ROTINAS DE ENFERMAGEM SCMG

Diretoria Executiva: Prof. Sergio Antonio Machado – Diretor Geral Dr. Marcelo do Carmo Netto – Diretor Técnico Dr. Roberto Pedrosa – Diretor Clínico

Elaboração: Enf. Mara Helena J. B. H. Borges – Gerência de Enfermagem e Supervisão de Enfermagem Aprovação: Enf. Sorreylla Paula S. Vasconcelos – Coordenadora SCIH/CCIH

2011
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APRESENTAÇÃO
“O que se opõe ao descuido e ao descaso é o cuidado”. Cuidar é mais que um ato; é uma atitude. Portanto abrange mais que um momento de atenção, de zelo e desvelo. “Representa uma atitude de ocupação, preocupação de responsabilização e envolvimento afetivo com o outro.” Leonardo Boff

As atividades desenvolvidas pela equipe de enfermagem são compostas por um conjunto de ações administrativas e técnicas que tem como objetivo qualificar a assistência prestada ao cliente. A fim de que se obtenham resultados positivos em todo o processo que envolve o atendimento ao cliente por parte da equipe de enfermagem é necessário que haja uma rotina de trabalho que agilize e facilite o cumprimento das atividades de forma ordenada, e propicie a presença de uma equipe bem treinada e tecnicamente habilitada.

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SUMÁRIO:

I. II. III. IV. V. VI. VII. VIII. IX X XI XII XIII XIV XV XVI XVII XVIII XIX XX XXI XXII

Admissão de pacientes Solicitação de exames Transferência de pacientes Alta hospitalar Óbito Sinais vitais Administração de medicamentos Técnica para mensuração de glicemia capilar Administração de sangue ou hemoderivados Movimentação e transporte de pacientes Promoção de controle segurança do paciente Higienização do paciente Drenagem torácica Cuidados com ostomias Sondagem nasogástrica Sondagem nasoenteral Atendimento a parada cardiorespiratoria (PCR) Preparo de material para intracath Montagem de pressão venosa central (PVC) Aspiração oronasotraqueal Cuidados com pacientes traqueostomizados Atribuições dos enfermeiros supervisores
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05 06 07 09 10 13 25 43 44 45 51 57 64 66 68 70 72 79 81 83 85 87

Neurologia Rotina Operacional Posto 3C .Urologia 118 123 139 141 144 146 XXXIV Rotina Operacional Posto 3D – Clínica Cirúrgica XXXV Rotina Operacional Posto 3F – Apartamentos de Convênios 147 e Particulares XXXVI Rotina Operacional do Plantão Noturno XXXVII Bibliografia 147 148 4 . Nefrologia e Ortopedia XXVIII Rotina Operacional Posto 2C – Unidade de Hematologia/ 110 Oncologia XXIX XXX XXXI XXXII XXXIII Rotina Operacional Posto 2D .UTR.Pediatria Rotina Operacional Posto 2E .Cardiologia Rotina Operacional Posto 3A – Clínica Médica Rotina Operacional Posto 3B .XXIII XXIV XXV Atribuições Ideais dos Enfermeiros Atribuições dos Técnicos de enfermagem 89 90 Rotina Operacional Posto 1A – Enfermarias de Convênios e 92 Particular XXVI XXVII Rotina Operacional Posto 2A – Obstetrícia e Berçário 94 Rotina Operacional Posto 2B – Unidade de Transplante 99 Renal .

Caso o paciente necessite de isolamento seguir recomendações da Rotina de Biossegurança da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH). número do leito e registro hospitalar. se necessário.  Procedimento: Receber o paciente na unidade de internação. 5 . Não admitir pacientes com ferida operatória infectada com pacientes cirúrgicos não infectados ou em pós-operatório imediato (POI). artigos e roupas da CCIH. Conferir o prontuário quanto ao nome completo do paciente. Verificar prescrição ou necessidade de isolamento. desinfecção de ambiente. Observar higiene do paciente. 1.I. ADMISSÃO DE PACIENTES: A admissão de pacientes somente será realizada mediante a liberação do leito por parte do (a) enfermeiro (a) supervisor (a) do setor. Não admitir pacientes cirúrgicos com pacientes portadores de feridas infectadas. Recomendações importantes: Não admitir paciente clínico com paciente cirúrgico. O leito deverá passar por limpeza e desinfecção conforme recomendações básicas para limpeza. Encaminha-lo ao banho de aspersão ou realizar banho no leito.

estado do paciente. motivo da internação. Encaminhar o paciente ao setor de exames. Agendar os exames conforme solicitação e anotar data e hora no pedido. quando solicitado. Comunicar ao serviço de nutrição e dietética sobre a internação informando o nome. acompanhado pelo maqueiro. Organizar o prontuário para facilitar o manuseio pela própria enfermagem. seguindo recomendações da Rotina de Controle de Infecção de Sítio Cirúrgico da CCIH. Fazer admissão do paciente no prontuário com: horário da admissão. Conferir o preenchimento completo dos cabeçalhos dos impressos. 6 . Observar e orientar o paciente quando necessário jejum ou outros preparos para o exame. Orientar o paciente quanto as normas da instituição.Oferecer pijama ou camisola da instituição. encaminhá-los aos setores competentes. SOLICITAÇÕES DE EXAMES: Conferir a solicitação no pedido de exames devidamente preenchido e carimbado pela equipe médica. leito e tipo de dieta. Em caso de paciente cirúrgico fazer o preparo pré-operatório indicado a cada procedimento. Verificar sinais vitais.  Se houverem pedidos de exames. II. sinais vitais.

Observações:  Para realização de exames a serem feitos em outra instituição de pacientes do SUS. fornecer o pote coletor. fezes e/ou escarro. o pedido médico deve ser encaminhado ao serviço social para agendamento. juntamente com relatório médico justificando a necessidade da realização deste. Em caso de exames laboratoriais solicitar a coleta ao setor de laboratório. na noite anterior ao exame.  O paciente deverá ser acompanhado por um técnico de enfermagem.  Preencher solicitação de transporte via internet.  Exames de alto custo deverão ser autorizados pelo auditor do SUS.  Solicitar o maqueiro e encaminhar o paciente.  Solicitar relatório médico justificando o exame. 1. Encaminhamento de pacientes do SUS para exames externos:  Procedimento:  Conferir se o pedido médico está preenchido corretamente. orientando o paciente sobre os cuidados para coleta. devidamente identificado. e preenchimento de termo de responsabilidade médica autorizando a remoção do paciente .Em caso de coleta de amostras de urina. 2.  Confirmar data e horário do exame e necessidade de preparo do paciente. 7 .  Anotar na solicitação de transporte orientações sobre precauções adicionais para o paciente que será transportado.  Encaminhar o pedido ao Serviço Social para agendamento.

III. Arquivar na chefia de enfermagem o formulário com o recebido da internação. as anotações de enfermagem. Transferência para outras instituições: 8 . Informar à enfermeira da unidade solicitada as condições do paciente. exames e checagem de medicações anteriores. Transferência Interna:  Procedimento: Entrar em contato com o (a) enfermeiro (a) da unidade de internação para solicitar a vaga. Encaminhar para internação o formulário próprio para lançar no sistema da Prefeitura a transferência de leito. Acionar o maqueiro e encaminhar o paciente para a outra unidade. Fazer a transferência do paciente no sistema da MV. Conferir o prontuário. observando que roupas e qualquer artigo utilizado na assistência ao paciente deverão ser recolhidos pela equipe da enfermagem. Solicitar a desinfecção terminal do leito ao Serviço de Higienização e Limpeza (SHL). Observar orientações da Rotina de Biossegurança para Ambulância da CCIH. Conferir se o novo leito já está pronto (limpo. desinfetado e forrado). Anotar no livro de enfermagem a transferência do paciente. TRANSFERÊNCIAS DE PACIENTES 1. 2. Comunicar ao serviço de nutrição e dietética sobre a transferência informando o nome e o número do novo leito.

para internação o formulário próprio para lançar no sistema Encaminhar MV e na Prefeitura a alta hospitalar por transferência. Anotar no prontuário do paciente: hora. 9 . Solicitar à central de vagas a transferência para que ela faça os devidos contatos e aguardar o retorno. IV. condições do paciente e acompanhamento familiar e de enfermagem. o prontuário do paciente verificando se está completo. As vagas somente são negociadas entre médicos. Providenciar Anotar no livro de enfermagem a transferência do paciente. Solicitar o preenchimento de termo de responsabilidade médica autorizando a remoção do paciente. o paciente na ambulância na presença de um familiar e de Transportar um profissional da enfermagem. a limpeza terminal do leito. Observar Fechar cuidados de Biossegurança durante o transporte. de acordo com a gravidade do paciente. Procedimento: Verificar a solicitação de transferência no prontuário do paciente. juntamente com o encaminhamento médico. ALTA HOSPITALAR  Procedimento:  Conferir se a alta hospitalar está assinada pelo médico assistente. Arquivar na chefia de enfermagem o formulário com o recebido da internação. Preencher solicitação de transporte via internet. com assinatura do médico assistente e confirmação do contato de vagas entre os médicos de ambas as instituições.

 Solicitar a desinfecção terminal do leito ao Serviço de Higienização e Limpeza.  Solicitar que o funcionário do atendimento assine o aviso de alta e lance no sistema. Realizar evolução de enfermagem referente à alta do paciente.  Solicitar cobertura para óbitos na farmácia.  Avisar aos familiares e/ou responsável sobre a alta e aguarda o seu comparecimento para liberar o paciente. ÓBITO  Procedimento:  Providenciar declaração de óbito para ser preenchida pelo médico que assistiu ao óbito em 03 vias  Comunicar aos familiares. deixar a 2º via com o mesmo e anexar a 1º via ao prontuário.  Acompanhar o paciente até a saída.  Colocar biombos se necessário. V.  Encaminhar roupas e artigos usados na assistência ao paciente ao expurgo e hampers.  Fazer tamponamento apenas dos orifícios que estiverem drenando secreções.  Solicitar que o familiar ou responsável assine o aviso de alta.  Retirar sondas e cateteres se houver.  Preencher o aviso de alta em duas vias.  Retirar a roupa do paciente. 10 .  Recolher e anotar no livro de enfermagem a alta do paciente.

data e hora do óbito.  Arquivar a via branca na chefia de enfermagem para posteriormente ser encaminhadas para Secretaria Municipal de Saúde (SMS).  Preencher a ficha de identificação de cadáver.  Anotar o óbito no prontuário do paciente. unir as mãos e conter com ataduras.  Colocar o corpo na cobertura para óbitos e colocar nova etiqueta.  Arquivar a via rosa dentro do prontuário do paciente para ser arquivada. e fixar a mandíbula com atadura se necessário. Anotar o óbito no prontuário do paciente.      Solicitar maqueiro para transporte do corpo para o necrotério. 11 .  Encaminhar para internação o formulário próprio para lançar no sistema da Prefeitura e/ou Convênios a alta hospitalar por óbito.  Solicitar a desinfecção terminal do leito.  Lançar o óbito no livro de declaração de óbito.  O (a) enfermeiro (a) do setor deverá entregar a via amarela. leito. Lançar o óbito no sistema MV.  Alinhar o corpo do paciente. conforme orientações do “folder de óbitos”. Trocar curativos se necessário. médico responsável. Organizar os pertences do paciente e entregar à família.  Colocar etiqueta na pele do paciente com: nome completo. Marcar o óbito no censo de controle e registro de enfermagem. junto com o formulário da Fundação Municipal de Desenvolvimento Comunitário (FUNDEC) para a pessoa responsável pelo corpo.  Orientar a família sobre os procedimentos para sepultamento.

caso não estejam no mesmo. Instituto Médico Legal – IML ou Serviço de Verificação de Óbito SVO  Em caso de IML ou SVO  Solicitar que o médico preencha o encaminhamento no formulário próprio do IML/SVO. 1. encaminhar o corpo ao Instituto Médico Legal (IML).  A ficha de identificação e a via da funerária deverão ser arquivadas no prontuário do paciente. O (a) enfermeiro (a) do setor deverá entregar o corpo no necrotério para a funerária.  O óbito deverá ser lançado na estatística da Comissão de Óbito pela secretária da enfermagem. Recomendações importantes:  Em caso de morte violenta. a ficha de identificação do cadáver e a ficha da funerária.  O responsável pela funerária assina a ficha de identificação do cadáver e o enfermeiro assina e recebe uma via da ficha da funerária. encaminhar o corpo ao Serviço de Verificação de Óbitos (SVO). 12 . em caso de Feto Morto acima de 500gr e paciente sem diagnostico fechado (ex: menos de 24 horas de internação).  A secretária da enfermagem deverá conferir os papeis do óbito e arquivar no prontuário. sendo: a ficha rosa da declaração de óbito. nestes casos o médico deverá preencher o encaminhamento ao IML ou SVO.

 Solicitar que o responsável pela coleta do corpo assine a ficha de identificação de cadáver. a enfermeira deverá ligar no Serviço de Verificação de Obito – telefone 3524-1970. Em caso de SVO. Entregar o encaminhamento médico (via branca) à família em caso de IML.  Solicitar à família que leve uma das vias ao IML para recolhimento do corpo.  Solicitar que o responsável pela coleta do corpo assine a ficha de identificação de cadáver.  Preencher a ficha de identificação de cadáver. não sendo necessário entregar nenhuma via do formulário para a família. após a devida identificação do mesmo.  Preencher a ficha de identificação de cadáver.  Registrar o óbito no livro de declaração de óbito da enfermagem. e comunicar o óbito e solicitar a remoção do corpo.  Entregar o corpo ao SVO juntamente com a via branca do formulário.  Entregar o corpo ao IML. após a devida identificação do mesmo. Registrar o óbito no livro de declaração de óbito da enfermagem.  Encaminhar a família ao distrito policial mais próximo à instituição juntamente com o encaminhamento médico para registrar a ocorrência. A secretária de enfermagem deverá conferir e anexar no prontuário a ficha de identificação de cadáver e encaminhamento do IML/SVO e lançar o óbito na estatística da Comissão de Óbitos. Observação: 13 .

SINAIS VITAIS 1. pela urina. O organismo perde calor por radiação e condutibilidade da pele. 18h00min.  Processos inflamatórios e infecciosos. VI. pelas fezes e pela saliva. A temperatura normal do corpo é mantida pelo equilíbrio entre a produção e eliminação de calor. Há alguns fatores que alteram a temperatura:  Fatores fisiológicos. 06h00min e sempre que necessário. Temperatura A temperatura indica o nível de calor a que chega o corpo. Não está autorizada a visita de familiares ao necrotério. ou conforme prescrição médica.  Se observada a necessidade. durante o processo de respiração.  Fatores patológicos. por evaporação pulmonar. Horas de verificação: 08h00min. O calor é gerado por processo metabólico e é distribuído no organismo pelo sangue por meio dos vasos sanguíneos. 14h00min.  Idade. por evaporação do suor. 14 . solicitar a desinfecção terminal do necrotério ao funcionário do SHL. 24h00min.

exceto para pacientes em precauções de contato. quando indicado  Para pacientes em precauções de contato individualizar estetoscópio.0º a 40ºC  Hiperpirexia. desidratação ou tóxica. Definição de febre: A febre é a modificação patológica da temperatura. 1.0º C  Febre – 38. É uma reação do organismo diante de determinada agressão que pode ser de origem infecciosa. neurogênica.40.0º a 39ºC  Pirexia-39.0º a 41º C 1.37.1.3. Variação de temperatura:  Hipotermia – menor ou igual a 35ºC  Temperatura Fisiológica – 35.2.  Retirar as luvas imediatamente após o uso e lavar as mãos em seguida e entre um paciente e outro. esfigmomanômetro e termômetro.  Usar um par de luvas de procedimentos para cada paciente.5º a 38.1. Observação:  Não é necessário o uso rotineiro de luvas de procedimentos para verificação de sinais vitais.5º a 37ºC  Estado febril. Classificação da febre: 15 .  Observar orientações da Rotina de Biossegurança da CCIH.

4. permanece em um mesmo nível.não há grandes oscilações diárias.1 Axilar Esta técnica é contra-indicada nas queimaduras de tórax.  01 recipiente para o algodão usado.  Caneta e papel para anotações. Contínua.  Colocar o termômetro na axila de forma que fique o bulbo em contato com a pele.  Ondulante. fraturas de membros superiores.alterna períodos de febre e sem febre. Material necessário para verificação da temperatura: Bandeja contendo:  01 recipiente com algodão seco.  01 termômetro.  Remitente. 16 .  Intermitente.  Enxugar a axila do paciente ou orienta-lo fazer.  01 recipiente com álcool a 70%.5.manifesta-se geralmente às mesmas horas aparecendo e desaparecendo com intervalo de dias e semanas. 1. 1. pacientes muito magros e lesões axilares. Procedimento:  Orientar o paciente sobre o procedimento.  Verificar se a coluna de mercúrio está abaixo de 35º em caso de termômetros não digitais. Esses períodos variam de dois a três dias.há oscilação diária.

17 .  Desinfetar o termômetro com algodão embebido em álcool 70%. inflamações na boca. pacientes inconscientes.  Após cinco minutos retirar o termômetro.  Abaixar a coluna de mercúrio para 35ºC. firmando o termômetro no canto da boca. Oral ou bucal Esta técnica somente é indicada quando os termômetros são individuais e quando não houver contra-indicação.  Fazer a leitura. crianças. Procedimento:  Verificar se a coluna de mercúrio está abaixo de 35º em caso de termômetros não digitais.5.  Registrar no prontuário os resultados conforme os horários de rotina.  Desprezar o algodão sujo. 1.2.  Colocar o termômetro embaixo da língua do paciente.  Anotar o valor da temperatura.  Após cinco minutos retirar o termômetro. Pedir para que o paciente comprima o braço de encontro ao corpo.  Pedir para que o paciente cerre os lábios.  Fazer a leitura. como: intervenções cirúrgicas na boca.  Desprezar o algodão sujo. de preferência colocando a mão no ombro oposto.  Limpar o termômetro com algodão embebido em álcool a 70% e guarda-lo junto aos artigos do paciente.  Anotar o valor da temperatura.

 Fazer a leitura. Retal É o mais eficiente entre os métodos de verificação de temperatura. Procedimento:  Colocar o paciente na posição de Sims – decúbito lateral esquerdo com perna direita flexionada.  Introduzir a ponta do termômetro no reto.: a temperatura também pode ser verificada na região inguinal. É contra indicado em pacientes que sofreram cirurgia retal.3. perineal e inflamações no reto e ânus. 18 .  Lavar o termômetro com água e sabão.sob o queixo e o joelho.  Passar álcool a 70% e guarda-lo junto aos artigos do paciente.  Após cinco minutos retirar o termômetro.  Anotar o valor da temperatura.  Desprezar o algodão sujo. caso haja contra indicação nas regiões citadas anteriormente. Registrar no prontuário os resultados conforme os horários de rotina. O termômetro deve ser de uso individual.5.  Lubrificar a ponta do termômetro (ex: óleo mineral). 1. Usado nos casos de impossibilidade de utilizar a técnica bucal e axilar. Obs.  Registrar no prontuário os resultados conforme os horários de rotina.

pediosa e tibial posterior. Há fatores que afetam o pulso normal.febre. exercícios físicos. cubital. Patológicos. braquial. Tabela de freqüência cardíaca Homem 60 a 70 batimentos por minuto Mulher 65 a 80 batimentos por minuto Criança 120 a 125 batimentos por minuto Lactentes 125 a 130 batimentos por minuto 2.2. radial. Alterações na freqüência cardíaca Bradiarritmia . femural. poplítea. temporal e carótida. lipotimia que aumentam ou diminuem a freqüência cardíaca. pediosa. Fisiológicos. inguinal.pulso lento com menos de 60 batimentos por minuto.pulso rápido com mais de 120 batimentos por minuto 19 . como. Pulso O pulso é verificado na artéria radial. Basta tocar nos pontos anatômicos corretos para verificar o pulso do paciente.1. Taquiarritmia . 2. As artérias mais comuns para verificar o pulso são a temporal facial.2.emoções. carótida. umeral.

 Contar o número de batimentos do pulso em um minuto. deitado ou sentado. No pulso de tensão baixa a artéria é mole. ocorrem as arritmias cardíacas.  Comunicar ao enfermeiro ou médico qualquer alteração no ritmo cardíaco.  Anotar a freqüência. fácil de ser comprimida. Ritmo cardíaco Ritmo cardíaco é uniforme e com intervalos iguais. 2. Não usar o dedo polegar.  Colocar o dedo indicador e anelar no local e pressionar levemente. difícil de ser comprimida. 20 . Irregular – os batimentos cardíacos não uniformes.5.3. se o pulso verificado for radial.2. sem comprimir o local. É caracterizado de acordo com a intensidade das contrações cardíacas. ritmo e volume de acordo com os horários indicados.4. Tensão das artérias No pulso de tensão alta a artéria é dura. Procedimento:  Manter o paciente em posição confortável. pois sua pulsação poderá ser confundida com a do paciente. O ritmo do pulso pode ser: Regular – os batimentos cardíacos são uniformes. 2. Quando há alterações. Volume do pulso O volume do pulso pode variar entre amplo e cheio ou pequeno e vazio.  Apoiar o braço.

e a eliminação de gás carbônico. A respiração pode ser costal superior (mulher). através da expiração que permite a saída do ar contido nos pulmões.2. costal inferior (homem) e abdominal ou diafragmática (criança).3. 3. pela inspiração que permite a entrada de oxigênio nos pulmões.freqüência respiratória rápida e superficial. Espanopnéia – freqüência respiratória lenta e profunda.1. Tabela de freqüência respiratória Homem 15 a 20 movimentos por minuto Mulher 18 a 20 movimentos por minuto Criança 20 a 25 movimentos por minuto Lactentes 30 a 40 movimentos por minuto 3. Polipnéia – freqüência respiratória aumentada e superficial. Bradpnéia – freqüência respiratória lenta e com profundidade normal. Ritmo 21 . . Respiração É a troca de gazes entre o organismo e o meio ambiente que consiste basicamente na absorção de oxigênio.3. Alteração na freqüência respiratória Taquipneia. Hiperpinéia – freqüência respiratória aumentada e profunda. 3. Oligopnéia ou hipopnéia – freqüência respiratória lenta e superficial.

seguida de pausa. depois uma breve e queixosa expiração. o que pode alterar a freqüência.  Ser natural. ou os movimentos do abdômen e contar durante um minuto. ou pode ser anormal. bradpnéia e apnéia. Biot – respiração periódica caracterizada pela presença de períodos de apnéia de duração variável de até 30 segundos. não deixando que o paciente perceba que sua respiração está sendo contada.  Observar quando o tórax sobe e desce. seguida de nova pausa. Kusmaul – é a respiração profunda e ruidosa. O paciente apresenta-se cianótico. chamado eupnéia.O ritmo pode ser normal e uniforme. Dispnéia – dificuldade de respirar. nos casos de indivíduos sadios. com a pele em tom de cinza-azulado que se manifesta inicialmente em torno dos lábios e se estende para as extremidades de mãos e pés. Os movimentos respiratórios aumentam e diminuem. As fases de taquipnéia duram cerca de 30 segundos. Procedimento  Manter o paciente sentado ou deitado no leito. Cheyne-stoke – respiração que apresenta períodos de dispnéia. e após uma pausa o ciclo reinicia. pois pode causar-lhe ansiedade. como descrito a seguir: Apnéia – parada respiratória.  Comunicar ao enfermeiro ou médico qualquer alteração na freqüência e ritmo respiratório.  Anotar o número de movimentos respiratórios por minuto. Pode ser repetida em intervalos regulares e irregulares. 22 .

arteriosclerose. Tabela de variação da pressão Pressão arterial normal ou 140 a 110 fisiológica sistólica Pressão arterial normal mmHg ou 90 a 70 fisiológica diastólica Pressão (hipertensão) Pressão (hipotensão) arterial arterial mmHg elevada 150X110 mmHg baixa 100X60 mmHg Pressão convergente (máxima e 120X90.1. Elasticidade Resistência Quantidade Viscosidade Alguns fatores podem modificar a pressão arterial: Fisiológicos – idade. postura. digestão.4. vascular periférica. aumento da pressão intracraniana. drogas. sexo. Patológicos – convulsões. Pressão arterial Definida como a pressão exercida nas paredes dos vasos sanguíneos pela força de contratibilidade do músculo cardíaco que bombeia o sangue. Os fatores que determinam o grau de tensão sobre os vasos são: Força de contração do músculo cardíaco. do sangue circulante. hemorragias. das paredes arteriais. 4.5 mínima se aproximam) 23 mmHg . sanguínea.

