em outras palavras. Os leitos oferecidos pelo setor estão disponibilizados em enfermarias masculinas e femininas. visando atender pacientes clínicos referenciados pelas unidades básicas e unidades de urgências após a liberação da Autorização de Internação Hospitalar (AIH) pela central de vagas municipal (controle e avaliação). as quais devem ser interpretadas (REED.NEUROLOGIA A Neurologia é a especialidade da Medicina que estuda as doenças estruturais do Sistema Nervoso Central (composto pelo encéfalo e pela medula espinhal) e do Sistema Nervoso Periférico (composto pelos nervos e músculos). além da equipe médica composta por Stafs e residentes.

diurno par e diurno Impar) e 02 técnicos de enfermagem por turno. TIPOS DE LEITO Leitos masculinos e femininos para pacientes em tratamento de distúrbios neurológicos eminentemente clínicos. CARACTERÍSTICAS DA CLÍNICA DA NEUROLOGIA A clínica de neurologia é destinada ao tratamento clínico de pacientes com patologias da especialidade. exames e impressos. O atendimento aos pacientes da clínica de neurologia acontece de forma multidisciplinar. nutrição. noturno impar. fonoaudiologia. Box enumerados de acordo com os leitos para guarda de kits de medicações. além de acadêmicos dos cursos de medicina. diurno par e diurno Impar) com 06 leitos cada. contendo um balcão com pia destinado principalmente para o preparo de medicações. materiais estéreis. sendo uma enfermaria masculina e outra feminina. A mesma conta com 04 enfermeiras supervisoras 12x36h uma em cada turno (noturno par. contando ainda com 04 enfermeiras supervisoras 12x36h uma em cada turno (noturno par. armários para guarda de materiais como enxovais. noturno impar.1. entre outros. bem como assistência prestada por equipes de apoio como psicologia. servindo de repouso para enfermagem. fisioterapia. fisioterapia entre outros. soluções. evoluções e prescrição médica. 142 . suporte para guarda de prontuários. possui ainda um balcão utilizado para realização de relatórios. bem como um isolamento com 2 leitos e uma enfermaria com 6 leitos desativada no momento. enfermagem. ocorrendo assistência por meio de médicos stafs e residentes. O posto de enfermagem da clínica segue a padronização da instituição. 2.

solicitar avaliação da fonoaudiologia.  Promover hidratação corporal do paciente. 143 . As internações são exclusivas do Sistema Único de Saúde (SUS). Cuidados gerais com pacientes neurológicos clínicos  Avaliar o quadro geral do paciente.  Administrar medicação prescrita com rigor. 4.  Em casos de hemiparesia evitar punções venosas no lado afetado.  Supervisionar a aceitação da alimentação.  Realizar cuidados com nutrição enteral.3.  Promover à mudança de decúbito de 2/2 horas e providenciar colchão caixa de ovo para evitar úlceras por pressão.  Observar nível de consciência.  Realizar massagem de conforto.  Proporcionar ambiente calmo e tranqüilo.  Em casos de disfagia.  Avaliar liberar acompanhante familiar de acordo com o estado geral do paciente.  Solicitar atendimento psicológico sempre que detectar necessidade. assim como a capacidade de deglutição. principalmente em proeminências ósseas. CARACTERÍSTICAS DA INTERNAÇÃO São admitidos pacientes referenciados pelas unidades básicas de saúde e unidades de urgências após a liberação da Autorização de Internação Hospitalar (AIH) pela central de vagas municipal (controle e avaliação).

