ROTINAS DE ENFERMAGEM SCMG

Diretoria Executiva: Prof. Sergio Antonio Machado – Diretor Geral Dr. Marcelo do Carmo Netto – Diretor Técnico Dr. Roberto Pedrosa – Diretor Clínico

Elaboração: Enf. Mara Helena J. B. H. Borges – Gerência de Enfermagem e Supervisão de Enfermagem Aprovação: Enf. Sorreylla Paula S. Vasconcelos – Coordenadora SCIH/CCIH

2011
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APRESENTAÇÃO
“O que se opõe ao descuido e ao descaso é o cuidado”. Cuidar é mais que um ato; é uma atitude. Portanto abrange mais que um momento de atenção, de zelo e desvelo. “Representa uma atitude de ocupação, preocupação de responsabilização e envolvimento afetivo com o outro.” Leonardo Boff

As atividades desenvolvidas pela equipe de enfermagem são compostas por um conjunto de ações administrativas e técnicas que tem como objetivo qualificar a assistência prestada ao cliente. A fim de que se obtenham resultados positivos em todo o processo que envolve o atendimento ao cliente por parte da equipe de enfermagem é necessário que haja uma rotina de trabalho que agilize e facilite o cumprimento das atividades de forma ordenada, e propicie a presença de uma equipe bem treinada e tecnicamente habilitada.

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SUMÁRIO:

I. II. III. IV. V. VI. VII. VIII. IX X XI XII XIII XIV XV XVI XVII XVIII XIX XX XXI XXII

Admissão de pacientes Solicitação de exames Transferência de pacientes Alta hospitalar Óbito Sinais vitais Administração de medicamentos Técnica para mensuração de glicemia capilar Administração de sangue ou hemoderivados Movimentação e transporte de pacientes Promoção de controle segurança do paciente Higienização do paciente Drenagem torácica Cuidados com ostomias Sondagem nasogástrica Sondagem nasoenteral Atendimento a parada cardiorespiratoria (PCR) Preparo de material para intracath Montagem de pressão venosa central (PVC) Aspiração oronasotraqueal Cuidados com pacientes traqueostomizados Atribuições dos enfermeiros supervisores
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05 06 07 09 10 13 25 43 44 45 51 57 64 66 68 70 72 79 81 83 85 87

Neurologia Rotina Operacional Posto 3C .Urologia 118 123 139 141 144 146 XXXIV Rotina Operacional Posto 3D – Clínica Cirúrgica XXXV Rotina Operacional Posto 3F – Apartamentos de Convênios 147 e Particulares XXXVI Rotina Operacional do Plantão Noturno XXXVII Bibliografia 147 148 4 .XXIII XXIV XXV Atribuições Ideais dos Enfermeiros Atribuições dos Técnicos de enfermagem 89 90 Rotina Operacional Posto 1A – Enfermarias de Convênios e 92 Particular XXVI XXVII Rotina Operacional Posto 2A – Obstetrícia e Berçário 94 Rotina Operacional Posto 2B – Unidade de Transplante 99 Renal . Nefrologia e Ortopedia XXVIII Rotina Operacional Posto 2C – Unidade de Hematologia/ 110 Oncologia XXIX XXX XXXI XXXII XXXIII Rotina Operacional Posto 2D .Cardiologia Rotina Operacional Posto 3A – Clínica Médica Rotina Operacional Posto 3B .Pediatria Rotina Operacional Posto 2E .UTR.

Verificar prescrição ou necessidade de isolamento.  Procedimento: Receber o paciente na unidade de internação. Recomendações importantes: Não admitir paciente clínico com paciente cirúrgico. 1. ADMISSÃO DE PACIENTES: A admissão de pacientes somente será realizada mediante a liberação do leito por parte do (a) enfermeiro (a) supervisor (a) do setor. Encaminha-lo ao banho de aspersão ou realizar banho no leito. número do leito e registro hospitalar. 5 . O leito deverá passar por limpeza e desinfecção conforme recomendações básicas para limpeza. Observar higiene do paciente. Não admitir pacientes com ferida operatória infectada com pacientes cirúrgicos não infectados ou em pós-operatório imediato (POI). Caso o paciente necessite de isolamento seguir recomendações da Rotina de Biossegurança da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH). se necessário.I. desinfecção de ambiente. artigos e roupas da CCIH. Conferir o prontuário quanto ao nome completo do paciente. Não admitir pacientes cirúrgicos com pacientes portadores de feridas infectadas.

Verificar sinais vitais. Encaminhar o paciente ao setor de exames. Comunicar ao serviço de nutrição e dietética sobre a internação informando o nome. II. estado do paciente. acompanhado pelo maqueiro. seguindo recomendações da Rotina de Controle de Infecção de Sítio Cirúrgico da CCIH.Oferecer pijama ou camisola da instituição. leito e tipo de dieta. motivo da internação. Orientar o paciente quanto as normas da instituição. sinais vitais. SOLICITAÇÕES DE EXAMES: Conferir a solicitação no pedido de exames devidamente preenchido e carimbado pela equipe médica. Conferir o preenchimento completo dos cabeçalhos dos impressos. Fazer admissão do paciente no prontuário com: horário da admissão. Em caso de paciente cirúrgico fazer o preparo pré-operatório indicado a cada procedimento. 6 . Organizar o prontuário para facilitar o manuseio pela própria enfermagem. Observar e orientar o paciente quando necessário jejum ou outros preparos para o exame.  Se houverem pedidos de exames. quando solicitado. Agendar os exames conforme solicitação e anotar data e hora no pedido. encaminhá-los aos setores competentes.

 Solicitar o maqueiro e encaminhar o paciente.  Confirmar data e horário do exame e necessidade de preparo do paciente. 7 . na noite anterior ao exame.  Solicitar relatório médico justificando o exame. e preenchimento de termo de responsabilidade médica autorizando a remoção do paciente . juntamente com relatório médico justificando a necessidade da realização deste.  Encaminhar o pedido ao Serviço Social para agendamento.  O paciente deverá ser acompanhado por um técnico de enfermagem.  Exames de alto custo deverão ser autorizados pelo auditor do SUS. Em caso de exames laboratoriais solicitar a coleta ao setor de laboratório. 1.  Anotar na solicitação de transporte orientações sobre precauções adicionais para o paciente que será transportado.  Preencher solicitação de transporte via internet. orientando o paciente sobre os cuidados para coleta. fornecer o pote coletor. 2.Em caso de coleta de amostras de urina. Encaminhamento de pacientes do SUS para exames externos:  Procedimento:  Conferir se o pedido médico está preenchido corretamente. o pedido médico deve ser encaminhado ao serviço social para agendamento. devidamente identificado. fezes e/ou escarro. Observações:  Para realização de exames a serem feitos em outra instituição de pacientes do SUS.

Informar à enfermeira da unidade solicitada as condições do paciente. Encaminhar para internação o formulário próprio para lançar no sistema da Prefeitura a transferência de leito. Acionar o maqueiro e encaminhar o paciente para a outra unidade. III. desinfetado e forrado). 2. Observar orientações da Rotina de Biossegurança para Ambulância da CCIH. Transferência para outras instituições: 8 . Arquivar na chefia de enfermagem o formulário com o recebido da internação. exames e checagem de medicações anteriores. TRANSFERÊNCIAS DE PACIENTES 1. Comunicar ao serviço de nutrição e dietética sobre a transferência informando o nome e o número do novo leito. observando que roupas e qualquer artigo utilizado na assistência ao paciente deverão ser recolhidos pela equipe da enfermagem. Fazer a transferência do paciente no sistema da MV. Anotar no livro de enfermagem a transferência do paciente. as anotações de enfermagem. Conferir o prontuário. Transferência Interna:  Procedimento: Entrar em contato com o (a) enfermeiro (a) da unidade de internação para solicitar a vaga. Conferir se o novo leito já está pronto (limpo. Solicitar a desinfecção terminal do leito ao Serviço de Higienização e Limpeza (SHL).

com assinatura do médico assistente e confirmação do contato de vagas entre os médicos de ambas as instituições. Solicitar o preenchimento de termo de responsabilidade médica autorizando a remoção do paciente. a limpeza terminal do leito. o prontuário do paciente verificando se está completo. Anotar no prontuário do paciente: hora. de acordo com a gravidade do paciente. Providenciar Anotar no livro de enfermagem a transferência do paciente. o paciente na ambulância na presença de um familiar e de Transportar um profissional da enfermagem. 9 . Observar Fechar cuidados de Biossegurança durante o transporte. As vagas somente são negociadas entre médicos. Procedimento: Verificar a solicitação de transferência no prontuário do paciente. Solicitar à central de vagas a transferência para que ela faça os devidos contatos e aguardar o retorno. IV. ALTA HOSPITALAR  Procedimento:  Conferir se a alta hospitalar está assinada pelo médico assistente. juntamente com o encaminhamento médico. Arquivar na chefia de enfermagem o formulário com o recebido da internação. Preencher solicitação de transporte via internet. para internação o formulário próprio para lançar no sistema Encaminhar MV e na Prefeitura a alta hospitalar por transferência. condições do paciente e acompanhamento familiar e de enfermagem.

V.  Preencher o aviso de alta em duas vias.  Retirar sondas e cateteres se houver.  Colocar biombos se necessário.  Solicitar a desinfecção terminal do leito ao Serviço de Higienização e Limpeza.  Encaminhar roupas e artigos usados na assistência ao paciente ao expurgo e hampers.  Avisar aos familiares e/ou responsável sobre a alta e aguarda o seu comparecimento para liberar o paciente. 10 .  Solicitar cobertura para óbitos na farmácia.  Fazer tamponamento apenas dos orifícios que estiverem drenando secreções. Realizar evolução de enfermagem referente à alta do paciente. deixar a 2º via com o mesmo e anexar a 1º via ao prontuário.  Acompanhar o paciente até a saída. ÓBITO  Procedimento:  Providenciar declaração de óbito para ser preenchida pelo médico que assistiu ao óbito em 03 vias  Comunicar aos familiares.  Recolher e anotar no livro de enfermagem a alta do paciente.  Retirar a roupa do paciente.  Solicitar que o familiar ou responsável assine o aviso de alta.  Solicitar que o funcionário do atendimento assine o aviso de alta e lance no sistema.

 Solicitar a desinfecção terminal do leito.  Anotar o óbito no prontuário do paciente.  Preencher a ficha de identificação de cadáver. unir as mãos e conter com ataduras. junto com o formulário da Fundação Municipal de Desenvolvimento Comunitário (FUNDEC) para a pessoa responsável pelo corpo.      Solicitar maqueiro para transporte do corpo para o necrotério.  Arquivar a via rosa dentro do prontuário do paciente para ser arquivada. Organizar os pertences do paciente e entregar à família.  Arquivar a via branca na chefia de enfermagem para posteriormente ser encaminhadas para Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Anotar o óbito no prontuário do paciente.  Colocar etiqueta na pele do paciente com: nome completo. médico responsável. e fixar a mandíbula com atadura se necessário.  Alinhar o corpo do paciente.  Lançar o óbito no livro de declaração de óbito. Lançar o óbito no sistema MV.  Encaminhar para internação o formulário próprio para lançar no sistema da Prefeitura e/ou Convênios a alta hospitalar por óbito. Marcar o óbito no censo de controle e registro de enfermagem.  O (a) enfermeiro (a) do setor deverá entregar a via amarela. leito. 11 .  Colocar o corpo na cobertura para óbitos e colocar nova etiqueta. data e hora do óbito.  Orientar a família sobre os procedimentos para sepultamento. conforme orientações do “folder de óbitos”. Trocar curativos se necessário.

Instituto Médico Legal – IML ou Serviço de Verificação de Óbito SVO  Em caso de IML ou SVO  Solicitar que o médico preencha o encaminhamento no formulário próprio do IML/SVO. caso não estejam no mesmo. em caso de Feto Morto acima de 500gr e paciente sem diagnostico fechado (ex: menos de 24 horas de internação). Recomendações importantes:  Em caso de morte violenta. 1. encaminhar o corpo ao Serviço de Verificação de Óbitos (SVO). 12 . sendo: a ficha rosa da declaração de óbito.  O responsável pela funerária assina a ficha de identificação do cadáver e o enfermeiro assina e recebe uma via da ficha da funerária. O (a) enfermeiro (a) do setor deverá entregar o corpo no necrotério para a funerária.  A ficha de identificação e a via da funerária deverão ser arquivadas no prontuário do paciente.  O óbito deverá ser lançado na estatística da Comissão de Óbito pela secretária da enfermagem.  A secretária da enfermagem deverá conferir os papeis do óbito e arquivar no prontuário. encaminhar o corpo ao Instituto Médico Legal (IML). a ficha de identificação do cadáver e a ficha da funerária. nestes casos o médico deverá preencher o encaminhamento ao IML ou SVO.

Em caso de SVO.  Registrar o óbito no livro de declaração de óbito da enfermagem. Observação: 13 .  Preencher a ficha de identificação de cadáver. Entregar o encaminhamento médico (via branca) à família em caso de IML. após a devida identificação do mesmo.  Solicitar que o responsável pela coleta do corpo assine a ficha de identificação de cadáver.  Encaminhar a família ao distrito policial mais próximo à instituição juntamente com o encaminhamento médico para registrar a ocorrência. após a devida identificação do mesmo. A secretária de enfermagem deverá conferir e anexar no prontuário a ficha de identificação de cadáver e encaminhamento do IML/SVO e lançar o óbito na estatística da Comissão de Óbitos. e comunicar o óbito e solicitar a remoção do corpo. a enfermeira deverá ligar no Serviço de Verificação de Obito – telefone 3524-1970.  Entregar o corpo ao IML. não sendo necessário entregar nenhuma via do formulário para a família.  Solicitar que o responsável pela coleta do corpo assine a ficha de identificação de cadáver.  Preencher a ficha de identificação de cadáver.  Solicitar à família que leve uma das vias ao IML para recolhimento do corpo.  Entregar o corpo ao SVO juntamente com a via branca do formulário. Registrar o óbito no livro de declaração de óbito da enfermagem.

pelas fezes e pela saliva. O organismo perde calor por radiação e condutibilidade da pele.  Idade. 14h00min. por evaporação pulmonar. por evaporação do suor. 14 . A temperatura normal do corpo é mantida pelo equilíbrio entre a produção e eliminação de calor. Não está autorizada a visita de familiares ao necrotério. 06h00min e sempre que necessário. solicitar a desinfecção terminal do necrotério ao funcionário do SHL. 18h00min.  Fatores patológicos. VI. O calor é gerado por processo metabólico e é distribuído no organismo pelo sangue por meio dos vasos sanguíneos. Temperatura A temperatura indica o nível de calor a que chega o corpo. SINAIS VITAIS 1. Há alguns fatores que alteram a temperatura:  Fatores fisiológicos.  Se observada a necessidade. durante o processo de respiração. pela urina.  Processos inflamatórios e infecciosos. 24h00min. ou conforme prescrição médica. Horas de verificação: 08h00min.

Variação de temperatura:  Hipotermia – menor ou igual a 35ºC  Temperatura Fisiológica – 35.40.3.37.5º a 38. É uma reação do organismo diante de determinada agressão que pode ser de origem infecciosa. exceto para pacientes em precauções de contato. esfigmomanômetro e termômetro.1.1. neurogênica.0º a 39ºC  Pirexia-39. Definição de febre: A febre é a modificação patológica da temperatura. 1. Observação:  Não é necessário o uso rotineiro de luvas de procedimentos para verificação de sinais vitais.  Usar um par de luvas de procedimentos para cada paciente.5º a 37ºC  Estado febril. Classificação da febre: 15 . desidratação ou tóxica.2.  Retirar as luvas imediatamente após o uso e lavar as mãos em seguida e entre um paciente e outro.  Observar orientações da Rotina de Biossegurança da CCIH.0º a 40ºC  Hiperpirexia. quando indicado  Para pacientes em precauções de contato individualizar estetoscópio.0º a 41º C 1.0º C  Febre – 38.

4.  Verificar se a coluna de mercúrio está abaixo de 35º em caso de termômetros não digitais. Esses períodos variam de dois a três dias.não há grandes oscilações diárias. Contínua.5.  Colocar o termômetro na axila de forma que fique o bulbo em contato com a pele. 1.  01 recipiente com álcool a 70%. Procedimento:  Orientar o paciente sobre o procedimento.  Caneta e papel para anotações.há oscilação diária. 16 .  Intermitente. pacientes muito magros e lesões axilares.alterna períodos de febre e sem febre.  01 recipiente para o algodão usado. 1.  Enxugar a axila do paciente ou orienta-lo fazer.  01 termômetro.  Ondulante. permanece em um mesmo nível. Material necessário para verificação da temperatura: Bandeja contendo:  01 recipiente com algodão seco.  Remitente.1 Axilar Esta técnica é contra-indicada nas queimaduras de tórax. fraturas de membros superiores.manifesta-se geralmente às mesmas horas aparecendo e desaparecendo com intervalo de dias e semanas.

inflamações na boca.  Desinfetar o termômetro com algodão embebido em álcool 70%.5. como: intervenções cirúrgicas na boca.  Após cinco minutos retirar o termômetro.  Colocar o termômetro embaixo da língua do paciente.  Fazer a leitura.  Abaixar a coluna de mercúrio para 35ºC. Pedir para que o paciente comprima o braço de encontro ao corpo.  Limpar o termômetro com algodão embebido em álcool a 70% e guarda-lo junto aos artigos do paciente. 1.2.  Desprezar o algodão sujo. de preferência colocando a mão no ombro oposto. 17 .  Após cinco minutos retirar o termômetro.  Anotar o valor da temperatura.  Fazer a leitura.  Anotar o valor da temperatura. Procedimento:  Verificar se a coluna de mercúrio está abaixo de 35º em caso de termômetros não digitais. firmando o termômetro no canto da boca.  Desprezar o algodão sujo. Oral ou bucal Esta técnica somente é indicada quando os termômetros são individuais e quando não houver contra-indicação. pacientes inconscientes. crianças.  Registrar no prontuário os resultados conforme os horários de rotina.  Pedir para que o paciente cerre os lábios.

Procedimento:  Colocar o paciente na posição de Sims – decúbito lateral esquerdo com perna direita flexionada.  Desprezar o algodão sujo. 18 .  Registrar no prontuário os resultados conforme os horários de rotina.  Introduzir a ponta do termômetro no reto. perineal e inflamações no reto e ânus.  Lubrificar a ponta do termômetro (ex: óleo mineral).sob o queixo e o joelho.  Após cinco minutos retirar o termômetro. caso haja contra indicação nas regiões citadas anteriormente. 1.  Anotar o valor da temperatura.  Lavar o termômetro com água e sabão.5.3.  Passar álcool a 70% e guarda-lo junto aos artigos do paciente.: a temperatura também pode ser verificada na região inguinal.  Fazer a leitura. Usado nos casos de impossibilidade de utilizar a técnica bucal e axilar. Retal É o mais eficiente entre os métodos de verificação de temperatura. O termômetro deve ser de uso individual. Registrar no prontuário os resultados conforme os horários de rotina. Obs. É contra indicado em pacientes que sofreram cirurgia retal.

Alterações na freqüência cardíaca Bradiarritmia .febre. pediosa e tibial posterior. Há fatores que afetam o pulso normal.1. Basta tocar nos pontos anatômicos corretos para verificar o pulso do paciente. inguinal. 2. Pulso O pulso é verificado na artéria radial. Patológicos. cubital. As artérias mais comuns para verificar o pulso são a temporal facial. umeral. poplítea. radial. como.2. Fisiológicos. lipotimia que aumentam ou diminuem a freqüência cardíaca. carótida.2.emoções. temporal e carótida. femural. Taquiarritmia .pulso lento com menos de 60 batimentos por minuto. Tabela de freqüência cardíaca Homem 60 a 70 batimentos por minuto Mulher 65 a 80 batimentos por minuto Criança 120 a 125 batimentos por minuto Lactentes 125 a 130 batimentos por minuto 2. braquial. exercícios físicos.pulso rápido com mais de 120 batimentos por minuto 19 . pediosa.

2. 20 .5. ocorrem as arritmias cardíacas. É caracterizado de acordo com a intensidade das contrações cardíacas. No pulso de tensão baixa a artéria é mole. Volume do pulso O volume do pulso pode variar entre amplo e cheio ou pequeno e vazio. Ritmo cardíaco Ritmo cardíaco é uniforme e com intervalos iguais.  Colocar o dedo indicador e anelar no local e pressionar levemente. Não usar o dedo polegar. deitado ou sentado. se o pulso verificado for radial. fácil de ser comprimida.4. O ritmo do pulso pode ser: Regular – os batimentos cardíacos são uniformes. Quando há alterações.  Comunicar ao enfermeiro ou médico qualquer alteração no ritmo cardíaco. difícil de ser comprimida. Irregular – os batimentos cardíacos não uniformes. 2. Tensão das artérias No pulso de tensão alta a artéria é dura. ritmo e volume de acordo com os horários indicados.3. sem comprimir o local.2.  Apoiar o braço. pois sua pulsação poderá ser confundida com a do paciente. Procedimento:  Manter o paciente em posição confortável.  Contar o número de batimentos do pulso em um minuto.  Anotar a freqüência.

Alteração na freqüência respiratória Taquipneia. Oligopnéia ou hipopnéia – freqüência respiratória lenta e superficial. Polipnéia – freqüência respiratória aumentada e superficial. costal inferior (homem) e abdominal ou diafragmática (criança).3.3.freqüência respiratória rápida e superficial. Espanopnéia – freqüência respiratória lenta e profunda. Hiperpinéia – freqüência respiratória aumentada e profunda. . 3. Bradpnéia – freqüência respiratória lenta e com profundidade normal.2. e a eliminação de gás carbônico. através da expiração que permite a saída do ar contido nos pulmões. A respiração pode ser costal superior (mulher). Tabela de freqüência respiratória Homem 15 a 20 movimentos por minuto Mulher 18 a 20 movimentos por minuto Criança 20 a 25 movimentos por minuto Lactentes 30 a 40 movimentos por minuto 3. pela inspiração que permite a entrada de oxigênio nos pulmões. Respiração É a troca de gazes entre o organismo e o meio ambiente que consiste basicamente na absorção de oxigênio. 3. Ritmo 21 .1.

pois pode causar-lhe ansiedade. chamado eupnéia. Kusmaul – é a respiração profunda e ruidosa.  Anotar o número de movimentos respiratórios por minuto.O ritmo pode ser normal e uniforme.  Observar quando o tórax sobe e desce. depois uma breve e queixosa expiração. como descrito a seguir: Apnéia – parada respiratória. As fases de taquipnéia duram cerca de 30 segundos. Cheyne-stoke – respiração que apresenta períodos de dispnéia. e após uma pausa o ciclo reinicia. ou pode ser anormal.  Ser natural. Pode ser repetida em intervalos regulares e irregulares. seguida de nova pausa. ou os movimentos do abdômen e contar durante um minuto. não deixando que o paciente perceba que sua respiração está sendo contada. Biot – respiração periódica caracterizada pela presença de períodos de apnéia de duração variável de até 30 segundos. Procedimento  Manter o paciente sentado ou deitado no leito. seguida de pausa. nos casos de indivíduos sadios. Os movimentos respiratórios aumentam e diminuem. o que pode alterar a freqüência.  Comunicar ao enfermeiro ou médico qualquer alteração na freqüência e ritmo respiratório. Dispnéia – dificuldade de respirar. O paciente apresenta-se cianótico. com a pele em tom de cinza-azulado que se manifesta inicialmente em torno dos lábios e se estende para as extremidades de mãos e pés. 22 . bradpnéia e apnéia.

do sangue circulante.5 mínima se aproximam) 23 mmHg . hemorragias. arteriosclerose. Patológicos – convulsões. drogas. Os fatores que determinam o grau de tensão sobre os vasos são: Força de contração do músculo cardíaco. Elasticidade Resistência Quantidade Viscosidade Alguns fatores podem modificar a pressão arterial: Fisiológicos – idade.1.4. Pressão arterial Definida como a pressão exercida nas paredes dos vasos sanguíneos pela força de contratibilidade do músculo cardíaco que bombeia o sangue. postura. das paredes arteriais. vascular periférica. aumento da pressão intracraniana. digestão. sanguínea. sexo. Tabela de variação da pressão Pressão arterial normal ou 140 a 110 fisiológica sistólica Pressão arterial normal mmHg ou 90 a 70 fisiológica diastólica Pressão (hipertensão) Pressão (hipotensão) arterial arterial mmHg elevada 150X110 mmHg baixa 100X60 mmHg Pressão convergente (máxima e 120X90. 4.