Testar o aparelho de PA.    Apoiar sempre o braço aproximadamente na altura do coração. Locais para a verificação da pressão arterial: Braço – artéria braquial. Perna – artéria pediosa. Álcool a 70%. 24 .  Material: Estetoscópio. Colocar o paciente sentado. Coxa – artéria poplítea.Pressão divergente (máxima e 120X40 mínima se distanciam) mmHg 4.  Desinfetar as olivas do estetoscópio com algodão embebido no álcool antes de colocar nos ouvidos. Sentir a pulsação da artéria braquial com as pontas dos dedos na parte anterior da articulação do cotovelo do paciente. Preparar o aparelho. Esfigmomanômetro.2. Procedimento:     Orientar o paciente quanto ao procedimento. Ajustar o manguito ao braço acima do cotovelo. Algodão embebido em álcool a 70%. deitado em posição confortável ou de acordo com orientação médica.

Durante a fase de preparo o profissional de enfermagem deve ter muita atenção para evitar erros. 1.  Nos casos de dúvidas. VII. Desinfetar o diafragma com algodão embebido no álcool antes e após colocar no paciente.  Abrir lentamente a válvula e observar no manômetro o número correspondente ao primeiro ruído – pressão sistólica máxima. RECOMENDAÇÕES GERAIS: 25 . verificar novamente.  Comunicar ao enfermeiro ou ao médico qualquer alteração na avaliação fisiológica da pressão arterial.  Fechar a válvula de ar e insuflá-la rapidamente até que o movimento indique no manômetro 200mmHg aproximadamente. verificar os sinais vitais informar o paciente sobre os valores e deixá-lo confortável. 1. INTRODUÇÃO A administração de medicamentos é um processo que envolve uma seqüência de ações a serem desenvolvidas pelo profissional de enfermagem. ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS 1. sem desperdício de recursos. a fim de obter os melhores resultados junto ao paciente.  Colocar o diafragma do estetoscópio sobre a artéria braquial do paciente. assegurando ao máximo que o paciente receba a medicação corretamente. o manguito. e o segundo ruído – pressão diástole mínima. Desprender Anotar Após os valores pressóricos verificados.

 As medicações devem ser administradas sob prescrição médica. 26 . Lavar sempre as mãos antes do preparo.  Preparar o medicamento em ambiente com boa iluminação. que podem aumentar a chance de cometer erros. número do leito. administração e logo após o procedimento. Nesse caso. nome da medicação. quando a situação estiver sob controle.  Proteger a seringa ou frasco com medicamento para evitar contaminação. via de administração e horário.  Preparar somente quando tiver certeza do medicamento prescrito. aceitável faze-lo baseado apenas em orientação verbal.  Observar o aspecto e as características da medicação antes de prepará-la. antes de colocar o medicamento no recipiente próprio para administração. dosagem e via de administração. e antes de administrá-la.  Fazer desinfecção das ampolas e ou dos frascos antes de quebrar e ou aspirar à medicação. em casos de emergência.  Utilizar bandeja devidamente limpa.  Ler e conferir o rótulo da medicação três vezes – quando pegar o medicamento.  Identificar o medicamento preparado com o nome do paciente. distrações e interrupções. e ao colocar o recipiente na prateleira ou desprezar o invólucro. podendo ser usado o próprio invólucro se não contaminado.  Concentrar a atenção no trabalho. todas as medicações usadas devem ser prescritas pelo médico posteriormente. evitando atividades paralelas. sendo.

 Utilizar luvas de procedimentos para medicações via sonda gástrica ou nasogástrica. o horário correspondente é circundado.  A administração do medicamento deve ser feita pelo profissional que o preparou. conforme Programa de Gerenciamento de Resíduos da CCIH.  Em caso de recusa do medicamento. o profissional de enfermagem deve relatar imediatamente o fato ao (a) enfermeiro (a) e/ou médico e anotá-la no prontuário.  As luvas de procedimentos e o algodão devem ser desprezados na lixeira com saco branco leitoso.  Devolver no final do plantão os medicamentos não utilizados e em hipótese alguma acumular “sobras”.  Permanecer junto ao paciente até que tome o medicamento. conferir cuidadosamente a identidade do paciente. 27 .  Nunca reencapar agulhas ou concitá-las da seringa para desprezar. Convencionalmente em nosso meio. quando o medicamento não foi administrado por algum motivo. nunca deixando-a sozinha junto ao paciente. Deixar o local de preparo de medicação sempre em ordem e limpo.  Antes de administrar o medicamento. via retal e parenteral. dentro da enfermaria do paciente.  Não se deve nunca esquecer de registrar o medicamento que o paciente tenha recebido (checar a medicação). “bolado” à caneta e a justificativa anotada no prontuário do paciente. para lixo infectante.  Manter a bandeja sempre a vista durante a administração. utilizando álcool a 70% para desinfetar a bancada.

Oral  Material:    01 bandeja.  Lavar as mãos.  Oferecer o medicamento. Cuidados importantes:  Agitar o frasco de medicamento líquido antes de entorná-lo pelo lado oposto ao do rótulo. 2.2. 01 copinho.  Perguntar o nome do paciente sem sugestionar. horário e número do leito. 28 .1. nome da medicação.  Levar a bandeja de medicação junto ao leito do paciente. Procedimento: Conferir a prescrição médica e medicação a ser administrada.  Conferir novamente a medicação e prescrição médica verificando data.  Checar na prescrição médica.VIAS DE ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS 2. paciente.  Lavar as mãos.1. 1. evitando assim. Medicamento prescrito. que o líquido escorra sobre ele.  Observar se o paciente ingeriu a medicação. via de administração e dose. Identificar os copinhos com o nome do paciente. tornando difícil a leitura. hora.  Diluir o medicamento se necessário.

até ser totalmente dissolvido.  O frascos multi-doses deverão ser diluídos quando abertos: Frascos multi-doses que ficam “estocados” no posto. verificar sempre a data de validade e condições de armazenamento antes de administrálo ao paciente. facilitando desse modo a colocação precisa do medicamento. possibilitando a identificação segura dos medicamentos que efetivamente o paciente recebeu.  No caso de administração de medicação sublingual.  Se um paciente recebe vários medicamentos simultaneamente.  Se houver dificuldade na identificação do medicamento. Devolva-o à farmácia e solicite outro medicamento com identificação legível. náuseas. será possível registrar adequadamente o ocorrido e ou repor a medicação perdida. vômitos. controle hídrico.  Segurar o recipiente graduado (copinho) e vidro ao nível dos olhos para despejar o líquido até a altura correspondente à dose. sem mastigá-lo ou engoli-lo. não se devem oferecer líquidos com a medicação sublingual. Em casos de aceitação parcial ou perdas acidentais de uma parte deles. Se necessário trocar o frasco na farmácia. não administrá-lo. drágeas ou cápsulas no recipiente sem tocá-las diretamente com a mão.  Observar se o paciente não está com indicação de jejum. a prática mais segura é a de usar recipientes separados. além de fatores que influenciam a administração. condições relativas à deglutição.  Colocar comprimidos. observar a colocação do medicamento sob a língua do paciente e orientá-lo para que deixe ali. como sonda nasogástrica. entre outros. 29 .

Via retal As formulações destinadas para uso retal podem ser sólidas ou líquidas. denominada lavagem intestinal (de 1000 a 2000ml) ou em pequena quantidade.  01 par de luvas de procedimento. não devendo ser partido. os resultados manifestam-se dentro de 15 a 30 minutos.  Procedimento:  Explicar ao paciente o procedimento. Material:  1 frasco de Clister ou Fleet Enema (conforme prescrição médica)  Papel higiênico. preparo para procedimentos cirúrgicos ou exames (ex: colonoscopia). Quando efetivo.2.  01 comadre.  Formulação líquida – pode ser em grande quantidade.  01 sonda retal. Geralmente são usadas na lavagem intestinal para a remoção das fezes em caso de fecaloma.  Formulações sólidas – denominada supositório – possuem formato e consistência que facilita sua aplicação. No uso de medicação via SNE ou SNGLavar( 10 a 20ml de água pela seringa sob pressão) logo após a administração da medicação. 2. chamada de clister (150 a 500ml). a fim de evitar obstrução da mesma. Dissolve-se em contato com a temperatura corporal e é indicado principalmente para a estimulação da peristalse para facilitar a defecação. 30 . mas podem tardar até uma hora.

 Afastar a prega interglútea e instilar o líquido. quando não há possibilidade de administração por via oral. ou encaminha-lo ao banheiro.  Colocar o paciente em posição de Sims. Observação: No caso de irrigação gota a gota acrescentar um equipo ao material.  Lavar as mãos.Via Parenteral A via parenteral é utilizada quando se deseja uma ação imediata da droga.  Limpar e organizar o material.  Lavar as mãos.  Fazer a higiene intima.  Retirar o material usado.  Colocar biombo. ou quando há interferência na assimilação 31 da droga pelo trato . para não expor o paciente. Preparar o material. calçar luvas de procedimentos.3. 2. deixando o sistema instalado até o final da solução. deixando o papel higiênico à mão.  Colocar o paciente na comadre. procedendo a mesma forma de instalação. (decúbito lateral esquerdo e perna direita fletida).  Fazer anotação de enfermagem no prontuário.  Mornar quando for solução glicerinada ou soro fisiológico. nos casos de pacientes dependentes.  Retirar as luvas de procedimentos.  Introduzir a sonda retal lubrificada (ex: xilocaína gel ou óleo mineral) no ânus do paciente.

gastrointestinal. A enfermagem utiliza comumente as seguintes formas de administração parenteral: intradérmica, subcutânea, intramuscular e endovenosa.

Observação: Observar recomendações de rotina de controle de infecção decorrente sanguínea de CCIH.

2.3.1.Preparo da Medicação:   Observar o prazo de validade, o aspecto da solução, bem como a integridade do frasco; Certificar que todo o medicamento está contido no corpo da ampola, pois o estreitamento do gargalo faz com que uma parte do medicamento muitas vezes , fique na sua parte superior;     O mesmo cuidado deve ser observado com o pó liofilizado no frasco ampola; Lavar as mãos com água e sabão; Observar a integridade dos invólucros que protegem a seringa e a agulha; Monte a seringa com a agulha respeitando a técnica asséptica; Desinfetar toda a ampola com algodão embebido em álcool a 70% destacando o gargalo, no caso do frasco ampola, levantar a tampa metálica e desinfetar a borracha;   Proteger o gargalo da ampola com algodão na hora de quebrá-lo; Aspirar ao diluente (no caso de frasco ampola) introduzi-lo dentro do frasco e deixe que a força da pressão interna do frasco, desloque o ar para o interior da seringa;  Homogeneizar o diluente com o pó liofilizado sem sacudir;

32

Introduzir o ar da seringa para o interior do frasco. Este procedimento visa aumentar a pressão dentro do frasco, facilitando a retirada do medicamento, visto que os líquidos movem-se de uma área de maior pressão para a de menor pressão;

  

Manter o frasco invertido para baixo, enquanto aspira ao medicamento; Proteger a agulha com o protetor e o êmbolo da seringa com o próprio invólucro; Identificar o material com fita adesiva com o nome do paciente, número do leito, medicamento, horário, dose e via de administração;

2.4..Intradérmica É a introdução do medicamento na derme. É raramente usada para tratamento, porém incide na disseminação de vacinas.

2.4.1 Volumes máximos administrados – 0,1 a 1,0ml.

2.4.2. Locais de aplicação :  Face interna ou ventral do antebraço;  Região escapular (parte superior das costas);  Parte inferior do deltóide direito (exclusivamente para a vacina BCG);

Material:  01 bandeja;  01 seringa de 3ml ou 5ml;  01 agulha para injeção 03X07;
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 01 bola de algodão;  05ml de álcool;  Luvas de Procedimentos;  Medicamento prescrito;

Procedimento:
Lavar

as mãos; a medicação fazendo a desinfecção da ampola e, após a

Preparar

aspiração do medicamento, colocar o protetor na agulha;
Orientar Calçar

o paciente quanto ao procedimento;

luvas de procedimentos a agulha em ângulo de 15º em relação à superfície da pele;

Posicionar Introduzir Checar

a agulha com o bisel para cima para formar uma pápula;

na prescrição médica;

OBS.: Não fazer a anti-sepsia da região, o que causaria o desenvolvimento de reações falso-positivas em testes de

hipersensibilidade e a redução da atividade das vacinas administradas.

2.5. Via subcutânea É a introdução do medicamento na região subcutânea. É utilizada para drogas que não necessitem de absorção imediata e sim quando se deseja uma absorção continua. Podem ocorrer lesões inflamatórias locais, sendo de grande importância o rodízio da aplicação como um método profilático.

2.5.1. Volume máximo administrável – 3 ml.
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seringa de 1ml. prescrito. do álcool a 70%. Preparar a medicação fazendo a desinfecção da ampola e. Regiões glúteas. após a aspiração do medicamento. Orientar o paciente quanto ao procedimento. 35 . Material: 01 01 01 bandeja. anterior e posterior dos braços.5. colocar o protetor na agulha. Luvas 02 bolas de algodão. Regiões supra-escapular e infra-escapular. 05ml Medicamento Procedimento: Lavar as mãos. Face lateral externa e frontal das coxas.2.Locais de aplicação: Parte superior externa dos braços. direita e esquerda. de procedimentos. Calçar luvas de procedimentos. exceto a região periumbilical. Faces externas. Região abdominal – hipocôndrios direito e esquerdo. agulha 13X25.2. Região intermediária lateral das costas (próxima ao quadril direito e esquerdo).

Checar na prescrição medica. Retirar luvas e lavar mãos. Introduzir a agulha com bisel para baixo. dorsoglútea. 2. O desconforto da aplicação desse medicamento pode ser minimizado com os seguintes cuidados: Manter Ao a técnica asséptica durante todo o procedimento. sem expô-lo desnecessariamente.6.2. Posicionar a agulha em ângulo de 90º em relação à superfície da pele. uma pressão no local administrado com a extremidade dos dedos.Volume máximo administrável – 3 ml. lentamente as soluções.Locais para aplicação : Regiões Região Região deltoideanas. a privacidade do paciente.Fazer anti-sepsia da pele de cima para baixo.tendo a desvantagem de ser dolorosa pela introdução da agulha e absorção do medicamento. escolher o local de aplicação. observe a condição do músculo. 36 . Injetar Fazer para auxiliar na absorção da droga. 2.1.6.6. Checar na prescrição médica. Assegure Não hesitar em aplicar a injeção. ventroglútea. Não friccionar o local após a aplicação.Via intramuscular É aplicada no tecido muscular através da pele. 2.

em qualquer idade.Região anterolateral da coxa (músculo vastolateral). adultos excessivamente magros ou com mais de 60 anos. 05ml do álcool a 70%. Escolher a seringa de acordo com o volume a ser injetado.  Material :        01 bandeja. 01 agulha 30X06. Luvas de procedimentos. Nessas medicações só usar agulhas 30x8. Priorizar Não a região vastolateral da coxa em crianças menores de 1 ano.  Procedimento: Lavar as mãos.Recomendações importantes: Não administrar medicamentos por via intramuscular na região dorsoglútea em crianças de 0 a 2 anos. administrar diclofenaco de sódio e penicilina benzatina na região deltóide. Medicamento prescrito. 2.3. colocar o protetor na agulha. 01 seringa de 3ml ou 5ml. 02 bolas de algodão. 37 . Preparar a medicação fazendo a desinfecção da ampola e. 30X07 ou 30X08. após a aspiração do medicamento. Rodiziar o local de aplicação.6.

Injetar lentamente o líquido. verificando se algum vaso foi atingido. Fazer anti-sepsia da pele de cima para baixo.Orientar o paciente quanto ao procedimento.7. Posicionar a agulha em ângulo de 90º em relação à superfície da pele. Hematoma. Checar na prescrição médica. Retirar luvas e lavar as mãos. Calçar luvas de procedimentos.extravasamento de sangue da veia no espaço intersticial por transfixação da veia. 2. Fazer uma leve compressão no local após a administração. Abscessos. considerando-se que a medicação entra direto na corrente sanguínea. 38 . Introduzir a agulha com bisel para baixo. Sua administração deve ser feita com muito cuidado. não oleosas e sem flocos em suspensão. anti-sepsia inadequada no local da punção e material contaminado. Alguns acidentes podem acorrer na administração de medicamentos endovenosos: Esclerose da veia – aplicação sucessiva no mesmo local.administração de medicamentos fora da veia. Via endovenosa: A via endovenosa é usada quando se deseja uma ação rápida do medicamento ou porque outras vias não são propícias. As soluções administradas por essa via devem ser cristalinas. caso as recomendações preconizadas não sejam observadas. Aspirar antes de injetar o medicamento. podendo ocasionar sérias complicações ao paciente.

Locais de aplicação:  Região cefálica (crianças). intermediária basílica. palidez. substância produzida por bactéria. Êmbolos – deslocamento de resíduos de medicamentos mal diluídos ou coágulos de sangue podem agir como êmbolos.1. agitação.7.longa permanência de dispositivos endovenosos ou drogas irritantes.7. Pode se tratar do choque pirogênico que ocorre quando existe pirogênio no medicamento. 2. Ocorre por deslocamento da agulha ou pela sua penetração na parede do vaso. choque anafilático devido à hipersensibilidade do paciente ao medicamento. 2. antebraço (intermediária cefálica.  Região dos membros superiores: braço (cefálica e basílica).Volume máximo administrável – não há limite.  Região temporossuperficial e regiões epicranianas.  Ulnar  Mão: rede do dorso da mão. vertigem. exceto nos casos em que a patologia contra-indique volumes elevados. produzindo reações como febre e alergias.Flebite.quando se aplica determinado medicamento. safena magna e tibial anterior. pé (rede do dorso do pé).2. mediana e radial). cianose. Infiltração. tremores. 39 . pode ocorrer o estado de choque.  Região dos membros inferiores: perna (face posterior do joelho).passagem do líquido para o tecido subcutâneo. Choque . vasodilatação geral. ou seja. ansiedade.

 Luvas de Procedimentos. Material: Mesmo da injeção intramuscular.  01 pacote de gaze.  Preparar a medicação fazendo a desinfecção da ampola e. 40 . após a aspiração do medicamento.  Orientar o paciente quanto ao procedimento.  Medicamento.  30 cm de esparadrapo ou micropore.  Fixar a veia e fazer a punção.  Garrotear o braço aproximadamente 10 cm acima da veia escolhida. Procedimento:  Lavar as mãos. acrescentando em caso de grande volume de medicação:  01 bandeja  01 Equipo. convém o paciente cerrar o punho durante a inspeção e a punção venosa.Obs: Observar orientações adicionais na Rotina de Prevenção de Infecção de Corrente Sanguínea da CCIH.  Calçar luvas de procedimentos.  Inspecionar as condições da veia e selecionar a mais apropriada.  Fazer anti-sepsia da pele de cima para baixo.  Posicionar o paciente deitado ou sentado. colocar o protetor na agulha.  01 cateter intravenoso (abocath ou jelco). Para facilitar a visualização d veia na mão e braço.

8.  Evitar “tapinha” sobre o local a ser puncionado.2.  Evitar punção venosa de membros inferiores em pacientes adultos. confortável ao paciente. interrompa a aplicação e comunique o fato o(a) enfermeiro(a) ou médico. paresia.  Retirar o cateter ou agulha e comprimir o local. evitando assim reações adversas.  O seguimento escolhido deve ser mais longo que a agulha. Inserir o cateter ou agulha em um ângulo de 15º a 30º graus mantendo a pele esticada com o bisel voltado para cima.  Retirar luvas e lavar as mãos.  Não puncionar membros com fístula arterio-venosa para hemodiálise. 2. para ser infundido num 41 .  Checar na prescrição médica. pois permitem o rompimento da veia no momento da punção.  Retirar o garrote. 2. Nesses casos.  O local escolhido deve ser seguro. já que muitos medicamentos podem produzir efeitos indesejáveis de imediato. paralisia ou membro do mesmo lado em que foi feita uma mastectomia. Recomendações importantes:  Seguir Rotina de Controle de Infecção para acesso vascular para a manutenção da punção. facilitando a introdução.7.  Administrar lentamente o medicamento.Venóclise: Venóclise é a administração endovenosa de regular quantidade de líquido através de gotejamento controlado. de fácil acesso.

registrando no rótulo: o nome do paciente.  Estabelecer a punção venosa em local longe de articulações e de fácil acesso. data e assinatura. na presença de sinais de flebite (edema e hiperemia local). inclusive sua fixação.  Realizar a punção com técnica asséptica. As soluções mais utilizadas são a glicosada 5%. fisiológica 0. caso houver.1.período de tempo pré-determinado. tempo em que a solução deverá ser infundida. a fim de detectar precocemente a infiltração nos tecidos adjacentes. os medicamentos e seus complementos do soro. devido a deficiência circulatória.  Manter a observação constante no local. 42 . mantendo todo o conjunto de punção limpo.  Retirar o dispositivo da punção e providenciar outra via de acesso venoso. a solução a ser injetada.  Manter as conexões do sistema bem adaptadas evitando extravasamento de solução. início e término. prevenindo infecção.  Não puncionar veias esclerosadas (são veias com paredes espessas e endurecidas). Comunicar o caso o(a) enfermeiro(a). número de gotas por minuto.9% e ringer simples. contaminação. para facilitar manutenção da via e oferecer conforto ao paciente. 2. Recomendações importantes:  Atentar para a identificação. É indicada principalmente para repor perdas de líquidos do organismo e administrar medicamentos. refluxo sanguíneo e entrada de ar.8.