 Realizar a higiene oral. XXXIII.Leito Cirúrgico/Proctologia.  Ouvir e tentar solucionar queixas.  Estimular o paciente quanto à auto-ajuda para executar as atividades de vida diárias (AVD´s)  Observar funcionamento intestinal. 02 Proctologia e 02 Vasculares. CUIDADOS NO PRÉ-OPERATÓRIO 144 . distribuídas em 20 leitos. C03: 3043 a 3048 – 06 Leitos Cirúrgicos/Urologia. Aspirar secreções orais ou pela traqueostomia com técnica asséptica conforme necessidade (Rotina Prevenção de Pneumonia). proceder à higienização no leito ou banho de aspersão de acordo com o estado geral do paciente.  Manter o paciente limpo e seco. Enf. C01: 3041 . Enf. C04: 3049 a 3054 – 06 Leitos Cirúrgicos/Urologia. Enf.  Realizar cuidados na incontinência vesical (bexiga neurogênica) (Ver Rotina prevenção de infecção de vias urinárias).UROLOGIA O posto da Urologia da Santa Casa de Misericórdia localiza-se no 3º andar. C05: 3055 a 3060 – 06 Leitos Cirúrgicos/02 Urologia. debilitados. sendo: Enf. 2. Ala A e compreende Enfermarias do SUS. ROTINAS OPERACIONAIS DO POSTO 3 C . Enf.  Quando pacientes acamado. C02: 3042 – Leito Cirúrgico/Vascular.

 Preparar o paciente para procedimento cirúrgico. drenos comunicar urgente à supervisão de enfermagem. 3. Rotular o leito com placa de jejum e orientar o paciente.  Caso haja obstruções de sondas. queixas do paciente.  Encaminhar paciente ao Centro Cirúrgico.  Verificar sinais vitais e relatar no prontuário.  Posicionar paciente de acordo com prescrição médica. ferida operatória. 145 .  Estar ciente do diagnóstico do paciente. bem como exames e procedimentos e se necessário avisar à supervisão de enfermagem.  Orientar ingesta hídrica de acordo com prescrição.  Observar irrigação. relatando no prontuário o horário e quadro clínico do paciente.  Observar sondas. aspecto da diurese.  Respeitar o paciente. verificar sinais vitais e relatar no prontuário. suas limitações e seu estado físico e mental. caso sangue presente.  Encaminhar paciente ao banho de aspersão ou realizar banho no leito se necessário. orientando quanto à retirada de próteses e/ou adornos e também quanto ao esvaziamento vesical. CUIDADOS NO PÓS-OPERATÓRIO  Receber o paciente tendo cuidado com drenos.

01 posto de enfermagem. ROTINAS OPERACIONAIS DO POSTO 3 D – CLÍNICA CIRÚRGICA 1. RECURSOS HUMANOS Diurno:  03 funcionários no plantão impar. sala de procedimento com lavatório com porta sabão e porta papel e 01 isolamento. fazendo 12x36hs  03 funcionários no plantão par. fazendo 12x36hs  03 funcionários no plantão par. fazendo 12x36hs Noturno:  03 funcionários no plantão impar. fazendo 12x36hs  04 supervisoras de Enfermagem. A enfermeira supervisora é responsável pelo posto 3D – clínica cirúrgica e também pelo posto 2C – unidade de Hematologia/Oncologia. XXXIV. Possui 03 enfermarias do SUS com 06 leitos (3061 a 3079) com banheiro e lavatório para profissionais. 2. 146 . Comunicar à supervisão de enfermagem caso haja procedimentos a serem realizados por enfermeiros. INTRODUÇÃO O posto da Clínica Cirúrgica da Santa Cada de Misericórdia está localizado no 3º piso da Ala Júlia Miranda. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs.

ROTINAS OPERACIONAIS DO POSTO 3 F – APARTAMENTOS DE CONVÊNIOS E PARTICULARES O Posto 3F ou Apartamentos de Convênios e Particulares está localizado no 3º andar do Hospital Santa Casa de Misericórdia de Goiânia e atende a todas as especialidades clínicas e cirúrgicas em sistema de convênios e particular. RECURSOS HUMANOS POSTO 3F Equipe composta de:  04 técnicos de Enfermagem no período diurno. 01 Copa. ESTRUTURA FÍSICA DO POSTO 3F       01 Posto de Enfermagem. sendo que a maior parte das atividades assistenciais é realizada até as 24hs.XXXV. clínicos e cirúrgicos. O plantão noturno tem uma rotina própria. XXXVI. intermediário e auto-cuidado. ROTINAS OPERACIONAIS DO PLANTÃO NOTURNO O trabalho é realizado no período das 19 as 07hs. encaminhados do Pronto Atendimento. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. em estado crítico. O enfermeiro exerce assistência de enfermagem dentro de princípios. 1. semi-crítico. a 147 . 01 Banheiro para os funcionários. esta unidade possui 10 apartamentos de luxo com 02 leitos e 04 apartamentos de luxo com 01 leito e 01 sofá cama. científicos. 01 Posto para Prescrição Médica. Unidade de Terapia Intensiva.  04 técnicos de Enfermagem no período noturno. Depois disto. 02 em cada plantão fazendo 12x36hs. éticos e de humanização a pacientes adultos e pediátricos.  04 supervisoras de Enfermagem. 01 DML. 01 Expurgo. 02 em cada plantão fazendo 12x36hs. 2. Centro Cirúrgico.