2.  Desinfetar as olivas do estetoscópio com algodão embebido no álcool antes de colocar nos ouvidos. Ajustar o manguito ao braço acima do cotovelo. 24 . Procedimento:     Orientar o paciente quanto ao procedimento. Perna – artéria pediosa.    Apoiar sempre o braço aproximadamente na altura do coração. Algodão embebido em álcool a 70%. Preparar o aparelho.  Material: Estetoscópio. Esfigmomanômetro. Sentir a pulsação da artéria braquial com as pontas dos dedos na parte anterior da articulação do cotovelo do paciente. deitado em posição confortável ou de acordo com orientação médica. Colocar o paciente sentado.Pressão divergente (máxima e 120X40 mínima se distanciam) mmHg 4. Álcool a 70%. Coxa – artéria poplítea. Locais para a verificação da pressão arterial: Braço – artéria braquial. Testar o aparelho de PA.

a fim de obter os melhores resultados junto ao paciente. Durante a fase de preparo o profissional de enfermagem deve ter muita atenção para evitar erros. INTRODUÇÃO A administração de medicamentos é um processo que envolve uma seqüência de ações a serem desenvolvidas pelo profissional de enfermagem. sem desperdício de recursos. RECOMENDAÇÕES GERAIS: 25 . ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS 1. 1. Desinfetar o diafragma com algodão embebido no álcool antes e após colocar no paciente. verificar os sinais vitais informar o paciente sobre os valores e deixá-lo confortável. assegurando ao máximo que o paciente receba a medicação corretamente.  Comunicar ao enfermeiro ou ao médico qualquer alteração na avaliação fisiológica da pressão arterial.  Abrir lentamente a válvula e observar no manômetro o número correspondente ao primeiro ruído – pressão sistólica máxima. Desprender Anotar Após os valores pressóricos verificados. e o segundo ruído – pressão diástole mínima. verificar novamente. 1.  Nos casos de dúvidas. VII.  Fechar a válvula de ar e insuflá-la rapidamente até que o movimento indique no manômetro 200mmHg aproximadamente. o manguito.  Colocar o diafragma do estetoscópio sobre a artéria braquial do paciente.

em casos de emergência. nome da medicação. Lavar sempre as mãos antes do preparo. evitando atividades paralelas. via de administração e horário. antes de colocar o medicamento no recipiente próprio para administração.  Identificar o medicamento preparado com o nome do paciente.  Preparar o medicamento em ambiente com boa iluminação. todas as medicações usadas devem ser prescritas pelo médico posteriormente. 26 . e antes de administrá-la. sendo.  As medicações devem ser administradas sob prescrição médica. aceitável faze-lo baseado apenas em orientação verbal.  Proteger a seringa ou frasco com medicamento para evitar contaminação. quando a situação estiver sob controle.  Preparar somente quando tiver certeza do medicamento prescrito.  Ler e conferir o rótulo da medicação três vezes – quando pegar o medicamento.  Observar o aspecto e as características da medicação antes de prepará-la. e ao colocar o recipiente na prateleira ou desprezar o invólucro.  Concentrar a atenção no trabalho. distrações e interrupções. que podem aumentar a chance de cometer erros. dosagem e via de administração. administração e logo após o procedimento. número do leito. podendo ser usado o próprio invólucro se não contaminado.  Utilizar bandeja devidamente limpa.  Fazer desinfecção das ampolas e ou dos frascos antes de quebrar e ou aspirar à medicação. Nesse caso.

para lixo infectante. conforme Programa de Gerenciamento de Resíduos da CCIH.  Em caso de recusa do medicamento. 27 . “bolado” à caneta e a justificativa anotada no prontuário do paciente. nunca deixando-a sozinha junto ao paciente.  As luvas de procedimentos e o algodão devem ser desprezados na lixeira com saco branco leitoso. via retal e parenteral.  Utilizar luvas de procedimentos para medicações via sonda gástrica ou nasogástrica. o horário correspondente é circundado.  Devolver no final do plantão os medicamentos não utilizados e em hipótese alguma acumular “sobras”. Deixar o local de preparo de medicação sempre em ordem e limpo. quando o medicamento não foi administrado por algum motivo.  Permanecer junto ao paciente até que tome o medicamento.  Nunca reencapar agulhas ou concitá-las da seringa para desprezar. dentro da enfermaria do paciente.  Antes de administrar o medicamento. Convencionalmente em nosso meio. utilizando álcool a 70% para desinfetar a bancada.  Não se deve nunca esquecer de registrar o medicamento que o paciente tenha recebido (checar a medicação). conferir cuidadosamente a identidade do paciente. o profissional de enfermagem deve relatar imediatamente o fato ao (a) enfermeiro (a) e/ou médico e anotá-la no prontuário.  Manter a bandeja sempre a vista durante a administração.  A administração do medicamento deve ser feita pelo profissional que o preparou.

 Conferir novamente a medicação e prescrição médica verificando data. paciente. 1. via de administração e dose.  Checar na prescrição médica. Cuidados importantes:  Agitar o frasco de medicamento líquido antes de entorná-lo pelo lado oposto ao do rótulo. 28 .  Observar se o paciente ingeriu a medicação. horário e número do leito. que o líquido escorra sobre ele.VIAS DE ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS 2. Medicamento prescrito. tornando difícil a leitura. Procedimento: Conferir a prescrição médica e medicação a ser administrada.  Lavar as mãos.Oral  Material:    01 bandeja. hora.  Perguntar o nome do paciente sem sugestionar.  Lavar as mãos.  Levar a bandeja de medicação junto ao leito do paciente. 2.1. nome da medicação. Identificar os copinhos com o nome do paciente.  Diluir o medicamento se necessário. evitando assim.  Oferecer o medicamento. 01 copinho.1.2.

entre outros. vômitos.  Se houver dificuldade na identificação do medicamento. facilitando desse modo a colocação precisa do medicamento. será possível registrar adequadamente o ocorrido e ou repor a medicação perdida. drágeas ou cápsulas no recipiente sem tocá-las diretamente com a mão. náuseas. não administrá-lo.  Colocar comprimidos.  O frascos multi-doses deverão ser diluídos quando abertos: Frascos multi-doses que ficam “estocados” no posto. controle hídrico. Em casos de aceitação parcial ou perdas acidentais de uma parte deles. Devolva-o à farmácia e solicite outro medicamento com identificação legível. até ser totalmente dissolvido. possibilitando a identificação segura dos medicamentos que efetivamente o paciente recebeu. Se necessário trocar o frasco na farmácia.  Segurar o recipiente graduado (copinho) e vidro ao nível dos olhos para despejar o líquido até a altura correspondente à dose. verificar sempre a data de validade e condições de armazenamento antes de administrálo ao paciente. como sonda nasogástrica. sem mastigá-lo ou engoli-lo. observar a colocação do medicamento sob a língua do paciente e orientá-lo para que deixe ali.  Se um paciente recebe vários medicamentos simultaneamente. 29 .  Observar se o paciente não está com indicação de jejum. a prática mais segura é a de usar recipientes separados.  No caso de administração de medicação sublingual. não se devem oferecer líquidos com a medicação sublingual. além de fatores que influenciam a administração. condições relativas à deglutição.

 01 par de luvas de procedimento.  Formulação líquida – pode ser em grande quantidade.2.  Procedimento:  Explicar ao paciente o procedimento. Geralmente são usadas na lavagem intestinal para a remoção das fezes em caso de fecaloma. a fim de evitar obstrução da mesma. não devendo ser partido.  01 sonda retal. os resultados manifestam-se dentro de 15 a 30 minutos. 30 . Material:  1 frasco de Clister ou Fleet Enema (conforme prescrição médica)  Papel higiênico. denominada lavagem intestinal (de 1000 a 2000ml) ou em pequena quantidade. No uso de medicação via SNE ou SNGLavar( 10 a 20ml de água pela seringa sob pressão) logo após a administração da medicação. Via retal As formulações destinadas para uso retal podem ser sólidas ou líquidas. Quando efetivo. 2.  01 comadre.  Formulações sólidas – denominada supositório – possuem formato e consistência que facilita sua aplicação. mas podem tardar até uma hora. Dissolve-se em contato com a temperatura corporal e é indicado principalmente para a estimulação da peristalse para facilitar a defecação. chamada de clister (150 a 500ml). preparo para procedimentos cirúrgicos ou exames (ex: colonoscopia).

 Colocar biombo.3. Preparar o material. calçar luvas de procedimentos.  Colocar o paciente em posição de Sims.  Fazer a higiene intima.  Retirar o material usado.  Afastar a prega interglútea e instilar o líquido.  Fazer anotação de enfermagem no prontuário. deixando o sistema instalado até o final da solução. quando não há possibilidade de administração por via oral. procedendo a mesma forma de instalação.  Lavar as mãos. deixando o papel higiênico à mão. nos casos de pacientes dependentes.  Colocar o paciente na comadre. para não expor o paciente. 2.  Limpar e organizar o material.  Mornar quando for solução glicerinada ou soro fisiológico. (decúbito lateral esquerdo e perna direita fletida).  Lavar as mãos.Via Parenteral A via parenteral é utilizada quando se deseja uma ação imediata da droga. Observação: No caso de irrigação gota a gota acrescentar um equipo ao material.  Introduzir a sonda retal lubrificada (ex: xilocaína gel ou óleo mineral) no ânus do paciente. ou encaminha-lo ao banheiro. ou quando há interferência na assimilação 31 da droga pelo trato .  Retirar as luvas de procedimentos.

gastrointestinal. A enfermagem utiliza comumente as seguintes formas de administração parenteral: intradérmica, subcutânea, intramuscular e endovenosa.

Observação: Observar recomendações de rotina de controle de infecção decorrente sanguínea de CCIH.

2.3.1.Preparo da Medicação:   Observar o prazo de validade, o aspecto da solução, bem como a integridade do frasco; Certificar que todo o medicamento está contido no corpo da ampola, pois o estreitamento do gargalo faz com que uma parte do medicamento muitas vezes , fique na sua parte superior;     O mesmo cuidado deve ser observado com o pó liofilizado no frasco ampola; Lavar as mãos com água e sabão; Observar a integridade dos invólucros que protegem a seringa e a agulha; Monte a seringa com a agulha respeitando a técnica asséptica; Desinfetar toda a ampola com algodão embebido em álcool a 70% destacando o gargalo, no caso do frasco ampola, levantar a tampa metálica e desinfetar a borracha;   Proteger o gargalo da ampola com algodão na hora de quebrá-lo; Aspirar ao diluente (no caso de frasco ampola) introduzi-lo dentro do frasco e deixe que a força da pressão interna do frasco, desloque o ar para o interior da seringa;  Homogeneizar o diluente com o pó liofilizado sem sacudir;

32

Introduzir o ar da seringa para o interior do frasco. Este procedimento visa aumentar a pressão dentro do frasco, facilitando a retirada do medicamento, visto que os líquidos movem-se de uma área de maior pressão para a de menor pressão;

  

Manter o frasco invertido para baixo, enquanto aspira ao medicamento; Proteger a agulha com o protetor e o êmbolo da seringa com o próprio invólucro; Identificar o material com fita adesiva com o nome do paciente, número do leito, medicamento, horário, dose e via de administração;

2.4..Intradérmica É a introdução do medicamento na derme. É raramente usada para tratamento, porém incide na disseminação de vacinas.

2.4.1 Volumes máximos administrados – 0,1 a 1,0ml.

2.4.2. Locais de aplicação :  Face interna ou ventral do antebraço;  Região escapular (parte superior das costas);  Parte inferior do deltóide direito (exclusivamente para a vacina BCG);

Material:  01 bandeja;  01 seringa de 3ml ou 5ml;  01 agulha para injeção 03X07;
33

 01 bola de algodão;  05ml de álcool;  Luvas de Procedimentos;  Medicamento prescrito;

Procedimento:
Lavar

as mãos; a medicação fazendo a desinfecção da ampola e, após a

Preparar

aspiração do medicamento, colocar o protetor na agulha;
Orientar Calçar

o paciente quanto ao procedimento;

luvas de procedimentos a agulha em ângulo de 15º em relação à superfície da pele;

Posicionar Introduzir Checar

a agulha com o bisel para cima para formar uma pápula;

na prescrição médica;

OBS.: Não fazer a anti-sepsia da região, o que causaria o desenvolvimento de reações falso-positivas em testes de

hipersensibilidade e a redução da atividade das vacinas administradas.

2.5. Via subcutânea É a introdução do medicamento na região subcutânea. É utilizada para drogas que não necessitem de absorção imediata e sim quando se deseja uma absorção continua. Podem ocorrer lesões inflamatórias locais, sendo de grande importância o rodízio da aplicação como um método profilático.

2.5.1. Volume máximo administrável – 3 ml.
34

Regiões supra-escapular e infra-escapular. Região abdominal – hipocôndrios direito e esquerdo. Material: 01 01 01 bandeja. agulha 13X25. após a aspiração do medicamento. seringa de 1ml.2.5. Face lateral externa e frontal das coxas. 35 . Luvas 02 bolas de algodão. anterior e posterior dos braços.Locais de aplicação: Parte superior externa dos braços. Preparar a medicação fazendo a desinfecção da ampola e. colocar o protetor na agulha. de procedimentos.2. prescrito. direita e esquerda. Região intermediária lateral das costas (próxima ao quadril direito e esquerdo). 05ml Medicamento Procedimento: Lavar as mãos. exceto a região periumbilical. Faces externas. Calçar luvas de procedimentos. Regiões glúteas. Orientar o paciente quanto ao procedimento. do álcool a 70%.

Assegure Não hesitar em aplicar a injeção. a privacidade do paciente. Introduzir a agulha com bisel para baixo.6. Checar na prescrição médica. 2. sem expô-lo desnecessariamente. observe a condição do músculo.tendo a desvantagem de ser dolorosa pela introdução da agulha e absorção do medicamento. escolher o local de aplicação. 36 . ventroglútea. Retirar luvas e lavar mãos. 2.6.1.2. O desconforto da aplicação desse medicamento pode ser minimizado com os seguintes cuidados: Manter Ao a técnica asséptica durante todo o procedimento. Checar na prescrição medica. dorsoglútea. Injetar Fazer para auxiliar na absorção da droga.Via intramuscular É aplicada no tecido muscular através da pele.Volume máximo administrável – 3 ml.6. Não friccionar o local após a aplicação. lentamente as soluções.Fazer anti-sepsia da pele de cima para baixo. 2. Posicionar a agulha em ângulo de 90º em relação à superfície da pele. uma pressão no local administrado com a extremidade dos dedos.Locais para aplicação : Regiões Região Região deltoideanas.

Nessas medicações só usar agulhas 30x8.Região anterolateral da coxa (músculo vastolateral).Recomendações importantes: Não administrar medicamentos por via intramuscular na região dorsoglútea em crianças de 0 a 2 anos.6. Escolher a seringa de acordo com o volume a ser injetado.3. Luvas de procedimentos. Rodiziar o local de aplicação. 30X07 ou 30X08. adultos excessivamente magros ou com mais de 60 anos. 05ml do álcool a 70%. administrar diclofenaco de sódio e penicilina benzatina na região deltóide.  Procedimento: Lavar as mãos. 01 agulha 30X06. 37 . Medicamento prescrito. colocar o protetor na agulha.  Material :        01 bandeja. 2. em qualquer idade. 02 bolas de algodão. após a aspiração do medicamento. Preparar a medicação fazendo a desinfecção da ampola e. 01 seringa de 3ml ou 5ml. Priorizar Não a região vastolateral da coxa em crianças menores de 1 ano.

Abscessos. Calçar luvas de procedimentos. Retirar luvas e lavar as mãos. Checar na prescrição médica. As soluções administradas por essa via devem ser cristalinas. podendo ocasionar sérias complicações ao paciente. Via endovenosa: A via endovenosa é usada quando se deseja uma ação rápida do medicamento ou porque outras vias não são propícias. Aspirar antes de injetar o medicamento. verificando se algum vaso foi atingido. considerando-se que a medicação entra direto na corrente sanguínea. 2. Injetar lentamente o líquido. anti-sepsia inadequada no local da punção e material contaminado. Hematoma. Fazer uma leve compressão no local após a administração.administração de medicamentos fora da veia. Introduzir a agulha com bisel para baixo.Orientar o paciente quanto ao procedimento. não oleosas e sem flocos em suspensão. 38 . caso as recomendações preconizadas não sejam observadas. Sua administração deve ser feita com muito cuidado. Alguns acidentes podem acorrer na administração de medicamentos endovenosos: Esclerose da veia – aplicação sucessiva no mesmo local.extravasamento de sangue da veia no espaço intersticial por transfixação da veia. Fazer anti-sepsia da pele de cima para baixo. Posicionar a agulha em ângulo de 90º em relação à superfície da pele.7.

Choque . choque anafilático devido à hipersensibilidade do paciente ao medicamento.Volume máximo administrável – não há limite. mediana e radial). pé (rede do dorso do pé). vertigem.Locais de aplicação:  Região cefálica (crianças). tremores. produzindo reações como febre e alergias.1.  Ulnar  Mão: rede do dorso da mão. vasodilatação geral.passagem do líquido para o tecido subcutâneo. antebraço (intermediária cefálica.longa permanência de dispositivos endovenosos ou drogas irritantes.7.  Região dos membros inferiores: perna (face posterior do joelho). palidez. 2.  Região temporossuperficial e regiões epicranianas.7. Pode se tratar do choque pirogênico que ocorre quando existe pirogênio no medicamento. exceto nos casos em que a patologia contra-indique volumes elevados. safena magna e tibial anterior. agitação. ansiedade. Infiltração. Êmbolos – deslocamento de resíduos de medicamentos mal diluídos ou coágulos de sangue podem agir como êmbolos. cianose.Flebite. pode ocorrer o estado de choque. substância produzida por bactéria.quando se aplica determinado medicamento. Ocorre por deslocamento da agulha ou pela sua penetração na parede do vaso. intermediária basílica. 39 .2. 2.  Região dos membros superiores: braço (cefálica e basílica). ou seja.

 Fazer anti-sepsia da pele de cima para baixo.  Garrotear o braço aproximadamente 10 cm acima da veia escolhida.  30 cm de esparadrapo ou micropore. após a aspiração do medicamento. convém o paciente cerrar o punho durante a inspeção e a punção venosa.  Luvas de Procedimentos.  Inspecionar as condições da veia e selecionar a mais apropriada. 40 .  Orientar o paciente quanto ao procedimento.  Medicamento.  Calçar luvas de procedimentos.  Posicionar o paciente deitado ou sentado.  01 pacote de gaze.  Fixar a veia e fazer a punção. colocar o protetor na agulha. Para facilitar a visualização d veia na mão e braço. acrescentando em caso de grande volume de medicação:  01 bandeja  01 Equipo.  01 cateter intravenoso (abocath ou jelco). Material: Mesmo da injeção intramuscular.Obs: Observar orientações adicionais na Rotina de Prevenção de Infecção de Corrente Sanguínea da CCIH.  Preparar a medicação fazendo a desinfecção da ampola e. Procedimento:  Lavar as mãos.

para ser infundido num 41 .Venóclise: Venóclise é a administração endovenosa de regular quantidade de líquido através de gotejamento controlado.7. facilitando a introdução. paralisia ou membro do mesmo lado em que foi feita uma mastectomia.  Administrar lentamente o medicamento. confortável ao paciente.  Retirar o cateter ou agulha e comprimir o local. Recomendações importantes:  Seguir Rotina de Controle de Infecção para acesso vascular para a manutenção da punção.8.  Não puncionar membros com fístula arterio-venosa para hemodiálise.  Retirar o garrote. 2. Nesses casos. paresia. evitando assim reações adversas.  Evitar “tapinha” sobre o local a ser puncionado.  O seguimento escolhido deve ser mais longo que a agulha. Inserir o cateter ou agulha em um ângulo de 15º a 30º graus mantendo a pele esticada com o bisel voltado para cima.  Checar na prescrição médica. de fácil acesso.  Evitar punção venosa de membros inferiores em pacientes adultos. já que muitos medicamentos podem produzir efeitos indesejáveis de imediato.  O local escolhido deve ser seguro. 2. interrompa a aplicação e comunique o fato o(a) enfermeiro(a) ou médico.  Retirar luvas e lavar as mãos. pois permitem o rompimento da veia no momento da punção.2.

registrando no rótulo: o nome do paciente. início e término. fisiológica 0. É indicada principalmente para repor perdas de líquidos do organismo e administrar medicamentos.  Retirar o dispositivo da punção e providenciar outra via de acesso venoso.  Realizar a punção com técnica asséptica.  Estabelecer a punção venosa em local longe de articulações e de fácil acesso. na presença de sinais de flebite (edema e hiperemia local). a fim de detectar precocemente a infiltração nos tecidos adjacentes. contaminação. prevenindo infecção. mantendo todo o conjunto de punção limpo. 2.9% e ringer simples. a solução a ser injetada. caso houver. os medicamentos e seus complementos do soro. tempo em que a solução deverá ser infundida.  Manter a observação constante no local.  Manter as conexões do sistema bem adaptadas evitando extravasamento de solução. devido a deficiência circulatória. refluxo sanguíneo e entrada de ar. Comunicar o caso o(a) enfermeiro(a).  Não puncionar veias esclerosadas (são veias com paredes espessas e endurecidas).8.1. 42 .período de tempo pré-determinado. Recomendações importantes:  Atentar para a identificação. para facilitar manutenção da via e oferecer conforto ao paciente. As soluções mais utilizadas são a glicosada 5%. data e assinatura. inclusive sua fixação. número de gotas por minuto.