 Evitar excesso de polifix ou tree-wall.  Orientar aos pacientes que deambulam manterem o frasco elevado para promover gotejamento contínuo. 43 .  Material. para evitar a sobrecarga cardíaca. da quantidade de glicose presente na corrente sangüínea. coagulação sanguínea e obstrução do cateter.  Aparelho de HGT.  01 unidade de fita de glicoteste. hora e assinatura do profissional responsável. Registrar no local da punção data.  Orientar o paciente não abrir ou fechar o gotejamento. por meio de amostra de sangue capilar. Garantir a infusão do volume e dosagem dentro do tempo estabelecido.  Não injetar medicamentos perfurando o frasco de soro ou deixar agulhar tipo “suspiro” para evitar contaminação do sistema. que não deve ser alterado em casos de atraso. VIII. evitando refluxo. Para isto.TÉCNICA PARA MENSURAÇÃO DE GLICEMIA CAPILAR É a verificação.  Administração de medicações de horário pela “borrachinha” do equipo: fazer desinfecção do local antes da introdução da agulha. deve-se controlar constantemente o gotejamento.

 Lavar as mãos.  Comprimir o dedo acima do local a ser puncionado.  Realizar anti-sepsia do dedo com álcool 70%.  Limpar o dedo do paciente.  01 unidade de agulha 13x4.  Retirar as luvas.  Orientar o paciente quanto ao procedimento. de maneira que a gota de sangue pingue na fita reagente conectada ao aparelho.5(agulha de insulina)  Luvas de procedimentos.  Anotar o resultado no prontuário.  Fazer a leitura.  Fazer um pequeno furo com agulha de insulina no dedo. 01 bola de algodão.  Posicionar um dos dedos em que será realizado o teste.  Calçar luvas de procedimentos.  Aguardar por 30 segundos aproximadamente.  Procedimento:  Preparar o material.  Lavar as mãos.  01 pacote de gaze.  Organizar o material.  Esperar a gota de sangue pingar sobre a fita – não esfregar o dedo na fita . Observação: 44 .

: A instalação e a troca das bolsas de sangue ou hemoderivados é de responsabilidade do Banco de Sangue.Qualquer alteração. OBS. solicitar o responsável técnico do banco de sangue e avisar ao médico. evitando a infiltração nos tecidos.  Encaminhar o pedido de administração de sangue ou hemoderivados para o setor .  Observar anormalidades.  O técnico do Banco de Sangue deverá instalar punção venosa exclusiva para administração do sangue ou hemoderivados.  Seguir orientações da Rotina de Controle de Infecção de Corrente Sanguínea da CCIH. não sendo permitido usar a mesma via do soro e medicações. ADMINISTRAÇÃO DE SANGUE OU HEMODERIVADOS 1 Procedimentos de Enfermagem:  Avisar ao banco de sangue sobre a prescrição e anotar no pedido o horário e o nome do funcionário que o atendeu.  Pacientes com difícil acesso venoso deverão ser avaliados pelo enfermeiro responsável e suspender as medicações.  Caso haja Intercorrências durante a transfusão. 45 .  Manter o gotejamento de acordo com a prescrição médica. se for o caso.  Observar o posicionamento da agulha. IX. comunicar a enfermeira ou medico do paciente e medicar conforme prescrição médica e de acordo com o resultado do HGT.

 Cefaléia.  Administrar medicamento conforme prescrição.SINTOMAS  Calafrios súbitos e febre.  Verificar a temperatura meia hora após o início dos calafrios.Reações Pirogênicas: 2.  1.CONDUTAS  Interromper a transfusão e avisar ao médico. 2. e levantar ou transportar o paciente para um determinado local através da utilização de movimentos planejados.3.  Vermelhidão e taquicardia.  Evitar esforços desnecessários e lesões corporais. 46 .  Aliviar a pressão de determinada área (evitar escaras).OBJETIVOS:  Proporcionar conforto e segurança ao paciente.2.  X.MOVIMENTAÇÃO E TRANSPORTE DE PACIENTE CONCEITO: É mover.2.  Preencher notificação para Corisca.

O primeiro fator importante ao se mover ou levantar o paciente, é o emprego de uma boa mecânica corporal por parte da enfermagem e de outra pessoa que ajude. Devem-se evitar esforços desnecessários, prevenindo danos para si e para o paciente. Os movimentos devem ser planejados. É bom fazer uma pequena contagem para todos agirem juntos, somando forças, empregando princípios de ergonomia. Por exemplo, contar 1 – 2 – 3 – já!

Procedimentos comuns:  Lavar as mãos antes e após qualquer procedimento;  Calçar luvas de procedimentos;  Orientar o paciente sobre o procedimento;  Registrar no prontuário todos os procedimentos realizados com o paciente;  Deixar a unidade em ordem;

DECÚBITO DORSAL PARA LATERAL DIREITO OU ESQUERDO

1.1.1-DUAS PESSOAS  Procedimento:  Dobrar em leque o sobrelençol até a altura dos pés;  As duas pessoas executantes devem colocar-se à esquerda do paciente;  1ª pessoa: colocar o braço direito sob o ombro do paciente, apoiando a cabeça. Em seguida colocar o braço esquerdo sob a região lombar;

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 2ª pessoa: colocar o braço direito sob a região lombar e o esquerdo sob o terço superior da coxa;  Colocar o braço esquerdo do paciente sobre o tórax, o direito semiflexionado e abduzido sobre o leito e flexionar o joelho esquerdo;  Colocar uma das mãos sobre o quadril do paciente e virá-lo delicadamente para o lado direito;  Colocar um travesseiro apoiando a cabeça, pescoço e ombro, outro amparando as costas e um terceiro entre os membros inferiores;  Colocar o braço esquerdo do paciente de modo que não pressione o tórax;  Cobrir o paciente;  Deixar a unidade em ordem.

OBS: Para as mudanças de decúbito inverso seguir os mesmos passos, mudando o posicionamento dos executantes e do paciente.

1.1.2-DUAS PESSOAS COM LENÇOL  Procedimento:  Dobrar em leque a colcha e o sobre lençol;  Ficar uma pessoa de cada lado do paciente;  Soltar o lençol móvel;  Enrolar as extremidades laterais do lençol bem próximo do paciente;  Executar a técnica da seguinte maneira: ambos seguram o lençol na altura do ombro e do terço superior da coxa;  Colocar o paciente para o lado esquerdo com movimentos

sincronizados;

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 Colocar o braço esquerdo do paciente sobre o tórax, deixando o outro semiflexionado e abduzido sobre o leito e flexionar o joelho esquerdo;  Colocar uma das mãos sobre o ombro e a outra sobre o quadril do paciente e virá-lo delicadamente para o lado direito;  Colocar um travesseiro apoiando a cabeça, pescoço e ombro, outro amparando as costas e outro entre os membros inferiores;  Colocar o braço esquerdo de modo que não pressione o tórax;  Prender o lençol;  Cobrir o paciente.

OBS: Para movimentar o paciente do decúbito dorsal para a lateral esquerda, seguir as mesmas regras, mudando o posicionamento do paciente;

2.MOVIMENTAÇÃO DO PACIENTE PARA A CABECEIRA

2.1- QUANDO O PACIENTE AUXILIA  Procedimento:  Dobrar em leque a colcha e sobre lençol até altura dos pés;  Proteger as grades de cabeceira com travesseiros;  Solicitar ao paciente, que flexione os joelhos, apoiando firmemente as pernas e pés no colchão;  Apoiar o ombro e a coxa do paciente com as mãos;  Orientar o paciente solicitando-o para dar um impulso com os pés no sentido da cabeceira;  Colocar o travesseiro e arrumar a cama;  Cobrir o paciente.
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Ambas as pessoas devem segurar o lençol na altura do ombro e na região coxofemoral.  Enrolar as extremidades laterais do lençol bem próximas ao paciente. Cobrir o paciente e deixar a unidade em ordem. Soltar o lençol móvel ou lençol. devem portar-se duas pessoas á direita e duas pessoas á esquerda do paciente. Proteger as grades da cabeceira com o travesseiro.  No caso SVD. e SNG. 50 .TRANSPORTE DO PACIENTE DA CAMA PARA A MACA (QUATRO PESSOAS COM LENÇOL)  Procedimento:  Antes do procedimento. Deslocar o paciente para a cabeceira da cama com movimentos sincronizados.  Desprender as roupas de cama. fechar infusões venosas. Ficar uma pessoa de cada lado do paciente. Enrolar as extremidades laterais do lençol bem próximos do paciente. exames demorados abrir sonda enquanto aguarda.2.  Em quatro pessoas.2-QUANDO O PACIENTE NÃO AUXILIA (DUAS PESSOAS COM LENÇOL MÓVEL OU LENÇOL)  Procedimento: Dobrar em leque o sobrençol até a altura dos pés.  Dobrar em leque o lençol e o cobertor até os pés. SNE ou SVD. Colocar o travesseiro e arrumar a cama. 3.

51 .  Deixar o paciente confortável e a unidade em ordem. Utilizar corretamente a mecânica corporal a fim de evitar lesões corporais e desgastes desnecessários. palidez. etc. Deixar travada.  Colocar a maca paralela ao leito.. Transportar com movimentos sincronizados para a cadeira de rodas. CUIDADOS IMPORTANTES: Fazer a desinfecção concorrente da maca e da cadeira de rodas após cada transporte. Passar o paciente para a beira da cama com movimentos simultâneos. sondas.  Afastar a maca da cama. Enrolar as bordas laterais do lençol próximos do paciente. 4. 5. drenos.  Colocar o lençol sobre o paciente. etc.  Transportar o paciente da cama para a maca num só movimento. dietas. próxima do pacientes. Cuidados com infusões. Levantar a cabeceira e sentar o paciente na borda da cama observando sinais de vertigem. arrumar as roupas e levantar as grades laterais. Deixar a unidade em ordem.. Agasalhar o paciente nos dias frios. Puxar a cadeira de rodas pelas costas ao descer a rampa. DA CAMA PARA A CADEIRA DE RODAS (DUAS PESSOAS COM LENÇOL)  Procedimento:  Colocar a cadeira de rodas próximas aos pés da cama.

a enfermagem deve ajudar o paciente a adotar posições específicas.   ROLO .POSIÇÕES DO CORPO FINALIDADES:  Proporcionar conforto. 1.  Tratamentos e cirurgias.CONFORTO: Bem-estar físico e mental. 1. com travesseiro ou cobertor.3.XI. PROMOÇÃO DE CONFORTO E SEGURANÇA DO PACIENTE 1. psicológico. calcâneos. 1. como cotovelos. ARGOLAS DE ALGODÃO (diminuir a pressão de regiões com proeminências ósseas.2. estado isento de ansiedade. 52 . de modo a facilitar a observação ao examinador e manter o conforto e a privacidade do paciente.  Realizar exames físicos. físico.TIPOS DE CONFORTO: Espiritual.1.  De acordo com a região a ser examinada. dor ou inquietação.MÉTODOS PARA PROPORCIONAR CONFORTO FÍSICO. joelhos e região occipital).

 Recomenda-se usar: lençóis, campos, perneiras. E isolar o paciente com biombo se necessário.  O funcionário deverá lavar as mãos antes e pós o procedimento e calçar as luvas de procedimentos.

1.3.1.Decúbito Horizontal- ou decúbito dorsal  O paciente se deita de costas, com as extremidades inferiores em extensão ou ligeiramente flexionadas para permitir o relaxamento dos músculos abdominais.  Sob a cabeça colocam-se travesseiros (1 ou 2)  Os braços cruzam sobre o tórax ou estendidos.  Cobrir o paciente com lençol (solto do colchão).

Procedimento:

 Lavar as mãos;Explicar o procedimento e a finalidade ao paciente;  Colocar a mesa de exame ou o leito na posição horizontal;  Deitar o paciente horizontalmente de costas;  Manter os membros superiores ao longo do corpo em posição anatômica e os inferiores alinhados;  Manter o paciente protegido com o lençol, expondo apenas a área a ser examinada;  Deitar o paciente em posição confortável após exame;  Lavar as mãos;  Proceder às anotações no prontuário.

1.3.2.Posição de fowler.

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O paciente fica semi-sentado, com apoio nos joelhos e nos pés.

Indicada:  Descanso e conforto;  Exames;  Melhorar respiração (paciente cardíacos e pulmonares);  Evitar aspiração em pacientes com dietas por SNG ou SNE.

Existem duas variações da posição de fowler que podem ser classificadas como:

Semi – fowler: é uma elevação da cabeça de aproximadamente 30º, posição confortável para o paciente que deve ficar com a cabeça e o tórax ligeiramente elevados;

Posição usada em caso de pacientes com SNG ou SNE, para prevenir pneumonias aspirativas;

Fowler alta - É a posição totalmente sentada, ou seja, com a cabeceira da cama elevada a um ângulo de 90º.

Procedimento:

 Lavar as mãos;  Explicar ao paciente a finalidade e o procedimento;  Colocar o paciente em decúbito dorsal;  Elevar os pés da cama;  Elevar a cabeça e o tórax do paciente até formar um ângulo de 45º em relação ao nível normal do leito;  Proteger o paciente com lençol expondo a região a ser examinada;  Deitar o paciente em posição confortável após exame ou tratamento;
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 Lavar as mãos;  Fazer anotações no prontuário.

1.3.3.Decúbito Ventral ou Prona Paciente deitado sobre o abdome, com a cabeça voltada para o lado.

Indicação:  Exames da coluna vertebral.  Exames da região cervical.

Para conforto pode ser de: Curta duração: mãos pendentes, cabeça voltada para o lado, sem travesseiros, e os pés sobre a cama. Longa duração: os braços fletidos, voltados para cima ou ao longo do corpo. Os pés elevados com travesseiros, à cabeça para o lado com pequeno travesseiro em baixo.

1.3.4.Decúbito lateral ou SIMS Pode ser “direita” ou “esquerda” conforme deitado sobre o lado direito ou esquerdo.

Indicação: Lavagem intestinal, aplicação de medicamentos por via retal, verificação de temperatura retal e repouso.

Procedimento:

 Colocar biombo;  Lavar as mãos;
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 Deitar o paciente sobre o lado.6. Indicação: exames ginecológicos.Genupeitoral.  Lavar as mãos. Indicação: exames vaginais e retais. 1.  Posicionar o paciente ajoelhado e com o peito apoiado na cama.  Procedimento:  Colocar biombo. 1.  Calçar as luvas de procedimentos.  Os braços flexionados nos cotovelos.Ginecológica.  Colocar travesseiro sobre o tórax e cabeça do paciente.  Procedimento:  Colocar biombo. Calçar as luvas de procedimentos.  Flexionar as pernas: a direita em ângulo agudo (perto do paciente) e a esquerda menos flexionada. colocar travesseiro pequeno para servir de apoio.  Colocar braço esquerdo para trás do corpo e o braço direito em qualquer posição.3. 56 .  Cobrir o paciente com dois lençóis ou campo fenestrado.5.3.

7. com as pernas flexionadas sobre as coxas.  Posicionar o paciente deitado de costas. Lavar as mãos. hemorragias. a planta dos pés sobre o colchão e os joelhos bem afastados um do outro.  As nádegas devem ficar um pouco fora do colchão. vagina e bexiga. É considerada uma modificação da ginecológica. Indicação:  Parto. choque).  Calçar as luvas de procedimentos. 57 .  Calçar as luvas de procedimentos. 1. 1.Litotômica. hipotensão.3.  Operação ou exame de períneo.  Lavar as mãos.  O Paciente é colocado em decúbito dorsal. com os ombros e a cabeça ligeiramente elevados As coxas bem afastadas são flexionadas sobre o abdome.  Melhorar retorno venoso (varizes.3.8. Indicações:  Facilitar drenagem de secreções brônquicas.Tredelemburg.  Procedimento:  Colocar biombo.

 Cirurgia de órgão pélvico. com a cabeça em plano mais baixo que o resto do corpo.BANHO DO PACIENTE ACAMADO Conceito É a higiene corporal do paciente acamado. 58 .  Sabonete. para facilitar o procedimento. com declive de 30 a 45º.  Limpar e proteger a pele.  Procedimento: Posicionar o Paciente com o corpo inclinado. XII. para descolar o intestino para o abdome.  Estimular a circulação.  Proporcionar conforto e bem estar físico e mental.  Cinco bolas de algodão ou pacotes de gases.  Cuba rim.  Material:  Bandeja contendo:  Bacia. com dependência parcial ou total da enfermagem. Finalidades  Favorecer a manutenção das funções da pele.  Jarro.HIGIENIZAÇÃO DO PACIENTE 1.

o álcool a 70% e o saco de lixo pequeno.  Roupa de cama.  Biombo.  Balde.  Trazer o hamper. iniciando pela parte interna.  Saco plástico pequeno  Uma pinça.  Hidratante corporal ou óleo mineral.  Reunir o material. toalha de rosto e de banho. Par de luvas de procedimento.  Papel toalha. se necessário.  Calçar as luvas de procedimentos.  Limpar a mesa de cabeceira. pijama ou camisola.  Pano de limpeza.  Comadre forrada.  Pente.  Álcool a 70%. a cuba com a solução.  Procedimento:  Conversar com o paciente sobre o procedimento.  Preparar o ambiente:  Fechar a janela  Proteger o leito com biombo  Desocupar a mesa de cabeceira  Lavar as mãos.  Observar as condições do paciente.  Hamper. 59 . os panos de limpeza.

 Lavar e enxugar os membros superiores.  Trocar as luvas de procedimentos. massagear a região dorsal com a solução indicada (óleo glicerinado ou hidratante corporal).  Colocar a toalha de rosto protegendo o tórax e descer o lençol protetor do paciente até a região pubiana. as roupas nos pés do leito e o balde sobre a toalha de papel no chão.  Trocar a roupa de cama procedendo à limpeza diária.  Lavar e pentear os cabelos. nunca no chão. iniciando pela parte distal do braço oposto.  Organizar a unidade. se houverem. lavar. se tiver condições.  Dobrar a roupa e colocar no espaldar da cadeira.  Lavar e enxugar o tronco anterior.  Lavar as mãos do paciente na bacia. a comadre na cadeira. separadamente e enxugar bem.  Soltar a roupa do leito.  Lavar os pés na bacia. iniciando pela parte mais distal. 60 . enxugar. iniciando pelo lado oposto. a camisola do paciente e travesseiros extras.  Desprezar as roupas usadas diretamente no hamper. descobrindo um lado de cada vez.  Retirar a colcha.  Virar o paciente em decúbito lateral. aos pés do leito.  Lavar e enxaguar o rosto do paciente. dando especial atenção à base dos seios e axilas. deixando os pés por último. encaminhando o material ao expurgo. Passar a bandeja para a mesa de cabeceira.  Levar o material para a unidade: colocar a bandeja na mesa de cabeceira.  Deixar o paciente confortável.  Colocar a toalha sobre os membros inferiores e lavá-los separadamente. iniciando pelo oposto.

 Retirar as luvas. hidratar e massagear estas regiões a fim de evitar úlceras de decúbitos. Higienização Oral A promoção e manutenção de boas condições de higiene da boca e dos dentes são fundamentais para saúde e conforto do paciente. registrando-as  Observar as condições da pele e proeminências ósseas.  Organizar e realizar o corte de cabelos. Cuidar do material.  Durante o banho observar rigorosamente as condições físicas e mentais do paciente. referente à pacientes de longa permanência na unidade. após as refeições e antes de se deitar (no mínimo 4 vezes ao dia).  Em caso de paciente masculino fazer a barba.  Lavar as mãos. A 61 . quando houver necessidade.Observações:  Retirar bem o sabonete da pele a fim de evitar irritação. bem como qualquer alteração observada na pele do paciente.  As unhas devem ser cortadas e limpas sempre que necessário. evitando a proliferação de bactérias. 1. atentando para não deixar a sujidade dos fios de cabelos nos enxovais.  Evitar cansar o paciente.  Expor o paciente estritamente o necessário. 2.1. É hábito a escovação dos dentes pela manhã.  Registrar no prontuário o procedimento.

 Bandeja. Prevenir a cárie dentária. Material  Escova de dentes. Paciente com dieta por SNG ou SNE e TOT necessitam higiene rigorosa. O paciente que faz uso de prótese dentária (dentadura) também necessita de cuidados de higiene para manter a integridade da mucosa oral e conservar a prótese limpa.  Creme dental ou solução dentifrícia.  Conservar a boca livre de resíduos alimentares. pois tem risco aumentado para pneumonia. Observar orientações da Rotina de Prevenção de Pneumonia Hospitalar da CCIH.  Manter a integridade da mucosa oral Proporcionar conforto e bem estar ao paciente. Toalha de rosto ou papel toalha.  Espátula com gazes ou escova de dente do paciente em bom aspecto. Finalidades  Evitar mau hálito. 62 .higiene oral compreende: limpeza dos dentes. das gengivas.  Cuba rim. bochechas.  Copo com água . língua e lábios. estomatites e outras infecções.  Solução anti-séptica ou solução bicarbonatada.

não só orientando-o numa boa higienização. aproximando a cuba-rim para escoar o líquido da boca. Quando o paciente tem condição de tomar banho de aspersão. lavar e guardar o material.  Orientar e auxiliar o paciente sobre a maneira correta de fazer a escovação. 63 .  Levar a bandeja e colocá-la sobre a mesa de cabeceira. gengivas e língua (usar sonda de guedel se necessário). colocar o dentifrício e entregá-la. o pessoal da enfermagem deve acompanhá-lo e supervisioná-lo. tontura e calafrios. cansaço. lipotímia.  Secar a escova e guardá-la ou desprezar espátula com gazes.  Explicar para o paciente sobre o que vai ser feito. umedecer a escova ou espátula com gazes com água. Procedimento:  Lavar as mãos.  Em pacientes totalmente dependentes realizar a higiene oral por ele.Banho de Aspersão É o banho de chuveiro. 3.  Retirar a cuba-rim e secar os lábios com a toalha.  Fazer anotações no prontuário.  Colocar cuba-rim sob o queixo do paciente. escovando todos os dentes.  Sentar o paciente ou colocá-lo em Fowler  Proteger o pescoço e tórax com a toalha.  Recolher a bandeja.  Lavar as mãos.  Oferecer água para bochechar várias vezes. como também identificando anormalidades como dispnéia.

estimulação da circulação. se necessário.  Procedimento:  Providenciar o material necessário.  Proteger o paciente após o banho evitando que se resfrie.  Fechar a porta sem trancar. fazendo a desinfecção concorrente. verificando as condições do banheiro.  Lavar as mãos.  Trocar o enxoval do leito do paciente. favorecimento do bem estar.  Fazer anotações no prontuário das reações apresentadas durante o banho Observações: As técnicas de limpeza e desinfecção concorrente da unidade do paciente estão descritas nas “ Recomendações Básicas para Limpeza Desinfecção e Esterilização de Artigos. evitando acontecimentos desagradáveis como quedas. DRENAGEM TORAXICA 64 . ferimentos e mesmo fraturas de membros. A pessoa que acompanhar o paciente deve observar as reações que ele pode apresentar durante o banho. XIII. Roupas e Ambientes” da CCIH. promoção do relaxamento muscular. enquanto o paciente está no banho.O banho tem várias finalidades como: limpeza da pele. aliviando fadiga e cansaço.  Auxiliar o paciente no que for necessário.  Colocar uma cadeira para o paciente sentar.

fazendo com que o ar se desloque para dentro dos pulmões durante a inspiração. Para realização desta drenagem é necessária a implantação de um dreno no tórax do paciente que estará ligado ao sistema de drenagem. ou seja. água ou sangue da cavidade. pus. Também conhecido como drenagem em selo d’ água. para que não entre ar nos pulmões. O ar ou líquido (sangue. Observação: Este procedimento só deve ser realizado no Centro Cirúrgico.  Empiema – presença de secreção purulenta.  Pneumotórax – presença de ar na cavidade. suco gástrico) formam coleção no espaço interpleural. restringindo a expansão pulmonar e reduzindo a troca gasosa.  Evitar compressão do tubo e extensão para não impedir a drenagem. Cuidados de Enfermagem:  O dreno poderá ficar fora do selo d´água. O dreno torácico implantado no sistema pleural é capaz de remover qualquer coisa do espaço pleural. Sempre que o tórax é aberto. é uma técnica de evacuação de ar. líquido seroso. a pressão da cavidade torácica é inferior á pressão atmosférica. Utilizado quando há:  Hemotórax – presença de sangue na cavidade.O mecanismo normal da respiração opera sob o principio da pressão negativa. 65 . existe uma perda da pressão negativa o que resulta em colabamento do pulmão.

