ROTINAS DE ENFERMAGEM SCMG

Diretoria Executiva: Prof. Sergio Antonio Machado – Diretor Geral Dr. Marcelo do Carmo Netto – Diretor Técnico Dr. Roberto Pedrosa – Diretor Clínico

Elaboração: Enf. Mara Helena J. B. H. Borges – Gerência de Enfermagem e Supervisão de Enfermagem Aprovação: Enf. Sorreylla Paula S. Vasconcelos – Coordenadora SCIH/CCIH

2011
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APRESENTAÇÃO
“O que se opõe ao descuido e ao descaso é o cuidado”. Cuidar é mais que um ato; é uma atitude. Portanto abrange mais que um momento de atenção, de zelo e desvelo. “Representa uma atitude de ocupação, preocupação de responsabilização e envolvimento afetivo com o outro.” Leonardo Boff

As atividades desenvolvidas pela equipe de enfermagem são compostas por um conjunto de ações administrativas e técnicas que tem como objetivo qualificar a assistência prestada ao cliente. A fim de que se obtenham resultados positivos em todo o processo que envolve o atendimento ao cliente por parte da equipe de enfermagem é necessário que haja uma rotina de trabalho que agilize e facilite o cumprimento das atividades de forma ordenada, e propicie a presença de uma equipe bem treinada e tecnicamente habilitada.

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SUMÁRIO:

I. II. III. IV. V. VI. VII. VIII. IX X XI XII XIII XIV XV XVI XVII XVIII XIX XX XXI XXII

Admissão de pacientes Solicitação de exames Transferência de pacientes Alta hospitalar Óbito Sinais vitais Administração de medicamentos Técnica para mensuração de glicemia capilar Administração de sangue ou hemoderivados Movimentação e transporte de pacientes Promoção de controle segurança do paciente Higienização do paciente Drenagem torácica Cuidados com ostomias Sondagem nasogástrica Sondagem nasoenteral Atendimento a parada cardiorespiratoria (PCR) Preparo de material para intracath Montagem de pressão venosa central (PVC) Aspiração oronasotraqueal Cuidados com pacientes traqueostomizados Atribuições dos enfermeiros supervisores
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05 06 07 09 10 13 25 43 44 45 51 57 64 66 68 70 72 79 81 83 85 87

Cardiologia Rotina Operacional Posto 3A – Clínica Médica Rotina Operacional Posto 3B .XXIII XXIV XXV Atribuições Ideais dos Enfermeiros Atribuições dos Técnicos de enfermagem 89 90 Rotina Operacional Posto 1A – Enfermarias de Convênios e 92 Particular XXVI XXVII Rotina Operacional Posto 2A – Obstetrícia e Berçário 94 Rotina Operacional Posto 2B – Unidade de Transplante 99 Renal .Pediatria Rotina Operacional Posto 2E .Urologia 118 123 139 141 144 146 XXXIV Rotina Operacional Posto 3D – Clínica Cirúrgica XXXV Rotina Operacional Posto 3F – Apartamentos de Convênios 147 e Particulares XXXVI Rotina Operacional do Plantão Noturno XXXVII Bibliografia 147 148 4 . Nefrologia e Ortopedia XXVIII Rotina Operacional Posto 2C – Unidade de Hematologia/ 110 Oncologia XXIX XXX XXXI XXXII XXXIII Rotina Operacional Posto 2D .UTR.Neurologia Rotina Operacional Posto 3C .

Conferir o prontuário quanto ao nome completo do paciente. ADMISSÃO DE PACIENTES: A admissão de pacientes somente será realizada mediante a liberação do leito por parte do (a) enfermeiro (a) supervisor (a) do setor. Caso o paciente necessite de isolamento seguir recomendações da Rotina de Biossegurança da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH). 1. Não admitir pacientes cirúrgicos com pacientes portadores de feridas infectadas. artigos e roupas da CCIH. 5 . número do leito e registro hospitalar.  Procedimento: Receber o paciente na unidade de internação. Recomendações importantes: Não admitir paciente clínico com paciente cirúrgico. Encaminha-lo ao banho de aspersão ou realizar banho no leito.I. O leito deverá passar por limpeza e desinfecção conforme recomendações básicas para limpeza. Verificar prescrição ou necessidade de isolamento. se necessário. desinfecção de ambiente. Não admitir pacientes com ferida operatória infectada com pacientes cirúrgicos não infectados ou em pós-operatório imediato (POI). Observar higiene do paciente.

quando solicitado. seguindo recomendações da Rotina de Controle de Infecção de Sítio Cirúrgico da CCIH. leito e tipo de dieta. Orientar o paciente quanto as normas da instituição. 6 . estado do paciente. Organizar o prontuário para facilitar o manuseio pela própria enfermagem. Encaminhar o paciente ao setor de exames. Fazer admissão do paciente no prontuário com: horário da admissão. II.  Se houverem pedidos de exames.Oferecer pijama ou camisola da instituição. Em caso de paciente cirúrgico fazer o preparo pré-operatório indicado a cada procedimento. sinais vitais. Conferir o preenchimento completo dos cabeçalhos dos impressos. Agendar os exames conforme solicitação e anotar data e hora no pedido. acompanhado pelo maqueiro. Comunicar ao serviço de nutrição e dietética sobre a internação informando o nome. SOLICITAÇÕES DE EXAMES: Conferir a solicitação no pedido de exames devidamente preenchido e carimbado pela equipe médica. Observar e orientar o paciente quando necessário jejum ou outros preparos para o exame. Verificar sinais vitais. motivo da internação. encaminhá-los aos setores competentes.

 Preencher solicitação de transporte via internet. orientando o paciente sobre os cuidados para coleta. 1. e preenchimento de termo de responsabilidade médica autorizando a remoção do paciente . Encaminhamento de pacientes do SUS para exames externos:  Procedimento:  Conferir se o pedido médico está preenchido corretamente.  Confirmar data e horário do exame e necessidade de preparo do paciente. o pedido médico deve ser encaminhado ao serviço social para agendamento.  Solicitar relatório médico justificando o exame.  Solicitar o maqueiro e encaminhar o paciente. 2. devidamente identificado.  O paciente deverá ser acompanhado por um técnico de enfermagem.  Anotar na solicitação de transporte orientações sobre precauções adicionais para o paciente que será transportado. juntamente com relatório médico justificando a necessidade da realização deste.Em caso de coleta de amostras de urina. fornecer o pote coletor.  Encaminhar o pedido ao Serviço Social para agendamento. Observações:  Para realização de exames a serem feitos em outra instituição de pacientes do SUS. fezes e/ou escarro. Em caso de exames laboratoriais solicitar a coleta ao setor de laboratório. na noite anterior ao exame. 7 .  Exames de alto custo deverão ser autorizados pelo auditor do SUS.

Arquivar na chefia de enfermagem o formulário com o recebido da internação. Acionar o maqueiro e encaminhar o paciente para a outra unidade. Conferir o prontuário. Fazer a transferência do paciente no sistema da MV. observando que roupas e qualquer artigo utilizado na assistência ao paciente deverão ser recolhidos pela equipe da enfermagem. Transferência para outras instituições: 8 . as anotações de enfermagem. Anotar no livro de enfermagem a transferência do paciente. Encaminhar para internação o formulário próprio para lançar no sistema da Prefeitura a transferência de leito. Observar orientações da Rotina de Biossegurança para Ambulância da CCIH. desinfetado e forrado). TRANSFERÊNCIAS DE PACIENTES 1. Informar à enfermeira da unidade solicitada as condições do paciente. 2. Solicitar a desinfecção terminal do leito ao Serviço de Higienização e Limpeza (SHL). Comunicar ao serviço de nutrição e dietética sobre a transferência informando o nome e o número do novo leito. Conferir se o novo leito já está pronto (limpo. Transferência Interna:  Procedimento: Entrar em contato com o (a) enfermeiro (a) da unidade de internação para solicitar a vaga. III. exames e checagem de medicações anteriores.

ALTA HOSPITALAR  Procedimento:  Conferir se a alta hospitalar está assinada pelo médico assistente. Observar Fechar cuidados de Biossegurança durante o transporte. a limpeza terminal do leito. Preencher solicitação de transporte via internet. para internação o formulário próprio para lançar no sistema Encaminhar MV e na Prefeitura a alta hospitalar por transferência. o prontuário do paciente verificando se está completo. Arquivar na chefia de enfermagem o formulário com o recebido da internação. As vagas somente são negociadas entre médicos. de acordo com a gravidade do paciente. condições do paciente e acompanhamento familiar e de enfermagem. juntamente com o encaminhamento médico. Solicitar à central de vagas a transferência para que ela faça os devidos contatos e aguardar o retorno. Procedimento: Verificar a solicitação de transferência no prontuário do paciente. Providenciar Anotar no livro de enfermagem a transferência do paciente. o paciente na ambulância na presença de um familiar e de Transportar um profissional da enfermagem. Solicitar o preenchimento de termo de responsabilidade médica autorizando a remoção do paciente. com assinatura do médico assistente e confirmação do contato de vagas entre os médicos de ambas as instituições. IV. Anotar no prontuário do paciente: hora. 9 .

 Fazer tamponamento apenas dos orifícios que estiverem drenando secreções. V. deixar a 2º via com o mesmo e anexar a 1º via ao prontuário.  Acompanhar o paciente até a saída.  Solicitar cobertura para óbitos na farmácia. ÓBITO  Procedimento:  Providenciar declaração de óbito para ser preenchida pelo médico que assistiu ao óbito em 03 vias  Comunicar aos familiares.  Solicitar que o familiar ou responsável assine o aviso de alta.  Solicitar que o funcionário do atendimento assine o aviso de alta e lance no sistema.  Avisar aos familiares e/ou responsável sobre a alta e aguarda o seu comparecimento para liberar o paciente.  Solicitar a desinfecção terminal do leito ao Serviço de Higienização e Limpeza. Realizar evolução de enfermagem referente à alta do paciente.  Retirar a roupa do paciente.  Preencher o aviso de alta em duas vias. 10 .  Recolher e anotar no livro de enfermagem a alta do paciente.  Retirar sondas e cateteres se houver.  Encaminhar roupas e artigos usados na assistência ao paciente ao expurgo e hampers.  Colocar biombos se necessário.

 Solicitar a desinfecção terminal do leito. unir as mãos e conter com ataduras. 11 . médico responsável. conforme orientações do “folder de óbitos”. Marcar o óbito no censo de controle e registro de enfermagem.  Orientar a família sobre os procedimentos para sepultamento. junto com o formulário da Fundação Municipal de Desenvolvimento Comunitário (FUNDEC) para a pessoa responsável pelo corpo.  Arquivar a via branca na chefia de enfermagem para posteriormente ser encaminhadas para Secretaria Municipal de Saúde (SMS).  Anotar o óbito no prontuário do paciente. Anotar o óbito no prontuário do paciente.      Solicitar maqueiro para transporte do corpo para o necrotério. e fixar a mandíbula com atadura se necessário. Lançar o óbito no sistema MV.  Encaminhar para internação o formulário próprio para lançar no sistema da Prefeitura e/ou Convênios a alta hospitalar por óbito.  O (a) enfermeiro (a) do setor deverá entregar a via amarela.  Alinhar o corpo do paciente.  Lançar o óbito no livro de declaração de óbito. leito. Organizar os pertences do paciente e entregar à família. data e hora do óbito.  Preencher a ficha de identificação de cadáver.  Arquivar a via rosa dentro do prontuário do paciente para ser arquivada.  Colocar etiqueta na pele do paciente com: nome completo.  Colocar o corpo na cobertura para óbitos e colocar nova etiqueta. Trocar curativos se necessário.

Instituto Médico Legal – IML ou Serviço de Verificação de Óbito SVO  Em caso de IML ou SVO  Solicitar que o médico preencha o encaminhamento no formulário próprio do IML/SVO. 1. a ficha de identificação do cadáver e a ficha da funerária.  O óbito deverá ser lançado na estatística da Comissão de Óbito pela secretária da enfermagem. encaminhar o corpo ao Instituto Médico Legal (IML). O (a) enfermeiro (a) do setor deverá entregar o corpo no necrotério para a funerária. 12 .  O responsável pela funerária assina a ficha de identificação do cadáver e o enfermeiro assina e recebe uma via da ficha da funerária. Recomendações importantes:  Em caso de morte violenta. caso não estejam no mesmo.  A ficha de identificação e a via da funerária deverão ser arquivadas no prontuário do paciente.  A secretária da enfermagem deverá conferir os papeis do óbito e arquivar no prontuário. encaminhar o corpo ao Serviço de Verificação de Óbitos (SVO). em caso de Feto Morto acima de 500gr e paciente sem diagnostico fechado (ex: menos de 24 horas de internação). nestes casos o médico deverá preencher o encaminhamento ao IML ou SVO. sendo: a ficha rosa da declaração de óbito.

 Entregar o encaminhamento médico (via branca) à família em caso de IML. não sendo necessário entregar nenhuma via do formulário para a família.  Solicitar que o responsável pela coleta do corpo assine a ficha de identificação de cadáver. e comunicar o óbito e solicitar a remoção do corpo.  Encaminhar a família ao distrito policial mais próximo à instituição juntamente com o encaminhamento médico para registrar a ocorrência. após a devida identificação do mesmo.  Preencher a ficha de identificação de cadáver. Registrar o óbito no livro de declaração de óbito da enfermagem.  Solicitar à família que leve uma das vias ao IML para recolhimento do corpo.  Entregar o corpo ao SVO juntamente com a via branca do formulário. a enfermeira deverá ligar no Serviço de Verificação de Obito – telefone 3524-1970.  Registrar o óbito no livro de declaração de óbito da enfermagem. Em caso de SVO. A secretária de enfermagem deverá conferir e anexar no prontuário a ficha de identificação de cadáver e encaminhamento do IML/SVO e lançar o óbito na estatística da Comissão de Óbitos. Observação: 13 .  Entregar o corpo ao IML.  Solicitar que o responsável pela coleta do corpo assine a ficha de identificação de cadáver.  Preencher a ficha de identificação de cadáver. após a devida identificação do mesmo.

Temperatura A temperatura indica o nível de calor a que chega o corpo. Há alguns fatores que alteram a temperatura:  Fatores fisiológicos. solicitar a desinfecção terminal do necrotério ao funcionário do SHL. 14h00min. Não está autorizada a visita de familiares ao necrotério. pela urina.  Se observada a necessidade.  Fatores patológicos. por evaporação do suor. ou conforme prescrição médica. VI. A temperatura normal do corpo é mantida pelo equilíbrio entre a produção e eliminação de calor. O calor é gerado por processo metabólico e é distribuído no organismo pelo sangue por meio dos vasos sanguíneos. 14 . pelas fezes e pela saliva. durante o processo de respiração.  Idade. Horas de verificação: 08h00min. 18h00min. 24h00min. O organismo perde calor por radiação e condutibilidade da pele. por evaporação pulmonar. SINAIS VITAIS 1.  Processos inflamatórios e infecciosos. 06h00min e sempre que necessário.

exceto para pacientes em precauções de contato.40.2.3.0º a 41º C 1.  Retirar as luvas imediatamente após o uso e lavar as mãos em seguida e entre um paciente e outro.5º a 38.  Usar um par de luvas de procedimentos para cada paciente.5º a 37ºC  Estado febril. Observação:  Não é necessário o uso rotineiro de luvas de procedimentos para verificação de sinais vitais.37.1.0º a 40ºC  Hiperpirexia. É uma reação do organismo diante de determinada agressão que pode ser de origem infecciosa. Classificação da febre: 15 . quando indicado  Para pacientes em precauções de contato individualizar estetoscópio. neurogênica. Definição de febre: A febre é a modificação patológica da temperatura. 1.0º a 39ºC  Pirexia-39. desidratação ou tóxica.0º C  Febre – 38. esfigmomanômetro e termômetro.1. Variação de temperatura:  Hipotermia – menor ou igual a 35ºC  Temperatura Fisiológica – 35.  Observar orientações da Rotina de Biossegurança da CCIH.

 Colocar o termômetro na axila de forma que fique o bulbo em contato com a pele. fraturas de membros superiores. Contínua.alterna períodos de febre e sem febre. Material necessário para verificação da temperatura: Bandeja contendo:  01 recipiente com algodão seco.  01 recipiente com álcool a 70%.  Intermitente. Esses períodos variam de dois a três dias.4. Procedimento:  Orientar o paciente sobre o procedimento.1 Axilar Esta técnica é contra-indicada nas queimaduras de tórax.5. permanece em um mesmo nível. pacientes muito magros e lesões axilares.  Ondulante.  Caneta e papel para anotações.há oscilação diária.  01 recipiente para o algodão usado.  01 termômetro. 1. 16 .  Remitente. 1.  Enxugar a axila do paciente ou orienta-lo fazer.não há grandes oscilações diárias.  Verificar se a coluna de mercúrio está abaixo de 35º em caso de termômetros não digitais.manifesta-se geralmente às mesmas horas aparecendo e desaparecendo com intervalo de dias e semanas.

 Desprezar o algodão sujo.  Colocar o termômetro embaixo da língua do paciente. Pedir para que o paciente comprima o braço de encontro ao corpo. inflamações na boca.  Após cinco minutos retirar o termômetro. pacientes inconscientes.  Pedir para que o paciente cerre os lábios. firmando o termômetro no canto da boca.  Desinfetar o termômetro com algodão embebido em álcool 70%.  Anotar o valor da temperatura.  Fazer a leitura. 1.  Desprezar o algodão sujo. como: intervenções cirúrgicas na boca. 17 . crianças.  Registrar no prontuário os resultados conforme os horários de rotina.  Após cinco minutos retirar o termômetro.  Abaixar a coluna de mercúrio para 35ºC. de preferência colocando a mão no ombro oposto. Procedimento:  Verificar se a coluna de mercúrio está abaixo de 35º em caso de termômetros não digitais. Oral ou bucal Esta técnica somente é indicada quando os termômetros são individuais e quando não houver contra-indicação.  Anotar o valor da temperatura.  Fazer a leitura.  Limpar o termômetro com algodão embebido em álcool a 70% e guarda-lo junto aos artigos do paciente.2.5.

 Anotar o valor da temperatura.sob o queixo e o joelho.  Passar álcool a 70% e guarda-lo junto aos artigos do paciente. Procedimento:  Colocar o paciente na posição de Sims – decúbito lateral esquerdo com perna direita flexionada. caso haja contra indicação nas regiões citadas anteriormente. Retal É o mais eficiente entre os métodos de verificação de temperatura. Usado nos casos de impossibilidade de utilizar a técnica bucal e axilar.  Após cinco minutos retirar o termômetro. É contra indicado em pacientes que sofreram cirurgia retal. perineal e inflamações no reto e ânus. Obs.  Registrar no prontuário os resultados conforme os horários de rotina. 1.  Fazer a leitura. Registrar no prontuário os resultados conforme os horários de rotina.  Lavar o termômetro com água e sabão.  Introduzir a ponta do termômetro no reto.  Desprezar o algodão sujo.  Lubrificar a ponta do termômetro (ex: óleo mineral). 18 .5. O termômetro deve ser de uso individual.: a temperatura também pode ser verificada na região inguinal.3.

braquial. Alterações na freqüência cardíaca Bradiarritmia . radial. Patológicos.pulso rápido com mais de 120 batimentos por minuto 19 . como. 2. Pulso O pulso é verificado na artéria radial. femural. inguinal. Tabela de freqüência cardíaca Homem 60 a 70 batimentos por minuto Mulher 65 a 80 batimentos por minuto Criança 120 a 125 batimentos por minuto Lactentes 125 a 130 batimentos por minuto 2.emoções. cubital. Há fatores que afetam o pulso normal.1. pediosa. pediosa e tibial posterior. temporal e carótida. As artérias mais comuns para verificar o pulso são a temporal facial. Taquiarritmia .febre. carótida. Basta tocar nos pontos anatômicos corretos para verificar o pulso do paciente. umeral. Fisiológicos. lipotimia que aumentam ou diminuem a freqüência cardíaca. exercícios físicos. poplítea.pulso lento com menos de 60 batimentos por minuto.2.2.

2.  Apoiar o braço. se o pulso verificado for radial. Volume do pulso O volume do pulso pode variar entre amplo e cheio ou pequeno e vazio. 20 . difícil de ser comprimida. Quando há alterações.5. Procedimento:  Manter o paciente em posição confortável. ritmo e volume de acordo com os horários indicados. Irregular – os batimentos cardíacos não uniformes.  Colocar o dedo indicador e anelar no local e pressionar levemente. Tensão das artérias No pulso de tensão alta a artéria é dura. Ritmo cardíaco Ritmo cardíaco é uniforme e com intervalos iguais.4. ocorrem as arritmias cardíacas. Não usar o dedo polegar.  Anotar a freqüência. deitado ou sentado. 2. No pulso de tensão baixa a artéria é mole.  Contar o número de batimentos do pulso em um minuto. sem comprimir o local.  Comunicar ao enfermeiro ou médico qualquer alteração no ritmo cardíaco. O ritmo do pulso pode ser: Regular – os batimentos cardíacos são uniformes. pois sua pulsação poderá ser confundida com a do paciente.2. É caracterizado de acordo com a intensidade das contrações cardíacas. fácil de ser comprimida.3.

2. Respiração É a troca de gazes entre o organismo e o meio ambiente que consiste basicamente na absorção de oxigênio. pela inspiração que permite a entrada de oxigênio nos pulmões. Tabela de freqüência respiratória Homem 15 a 20 movimentos por minuto Mulher 18 a 20 movimentos por minuto Criança 20 a 25 movimentos por minuto Lactentes 30 a 40 movimentos por minuto 3.3.3. Oligopnéia ou hipopnéia – freqüência respiratória lenta e superficial. A respiração pode ser costal superior (mulher). costal inferior (homem) e abdominal ou diafragmática (criança).freqüência respiratória rápida e superficial. Alteração na freqüência respiratória Taquipneia. Hiperpinéia – freqüência respiratória aumentada e profunda. e a eliminação de gás carbônico. Ritmo 21 . 3.1. . Espanopnéia – freqüência respiratória lenta e profunda. através da expiração que permite a saída do ar contido nos pulmões. Bradpnéia – freqüência respiratória lenta e com profundidade normal. Polipnéia – freqüência respiratória aumentada e superficial. 3.