São coletadas amostras de sangue dos pacientes que estiverem hemodinamicamente instáveis.M. 13066. “Manual de Neonatologia “São Paulo. Em torno das 05 horas.   XXXVII. CASANOVA. “ Manual de Neonatologia” São Paulo. Estado do Mato Grosso. EMA.016. “Portaria MS/GM n° 1. Não há serviço de apoio disponível. Brasília. Revinter. SEGRE. Revinter. dentro dos limites éticos-legais. deve-se identificar em qual plantão ocorreu o fato e qual o enfermeiro responsável para que se possa esclarecer e solucionar as dúvidas. ou se julgar necessário para que se passe o caso para o supervisor tomar as devidas providências. São administradas medicações de rotina as 02. Normas básicas para Alojamento Conjunto. 1-8. Edital: Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da área de enfermagem. 2003. DOU N° 167 de 1/09/93. MINISTERIO DA SAUDE. “ Assistência Hospitalar a RecémNascidos: recomendações para padronização” In: DINIZ. EMA. CAM. Em situações de urgências/emergências o médico plantonista é acionado e aguardado para tomar as condutas médicas necessárias. p. em caráter de urgência. Em quanto isso a equipe de enfermagem presta assistência básica de urgência.1993. 148 . A ordem do local reflete o nosso compromisso com o bem estar de todos. Brasil: Ministério da Saúde Secretária de Gestão de Investimentos em Saúde. LD. 04 e 06 horas. p. sendo que todos os encaminhamentos são realizados pela equipe de enfermagem da unidade. 26 de agosto de 1993.1993. SANTORO JR. 17-19. Quando houver algum problema. SEGRE. CAM “ Alojamento Conjunto” In: DINIZ.equipe de enfermagem fica a disposição para atender as solicitações dos pacientes e as intercorrências com os mesmos. são realizadas as avaliações e registros dos pacientes para o término do plantão às 07 horas. seção I. BIBLIOGRAFIA BRASIL.

Enfermagem Médica Cirúrgica.V. Profissionais da saúde. ed. que assistem pacientes com Acidente Vascular Cerebral. Internet: wttp://www.htm. REED. S. FONTES. Editora Rosa.br/pdf/neurologia. P.U. E. L.Barros. Smeltzer. Santa Casa de Misericórdia de Goiânia realizou correção e sugestões da rotina.br/dneuro/neurociencias/vol12_4/avc. M. Diagnóstico e Tratamento. Jotacê. S. E. Administração em Enfermagem.F. Neurologia: noções básicas sobre a especialidade. 1. BG. diagnóstico e tratamento. Rotinas do Serviço de Higienização e Limpeza e do setor de internação do Transplante Renal da SCMG. Thomé. F. H. KURGANT. São Paulo: Ed. 1994. Bases Doutrinárias da Burocracia na Saúde.usp.unifesp. FLÁVIA Hering e Srougi: Urologia. CCIH. Rev.8.P. Neurociências. Q. São Paulo: Iátria. necessitam de informação especializada. Paulina.pdf4free. Acesso em: 16 de junho de 2008 CAMPUS. p. Brunner e Suddarth.M.P. Nefrologia: Rotinas. Porto Alegre: Artes Médicas.C.. U..1028-29. 1998. et al.. 1999. Disponível em: http://www. R. 149 . Bare.fm. Gonçalves. J. Edição. 2003. Ed. Manfro. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Acesso em: 18 de junho de 2008 NEVES. FUJIMA. Ana Letícia Carnevalli. rotinas e técnicas de enfermagem..pdf . L. . C.com MOTA. PRESOTO. Disponível em: =http://www. Trat. Normas. 2004.

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