Adulto: 500 ml . enfisema subcutâneo.9% ou água destilada.  Observar as condições do paciente: cianose.  Colocar rótulo no frasco informando data da troca selo d’agua assinatura de quem realizou o procedimento.  Observar o aspecto da drenagem (volume. cor e odor) e presença de sinais flogísticos e edema subcutâneo ao redor do dreno. mudança na ausculta pulmonar. enxaguar o frasco com SF 0.  Se trocar ótimo  Se desprezar.  Incentivar o paciente a inspirar profundamente e a tossir.  Durante a troca do vidro trocar o vidro ou desprezar o conteúdo de drenagem pinçar o dreno. pressão no tórax.  Observar a flutuação do nível de líquido.  Colocar SF 0.Infantil: 250 ml 66 . conforme orientações do Manual de Curativo da CCIH.  Para transportar o paciente manter o vidro de drenagem abaixo do nível do pulmão. Ordenhar o dreno a cada 24h. sintomas de hemorragia.  Realizar curativo no local de inserção do dreno uma vez ao dia.9% ou água destilada conforme o paciente (adulto ou criança). pois aumenta a pressão intrapleural favorecendo a drenagem e fazendo o pulmão expandir. sinais vitais. respiração rápida e superficial.  Observar o selo d´água que deve ser: .

 01 Gaze estéril. 1.XIV. ou o seu tratamento. transverso ou descendente.  01 bolsa para colostomia (se necessário troca). Definitiva ou permanentes: são realizados após a retirada da parte doente do intestino por amputação completa do órgão.  Após avaliação. Em alça: realizado em íleo ascendente. ou impossibilidade de restaurar a evacuação trans-retal. Tipos : Terminal : possui somente um estoma realizado em caráter definitivo. CUIDADOS COM OSTOMIAS CONCEITO Colostomias: São realizadas para promover o restabelecimento ou a cicatrização da parte do intestino afetada pela doença. se necessário. inexistindo a possibilidade de reconstrução do trânsito intestinal. Em dupla boca que pode ser: Próximas: Quando realizados em uma única colostomia ( as duas bocas) Afastadas : Quando duas bocas são realizadas em alça terminal em nível de flanco esquerdo. 67 .Limpeza Material  250 ml Soro fisiológico a 0. lavar com água e sabão.9%.

 Aplicar a placa com o aro sobre a região.  Observar para que o orifício não fique apertado demais garrotando a ostomia. soltando apenas o clamp que a fecha na parte inferior.  Puxar suavemente a bolsa para baixo. ou grande demais facilitando o contato da secreção direta com a pele lesando-a. 68 .  Adaptar a bolsa plástica à parte inferior do aro na placa.9%.  Recortar o orifício marcado. Procedimento:  Limpar a região da colostomia com soro fisiológico a 0. do dreno ou da ostomia.2. Lavá-la com soro fisiológico a cada vez que se desprezar o conteúdo no vaso sanitário. de acordo com o diâmetro da fístula. em posição cefalocaudal. Marcar na bolsa o círculo com um guia de corte. para confirmar se ela se encontra devidamente encaixada.  Retirar o protetor que recobre a face superior da placa.  Retirar o adesivo. solicitando ao paciente que enrijeça a região. 1. em movimentos circulares.Cuidados diários com Colostomia: Esvaziar a bolsa (no mínimo uma vez por plantão e sempre que necessário).  Secar a área ao redor com gaze estéril. a partir da parte inferior da bolsa plástica até que esteja segura.  Exercer uma leve pressão à roda.

Lavagem intestinal pela colostomia  Procedimento:  Lubrificar a sonda. 2. infusão de alimentos.  Retirá-la. SONDAGEM NASOGÁSTRICA E a introdução de uma sonda via nasal ou oral no estômago do paciente com a finalidade de drenagem de líquidos.  Retirar a bolsa de colostomia e desprezá-la. Fixar nova bolsa de colostomia com placa protetora.9%. medicamentos e hidratação de pacientes impossibilitados de deglutir. 69 ..  Deixar fluir o material fecal de 15 a 20 minutos. odor..  Após o efeito desejado proceder à limpeza ao redor da colostomia e secar a área com gaze. Registrar no prontuário: característica do débito de colostomia. cor.O clamp poderá ser reutilizado nas trocas do mesmo paciente. XV.  Proceder à limpeza ao redor da colostomia com gaze e soro fisiológico a 0.  Introduzir cerca de 15 a 20cm da sonda no estoma a ser irrigado. volume. clampeando-a e puxando-a.  Deixar a solução correr vagarosamente. Observação: Em caso de dois estomas. observar na prescrição médica qual deles será irrigado.  Fechar a sonda quando terminar a solução evitando a entrada de ar. etc.

 01 unidade de bolsa coletora descartável ( em caso de drenagem).  20 cm de esparadrapo.  01 seringa de 10 ml ou 20ml.Material  01 bandeja.  01 estetoscópio.  Medir a sonda da boca ao lobo inferior da orelha e deste até o estômago.  01 par de luvas de procedimento.  01 unidade de sonda nasogástrica. OBS: Verificar rotina da CCIH para Prevenção de Pneumonia Hospitalar.  Preparar o material.  Xilocaína gel.  01 toalha.  Proteger o paciente com a toalha.  01 equipo para dieta.  Colocar o paciente em posição de fowler ou sentado.  Lavar as mãos e calçar as luvas de procedimentos.  Lubrificar a sonda com xilocaína gel.  Procedimento:  Explicar o procedimento para o paciente.  01 pacote de gaze.  100 ml de água filtrada. com a cabeça ligeiramente inclinada para frente. 70 .

para evitar muito atrito e lesões nesta área . XVI. permitindo a infusão de dietas e medicamentos aos pacientes impossibilitados de deglutir. para facilitar a introdução da sonda. e fixar a sonda sobre o material.  Lavar as mãos. 71 . aspecto da drenagem. pedindo para que o paciente degluta a sonda. respirando pela boca.  Anotar no prontuário tipo e número da sonda.  Verificar se a sonda está no estômago: aspirar com seringa o conteúdo gástrico. testar com copo com água observando borbulhas na água e auscultar infusão de ar com seringa de 20 ml colocando o esteto na região gástrica.  Oferecer água ao paciente se necessário. reações do paciente durante o procedimento.  Fixar a sonda em “T”.  Retirar luvas de procedimentos.SONDAGEM NASOENTERAL É a introdução de uma sonda via nasal ou oral que passa pelo estomago e fica introduzida até o duodeno. ou seja.  Conectar bolsa coletora (em caso de NSG aberta). Em paciente com terapia nutricional por sonda.  Instalar dieta se for o caso. preferir sempre as SNE por menor risco de bronco aspiração. proteger a base até a ponta do nariz com micropore ou outro material adesivo mais suave. Introduzir pela boca ou narina.  Manter cabeceira elevada enquanto o paciente estiver sondado.  Organizar o material.

com a cabeça ligeiramente inclinada para frente.  Proteger o paciente com a toalha.  Medir a sonda da boca ao lobo inferior da orelha e deste até a região hipogástrica. 72 .  01 pacote de gaze.  Procedimento:  Explicar o procedimento para o paciente.  01 estetoscópio.  01 equipo para dieta.  Preparar o material.  100 ml de água filtrada.  Retirar o fio guia da sonda. lubrifica-lo com xilocaina gel e introduzi-lo novamente. Material  01 bandeja.  Xilocaína gel.  Lavar as mãos e calçar as luvas de procedimentos.  01 seringa de 20 ml.  01 toalha.  01 par de luvas de procedimento.  Colocar o paciente em posição de fowler ou sentado.  20 cm de esparadrapo.  01 unidade de sonda nasoenterica com fio guia.OBS: Verificar rotina da CCIH para Prevenção de Pneumonia Hospitalar.

proteger a base até a ponta do nariz com micropore ou outro material adesivo mais suave. e fixar a sonda sobre o material. 73 . se o paciente estiver consciente solicitar a sua colaboração.  Organizar o material.  Aguardar 03 horas para infundir a dieta. pedindo que degluta a sonda e respire pela boca. Lubrificar a sonda com xilocaína gel. aspecto da drenagem.  Verificar se a sonda está corretamente posicionada.  Retirar o fio guia.  Lavar as mãos.  Fazer Rx confirmatório. injetando ar com a seringa e auscultando com o auxilio de um estetoscópio a região hipogástrica.  Fixar a sonda em “T”. ATENDIMENTO A PARADA CARDIORESPIRATORIA (PCR): Conceito de PCR: É a interrupção súbita e brusca da circulação sistêmica e da respiração.  Manter a cabeceira sempre elevada do paciente a fim de evitar bronco aspiração.  Introduzir a sonda pela narina com fio guia. reações do paciente durante o procedimento.  Anotar no prontuário tipo e número da sonda. para evitar muito atrito e lesões nesta área.  Retirar luvas de procedimentos. XVII. ou seja.

assim como o reconhecimento da gravidade da situação é de fundamental importância. Qualquer profissional que constata uma PCR tem por obrigação iniciar as manobras de atendimento e solicitar ajuda 1. 3. pois permite iniciar prontamente as manobras de reanimação. Verificar a respiração ( olhe/ ouça/sinta) Promover abertura das vias aéreas.Sinais clínicos de PCR  Inconsciência  Ausência de movimentos respiratórios  Ausência de pulsos em grandes artérias ou ausência de sinais de circulação. realizando: 74 .Sinais e sintomas que precedem PCR  Dor torácica  Sudorese  Tontura  Escurecimento visual  Perda de consciência  Alterações neurológicas 2.A constatação imediata da PCR.Medidas iniciais:  Verificar nível de consciência do paciente e confirmar se o paciente está em PCR    Solicitar ajuda. antes mesmo da chegada de outras pessoas ou equipamentos adequados.

ventilação e transferência do paciente. e auxilia transferência.  Auxilia o médico na intubação. aspirar vias aéreas superiores). 75 do paciente e solicitar acompanhamento médico do plantonista.  Em caso de óbito. 4. providencia ventilação com ambu com O2.  Checa pulso e avalia ritmo. 1 enfermeiro.T. Enfermeira:  Avalia responsividade. o Extensão do pescoço. mantém via aérea aberta.   Solicitar carro emergência.  A enfermeira deverá acompanhar a transferência  Registra dados do atendimento no prontuário.  Providencia vaga na U. se necessário. promover com rotina descrita. Oxigênio e veia). carro de emergência e desfibrilador. o Tração anterior da mandíbula.  Solicita médico. avalia via aérea.  Orienta os técnicos de enfermagem na monitorização do paciente e obtenção do acesso venoso.o Alinhamento da cabeça com tronco.Técnica para reanimação cardiovascular Equipe 1 médico. . 2 técnicos de enfermagem.  Posiciona junto à cabeça do paciente (retirando prótese se houver.  Solicita serviço de apoio. MOV (Monitor.I.

 Monitoriza com as pás e realiza o choque se indicado. Em caso de óbito. 5. Aspira vias aéreas. Repõem carinho de emergência. reanimado deve ser transferido acompanhado pelo maqueiro.  Intuba o paciente.  Ocorrendo melhora ou estabilidade do quadro. se necessário. Técnico de enfermagem:  Abaixa a cabeceira posicionando o paciente.  Reavalia periodicamente o paciente.  Inicia as compressões torácicas.     Organiza aparelhagem usada. enfermeiro e médico. Requisita medicações e materiais usados. proceder com rotina de óbito. checa a intubação. preencher a declaração de óbito e ou fazer relatório de encaminhamento para SVO. anotando no prontuário a ocorrência.     Se não houver acesso venoso.  Solicita verbalmente as medicações a serem administradas.Médico:  Reavalia rapidamente paciente. providencia.  Caso evolua para óbito. fazer a transferência e prescrever as medicações utilizadas. Paciente grave. Aspira e administra medicações solicitadas pelo médico.COMPOSIÇAO DO CARRINHO DE EMERGÊNCIA PRODUTO 76 QTDE .

Luva estéril n 7.5 Ambú adulto Eletrodos Fio guia Óculos Látex Umidificador Abocath n 18 Abocath n 20 Abocath n 22 Abocath n 24 Cânulas de guedel Lâmina de bisturi n 11 Fio mononylon 3.0 Laringo com laminas Vidro de aspirador Equipo para bomba Equipo macrogotas Frasco de gel Tábua Bird Conexão do Bird 02 02 01 02 10 02 02 03 02 02 02 02 02 02 02 02 01 02 03 02 01 01 01 02 PRODUTO Polifix SNG n 18 77 QTDE 02 01 .5 Luva estéril n 8.0 Luva estéril n 8.

Gluconato de cálcio Amiodarona Xilocaína sem vaso 2 % Glicose 50% 20 ml Lasix Dopamina Noradrenalina Fentanil 30 ml Xilocaína gel dobutamina 20 20 10 03 03 02 02 02 02 05 02 05 10 05 02 01 01 02 PRODUTO Soro Ringer 500 ml Soro glicosado 5 % 500 ml SF 0. De sódio Dormonid (midazolan) Fenergan Diazepan Flebocortid 500 mg Sulfato de mag.9 % 500 ml Seringa 20 ml Seringa 10 ml Seringa 5ml Seringa 1 ml Agulha 40x12 Agulha 25x7 78 02 01 02 05 03 03 03 10 05 QTDE .Medicações Adrenalina Atropina Bic.

Agulha 25x8 Tubo orotraqueal n 6.0 Tubo orotraqueal n 8.5 Tubo orotraqueal n 7.5 Luva estéril n 7. 79 .5 Sonda uretral n 8 Sonda uretral n 10 Sonda uretral n 12 Sonda uretral n 14 SNG n 18 Luva estéril n 6.  O carro de urgência deverá ser prioridade.  A limpeza geral do carro de urgência deverá ser feita no primeiro dia útil de cada mês.0 Tubo orotraqueal n 6.0 05 01 01 01 02 02 01 02 02 04 02 02 01 01 6.5 Tubo orotraqueal n 8. portanto ele não poderá falhar no momento da urgência por não ter sido checado com antecedência.  Conferir data de validade dos materiais estéreis (realizar troca quando necessário)  Conferir validade dos internos descartáveis (incluindo validade da esterilização)  Após atendimento de paciente em PCR: realizar desinfecção dos equipamentos utilizados com água e sabão e ficção de álcool a 70%.ORIENTAÇÕES GERAIS  O carrinho de emergência deverá ser revisado e completado pelos funcionários da enfermagem da unidade. no início de cada plantão e imediatamente após o uso.0 Tubo orotraqueal n 7.

 10 ml de xilocaína a 2% sem vasoconstritor.  01 seringa de 20ml.0 com agulha 2cm cortante. nos casos de pacientes que necessitem de um grande volume de soluções injetáveis. OBS: Verificar orientações de Rotina Prevenção de Infecção de Corrente de Sanguínea Material  01 bandeja de pequena cirurgia.  01 intracath(Kit) para Subclávia nº16x12 adulto. infusão rápida de drogas ou controle de pressão venosa central.PREPARO DE MATERIAL PARA INTRACATH Para cateterização venosa central utiliza-se um dispositivo venoso profundo que é introduzido pela veia jugular interna ou subclávia.  01 par de luvas estéril.  01 agulha 30x7 ou 13x4. desembocando na veia cava superior para infusão de medicamentos e nutrição parenteral. Essa via de acesso é viabilizada nos momentos em que o paciente não apresenta mais acesso venoso periférico.  01 fio de sutura mononylon 3.XVIII.  01 lamina de 11 ou 15.5.  01 polifix (se não houver torneirinha de 3 vias). 80 .

Entregar o equipo ao medico para conexão com cateter. 7. 16. 81 .Pedir ao paciente que vire a cabeça para o lado para realização da punção.9% 250 ml. 11. 12.Aguardar a punção.  01 frasco de solução fisiológica 0. 01 equipo para infusão. calçar luvas de procedimento. avental e luvas. 9. gorro.Tirar as luvas. álcool 70% ou clorexidina  50 cm de micropore ou esparadrapo. 2. máscara. 14.  50 ml PVPI 10%.Abaixar a cabeceira do leito se necessário. 4. 5. 6. lavar as mãos.Organizar o material.Levantar a cabeceira do leito.Aguardar o termino do procedimento (fixação do cateter).  01 pacote de gaze. conforme manual de curativos da CCIH.  01 campo estéril  Procedimento 1.Oferecer solução anti-séptica. 10.Fazer curativo local.Orientar o paciente quanto ao procedimento.Abrir o soro.9% no equipo e polifix e retirar o ar do sistema.Lavar as mãos.Oferecer ao médico máscara. 13. 15. conectar a solução fisiológica 0.  01 capote estéril.Posicionar o paciente no leito em decúbito dorsal-horizontal. 8. 3.Organizar o material.

Fazer anotações de enfermagem. Observação Já instalado cateter venoso central. 82 .  01 suporte de soro. Observação:  Preferir salas de procedimentos.  Procedimento:  Organizar o material  Colocar o material à beira do leito do paciente.17. MONTAGEM DE PRESSÃO VENOSA CENTRAL (PVC) Material  01 equipo com fita graduada para PVC. sem nenhuma inclinação para cima ou para baixo.  01 régua de medida de PVC.  40 cm de fita adesiva.  Colocar o paciente em decúbito dorsal.Anotar gastos/ repor o material se necessário. reto com cabeceira e pés do leito na mesma direção.  01 frasco de soro de 500 ml. 18. XIX.  Promover ambiente limpo e protegido com biombo se necessário.

Passos para realizar a medida:  Pinçar a solução do equipo de PVC.  Abrir o acesso de passagem de solução do equipo de PVC para o paciente. com a bolha de ar centralizada. mantendo-a em linha reta de modo que a ampola com água da régua de PVC se mantenha alinhada.  Fixar o equipo no suporte de modo que a via dupla. apêndice xifóide.  Fixar a fita graduada no suporte de soro com o zero da medida da linha entre o paciente e o suporte. fique posicionada para cima. pois ele já estará preenchido com o soro fisiológico. (uma via ficará para instalação do soro fisiológico e a outra para a medida).  Retirar todo o ar do equipo de PVC com o soro fisiológico.  Direcionar a outra extremidade ao suporte de soluções posicionado ao lado. 1. de acordo como determinado pela medida da régua .  Marcar no suporte de soro com a fita adesiva o ponto zero para medida de PVC. para destaque.  Instalar a via única do equipo (a mais comprida) no cateter central do paciente.a tampa da via dupla para medida e aguardar a descida da solução no equipo. para ser conectada ao cateter central. indicando precisão na medida. e a via única ( mais comprida). Posicionar uma das extremidades da régua de PVC na linha do tórax anterior. 83 . para baixo. o ponto zero da fita. ou na linha axilar media. sendo removido todo o ar.  Circular com uma caneta vermelha.  Fechar as vias de infusão de outras soluções.

 Óculos.9%.  Preencher novamente o equipo de PVC com o soro.  Trocar equipo sempre que apresentar sangue em sua parede interna.  Borracha látex.  Soro fisiológico 0. A técnica: Utilizar técnica asséptica na aspiração endotraqueal:  Lavar as mãos com água e sabão antes e após o procedimento.  Anotar na ficha de controle do paciente.  Máscara.  Trocar o equipo a cada 24 horas.1. 1.  Fechar a via do equipo de PVC para o paciente e abrir a das outras soluções. seringa de 20 ml estéril.  Cateter de aspiração estéril com furos (sonda de aspiração ou sonda uretral). 84 .  Tampar a ponta do equipo usada para a realização da medida.  Colocar máscara.  Marcar o ponto de oscilação o qual determina a medida do PVC. APIRAÇAO ORONASOTRAQUEAL: 1. Verificar outras orientações da rotina de prevenção de infecção de corrente sanguínea da CCIH.  Vidro aspirador. XX.  Valores normais: 7 a 12 cm de água OBS. Material:  Luva estéril.  Gorro e avental. Datar e assinar o dia da troca.  Pinçar o equipo. Observar em qual ponto da fita graduada há oscilação da solução.

 Lavar as mãos. pois é de uso único.  Retirar a máscara. óculos e capote. Calçar luvas.  Segurar o látex e ligar o aspirador com mão esquerda.  Se o paciente estiver sob ventilação mecânica.  Após o procedimento retirar as luvas.  Conectar o látex tendo cuidado para não contaminar a luva e o cateter. O cateter deverá ser desprezado. irrigar ponta do cateter com soro fisiológico mantendo o aspirador ligado fazendo assim a limpeza do látex e também do cateter. o procedimento deve ser rápido oxigenando o paciente a cada aspiração com O2 a 100% com auxílio de Ambu.  Pegar o cateter com a mão direita enluvada.vem). mantendo a mão direita sem contaminação.  Deixar o látex devidamente protegido. no expurgo.  Após o procedimento. gorro.  Durante a aspiração instilar soro fisiológico em pequena quantidade para facilitar o desprendimento de secreções espessas. nariz e boca.  Desprezar a secreção do frasco coletor no final de cada aspiração no vaso sanitário. 85 . dentro de um saco coletor estéril.e .  Durante a aspiração realizar movimentos circulares com cateter (nunca em movimentos de vai .  Aspirar na seguinte seqüência: traqueostomia ou cânula orotraqueal.  Não introduzir o cateter sem antes dobrar o látex para evitar lesão de mucosa pela sucção.

S. de acordo com a prescrição da enfermagem. Enxaguar o frasco. Trocar cadarço de fixação da cânula de traqueostomia diariamente. 86 . para sua proteção.  A traqueostomia deve ser realizada com técnica asséptica.S.  A cada aspiração. XXI.O.  Trocar o látex e o vidro de aspiração a cada 24 horas.. manter a que você tem maior destreza. 1.O.2 Rotina de aspiração:  Aspiração oral – sempre que necessário.  Aspiração traqueal de 2/2h e S. ou S. O paciente com traqueostomia apresenta um risco de aquisição de Infecção Hospitalar entre 5 a 35% (em média). lavar as mãos e usar luvas estéreis.  Manter a região da traqueostomia sempre limpa. Observação:  Quando se refere em manter a mão direita sem contaminação é.  Usar um cateter para cada aspiração. Referindo a esquerda que deverá ficar de luva. CUIDADOS COM PACIENTES TRAQUEOSTOMIZADOS:  O paciente com traqueostomia apresenta um risco de aquisição de Infecção Hospitalar entre 5 a 35% (em média). trocando as gazes todas as vezes que acumular secreção.

