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ROTINAS DE ENFERMAGEM

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ROTINAS DE ENFERMAGEM SCMG

Diretoria Executiva: Prof. Sergio Antonio Machado – Diretor Geral Dr. Marcelo do Carmo Netto – Diretor Técnico Dr. Roberto Pedrosa – Diretor Clínico

Elaboração: Enf. Mara Helena J. B. H. Borges – Gerência de Enfermagem e Supervisão de Enfermagem Aprovação: Enf. Sorreylla Paula S. Vasconcelos – Coordenadora SCIH/CCIH

2011
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APRESENTAÇÃO
“O que se opõe ao descuido e ao descaso é o cuidado”. Cuidar é mais que um ato; é uma atitude. Portanto abrange mais que um momento de atenção, de zelo e desvelo. “Representa uma atitude de ocupação, preocupação de responsabilização e envolvimento afetivo com o outro.” Leonardo Boff

As atividades desenvolvidas pela equipe de enfermagem são compostas por um conjunto de ações administrativas e técnicas que tem como objetivo qualificar a assistência prestada ao cliente. A fim de que se obtenham resultados positivos em todo o processo que envolve o atendimento ao cliente por parte da equipe de enfermagem é necessário que haja uma rotina de trabalho que agilize e facilite o cumprimento das atividades de forma ordenada, e propicie a presença de uma equipe bem treinada e tecnicamente habilitada.

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SUMÁRIO:

I. II. III. IV. V. VI. VII. VIII. IX X XI XII XIII XIV XV XVI XVII XVIII XIX XX XXI XXII

Admissão de pacientes Solicitação de exames Transferência de pacientes Alta hospitalar Óbito Sinais vitais Administração de medicamentos Técnica para mensuração de glicemia capilar Administração de sangue ou hemoderivados Movimentação e transporte de pacientes Promoção de controle segurança do paciente Higienização do paciente Drenagem torácica Cuidados com ostomias Sondagem nasogástrica Sondagem nasoenteral Atendimento a parada cardiorespiratoria (PCR) Preparo de material para intracath Montagem de pressão venosa central (PVC) Aspiração oronasotraqueal Cuidados com pacientes traqueostomizados Atribuições dos enfermeiros supervisores
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05 06 07 09 10 13 25 43 44 45 51 57 64 66 68 70 72 79 81 83 85 87

UTR.XXIII XXIV XXV Atribuições Ideais dos Enfermeiros Atribuições dos Técnicos de enfermagem 89 90 Rotina Operacional Posto 1A – Enfermarias de Convênios e 92 Particular XXVI XXVII Rotina Operacional Posto 2A – Obstetrícia e Berçário 94 Rotina Operacional Posto 2B – Unidade de Transplante 99 Renal .Cardiologia Rotina Operacional Posto 3A – Clínica Médica Rotina Operacional Posto 3B . Nefrologia e Ortopedia XXVIII Rotina Operacional Posto 2C – Unidade de Hematologia/ 110 Oncologia XXIX XXX XXXI XXXII XXXIII Rotina Operacional Posto 2D .Pediatria Rotina Operacional Posto 2E .Urologia 118 123 139 141 144 146 XXXIV Rotina Operacional Posto 3D – Clínica Cirúrgica XXXV Rotina Operacional Posto 3F – Apartamentos de Convênios 147 e Particulares XXXVI Rotina Operacional do Plantão Noturno XXXVII Bibliografia 147 148 4 .Neurologia Rotina Operacional Posto 3C .

desinfecção de ambiente. artigos e roupas da CCIH. Conferir o prontuário quanto ao nome completo do paciente. 5 . ADMISSÃO DE PACIENTES: A admissão de pacientes somente será realizada mediante a liberação do leito por parte do (a) enfermeiro (a) supervisor (a) do setor. Observar higiene do paciente. O leito deverá passar por limpeza e desinfecção conforme recomendações básicas para limpeza.I. Verificar prescrição ou necessidade de isolamento. Não admitir pacientes com ferida operatória infectada com pacientes cirúrgicos não infectados ou em pós-operatório imediato (POI). Encaminha-lo ao banho de aspersão ou realizar banho no leito. Caso o paciente necessite de isolamento seguir recomendações da Rotina de Biossegurança da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH). Recomendações importantes: Não admitir paciente clínico com paciente cirúrgico. Não admitir pacientes cirúrgicos com pacientes portadores de feridas infectadas.  Procedimento: Receber o paciente na unidade de internação. 1. se necessário. número do leito e registro hospitalar.

motivo da internação. leito e tipo de dieta. acompanhado pelo maqueiro. Em caso de paciente cirúrgico fazer o preparo pré-operatório indicado a cada procedimento. seguindo recomendações da Rotina de Controle de Infecção de Sítio Cirúrgico da CCIH. Encaminhar o paciente ao setor de exames. Observar e orientar o paciente quando necessário jejum ou outros preparos para o exame. Organizar o prontuário para facilitar o manuseio pela própria enfermagem. II. sinais vitais. SOLICITAÇÕES DE EXAMES: Conferir a solicitação no pedido de exames devidamente preenchido e carimbado pela equipe médica. encaminhá-los aos setores competentes. Comunicar ao serviço de nutrição e dietética sobre a internação informando o nome. Conferir o preenchimento completo dos cabeçalhos dos impressos. Fazer admissão do paciente no prontuário com: horário da admissão. Verificar sinais vitais. estado do paciente.  Se houverem pedidos de exames. quando solicitado. 6 .Oferecer pijama ou camisola da instituição. Orientar o paciente quanto as normas da instituição. Agendar os exames conforme solicitação e anotar data e hora no pedido.

devidamente identificado. 7 . fornecer o pote coletor. fezes e/ou escarro.  Solicitar o maqueiro e encaminhar o paciente. juntamente com relatório médico justificando a necessidade da realização deste. e preenchimento de termo de responsabilidade médica autorizando a remoção do paciente .  Preencher solicitação de transporte via internet. na noite anterior ao exame.  Anotar na solicitação de transporte orientações sobre precauções adicionais para o paciente que será transportado.  Solicitar relatório médico justificando o exame.  Confirmar data e horário do exame e necessidade de preparo do paciente. orientando o paciente sobre os cuidados para coleta. Em caso de exames laboratoriais solicitar a coleta ao setor de laboratório. 2.  O paciente deverá ser acompanhado por um técnico de enfermagem. o pedido médico deve ser encaminhado ao serviço social para agendamento. 1.  Encaminhar o pedido ao Serviço Social para agendamento. Encaminhamento de pacientes do SUS para exames externos:  Procedimento:  Conferir se o pedido médico está preenchido corretamente.  Exames de alto custo deverão ser autorizados pelo auditor do SUS.Em caso de coleta de amostras de urina. Observações:  Para realização de exames a serem feitos em outra instituição de pacientes do SUS.

Conferir se o novo leito já está pronto (limpo. Transferência Interna:  Procedimento: Entrar em contato com o (a) enfermeiro (a) da unidade de internação para solicitar a vaga. observando que roupas e qualquer artigo utilizado na assistência ao paciente deverão ser recolhidos pela equipe da enfermagem. Anotar no livro de enfermagem a transferência do paciente. Acionar o maqueiro e encaminhar o paciente para a outra unidade. Encaminhar para internação o formulário próprio para lançar no sistema da Prefeitura a transferência de leito. III. Solicitar a desinfecção terminal do leito ao Serviço de Higienização e Limpeza (SHL). Informar à enfermeira da unidade solicitada as condições do paciente. TRANSFERÊNCIAS DE PACIENTES 1. as anotações de enfermagem. exames e checagem de medicações anteriores. Observar orientações da Rotina de Biossegurança para Ambulância da CCIH. Arquivar na chefia de enfermagem o formulário com o recebido da internação. Fazer a transferência do paciente no sistema da MV. desinfetado e forrado). Comunicar ao serviço de nutrição e dietética sobre a transferência informando o nome e o número do novo leito. Transferência para outras instituições: 8 . 2. Conferir o prontuário.

 Procedimento: Verificar a solicitação de transferência no prontuário do paciente. Solicitar à central de vagas a transferência para que ela faça os devidos contatos e aguardar o retorno. o paciente na ambulância na presença de um familiar e de Transportar um profissional da enfermagem. Solicitar o preenchimento de termo de responsabilidade médica autorizando a remoção do paciente. Anotar no prontuário do paciente: hora. Preencher solicitação de transporte via internet. juntamente com o encaminhamento médico. ALTA HOSPITALAR  Procedimento:  Conferir se a alta hospitalar está assinada pelo médico assistente. Arquivar na chefia de enfermagem o formulário com o recebido da internação. de acordo com a gravidade do paciente. condições do paciente e acompanhamento familiar e de enfermagem. As vagas somente são negociadas entre médicos. 9 . a limpeza terminal do leito. com assinatura do médico assistente e confirmação do contato de vagas entre os médicos de ambas as instituições. IV. para internação o formulário próprio para lançar no sistema Encaminhar MV e na Prefeitura a alta hospitalar por transferência. Providenciar Anotar no livro de enfermagem a transferência do paciente. o prontuário do paciente verificando se está completo. Observar Fechar cuidados de Biossegurança durante o transporte.

deixar a 2º via com o mesmo e anexar a 1º via ao prontuário. Realizar evolução de enfermagem referente à alta do paciente. V.  Preencher o aviso de alta em duas vias.  Recolher e anotar no livro de enfermagem a alta do paciente.  Solicitar cobertura para óbitos na farmácia.  Encaminhar roupas e artigos usados na assistência ao paciente ao expurgo e hampers.  Colocar biombos se necessário.  Avisar aos familiares e/ou responsável sobre a alta e aguarda o seu comparecimento para liberar o paciente.  Acompanhar o paciente até a saída. 10 .  Solicitar a desinfecção terminal do leito ao Serviço de Higienização e Limpeza.  Retirar sondas e cateteres se houver. ÓBITO  Procedimento:  Providenciar declaração de óbito para ser preenchida pelo médico que assistiu ao óbito em 03 vias  Comunicar aos familiares.  Fazer tamponamento apenas dos orifícios que estiverem drenando secreções.  Solicitar que o funcionário do atendimento assine o aviso de alta e lance no sistema.  Solicitar que o familiar ou responsável assine o aviso de alta.  Retirar a roupa do paciente.

     Solicitar maqueiro para transporte do corpo para o necrotério. Anotar o óbito no prontuário do paciente.  Alinhar o corpo do paciente.  Anotar o óbito no prontuário do paciente.  O (a) enfermeiro (a) do setor deverá entregar a via amarela.  Solicitar a desinfecção terminal do leito.  Preencher a ficha de identificação de cadáver.  Lançar o óbito no livro de declaração de óbito.  Colocar etiqueta na pele do paciente com: nome completo. médico responsável. junto com o formulário da Fundação Municipal de Desenvolvimento Comunitário (FUNDEC) para a pessoa responsável pelo corpo. 11 . Trocar curativos se necessário. Lançar o óbito no sistema MV.  Orientar a família sobre os procedimentos para sepultamento. leito.  Encaminhar para internação o formulário próprio para lançar no sistema da Prefeitura e/ou Convênios a alta hospitalar por óbito.  Arquivar a via branca na chefia de enfermagem para posteriormente ser encaminhadas para Secretaria Municipal de Saúde (SMS).  Arquivar a via rosa dentro do prontuário do paciente para ser arquivada.  Colocar o corpo na cobertura para óbitos e colocar nova etiqueta. Organizar os pertences do paciente e entregar à família. conforme orientações do “folder de óbitos”. data e hora do óbito. e fixar a mandíbula com atadura se necessário. Marcar o óbito no censo de controle e registro de enfermagem. unir as mãos e conter com ataduras.

Recomendações importantes:  Em caso de morte violenta. O (a) enfermeiro (a) do setor deverá entregar o corpo no necrotério para a funerária. Instituto Médico Legal – IML ou Serviço de Verificação de Óbito SVO  Em caso de IML ou SVO  Solicitar que o médico preencha o encaminhamento no formulário próprio do IML/SVO. a ficha de identificação do cadáver e a ficha da funerária.  A ficha de identificação e a via da funerária deverão ser arquivadas no prontuário do paciente.  O óbito deverá ser lançado na estatística da Comissão de Óbito pela secretária da enfermagem.  O responsável pela funerária assina a ficha de identificação do cadáver e o enfermeiro assina e recebe uma via da ficha da funerária. encaminhar o corpo ao Instituto Médico Legal (IML). encaminhar o corpo ao Serviço de Verificação de Óbitos (SVO). caso não estejam no mesmo. 12 . 1. em caso de Feto Morto acima de 500gr e paciente sem diagnostico fechado (ex: menos de 24 horas de internação).  A secretária da enfermagem deverá conferir os papeis do óbito e arquivar no prontuário. nestes casos o médico deverá preencher o encaminhamento ao IML ou SVO. sendo: a ficha rosa da declaração de óbito.

A secretária de enfermagem deverá conferir e anexar no prontuário a ficha de identificação de cadáver e encaminhamento do IML/SVO e lançar o óbito na estatística da Comissão de Óbitos. após a devida identificação do mesmo.  Preencher a ficha de identificação de cadáver. após a devida identificação do mesmo. Entregar o encaminhamento médico (via branca) à família em caso de IML. a enfermeira deverá ligar no Serviço de Verificação de Obito – telefone 3524-1970. não sendo necessário entregar nenhuma via do formulário para a família.  Encaminhar a família ao distrito policial mais próximo à instituição juntamente com o encaminhamento médico para registrar a ocorrência. Registrar o óbito no livro de declaração de óbito da enfermagem.  Registrar o óbito no livro de declaração de óbito da enfermagem.  Solicitar à família que leve uma das vias ao IML para recolhimento do corpo.  Solicitar que o responsável pela coleta do corpo assine a ficha de identificação de cadáver. Em caso de SVO.  Solicitar que o responsável pela coleta do corpo assine a ficha de identificação de cadáver. e comunicar o óbito e solicitar a remoção do corpo.  Preencher a ficha de identificação de cadáver. Observação: 13 .  Entregar o corpo ao IML.  Entregar o corpo ao SVO juntamente com a via branca do formulário.

durante o processo de respiração. Há alguns fatores que alteram a temperatura:  Fatores fisiológicos.  Processos inflamatórios e infecciosos. SINAIS VITAIS 1. VI.  Fatores patológicos. pelas fezes e pela saliva. Temperatura A temperatura indica o nível de calor a que chega o corpo. 06h00min e sempre que necessário. por evaporação pulmonar. 14 . A temperatura normal do corpo é mantida pelo equilíbrio entre a produção e eliminação de calor. O organismo perde calor por radiação e condutibilidade da pele. Horas de verificação: 08h00min. ou conforme prescrição médica. 14h00min. pela urina. Não está autorizada a visita de familiares ao necrotério.  Idade. solicitar a desinfecção terminal do necrotério ao funcionário do SHL. O calor é gerado por processo metabólico e é distribuído no organismo pelo sangue por meio dos vasos sanguíneos. 24h00min.  Se observada a necessidade. por evaporação do suor. 18h00min.

0º a 41º C 1.  Retirar as luvas imediatamente após o uso e lavar as mãos em seguida e entre um paciente e outro.  Usar um par de luvas de procedimentos para cada paciente.40.0º C  Febre – 38. 1.0º a 39ºC  Pirexia-39. É uma reação do organismo diante de determinada agressão que pode ser de origem infecciosa. Definição de febre: A febre é a modificação patológica da temperatura. esfigmomanômetro e termômetro.1. neurogênica. exceto para pacientes em precauções de contato.1. Classificação da febre: 15 .5º a 37ºC  Estado febril.5º a 38.  Observar orientações da Rotina de Biossegurança da CCIH.0º a 40ºC  Hiperpirexia. desidratação ou tóxica. quando indicado  Para pacientes em precauções de contato individualizar estetoscópio.37.2. Variação de temperatura:  Hipotermia – menor ou igual a 35ºC  Temperatura Fisiológica – 35.3. Observação:  Não é necessário o uso rotineiro de luvas de procedimentos para verificação de sinais vitais.

Material necessário para verificação da temperatura: Bandeja contendo:  01 recipiente com algodão seco.  Colocar o termômetro na axila de forma que fique o bulbo em contato com a pele. permanece em um mesmo nível.  Verificar se a coluna de mercúrio está abaixo de 35º em caso de termômetros não digitais. Procedimento:  Orientar o paciente sobre o procedimento.  01 recipiente para o algodão usado.  Enxugar a axila do paciente ou orienta-lo fazer.  Intermitente.1 Axilar Esta técnica é contra-indicada nas queimaduras de tórax.  01 recipiente com álcool a 70%.  Ondulante. 1. 1.  01 termômetro.não há grandes oscilações diárias.alterna períodos de febre e sem febre.  Remitente. 16 . Esses períodos variam de dois a três dias.há oscilação diária.4.5.manifesta-se geralmente às mesmas horas aparecendo e desaparecendo com intervalo de dias e semanas. pacientes muito magros e lesões axilares. Contínua.  Caneta e papel para anotações. fraturas de membros superiores.

inflamações na boca. 17 . Procedimento:  Verificar se a coluna de mercúrio está abaixo de 35º em caso de termômetros não digitais. firmando o termômetro no canto da boca. Oral ou bucal Esta técnica somente é indicada quando os termômetros são individuais e quando não houver contra-indicação.  Desprezar o algodão sujo.  Após cinco minutos retirar o termômetro.  Abaixar a coluna de mercúrio para 35ºC. crianças. Pedir para que o paciente comprima o braço de encontro ao corpo.  Registrar no prontuário os resultados conforme os horários de rotina.  Após cinco minutos retirar o termômetro.  Anotar o valor da temperatura.5.  Pedir para que o paciente cerre os lábios. 1.  Limpar o termômetro com algodão embebido em álcool a 70% e guarda-lo junto aos artigos do paciente.2.  Anotar o valor da temperatura.  Desprezar o algodão sujo.  Desinfetar o termômetro com algodão embebido em álcool 70%.  Colocar o termômetro embaixo da língua do paciente. pacientes inconscientes. como: intervenções cirúrgicas na boca. de preferência colocando a mão no ombro oposto.  Fazer a leitura.  Fazer a leitura.

5. Procedimento:  Colocar o paciente na posição de Sims – decúbito lateral esquerdo com perna direita flexionada.  Fazer a leitura.  Passar álcool a 70% e guarda-lo junto aos artigos do paciente. Retal É o mais eficiente entre os métodos de verificação de temperatura.: a temperatura também pode ser verificada na região inguinal.  Após cinco minutos retirar o termômetro. É contra indicado em pacientes que sofreram cirurgia retal. Usado nos casos de impossibilidade de utilizar a técnica bucal e axilar. caso haja contra indicação nas regiões citadas anteriormente.sob o queixo e o joelho. Obs. Registrar no prontuário os resultados conforme os horários de rotina.  Registrar no prontuário os resultados conforme os horários de rotina. O termômetro deve ser de uso individual. perineal e inflamações no reto e ânus.  Lubrificar a ponta do termômetro (ex: óleo mineral). 1.3. 18 .  Desprezar o algodão sujo.  Lavar o termômetro com água e sabão.  Anotar o valor da temperatura.  Introduzir a ponta do termômetro no reto.

radial.2.pulso rápido com mais de 120 batimentos por minuto 19 .febre. Fisiológicos. temporal e carótida.emoções. carótida. como. 2. Basta tocar nos pontos anatômicos corretos para verificar o pulso do paciente. umeral. Há fatores que afetam o pulso normal. Tabela de freqüência cardíaca Homem 60 a 70 batimentos por minuto Mulher 65 a 80 batimentos por minuto Criança 120 a 125 batimentos por minuto Lactentes 125 a 130 batimentos por minuto 2. As artérias mais comuns para verificar o pulso são a temporal facial. braquial. Alterações na freqüência cardíaca Bradiarritmia . pediosa. exercícios físicos. inguinal. Taquiarritmia . femural.1. lipotimia que aumentam ou diminuem a freqüência cardíaca.pulso lento com menos de 60 batimentos por minuto.2. pediosa e tibial posterior. cubital. Patológicos. poplítea. Pulso O pulso é verificado na artéria radial.

sem comprimir o local. difícil de ser comprimida. fácil de ser comprimida. Não usar o dedo polegar.3. pois sua pulsação poderá ser confundida com a do paciente.  Comunicar ao enfermeiro ou médico qualquer alteração no ritmo cardíaco. É caracterizado de acordo com a intensidade das contrações cardíacas.2. deitado ou sentado. No pulso de tensão baixa a artéria é mole.  Colocar o dedo indicador e anelar no local e pressionar levemente.  Anotar a freqüência. ritmo e volume de acordo com os horários indicados.4. Irregular – os batimentos cardíacos não uniformes. ocorrem as arritmias cardíacas.  Apoiar o braço. 2. Tensão das artérias No pulso de tensão alta a artéria é dura. se o pulso verificado for radial. Procedimento:  Manter o paciente em posição confortável. O ritmo do pulso pode ser: Regular – os batimentos cardíacos são uniformes.  Contar o número de batimentos do pulso em um minuto. 20 .5. Ritmo cardíaco Ritmo cardíaco é uniforme e com intervalos iguais. Volume do pulso O volume do pulso pode variar entre amplo e cheio ou pequeno e vazio. 2. Quando há alterações.

freqüência respiratória rápida e superficial. Tabela de freqüência respiratória Homem 15 a 20 movimentos por minuto Mulher 18 a 20 movimentos por minuto Criança 20 a 25 movimentos por minuto Lactentes 30 a 40 movimentos por minuto 3.3. e a eliminação de gás carbônico.2. Respiração É a troca de gazes entre o organismo e o meio ambiente que consiste basicamente na absorção de oxigênio. 3. A respiração pode ser costal superior (mulher). costal inferior (homem) e abdominal ou diafragmática (criança). Oligopnéia ou hipopnéia – freqüência respiratória lenta e superficial. Ritmo 21 .3. através da expiração que permite a saída do ar contido nos pulmões. Bradpnéia – freqüência respiratória lenta e com profundidade normal. Espanopnéia – freqüência respiratória lenta e profunda. . Polipnéia – freqüência respiratória aumentada e superficial. pela inspiração que permite a entrada de oxigênio nos pulmões. Hiperpinéia – freqüência respiratória aumentada e profunda. 3. Alteração na freqüência respiratória Taquipneia.1.

o que pode alterar a freqüência. Dispnéia – dificuldade de respirar. com a pele em tom de cinza-azulado que se manifesta inicialmente em torno dos lábios e se estende para as extremidades de mãos e pés. e após uma pausa o ciclo reinicia. O paciente apresenta-se cianótico.  Comunicar ao enfermeiro ou médico qualquer alteração na freqüência e ritmo respiratório. não deixando que o paciente perceba que sua respiração está sendo contada. chamado eupnéia.  Ser natural. pois pode causar-lhe ansiedade.O ritmo pode ser normal e uniforme. ou os movimentos do abdômen e contar durante um minuto. Biot – respiração periódica caracterizada pela presença de períodos de apnéia de duração variável de até 30 segundos. Procedimento  Manter o paciente sentado ou deitado no leito. Os movimentos respiratórios aumentam e diminuem. como descrito a seguir: Apnéia – parada respiratória. 22 . ou pode ser anormal. Cheyne-stoke – respiração que apresenta períodos de dispnéia.  Anotar o número de movimentos respiratórios por minuto.  Observar quando o tórax sobe e desce. Kusmaul – é a respiração profunda e ruidosa. nos casos de indivíduos sadios. depois uma breve e queixosa expiração. Pode ser repetida em intervalos regulares e irregulares. seguida de nova pausa. As fases de taquipnéia duram cerca de 30 segundos. bradpnéia e apnéia. seguida de pausa.

do sangue circulante. sanguínea. Patológicos – convulsões.4.1. das paredes arteriais. sexo. Elasticidade Resistência Quantidade Viscosidade Alguns fatores podem modificar a pressão arterial: Fisiológicos – idade.5 mínima se aproximam) 23 mmHg . Tabela de variação da pressão Pressão arterial normal ou 140 a 110 fisiológica sistólica Pressão arterial normal mmHg ou 90 a 70 fisiológica diastólica Pressão (hipertensão) Pressão (hipotensão) arterial arterial mmHg elevada 150X110 mmHg baixa 100X60 mmHg Pressão convergente (máxima e 120X90. Pressão arterial Definida como a pressão exercida nas paredes dos vasos sanguíneos pela força de contratibilidade do músculo cardíaco que bombeia o sangue. hemorragias. drogas. digestão. Os fatores que determinam o grau de tensão sobre os vasos são: Força de contração do músculo cardíaco. vascular periférica. arteriosclerose. 4. postura. aumento da pressão intracraniana.