 Orientar aos pacientes que deambulam manterem o frasco elevado para promover gotejamento contínuo.  Evitar excesso de polifix ou tree-wall.  Administração de medicações de horário pela “borrachinha” do equipo: fazer desinfecção do local antes da introdução da agulha. hora e assinatura do profissional responsável. da quantidade de glicose presente na corrente sangüínea.  01 unidade de fita de glicoteste. que não deve ser alterado em casos de atraso.  Aparelho de HGT. Registrar no local da punção data. VIII. coagulação sanguínea e obstrução do cateter. Garantir a infusão do volume e dosagem dentro do tempo estabelecido. Para isto. evitando refluxo.  Material.TÉCNICA PARA MENSURAÇÃO DE GLICEMIA CAPILAR É a verificação. por meio de amostra de sangue capilar. 43 .  Orientar o paciente não abrir ou fechar o gotejamento. deve-se controlar constantemente o gotejamento.  Não injetar medicamentos perfurando o frasco de soro ou deixar agulhar tipo “suspiro” para evitar contaminação do sistema. para evitar a sobrecarga cardíaca.

 Fazer a leitura. Observação: 44 .  Realizar anti-sepsia do dedo com álcool 70%.  Limpar o dedo do paciente.  Lavar as mãos.  Esperar a gota de sangue pingar sobre a fita – não esfregar o dedo na fita .  Organizar o material.  01 pacote de gaze.  Orientar o paciente quanto ao procedimento.  Retirar as luvas. de maneira que a gota de sangue pingue na fita reagente conectada ao aparelho.  Lavar as mãos.  Procedimento:  Preparar o material.  Aguardar por 30 segundos aproximadamente.  Anotar o resultado no prontuário. 01 bola de algodão.  01 unidade de agulha 13x4.  Fazer um pequeno furo com agulha de insulina no dedo.5(agulha de insulina)  Luvas de procedimentos.  Calçar luvas de procedimentos.  Posicionar um dos dedos em que será realizado o teste.  Comprimir o dedo acima do local a ser puncionado.

 O técnico do Banco de Sangue deverá instalar punção venosa exclusiva para administração do sangue ou hemoderivados. comunicar a enfermeira ou medico do paciente e medicar conforme prescrição médica e de acordo com o resultado do HGT.: A instalação e a troca das bolsas de sangue ou hemoderivados é de responsabilidade do Banco de Sangue. evitando a infiltração nos tecidos.  Observar o posicionamento da agulha.  Caso haja Intercorrências durante a transfusão.  Encaminhar o pedido de administração de sangue ou hemoderivados para o setor . solicitar o responsável técnico do banco de sangue e avisar ao médico. IX.  Pacientes com difícil acesso venoso deverão ser avaliados pelo enfermeiro responsável e suspender as medicações. 45 .Qualquer alteração.  Seguir orientações da Rotina de Controle de Infecção de Corrente Sanguínea da CCIH.  Observar anormalidades. não sendo permitido usar a mesma via do soro e medicações. OBS. se for o caso. ADMINISTRAÇÃO DE SANGUE OU HEMODERIVADOS 1 Procedimentos de Enfermagem:  Avisar ao banco de sangue sobre a prescrição e anotar no pedido o horário e o nome do funcionário que o atendeu.  Manter o gotejamento de acordo com a prescrição médica.

2.CONDUTAS  Interromper a transfusão e avisar ao médico.  Evitar esforços desnecessários e lesões corporais.2.  Aliviar a pressão de determinada área (evitar escaras).  Administrar medicamento conforme prescrição.MOVIMENTAÇÃO E TRANSPORTE DE PACIENTE CONCEITO: É mover.  Cefaléia.  Preencher notificação para Corisca.  Vermelhidão e taquicardia.OBJETIVOS:  Proporcionar conforto e segurança ao paciente.SINTOMAS  Calafrios súbitos e febre.  X. 2. 46 .3.  Verificar a temperatura meia hora após o início dos calafrios.  1.Reações Pirogênicas: 2. e levantar ou transportar o paciente para um determinado local através da utilização de movimentos planejados.

O primeiro fator importante ao se mover ou levantar o paciente, é o emprego de uma boa mecânica corporal por parte da enfermagem e de outra pessoa que ajude. Devem-se evitar esforços desnecessários, prevenindo danos para si e para o paciente. Os movimentos devem ser planejados. É bom fazer uma pequena contagem para todos agirem juntos, somando forças, empregando princípios de ergonomia. Por exemplo, contar 1 – 2 – 3 – já!

Procedimentos comuns:  Lavar as mãos antes e após qualquer procedimento;  Calçar luvas de procedimentos;  Orientar o paciente sobre o procedimento;  Registrar no prontuário todos os procedimentos realizados com o paciente;  Deixar a unidade em ordem;

DECÚBITO DORSAL PARA LATERAL DIREITO OU ESQUERDO

1.1.1-DUAS PESSOAS  Procedimento:  Dobrar em leque o sobrelençol até a altura dos pés;  As duas pessoas executantes devem colocar-se à esquerda do paciente;  1ª pessoa: colocar o braço direito sob o ombro do paciente, apoiando a cabeça. Em seguida colocar o braço esquerdo sob a região lombar;

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 2ª pessoa: colocar o braço direito sob a região lombar e o esquerdo sob o terço superior da coxa;  Colocar o braço esquerdo do paciente sobre o tórax, o direito semiflexionado e abduzido sobre o leito e flexionar o joelho esquerdo;  Colocar uma das mãos sobre o quadril do paciente e virá-lo delicadamente para o lado direito;  Colocar um travesseiro apoiando a cabeça, pescoço e ombro, outro amparando as costas e um terceiro entre os membros inferiores;  Colocar o braço esquerdo do paciente de modo que não pressione o tórax;  Cobrir o paciente;  Deixar a unidade em ordem.

OBS: Para as mudanças de decúbito inverso seguir os mesmos passos, mudando o posicionamento dos executantes e do paciente.

1.1.2-DUAS PESSOAS COM LENÇOL  Procedimento:  Dobrar em leque a colcha e o sobre lençol;  Ficar uma pessoa de cada lado do paciente;  Soltar o lençol móvel;  Enrolar as extremidades laterais do lençol bem próximo do paciente;  Executar a técnica da seguinte maneira: ambos seguram o lençol na altura do ombro e do terço superior da coxa;  Colocar o paciente para o lado esquerdo com movimentos

sincronizados;

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 Colocar o braço esquerdo do paciente sobre o tórax, deixando o outro semiflexionado e abduzido sobre o leito e flexionar o joelho esquerdo;  Colocar uma das mãos sobre o ombro e a outra sobre o quadril do paciente e virá-lo delicadamente para o lado direito;  Colocar um travesseiro apoiando a cabeça, pescoço e ombro, outro amparando as costas e outro entre os membros inferiores;  Colocar o braço esquerdo de modo que não pressione o tórax;  Prender o lençol;  Cobrir o paciente.

OBS: Para movimentar o paciente do decúbito dorsal para a lateral esquerda, seguir as mesmas regras, mudando o posicionamento do paciente;

2.MOVIMENTAÇÃO DO PACIENTE PARA A CABECEIRA

2.1- QUANDO O PACIENTE AUXILIA  Procedimento:  Dobrar em leque a colcha e sobre lençol até altura dos pés;  Proteger as grades de cabeceira com travesseiros;  Solicitar ao paciente, que flexione os joelhos, apoiando firmemente as pernas e pés no colchão;  Apoiar o ombro e a coxa do paciente com as mãos;  Orientar o paciente solicitando-o para dar um impulso com os pés no sentido da cabeceira;  Colocar o travesseiro e arrumar a cama;  Cobrir o paciente.
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fechar infusões venosas. Cobrir o paciente e deixar a unidade em ordem.  Desprender as roupas de cama. e SNG. 3.2. Colocar o travesseiro e arrumar a cama.  Enrolar as extremidades laterais do lençol bem próximas ao paciente.2-QUANDO O PACIENTE NÃO AUXILIA (DUAS PESSOAS COM LENÇOL MÓVEL OU LENÇOL)  Procedimento: Dobrar em leque o sobrençol até a altura dos pés. Ficar uma pessoa de cada lado do paciente.TRANSPORTE DO PACIENTE DA CAMA PARA A MACA (QUATRO PESSOAS COM LENÇOL)  Procedimento:  Antes do procedimento. Ambas as pessoas devem segurar o lençol na altura do ombro e na região coxofemoral. exames demorados abrir sonda enquanto aguarda. Soltar o lençol móvel ou lençol. 50 .  Dobrar em leque o lençol e o cobertor até os pés.  Em quatro pessoas.  No caso SVD. Deslocar o paciente para a cabeceira da cama com movimentos sincronizados. devem portar-se duas pessoas á direita e duas pessoas á esquerda do paciente. Enrolar as extremidades laterais do lençol bem próximos do paciente. Proteger as grades da cabeceira com o travesseiro. SNE ou SVD.

. arrumar as roupas e levantar as grades laterais. Deixar travada. sondas. Passar o paciente para a beira da cama com movimentos simultâneos. etc. Utilizar corretamente a mecânica corporal a fim de evitar lesões corporais e desgastes desnecessários.  Afastar a maca da cama. Levantar a cabeceira e sentar o paciente na borda da cama observando sinais de vertigem. etc. Agasalhar o paciente nos dias frios. 51 . 4. próxima do pacientes. Deixar a unidade em ordem. drenos. dietas. 5.  Transportar o paciente da cama para a maca num só movimento.  Deixar o paciente confortável e a unidade em ordem.  Colocar o lençol sobre o paciente.. Puxar a cadeira de rodas pelas costas ao descer a rampa. CUIDADOS IMPORTANTES: Fazer a desinfecção concorrente da maca e da cadeira de rodas após cada transporte. DA CAMA PARA A CADEIRA DE RODAS (DUAS PESSOAS COM LENÇOL)  Procedimento:  Colocar a cadeira de rodas próximas aos pés da cama. palidez. Cuidados com infusões. Enrolar as bordas laterais do lençol próximos do paciente. Transportar com movimentos sincronizados para a cadeira de rodas.  Colocar a maca paralela ao leito.

estado isento de ansiedade. como cotovelos.MÉTODOS PARA PROPORCIONAR CONFORTO FÍSICO.  Realizar exames físicos. joelhos e região occipital).  De acordo com a região a ser examinada.POSIÇÕES DO CORPO FINALIDADES:  Proporcionar conforto. dor ou inquietação. de modo a facilitar a observação ao examinador e manter o conforto e a privacidade do paciente.3. ARGOLAS DE ALGODÃO (diminuir a pressão de regiões com proeminências ósseas. calcâneos. PROMOÇÃO DE CONFORTO E SEGURANÇA DO PACIENTE 1. 1.   ROLO .  Tratamentos e cirurgias. com travesseiro ou cobertor. físico. 52 . 1. a enfermagem deve ajudar o paciente a adotar posições específicas. psicológico.1.2.XI.CONFORTO: Bem-estar físico e mental. 1.TIPOS DE CONFORTO: Espiritual.

 Recomenda-se usar: lençóis, campos, perneiras. E isolar o paciente com biombo se necessário.  O funcionário deverá lavar as mãos antes e pós o procedimento e calçar as luvas de procedimentos.

1.3.1.Decúbito Horizontal- ou decúbito dorsal  O paciente se deita de costas, com as extremidades inferiores em extensão ou ligeiramente flexionadas para permitir o relaxamento dos músculos abdominais.  Sob a cabeça colocam-se travesseiros (1 ou 2)  Os braços cruzam sobre o tórax ou estendidos.  Cobrir o paciente com lençol (solto do colchão).

Procedimento:

 Lavar as mãos;Explicar o procedimento e a finalidade ao paciente;  Colocar a mesa de exame ou o leito na posição horizontal;  Deitar o paciente horizontalmente de costas;  Manter os membros superiores ao longo do corpo em posição anatômica e os inferiores alinhados;  Manter o paciente protegido com o lençol, expondo apenas a área a ser examinada;  Deitar o paciente em posição confortável após exame;  Lavar as mãos;  Proceder às anotações no prontuário.

1.3.2.Posição de fowler.

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O paciente fica semi-sentado, com apoio nos joelhos e nos pés.

Indicada:  Descanso e conforto;  Exames;  Melhorar respiração (paciente cardíacos e pulmonares);  Evitar aspiração em pacientes com dietas por SNG ou SNE.

Existem duas variações da posição de fowler que podem ser classificadas como:

Semi – fowler: é uma elevação da cabeça de aproximadamente 30º, posição confortável para o paciente que deve ficar com a cabeça e o tórax ligeiramente elevados;

Posição usada em caso de pacientes com SNG ou SNE, para prevenir pneumonias aspirativas;

Fowler alta - É a posição totalmente sentada, ou seja, com a cabeceira da cama elevada a um ângulo de 90º.

Procedimento:

 Lavar as mãos;  Explicar ao paciente a finalidade e o procedimento;  Colocar o paciente em decúbito dorsal;  Elevar os pés da cama;  Elevar a cabeça e o tórax do paciente até formar um ângulo de 45º em relação ao nível normal do leito;  Proteger o paciente com lençol expondo a região a ser examinada;  Deitar o paciente em posição confortável após exame ou tratamento;
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 Lavar as mãos;  Fazer anotações no prontuário.

1.3.3.Decúbito Ventral ou Prona Paciente deitado sobre o abdome, com a cabeça voltada para o lado.

Indicação:  Exames da coluna vertebral.  Exames da região cervical.

Para conforto pode ser de: Curta duração: mãos pendentes, cabeça voltada para o lado, sem travesseiros, e os pés sobre a cama. Longa duração: os braços fletidos, voltados para cima ou ao longo do corpo. Os pés elevados com travesseiros, à cabeça para o lado com pequeno travesseiro em baixo.

1.3.4.Decúbito lateral ou SIMS Pode ser “direita” ou “esquerda” conforme deitado sobre o lado direito ou esquerdo.

Indicação: Lavagem intestinal, aplicação de medicamentos por via retal, verificação de temperatura retal e repouso.

Procedimento:

 Colocar biombo;  Lavar as mãos;
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5.3.  Cobrir o paciente com dois lençóis ou campo fenestrado.6.  Calçar as luvas de procedimentos.  Procedimento:  Colocar biombo.  Lavar as mãos. Indicação: exames vaginais e retais.  Flexionar as pernas: a direita em ângulo agudo (perto do paciente) e a esquerda menos flexionada.  Os braços flexionados nos cotovelos. colocar travesseiro pequeno para servir de apoio.  Procedimento:  Colocar biombo. 56 .  Deitar o paciente sobre o lado.  Colocar travesseiro sobre o tórax e cabeça do paciente.  Posicionar o paciente ajoelhado e com o peito apoiado na cama. Calçar as luvas de procedimentos.Ginecológica.Genupeitoral. 1.  Colocar braço esquerdo para trás do corpo e o braço direito em qualquer posição. Indicação: exames ginecológicos.3. 1.

com os ombros e a cabeça ligeiramente elevados As coxas bem afastadas são flexionadas sobre o abdome.3. choque). É considerada uma modificação da ginecológica. 1. com as pernas flexionadas sobre as coxas.Litotômica.  Operação ou exame de períneo.  Calçar as luvas de procedimentos.  Calçar as luvas de procedimentos. a planta dos pés sobre o colchão e os joelhos bem afastados um do outro. Indicação:  Parto.  O Paciente é colocado em decúbito dorsal.7. Lavar as mãos. 1.3.8.  Melhorar retorno venoso (varizes.  Lavar as mãos.Tredelemburg. Indicações:  Facilitar drenagem de secreções brônquicas. 57 . vagina e bexiga. hemorragias.  As nádegas devem ficar um pouco fora do colchão.  Posicionar o paciente deitado de costas. hipotensão.  Procedimento:  Colocar biombo.

para facilitar o procedimento.  Material:  Bandeja contendo:  Bacia.  Proporcionar conforto e bem estar físico e mental. com a cabeça em plano mais baixo que o resto do corpo. XII.  Cuba rim. para descolar o intestino para o abdome. Cirurgia de órgão pélvico. com declive de 30 a 45º.  Limpar e proteger a pele.  Jarro.BANHO DO PACIENTE ACAMADO Conceito É a higiene corporal do paciente acamado. com dependência parcial ou total da enfermagem. 58 .  Sabonete.  Procedimento: Posicionar o Paciente com o corpo inclinado.  Estimular a circulação. Finalidades  Favorecer a manutenção das funções da pele.HIGIENIZAÇÃO DO PACIENTE 1.  Cinco bolas de algodão ou pacotes de gases.

 Limpar a mesa de cabeceira. pijama ou camisola.  Observar as condições do paciente.  Roupa de cama. toalha de rosto e de banho.  Hidratante corporal ou óleo mineral. 59 .  Trazer o hamper.  Balde.  Preparar o ambiente:  Fechar a janela  Proteger o leito com biombo  Desocupar a mesa de cabeceira  Lavar as mãos.  Álcool a 70%.  Papel toalha.  Biombo. o álcool a 70% e o saco de lixo pequeno. se necessário. Par de luvas de procedimento.  Saco plástico pequeno  Uma pinça.  Hamper. os panos de limpeza.  Reunir o material.  Pano de limpeza. iniciando pela parte interna.  Procedimento:  Conversar com o paciente sobre o procedimento.  Pente. a cuba com a solução.  Calçar as luvas de procedimentos.  Comadre forrada.

 Colocar a toalha sobre os membros inferiores e lavá-los separadamente. 60 .  Lavar e pentear os cabelos. deixando os pés por último. iniciando pela parte distal do braço oposto.  Dobrar a roupa e colocar no espaldar da cadeira. encaminhando o material ao expurgo. dando especial atenção à base dos seios e axilas.  Retirar a colcha. iniciando pelo oposto. descobrindo um lado de cada vez.  Virar o paciente em decúbito lateral.  Soltar a roupa do leito. se tiver condições. lavar.  Levar o material para a unidade: colocar a bandeja na mesa de cabeceira. as roupas nos pés do leito e o balde sobre a toalha de papel no chão.  Lavar e enxugar os membros superiores.  Trocar as luvas de procedimentos.  Colocar a toalha de rosto protegendo o tórax e descer o lençol protetor do paciente até a região pubiana. se houverem. a comadre na cadeira. iniciando pela parte mais distal. aos pés do leito. separadamente e enxugar bem. nunca no chão.  Lavar as mãos do paciente na bacia. massagear a região dorsal com a solução indicada (óleo glicerinado ou hidratante corporal).  Lavar e enxaguar o rosto do paciente. a camisola do paciente e travesseiros extras. Passar a bandeja para a mesa de cabeceira.  Trocar a roupa de cama procedendo à limpeza diária.  Desprezar as roupas usadas diretamente no hamper.  Organizar a unidade. enxugar.  Deixar o paciente confortável. iniciando pelo lado oposto.  Lavar os pés na bacia.  Lavar e enxugar o tronco anterior.

 Retirar as luvas. 1. 2.  Organizar e realizar o corte de cabelos. hidratar e massagear estas regiões a fim de evitar úlceras de decúbitos.Observações:  Retirar bem o sabonete da pele a fim de evitar irritação.  Expor o paciente estritamente o necessário.  Evitar cansar o paciente.  Durante o banho observar rigorosamente as condições físicas e mentais do paciente.  Em caso de paciente masculino fazer a barba.1. Cuidar do material. atentando para não deixar a sujidade dos fios de cabelos nos enxovais. bem como qualquer alteração observada na pele do paciente. A 61 . evitando a proliferação de bactérias. quando houver necessidade. Higienização Oral A promoção e manutenção de boas condições de higiene da boca e dos dentes são fundamentais para saúde e conforto do paciente.  Registrar no prontuário o procedimento. É hábito a escovação dos dentes pela manhã. após as refeições e antes de se deitar (no mínimo 4 vezes ao dia).  As unhas devem ser cortadas e limpas sempre que necessário.  Lavar as mãos. registrando-as  Observar as condições da pele e proeminências ósseas. referente à pacientes de longa permanência na unidade.

Toalha de rosto ou papel toalha. Paciente com dieta por SNG ou SNE e TOT necessitam higiene rigorosa. Material  Escova de dentes.  Copo com água . bochechas.  Solução anti-séptica ou solução bicarbonatada.  Conservar a boca livre de resíduos alimentares. pois tem risco aumentado para pneumonia. Finalidades  Evitar mau hálito.  Espátula com gazes ou escova de dente do paciente em bom aspecto. língua e lábios.  Bandeja. das gengivas. 62 .higiene oral compreende: limpeza dos dentes. Observar orientações da Rotina de Prevenção de Pneumonia Hospitalar da CCIH. O paciente que faz uso de prótese dentária (dentadura) também necessita de cuidados de higiene para manter a integridade da mucosa oral e conservar a prótese limpa. Prevenir a cárie dentária.  Cuba rim.  Manter a integridade da mucosa oral Proporcionar conforto e bem estar ao paciente. estomatites e outras infecções.  Creme dental ou solução dentifrícia.

o pessoal da enfermagem deve acompanhá-lo e supervisioná-lo.  Levar a bandeja e colocá-la sobre a mesa de cabeceira. lavar e guardar o material. lipotímia. 3.  Em pacientes totalmente dependentes realizar a higiene oral por ele. não só orientando-o numa boa higienização.  Explicar para o paciente sobre o que vai ser feito.Banho de Aspersão É o banho de chuveiro. Procedimento:  Lavar as mãos. umedecer a escova ou espátula com gazes com água. cansaço.  Colocar cuba-rim sob o queixo do paciente. aproximando a cuba-rim para escoar o líquido da boca.  Lavar as mãos.  Recolher a bandeja. gengivas e língua (usar sonda de guedel se necessário). escovando todos os dentes. colocar o dentifrício e entregá-la.  Fazer anotações no prontuário.  Secar a escova e guardá-la ou desprezar espátula com gazes.  Retirar a cuba-rim e secar os lábios com a toalha.  Oferecer água para bochechar várias vezes.  Sentar o paciente ou colocá-lo em Fowler  Proteger o pescoço e tórax com a toalha. Quando o paciente tem condição de tomar banho de aspersão.  Orientar e auxiliar o paciente sobre a maneira correta de fazer a escovação. 63 . tontura e calafrios. como também identificando anormalidades como dispnéia.

ferimentos e mesmo fraturas de membros. estimulação da circulação.  Colocar uma cadeira para o paciente sentar.  Fechar a porta sem trancar. A pessoa que acompanhar o paciente deve observar as reações que ele pode apresentar durante o banho. fazendo a desinfecção concorrente. promoção do relaxamento muscular.  Procedimento:  Providenciar o material necessário. verificando as condições do banheiro.  Trocar o enxoval do leito do paciente. XIII.  Auxiliar o paciente no que for necessário.  Proteger o paciente após o banho evitando que se resfrie. Roupas e Ambientes” da CCIH. enquanto o paciente está no banho. DRENAGEM TORAXICA 64 . se necessário. aliviando fadiga e cansaço.  Fazer anotações no prontuário das reações apresentadas durante o banho Observações: As técnicas de limpeza e desinfecção concorrente da unidade do paciente estão descritas nas “ Recomendações Básicas para Limpeza Desinfecção e Esterilização de Artigos. favorecimento do bem estar. evitando acontecimentos desagradáveis como quedas.O banho tem várias finalidades como: limpeza da pele.  Lavar as mãos.