87 .  Registrar o procedimento no prontuário. como linhas de fibra de gazes. Orientações para a limpeza da cânula: 1.1 Material :  Cuba pequena estéril  Soro fisiológico  Gase  Luva estéril A.  Preparar o material  Desconectar o circuito de umidificação.  Imergir a cânula em solução filológica.  Aspirar o paciente pela técnica preconizada.  Retirar a cânula da solução. Quando a cânula externa de traqueostomia necessitar ser trocada.  Calçar as luvas.  Secar com compressa estéril  Fazer a limpeza em volta da cânula com soro fisiológico.  Reinserir a endocânula fixando-a no ponto indicado. Verificar que não tenham permanecido partículas estranhas.  Se necessário trocar o cadarço. remover qualquer resíduo de secreção da mesma .  Realizar aspiração sempre que necessário para evitar obstrução e diminuição da luz na cânula. secando com gaze. caso o paciente esteja recebendo oxigênio. deverá ser substituída por outra esterilizada. usando técnica asséptica.  Aspirar a cânula externa enquanto a cânula interna esta em solução.  Remover suavemente a cânula. mantendo a cânula fixa. Cânula interna (macho):  Lavar as mãos. 1. tendo-se o cuidado de seguir a curva da mesma. Se necessário. instilar soro para auxiliar a retirada de resíduos e crostas de sua parede. pois a manobra pode desencadear forte acesso de tosse.

 Receber o plantão na chefia de enfermagem observando as principais ocorrências e pendências para serem concluídas. em presença de secreção ressecada com risco de obstrução da mesma. participar e estimular a equipe a participar de cursos trabalhos e pesquisas realizadas na própria clínica ou em outras instituições. A supervisão é compreendida como um instrumento que contribui para a identificação de problemas. priorizando-os.  Cumprir e fazer cumprir regulamentos da instituição. bem como instrumentalizar suas próprias ações. de ensino (acompanhamento do processo de ensino-aprendizagem. propondo soluções. rotinas. Observação: Seguir demais orientações quanto a prevenção de pneumonia Hospitalar. ATRIBUIÇÕES DOS ENFERMEIROS SUPERVISORES  O ENFERMEIRO SUPERVISOR A supervisão de enfermagem é uma das atividades desenvolvidas no cotidiano hospitalar.  Distribuir os funcionários de acordo com a necessidade do serviço. e participação para intervenção na realidade).  Determinar a escala diária dos leitos.  Planejar. em geral pelo profissional enfermeiro que responde pela organização técnico-administrativo do trabalho. orientação e treinamento) e de controle (conferencia. é imprescindível que o supervisor possua capacidade de ouvir. XXII. Cânula externa:  A troca deve ser realizada pelo medico. portarias.B. Utiliza técnicas psicológicas.  Prever e solicitar materiais necessários para o funcionamento do serviço. Para que haja efetivo desenvolvimento das pessoas. retificação. seguindo técnica asséptica. 88 . sendo orientações. compreender as necessidades dos outros. circulares e outras instituições. para avaliação dos mesmos. para realização de diagnósticos e intervenção na realidade. aconselhamento e motivação. estimulação.

 Observar o funcionamento dos equipamentos e materiais existentes na unidade.  Elaborar manual de normas.  Instalar PVC. sendo revisado periodicamente.  Prestar assistência a Parada Cardiorrespiratória junto com a equipe médica.  Prescrever cuidados de enfermagem.  Encaminhar pacientes graves a UTI. exames e preparo do paciente para cirurgias e exames.  Avaliar os pacientes graves e solicitar a avaliação do plantonista geral quando necessário.  Estabelecer sistemas e fazer orientação contínua quanto à prevenção de riscos ocupacionais. rotinas e procedimentos do seu setor e deixar disponível a toda equipe no local de trabalho. na ficha de equipe multidisciplinar. Liderar.  Zelar pela conservação de equipamentos hospitalares.  Passar sonda Nasoenterica. supervisionar e executar.  Passar Sonda Vesical de Alivio.  Encaminhar materiais hospitalares danificados para manutenção.  Puncionar jugular se necessário.  Avaliar as infusões de medicações em pacientes mais graves e monitorar sua infusão nos casos de quimioterapias e drogas vasoativas.  Verificar prontuários.  Desobstruir sondas vesicais de demora com irrigação.  Passar Sonda Vesical de Demora. 89 .  Fazer escala de serviço dos técnicos de enfermagem.  Definir tipos de isolamentos. além de captar as necessidades de sua equipe de trabalho. acompanhar transferência do paciente até a UTI.  Realizar Curativos de grande porte de CDL ou Intracth.  Realizar visitas aos pacientes.  Puncionar Port-a-Cath.  Evoluir pacientes graves.  Passar sonda Nasogástrica.  Emitir parecer técnico na compra ou locação de materiais ou equipamentos. solicitar manutenção quando detectado algum problema.

 Avaliar a necessidade de acompanhamento para pacientes e autorizar sua permanência no hospital.  Realizar eletrocardiograma.  Comunicar parecer médico a outras especialidades.  Acompanhar e assistir o plantonista nos casos de óbitos. IML ou SVO.  Encaminhar o paciente para exames fora quando não são realizados na Instituição.  Realizar treinamento periódico dos funcionários sob sua supervisão. 90 .  Providenciar transporte e solicitar o técnico de enfermagem para acompanhar nos exames extras hospitalares. detectar problemas e oferecer soluções para o bom andamento do serviço.  Supervisionar.  Orientar acompanhante quanto às normas do hospital.  Elaborar projetos científicos. parecer da nutrição.  Orientar a mãe quanto à importância de amamentar o recémnascido para não oferecer chupetas. repondo corretamente.  Lançar alta por óbito no sistema de imediato no horário correto e encaminhar para setor de internação o memorando comunicando o óbito para ser lançado no sistema na Prefeitura e Convênios.  Avaliar resultados de exames e comunicar o plantonista ou ao médico assistente. entregar a declaração de óbito.  Checar o carrinho de emergência e solicitar novos materiais.  Esclarecer duvida de pacientes sobre cuidados após cirurgias e altas. Implementar programas de educação continua e aperfeiçoamento para os técnicos de enfermagem.  Orientar a mãe sobre o perigo da amamentação cruzada. parecer de serviço social.  Avaliar as necessidades do paciente não observada pelo médico e interceder por ele junto à equipe. e orientar quanto ao registro do mesmo. esclarecer as duvida dos técnicos de enfermagem. mamadeiras ou outros alimentos.  Receber o familiar no horário de visita orientar e se necessário permitir a entrada de mais de duas pessoas ou o deslocamento do paciente para contato com filhos e netos menores.  Avaliar o desempenho da equipe. quando possível.  Entregar o corpo a funerária. como parecer psicológicos.

 Planejamento e desenvolvimento das ações de enfermagem segundo os critérios e as prioridades definidas. procedimentos. implantação e avaliação de normas.  Estabelecimento. Atua na promoção.  Orientação com avaliação dos funcionários durante a execução das atividades. transferência interna e externa de pacientes. respeitando os preceitos éticos e legais. rotinas e manual dos serviços de enfermagem. proteção. ATRIBUIÇÕES DOS TÉCNICOS DE ENFERMAGEM 91 . solicitação de vaga extra-hospitalar e transporte. Na enfermagem.  Atender e anotar as solicitações da Gerência.  Identificação das necessidades de orientação e treinamento dos funcionários. recuperação da saúde e reabilitação das pessoas. como exames não rotineiros.  Manutenção de um sistema de informações eficientes. XXIII. materiais.  Identificação das necessidades de assistência de enfermagem.  Planejamento. físicos e orçamentários necessários ao desenvolvimento das atividades de enfermagem. ATRIBUIÇÕES IDEAIS DO ENFERMEIRO A enfermagem é uma profissão comprometida com a saúde do ser humano e da coletividade.  Previsão e provimento de recursos humanos. o elemento supervisor desenvolve junto aos funcionários atividades diversificado como:  Discussão dos valores e objetivos de serviços de enfermagem. utilização e avaliação de métodos de trabalho.  Elaboração. Atuar junto aos residentes orientandos e auxiliando nos procedimentos e protocolos. execução e avaliação de programas de desenvolvimento de pessoal.  Caracterização da clientela atendida.  Avaliação da qualidade da assistência de enfermagem prestada.  Promoção de integração do pessoal de enfermagem e manutenção de estratégias para sua motivação. XXIV.  Prevenção de situações problemáticas.

 Verificar prescrição médica e buscar os medicamentos na farmácia quantas vezes for necessário. nasoenteral e drenos conforme prescrição medica. realizar banho no leito nos mais graves e acamados.  Atender a equipe médica quando solicitada.  Promover organização do posto.  Preparar e administrar as medicações. ECO.  Retirar sonda vesical de demora. nasogástrica.  Entrar em contato com a supervisão em caso de dúvida em relação a medicações..  Instalar oxigênio para o paciente conforme prescrição médica.  Trocar o selo d´agua do dreno tórax.  Medir débito da sonda Vesical de Demora e dreno de tórax.  Realizar enteróclise e pequenos curativos.  Receber o material permanente do posto e zelar pelas suas perfeitas condições de uso. e materiais estéreis. com SSVV e intercorrências. horários de visitas. Receber o plantão dos colegas nas enfermarias para estar ciente do estado de cada paciente. ECG. TC. comunicar a chefia caso necessite de manutenção ou substituição.  Marcar exames como EDA.  Proporcionar e zelar pelo conforto e organização do posto e das enfermarias deixando ambiente limpo e tranqüilo. álcool.  Comunicar ao banco de sangue as hemotransfusão.  Receber o paciente no momento da admissão. anotando aspecto e volume.  Aferir e anotar SSVV no prontuário e em caso de alteração comunicar a supervisora.  Solicitar coleta de gasometria. USG. máscaras. orientar quanto as normas do hospital. levando-o até seu leito e apresentando-o para os demais da enfermarias. exames e pacientes graves.  Fazer previsão e requisitar material de consumo dos postos como luvas.  Realizar trocas de leitos encaminhando os pacientes ao banho. EEG.  Comunicar com o laboratório exames de rotina e de urgências.  Observar e puncionar acesso venoso para administrar soro e medicamentos..  Realizar o relatório de enfermagem completo e coerente com o estado geral do paciente. etc. etc. 92 ..  Chamar plantonista da Instituição em caso de parada Cardio Respiratória e intercorrências.

 Chamar maqueiro e auxiliar o mesmo em todas as remoções de pacientes. medicação. XXV.  Preparar material e auxiliar nos procedimentos médicos e de enfermagem. ROTINA OPERACIONAL POSTO 1A – ENFERMARIAS DE CONVÊNIOS E PARTICULAR O Posto I-A ou Enfermarias de Convênios e Particular está localizado no 1º andar desta Instituição e atende a todas as especialidades clínicas e cirúrgicas em sistema de convênios e particular. 1. RECURSOS HUMANOS POSTO 1A Equipe composta de: 93 . Fazer admissão no prontuário.  Manter-se informado do quadro clínico.  Orientar o paciente na alta hospitalar e comunicar a família. no livro de admissão e na lista de pacientes do posto.  Acompanhar o paciente até a portaria com a chegada da família e pegar a assinatura dos responsável no papel da alta.  Orientar.  Comunicar a chefia em casos de exames e pareceres avisados ou não. procedimentos e cirurgias.  Registrar a alta do paciente no prontuário e no livro do posto de enfermagem.  Arquivar a via assinada pela internação no prontuário do paciente. preparar e encaminhar o paciente no horário correto para exames. nos casos graves chamar a chefia. esta unidade possui 13 enfermarias de 02 leitos e 01 enfermaria de 03 leitos.  Ouvir o paciente nas solicitações. não denegrir sua imagem.  Perceber complicações em pacientes graves e comunicar a chefia. respeitar o paciente e suas limitações. exames e procedimentos dos pacientes sob seus cuidados. procurando transmitir segurança durante o tratamento.  Entregar uma via do papel da alta para a internação lançar no sistema da MV e da Prefeitura e ou Convênios.  Ser ético.

escarros.  04 supervisoras de Enfermagem. 2. Endoscopia: Avisar na sala de endoscopia no período vespertino e aguardar resposta da secretária do setor. 04 em cada plantão fazendo 12x36hs. urocultura. caso não sejam. Eletroencefalograma e Tomografia Computadorizada: Avisar nos respectivos setores assim que solicitados e já agendar data e horário. fezes. swab e etc. Avisar imediatamente o laboratório quando os exames forem de urgência. proteinúria 24h. ESPECIFICAÇÕES NECESSÁRIAS SOBRE O SETOR: Rotina para exames: Devem ser agendados pelo funcionário do setor Tipos:  Exames laboratoriais: Devem ser colocados na caixa de exames do posto de enfermagem. 94  E INFORMAÇÕES . CARACTERÍSTICAS.  Exames de imagem: Ultra-sonografia e Ecocardiograma: Avisar no setor USG quando solicitado o exame e aguardar marcação no período vespertino pela secretária do setor. Seguir técnica de coleta descrita pelo laboratório para coleta de exames efetuados pela enfermagem: EAS. aguardar rotina. 08 técnicos de Enfermagem no período noturno. sendo 03 no plantão diurno e 04 no outro plantão fazendo 12x36hs. Cateterismo Arterial : Atentar para guias autorizadas(se convênio) e avisar funcionário da hemodinâmica. 07 técnicos de Enfermagem no período diurno. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. ESTRUTURA FÍSICA DO POSTO 1A 01 Posto de Enfermagem  Uma copa  01 Banheiro para os funcionários 3.

horário. preparo se necessário e nome do funcionário que agendou. O setor dispõe-se de 25 leitos dos quais admitem pacientes cirurgiados da ginecologia. CARACTERÍSTICA DA CLÍNICA O posto da obstetrícia e Berçário da Santa Casa de Goiânia localiza-se no 2º andar. se RX técnico em radiologia. ROTINA OPERACIONAL POSTO 2A – OBSTETRÍCIA E BERÇARIO 1.3 leitos / ginecologia 95 . se E.C.5 leitos / obstetrícia ENF 2A 04 – 2015 A 2017 .G enfermeiros).3 leitos / obstetrícia ENF 2A 05 – 2018 A 2020 . conhecida com Ala Madre Paulina e admite pacientes do SUS. sendo 13 de 02 leitos e 01 de 03 leitos. RX e Eletrocardiograma: seguem rotina própria dos setores de origem e são recolhidos e encaminhados pelos maqueiros.Para todos: Anotar no prontuário data. Os leitos dispõem-se da seguinte maneira: ENF 2A 01 – 2000 A 2004 – 5 leitos / obstetrícia ENF 2A 02 – 2005 A 2009 – 5 leitos / obstetrícia ENF 2A 03 – 2010 A 2014 . salvo emergências (em pacientes acamados e graves esses exames são feitos no leito. obstetrícia e otorrinolaringologia. XXVI. A enfermaria de Convênios e Particulares possui 14 enfermarias. se o paciente precisar de ambulância o hospital disponibiliza de acordo com a rotina do setor de serviços (via Intranet ) e um técnico de enfermagem tem que acompanhá-lo). *OBS: Em casos de exames não realizados na instituição o enfermeiro deverá tomar todas as providências relacionadas ao mesmo: agendamento e transporte (para sair da instituição o médico responsável pelo paciente tem que preencher termo de autorização liberando-o sair do hospital e descrever qual tipo de transporte o paciente pode utilizar.

mantendo-os secos e protegidos. 96 . usando água morna e sabão.ENF 2A 06 – 2021 A 2024 .  Observar a micção.  Observar aspecto da ferida operatória.  02 técnicos de Enfermagem no período noturno. em caso de cesariana. CUIDADOS NO PÓS-OPERATÓRIO (Especifico para pacientes da Ginecologia Obstetrícia)  Orientar o paciente a permanecer em decúbito dorsal. nas primeiras horas após o parto.4 leitos / ginecologia 2. 01 em cada plantão fazendo 12x36hs. RECURSOS HUMANOS DA OBSTETRÍCIA POSTO 2A Equipe composta de:  04 técnicos de Enfermagem no período diurno. 4. sondas. 02 em cada plantão fazendo 12x36hs. incisão cirúrgica e involução uterina. RECURSOS HUMANOS DO BERÇÁRIO  02 técnicos de Enfermagem no período diurno. tipos de dieta. 04 técnicos de Enfermagem no período noturno.  Orientar a realização da higiene corporal e íntima.  Proporcionar sono e repouso adequado. várias vezes ao dia. 3. após micção e evacuação. E trocar os absorventes quantas vezes forem necessário. pois pode haver retenção urinária.  Observar sangramentos.  Orientar higiene das mamas e mamilos antes e após as mamadas. 01 em cada plantão fazendo 12x36hs.  Estimular a deambulação precoce. sem interrupção. das unhas. após 06 horas para parto normal e após 24 horas para parto cesariana. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. 02 em cada plantão fazendo 12x36hs.  04 supervisoras de Enfermagem. pois a mãe geralmente está exausta após o parto.  Estar atento com drenos. episiorrafia. jejum e outros.

 Observar atentamente o nível de oxigenação do RN. ALOJAMENTO CONJUNTO Alojamento conjunto é o sistema hospitalar em que o recémnascido sadio permanece com a mãe 24 horas por dia. Orientar a puérpera para que quando as mamas estiverem ingurgitadas fazer aplicações de compressas quentes.  Aspirar secreções das vias aéreas superiores se necessário. Seguir orientações da Rotina de Prevenção do Sítio Cirúrgico da CCIH.  Observar eliminação urinaria e anotar seu aspecto. e comunicar a supervisora. 7. OBS.  Aferir e anotar temperatura. OBS.  Usar Máscara desvartáveis.  Manter o RN aquecido e em decúbito lateral. sabonete individual.  Anotar corretamente os procedimentos executados e as alterações observadas. para evitar riscos de hipotermia e bronco aspiração.  Manter Alcool gel glicerinado para anti-sepsia das mãos após lavagem. quantidade e freqüência.  Registrar no relatório todas as intercorrências.  Usar sabonete de glicerina para dar banho no RN e retirar o vermix cavernoso das dobras da pele delicadamente. 6. se em barra.  Observar aspecto das fezes. RN NO BERÇÁRIO  Devem-se usar luvas de procedimentos nos primeiros 12h e se sangue ou secreção e aventa ( devem ser trocados entre o cuidado de um RN e outro).  Checar o preenchimento correto dos papéis. até a alta 97 . durante a manipulação do RN. lembrando que sua coloração normal é verde-escura e pastosa. Verificar demais orientações na Rotina para controle de Infecção em Recém Nascidos: Berçário e Alojamento Conjunto.  Lavar as mãos antes e depois de tocar no RN.

fornecendo todas as orientações necessárias. dependendo de suas condições.  Acompanhar a evolução diária do RN.  Proporcionar condições para que a mãe possa reconhecer seu filho. incentivando a mãe a participar deste acompanhamento com o objetivo de que ela se sinta capaz de conhecer e avaliar seu filho. associando sempre estas orientações com hábitos da mãe. com dietas.  Esclarecer sobre as rotinas gerais da unidade de modo a situá-la melhor no ambiente.  Trazer o RN para junto da mãe.  Curativo do Cordão Umbilical com álcool a 70% descoberto. fornecendo a mãe informações precisas sobre as condições de seu filho no momento de sua admissão na unidade.  Esclarecer cuidados específicos. higiene. Observar rotina para parto na Rotina da CCIH e Rotina para Controle de Infecção em Recém Nascidos. e orientar a mãe.  Avaliar as condições físicas e emocionais do RN. Este sistema possibilita à prestação de todos os cuidados assistenciais a mãe e ao filho. mostrando-se disponível para auxiliá-la na amamentação ou situações que lhe pareçam difícil. RN EM INCUBADORA O RN poderá ser colocado em berço comum. também situações que necessitem ajuda de outros profissionais da saúde. Colocam-se em 98 . reconhecendo assim.  Preparar alta da mãe e do RN. OBS. deambulações. de modo que haja integração de suas experiências anteriores e expectativas.  Dar oportunidade ao pai participar nos encontros com a mãe nas enfermarias. incentivando o cuidar do filho. berço aquecido.hospitalar. medidas de higiene com o coto umbilical e avaliação de temperatura. como troca de roupa. ou em uma incubadora. 8.  Realizar os primeiros cuidados com o RN.  Supervisionar os cuidados prestados pela mãe. medicações.  Registrar nos prontuários da mãe e do RN as condições evidenciadas e condutas tomadas de modo a fornecer informações necessárias para ações de outros profissionais da equipe.

Cuidados de enfermagem  Controlar o tempo de permanência da lâmpada fluorescente ligado com anotação da data e números de horas/dia.  Cuidado ao administrar oxigênio ao RN.  Lavar as mãos e antebraço com água e sabão e álcool a 70% glicerinado toda vez que manusear o RN. para o mesmo não resfriar.  Estar atento a punção venosa pra prevenir flebites.  A temperatura ideal da incubadora é de 36 a 37° graus.  O RN deverá estar despido.  Lembrar que o RN não será ouvido quando estiver dentro da incubadora. o que necessitará atenção constante da equipe de enfermagem para observar suas condições.  Manter a higiene rigorosa da incubadora.  A incubadora deverá ser mantida ligada. devido à ação do calor. pouco peso. hipotérmico. 9. prematuro ou com qualquer outra alteração.incubadora os recém-nascidos com problemas respiratórios. mesmo em desuso para receber urgências. CUIDADOS COM RN EM FOTOTERAPIA Fototerapia é o tratamento a base de luz visando à retirada da bilirrubina impregnada na pele do RN. sendo fundamental o uso de fraldas para proteção do períneo e das gônadas. para evitar infecção cruzada. observando posição correta do Hood.  O RN poderá estar em berço ou em incubadora. para evitar queimadura.  Manter as lâmpadas a 50 cm do RN.  Observar atentamente prescrição médica. A fototerapia é usada nos casos de icterícia neonatal. 99 .  Abrir as janelas da incubadora somente quando for manusear o RN.  Orientar a mãe a lavar as mãos antes de tocar o RN.  Veja Cuidados com incubadora na Rotina de Prevenção de Infecção em RN da CCIH.

CONCEITO Insuficiência Renal Crônica (IRC) se caracteriza pela a perda progressiva e irreversível da função renal.84). 2. 1994 pg. melhorando a qualidade no atendimento com o transplantado renal. antes da introdução da diálise.  Controlar rigorosamente a temperatura corporal. 100 .  Retirada do RN da fototerapia para a amamentação. aos hospitais e médicos. substancia rica em potássio e líquidos. Proteção ocular para impedir o ressecamento da córnea. A IRC é um estado clínico que requer controle dietético rigoroso.  Proporcionar mudança de decúbito para que a desempregnação seja uniforme. pois pode ocorrer um hiper aquecimento pela ação do calor da lâmpada.e a aplicação das diferentes formas de diálise (peritoneal (CAPD.  Controlar o estado de hidratação do RN. NEFROLOGIA E ORTOPEDIA 1. desinfecção semanal e quando tiver alta com álcool a 70%.  Retirar o RN da fototerapia 15 minutos antes do banho para que seu corpo não sinta diferença de temperatura. Gonçalves. pois pode ocorrer desidratação devida a sudorese pela ação do calor. permitindo uma sobrevida maior. ROTINA OPERACIONAL POSTO 2B – UNIDADE DE TRANSPLANTE RENAL – UTR. Manfro. DPA) e hemodiálise). com diminuição na filtração glomerular. mesmo que a prescrição médica seja continua. levando a uremia (Barros. OBJETIVO GERAL Esta rotina visa proporcionar conhecimento técnico.  Limpeza freqüente do berço. com restrições de proteínas. XXVII.científico para equipe de enfermagem. essa doença era fatal.  A fototerapia pode ser intermediaria ou contínua de acordo com a prescrição medica. porém restritiva ao paciente. Thomé. possibilitaram uma nova alternativa terapêutica a estes pacientes. delimitando seu espaço à sua região. Na ausência de material próprio manter os óculos com papel escuro e gazes. evitando assim lesões graves por ação da luz.