 Desinfetar as olivas do estetoscópio com algodão embebido no álcool antes de colocar nos ouvidos. Sentir a pulsação da artéria braquial com as pontas dos dedos na parte anterior da articulação do cotovelo do paciente. Procedimento:     Orientar o paciente quanto ao procedimento. Ajustar o manguito ao braço acima do cotovelo. Testar o aparelho de PA.    Apoiar sempre o braço aproximadamente na altura do coração. Esfigmomanômetro. Preparar o aparelho.  Material: Estetoscópio. Álcool a 70%. Locais para a verificação da pressão arterial: Braço – artéria braquial. 24 . Colocar o paciente sentado. deitado em posição confortável ou de acordo com orientação médica.Pressão divergente (máxima e 120X40 mínima se distanciam) mmHg 4. Coxa – artéria poplítea. Algodão embebido em álcool a 70%.2. Perna – artéria pediosa.

 Abrir lentamente a válvula e observar no manômetro o número correspondente ao primeiro ruído – pressão sistólica máxima. e o segundo ruído – pressão diástole mínima. verificar novamente. RECOMENDAÇÕES GERAIS: 25 . Desinfetar o diafragma com algodão embebido no álcool antes e após colocar no paciente. INTRODUÇÃO A administração de medicamentos é um processo que envolve uma seqüência de ações a serem desenvolvidas pelo profissional de enfermagem. verificar os sinais vitais informar o paciente sobre os valores e deixá-lo confortável.  Comunicar ao enfermeiro ou ao médico qualquer alteração na avaliação fisiológica da pressão arterial. sem desperdício de recursos. ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS 1. 1. Desprender Anotar Após os valores pressóricos verificados.  Fechar a válvula de ar e insuflá-la rapidamente até que o movimento indique no manômetro 200mmHg aproximadamente. assegurando ao máximo que o paciente receba a medicação corretamente. a fim de obter os melhores resultados junto ao paciente.  Colocar o diafragma do estetoscópio sobre a artéria braquial do paciente. VII.  Nos casos de dúvidas. Durante a fase de preparo o profissional de enfermagem deve ter muita atenção para evitar erros. o manguito. 1.

 As medicações devem ser administradas sob prescrição médica. nome da medicação. via de administração e horário. administração e logo após o procedimento. aceitável faze-lo baseado apenas em orientação verbal.  Concentrar a atenção no trabalho.  Ler e conferir o rótulo da medicação três vezes – quando pegar o medicamento.  Utilizar bandeja devidamente limpa. antes de colocar o medicamento no recipiente próprio para administração. que podem aumentar a chance de cometer erros. todas as medicações usadas devem ser prescritas pelo médico posteriormente. Lavar sempre as mãos antes do preparo. quando a situação estiver sob controle. e ao colocar o recipiente na prateleira ou desprezar o invólucro. distrações e interrupções. evitando atividades paralelas.  Proteger a seringa ou frasco com medicamento para evitar contaminação. 26 .  Observar o aspecto e as características da medicação antes de prepará-la. número do leito.  Preparar o medicamento em ambiente com boa iluminação. podendo ser usado o próprio invólucro se não contaminado. Nesse caso.  Identificar o medicamento preparado com o nome do paciente. sendo. dosagem e via de administração. e antes de administrá-la.  Preparar somente quando tiver certeza do medicamento prescrito. em casos de emergência.  Fazer desinfecção das ampolas e ou dos frascos antes de quebrar e ou aspirar à medicação.

 Utilizar luvas de procedimentos para medicações via sonda gástrica ou nasogástrica. “bolado” à caneta e a justificativa anotada no prontuário do paciente. nunca deixando-a sozinha junto ao paciente. utilizando álcool a 70% para desinfetar a bancada.  Devolver no final do plantão os medicamentos não utilizados e em hipótese alguma acumular “sobras”. dentro da enfermaria do paciente.  Em caso de recusa do medicamento. o profissional de enfermagem deve relatar imediatamente o fato ao (a) enfermeiro (a) e/ou médico e anotá-la no prontuário.  A administração do medicamento deve ser feita pelo profissional que o preparou. para lixo infectante. Convencionalmente em nosso meio. conferir cuidadosamente a identidade do paciente. o horário correspondente é circundado. conforme Programa de Gerenciamento de Resíduos da CCIH. quando o medicamento não foi administrado por algum motivo. via retal e parenteral. 27 .  As luvas de procedimentos e o algodão devem ser desprezados na lixeira com saco branco leitoso.  Nunca reencapar agulhas ou concitá-las da seringa para desprezar.  Antes de administrar o medicamento.  Manter a bandeja sempre a vista durante a administração.  Não se deve nunca esquecer de registrar o medicamento que o paciente tenha recebido (checar a medicação).  Permanecer junto ao paciente até que tome o medicamento. Deixar o local de preparo de medicação sempre em ordem e limpo.

evitando assim.  Oferecer o medicamento. via de administração e dose. hora.  Conferir novamente a medicação e prescrição médica verificando data. Identificar os copinhos com o nome do paciente.  Levar a bandeja de medicação junto ao leito do paciente. 1.  Checar na prescrição médica. que o líquido escorra sobre ele.  Diluir o medicamento se necessário. 2. nome da medicação. paciente.1.  Lavar as mãos. tornando difícil a leitura.2. horário e número do leito. 01 copinho. 28 .VIAS DE ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS 2.1.  Lavar as mãos. Medicamento prescrito.Oral  Material:    01 bandeja.  Perguntar o nome do paciente sem sugestionar.  Observar se o paciente ingeriu a medicação. Cuidados importantes:  Agitar o frasco de medicamento líquido antes de entorná-lo pelo lado oposto ao do rótulo. Procedimento: Conferir a prescrição médica e medicação a ser administrada.

além de fatores que influenciam a administração. drágeas ou cápsulas no recipiente sem tocá-las diretamente com a mão. verificar sempre a data de validade e condições de armazenamento antes de administrálo ao paciente.  Se um paciente recebe vários medicamentos simultaneamente. até ser totalmente dissolvido.  O frascos multi-doses deverão ser diluídos quando abertos: Frascos multi-doses que ficam “estocados” no posto.  No caso de administração de medicação sublingual. Em casos de aceitação parcial ou perdas acidentais de uma parte deles. não se devem oferecer líquidos com a medicação sublingual. entre outros. Devolva-o à farmácia e solicite outro medicamento com identificação legível. observar a colocação do medicamento sob a língua do paciente e orientá-lo para que deixe ali. não administrá-lo. facilitando desse modo a colocação precisa do medicamento.  Colocar comprimidos.  Observar se o paciente não está com indicação de jejum. será possível registrar adequadamente o ocorrido e ou repor a medicação perdida. como sonda nasogástrica. náuseas. sem mastigá-lo ou engoli-lo. Se necessário trocar o frasco na farmácia.  Segurar o recipiente graduado (copinho) e vidro ao nível dos olhos para despejar o líquido até a altura correspondente à dose. condições relativas à deglutição. controle hídrico. a prática mais segura é a de usar recipientes separados. 29 . vômitos.  Se houver dificuldade na identificação do medicamento. possibilitando a identificação segura dos medicamentos que efetivamente o paciente recebeu.

Material:  1 frasco de Clister ou Fleet Enema (conforme prescrição médica)  Papel higiênico.  Procedimento:  Explicar ao paciente o procedimento.  01 sonda retal. a fim de evitar obstrução da mesma.  Formulação líquida – pode ser em grande quantidade. denominada lavagem intestinal (de 1000 a 2000ml) ou em pequena quantidade.  01 par de luvas de procedimento. Dissolve-se em contato com a temperatura corporal e é indicado principalmente para a estimulação da peristalse para facilitar a defecação.2. mas podem tardar até uma hora. os resultados manifestam-se dentro de 15 a 30 minutos.  Formulações sólidas – denominada supositório – possuem formato e consistência que facilita sua aplicação. 2.  01 comadre. preparo para procedimentos cirúrgicos ou exames (ex: colonoscopia). Quando efetivo. 30 . não devendo ser partido. chamada de clister (150 a 500ml). Via retal As formulações destinadas para uso retal podem ser sólidas ou líquidas. Geralmente são usadas na lavagem intestinal para a remoção das fezes em caso de fecaloma. No uso de medicação via SNE ou SNGLavar( 10 a 20ml de água pela seringa sob pressão) logo após a administração da medicação.

 Retirar as luvas de procedimentos.3.  Fazer anotação de enfermagem no prontuário. ou quando há interferência na assimilação 31 da droga pelo trato . Observação: No caso de irrigação gota a gota acrescentar um equipo ao material.  Lavar as mãos.  Colocar biombo. quando não há possibilidade de administração por via oral.  Retirar o material usado. deixando o papel higiênico à mão. procedendo a mesma forma de instalação.  Introduzir a sonda retal lubrificada (ex: xilocaína gel ou óleo mineral) no ânus do paciente.  Colocar o paciente na comadre.  Lavar as mãos. 2. para não expor o paciente.  Fazer a higiene intima.  Mornar quando for solução glicerinada ou soro fisiológico.  Afastar a prega interglútea e instilar o líquido. (decúbito lateral esquerdo e perna direita fletida). nos casos de pacientes dependentes.  Colocar o paciente em posição de Sims. ou encaminha-lo ao banheiro. Preparar o material.  Limpar e organizar o material.Via Parenteral A via parenteral é utilizada quando se deseja uma ação imediata da droga. calçar luvas de procedimentos. deixando o sistema instalado até o final da solução.

gastrointestinal. A enfermagem utiliza comumente as seguintes formas de administração parenteral: intradérmica, subcutânea, intramuscular e endovenosa.

Observação: Observar recomendações de rotina de controle de infecção decorrente sanguínea de CCIH.

2.3.1.Preparo da Medicação:   Observar o prazo de validade, o aspecto da solução, bem como a integridade do frasco; Certificar que todo o medicamento está contido no corpo da ampola, pois o estreitamento do gargalo faz com que uma parte do medicamento muitas vezes , fique na sua parte superior;     O mesmo cuidado deve ser observado com o pó liofilizado no frasco ampola; Lavar as mãos com água e sabão; Observar a integridade dos invólucros que protegem a seringa e a agulha; Monte a seringa com a agulha respeitando a técnica asséptica; Desinfetar toda a ampola com algodão embebido em álcool a 70% destacando o gargalo, no caso do frasco ampola, levantar a tampa metálica e desinfetar a borracha;   Proteger o gargalo da ampola com algodão na hora de quebrá-lo; Aspirar ao diluente (no caso de frasco ampola) introduzi-lo dentro do frasco e deixe que a força da pressão interna do frasco, desloque o ar para o interior da seringa;  Homogeneizar o diluente com o pó liofilizado sem sacudir;

32

Introduzir o ar da seringa para o interior do frasco. Este procedimento visa aumentar a pressão dentro do frasco, facilitando a retirada do medicamento, visto que os líquidos movem-se de uma área de maior pressão para a de menor pressão;

  

Manter o frasco invertido para baixo, enquanto aspira ao medicamento; Proteger a agulha com o protetor e o êmbolo da seringa com o próprio invólucro; Identificar o material com fita adesiva com o nome do paciente, número do leito, medicamento, horário, dose e via de administração;

2.4..Intradérmica É a introdução do medicamento na derme. É raramente usada para tratamento, porém incide na disseminação de vacinas.

2.4.1 Volumes máximos administrados – 0,1 a 1,0ml.

2.4.2. Locais de aplicação :  Face interna ou ventral do antebraço;  Região escapular (parte superior das costas);  Parte inferior do deltóide direito (exclusivamente para a vacina BCG);

Material:  01 bandeja;  01 seringa de 3ml ou 5ml;  01 agulha para injeção 03X07;
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 01 bola de algodão;  05ml de álcool;  Luvas de Procedimentos;  Medicamento prescrito;

Procedimento:
Lavar

as mãos; a medicação fazendo a desinfecção da ampola e, após a

Preparar

aspiração do medicamento, colocar o protetor na agulha;
Orientar Calçar

o paciente quanto ao procedimento;

luvas de procedimentos a agulha em ângulo de 15º em relação à superfície da pele;

Posicionar Introduzir Checar

a agulha com o bisel para cima para formar uma pápula;

na prescrição médica;

OBS.: Não fazer a anti-sepsia da região, o que causaria o desenvolvimento de reações falso-positivas em testes de

hipersensibilidade e a redução da atividade das vacinas administradas.

2.5. Via subcutânea É a introdução do medicamento na região subcutânea. É utilizada para drogas que não necessitem de absorção imediata e sim quando se deseja uma absorção continua. Podem ocorrer lesões inflamatórias locais, sendo de grande importância o rodízio da aplicação como um método profilático.

2.5.1. Volume máximo administrável – 3 ml.
34

do álcool a 70%. após a aspiração do medicamento. Orientar o paciente quanto ao procedimento. Face lateral externa e frontal das coxas. Regiões supra-escapular e infra-escapular. Calçar luvas de procedimentos. Luvas 02 bolas de algodão. de procedimentos. Região abdominal – hipocôndrios direito e esquerdo. Preparar a medicação fazendo a desinfecção da ampola e. prescrito. Faces externas. Regiões glúteas. Material: 01 01 01 bandeja. colocar o protetor na agulha. agulha 13X25. direita e esquerda. 05ml Medicamento Procedimento: Lavar as mãos.2. Região intermediária lateral das costas (próxima ao quadril direito e esquerdo). anterior e posterior dos braços.5. exceto a região periumbilical.Locais de aplicação: Parte superior externa dos braços. seringa de 1ml.2. 35 .

observe a condição do músculo. Posicionar a agulha em ângulo de 90º em relação à superfície da pele. 2. Checar na prescrição médica. sem expô-lo desnecessariamente. uma pressão no local administrado com a extremidade dos dedos.Via intramuscular É aplicada no tecido muscular através da pele. Retirar luvas e lavar mãos. 2. Injetar Fazer para auxiliar na absorção da droga. Não friccionar o local após a aplicação.6. 36 .1. dorsoglútea. Assegure Não hesitar em aplicar a injeção.Fazer anti-sepsia da pele de cima para baixo.6. Introduzir a agulha com bisel para baixo. 2.Volume máximo administrável – 3 ml.tendo a desvantagem de ser dolorosa pela introdução da agulha e absorção do medicamento.Locais para aplicação : Regiões Região Região deltoideanas.2. a privacidade do paciente. O desconforto da aplicação desse medicamento pode ser minimizado com os seguintes cuidados: Manter Ao a técnica asséptica durante todo o procedimento. ventroglútea.6. lentamente as soluções. Checar na prescrição medica. escolher o local de aplicação.

em qualquer idade. 02 bolas de algodão.3. 37 . Luvas de procedimentos.Região anterolateral da coxa (músculo vastolateral). Medicamento prescrito. 01 seringa de 3ml ou 5ml. adultos excessivamente magros ou com mais de 60 anos.  Material :        01 bandeja. colocar o protetor na agulha. administrar diclofenaco de sódio e penicilina benzatina na região deltóide. Nessas medicações só usar agulhas 30x8. Rodiziar o local de aplicação. após a aspiração do medicamento. 30X07 ou 30X08. Priorizar Não a região vastolateral da coxa em crianças menores de 1 ano.6. 2. Escolher a seringa de acordo com o volume a ser injetado. 01 agulha 30X06.Recomendações importantes: Não administrar medicamentos por via intramuscular na região dorsoglútea em crianças de 0 a 2 anos. Preparar a medicação fazendo a desinfecção da ampola e.  Procedimento: Lavar as mãos. 05ml do álcool a 70%.

Checar na prescrição médica. anti-sepsia inadequada no local da punção e material contaminado. Introduzir a agulha com bisel para baixo. Fazer anti-sepsia da pele de cima para baixo. podendo ocasionar sérias complicações ao paciente. considerando-se que a medicação entra direto na corrente sanguínea. Abscessos. Posicionar a agulha em ângulo de 90º em relação à superfície da pele. verificando se algum vaso foi atingido. Fazer uma leve compressão no local após a administração.7. Retirar luvas e lavar as mãos. Calçar luvas de procedimentos. Injetar lentamente o líquido. Alguns acidentes podem acorrer na administração de medicamentos endovenosos: Esclerose da veia – aplicação sucessiva no mesmo local. As soluções administradas por essa via devem ser cristalinas. 38 . não oleosas e sem flocos em suspensão. Sua administração deve ser feita com muito cuidado.extravasamento de sangue da veia no espaço intersticial por transfixação da veia. caso as recomendações preconizadas não sejam observadas. Via endovenosa: A via endovenosa é usada quando se deseja uma ação rápida do medicamento ou porque outras vias não são propícias. Aspirar antes de injetar o medicamento.Orientar o paciente quanto ao procedimento. Hematoma. 2.administração de medicamentos fora da veia.

7.Locais de aplicação:  Região cefálica (crianças).  Ulnar  Mão: rede do dorso da mão.Volume máximo administrável – não há limite. 2. intermediária basílica. Pode se tratar do choque pirogênico que ocorre quando existe pirogênio no medicamento. ansiedade.1. choque anafilático devido à hipersensibilidade do paciente ao medicamento. ou seja.quando se aplica determinado medicamento.7. cianose.passagem do líquido para o tecido subcutâneo.2. Êmbolos – deslocamento de resíduos de medicamentos mal diluídos ou coágulos de sangue podem agir como êmbolos. exceto nos casos em que a patologia contra-indique volumes elevados. 39 . antebraço (intermediária cefálica.  Região dos membros inferiores: perna (face posterior do joelho). pode ocorrer o estado de choque. agitação. palidez. vertigem. 2. Choque . substância produzida por bactéria. vasodilatação geral.  Região dos membros superiores: braço (cefálica e basílica). tremores. produzindo reações como febre e alergias. Ocorre por deslocamento da agulha ou pela sua penetração na parede do vaso.longa permanência de dispositivos endovenosos ou drogas irritantes. mediana e radial). safena magna e tibial anterior.  Região temporossuperficial e regiões epicranianas. pé (rede do dorso do pé).Flebite. Infiltração.

 Calçar luvas de procedimentos.  Fixar a veia e fazer a punção.  Luvas de Procedimentos. colocar o protetor na agulha.  Fazer anti-sepsia da pele de cima para baixo.  Preparar a medicação fazendo a desinfecção da ampola e.  Garrotear o braço aproximadamente 10 cm acima da veia escolhida. convém o paciente cerrar o punho durante a inspeção e a punção venosa. 40 . Material: Mesmo da injeção intramuscular.  01 cateter intravenoso (abocath ou jelco). Para facilitar a visualização d veia na mão e braço. acrescentando em caso de grande volume de medicação:  01 bandeja  01 Equipo.  30 cm de esparadrapo ou micropore.  Posicionar o paciente deitado ou sentado.Obs: Observar orientações adicionais na Rotina de Prevenção de Infecção de Corrente Sanguínea da CCIH.  Inspecionar as condições da veia e selecionar a mais apropriada.  Orientar o paciente quanto ao procedimento. após a aspiração do medicamento.  01 pacote de gaze.  Medicamento. Procedimento:  Lavar as mãos.

Venóclise: Venóclise é a administração endovenosa de regular quantidade de líquido através de gotejamento controlado. Nesses casos.  Retirar o garrote.8.2. pois permitem o rompimento da veia no momento da punção. Recomendações importantes:  Seguir Rotina de Controle de Infecção para acesso vascular para a manutenção da punção. interrompa a aplicação e comunique o fato o(a) enfermeiro(a) ou médico. confortável ao paciente. já que muitos medicamentos podem produzir efeitos indesejáveis de imediato.  Retirar luvas e lavar as mãos.  Retirar o cateter ou agulha e comprimir o local.  Não puncionar membros com fístula arterio-venosa para hemodiálise. Inserir o cateter ou agulha em um ângulo de 15º a 30º graus mantendo a pele esticada com o bisel voltado para cima.  O seguimento escolhido deve ser mais longo que a agulha. evitando assim reações adversas. 2. facilitando a introdução.  Checar na prescrição médica. de fácil acesso. para ser infundido num 41 .  O local escolhido deve ser seguro. paralisia ou membro do mesmo lado em que foi feita uma mastectomia.  Evitar “tapinha” sobre o local a ser puncionado. paresia.7.  Evitar punção venosa de membros inferiores em pacientes adultos. 2.  Administrar lentamente o medicamento.

8. refluxo sanguíneo e entrada de ar. As soluções mais utilizadas são a glicosada 5%. contaminação.  Manter as conexões do sistema bem adaptadas evitando extravasamento de solução. devido a deficiência circulatória. início e término.9% e ringer simples. número de gotas por minuto. Recomendações importantes:  Atentar para a identificação. caso houver. inclusive sua fixação.  Estabelecer a punção venosa em local longe de articulações e de fácil acesso. os medicamentos e seus complementos do soro.  Não puncionar veias esclerosadas (são veias com paredes espessas e endurecidas). data e assinatura. Comunicar o caso o(a) enfermeiro(a). para facilitar manutenção da via e oferecer conforto ao paciente.  Manter a observação constante no local. É indicada principalmente para repor perdas de líquidos do organismo e administrar medicamentos.período de tempo pré-determinado. mantendo todo o conjunto de punção limpo. a fim de detectar precocemente a infiltração nos tecidos adjacentes. 2. na presença de sinais de flebite (edema e hiperemia local). registrando no rótulo: o nome do paciente.  Retirar o dispositivo da punção e providenciar outra via de acesso venoso. tempo em que a solução deverá ser infundida. 42 .1. prevenindo infecção. a solução a ser injetada.  Realizar a punção com técnica asséptica. fisiológica 0.