 Comunicar ao enfermeiro ou médico qualquer alteração na freqüência e ritmo respiratório. depois uma breve e queixosa expiração. com a pele em tom de cinza-azulado que se manifesta inicialmente em torno dos lábios e se estende para as extremidades de mãos e pés.  Anotar o número de movimentos respiratórios por minuto. ou pode ser anormal. Kusmaul – é a respiração profunda e ruidosa. pois pode causar-lhe ansiedade. e após uma pausa o ciclo reinicia. Cheyne-stoke – respiração que apresenta períodos de dispnéia. 22 . Os movimentos respiratórios aumentam e diminuem.  Observar quando o tórax sobe e desce. como descrito a seguir: Apnéia – parada respiratória. Procedimento  Manter o paciente sentado ou deitado no leito. As fases de taquipnéia duram cerca de 30 segundos. ou os movimentos do abdômen e contar durante um minuto. O paciente apresenta-se cianótico. chamado eupnéia. seguida de pausa. Pode ser repetida em intervalos regulares e irregulares. nos casos de indivíduos sadios. bradpnéia e apnéia.  Ser natural.O ritmo pode ser normal e uniforme. Dispnéia – dificuldade de respirar. não deixando que o paciente perceba que sua respiração está sendo contada. o que pode alterar a freqüência. seguida de nova pausa. Biot – respiração periódica caracterizada pela presença de períodos de apnéia de duração variável de até 30 segundos.

aumento da pressão intracraniana. Tabela de variação da pressão Pressão arterial normal ou 140 a 110 fisiológica sistólica Pressão arterial normal mmHg ou 90 a 70 fisiológica diastólica Pressão (hipertensão) Pressão (hipotensão) arterial arterial mmHg elevada 150X110 mmHg baixa 100X60 mmHg Pressão convergente (máxima e 120X90. sanguínea. drogas. postura.5 mínima se aproximam) 23 mmHg . sexo.4. Elasticidade Resistência Quantidade Viscosidade Alguns fatores podem modificar a pressão arterial: Fisiológicos – idade. vascular periférica. do sangue circulante. Os fatores que determinam o grau de tensão sobre os vasos são: Força de contração do músculo cardíaco. arteriosclerose. das paredes arteriais. digestão. Patológicos – convulsões. hemorragias. 4.1. Pressão arterial Definida como a pressão exercida nas paredes dos vasos sanguíneos pela força de contratibilidade do músculo cardíaco que bombeia o sangue.

Álcool a 70%. Preparar o aparelho. Perna – artéria pediosa. Esfigmomanômetro. Testar o aparelho de PA. deitado em posição confortável ou de acordo com orientação médica. Ajustar o manguito ao braço acima do cotovelo. Sentir a pulsação da artéria braquial com as pontas dos dedos na parte anterior da articulação do cotovelo do paciente.2. Coxa – artéria poplítea.    Apoiar sempre o braço aproximadamente na altura do coração. Algodão embebido em álcool a 70%. Procedimento:     Orientar o paciente quanto ao procedimento. Locais para a verificação da pressão arterial: Braço – artéria braquial.  Material: Estetoscópio.Pressão divergente (máxima e 120X40 mínima se distanciam) mmHg 4. 24 .  Desinfetar as olivas do estetoscópio com algodão embebido no álcool antes de colocar nos ouvidos. Colocar o paciente sentado.

ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS 1. assegurando ao máximo que o paciente receba a medicação corretamente.  Nos casos de dúvidas.  Colocar o diafragma do estetoscópio sobre a artéria braquial do paciente. Durante a fase de preparo o profissional de enfermagem deve ter muita atenção para evitar erros. 1. INTRODUÇÃO A administração de medicamentos é um processo que envolve uma seqüência de ações a serem desenvolvidas pelo profissional de enfermagem.  Abrir lentamente a válvula e observar no manômetro o número correspondente ao primeiro ruído – pressão sistólica máxima. verificar novamente. o manguito. VII. Desprender Anotar Após os valores pressóricos verificados. e o segundo ruído – pressão diástole mínima. a fim de obter os melhores resultados junto ao paciente. RECOMENDAÇÕES GERAIS: 25 .  Fechar a válvula de ar e insuflá-la rapidamente até que o movimento indique no manômetro 200mmHg aproximadamente. verificar os sinais vitais informar o paciente sobre os valores e deixá-lo confortável. sem desperdício de recursos. 1. Desinfetar o diafragma com algodão embebido no álcool antes e após colocar no paciente.  Comunicar ao enfermeiro ou ao médico qualquer alteração na avaliação fisiológica da pressão arterial.

dosagem e via de administração. e antes de administrá-la. evitando atividades paralelas. número do leito.  Observar o aspecto e as características da medicação antes de prepará-la.  Ler e conferir o rótulo da medicação três vezes – quando pegar o medicamento. podendo ser usado o próprio invólucro se não contaminado. Lavar sempre as mãos antes do preparo.  Fazer desinfecção das ampolas e ou dos frascos antes de quebrar e ou aspirar à medicação. aceitável faze-lo baseado apenas em orientação verbal. sendo.  Utilizar bandeja devidamente limpa. quando a situação estiver sob controle. que podem aumentar a chance de cometer erros.  Preparar o medicamento em ambiente com boa iluminação. em casos de emergência. nome da medicação.  Concentrar a atenção no trabalho. administração e logo após o procedimento. Nesse caso. todas as medicações usadas devem ser prescritas pelo médico posteriormente. via de administração e horário. 26 .  Proteger a seringa ou frasco com medicamento para evitar contaminação.  Identificar o medicamento preparado com o nome do paciente. distrações e interrupções. e ao colocar o recipiente na prateleira ou desprezar o invólucro.  As medicações devem ser administradas sob prescrição médica.  Preparar somente quando tiver certeza do medicamento prescrito. antes de colocar o medicamento no recipiente próprio para administração.

 A administração do medicamento deve ser feita pelo profissional que o preparou. o profissional de enfermagem deve relatar imediatamente o fato ao (a) enfermeiro (a) e/ou médico e anotá-la no prontuário. conforme Programa de Gerenciamento de Resíduos da CCIH.  Nunca reencapar agulhas ou concitá-las da seringa para desprezar. o horário correspondente é circundado.  Em caso de recusa do medicamento. Deixar o local de preparo de medicação sempre em ordem e limpo. conferir cuidadosamente a identidade do paciente. utilizando álcool a 70% para desinfetar a bancada. dentro da enfermaria do paciente.  Utilizar luvas de procedimentos para medicações via sonda gástrica ou nasogástrica. quando o medicamento não foi administrado por algum motivo.  Antes de administrar o medicamento.  Manter a bandeja sempre a vista durante a administração.  As luvas de procedimentos e o algodão devem ser desprezados na lixeira com saco branco leitoso. “bolado” à caneta e a justificativa anotada no prontuário do paciente. 27 . via retal e parenteral.  Devolver no final do plantão os medicamentos não utilizados e em hipótese alguma acumular “sobras”. nunca deixando-a sozinha junto ao paciente. Convencionalmente em nosso meio.  Permanecer junto ao paciente até que tome o medicamento.  Não se deve nunca esquecer de registrar o medicamento que o paciente tenha recebido (checar a medicação). para lixo infectante.

Oral  Material:    01 bandeja.  Lavar as mãos. 2. via de administração e dose. evitando assim. hora. nome da medicação. horário e número do leito. paciente. Procedimento: Conferir a prescrição médica e medicação a ser administrada. que o líquido escorra sobre ele.  Diluir o medicamento se necessário. 01 copinho. 28 .  Observar se o paciente ingeriu a medicação. Cuidados importantes:  Agitar o frasco de medicamento líquido antes de entorná-lo pelo lado oposto ao do rótulo.  Perguntar o nome do paciente sem sugestionar.2.1.  Conferir novamente a medicação e prescrição médica verificando data. Medicamento prescrito.  Oferecer o medicamento.1. Identificar os copinhos com o nome do paciente. 1.  Lavar as mãos.VIAS DE ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS 2. tornando difícil a leitura.  Checar na prescrição médica.  Levar a bandeja de medicação junto ao leito do paciente.

como sonda nasogástrica. até ser totalmente dissolvido. sem mastigá-lo ou engoli-lo. observar a colocação do medicamento sob a língua do paciente e orientá-lo para que deixe ali. além de fatores que influenciam a administração. 29 .  Colocar comprimidos.  No caso de administração de medicação sublingual. será possível registrar adequadamente o ocorrido e ou repor a medicação perdida.  Observar se o paciente não está com indicação de jejum.  O frascos multi-doses deverão ser diluídos quando abertos: Frascos multi-doses que ficam “estocados” no posto.  Se houver dificuldade na identificação do medicamento. não se devem oferecer líquidos com a medicação sublingual. Se necessário trocar o frasco na farmácia. verificar sempre a data de validade e condições de armazenamento antes de administrálo ao paciente. entre outros. vômitos. Devolva-o à farmácia e solicite outro medicamento com identificação legível. a prática mais segura é a de usar recipientes separados. condições relativas à deglutição. Em casos de aceitação parcial ou perdas acidentais de uma parte deles.  Segurar o recipiente graduado (copinho) e vidro ao nível dos olhos para despejar o líquido até a altura correspondente à dose. náuseas. controle hídrico. drágeas ou cápsulas no recipiente sem tocá-las diretamente com a mão. não administrá-lo.  Se um paciente recebe vários medicamentos simultaneamente. facilitando desse modo a colocação precisa do medicamento. possibilitando a identificação segura dos medicamentos que efetivamente o paciente recebeu.

a fim de evitar obstrução da mesma. No uso de medicação via SNE ou SNGLavar( 10 a 20ml de água pela seringa sob pressão) logo após a administração da medicação. os resultados manifestam-se dentro de 15 a 30 minutos. Via retal As formulações destinadas para uso retal podem ser sólidas ou líquidas. denominada lavagem intestinal (de 1000 a 2000ml) ou em pequena quantidade.  01 sonda retal. mas podem tardar até uma hora.2. não devendo ser partido.  Formulações sólidas – denominada supositório – possuem formato e consistência que facilita sua aplicação. chamada de clister (150 a 500ml). Quando efetivo. Material:  1 frasco de Clister ou Fleet Enema (conforme prescrição médica)  Papel higiênico.  01 comadre.  Formulação líquida – pode ser em grande quantidade. preparo para procedimentos cirúrgicos ou exames (ex: colonoscopia).  Procedimento:  Explicar ao paciente o procedimento. 2. Dissolve-se em contato com a temperatura corporal e é indicado principalmente para a estimulação da peristalse para facilitar a defecação.  01 par de luvas de procedimento. 30 . Geralmente são usadas na lavagem intestinal para a remoção das fezes em caso de fecaloma.

 Retirar o material usado. Observação: No caso de irrigação gota a gota acrescentar um equipo ao material. para não expor o paciente. deixando o sistema instalado até o final da solução.  Afastar a prega interglútea e instilar o líquido.  Mornar quando for solução glicerinada ou soro fisiológico.3.  Fazer anotação de enfermagem no prontuário. procedendo a mesma forma de instalação. nos casos de pacientes dependentes.  Colocar o paciente em posição de Sims.  Limpar e organizar o material.  Fazer a higiene intima.  Lavar as mãos.  Colocar biombo. deixando o papel higiênico à mão.Via Parenteral A via parenteral é utilizada quando se deseja uma ação imediata da droga. (decúbito lateral esquerdo e perna direita fletida). ou quando há interferência na assimilação 31 da droga pelo trato .  Retirar as luvas de procedimentos. ou encaminha-lo ao banheiro. 2.  Introduzir a sonda retal lubrificada (ex: xilocaína gel ou óleo mineral) no ânus do paciente. quando não há possibilidade de administração por via oral. Preparar o material. calçar luvas de procedimentos.  Lavar as mãos.  Colocar o paciente na comadre.

gastrointestinal. A enfermagem utiliza comumente as seguintes formas de administração parenteral: intradérmica, subcutânea, intramuscular e endovenosa.

Observação: Observar recomendações de rotina de controle de infecção decorrente sanguínea de CCIH.

2.3.1.Preparo da Medicação:   Observar o prazo de validade, o aspecto da solução, bem como a integridade do frasco; Certificar que todo o medicamento está contido no corpo da ampola, pois o estreitamento do gargalo faz com que uma parte do medicamento muitas vezes , fique na sua parte superior;     O mesmo cuidado deve ser observado com o pó liofilizado no frasco ampola; Lavar as mãos com água e sabão; Observar a integridade dos invólucros que protegem a seringa e a agulha; Monte a seringa com a agulha respeitando a técnica asséptica; Desinfetar toda a ampola com algodão embebido em álcool a 70% destacando o gargalo, no caso do frasco ampola, levantar a tampa metálica e desinfetar a borracha;   Proteger o gargalo da ampola com algodão na hora de quebrá-lo; Aspirar ao diluente (no caso de frasco ampola) introduzi-lo dentro do frasco e deixe que a força da pressão interna do frasco, desloque o ar para o interior da seringa;  Homogeneizar o diluente com o pó liofilizado sem sacudir;

32

Introduzir o ar da seringa para o interior do frasco. Este procedimento visa aumentar a pressão dentro do frasco, facilitando a retirada do medicamento, visto que os líquidos movem-se de uma área de maior pressão para a de menor pressão;

  

Manter o frasco invertido para baixo, enquanto aspira ao medicamento; Proteger a agulha com o protetor e o êmbolo da seringa com o próprio invólucro; Identificar o material com fita adesiva com o nome do paciente, número do leito, medicamento, horário, dose e via de administração;

2.4..Intradérmica É a introdução do medicamento na derme. É raramente usada para tratamento, porém incide na disseminação de vacinas.

2.4.1 Volumes máximos administrados – 0,1 a 1,0ml.

2.4.2. Locais de aplicação :  Face interna ou ventral do antebraço;  Região escapular (parte superior das costas);  Parte inferior do deltóide direito (exclusivamente para a vacina BCG);

Material:  01 bandeja;  01 seringa de 3ml ou 5ml;  01 agulha para injeção 03X07;
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 01 bola de algodão;  05ml de álcool;  Luvas de Procedimentos;  Medicamento prescrito;

Procedimento:
Lavar

as mãos; a medicação fazendo a desinfecção da ampola e, após a

Preparar

aspiração do medicamento, colocar o protetor na agulha;
Orientar Calçar

o paciente quanto ao procedimento;

luvas de procedimentos a agulha em ângulo de 15º em relação à superfície da pele;

Posicionar Introduzir Checar

a agulha com o bisel para cima para formar uma pápula;

na prescrição médica;

OBS.: Não fazer a anti-sepsia da região, o que causaria o desenvolvimento de reações falso-positivas em testes de

hipersensibilidade e a redução da atividade das vacinas administradas.

2.5. Via subcutânea É a introdução do medicamento na região subcutânea. É utilizada para drogas que não necessitem de absorção imediata e sim quando se deseja uma absorção continua. Podem ocorrer lesões inflamatórias locais, sendo de grande importância o rodízio da aplicação como um método profilático.

2.5.1. Volume máximo administrável – 3 ml.
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05ml Medicamento Procedimento: Lavar as mãos. Face lateral externa e frontal das coxas. Faces externas. do álcool a 70%. Regiões supra-escapular e infra-escapular. prescrito. exceto a região periumbilical. após a aspiração do medicamento. direita e esquerda. 35 .Locais de aplicação: Parte superior externa dos braços. colocar o protetor na agulha. Regiões glúteas. agulha 13X25. Material: 01 01 01 bandeja. de procedimentos.2. Preparar a medicação fazendo a desinfecção da ampola e. seringa de 1ml. Calçar luvas de procedimentos.5. Região abdominal – hipocôndrios direito e esquerdo. Região intermediária lateral das costas (próxima ao quadril direito e esquerdo).2. Luvas 02 bolas de algodão. anterior e posterior dos braços. Orientar o paciente quanto ao procedimento.

2.6. escolher o local de aplicação.Via intramuscular É aplicada no tecido muscular através da pele.6.tendo a desvantagem de ser dolorosa pela introdução da agulha e absorção do medicamento. Checar na prescrição médica. 36 . lentamente as soluções. 2. dorsoglútea. Introduzir a agulha com bisel para baixo. Posicionar a agulha em ângulo de 90º em relação à superfície da pele. 2. O desconforto da aplicação desse medicamento pode ser minimizado com os seguintes cuidados: Manter Ao a técnica asséptica durante todo o procedimento. Não friccionar o local após a aplicação.1.Volume máximo administrável – 3 ml. uma pressão no local administrado com a extremidade dos dedos.Locais para aplicação : Regiões Região Região deltoideanas. Injetar Fazer para auxiliar na absorção da droga. ventroglútea.Fazer anti-sepsia da pele de cima para baixo. Checar na prescrição medica. Assegure Não hesitar em aplicar a injeção.6. a privacidade do paciente. sem expô-lo desnecessariamente. Retirar luvas e lavar mãos. observe a condição do músculo. 2.

02 bolas de algodão. 01 seringa de 3ml ou 5ml.6. 2. 37 . Medicamento prescrito. após a aspiração do medicamento. Preparar a medicação fazendo a desinfecção da ampola e.3.  Material :        01 bandeja. colocar o protetor na agulha. Priorizar Não a região vastolateral da coxa em crianças menores de 1 ano. Nessas medicações só usar agulhas 30x8. adultos excessivamente magros ou com mais de 60 anos. Escolher a seringa de acordo com o volume a ser injetado. em qualquer idade. 30X07 ou 30X08. Rodiziar o local de aplicação.  Procedimento: Lavar as mãos. 01 agulha 30X06. 05ml do álcool a 70%.Recomendações importantes: Não administrar medicamentos por via intramuscular na região dorsoglútea em crianças de 0 a 2 anos. Luvas de procedimentos. administrar diclofenaco de sódio e penicilina benzatina na região deltóide.Região anterolateral da coxa (músculo vastolateral).

As soluções administradas por essa via devem ser cristalinas. Injetar lentamente o líquido. não oleosas e sem flocos em suspensão. Fazer uma leve compressão no local após a administração. caso as recomendações preconizadas não sejam observadas. Calçar luvas de procedimentos. verificando se algum vaso foi atingido. Introduzir a agulha com bisel para baixo. Sua administração deve ser feita com muito cuidado. Alguns acidentes podem acorrer na administração de medicamentos endovenosos: Esclerose da veia – aplicação sucessiva no mesmo local. Abscessos. 2. podendo ocasionar sérias complicações ao paciente. anti-sepsia inadequada no local da punção e material contaminado. Retirar luvas e lavar as mãos. 38 .Orientar o paciente quanto ao procedimento.extravasamento de sangue da veia no espaço intersticial por transfixação da veia. Fazer anti-sepsia da pele de cima para baixo. Checar na prescrição médica.7. Hematoma. Aspirar antes de injetar o medicamento. Posicionar a agulha em ângulo de 90º em relação à superfície da pele. Via endovenosa: A via endovenosa é usada quando se deseja uma ação rápida do medicamento ou porque outras vias não são propícias.administração de medicamentos fora da veia. considerando-se que a medicação entra direto na corrente sanguínea.

2. vertigem.7. intermediária basílica. pode ocorrer o estado de choque. pé (rede do dorso do pé). 39 . choque anafilático devido à hipersensibilidade do paciente ao medicamento.  Região temporossuperficial e regiões epicranianas. palidez.  Região dos membros inferiores: perna (face posterior do joelho).  Ulnar  Mão: rede do dorso da mão.7. safena magna e tibial anterior.  Região dos membros superiores: braço (cefálica e basílica). substância produzida por bactéria. 2.Flebite. tremores.1. ou seja.quando se aplica determinado medicamento. Choque . produzindo reações como febre e alergias. vasodilatação geral. mediana e radial). exceto nos casos em que a patologia contra-indique volumes elevados. Infiltração.Volume máximo administrável – não há limite. antebraço (intermediária cefálica. cianose.2. Pode se tratar do choque pirogênico que ocorre quando existe pirogênio no medicamento. Êmbolos – deslocamento de resíduos de medicamentos mal diluídos ou coágulos de sangue podem agir como êmbolos.passagem do líquido para o tecido subcutâneo. Ocorre por deslocamento da agulha ou pela sua penetração na parede do vaso. ansiedade.Locais de aplicação:  Região cefálica (crianças).longa permanência de dispositivos endovenosos ou drogas irritantes. agitação.