O dreno torácico implantado no sistema pleural é capaz de remover qualquer coisa do espaço pleural.  Empiema – presença de secreção purulenta. Utilizado quando há:  Hemotórax – presença de sangue na cavidade. para que não entre ar nos pulmões. Para realização desta drenagem é necessária a implantação de um dreno no tórax do paciente que estará ligado ao sistema de drenagem. a pressão da cavidade torácica é inferior á pressão atmosférica. restringindo a expansão pulmonar e reduzindo a troca gasosa. pus. suco gástrico) formam coleção no espaço interpleural. é uma técnica de evacuação de ar.O mecanismo normal da respiração opera sob o principio da pressão negativa. O ar ou líquido (sangue. Sempre que o tórax é aberto. fazendo com que o ar se desloque para dentro dos pulmões durante a inspiração. Observação: Este procedimento só deve ser realizado no Centro Cirúrgico. Cuidados de Enfermagem:  O dreno poderá ficar fora do selo d´água.  Evitar compressão do tubo e extensão para não impedir a drenagem. líquido seroso. Também conhecido como drenagem em selo d’ água. água ou sangue da cavidade.  Pneumotórax – presença de ar na cavidade. existe uma perda da pressão negativa o que resulta em colabamento do pulmão. ou seja. 65 .

 Se trocar ótimo  Se desprezar. sinais vitais.Adulto: 500 ml . conforme orientações do Manual de Curativo da CCIH.  Observar o selo d´água que deve ser: . cor e odor) e presença de sinais flogísticos e edema subcutâneo ao redor do dreno.  Observar o aspecto da drenagem (volume. mudança na ausculta pulmonar.  Colocar SF 0.  Para transportar o paciente manter o vidro de drenagem abaixo do nível do pulmão.  Durante a troca do vidro trocar o vidro ou desprezar o conteúdo de drenagem pinçar o dreno. respiração rápida e superficial. enxaguar o frasco com SF 0. enfisema subcutâneo. Ordenhar o dreno a cada 24h.Infantil: 250 ml 66 .9% ou água destilada conforme o paciente (adulto ou criança). sintomas de hemorragia.  Incentivar o paciente a inspirar profundamente e a tossir.  Observar a flutuação do nível de líquido.  Colocar rótulo no frasco informando data da troca selo d’agua assinatura de quem realizou o procedimento.  Realizar curativo no local de inserção do dreno uma vez ao dia.  Observar as condições do paciente: cianose. pressão no tórax. pois aumenta a pressão intrapleural favorecendo a drenagem e fazendo o pulmão expandir.9% ou água destilada.

Em alça: realizado em íleo ascendente. 67 .  01 Gaze estéril. Em dupla boca que pode ser: Próximas: Quando realizados em uma única colostomia ( as duas bocas) Afastadas : Quando duas bocas são realizadas em alça terminal em nível de flanco esquerdo. transverso ou descendente. lavar com água e sabão.XIV. Tipos : Terminal : possui somente um estoma realizado em caráter definitivo.  Após avaliação. inexistindo a possibilidade de reconstrução do trânsito intestinal.Limpeza Material  250 ml Soro fisiológico a 0. Definitiva ou permanentes: são realizados após a retirada da parte doente do intestino por amputação completa do órgão. CUIDADOS COM OSTOMIAS CONCEITO Colostomias: São realizadas para promover o restabelecimento ou a cicatrização da parte do intestino afetada pela doença.  01 bolsa para colostomia (se necessário troca). 1.9%. se necessário. ou o seu tratamento. ou impossibilidade de restaurar a evacuação trans-retal.

Cuidados diários com Colostomia: Esvaziar a bolsa (no mínimo uma vez por plantão e sempre que necessário). ou grande demais facilitando o contato da secreção direta com a pele lesando-a. Procedimento:  Limpar a região da colostomia com soro fisiológico a 0. Marcar na bolsa o círculo com um guia de corte.  Retirar o protetor que recobre a face superior da placa. 68 .2. em posição cefalocaudal. do dreno ou da ostomia. solicitando ao paciente que enrijeça a região.  Observar para que o orifício não fique apertado demais garrotando a ostomia. em movimentos circulares. Lavá-la com soro fisiológico a cada vez que se desprezar o conteúdo no vaso sanitário.  Secar a área ao redor com gaze estéril.  Retirar o adesivo.  Exercer uma leve pressão à roda.  Aplicar a placa com o aro sobre a região. a partir da parte inferior da bolsa plástica até que esteja segura.  Adaptar a bolsa plástica à parte inferior do aro na placa. de acordo com o diâmetro da fístula.  Puxar suavemente a bolsa para baixo.  Recortar o orifício marcado. para confirmar se ela se encontra devidamente encaixada. soltando apenas o clamp que a fecha na parte inferior.9%. 1.

 Após o efeito desejado proceder à limpeza ao redor da colostomia e secar a área com gaze. 2. medicamentos e hidratação de pacientes impossibilitados de deglutir. clampeando-a e puxando-a.. cor. observar na prescrição médica qual deles será irrigado. XV.  Retirá-la. Registrar no prontuário: característica do débito de colostomia. etc.  Proceder à limpeza ao redor da colostomia com gaze e soro fisiológico a 0. volume.O clamp poderá ser reutilizado nas trocas do mesmo paciente.9%. infusão de alimentos. Observação: Em caso de dois estomas.Lavagem intestinal pela colostomia  Procedimento:  Lubrificar a sonda.  Introduzir cerca de 15 a 20cm da sonda no estoma a ser irrigado.  Fechar a sonda quando terminar a solução evitando a entrada de ar.  Retirar a bolsa de colostomia e desprezá-la. SONDAGEM NASOGÁSTRICA E a introdução de uma sonda via nasal ou oral no estômago do paciente com a finalidade de drenagem de líquidos. 69 .. Fixar nova bolsa de colostomia com placa protetora.  Deixar a solução correr vagarosamente.  Deixar fluir o material fecal de 15 a 20 minutos. odor.

 Procedimento:  Explicar o procedimento para o paciente.  Medir a sonda da boca ao lobo inferior da orelha e deste até o estômago.  Lubrificar a sonda com xilocaína gel.  01 par de luvas de procedimento.  Proteger o paciente com a toalha.  01 pacote de gaze.  01 equipo para dieta.  Lavar as mãos e calçar as luvas de procedimentos. 70 .  01 seringa de 10 ml ou 20ml.  100 ml de água filtrada.  Xilocaína gel. com a cabeça ligeiramente inclinada para frente.  01 toalha.  Preparar o material.  01 unidade de bolsa coletora descartável ( em caso de drenagem).  01 estetoscópio. OBS: Verificar rotina da CCIH para Prevenção de Pneumonia Hospitalar.  01 unidade de sonda nasogástrica.Material  01 bandeja.  20 cm de esparadrapo.  Colocar o paciente em posição de fowler ou sentado.

 Oferecer água ao paciente se necessário.  Anotar no prontuário tipo e número da sonda. aspecto da drenagem. 71 . pedindo para que o paciente degluta a sonda. e fixar a sonda sobre o material. ou seja.  Manter cabeceira elevada enquanto o paciente estiver sondado. proteger a base até a ponta do nariz com micropore ou outro material adesivo mais suave. para evitar muito atrito e lesões nesta área .  Retirar luvas de procedimentos. Em paciente com terapia nutricional por sonda.  Instalar dieta se for o caso.  Verificar se a sonda está no estômago: aspirar com seringa o conteúdo gástrico. permitindo a infusão de dietas e medicamentos aos pacientes impossibilitados de deglutir. XVI. testar com copo com água observando borbulhas na água e auscultar infusão de ar com seringa de 20 ml colocando o esteto na região gástrica.  Conectar bolsa coletora (em caso de NSG aberta). reações do paciente durante o procedimento.  Organizar o material. preferir sempre as SNE por menor risco de bronco aspiração. para facilitar a introdução da sonda.  Fixar a sonda em “T”.  Lavar as mãos.SONDAGEM NASOENTERAL É a introdução de uma sonda via nasal ou oral que passa pelo estomago e fica introduzida até o duodeno. respirando pela boca. Introduzir pela boca ou narina.

lubrifica-lo com xilocaina gel e introduzi-lo novamente.  Proteger o paciente com a toalha.  Xilocaína gel. Material  01 bandeja. 72 .  01 par de luvas de procedimento.  Lavar as mãos e calçar as luvas de procedimentos.OBS: Verificar rotina da CCIH para Prevenção de Pneumonia Hospitalar.  01 toalha.  Colocar o paciente em posição de fowler ou sentado.  Retirar o fio guia da sonda.  Procedimento:  Explicar o procedimento para o paciente.  100 ml de água filtrada.  Preparar o material. com a cabeça ligeiramente inclinada para frente.  01 unidade de sonda nasoenterica com fio guia.  01 pacote de gaze.  20 cm de esparadrapo.  01 estetoscópio.  01 seringa de 20 ml.  01 equipo para dieta.  Medir a sonda da boca ao lobo inferior da orelha e deste até a região hipogástrica.

 Aguardar 03 horas para infundir a dieta. e fixar a sonda sobre o material.  Lavar as mãos. reações do paciente durante o procedimento. Lubrificar a sonda com xilocaína gel.  Fixar a sonda em “T”. ATENDIMENTO A PARADA CARDIORESPIRATORIA (PCR): Conceito de PCR: É a interrupção súbita e brusca da circulação sistêmica e da respiração.  Fazer Rx confirmatório. injetando ar com a seringa e auscultando com o auxilio de um estetoscópio a região hipogástrica. aspecto da drenagem.  Anotar no prontuário tipo e número da sonda.  Organizar o material. 73 . pedindo que degluta a sonda e respire pela boca.  Retirar o fio guia. XVII.  Introduzir a sonda pela narina com fio guia. ou seja. se o paciente estiver consciente solicitar a sua colaboração. proteger a base até a ponta do nariz com micropore ou outro material adesivo mais suave.  Verificar se a sonda está corretamente posicionada.  Retirar luvas de procedimentos. para evitar muito atrito e lesões nesta área.  Manter a cabeceira sempre elevada do paciente a fim de evitar bronco aspiração.

Medidas iniciais:  Verificar nível de consciência do paciente e confirmar se o paciente está em PCR    Solicitar ajuda. Verificar a respiração ( olhe/ ouça/sinta) Promover abertura das vias aéreas. realizando: 74 .Sinais e sintomas que precedem PCR  Dor torácica  Sudorese  Tontura  Escurecimento visual  Perda de consciência  Alterações neurológicas 2. pois permite iniciar prontamente as manobras de reanimação.A constatação imediata da PCR. Qualquer profissional que constata uma PCR tem por obrigação iniciar as manobras de atendimento e solicitar ajuda 1.Sinais clínicos de PCR  Inconsciência  Ausência de movimentos respiratórios  Ausência de pulsos em grandes artérias ou ausência de sinais de circulação. assim como o reconhecimento da gravidade da situação é de fundamental importância. antes mesmo da chegada de outras pessoas ou equipamentos adequados. 3.

.I.  Solicita serviço de apoio.T. 1 enfermeiro. o Tração anterior da mandíbula. mantém via aérea aberta. avalia via aérea. providencia ventilação com ambu com O2. se necessário. Enfermeira:  Avalia responsividade. e auxilia transferência.o Alinhamento da cabeça com tronco. promover com rotina descrita. aspirar vias aéreas superiores).  Solicita médico. 75 do paciente e solicitar acompanhamento médico do plantonista.  Providencia vaga na U.  Checa pulso e avalia ritmo. MOV (Monitor. o Extensão do pescoço.  Orienta os técnicos de enfermagem na monitorização do paciente e obtenção do acesso venoso. carro de emergência e desfibrilador. Oxigênio e veia).  Auxilia o médico na intubação.  Em caso de óbito. 4.  Posiciona junto à cabeça do paciente (retirando prótese se houver.  A enfermeira deverá acompanhar a transferência  Registra dados do atendimento no prontuário. 2 técnicos de enfermagem. ventilação e transferência do paciente.Técnica para reanimação cardiovascular Equipe 1 médico.   Solicitar carro emergência.

Aspira vias aéreas. proceder com rotina de óbito. 5.     Organiza aparelhagem usada. preencher a declaração de óbito e ou fazer relatório de encaminhamento para SVO.  Intuba o paciente. Paciente grave. se necessário. Requisita medicações e materiais usados.     Se não houver acesso venoso. checa a intubação. Aspira e administra medicações solicitadas pelo médico. Em caso de óbito. fazer a transferência e prescrever as medicações utilizadas. Técnico de enfermagem:  Abaixa a cabeceira posicionando o paciente.  Ocorrendo melhora ou estabilidade do quadro.  Reavalia periodicamente o paciente.COMPOSIÇAO DO CARRINHO DE EMERGÊNCIA PRODUTO 76 QTDE .  Monitoriza com as pás e realiza o choque se indicado.  Solicita verbalmente as medicações a serem administradas. enfermeiro e médico.  Caso evolua para óbito.  Inicia as compressões torácicas. providencia. anotando no prontuário a ocorrência. Repõem carinho de emergência. reanimado deve ser transferido acompanhado pelo maqueiro.Médico:  Reavalia rapidamente paciente.

5 Ambú adulto Eletrodos Fio guia Óculos Látex Umidificador Abocath n 18 Abocath n 20 Abocath n 22 Abocath n 24 Cânulas de guedel Lâmina de bisturi n 11 Fio mononylon 3.0 Laringo com laminas Vidro de aspirador Equipo para bomba Equipo macrogotas Frasco de gel Tábua Bird Conexão do Bird 02 02 01 02 10 02 02 03 02 02 02 02 02 02 02 02 01 02 03 02 01 01 01 02 PRODUTO Polifix SNG n 18 77 QTDE 02 01 .5 Luva estéril n 8.Luva estéril n 7.0 Luva estéril n 8.

Medicações Adrenalina Atropina Bic. De sódio Dormonid (midazolan) Fenergan Diazepan Flebocortid 500 mg Sulfato de mag. Gluconato de cálcio Amiodarona Xilocaína sem vaso 2 % Glicose 50% 20 ml Lasix Dopamina Noradrenalina Fentanil 30 ml Xilocaína gel dobutamina 20 20 10 03 03 02 02 02 02 05 02 05 10 05 02 01 01 02 PRODUTO Soro Ringer 500 ml Soro glicosado 5 % 500 ml SF 0.9 % 500 ml Seringa 20 ml Seringa 10 ml Seringa 5ml Seringa 1 ml Agulha 40x12 Agulha 25x7 78 02 01 02 05 03 03 03 10 05 QTDE .

0 Tubo orotraqueal n 6.  A limpeza geral do carro de urgência deverá ser feita no primeiro dia útil de cada mês.ORIENTAÇÕES GERAIS  O carrinho de emergência deverá ser revisado e completado pelos funcionários da enfermagem da unidade.0 Tubo orotraqueal n 8. 79 .  O carro de urgência deverá ser prioridade. no início de cada plantão e imediatamente após o uso.0 Tubo orotraqueal n 7.5 Sonda uretral n 8 Sonda uretral n 10 Sonda uretral n 12 Sonda uretral n 14 SNG n 18 Luva estéril n 6.5 Tubo orotraqueal n 7.5 Tubo orotraqueal n 8.  Conferir data de validade dos materiais estéreis (realizar troca quando necessário)  Conferir validade dos internos descartáveis (incluindo validade da esterilização)  Após atendimento de paciente em PCR: realizar desinfecção dos equipamentos utilizados com água e sabão e ficção de álcool a 70%.0 05 01 01 01 02 02 01 02 02 04 02 02 01 01 6. portanto ele não poderá falhar no momento da urgência por não ter sido checado com antecedência.Agulha 25x8 Tubo orotraqueal n 6.5 Luva estéril n 7.

Essa via de acesso é viabilizada nos momentos em que o paciente não apresenta mais acesso venoso periférico.  01 lamina de 11 ou 15. nos casos de pacientes que necessitem de um grande volume de soluções injetáveis.  01 polifix (se não houver torneirinha de 3 vias). 80 . desembocando na veia cava superior para infusão de medicamentos e nutrição parenteral.  01 par de luvas estéril.  01 fio de sutura mononylon 3.0 com agulha 2cm cortante. OBS: Verificar orientações de Rotina Prevenção de Infecção de Corrente de Sanguínea Material  01 bandeja de pequena cirurgia.PREPARO DE MATERIAL PARA INTRACATH Para cateterização venosa central utiliza-se um dispositivo venoso profundo que é introduzido pela veia jugular interna ou subclávia.  01 intracath(Kit) para Subclávia nº16x12 adulto.  01 seringa de 20ml.5.  01 agulha 30x7 ou 13x4.XVIII. infusão rápida de drogas ou controle de pressão venosa central.  10 ml de xilocaína a 2% sem vasoconstritor.

9% 250 ml.  50 ml PVPI 10%. gorro. 9. 10.Organizar o material. 12.Aguardar o termino do procedimento (fixação do cateter). álcool 70% ou clorexidina  50 cm de micropore ou esparadrapo.  01 frasco de solução fisiológica 0.Orientar o paciente quanto ao procedimento.Posicionar o paciente no leito em decúbito dorsal-horizontal. lavar as mãos.Oferecer ao médico máscara.9% no equipo e polifix e retirar o ar do sistema.Fazer curativo local. 5. 14.Abrir o soro. conectar a solução fisiológica 0. 2. calçar luvas de procedimento. 7. 6.Abaixar a cabeceira do leito se necessário. 13.Pedir ao paciente que vire a cabeça para o lado para realização da punção.Entregar o equipo ao medico para conexão com cateter. máscara.Tirar as luvas. 15.  01 capote estéril. avental e luvas. 3.Organizar o material. 01 equipo para infusão. 4. conforme manual de curativos da CCIH. 16.Lavar as mãos.Aguardar a punção.  01 campo estéril  Procedimento 1. 81 .Levantar a cabeceira do leito.Oferecer solução anti-séptica.  01 pacote de gaze. 11. 8.

 Promover ambiente limpo e protegido com biombo se necessário.  01 suporte de soro. 82 .  Procedimento:  Organizar o material  Colocar o material à beira do leito do paciente.  Colocar o paciente em decúbito dorsal. Observação Já instalado cateter venoso central.Fazer anotações de enfermagem. 18. reto com cabeceira e pés do leito na mesma direção. Observação:  Preferir salas de procedimentos.  01 régua de medida de PVC. MONTAGEM DE PRESSÃO VENOSA CENTRAL (PVC) Material  01 equipo com fita graduada para PVC.Anotar gastos/ repor o material se necessário.  40 cm de fita adesiva. sem nenhuma inclinação para cima ou para baixo.  01 frasco de soro de 500 ml. XIX.17.

 Fixar o equipo no suporte de modo que a via dupla. (uma via ficará para instalação do soro fisiológico e a outra para a medida). de acordo como determinado pela medida da régua . sendo removido todo o ar. o ponto zero da fita.a tampa da via dupla para medida e aguardar a descida da solução no equipo. para ser conectada ao cateter central. apêndice xifóide.  Fixar a fita graduada no suporte de soro com o zero da medida da linha entre o paciente e o suporte. fique posicionada para cima. Posicionar uma das extremidades da régua de PVC na linha do tórax anterior.  Direcionar a outra extremidade ao suporte de soluções posicionado ao lado.  Marcar no suporte de soro com a fita adesiva o ponto zero para medida de PVC. 83 . e a via única ( mais comprida). com a bolha de ar centralizada.  Circular com uma caneta vermelha. indicando precisão na medida. para destaque. 1.Passos para realizar a medida:  Pinçar a solução do equipo de PVC.  Fechar as vias de infusão de outras soluções.  Abrir o acesso de passagem de solução do equipo de PVC para o paciente. ou na linha axilar media.  Instalar a via única do equipo (a mais comprida) no cateter central do paciente. mantendo-a em linha reta de modo que a ampola com água da régua de PVC se mantenha alinhada.  Retirar todo o ar do equipo de PVC com o soro fisiológico. para baixo. pois ele já estará preenchido com o soro fisiológico.

84 .  Trocar equipo sempre que apresentar sangue em sua parede interna.  Tampar a ponta do equipo usada para a realização da medida. 1. APIRAÇAO ORONASOTRAQUEAL: 1.  Pinçar o equipo.  Máscara.  Gorro e avental. Observar em qual ponto da fita graduada há oscilação da solução. A técnica: Utilizar técnica asséptica na aspiração endotraqueal:  Lavar as mãos com água e sabão antes e após o procedimento. Verificar outras orientações da rotina de prevenção de infecção de corrente sanguínea da CCIH. Material:  Luva estéril. seringa de 20 ml estéril.  Vidro aspirador.  Soro fisiológico 0.  Colocar máscara.  Marcar o ponto de oscilação o qual determina a medida do PVC.9%.  Preencher novamente o equipo de PVC com o soro.  Óculos.1. Datar e assinar o dia da troca.  Valores normais: 7 a 12 cm de água OBS.  Trocar o equipo a cada 24 horas.  Cateter de aspiração estéril com furos (sonda de aspiração ou sonda uretral).  Fechar a via do equipo de PVC para o paciente e abrir a das outras soluções.  Anotar na ficha de controle do paciente.  Borracha látex. XX.

 Calçar luvas.  Aspirar na seguinte seqüência: traqueostomia ou cânula orotraqueal.  Durante a aspiração instilar soro fisiológico em pequena quantidade para facilitar o desprendimento de secreções espessas.  Não introduzir o cateter sem antes dobrar o látex para evitar lesão de mucosa pela sucção.  Pegar o cateter com a mão direita enluvada.  Conectar o látex tendo cuidado para não contaminar a luva e o cateter. O cateter deverá ser desprezado.vem).  Lavar as mãos.  Durante a aspiração realizar movimentos circulares com cateter (nunca em movimentos de vai . no expurgo.  Após o procedimento retirar as luvas. 85 . dentro de um saco coletor estéril. gorro.e .  Se o paciente estiver sob ventilação mecânica.  Retirar a máscara. irrigar ponta do cateter com soro fisiológico mantendo o aspirador ligado fazendo assim a limpeza do látex e também do cateter. nariz e boca.  Após o procedimento.  Deixar o látex devidamente protegido.  Segurar o látex e ligar o aspirador com mão esquerda. mantendo a mão direita sem contaminação. pois é de uso único. óculos e capote. o procedimento deve ser rápido oxigenando o paciente a cada aspiração com O2 a 100% com auxílio de Ambu.  Desprezar a secreção do frasco coletor no final de cada aspiração no vaso sanitário.

86 .S.  Usar um cateter para cada aspiração. Trocar cadarço de fixação da cânula de traqueostomia diariamente.  A cada aspiração.2 Rotina de aspiração:  Aspiração oral – sempre que necessário. Enxaguar o frasco. de acordo com a prescrição da enfermagem..  A traqueostomia deve ser realizada com técnica asséptica. Referindo a esquerda que deverá ficar de luva. O paciente com traqueostomia apresenta um risco de aquisição de Infecção Hospitalar entre 5 a 35% (em média). CUIDADOS COM PACIENTES TRAQUEOSTOMIZADOS:  O paciente com traqueostomia apresenta um risco de aquisição de Infecção Hospitalar entre 5 a 35% (em média). 1.O. Observação:  Quando se refere em manter a mão direita sem contaminação é. trocando as gazes todas as vezes que acumular secreção. ou S.  Aspiração traqueal de 2/2h e S.S.  Trocar o látex e o vidro de aspiração a cada 24 horas. manter a que você tem maior destreza. para sua proteção.O.  Manter a região da traqueostomia sempre limpa. XXI. lavar as mãos e usar luvas estéreis.