 Aparelho de HGT. por meio de amostra de sangue capilar.  Administração de medicações de horário pela “borrachinha” do equipo: fazer desinfecção do local antes da introdução da agulha. hora e assinatura do profissional responsável.  Orientar o paciente não abrir ou fechar o gotejamento. coagulação sanguínea e obstrução do cateter. evitando refluxo. para evitar a sobrecarga cardíaca.TÉCNICA PARA MENSURAÇÃO DE GLICEMIA CAPILAR É a verificação. que não deve ser alterado em casos de atraso. deve-se controlar constantemente o gotejamento.  01 unidade de fita de glicoteste. Para isto.  Material.  Evitar excesso de polifix ou tree-wall. da quantidade de glicose presente na corrente sangüínea. Registrar no local da punção data.  Não injetar medicamentos perfurando o frasco de soro ou deixar agulhar tipo “suspiro” para evitar contaminação do sistema. 43 .  Orientar aos pacientes que deambulam manterem o frasco elevado para promover gotejamento contínuo. Garantir a infusão do volume e dosagem dentro do tempo estabelecido. VIII.

5(agulha de insulina)  Luvas de procedimentos.  Calçar luvas de procedimentos.  01 unidade de agulha 13x4.  Procedimento:  Preparar o material.  Orientar o paciente quanto ao procedimento.  Esperar a gota de sangue pingar sobre a fita – não esfregar o dedo na fita .  Retirar as luvas.  01 pacote de gaze. 01 bola de algodão.  Organizar o material.  Fazer um pequeno furo com agulha de insulina no dedo.  Aguardar por 30 segundos aproximadamente.  Realizar anti-sepsia do dedo com álcool 70%.  Lavar as mãos. Observação: 44 .  Lavar as mãos.  Comprimir o dedo acima do local a ser puncionado. de maneira que a gota de sangue pingue na fita reagente conectada ao aparelho.  Fazer a leitura.  Limpar o dedo do paciente.  Posicionar um dos dedos em que será realizado o teste.  Anotar o resultado no prontuário.

 Caso haja Intercorrências durante a transfusão.  Seguir orientações da Rotina de Controle de Infecção de Corrente Sanguínea da CCIH. evitando a infiltração nos tecidos.  Observar o posicionamento da agulha. se for o caso.  Encaminhar o pedido de administração de sangue ou hemoderivados para o setor . OBS.Qualquer alteração. 45 .  Pacientes com difícil acesso venoso deverão ser avaliados pelo enfermeiro responsável e suspender as medicações. comunicar a enfermeira ou medico do paciente e medicar conforme prescrição médica e de acordo com o resultado do HGT. não sendo permitido usar a mesma via do soro e medicações. IX.  O técnico do Banco de Sangue deverá instalar punção venosa exclusiva para administração do sangue ou hemoderivados.  Observar anormalidades.  Manter o gotejamento de acordo com a prescrição médica. ADMINISTRAÇÃO DE SANGUE OU HEMODERIVADOS 1 Procedimentos de Enfermagem:  Avisar ao banco de sangue sobre a prescrição e anotar no pedido o horário e o nome do funcionário que o atendeu. solicitar o responsável técnico do banco de sangue e avisar ao médico.: A instalação e a troca das bolsas de sangue ou hemoderivados é de responsabilidade do Banco de Sangue.

CONDUTAS  Interromper a transfusão e avisar ao médico. 2. 46 .  Evitar esforços desnecessários e lesões corporais.2.  Vermelhidão e taquicardia.  Verificar a temperatura meia hora após o início dos calafrios.OBJETIVOS:  Proporcionar conforto e segurança ao paciente.2.  Administrar medicamento conforme prescrição.  Preencher notificação para Corisca.  Aliviar a pressão de determinada área (evitar escaras).Reações Pirogênicas: 2.  1.3.  X.MOVIMENTAÇÃO E TRANSPORTE DE PACIENTE CONCEITO: É mover. e levantar ou transportar o paciente para um determinado local através da utilização de movimentos planejados.SINTOMAS  Calafrios súbitos e febre.  Cefaléia.

O primeiro fator importante ao se mover ou levantar o paciente, é o emprego de uma boa mecânica corporal por parte da enfermagem e de outra pessoa que ajude. Devem-se evitar esforços desnecessários, prevenindo danos para si e para o paciente. Os movimentos devem ser planejados. É bom fazer uma pequena contagem para todos agirem juntos, somando forças, empregando princípios de ergonomia. Por exemplo, contar 1 – 2 – 3 – já!

Procedimentos comuns:  Lavar as mãos antes e após qualquer procedimento;  Calçar luvas de procedimentos;  Orientar o paciente sobre o procedimento;  Registrar no prontuário todos os procedimentos realizados com o paciente;  Deixar a unidade em ordem;

DECÚBITO DORSAL PARA LATERAL DIREITO OU ESQUERDO

1.1.1-DUAS PESSOAS  Procedimento:  Dobrar em leque o sobrelençol até a altura dos pés;  As duas pessoas executantes devem colocar-se à esquerda do paciente;  1ª pessoa: colocar o braço direito sob o ombro do paciente, apoiando a cabeça. Em seguida colocar o braço esquerdo sob a região lombar;

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 2ª pessoa: colocar o braço direito sob a região lombar e o esquerdo sob o terço superior da coxa;  Colocar o braço esquerdo do paciente sobre o tórax, o direito semiflexionado e abduzido sobre o leito e flexionar o joelho esquerdo;  Colocar uma das mãos sobre o quadril do paciente e virá-lo delicadamente para o lado direito;  Colocar um travesseiro apoiando a cabeça, pescoço e ombro, outro amparando as costas e um terceiro entre os membros inferiores;  Colocar o braço esquerdo do paciente de modo que não pressione o tórax;  Cobrir o paciente;  Deixar a unidade em ordem.

OBS: Para as mudanças de decúbito inverso seguir os mesmos passos, mudando o posicionamento dos executantes e do paciente.

1.1.2-DUAS PESSOAS COM LENÇOL  Procedimento:  Dobrar em leque a colcha e o sobre lençol;  Ficar uma pessoa de cada lado do paciente;  Soltar o lençol móvel;  Enrolar as extremidades laterais do lençol bem próximo do paciente;  Executar a técnica da seguinte maneira: ambos seguram o lençol na altura do ombro e do terço superior da coxa;  Colocar o paciente para o lado esquerdo com movimentos

sincronizados;

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 Colocar o braço esquerdo do paciente sobre o tórax, deixando o outro semiflexionado e abduzido sobre o leito e flexionar o joelho esquerdo;  Colocar uma das mãos sobre o ombro e a outra sobre o quadril do paciente e virá-lo delicadamente para o lado direito;  Colocar um travesseiro apoiando a cabeça, pescoço e ombro, outro amparando as costas e outro entre os membros inferiores;  Colocar o braço esquerdo de modo que não pressione o tórax;  Prender o lençol;  Cobrir o paciente.

OBS: Para movimentar o paciente do decúbito dorsal para a lateral esquerda, seguir as mesmas regras, mudando o posicionamento do paciente;

2.MOVIMENTAÇÃO DO PACIENTE PARA A CABECEIRA

2.1- QUANDO O PACIENTE AUXILIA  Procedimento:  Dobrar em leque a colcha e sobre lençol até altura dos pés;  Proteger as grades de cabeceira com travesseiros;  Solicitar ao paciente, que flexione os joelhos, apoiando firmemente as pernas e pés no colchão;  Apoiar o ombro e a coxa do paciente com as mãos;  Orientar o paciente solicitando-o para dar um impulso com os pés no sentido da cabeceira;  Colocar o travesseiro e arrumar a cama;  Cobrir o paciente.
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 Desprender as roupas de cama. 50 .2-QUANDO O PACIENTE NÃO AUXILIA (DUAS PESSOAS COM LENÇOL MÓVEL OU LENÇOL)  Procedimento: Dobrar em leque o sobrençol até a altura dos pés. Colocar o travesseiro e arrumar a cama. fechar infusões venosas.2. Ambas as pessoas devem segurar o lençol na altura do ombro e na região coxofemoral.TRANSPORTE DO PACIENTE DA CAMA PARA A MACA (QUATRO PESSOAS COM LENÇOL)  Procedimento:  Antes do procedimento. devem portar-se duas pessoas á direita e duas pessoas á esquerda do paciente. 3. Soltar o lençol móvel ou lençol.  Em quatro pessoas. e SNG. Proteger as grades da cabeceira com o travesseiro. Enrolar as extremidades laterais do lençol bem próximos do paciente. exames demorados abrir sonda enquanto aguarda. Ficar uma pessoa de cada lado do paciente. SNE ou SVD.  No caso SVD.  Dobrar em leque o lençol e o cobertor até os pés. Deslocar o paciente para a cabeceira da cama com movimentos sincronizados.  Enrolar as extremidades laterais do lençol bem próximas ao paciente. Cobrir o paciente e deixar a unidade em ordem.

Agasalhar o paciente nos dias frios.  Afastar a maca da cama.. DA CAMA PARA A CADEIRA DE RODAS (DUAS PESSOAS COM LENÇOL)  Procedimento:  Colocar a cadeira de rodas próximas aos pés da cama. arrumar as roupas e levantar as grades laterais. sondas. Utilizar corretamente a mecânica corporal a fim de evitar lesões corporais e desgastes desnecessários. Puxar a cadeira de rodas pelas costas ao descer a rampa.  Deixar o paciente confortável e a unidade em ordem. etc. 5. Levantar a cabeceira e sentar o paciente na borda da cama observando sinais de vertigem. drenos.  Colocar a maca paralela ao leito. Enrolar as bordas laterais do lençol próximos do paciente. Deixar a unidade em ordem. CUIDADOS IMPORTANTES: Fazer a desinfecção concorrente da maca e da cadeira de rodas após cada transporte.. Cuidados com infusões. etc. dietas. 4.  Colocar o lençol sobre o paciente.  Transportar o paciente da cama para a maca num só movimento. 51 . próxima do pacientes. palidez. Passar o paciente para a beira da cama com movimentos simultâneos. Deixar travada. Transportar com movimentos sincronizados para a cadeira de rodas.

ARGOLAS DE ALGODÃO (diminuir a pressão de regiões com proeminências ósseas. dor ou inquietação. a enfermagem deve ajudar o paciente a adotar posições específicas. como cotovelos. com travesseiro ou cobertor.TIPOS DE CONFORTO: Espiritual.  De acordo com a região a ser examinada. joelhos e região occipital). PROMOÇÃO DE CONFORTO E SEGURANÇA DO PACIENTE 1.  Tratamentos e cirurgias.XI.CONFORTO: Bem-estar físico e mental.MÉTODOS PARA PROPORCIONAR CONFORTO FÍSICO. psicológico. de modo a facilitar a observação ao examinador e manter o conforto e a privacidade do paciente.2.   ROLO . 1. 1. físico. calcâneos. estado isento de ansiedade.3. 52 .1.POSIÇÕES DO CORPO FINALIDADES:  Proporcionar conforto.  Realizar exames físicos. 1.

 Recomenda-se usar: lençóis, campos, perneiras. E isolar o paciente com biombo se necessário.  O funcionário deverá lavar as mãos antes e pós o procedimento e calçar as luvas de procedimentos.

1.3.1.Decúbito Horizontal- ou decúbito dorsal  O paciente se deita de costas, com as extremidades inferiores em extensão ou ligeiramente flexionadas para permitir o relaxamento dos músculos abdominais.  Sob a cabeça colocam-se travesseiros (1 ou 2)  Os braços cruzam sobre o tórax ou estendidos.  Cobrir o paciente com lençol (solto do colchão).

Procedimento:

 Lavar as mãos;Explicar o procedimento e a finalidade ao paciente;  Colocar a mesa de exame ou o leito na posição horizontal;  Deitar o paciente horizontalmente de costas;  Manter os membros superiores ao longo do corpo em posição anatômica e os inferiores alinhados;  Manter o paciente protegido com o lençol, expondo apenas a área a ser examinada;  Deitar o paciente em posição confortável após exame;  Lavar as mãos;  Proceder às anotações no prontuário.

1.3.2.Posição de fowler.

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O paciente fica semi-sentado, com apoio nos joelhos e nos pés.

Indicada:  Descanso e conforto;  Exames;  Melhorar respiração (paciente cardíacos e pulmonares);  Evitar aspiração em pacientes com dietas por SNG ou SNE.

Existem duas variações da posição de fowler que podem ser classificadas como:

Semi – fowler: é uma elevação da cabeça de aproximadamente 30º, posição confortável para o paciente que deve ficar com a cabeça e o tórax ligeiramente elevados;

Posição usada em caso de pacientes com SNG ou SNE, para prevenir pneumonias aspirativas;

Fowler alta - É a posição totalmente sentada, ou seja, com a cabeceira da cama elevada a um ângulo de 90º.

Procedimento:

 Lavar as mãos;  Explicar ao paciente a finalidade e o procedimento;  Colocar o paciente em decúbito dorsal;  Elevar os pés da cama;  Elevar a cabeça e o tórax do paciente até formar um ângulo de 45º em relação ao nível normal do leito;  Proteger o paciente com lençol expondo a região a ser examinada;  Deitar o paciente em posição confortável após exame ou tratamento;
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 Lavar as mãos;  Fazer anotações no prontuário.

1.3.3.Decúbito Ventral ou Prona Paciente deitado sobre o abdome, com a cabeça voltada para o lado.

Indicação:  Exames da coluna vertebral.  Exames da região cervical.

Para conforto pode ser de: Curta duração: mãos pendentes, cabeça voltada para o lado, sem travesseiros, e os pés sobre a cama. Longa duração: os braços fletidos, voltados para cima ou ao longo do corpo. Os pés elevados com travesseiros, à cabeça para o lado com pequeno travesseiro em baixo.

1.3.4.Decúbito lateral ou SIMS Pode ser “direita” ou “esquerda” conforme deitado sobre o lado direito ou esquerdo.

Indicação: Lavagem intestinal, aplicação de medicamentos por via retal, verificação de temperatura retal e repouso.

Procedimento:

 Colocar biombo;  Lavar as mãos;
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6.5.  Os braços flexionados nos cotovelos.  Calçar as luvas de procedimentos.Genupeitoral. colocar travesseiro pequeno para servir de apoio. Calçar as luvas de procedimentos. 1.  Cobrir o paciente com dois lençóis ou campo fenestrado. 56 .  Procedimento:  Colocar biombo.  Colocar travesseiro sobre o tórax e cabeça do paciente.  Lavar as mãos.  Flexionar as pernas: a direita em ângulo agudo (perto do paciente) e a esquerda menos flexionada.  Posicionar o paciente ajoelhado e com o peito apoiado na cama.Ginecológica.  Deitar o paciente sobre o lado.  Colocar braço esquerdo para trás do corpo e o braço direito em qualquer posição.3.3. 1. Indicação: exames ginecológicos. Indicação: exames vaginais e retais.  Procedimento:  Colocar biombo.

 As nádegas devem ficar um pouco fora do colchão. hemorragias.  Calçar as luvas de procedimentos. com os ombros e a cabeça ligeiramente elevados As coxas bem afastadas são flexionadas sobre o abdome. vagina e bexiga. Lavar as mãos. com as pernas flexionadas sobre as coxas.3. 1.7. a planta dos pés sobre o colchão e os joelhos bem afastados um do outro.  Operação ou exame de períneo. Indicações:  Facilitar drenagem de secreções brônquicas.  Lavar as mãos.8. É considerada uma modificação da ginecológica.  Calçar as luvas de procedimentos. hipotensão. 57 .3.Litotômica.  O Paciente é colocado em decúbito dorsal. 1. Indicação:  Parto.  Procedimento:  Colocar biombo. choque).  Posicionar o paciente deitado de costas.  Melhorar retorno venoso (varizes.Tredelemburg.

 Sabonete.  Proporcionar conforto e bem estar físico e mental. 58 . com a cabeça em plano mais baixo que o resto do corpo. Cirurgia de órgão pélvico.  Jarro.HIGIENIZAÇÃO DO PACIENTE 1.  Material:  Bandeja contendo:  Bacia.BANHO DO PACIENTE ACAMADO Conceito É a higiene corporal do paciente acamado. com dependência parcial ou total da enfermagem. Finalidades  Favorecer a manutenção das funções da pele. para descolar o intestino para o abdome. XII.  Limpar e proteger a pele.  Cuba rim.  Estimular a circulação. para facilitar o procedimento. com declive de 30 a 45º.  Procedimento: Posicionar o Paciente com o corpo inclinado.  Cinco bolas de algodão ou pacotes de gases.

iniciando pela parte interna.  Papel toalha.  Roupa de cama. os panos de limpeza. o álcool a 70% e o saco de lixo pequeno.  Pente.  Comadre forrada.  Limpar a mesa de cabeceira. a cuba com a solução.  Hidratante corporal ou óleo mineral.  Álcool a 70%. Par de luvas de procedimento.  Hamper.  Reunir o material.  Observar as condições do paciente. 59 .  Trazer o hamper.  Saco plástico pequeno  Uma pinça. se necessário.  Procedimento:  Conversar com o paciente sobre o procedimento.  Balde.  Pano de limpeza. toalha de rosto e de banho.  Calçar as luvas de procedimentos. pijama ou camisola.  Preparar o ambiente:  Fechar a janela  Proteger o leito com biombo  Desocupar a mesa de cabeceira  Lavar as mãos.  Biombo.

 Retirar a colcha.  Lavar e enxugar os membros superiores.  Deixar o paciente confortável. iniciando pela parte mais distal. lavar. se houverem. iniciando pelo lado oposto.  Lavar e pentear os cabelos.  Colocar a toalha sobre os membros inferiores e lavá-los separadamente. se tiver condições.  Lavar os pés na bacia. a camisola do paciente e travesseiros extras. as roupas nos pés do leito e o balde sobre a toalha de papel no chão. encaminhando o material ao expurgo.  Dobrar a roupa e colocar no espaldar da cadeira.  Organizar a unidade. Passar a bandeja para a mesa de cabeceira. nunca no chão.  Trocar as luvas de procedimentos.  Desprezar as roupas usadas diretamente no hamper. aos pés do leito. separadamente e enxugar bem.  Lavar e enxugar o tronco anterior. 60 . deixando os pés por último.  Soltar a roupa do leito.  Lavar e enxaguar o rosto do paciente.  Lavar as mãos do paciente na bacia. enxugar. descobrindo um lado de cada vez. iniciando pelo oposto. iniciando pela parte distal do braço oposto. massagear a região dorsal com a solução indicada (óleo glicerinado ou hidratante corporal). dando especial atenção à base dos seios e axilas.  Colocar a toalha de rosto protegendo o tórax e descer o lençol protetor do paciente até a região pubiana.  Virar o paciente em decúbito lateral. a comadre na cadeira.  Levar o material para a unidade: colocar a bandeja na mesa de cabeceira.  Trocar a roupa de cama procedendo à limpeza diária.

 Expor o paciente estritamente o necessário.  Registrar no prontuário o procedimento. hidratar e massagear estas regiões a fim de evitar úlceras de decúbitos.  Em caso de paciente masculino fazer a barba. evitando a proliferação de bactérias. É hábito a escovação dos dentes pela manhã.  As unhas devem ser cortadas e limpas sempre que necessário.  Durante o banho observar rigorosamente as condições físicas e mentais do paciente.  Evitar cansar o paciente.  Retirar as luvas. referente à pacientes de longa permanência na unidade.  Organizar e realizar o corte de cabelos.1. 2.Observações:  Retirar bem o sabonete da pele a fim de evitar irritação. A 61 . Higienização Oral A promoção e manutenção de boas condições de higiene da boca e dos dentes são fundamentais para saúde e conforto do paciente. bem como qualquer alteração observada na pele do paciente. quando houver necessidade. atentando para não deixar a sujidade dos fios de cabelos nos enxovais. 1. registrando-as  Observar as condições da pele e proeminências ósseas.  Lavar as mãos. Cuidar do material. após as refeições e antes de se deitar (no mínimo 4 vezes ao dia).

O paciente que faz uso de prótese dentária (dentadura) também necessita de cuidados de higiene para manter a integridade da mucosa oral e conservar a prótese limpa. Observar orientações da Rotina de Prevenção de Pneumonia Hospitalar da CCIH. Material  Escova de dentes. pois tem risco aumentado para pneumonia. estomatites e outras infecções. Paciente com dieta por SNG ou SNE e TOT necessitam higiene rigorosa.  Copo com água . das gengivas. Finalidades  Evitar mau hálito.  Creme dental ou solução dentifrícia.  Espátula com gazes ou escova de dente do paciente em bom aspecto. 62 .  Manter a integridade da mucosa oral Proporcionar conforto e bem estar ao paciente.  Conservar a boca livre de resíduos alimentares. língua e lábios.  Solução anti-séptica ou solução bicarbonatada.higiene oral compreende: limpeza dos dentes. Prevenir a cárie dentária.  Bandeja. bochechas.  Cuba rim. Toalha de rosto ou papel toalha.

 Em pacientes totalmente dependentes realizar a higiene oral por ele. 3.  Secar a escova e guardá-la ou desprezar espátula com gazes.  Sentar o paciente ou colocá-lo em Fowler  Proteger o pescoço e tórax com a toalha. colocar o dentifrício e entregá-la. lavar e guardar o material.  Recolher a bandeja. umedecer a escova ou espátula com gazes com água.  Colocar cuba-rim sob o queixo do paciente.  Oferecer água para bochechar várias vezes. lipotímia. cansaço.  Lavar as mãos. escovando todos os dentes.  Fazer anotações no prontuário.  Retirar a cuba-rim e secar os lábios com a toalha. tontura e calafrios.  Explicar para o paciente sobre o que vai ser feito. Procedimento:  Lavar as mãos. gengivas e língua (usar sonda de guedel se necessário). Quando o paciente tem condição de tomar banho de aspersão. não só orientando-o numa boa higienização. aproximando a cuba-rim para escoar o líquido da boca. 63 .  Orientar e auxiliar o paciente sobre a maneira correta de fazer a escovação. o pessoal da enfermagem deve acompanhá-lo e supervisioná-lo. como também identificando anormalidades como dispnéia.  Levar a bandeja e colocá-la sobre a mesa de cabeceira.Banho de Aspersão É o banho de chuveiro.

 Procedimento:  Providenciar o material necessário. aliviando fadiga e cansaço. A pessoa que acompanhar o paciente deve observar as reações que ele pode apresentar durante o banho. se necessário. XIII. evitando acontecimentos desagradáveis como quedas.  Colocar uma cadeira para o paciente sentar.  Fechar a porta sem trancar. verificando as condições do banheiro.  Lavar as mãos. DRENAGEM TORAXICA 64 .O banho tem várias finalidades como: limpeza da pele. favorecimento do bem estar. fazendo a desinfecção concorrente. ferimentos e mesmo fraturas de membros. promoção do relaxamento muscular. enquanto o paciente está no banho.  Proteger o paciente após o banho evitando que se resfrie.  Fazer anotações no prontuário das reações apresentadas durante o banho Observações: As técnicas de limpeza e desinfecção concorrente da unidade do paciente estão descritas nas “ Recomendações Básicas para Limpeza Desinfecção e Esterilização de Artigos.  Trocar o enxoval do leito do paciente.  Auxiliar o paciente no que for necessário. Roupas e Ambientes” da CCIH. estimulação da circulação.

restringindo a expansão pulmonar e reduzindo a troca gasosa. a pressão da cavidade torácica é inferior á pressão atmosférica. Para realização desta drenagem é necessária a implantação de um dreno no tórax do paciente que estará ligado ao sistema de drenagem. O dreno torácico implantado no sistema pleural é capaz de remover qualquer coisa do espaço pleural. Cuidados de Enfermagem:  O dreno poderá ficar fora do selo d´água.O mecanismo normal da respiração opera sob o principio da pressão negativa. água ou sangue da cavidade. para que não entre ar nos pulmões. é uma técnica de evacuação de ar.  Evitar compressão do tubo e extensão para não impedir a drenagem. Observação: Este procedimento só deve ser realizado no Centro Cirúrgico. Sempre que o tórax é aberto. Também conhecido como drenagem em selo d’ água. existe uma perda da pressão negativa o que resulta em colabamento do pulmão. líquido seroso.  Pneumotórax – presença de ar na cavidade. O ar ou líquido (sangue. fazendo com que o ar se desloque para dentro dos pulmões durante a inspiração. 65 .  Empiema – presença de secreção purulenta. pus. suco gástrico) formam coleção no espaço interpleural. Utilizado quando há:  Hemotórax – presença de sangue na cavidade. ou seja.