5. com a introdução do esquema clássico de imunossupressão. oligúria. penetrando no rim através do hilo renal. recuperando a função renal e permitindo a reintegração social total do paciente.BREVE HISTÓRICO Dos vários programas substitutivos da função renal no tratamento da insuficiência renal crônica (IRC). Artéria renal é um ramo da aorta abdominal. são reto peritoneais. A fisiopatologia da IRC o rim quase sempre está atrofiado havendo perda da função filtrativa dos glomérulos causando proteinúria. TRANSPLANTE RENAL . 2006). 3. A urina é drenada para os cálices menores e destes os cálices maiores. anúria. visando à substituição do órgão doente. 2003). passando pela pelve renal e ureter até a bexiga. onde há sua irrigação. ESTRUTURA FÍSICA DA UNIDADE 101 . envolvendo o rim de um doador vivo ou cadáver humano. hematúria. Foi estabelecida como terapêutica adequada para a insuficiência renal crônica no início da década de 60. 4. ANATOMIA Os rins são órgãos pares situados em cada lado da coluna vertebral. o transplante renal é o mais efetivo para reabilitação socioeconômica do paciente urêmico (Pereira et al.O transplante renal é um método terapêutico para o paciente com IRC. que é a associação de azatioprina e prednisona ( Manual Pratico de Diagnóstico e Tratamento – Atualização Terapêutica. para um receptor com a doença renal.

6. RECURSOS HUMANOS DO POSTO 2B Diurno:  04 funcionários no plantão impar. TIPOS DE PACIENTE  Transplantados  Renal Crônico  Renal Agudo  Ortopédicos Cirúrgicos  Buco-maxilo 8. fazendo 12x36hs  04 funcionários no plantão par. CARACTERÍSTICA DA INTERNAÇÃO  Pacientes para transplante renal. fazendo 12x36hs Noturno:  04 funcionários no plantão impar. ar comprimido e vácuo. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. pacientes com fratura.OPERATÓRIOS 102 .  Pacientes com insuficiência renal aguda e crônica.  Complicações de transplante realizados na SCMG.  01 banheiro para funcionários.  01 isolamento com 02 leitos que constituem a Unidade Fechada do Transplante Renal. 08 enfermarias com 03 leitos cada sendo o total de 25 leitos. fazendo 12x36hs  04 supervisoras de Enfermagem. (UTR)  Cada enfermaria é composta por 01 banheiro. 7. CUIDADOS PRÉ.  01 expurgo.  Falta de imunossupressores. fazendo 12x36hs  04 funcionários no plantão par. cada leito com entrada canalizada de O2. 9.

5.Comunicar os setores da instituição envolvidos no processo do transplante ( banco de sangue.Avaliar presença de infecção.Manter dieta zero de 8 a 12 horas antes da cirurgia. 6. centro cirúrgico. checar a administração dos mesmos e caso ocorra qualquer intercorrências ou falta de medicações ( principalmente imunossupressores e antibióticos). bijuterias. 103 . 14. oferecendo a roupa do hospital. realizar a medicação já prescrita pelo médico nefrologista. solicitar laboratório para coletar exames e fazer reserva no banco de sangue.Realizar relatório de encaminhamento ao centro cirúrgico.Checar acesso dialítico (se FAV presença de frêmito e CDL se limpo).Preparar e aguardar para encaminhar paciente para hemodiálise. ao qual o paciente será submetido. 9. CME. 7.É o preparo bio-psico-sócio-espiritual e emocional do paciente e familiares para enfrentar o trauma anestésico/cirúrgico.Comunicar a supervisora qualquer intercorrência e relatar no prontuário. sinais vitais ( P.Averiguar e anotar diurese ( se presente). 13.Preparar psicologicamente o paciente e sua família. 15. PA.Encaminhá-lo ao banho. 3. comunicar ao médico nefrologista e à enfermeira responsável do horário. através de orientações sobre o que vem a ser o transplante renal e a melhora da qualidade de vida. juntamente com todos os exames.Assim que paciente internar em seu leito. para encaminhar o paciente. reunir pertences e entregar a família.Receber o paciente na unidade do transplante. minimizando ansiedade. retirada de esmalte. hemodiálise. 2. 18.Encaminhar paciente para hemodiálise um dia antes da cirurgia e solicitar que traga seu capilar para o hospital no final da sessão e o paciente que realizar diálise peritonial.Quando necessário. 4-Preparo pré-operatório como: jejum. a avaliação física e continuidade do tratamento. 1. 12. 11. 17. retirada de prótese dentária. 10. 16.Internar paciente se for doador vivo 1 dias antes do transplante para exames complementares e se for doador cadáver aguardar o mesmo chegar.Aguardar chamada do centro cirúrgico.Pesar o paciente. 8. providenciar local adequado para realizar as trocas. laboratório). T. R) no prontuário. preparo da pele (higiene corporal). eliminações.

montar kit para oxigenoterapia. conforme prescrição médica. enfocando a ocorrência de complicações no intra-operatório.POI 1. controle da dor. T. Portanto. 6. Os cuidados pré-operatórios são similares aos realizados com os pacientes cirúrgicos de médio porte.Conferir limpeza terminal da unidade e providenciar desinfecção do mobiliário da UTR.: A monitorização das complicações pós-transplante renal é prioritária e depende de uma grande parcela dos cuidados e observações da enfermagem. alterações na recuperação pós-operatória. reposição de líquidos. temos que ter uma equipe bem treinada e comprometida com o serviço e com o paciente transplantado renal. 5. 104 .OPERATÓRIOS A avaliação da enfermagem neste período. CUIDADOS PÓS.Avaliar estado de hidratação do paciente: condições clínicas. aspiração de vias aéreas superiores. a equipe de enfermagem deve ter conhecimento prévio da história do paciente.Preparar o ambiente da Unidade Fechada do transplante renal (UTR). Pós Operatório Imediato. R) e verificação dos mesmos de hora em hora. OBS. 20. com ênfase na monitorização do balanço hidro eletrolítico. cuidados na prevenção de infecções.Avaliar paciente ao recebê-lo na UTR quanto aos sinais vitais (PA. 3.Ter conhecimento de como foi o procedimento cirúrgico. 4. 10. O período das primeiras 24h do pós-operatório do transplante renal está associado à instabilidade hemodinâmica e a necessidade de reposição parenteral de grande quantidade de líquidos.Trocar lençóis e roupas do paciente provindo do centro cirúrgico. medicações utilizadas no ato cirúrgico. Por isso.19. manutenção e estímulo da deambulação precoce. testar os equipamentos necessários para o recebimento do paciente. P. soroterapia para reposição volêmica e bandeja para sinais vitais).Conferir e providenciar material necessário para receber o paciente no POI ( preparar cama de operado.Instalar oxigênio quando necessário. limpeza geral do ambiente. reposição volêmica. 2. visa detectar e intervir precocemente nas possíveis complicações pós-operatórias do Transplante Renal.

conforme prescrição médica.Manter curativo oclusivo no 1º PO somente em local do dreno. evitando prevenção de complicações vasculares. 12.Durante o período na UTR (até 5º PO). trocando sempre que necessário.Cuidados com acessos vasculares (FAV). 24. Em caso de incisão cirúrgica manter aberta no 1º PO.Manejo do controle da dor.Quando o paciente necessitar de realização de exames ou hemodiálise (fora da UTR). 23. drenos. 10. úlceras de decúbito (dentro da UTR). 22. data e horário. 17. realizando reposição hídrica conforme prescrição médica. se funcionante.Estimular deambulação o mais precoce possível (conforme orientação médica). 11.Agendar exames. 13. incisão cirúrgica aberta (só manter oclusivo quando houver sangramento).Troca do curativo sempre que necessário pela enfermeira responsável.Administrar medicação conforme prescrição médica. 4-Realizar curativo se houver dreno manter oclusivo.Realizar banho no leito. lavando com água e sabão. 3-Medir diurese de 1/1 hora. sondas. 8. 105 .POM 1-Encaminhar paciente ao banho de aspersão após liberação médica.Medir diurese de 1/1 hora e realizar reposição hídrica. 2-Aferir sinais vitais de 2/2 horas. 20.Observar acesso venoso.Aferir SSVV de 1/1 hora. 16. 18. Pós Operatório Mediato. pulmonares. 14. e o doador (a) quando na sua alta.Manter paciente em decúbito dorsal.Observar manutenção e funcionamento da sonda vesical de demora (principalmente obstrução). evitando infecções. só a equipe multidisciplinar.7.Realizar balanço hídrico rigoroso.Registrar em prontuário todas intercorrências.Avaliar função renal: controle de diurese de hora em hora. 19. 9. utilizando técnica asséptica.Avaliar Ferida Operatória (FO) com relação a presença de hemorragias e hematomas ( solicitar enfermeira ou equipe médica quanto a qualquer anormalidade). 25. o mesmo deverá utilizar máscara de proteção. conforme prescrição médica. 21. terá acesso à mesma. 15.

avaliar a evolução da cicatrização.: Os funcionários que trabalham na unidade de Transplante Renal deverão se afastar se apresentarem qualquer reação infecciosa como gripe. observar presença de rubor. vômitos. alterações da defesa imunológica (utilização de imunossupressores. realizar higiene oral adequada e avaliação da cavidade oral (monilíase oral). hematúria. 7-Estimular a deambulação. A demora no funcionamento do enxerto é definida como a necessidade de diálise durante os primeiros sete dias após o transplante. investigar queixas de mal-estar.5-Administrar medicação imunossupressora de horário conforme prescrição médica. viroses. cor. técnica cirúrgica). 9-Educar o paciente sobre os cuidados domiciliares. Justificativa do cuidado . avaliar condições das inserções de cateteres e drenos. Ver outras Orientações na Rotina de Controle de Infecção de Sítio Cirúrgico da CCIH. OBS. entre outros). COMPLICAÇÕES E CUIDADOS DE ENFERMAGEM 1 – Disfunção Precoce do Enxerto:  Cuidados de Enfermagem – Realizar balanço hídrico rigoroso e avaliar o resultado. Devido à terapêutica 106 . enquanto ocorre a regeneração das células tubulares. 6-Administrar medicação de urgência. se necessário. diarréia.ao aparecimento de sinais de infecção: observar condições clínicas do receptor e doador. odor. quando necessária com prescrição médica. edema. 8-Encaminhar paciente para hemodiálise. presença de doenças sistêmicas.  Justificativa do cuidado – a função renal no período pós-operatório imediato está relacionada com a formação de urina (24-48hs) e normalização da creatinina e uréia sérica. realizar controle de diurese. 2 – Infecção: Cuidados de Enfermagem – monitorar a evolução da temperatura. etc. calor na ferida operatória. 11. densidade. resfriados. presença de sedimentos. com enfoque nas alterações de suas características (volume. tosse dificuldade respiratória e diarréia. OBS. ardência ao urinar.

avaliar a presença de dor na FO. e o paciente poderá referir desconforto abdominal. e outros). depois. Se a obstrução persistir. realizar lavagem da sonda conforme orientação médica. ao longo do tempo. Este paciente fará uso de várias medicações. as mais importantes são: Azatioprina. evitando. Se a obstrução ocorrer. monitorar presença de secreção purulenta ou sinais de infecção em incisão . 3 – Obstrução do trato-urinário: Cuidados de enfermagem – realizar controle de diurese com enfoque nas alterações de suas características (volume. odor. por este motivo esta não pode ser o único parâmetro de avaliação. avaliar presença de evolução de edema. 4 – Linfocele:  Cuidados de enfermagem – realizar controle de diurese com enfoque nas alterações de suas características (volume. hematoma ou linfa. 12. cor. odor. hematúria. densidade. principalmente de membros inferiores e peri-incisão cirúrgica. Nas primeiras semanas em doses mais altas. o rim será rejeitado pelo organismo e o paciente retornará à diálise. presença de sedimentos. extravasamentos de urina. Se não fizer uso. a febre poderá ser mascarada. avaliar presença de edema ou abaulamentos próximos à incisão cirúrgica. medicamentosa. cor. retenção urinária. presença de sedimentos. 107 . o volume urinário diminui. A negligência em tomar estas drogas pode causar rejeição ao rim ou torná-lo doente. Prednisona e Ciclosporina.  Justificativa do cuidado – a obstrução pode ocorrer devido presença de coágulos e torção das vias urinárias. portanto a rejeição (o organismo reagirá contra o rim tentando destruí-lo). E estas drogas deverão ser ministradas conforme prescrição médica e em horários determinados rigorosamente. rejeição aguda ou ureter. densidade. CUIDADOS DE ENFERMAGEM COM AS DROGAS MAIS UTILIZADAS O transplantado renal terá que fazer uso dos medicamentos par toda à vida. a bexiga pode tornarse hiperestendida e ocorrer um rompimento da anastomose ureterovesical. compressão externa por edema. manter sonda vesical pérvia observar a ocorrência de dobras na extensão. entre outros). hematúria. a dose irá diminuindo. trações ou obstruções por coágulos.

encaminhar o paciente para o isolamento. Efeitos Colaterais: Poderá associar. 4. com associação de três tipos de medicamentos. 6-Rapamune ou Rapamicina – Pode associar.se a hipertensão. 108 . 4-Cellcecpt ou Micofenolato de Mofetil – Poderá provocar diarréia ou vômitos e também ocasionar a queda de leucócitos e anemia. Caso suspeita ou comprovação da infecção. 3-Ciclosporina ou Sadimun – É ingerida 02 vezes ao dia a cada 12 horas. REINTERNAÇÃO POR INTERCORRÊNCIA Se o paciente necessitar reinternar por alguma complicação ou infecção. 13. crescimento de pêlos. 3. aumento das gengivas. 5-Prograf ou Tacrolins – Geralmente a administração é pela manhã. acne. é necessário uma avaliação minuciosa: 1. podendo levar a hipertensão e desencadear diabetes.se ao aumento de gorduras no sangue ( colesterol e triglicérides). e da quantidade de gordura no rosto e nas costas. administrado pela manhã. Efeitos Colaterais: Aumento do apetite.Azatioprina – Geralmente ingerida a noite. Avaliar indícios de infecção. geralmente em cápsula Efeitos Colaterais: Pode associar-se a hipertensão dependendo da dose. Realizar admissão do paciente. Efeitos Colaterais: Pode causar problemas no fígado (icterícia) e diminuição dos leucócitos. conforme prescrição médica. 2. As drogas mais utilizadas são: 1-Prednisona ou meticorten – É um corticóide. aumento do colesterol e às vezes desencadeando diabetes.Estas drogas têm doses variadas de acordo com o peso e suas condições clínicas. com uma anamnese rigorosa 2. Iniciar antibioticoterapia criteriosamente e horário.

5. Xilocaína injetável sem vasoconstricção. caso não seja.. encaminhar para o serviço social para ser autorizado junto à diretoria. 13. Bandeja de pequena cirurgia. 5. Rotina para Biópsia Renal Percutânea Preparar o material necessário: 1. escarro. 4.. material necessário e nome do funcionário que agendou o exame. TC.) 4. 11. 6. 6. Agulha 40/ 12. 02 agulhas semi-automáticas para biópsia renal. 7. preparo prescrito pelo médico. Recipiente com formol. Quando exame de alto custo encaminhar relatório médico com justificativa para o Serviço Social e aguardar resposta data. local e horário da realização do exame. 9. Exames de imagem (USG. ECO. Esparadrapo. Seringa 20 ml. 10. ROTINA PARA ENCAMINHAMENTO DE EXAMES E BIÓPSIA RENAL Rotina para exames Quando exames Laboratoriais: 1. Peso (saco de areia). Agulha 25/ 7. 8. Seguir técnica de coleta descrita pelo laboratório para exames colhidos pela enfermagem (EAS. fezes. aguarde sua passagem nos postos. horário. 01 pacote de compressa. . Polvidine tópico. Anotar data. 3. Procedimentos: 109 . 2. Devem ser colocados na caixa de exames do setor. Avisar imediatamente o laboratório quando o exame for de urgência.) devem ser agendados pela supervisão e quando não realizados na Instituição. 3. Lâmina de bisturi nº 11 ou 15.14. 2. 12. 2pacotes de gazes.

Orientar o paciente quanto ao repouso absoluto por 4 horas e manutenção do peso sobre o local da punção. . CUIDADOS GERAIS PARA PACIENTES DA UNIDADE DE ONCOLOGIA E HEMATOLOGIA 1. .Auxiliar médico assistente durante o procedimento. .1. aferir P. Dispõem de equipe qualificada sendo uma enfermeira especialista em oncologia e técnicos em enfermagem capacitados para manipulação e administração de fármacos. . .Recolher material utilizado.Transportar o paciente para o leito em maca. .Preparar o paciente.Aferir SSVV de 15 em 15 minutos na 1ª hora.Encaminhar material ao laboratório de anatomia patológica. A comunicar se alteração. sendo seis enfermarias com três leitos e um isolamento. TOXICIDADE GASTRINTESTINAL Os efeitos colaterais mais comumente encontrados na maioria dos pacientes sob quimioterapia são as náuseas e os vômitos. 1. Na instituição são destinados dezenove leitos. . . . Alguns fatores 110 . Os clientes ao serem admitidos na unidade deverão ser verificados os sinais vitais e observados a solicitação de exames.Anotar e comunicar intercorrências. quantidade e anota.la. após verificar de 30 em 30 minutos até completar 4 horas.Deixar preenchido o formulário da sala. ROTINA OPERACIONAL POSTO 2C – UNIDADE DE HEMATOLOGIA/ONCOLOGIA A Santa Casa de Misericórdia de Goiânia oferece assistência humanizada a clientes que necessitam de tratamento oncológico e hematológico.. . XXVIII. sendo que a enfermagem deverá solicitar o serviço do laboratório para realização do mesmo. . como hemocultura e hemograma.Promover a desinfecção do leito para biópsia e arrumá-lo. para clientes da oncologia e hematologia.Após o término arrumar o quarto.Observar aspecto da diurese.

1. sensação de fraqueza. dor na região da garganta e epigástrio. em decorrência da alteração do paladar. dor. edema. ANOREXIA É a perda do apetite ocorrendo principalmente em pacientes em usos de quimioterapia. condimentos.2.2. hemorragia e infecção secundária.3.9%). 1. manteiga de cacau). a via de administração . taquicardia. ulceração. sialorréia. sudorese.1SINAIS CLÍNICOS DA MUCOSITE Hiperemia.1.2. a velocidade de aplicação e a combinação dos fármacos.2. 1. perspiração.1.1. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM  Administrar o antieméticos antes das refeições. 1. MUCOSITE (ESTOMATITE) É o termo genérico usado para designar a inflamação da mucosa.  Estimular a ingestão de pequenas porções de alimentos a intervalos menores. alimentos muitos salgados ou com odores fortes. 1. Orientar a escovação dos dentes com escova macia. Bochechos com solução salina (SF 0. Aplicar lubrificante labial (ex.1.  Encorajar o paciente a evitar gorduras.3. 1.2. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM     Inspecionar cavidade oral.influem na ocorrência de náuseas e vômitos. salivação excessiva. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM 111 . Estomatite refere-se especificamente a mucosa oral. 1. a dose . tontura. SINAIS CLÍNICOS  Palidez cutânea.

 Hidratação adequada. 1.  Avaliar ruídos hidroaéreos.4. A não correção do estado obstipativo pode levar a náuseas.  Instruir o paciente da importância da ingestão de fibras. principalmente dos quimioterápicos do grupo dos alcalóides da vinca.  Informar ao médico sobre a evolução da obstipação.1.5. 1. acompanhada ou não de cólicas abdominais.  Casos mais graves devem ser avaliados quanto à necessidade de medidas alternativas. Orientar o paciente sobre a importância de a ingestão alimentar mesmo durante o quadro de inapetência.  Estimular a ingestão de alimentos ricos em proteínas e calorias.5.  Promover o contado com o serviço de nutrição sempre que necessário. pelo intestino. DIARRÉIA Definida como liberação anormal e freqüente de matéria fecal. Acontece em decorrência da neuro toxicidade. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM  Avaliar o padrão intestinal habitual do paciente  Pesar em intervalos regulares  Orientar quanto à importância da manutenção da ingestão hídrica adequada. 1.  Avaliar turgor cutâneo e umidade das mucosas. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM  Questionar ao paciente sobre sua função intestinal. 1. mais ou menos liquida. nutrição parenteral. alimentação por sonda.1.4. 112 . vômitos e desequilíbrio eletrolítico. como o uso de suplementos nutritivos que ofereçam complementação dietética de grande valor. OBSTIPAÇÃO A obstipação consiste na dificuldade e diminuição da evacuação.

dormência nas extremidades dos membros superiores e inferiores. fraqueza muscular. tontura e raramente. ataxia. perda do paladar.  Informa sobre a transitoriedade da obstipação. febre. tosse dispnéia. REAÇÕES ALÉRGICAS E ANAFILAXIA É um tipo de reação orgânica imunológica e passageira que se caracteriza por contração da musculatura lisa e vaso dilatação periférica devido à liberação de substancias farmacologicamente ativas iniciadas pela ligação do antígeno ao anticorpo.2.1. 113 .  Alertar sobe o perigo da obstipação.6.  Neuropatia craniana: toxicidade.6. 1. vômitos. fala pastosa. SINAIS E SINTOMAS Exantema cutâneo maculopapular.6. sensações de queimação.1. cefaléia.  Ataxia cerebral: dismetria. 1. NEUROTOXICIDADE Alguns fármacos quimioterápicos apresentam uma maior incidência no que se refere aos sintomas provocados no SNC. Orientar na pratica de exercícios físicos diários e da deambulação. urticária e hipotensão. sudorese. depressão e sonolência. neurorretinite óptica. formigamento e dormência mialgias. 1. rigidez da nuca. paralisias e encefalopatia. cólica abdominal e impotência. edema periorbitário. obstipação. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM  Orientar o paciente e familiar para ficarem atentos quanto aos sinais e sintomas da neuro toxicidade para pacientes internados.  Neuropatia periférica: Parestesias em mãos e pés. 1. prurido.7. vômitos.7. TIPOS DE ALTERAÇÃO Alterações mentais confusão. bronco-espasmo.  Instituir medidas preventivas contra a obstipação.  Aracnóide e irritação meninge: náuseas. 1. nistagmo e vertigem.