 Luvas de Procedimentos. Para facilitar a visualização d veia na mão e braço. Procedimento:  Lavar as mãos.  Fixar a veia e fazer a punção. após a aspiração do medicamento.  01 cateter intravenoso (abocath ou jelco). 40 .  Fazer anti-sepsia da pele de cima para baixo.  Preparar a medicação fazendo a desinfecção da ampola e.  Calçar luvas de procedimentos.  Orientar o paciente quanto ao procedimento.  Inspecionar as condições da veia e selecionar a mais apropriada.  30 cm de esparadrapo ou micropore.  Garrotear o braço aproximadamente 10 cm acima da veia escolhida. Material: Mesmo da injeção intramuscular. acrescentando em caso de grande volume de medicação:  01 bandeja  01 Equipo.  01 pacote de gaze.Obs: Observar orientações adicionais na Rotina de Prevenção de Infecção de Corrente Sanguínea da CCIH. convém o paciente cerrar o punho durante a inspeção e a punção venosa. colocar o protetor na agulha.  Posicionar o paciente deitado ou sentado.  Medicamento.

pois permitem o rompimento da veia no momento da punção.  Retirar luvas e lavar as mãos.  Evitar “tapinha” sobre o local a ser puncionado. paralisia ou membro do mesmo lado em que foi feita uma mastectomia.8.  O seguimento escolhido deve ser mais longo que a agulha.  O local escolhido deve ser seguro. Inserir o cateter ou agulha em um ângulo de 15º a 30º graus mantendo a pele esticada com o bisel voltado para cima.  Retirar o cateter ou agulha e comprimir o local.Venóclise: Venóclise é a administração endovenosa de regular quantidade de líquido através de gotejamento controlado.  Evitar punção venosa de membros inferiores em pacientes adultos. evitando assim reações adversas.  Administrar lentamente o medicamento. 2. já que muitos medicamentos podem produzir efeitos indesejáveis de imediato. para ser infundido num 41 . paresia.  Checar na prescrição médica.2. Nesses casos. de fácil acesso. confortável ao paciente. Recomendações importantes:  Seguir Rotina de Controle de Infecção para acesso vascular para a manutenção da punção.  Retirar o garrote. 2. facilitando a introdução.  Não puncionar membros com fístula arterio-venosa para hemodiálise.7. interrompa a aplicação e comunique o fato o(a) enfermeiro(a) ou médico.

contaminação. registrando no rótulo: o nome do paciente. data e assinatura. a solução a ser injetada.  Realizar a punção com técnica asséptica. fisiológica 0. inclusive sua fixação. Recomendações importantes:  Atentar para a identificação.  Manter a observação constante no local. 42 . tempo em que a solução deverá ser infundida. As soluções mais utilizadas são a glicosada 5%. mantendo todo o conjunto de punção limpo.1.  Manter as conexões do sistema bem adaptadas evitando extravasamento de solução. os medicamentos e seus complementos do soro. É indicada principalmente para repor perdas de líquidos do organismo e administrar medicamentos. a fim de detectar precocemente a infiltração nos tecidos adjacentes. na presença de sinais de flebite (edema e hiperemia local). caso houver.  Não puncionar veias esclerosadas (são veias com paredes espessas e endurecidas).8.período de tempo pré-determinado. Comunicar o caso o(a) enfermeiro(a). refluxo sanguíneo e entrada de ar. para facilitar manutenção da via e oferecer conforto ao paciente.9% e ringer simples.  Retirar o dispositivo da punção e providenciar outra via de acesso venoso.  Estabelecer a punção venosa em local longe de articulações e de fácil acesso. número de gotas por minuto. 2. prevenindo infecção. devido a deficiência circulatória. início e término.

 Material. coagulação sanguínea e obstrução do cateter.  Orientar o paciente não abrir ou fechar o gotejamento. evitando refluxo.  Não injetar medicamentos perfurando o frasco de soro ou deixar agulhar tipo “suspiro” para evitar contaminação do sistema.  Aparelho de HGT. Garantir a infusão do volume e dosagem dentro do tempo estabelecido.TÉCNICA PARA MENSURAÇÃO DE GLICEMIA CAPILAR É a verificação. para evitar a sobrecarga cardíaca. deve-se controlar constantemente o gotejamento. Para isto.  Administração de medicações de horário pela “borrachinha” do equipo: fazer desinfecção do local antes da introdução da agulha.  01 unidade de fita de glicoteste. hora e assinatura do profissional responsável.  Orientar aos pacientes que deambulam manterem o frasco elevado para promover gotejamento contínuo. por meio de amostra de sangue capilar. que não deve ser alterado em casos de atraso.  Evitar excesso de polifix ou tree-wall. Registrar no local da punção data. 43 . da quantidade de glicose presente na corrente sangüínea. VIII.

 Posicionar um dos dedos em que será realizado o teste.  Fazer um pequeno furo com agulha de insulina no dedo.  Aguardar por 30 segundos aproximadamente.  Calçar luvas de procedimentos.  Orientar o paciente quanto ao procedimento. Observação: 44 .  Retirar as luvas. de maneira que a gota de sangue pingue na fita reagente conectada ao aparelho.  Anotar o resultado no prontuário.  Lavar as mãos.  Fazer a leitura.  01 unidade de agulha 13x4.5(agulha de insulina)  Luvas de procedimentos.  Realizar anti-sepsia do dedo com álcool 70%.  01 pacote de gaze.  Lavar as mãos.  Comprimir o dedo acima do local a ser puncionado.  Organizar o material.  Limpar o dedo do paciente.  Procedimento:  Preparar o material. 01 bola de algodão.  Esperar a gota de sangue pingar sobre a fita – não esfregar o dedo na fita .

comunicar a enfermeira ou medico do paciente e medicar conforme prescrição médica e de acordo com o resultado do HGT.: A instalação e a troca das bolsas de sangue ou hemoderivados é de responsabilidade do Banco de Sangue. evitando a infiltração nos tecidos.  Encaminhar o pedido de administração de sangue ou hemoderivados para o setor .  Caso haja Intercorrências durante a transfusão. IX.  Pacientes com difícil acesso venoso deverão ser avaliados pelo enfermeiro responsável e suspender as medicações.  Seguir orientações da Rotina de Controle de Infecção de Corrente Sanguínea da CCIH.  Observar anormalidades. solicitar o responsável técnico do banco de sangue e avisar ao médico. não sendo permitido usar a mesma via do soro e medicações. ADMINISTRAÇÃO DE SANGUE OU HEMODERIVADOS 1 Procedimentos de Enfermagem:  Avisar ao banco de sangue sobre a prescrição e anotar no pedido o horário e o nome do funcionário que o atendeu. 45 .  Manter o gotejamento de acordo com a prescrição médica.  Observar o posicionamento da agulha. se for o caso.Qualquer alteração.  O técnico do Banco de Sangue deverá instalar punção venosa exclusiva para administração do sangue ou hemoderivados. OBS.

 Cefaléia. e levantar ou transportar o paciente para um determinado local através da utilização de movimentos planejados.Reações Pirogênicas: 2.  Preencher notificação para Corisca.  Vermelhidão e taquicardia.SINTOMAS  Calafrios súbitos e febre.2.  1. 2.  X.MOVIMENTAÇÃO E TRANSPORTE DE PACIENTE CONCEITO: É mover.  Verificar a temperatura meia hora após o início dos calafrios.  Administrar medicamento conforme prescrição.  Aliviar a pressão de determinada área (evitar escaras).2. 46 .OBJETIVOS:  Proporcionar conforto e segurança ao paciente.CONDUTAS  Interromper a transfusão e avisar ao médico.3.  Evitar esforços desnecessários e lesões corporais.

O primeiro fator importante ao se mover ou levantar o paciente, é o emprego de uma boa mecânica corporal por parte da enfermagem e de outra pessoa que ajude. Devem-se evitar esforços desnecessários, prevenindo danos para si e para o paciente. Os movimentos devem ser planejados. É bom fazer uma pequena contagem para todos agirem juntos, somando forças, empregando princípios de ergonomia. Por exemplo, contar 1 – 2 – 3 – já!

Procedimentos comuns:  Lavar as mãos antes e após qualquer procedimento;  Calçar luvas de procedimentos;  Orientar o paciente sobre o procedimento;  Registrar no prontuário todos os procedimentos realizados com o paciente;  Deixar a unidade em ordem;

DECÚBITO DORSAL PARA LATERAL DIREITO OU ESQUERDO

1.1.1-DUAS PESSOAS  Procedimento:  Dobrar em leque o sobrelençol até a altura dos pés;  As duas pessoas executantes devem colocar-se à esquerda do paciente;  1ª pessoa: colocar o braço direito sob o ombro do paciente, apoiando a cabeça. Em seguida colocar o braço esquerdo sob a região lombar;

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 2ª pessoa: colocar o braço direito sob a região lombar e o esquerdo sob o terço superior da coxa;  Colocar o braço esquerdo do paciente sobre o tórax, o direito semiflexionado e abduzido sobre o leito e flexionar o joelho esquerdo;  Colocar uma das mãos sobre o quadril do paciente e virá-lo delicadamente para o lado direito;  Colocar um travesseiro apoiando a cabeça, pescoço e ombro, outro amparando as costas e um terceiro entre os membros inferiores;  Colocar o braço esquerdo do paciente de modo que não pressione o tórax;  Cobrir o paciente;  Deixar a unidade em ordem.

OBS: Para as mudanças de decúbito inverso seguir os mesmos passos, mudando o posicionamento dos executantes e do paciente.

1.1.2-DUAS PESSOAS COM LENÇOL  Procedimento:  Dobrar em leque a colcha e o sobre lençol;  Ficar uma pessoa de cada lado do paciente;  Soltar o lençol móvel;  Enrolar as extremidades laterais do lençol bem próximo do paciente;  Executar a técnica da seguinte maneira: ambos seguram o lençol na altura do ombro e do terço superior da coxa;  Colocar o paciente para o lado esquerdo com movimentos

sincronizados;

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 Colocar o braço esquerdo do paciente sobre o tórax, deixando o outro semiflexionado e abduzido sobre o leito e flexionar o joelho esquerdo;  Colocar uma das mãos sobre o ombro e a outra sobre o quadril do paciente e virá-lo delicadamente para o lado direito;  Colocar um travesseiro apoiando a cabeça, pescoço e ombro, outro amparando as costas e outro entre os membros inferiores;  Colocar o braço esquerdo de modo que não pressione o tórax;  Prender o lençol;  Cobrir o paciente.

OBS: Para movimentar o paciente do decúbito dorsal para a lateral esquerda, seguir as mesmas regras, mudando o posicionamento do paciente;

2.MOVIMENTAÇÃO DO PACIENTE PARA A CABECEIRA

2.1- QUANDO O PACIENTE AUXILIA  Procedimento:  Dobrar em leque a colcha e sobre lençol até altura dos pés;  Proteger as grades de cabeceira com travesseiros;  Solicitar ao paciente, que flexione os joelhos, apoiando firmemente as pernas e pés no colchão;  Apoiar o ombro e a coxa do paciente com as mãos;  Orientar o paciente solicitando-o para dar um impulso com os pés no sentido da cabeceira;  Colocar o travesseiro e arrumar a cama;  Cobrir o paciente.
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fechar infusões venosas. devem portar-se duas pessoas á direita e duas pessoas á esquerda do paciente.TRANSPORTE DO PACIENTE DA CAMA PARA A MACA (QUATRO PESSOAS COM LENÇOL)  Procedimento:  Antes do procedimento. e SNG. Soltar o lençol móvel ou lençol.2-QUANDO O PACIENTE NÃO AUXILIA (DUAS PESSOAS COM LENÇOL MÓVEL OU LENÇOL)  Procedimento: Dobrar em leque o sobrençol até a altura dos pés. Deslocar o paciente para a cabeceira da cama com movimentos sincronizados. Ambas as pessoas devem segurar o lençol na altura do ombro e na região coxofemoral. SNE ou SVD.  No caso SVD. exames demorados abrir sonda enquanto aguarda.  Desprender as roupas de cama. Colocar o travesseiro e arrumar a cama.  Enrolar as extremidades laterais do lençol bem próximas ao paciente. 50 . Cobrir o paciente e deixar a unidade em ordem. Ficar uma pessoa de cada lado do paciente. 3.  Dobrar em leque o lençol e o cobertor até os pés.  Em quatro pessoas. Proteger as grades da cabeceira com o travesseiro. Enrolar as extremidades laterais do lençol bem próximos do paciente.2.

drenos. próxima do pacientes. Levantar a cabeceira e sentar o paciente na borda da cama observando sinais de vertigem. 5. Transportar com movimentos sincronizados para a cadeira de rodas. 51 .  Colocar o lençol sobre o paciente. Utilizar corretamente a mecânica corporal a fim de evitar lesões corporais e desgastes desnecessários. arrumar as roupas e levantar as grades laterais. Puxar a cadeira de rodas pelas costas ao descer a rampa. Deixar a unidade em ordem.  Deixar o paciente confortável e a unidade em ordem.. DA CAMA PARA A CADEIRA DE RODAS (DUAS PESSOAS COM LENÇOL)  Procedimento:  Colocar a cadeira de rodas próximas aos pés da cama. etc.  Afastar a maca da cama. etc. Agasalhar o paciente nos dias frios. dietas. 4. Enrolar as bordas laterais do lençol próximos do paciente.. Passar o paciente para a beira da cama com movimentos simultâneos.  Transportar o paciente da cama para a maca num só movimento. palidez.  Colocar a maca paralela ao leito. CUIDADOS IMPORTANTES: Fazer a desinfecção concorrente da maca e da cadeira de rodas após cada transporte. sondas. Deixar travada. Cuidados com infusões.

1. de modo a facilitar a observação ao examinador e manter o conforto e a privacidade do paciente. físico. com travesseiro ou cobertor.3. 52 . 1. psicológico.MÉTODOS PARA PROPORCIONAR CONFORTO FÍSICO.  Realizar exames físicos. a enfermagem deve ajudar o paciente a adotar posições específicas. calcâneos.CONFORTO: Bem-estar físico e mental. como cotovelos.  Tratamentos e cirurgias. ARGOLAS DE ALGODÃO (diminuir a pressão de regiões com proeminências ósseas.  De acordo com a região a ser examinada.TIPOS DE CONFORTO: Espiritual.XI. joelhos e região occipital). estado isento de ansiedade.2.1. 1.POSIÇÕES DO CORPO FINALIDADES:  Proporcionar conforto.   ROLO . PROMOÇÃO DE CONFORTO E SEGURANÇA DO PACIENTE 1. dor ou inquietação.

 Recomenda-se usar: lençóis, campos, perneiras. E isolar o paciente com biombo se necessário.  O funcionário deverá lavar as mãos antes e pós o procedimento e calçar as luvas de procedimentos.

1.3.1.Decúbito Horizontal- ou decúbito dorsal  O paciente se deita de costas, com as extremidades inferiores em extensão ou ligeiramente flexionadas para permitir o relaxamento dos músculos abdominais.  Sob a cabeça colocam-se travesseiros (1 ou 2)  Os braços cruzam sobre o tórax ou estendidos.  Cobrir o paciente com lençol (solto do colchão).

Procedimento:

 Lavar as mãos;Explicar o procedimento e a finalidade ao paciente;  Colocar a mesa de exame ou o leito na posição horizontal;  Deitar o paciente horizontalmente de costas;  Manter os membros superiores ao longo do corpo em posição anatômica e os inferiores alinhados;  Manter o paciente protegido com o lençol, expondo apenas a área a ser examinada;  Deitar o paciente em posição confortável após exame;  Lavar as mãos;  Proceder às anotações no prontuário.

1.3.2.Posição de fowler.

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O paciente fica semi-sentado, com apoio nos joelhos e nos pés.

Indicada:  Descanso e conforto;  Exames;  Melhorar respiração (paciente cardíacos e pulmonares);  Evitar aspiração em pacientes com dietas por SNG ou SNE.

Existem duas variações da posição de fowler que podem ser classificadas como:

Semi – fowler: é uma elevação da cabeça de aproximadamente 30º, posição confortável para o paciente que deve ficar com a cabeça e o tórax ligeiramente elevados;

Posição usada em caso de pacientes com SNG ou SNE, para prevenir pneumonias aspirativas;

Fowler alta - É a posição totalmente sentada, ou seja, com a cabeceira da cama elevada a um ângulo de 90º.

Procedimento:

 Lavar as mãos;  Explicar ao paciente a finalidade e o procedimento;  Colocar o paciente em decúbito dorsal;  Elevar os pés da cama;  Elevar a cabeça e o tórax do paciente até formar um ângulo de 45º em relação ao nível normal do leito;  Proteger o paciente com lençol expondo a região a ser examinada;  Deitar o paciente em posição confortável após exame ou tratamento;
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 Lavar as mãos;  Fazer anotações no prontuário.

1.3.3.Decúbito Ventral ou Prona Paciente deitado sobre o abdome, com a cabeça voltada para o lado.

Indicação:  Exames da coluna vertebral.  Exames da região cervical.

Para conforto pode ser de: Curta duração: mãos pendentes, cabeça voltada para o lado, sem travesseiros, e os pés sobre a cama. Longa duração: os braços fletidos, voltados para cima ou ao longo do corpo. Os pés elevados com travesseiros, à cabeça para o lado com pequeno travesseiro em baixo.

1.3.4.Decúbito lateral ou SIMS Pode ser “direita” ou “esquerda” conforme deitado sobre o lado direito ou esquerdo.

Indicação: Lavagem intestinal, aplicação de medicamentos por via retal, verificação de temperatura retal e repouso.

Procedimento:

 Colocar biombo;  Lavar as mãos;
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 Calçar as luvas de procedimentos.5.3. 1.  Os braços flexionados nos cotovelos.  Cobrir o paciente com dois lençóis ou campo fenestrado.  Colocar braço esquerdo para trás do corpo e o braço direito em qualquer posição.Genupeitoral.  Colocar travesseiro sobre o tórax e cabeça do paciente.  Deitar o paciente sobre o lado.  Flexionar as pernas: a direita em ângulo agudo (perto do paciente) e a esquerda menos flexionada.Ginecológica.  Posicionar o paciente ajoelhado e com o peito apoiado na cama.6.  Procedimento:  Colocar biombo.  Lavar as mãos. Indicação: exames ginecológicos.  Calçar as luvas de procedimentos. Indicação: exames vaginais e retais.3. 56 . colocar travesseiro pequeno para servir de apoio. 1.  Procedimento:  Colocar biombo.

57 .8.3. vagina e bexiga. com as pernas flexionadas sobre as coxas. a planta dos pés sobre o colchão e os joelhos bem afastados um do outro. É considerada uma modificação da ginecológica.7.Litotômica.  Operação ou exame de períneo.  Calçar as luvas de procedimentos. 1.  Melhorar retorno venoso (varizes.3.  Lavar as mãos. hipotensão. Lavar as mãos. Indicações:  Facilitar drenagem de secreções brônquicas. choque).  Calçar as luvas de procedimentos.Tredelemburg. 1. com os ombros e a cabeça ligeiramente elevados As coxas bem afastadas são flexionadas sobre o abdome. Indicação:  Parto.  Procedimento:  Colocar biombo.  As nádegas devem ficar um pouco fora do colchão.  Posicionar o paciente deitado de costas. hemorragias.  O Paciente é colocado em decúbito dorsal.

com dependência parcial ou total da enfermagem.HIGIENIZAÇÃO DO PACIENTE 1.  Jarro.  Estimular a circulação.  Material:  Bandeja contendo:  Bacia.  Sabonete. para descolar o intestino para o abdome. com declive de 30 a 45º. 58 . XII. Cirurgia de órgão pélvico.  Limpar e proteger a pele. para facilitar o procedimento.  Proporcionar conforto e bem estar físico e mental. com a cabeça em plano mais baixo que o resto do corpo.  Procedimento: Posicionar o Paciente com o corpo inclinado.BANHO DO PACIENTE ACAMADO Conceito É a higiene corporal do paciente acamado.  Cinco bolas de algodão ou pacotes de gases.  Cuba rim. Finalidades  Favorecer a manutenção das funções da pele.

 Par de luvas de procedimento.  Saco plástico pequeno  Uma pinça. a cuba com a solução. iniciando pela parte interna.  Roupa de cama.  Observar as condições do paciente. se necessário.  Pano de limpeza.  Reunir o material.  Hidratante corporal ou óleo mineral.  Limpar a mesa de cabeceira.  Trazer o hamper.  Papel toalha.  Comadre forrada. o álcool a 70% e o saco de lixo pequeno.  Pente.  Balde.  Calçar as luvas de procedimentos. toalha de rosto e de banho.  Biombo. os panos de limpeza.  Hamper. pijama ou camisola.  Procedimento:  Conversar com o paciente sobre o procedimento.  Álcool a 70%.  Preparar o ambiente:  Fechar a janela  Proteger o leito com biombo  Desocupar a mesa de cabeceira  Lavar as mãos. 59 .

iniciando pela parte mais distal.  Levar o material para a unidade: colocar a bandeja na mesa de cabeceira.  Colocar a toalha de rosto protegendo o tórax e descer o lençol protetor do paciente até a região pubiana. deixando os pés por último.  Retirar a colcha. a comadre na cadeira.  Lavar e enxugar o tronco anterior. aos pés do leito. iniciando pelo oposto. iniciando pelo lado oposto.  Virar o paciente em decúbito lateral. enxugar. descobrindo um lado de cada vez.  Trocar a roupa de cama procedendo à limpeza diária. nunca no chão. massagear a região dorsal com a solução indicada (óleo glicerinado ou hidratante corporal).  Colocar a toalha sobre os membros inferiores e lavá-los separadamente.  Dobrar a roupa e colocar no espaldar da cadeira. lavar. dando especial atenção à base dos seios e axilas.  Desprezar as roupas usadas diretamente no hamper. 60 .  Trocar as luvas de procedimentos.  Soltar a roupa do leito.  Lavar e enxugar os membros superiores. iniciando pela parte distal do braço oposto. separadamente e enxugar bem. Passar a bandeja para a mesa de cabeceira.  Lavar e enxaguar o rosto do paciente. se tiver condições. as roupas nos pés do leito e o balde sobre a toalha de papel no chão.  Lavar os pés na bacia. se houverem. a camisola do paciente e travesseiros extras. encaminhando o material ao expurgo.  Deixar o paciente confortável.  Organizar a unidade.  Lavar as mãos do paciente na bacia.  Lavar e pentear os cabelos.

A 61 . 2.  Lavar as mãos.  Organizar e realizar o corte de cabelos. atentando para não deixar a sujidade dos fios de cabelos nos enxovais. Cuidar do material. quando houver necessidade.1.  Evitar cansar o paciente. 1. evitando a proliferação de bactérias. hidratar e massagear estas regiões a fim de evitar úlceras de decúbitos.  Registrar no prontuário o procedimento. registrando-as  Observar as condições da pele e proeminências ósseas.  Retirar as luvas.  Em caso de paciente masculino fazer a barba.Observações:  Retirar bem o sabonete da pele a fim de evitar irritação. após as refeições e antes de se deitar (no mínimo 4 vezes ao dia). bem como qualquer alteração observada na pele do paciente.  As unhas devem ser cortadas e limpas sempre que necessário.  Durante o banho observar rigorosamente as condições físicas e mentais do paciente. Higienização Oral A promoção e manutenção de boas condições de higiene da boca e dos dentes são fundamentais para saúde e conforto do paciente.  Expor o paciente estritamente o necessário. referente à pacientes de longa permanência na unidade. É hábito a escovação dos dentes pela manhã.