 Colocar rótulo no frasco informando data da troca selo d’agua assinatura de quem realizou o procedimento. enfisema subcutâneo. cor e odor) e presença de sinais flogísticos e edema subcutâneo ao redor do dreno.  Durante a troca do vidro trocar o vidro ou desprezar o conteúdo de drenagem pinçar o dreno. mudança na ausculta pulmonar.  Observar a flutuação do nível de líquido.  Observar o selo d´água que deve ser: . pressão no tórax.  Se trocar ótimo  Se desprezar. sinais vitais.9% ou água destilada conforme o paciente (adulto ou criança).  Observar as condições do paciente: cianose.Infantil: 250 ml 66 . respiração rápida e superficial.  Observar o aspecto da drenagem (volume. sintomas de hemorragia.  Realizar curativo no local de inserção do dreno uma vez ao dia. enxaguar o frasco com SF 0.  Colocar SF 0.  Incentivar o paciente a inspirar profundamente e a tossir.9% ou água destilada. conforme orientações do Manual de Curativo da CCIH.Adulto: 500 ml . pois aumenta a pressão intrapleural favorecendo a drenagem e fazendo o pulmão expandir. Ordenhar o dreno a cada 24h.  Para transportar o paciente manter o vidro de drenagem abaixo do nível do pulmão.

Tipos : Terminal : possui somente um estoma realizado em caráter definitivo. inexistindo a possibilidade de reconstrução do trânsito intestinal. CUIDADOS COM OSTOMIAS CONCEITO Colostomias: São realizadas para promover o restabelecimento ou a cicatrização da parte do intestino afetada pela doença.  Após avaliação. ou o seu tratamento.9%. ou impossibilidade de restaurar a evacuação trans-retal. Em dupla boca que pode ser: Próximas: Quando realizados em uma única colostomia ( as duas bocas) Afastadas : Quando duas bocas são realizadas em alça terminal em nível de flanco esquerdo.  01 Gaze estéril.Limpeza Material  250 ml Soro fisiológico a 0. 1. lavar com água e sabão. 67 .XIV. transverso ou descendente. Definitiva ou permanentes: são realizados após a retirada da parte doente do intestino por amputação completa do órgão. se necessário.  01 bolsa para colostomia (se necessário troca). Em alça: realizado em íleo ascendente.

 Procedimento:  Limpar a região da colostomia com soro fisiológico a 0. Lavá-la com soro fisiológico a cada vez que se desprezar o conteúdo no vaso sanitário. solicitando ao paciente que enrijeça a região. de acordo com o diâmetro da fístula. ou grande demais facilitando o contato da secreção direta com a pele lesando-a.9%.  Recortar o orifício marcado.  Adaptar a bolsa plástica à parte inferior do aro na placa. Marcar na bolsa o círculo com um guia de corte. do dreno ou da ostomia.  Observar para que o orifício não fique apertado demais garrotando a ostomia.Cuidados diários com Colostomia: Esvaziar a bolsa (no mínimo uma vez por plantão e sempre que necessário). 68 . soltando apenas o clamp que a fecha na parte inferior.  Secar a área ao redor com gaze estéril.  Puxar suavemente a bolsa para baixo. em movimentos circulares.  Retirar o adesivo. a partir da parte inferior da bolsa plástica até que esteja segura. para confirmar se ela se encontra devidamente encaixada.  Aplicar a placa com o aro sobre a região. 1.2.  Retirar o protetor que recobre a face superior da placa. em posição cefalocaudal.  Exercer uma leve pressão à roda.

69 .  Retirar a bolsa de colostomia e desprezá-la.O clamp poderá ser reutilizado nas trocas do mesmo paciente. medicamentos e hidratação de pacientes impossibilitados de deglutir. volume.  Deixar a solução correr vagarosamente. 2. odor.  Deixar fluir o material fecal de 15 a 20 minutos.Lavagem intestinal pela colostomia  Procedimento:  Lubrificar a sonda. Fixar nova bolsa de colostomia com placa protetora.9%.  Proceder à limpeza ao redor da colostomia com gaze e soro fisiológico a 0. XV. SONDAGEM NASOGÁSTRICA E a introdução de uma sonda via nasal ou oral no estômago do paciente com a finalidade de drenagem de líquidos.. infusão de alimentos.  Fechar a sonda quando terminar a solução evitando a entrada de ar. clampeando-a e puxando-a. Registrar no prontuário: característica do débito de colostomia. etc. observar na prescrição médica qual deles será irrigado.  Retirá-la.  Após o efeito desejado proceder à limpeza ao redor da colostomia e secar a área com gaze. cor..  Introduzir cerca de 15 a 20cm da sonda no estoma a ser irrigado. Observação: Em caso de dois estomas.

 Xilocaína gel.  01 toalha.  Proteger o paciente com a toalha.  01 par de luvas de procedimento. OBS: Verificar rotina da CCIH para Prevenção de Pneumonia Hospitalar.  01 seringa de 10 ml ou 20ml.  Preparar o material.  100 ml de água filtrada.  Medir a sonda da boca ao lobo inferior da orelha e deste até o estômago.  Lubrificar a sonda com xilocaína gel.  01 unidade de bolsa coletora descartável ( em caso de drenagem).  01 unidade de sonda nasogástrica.  Lavar as mãos e calçar as luvas de procedimentos.  Colocar o paciente em posição de fowler ou sentado. com a cabeça ligeiramente inclinada para frente. 70 .  20 cm de esparadrapo.  Procedimento:  Explicar o procedimento para o paciente.  01 equipo para dieta.  01 pacote de gaze.  01 estetoscópio.Material  01 bandeja.

 Oferecer água ao paciente se necessário. aspecto da drenagem. testar com copo com água observando borbulhas na água e auscultar infusão de ar com seringa de 20 ml colocando o esteto na região gástrica.  Conectar bolsa coletora (em caso de NSG aberta).  Fixar a sonda em “T”.  Verificar se a sonda está no estômago: aspirar com seringa o conteúdo gástrico.  Retirar luvas de procedimentos. para evitar muito atrito e lesões nesta área . ou seja. proteger a base até a ponta do nariz com micropore ou outro material adesivo mais suave. XVI.  Manter cabeceira elevada enquanto o paciente estiver sondado. preferir sempre as SNE por menor risco de bronco aspiração. respirando pela boca.  Lavar as mãos. permitindo a infusão de dietas e medicamentos aos pacientes impossibilitados de deglutir. Introduzir pela boca ou narina. pedindo para que o paciente degluta a sonda.  Organizar o material.  Anotar no prontuário tipo e número da sonda. Em paciente com terapia nutricional por sonda. 71 . e fixar a sonda sobre o material.  Instalar dieta se for o caso. para facilitar a introdução da sonda.SONDAGEM NASOENTERAL É a introdução de uma sonda via nasal ou oral que passa pelo estomago e fica introduzida até o duodeno. reações do paciente durante o procedimento.

 Preparar o material.  20 cm de esparadrapo.  01 equipo para dieta. Material  01 bandeja.  Colocar o paciente em posição de fowler ou sentado.  Retirar o fio guia da sonda.  01 par de luvas de procedimento.  01 unidade de sonda nasoenterica com fio guia.  01 estetoscópio. com a cabeça ligeiramente inclinada para frente.  01 seringa de 20 ml.  Xilocaína gel.  100 ml de água filtrada.  Procedimento:  Explicar o procedimento para o paciente.  Medir a sonda da boca ao lobo inferior da orelha e deste até a região hipogástrica. 72 .  01 pacote de gaze.  Lavar as mãos e calçar as luvas de procedimentos. lubrifica-lo com xilocaina gel e introduzi-lo novamente.OBS: Verificar rotina da CCIH para Prevenção de Pneumonia Hospitalar.  Proteger o paciente com a toalha.  01 toalha.

 Fazer Rx confirmatório. ou seja. se o paciente estiver consciente solicitar a sua colaboração.  Fixar a sonda em “T”.  Anotar no prontuário tipo e número da sonda.  Retirar luvas de procedimentos. proteger a base até a ponta do nariz com micropore ou outro material adesivo mais suave. e fixar a sonda sobre o material. para evitar muito atrito e lesões nesta área.  Organizar o material. Lubrificar a sonda com xilocaína gel. XVII. reações do paciente durante o procedimento.  Aguardar 03 horas para infundir a dieta. injetando ar com a seringa e auscultando com o auxilio de um estetoscópio a região hipogástrica.  Verificar se a sonda está corretamente posicionada. ATENDIMENTO A PARADA CARDIORESPIRATORIA (PCR): Conceito de PCR: É a interrupção súbita e brusca da circulação sistêmica e da respiração. 73 .  Retirar o fio guia.  Manter a cabeceira sempre elevada do paciente a fim de evitar bronco aspiração. aspecto da drenagem.  Introduzir a sonda pela narina com fio guia.  Lavar as mãos. pedindo que degluta a sonda e respire pela boca.

antes mesmo da chegada de outras pessoas ou equipamentos adequados. assim como o reconhecimento da gravidade da situação é de fundamental importância. Verificar a respiração ( olhe/ ouça/sinta) Promover abertura das vias aéreas.Sinais clínicos de PCR  Inconsciência  Ausência de movimentos respiratórios  Ausência de pulsos em grandes artérias ou ausência de sinais de circulação.A constatação imediata da PCR. realizando: 74 . pois permite iniciar prontamente as manobras de reanimação. Qualquer profissional que constata uma PCR tem por obrigação iniciar as manobras de atendimento e solicitar ajuda 1.Medidas iniciais:  Verificar nível de consciência do paciente e confirmar se o paciente está em PCR    Solicitar ajuda. 3.Sinais e sintomas que precedem PCR  Dor torácica  Sudorese  Tontura  Escurecimento visual  Perda de consciência  Alterações neurológicas 2.

se necessário. 1 enfermeiro. 4.I. MOV (Monitor.  Posiciona junto à cabeça do paciente (retirando prótese se houver.  Checa pulso e avalia ritmo. 75 do paciente e solicitar acompanhamento médico do plantonista. aspirar vias aéreas superiores). o Extensão do pescoço.  Em caso de óbito.  A enfermeira deverá acompanhar a transferência  Registra dados do atendimento no prontuário.o Alinhamento da cabeça com tronco. ventilação e transferência do paciente. 2 técnicos de enfermagem. Enfermeira:  Avalia responsividade.  Orienta os técnicos de enfermagem na monitorização do paciente e obtenção do acesso venoso. mantém via aérea aberta. Oxigênio e veia).  Providencia vaga na U. .   Solicitar carro emergência. promover com rotina descrita. e auxilia transferência. providencia ventilação com ambu com O2.  Solicita médico. avalia via aérea.  Solicita serviço de apoio. carro de emergência e desfibrilador.  Auxilia o médico na intubação.Técnica para reanimação cardiovascular Equipe 1 médico. o Tração anterior da mandíbula.T.

 Reavalia periodicamente o paciente. 5. Aspira e administra medicações solicitadas pelo médico. Em caso de óbito. Paciente grave.COMPOSIÇAO DO CARRINHO DE EMERGÊNCIA PRODUTO 76 QTDE . anotando no prontuário a ocorrência. Técnico de enfermagem:  Abaixa a cabeceira posicionando o paciente. Requisita medicações e materiais usados.  Ocorrendo melhora ou estabilidade do quadro. preencher a declaração de óbito e ou fazer relatório de encaminhamento para SVO. checa a intubação.Médico:  Reavalia rapidamente paciente. providencia. se necessário. fazer a transferência e prescrever as medicações utilizadas.  Caso evolua para óbito. enfermeiro e médico.  Solicita verbalmente as medicações a serem administradas. Aspira vias aéreas. reanimado deve ser transferido acompanhado pelo maqueiro.  Intuba o paciente.  Monitoriza com as pás e realiza o choque se indicado. Repõem carinho de emergência.  Inicia as compressões torácicas. proceder com rotina de óbito.     Se não houver acesso venoso.     Organiza aparelhagem usada.

0 Laringo com laminas Vidro de aspirador Equipo para bomba Equipo macrogotas Frasco de gel Tábua Bird Conexão do Bird 02 02 01 02 10 02 02 03 02 02 02 02 02 02 02 02 01 02 03 02 01 01 01 02 PRODUTO Polifix SNG n 18 77 QTDE 02 01 .Luva estéril n 7.5 Luva estéril n 8.5 Ambú adulto Eletrodos Fio guia Óculos Látex Umidificador Abocath n 18 Abocath n 20 Abocath n 22 Abocath n 24 Cânulas de guedel Lâmina de bisturi n 11 Fio mononylon 3.0 Luva estéril n 8.

Medicações Adrenalina Atropina Bic. De sódio Dormonid (midazolan) Fenergan Diazepan Flebocortid 500 mg Sulfato de mag. Gluconato de cálcio Amiodarona Xilocaína sem vaso 2 % Glicose 50% 20 ml Lasix Dopamina Noradrenalina Fentanil 30 ml Xilocaína gel dobutamina 20 20 10 03 03 02 02 02 02 05 02 05 10 05 02 01 01 02 PRODUTO Soro Ringer 500 ml Soro glicosado 5 % 500 ml SF 0.9 % 500 ml Seringa 20 ml Seringa 10 ml Seringa 5ml Seringa 1 ml Agulha 40x12 Agulha 25x7 78 02 01 02 05 03 03 03 10 05 QTDE .

5 Tubo orotraqueal n 7.Agulha 25x8 Tubo orotraqueal n 6.0 05 01 01 01 02 02 01 02 02 04 02 02 01 01 6.0 Tubo orotraqueal n 8.0 Tubo orotraqueal n 7. 79 .5 Sonda uretral n 8 Sonda uretral n 10 Sonda uretral n 12 Sonda uretral n 14 SNG n 18 Luva estéril n 6.ORIENTAÇÕES GERAIS  O carrinho de emergência deverá ser revisado e completado pelos funcionários da enfermagem da unidade.0 Tubo orotraqueal n 6. portanto ele não poderá falhar no momento da urgência por não ter sido checado com antecedência.5 Luva estéril n 7.  Conferir data de validade dos materiais estéreis (realizar troca quando necessário)  Conferir validade dos internos descartáveis (incluindo validade da esterilização)  Após atendimento de paciente em PCR: realizar desinfecção dos equipamentos utilizados com água e sabão e ficção de álcool a 70%.  A limpeza geral do carro de urgência deverá ser feita no primeiro dia útil de cada mês.5 Tubo orotraqueal n 8. no início de cada plantão e imediatamente após o uso.  O carro de urgência deverá ser prioridade.

OBS: Verificar orientações de Rotina Prevenção de Infecção de Corrente de Sanguínea Material  01 bandeja de pequena cirurgia. Essa via de acesso é viabilizada nos momentos em que o paciente não apresenta mais acesso venoso periférico.XVIII.  01 fio de sutura mononylon 3. desembocando na veia cava superior para infusão de medicamentos e nutrição parenteral.PREPARO DE MATERIAL PARA INTRACATH Para cateterização venosa central utiliza-se um dispositivo venoso profundo que é introduzido pela veia jugular interna ou subclávia.  10 ml de xilocaína a 2% sem vasoconstritor.0 com agulha 2cm cortante. 80 .  01 intracath(Kit) para Subclávia nº16x12 adulto. infusão rápida de drogas ou controle de pressão venosa central.  01 par de luvas estéril.5.  01 polifix (se não houver torneirinha de 3 vias).  01 seringa de 20ml. nos casos de pacientes que necessitem de um grande volume de soluções injetáveis.  01 agulha 30x7 ou 13x4.  01 lamina de 11 ou 15.

5. 14.9% no equipo e polifix e retirar o ar do sistema. calçar luvas de procedimento. 16.Abrir o soro. 10. 2.Posicionar o paciente no leito em decúbito dorsal-horizontal.Organizar o material. lavar as mãos.Tirar as luvas.Oferecer ao médico máscara. máscara.Oferecer solução anti-séptica. avental e luvas. 6. 01 equipo para infusão. álcool 70% ou clorexidina  50 cm de micropore ou esparadrapo.  50 ml PVPI 10%.  01 campo estéril  Procedimento 1.Lavar as mãos. conectar a solução fisiológica 0. 15.  01 frasco de solução fisiológica 0. 11.Organizar o material.Orientar o paciente quanto ao procedimento.  01 capote estéril.9% 250 ml.Fazer curativo local. 12. gorro.Aguardar a punção.Aguardar o termino do procedimento (fixação do cateter).Entregar o equipo ao medico para conexão com cateter.Pedir ao paciente que vire a cabeça para o lado para realização da punção. 13. 3.Levantar a cabeceira do leito. 8. 9.  01 pacote de gaze. 4. conforme manual de curativos da CCIH. 81 . 7.Abaixar a cabeceira do leito se necessário.

sem nenhuma inclinação para cima ou para baixo.  Colocar o paciente em decúbito dorsal. reto com cabeceira e pés do leito na mesma direção.  Procedimento:  Organizar o material  Colocar o material à beira do leito do paciente.  Promover ambiente limpo e protegido com biombo se necessário.17.  01 régua de medida de PVC. Observação:  Preferir salas de procedimentos. 18.  01 suporte de soro. 82 .Fazer anotações de enfermagem.Anotar gastos/ repor o material se necessário.  01 frasco de soro de 500 ml.  40 cm de fita adesiva. XIX. Observação Já instalado cateter venoso central. MONTAGEM DE PRESSÃO VENOSA CENTRAL (PVC) Material  01 equipo com fita graduada para PVC.

pois ele já estará preenchido com o soro fisiológico. fique posicionada para cima.Passos para realizar a medida:  Pinçar a solução do equipo de PVC. de acordo como determinado pela medida da régua .a tampa da via dupla para medida e aguardar a descida da solução no equipo. Posicionar uma das extremidades da régua de PVC na linha do tórax anterior. para ser conectada ao cateter central. 83 . (uma via ficará para instalação do soro fisiológico e a outra para a medida).  Fechar as vias de infusão de outras soluções.  Direcionar a outra extremidade ao suporte de soluções posicionado ao lado. para baixo.  Circular com uma caneta vermelha. e a via única ( mais comprida). mantendo-a em linha reta de modo que a ampola com água da régua de PVC se mantenha alinhada.  Retirar todo o ar do equipo de PVC com o soro fisiológico. com a bolha de ar centralizada.  Instalar a via única do equipo (a mais comprida) no cateter central do paciente. 1. sendo removido todo o ar.  Marcar no suporte de soro com a fita adesiva o ponto zero para medida de PVC.  Abrir o acesso de passagem de solução do equipo de PVC para o paciente. indicando precisão na medida. o ponto zero da fita. para destaque.  Fixar o equipo no suporte de modo que a via dupla.  Fixar a fita graduada no suporte de soro com o zero da medida da linha entre o paciente e o suporte. apêndice xifóide. ou na linha axilar media.

9%. seringa de 20 ml estéril. Verificar outras orientações da rotina de prevenção de infecção de corrente sanguínea da CCIH.  Tampar a ponta do equipo usada para a realização da medida. XX. A técnica: Utilizar técnica asséptica na aspiração endotraqueal:  Lavar as mãos com água e sabão antes e após o procedimento.  Soro fisiológico 0. 84 . Material:  Luva estéril.  Pinçar o equipo.  Preencher novamente o equipo de PVC com o soro.  Gorro e avental.  Trocar equipo sempre que apresentar sangue em sua parede interna.  Cateter de aspiração estéril com furos (sonda de aspiração ou sonda uretral).  Fechar a via do equipo de PVC para o paciente e abrir a das outras soluções. Datar e assinar o dia da troca. 1.  Máscara.1.  Colocar máscara.  Valores normais: 7 a 12 cm de água OBS. Observar em qual ponto da fita graduada há oscilação da solução.  Anotar na ficha de controle do paciente.  Vidro aspirador.  Marcar o ponto de oscilação o qual determina a medida do PVC.  Borracha látex.  Trocar o equipo a cada 24 horas. APIRAÇAO ORONASOTRAQUEAL: 1.  Óculos.

 Não introduzir o cateter sem antes dobrar o látex para evitar lesão de mucosa pela sucção.  Desprezar a secreção do frasco coletor no final de cada aspiração no vaso sanitário. O cateter deverá ser desprezado. o procedimento deve ser rápido oxigenando o paciente a cada aspiração com O2 a 100% com auxílio de Ambu. óculos e capote. irrigar ponta do cateter com soro fisiológico mantendo o aspirador ligado fazendo assim a limpeza do látex e também do cateter.  Deixar o látex devidamente protegido.e . 85 .  Aspirar na seguinte seqüência: traqueostomia ou cânula orotraqueal.  Durante a aspiração instilar soro fisiológico em pequena quantidade para facilitar o desprendimento de secreções espessas.  Lavar as mãos.  Após o procedimento retirar as luvas. mantendo a mão direita sem contaminação. gorro.  Pegar o cateter com a mão direita enluvada. no expurgo. pois é de uso único. Calçar luvas.  Durante a aspiração realizar movimentos circulares com cateter (nunca em movimentos de vai .  Conectar o látex tendo cuidado para não contaminar a luva e o cateter. dentro de um saco coletor estéril.  Se o paciente estiver sob ventilação mecânica.vem).  Segurar o látex e ligar o aspirador com mão esquerda. nariz e boca.  Após o procedimento.  Retirar a máscara.

Trocar cadarço de fixação da cânula de traqueostomia diariamente.  Manter a região da traqueostomia sempre limpa.2 Rotina de aspiração:  Aspiração oral – sempre que necessário.  A cada aspiração. O paciente com traqueostomia apresenta um risco de aquisição de Infecção Hospitalar entre 5 a 35% (em média). Referindo a esquerda que deverá ficar de luva..O.  Trocar o látex e o vidro de aspiração a cada 24 horas. Enxaguar o frasco. para sua proteção. 1. ou S. XXI.  Aspiração traqueal de 2/2h e S. de acordo com a prescrição da enfermagem. Observação:  Quando se refere em manter a mão direita sem contaminação é.S. manter a que você tem maior destreza. CUIDADOS COM PACIENTES TRAQUEOSTOMIZADOS:  O paciente com traqueostomia apresenta um risco de aquisição de Infecção Hospitalar entre 5 a 35% (em média).  A traqueostomia deve ser realizada com técnica asséptica. lavar as mãos e usar luvas estéreis.S.O.  Usar um cateter para cada aspiração. trocando as gazes todas as vezes que acumular secreção. 86 .