 Ajudar o paciente a controlar a ansiedade. descoloração venosa e necrose tecidual pos-extravasamento.  Realizar a técnica de reanimação cardiopulmonar.9% ou SG 5%. 2.2.  Aumentar o fluxo de soro.1. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM  Manter em mãos agentes farmacológicos e equipamentos de emergências.  Proceder a atendimento de emergência conforme critérios médicos.  Alerta especial quando da administração do medicamento ao primeiro indicio de reação. dor.  Interromper imediatamente a infusão.7.3. principalmente em casos de hipotensão.1.1. urticária. desconforto respiratório e edema. hiperpigmentação e outras. principalmente quando o paciente apresentar cianose. Já a toxicidade sistêmica inclui os seguintes sinais e sintomas: alopecia.  Manter a via venosa com SG 0.7. 2.  Obter sinais vitais pré-quimioterapia.  Monitorar sinais vitais e cada 5 minutos.  Administrar oxigênio 02 l/m por cateter nasal ou máscara aos dispnéicos. 114 . 1. urticária. DEFINIÇÕES 2. Extravasamento – é o escape ou infiltração de drogas do vaso sanguíneo para os tecidos vizinhos.  Manter acesso venoso permeável. eritema. foto sensibilidade. TOXICIDADE DERMATOLÓGICA DAS DROGAS Toxicidade local ocorre quando a droga atinge os tecidos vizinhos ao local primário da inoculação da mesma e apresenta sinais e sintomas variados: flebites.1. CUIDADOS DE ENFERMAGEM IMEDIATOS DURANTE A REAÇÃO ALÉRGICA  Comunicar o médico imediatamente.

Os sintomas são: prurido em ausência de dor e dificuldade do retorno venoso. síndrome de Reynaud. CARACTERÍSTICA DA LESÃO TECIDUAL O tempo de duração de lesão tecidual depois do extravasamento de medicamento é variável.  Administração dos quimioterápicos por pessoa sem o devido treinamento.  Pacientes idosos devido à maior fragilidade capilar. podendo necrosar o tecido e comprometer tendões e articulações. FATORES DE RISCO QUE CONTRIBUEM PARA O EXTRAVASAMENTO DE QUIMIOTERÁPICOS  Pacientes com enfermidades vasculares periféricas. Drogas vesicantes – são aquelas que causam irritação severa com formação de vesículas e destruição tecidual quando infiltrados fora do vaso sanguíneo.2. Pode haver dor e queimação sem necrose tecidual ou formação de vesículas. 2.2. calor. 2.1. A ulceração pode aumentar por 02 ou 03 meses.2. Drogas irritantes – são aquelas que causam reação cutânea menos intensa quando extravasadas.  Escolha de equipo ou scalps inadequados. 2. dor.  Pacientes que estão incapacitados de se comunicar sobre as sensações de dor que ocorrem durante o extravasamento.  Localização inadequada da punção.2. desconforto e eritema. 2. PREVENÇÃO DO EXTRAVASAMENTO 115 .2.3. rubor e edema) e não há dificuldade de retorno venoso. calor.  Pacientes com infusão contínua durante longo período de tempo. diabetes.1.1. Pode estar presente sinal de inflamação (dor. As reações imediatas de extravasamento são: queimação. Inicialmente o agente tóxico causa dor durante o extravasamento e após 7 a 10 dias aprecem eritemas.  Pacientes que tenham recebido radioterapia na área da punção. Com drogas vesicantes a lesão geralmente aparece gradualmente. seguidos por uma ulceração progressiva.2.

são mais adequadas às veias do antebraço.  Puncionar com cuidado a veia escolhida. Solicitar ao paciente a manutenção da mão ou do membro imóvel durante a aplicação do fármaco. vesicantes antes dos não-vesicantes. 116 . com lesão ou metástases. pois a veia esta mais estável e menos irritada no inicio do tratamento e. menos tortuosa. 2 . dor. 3 . tendões) que quando lesados. Neste sentido. Evitar jelco porque pode retardar a percepção de pequenos extravasamentos.  Certifica-se do posicionamento correto do scalp ou Jelco antes de administrar o quimioterápico por meio das seguintes manobras. apesar de ter as veias mais calibrosas e acessíveis. de preferência com scalp.  A fossa ante cubital deve ser evitada ao máximo. nervos. assegurando a imobilização da agulha dentro do vaso e o reconhecimento imediato de reações locais de infiltração do fármaco.Testar o retorno venoso. 4.Observar as queixas do paciente. submetidos à irradiação. ruptura e espasmo. acarretam comprometimento articular. que cause o menor prejuízo anatômico e funcional e que ofereça melhores condições cirúrgicas caso ocorra extravasamento.Administrar inicialmente apenas o soro fisiológico.  Evitar o uso de veias puncionadas há mais de 24 horas. de difícil correção. submetidos a cirurgia. mesmo que apresentem bom retorno venoso. 1.  Evitar punção de membros inferiores. menos susceptível a lesões. ocasionando prejuízo funcional do membro (contratura. imobilidade) freqüentemente irreparável. correspondentes a mastoidectomia. Não administrar fármaco vesicante em infusão continua prolongado através de veia periférica puncionada com scalp ou jelco. edemaciados. com distúrbios motores ou sensoriais e excessivamente puncionados.  Fixar o scalp com adesivo transparente.  Em geral recomenda-se a aplicação dos quimioterápicos.Observar queixa do edema e hiperemia que indiquem aos sinais de extravasamento.  Escolher a via que ofereça à melhor proteção as articulações tendões e nervos. queimação e aguilhadas são os sintomas de extravasamento. Pois no local existem estruturas importantes (artérias. por serem mais calibrosas. e agulha comum. por ser difícil mobilização e fixação. portanto. moveis e distantes de articulações.

2. especialmente dos vesicantes. 3.  Instruir o paciente para relatar imediatamente qualquer anormalidade.  Evitar exercer pressão sobre o local do acidente. Paciente com contagem maior ou igual a 4. concomitante a infusão do soro de manutenção.  Remover o scalp e elevar o membro acima do nível do coração. lavar a veia com pelo menos 20 ml de soro ou água destilada antes de retirar o scalp. como dor. tratamento realizado e assinatura do enfermeiro responsável.  Após aplicação do fármaco. NEUTROPENIA Pacientes que recebem quimioterapia devem ser cuidadosamente monitorados para determinar a ocorrência e a duração da mielossupressão.000/mm até menor ou igual a 2. local.000/mm podem receber a dose total prevista. especialmente ao tratar-se de fármaco vesicante. prurido ou agulhada. conforme recomendado.3.  O retorno venoso deve ser checado pelo menos a cada 2 ml de fármaco administrado. deve ser feita em push (em bolus) (administram-se dois ml e esperam-se 15 segundos e assim sucessivamente). quantidade extravasada. sinais e sintomas apresentados.  Manter a área puncionada sob observação constante durante o período de infusão do antineoplásico.  Conectar uma seringa ao scalp para aspirar a medicação residual existente. a infusão dos quimioterápicos. A técnica mais adequada consiste na menos irritante ao endotélio venoso. mas sempre.  Notificar o médico do paciente e registrar a ocorrência em prontuário ou outro impresso específico. queimação. sendo importante registrar data e hora. formigamento. tipo de agulha e calibre. O uso do antídoto deve ser prescrito pelo medico assistente e autorizado por protocolo definido pela Instituição. fármaco administrado e seqüência. MEDIDAS DE ENFERMAGEM IMEDIATAS EM EXTRAVASAMENTOS  Parar imediatamente a infusão e manter a agulha no local. 2.  Aplicar o antídoto ou compressas frias e/ou quentes. Sempre que possível. A neutropenia é caracterizada por valores de 117 .

fazendo 12x36hs Noturno:  03 funcionários no plantão impar. Nesses casos. fazendo 12x36hs  04 supervisoras de Enfermagem. Valores menores ou iguais a 1. podendo sofrer ajustes ou mesmo suspensão.500/mm. possui também uma sala para preparo de medicação. A ocorrência de febre na vigência de neutropenia carcteriza uma emergência oncologica. ar comprimido e vácuo. sendo composta por: 04 enfermarias com 05 leitos cada sendo o total de 20 leitos. com material de emergência. 4. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. 01 banheiro para funcionários. a dose deve ser revista pelo medico antes de ser liberada. Das quatros enfermarias. ESTRUTURA FÍSICA DO POSTO 2-D       A pediatria está localizada no 2º andar. ROTINA OPERACIONAL POSTO 2D – PEDIATRIA 1. Cada enfermaria é composta por 01 banheiro. 01 expurgo.00/mm e 500 /mm definem neutropenia moderada e severa. o que dependerá do quadro clinico do paciente. 118 . respectivamente. três são destinadas para tratamento clínico. uma para tratamento cirúrgico. Conforme idade da criança é colocada em berços ou camas. banheiro com uso exclusivo dos funcionários. XXIX.  A clínica também possui uma sala com maca para procedimento (punção venosa). fazendo 12x36hs  03 funcionários no plantão par.neutrófilos inferiores a 1. armário com chave para guardar medicamentos. fazendo 12x36hs  03 funcionários no plantão par. RECURSOS HUMANOS DO POSTO 2C Diurno:  03 funcionários no plantão impar. cada leito com entrada canalizada de O2.

 Observar coto umbilical. e um armário para guarda dos brinquedos. fazendo 12x36hs.  Oferecer roupa limpa. 2. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs.  Oferecer e orientar quanto ao uso do sabonete neutro. RECURSOS HUMANOS DO POSTO 2D Diurno:  02 funcionários no plantão impar.  Encaminhar para higienização corporal no chuveiro quando a criança tiver acima de 1 ano.  No espaço comum do posto.  04 supervisoras de Enfermagem. 01 bebedouro. fazendo 12x36hs. proceder ao curativo com álcool a 70% conforme recomendado. Noturno:  02 funcionários no plantão impar. existem mesas infantis com cadeiras para as crianças. fazendo 12x36hs.  Observar a pele do bebê. soros e cobertores.  Auxiliar a mãe conforme necessidade. HIGIENIZAÇÃO  Oferecer bacia estéril quando for RN até 06 meses.  02 funcionários no plantão par.pia com bancada e um armário para guardar roupas.  02 funcionários no plantão par. 3.  Orientar a mãe quanto à higienização genitália. fazendo 12x36hs. 119 . nariz e ouvido. 01 televisão com vídeo cassete.  Realizar a troca de lençol do leito.

4.  Orientar o paciente e a mãe quanto ao procedimento e ajustar a máscara nas vias aéreas superiores. 120 .  Encaminhar o material junto com o pedido do exame para o laboratório. PREPARO PARA EXAMES  Orientar a mãe quanto á necessidade do jejum para exames.  Incentivar a alimentação quando estiver inapetente. NEBULIZAÇÃO  Preparar a medicação conforme prescrição.  Oferecer recipientes para coleta de exames de fezes e urina. 5. 6. Solicitar que mãe ou acompanhante realize os banhos das crianças abaixo de 01 ano com observação da enfermagem.  Auxiliar a mãe na alimentação conforme necessidade.  Incentivar aleitamento materno de acordo com a idade da criança.  Aos lactentes serão oferecidas mamadeiras conforme prescrição.  Auxiliar laboratório na coleta de sangue levando a criança e a mãe para a sala de procedimentos.  Identificar o material coletado com o nome do paciente e registro.  Observar a aceitação das dietas.  Oferecer a máscara e aerosol com a medicação para a mãe. ALIMENTAÇÃO  A alimentação será fornecida pelo serviço de nutrição para criança e a mãe ou acompanhante.

POI . aspecto e odor.  Orientar a mãe quanto à importância do repouso e continuidade de jejum.  Aguardar o tempo da nebulização.  Retirar o material da unidade. Seguir rotina conforme Manual do Curativo  Observar cor e aspecto da diurese.  Observar drenagem de curativos.  Posicioná-la no leito conforme cirurgia. 121 .  Encaminhar material para o CME para limpeza e desinfecção. CUIDADOS PARA PACIENTES CIRÚRGICO  Receber a criança e passá-la da maca para o leito.  Manter o leito limpo e seco. 7.  Abrir sondas e drenos se houver.1.  Abrir venóclise e controlar o gotejamento.  Orientar a criança e a mãe quanto à importância da deambulação e repouso.  Administrar medicação conforme prescrição.CIRURGIAS UROLÓGICAS  Observar curativos e proceder à troca conforme necessidade e prescrição médica. na bolsa coletora. observando cor.  Anotar diurese conforme prescrição. Ligar o ar comprimido.  Observar nível de consciência da criança.  Realizar troca de curativos conforme necessidade e se houver prescrição. Seguir rotina conforme Manual do Curativo 7.

7. Seguir rotina conforme Manual do Curativo.  Orientar a mãe quanto à necessidade da sonda vesical de demora.3. Aferir sinais vitais e anotar no prontuário.ABLAÇÃO  Receber o paciente.  Administrar medicação conforme prescrição para dor. POI . Realizar troca de curativo conforme prescrição. náuseas e vômitos e registrar em prontuário. Aferir sinais vitais e anotar no prontuário. 7. Apalpar artéria pediosa.    Orientar o paciente para não fletir o membro do procedimento. Administrar medicação conforme prescrição. Manter talas de gesso em posição anatômica de acordo com prescrição médica.CIRURGIAS ORTOPÉDICAS   Manter criança de repouso conforme prescrição. e observar cianose de extremidades. Observar eliminações fisiológicas e anotar.O. Realizar troca de curativo conforme prescrição. POI. 7.2.    Manter o leito limpo e seco. 122 .4.O. passando-o da maca para leito em decúbito dorsal. Manter repouso no leito até 1º P.I.CIRURGIAS DA OTORRINO      Receber a criança posicioná-la no leito de acordo com a cirurgia. Observar local do curativo. P.

2. ROTINA OPERACIONAL POSTO 2E – CARDIOLOGIA 1. é reservado para prescrição médica com balcão formicado e mesa de granito. ESTRUTURA FÍSICA O posto da cardiologia está situado no 2º piso. desfibrilador e um foco portátil).      Manter a criança de repouso conforme prescrição. enxovais e pijamas para os pacientes. Os atendimentos realizados no setor são: clínicos. materiais para curativos. estetoscópio. angioplastia. látex. Administrar com rigor anticoagulante conforme prescrição médica. Manter o leito limpo e seco. implante de marca. mesinha com gavetas para guardar aparelhos de pressão arterial. CARACTERISTICA DA CLÍNICA No posto de enfermagem e realizado o preparo dos medicamentos e a guarda dos materiais como bandejas. etc. estudo eletrofisiológico. sendo que 16 leitos são destinados a pacientes cirúrgicos. de acomodações simples. Há um pequeno hall com cadeiras e uma TV 29 polegadas que foi doação de um paciente para entretenimento no final da tarde com horários estipulados de ligar e desligar a televisão. escaninho para papeletas. luvas. 08 leitos femininos e os restantes destinados aos pacientes clínicos.passo. possui 37 leitos. No posto ao lado. impressos e a guarda de papeletas de alta hospitalar. 08 leitos masculinos. material de emergência (monitor cardíaco. Realizar troca de curativo conforme prescrição. cateterismo cardíaco. desfibrilador. sendo denominado posto 2E. compadres. As roupas sujas 123 . com um total de 09 enfermarias de 03 leitos e 04 enfermarias de 02 leitos. XXX. Administrar medicação conforme prescrição. ablação e cirurgia cardíaca. Revisar o curativo compressivo. Há também um pequeno expurgo para guardar materiais contaminados como comadres.

CUIDADOS COM PACIENTES CLÍNICOS QUANDO ADMITIDOS Após admissão observar conforme rotina:  Edema. hematomas.  Orientar e mantê-lo em repouso no leito: membros inferiores elevados.são acondicionadas em hampers que estão localizados entre as enfermarias. aspecto e odor.  Estado geral do paciente: unhas. fazendo 12x36hs  04 funcionários no plantão par. dispnéia. fazendo 12x36hs  04 supervisoras de Enfermagem. quando o paciente recebe anticoagulantes orais ou parenterais.  Oferecer coletor de diurese para aferir e anotar diurese: observando cor. pele e cabelo.  Cianose de extremidades. fazendo 12x36hs Noturno:  04 funcionários no plantão impar. 3. fazendo 12x36hs  04 funcionários no plantão par. 124 . 4. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. RECURSOS HUMANOS DO POSTO 2E Diurno:  04 funcionários no plantão impar.  Observar com rigor sangramentos orais.  Administrar medicação prescrita com rigor.

 Observar funcionamento intestinal. debilitado. edema MMII.  Observar nível de consciência. nos casos de rachaduras.  Ouvir e tentar solucionar queixas.  Manter o paciente limpo e seco. principalmente em proeminências ósseas.  Proporcionar ambiente calmo e tranqüilo.  Proceder à mudança de decúbito de 2/2 horas. conforme prescrição médica.  Solicitar atendimento psicológico sempre que detectar necessidade. Hidratar a pele do paciente com óleo de girassol. para passar no paciente. 125 . dersani ou trigliceril. Administrar oxigênio úmido sob cateter nasal ou máscara de macronebulação.  Aspirar secreções orais ou pela tranqueostomia com técnica asséptica conforme necessidade (ver rotina de prevenção de Pneumonia da CCCIH). para evitar úlceras por pressão. proceder à higienização no leito ou chuveiro de acordo com o estado geral do paciente.  Realizar  massagem de conforto.  Liberar acompanhante familiar de acordo com o estado geral do paciente.  Quando paciente acamado.  Providenciar emolientes / hidratantes para pele.  Proporcionar terapias no leito em estados graves de ICC com uso de drogas vaso ativa em bomba de infusão.

Observar cianose de extremidades.   Restringir número de visitas. 4. Retirá-lo do quarto para o banho de sol e socializá-lo com outros pacientes. TV. Colocar o paciente em posição de fawler mais oxigênio terapia conforme prescrição. livros. conforme estado geral do paciente. CUIDADOS COM O PACIENTE COM INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO:      Mantê-lo em repouso absoluto no leito.O S em caso de precordialgia.  Proporcionar terapias. Proporcionar sono/repouso/ambiente calmo e tranqüilo. Verificar e anotar os sinais vitais de 1/1 hora. Observar com rigor temperatura da água quando encaminhado para higienização corporal. 5.  Orientar familiares quanto à necessidade de visitas regulares. Solicitar dieta livre para nutrição e observar aceitação. CATETERISMO CARDÍACO 126 .     Administrar medicação S. Autorizar acompanhante familiar conforme estado do paciente. Administrar medicação conforme prescrição do médico. atividades manuais.

 Retirar roupa íntima prótese dentária e guardar no armário de pertences. 4. É feito 127 .1. Sua indicação é para mostrar obstruções das artérias que irrigam a musculatura do coração (coronárias). como a visualização de um estreitamento geralmente formado por uma placa de gordura na artéria coronária.  Apalpar artéria pediosa.  Aferir a anotar sinais vitais.O. passando-o da maca para leito em decúbito dorsal.Exame cardiológico evasivo feito para diagnosticar ou corrigir problemas cardiovasculares. e observar cianose de extremidades. principalmente PA e pulso.I DE CATETERISMO CARDÍACO  Preparar leito do paciente. orientá-lo para não fletir o membro do procedimento.  Solicitar maqueiro para encaminhar paciente com os exames para hemodinâmica. 5.  Orientá-lo quanto jejum. oferecendo roupa do hospital. ANGIOPLASTIA Desobstrução de artérias coronária ou ponte de safena que estejam comprometidas por uma placa de gordura ou um coágulo.  Receber o paciente. P.  Revisar o curativo compressivo. Preparo para Cateterismo Cardíaco  Encaminhar paciente para higienização corporal e oral.

 Receber o paciente. posicionado e inflado no ponto que está obstruído. 5. 6. passando-o da maca para leito em decúbito dorsal.  Retirar roupa íntima prótese dentária e guardar no armário de pertences. P.usando-se um balão que.2.  Administrar com rigor anticoagulante conforme prescrição médica. e observar cianose de extremidades.  Orientá-lo quanto jejum.1. 5. restabelece circulação sanguínea local.  Solicitar maqueiro para encaminhar paciente com os exames para hemodinâmica. oferecer roupas (pijamas) do hospital. 6. PREPARO PARA ANGIOPLASTIA  Encaminhar paciente para higienização corporal e oral. orientá-lo para não fletir o membro do procedimento.  Apalpar artéria pediosa. P.1.  Revisar o curativo compressivo. com a finalidade de detectar e avaliar uma arritmia cardíaca.O.O. ESTUDO ELETROFISIOLÓGICO É um exame realizado por meio de introdução de cateteres que chegam até o coração e são guiados por imagem radiológica (R.  Aferir a anotar sinais vitais. principalmente PA e pulso.X).I DE ESTUDO ELETROFISIOLÓGICO 128 .I DE ANGIOPLASTIA  Preparar leito do paciente.

 Administrar medicação conforme prescrição médica. ABLAÇÃO Tratamento utilizado para acabar com as arritmias cardíacas.O DE ESTUDO ELETROFISIOLÓGICO  Verificar Sinais Vitais. 7. ORIENTAÇOES PARA ALTA  Manter repouso em casa por 24h. que usa a energia de radiofreqüência aplicada diretamente nos focos das 129 .  Observar local da punção. 6. 6.2. mantendo curativo oclusivo.  Fazer troca de curativo compressivo conforme prescrição médica.  Manter ambiente calmo tranqüilo para repouso no leito.  Encaminhar paciente para higienização corporal e oral.  Retorno ambulatorial conforme orientação médica. não dobra o membro do procedimento.  Medicação conforme prescrição médica.  Verificar e anotar sinais-vitais.  Observar queixas e solicitar avaliação médica.  Fazer troca de curativo. Receber paciente cordialmente chamando-o pelo nome.  Passar da maca para leito.  Oferecer dieta conforme prescrição. jugular e femoral.  Orientar paciente quanto repouso no leito.3.1º P.

 Manter ambiente calmo tranqüilo para repouso no leito.arritmias. livrando inclusive o paciente do uso de medicamentos. com índice de cura hoje em torno de 95 a 98%. mantendo curativo oclusivo.  Observar queixas e medicações.I DE ABLAÇÃO  Receber paciente cordialmente chamando-o pelo nome. 7.1.3.  Encaminhar paciente par higienização corporal e oral.  Oferecer dieta conforme prescrição. ORIENTAÇÕES PARA ALTA  Manter repouso em casa por 24h.  Medicação conforme prescrição médica.1º P.O.  Observar local da punção. P. 130 . jugular e femoral.  Fazer troca de curativo compressivo conforme prescrição médica.  Fazer troca de curativo. 7.O DE ABLAÇÃO  Verificar Sinais Vitais.  Orientar paciente quanto repouso no leito.  Retorno ambulatorial conforme orientação médica.2. não dobrou o membro do procedimento. 7.  Passar da marca para leito.  Verificar e anotar sinais-vitais.

 Orientá-lo quanto ao repouso no leito. quando este não funciona de forma adequada.A e Pulso.  Solicitar maqueiro para encaminhar pacientes mais exames para centro cirúrgico de maca ou cadeira de rodas. 8.  Oferecer camisola ou pijama limpo.2.  Observar sangramento no local. com a finalidade de estimular o coração através de eletrodos. fios muito finos que transportam estímulo elétrico até o coração.  Aferir e anotar sinais vitais. P. principalmente P.  Solicitar acompanhamento familiar de acordo com o estado do paciente.  Retirar prótese e roupa íntima. MARCA-PASSO Aparelho implantável no paciente com peso de mais ou menos 14 gramas no tecido subcutâneo.O. 131 .I DE MARCA-PASSO  Preparar o leito do paciente. PRÉ OPERATÓRIO DE IMPLANTE DE MARCA-PASSO  Aferir pulso e encaminhá-lo para higienização corporal com auxílio.8. fazendo o trabalho do marca-passo natural. 8.1.  Receber o paciente. passando-o da maca para o leito em decúbito dorsal.  Orientá-lo para não dobrar o membro superior do lado da ferida operatória.