Observar orientações da Rotina de Prevenção de Pneumonia Hospitalar da CCIH.  Creme dental ou solução dentifrícia. O paciente que faz uso de prótese dentária (dentadura) também necessita de cuidados de higiene para manter a integridade da mucosa oral e conservar a prótese limpa. língua e lábios.  Conservar a boca livre de resíduos alimentares.  Copo com água . Toalha de rosto ou papel toalha.  Solução anti-séptica ou solução bicarbonatada. bochechas. das gengivas. Material  Escova de dentes. Paciente com dieta por SNG ou SNE e TOT necessitam higiene rigorosa. Finalidades  Evitar mau hálito.  Manter a integridade da mucosa oral Proporcionar conforto e bem estar ao paciente. estomatites e outras infecções. pois tem risco aumentado para pneumonia. 62 .higiene oral compreende: limpeza dos dentes.  Espátula com gazes ou escova de dente do paciente em bom aspecto.  Bandeja.  Cuba rim. Prevenir a cárie dentária.

 Oferecer água para bochechar várias vezes.  Retirar a cuba-rim e secar os lábios com a toalha. 63 . como também identificando anormalidades como dispnéia.  Explicar para o paciente sobre o que vai ser feito. não só orientando-o numa boa higienização. o pessoal da enfermagem deve acompanhá-lo e supervisioná-lo. lavar e guardar o material. umedecer a escova ou espátula com gazes com água. gengivas e língua (usar sonda de guedel se necessário).  Recolher a bandeja. aproximando a cuba-rim para escoar o líquido da boca.  Orientar e auxiliar o paciente sobre a maneira correta de fazer a escovação.  Sentar o paciente ou colocá-lo em Fowler  Proteger o pescoço e tórax com a toalha. tontura e calafrios.  Lavar as mãos. cansaço.  Secar a escova e guardá-la ou desprezar espátula com gazes.  Colocar cuba-rim sob o queixo do paciente.  Em pacientes totalmente dependentes realizar a higiene oral por ele.Banho de Aspersão É o banho de chuveiro. Procedimento:  Lavar as mãos. colocar o dentifrício e entregá-la. lipotímia. escovando todos os dentes. Quando o paciente tem condição de tomar banho de aspersão.  Levar a bandeja e colocá-la sobre a mesa de cabeceira. 3.  Fazer anotações no prontuário.

aliviando fadiga e cansaço. estimulação da circulação. enquanto o paciente está no banho.  Fechar a porta sem trancar. favorecimento do bem estar. XIII. verificando as condições do banheiro. fazendo a desinfecção concorrente. ferimentos e mesmo fraturas de membros. A pessoa que acompanhar o paciente deve observar as reações que ele pode apresentar durante o banho. se necessário.O banho tem várias finalidades como: limpeza da pele.  Colocar uma cadeira para o paciente sentar. DRENAGEM TORAXICA 64 . promoção do relaxamento muscular. Roupas e Ambientes” da CCIH.  Procedimento:  Providenciar o material necessário.  Trocar o enxoval do leito do paciente. evitando acontecimentos desagradáveis como quedas.  Lavar as mãos.  Fazer anotações no prontuário das reações apresentadas durante o banho Observações: As técnicas de limpeza e desinfecção concorrente da unidade do paciente estão descritas nas “ Recomendações Básicas para Limpeza Desinfecção e Esterilização de Artigos.  Auxiliar o paciente no que for necessário.  Proteger o paciente após o banho evitando que se resfrie.

Também conhecido como drenagem em selo d’ água. ou seja.O mecanismo normal da respiração opera sob o principio da pressão negativa. O dreno torácico implantado no sistema pleural é capaz de remover qualquer coisa do espaço pleural.  Evitar compressão do tubo e extensão para não impedir a drenagem. líquido seroso. Sempre que o tórax é aberto. Para realização desta drenagem é necessária a implantação de um dreno no tórax do paciente que estará ligado ao sistema de drenagem. Utilizado quando há:  Hemotórax – presença de sangue na cavidade. existe uma perda da pressão negativa o que resulta em colabamento do pulmão. Cuidados de Enfermagem:  O dreno poderá ficar fora do selo d´água. suco gástrico) formam coleção no espaço interpleural. água ou sangue da cavidade. restringindo a expansão pulmonar e reduzindo a troca gasosa. fazendo com que o ar se desloque para dentro dos pulmões durante a inspiração. 65 . Observação: Este procedimento só deve ser realizado no Centro Cirúrgico.  Pneumotórax – presença de ar na cavidade. O ar ou líquido (sangue. é uma técnica de evacuação de ar. a pressão da cavidade torácica é inferior á pressão atmosférica. pus.  Empiema – presença de secreção purulenta. para que não entre ar nos pulmões.

 Colocar rótulo no frasco informando data da troca selo d’agua assinatura de quem realizou o procedimento.  Observar o selo d´água que deve ser: .Infantil: 250 ml 66 . mudança na ausculta pulmonar. sinais vitais. cor e odor) e presença de sinais flogísticos e edema subcutâneo ao redor do dreno. respiração rápida e superficial.Adulto: 500 ml .  Incentivar o paciente a inspirar profundamente e a tossir. pressão no tórax.  Realizar curativo no local de inserção do dreno uma vez ao dia.  Observar as condições do paciente: cianose. conforme orientações do Manual de Curativo da CCIH.  Durante a troca do vidro trocar o vidro ou desprezar o conteúdo de drenagem pinçar o dreno.  Colocar SF 0.  Observar a flutuação do nível de líquido.  Se trocar ótimo  Se desprezar. Ordenhar o dreno a cada 24h.9% ou água destilada.9% ou água destilada conforme o paciente (adulto ou criança). pois aumenta a pressão intrapleural favorecendo a drenagem e fazendo o pulmão expandir. enxaguar o frasco com SF 0. enfisema subcutâneo.  Para transportar o paciente manter o vidro de drenagem abaixo do nível do pulmão. sintomas de hemorragia.  Observar o aspecto da drenagem (volume.

CUIDADOS COM OSTOMIAS CONCEITO Colostomias: São realizadas para promover o restabelecimento ou a cicatrização da parte do intestino afetada pela doença. Em alça: realizado em íleo ascendente.9%. transverso ou descendente.  Após avaliação. Em dupla boca que pode ser: Próximas: Quando realizados em uma única colostomia ( as duas bocas) Afastadas : Quando duas bocas são realizadas em alça terminal em nível de flanco esquerdo. Tipos : Terminal : possui somente um estoma realizado em caráter definitivo. inexistindo a possibilidade de reconstrução do trânsito intestinal. se necessário. ou impossibilidade de restaurar a evacuação trans-retal. 1.  01 bolsa para colostomia (se necessário troca).  01 Gaze estéril. lavar com água e sabão.XIV. Definitiva ou permanentes: são realizados após a retirada da parte doente do intestino por amputação completa do órgão.Limpeza Material  250 ml Soro fisiológico a 0. ou o seu tratamento. 67 .

de acordo com o diâmetro da fístula. em movimentos circulares. Lavá-la com soro fisiológico a cada vez que se desprezar o conteúdo no vaso sanitário. soltando apenas o clamp que a fecha na parte inferior. a partir da parte inferior da bolsa plástica até que esteja segura. ou grande demais facilitando o contato da secreção direta com a pele lesando-a. 1.Cuidados diários com Colostomia: Esvaziar a bolsa (no mínimo uma vez por plantão e sempre que necessário). Procedimento:  Limpar a região da colostomia com soro fisiológico a 0. 68 . para confirmar se ela se encontra devidamente encaixada. do dreno ou da ostomia.  Recortar o orifício marcado.  Aplicar a placa com o aro sobre a região. solicitando ao paciente que enrijeça a região.2.  Observar para que o orifício não fique apertado demais garrotando a ostomia. Marcar na bolsa o círculo com um guia de corte.  Secar a área ao redor com gaze estéril.  Puxar suavemente a bolsa para baixo.  Exercer uma leve pressão à roda. em posição cefalocaudal.9%.  Adaptar a bolsa plástica à parte inferior do aro na placa.  Retirar o protetor que recobre a face superior da placa.  Retirar o adesivo.

observar na prescrição médica qual deles será irrigado. odor..  Proceder à limpeza ao redor da colostomia com gaze e soro fisiológico a 0. SONDAGEM NASOGÁSTRICA E a introdução de uma sonda via nasal ou oral no estômago do paciente com a finalidade de drenagem de líquidos. cor. clampeando-a e puxando-a.9%.  Deixar fluir o material fecal de 15 a 20 minutos.  Fechar a sonda quando terminar a solução evitando a entrada de ar.  Retirar a bolsa de colostomia e desprezá-la. 2. etc..  Após o efeito desejado proceder à limpeza ao redor da colostomia e secar a área com gaze.Lavagem intestinal pela colostomia  Procedimento:  Lubrificar a sonda. XV.  Retirá-la.  Introduzir cerca de 15 a 20cm da sonda no estoma a ser irrigado. Registrar no prontuário: característica do débito de colostomia.O clamp poderá ser reutilizado nas trocas do mesmo paciente.  Deixar a solução correr vagarosamente. 69 . medicamentos e hidratação de pacientes impossibilitados de deglutir. infusão de alimentos. volume. Fixar nova bolsa de colostomia com placa protetora. Observação: Em caso de dois estomas.

OBS: Verificar rotina da CCIH para Prevenção de Pneumonia Hospitalar.  01 equipo para dieta. com a cabeça ligeiramente inclinada para frente.  Proteger o paciente com a toalha.  01 par de luvas de procedimento.  01 seringa de 10 ml ou 20ml.  Medir a sonda da boca ao lobo inferior da orelha e deste até o estômago.  01 unidade de sonda nasogástrica.  20 cm de esparadrapo.  01 estetoscópio.  Procedimento:  Explicar o procedimento para o paciente.  100 ml de água filtrada.  Lubrificar a sonda com xilocaína gel.  Lavar as mãos e calçar as luvas de procedimentos.  Preparar o material.  01 unidade de bolsa coletora descartável ( em caso de drenagem).  Colocar o paciente em posição de fowler ou sentado.  01 pacote de gaze.  Xilocaína gel.Material  01 bandeja. 70 .  01 toalha.

permitindo a infusão de dietas e medicamentos aos pacientes impossibilitados de deglutir. para evitar muito atrito e lesões nesta área .  Lavar as mãos.  Organizar o material.  Fixar a sonda em “T”. XVI. e fixar a sonda sobre o material. 71 . aspecto da drenagem. testar com copo com água observando borbulhas na água e auscultar infusão de ar com seringa de 20 ml colocando o esteto na região gástrica. Introduzir pela boca ou narina. proteger a base até a ponta do nariz com micropore ou outro material adesivo mais suave. pedindo para que o paciente degluta a sonda.  Manter cabeceira elevada enquanto o paciente estiver sondado.  Instalar dieta se for o caso.  Anotar no prontuário tipo e número da sonda. reações do paciente durante o procedimento.  Conectar bolsa coletora (em caso de NSG aberta). respirando pela boca.  Oferecer água ao paciente se necessário. para facilitar a introdução da sonda. ou seja.SONDAGEM NASOENTERAL É a introdução de uma sonda via nasal ou oral que passa pelo estomago e fica introduzida até o duodeno.  Retirar luvas de procedimentos.  Verificar se a sonda está no estômago: aspirar com seringa o conteúdo gástrico. Em paciente com terapia nutricional por sonda. preferir sempre as SNE por menor risco de bronco aspiração.

 Colocar o paciente em posição de fowler ou sentado.  Retirar o fio guia da sonda.  Preparar o material. com a cabeça ligeiramente inclinada para frente.  Lavar as mãos e calçar as luvas de procedimentos.OBS: Verificar rotina da CCIH para Prevenção de Pneumonia Hospitalar.  01 toalha.  01 unidade de sonda nasoenterica com fio guia.  Medir a sonda da boca ao lobo inferior da orelha e deste até a região hipogástrica.  Xilocaína gel.  01 pacote de gaze.  Procedimento:  Explicar o procedimento para o paciente. Material  01 bandeja. lubrifica-lo com xilocaina gel e introduzi-lo novamente.  20 cm de esparadrapo.  01 equipo para dieta. 72 .  01 estetoscópio.  01 par de luvas de procedimento.  01 seringa de 20 ml.  100 ml de água filtrada.  Proteger o paciente com a toalha.

pedindo que degluta a sonda e respire pela boca.  Introduzir a sonda pela narina com fio guia. 73 .  Retirar o fio guia.  Verificar se a sonda está corretamente posicionada. XVII.  Lavar as mãos.  Manter a cabeceira sempre elevada do paciente a fim de evitar bronco aspiração. aspecto da drenagem. reações do paciente durante o procedimento. ATENDIMENTO A PARADA CARDIORESPIRATORIA (PCR): Conceito de PCR: É a interrupção súbita e brusca da circulação sistêmica e da respiração.  Fixar a sonda em “T”. proteger a base até a ponta do nariz com micropore ou outro material adesivo mais suave. e fixar a sonda sobre o material.  Retirar luvas de procedimentos.  Anotar no prontuário tipo e número da sonda. injetando ar com a seringa e auscultando com o auxilio de um estetoscópio a região hipogástrica.  Aguardar 03 horas para infundir a dieta. se o paciente estiver consciente solicitar a sua colaboração.  Organizar o material. para evitar muito atrito e lesões nesta área. ou seja. Lubrificar a sonda com xilocaína gel.  Fazer Rx confirmatório.

pois permite iniciar prontamente as manobras de reanimação.Sinais e sintomas que precedem PCR  Dor torácica  Sudorese  Tontura  Escurecimento visual  Perda de consciência  Alterações neurológicas 2.A constatação imediata da PCR. antes mesmo da chegada de outras pessoas ou equipamentos adequados. 3. Verificar a respiração ( olhe/ ouça/sinta) Promover abertura das vias aéreas. realizando: 74 . assim como o reconhecimento da gravidade da situação é de fundamental importância. Qualquer profissional que constata uma PCR tem por obrigação iniciar as manobras de atendimento e solicitar ajuda 1.Medidas iniciais:  Verificar nível de consciência do paciente e confirmar se o paciente está em PCR    Solicitar ajuda.Sinais clínicos de PCR  Inconsciência  Ausência de movimentos respiratórios  Ausência de pulsos em grandes artérias ou ausência de sinais de circulação.

 Solicita médico.  Orienta os técnicos de enfermagem na monitorização do paciente e obtenção do acesso venoso. o Tração anterior da mandíbula.  Checa pulso e avalia ritmo.  Em caso de óbito. 1 enfermeiro. se necessário.  Posiciona junto à cabeça do paciente (retirando prótese se houver. providencia ventilação com ambu com O2.  Auxilia o médico na intubação. o Extensão do pescoço. aspirar vias aéreas superiores). 75 do paciente e solicitar acompanhamento médico do plantonista. e auxilia transferência. ventilação e transferência do paciente. Enfermeira:  Avalia responsividade.  A enfermeira deverá acompanhar a transferência  Registra dados do atendimento no prontuário. carro de emergência e desfibrilador.I.T.  Solicita serviço de apoio. MOV (Monitor.o Alinhamento da cabeça com tronco. mantém via aérea aberta. 4.Técnica para reanimação cardiovascular Equipe 1 médico. . Oxigênio e veia).  Providencia vaga na U. promover com rotina descrita. avalia via aérea. 2 técnicos de enfermagem.   Solicitar carro emergência.

COMPOSIÇAO DO CARRINHO DE EMERGÊNCIA PRODUTO 76 QTDE . Repõem carinho de emergência.  Inicia as compressões torácicas.  Intuba o paciente. providencia.  Reavalia periodicamente o paciente. checa a intubação. anotando no prontuário a ocorrência.  Solicita verbalmente as medicações a serem administradas.  Monitoriza com as pás e realiza o choque se indicado. enfermeiro e médico.Médico:  Reavalia rapidamente paciente. Aspira vias aéreas. proceder com rotina de óbito. se necessário.  Caso evolua para óbito.  Ocorrendo melhora ou estabilidade do quadro. Requisita medicações e materiais usados. Aspira e administra medicações solicitadas pelo médico. Paciente grave.     Se não houver acesso venoso. Técnico de enfermagem:  Abaixa a cabeceira posicionando o paciente. reanimado deve ser transferido acompanhado pelo maqueiro.     Organiza aparelhagem usada. Em caso de óbito. 5. preencher a declaração de óbito e ou fazer relatório de encaminhamento para SVO. fazer a transferência e prescrever as medicações utilizadas.

Luva estéril n 7.0 Laringo com laminas Vidro de aspirador Equipo para bomba Equipo macrogotas Frasco de gel Tábua Bird Conexão do Bird 02 02 01 02 10 02 02 03 02 02 02 02 02 02 02 02 01 02 03 02 01 01 01 02 PRODUTO Polifix SNG n 18 77 QTDE 02 01 .0 Luva estéril n 8.5 Ambú adulto Eletrodos Fio guia Óculos Látex Umidificador Abocath n 18 Abocath n 20 Abocath n 22 Abocath n 24 Cânulas de guedel Lâmina de bisturi n 11 Fio mononylon 3.5 Luva estéril n 8.

De sódio Dormonid (midazolan) Fenergan Diazepan Flebocortid 500 mg Sulfato de mag.9 % 500 ml Seringa 20 ml Seringa 10 ml Seringa 5ml Seringa 1 ml Agulha 40x12 Agulha 25x7 78 02 01 02 05 03 03 03 10 05 QTDE .Medicações Adrenalina Atropina Bic. Gluconato de cálcio Amiodarona Xilocaína sem vaso 2 % Glicose 50% 20 ml Lasix Dopamina Noradrenalina Fentanil 30 ml Xilocaína gel dobutamina 20 20 10 03 03 02 02 02 02 05 02 05 10 05 02 01 01 02 PRODUTO Soro Ringer 500 ml Soro glicosado 5 % 500 ml SF 0.

5 Tubo orotraqueal n 8.5 Luva estéril n 7. 79 .Agulha 25x8 Tubo orotraqueal n 6. portanto ele não poderá falhar no momento da urgência por não ter sido checado com antecedência.5 Tubo orotraqueal n 7.0 05 01 01 01 02 02 01 02 02 04 02 02 01 01 6.  Conferir data de validade dos materiais estéreis (realizar troca quando necessário)  Conferir validade dos internos descartáveis (incluindo validade da esterilização)  Após atendimento de paciente em PCR: realizar desinfecção dos equipamentos utilizados com água e sabão e ficção de álcool a 70%.0 Tubo orotraqueal n 7.0 Tubo orotraqueal n 8.  O carro de urgência deverá ser prioridade.0 Tubo orotraqueal n 6.5 Sonda uretral n 8 Sonda uretral n 10 Sonda uretral n 12 Sonda uretral n 14 SNG n 18 Luva estéril n 6. no início de cada plantão e imediatamente após o uso.  A limpeza geral do carro de urgência deverá ser feita no primeiro dia útil de cada mês.ORIENTAÇÕES GERAIS  O carrinho de emergência deverá ser revisado e completado pelos funcionários da enfermagem da unidade.

 01 seringa de 20ml.XVIII. OBS: Verificar orientações de Rotina Prevenção de Infecção de Corrente de Sanguínea Material  01 bandeja de pequena cirurgia. Essa via de acesso é viabilizada nos momentos em que o paciente não apresenta mais acesso venoso periférico.  01 par de luvas estéril. nos casos de pacientes que necessitem de um grande volume de soluções injetáveis.  01 polifix (se não houver torneirinha de 3 vias).  10 ml de xilocaína a 2% sem vasoconstritor.  01 lamina de 11 ou 15.  01 agulha 30x7 ou 13x4.0 com agulha 2cm cortante. infusão rápida de drogas ou controle de pressão venosa central.  01 intracath(Kit) para Subclávia nº16x12 adulto.5.  01 fio de sutura mononylon 3. 80 .PREPARO DE MATERIAL PARA INTRACATH Para cateterização venosa central utiliza-se um dispositivo venoso profundo que é introduzido pela veia jugular interna ou subclávia. desembocando na veia cava superior para infusão de medicamentos e nutrição parenteral.

4.Organizar o material.Levantar a cabeceira do leito. 15.Oferecer ao médico máscara. 6.Abaixar a cabeceira do leito se necessário.  01 pacote de gaze.Tirar as luvas.  50 ml PVPI 10%. 16. 3. álcool 70% ou clorexidina  50 cm de micropore ou esparadrapo.Abrir o soro.9% 250 ml.Oferecer solução anti-séptica. 9.  01 frasco de solução fisiológica 0.9% no equipo e polifix e retirar o ar do sistema.Aguardar a punção.Posicionar o paciente no leito em decúbito dorsal-horizontal. 01 equipo para infusão. 14. 81 . 8. 11. conforme manual de curativos da CCIH. 2. calçar luvas de procedimento.Pedir ao paciente que vire a cabeça para o lado para realização da punção. conectar a solução fisiológica 0. 10. 5. 12.Organizar o material.Aguardar o termino do procedimento (fixação do cateter). máscara. 13.  01 capote estéril.Orientar o paciente quanto ao procedimento. 7. lavar as mãos. gorro. avental e luvas.Entregar o equipo ao medico para conexão com cateter.Fazer curativo local.Lavar as mãos.  01 campo estéril  Procedimento 1.