 Remover suavemente a cânula. tendo-se o cuidado de seguir a curva da mesma. caso o paciente esteja recebendo oxigênio.  Imergir a cânula em solução filológica. como linhas de fibra de gazes.  Aspirar a cânula externa enquanto a cânula interna esta em solução. Quando a cânula externa de traqueostomia necessitar ser trocada.  Reinserir a endocânula fixando-a no ponto indicado.  Realizar aspiração sempre que necessário para evitar obstrução e diminuição da luz na cânula. Orientações para a limpeza da cânula: 1.  Preparar o material  Desconectar o circuito de umidificação. pois a manobra pode desencadear forte acesso de tosse. Cânula interna (macho):  Lavar as mãos.  Calçar as luvas.  Se necessário trocar o cadarço. secando com gaze.  Secar com compressa estéril  Fazer a limpeza em volta da cânula com soro fisiológico. 87 . 1. Se necessário. Verificar que não tenham permanecido partículas estranhas. instilar soro para auxiliar a retirada de resíduos e crostas de sua parede. deverá ser substituída por outra esterilizada.  Registrar o procedimento no prontuário.  Retirar a cânula da solução.  Aspirar o paciente pela técnica preconizada. mantendo a cânula fixa. remover qualquer resíduo de secreção da mesma . usando técnica asséptica.1 Material :  Cuba pequena estéril  Soro fisiológico  Gase  Luva estéril A.

seguindo técnica asséptica. Observação: Seguir demais orientações quanto a prevenção de pneumonia Hospitalar. Utiliza técnicas psicológicas.  Cumprir e fazer cumprir regulamentos da instituição. bem como instrumentalizar suas próprias ações. orientação e treinamento) e de controle (conferencia. portarias. circulares e outras instituições.B.  Planejar. de ensino (acompanhamento do processo de ensino-aprendizagem. aconselhamento e motivação. em presença de secreção ressecada com risco de obstrução da mesma. Cânula externa:  A troca deve ser realizada pelo medico. participar e estimular a equipe a participar de cursos trabalhos e pesquisas realizadas na própria clínica ou em outras instituições. e participação para intervenção na realidade). propondo soluções. XXII. rotinas.  Distribuir os funcionários de acordo com a necessidade do serviço. ATRIBUIÇÕES DOS ENFERMEIROS SUPERVISORES  O ENFERMEIRO SUPERVISOR A supervisão de enfermagem é uma das atividades desenvolvidas no cotidiano hospitalar. para realização de diagnósticos e intervenção na realidade. sendo orientações.  Receber o plantão na chefia de enfermagem observando as principais ocorrências e pendências para serem concluídas. priorizando-os. em geral pelo profissional enfermeiro que responde pela organização técnico-administrativo do trabalho. compreender as necessidades dos outros. retificação.  Determinar a escala diária dos leitos. para avaliação dos mesmos. Para que haja efetivo desenvolvimento das pessoas. 88 .  Prever e solicitar materiais necessários para o funcionamento do serviço. estimulação. é imprescindível que o supervisor possua capacidade de ouvir. A supervisão é compreendida como um instrumento que contribui para a identificação de problemas.

 Fazer escala de serviço dos técnicos de enfermagem. supervisionar e executar.  Passar Sonda Vesical de Demora.  Realizar visitas aos pacientes.  Instalar PVC.  Observar o funcionamento dos equipamentos e materiais existentes na unidade. solicitar manutenção quando detectado algum problema.  Elaborar manual de normas.  Passar Sonda Vesical de Alivio.  Emitir parecer técnico na compra ou locação de materiais ou equipamentos.  Prescrever cuidados de enfermagem. 89 .  Puncionar jugular se necessário.  Verificar prontuários.  Zelar pela conservação de equipamentos hospitalares. exames e preparo do paciente para cirurgias e exames.  Avaliar os pacientes graves e solicitar a avaliação do plantonista geral quando necessário.  Prestar assistência a Parada Cardiorrespiratória junto com a equipe médica.  Avaliar as infusões de medicações em pacientes mais graves e monitorar sua infusão nos casos de quimioterapias e drogas vasoativas. além de captar as necessidades de sua equipe de trabalho.  Definir tipos de isolamentos. rotinas e procedimentos do seu setor e deixar disponível a toda equipe no local de trabalho.  Realizar Curativos de grande porte de CDL ou Intracth.  Passar sonda Nasogástrica.  Desobstruir sondas vesicais de demora com irrigação.  Puncionar Port-a-Cath.  Passar sonda Nasoenterica. Liderar. acompanhar transferência do paciente até a UTI.  Estabelecer sistemas e fazer orientação contínua quanto à prevenção de riscos ocupacionais.  Encaminhar materiais hospitalares danificados para manutenção.  Encaminhar pacientes graves a UTI. sendo revisado periodicamente.  Evoluir pacientes graves. na ficha de equipe multidisciplinar.

 Comunicar parecer médico a outras especialidades.  Lançar alta por óbito no sistema de imediato no horário correto e encaminhar para setor de internação o memorando comunicando o óbito para ser lançado no sistema na Prefeitura e Convênios.  Avaliar resultados de exames e comunicar o plantonista ou ao médico assistente.  Avaliar as necessidades do paciente não observada pelo médico e interceder por ele junto à equipe. 90 . detectar problemas e oferecer soluções para o bom andamento do serviço.  Providenciar transporte e solicitar o técnico de enfermagem para acompanhar nos exames extras hospitalares. Implementar programas de educação continua e aperfeiçoamento para os técnicos de enfermagem.  Checar o carrinho de emergência e solicitar novos materiais.  Realizar treinamento periódico dos funcionários sob sua supervisão.  Esclarecer duvida de pacientes sobre cuidados após cirurgias e altas.  Realizar eletrocardiograma.  Orientar acompanhante quanto às normas do hospital. quando possível. parecer de serviço social.  Orientar a mãe sobre o perigo da amamentação cruzada.  Avaliar a necessidade de acompanhamento para pacientes e autorizar sua permanência no hospital.  Encaminhar o paciente para exames fora quando não são realizados na Instituição. IML ou SVO.  Receber o familiar no horário de visita orientar e se necessário permitir a entrada de mais de duas pessoas ou o deslocamento do paciente para contato com filhos e netos menores. entregar a declaração de óbito.  Orientar a mãe quanto à importância de amamentar o recémnascido para não oferecer chupetas. e orientar quanto ao registro do mesmo. esclarecer as duvida dos técnicos de enfermagem.  Entregar o corpo a funerária. parecer da nutrição. como parecer psicológicos.  Supervisionar.  Acompanhar e assistir o plantonista nos casos de óbitos. repondo corretamente. mamadeiras ou outros alimentos.  Elaborar projetos científicos.  Avaliar o desempenho da equipe.

 Identificação das necessidades de assistência de enfermagem. transferência interna e externa de pacientes.  Orientação com avaliação dos funcionários durante a execução das atividades.  Atender e anotar as solicitações da Gerência.  Planejamento e desenvolvimento das ações de enfermagem segundo os critérios e as prioridades definidas. físicos e orçamentários necessários ao desenvolvimento das atividades de enfermagem. solicitação de vaga extra-hospitalar e transporte. execução e avaliação de programas de desenvolvimento de pessoal. proteção. Atuar junto aos residentes orientandos e auxiliando nos procedimentos e protocolos.  Identificação das necessidades de orientação e treinamento dos funcionários. procedimentos.  Elaboração. o elemento supervisor desenvolve junto aos funcionários atividades diversificado como:  Discussão dos valores e objetivos de serviços de enfermagem. implantação e avaliação de normas. respeitando os preceitos éticos e legais. como exames não rotineiros. rotinas e manual dos serviços de enfermagem.  Caracterização da clientela atendida. ATRIBUIÇÕES DOS TÉCNICOS DE ENFERMAGEM 91 . utilização e avaliação de métodos de trabalho. Atua na promoção.  Prevenção de situações problemáticas.  Manutenção de um sistema de informações eficientes.  Planejamento.  Previsão e provimento de recursos humanos. Na enfermagem. recuperação da saúde e reabilitação das pessoas. XXIV. materiais.  Estabelecimento. XXIII. ATRIBUIÇÕES IDEAIS DO ENFERMEIRO A enfermagem é uma profissão comprometida com a saúde do ser humano e da coletividade.  Promoção de integração do pessoal de enfermagem e manutenção de estratégias para sua motivação.  Avaliação da qualidade da assistência de enfermagem prestada.

. horários de visitas.  Receber o paciente no momento da admissão.  Observar e puncionar acesso venoso para administrar soro e medicamentos.  Realizar trocas de leitos encaminhando os pacientes ao banho.  Comunicar ao banco de sangue as hemotransfusão. etc. nasoenteral e drenos conforme prescrição medica.  Preparar e administrar as medicações. máscaras. ECO.  Instalar oxigênio para o paciente conforme prescrição médica.  Atender a equipe médica quando solicitada. Receber o plantão dos colegas nas enfermarias para estar ciente do estado de cada paciente.  Marcar exames como EDA.  Realizar o relatório de enfermagem completo e coerente com o estado geral do paciente. etc.  Medir débito da sonda Vesical de Demora e dreno de tórax. com SSVV e intercorrências.  Verificar prescrição médica e buscar os medicamentos na farmácia quantas vezes for necessário.  Comunicar com o laboratório exames de rotina e de urgências. anotando aspecto e volume. TC. comunicar a chefia caso necessite de manutenção ou substituição.  Promover organização do posto. 92 .  Trocar o selo d´agua do dreno tórax. realizar banho no leito nos mais graves e acamados.  Fazer previsão e requisitar material de consumo dos postos como luvas..  Proporcionar e zelar pelo conforto e organização do posto e das enfermarias deixando ambiente limpo e tranqüilo.. USG. nasogástrica. e materiais estéreis. levando-o até seu leito e apresentando-o para os demais da enfermarias. exames e pacientes graves.  Entrar em contato com a supervisão em caso de dúvida em relação a medicações. ECG. álcool. EEG.  Aferir e anotar SSVV no prontuário e em caso de alteração comunicar a supervisora.  Retirar sonda vesical de demora.  Chamar plantonista da Instituição em caso de parada Cardio Respiratória e intercorrências.  Solicitar coleta de gasometria. orientar quanto as normas do hospital.  Realizar enteróclise e pequenos curativos.  Receber o material permanente do posto e zelar pelas suas perfeitas condições de uso.

 Ouvir o paciente nas solicitações. no livro de admissão e na lista de pacientes do posto. XXV. exames e procedimentos dos pacientes sob seus cuidados. nos casos graves chamar a chefia.  Preparar material e auxiliar nos procedimentos médicos e de enfermagem.  Comunicar a chefia em casos de exames e pareceres avisados ou não. ROTINA OPERACIONAL POSTO 1A – ENFERMARIAS DE CONVÊNIOS E PARTICULAR O Posto I-A ou Enfermarias de Convênios e Particular está localizado no 1º andar desta Instituição e atende a todas as especialidades clínicas e cirúrgicas em sistema de convênios e particular. não denegrir sua imagem. Fazer admissão no prontuário.  Registrar a alta do paciente no prontuário e no livro do posto de enfermagem.  Perceber complicações em pacientes graves e comunicar a chefia. respeitar o paciente e suas limitações. procurando transmitir segurança durante o tratamento.  Orientar o paciente na alta hospitalar e comunicar a família.  Orientar.  Acompanhar o paciente até a portaria com a chegada da família e pegar a assinatura dos responsável no papel da alta. 1. RECURSOS HUMANOS POSTO 1A Equipe composta de: 93 .  Ser ético.  Manter-se informado do quadro clínico. procedimentos e cirurgias. preparar e encaminhar o paciente no horário correto para exames.  Arquivar a via assinada pela internação no prontuário do paciente.  Entregar uma via do papel da alta para a internação lançar no sistema da MV e da Prefeitura e ou Convênios. esta unidade possui 13 enfermarias de 02 leitos e 01 enfermaria de 03 leitos. medicação.  Chamar maqueiro e auxiliar o mesmo em todas as remoções de pacientes.

fezes. ESPECIFICAÇÕES NECESSÁRIAS SOBRE O SETOR: Rotina para exames: Devem ser agendados pelo funcionário do setor Tipos:  Exames laboratoriais: Devem ser colocados na caixa de exames do posto de enfermagem. aguardar rotina. Seguir técnica de coleta descrita pelo laboratório para coleta de exames efetuados pela enfermagem: EAS. 08 técnicos de Enfermagem no período noturno.  04 supervisoras de Enfermagem. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. 94  E INFORMAÇÕES .  Exames de imagem: Ultra-sonografia e Ecocardiograma: Avisar no setor USG quando solicitado o exame e aguardar marcação no período vespertino pela secretária do setor. Endoscopia: Avisar na sala de endoscopia no período vespertino e aguardar resposta da secretária do setor. sendo 03 no plantão diurno e 04 no outro plantão fazendo 12x36hs. urocultura. caso não sejam. 07 técnicos de Enfermagem no período diurno. Avisar imediatamente o laboratório quando os exames forem de urgência. 04 em cada plantão fazendo 12x36hs. 2. Eletroencefalograma e Tomografia Computadorizada: Avisar nos respectivos setores assim que solicitados e já agendar data e horário. swab e etc. escarros. Cateterismo Arterial : Atentar para guias autorizadas(se convênio) e avisar funcionário da hemodinâmica. ESTRUTURA FÍSICA DO POSTO 1A 01 Posto de Enfermagem  Uma copa  01 Banheiro para os funcionários 3. CARACTERÍSTICAS. proteinúria 24h.

A enfermaria de Convênios e Particulares possui 14 enfermarias. preparo se necessário e nome do funcionário que agendou.5 leitos / obstetrícia ENF 2A 04 – 2015 A 2017 . ROTINA OPERACIONAL POSTO 2A – OBSTETRÍCIA E BERÇARIO 1. sendo 13 de 02 leitos e 01 de 03 leitos. se E. Os leitos dispõem-se da seguinte maneira: ENF 2A 01 – 2000 A 2004 – 5 leitos / obstetrícia ENF 2A 02 – 2005 A 2009 – 5 leitos / obstetrícia ENF 2A 03 – 2010 A 2014 . CARACTERÍSTICA DA CLÍNICA O posto da obstetrícia e Berçário da Santa Casa de Goiânia localiza-se no 2º andar.C. salvo emergências (em pacientes acamados e graves esses exames são feitos no leito. se RX técnico em radiologia.G enfermeiros).3 leitos / ginecologia 95 . conhecida com Ala Madre Paulina e admite pacientes do SUS.3 leitos / obstetrícia ENF 2A 05 – 2018 A 2020 . obstetrícia e otorrinolaringologia. horário. O setor dispõe-se de 25 leitos dos quais admitem pacientes cirurgiados da ginecologia. XXVI. RX e Eletrocardiograma: seguem rotina própria dos setores de origem e são recolhidos e encaminhados pelos maqueiros. se o paciente precisar de ambulância o hospital disponibiliza de acordo com a rotina do setor de serviços (via Intranet ) e um técnico de enfermagem tem que acompanhá-lo). *OBS: Em casos de exames não realizados na instituição o enfermeiro deverá tomar todas as providências relacionadas ao mesmo: agendamento e transporte (para sair da instituição o médico responsável pelo paciente tem que preencher termo de autorização liberando-o sair do hospital e descrever qual tipo de transporte o paciente pode utilizar.Para todos: Anotar no prontuário data.

 Orientar higiene das mamas e mamilos antes e após as mamadas. das unhas. incisão cirúrgica e involução uterina. 04 técnicos de Enfermagem no período noturno. sondas. pois pode haver retenção urinária. tipos de dieta.  Estimular a deambulação precoce. mantendo-os secos e protegidos. nas primeiras horas após o parto. pois a mãe geralmente está exausta após o parto.  Orientar a realização da higiene corporal e íntima.  02 técnicos de Enfermagem no período noturno.  04 supervisoras de Enfermagem.  Observar a micção. 96 . 01 em cada plantão fazendo 12x36hs. CUIDADOS NO PÓS-OPERATÓRIO (Especifico para pacientes da Ginecologia Obstetrícia)  Orientar o paciente a permanecer em decúbito dorsal. 02 em cada plantão fazendo 12x36hs.ENF 2A 06 – 2021 A 2024 . episiorrafia. várias vezes ao dia.  Estar atento com drenos.4 leitos / ginecologia 2. após micção e evacuação. após 06 horas para parto normal e após 24 horas para parto cesariana. 3. em caso de cesariana. E trocar os absorventes quantas vezes forem necessário.  Observar sangramentos.  Proporcionar sono e repouso adequado. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. RECURSOS HUMANOS DA OBSTETRÍCIA POSTO 2A Equipe composta de:  04 técnicos de Enfermagem no período diurno. sem interrupção. 01 em cada plantão fazendo 12x36hs.  Observar aspecto da ferida operatória. jejum e outros. RECURSOS HUMANOS DO BERÇÁRIO  02 técnicos de Enfermagem no período diurno. 4. 02 em cada plantão fazendo 12x36hs. usando água morna e sabão.

Verificar demais orientações na Rotina para controle de Infecção em Recém Nascidos: Berçário e Alojamento Conjunto.  Manter o RN aquecido e em decúbito lateral. se em barra.  Observar eliminação urinaria e anotar seu aspecto. quantidade e freqüência. RN NO BERÇÁRIO  Devem-se usar luvas de procedimentos nos primeiros 12h e se sangue ou secreção e aventa ( devem ser trocados entre o cuidado de um RN e outro). 6.  Observar atentamente o nível de oxigenação do RN. lembrando que sua coloração normal é verde-escura e pastosa. e comunicar a supervisora. OBS.  Manter Alcool gel glicerinado para anti-sepsia das mãos após lavagem.  Usar Máscara desvartáveis. ALOJAMENTO CONJUNTO Alojamento conjunto é o sistema hospitalar em que o recémnascido sadio permanece com a mãe 24 horas por dia. sabonete individual.  Aspirar secreções das vias aéreas superiores se necessário. para evitar riscos de hipotermia e bronco aspiração.  Lavar as mãos antes e depois de tocar no RN. Seguir orientações da Rotina de Prevenção do Sítio Cirúrgico da CCIH.  Aferir e anotar temperatura. Orientar a puérpera para que quando as mamas estiverem ingurgitadas fazer aplicações de compressas quentes.  Anotar corretamente os procedimentos executados e as alterações observadas.  Registrar no relatório todas as intercorrências. OBS.  Usar sabonete de glicerina para dar banho no RN e retirar o vermix cavernoso das dobras da pele delicadamente.  Observar aspecto das fezes. durante a manipulação do RN.  Checar o preenchimento correto dos papéis. até a alta 97 . 7.

Colocam-se em 98 . higiene. 8.  Trazer o RN para junto da mãe.  Curativo do Cordão Umbilical com álcool a 70% descoberto. OBS.hospitalar.  Avaliar as condições físicas e emocionais do RN. reconhecendo assim. berço aquecido. incentivando a mãe a participar deste acompanhamento com o objetivo de que ela se sinta capaz de conhecer e avaliar seu filho.  Proporcionar condições para que a mãe possa reconhecer seu filho. dependendo de suas condições. deambulações.  Acompanhar a evolução diária do RN. Este sistema possibilita à prestação de todos os cuidados assistenciais a mãe e ao filho. fornecendo todas as orientações necessárias. de modo que haja integração de suas experiências anteriores e expectativas.  Realizar os primeiros cuidados com o RN.  Dar oportunidade ao pai participar nos encontros com a mãe nas enfermarias. medicações. associando sempre estas orientações com hábitos da mãe. com dietas.  Esclarecer cuidados específicos. medidas de higiene com o coto umbilical e avaliação de temperatura.  Registrar nos prontuários da mãe e do RN as condições evidenciadas e condutas tomadas de modo a fornecer informações necessárias para ações de outros profissionais da equipe. incentivando o cuidar do filho.  Supervisionar os cuidados prestados pela mãe. RN EM INCUBADORA O RN poderá ser colocado em berço comum. e orientar a mãe. Observar rotina para parto na Rotina da CCIH e Rotina para Controle de Infecção em Recém Nascidos.  Preparar alta da mãe e do RN. mostrando-se disponível para auxiliá-la na amamentação ou situações que lhe pareçam difícil.  Esclarecer sobre as rotinas gerais da unidade de modo a situá-la melhor no ambiente. como troca de roupa. fornecendo a mãe informações precisas sobre as condições de seu filho no momento de sua admissão na unidade. também situações que necessitem ajuda de outros profissionais da saúde. ou em uma incubadora.

 O RN deverá estar despido.incubadora os recém-nascidos com problemas respiratórios.  Manter a higiene rigorosa da incubadora. prematuro ou com qualquer outra alteração. mesmo em desuso para receber urgências. para evitar infecção cruzada.  Cuidado ao administrar oxigênio ao RN. para evitar queimadura.  Veja Cuidados com incubadora na Rotina de Prevenção de Infecção em RN da CCIH. para o mesmo não resfriar.  Estar atento a punção venosa pra prevenir flebites.  O RN poderá estar em berço ou em incubadora. 99 .  A incubadora deverá ser mantida ligada. CUIDADOS COM RN EM FOTOTERAPIA Fototerapia é o tratamento a base de luz visando à retirada da bilirrubina impregnada na pele do RN.  Observar atentamente prescrição médica.  Lembrar que o RN não será ouvido quando estiver dentro da incubadora.  Orientar a mãe a lavar as mãos antes de tocar o RN. o que necessitará atenção constante da equipe de enfermagem para observar suas condições. sendo fundamental o uso de fraldas para proteção do períneo e das gônadas. hipotérmico. pouco peso.  Lavar as mãos e antebraço com água e sabão e álcool a 70% glicerinado toda vez que manusear o RN.  Abrir as janelas da incubadora somente quando for manusear o RN. 9.  Manter as lâmpadas a 50 cm do RN. A fototerapia é usada nos casos de icterícia neonatal. devido à ação do calor. Cuidados de enfermagem  Controlar o tempo de permanência da lâmpada fluorescente ligado com anotação da data e números de horas/dia.  A temperatura ideal da incubadora é de 36 a 37° graus. observando posição correta do Hood.

essa doença era fatal.84). DPA) e hemodiálise).  Limpeza freqüente do berço.e a aplicação das diferentes formas de diálise (peritoneal (CAPD. Manfro. desinfecção semanal e quando tiver alta com álcool a 70%. substancia rica em potássio e líquidos. antes da introdução da diálise. mesmo que a prescrição médica seja continua. porém restritiva ao paciente. aos hospitais e médicos. permitindo uma sobrevida maior. pois pode ocorrer um hiper aquecimento pela ação do calor da lâmpada. XXVII. A IRC é um estado clínico que requer controle dietético rigoroso. melhorando a qualidade no atendimento com o transplantado renal. delimitando seu espaço à sua região. Thomé. pois pode ocorrer desidratação devida a sudorese pela ação do calor.  Retirar o RN da fototerapia 15 minutos antes do banho para que seu corpo não sinta diferença de temperatura. Proteção ocular para impedir o ressecamento da córnea. com restrições de proteínas.  Retirada do RN da fototerapia para a amamentação. 2. com diminuição na filtração glomerular.  Controlar o estado de hidratação do RN. levando a uremia (Barros. ROTINA OPERACIONAL POSTO 2B – UNIDADE DE TRANSPLANTE RENAL – UTR. 1994 pg.  Controlar rigorosamente a temperatura corporal.  A fototerapia pode ser intermediaria ou contínua de acordo com a prescrição medica. Gonçalves.  Proporcionar mudança de decúbito para que a desempregnação seja uniforme.científico para equipe de enfermagem. possibilitaram uma nova alternativa terapêutica a estes pacientes. 100 . evitando assim lesões graves por ação da luz. OBJETIVO GERAL Esta rotina visa proporcionar conhecimento técnico. NEFROLOGIA E ORTOPEDIA 1. Na ausência de material próprio manter os óculos com papel escuro e gazes. CONCEITO Insuficiência Renal Crônica (IRC) se caracteriza pela a perda progressiva e irreversível da função renal.

envolvendo o rim de um doador vivo ou cadáver humano. 5. recuperando a função renal e permitindo a reintegração social total do paciente.BREVE HISTÓRICO Dos vários programas substitutivos da função renal no tratamento da insuficiência renal crônica (IRC). penetrando no rim através do hilo renal. 3. ANATOMIA Os rins são órgãos pares situados em cada lado da coluna vertebral. Foi estabelecida como terapêutica adequada para a insuficiência renal crônica no início da década de 60. A urina é drenada para os cálices menores e destes os cálices maiores. onde há sua irrigação. para um receptor com a doença renal. 4. com a introdução do esquema clássico de imunossupressão. A fisiopatologia da IRC o rim quase sempre está atrofiado havendo perda da função filtrativa dos glomérulos causando proteinúria. 2003). 2006). hematúria.O transplante renal é um método terapêutico para o paciente com IRC. visando à substituição do órgão doente. Artéria renal é um ramo da aorta abdominal. passando pela pelve renal e ureter até a bexiga. ESTRUTURA FÍSICA DA UNIDADE 101 . oligúria. que é a associação de azatioprina e prednisona ( Manual Pratico de Diagnóstico e Tratamento – Atualização Terapêutica. são reto peritoneais. anúria. TRANSPLANTE RENAL . o transplante renal é o mais efetivo para reabilitação socioeconômica do paciente urêmico (Pereira et al.