Cânula interna (macho):  Lavar as mãos. remover qualquer resíduo de secreção da mesma .  Preparar o material  Desconectar o circuito de umidificação. usando técnica asséptica. 1. Verificar que não tenham permanecido partículas estranhas.  Retirar a cânula da solução. caso o paciente esteja recebendo oxigênio. como linhas de fibra de gazes.  Calçar as luvas. Quando a cânula externa de traqueostomia necessitar ser trocada.  Se necessário trocar o cadarço.  Aspirar a cânula externa enquanto a cânula interna esta em solução. Orientações para a limpeza da cânula: 1. pois a manobra pode desencadear forte acesso de tosse. instilar soro para auxiliar a retirada de resíduos e crostas de sua parede.  Secar com compressa estéril  Fazer a limpeza em volta da cânula com soro fisiológico.1 Material :  Cuba pequena estéril  Soro fisiológico  Gase  Luva estéril A.  Reinserir a endocânula fixando-a no ponto indicado. secando com gaze.  Remover suavemente a cânula.  Realizar aspiração sempre que necessário para evitar obstrução e diminuição da luz na cânula.  Imergir a cânula em solução filológica. deverá ser substituída por outra esterilizada. tendo-se o cuidado de seguir a curva da mesma. Se necessário.  Registrar o procedimento no prontuário. 87 .  Aspirar o paciente pela técnica preconizada. mantendo a cânula fixa.

B. é imprescindível que o supervisor possua capacidade de ouvir. A supervisão é compreendida como um instrumento que contribui para a identificação de problemas. ATRIBUIÇÕES DOS ENFERMEIROS SUPERVISORES  O ENFERMEIRO SUPERVISOR A supervisão de enfermagem é uma das atividades desenvolvidas no cotidiano hospitalar. aconselhamento e motivação. portarias. orientação e treinamento) e de controle (conferencia. XXII. circulares e outras instituições.  Planejar. para realização de diagnósticos e intervenção na realidade. compreender as necessidades dos outros. Cânula externa:  A troca deve ser realizada pelo medico. em presença de secreção ressecada com risco de obstrução da mesma. rotinas. propondo soluções. participar e estimular a equipe a participar de cursos trabalhos e pesquisas realizadas na própria clínica ou em outras instituições. Para que haja efetivo desenvolvimento das pessoas. Observação: Seguir demais orientações quanto a prevenção de pneumonia Hospitalar.  Prever e solicitar materiais necessários para o funcionamento do serviço. Utiliza técnicas psicológicas. e participação para intervenção na realidade).  Determinar a escala diária dos leitos.  Cumprir e fazer cumprir regulamentos da instituição.  Receber o plantão na chefia de enfermagem observando as principais ocorrências e pendências para serem concluídas. seguindo técnica asséptica. sendo orientações. retificação. de ensino (acompanhamento do processo de ensino-aprendizagem. para avaliação dos mesmos. 88 . em geral pelo profissional enfermeiro que responde pela organização técnico-administrativo do trabalho.  Distribuir os funcionários de acordo com a necessidade do serviço. estimulação. bem como instrumentalizar suas próprias ações. priorizando-os.

 Realizar Curativos de grande porte de CDL ou Intracth.  Evoluir pacientes graves.  Avaliar as infusões de medicações em pacientes mais graves e monitorar sua infusão nos casos de quimioterapias e drogas vasoativas.  Passar sonda Nasoenterica.  Prescrever cuidados de enfermagem.  Desobstruir sondas vesicais de demora com irrigação. 89 . além de captar as necessidades de sua equipe de trabalho.  Avaliar os pacientes graves e solicitar a avaliação do plantonista geral quando necessário.  Prestar assistência a Parada Cardiorrespiratória junto com a equipe médica.  Puncionar Port-a-Cath. sendo revisado periodicamente. acompanhar transferência do paciente até a UTI.  Passar Sonda Vesical de Alivio.  Realizar visitas aos pacientes. na ficha de equipe multidisciplinar.  Passar Sonda Vesical de Demora.  Definir tipos de isolamentos.  Encaminhar materiais hospitalares danificados para manutenção. rotinas e procedimentos do seu setor e deixar disponível a toda equipe no local de trabalho.  Elaborar manual de normas.  Passar sonda Nasogástrica.  Verificar prontuários. supervisionar e executar. exames e preparo do paciente para cirurgias e exames.  Puncionar jugular se necessário.  Emitir parecer técnico na compra ou locação de materiais ou equipamentos.  Fazer escala de serviço dos técnicos de enfermagem.  Observar o funcionamento dos equipamentos e materiais existentes na unidade.  Estabelecer sistemas e fazer orientação contínua quanto à prevenção de riscos ocupacionais.  Zelar pela conservação de equipamentos hospitalares. solicitar manutenção quando detectado algum problema.  Encaminhar pacientes graves a UTI. Liderar.  Instalar PVC.

entregar a declaração de óbito.  Avaliar a necessidade de acompanhamento para pacientes e autorizar sua permanência no hospital.  Realizar treinamento periódico dos funcionários sob sua supervisão.  Orientar a mãe sobre o perigo da amamentação cruzada.  Checar o carrinho de emergência e solicitar novos materiais.  Lançar alta por óbito no sistema de imediato no horário correto e encaminhar para setor de internação o memorando comunicando o óbito para ser lançado no sistema na Prefeitura e Convênios.  Receber o familiar no horário de visita orientar e se necessário permitir a entrada de mais de duas pessoas ou o deslocamento do paciente para contato com filhos e netos menores.  Orientar acompanhante quanto às normas do hospital. detectar problemas e oferecer soluções para o bom andamento do serviço. e orientar quanto ao registro do mesmo.  Avaliar o desempenho da equipe.  Realizar eletrocardiograma.  Esclarecer duvida de pacientes sobre cuidados após cirurgias e altas. Implementar programas de educação continua e aperfeiçoamento para os técnicos de enfermagem. esclarecer as duvida dos técnicos de enfermagem.  Entregar o corpo a funerária.  Supervisionar. como parecer psicológicos. quando possível. mamadeiras ou outros alimentos.  Acompanhar e assistir o plantonista nos casos de óbitos.  Avaliar resultados de exames e comunicar o plantonista ou ao médico assistente. parecer da nutrição.  Elaborar projetos científicos. IML ou SVO.  Orientar a mãe quanto à importância de amamentar o recémnascido para não oferecer chupetas. repondo corretamente.  Comunicar parecer médico a outras especialidades.  Providenciar transporte e solicitar o técnico de enfermagem para acompanhar nos exames extras hospitalares. 90 .  Encaminhar o paciente para exames fora quando não são realizados na Instituição.  Avaliar as necessidades do paciente não observada pelo médico e interceder por ele junto à equipe. parecer de serviço social.

físicos e orçamentários necessários ao desenvolvimento das atividades de enfermagem. respeitando os preceitos éticos e legais.  Estabelecimento. Na enfermagem.  Promoção de integração do pessoal de enfermagem e manutenção de estratégias para sua motivação.  Planejamento e desenvolvimento das ações de enfermagem segundo os critérios e as prioridades definidas.  Orientação com avaliação dos funcionários durante a execução das atividades.  Planejamento. procedimentos. como exames não rotineiros.  Atender e anotar as solicitações da Gerência.  Manutenção de um sistema de informações eficientes.  Previsão e provimento de recursos humanos.  Caracterização da clientela atendida. proteção. o elemento supervisor desenvolve junto aos funcionários atividades diversificado como:  Discussão dos valores e objetivos de serviços de enfermagem. Atuar junto aos residentes orientandos e auxiliando nos procedimentos e protocolos. XXIII. ATRIBUIÇÕES IDEAIS DO ENFERMEIRO A enfermagem é uma profissão comprometida com a saúde do ser humano e da coletividade. solicitação de vaga extra-hospitalar e transporte.  Avaliação da qualidade da assistência de enfermagem prestada.  Elaboração. XXIV. execução e avaliação de programas de desenvolvimento de pessoal.  Identificação das necessidades de assistência de enfermagem. ATRIBUIÇÕES DOS TÉCNICOS DE ENFERMAGEM 91 .  Prevenção de situações problemáticas. rotinas e manual dos serviços de enfermagem.  Identificação das necessidades de orientação e treinamento dos funcionários. Atua na promoção. transferência interna e externa de pacientes. utilização e avaliação de métodos de trabalho. implantação e avaliação de normas. materiais. recuperação da saúde e reabilitação das pessoas.

nasoenteral e drenos conforme prescrição medica. etc.  Instalar oxigênio para o paciente conforme prescrição médica..  Comunicar ao banco de sangue as hemotransfusão. com SSVV e intercorrências.  Comunicar com o laboratório exames de rotina e de urgências.  Solicitar coleta de gasometria. TC.  Verificar prescrição médica e buscar os medicamentos na farmácia quantas vezes for necessário. ECG.  Atender a equipe médica quando solicitada. comunicar a chefia caso necessite de manutenção ou substituição. máscaras.  Realizar o relatório de enfermagem completo e coerente com o estado geral do paciente.  Observar e puncionar acesso venoso para administrar soro e medicamentos. 92 . horários de visitas.  Trocar o selo d´agua do dreno tórax.  Preparar e administrar as medicações..  Aferir e anotar SSVV no prontuário e em caso de alteração comunicar a supervisora.. USG.  Entrar em contato com a supervisão em caso de dúvida em relação a medicações. EEG.  Chamar plantonista da Instituição em caso de parada Cardio Respiratória e intercorrências.  Receber o paciente no momento da admissão.  Retirar sonda vesical de demora. álcool. exames e pacientes graves. anotando aspecto e volume.  Medir débito da sonda Vesical de Demora e dreno de tórax. Receber o plantão dos colegas nas enfermarias para estar ciente do estado de cada paciente.  Realizar trocas de leitos encaminhando os pacientes ao banho. orientar quanto as normas do hospital.  Promover organização do posto.  Proporcionar e zelar pelo conforto e organização do posto e das enfermarias deixando ambiente limpo e tranqüilo. levando-o até seu leito e apresentando-o para os demais da enfermarias.  Fazer previsão e requisitar material de consumo dos postos como luvas. ECO. e materiais estéreis. etc.  Receber o material permanente do posto e zelar pelas suas perfeitas condições de uso. nasogástrica.  Realizar enteróclise e pequenos curativos.  Marcar exames como EDA. realizar banho no leito nos mais graves e acamados.

nos casos graves chamar a chefia.  Entregar uma via do papel da alta para a internação lançar no sistema da MV e da Prefeitura e ou Convênios. medicação.  Ouvir o paciente nas solicitações.  Preparar material e auxiliar nos procedimentos médicos e de enfermagem. exames e procedimentos dos pacientes sob seus cuidados.  Perceber complicações em pacientes graves e comunicar a chefia.  Registrar a alta do paciente no prontuário e no livro do posto de enfermagem.  Chamar maqueiro e auxiliar o mesmo em todas as remoções de pacientes.  Comunicar a chefia em casos de exames e pareceres avisados ou não. preparar e encaminhar o paciente no horário correto para exames.  Orientar o paciente na alta hospitalar e comunicar a família.  Ser ético.  Acompanhar o paciente até a portaria com a chegada da família e pegar a assinatura dos responsável no papel da alta. 1. procurando transmitir segurança durante o tratamento. esta unidade possui 13 enfermarias de 02 leitos e 01 enfermaria de 03 leitos. no livro de admissão e na lista de pacientes do posto.  Manter-se informado do quadro clínico. ROTINA OPERACIONAL POSTO 1A – ENFERMARIAS DE CONVÊNIOS E PARTICULAR O Posto I-A ou Enfermarias de Convênios e Particular está localizado no 1º andar desta Instituição e atende a todas as especialidades clínicas e cirúrgicas em sistema de convênios e particular. procedimentos e cirurgias. Fazer admissão no prontuário.  Arquivar a via assinada pela internação no prontuário do paciente.  Orientar. não denegrir sua imagem. XXV. respeitar o paciente e suas limitações. RECURSOS HUMANOS POSTO 1A Equipe composta de: 93 .

urocultura. Eletroencefalograma e Tomografia Computadorizada: Avisar nos respectivos setores assim que solicitados e já agendar data e horário. swab e etc. 2. 94  E INFORMAÇÕES .  Exames de imagem: Ultra-sonografia e Ecocardiograma: Avisar no setor USG quando solicitado o exame e aguardar marcação no período vespertino pela secretária do setor. 08 técnicos de Enfermagem no período noturno. Avisar imediatamente o laboratório quando os exames forem de urgência. escarros. aguardar rotina. fezes. ESTRUTURA FÍSICA DO POSTO 1A 01 Posto de Enfermagem  Uma copa  01 Banheiro para os funcionários 3. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. ESPECIFICAÇÕES NECESSÁRIAS SOBRE O SETOR: Rotina para exames: Devem ser agendados pelo funcionário do setor Tipos:  Exames laboratoriais: Devem ser colocados na caixa de exames do posto de enfermagem. Endoscopia: Avisar na sala de endoscopia no período vespertino e aguardar resposta da secretária do setor. caso não sejam.  04 supervisoras de Enfermagem. Seguir técnica de coleta descrita pelo laboratório para coleta de exames efetuados pela enfermagem: EAS. proteinúria 24h. sendo 03 no plantão diurno e 04 no outro plantão fazendo 12x36hs. Cateterismo Arterial : Atentar para guias autorizadas(se convênio) e avisar funcionário da hemodinâmica. CARACTERÍSTICAS. 04 em cada plantão fazendo 12x36hs. 07 técnicos de Enfermagem no período diurno.

3 leitos / obstetrícia ENF 2A 05 – 2018 A 2020 . Os leitos dispõem-se da seguinte maneira: ENF 2A 01 – 2000 A 2004 – 5 leitos / obstetrícia ENF 2A 02 – 2005 A 2009 – 5 leitos / obstetrícia ENF 2A 03 – 2010 A 2014 . *OBS: Em casos de exames não realizados na instituição o enfermeiro deverá tomar todas as providências relacionadas ao mesmo: agendamento e transporte (para sair da instituição o médico responsável pelo paciente tem que preencher termo de autorização liberando-o sair do hospital e descrever qual tipo de transporte o paciente pode utilizar. preparo se necessário e nome do funcionário que agendou.G enfermeiros). salvo emergências (em pacientes acamados e graves esses exames são feitos no leito.C. sendo 13 de 02 leitos e 01 de 03 leitos.5 leitos / obstetrícia ENF 2A 04 – 2015 A 2017 . ROTINA OPERACIONAL POSTO 2A – OBSTETRÍCIA E BERÇARIO 1. se E. horário. obstetrícia e otorrinolaringologia. RX e Eletrocardiograma: seguem rotina própria dos setores de origem e são recolhidos e encaminhados pelos maqueiros. se o paciente precisar de ambulância o hospital disponibiliza de acordo com a rotina do setor de serviços (via Intranet ) e um técnico de enfermagem tem que acompanhá-lo). CARACTERÍSTICA DA CLÍNICA O posto da obstetrícia e Berçário da Santa Casa de Goiânia localiza-se no 2º andar.3 leitos / ginecologia 95 .Para todos: Anotar no prontuário data. se RX técnico em radiologia. conhecida com Ala Madre Paulina e admite pacientes do SUS. XXVI. O setor dispõe-se de 25 leitos dos quais admitem pacientes cirurgiados da ginecologia. A enfermaria de Convênios e Particulares possui 14 enfermarias.

em caso de cesariana. das unhas. CUIDADOS NO PÓS-OPERATÓRIO (Especifico para pacientes da Ginecologia Obstetrícia)  Orientar o paciente a permanecer em decúbito dorsal. após 06 horas para parto normal e após 24 horas para parto cesariana. 01 em cada plantão fazendo 12x36hs. sem interrupção.4 leitos / ginecologia 2.  Orientar a realização da higiene corporal e íntima. nas primeiras horas após o parto.  Orientar higiene das mamas e mamilos antes e após as mamadas. 96 . usando água morna e sabão. 04 técnicos de Enfermagem no período noturno. incisão cirúrgica e involução uterina.  Observar a micção.ENF 2A 06 – 2021 A 2024 . episiorrafia.  Estar atento com drenos. RECURSOS HUMANOS DA OBSTETRÍCIA POSTO 2A Equipe composta de:  04 técnicos de Enfermagem no período diurno.  Estimular a deambulação precoce. tipos de dieta. RECURSOS HUMANOS DO BERÇÁRIO  02 técnicos de Enfermagem no período diurno.  Observar sangramentos.  02 técnicos de Enfermagem no período noturno. várias vezes ao dia. mantendo-os secos e protegidos. jejum e outros. pois a mãe geralmente está exausta após o parto. 3. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. 02 em cada plantão fazendo 12x36hs. 02 em cada plantão fazendo 12x36hs. pois pode haver retenção urinária. sondas.  Observar aspecto da ferida operatória. após micção e evacuação. 01 em cada plantão fazendo 12x36hs. 4.  04 supervisoras de Enfermagem.  Proporcionar sono e repouso adequado. E trocar os absorventes quantas vezes forem necessário.

lembrando que sua coloração normal é verde-escura e pastosa.  Aferir e anotar temperatura.  Observar atentamente o nível de oxigenação do RN. Verificar demais orientações na Rotina para controle de Infecção em Recém Nascidos: Berçário e Alojamento Conjunto. Orientar a puérpera para que quando as mamas estiverem ingurgitadas fazer aplicações de compressas quentes. durante a manipulação do RN. para evitar riscos de hipotermia e bronco aspiração.  Usar sabonete de glicerina para dar banho no RN e retirar o vermix cavernoso das dobras da pele delicadamente. ALOJAMENTO CONJUNTO Alojamento conjunto é o sistema hospitalar em que o recémnascido sadio permanece com a mãe 24 horas por dia.  Manter Alcool gel glicerinado para anti-sepsia das mãos após lavagem. Seguir orientações da Rotina de Prevenção do Sítio Cirúrgico da CCIH. sabonete individual.  Checar o preenchimento correto dos papéis. e comunicar a supervisora.  Registrar no relatório todas as intercorrências. até a alta 97 . OBS.  Observar aspecto das fezes. RN NO BERÇÁRIO  Devem-se usar luvas de procedimentos nos primeiros 12h e se sangue ou secreção e aventa ( devem ser trocados entre o cuidado de um RN e outro).  Observar eliminação urinaria e anotar seu aspecto.  Usar Máscara desvartáveis. 7.  Anotar corretamente os procedimentos executados e as alterações observadas. se em barra. OBS.  Manter o RN aquecido e em decúbito lateral. quantidade e freqüência. 6.  Lavar as mãos antes e depois de tocar no RN.  Aspirar secreções das vias aéreas superiores se necessário.

incentivando a mãe a participar deste acompanhamento com o objetivo de que ela se sinta capaz de conhecer e avaliar seu filho.  Acompanhar a evolução diária do RN.  Dar oportunidade ao pai participar nos encontros com a mãe nas enfermarias. como troca de roupa.  Curativo do Cordão Umbilical com álcool a 70% descoberto.  Preparar alta da mãe e do RN.  Proporcionar condições para que a mãe possa reconhecer seu filho. fornecendo todas as orientações necessárias. RN EM INCUBADORA O RN poderá ser colocado em berço comum.  Esclarecer cuidados específicos.  Trazer o RN para junto da mãe. e orientar a mãe. Observar rotina para parto na Rotina da CCIH e Rotina para Controle de Infecção em Recém Nascidos. reconhecendo assim. mostrando-se disponível para auxiliá-la na amamentação ou situações que lhe pareçam difícil. também situações que necessitem ajuda de outros profissionais da saúde. ou em uma incubadora.  Registrar nos prontuários da mãe e do RN as condições evidenciadas e condutas tomadas de modo a fornecer informações necessárias para ações de outros profissionais da equipe.  Esclarecer sobre as rotinas gerais da unidade de modo a situá-la melhor no ambiente.  Realizar os primeiros cuidados com o RN. Colocam-se em 98 . de modo que haja integração de suas experiências anteriores e expectativas.  Avaliar as condições físicas e emocionais do RN. OBS. associando sempre estas orientações com hábitos da mãe. deambulações.  Supervisionar os cuidados prestados pela mãe. com dietas. medidas de higiene com o coto umbilical e avaliação de temperatura. Este sistema possibilita à prestação de todos os cuidados assistenciais a mãe e ao filho. dependendo de suas condições. 8.hospitalar. berço aquecido. fornecendo a mãe informações precisas sobre as condições de seu filho no momento de sua admissão na unidade. incentivando o cuidar do filho. higiene. medicações.

 A temperatura ideal da incubadora é de 36 a 37° graus.incubadora os recém-nascidos com problemas respiratórios.  A incubadora deverá ser mantida ligada. hipotérmico.  Abrir as janelas da incubadora somente quando for manusear o RN.  O RN deverá estar despido.  Veja Cuidados com incubadora na Rotina de Prevenção de Infecção em RN da CCIH.  Cuidado ao administrar oxigênio ao RN. mesmo em desuso para receber urgências.  Manter as lâmpadas a 50 cm do RN. o que necessitará atenção constante da equipe de enfermagem para observar suas condições.  Orientar a mãe a lavar as mãos antes de tocar o RN.  Observar atentamente prescrição médica. A fototerapia é usada nos casos de icterícia neonatal. sendo fundamental o uso de fraldas para proteção do períneo e das gônadas. prematuro ou com qualquer outra alteração. devido à ação do calor.  O RN poderá estar em berço ou em incubadora. CUIDADOS COM RN EM FOTOTERAPIA Fototerapia é o tratamento a base de luz visando à retirada da bilirrubina impregnada na pele do RN.  Estar atento a punção venosa pra prevenir flebites. pouco peso. para evitar queimadura.  Manter a higiene rigorosa da incubadora. para o mesmo não resfriar. 99 . para evitar infecção cruzada.  Lavar as mãos e antebraço com água e sabão e álcool a 70% glicerinado toda vez que manusear o RN. observando posição correta do Hood. 9.  Lembrar que o RN não será ouvido quando estiver dentro da incubadora. Cuidados de enfermagem  Controlar o tempo de permanência da lâmpada fluorescente ligado com anotação da data e números de horas/dia.

desinfecção semanal e quando tiver alta com álcool a 70%.e a aplicação das diferentes formas de diálise (peritoneal (CAPD.  A fototerapia pode ser intermediaria ou contínua de acordo com a prescrição medica. pois pode ocorrer desidratação devida a sudorese pela ação do calor. evitando assim lesões graves por ação da luz. Thomé. A IRC é um estado clínico que requer controle dietético rigoroso. 2.  Controlar o estado de hidratação do RN.  Proporcionar mudança de decúbito para que a desempregnação seja uniforme. com diminuição na filtração glomerular. CONCEITO Insuficiência Renal Crônica (IRC) se caracteriza pela a perda progressiva e irreversível da função renal. possibilitaram uma nova alternativa terapêutica a estes pacientes. mesmo que a prescrição médica seja continua. 1994 pg. ROTINA OPERACIONAL POSTO 2B – UNIDADE DE TRANSPLANTE RENAL – UTR.84).  Retirar o RN da fototerapia 15 minutos antes do banho para que seu corpo não sinta diferença de temperatura.científico para equipe de enfermagem. aos hospitais e médicos. melhorando a qualidade no atendimento com o transplantado renal. substancia rica em potássio e líquidos. antes da introdução da diálise. NEFROLOGIA E ORTOPEDIA 1. 100 .  Limpeza freqüente do berço.  Retirada do RN da fototerapia para a amamentação. permitindo uma sobrevida maior. XXVII. OBJETIVO GERAL Esta rotina visa proporcionar conhecimento técnico. delimitando seu espaço à sua região. DPA) e hemodiálise). essa doença era fatal. levando a uremia (Barros.  Controlar rigorosamente a temperatura corporal. Na ausência de material próprio manter os óculos com papel escuro e gazes. Gonçalves. pois pode ocorrer um hiper aquecimento pela ação do calor da lâmpada. porém restritiva ao paciente. Proteção ocular para impedir o ressecamento da córnea. Manfro. com restrições de proteínas.