 01 frasco de soro de 500 ml.Anotar gastos/ repor o material se necessário. XIX. 82 .  Colocar o paciente em decúbito dorsal.Fazer anotações de enfermagem.  Procedimento:  Organizar o material  Colocar o material à beira do leito do paciente. Observação Já instalado cateter venoso central. MONTAGEM DE PRESSÃO VENOSA CENTRAL (PVC) Material  01 equipo com fita graduada para PVC. sem nenhuma inclinação para cima ou para baixo. Observação:  Preferir salas de procedimentos. reto com cabeceira e pés do leito na mesma direção.  Promover ambiente limpo e protegido com biombo se necessário.  01 suporte de soro. 18.  40 cm de fita adesiva.  01 régua de medida de PVC.17.

a tampa da via dupla para medida e aguardar a descida da solução no equipo.  Abrir o acesso de passagem de solução do equipo de PVC para o paciente. 83 . para baixo.  Marcar no suporte de soro com a fita adesiva o ponto zero para medida de PVC. e a via única ( mais comprida).  Direcionar a outra extremidade ao suporte de soluções posicionado ao lado. pois ele já estará preenchido com o soro fisiológico.  Circular com uma caneta vermelha. com a bolha de ar centralizada. para destaque. ou na linha axilar media. para ser conectada ao cateter central.  Fechar as vias de infusão de outras soluções. (uma via ficará para instalação do soro fisiológico e a outra para a medida). sendo removido todo o ar. fique posicionada para cima. apêndice xifóide. mantendo-a em linha reta de modo que a ampola com água da régua de PVC se mantenha alinhada.  Retirar todo o ar do equipo de PVC com o soro fisiológico. indicando precisão na medida. 1.Passos para realizar a medida:  Pinçar a solução do equipo de PVC.  Fixar a fita graduada no suporte de soro com o zero da medida da linha entre o paciente e o suporte. de acordo como determinado pela medida da régua . Posicionar uma das extremidades da régua de PVC na linha do tórax anterior.  Instalar a via única do equipo (a mais comprida) no cateter central do paciente.  Fixar o equipo no suporte de modo que a via dupla. o ponto zero da fita.

 Vidro aspirador.  Soro fisiológico 0.  Colocar máscara.  Pinçar o equipo.  Óculos. APIRAÇAO ORONASOTRAQUEAL: 1. seringa de 20 ml estéril.9%.  Máscara. 1. Datar e assinar o dia da troca.  Valores normais: 7 a 12 cm de água OBS.  Marcar o ponto de oscilação o qual determina a medida do PVC.  Trocar equipo sempre que apresentar sangue em sua parede interna.  Anotar na ficha de controle do paciente.  Fechar a via do equipo de PVC para o paciente e abrir a das outras soluções. Observar em qual ponto da fita graduada há oscilação da solução. Material:  Luva estéril. A técnica: Utilizar técnica asséptica na aspiração endotraqueal:  Lavar as mãos com água e sabão antes e após o procedimento.  Borracha látex.  Preencher novamente o equipo de PVC com o soro.  Trocar o equipo a cada 24 horas. 84 .  Cateter de aspiração estéril com furos (sonda de aspiração ou sonda uretral).1.  Gorro e avental. XX. Verificar outras orientações da rotina de prevenção de infecção de corrente sanguínea da CCIH.  Tampar a ponta do equipo usada para a realização da medida.

no expurgo.vem).  Segurar o látex e ligar o aspirador com mão esquerda.  Após o procedimento.  Se o paciente estiver sob ventilação mecânica.  Durante a aspiração instilar soro fisiológico em pequena quantidade para facilitar o desprendimento de secreções espessas.  Durante a aspiração realizar movimentos circulares com cateter (nunca em movimentos de vai . O cateter deverá ser desprezado.e .  Pegar o cateter com a mão direita enluvada. o procedimento deve ser rápido oxigenando o paciente a cada aspiração com O2 a 100% com auxílio de Ambu. nariz e boca.  Aspirar na seguinte seqüência: traqueostomia ou cânula orotraqueal.  Lavar as mãos. pois é de uso único. irrigar ponta do cateter com soro fisiológico mantendo o aspirador ligado fazendo assim a limpeza do látex e também do cateter. dentro de um saco coletor estéril.  Após o procedimento retirar as luvas.  Retirar a máscara. 85 . óculos e capote.  Deixar o látex devidamente protegido.  Conectar o látex tendo cuidado para não contaminar a luva e o cateter.  Desprezar a secreção do frasco coletor no final de cada aspiração no vaso sanitário. gorro.  Não introduzir o cateter sem antes dobrar o látex para evitar lesão de mucosa pela sucção. mantendo a mão direita sem contaminação. Calçar luvas.

2 Rotina de aspiração:  Aspiração oral – sempre que necessário. de acordo com a prescrição da enfermagem. trocando as gazes todas as vezes que acumular secreção.O. ou S.  Trocar o látex e o vidro de aspiração a cada 24 horas.S.O.  Manter a região da traqueostomia sempre limpa. 1.  Aspiração traqueal de 2/2h e S. manter a que você tem maior destreza. CUIDADOS COM PACIENTES TRAQUEOSTOMIZADOS:  O paciente com traqueostomia apresenta um risco de aquisição de Infecção Hospitalar entre 5 a 35% (em média)..  A cada aspiração. O paciente com traqueostomia apresenta um risco de aquisição de Infecção Hospitalar entre 5 a 35% (em média). 86 . lavar as mãos e usar luvas estéreis.  Usar um cateter para cada aspiração. Trocar cadarço de fixação da cânula de traqueostomia diariamente. XXI.S. Observação:  Quando se refere em manter a mão direita sem contaminação é. Enxaguar o frasco.  A traqueostomia deve ser realizada com técnica asséptica. Referindo a esquerda que deverá ficar de luva. para sua proteção.

remover qualquer resíduo de secreção da mesma .  Aspirar o paciente pela técnica preconizada. Quando a cânula externa de traqueostomia necessitar ser trocada. como linhas de fibra de gazes. Verificar que não tenham permanecido partículas estranhas.  Remover suavemente a cânula.  Retirar a cânula da solução. usando técnica asséptica. deverá ser substituída por outra esterilizada.  Registrar o procedimento no prontuário.  Secar com compressa estéril  Fazer a limpeza em volta da cânula com soro fisiológico. 1. 87 . Cânula interna (macho):  Lavar as mãos.  Realizar aspiração sempre que necessário para evitar obstrução e diminuição da luz na cânula.  Reinserir a endocânula fixando-a no ponto indicado. secando com gaze.1 Material :  Cuba pequena estéril  Soro fisiológico  Gase  Luva estéril A.  Calçar as luvas.  Se necessário trocar o cadarço. Orientações para a limpeza da cânula: 1.  Preparar o material  Desconectar o circuito de umidificação.  Aspirar a cânula externa enquanto a cânula interna esta em solução. instilar soro para auxiliar a retirada de resíduos e crostas de sua parede. caso o paciente esteja recebendo oxigênio. mantendo a cânula fixa. Se necessário. pois a manobra pode desencadear forte acesso de tosse.  Imergir a cânula em solução filológica. tendo-se o cuidado de seguir a curva da mesma.

sendo orientações. priorizando-os. ATRIBUIÇÕES DOS ENFERMEIROS SUPERVISORES  O ENFERMEIRO SUPERVISOR A supervisão de enfermagem é uma das atividades desenvolvidas no cotidiano hospitalar. estimulação. 88 . e participação para intervenção na realidade). para realização de diagnósticos e intervenção na realidade. Observação: Seguir demais orientações quanto a prevenção de pneumonia Hospitalar. de ensino (acompanhamento do processo de ensino-aprendizagem. bem como instrumentalizar suas próprias ações. XXII. A supervisão é compreendida como um instrumento que contribui para a identificação de problemas. orientação e treinamento) e de controle (conferencia.  Cumprir e fazer cumprir regulamentos da instituição. compreender as necessidades dos outros. Para que haja efetivo desenvolvimento das pessoas.  Planejar. portarias. aconselhamento e motivação. em geral pelo profissional enfermeiro que responde pela organização técnico-administrativo do trabalho. em presença de secreção ressecada com risco de obstrução da mesma. para avaliação dos mesmos. retificação. circulares e outras instituições. propondo soluções. é imprescindível que o supervisor possua capacidade de ouvir. Cânula externa:  A troca deve ser realizada pelo medico. participar e estimular a equipe a participar de cursos trabalhos e pesquisas realizadas na própria clínica ou em outras instituições. Utiliza técnicas psicológicas. rotinas.  Receber o plantão na chefia de enfermagem observando as principais ocorrências e pendências para serem concluídas. seguindo técnica asséptica.  Determinar a escala diária dos leitos.  Distribuir os funcionários de acordo com a necessidade do serviço.  Prever e solicitar materiais necessários para o funcionamento do serviço.B.

 Realizar Curativos de grande porte de CDL ou Intracth.  Fazer escala de serviço dos técnicos de enfermagem.  Desobstruir sondas vesicais de demora com irrigação. solicitar manutenção quando detectado algum problema.  Zelar pela conservação de equipamentos hospitalares.  Instalar PVC.  Passar sonda Nasoenterica.  Puncionar jugular se necessário. acompanhar transferência do paciente até a UTI.  Emitir parecer técnico na compra ou locação de materiais ou equipamentos.  Elaborar manual de normas. além de captar as necessidades de sua equipe de trabalho.  Passar Sonda Vesical de Alivio. exames e preparo do paciente para cirurgias e exames.  Puncionar Port-a-Cath. sendo revisado periodicamente.  Prestar assistência a Parada Cardiorrespiratória junto com a equipe médica.  Prescrever cuidados de enfermagem.  Evoluir pacientes graves.  Definir tipos de isolamentos. supervisionar e executar.  Encaminhar materiais hospitalares danificados para manutenção. na ficha de equipe multidisciplinar.  Observar o funcionamento dos equipamentos e materiais existentes na unidade.  Realizar visitas aos pacientes. 89 .  Passar Sonda Vesical de Demora.  Avaliar as infusões de medicações em pacientes mais graves e monitorar sua infusão nos casos de quimioterapias e drogas vasoativas.  Estabelecer sistemas e fazer orientação contínua quanto à prevenção de riscos ocupacionais.  Passar sonda Nasogástrica.  Encaminhar pacientes graves a UTI. Liderar.  Verificar prontuários.  Avaliar os pacientes graves e solicitar a avaliação do plantonista geral quando necessário. rotinas e procedimentos do seu setor e deixar disponível a toda equipe no local de trabalho.

 Encaminhar o paciente para exames fora quando não são realizados na Instituição.  Receber o familiar no horário de visita orientar e se necessário permitir a entrada de mais de duas pessoas ou o deslocamento do paciente para contato com filhos e netos menores.  Lançar alta por óbito no sistema de imediato no horário correto e encaminhar para setor de internação o memorando comunicando o óbito para ser lançado no sistema na Prefeitura e Convênios.  Avaliar a necessidade de acompanhamento para pacientes e autorizar sua permanência no hospital.  Orientar a mãe quanto à importância de amamentar o recémnascido para não oferecer chupetas. parecer da nutrição.  Checar o carrinho de emergência e solicitar novos materiais.  Comunicar parecer médico a outras especialidades. e orientar quanto ao registro do mesmo.  Supervisionar.  Elaborar projetos científicos. repondo corretamente. IML ou SVO. esclarecer as duvida dos técnicos de enfermagem. Implementar programas de educação continua e aperfeiçoamento para os técnicos de enfermagem.  Avaliar resultados de exames e comunicar o plantonista ou ao médico assistente. entregar a declaração de óbito.  Realizar eletrocardiograma. 90 .  Orientar a mãe sobre o perigo da amamentação cruzada. detectar problemas e oferecer soluções para o bom andamento do serviço.  Realizar treinamento periódico dos funcionários sob sua supervisão. como parecer psicológicos.  Orientar acompanhante quanto às normas do hospital.  Providenciar transporte e solicitar o técnico de enfermagem para acompanhar nos exames extras hospitalares. quando possível.  Entregar o corpo a funerária.  Acompanhar e assistir o plantonista nos casos de óbitos.  Avaliar o desempenho da equipe.  Esclarecer duvida de pacientes sobre cuidados após cirurgias e altas.  Avaliar as necessidades do paciente não observada pelo médico e interceder por ele junto à equipe. parecer de serviço social. mamadeiras ou outros alimentos.

 Manutenção de um sistema de informações eficientes. proteção. o elemento supervisor desenvolve junto aos funcionários atividades diversificado como:  Discussão dos valores e objetivos de serviços de enfermagem. utilização e avaliação de métodos de trabalho.  Elaboração. execução e avaliação de programas de desenvolvimento de pessoal. respeitando os preceitos éticos e legais. Atua na promoção.  Caracterização da clientela atendida. físicos e orçamentários necessários ao desenvolvimento das atividades de enfermagem. rotinas e manual dos serviços de enfermagem.  Previsão e provimento de recursos humanos. procedimentos. solicitação de vaga extra-hospitalar e transporte. recuperação da saúde e reabilitação das pessoas. como exames não rotineiros.  Identificação das necessidades de orientação e treinamento dos funcionários. materiais.  Estabelecimento.  Promoção de integração do pessoal de enfermagem e manutenção de estratégias para sua motivação.  Prevenção de situações problemáticas. XXIV. implantação e avaliação de normas.  Atender e anotar as solicitações da Gerência. Na enfermagem.  Planejamento e desenvolvimento das ações de enfermagem segundo os critérios e as prioridades definidas.  Planejamento. ATRIBUIÇÕES DOS TÉCNICOS DE ENFERMAGEM 91 .  Identificação das necessidades de assistência de enfermagem. XXIII. transferência interna e externa de pacientes.  Orientação com avaliação dos funcionários durante a execução das atividades. ATRIBUIÇÕES IDEAIS DO ENFERMEIRO A enfermagem é uma profissão comprometida com a saúde do ser humano e da coletividade. Atuar junto aos residentes orientandos e auxiliando nos procedimentos e protocolos.  Avaliação da qualidade da assistência de enfermagem prestada.

realizar banho no leito nos mais graves e acamados. horários de visitas.  Realizar trocas de leitos encaminhando os pacientes ao banho. etc. com SSVV e intercorrências.  Realizar enteróclise e pequenos curativos.  Verificar prescrição médica e buscar os medicamentos na farmácia quantas vezes for necessário.  Medir débito da sonda Vesical de Demora e dreno de tórax..  Instalar oxigênio para o paciente conforme prescrição médica.  Fazer previsão e requisitar material de consumo dos postos como luvas.  Trocar o selo d´agua do dreno tórax. nasogástrica.  Comunicar ao banco de sangue as hemotransfusão. 92 . USG.  Aferir e anotar SSVV no prontuário e em caso de alteração comunicar a supervisora.  Preparar e administrar as medicações.  Entrar em contato com a supervisão em caso de dúvida em relação a medicações. álcool.  Receber o paciente no momento da admissão. exames e pacientes graves. orientar quanto as normas do hospital. nasoenteral e drenos conforme prescrição medica.  Retirar sonda vesical de demora.  Comunicar com o laboratório exames de rotina e de urgências. e materiais estéreis.  Marcar exames como EDA.  Receber o material permanente do posto e zelar pelas suas perfeitas condições de uso.  Realizar o relatório de enfermagem completo e coerente com o estado geral do paciente.  Observar e puncionar acesso venoso para administrar soro e medicamentos. EEG.  Solicitar coleta de gasometria. levando-o até seu leito e apresentando-o para os demais da enfermarias.  Chamar plantonista da Instituição em caso de parada Cardio Respiratória e intercorrências.  Atender a equipe médica quando solicitada. etc.  Promover organização do posto. anotando aspecto e volume.  Proporcionar e zelar pelo conforto e organização do posto e das enfermarias deixando ambiente limpo e tranqüilo. ECG. ECO. Receber o plantão dos colegas nas enfermarias para estar ciente do estado de cada paciente... TC. comunicar a chefia caso necessite de manutenção ou substituição. máscaras.

esta unidade possui 13 enfermarias de 02 leitos e 01 enfermaria de 03 leitos. preparar e encaminhar o paciente no horário correto para exames.  Arquivar a via assinada pela internação no prontuário do paciente.  Preparar material e auxiliar nos procedimentos médicos e de enfermagem. XXV.  Orientar.  Chamar maqueiro e auxiliar o mesmo em todas as remoções de pacientes. 1. medicação.  Registrar a alta do paciente no prontuário e no livro do posto de enfermagem.  Comunicar a chefia em casos de exames e pareceres avisados ou não. RECURSOS HUMANOS POSTO 1A Equipe composta de: 93 .  Ouvir o paciente nas solicitações. respeitar o paciente e suas limitações.  Manter-se informado do quadro clínico. exames e procedimentos dos pacientes sob seus cuidados. no livro de admissão e na lista de pacientes do posto. Fazer admissão no prontuário.  Orientar o paciente na alta hospitalar e comunicar a família. procurando transmitir segurança durante o tratamento. nos casos graves chamar a chefia. não denegrir sua imagem. procedimentos e cirurgias.  Acompanhar o paciente até a portaria com a chegada da família e pegar a assinatura dos responsável no papel da alta.  Perceber complicações em pacientes graves e comunicar a chefia. ROTINA OPERACIONAL POSTO 1A – ENFERMARIAS DE CONVÊNIOS E PARTICULAR O Posto I-A ou Enfermarias de Convênios e Particular está localizado no 1º andar desta Instituição e atende a todas as especialidades clínicas e cirúrgicas em sistema de convênios e particular.  Ser ético.  Entregar uma via do papel da alta para a internação lançar no sistema da MV e da Prefeitura e ou Convênios.

08 técnicos de Enfermagem no período noturno. 07 técnicos de Enfermagem no período diurno. ESTRUTURA FÍSICA DO POSTO 1A 01 Posto de Enfermagem  Uma copa  01 Banheiro para os funcionários 3.  04 supervisoras de Enfermagem. fezes. caso não sejam. CARACTERÍSTICAS. 2. aguardar rotina. urocultura. Cateterismo Arterial : Atentar para guias autorizadas(se convênio) e avisar funcionário da hemodinâmica. sendo 03 no plantão diurno e 04 no outro plantão fazendo 12x36hs. Endoscopia: Avisar na sala de endoscopia no período vespertino e aguardar resposta da secretária do setor. Avisar imediatamente o laboratório quando os exames forem de urgência. 94  E INFORMAÇÕES . swab e etc. ESPECIFICAÇÕES NECESSÁRIAS SOBRE O SETOR: Rotina para exames: Devem ser agendados pelo funcionário do setor Tipos:  Exames laboratoriais: Devem ser colocados na caixa de exames do posto de enfermagem. Eletroencefalograma e Tomografia Computadorizada: Avisar nos respectivos setores assim que solicitados e já agendar data e horário. Seguir técnica de coleta descrita pelo laboratório para coleta de exames efetuados pela enfermagem: EAS. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs.  Exames de imagem: Ultra-sonografia e Ecocardiograma: Avisar no setor USG quando solicitado o exame e aguardar marcação no período vespertino pela secretária do setor. 04 em cada plantão fazendo 12x36hs. proteinúria 24h. escarros.

ROTINA OPERACIONAL POSTO 2A – OBSTETRÍCIA E BERÇARIO 1. RX e Eletrocardiograma: seguem rotina própria dos setores de origem e são recolhidos e encaminhados pelos maqueiros. preparo se necessário e nome do funcionário que agendou. Os leitos dispõem-se da seguinte maneira: ENF 2A 01 – 2000 A 2004 – 5 leitos / obstetrícia ENF 2A 02 – 2005 A 2009 – 5 leitos / obstetrícia ENF 2A 03 – 2010 A 2014 . se o paciente precisar de ambulância o hospital disponibiliza de acordo com a rotina do setor de serviços (via Intranet ) e um técnico de enfermagem tem que acompanhá-lo). se E. se RX técnico em radiologia.3 leitos / obstetrícia ENF 2A 05 – 2018 A 2020 . obstetrícia e otorrinolaringologia.G enfermeiros). CARACTERÍSTICA DA CLÍNICA O posto da obstetrícia e Berçário da Santa Casa de Goiânia localiza-se no 2º andar.C. sendo 13 de 02 leitos e 01 de 03 leitos.Para todos: Anotar no prontuário data. *OBS: Em casos de exames não realizados na instituição o enfermeiro deverá tomar todas as providências relacionadas ao mesmo: agendamento e transporte (para sair da instituição o médico responsável pelo paciente tem que preencher termo de autorização liberando-o sair do hospital e descrever qual tipo de transporte o paciente pode utilizar.5 leitos / obstetrícia ENF 2A 04 – 2015 A 2017 . salvo emergências (em pacientes acamados e graves esses exames são feitos no leito. conhecida com Ala Madre Paulina e admite pacientes do SUS. horário. O setor dispõe-se de 25 leitos dos quais admitem pacientes cirurgiados da ginecologia. A enfermaria de Convênios e Particulares possui 14 enfermarias.3 leitos / ginecologia 95 . XXVI.

incisão cirúrgica e involução uterina.ENF 2A 06 – 2021 A 2024 . RECURSOS HUMANOS DA OBSTETRÍCIA POSTO 2A Equipe composta de:  04 técnicos de Enfermagem no período diurno.  Estimular a deambulação precoce. 02 em cada plantão fazendo 12x36hs. episiorrafia.  Observar aspecto da ferida operatória.  Observar sangramentos. após micção e evacuação. várias vezes ao dia. 4. RECURSOS HUMANOS DO BERÇÁRIO  02 técnicos de Enfermagem no período diurno.  Orientar higiene das mamas e mamilos antes e após as mamadas.  02 técnicos de Enfermagem no período noturno. pois pode haver retenção urinária. tipos de dieta.  Observar a micção.  04 supervisoras de Enfermagem. sem interrupção. sondas. jejum e outros. 01 em cada plantão fazendo 12x36hs.  Orientar a realização da higiene corporal e íntima. 04 técnicos de Enfermagem no período noturno. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. após 06 horas para parto normal e após 24 horas para parto cesariana.  Proporcionar sono e repouso adequado. das unhas. pois a mãe geralmente está exausta após o parto. 3. em caso de cesariana.  Estar atento com drenos. usando água morna e sabão. CUIDADOS NO PÓS-OPERATÓRIO (Especifico para pacientes da Ginecologia Obstetrícia)  Orientar o paciente a permanecer em decúbito dorsal.4 leitos / ginecologia 2. E trocar os absorventes quantas vezes forem necessário. mantendo-os secos e protegidos. nas primeiras horas após o parto. 96 . 01 em cada plantão fazendo 12x36hs. 02 em cada plantão fazendo 12x36hs.