 Pacientes com insuficiência renal aguda e crônica. fazendo 12x36hs Noturno:  04 funcionários no plantão impar. TIPOS DE PACIENTE  Transplantados  Renal Crônico  Renal Agudo  Ortopédicos Cirúrgicos  Buco-maxilo 8.  01 expurgo.  01 banheiro para funcionários.  01 isolamento com 02 leitos que constituem a Unidade Fechada do Transplante Renal. fazendo 12x36hs  04 funcionários no plantão par. fazendo 12x36hs  04 funcionários no plantão par.  Falta de imunossupressores. CUIDADOS PRÉ.  Complicações de transplante realizados na SCMG. ar comprimido e vácuo. 7. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. 08 enfermarias com 03 leitos cada sendo o total de 25 leitos. cada leito com entrada canalizada de O2. CARACTERÍSTICA DA INTERNAÇÃO  Pacientes para transplante renal. fazendo 12x36hs  04 supervisoras de Enfermagem. RECURSOS HUMANOS DO POSTO 2B Diurno:  04 funcionários no plantão impar. 9. pacientes com fratura. 6.OPERATÓRIOS 102 . (UTR)  Cada enfermaria é composta por 01 banheiro.

ao qual o paciente será submetido. 8.Comunicar a supervisora qualquer intercorrência e relatar no prontuário. comunicar ao médico nefrologista e à enfermeira responsável do horário. a avaliação física e continuidade do tratamento.Preparar e aguardar para encaminhar paciente para hemodiálise.Avaliar presença de infecção. 10. através de orientações sobre o que vem a ser o transplante renal e a melhora da qualidade de vida.Receber o paciente na unidade do transplante. juntamente com todos os exames.Aguardar chamada do centro cirúrgico.Assim que paciente internar em seu leito. laboratório). CME. oferecendo a roupa do hospital. reunir pertences e entregar a família. R) no prontuário. 3. 12. 5.Checar acesso dialítico (se FAV presença de frêmito e CDL se limpo). checar a administração dos mesmos e caso ocorra qualquer intercorrências ou falta de medicações ( principalmente imunossupressores e antibióticos). solicitar laboratório para coletar exames e fazer reserva no banco de sangue.Preparar psicologicamente o paciente e sua família. 18. 16. centro cirúrgico.Encaminhá-lo ao banho. bijuterias. PA.Pesar o paciente. retirada de esmalte. preparo da pele (higiene corporal). 103 . 2.Comunicar os setores da instituição envolvidos no processo do transplante ( banco de sangue. para encaminhar o paciente. providenciar local adequado para realizar as trocas.É o preparo bio-psico-sócio-espiritual e emocional do paciente e familiares para enfrentar o trauma anestésico/cirúrgico. 17. 13. 4-Preparo pré-operatório como: jejum.Encaminhar paciente para hemodiálise um dia antes da cirurgia e solicitar que traga seu capilar para o hospital no final da sessão e o paciente que realizar diálise peritonial. 9. realizar a medicação já prescrita pelo médico nefrologista.Internar paciente se for doador vivo 1 dias antes do transplante para exames complementares e se for doador cadáver aguardar o mesmo chegar.Manter dieta zero de 8 a 12 horas antes da cirurgia. sinais vitais ( P. minimizando ansiedade. 6. 11. 7. eliminações. 14. 1.Realizar relatório de encaminhamento ao centro cirúrgico.Averiguar e anotar diurese ( se presente). 15. hemodiálise. retirada de prótese dentária.Quando necessário. T.

Ter conhecimento de como foi o procedimento cirúrgico. O período das primeiras 24h do pós-operatório do transplante renal está associado à instabilidade hemodinâmica e a necessidade de reposição parenteral de grande quantidade de líquidos.Trocar lençóis e roupas do paciente provindo do centro cirúrgico.Conferir limpeza terminal da unidade e providenciar desinfecção do mobiliário da UTR. temos que ter uma equipe bem treinada e comprometida com o serviço e com o paciente transplantado renal. P. visa detectar e intervir precocemente nas possíveis complicações pós-operatórias do Transplante Renal. OBS. Pós Operatório Imediato.Instalar oxigênio quando necessário. medicações utilizadas no ato cirúrgico. controle da dor. 10. conforme prescrição médica. alterações na recuperação pós-operatória. R) e verificação dos mesmos de hora em hora. Portanto.Avaliar paciente ao recebê-lo na UTR quanto aos sinais vitais (PA. reposição de líquidos. Por isso. reposição volêmica.POI 1. manutenção e estímulo da deambulação precoce. soroterapia para reposição volêmica e bandeja para sinais vitais). cuidados na prevenção de infecções. a equipe de enfermagem deve ter conhecimento prévio da história do paciente.19.Conferir e providenciar material necessário para receber o paciente no POI ( preparar cama de operado. CUIDADOS PÓS.OPERATÓRIOS A avaliação da enfermagem neste período. 20. testar os equipamentos necessários para o recebimento do paciente. 6. com ênfase na monitorização do balanço hidro eletrolítico. aspiração de vias aéreas superiores. 5. enfocando a ocorrência de complicações no intra-operatório. 4. T. 3. limpeza geral do ambiente. 2.Avaliar estado de hidratação do paciente: condições clínicas. 104 . montar kit para oxigenoterapia.: A monitorização das complicações pós-transplante renal é prioritária e depende de uma grande parcela dos cuidados e observações da enfermagem. Os cuidados pré-operatórios são similares aos realizados com os pacientes cirúrgicos de médio porte.Preparar o ambiente da Unidade Fechada do transplante renal (UTR).

conforme prescrição médica. 22.Manter curativo oclusivo no 1º PO somente em local do dreno. conforme prescrição médica. 13.Observar manutenção e funcionamento da sonda vesical de demora (principalmente obstrução). 17.Realizar banho no leito. incisão cirúrgica aberta (só manter oclusivo quando houver sangramento).Manter paciente em decúbito dorsal. 21. 10. e o doador (a) quando na sua alta.Quando o paciente necessitar de realização de exames ou hemodiálise (fora da UTR).Avaliar função renal: controle de diurese de hora em hora. Pós Operatório Mediato.Estimular deambulação o mais precoce possível (conforme orientação médica). 19. 9.7.Manejo do controle da dor. trocando sempre que necessário. lavando com água e sabão. 11. 3-Medir diurese de 1/1 hora.Registrar em prontuário todas intercorrências.Aferir SSVV de 1/1 hora. 18. evitando infecções. utilizando técnica asséptica.Troca do curativo sempre que necessário pela enfermeira responsável. terá acesso à mesma. realizando reposição hídrica conforme prescrição médica. 8. 16. 12. 2-Aferir sinais vitais de 2/2 horas. drenos.Administrar medicação conforme prescrição médica. pulmonares. 14.Durante o período na UTR (até 5º PO). 20. sondas. data e horário. 105 .Realizar balanço hídrico rigoroso. se funcionante. 15. 4-Realizar curativo se houver dreno manter oclusivo. 24.Avaliar Ferida Operatória (FO) com relação a presença de hemorragias e hematomas ( solicitar enfermeira ou equipe médica quanto a qualquer anormalidade). úlceras de decúbito (dentro da UTR).Cuidados com acessos vasculares (FAV).Medir diurese de 1/1 hora e realizar reposição hídrica. Em caso de incisão cirúrgica manter aberta no 1º PO. só a equipe multidisciplinar.Agendar exames. 23.Observar acesso venoso.POM 1-Encaminhar paciente ao banho de aspersão após liberação médica. evitando prevenção de complicações vasculares. o mesmo deverá utilizar máscara de proteção. 25.

entre outros). resfriados. 7-Estimular a deambulação. técnica cirúrgica). com enfoque nas alterações de suas características (volume.  Justificativa do cuidado – a função renal no período pós-operatório imediato está relacionada com a formação de urina (24-48hs) e normalização da creatinina e uréia sérica. etc. Devido à terapêutica 106 . COMPLICAÇÕES E CUIDADOS DE ENFERMAGEM 1 – Disfunção Precoce do Enxerto:  Cuidados de Enfermagem – Realizar balanço hídrico rigoroso e avaliar o resultado. hematúria. ardência ao urinar. 8-Encaminhar paciente para hemodiálise.5-Administrar medicação imunossupressora de horário conforme prescrição médica. diarréia. A demora no funcionamento do enxerto é definida como a necessidade de diálise durante os primeiros sete dias após o transplante. investigar queixas de mal-estar.: Os funcionários que trabalham na unidade de Transplante Renal deverão se afastar se apresentarem qualquer reação infecciosa como gripe. viroses. odor. enquanto ocorre a regeneração das células tubulares. alterações da defesa imunológica (utilização de imunossupressores. 11. 9-Educar o paciente sobre os cuidados domiciliares. edema. observar presença de rubor. presença de doenças sistêmicas. se necessário. OBS.ao aparecimento de sinais de infecção: observar condições clínicas do receptor e doador. calor na ferida operatória. realizar higiene oral adequada e avaliação da cavidade oral (monilíase oral). Justificativa do cuidado . densidade. Ver outras Orientações na Rotina de Controle de Infecção de Sítio Cirúrgico da CCIH. vômitos. OBS. avaliar a evolução da cicatrização. avaliar condições das inserções de cateteres e drenos. 6-Administrar medicação de urgência. 2 – Infecção: Cuidados de Enfermagem – monitorar a evolução da temperatura. presença de sedimentos. realizar controle de diurese. tosse dificuldade respiratória e diarréia. cor. quando necessária com prescrição médica.

presença de sedimentos. Se não fizer uso. 3 – Obstrução do trato-urinário: Cuidados de enfermagem – realizar controle de diurese com enfoque nas alterações de suas características (volume. a dose irá diminuindo. avaliar presença de edema ou abaulamentos próximos à incisão cirúrgica. hematoma ou linfa. o rim será rejeitado pelo organismo e o paciente retornará à diálise. as mais importantes são: Azatioprina. a bexiga pode tornarse hiperestendida e ocorrer um rompimento da anastomose ureterovesical. 4 – Linfocele:  Cuidados de enfermagem – realizar controle de diurese com enfoque nas alterações de suas características (volume. cor. odor. Nas primeiras semanas em doses mais altas. retenção urinária. 107 . Se a obstrução persistir. e o paciente poderá referir desconforto abdominal. E estas drogas deverão ser ministradas conforme prescrição médica e em horários determinados rigorosamente. por este motivo esta não pode ser o único parâmetro de avaliação. depois. densidade. principalmente de membros inferiores e peri-incisão cirúrgica. densidade. hematúria. hematúria. Prednisona e Ciclosporina. Este paciente fará uso de várias medicações. medicamentosa. a febre poderá ser mascarada. entre outros). avaliar presença de evolução de edema. ao longo do tempo. evitando. odor. Se a obstrução ocorrer. cor. manter sonda vesical pérvia observar a ocorrência de dobras na extensão. e outros). avaliar a presença de dor na FO. o volume urinário diminui. realizar lavagem da sonda conforme orientação médica. extravasamentos de urina. portanto a rejeição (o organismo reagirá contra o rim tentando destruí-lo). CUIDADOS DE ENFERMAGEM COM AS DROGAS MAIS UTILIZADAS O transplantado renal terá que fazer uso dos medicamentos par toda à vida. 12. compressão externa por edema.  Justificativa do cuidado – a obstrução pode ocorrer devido presença de coágulos e torção das vias urinárias. A negligência em tomar estas drogas pode causar rejeição ao rim ou torná-lo doente. trações ou obstruções por coágulos. rejeição aguda ou ureter. presença de sedimentos. monitorar presença de secreção purulenta ou sinais de infecção em incisão .

se ao aumento de gorduras no sangue ( colesterol e triglicérides). 3-Ciclosporina ou Sadimun – É ingerida 02 vezes ao dia a cada 12 horas. administrado pela manhã. 13. 108 . e da quantidade de gordura no rosto e nas costas. As drogas mais utilizadas são: 1-Prednisona ou meticorten – É um corticóide.Azatioprina – Geralmente ingerida a noite. 4.Estas drogas têm doses variadas de acordo com o peso e suas condições clínicas. com uma anamnese rigorosa 2. é necessário uma avaliação minuciosa: 1. Iniciar antibioticoterapia criteriosamente e horário. conforme prescrição médica. 5-Prograf ou Tacrolins – Geralmente a administração é pela manhã. 3. podendo levar a hipertensão e desencadear diabetes. com associação de três tipos de medicamentos. Realizar admissão do paciente. aumento das gengivas. Avaliar indícios de infecção. encaminhar o paciente para o isolamento. Efeitos Colaterais: Aumento do apetite. 4-Cellcecpt ou Micofenolato de Mofetil – Poderá provocar diarréia ou vômitos e também ocasionar a queda de leucócitos e anemia. Efeitos Colaterais: Pode causar problemas no fígado (icterícia) e diminuição dos leucócitos. 6-Rapamune ou Rapamicina – Pode associar. Caso suspeita ou comprovação da infecção. 2. aumento do colesterol e às vezes desencadeando diabetes. Efeitos Colaterais: Poderá associar. geralmente em cápsula Efeitos Colaterais: Pode associar-se a hipertensão dependendo da dose.se a hipertensão. crescimento de pêlos. REINTERNAÇÃO POR INTERCORRÊNCIA Se o paciente necessitar reinternar por alguma complicação ou infecção. acne.

horário. 5. escarro.) 4. 4. Seguir técnica de coleta descrita pelo laboratório para exames colhidos pela enfermagem (EAS. aguarde sua passagem nos postos. Polvidine tópico. 2pacotes de gazes.. 01 pacote de compressa.14. 3. Agulha 40/ 12. encaminhar para o serviço social para ser autorizado junto à diretoria. Seringa 20 ml. Peso (saco de areia). Anotar data. Quando exame de alto custo encaminhar relatório médico com justificativa para o Serviço Social e aguardar resposta data. 5. 10. TC. fezes. Esparadrapo. Xilocaína injetável sem vasoconstricção. material necessário e nome do funcionário que agendou o exame. . Procedimentos: 109 . 6. 6. Exames de imagem (USG. 9. Rotina para Biópsia Renal Percutânea Preparar o material necessário: 1. Devem ser colocados na caixa de exames do setor. 7. preparo prescrito pelo médico. caso não seja. Agulha 25/ 7. ECO. Avisar imediatamente o laboratório quando o exame for de urgência. 11. 2.) devem ser agendados pela supervisão e quando não realizados na Instituição. Bandeja de pequena cirurgia. 13. ROTINA PARA ENCAMINHAMENTO DE EXAMES E BIÓPSIA RENAL Rotina para exames Quando exames Laboratoriais: 1. Lâmina de bisturi nº 11 ou 15.. Recipiente com formol. 8. local e horário da realização do exame. 12. 02 agulhas semi-automáticas para biópsia renal. 3. 2.

la. A comunicar se alteração.Orientar o paciente quanto ao repouso absoluto por 4 horas e manutenção do peso sobre o local da punção. . . .Transportar o paciente para o leito em maca.Encaminhar material ao laboratório de anatomia patológica. . sendo que a enfermagem deverá solicitar o serviço do laboratório para realização do mesmo. 1. XXVIII.Deixar preenchido o formulário da sala. como hemocultura e hemograma. Na instituição são destinados dezenove leitos. Dispõem de equipe qualificada sendo uma enfermeira especialista em oncologia e técnicos em enfermagem capacitados para manipulação e administração de fármacos.Após o término arrumar o quarto. ROTINA OPERACIONAL POSTO 2C – UNIDADE DE HEMATOLOGIA/ONCOLOGIA A Santa Casa de Misericórdia de Goiânia oferece assistência humanizada a clientes que necessitam de tratamento oncológico e hematológico. .Promover a desinfecção do leito para biópsia e arrumá-lo.Anotar e comunicar intercorrências. Os clientes ao serem admitidos na unidade deverão ser verificados os sinais vitais e observados a solicitação de exames. aferir P.1. CUIDADOS GERAIS PARA PACIENTES DA UNIDADE DE ONCOLOGIA E HEMATOLOGIA 1.Observar aspecto da diurese. .Recolher material utilizado. . Alguns fatores 110 .Auxiliar médico assistente durante o procedimento. . . após verificar de 30 em 30 minutos até completar 4 horas. . TOXICIDADE GASTRINTESTINAL Os efeitos colaterais mais comumente encontrados na maioria dos pacientes sob quimioterapia são as náuseas e os vômitos. .Aferir SSVV de 15 em 15 minutos na 1ª hora.Preparar o paciente.. quantidade e anota. sendo seis enfermarias com três leitos e um isolamento. para clientes da oncologia e hematologia.

1SINAIS CLÍNICOS DA MUCOSITE Hiperemia. a velocidade de aplicação e a combinação dos fármacos. sudorese. perspiração.2.2. a dose .3.1. Bochechos com solução salina (SF 0.1. ulceração.  Encorajar o paciente a evitar gorduras. SINAIS CLÍNICOS  Palidez cutânea. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM     Inspecionar cavidade oral. dor.3. alimentos muitos salgados ou com odores fortes. em decorrência da alteração do paladar. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM 111 . sensação de fraqueza.1. Orientar a escovação dos dentes com escova macia. condimentos. taquicardia. manteiga de cacau). tontura.2.1. 1. Aplicar lubrificante labial (ex. Estomatite refere-se especificamente a mucosa oral. 1. hemorragia e infecção secundária. edema.influem na ocorrência de náuseas e vômitos. 1.  Estimular a ingestão de pequenas porções de alimentos a intervalos menores. sialorréia. salivação excessiva. a via de administração .9%). 1. 1. MUCOSITE (ESTOMATITE) É o termo genérico usado para designar a inflamação da mucosa.2. dor na região da garganta e epigástrio.2. ANOREXIA É a perda do apetite ocorrendo principalmente em pacientes em usos de quimioterapia. 1. 1. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM  Administrar o antieméticos antes das refeições.

 Instruir o paciente da importância da ingestão de fibras. 1.5.1. Orientar o paciente sobre a importância de a ingestão alimentar mesmo durante o quadro de inapetência. Acontece em decorrência da neuro toxicidade.4.1.  Promover o contado com o serviço de nutrição sempre que necessário.  Informar ao médico sobre a evolução da obstipação. pelo intestino. vômitos e desequilíbrio eletrolítico. A não correção do estado obstipativo pode levar a náuseas.  Estimular a ingestão de alimentos ricos em proteínas e calorias.  Hidratação adequada.4. como o uso de suplementos nutritivos que ofereçam complementação dietética de grande valor. 1.  Avaliar turgor cutâneo e umidade das mucosas. OBSTIPAÇÃO A obstipação consiste na dificuldade e diminuição da evacuação. 1. DIARRÉIA Definida como liberação anormal e freqüente de matéria fecal. 112 . alimentação por sonda.5. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM  Questionar ao paciente sobre sua função intestinal. acompanhada ou não de cólicas abdominais. mais ou menos liquida. nutrição parenteral. 1.  Avaliar ruídos hidroaéreos. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM  Avaliar o padrão intestinal habitual do paciente  Pesar em intervalos regulares  Orientar quanto à importância da manutenção da ingestão hídrica adequada. principalmente dos quimioterápicos do grupo dos alcalóides da vinca.  Casos mais graves devem ser avaliados quanto à necessidade de medidas alternativas.

urticária e hipotensão. SINAIS E SINTOMAS Exantema cutâneo maculopapular. TIPOS DE ALTERAÇÃO Alterações mentais confusão. vômitos.6. cefaléia. sudorese. fraqueza muscular. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM  Orientar o paciente e familiar para ficarem atentos quanto aos sinais e sintomas da neuro toxicidade para pacientes internados. rigidez da nuca.  Neuropatia craniana: toxicidade. neurorretinite óptica. tosse dispnéia. dormência nas extremidades dos membros superiores e inferiores. tontura e raramente. vômitos. sensações de queimação. ataxia. 1.  Alertar sobe o perigo da obstipação. paralisias e encefalopatia. prurido.7.6.7. NEUROTOXICIDADE Alguns fármacos quimioterápicos apresentam uma maior incidência no que se refere aos sintomas provocados no SNC. fala pastosa.6. edema periorbitário. 113 .  Aracnóide e irritação meninge: náuseas. REAÇÕES ALÉRGICAS E ANAFILAXIA É um tipo de reação orgânica imunológica e passageira que se caracteriza por contração da musculatura lisa e vaso dilatação periférica devido à liberação de substancias farmacologicamente ativas iniciadas pela ligação do antígeno ao anticorpo. depressão e sonolência. 1.  Ataxia cerebral: dismetria. cólica abdominal e impotência. nistagmo e vertigem. Orientar na pratica de exercícios físicos diários e da deambulação. febre. 1. obstipação.1. 1. perda do paladar.  Neuropatia periférica: Parestesias em mãos e pés.  Informa sobre a transitoriedade da obstipação.1. formigamento e dormência mialgias. bronco-espasmo.2. 1.  Instituir medidas preventivas contra a obstipação.