DESFIBRILADOR IMPLANTÁVEL 132 . 9.  Orientar o paciente e a família quanto à importância de administrar a medicação correta.4.8. ORIENTAÇÕES PARA ALTA DE MARCA PASSO  Não usar colchão magnético.9% o Secar o Ocluir o Manter aberto após 24h 8.1º P.  Orientar a família e o paciente caso observe hiperemia e ou drenagem pela ferida operatória retornar.O DE MARCA-PASSO  Encaminhar o paciente para higienização corporal e oral com auxilio  Oferecer o desjejum e observar aceitação.  Orientar quanto à importância da data e hora do retorno ambulatório.  Cuidados com a ferida operatória.  Uso restrito do celular.  Não passar em porta giratória de banco.F.  Realizar a troca de curativo na ferida operatória. 0.3. observando: o Hiperemia o Exsudado local o Alergia do esparadrapo o Edema Curativo o Lavar com S.

Aparelho implantável com peso de mais ou menos 14 gramas é implantado na altura do tórax. provocando uma descarga elétrica.I DE DESFIBRILADOR IMPLANTÁVEL  Preparar o leito do paciente. PRÉ OPERATÓRIO DE IMPLANTE DE DESFIBRILADOR IMPLANTÁVEL  Aferir pulso e encaminhá-lo para higienização corporal com auxílio. salvando a vida do paciente.2.  Observar sangramento no local.  Aferir e anotar sinais vitais.  Solicitar acompanhamento familiar de acordo com o estado do paciente. passando-o da maca para o leito em decúbito dorsal.O.1. P.  Receber o paciente.  Orientá-lo quanto ao repouso no leito.  Orientá-lo para não dobrar o membro superior do lado da ferida operatória. 133 . e também reverter uma arritmia. que tem como função estimular o coração a bater de forma sincronizada.A e Pulso. 9.  Oferecer camisola ou pijama limpo.  Retirar prótese e roupa íntima. 9. principalmente P.  Solicitar maqueiro para encaminhar paciente e os exames para centro cirúrgico de maca ou cadeira de rodas.

 Orientar o paciente e a família quanto à importância de administrar a medicação correta.4.F.3. 9.  Não passar em porta giratória de banco.9% o Secar o Ocluir o Manter ocluido nas primeiras 24h 9.OBS: Caso haja descargas continuas do gerador (choque) comunicar com o cardiologista e colocar imã no local do aparelho.1º P.  Oferecer o desjejum e observar aceitação.  Orientar quanto à importância da data e hora do retorno ambulatório.O DE DESFIBRILADOR IMPLANTÁVEL  Encaminhar o paciente para higienização corporal e oral com auxilio. observando: o Hiperemia o Exsudato local o Alergia do esparadrapo o Edema Curativo o Lavar com S. ORIENTAÇÕES PARA ALTA DE DESFIBRILADOR IMPLANTÁVEL  Não usar colchão magnético. 134 . 0.  Realizar a troca de curativo na ferida operatória.

10.  Cabelos e couro cabeludo. 135 . Neste período que são realizados todos os exames pré-operatórios. CUIDADOS PARA CIRURGIAS  Orientar o paciente sobre a hora e data ao da cirurgia.1. Cuidados com a ferida operatória.  Orientar a família e o paciente caso observe hiperemia e ou drenagem pela ferida operatória retornar.G o Bioquímica o Eletrocardiograma o Ecodopler o Cateterismo Cardíaco o Raios-X de Tórax  Orientar paciente quanto a dieta. PRÉ-OPERATÓRIA MEDIATO É o período em que o paciente aguarda procedimento cirúrgico.  Rever exames já realizados como: o Hemograma Completo o E.C.  Ouvir a tentar solucionar dúvidas e queixas do paciente.  Uso restrito do celular. vai desde o momento da internação até 24 horas antes da cirurgia.  Observar:  Presença de feridas na pele  Estado de conservação dos dentes e mucosa oral. 10.

 Aferir e anotar sinais vitais. rotular e guardar.  Informar o horário correto do procedimento cirúrgico. vai desde o momento da internação até 24h antes da cirurgia.  Conferir com o paciente todos o pertences.  Solicitar maqueiros e encaminhar e encaminhar o paciente com os exames para o centro cirúrgico. PÓS-OPERATÓRIO DE PACIENTES ENCAMINHADOS DA UTI  Preparar o leito do paciente  Receber paciente passando-o da maca para o leito em decúbito dorsal  Observar o nível de consciência e colocá-lo em posição de Fowler  Colocar roupa do hospital.Ansiolítico leve.11. 12.  Retirar próteses / roupas íntimas/ adornos do paciente.  Aferir e anotar medidas antropométricas.  Encaminhar paciente para higienização corporal com clorexidina e oral. 136 .Antibioticoterapia profilática na indução anestésica .  Administrar medicação conforme prescrição médica: . PRÉ-OPERATÓRIO IMEDIATO É o período em que o paciente aguarda procedimento cirúrgico.  Orientar paciente sobre dieta zero de acordo com horário da cirurgia. camisola/pijama limpos. oferecendo camisola e pijama limpos.

 Entregar todos os pertences.V.  Solicitar acompanhamento familiar. abrir o dreno.  Orientar quanto à importância da deambulação.  Orientar quanto à importância da aceitação das dietas oferecida. náuseas e vômitos.  Ouvir e tentar solucionar queixas. 14. CURATIVOS CIRÚRGICOS (Conforme manual de Curativos)  Lavar as mãos. observando cor. Observar o paciente quanto: o Cianose de extremidades o Dispnéia o Náuseas/ Vômitos o Aspecto da ferida operatória  Observar a presença de drenos fechados.  Orientar quanto à prevenção de dor. ORIENTAÇÕES GERAIS PARA O PACIENTE  Observar e comunicar caso tenha drenagem de líquidos pelo orifício dreno. abrir a sonda.  Aferir e anotar sinais vitais. 137 . 13. aspecto e volume  Observar a presença de S.  Orientar o paciente quanto a importância da deambulação e repouso.  Orientar quanto à importância da higienização oral e corporal.D. incluído prótese dentaria.  Levar o material até a unidade do paciente.

 Observar aspecto do curativo se há presença de hiperemia.  Ocluir ferida operatória se houver drenagem .  Abrir pacote de curativo.  Usar máscara. PACIENTE CIRÚRGICO  Observar ferida operatória. 0.  Encaminhar o paciente para deambulação assistida. ORIENTAÇÕES PARA ALTA 15.  Orientar paciente quanto ao retorno e medicação. F.  Proceder ao curativo (Conforme manual de Curativos).  Calçar luvas.C. conforme a técnica asséptica. Bioquímica.  Retirar pontos de acordo com a cicatrização (10 dias após cirurgia).G.1. caso intercorrências procurar sempre orientação do médico assistente.9% secar com gaze estéril.  Recolher material de curativo. drenagem e edema local.  Retirar curativo sujo conforme a técnica asséptica. E.  Orientar pacientes quanto aos exames externos para controle: ( Raio-X. 15. 138 . Solicitar os acompanhamentos para se retirarem do quarto. se não tiver presença de secreção deixar aberto após primeiras 24h.  Orientar paciente.  Qualquer intercorrência solicitar avaliação do plantonista.  Limpar o leito da ferida com S. Ecodopler e demais exames).

há 2. PACIENTES CLÍNICOS  Comunicar ao paciente sobre sua alta. Foi ele o introdutor da anamnese como etapa inicial do exame médico. 15. Com ele nasceu a observação clínica. nasceu na Ilha de Kós.500 anos.  Aguardar chegada dos familiares na recepção de internação. Médico se dizia Iatrós.  A internação lança alta no sistema. cama. A Clínica Médica. Retornar com urgência ao hospital para avaliação e conduta. e o exame físico do paciente em 139 .  Orientá-lo sobre medicação.Orientar o paciente que se houver deiscência da ferida operatória após alta. compreendendo a história da doença que leva o doente a procurar o médico.  Auxiliar o paciente a se vestir se houver necessidade. XXXI. ROTINA OPERACIONAL POSTO 3A – CLÍNICA MÉDICA A palavra Clínica vem do grego klíne. que significa leito.  Orientá-lo sobre o retorno.2. já agendado.  Comunicar familiares por telefone sobre a alta do paciente. na Grécia. com Hipócrates.  Quando solicitar paciente de alta na recepção. tal como a conceituamos hoje.  Família assina alta do paciente.  Solicitar orientação de nutricionista. então Klinikós era o médico que atendia os doentes acamados. a enfermagem encaminha o paciente de cadeira de rodas até a portaria e entregao para os familiares.

nas diferentes cardiologia. respirador carrinho de emergência com materiais e mecânico (BIRD MARK 7). contendo um balcão com pia destinado principalmente para o preparo de medicações. fonoaudiologia. e profissionais das áreas de medicina. suporte para guarda de prontuários.seus menores detalhes. Box enumerados de acordo com os leitos para guarda de kits de medicações. Possui 2 enfermarias masculinas com 6 leitos cada. bombas de infusão. nutrição. entre outros. A Clínica Médica da Santa Casa de Misericórdia de Goiânia está situada no 3º andar. soluções. O posto de enfermagem da clínica segue a padronização da instituição. endocrinologia. discentes. materiais estéreis. psicologia e fisioterapia entre outras. exames e impressos. identificada como posto 3 A. 2002). ensino. pneumologia. a qual possui um leito equipado com monitor cardíaco. A Unidade de Clínica Médica é destinada ao tratamento de patologias eminentemente clínicas nefrologia. medicamentos. possui ainda um balcão utilizado para realização de relatórios. e 1 enfermaria feminina também com 6 leitos. armários para guarda de materiais como enxovais. dermatologia e gastroenterologia. 140 . evoluções e prescrição médica. especialidades: reumatologia. pesquisa oferecem um cuidar diferenciado. Na Clínica o cuidado dos pacientes envolve docentes. enfermagem. oxímetro de pulso. moléstias infecciosas e parasitárias entre outras. em busca de dados para a elaboração do diagnóstico e do prognóstico (REZENDE. que vêm somar qualidade e interdisciplinaridade ao cuidado dos pacientes. que dentro da proposta de interação entre assistência. totalizando 21 leitos clínicos. tendo ainda um isolamento com 2 leitos e uma enfermaria para atendimento ao paciente grave.

visando atender pacientes clínicos referenciados pelas unidades básicas e unidades de urgências após a liberação da Autorização de Internação Hospitalar (AIH) pela central de vagas municipal (controle e avaliação). ROTINAS OPERACIONAIS DO POSTO 3 B . Doença estrutural significa que há uma lesão identificável em nível genético-molecular (mutação do material genético DNA). as quais devem ser interpretadas (REED. bem como de seus envoltórios (que são as meninges). XXXII. Os leitos oferecidos pelo setor estão disponibilizados em enfermarias masculinas e femininas. noturno impar. As internações são exclusivamente custeadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). diurno par e diurno Impar) e 03 técnicos de enfermagem por plantão.NEUROLOGIA A Neurologia é a especialidade da Medicina que estuda as doenças estruturais do Sistema Nervoso Central (composto pelo encéfalo e pela medula espinhal) e do Sistema Nervoso Periférico (composto pelos nervos e músculos). Em outras palavras. dentre outros profissionais que dão apoio ao atendimento aos pacientes.A estrutura organizacional da clínica no que se refere a recursos humanos. 141 . existe uma alteração neuroanatômica ou neurofisiológica que produz manifestações clínicas. bioquímico (alteração de uma proteína ou enzima responsável pelas reações químicas que mantêm as funções dos tecidos. além da equipe médica composta por Stafs e residentes. 2008). conta com: 04 enfermeiras supervisoras 12x36h uma em cada turno (noturno par. órgãos ou sistemas) ou tecidual (alteração da natureza histológica ou morfológica própria de cada tecido. órgão ou sistema).

entre outros. evoluções e prescrição médica. possui ainda um balcão utilizado para realização de relatórios. 2. sendo uma enfermaria masculina e outra feminina.1. Box enumerados de acordo com os leitos para guarda de kits de medicações. diurno par e diurno Impar) e 02 técnicos de enfermagem por turno. servindo de repouso para enfermagem. contendo um balcão com pia destinado principalmente para o preparo de medicações. suporte para guarda de prontuários. fisioterapia. noturno impar. exames e impressos. nutrição. além de acadêmicos dos cursos de medicina. bem como assistência prestada por equipes de apoio como psicologia. ocorrendo assistência por meio de médicos stafs e residentes. contando ainda com 04 enfermeiras supervisoras 12x36h uma em cada turno (noturno par. fisioterapia entre outros. CARACTERÍSTICAS DA CLÍNICA DA NEUROLOGIA A clínica de neurologia é destinada ao tratamento clínico de pacientes com patologias da especialidade. armários para guarda de materiais como enxovais. O posto de enfermagem da clínica segue a padronização da instituição. O atendimento aos pacientes da clínica de neurologia acontece de forma multidisciplinar. materiais estéreis. noturno impar. 142 . enfermagem. fonoaudiologia. soluções. TIPOS DE LEITO Leitos masculinos e femininos para pacientes em tratamento de distúrbios neurológicos eminentemente clínicos. diurno par e diurno Impar) com 06 leitos cada. bem como um isolamento com 2 leitos e uma enfermaria com 6 leitos desativada no momento. A mesma conta com 04 enfermeiras supervisoras 12x36h uma em cada turno (noturno par.

 Supervisionar a aceitação da alimentação. CARACTERÍSTICAS DA INTERNAÇÃO São admitidos pacientes referenciados pelas unidades básicas de saúde e unidades de urgências após a liberação da Autorização de Internação Hospitalar (AIH) pela central de vagas municipal (controle e avaliação).  Proporcionar ambiente calmo e tranqüilo.  Promover hidratação corporal do paciente. assim como a capacidade de deglutição. 143 .  Realizar massagem de conforto.  Em casos de hemiparesia evitar punções venosas no lado afetado.  Observar nível de consciência. solicitar avaliação da fonoaudiologia.  Promover à mudança de decúbito de 2/2 horas e providenciar colchão caixa de ovo para evitar úlceras por pressão. 4.  Avaliar liberar acompanhante familiar de acordo com o estado geral do paciente. As internações são exclusivas do Sistema Único de Saúde (SUS).  Solicitar atendimento psicológico sempre que detectar necessidade.  Realizar cuidados com nutrição enteral. principalmente em proeminências ósseas.  Em casos de disfagia.  Administrar medicação prescrita com rigor. Cuidados gerais com pacientes neurológicos clínicos  Avaliar o quadro geral do paciente.3.

02 Proctologia e 02 Vasculares. Enf. Enf. debilitados.  Realizar cuidados na incontinência vesical (bexiga neurogênica) (Ver Rotina prevenção de infecção de vias urinárias).  Manter o paciente limpo e seco.  Quando pacientes acamado. sendo: Enf. C04: 3049 a 3054 – 06 Leitos Cirúrgicos/Urologia. distribuídas em 20 leitos. Enf.  Estimular o paciente quanto à auto-ajuda para executar as atividades de vida diárias (AVD´s)  Observar funcionamento intestinal. proceder à higienização no leito ou banho de aspersão de acordo com o estado geral do paciente. C03: 3043 a 3048 – 06 Leitos Cirúrgicos/Urologia. C01: 3041 . C02: 3042 – Leito Cirúrgico/Vascular. 2. Aspirar secreções orais ou pela traqueostomia com técnica asséptica conforme necessidade (Rotina Prevenção de Pneumonia). XXXIII. Enf.Leito Cirúrgico/Proctologia.  Realizar a higiene oral.UROLOGIA O posto da Urologia da Santa Casa de Misericórdia localiza-se no 3º andar. ROTINAS OPERACIONAIS DO POSTO 3 C . C05: 3055 a 3060 – 06 Leitos Cirúrgicos/02 Urologia. CUIDADOS NO PRÉ-OPERATÓRIO 144 .  Ouvir e tentar solucionar queixas. Ala A e compreende Enfermarias do SUS.

 Posicionar paciente de acordo com prescrição médica.  Orientar ingesta hídrica de acordo com prescrição.  Encaminhar paciente ao Centro Cirúrgico. 145 . 3.  Respeitar o paciente. relatando no prontuário o horário e quadro clínico do paciente. verificar sinais vitais e relatar no prontuário. queixas do paciente. bem como exames e procedimentos e se necessário avisar à supervisão de enfermagem.  Verificar sinais vitais e relatar no prontuário. aspecto da diurese. orientando quanto à retirada de próteses e/ou adornos e também quanto ao esvaziamento vesical.  Estar ciente do diagnóstico do paciente. ferida operatória. caso sangue presente.  Caso haja obstruções de sondas.  Preparar o paciente para procedimento cirúrgico.  Observar irrigação. drenos comunicar urgente à supervisão de enfermagem. suas limitações e seu estado físico e mental.  Observar sondas. CUIDADOS NO PÓS-OPERATÓRIO  Receber o paciente tendo cuidado com drenos. Rotular o leito com placa de jejum e orientar o paciente.  Encaminhar paciente ao banho de aspersão ou realizar banho no leito se necessário.

XXXIV. sala de procedimento com lavatório com porta sabão e porta papel e 01 isolamento. RECURSOS HUMANOS Diurno:  03 funcionários no plantão impar. 01 posto de enfermagem. INTRODUÇÃO O posto da Clínica Cirúrgica da Santa Cada de Misericórdia está localizado no 3º piso da Ala Júlia Miranda. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. fazendo 12x36hs  03 funcionários no plantão par. 2. 146 . fazendo 12x36hs  03 funcionários no plantão par. Comunicar à supervisão de enfermagem caso haja procedimentos a serem realizados por enfermeiros. fazendo 12x36hs  04 supervisoras de Enfermagem. ROTINAS OPERACIONAIS DO POSTO 3 D – CLÍNICA CIRÚRGICA 1. A enfermeira supervisora é responsável pelo posto 3D – clínica cirúrgica e também pelo posto 2C – unidade de Hematologia/Oncologia. Possui 03 enfermarias do SUS com 06 leitos (3061 a 3079) com banheiro e lavatório para profissionais. fazendo 12x36hs Noturno:  03 funcionários no plantão impar.

em estado crítico. Unidade de Terapia Intensiva. RECURSOS HUMANOS POSTO 3F Equipe composta de:  04 técnicos de Enfermagem no período diurno. encaminhados do Pronto Atendimento. 02 em cada plantão fazendo 12x36hs. intermediário e auto-cuidado. sendo que a maior parte das atividades assistenciais é realizada até as 24hs. Centro Cirúrgico. O enfermeiro exerce assistência de enfermagem dentro de princípios. semi-crítico. XXXVI. 2. O plantão noturno tem uma rotina própria.  04 técnicos de Enfermagem no período noturno. 01 Expurgo. 1.XXXV. 01 DML. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. ROTINAS OPERACIONAIS DO PLANTÃO NOTURNO O trabalho é realizado no período das 19 as 07hs. a 147 . 01 Copa. esta unidade possui 10 apartamentos de luxo com 02 leitos e 04 apartamentos de luxo com 01 leito e 01 sofá cama. 02 em cada plantão fazendo 12x36hs. ROTINAS OPERACIONAIS DO POSTO 3 F – APARTAMENTOS DE CONVÊNIOS E PARTICULARES O Posto 3F ou Apartamentos de Convênios e Particulares está localizado no 3º andar do Hospital Santa Casa de Misericórdia de Goiânia e atende a todas as especialidades clínicas e cirúrgicas em sistema de convênios e particular. éticos e de humanização a pacientes adultos e pediátricos.  04 supervisoras de Enfermagem. ESTRUTURA FÍSICA DO POSTO 3F       01 Posto de Enfermagem. científicos. 01 Posto para Prescrição Médica. 01 Banheiro para os funcionários. Depois disto. clínicos e cirúrgicos.

São administradas medicações de rotina as 02. dentro dos limites éticos-legais. Revinter. Brasil: Ministério da Saúde Secretária de Gestão de Investimentos em Saúde. Estado do Mato Grosso.equipe de enfermagem fica a disposição para atender as solicitações dos pacientes e as intercorrências com os mesmos. 13066. LD. Quando houver algum problema. Brasília. “Manual de Neonatologia “São Paulo.   XXXVII. 2003. 17-19. 148 . 26 de agosto de 1993. Revinter. SANTORO JR. CAM “ Alojamento Conjunto” In: DINIZ. deve-se identificar em qual plantão ocorreu o fato e qual o enfermeiro responsável para que se possa esclarecer e solucionar as dúvidas. SEGRE. são realizadas as avaliações e registros dos pacientes para o término do plantão às 07 horas. p. BIBLIOGRAFIA BRASIL. EMA. Edital: Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da área de enfermagem. EMA. ou se julgar necessário para que se passe o caso para o supervisor tomar as devidas providências.1993. 1-8. sendo que todos os encaminhamentos são realizados pela equipe de enfermagem da unidade.016. CAM. DOU N° 167 de 1/09/93. SEGRE. Em quanto isso a equipe de enfermagem presta assistência básica de urgência. CASANOVA.1993. “Portaria MS/GM n° 1. Não há serviço de apoio disponível. p.M. Normas básicas para Alojamento Conjunto. MINISTERIO DA SAUDE. seção I. São coletadas amostras de sangue dos pacientes que estiverem hemodinamicamente instáveis. Em torno das 05 horas. “ Manual de Neonatologia” São Paulo. Em situações de urgências/emergências o médico plantonista é acionado e aguardado para tomar as condutas médicas necessárias. “ Assistência Hospitalar a RecémNascidos: recomendações para padronização” In: DINIZ. 04 e 06 horas. em caráter de urgência. A ordem do local reflete o nosso compromisso com o bem estar de todos.

F. Internet: wttp://www. Bases Doutrinárias da Burocracia na Saúde.com MOTA.P.Barros. Enfermagem Médica Cirúrgica. BG. KURGANT. diagnóstico e tratamento. Normas. . 149 . Diagnóstico e Tratamento. que assistem pacientes com Acidente Vascular Cerebral. São Paulo: Iátria. Ana Letícia Carnevalli.V. H. 1994. Paulina.8.M. Disponível em: =http://www. 1998. CCIH. E. Manfro. Neurologia: noções básicas sobre a especialidade. S. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. F. p. Disponível em: http://www. Trat. Porto Alegre: Artes Médicas. Acesso em: 16 de junho de 2008 CAMPUS.. et al. Nefrologia: Rotinas. Rev.pdf .fm.C. J.U. 2004. P. M. Q. Bare. FONTES.unifesp.br/pdf/neurologia. 1. Administração em Enfermagem. S. Brunner e Suddarth. ed.. L.br/dneuro/neurociencias/vol12_4/avc. Smeltzer.. Editora Rosa. rotinas e técnicas de enfermagem. U. Edição. necessitam de informação especializada. 1999. FLÁVIA Hering e Srougi: Urologia. São Paulo: Ed. REED. Jotacê. Profissionais da saúde. Neurociências.htm. Rotinas do Serviço de Higienização e Limpeza e do setor de internação do Transplante Renal da SCMG. R.usp. 2003.1028-29.pdf4free. C. Ed. FUJIMA. Santa Casa de Misericórdia de Goiânia realizou correção e sugestões da rotina. Acesso em: 18 de junho de 2008 NEVES. E. Gonçalves. Thomé. L. PRESOTO..P.

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