 Usar sabonete de glicerina para dar banho no RN e retirar o vermix cavernoso das dobras da pele delicadamente. e comunicar a supervisora. durante a manipulação do RN.  Aferir e anotar temperatura. quantidade e freqüência.  Manter o RN aquecido e em decúbito lateral. Verificar demais orientações na Rotina para controle de Infecção em Recém Nascidos: Berçário e Alojamento Conjunto. Seguir orientações da Rotina de Prevenção do Sítio Cirúrgico da CCIH.  Observar atentamente o nível de oxigenação do RN.  Manter Alcool gel glicerinado para anti-sepsia das mãos após lavagem.  Usar Máscara desvartáveis.  Registrar no relatório todas as intercorrências. OBS.  Observar eliminação urinaria e anotar seu aspecto.  Lavar as mãos antes e depois de tocar no RN. 7. Orientar a puérpera para que quando as mamas estiverem ingurgitadas fazer aplicações de compressas quentes. para evitar riscos de hipotermia e bronco aspiração.  Observar aspecto das fezes.  Aspirar secreções das vias aéreas superiores se necessário. sabonete individual.  Anotar corretamente os procedimentos executados e as alterações observadas.  Checar o preenchimento correto dos papéis. até a alta 97 . 6. OBS. se em barra. lembrando que sua coloração normal é verde-escura e pastosa. ALOJAMENTO CONJUNTO Alojamento conjunto é o sistema hospitalar em que o recémnascido sadio permanece com a mãe 24 horas por dia. RN NO BERÇÁRIO  Devem-se usar luvas de procedimentos nos primeiros 12h e se sangue ou secreção e aventa ( devem ser trocados entre o cuidado de um RN e outro).

 Esclarecer cuidados específicos. e orientar a mãe. OBS. RN EM INCUBADORA O RN poderá ser colocado em berço comum. mostrando-se disponível para auxiliá-la na amamentação ou situações que lhe pareçam difícil. incentivando a mãe a participar deste acompanhamento com o objetivo de que ela se sinta capaz de conhecer e avaliar seu filho.  Proporcionar condições para que a mãe possa reconhecer seu filho. dependendo de suas condições.  Supervisionar os cuidados prestados pela mãe. de modo que haja integração de suas experiências anteriores e expectativas.  Realizar os primeiros cuidados com o RN.  Preparar alta da mãe e do RN. medicações.  Curativo do Cordão Umbilical com álcool a 70% descoberto. incentivando o cuidar do filho. fornecendo a mãe informações precisas sobre as condições de seu filho no momento de sua admissão na unidade. Colocam-se em 98 . como troca de roupa. Este sistema possibilita à prestação de todos os cuidados assistenciais a mãe e ao filho.  Esclarecer sobre as rotinas gerais da unidade de modo a situá-la melhor no ambiente.  Dar oportunidade ao pai participar nos encontros com a mãe nas enfermarias.  Trazer o RN para junto da mãe. associando sempre estas orientações com hábitos da mãe. reconhecendo assim.  Acompanhar a evolução diária do RN.  Registrar nos prontuários da mãe e do RN as condições evidenciadas e condutas tomadas de modo a fornecer informações necessárias para ações de outros profissionais da equipe.  Avaliar as condições físicas e emocionais do RN. também situações que necessitem ajuda de outros profissionais da saúde.hospitalar. com dietas. Observar rotina para parto na Rotina da CCIH e Rotina para Controle de Infecção em Recém Nascidos. ou em uma incubadora. deambulações. 8. berço aquecido. medidas de higiene com o coto umbilical e avaliação de temperatura. higiene. fornecendo todas as orientações necessárias.

 Veja Cuidados com incubadora na Rotina de Prevenção de Infecção em RN da CCIH.  Abrir as janelas da incubadora somente quando for manusear o RN. para evitar infecção cruzada. sendo fundamental o uso de fraldas para proteção do períneo e das gônadas. Cuidados de enfermagem  Controlar o tempo de permanência da lâmpada fluorescente ligado com anotação da data e números de horas/dia.  Lavar as mãos e antebraço com água e sabão e álcool a 70% glicerinado toda vez que manusear o RN.  A temperatura ideal da incubadora é de 36 a 37° graus. hipotérmico. prematuro ou com qualquer outra alteração. A fototerapia é usada nos casos de icterícia neonatal. o que necessitará atenção constante da equipe de enfermagem para observar suas condições.  O RN poderá estar em berço ou em incubadora.  Cuidado ao administrar oxigênio ao RN. 9.  Observar atentamente prescrição médica.  Manter a higiene rigorosa da incubadora.  A incubadora deverá ser mantida ligada.  Lembrar que o RN não será ouvido quando estiver dentro da incubadora. para o mesmo não resfriar.  Orientar a mãe a lavar as mãos antes de tocar o RN. pouco peso. mesmo em desuso para receber urgências. CUIDADOS COM RN EM FOTOTERAPIA Fototerapia é o tratamento a base de luz visando à retirada da bilirrubina impregnada na pele do RN. 99 . devido à ação do calor.  O RN deverá estar despido.incubadora os recém-nascidos com problemas respiratórios. para evitar queimadura.  Estar atento a punção venosa pra prevenir flebites. observando posição correta do Hood.  Manter as lâmpadas a 50 cm do RN.

com restrições de proteínas.  Retirar o RN da fototerapia 15 minutos antes do banho para que seu corpo não sinta diferença de temperatura. XXVII. DPA) e hemodiálise).  Controlar rigorosamente a temperatura corporal. Gonçalves.e a aplicação das diferentes formas de diálise (peritoneal (CAPD.  Proporcionar mudança de decúbito para que a desempregnação seja uniforme.  Retirada do RN da fototerapia para a amamentação. pois pode ocorrer desidratação devida a sudorese pela ação do calor. Na ausência de material próprio manter os óculos com papel escuro e gazes. Manfro. evitando assim lesões graves por ação da luz.84). aos hospitais e médicos. porém restritiva ao paciente. NEFROLOGIA E ORTOPEDIA 1. mesmo que a prescrição médica seja continua.  Limpeza freqüente do berço.  Controlar o estado de hidratação do RN.científico para equipe de enfermagem. antes da introdução da diálise.  A fototerapia pode ser intermediaria ou contínua de acordo com a prescrição medica. melhorando a qualidade no atendimento com o transplantado renal. desinfecção semanal e quando tiver alta com álcool a 70%. ROTINA OPERACIONAL POSTO 2B – UNIDADE DE TRANSPLANTE RENAL – UTR. essa doença era fatal. 100 . permitindo uma sobrevida maior. levando a uremia (Barros. OBJETIVO GERAL Esta rotina visa proporcionar conhecimento técnico. com diminuição na filtração glomerular. 2. pois pode ocorrer um hiper aquecimento pela ação do calor da lâmpada. possibilitaram uma nova alternativa terapêutica a estes pacientes. substancia rica em potássio e líquidos. Proteção ocular para impedir o ressecamento da córnea. CONCEITO Insuficiência Renal Crônica (IRC) se caracteriza pela a perda progressiva e irreversível da função renal. delimitando seu espaço à sua região. Thomé. 1994 pg. A IRC é um estado clínico que requer controle dietético rigoroso.

A fisiopatologia da IRC o rim quase sempre está atrofiado havendo perda da função filtrativa dos glomérulos causando proteinúria. com a introdução do esquema clássico de imunossupressão. 3. 4. Artéria renal é um ramo da aorta abdominal. ESTRUTURA FÍSICA DA UNIDADE 101 . 2003). 5. que é a associação de azatioprina e prednisona ( Manual Pratico de Diagnóstico e Tratamento – Atualização Terapêutica. penetrando no rim através do hilo renal. hematúria. ANATOMIA Os rins são órgãos pares situados em cada lado da coluna vertebral. anúria. onde há sua irrigação. são reto peritoneais. o transplante renal é o mais efetivo para reabilitação socioeconômica do paciente urêmico (Pereira et al. recuperando a função renal e permitindo a reintegração social total do paciente. oligúria. Foi estabelecida como terapêutica adequada para a insuficiência renal crônica no início da década de 60. passando pela pelve renal e ureter até a bexiga. TRANSPLANTE RENAL . para um receptor com a doença renal. A urina é drenada para os cálices menores e destes os cálices maiores. envolvendo o rim de um doador vivo ou cadáver humano. 2006).O transplante renal é um método terapêutico para o paciente com IRC. visando à substituição do órgão doente.BREVE HISTÓRICO Dos vários programas substitutivos da função renal no tratamento da insuficiência renal crônica (IRC).

RECURSOS HUMANOS DO POSTO 2B Diurno:  04 funcionários no plantão impar. TIPOS DE PACIENTE  Transplantados  Renal Crônico  Renal Agudo  Ortopédicos Cirúrgicos  Buco-maxilo 8. pacientes com fratura. 08 enfermarias com 03 leitos cada sendo o total de 25 leitos. cada leito com entrada canalizada de O2.  01 isolamento com 02 leitos que constituem a Unidade Fechada do Transplante Renal. fazendo 12x36hs  04 funcionários no plantão par. CARACTERÍSTICA DA INTERNAÇÃO  Pacientes para transplante renal. 6. fazendo 12x36hs Noturno:  04 funcionários no plantão impar. fazendo 12x36hs  04 supervisoras de Enfermagem. ar comprimido e vácuo.  Complicações de transplante realizados na SCMG. 9. (UTR)  Cada enfermaria é composta por 01 banheiro.OPERATÓRIOS 102 . fazendo 12x36hs  04 funcionários no plantão par. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. 7.  01 expurgo.  01 banheiro para funcionários. CUIDADOS PRÉ.  Pacientes com insuficiência renal aguda e crônica.  Falta de imunossupressores.

12. 9. 1. 2. comunicar ao médico nefrologista e à enfermeira responsável do horário. ao qual o paciente será submetido.Encaminhar paciente para hemodiálise um dia antes da cirurgia e solicitar que traga seu capilar para o hospital no final da sessão e o paciente que realizar diálise peritonial. oferecendo a roupa do hospital. PA. R) no prontuário.Preparar psicologicamente o paciente e sua família.Realizar relatório de encaminhamento ao centro cirúrgico.Assim que paciente internar em seu leito. checar a administração dos mesmos e caso ocorra qualquer intercorrências ou falta de medicações ( principalmente imunossupressores e antibióticos). solicitar laboratório para coletar exames e fazer reserva no banco de sangue. sinais vitais ( P. laboratório). 11.Averiguar e anotar diurese ( se presente). reunir pertences e entregar a família. 4-Preparo pré-operatório como: jejum. 15. preparo da pele (higiene corporal). centro cirúrgico. através de orientações sobre o que vem a ser o transplante renal e a melhora da qualidade de vida.Receber o paciente na unidade do transplante. para encaminhar o paciente. hemodiálise.Encaminhá-lo ao banho. 103 .Preparar e aguardar para encaminhar paciente para hemodiálise.Comunicar os setores da instituição envolvidos no processo do transplante ( banco de sangue.Comunicar a supervisora qualquer intercorrência e relatar no prontuário. 8. a avaliação física e continuidade do tratamento. minimizando ansiedade. bijuterias. 5. CME. 14. retirada de prótese dentária. 17. 3. juntamente com todos os exames. T.Quando necessário. 18. eliminações.Internar paciente se for doador vivo 1 dias antes do transplante para exames complementares e se for doador cadáver aguardar o mesmo chegar.É o preparo bio-psico-sócio-espiritual e emocional do paciente e familiares para enfrentar o trauma anestésico/cirúrgico. 13. 16. realizar a medicação já prescrita pelo médico nefrologista.Avaliar presença de infecção.Pesar o paciente.Manter dieta zero de 8 a 12 horas antes da cirurgia.Aguardar chamada do centro cirúrgico.Checar acesso dialítico (se FAV presença de frêmito e CDL se limpo). providenciar local adequado para realizar as trocas. 6. 7. 10. retirada de esmalte.

Portanto. visa detectar e intervir precocemente nas possíveis complicações pós-operatórias do Transplante Renal. P. Os cuidados pré-operatórios são similares aos realizados com os pacientes cirúrgicos de médio porte.Instalar oxigênio quando necessário.Avaliar paciente ao recebê-lo na UTR quanto aos sinais vitais (PA.: A monitorização das complicações pós-transplante renal é prioritária e depende de uma grande parcela dos cuidados e observações da enfermagem.Ter conhecimento de como foi o procedimento cirúrgico. 2.POI 1. T. 104 . reposição de líquidos. enfocando a ocorrência de complicações no intra-operatório. reposição volêmica. 10. 6. cuidados na prevenção de infecções. soroterapia para reposição volêmica e bandeja para sinais vitais).Conferir limpeza terminal da unidade e providenciar desinfecção do mobiliário da UTR.OPERATÓRIOS A avaliação da enfermagem neste período. montar kit para oxigenoterapia. 3.Preparar o ambiente da Unidade Fechada do transplante renal (UTR). Por isso. CUIDADOS PÓS. com ênfase na monitorização do balanço hidro eletrolítico. conforme prescrição médica. Pós Operatório Imediato. temos que ter uma equipe bem treinada e comprometida com o serviço e com o paciente transplantado renal.Trocar lençóis e roupas do paciente provindo do centro cirúrgico.Conferir e providenciar material necessário para receber o paciente no POI ( preparar cama de operado. a equipe de enfermagem deve ter conhecimento prévio da história do paciente. testar os equipamentos necessários para o recebimento do paciente. 4. alterações na recuperação pós-operatória. medicações utilizadas no ato cirúrgico. 20. manutenção e estímulo da deambulação precoce.19. 5.Avaliar estado de hidratação do paciente: condições clínicas. controle da dor. R) e verificação dos mesmos de hora em hora. limpeza geral do ambiente. O período das primeiras 24h do pós-operatório do transplante renal está associado à instabilidade hemodinâmica e a necessidade de reposição parenteral de grande quantidade de líquidos. OBS. aspiração de vias aéreas superiores.

terá acesso à mesma.Quando o paciente necessitar de realização de exames ou hemodiálise (fora da UTR).Troca do curativo sempre que necessário pela enfermeira responsável.7. úlceras de decúbito (dentro da UTR).Administrar medicação conforme prescrição médica. 14. o mesmo deverá utilizar máscara de proteção. 16.Medir diurese de 1/1 hora e realizar reposição hídrica. 24. 25. evitando infecções. data e horário. conforme prescrição médica. 15. 105 .POM 1-Encaminhar paciente ao banho de aspersão após liberação médica.Estimular deambulação o mais precoce possível (conforme orientação médica). 8. 2-Aferir sinais vitais de 2/2 horas. 13. 18. e o doador (a) quando na sua alta. pulmonares. 12.Cuidados com acessos vasculares (FAV).Registrar em prontuário todas intercorrências.Realizar banho no leito. Em caso de incisão cirúrgica manter aberta no 1º PO.Observar acesso venoso. lavando com água e sabão.Agendar exames. 21. evitando prevenção de complicações vasculares.Aferir SSVV de 1/1 hora. drenos. 22. conforme prescrição médica. 19. 20. incisão cirúrgica aberta (só manter oclusivo quando houver sangramento). 11. utilizando técnica asséptica. 3-Medir diurese de 1/1 hora.Manejo do controle da dor.Avaliar Ferida Operatória (FO) com relação a presença de hemorragias e hematomas ( solicitar enfermeira ou equipe médica quanto a qualquer anormalidade). Pós Operatório Mediato.Manter paciente em decúbito dorsal. 4-Realizar curativo se houver dreno manter oclusivo. 23. 10. 17. sondas. 9. trocando sempre que necessário. se funcionante. só a equipe multidisciplinar. realizando reposição hídrica conforme prescrição médica.Durante o período na UTR (até 5º PO).Observar manutenção e funcionamento da sonda vesical de demora (principalmente obstrução).Avaliar função renal: controle de diurese de hora em hora.Manter curativo oclusivo no 1º PO somente em local do dreno.Realizar balanço hídrico rigoroso.

cor. densidade. com enfoque nas alterações de suas características (volume. tosse dificuldade respiratória e diarréia. presença de doenças sistêmicas. viroses. hematúria. técnica cirúrgica). vômitos. ardência ao urinar.5-Administrar medicação imunossupressora de horário conforme prescrição médica. odor. 9-Educar o paciente sobre os cuidados domiciliares.ao aparecimento de sinais de infecção: observar condições clínicas do receptor e doador. Ver outras Orientações na Rotina de Controle de Infecção de Sítio Cirúrgico da CCIH. observar presença de rubor. diarréia. avaliar a evolução da cicatrização. quando necessária com prescrição médica. realizar controle de diurese. realizar higiene oral adequada e avaliação da cavidade oral (monilíase oral). entre outros). OBS. presença de sedimentos. Devido à terapêutica 106 . 2 – Infecção: Cuidados de Enfermagem – monitorar a evolução da temperatura. resfriados. calor na ferida operatória. 7-Estimular a deambulação. alterações da defesa imunológica (utilização de imunossupressores. edema. 11. enquanto ocorre a regeneração das células tubulares. OBS. A demora no funcionamento do enxerto é definida como a necessidade de diálise durante os primeiros sete dias após o transplante.: Os funcionários que trabalham na unidade de Transplante Renal deverão se afastar se apresentarem qualquer reação infecciosa como gripe.  Justificativa do cuidado – a função renal no período pós-operatório imediato está relacionada com a formação de urina (24-48hs) e normalização da creatinina e uréia sérica. 6-Administrar medicação de urgência. COMPLICAÇÕES E CUIDADOS DE ENFERMAGEM 1 – Disfunção Precoce do Enxerto:  Cuidados de Enfermagem – Realizar balanço hídrico rigoroso e avaliar o resultado. se necessário. 8-Encaminhar paciente para hemodiálise. etc. investigar queixas de mal-estar. Justificativa do cuidado . avaliar condições das inserções de cateteres e drenos.

monitorar presença de secreção purulenta ou sinais de infecção em incisão . cor. E estas drogas deverão ser ministradas conforme prescrição médica e em horários determinados rigorosamente. 4 – Linfocele:  Cuidados de enfermagem – realizar controle de diurese com enfoque nas alterações de suas características (volume. A negligência em tomar estas drogas pode causar rejeição ao rim ou torná-lo doente. densidade. avaliar a presença de dor na FO. avaliar presença de edema ou abaulamentos próximos à incisão cirúrgica.  Justificativa do cuidado – a obstrução pode ocorrer devido presença de coágulos e torção das vias urinárias. densidade. odor. medicamentosa. por este motivo esta não pode ser o único parâmetro de avaliação. hematúria. manter sonda vesical pérvia observar a ocorrência de dobras na extensão. principalmente de membros inferiores e peri-incisão cirúrgica. 12. Se não fizer uso. ao longo do tempo. extravasamentos de urina. presença de sedimentos. presença de sedimentos. retenção urinária. trações ou obstruções por coágulos. 3 – Obstrução do trato-urinário: Cuidados de enfermagem – realizar controle de diurese com enfoque nas alterações de suas características (volume. o volume urinário diminui. e o paciente poderá referir desconforto abdominal. depois. hematúria. Nas primeiras semanas em doses mais altas. Este paciente fará uso de várias medicações. Prednisona e Ciclosporina. avaliar presença de evolução de edema. entre outros). 107 . evitando. a febre poderá ser mascarada. CUIDADOS DE ENFERMAGEM COM AS DROGAS MAIS UTILIZADAS O transplantado renal terá que fazer uso dos medicamentos par toda à vida. rejeição aguda ou ureter. odor. a dose irá diminuindo. hematoma ou linfa. Se a obstrução ocorrer. o rim será rejeitado pelo organismo e o paciente retornará à diálise. e outros). realizar lavagem da sonda conforme orientação médica. as mais importantes são: Azatioprina. Se a obstrução persistir. compressão externa por edema. cor. a bexiga pode tornarse hiperestendida e ocorrer um rompimento da anastomose ureterovesical. portanto a rejeição (o organismo reagirá contra o rim tentando destruí-lo).

geralmente em cápsula Efeitos Colaterais: Pode associar-se a hipertensão dependendo da dose. 108 . Avaliar indícios de infecção. Efeitos Colaterais: Aumento do apetite. acne. aumento das gengivas.Estas drogas têm doses variadas de acordo com o peso e suas condições clínicas. Efeitos Colaterais: Poderá associar. é necessário uma avaliação minuciosa: 1. com uma anamnese rigorosa 2. 6-Rapamune ou Rapamicina – Pode associar. REINTERNAÇÃO POR INTERCORRÊNCIA Se o paciente necessitar reinternar por alguma complicação ou infecção. 4. Iniciar antibioticoterapia criteriosamente e horário. com associação de três tipos de medicamentos. crescimento de pêlos. 3-Ciclosporina ou Sadimun – É ingerida 02 vezes ao dia a cada 12 horas. conforme prescrição médica. 3. 2. Efeitos Colaterais: Pode causar problemas no fígado (icterícia) e diminuição dos leucócitos. aumento do colesterol e às vezes desencadeando diabetes. 13.se a hipertensão. encaminhar o paciente para o isolamento. Realizar admissão do paciente. 4-Cellcecpt ou Micofenolato de Mofetil – Poderá provocar diarréia ou vômitos e também ocasionar a queda de leucócitos e anemia. administrado pela manhã. podendo levar a hipertensão e desencadear diabetes.Azatioprina – Geralmente ingerida a noite. e da quantidade de gordura no rosto e nas costas. Caso suspeita ou comprovação da infecção. 5-Prograf ou Tacrolins – Geralmente a administração é pela manhã. As drogas mais utilizadas são: 1-Prednisona ou meticorten – É um corticóide.se ao aumento de gorduras no sangue ( colesterol e triglicérides).