1. 114 . foto sensibilidade.1.  Aumentar o fluxo de soro.  Monitorar sinais vitais e cada 5 minutos. urticária. descoloração venosa e necrose tecidual pos-extravasamento. dor.7. eritema. 2. desconforto respiratório e edema. CUIDADOS DE ENFERMAGEM IMEDIATOS DURANTE A REAÇÃO ALÉRGICA  Comunicar o médico imediatamente. 1.3. hiperpigmentação e outras. principalmente quando o paciente apresentar cianose. TOXICIDADE DERMATOLÓGICA DAS DROGAS Toxicidade local ocorre quando a droga atinge os tecidos vizinhos ao local primário da inoculação da mesma e apresenta sinais e sintomas variados: flebites.1.  Administrar oxigênio 02 l/m por cateter nasal ou máscara aos dispnéicos.1. Já a toxicidade sistêmica inclui os seguintes sinais e sintomas: alopecia. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM  Manter em mãos agentes farmacológicos e equipamentos de emergências. DEFINIÇÕES 2.  Interromper imediatamente a infusão. urticária.  Alerta especial quando da administração do medicamento ao primeiro indicio de reação.  Realizar a técnica de reanimação cardiopulmonar.  Ajudar o paciente a controlar a ansiedade. Extravasamento – é o escape ou infiltração de drogas do vaso sanguíneo para os tecidos vizinhos. principalmente em casos de hipotensão. 2.  Manter acesso venoso permeável.2.7.9% ou SG 5%.  Obter sinais vitais pré-quimioterapia.  Proceder a atendimento de emergência conforme critérios médicos.  Manter a via venosa com SG 0.

2.2.1. desconforto e eritema. Drogas irritantes – são aquelas que causam reação cutânea menos intensa quando extravasadas. Pode estar presente sinal de inflamação (dor. FATORES DE RISCO QUE CONTRIBUEM PARA O EXTRAVASAMENTO DE QUIMIOTERÁPICOS  Pacientes com enfermidades vasculares periféricas. Os sintomas são: prurido em ausência de dor e dificuldade do retorno venoso.  Pacientes que estão incapacitados de se comunicar sobre as sensações de dor que ocorrem durante o extravasamento. calor. diabetes.  Pacientes que tenham recebido radioterapia na área da punção.  Escolha de equipo ou scalps inadequados. seguidos por uma ulceração progressiva.3.  Administração dos quimioterápicos por pessoa sem o devido treinamento. rubor e edema) e não há dificuldade de retorno venoso. Drogas vesicantes – são aquelas que causam irritação severa com formação de vesículas e destruição tecidual quando infiltrados fora do vaso sanguíneo. As reações imediatas de extravasamento são: queimação. CARACTERÍSTICA DA LESÃO TECIDUAL O tempo de duração de lesão tecidual depois do extravasamento de medicamento é variável.2. síndrome de Reynaud. dor.2. 2.  Localização inadequada da punção.1.2. calor.2. Com drogas vesicantes a lesão geralmente aparece gradualmente.1. PREVENÇÃO DO EXTRAVASAMENTO 115 .  Pacientes idosos devido à maior fragilidade capilar.  Pacientes com infusão contínua durante longo período de tempo. Pode haver dor e queimação sem necrose tecidual ou formação de vesículas.2. 2. A ulceração pode aumentar por 02 ou 03 meses. podendo necrosar o tecido e comprometer tendões e articulações. 2. Inicialmente o agente tóxico causa dor durante o extravasamento e após 7 a 10 dias aprecem eritemas.

imobilidade) freqüentemente irreparável. 3 . 2 . submetidos à irradiação.  Em geral recomenda-se a aplicação dos quimioterápicos. ruptura e espasmo. Evitar jelco porque pode retardar a percepção de pequenos extravasamentos.  Certifica-se do posicionamento correto do scalp ou Jelco antes de administrar o quimioterápico por meio das seguintes manobras.  Escolher a via que ofereça à melhor proteção as articulações tendões e nervos. pois a veia esta mais estável e menos irritada no inicio do tratamento e. e agulha comum. de difícil correção. assegurando a imobilização da agulha dentro do vaso e o reconhecimento imediato de reações locais de infiltração do fármaco.  Evitar o uso de veias puncionadas há mais de 24 horas. mesmo que apresentem bom retorno venoso. com lesão ou metástases. portanto. edemaciados. vesicantes antes dos não-vesicantes.Observar as queixas do paciente. que cause o menor prejuízo anatômico e funcional e que ofereça melhores condições cirúrgicas caso ocorra extravasamento. submetidos a cirurgia. apesar de ter as veias mais calibrosas e acessíveis. ocasionando prejuízo funcional do membro (contratura. nervos. queimação e aguilhadas são os sintomas de extravasamento.  Fixar o scalp com adesivo transparente.  Puncionar com cuidado a veia escolhida.  Evitar punção de membros inferiores.  A fossa ante cubital deve ser evitada ao máximo. 116 . 1. correspondentes a mastoidectomia. por ser difícil mobilização e fixação. Não administrar fármaco vesicante em infusão continua prolongado através de veia periférica puncionada com scalp ou jelco. com distúrbios motores ou sensoriais e excessivamente puncionados. dor. Pois no local existem estruturas importantes (artérias. acarretam comprometimento articular. menos tortuosa.Testar o retorno venoso. de preferência com scalp. Solicitar ao paciente a manutenção da mão ou do membro imóvel durante a aplicação do fármaco. tendões) que quando lesados. moveis e distantes de articulações.Administrar inicialmente apenas o soro fisiológico. por serem mais calibrosas. 4.Observar queixa do edema e hiperemia que indiquem aos sinais de extravasamento. menos susceptível a lesões. são mais adequadas às veias do antebraço. Neste sentido.

A neutropenia é caracterizada por valores de 117 . especialmente dos vesicantes. a infusão dos quimioterápicos. formigamento.  Remover o scalp e elevar o membro acima do nível do coração. fármaco administrado e seqüência. sinais e sintomas apresentados. 2. 3. local. quantidade extravasada.  Instruir o paciente para relatar imediatamente qualquer anormalidade.  O retorno venoso deve ser checado pelo menos a cada 2 ml de fármaco administrado.  Após aplicação do fármaco. Sempre que possível. NEUTROPENIA Pacientes que recebem quimioterapia devem ser cuidadosamente monitorados para determinar a ocorrência e a duração da mielossupressão. lavar a veia com pelo menos 20 ml de soro ou água destilada antes de retirar o scalp.  Aplicar o antídoto ou compressas frias e/ou quentes. A técnica mais adequada consiste na menos irritante ao endotélio venoso.  Manter a área puncionada sob observação constante durante o período de infusão do antineoplásico.000/mm até menor ou igual a 2.  Evitar exercer pressão sobre o local do acidente. como dor. concomitante a infusão do soro de manutenção. MEDIDAS DE ENFERMAGEM IMEDIATAS EM EXTRAVASAMENTOS  Parar imediatamente a infusão e manter a agulha no local. queimação. conforme recomendado.3. mas sempre. tipo de agulha e calibre.  Notificar o médico do paciente e registrar a ocorrência em prontuário ou outro impresso específico. Paciente com contagem maior ou igual a 4. deve ser feita em push (em bolus) (administram-se dois ml e esperam-se 15 segundos e assim sucessivamente). sendo importante registrar data e hora.  Conectar uma seringa ao scalp para aspirar a medicação residual existente. especialmente ao tratar-se de fármaco vesicante.000/mm podem receber a dose total prevista.2. O uso do antídoto deve ser prescrito pelo medico assistente e autorizado por protocolo definido pela Instituição. tratamento realizado e assinatura do enfermeiro responsável. prurido ou agulhada.

fazendo 12x36hs  04 supervisoras de Enfermagem. 01 expurgo. Nesses casos.  A clínica também possui uma sala com maca para procedimento (punção venosa). sendo composta por: 04 enfermarias com 05 leitos cada sendo o total de 20 leitos. 118 . Valores menores ou iguais a 1. A ocorrência de febre na vigência de neutropenia carcteriza uma emergência oncologica. Conforme idade da criança é colocada em berços ou camas. 4. a dose deve ser revista pelo medico antes de ser liberada. RECURSOS HUMANOS DO POSTO 2C Diurno:  03 funcionários no plantão impar. ESTRUTURA FÍSICA DO POSTO 2-D       A pediatria está localizada no 2º andar. cada leito com entrada canalizada de O2. ar comprimido e vácuo. com material de emergência. o que dependerá do quadro clinico do paciente. 01 banheiro para funcionários.500/mm. Cada enfermaria é composta por 01 banheiro. respectivamente. fazendo 12x36hs Noturno:  03 funcionários no plantão impar. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. três são destinadas para tratamento clínico. fazendo 12x36hs  03 funcionários no plantão par. Das quatros enfermarias. XXIX. banheiro com uso exclusivo dos funcionários. ROTINA OPERACIONAL POSTO 2D – PEDIATRIA 1. possui também uma sala para preparo de medicação.00/mm e 500 /mm definem neutropenia moderada e severa.neutrófilos inferiores a 1. podendo sofrer ajustes ou mesmo suspensão. fazendo 12x36hs  03 funcionários no plantão par. armário com chave para guardar medicamentos. uma para tratamento cirúrgico.

 Orientar a mãe quanto à higienização genitália. fazendo 12x36hs.  Observar a pele do bebê.pia com bancada e um armário para guardar roupas. fazendo 12x36hs. 01 bebedouro. fazendo 12x36hs. 3.  No espaço comum do posto. HIGIENIZAÇÃO  Oferecer bacia estéril quando for RN até 06 meses.  Encaminhar para higienização corporal no chuveiro quando a criança tiver acima de 1 ano. Noturno:  02 funcionários no plantão impar. soros e cobertores.  Oferecer roupa limpa.  04 supervisoras de Enfermagem. 119 . existem mesas infantis com cadeiras para as crianças. RECURSOS HUMANOS DO POSTO 2D Diurno:  02 funcionários no plantão impar. fazendo 12x36hs.  02 funcionários no plantão par. e um armário para guarda dos brinquedos. 2. nariz e ouvido. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. 01 televisão com vídeo cassete. proceder ao curativo com álcool a 70% conforme recomendado.  Oferecer e orientar quanto ao uso do sabonete neutro.  Realizar a troca de lençol do leito.  02 funcionários no plantão par.  Observar coto umbilical.  Auxiliar a mãe conforme necessidade.

 Incentivar aleitamento materno de acordo com a idade da criança.  Aos lactentes serão oferecidas mamadeiras conforme prescrição.  Oferecer a máscara e aerosol com a medicação para a mãe.  Identificar o material coletado com o nome do paciente e registro.  Orientar o paciente e a mãe quanto ao procedimento e ajustar a máscara nas vias aéreas superiores.  Observar a aceitação das dietas. NEBULIZAÇÃO  Preparar a medicação conforme prescrição. 120 .  Oferecer recipientes para coleta de exames de fezes e urina. 6.  Auxiliar a mãe na alimentação conforme necessidade. Solicitar que mãe ou acompanhante realize os banhos das crianças abaixo de 01 ano com observação da enfermagem.  Incentivar a alimentação quando estiver inapetente. ALIMENTAÇÃO  A alimentação será fornecida pelo serviço de nutrição para criança e a mãe ou acompanhante. 4. PREPARO PARA EXAMES  Orientar a mãe quanto á necessidade do jejum para exames.  Auxiliar laboratório na coleta de sangue levando a criança e a mãe para a sala de procedimentos. 5.  Encaminhar o material junto com o pedido do exame para o laboratório.

 Ligar o ar comprimido.  Administrar medicação conforme prescrição. observando cor.  Posicioná-la no leito conforme cirurgia. 7.  Anotar diurese conforme prescrição.  Orientar a mãe quanto à importância do repouso e continuidade de jejum.  Abrir sondas e drenos se houver. CUIDADOS PARA PACIENTES CIRÚRGICO  Receber a criança e passá-la da maca para o leito. 121 .  Observar drenagem de curativos. POI .  Abrir venóclise e controlar o gotejamento.  Observar nível de consciência da criança. Seguir rotina conforme Manual do Curativo  Observar cor e aspecto da diurese.  Orientar a criança e a mãe quanto à importância da deambulação e repouso.  Aguardar o tempo da nebulização. aspecto e odor.  Retirar o material da unidade. Seguir rotina conforme Manual do Curativo 7.1.  Encaminhar material para o CME para limpeza e desinfecção.  Realizar troca de curativos conforme necessidade e se houver prescrição.CIRURGIAS UROLÓGICAS  Observar curativos e proceder à troca conforme necessidade e prescrição médica. na bolsa coletora.  Manter o leito limpo e seco.

passando-o da maca para leito em decúbito dorsal.4.  Orientar a mãe quanto à necessidade da sonda vesical de demora. Manter repouso no leito até 1º P.O.CIRURGIAS ORTOPÉDICAS   Manter criança de repouso conforme prescrição.3. 7. náuseas e vômitos e registrar em prontuário. POI .    Orientar o paciente para não fletir o membro do procedimento. Apalpar artéria pediosa. e observar cianose de extremidades. Aferir sinais vitais e anotar no prontuário. Realizar troca de curativo conforme prescrição.    Manter o leito limpo e seco.ABLAÇÃO  Receber o paciente. POI. Observar eliminações fisiológicas e anotar. Manter talas de gesso em posição anatômica de acordo com prescrição médica.O. 7. 7.I. 122 .  Administrar medicação conforme prescrição para dor. Administrar medicação conforme prescrição.2. Aferir sinais vitais e anotar no prontuário. P. Seguir rotina conforme Manual do Curativo.CIRURGIAS DA OTORRINO      Receber a criança posicioná-la no leito de acordo com a cirurgia. Realizar troca de curativo conforme prescrição. Observar local do curativo.

sendo denominado posto 2E. 08 leitos masculinos. materiais para curativos. 08 leitos femininos e os restantes destinados aos pacientes clínicos. Os atendimentos realizados no setor são: clínicos. Manter o leito limpo e seco. ESTRUTURA FÍSICA O posto da cardiologia está situado no 2º piso. etc. ROTINA OPERACIONAL POSTO 2E – CARDIOLOGIA 1. impressos e a guarda de papeletas de alta hospitalar. estudo eletrofisiológico. material de emergência (monitor cardíaco. implante de marca. possui 37 leitos. ablação e cirurgia cardíaca. é reservado para prescrição médica com balcão formicado e mesa de granito. sendo que 16 leitos são destinados a pacientes cirúrgicos. de acomodações simples. Administrar com rigor anticoagulante conforme prescrição médica. Realizar troca de curativo conforme prescrição. mesinha com gavetas para guardar aparelhos de pressão arterial. desfibrilador e um foco portátil). Há um pequeno hall com cadeiras e uma TV 29 polegadas que foi doação de um paciente para entretenimento no final da tarde com horários estipulados de ligar e desligar a televisão. com um total de 09 enfermarias de 03 leitos e 04 enfermarias de 02 leitos. Há também um pequeno expurgo para guardar materiais contaminados como comadres. cateterismo cardíaco. enxovais e pijamas para os pacientes. XXX. compadres.      Manter a criança de repouso conforme prescrição. No posto ao lado.passo. Administrar medicação conforme prescrição. 2. escaninho para papeletas. Revisar o curativo compressivo. luvas. As roupas sujas 123 . estetoscópio. látex. CARACTERISTICA DA CLÍNICA No posto de enfermagem e realizado o preparo dos medicamentos e a guarda dos materiais como bandejas. desfibrilador. angioplastia.

RECURSOS HUMANOS DO POSTO 2E Diurno:  04 funcionários no plantão impar. fazendo 12x36hs Noturno:  04 funcionários no plantão impar. 3. quando o paciente recebe anticoagulantes orais ou parenterais.  Administrar medicação prescrita com rigor.são acondicionadas em hampers que estão localizados entre as enfermarias. 124 . pele e cabelo. fazendo 12x36hs  04 funcionários no plantão par. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs.  Cianose de extremidades.  Oferecer coletor de diurese para aferir e anotar diurese: observando cor.  Estado geral do paciente: unhas.  Observar com rigor sangramentos orais. aspecto e odor. fazendo 12x36hs  04 supervisoras de Enfermagem.  Orientar e mantê-lo em repouso no leito: membros inferiores elevados. hematomas. CUIDADOS COM PACIENTES CLÍNICOS QUANDO ADMITIDOS Após admissão observar conforme rotina:  Edema. dispnéia. fazendo 12x36hs  04 funcionários no plantão par. 4.

conforme prescrição médica. para evitar úlceras por pressão. dersani ou trigliceril. Administrar oxigênio úmido sob cateter nasal ou máscara de macronebulação. edema MMII.  Aspirar secreções orais ou pela tranqueostomia com técnica asséptica conforme necessidade (ver rotina de prevenção de Pneumonia da CCCIH). debilitado.  Solicitar atendimento psicológico sempre que detectar necessidade.  Ouvir e tentar solucionar queixas. nos casos de rachaduras.  Observar nível de consciência.  Liberar acompanhante familiar de acordo com o estado geral do paciente.  Proporcionar terapias no leito em estados graves de ICC com uso de drogas vaso ativa em bomba de infusão.  Proporcionar ambiente calmo e tranqüilo.  Observar funcionamento intestinal.  Proceder à mudança de decúbito de 2/2 horas.  Providenciar emolientes / hidratantes para pele.  Realizar  massagem de conforto. proceder à higienização no leito ou chuveiro de acordo com o estado geral do paciente. principalmente em proeminências ósseas. 125 .  Quando paciente acamado. Hidratar a pele do paciente com óleo de girassol.  Manter o paciente limpo e seco. para passar no paciente.

O S em caso de precordialgia. Administrar medicação conforme prescrição do médico. atividades manuais. Observar com rigor temperatura da água quando encaminhado para higienização corporal. CATETERISMO CARDÍACO 126 . Autorizar acompanhante familiar conforme estado do paciente. livros. 4. 5.  Proporcionar terapias. Verificar e anotar os sinais vitais de 1/1 hora.  Orientar familiares quanto à necessidade de visitas regulares. TV. conforme estado geral do paciente. Observar cianose de extremidades. Proporcionar sono/repouso/ambiente calmo e tranqüilo.     Administrar medicação S. Colocar o paciente em posição de fawler mais oxigênio terapia conforme prescrição. Solicitar dieta livre para nutrição e observar aceitação.   Restringir número de visitas. Retirá-lo do quarto para o banho de sol e socializá-lo com outros pacientes. CUIDADOS COM O PACIENTE COM INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO:      Mantê-lo em repouso absoluto no leito.

I DE CATETERISMO CARDÍACO  Preparar leito do paciente.  Receber o paciente.  Revisar o curativo compressivo. P. principalmente PA e pulso.  Aferir a anotar sinais vitais.Exame cardiológico evasivo feito para diagnosticar ou corrigir problemas cardiovasculares. É feito 127 . oferecendo roupa do hospital.1.  Solicitar maqueiro para encaminhar paciente com os exames para hemodinâmica. e observar cianose de extremidades. Preparo para Cateterismo Cardíaco  Encaminhar paciente para higienização corporal e oral. passando-o da maca para leito em decúbito dorsal.  Orientá-lo quanto jejum. 4. ANGIOPLASTIA Desobstrução de artérias coronária ou ponte de safena que estejam comprometidas por uma placa de gordura ou um coágulo.  Retirar roupa íntima prótese dentária e guardar no armário de pertences. 5. Sua indicação é para mostrar obstruções das artérias que irrigam a musculatura do coração (coronárias). orientá-lo para não fletir o membro do procedimento.O. como a visualização de um estreitamento geralmente formado por uma placa de gordura na artéria coronária.  Apalpar artéria pediosa.

restabelece circulação sanguínea local.X).O. passando-o da maca para leito em decúbito dorsal. principalmente PA e pulso.usando-se um balão que.  Administrar com rigor anticoagulante conforme prescrição médica.I DE ANGIOPLASTIA  Preparar leito do paciente. 5. PREPARO PARA ANGIOPLASTIA  Encaminhar paciente para higienização corporal e oral.2.I DE ESTUDO ELETROFISIOLÓGICO 128 . 5.1. oferecer roupas (pijamas) do hospital. com a finalidade de detectar e avaliar uma arritmia cardíaca. e observar cianose de extremidades.  Orientá-lo quanto jejum.O. ESTUDO ELETROFISIOLÓGICO É um exame realizado por meio de introdução de cateteres que chegam até o coração e são guiados por imagem radiológica (R.  Retirar roupa íntima prótese dentária e guardar no armário de pertences. orientá-lo para não fletir o membro do procedimento. 6. P.  Revisar o curativo compressivo. posicionado e inflado no ponto que está obstruído.  Solicitar maqueiro para encaminhar paciente com os exames para hemodinâmica.  Apalpar artéria pediosa.1.  Aferir a anotar sinais vitais. P. 6.  Receber o paciente.

 Verificar e anotar sinais-vitais.  Orientar paciente quanto repouso no leito.  Encaminhar paciente para higienização corporal e oral.  Observar local da punção.O DE ESTUDO ELETROFISIOLÓGICO  Verificar Sinais Vitais. 7.3.1º P.  Medicação conforme prescrição médica. 6.2.  Retorno ambulatorial conforme orientação médica. ORIENTAÇOES PARA ALTA  Manter repouso em casa por 24h. 6. Receber paciente cordialmente chamando-o pelo nome.  Oferecer dieta conforme prescrição. ABLAÇÃO Tratamento utilizado para acabar com as arritmias cardíacas. jugular e femoral.  Manter ambiente calmo tranqüilo para repouso no leito.  Passar da maca para leito.  Fazer troca de curativo compressivo conforme prescrição médica.  Fazer troca de curativo.  Observar queixas e solicitar avaliação médica. que usa a energia de radiofreqüência aplicada diretamente nos focos das 129 . mantendo curativo oclusivo. não dobra o membro do procedimento.  Administrar medicação conforme prescrição médica.

 Encaminhar paciente par higienização corporal e oral.  Fazer troca de curativo. mantendo curativo oclusivo.  Retorno ambulatorial conforme orientação médica.arritmias. não dobrou o membro do procedimento. 130 .3. com índice de cura hoje em torno de 95 a 98%.  Medicação conforme prescrição médica.  Observar local da punção.2. P. 7.  Observar queixas e medicações.  Manter ambiente calmo tranqüilo para repouso no leito.O.  Verificar e anotar sinais-vitais. ORIENTAÇÕES PARA ALTA  Manter repouso em casa por 24h.  Fazer troca de curativo compressivo conforme prescrição médica. jugular e femoral.  Passar da marca para leito.I DE ABLAÇÃO  Receber paciente cordialmente chamando-o pelo nome. 7.  Orientar paciente quanto repouso no leito. livrando inclusive o paciente do uso de medicamentos.1.  Oferecer dieta conforme prescrição.O DE ABLAÇÃO  Verificar Sinais Vitais.1º P. 7.

A e Pulso.1. passando-o da maca para o leito em decúbito dorsal. 8. fazendo o trabalho do marca-passo natural. MARCA-PASSO Aparelho implantável no paciente com peso de mais ou menos 14 gramas no tecido subcutâneo.8.  Retirar prótese e roupa íntima. PRÉ OPERATÓRIO DE IMPLANTE DE MARCA-PASSO  Aferir pulso e encaminhá-lo para higienização corporal com auxílio.I DE MARCA-PASSO  Preparar o leito do paciente. 8. fios muito finos que transportam estímulo elétrico até o coração.  Aferir e anotar sinais vitais.  Solicitar acompanhamento familiar de acordo com o estado do paciente.  Receber o paciente.  Orientá-lo para não dobrar o membro superior do lado da ferida operatória. quando este não funciona de forma adequada.O.  Oferecer camisola ou pijama limpo. com a finalidade de estimular o coração através de eletrodos.  Orientá-lo quanto ao repouso no leito. 131 .2.  Solicitar maqueiro para encaminhar pacientes mais exames para centro cirúrgico de maca ou cadeira de rodas. P.  Observar sangramento no local. principalmente P.