2003). 4. o transplante renal é o mais efetivo para reabilitação socioeconômica do paciente urêmico (Pereira et al. anúria. 5. oligúria. recuperando a função renal e permitindo a reintegração social total do paciente. A fisiopatologia da IRC o rim quase sempre está atrofiado havendo perda da função filtrativa dos glomérulos causando proteinúria.BREVE HISTÓRICO Dos vários programas substitutivos da função renal no tratamento da insuficiência renal crônica (IRC). Foi estabelecida como terapêutica adequada para a insuficiência renal crônica no início da década de 60. com a introdução do esquema clássico de imunossupressão. 3. 2006). hematúria. para um receptor com a doença renal. TRANSPLANTE RENAL . envolvendo o rim de um doador vivo ou cadáver humano. onde há sua irrigação. ESTRUTURA FÍSICA DA UNIDADE 101 . A urina é drenada para os cálices menores e destes os cálices maiores. que é a associação de azatioprina e prednisona ( Manual Pratico de Diagnóstico e Tratamento – Atualização Terapêutica. penetrando no rim através do hilo renal. visando à substituição do órgão doente. Artéria renal é um ramo da aorta abdominal. ANATOMIA Os rins são órgãos pares situados em cada lado da coluna vertebral. passando pela pelve renal e ureter até a bexiga. são reto peritoneais.O transplante renal é um método terapêutico para o paciente com IRC.

fazendo 12x36hs  04 funcionários no plantão par. cada leito com entrada canalizada de O2. 9.OPERATÓRIOS 102 . CARACTERÍSTICA DA INTERNAÇÃO  Pacientes para transplante renal. RECURSOS HUMANOS DO POSTO 2B Diurno:  04 funcionários no plantão impar.  Complicações de transplante realizados na SCMG. 08 enfermarias com 03 leitos cada sendo o total de 25 leitos.  01 isolamento com 02 leitos que constituem a Unidade Fechada do Transplante Renal. ar comprimido e vácuo. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. CUIDADOS PRÉ.  01 banheiro para funcionários. (UTR)  Cada enfermaria é composta por 01 banheiro.  01 expurgo. fazendo 12x36hs  04 funcionários no plantão par. pacientes com fratura. 6. TIPOS DE PACIENTE  Transplantados  Renal Crônico  Renal Agudo  Ortopédicos Cirúrgicos  Buco-maxilo 8. fazendo 12x36hs Noturno:  04 funcionários no plantão impar.  Falta de imunossupressores.  Pacientes com insuficiência renal aguda e crônica. 7. fazendo 12x36hs  04 supervisoras de Enfermagem.

Averiguar e anotar diurese ( se presente). retirada de esmalte. minimizando ansiedade. oferecendo a roupa do hospital. 14. 11. PA. CME.Encaminhar paciente para hemodiálise um dia antes da cirurgia e solicitar que traga seu capilar para o hospital no final da sessão e o paciente que realizar diálise peritonial.Comunicar os setores da instituição envolvidos no processo do transplante ( banco de sangue.Aguardar chamada do centro cirúrgico. solicitar laboratório para coletar exames e fazer reserva no banco de sangue. preparo da pele (higiene corporal). 12. T. 18. hemodiálise. através de orientações sobre o que vem a ser o transplante renal e a melhora da qualidade de vida. para encaminhar o paciente.Preparar psicologicamente o paciente e sua família. 4-Preparo pré-operatório como: jejum. laboratório). ao qual o paciente será submetido. 7. a avaliação física e continuidade do tratamento.Receber o paciente na unidade do transplante. retirada de prótese dentária.Avaliar presença de infecção.Checar acesso dialítico (se FAV presença de frêmito e CDL se limpo). 6.Assim que paciente internar em seu leito. 9. 10. 5.Comunicar a supervisora qualquer intercorrência e relatar no prontuário.Realizar relatório de encaminhamento ao centro cirúrgico. 103 . 17. 13. juntamente com todos os exames. providenciar local adequado para realizar as trocas. checar a administração dos mesmos e caso ocorra qualquer intercorrências ou falta de medicações ( principalmente imunossupressores e antibióticos). 15. 1. comunicar ao médico nefrologista e à enfermeira responsável do horário.Manter dieta zero de 8 a 12 horas antes da cirurgia. bijuterias.Pesar o paciente.É o preparo bio-psico-sócio-espiritual e emocional do paciente e familiares para enfrentar o trauma anestésico/cirúrgico. 8.Internar paciente se for doador vivo 1 dias antes do transplante para exames complementares e se for doador cadáver aguardar o mesmo chegar. 2. reunir pertences e entregar a família. eliminações. centro cirúrgico.Quando necessário. realizar a medicação já prescrita pelo médico nefrologista. 3. sinais vitais ( P.Encaminhá-lo ao banho.Preparar e aguardar para encaminhar paciente para hemodiálise. 16. R) no prontuário.

visa detectar e intervir precocemente nas possíveis complicações pós-operatórias do Transplante Renal. soroterapia para reposição volêmica e bandeja para sinais vitais).: A monitorização das complicações pós-transplante renal é prioritária e depende de uma grande parcela dos cuidados e observações da enfermagem. com ênfase na monitorização do balanço hidro eletrolítico. a equipe de enfermagem deve ter conhecimento prévio da história do paciente. R) e verificação dos mesmos de hora em hora.Avaliar paciente ao recebê-lo na UTR quanto aos sinais vitais (PA.POI 1. CUIDADOS PÓS. temos que ter uma equipe bem treinada e comprometida com o serviço e com o paciente transplantado renal.Trocar lençóis e roupas do paciente provindo do centro cirúrgico.Instalar oxigênio quando necessário. Portanto. reposição de líquidos. limpeza geral do ambiente.OPERATÓRIOS A avaliação da enfermagem neste período.Conferir e providenciar material necessário para receber o paciente no POI ( preparar cama de operado. Por isso. testar os equipamentos necessários para o recebimento do paciente. 3. Os cuidados pré-operatórios são similares aos realizados com os pacientes cirúrgicos de médio porte.Preparar o ambiente da Unidade Fechada do transplante renal (UTR). medicações utilizadas no ato cirúrgico. 10. 2.Ter conhecimento de como foi o procedimento cirúrgico. alterações na recuperação pós-operatória. 4. OBS. reposição volêmica. conforme prescrição médica. 6. P. Pós Operatório Imediato. controle da dor.Conferir limpeza terminal da unidade e providenciar desinfecção do mobiliário da UTR. aspiração de vias aéreas superiores. 5. manutenção e estímulo da deambulação precoce. 104 . 20. enfocando a ocorrência de complicações no intra-operatório.19.Avaliar estado de hidratação do paciente: condições clínicas. cuidados na prevenção de infecções. O período das primeiras 24h do pós-operatório do transplante renal está associado à instabilidade hemodinâmica e a necessidade de reposição parenteral de grande quantidade de líquidos. montar kit para oxigenoterapia. T.

Avaliar função renal: controle de diurese de hora em hora.Administrar medicação conforme prescrição médica. 19. 14. pulmonares. 22. 105 . sondas.Avaliar Ferida Operatória (FO) com relação a presença de hemorragias e hematomas ( solicitar enfermeira ou equipe médica quanto a qualquer anormalidade). 25. 15.7.Observar acesso venoso. Pós Operatório Mediato.POM 1-Encaminhar paciente ao banho de aspersão após liberação médica. 2-Aferir sinais vitais de 2/2 horas. úlceras de decúbito (dentro da UTR). o mesmo deverá utilizar máscara de proteção. evitando prevenção de complicações vasculares. só a equipe multidisciplinar.Agendar exames. trocando sempre que necessário. utilizando técnica asséptica. 18. 11. evitando infecções. drenos. terá acesso à mesma.Troca do curativo sempre que necessário pela enfermeira responsável. 10.Aferir SSVV de 1/1 hora.Manter curativo oclusivo no 1º PO somente em local do dreno. 20.Realizar banho no leito. conforme prescrição médica. 16. data e horário. incisão cirúrgica aberta (só manter oclusivo quando houver sangramento). 3-Medir diurese de 1/1 hora.Registrar em prontuário todas intercorrências. 23.Medir diurese de 1/1 hora e realizar reposição hídrica.Realizar balanço hídrico rigoroso. conforme prescrição médica. Em caso de incisão cirúrgica manter aberta no 1º PO.Durante o período na UTR (até 5º PO).Cuidados com acessos vasculares (FAV). 4-Realizar curativo se houver dreno manter oclusivo. 8. 17. e o doador (a) quando na sua alta.Observar manutenção e funcionamento da sonda vesical de demora (principalmente obstrução).Estimular deambulação o mais precoce possível (conforme orientação médica). realizando reposição hídrica conforme prescrição médica. 12.Manter paciente em decúbito dorsal. 13.Quando o paciente necessitar de realização de exames ou hemodiálise (fora da UTR). lavando com água e sabão. 24. 9.Manejo do controle da dor. 21. se funcionante.

tosse dificuldade respiratória e diarréia. 7-Estimular a deambulação. 8-Encaminhar paciente para hemodiálise. densidade.ao aparecimento de sinais de infecção: observar condições clínicas do receptor e doador. diarréia. observar presença de rubor. entre outros).5-Administrar medicação imunossupressora de horário conforme prescrição médica. hematúria. viroses. Ver outras Orientações na Rotina de Controle de Infecção de Sítio Cirúrgico da CCIH. vômitos. alterações da defesa imunológica (utilização de imunossupressores. 11. realizar higiene oral adequada e avaliação da cavidade oral (monilíase oral). se necessário. 6-Administrar medicação de urgência. 9-Educar o paciente sobre os cuidados domiciliares. Justificativa do cuidado . técnica cirúrgica). odor. investigar queixas de mal-estar. Devido à terapêutica 106 . etc. avaliar condições das inserções de cateteres e drenos. OBS. OBS. edema. quando necessária com prescrição médica. presença de doenças sistêmicas. COMPLICAÇÕES E CUIDADOS DE ENFERMAGEM 1 – Disfunção Precoce do Enxerto:  Cuidados de Enfermagem – Realizar balanço hídrico rigoroso e avaliar o resultado. calor na ferida operatória. cor. 2 – Infecção: Cuidados de Enfermagem – monitorar a evolução da temperatura.: Os funcionários que trabalham na unidade de Transplante Renal deverão se afastar se apresentarem qualquer reação infecciosa como gripe. presença de sedimentos. enquanto ocorre a regeneração das células tubulares. avaliar a evolução da cicatrização. com enfoque nas alterações de suas características (volume. resfriados. A demora no funcionamento do enxerto é definida como a necessidade de diálise durante os primeiros sete dias após o transplante. realizar controle de diurese. ardência ao urinar.  Justificativa do cuidado – a função renal no período pós-operatório imediato está relacionada com a formação de urina (24-48hs) e normalização da creatinina e uréia sérica.

as mais importantes são: Azatioprina. Nas primeiras semanas em doses mais altas. hematoma ou linfa. densidade. A negligência em tomar estas drogas pode causar rejeição ao rim ou torná-lo doente. a dose irá diminuindo. ao longo do tempo. a febre poderá ser mascarada.  Justificativa do cuidado – a obstrução pode ocorrer devido presença de coágulos e torção das vias urinárias. cor. evitando. portanto a rejeição (o organismo reagirá contra o rim tentando destruí-lo). odor. extravasamentos de urina. principalmente de membros inferiores e peri-incisão cirúrgica. presença de sedimentos. CUIDADOS DE ENFERMAGEM COM AS DROGAS MAIS UTILIZADAS O transplantado renal terá que fazer uso dos medicamentos par toda à vida. depois. Se a obstrução ocorrer. retenção urinária. presença de sedimentos. odor. avaliar presença de edema ou abaulamentos próximos à incisão cirúrgica. densidade. o volume urinário diminui. compressão externa por edema. e o paciente poderá referir desconforto abdominal. Se não fizer uso. Se a obstrução persistir. por este motivo esta não pode ser o único parâmetro de avaliação. Este paciente fará uso de várias medicações. realizar lavagem da sonda conforme orientação médica. hematúria. 107 . monitorar presença de secreção purulenta ou sinais de infecção em incisão . 12. medicamentosa. cor. manter sonda vesical pérvia observar a ocorrência de dobras na extensão. hematúria. avaliar presença de evolução de edema. Prednisona e Ciclosporina. E estas drogas deverão ser ministradas conforme prescrição médica e em horários determinados rigorosamente. 3 – Obstrução do trato-urinário: Cuidados de enfermagem – realizar controle de diurese com enfoque nas alterações de suas características (volume. avaliar a presença de dor na FO. rejeição aguda ou ureter. 4 – Linfocele:  Cuidados de enfermagem – realizar controle de diurese com enfoque nas alterações de suas características (volume. e outros). a bexiga pode tornarse hiperestendida e ocorrer um rompimento da anastomose ureterovesical. entre outros). trações ou obstruções por coágulos. o rim será rejeitado pelo organismo e o paciente retornará à diálise.

108 . com associação de três tipos de medicamentos. 5-Prograf ou Tacrolins – Geralmente a administração é pela manhã. acne. 3-Ciclosporina ou Sadimun – É ingerida 02 vezes ao dia a cada 12 horas. com uma anamnese rigorosa 2. Efeitos Colaterais: Poderá associar. Iniciar antibioticoterapia criteriosamente e horário. conforme prescrição médica. Efeitos Colaterais: Pode causar problemas no fígado (icterícia) e diminuição dos leucócitos. e da quantidade de gordura no rosto e nas costas. Caso suspeita ou comprovação da infecção. 13. podendo levar a hipertensão e desencadear diabetes. Efeitos Colaterais: Aumento do apetite. Realizar admissão do paciente. Avaliar indícios de infecção. encaminhar o paciente para o isolamento. 3.Azatioprina – Geralmente ingerida a noite. As drogas mais utilizadas são: 1-Prednisona ou meticorten – É um corticóide. aumento do colesterol e às vezes desencadeando diabetes.se a hipertensão. aumento das gengivas. administrado pela manhã. 4. 4-Cellcecpt ou Micofenolato de Mofetil – Poderá provocar diarréia ou vômitos e também ocasionar a queda de leucócitos e anemia.se ao aumento de gorduras no sangue ( colesterol e triglicérides).Estas drogas têm doses variadas de acordo com o peso e suas condições clínicas. 2. REINTERNAÇÃO POR INTERCORRÊNCIA Se o paciente necessitar reinternar por alguma complicação ou infecção. crescimento de pêlos. geralmente em cápsula Efeitos Colaterais: Pode associar-se a hipertensão dependendo da dose. 6-Rapamune ou Rapamicina – Pode associar. é necessário uma avaliação minuciosa: 1.

12.) devem ser agendados pela supervisão e quando não realizados na Instituição.. 11.14. material necessário e nome do funcionário que agendou o exame. TC. Polvidine tópico. Procedimentos: 109 . ECO. Xilocaína injetável sem vasoconstricção. caso não seja. 02 agulhas semi-automáticas para biópsia renal. Exames de imagem (USG. Agulha 40/ 12. local e horário da realização do exame. ROTINA PARA ENCAMINHAMENTO DE EXAMES E BIÓPSIA RENAL Rotina para exames Quando exames Laboratoriais: 1. 4. 10. 2. Agulha 25/ 7. encaminhar para o serviço social para ser autorizado junto à diretoria. 9. Avisar imediatamente o laboratório quando o exame for de urgência. Bandeja de pequena cirurgia..) 4. Esparadrapo. 2. Recipiente com formol. 2pacotes de gazes. escarro. 01 pacote de compressa. preparo prescrito pelo médico. 3. 5. Seringa 20 ml. . 13. horário. 8. 7. Quando exame de alto custo encaminhar relatório médico com justificativa para o Serviço Social e aguardar resposta data. 6. 6. Rotina para Biópsia Renal Percutânea Preparar o material necessário: 1. Seguir técnica de coleta descrita pelo laboratório para exames colhidos pela enfermagem (EAS. 5. aguarde sua passagem nos postos. Devem ser colocados na caixa de exames do setor. fezes. 3. Anotar data. Peso (saco de areia). Lâmina de bisturi nº 11 ou 15.

como hemocultura e hemograma. .Deixar preenchido o formulário da sala. . XXVIII. A comunicar se alteração. . CUIDADOS GERAIS PARA PACIENTES DA UNIDADE DE ONCOLOGIA E HEMATOLOGIA 1. 1. . . .Encaminhar material ao laboratório de anatomia patológica. . Alguns fatores 110 .Após o término arrumar o quarto.Orientar o paciente quanto ao repouso absoluto por 4 horas e manutenção do peso sobre o local da punção. . Os clientes ao serem admitidos na unidade deverão ser verificados os sinais vitais e observados a solicitação de exames. . ..Anotar e comunicar intercorrências.Observar aspecto da diurese. Dispõem de equipe qualificada sendo uma enfermeira especialista em oncologia e técnicos em enfermagem capacitados para manipulação e administração de fármacos. quantidade e anota. para clientes da oncologia e hematologia.Recolher material utilizado.Transportar o paciente para o leito em maca.Promover a desinfecção do leito para biópsia e arrumá-lo.1. após verificar de 30 em 30 minutos até completar 4 horas. ROTINA OPERACIONAL POSTO 2C – UNIDADE DE HEMATOLOGIA/ONCOLOGIA A Santa Casa de Misericórdia de Goiânia oferece assistência humanizada a clientes que necessitam de tratamento oncológico e hematológico. .la.Aferir SSVV de 15 em 15 minutos na 1ª hora. sendo seis enfermarias com três leitos e um isolamento. Na instituição são destinados dezenove leitos. TOXICIDADE GASTRINTESTINAL Os efeitos colaterais mais comumente encontrados na maioria dos pacientes sob quimioterapia são as náuseas e os vômitos. aferir P.Auxiliar médico assistente durante o procedimento. sendo que a enfermagem deverá solicitar o serviço do laboratório para realização do mesmo.Preparar o paciente.

1. ulceração. em decorrência da alteração do paladar. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM     Inspecionar cavidade oral. hemorragia e infecção secundária. MUCOSITE (ESTOMATITE) É o termo genérico usado para designar a inflamação da mucosa. tontura. 1. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM 111 .1SINAIS CLÍNICOS DA MUCOSITE Hiperemia. sudorese. taquicardia. sialorréia. dor na região da garganta e epigástrio. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM  Administrar o antieméticos antes das refeições.2. 1. sensação de fraqueza. condimentos. 1. 1. Orientar a escovação dos dentes com escova macia. edema.2.3. 1. 1. manteiga de cacau).2.2. a via de administração .influem na ocorrência de náuseas e vômitos. SINAIS CLÍNICOS  Palidez cutânea. a dose . ANOREXIA É a perda do apetite ocorrendo principalmente em pacientes em usos de quimioterapia.3. a velocidade de aplicação e a combinação dos fármacos. salivação excessiva.9%). Aplicar lubrificante labial (ex. Bochechos com solução salina (SF 0. dor.1.  Estimular a ingestão de pequenas porções de alimentos a intervalos menores.  Encorajar o paciente a evitar gorduras.1. perspiração.2. 1. Estomatite refere-se especificamente a mucosa oral. alimentos muitos salgados ou com odores fortes.1.

1.4. Orientar o paciente sobre a importância de a ingestão alimentar mesmo durante o quadro de inapetência.1. principalmente dos quimioterápicos do grupo dos alcalóides da vinca. vômitos e desequilíbrio eletrolítico.5. 1. OBSTIPAÇÃO A obstipação consiste na dificuldade e diminuição da evacuação. Acontece em decorrência da neuro toxicidade. A não correção do estado obstipativo pode levar a náuseas.  Hidratação adequada.  Avaliar ruídos hidroaéreos. alimentação por sonda. 1. 1.  Promover o contado com o serviço de nutrição sempre que necessário.  Informar ao médico sobre a evolução da obstipação. acompanhada ou não de cólicas abdominais.  Estimular a ingestão de alimentos ricos em proteínas e calorias.1. pelo intestino.  Avaliar turgor cutâneo e umidade das mucosas.5. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM  Avaliar o padrão intestinal habitual do paciente  Pesar em intervalos regulares  Orientar quanto à importância da manutenção da ingestão hídrica adequada. DIARRÉIA Definida como liberação anormal e freqüente de matéria fecal.  Instruir o paciente da importância da ingestão de fibras. nutrição parenteral.  Casos mais graves devem ser avaliados quanto à necessidade de medidas alternativas. mais ou menos liquida. como o uso de suplementos nutritivos que ofereçam complementação dietética de grande valor. 112 .4. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM  Questionar ao paciente sobre sua função intestinal.

neurorretinite óptica.  Aracnóide e irritação meninge: náuseas. Orientar na pratica de exercícios físicos diários e da deambulação. febre.6.  Neuropatia craniana: toxicidade. formigamento e dormência mialgias. 1. 1. SINAIS E SINTOMAS Exantema cutâneo maculopapular.  Instituir medidas preventivas contra a obstipação.  Neuropatia periférica: Parestesias em mãos e pés. depressão e sonolência.  Alertar sobe o perigo da obstipação. TIPOS DE ALTERAÇÃO Alterações mentais confusão.7. paralisias e encefalopatia.7.  Ataxia cerebral: dismetria.6. NEUROTOXICIDADE Alguns fármacos quimioterápicos apresentam uma maior incidência no que se refere aos sintomas provocados no SNC.  Informa sobre a transitoriedade da obstipação. sensações de queimação. 113 . 1. 1. obstipação. tosse dispnéia. ataxia.6. vômitos. cefaléia. bronco-espasmo. fala pastosa. edema periorbitário. perda do paladar. vômitos. prurido. REAÇÕES ALÉRGICAS E ANAFILAXIA É um tipo de reação orgânica imunológica e passageira que se caracteriza por contração da musculatura lisa e vaso dilatação periférica devido à liberação de substancias farmacologicamente ativas iniciadas pela ligação do antígeno ao anticorpo. cólica abdominal e impotência. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM  Orientar o paciente e familiar para ficarem atentos quanto aos sinais e sintomas da neuro toxicidade para pacientes internados. nistagmo e vertigem. fraqueza muscular. sudorese.1.2. rigidez da nuca. urticária e hipotensão.1. 1. tontura e raramente. dormência nas extremidades dos membros superiores e inferiores.

INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM  Manter em mãos agentes farmacológicos e equipamentos de emergências.  Monitorar sinais vitais e cada 5 minutos.1. principalmente quando o paciente apresentar cianose.  Ajudar o paciente a controlar a ansiedade. desconforto respiratório e edema.  Manter a via venosa com SG 0.  Administrar oxigênio 02 l/m por cateter nasal ou máscara aos dispnéicos. descoloração venosa e necrose tecidual pos-extravasamento.1.3. dor. 2.  Interromper imediatamente a infusão.  Realizar a técnica de reanimação cardiopulmonar. Extravasamento – é o escape ou infiltração de drogas do vaso sanguíneo para os tecidos vizinhos.9% ou SG 5%.  Alerta especial quando da administração do medicamento ao primeiro indicio de reação.  Aumentar o fluxo de soro.2. principalmente em casos de hipotensão.7. 114 . 1.1.  Manter acesso venoso permeável. eritema.  Proceder a atendimento de emergência conforme critérios médicos. urticária. Já a toxicidade sistêmica inclui os seguintes sinais e sintomas: alopecia. DEFINIÇÕES 2. foto sensibilidade.  Obter sinais vitais pré-quimioterapia. TOXICIDADE DERMATOLÓGICA DAS DROGAS Toxicidade local ocorre quando a droga atinge os tecidos vizinhos ao local primário da inoculação da mesma e apresenta sinais e sintomas variados: flebites.1. urticária. CUIDADOS DE ENFERMAGEM IMEDIATOS DURANTE A REAÇÃO ALÉRGICA  Comunicar o médico imediatamente.7. hiperpigmentação e outras. 2.

2. Inicialmente o agente tóxico causa dor durante o extravasamento e após 7 a 10 dias aprecem eritemas.  Localização inadequada da punção. 2.2. calor. dor.1. Pode haver dor e queimação sem necrose tecidual ou formação de vesículas.3. Pode estar presente sinal de inflamação (dor. As reações imediatas de extravasamento são: queimação.1.2. FATORES DE RISCO QUE CONTRIBUEM PARA O EXTRAVASAMENTO DE QUIMIOTERÁPICOS  Pacientes com enfermidades vasculares periféricas. diabetes.  Pacientes com infusão contínua durante longo período de tempo.  Administração dos quimioterápicos por pessoa sem o devido treinamento. PREVENÇÃO DO EXTRAVASAMENTO 115 .2.  Pacientes idosos devido à maior fragilidade capilar. Os sintomas são: prurido em ausência de dor e dificuldade do retorno venoso.2. Drogas vesicantes – são aquelas que causam irritação severa com formação de vesículas e destruição tecidual quando infiltrados fora do vaso sanguíneo.2.  Escolha de equipo ou scalps inadequados.2.1. CARACTERÍSTICA DA LESÃO TECIDUAL O tempo de duração de lesão tecidual depois do extravasamento de medicamento é variável. 2. podendo necrosar o tecido e comprometer tendões e articulações.  Pacientes que estão incapacitados de se comunicar sobre as sensações de dor que ocorrem durante o extravasamento. Drogas irritantes – são aquelas que causam reação cutânea menos intensa quando extravasadas.  Pacientes que tenham recebido radioterapia na área da punção. Com drogas vesicantes a lesão geralmente aparece gradualmente. seguidos por uma ulceração progressiva. A ulceração pode aumentar por 02 ou 03 meses. desconforto e eritema. rubor e edema) e não há dificuldade de retorno venoso. calor. síndrome de Reynaud. 2.

 Puncionar com cuidado a veia escolhida. correspondentes a mastoidectomia. 3 .Administrar inicialmente apenas o soro fisiológico. de preferência com scalp.  Certifica-se do posicionamento correto do scalp ou Jelco antes de administrar o quimioterápico por meio das seguintes manobras. vesicantes antes dos não-vesicantes. Solicitar ao paciente a manutenção da mão ou do membro imóvel durante a aplicação do fármaco. Evitar jelco porque pode retardar a percepção de pequenos extravasamentos. menos tortuosa.  A fossa ante cubital deve ser evitada ao máximo. pois a veia esta mais estável e menos irritada no inicio do tratamento e. nervos. menos susceptível a lesões.  Escolher a via que ofereça à melhor proteção as articulações tendões e nervos. mesmo que apresentem bom retorno venoso. que cause o menor prejuízo anatômico e funcional e que ofereça melhores condições cirúrgicas caso ocorra extravasamento.Testar o retorno venoso. e agulha comum. dor. assegurando a imobilização da agulha dentro do vaso e o reconhecimento imediato de reações locais de infiltração do fármaco. com distúrbios motores ou sensoriais e excessivamente puncionados. Não administrar fármaco vesicante em infusão continua prolongado através de veia periférica puncionada com scalp ou jelco. com lesão ou metástases. ruptura e espasmo. 116 . apesar de ter as veias mais calibrosas e acessíveis. imobilidade) freqüentemente irreparável. submetidos a cirurgia. por ser difícil mobilização e fixação. ocasionando prejuízo funcional do membro (contratura. são mais adequadas às veias do antebraço. 2 . por serem mais calibrosas. queimação e aguilhadas são os sintomas de extravasamento.  Em geral recomenda-se a aplicação dos quimioterápicos. de difícil correção. Neste sentido. submetidos à irradiação. edemaciados.Observar as queixas do paciente. acarretam comprometimento articular.  Fixar o scalp com adesivo transparente. moveis e distantes de articulações. Pois no local existem estruturas importantes (artérias. 4. tendões) que quando lesados.  Evitar o uso de veias puncionadas há mais de 24 horas. 1.Observar queixa do edema e hiperemia que indiquem aos sinais de extravasamento.  Evitar punção de membros inferiores. portanto.

000/mm podem receber a dose total prevista. MEDIDAS DE ENFERMAGEM IMEDIATAS EM EXTRAVASAMENTOS  Parar imediatamente a infusão e manter a agulha no local. conforme recomendado. A neutropenia é caracterizada por valores de 117 . Paciente com contagem maior ou igual a 4. 3.  Notificar o médico do paciente e registrar a ocorrência em prontuário ou outro impresso específico.  Após aplicação do fármaco. mas sempre. tipo de agulha e calibre. fármaco administrado e seqüência.  Conectar uma seringa ao scalp para aspirar a medicação residual existente. deve ser feita em push (em bolus) (administram-se dois ml e esperam-se 15 segundos e assim sucessivamente).  Evitar exercer pressão sobre o local do acidente.000/mm até menor ou igual a 2. 2. especialmente ao tratar-se de fármaco vesicante. queimação.  Aplicar o antídoto ou compressas frias e/ou quentes. como dor.  Instruir o paciente para relatar imediatamente qualquer anormalidade. A técnica mais adequada consiste na menos irritante ao endotélio venoso.2. tratamento realizado e assinatura do enfermeiro responsável. formigamento. Sempre que possível. especialmente dos vesicantes.  Remover o scalp e elevar o membro acima do nível do coração. prurido ou agulhada.3. sendo importante registrar data e hora. sinais e sintomas apresentados. NEUTROPENIA Pacientes que recebem quimioterapia devem ser cuidadosamente monitorados para determinar a ocorrência e a duração da mielossupressão. concomitante a infusão do soro de manutenção.  O retorno venoso deve ser checado pelo menos a cada 2 ml de fármaco administrado. lavar a veia com pelo menos 20 ml de soro ou água destilada antes de retirar o scalp. O uso do antídoto deve ser prescrito pelo medico assistente e autorizado por protocolo definido pela Instituição. local.  Manter a área puncionada sob observação constante durante o período de infusão do antineoplásico. a infusão dos quimioterápicos. quantidade extravasada.

fazendo 12x36hs Noturno:  03 funcionários no plantão impar. Nesses casos. banheiro com uso exclusivo dos funcionários. 01 expurgo. Cada enfermaria é composta por 01 banheiro. fazendo 12x36hs  03 funcionários no plantão par. ESTRUTURA FÍSICA DO POSTO 2-D       A pediatria está localizada no 2º andar. fazendo 12x36hs  04 supervisoras de Enfermagem. o que dependerá do quadro clinico do paciente. respectivamente.500/mm. Conforme idade da criança é colocada em berços ou camas.neutrófilos inferiores a 1. possui também uma sala para preparo de medicação. 118 . com material de emergência. podendo sofrer ajustes ou mesmo suspensão. Valores menores ou iguais a 1. 4. a dose deve ser revista pelo medico antes de ser liberada. cada leito com entrada canalizada de O2. XXIX. fazendo 12x36hs  03 funcionários no plantão par. ROTINA OPERACIONAL POSTO 2D – PEDIATRIA 1. três são destinadas para tratamento clínico. RECURSOS HUMANOS DO POSTO 2C Diurno:  03 funcionários no plantão impar. A ocorrência de febre na vigência de neutropenia carcteriza uma emergência oncologica. 01 banheiro para funcionários. Das quatros enfermarias. armário com chave para guardar medicamentos. sendo composta por: 04 enfermarias com 05 leitos cada sendo o total de 20 leitos. ar comprimido e vácuo.00/mm e 500 /mm definem neutropenia moderada e severa.  A clínica também possui uma sala com maca para procedimento (punção venosa). 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. uma para tratamento cirúrgico.

 Observar a pele do bebê. fazendo 12x36hs. 2. fazendo 12x36hs.  Auxiliar a mãe conforme necessidade.  02 funcionários no plantão par.  02 funcionários no plantão par. 119 . soros e cobertores. fazendo 12x36hs.  Oferecer roupa limpa. HIGIENIZAÇÃO  Oferecer bacia estéril quando for RN até 06 meses.  Realizar a troca de lençol do leito. 01 televisão com vídeo cassete. nariz e ouvido. fazendo 12x36hs.  Observar coto umbilical.  Orientar a mãe quanto à higienização genitália. existem mesas infantis com cadeiras para as crianças. 3. RECURSOS HUMANOS DO POSTO 2D Diurno:  02 funcionários no plantão impar.  04 supervisoras de Enfermagem. e um armário para guarda dos brinquedos.  Encaminhar para higienização corporal no chuveiro quando a criança tiver acima de 1 ano. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs.pia com bancada e um armário para guardar roupas.  Oferecer e orientar quanto ao uso do sabonete neutro. 01 bebedouro.  No espaço comum do posto. Noturno:  02 funcionários no plantão impar. proceder ao curativo com álcool a 70% conforme recomendado.

 Solicitar que mãe ou acompanhante realize os banhos das crianças abaixo de 01 ano com observação da enfermagem.  Identificar o material coletado com o nome do paciente e registro.  Encaminhar o material junto com o pedido do exame para o laboratório.  Oferecer recipientes para coleta de exames de fezes e urina.  Incentivar a alimentação quando estiver inapetente.  Auxiliar laboratório na coleta de sangue levando a criança e a mãe para a sala de procedimentos.  Aos lactentes serão oferecidas mamadeiras conforme prescrição.  Incentivar aleitamento materno de acordo com a idade da criança. PREPARO PARA EXAMES  Orientar a mãe quanto á necessidade do jejum para exames.  Observar a aceitação das dietas.  Oferecer a máscara e aerosol com a medicação para a mãe. 120 .  Auxiliar a mãe na alimentação conforme necessidade. 6. ALIMENTAÇÃO  A alimentação será fornecida pelo serviço de nutrição para criança e a mãe ou acompanhante.  Orientar o paciente e a mãe quanto ao procedimento e ajustar a máscara nas vias aéreas superiores. 4. 5. NEBULIZAÇÃO  Preparar a medicação conforme prescrição.

 Administrar medicação conforme prescrição.  Aguardar o tempo da nebulização.CIRURGIAS UROLÓGICAS  Observar curativos e proceder à troca conforme necessidade e prescrição médica.  Anotar diurese conforme prescrição.  Orientar a mãe quanto à importância do repouso e continuidade de jejum. observando cor. Seguir rotina conforme Manual do Curativo 7.  Abrir sondas e drenos se houver. 121 .  Abrir venóclise e controlar o gotejamento.  Orientar a criança e a mãe quanto à importância da deambulação e repouso.  Observar drenagem de curativos. Ligar o ar comprimido. CUIDADOS PARA PACIENTES CIRÚRGICO  Receber a criança e passá-la da maca para o leito. POI . Seguir rotina conforme Manual do Curativo  Observar cor e aspecto da diurese. aspecto e odor.  Realizar troca de curativos conforme necessidade e se houver prescrição.  Retirar o material da unidade.  Manter o leito limpo e seco. 7.  Observar nível de consciência da criança. na bolsa coletora.  Encaminhar material para o CME para limpeza e desinfecção.1.  Posicioná-la no leito conforme cirurgia.

POI.O.  Orientar a mãe quanto à necessidade da sonda vesical de demora. Manter talas de gesso em posição anatômica de acordo com prescrição médica.4.    Orientar o paciente para não fletir o membro do procedimento. Observar eliminações fisiológicas e anotar. P.2. Realizar troca de curativo conforme prescrição. Observar local do curativo.CIRURGIAS DA OTORRINO      Receber a criança posicioná-la no leito de acordo com a cirurgia. Seguir rotina conforme Manual do Curativo.3. POI . 7. Manter repouso no leito até 1º P. 7. Apalpar artéria pediosa.  Administrar medicação conforme prescrição para dor.CIRURGIAS ORTOPÉDICAS   Manter criança de repouso conforme prescrição. Aferir sinais vitais e anotar no prontuário.ABLAÇÃO  Receber o paciente. e observar cianose de extremidades. passando-o da maca para leito em decúbito dorsal.    Manter o leito limpo e seco. 7. 122 .O. Aferir sinais vitais e anotar no prontuário. náuseas e vômitos e registrar em prontuário. Realizar troca de curativo conforme prescrição. Administrar medicação conforme prescrição.I.

Realizar troca de curativo conforme prescrição. CARACTERISTICA DA CLÍNICA No posto de enfermagem e realizado o preparo dos medicamentos e a guarda dos materiais como bandejas. As roupas sujas 123 . estudo eletrofisiológico. enxovais e pijamas para os pacientes. desfibrilador. etc. 08 leitos masculinos. Revisar o curativo compressivo. látex. impressos e a guarda de papeletas de alta hospitalar. ESTRUTURA FÍSICA O posto da cardiologia está situado no 2º piso. é reservado para prescrição médica com balcão formicado e mesa de granito. sendo que 16 leitos são destinados a pacientes cirúrgicos. Administrar medicação conforme prescrição.      Manter a criança de repouso conforme prescrição. compadres. Administrar com rigor anticoagulante conforme prescrição médica. possui 37 leitos. Os atendimentos realizados no setor são: clínicos. 08 leitos femininos e os restantes destinados aos pacientes clínicos. Há também um pequeno expurgo para guardar materiais contaminados como comadres. XXX. No posto ao lado. com um total de 09 enfermarias de 03 leitos e 04 enfermarias de 02 leitos. estetoscópio. escaninho para papeletas. desfibrilador e um foco portátil). material de emergência (monitor cardíaco. 2. cateterismo cardíaco. ablação e cirurgia cardíaca. mesinha com gavetas para guardar aparelhos de pressão arterial. angioplastia. de acomodações simples. luvas. Manter o leito limpo e seco. materiais para curativos.passo. sendo denominado posto 2E. Há um pequeno hall com cadeiras e uma TV 29 polegadas que foi doação de um paciente para entretenimento no final da tarde com horários estipulados de ligar e desligar a televisão. implante de marca. ROTINA OPERACIONAL POSTO 2E – CARDIOLOGIA 1.

fazendo 12x36hs  04 funcionários no plantão par.  Administrar medicação prescrita com rigor. fazendo 12x36hs Noturno:  04 funcionários no plantão impar. quando o paciente recebe anticoagulantes orais ou parenterais.são acondicionadas em hampers que estão localizados entre as enfermarias.  Cianose de extremidades. RECURSOS HUMANOS DO POSTO 2E Diurno:  04 funcionários no plantão impar.  Orientar e mantê-lo em repouso no leito: membros inferiores elevados. fazendo 12x36hs  04 funcionários no plantão par. aspecto e odor. dispnéia. pele e cabelo. hematomas. 3.  Observar com rigor sangramentos orais. fazendo 12x36hs  04 supervisoras de Enfermagem. 124 . CUIDADOS COM PACIENTES CLÍNICOS QUANDO ADMITIDOS Após admissão observar conforme rotina:  Edema.  Oferecer coletor de diurese para aferir e anotar diurese: observando cor.  Estado geral do paciente: unhas. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. 4.

dersani ou trigliceril.  Ouvir e tentar solucionar queixas.  Proceder à mudança de decúbito de 2/2 horas. para evitar úlceras por pressão. proceder à higienização no leito ou chuveiro de acordo com o estado geral do paciente.  Observar funcionamento intestinal.  Observar nível de consciência. para passar no paciente.  Proporcionar ambiente calmo e tranqüilo.  Manter o paciente limpo e seco.  Liberar acompanhante familiar de acordo com o estado geral do paciente. conforme prescrição médica.  Aspirar secreções orais ou pela tranqueostomia com técnica asséptica conforme necessidade (ver rotina de prevenção de Pneumonia da CCCIH). 125 .  Realizar  massagem de conforto. Administrar oxigênio úmido sob cateter nasal ou máscara de macronebulação. nos casos de rachaduras.  Proporcionar terapias no leito em estados graves de ICC com uso de drogas vaso ativa em bomba de infusão. principalmente em proeminências ósseas. edema MMII.  Solicitar atendimento psicológico sempre que detectar necessidade.  Quando paciente acamado. Hidratar a pele do paciente com óleo de girassol. debilitado.  Providenciar emolientes / hidratantes para pele.

conforme estado geral do paciente.     Administrar medicação S. 5. Administrar medicação conforme prescrição do médico. Observar com rigor temperatura da água quando encaminhado para higienização corporal. livros. Retirá-lo do quarto para o banho de sol e socializá-lo com outros pacientes. Proporcionar sono/repouso/ambiente calmo e tranqüilo. TV. Colocar o paciente em posição de fawler mais oxigênio terapia conforme prescrição.  Orientar familiares quanto à necessidade de visitas regulares.   Restringir número de visitas. atividades manuais.O S em caso de precordialgia. CATETERISMO CARDÍACO 126 . Autorizar acompanhante familiar conforme estado do paciente.  Proporcionar terapias. Solicitar dieta livre para nutrição e observar aceitação. 4. Observar cianose de extremidades. Verificar e anotar os sinais vitais de 1/1 hora. CUIDADOS COM O PACIENTE COM INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO:      Mantê-lo em repouso absoluto no leito.

O. oferecendo roupa do hospital. 4.  Revisar o curativo compressivo. passando-o da maca para leito em decúbito dorsal.Exame cardiológico evasivo feito para diagnosticar ou corrigir problemas cardiovasculares. ANGIOPLASTIA Desobstrução de artérias coronária ou ponte de safena que estejam comprometidas por uma placa de gordura ou um coágulo. É feito 127 . como a visualização de um estreitamento geralmente formado por uma placa de gordura na artéria coronária.  Receber o paciente.  Orientá-lo quanto jejum. e observar cianose de extremidades.  Aferir a anotar sinais vitais. orientá-lo para não fletir o membro do procedimento. P.1.  Retirar roupa íntima prótese dentária e guardar no armário de pertences. Preparo para Cateterismo Cardíaco  Encaminhar paciente para higienização corporal e oral.I DE CATETERISMO CARDÍACO  Preparar leito do paciente. 5.  Apalpar artéria pediosa. principalmente PA e pulso.  Solicitar maqueiro para encaminhar paciente com os exames para hemodinâmica. Sua indicação é para mostrar obstruções das artérias que irrigam a musculatura do coração (coronárias).

principalmente PA e pulso.2.  Administrar com rigor anticoagulante conforme prescrição médica.  Receber o paciente.  Solicitar maqueiro para encaminhar paciente com os exames para hemodinâmica. e observar cianose de extremidades. restabelece circulação sanguínea local.  Apalpar artéria pediosa. PREPARO PARA ANGIOPLASTIA  Encaminhar paciente para higienização corporal e oral.  Orientá-lo quanto jejum. 5.I DE ESTUDO ELETROFISIOLÓGICO 128 . P. 6. posicionado e inflado no ponto que está obstruído. ESTUDO ELETROFISIOLÓGICO É um exame realizado por meio de introdução de cateteres que chegam até o coração e são guiados por imagem radiológica (R. P. oferecer roupas (pijamas) do hospital.  Aferir a anotar sinais vitais.O.I DE ANGIOPLASTIA  Preparar leito do paciente. orientá-lo para não fletir o membro do procedimento.usando-se um balão que. 5.X). passando-o da maca para leito em decúbito dorsal.  Revisar o curativo compressivo. 6. com a finalidade de detectar e avaliar uma arritmia cardíaca.1.  Retirar roupa íntima prótese dentária e guardar no armário de pertences.1.O.

mantendo curativo oclusivo.  Observar local da punção.  Manter ambiente calmo tranqüilo para repouso no leito. ABLAÇÃO Tratamento utilizado para acabar com as arritmias cardíacas.  Medicação conforme prescrição médica.  Encaminhar paciente para higienização corporal e oral.O DE ESTUDO ELETROFISIOLÓGICO  Verificar Sinais Vitais.  Oferecer dieta conforme prescrição.2. jugular e femoral. 6. que usa a energia de radiofreqüência aplicada diretamente nos focos das 129 .  Observar queixas e solicitar avaliação médica.  Retorno ambulatorial conforme orientação médica.  Fazer troca de curativo.1º P. 7.  Administrar medicação conforme prescrição médica.  Verificar e anotar sinais-vitais. não dobra o membro do procedimento.  Fazer troca de curativo compressivo conforme prescrição médica.3. Receber paciente cordialmente chamando-o pelo nome.  Passar da maca para leito. ORIENTAÇOES PARA ALTA  Manter repouso em casa por 24h.  Orientar paciente quanto repouso no leito. 6.

 Fazer troca de curativo.1. não dobrou o membro do procedimento.  Medicação conforme prescrição médica. 7. ORIENTAÇÕES PARA ALTA  Manter repouso em casa por 24h.  Orientar paciente quanto repouso no leito.  Manter ambiente calmo tranqüilo para repouso no leito.I DE ABLAÇÃO  Receber paciente cordialmente chamando-o pelo nome. 7.  Verificar e anotar sinais-vitais.  Oferecer dieta conforme prescrição.1º P. 7.  Fazer troca de curativo compressivo conforme prescrição médica.2. 130 .  Observar local da punção. com índice de cura hoje em torno de 95 a 98%.  Observar queixas e medicações.O DE ABLAÇÃO  Verificar Sinais Vitais. livrando inclusive o paciente do uso de medicamentos.3.O.  Retorno ambulatorial conforme orientação médica.  Encaminhar paciente par higienização corporal e oral.arritmias. jugular e femoral.  Passar da marca para leito. P. mantendo curativo oclusivo.

1.  Solicitar acompanhamento familiar de acordo com o estado do paciente.I DE MARCA-PASSO  Preparar o leito do paciente. 8. 8. fios muito finos que transportam estímulo elétrico até o coração. P. com a finalidade de estimular o coração através de eletrodos.  Oferecer camisola ou pijama limpo.A e Pulso.  Solicitar maqueiro para encaminhar pacientes mais exames para centro cirúrgico de maca ou cadeira de rodas. principalmente P. quando este não funciona de forma adequada. passando-o da maca para o leito em decúbito dorsal.  Orientá-lo quanto ao repouso no leito.2.  Retirar prótese e roupa íntima.  Observar sangramento no local.  Orientá-lo para não dobrar o membro superior do lado da ferida operatória. fazendo o trabalho do marca-passo natural. MARCA-PASSO Aparelho implantável no paciente com peso de mais ou menos 14 gramas no tecido subcutâneo.O. PRÉ OPERATÓRIO DE IMPLANTE DE MARCA-PASSO  Aferir pulso e encaminhá-lo para higienização corporal com auxílio. 131 .  Aferir e anotar sinais vitais.8.  Receber o paciente.