Agulha 25/ 7. 6. Polvidine tópico.14. Lâmina de bisturi nº 11 ou 15. caso não seja. Xilocaína injetável sem vasoconstricção. 13. Agulha 40/ 12. 5. 6.) 4. 11. Avisar imediatamente o laboratório quando o exame for de urgência. local e horário da realização do exame. 3. horário. 8. Recipiente com formol. Anotar data. 2pacotes de gazes. 01 pacote de compressa. 5. 2. 3. material necessário e nome do funcionário que agendou o exame.) devem ser agendados pela supervisão e quando não realizados na Instituição. Esparadrapo. 02 agulhas semi-automáticas para biópsia renal. 10. aguarde sua passagem nos postos.. 12. ECO. Bandeja de pequena cirurgia. ROTINA PARA ENCAMINHAMENTO DE EXAMES E BIÓPSIA RENAL Rotina para exames Quando exames Laboratoriais: 1.. escarro. Seringa 20 ml. Rotina para Biópsia Renal Percutânea Preparar o material necessário: 1. Seguir técnica de coleta descrita pelo laboratório para exames colhidos pela enfermagem (EAS. Exames de imagem (USG. fezes. 2. Devem ser colocados na caixa de exames do setor. 9. preparo prescrito pelo médico. TC. 4. Quando exame de alto custo encaminhar relatório médico com justificativa para o Serviço Social e aguardar resposta data. 7. encaminhar para o serviço social para ser autorizado junto à diretoria. Peso (saco de areia). . Procedimentos: 109 .

Os clientes ao serem admitidos na unidade deverão ser verificados os sinais vitais e observados a solicitação de exames. para clientes da oncologia e hematologia. ROTINA OPERACIONAL POSTO 2C – UNIDADE DE HEMATOLOGIA/ONCOLOGIA A Santa Casa de Misericórdia de Goiânia oferece assistência humanizada a clientes que necessitam de tratamento oncológico e hematológico.. 1. sendo seis enfermarias com três leitos e um isolamento. como hemocultura e hemograma.1. . .Preparar o paciente.Aferir SSVV de 15 em 15 minutos na 1ª hora. TOXICIDADE GASTRINTESTINAL Os efeitos colaterais mais comumente encontrados na maioria dos pacientes sob quimioterapia são as náuseas e os vômitos.Orientar o paciente quanto ao repouso absoluto por 4 horas e manutenção do peso sobre o local da punção.Após o término arrumar o quarto. quantidade e anota.la. CUIDADOS GERAIS PARA PACIENTES DA UNIDADE DE ONCOLOGIA E HEMATOLOGIA 1. .Deixar preenchido o formulário da sala. . sendo que a enfermagem deverá solicitar o serviço do laboratório para realização do mesmo.Recolher material utilizado. Na instituição são destinados dezenove leitos. .Encaminhar material ao laboratório de anatomia patológica. XXVIII. .Promover a desinfecção do leito para biópsia e arrumá-lo.Observar aspecto da diurese. .Transportar o paciente para o leito em maca. aferir P. . após verificar de 30 em 30 minutos até completar 4 horas. .Anotar e comunicar intercorrências. A comunicar se alteração.Auxiliar médico assistente durante o procedimento. Dispõem de equipe qualificada sendo uma enfermeira especialista em oncologia e técnicos em enfermagem capacitados para manipulação e administração de fármacos. . . Alguns fatores 110 .

3.2. tontura. SINAIS CLÍNICOS  Palidez cutânea. MUCOSITE (ESTOMATITE) É o termo genérico usado para designar a inflamação da mucosa. edema.2. Aplicar lubrificante labial (ex.2. dor. 1. condimentos. a dose . 1.9%). em decorrência da alteração do paladar.1. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM     Inspecionar cavidade oral. 1. taquicardia.1SINAIS CLÍNICOS DA MUCOSITE Hiperemia. Orientar a escovação dos dentes com escova macia. manteiga de cacau). a velocidade de aplicação e a combinação dos fármacos.2.influem na ocorrência de náuseas e vômitos. ulceração. 1. a via de administração . Estomatite refere-se especificamente a mucosa oral.2. 1. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM  Administrar o antieméticos antes das refeições. hemorragia e infecção secundária. salivação excessiva.1. perspiração. 1. sialorréia.1. 1.1. ANOREXIA É a perda do apetite ocorrendo principalmente em pacientes em usos de quimioterapia. dor na região da garganta e epigástrio. sudorese. alimentos muitos salgados ou com odores fortes.  Estimular a ingestão de pequenas porções de alimentos a intervalos menores.  Encorajar o paciente a evitar gorduras.3. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM 111 . sensação de fraqueza. Bochechos com solução salina (SF 0.

 Avaliar ruídos hidroaéreos.  Promover o contado com o serviço de nutrição sempre que necessário. 1. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM  Questionar ao paciente sobre sua função intestinal. nutrição parenteral. 112 . 1.4.  Casos mais graves devem ser avaliados quanto à necessidade de medidas alternativas. pelo intestino.  Instruir o paciente da importância da ingestão de fibras. mais ou menos liquida. vômitos e desequilíbrio eletrolítico.1.  Hidratação adequada. acompanhada ou não de cólicas abdominais. DIARRÉIA Definida como liberação anormal e freqüente de matéria fecal. Acontece em decorrência da neuro toxicidade.1. principalmente dos quimioterápicos do grupo dos alcalóides da vinca.  Avaliar turgor cutâneo e umidade das mucosas. 1.5. A não correção do estado obstipativo pode levar a náuseas. como o uso de suplementos nutritivos que ofereçam complementação dietética de grande valor.4.5. 1. alimentação por sonda. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM  Avaliar o padrão intestinal habitual do paciente  Pesar em intervalos regulares  Orientar quanto à importância da manutenção da ingestão hídrica adequada. OBSTIPAÇÃO A obstipação consiste na dificuldade e diminuição da evacuação. Orientar o paciente sobre a importância de a ingestão alimentar mesmo durante o quadro de inapetência.  Estimular a ingestão de alimentos ricos em proteínas e calorias.  Informar ao médico sobre a evolução da obstipação.

paralisias e encefalopatia.7. Orientar na pratica de exercícios físicos diários e da deambulação. SINAIS E SINTOMAS Exantema cutâneo maculopapular. dormência nas extremidades dos membros superiores e inferiores. bronco-espasmo.6.  Neuropatia craniana: toxicidade. perda do paladar. rigidez da nuca. tosse dispnéia. NEUROTOXICIDADE Alguns fármacos quimioterápicos apresentam uma maior incidência no que se refere aos sintomas provocados no SNC. 1.  Aracnóide e irritação meninge: náuseas.  Alertar sobe o perigo da obstipação. vômitos.6. prurido.  Neuropatia periférica: Parestesias em mãos e pés. 1. fala pastosa. 1. cefaléia. obstipação.  Instituir medidas preventivas contra a obstipação. 1. cólica abdominal e impotência.7.2. ataxia. REAÇÕES ALÉRGICAS E ANAFILAXIA É um tipo de reação orgânica imunológica e passageira que se caracteriza por contração da musculatura lisa e vaso dilatação periférica devido à liberação de substancias farmacologicamente ativas iniciadas pela ligação do antígeno ao anticorpo. formigamento e dormência mialgias. edema periorbitário. 113 .6. febre. 1. fraqueza muscular.1. TIPOS DE ALTERAÇÃO Alterações mentais confusão.  Ataxia cerebral: dismetria. neurorretinite óptica.1. nistagmo e vertigem. urticária e hipotensão. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM  Orientar o paciente e familiar para ficarem atentos quanto aos sinais e sintomas da neuro toxicidade para pacientes internados. sensações de queimação.  Informa sobre a transitoriedade da obstipação. sudorese. tontura e raramente. depressão e sonolência. vômitos.

urticária.  Aumentar o fluxo de soro.  Monitorar sinais vitais e cada 5 minutos.3.1. 1. 114 . 2. eritema. hiperpigmentação e outras.  Proceder a atendimento de emergência conforme critérios médicos.  Manter a via venosa com SG 0. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM  Manter em mãos agentes farmacológicos e equipamentos de emergências. CUIDADOS DE ENFERMAGEM IMEDIATOS DURANTE A REAÇÃO ALÉRGICA  Comunicar o médico imediatamente.  Alerta especial quando da administração do medicamento ao primeiro indicio de reação. principalmente em casos de hipotensão. foto sensibilidade.7. desconforto respiratório e edema.  Manter acesso venoso permeável. dor.1. descoloração venosa e necrose tecidual pos-extravasamento.1.  Administrar oxigênio 02 l/m por cateter nasal ou máscara aos dispnéicos.  Ajudar o paciente a controlar a ansiedade.  Interromper imediatamente a infusão. principalmente quando o paciente apresentar cianose. DEFINIÇÕES 2.9% ou SG 5%. urticária. 2. Extravasamento – é o escape ou infiltração de drogas do vaso sanguíneo para os tecidos vizinhos.2.1. TOXICIDADE DERMATOLÓGICA DAS DROGAS Toxicidade local ocorre quando a droga atinge os tecidos vizinhos ao local primário da inoculação da mesma e apresenta sinais e sintomas variados: flebites.7.  Realizar a técnica de reanimação cardiopulmonar. Já a toxicidade sistêmica inclui os seguintes sinais e sintomas: alopecia.  Obter sinais vitais pré-quimioterapia.

2. 2.  Administração dos quimioterápicos por pessoa sem o devido treinamento. calor. dor. Pode estar presente sinal de inflamação (dor. CARACTERÍSTICA DA LESÃO TECIDUAL O tempo de duração de lesão tecidual depois do extravasamento de medicamento é variável.1.  Pacientes que estão incapacitados de se comunicar sobre as sensações de dor que ocorrem durante o extravasamento. 2.  Pacientes idosos devido à maior fragilidade capilar. Inicialmente o agente tóxico causa dor durante o extravasamento e após 7 a 10 dias aprecem eritemas. A ulceração pode aumentar por 02 ou 03 meses. calor. seguidos por uma ulceração progressiva. Drogas vesicantes – são aquelas que causam irritação severa com formação de vesículas e destruição tecidual quando infiltrados fora do vaso sanguíneo. As reações imediatas de extravasamento são: queimação.1.  Escolha de equipo ou scalps inadequados. PREVENÇÃO DO EXTRAVASAMENTO 115 . desconforto e eritema. Os sintomas são: prurido em ausência de dor e dificuldade do retorno venoso. rubor e edema) e não há dificuldade de retorno venoso.2. Drogas irritantes – são aquelas que causam reação cutânea menos intensa quando extravasadas. podendo necrosar o tecido e comprometer tendões e articulações. síndrome de Reynaud. Pode haver dor e queimação sem necrose tecidual ou formação de vesículas.1. Com drogas vesicantes a lesão geralmente aparece gradualmente.  Localização inadequada da punção.3. FATORES DE RISCO QUE CONTRIBUEM PARA O EXTRAVASAMENTO DE QUIMIOTERÁPICOS  Pacientes com enfermidades vasculares periféricas.2. 2.  Pacientes que tenham recebido radioterapia na área da punção.2.2.  Pacientes com infusão contínua durante longo período de tempo. 2. diabetes.2.

assegurando a imobilização da agulha dentro do vaso e o reconhecimento imediato de reações locais de infiltração do fármaco.  Em geral recomenda-se a aplicação dos quimioterápicos. queimação e aguilhadas são os sintomas de extravasamento. e agulha comum. submetidos à irradiação. de preferência com scalp. Neste sentido. edemaciados. ruptura e espasmo. vesicantes antes dos não-vesicantes. ocasionando prejuízo funcional do membro (contratura. 4.  Puncionar com cuidado a veia escolhida. pois a veia esta mais estável e menos irritada no inicio do tratamento e. portanto. Solicitar ao paciente a manutenção da mão ou do membro imóvel durante a aplicação do fármaco.  Fixar o scalp com adesivo transparente. são mais adequadas às veias do antebraço.Testar o retorno venoso. menos susceptível a lesões. Evitar jelco porque pode retardar a percepção de pequenos extravasamentos. nervos.  Escolher a via que ofereça à melhor proteção as articulações tendões e nervos.Administrar inicialmente apenas o soro fisiológico. submetidos a cirurgia. Pois no local existem estruturas importantes (artérias.Observar queixa do edema e hiperemia que indiquem aos sinais de extravasamento. que cause o menor prejuízo anatômico e funcional e que ofereça melhores condições cirúrgicas caso ocorra extravasamento. moveis e distantes de articulações. dor. imobilidade) freqüentemente irreparável. 2 . Não administrar fármaco vesicante em infusão continua prolongado através de veia periférica puncionada com scalp ou jelco. com lesão ou metástases. com distúrbios motores ou sensoriais e excessivamente puncionados.  Evitar o uso de veias puncionadas há mais de 24 horas. 3 . 116 . por serem mais calibrosas. por ser difícil mobilização e fixação. apesar de ter as veias mais calibrosas e acessíveis. menos tortuosa. tendões) que quando lesados. acarretam comprometimento articular.  A fossa ante cubital deve ser evitada ao máximo. de difícil correção.Observar as queixas do paciente.  Certifica-se do posicionamento correto do scalp ou Jelco antes de administrar o quimioterápico por meio das seguintes manobras.  Evitar punção de membros inferiores. correspondentes a mastoidectomia. 1. mesmo que apresentem bom retorno venoso.

000/mm podem receber a dose total prevista. deve ser feita em push (em bolus) (administram-se dois ml e esperam-se 15 segundos e assim sucessivamente). O uso do antídoto deve ser prescrito pelo medico assistente e autorizado por protocolo definido pela Instituição. prurido ou agulhada.  Conectar uma seringa ao scalp para aspirar a medicação residual existente. conforme recomendado. fármaco administrado e seqüência.  Remover o scalp e elevar o membro acima do nível do coração. queimação. quantidade extravasada.  Evitar exercer pressão sobre o local do acidente. Sempre que possível.  Aplicar o antídoto ou compressas frias e/ou quentes. como dor. especialmente ao tratar-se de fármaco vesicante. sendo importante registrar data e hora.3. especialmente dos vesicantes. lavar a veia com pelo menos 20 ml de soro ou água destilada antes de retirar o scalp. sinais e sintomas apresentados. formigamento. local.2. tratamento realizado e assinatura do enfermeiro responsável.  Após aplicação do fármaco.  Manter a área puncionada sob observação constante durante o período de infusão do antineoplásico. A técnica mais adequada consiste na menos irritante ao endotélio venoso. NEUTROPENIA Pacientes que recebem quimioterapia devem ser cuidadosamente monitorados para determinar a ocorrência e a duração da mielossupressão. 3. MEDIDAS DE ENFERMAGEM IMEDIATAS EM EXTRAVASAMENTOS  Parar imediatamente a infusão e manter a agulha no local.000/mm até menor ou igual a 2. tipo de agulha e calibre. Paciente com contagem maior ou igual a 4. a infusão dos quimioterápicos. concomitante a infusão do soro de manutenção.  O retorno venoso deve ser checado pelo menos a cada 2 ml de fármaco administrado.  Instruir o paciente para relatar imediatamente qualquer anormalidade. A neutropenia é caracterizada por valores de 117 .  Notificar o médico do paciente e registrar a ocorrência em prontuário ou outro impresso específico. 2. mas sempre.

4. armário com chave para guardar medicamentos. sendo composta por: 04 enfermarias com 05 leitos cada sendo o total de 20 leitos. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. o que dependerá do quadro clinico do paciente. com material de emergência. uma para tratamento cirúrgico. fazendo 12x36hs  04 supervisoras de Enfermagem. Nesses casos. 118 .500/mm. Cada enfermaria é composta por 01 banheiro. Conforme idade da criança é colocada em berços ou camas.00/mm e 500 /mm definem neutropenia moderada e severa. fazendo 12x36hs  03 funcionários no plantão par. fazendo 12x36hs Noturno:  03 funcionários no plantão impar. 01 expurgo. fazendo 12x36hs  03 funcionários no plantão par.neutrófilos inferiores a 1. 01 banheiro para funcionários. ROTINA OPERACIONAL POSTO 2D – PEDIATRIA 1. XXIX. cada leito com entrada canalizada de O2. banheiro com uso exclusivo dos funcionários. respectivamente. Valores menores ou iguais a 1. possui também uma sala para preparo de medicação. a dose deve ser revista pelo medico antes de ser liberada. A ocorrência de febre na vigência de neutropenia carcteriza uma emergência oncologica. RECURSOS HUMANOS DO POSTO 2C Diurno:  03 funcionários no plantão impar. Das quatros enfermarias. ESTRUTURA FÍSICA DO POSTO 2-D       A pediatria está localizada no 2º andar. podendo sofrer ajustes ou mesmo suspensão. ar comprimido e vácuo.  A clínica também possui uma sala com maca para procedimento (punção venosa). três são destinadas para tratamento clínico.

fazendo 12x36hs. 119 .  Auxiliar a mãe conforme necessidade.  Oferecer e orientar quanto ao uso do sabonete neutro.pia com bancada e um armário para guardar roupas.  Oferecer roupa limpa.  Realizar a troca de lençol do leito. proceder ao curativo com álcool a 70% conforme recomendado. HIGIENIZAÇÃO  Oferecer bacia estéril quando for RN até 06 meses. RECURSOS HUMANOS DO POSTO 2D Diurno:  02 funcionários no plantão impar.  Encaminhar para higienização corporal no chuveiro quando a criança tiver acima de 1 ano. e um armário para guarda dos brinquedos. 3.  No espaço comum do posto. 2. 01 bebedouro.  02 funcionários no plantão par. nariz e ouvido. existem mesas infantis com cadeiras para as crianças. Noturno:  02 funcionários no plantão impar. soros e cobertores. fazendo 12x36hs. 01 televisão com vídeo cassete.  04 supervisoras de Enfermagem. fazendo 12x36hs.  Observar coto umbilical.  02 funcionários no plantão par. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs.  Orientar a mãe quanto à higienização genitália. fazendo 12x36hs.  Observar a pele do bebê.

 Auxiliar laboratório na coleta de sangue levando a criança e a mãe para a sala de procedimentos. 6.  Aos lactentes serão oferecidas mamadeiras conforme prescrição. PREPARO PARA EXAMES  Orientar a mãe quanto á necessidade do jejum para exames.  Observar a aceitação das dietas. 5. Solicitar que mãe ou acompanhante realize os banhos das crianças abaixo de 01 ano com observação da enfermagem.  Auxiliar a mãe na alimentação conforme necessidade. NEBULIZAÇÃO  Preparar a medicação conforme prescrição. 4.  Incentivar a alimentação quando estiver inapetente. 120 .  Encaminhar o material junto com o pedido do exame para o laboratório.  Oferecer recipientes para coleta de exames de fezes e urina.  Incentivar aleitamento materno de acordo com a idade da criança.  Orientar o paciente e a mãe quanto ao procedimento e ajustar a máscara nas vias aéreas superiores. ALIMENTAÇÃO  A alimentação será fornecida pelo serviço de nutrição para criança e a mãe ou acompanhante.  Oferecer a máscara e aerosol com a medicação para a mãe.  Identificar o material coletado com o nome do paciente e registro.

 Observar nível de consciência da criança.  Abrir venóclise e controlar o gotejamento. Seguir rotina conforme Manual do Curativo  Observar cor e aspecto da diurese. aspecto e odor. Seguir rotina conforme Manual do Curativo 7.  Posicioná-la no leito conforme cirurgia.CIRURGIAS UROLÓGICAS  Observar curativos e proceder à troca conforme necessidade e prescrição médica.  Encaminhar material para o CME para limpeza e desinfecção.  Observar drenagem de curativos.  Retirar o material da unidade.  Anotar diurese conforme prescrição. Ligar o ar comprimido.1. CUIDADOS PARA PACIENTES CIRÚRGICO  Receber a criança e passá-la da maca para o leito. 121 .  Orientar a mãe quanto à importância do repouso e continuidade de jejum.  Manter o leito limpo e seco. observando cor.  Administrar medicação conforme prescrição.  Abrir sondas e drenos se houver. 7. na bolsa coletora. POI .  Aguardar o tempo da nebulização.  Orientar a criança e a mãe quanto à importância da deambulação e repouso.  Realizar troca de curativos conforme necessidade e se houver prescrição.

CIRURGIAS DA OTORRINO      Receber a criança posicioná-la no leito de acordo com a cirurgia. Observar eliminações fisiológicas e anotar. Realizar troca de curativo conforme prescrição. POI . Manter repouso no leito até 1º P. e observar cianose de extremidades.  Administrar medicação conforme prescrição para dor.    Orientar o paciente para não fletir o membro do procedimento. Administrar medicação conforme prescrição. Apalpar artéria pediosa. náuseas e vômitos e registrar em prontuário. 122 . Seguir rotina conforme Manual do Curativo. Realizar troca de curativo conforme prescrição.O.ABLAÇÃO  Receber o paciente. passando-o da maca para leito em decúbito dorsal. Manter talas de gesso em posição anatômica de acordo com prescrição médica.CIRURGIAS ORTOPÉDICAS   Manter criança de repouso conforme prescrição. Observar local do curativo.    Manter o leito limpo e seco.2. 7. Aferir sinais vitais e anotar no prontuário.4. P. 7.I. POI.  Orientar a mãe quanto à necessidade da sonda vesical de demora. 7.O.3. Aferir sinais vitais e anotar no prontuário.

estudo eletrofisiológico. sendo denominado posto 2E. Há um pequeno hall com cadeiras e uma TV 29 polegadas que foi doação de um paciente para entretenimento no final da tarde com horários estipulados de ligar e desligar a televisão. possui 37 leitos. desfibrilador e um foco portátil). XXX. ESTRUTURA FÍSICA O posto da cardiologia está situado no 2º piso. Administrar com rigor anticoagulante conforme prescrição médica. escaninho para papeletas. desfibrilador. de acomodações simples. ablação e cirurgia cardíaca.passo. implante de marca. cateterismo cardíaco. 2. é reservado para prescrição médica com balcão formicado e mesa de granito. compadres. enxovais e pijamas para os pacientes.      Manter a criança de repouso conforme prescrição. sendo que 16 leitos são destinados a pacientes cirúrgicos. mesinha com gavetas para guardar aparelhos de pressão arterial. látex. luvas. impressos e a guarda de papeletas de alta hospitalar. material de emergência (monitor cardíaco. Administrar medicação conforme prescrição. As roupas sujas 123 . com um total de 09 enfermarias de 03 leitos e 04 enfermarias de 02 leitos. estetoscópio. Há também um pequeno expurgo para guardar materiais contaminados como comadres. Manter o leito limpo e seco. ROTINA OPERACIONAL POSTO 2E – CARDIOLOGIA 1. Revisar o curativo compressivo. materiais para curativos. Realizar troca de curativo conforme prescrição. etc. No posto ao lado. 08 leitos masculinos. Os atendimentos realizados no setor são: clínicos. CARACTERISTICA DA CLÍNICA No posto de enfermagem e realizado o preparo dos medicamentos e a guarda dos materiais como bandejas. angioplastia. 08 leitos femininos e os restantes destinados aos pacientes clínicos.