8.O DE MARCA-PASSO  Encaminhar o paciente para higienização corporal e oral com auxilio  Oferecer o desjejum e observar aceitação.  Orientar o paciente e a família quanto à importância de administrar a medicação correta.  Uso restrito do celular.  Realizar a troca de curativo na ferida operatória.  Cuidados com a ferida operatória. 0.F.  Orientar a família e o paciente caso observe hiperemia e ou drenagem pela ferida operatória retornar.3.  Não passar em porta giratória de banco.1º P.9% o Secar o Ocluir o Manter aberto após 24h 8.4.  Orientar quanto à importância da data e hora do retorno ambulatório. ORIENTAÇÕES PARA ALTA DE MARCA PASSO  Não usar colchão magnético. observando: o Hiperemia o Exsudado local o Alergia do esparadrapo o Edema Curativo o Lavar com S. 9. DESFIBRILADOR IMPLANTÁVEL 132 .

 Solicitar acompanhamento familiar de acordo com o estado do paciente.1.O. provocando uma descarga elétrica. salvando a vida do paciente.  Oferecer camisola ou pijama limpo.  Retirar prótese e roupa íntima.  Orientá-lo para não dobrar o membro superior do lado da ferida operatória. P.  Orientá-lo quanto ao repouso no leito. 9.I DE DESFIBRILADOR IMPLANTÁVEL  Preparar o leito do paciente. e também reverter uma arritmia. principalmente P.A e Pulso. PRÉ OPERATÓRIO DE IMPLANTE DE DESFIBRILADOR IMPLANTÁVEL  Aferir pulso e encaminhá-lo para higienização corporal com auxílio.  Solicitar maqueiro para encaminhar paciente e os exames para centro cirúrgico de maca ou cadeira de rodas. 133 . passando-o da maca para o leito em decúbito dorsal.  Receber o paciente.  Observar sangramento no local. 9. que tem como função estimular o coração a bater de forma sincronizada.Aparelho implantável com peso de mais ou menos 14 gramas é implantado na altura do tórax.  Aferir e anotar sinais vitais.2.

1º P.9% o Secar o Ocluir o Manter ocluido nas primeiras 24h 9. ORIENTAÇÕES PARA ALTA DE DESFIBRILADOR IMPLANTÁVEL  Não usar colchão magnético.4.F.  Não passar em porta giratória de banco.  Oferecer o desjejum e observar aceitação. 134 .OBS: Caso haja descargas continuas do gerador (choque) comunicar com o cardiologista e colocar imã no local do aparelho.3.  Orientar o paciente e a família quanto à importância de administrar a medicação correta. 0.  Orientar quanto à importância da data e hora do retorno ambulatório.  Realizar a troca de curativo na ferida operatória. 9.O DE DESFIBRILADOR IMPLANTÁVEL  Encaminhar o paciente para higienização corporal e oral com auxilio. observando: o Hiperemia o Exsudato local o Alergia do esparadrapo o Edema Curativo o Lavar com S.

vai desde o momento da internação até 24 horas antes da cirurgia.  Orientar a família e o paciente caso observe hiperemia e ou drenagem pela ferida operatória retornar. PRÉ-OPERATÓRIA MEDIATO É o período em que o paciente aguarda procedimento cirúrgico.G o Bioquímica o Eletrocardiograma o Ecodopler o Cateterismo Cardíaco o Raios-X de Tórax  Orientar paciente quanto a dieta. 10. Neste período que são realizados todos os exames pré-operatórios.  Cabelos e couro cabeludo.  Rever exames já realizados como: o Hemograma Completo o E. 135 .1. Cuidados com a ferida operatória.C.  Ouvir a tentar solucionar dúvidas e queixas do paciente. 10. CUIDADOS PARA CIRURGIAS  Orientar o paciente sobre a hora e data ao da cirurgia.  Uso restrito do celular.  Observar:  Presença de feridas na pele  Estado de conservação dos dentes e mucosa oral.

oferecendo camisola e pijama limpos.  Administrar medicação conforme prescrição médica: .  Retirar próteses / roupas íntimas/ adornos do paciente.  Aferir e anotar sinais vitais.  Orientar paciente sobre dieta zero de acordo com horário da cirurgia.  Informar o horário correto do procedimento cirúrgico.  Conferir com o paciente todos o pertences.Ansiolítico leve. rotular e guardar. 136 .11.  Encaminhar paciente para higienização corporal com clorexidina e oral.  Aferir e anotar medidas antropométricas.  Solicitar maqueiros e encaminhar e encaminhar o paciente com os exames para o centro cirúrgico.Antibioticoterapia profilática na indução anestésica . vai desde o momento da internação até 24h antes da cirurgia. PÓS-OPERATÓRIO DE PACIENTES ENCAMINHADOS DA UTI  Preparar o leito do paciente  Receber paciente passando-o da maca para o leito em decúbito dorsal  Observar o nível de consciência e colocá-lo em posição de Fowler  Colocar roupa do hospital. PRÉ-OPERATÓRIO IMEDIATO É o período em que o paciente aguarda procedimento cirúrgico. camisola/pijama limpos. 12.

 Orientar quanto à importância da aceitação das dietas oferecida. náuseas e vômitos.  Levar o material até a unidade do paciente. aspecto e volume  Observar a presença de S.  Ouvir e tentar solucionar queixas.  Orientar quanto à importância da higienização oral e corporal. abrir o dreno. CURATIVOS CIRÚRGICOS (Conforme manual de Curativos)  Lavar as mãos. observando cor. abrir a sonda.  Orientar o paciente quanto a importância da deambulação e repouso. 137 .  Orientar quanto à importância da deambulação. incluído prótese dentaria.V.  Entregar todos os pertences.  Aferir e anotar sinais vitais.  Orientar quanto à prevenção de dor. 13.  Solicitar acompanhamento familiar.D. 14. Observar o paciente quanto: o Cianose de extremidades o Dispnéia o Náuseas/ Vômitos o Aspecto da ferida operatória  Observar a presença de drenos fechados. ORIENTAÇÕES GERAIS PARA O PACIENTE  Observar e comunicar caso tenha drenagem de líquidos pelo orifício dreno.

 Recolher material de curativo.  Orientar paciente. ORIENTAÇÕES PARA ALTA 15. conforme a técnica asséptica.  Abrir pacote de curativo.9% secar com gaze estéril.  Limpar o leito da ferida com S.C.  Orientar pacientes quanto aos exames externos para controle: ( Raio-X.  Retirar curativo sujo conforme a técnica asséptica. se não tiver presença de secreção deixar aberto após primeiras 24h. 15.G.  Ocluir ferida operatória se houver drenagem . Bioquímica.1.  Encaminhar o paciente para deambulação assistida. E.  Proceder ao curativo (Conforme manual de Curativos). Ecodopler e demais exames). Solicitar os acompanhamentos para se retirarem do quarto. 138 .  Usar máscara.  Calçar luvas. F.  Orientar paciente quanto ao retorno e medicação. caso intercorrências procurar sempre orientação do médico assistente.  Observar aspecto do curativo se há presença de hiperemia. PACIENTE CIRÚRGICO  Observar ferida operatória. drenagem e edema local.  Qualquer intercorrência solicitar avaliação do plantonista.  Retirar pontos de acordo com a cicatrização (10 dias após cirurgia). 0.

PACIENTES CLÍNICOS  Comunicar ao paciente sobre sua alta.  Auxiliar o paciente a se vestir se houver necessidade. na Grécia. cama. já agendado. que significa leito.500 anos. então Klinikós era o médico que atendia os doentes acamados.  Aguardar chegada dos familiares na recepção de internação. Médico se dizia Iatrós. Retornar com urgência ao hospital para avaliação e conduta. e o exame físico do paciente em 139 .  Comunicar familiares por telefone sobre a alta do paciente. tal como a conceituamos hoje.  A internação lança alta no sistema. a enfermagem encaminha o paciente de cadeira de rodas até a portaria e entregao para os familiares. Com ele nasceu a observação clínica.  Orientá-lo sobre o retorno.  Orientá-lo sobre medicação. há 2.2.  Solicitar orientação de nutricionista. XXXI.  Quando solicitar paciente de alta na recepção. nasceu na Ilha de Kós. compreendendo a história da doença que leva o doente a procurar o médico.  Família assina alta do paciente. Foi ele o introdutor da anamnese como etapa inicial do exame médico. com Hipócrates. 15. A Clínica Médica. ROTINA OPERACIONAL POSTO 3A – CLÍNICA MÉDICA A palavra Clínica vem do grego klíne.Orientar o paciente que se houver deiscência da ferida operatória após alta.

nutrição. nas diferentes cardiologia. pesquisa oferecem um cuidar diferenciado. enfermagem. ensino. contendo um balcão com pia destinado principalmente para o preparo de medicações. e 1 enfermaria feminina também com 6 leitos. O posto de enfermagem da clínica segue a padronização da instituição. identificada como posto 3 A. totalizando 21 leitos clínicos. 140 . exames e impressos. psicologia e fisioterapia entre outras. medicamentos. tendo ainda um isolamento com 2 leitos e uma enfermaria para atendimento ao paciente grave. a qual possui um leito equipado com monitor cardíaco. em busca de dados para a elaboração do diagnóstico e do prognóstico (REZENDE. endocrinologia. suporte para guarda de prontuários. dermatologia e gastroenterologia. Na Clínica o cuidado dos pacientes envolve docentes. entre outros. que vêm somar qualidade e interdisciplinaridade ao cuidado dos pacientes. armários para guarda de materiais como enxovais. Possui 2 enfermarias masculinas com 6 leitos cada. bombas de infusão. soluções.seus menores detalhes. 2002). pneumologia. que dentro da proposta de interação entre assistência. A Unidade de Clínica Médica é destinada ao tratamento de patologias eminentemente clínicas nefrologia. especialidades: reumatologia. possui ainda um balcão utilizado para realização de relatórios. respirador carrinho de emergência com materiais e mecânico (BIRD MARK 7). Box enumerados de acordo com os leitos para guarda de kits de medicações. discentes. e profissionais das áreas de medicina. fonoaudiologia. A Clínica Médica da Santa Casa de Misericórdia de Goiânia está situada no 3º andar. oxímetro de pulso. materiais estéreis. evoluções e prescrição médica. moléstias infecciosas e parasitárias entre outras.

Em outras palavras. órgão ou sistema). As internações são exclusivamente custeadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). órgãos ou sistemas) ou tecidual (alteração da natureza histológica ou morfológica própria de cada tecido. noturno impar. XXXII. dentre outros profissionais que dão apoio ao atendimento aos pacientes. bioquímico (alteração de uma proteína ou enzima responsável pelas reações químicas que mantêm as funções dos tecidos. conta com: 04 enfermeiras supervisoras 12x36h uma em cada turno (noturno par. as quais devem ser interpretadas (REED. existe uma alteração neuroanatômica ou neurofisiológica que produz manifestações clínicas. além da equipe médica composta por Stafs e residentes. 2008).A estrutura organizacional da clínica no que se refere a recursos humanos. Doença estrutural significa que há uma lesão identificável em nível genético-molecular (mutação do material genético DNA).NEUROLOGIA A Neurologia é a especialidade da Medicina que estuda as doenças estruturais do Sistema Nervoso Central (composto pelo encéfalo e pela medula espinhal) e do Sistema Nervoso Periférico (composto pelos nervos e músculos). 141 . ROTINAS OPERACIONAIS DO POSTO 3 B . Os leitos oferecidos pelo setor estão disponibilizados em enfermarias masculinas e femininas. bem como de seus envoltórios (que são as meninges). visando atender pacientes clínicos referenciados pelas unidades básicas e unidades de urgências após a liberação da Autorização de Internação Hospitalar (AIH) pela central de vagas municipal (controle e avaliação). diurno par e diurno Impar) e 03 técnicos de enfermagem por plantão.

possui ainda um balcão utilizado para realização de relatórios. sendo uma enfermaria masculina e outra feminina. noturno impar. 142 . entre outros. diurno par e diurno Impar) e 02 técnicos de enfermagem por turno. materiais estéreis.1. TIPOS DE LEITO Leitos masculinos e femininos para pacientes em tratamento de distúrbios neurológicos eminentemente clínicos. CARACTERÍSTICAS DA CLÍNICA DA NEUROLOGIA A clínica de neurologia é destinada ao tratamento clínico de pacientes com patologias da especialidade. O posto de enfermagem da clínica segue a padronização da instituição. fonoaudiologia. nutrição. além de acadêmicos dos cursos de medicina. 2. exames e impressos. noturno impar. ocorrendo assistência por meio de médicos stafs e residentes. A mesma conta com 04 enfermeiras supervisoras 12x36h uma em cada turno (noturno par. contendo um balcão com pia destinado principalmente para o preparo de medicações. bem como assistência prestada por equipes de apoio como psicologia. armários para guarda de materiais como enxovais. suporte para guarda de prontuários. contando ainda com 04 enfermeiras supervisoras 12x36h uma em cada turno (noturno par. enfermagem. fisioterapia entre outros. fisioterapia. servindo de repouso para enfermagem. evoluções e prescrição médica. O atendimento aos pacientes da clínica de neurologia acontece de forma multidisciplinar. diurno par e diurno Impar) com 06 leitos cada. soluções. bem como um isolamento com 2 leitos e uma enfermaria com 6 leitos desativada no momento. Box enumerados de acordo com os leitos para guarda de kits de medicações.

 Avaliar liberar acompanhante familiar de acordo com o estado geral do paciente.  Promover à mudança de decúbito de 2/2 horas e providenciar colchão caixa de ovo para evitar úlceras por pressão. principalmente em proeminências ósseas. CARACTERÍSTICAS DA INTERNAÇÃO São admitidos pacientes referenciados pelas unidades básicas de saúde e unidades de urgências após a liberação da Autorização de Internação Hospitalar (AIH) pela central de vagas municipal (controle e avaliação).  Promover hidratação corporal do paciente.  Observar nível de consciência.3.  Realizar cuidados com nutrição enteral. solicitar avaliação da fonoaudiologia.  Realizar massagem de conforto. 4.  Em casos de hemiparesia evitar punções venosas no lado afetado.  Em casos de disfagia.  Supervisionar a aceitação da alimentação.  Proporcionar ambiente calmo e tranqüilo.  Administrar medicação prescrita com rigor. 143 . As internações são exclusivas do Sistema Único de Saúde (SUS). Cuidados gerais com pacientes neurológicos clínicos  Avaliar o quadro geral do paciente. assim como a capacidade de deglutição.  Solicitar atendimento psicológico sempre que detectar necessidade.

Enf. C05: 3055 a 3060 – 06 Leitos Cirúrgicos/02 Urologia. Ala A e compreende Enfermarias do SUS.  Estimular o paciente quanto à auto-ajuda para executar as atividades de vida diárias (AVD´s)  Observar funcionamento intestinal.  Realizar cuidados na incontinência vesical (bexiga neurogênica) (Ver Rotina prevenção de infecção de vias urinárias). C01: 3041 . C03: 3043 a 3048 – 06 Leitos Cirúrgicos/Urologia. debilitados. Enf. proceder à higienização no leito ou banho de aspersão de acordo com o estado geral do paciente. Enf. 2. CUIDADOS NO PRÉ-OPERATÓRIO 144 . XXXIII.  Manter o paciente limpo e seco. C04: 3049 a 3054 – 06 Leitos Cirúrgicos/Urologia.Leito Cirúrgico/Proctologia. sendo: Enf.  Realizar a higiene oral.UROLOGIA O posto da Urologia da Santa Casa de Misericórdia localiza-se no 3º andar. Enf. C02: 3042 – Leito Cirúrgico/Vascular. Aspirar secreções orais ou pela traqueostomia com técnica asséptica conforme necessidade (Rotina Prevenção de Pneumonia). ROTINAS OPERACIONAIS DO POSTO 3 C .  Ouvir e tentar solucionar queixas. distribuídas em 20 leitos.  Quando pacientes acamado. 02 Proctologia e 02 Vasculares.

 Encaminhar paciente ao banho de aspersão ou realizar banho no leito se necessário.  Encaminhar paciente ao Centro Cirúrgico. caso sangue presente. queixas do paciente. verificar sinais vitais e relatar no prontuário.  Preparar o paciente para procedimento cirúrgico. orientando quanto à retirada de próteses e/ou adornos e também quanto ao esvaziamento vesical. bem como exames e procedimentos e se necessário avisar à supervisão de enfermagem.  Caso haja obstruções de sondas. CUIDADOS NO PÓS-OPERATÓRIO  Receber o paciente tendo cuidado com drenos. relatando no prontuário o horário e quadro clínico do paciente.  Verificar sinais vitais e relatar no prontuário. Rotular o leito com placa de jejum e orientar o paciente.  Posicionar paciente de acordo com prescrição médica. suas limitações e seu estado físico e mental.  Observar sondas. drenos comunicar urgente à supervisão de enfermagem. 145 .  Observar irrigação. 3.  Orientar ingesta hídrica de acordo com prescrição. ferida operatória.  Estar ciente do diagnóstico do paciente. aspecto da diurese.  Respeitar o paciente.

XXXIV. fazendo 12x36hs  03 funcionários no plantão par. 146 . RECURSOS HUMANOS Diurno:  03 funcionários no plantão impar. fazendo 12x36hs  04 supervisoras de Enfermagem. fazendo 12x36hs Noturno:  03 funcionários no plantão impar. Comunicar à supervisão de enfermagem caso haja procedimentos a serem realizados por enfermeiros. INTRODUÇÃO O posto da Clínica Cirúrgica da Santa Cada de Misericórdia está localizado no 3º piso da Ala Júlia Miranda. A enfermeira supervisora é responsável pelo posto 3D – clínica cirúrgica e também pelo posto 2C – unidade de Hematologia/Oncologia. Possui 03 enfermarias do SUS com 06 leitos (3061 a 3079) com banheiro e lavatório para profissionais. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. sala de procedimento com lavatório com porta sabão e porta papel e 01 isolamento. 2. ROTINAS OPERACIONAIS DO POSTO 3 D – CLÍNICA CIRÚRGICA 1. 01 posto de enfermagem. fazendo 12x36hs  03 funcionários no plantão par.

02 em cada plantão fazendo 12x36hs. 2.  04 supervisoras de Enfermagem. encaminhados do Pronto Atendimento. clínicos e cirúrgicos. científicos. sendo que a maior parte das atividades assistenciais é realizada até as 24hs. éticos e de humanização a pacientes adultos e pediátricos. intermediário e auto-cuidado. em estado crítico. 01 Expurgo. a 147 . 02 em cada plantão fazendo 12x36hs. XXXVI. 01 Copa. O plantão noturno tem uma rotina própria.  04 técnicos de Enfermagem no período noturno. O enfermeiro exerce assistência de enfermagem dentro de princípios. semi-crítico. ESTRUTURA FÍSICA DO POSTO 3F       01 Posto de Enfermagem. ROTINAS OPERACIONAIS DO POSTO 3 F – APARTAMENTOS DE CONVÊNIOS E PARTICULARES O Posto 3F ou Apartamentos de Convênios e Particulares está localizado no 3º andar do Hospital Santa Casa de Misericórdia de Goiânia e atende a todas as especialidades clínicas e cirúrgicas em sistema de convênios e particular. 1. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. Unidade de Terapia Intensiva. esta unidade possui 10 apartamentos de luxo com 02 leitos e 04 apartamentos de luxo com 01 leito e 01 sofá cama. Depois disto. ROTINAS OPERACIONAIS DO PLANTÃO NOTURNO O trabalho é realizado no período das 19 as 07hs. RECURSOS HUMANOS POSTO 3F Equipe composta de:  04 técnicos de Enfermagem no período diurno.XXXV. 01 Posto para Prescrição Médica. 01 Banheiro para os funcionários. Centro Cirúrgico. 01 DML.

04 e 06 horas.016. CAM. “ Manual de Neonatologia” São Paulo. SEGRE. São administradas medicações de rotina as 02. dentro dos limites éticos-legais. “ Assistência Hospitalar a RecémNascidos: recomendações para padronização” In: DINIZ. Em quanto isso a equipe de enfermagem presta assistência básica de urgência. Normas básicas para Alojamento Conjunto.1993. 17-19. 148 . seção I. deve-se identificar em qual plantão ocorreu o fato e qual o enfermeiro responsável para que se possa esclarecer e solucionar as dúvidas. SANTORO JR. Edital: Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da área de enfermagem. CASANOVA. EMA. CAM “ Alojamento Conjunto” In: DINIZ. “Manual de Neonatologia “São Paulo. 26 de agosto de 1993. sendo que todos os encaminhamentos são realizados pela equipe de enfermagem da unidade. p.equipe de enfermagem fica a disposição para atender as solicitações dos pacientes e as intercorrências com os mesmos. p. em caráter de urgência. SEGRE.   XXXVII. 1-8. Quando houver algum problema. BIBLIOGRAFIA BRASIL. Não há serviço de apoio disponível.1993. Revinter. Brasil: Ministério da Saúde Secretária de Gestão de Investimentos em Saúde. 13066. DOU N° 167 de 1/09/93. “Portaria MS/GM n° 1. MINISTERIO DA SAUDE. São coletadas amostras de sangue dos pacientes que estiverem hemodinamicamente instáveis. são realizadas as avaliações e registros dos pacientes para o término do plantão às 07 horas.M. EMA. 2003. ou se julgar necessário para que se passe o caso para o supervisor tomar as devidas providências. Brasília. Estado do Mato Grosso. A ordem do local reflete o nosso compromisso com o bem estar de todos. Em situações de urgências/emergências o médico plantonista é acionado e aguardado para tomar as condutas médicas necessárias. Revinter. LD. Em torno das 05 horas.

1999. BG. Acesso em: 16 de junho de 2008 CAMPUS.. FONTES. Jotacê. U. São Paulo: Ed. Porto Alegre: Artes Médicas.V. 1994.Barros.M. E. Internet: wttp://www. P.unifesp. Trat. . Disponível em: http://www. Santa Casa de Misericórdia de Goiânia realizou correção e sugestões da rotina.pdf4free. Administração em Enfermagem.P. 2003. S. Neurologia: noções básicas sobre a especialidade. F. REED. Enfermagem Médica Cirúrgica. que assistem pacientes com Acidente Vascular Cerebral. ed. Edição. S. H. Smeltzer. C.com MOTA. diagnóstico e tratamento.1028-29. 1. J. Paulina. E. Ana Letícia Carnevalli. Rotinas do Serviço de Higienização e Limpeza e do setor de internação do Transplante Renal da SCMG. R. São Paulo: Iátria.F. Normas. Disponível em: =http://www. KURGANT. 2004..usp. Bare. Manfro. L. 1998.U.br/dneuro/neurociencias/vol12_4/avc.pdf . Ed. FLÁVIA Hering e Srougi: Urologia. Bases Doutrinárias da Burocracia na Saúde. Nefrologia: Rotinas. Editora Rosa. L. 149 . FUJIMA. p..fm..8. Acesso em: 18 de junho de 2008 NEVES. Profissionais da saúde. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. M.br/pdf/neurologia.htm. rotinas e técnicas de enfermagem. Rev. CCIH.C. Gonçalves.P. PRESOTO. Brunner e Suddarth. Diagnóstico e Tratamento. necessitam de informação especializada. Neurociências. Q. Thomé. et al.

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