3.8.9% o Secar o Ocluir o Manter aberto após 24h 8. 9.1º P.  Cuidados com a ferida operatória.4.  Uso restrito do celular.  Orientar a família e o paciente caso observe hiperemia e ou drenagem pela ferida operatória retornar.F.  Não passar em porta giratória de banco. DESFIBRILADOR IMPLANTÁVEL 132 . 0.O DE MARCA-PASSO  Encaminhar o paciente para higienização corporal e oral com auxilio  Oferecer o desjejum e observar aceitação.  Realizar a troca de curativo na ferida operatória.  Orientar quanto à importância da data e hora do retorno ambulatório. ORIENTAÇÕES PARA ALTA DE MARCA PASSO  Não usar colchão magnético.  Orientar o paciente e a família quanto à importância de administrar a medicação correta. observando: o Hiperemia o Exsudado local o Alergia do esparadrapo o Edema Curativo o Lavar com S.

que tem como função estimular o coração a bater de forma sincronizada. provocando uma descarga elétrica.A e Pulso.I DE DESFIBRILADOR IMPLANTÁVEL  Preparar o leito do paciente. passando-o da maca para o leito em decúbito dorsal.O. salvando a vida do paciente. principalmente P.  Receber o paciente.  Orientá-lo para não dobrar o membro superior do lado da ferida operatória.  Retirar prótese e roupa íntima. P.  Solicitar acompanhamento familiar de acordo com o estado do paciente.2.  Aferir e anotar sinais vitais.  Oferecer camisola ou pijama limpo.Aparelho implantável com peso de mais ou menos 14 gramas é implantado na altura do tórax.  Observar sangramento no local. PRÉ OPERATÓRIO DE IMPLANTE DE DESFIBRILADOR IMPLANTÁVEL  Aferir pulso e encaminhá-lo para higienização corporal com auxílio. 133 . 9. e também reverter uma arritmia.  Solicitar maqueiro para encaminhar paciente e os exames para centro cirúrgico de maca ou cadeira de rodas.1.  Orientá-lo quanto ao repouso no leito. 9.

4.  Realizar a troca de curativo na ferida operatória.  Orientar o paciente e a família quanto à importância de administrar a medicação correta.  Oferecer o desjejum e observar aceitação. 9.F. observando: o Hiperemia o Exsudato local o Alergia do esparadrapo o Edema Curativo o Lavar com S.OBS: Caso haja descargas continuas do gerador (choque) comunicar com o cardiologista e colocar imã no local do aparelho.  Orientar quanto à importância da data e hora do retorno ambulatório. 0.O DE DESFIBRILADOR IMPLANTÁVEL  Encaminhar o paciente para higienização corporal e oral com auxilio.9% o Secar o Ocluir o Manter ocluido nas primeiras 24h 9. 134 .3. ORIENTAÇÕES PARA ALTA DE DESFIBRILADOR IMPLANTÁVEL  Não usar colchão magnético.  Não passar em porta giratória de banco.1º P.

135 . vai desde o momento da internação até 24 horas antes da cirurgia.  Ouvir a tentar solucionar dúvidas e queixas do paciente. 10.  Uso restrito do celular. Cuidados com a ferida operatória.  Rever exames já realizados como: o Hemograma Completo o E. 10. Neste período que são realizados todos os exames pré-operatórios.  Cabelos e couro cabeludo.G o Bioquímica o Eletrocardiograma o Ecodopler o Cateterismo Cardíaco o Raios-X de Tórax  Orientar paciente quanto a dieta. PRÉ-OPERATÓRIA MEDIATO É o período em que o paciente aguarda procedimento cirúrgico.  Orientar a família e o paciente caso observe hiperemia e ou drenagem pela ferida operatória retornar.  Observar:  Presença de feridas na pele  Estado de conservação dos dentes e mucosa oral.C.1. CUIDADOS PARA CIRURGIAS  Orientar o paciente sobre a hora e data ao da cirurgia.

oferecendo camisola e pijama limpos. 12.Ansiolítico leve.11.  Informar o horário correto do procedimento cirúrgico.  Administrar medicação conforme prescrição médica: . PÓS-OPERATÓRIO DE PACIENTES ENCAMINHADOS DA UTI  Preparar o leito do paciente  Receber paciente passando-o da maca para o leito em decúbito dorsal  Observar o nível de consciência e colocá-lo em posição de Fowler  Colocar roupa do hospital.  Solicitar maqueiros e encaminhar e encaminhar o paciente com os exames para o centro cirúrgico. rotular e guardar.  Encaminhar paciente para higienização corporal com clorexidina e oral. PRÉ-OPERATÓRIO IMEDIATO É o período em que o paciente aguarda procedimento cirúrgico. camisola/pijama limpos.  Orientar paciente sobre dieta zero de acordo com horário da cirurgia.Antibioticoterapia profilática na indução anestésica .  Aferir e anotar medidas antropométricas.  Conferir com o paciente todos o pertences.  Aferir e anotar sinais vitais. vai desde o momento da internação até 24h antes da cirurgia. 136 .  Retirar próteses / roupas íntimas/ adornos do paciente.

náuseas e vômitos.  Ouvir e tentar solucionar queixas. 14. observando cor.  Entregar todos os pertences. abrir a sonda.  Orientar quanto à importância da higienização oral e corporal.V. ORIENTAÇÕES GERAIS PARA O PACIENTE  Observar e comunicar caso tenha drenagem de líquidos pelo orifício dreno. incluído prótese dentaria. 13. Observar o paciente quanto: o Cianose de extremidades o Dispnéia o Náuseas/ Vômitos o Aspecto da ferida operatória  Observar a presença de drenos fechados.  Levar o material até a unidade do paciente. aspecto e volume  Observar a presença de S.  Solicitar acompanhamento familiar.  Orientar quanto à importância da aceitação das dietas oferecida.  Orientar o paciente quanto a importância da deambulação e repouso. CURATIVOS CIRÚRGICOS (Conforme manual de Curativos)  Lavar as mãos.D. abrir o dreno. 137 .  Aferir e anotar sinais vitais.  Orientar quanto à prevenção de dor.  Orientar quanto à importância da deambulação.

 Abrir pacote de curativo. ORIENTAÇÕES PARA ALTA 15.  Qualquer intercorrência solicitar avaliação do plantonista.  Proceder ao curativo (Conforme manual de Curativos).  Usar máscara. 0. 15.  Orientar paciente quanto ao retorno e medicação. Ecodopler e demais exames). 138 . F.  Observar aspecto do curativo se há presença de hiperemia.  Limpar o leito da ferida com S.C.  Encaminhar o paciente para deambulação assistida.  Recolher material de curativo. conforme a técnica asséptica.  Orientar paciente. drenagem e edema local.9% secar com gaze estéril.  Calçar luvas.  Retirar curativo sujo conforme a técnica asséptica. Bioquímica. caso intercorrências procurar sempre orientação do médico assistente.G. PACIENTE CIRÚRGICO  Observar ferida operatória. E.  Ocluir ferida operatória se houver drenagem .1.  Retirar pontos de acordo com a cicatrização (10 dias após cirurgia). se não tiver presença de secreção deixar aberto após primeiras 24h. Solicitar os acompanhamentos para se retirarem do quarto.  Orientar pacientes quanto aos exames externos para controle: ( Raio-X.

Foi ele o introdutor da anamnese como etapa inicial do exame médico. e o exame físico do paciente em 139 . Retornar com urgência ao hospital para avaliação e conduta.  Orientá-lo sobre medicação.2. cama.  Aguardar chegada dos familiares na recepção de internação. tal como a conceituamos hoje. XXXI.500 anos. já agendado.  Auxiliar o paciente a se vestir se houver necessidade. que significa leito. nasceu na Ilha de Kós. então Klinikós era o médico que atendia os doentes acamados.  A internação lança alta no sistema.  Solicitar orientação de nutricionista. a enfermagem encaminha o paciente de cadeira de rodas até a portaria e entregao para os familiares.Orientar o paciente que se houver deiscência da ferida operatória após alta.  Comunicar familiares por telefone sobre a alta do paciente. na Grécia. Médico se dizia Iatrós.  Orientá-lo sobre o retorno. A Clínica Médica.  Família assina alta do paciente.  Quando solicitar paciente de alta na recepção. ROTINA OPERACIONAL POSTO 3A – CLÍNICA MÉDICA A palavra Clínica vem do grego klíne. Com ele nasceu a observação clínica. compreendendo a história da doença que leva o doente a procurar o médico. 15. com Hipócrates. há 2. PACIENTES CLÍNICOS  Comunicar ao paciente sobre sua alta.

soluções. evoluções e prescrição médica. em busca de dados para a elaboração do diagnóstico e do prognóstico (REZENDE. 140 . A Unidade de Clínica Médica é destinada ao tratamento de patologias eminentemente clínicas nefrologia. ensino. pneumologia. moléstias infecciosas e parasitárias entre outras. e profissionais das áreas de medicina. possui ainda um balcão utilizado para realização de relatórios. totalizando 21 leitos clínicos. a qual possui um leito equipado com monitor cardíaco. tendo ainda um isolamento com 2 leitos e uma enfermaria para atendimento ao paciente grave. entre outros. exames e impressos. medicamentos. respirador carrinho de emergência com materiais e mecânico (BIRD MARK 7). Na Clínica o cuidado dos pacientes envolve docentes. O posto de enfermagem da clínica segue a padronização da instituição. discentes. suporte para guarda de prontuários. nutrição. psicologia e fisioterapia entre outras. Box enumerados de acordo com os leitos para guarda de kits de medicações. nas diferentes cardiologia. A Clínica Médica da Santa Casa de Misericórdia de Goiânia está situada no 3º andar. materiais estéreis. especialidades: reumatologia. bombas de infusão. dermatologia e gastroenterologia. enfermagem. oxímetro de pulso. endocrinologia. armários para guarda de materiais como enxovais.seus menores detalhes. pesquisa oferecem um cuidar diferenciado. contendo um balcão com pia destinado principalmente para o preparo de medicações. 2002). e 1 enfermaria feminina também com 6 leitos. que dentro da proposta de interação entre assistência. Possui 2 enfermarias masculinas com 6 leitos cada. que vêm somar qualidade e interdisciplinaridade ao cuidado dos pacientes. identificada como posto 3 A. fonoaudiologia.

noturno impar. além da equipe médica composta por Stafs e residentes. dentre outros profissionais que dão apoio ao atendimento aos pacientes. bioquímico (alteração de uma proteína ou enzima responsável pelas reações químicas que mantêm as funções dos tecidos. órgão ou sistema). As internações são exclusivamente custeadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). visando atender pacientes clínicos referenciados pelas unidades básicas e unidades de urgências após a liberação da Autorização de Internação Hospitalar (AIH) pela central de vagas municipal (controle e avaliação). Em outras palavras. XXXII. órgãos ou sistemas) ou tecidual (alteração da natureza histológica ou morfológica própria de cada tecido. 2008). conta com: 04 enfermeiras supervisoras 12x36h uma em cada turno (noturno par. bem como de seus envoltórios (que são as meninges). Doença estrutural significa que há uma lesão identificável em nível genético-molecular (mutação do material genético DNA). Os leitos oferecidos pelo setor estão disponibilizados em enfermarias masculinas e femininas. ROTINAS OPERACIONAIS DO POSTO 3 B . existe uma alteração neuroanatômica ou neurofisiológica que produz manifestações clínicas. as quais devem ser interpretadas (REED.NEUROLOGIA A Neurologia é a especialidade da Medicina que estuda as doenças estruturais do Sistema Nervoso Central (composto pelo encéfalo e pela medula espinhal) e do Sistema Nervoso Periférico (composto pelos nervos e músculos). 141 . diurno par e diurno Impar) e 03 técnicos de enfermagem por plantão.A estrutura organizacional da clínica no que se refere a recursos humanos.

entre outros. contando ainda com 04 enfermeiras supervisoras 12x36h uma em cada turno (noturno par. noturno impar. além de acadêmicos dos cursos de medicina. materiais estéreis. bem como assistência prestada por equipes de apoio como psicologia. possui ainda um balcão utilizado para realização de relatórios. evoluções e prescrição médica.1. fisioterapia entre outros. diurno par e diurno Impar) com 06 leitos cada. TIPOS DE LEITO Leitos masculinos e femininos para pacientes em tratamento de distúrbios neurológicos eminentemente clínicos. bem como um isolamento com 2 leitos e uma enfermaria com 6 leitos desativada no momento. O atendimento aos pacientes da clínica de neurologia acontece de forma multidisciplinar. CARACTERÍSTICAS DA CLÍNICA DA NEUROLOGIA A clínica de neurologia é destinada ao tratamento clínico de pacientes com patologias da especialidade. sendo uma enfermaria masculina e outra feminina. diurno par e diurno Impar) e 02 técnicos de enfermagem por turno. 142 . ocorrendo assistência por meio de médicos stafs e residentes. enfermagem. fisioterapia. suporte para guarda de prontuários. soluções. contendo um balcão com pia destinado principalmente para o preparo de medicações. A mesma conta com 04 enfermeiras supervisoras 12x36h uma em cada turno (noturno par. nutrição. O posto de enfermagem da clínica segue a padronização da instituição. fonoaudiologia. exames e impressos. 2. servindo de repouso para enfermagem. noturno impar. Box enumerados de acordo com os leitos para guarda de kits de medicações. armários para guarda de materiais como enxovais.

 Supervisionar a aceitação da alimentação. As internações são exclusivas do Sistema Único de Saúde (SUS).  Administrar medicação prescrita com rigor.3.  Solicitar atendimento psicológico sempre que detectar necessidade.  Realizar cuidados com nutrição enteral.  Em casos de hemiparesia evitar punções venosas no lado afetado.  Promover à mudança de decúbito de 2/2 horas e providenciar colchão caixa de ovo para evitar úlceras por pressão.  Em casos de disfagia. Cuidados gerais com pacientes neurológicos clínicos  Avaliar o quadro geral do paciente. principalmente em proeminências ósseas. 143 . CARACTERÍSTICAS DA INTERNAÇÃO São admitidos pacientes referenciados pelas unidades básicas de saúde e unidades de urgências após a liberação da Autorização de Internação Hospitalar (AIH) pela central de vagas municipal (controle e avaliação). 4. assim como a capacidade de deglutição.  Observar nível de consciência.  Avaliar liberar acompanhante familiar de acordo com o estado geral do paciente.  Promover hidratação corporal do paciente.  Realizar massagem de conforto.  Proporcionar ambiente calmo e tranqüilo. solicitar avaliação da fonoaudiologia.

debilitados. XXXIII. proceder à higienização no leito ou banho de aspersão de acordo com o estado geral do paciente. sendo: Enf. C03: 3043 a 3048 – 06 Leitos Cirúrgicos/Urologia.UROLOGIA O posto da Urologia da Santa Casa de Misericórdia localiza-se no 3º andar. Aspirar secreções orais ou pela traqueostomia com técnica asséptica conforme necessidade (Rotina Prevenção de Pneumonia). C01: 3041 . 02 Proctologia e 02 Vasculares.  Manter o paciente limpo e seco.  Realizar a higiene oral. Enf. Enf.  Quando pacientes acamado.  Estimular o paciente quanto à auto-ajuda para executar as atividades de vida diárias (AVD´s)  Observar funcionamento intestinal.Leito Cirúrgico/Proctologia. C05: 3055 a 3060 – 06 Leitos Cirúrgicos/02 Urologia.  Realizar cuidados na incontinência vesical (bexiga neurogênica) (Ver Rotina prevenção de infecção de vias urinárias).  Ouvir e tentar solucionar queixas. distribuídas em 20 leitos. C04: 3049 a 3054 – 06 Leitos Cirúrgicos/Urologia. Enf. Ala A e compreende Enfermarias do SUS. Enf. 2. C02: 3042 – Leito Cirúrgico/Vascular. CUIDADOS NO PRÉ-OPERATÓRIO 144 . ROTINAS OPERACIONAIS DO POSTO 3 C .

relatando no prontuário o horário e quadro clínico do paciente. Rotular o leito com placa de jejum e orientar o paciente.  Orientar ingesta hídrica de acordo com prescrição. 145 . CUIDADOS NO PÓS-OPERATÓRIO  Receber o paciente tendo cuidado com drenos.  Estar ciente do diagnóstico do paciente. ferida operatória.  Preparar o paciente para procedimento cirúrgico.  Posicionar paciente de acordo com prescrição médica.  Observar irrigação. verificar sinais vitais e relatar no prontuário.  Verificar sinais vitais e relatar no prontuário.  Encaminhar paciente ao Centro Cirúrgico.  Caso haja obstruções de sondas.  Observar sondas. suas limitações e seu estado físico e mental. aspecto da diurese. bem como exames e procedimentos e se necessário avisar à supervisão de enfermagem. caso sangue presente. queixas do paciente. drenos comunicar urgente à supervisão de enfermagem. 3.  Encaminhar paciente ao banho de aspersão ou realizar banho no leito se necessário. orientando quanto à retirada de próteses e/ou adornos e também quanto ao esvaziamento vesical.  Respeitar o paciente.

02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. 146 . ROTINAS OPERACIONAIS DO POSTO 3 D – CLÍNICA CIRÚRGICA 1. 2. sala de procedimento com lavatório com porta sabão e porta papel e 01 isolamento. fazendo 12x36hs Noturno:  03 funcionários no plantão impar. fazendo 12x36hs  03 funcionários no plantão par. RECURSOS HUMANOS Diurno:  03 funcionários no plantão impar. 01 posto de enfermagem. XXXIV. Possui 03 enfermarias do SUS com 06 leitos (3061 a 3079) com banheiro e lavatório para profissionais. A enfermeira supervisora é responsável pelo posto 3D – clínica cirúrgica e também pelo posto 2C – unidade de Hematologia/Oncologia. INTRODUÇÃO O posto da Clínica Cirúrgica da Santa Cada de Misericórdia está localizado no 3º piso da Ala Júlia Miranda. Comunicar à supervisão de enfermagem caso haja procedimentos a serem realizados por enfermeiros. fazendo 12x36hs  03 funcionários no plantão par. fazendo 12x36hs  04 supervisoras de Enfermagem.

XXXVI. O plantão noturno tem uma rotina própria. Unidade de Terapia Intensiva. Centro Cirúrgico.  04 supervisoras de Enfermagem. 01 Expurgo. 01 Banheiro para os funcionários. RECURSOS HUMANOS POSTO 3F Equipe composta de:  04 técnicos de Enfermagem no período diurno. científicos. esta unidade possui 10 apartamentos de luxo com 02 leitos e 04 apartamentos de luxo com 01 leito e 01 sofá cama. ROTINAS OPERACIONAIS DO PLANTÃO NOTURNO O trabalho é realizado no período das 19 as 07hs. éticos e de humanização a pacientes adultos e pediátricos. 01 Copa. ROTINAS OPERACIONAIS DO POSTO 3 F – APARTAMENTOS DE CONVÊNIOS E PARTICULARES O Posto 3F ou Apartamentos de Convênios e Particulares está localizado no 3º andar do Hospital Santa Casa de Misericórdia de Goiânia e atende a todas as especialidades clínicas e cirúrgicas em sistema de convênios e particular. encaminhados do Pronto Atendimento. 2. a 147 .XXXV. Depois disto. 02 em cada plantão fazendo 12x36hs. 1. em estado crítico. 02 em cada plantão fazendo 12x36hs. 01 Posto para Prescrição Médica. O enfermeiro exerce assistência de enfermagem dentro de princípios. 01 DML.  04 técnicos de Enfermagem no período noturno. ESTRUTURA FÍSICA DO POSTO 3F       01 Posto de Enfermagem. semi-crítico. clínicos e cirúrgicos. intermediário e auto-cuidado. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. sendo que a maior parte das atividades assistenciais é realizada até as 24hs.

Não há serviço de apoio disponível. São administradas medicações de rotina as 02. Em torno das 05 horas. Estado do Mato Grosso. 26 de agosto de 1993. 17-19. 13066. A ordem do local reflete o nosso compromisso com o bem estar de todos. em caráter de urgência. Revinter. CAM. Normas básicas para Alojamento Conjunto. p.equipe de enfermagem fica a disposição para atender as solicitações dos pacientes e as intercorrências com os mesmos. SEGRE. “Manual de Neonatologia “São Paulo.1993. SEGRE. Revinter. Em quanto isso a equipe de enfermagem presta assistência básica de urgência. “ Assistência Hospitalar a RecémNascidos: recomendações para padronização” In: DINIZ.   XXXVII. deve-se identificar em qual plantão ocorreu o fato e qual o enfermeiro responsável para que se possa esclarecer e solucionar as dúvidas. p. ou se julgar necessário para que se passe o caso para o supervisor tomar as devidas providências. seção I. 04 e 06 horas. “ Manual de Neonatologia” São Paulo. BIBLIOGRAFIA BRASIL. dentro dos limites éticos-legais. são realizadas as avaliações e registros dos pacientes para o término do plantão às 07 horas. 2003. EMA. São coletadas amostras de sangue dos pacientes que estiverem hemodinamicamente instáveis. Edital: Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da área de enfermagem. EMA. “Portaria MS/GM n° 1. SANTORO JR. Quando houver algum problema. CAM “ Alojamento Conjunto” In: DINIZ. Em situações de urgências/emergências o médico plantonista é acionado e aguardado para tomar as condutas médicas necessárias. 1-8.M. MINISTERIO DA SAUDE.1993. LD. sendo que todos os encaminhamentos são realizados pela equipe de enfermagem da unidade. Brasil: Ministério da Saúde Secretária de Gestão de Investimentos em Saúde. CASANOVA. Brasília.016. 148 . DOU N° 167 de 1/09/93.

1028-29.P. Santa Casa de Misericórdia de Goiânia realizou correção e sugestões da rotina. FLÁVIA Hering e Srougi: Urologia.U. Rev. Rotinas do Serviço de Higienização e Limpeza e do setor de internação do Transplante Renal da SCMG.M. 1994. L.Barros. Porto Alegre: Artes Médicas.C. M. P. Editora Rosa. Internet: wttp://www. C. São Paulo: Iátria. rotinas e técnicas de enfermagem.. E. F. R.br/dneuro/neurociencias/vol12_4/avc. Jotacê.usp.8.unifesp. ed. 2003. Trat. U.fm.. Brunner e Suddarth. Acesso em: 18 de junho de 2008 NEVES. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.pdf . que assistem pacientes com Acidente Vascular Cerebral. 1999. Ed.pdf4free. Edição. H. Thomé. 1998. São Paulo: Ed. BG. Q. Neurologia: noções básicas sobre a especialidade. Manfro. CCIH. 2004. S. . 149 . et al. J. Acesso em: 16 de junho de 2008 CAMPUS.F. Disponível em: =http://www. Enfermagem Médica Cirúrgica. Administração em Enfermagem. 1. S. diagnóstico e tratamento. Ana Letícia Carnevalli. REED. Diagnóstico e Tratamento. Paulina. Bare. Normas. p. Smeltzer.htm.com MOTA.V. L. FUJIMA. E. Profissionais da saúde..br/pdf/neurologia. Disponível em: http://www. Bases Doutrinárias da Burocracia na Saúde. FONTES.. Nefrologia: Rotinas.P. Gonçalves. Neurociências. PRESOTO. necessitam de informação especializada. KURGANT.

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