 Cianose de extremidades. fazendo 12x36hs  04 funcionários no plantão par. 4. hematomas.  Administrar medicação prescrita com rigor. RECURSOS HUMANOS DO POSTO 2E Diurno:  04 funcionários no plantão impar.  Estado geral do paciente: unhas. aspecto e odor. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs.  Oferecer coletor de diurese para aferir e anotar diurese: observando cor. fazendo 12x36hs  04 supervisoras de Enfermagem. 124 . pele e cabelo.são acondicionadas em hampers que estão localizados entre as enfermarias. fazendo 12x36hs Noturno:  04 funcionários no plantão impar. CUIDADOS COM PACIENTES CLÍNICOS QUANDO ADMITIDOS Após admissão observar conforme rotina:  Edema.  Orientar e mantê-lo em repouso no leito: membros inferiores elevados.  Observar com rigor sangramentos orais. 3. quando o paciente recebe anticoagulantes orais ou parenterais. dispnéia. fazendo 12x36hs  04 funcionários no plantão par.

 Observar funcionamento intestinal.  Liberar acompanhante familiar de acordo com o estado geral do paciente.  Providenciar emolientes / hidratantes para pele.  Aspirar secreções orais ou pela tranqueostomia com técnica asséptica conforme necessidade (ver rotina de prevenção de Pneumonia da CCCIH). nos casos de rachaduras. conforme prescrição médica. Hidratar a pele do paciente com óleo de girassol. dersani ou trigliceril. principalmente em proeminências ósseas.  Proporcionar ambiente calmo e tranqüilo.  Proporcionar terapias no leito em estados graves de ICC com uso de drogas vaso ativa em bomba de infusão. debilitado. para passar no paciente.  Solicitar atendimento psicológico sempre que detectar necessidade.  Proceder à mudança de decúbito de 2/2 horas. 125 .  Ouvir e tentar solucionar queixas.  Observar nível de consciência.  Quando paciente acamado. edema MMII. proceder à higienização no leito ou chuveiro de acordo com o estado geral do paciente.  Manter o paciente limpo e seco. Administrar oxigênio úmido sob cateter nasal ou máscara de macronebulação. para evitar úlceras por pressão.  Realizar  massagem de conforto.

O S em caso de precordialgia. Observar cianose de extremidades. Administrar medicação conforme prescrição do médico. CUIDADOS COM O PACIENTE COM INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO:      Mantê-lo em repouso absoluto no leito. Verificar e anotar os sinais vitais de 1/1 hora.     Administrar medicação S. Colocar o paciente em posição de fawler mais oxigênio terapia conforme prescrição.  Proporcionar terapias. Retirá-lo do quarto para o banho de sol e socializá-lo com outros pacientes. atividades manuais. Observar com rigor temperatura da água quando encaminhado para higienização corporal. CATETERISMO CARDÍACO 126 . Solicitar dieta livre para nutrição e observar aceitação. 4.  Orientar familiares quanto à necessidade de visitas regulares.   Restringir número de visitas. TV. livros. 5. Autorizar acompanhante familiar conforme estado do paciente. Proporcionar sono/repouso/ambiente calmo e tranqüilo. conforme estado geral do paciente.

Sua indicação é para mostrar obstruções das artérias que irrigam a musculatura do coração (coronárias). É feito 127 . orientá-lo para não fletir o membro do procedimento.  Retirar roupa íntima prótese dentária e guardar no armário de pertences. principalmente PA e pulso. 4. 5. ANGIOPLASTIA Desobstrução de artérias coronária ou ponte de safena que estejam comprometidas por uma placa de gordura ou um coágulo.  Orientá-lo quanto jejum. como a visualização de um estreitamento geralmente formado por uma placa de gordura na artéria coronária.  Receber o paciente.  Apalpar artéria pediosa.I DE CATETERISMO CARDÍACO  Preparar leito do paciente. e observar cianose de extremidades. passando-o da maca para leito em decúbito dorsal. Preparo para Cateterismo Cardíaco  Encaminhar paciente para higienização corporal e oral.1. P.  Revisar o curativo compressivo.O.  Aferir a anotar sinais vitais. oferecendo roupa do hospital.Exame cardiológico evasivo feito para diagnosticar ou corrigir problemas cardiovasculares.  Solicitar maqueiro para encaminhar paciente com os exames para hemodinâmica.

 Retirar roupa íntima prótese dentária e guardar no armário de pertences.1.  Apalpar artéria pediosa. 6.O. posicionado e inflado no ponto que está obstruído.O. passando-o da maca para leito em decúbito dorsal. principalmente PA e pulso. com a finalidade de detectar e avaliar uma arritmia cardíaca. restabelece circulação sanguínea local.  Orientá-lo quanto jejum. 5.2.  Revisar o curativo compressivo.1.usando-se um balão que. orientá-lo para não fletir o membro do procedimento.  Administrar com rigor anticoagulante conforme prescrição médica. P.X).  Receber o paciente.I DE ANGIOPLASTIA  Preparar leito do paciente. PREPARO PARA ANGIOPLASTIA  Encaminhar paciente para higienização corporal e oral.  Solicitar maqueiro para encaminhar paciente com os exames para hemodinâmica. P. oferecer roupas (pijamas) do hospital. ESTUDO ELETROFISIOLÓGICO É um exame realizado por meio de introdução de cateteres que chegam até o coração e são guiados por imagem radiológica (R. e observar cianose de extremidades.I DE ESTUDO ELETROFISIOLÓGICO 128 . 6.  Aferir a anotar sinais vitais. 5.

mantendo curativo oclusivo.  Administrar medicação conforme prescrição médica.  Observar local da punção. que usa a energia de radiofreqüência aplicada diretamente nos focos das 129 .  Encaminhar paciente para higienização corporal e oral.  Orientar paciente quanto repouso no leito.  Passar da maca para leito.  Observar queixas e solicitar avaliação médica.  Verificar e anotar sinais-vitais. ABLAÇÃO Tratamento utilizado para acabar com as arritmias cardíacas. 6.O DE ESTUDO ELETROFISIOLÓGICO  Verificar Sinais Vitais.  Oferecer dieta conforme prescrição.  Fazer troca de curativo. ORIENTAÇOES PARA ALTA  Manter repouso em casa por 24h.1º P.  Medicação conforme prescrição médica. 6. Receber paciente cordialmente chamando-o pelo nome.2.3.  Retorno ambulatorial conforme orientação médica. não dobra o membro do procedimento. jugular e femoral.  Fazer troca de curativo compressivo conforme prescrição médica. 7.  Manter ambiente calmo tranqüilo para repouso no leito.

7. ORIENTAÇÕES PARA ALTA  Manter repouso em casa por 24h.1º P.  Observar local da punção. com índice de cura hoje em torno de 95 a 98%. não dobrou o membro do procedimento.  Medicação conforme prescrição médica.3. livrando inclusive o paciente do uso de medicamentos.arritmias.  Manter ambiente calmo tranqüilo para repouso no leito.  Verificar e anotar sinais-vitais.1. 7. mantendo curativo oclusivo.  Orientar paciente quanto repouso no leito.2.O.I DE ABLAÇÃO  Receber paciente cordialmente chamando-o pelo nome.  Encaminhar paciente par higienização corporal e oral.  Oferecer dieta conforme prescrição.  Retorno ambulatorial conforme orientação médica. 130 . jugular e femoral.  Fazer troca de curativo compressivo conforme prescrição médica. P.  Fazer troca de curativo. 7.O DE ABLAÇÃO  Verificar Sinais Vitais.  Observar queixas e medicações.  Passar da marca para leito.

1.  Oferecer camisola ou pijama limpo.  Orientá-lo para não dobrar o membro superior do lado da ferida operatória. P.O.  Aferir e anotar sinais vitais.8. passando-o da maca para o leito em decúbito dorsal.  Solicitar maqueiro para encaminhar pacientes mais exames para centro cirúrgico de maca ou cadeira de rodas.A e Pulso.  Solicitar acompanhamento familiar de acordo com o estado do paciente.2. 8.  Orientá-lo quanto ao repouso no leito. principalmente P. MARCA-PASSO Aparelho implantável no paciente com peso de mais ou menos 14 gramas no tecido subcutâneo. PRÉ OPERATÓRIO DE IMPLANTE DE MARCA-PASSO  Aferir pulso e encaminhá-lo para higienização corporal com auxílio.  Retirar prótese e roupa íntima. com a finalidade de estimular o coração através de eletrodos. 131 . quando este não funciona de forma adequada. 8. fios muito finos que transportam estímulo elétrico até o coração. fazendo o trabalho do marca-passo natural.  Receber o paciente.  Observar sangramento no local.I DE MARCA-PASSO  Preparar o leito do paciente.

 Cuidados com a ferida operatória.8.  Orientar a família e o paciente caso observe hiperemia e ou drenagem pela ferida operatória retornar.  Não passar em porta giratória de banco.  Realizar a troca de curativo na ferida operatória.1º P.9% o Secar o Ocluir o Manter aberto após 24h 8.3.  Uso restrito do celular. ORIENTAÇÕES PARA ALTA DE MARCA PASSO  Não usar colchão magnético. 9.4.F. 0.O DE MARCA-PASSO  Encaminhar o paciente para higienização corporal e oral com auxilio  Oferecer o desjejum e observar aceitação.  Orientar quanto à importância da data e hora do retorno ambulatório. DESFIBRILADOR IMPLANTÁVEL 132 .  Orientar o paciente e a família quanto à importância de administrar a medicação correta. observando: o Hiperemia o Exsudado local o Alergia do esparadrapo o Edema Curativo o Lavar com S.

1.A e Pulso. salvando a vida do paciente.  Observar sangramento no local.O.  Orientá-lo para não dobrar o membro superior do lado da ferida operatória.  Solicitar maqueiro para encaminhar paciente e os exames para centro cirúrgico de maca ou cadeira de rodas. que tem como função estimular o coração a bater de forma sincronizada.  Solicitar acompanhamento familiar de acordo com o estado do paciente. e também reverter uma arritmia.I DE DESFIBRILADOR IMPLANTÁVEL  Preparar o leito do paciente.2.  Orientá-lo quanto ao repouso no leito. passando-o da maca para o leito em decúbito dorsal. 133 . principalmente P. P. 9.  Aferir e anotar sinais vitais.  Retirar prótese e roupa íntima.  Oferecer camisola ou pijama limpo.  Receber o paciente. 9. PRÉ OPERATÓRIO DE IMPLANTE DE DESFIBRILADOR IMPLANTÁVEL  Aferir pulso e encaminhá-lo para higienização corporal com auxílio.Aparelho implantável com peso de mais ou menos 14 gramas é implantado na altura do tórax. provocando uma descarga elétrica.

observando: o Hiperemia o Exsudato local o Alergia do esparadrapo o Edema Curativo o Lavar com S. 9.O DE DESFIBRILADOR IMPLANTÁVEL  Encaminhar o paciente para higienização corporal e oral com auxilio. ORIENTAÇÕES PARA ALTA DE DESFIBRILADOR IMPLANTÁVEL  Não usar colchão magnético.  Realizar a troca de curativo na ferida operatória.9% o Secar o Ocluir o Manter ocluido nas primeiras 24h 9.OBS: Caso haja descargas continuas do gerador (choque) comunicar com o cardiologista e colocar imã no local do aparelho.1º P. 134 . 0.4.  Orientar o paciente e a família quanto à importância de administrar a medicação correta.  Orientar quanto à importância da data e hora do retorno ambulatório.F.3.  Não passar em porta giratória de banco.  Oferecer o desjejum e observar aceitação.

 Rever exames já realizados como: o Hemograma Completo o E.  Cabelos e couro cabeludo.1. 10.  Ouvir a tentar solucionar dúvidas e queixas do paciente. 10.  Orientar a família e o paciente caso observe hiperemia e ou drenagem pela ferida operatória retornar.  Observar:  Presença de feridas na pele  Estado de conservação dos dentes e mucosa oral. 135 .C. CUIDADOS PARA CIRURGIAS  Orientar o paciente sobre a hora e data ao da cirurgia.G o Bioquímica o Eletrocardiograma o Ecodopler o Cateterismo Cardíaco o Raios-X de Tórax  Orientar paciente quanto a dieta. Neste período que são realizados todos os exames pré-operatórios. vai desde o momento da internação até 24 horas antes da cirurgia.  Uso restrito do celular. Cuidados com a ferida operatória. PRÉ-OPERATÓRIA MEDIATO É o período em que o paciente aguarda procedimento cirúrgico.

Ansiolítico leve.  Aferir e anotar sinais vitais. rotular e guardar.11. 12. oferecendo camisola e pijama limpos.Antibioticoterapia profilática na indução anestésica . vai desde o momento da internação até 24h antes da cirurgia. camisola/pijama limpos.  Informar o horário correto do procedimento cirúrgico. 136 .  Conferir com o paciente todos o pertences.  Solicitar maqueiros e encaminhar e encaminhar o paciente com os exames para o centro cirúrgico. PRÉ-OPERATÓRIO IMEDIATO É o período em que o paciente aguarda procedimento cirúrgico.  Orientar paciente sobre dieta zero de acordo com horário da cirurgia.  Retirar próteses / roupas íntimas/ adornos do paciente.  Administrar medicação conforme prescrição médica: . PÓS-OPERATÓRIO DE PACIENTES ENCAMINHADOS DA UTI  Preparar o leito do paciente  Receber paciente passando-o da maca para o leito em decúbito dorsal  Observar o nível de consciência e colocá-lo em posição de Fowler  Colocar roupa do hospital.  Encaminhar paciente para higienização corporal com clorexidina e oral.  Aferir e anotar medidas antropométricas.

 Orientar quanto à importância da aceitação das dietas oferecida.  Orientar quanto à importância da higienização oral e corporal. aspecto e volume  Observar a presença de S. Observar o paciente quanto: o Cianose de extremidades o Dispnéia o Náuseas/ Vômitos o Aspecto da ferida operatória  Observar a presença de drenos fechados. ORIENTAÇÕES GERAIS PARA O PACIENTE  Observar e comunicar caso tenha drenagem de líquidos pelo orifício dreno. abrir o dreno.  Orientar quanto à importância da deambulação. 13.  Orientar quanto à prevenção de dor.  Aferir e anotar sinais vitais. incluído prótese dentaria. náuseas e vômitos. abrir a sonda.  Orientar o paciente quanto a importância da deambulação e repouso.  Levar o material até a unidade do paciente.  Solicitar acompanhamento familiar. 137 .  Ouvir e tentar solucionar queixas. observando cor. CURATIVOS CIRÚRGICOS (Conforme manual de Curativos)  Lavar as mãos.V. 14.D.  Entregar todos os pertences.

 Retirar curativo sujo conforme a técnica asséptica.  Orientar paciente quanto ao retorno e medicação.  Encaminhar o paciente para deambulação assistida.  Recolher material de curativo. 15. drenagem e edema local.C. E. F.  Orientar pacientes quanto aos exames externos para controle: ( Raio-X. 0.  Orientar paciente. caso intercorrências procurar sempre orientação do médico assistente.  Calçar luvas.9% secar com gaze estéril. 138 . Bioquímica. conforme a técnica asséptica.G.  Proceder ao curativo (Conforme manual de Curativos).  Qualquer intercorrência solicitar avaliação do plantonista. ORIENTAÇÕES PARA ALTA 15. PACIENTE CIRÚRGICO  Observar ferida operatória.1. Solicitar os acompanhamentos para se retirarem do quarto. se não tiver presença de secreção deixar aberto após primeiras 24h.  Limpar o leito da ferida com S.  Ocluir ferida operatória se houver drenagem .  Observar aspecto do curativo se há presença de hiperemia. Ecodopler e demais exames).  Usar máscara.  Abrir pacote de curativo.  Retirar pontos de acordo com a cicatrização (10 dias após cirurgia).

nasceu na Ilha de Kós.  Aguardar chegada dos familiares na recepção de internação. na Grécia. Retornar com urgência ao hospital para avaliação e conduta.  Orientá-lo sobre o retorno. cama.500 anos.  Solicitar orientação de nutricionista. há 2.Orientar o paciente que se houver deiscência da ferida operatória após alta.2. compreendendo a história da doença que leva o doente a procurar o médico. a enfermagem encaminha o paciente de cadeira de rodas até a portaria e entregao para os familiares. tal como a conceituamos hoje.  Família assina alta do paciente. ROTINA OPERACIONAL POSTO 3A – CLÍNICA MÉDICA A palavra Clínica vem do grego klíne.  A internação lança alta no sistema. que significa leito. e o exame físico do paciente em 139 . 15.  Quando solicitar paciente de alta na recepção.  Comunicar familiares por telefone sobre a alta do paciente. PACIENTES CLÍNICOS  Comunicar ao paciente sobre sua alta. então Klinikós era o médico que atendia os doentes acamados. Com ele nasceu a observação clínica. Médico se dizia Iatrós. Foi ele o introdutor da anamnese como etapa inicial do exame médico. A Clínica Médica. XXXI.  Auxiliar o paciente a se vestir se houver necessidade.  Orientá-lo sobre medicação. já agendado. com Hipócrates.

pneumologia. medicamentos. pesquisa oferecem um cuidar diferenciado. evoluções e prescrição médica. tendo ainda um isolamento com 2 leitos e uma enfermaria para atendimento ao paciente grave. A Unidade de Clínica Médica é destinada ao tratamento de patologias eminentemente clínicas nefrologia. fonoaudiologia. identificada como posto 3 A. oxímetro de pulso. enfermagem. nas diferentes cardiologia. bombas de infusão. moléstias infecciosas e parasitárias entre outras. e 1 enfermaria feminina também com 6 leitos. dermatologia e gastroenterologia. armários para guarda de materiais como enxovais. endocrinologia. especialidades: reumatologia. suporte para guarda de prontuários. exames e impressos. nutrição. em busca de dados para a elaboração do diagnóstico e do prognóstico (REZENDE. materiais estéreis. 140 . Box enumerados de acordo com os leitos para guarda de kits de medicações. ensino. A Clínica Médica da Santa Casa de Misericórdia de Goiânia está situada no 3º andar. contendo um balcão com pia destinado principalmente para o preparo de medicações. discentes. totalizando 21 leitos clínicos. que dentro da proposta de interação entre assistência. Possui 2 enfermarias masculinas com 6 leitos cada. O posto de enfermagem da clínica segue a padronização da instituição. 2002). entre outros. possui ainda um balcão utilizado para realização de relatórios. psicologia e fisioterapia entre outras. soluções.seus menores detalhes. respirador carrinho de emergência com materiais e mecânico (BIRD MARK 7). e profissionais das áreas de medicina. a qual possui um leito equipado com monitor cardíaco. que vêm somar qualidade e interdisciplinaridade ao cuidado dos pacientes. Na Clínica o cuidado dos pacientes envolve docentes.

A estrutura organizacional da clínica no que se refere a recursos humanos. órgãos ou sistemas) ou tecidual (alteração da natureza histológica ou morfológica própria de cada tecido. bem como de seus envoltórios (que são as meninges). dentre outros profissionais que dão apoio ao atendimento aos pacientes. Doença estrutural significa que há uma lesão identificável em nível genético-molecular (mutação do material genético DNA). existe uma alteração neuroanatômica ou neurofisiológica que produz manifestações clínicas. As internações são exclusivamente custeadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). órgão ou sistema). bioquímico (alteração de uma proteína ou enzima responsável pelas reações químicas que mantêm as funções dos tecidos. 141 . as quais devem ser interpretadas (REED. 2008). além da equipe médica composta por Stafs e residentes. XXXII.NEUROLOGIA A Neurologia é a especialidade da Medicina que estuda as doenças estruturais do Sistema Nervoso Central (composto pelo encéfalo e pela medula espinhal) e do Sistema Nervoso Periférico (composto pelos nervos e músculos). diurno par e diurno Impar) e 03 técnicos de enfermagem por plantão. ROTINAS OPERACIONAIS DO POSTO 3 B . Os leitos oferecidos pelo setor estão disponibilizados em enfermarias masculinas e femininas. noturno impar. conta com: 04 enfermeiras supervisoras 12x36h uma em cada turno (noturno par. Em outras palavras. visando atender pacientes clínicos referenciados pelas unidades básicas e unidades de urgências após a liberação da Autorização de Internação Hospitalar (AIH) pela central de vagas municipal (controle e avaliação).

noturno impar. suporte para guarda de prontuários. TIPOS DE LEITO Leitos masculinos e femininos para pacientes em tratamento de distúrbios neurológicos eminentemente clínicos. contando ainda com 04 enfermeiras supervisoras 12x36h uma em cada turno (noturno par. 142 . materiais estéreis. CARACTERÍSTICAS DA CLÍNICA DA NEUROLOGIA A clínica de neurologia é destinada ao tratamento clínico de pacientes com patologias da especialidade. entre outros. nutrição. diurno par e diurno Impar) com 06 leitos cada. ocorrendo assistência por meio de médicos stafs e residentes. servindo de repouso para enfermagem. evoluções e prescrição médica. soluções. O posto de enfermagem da clínica segue a padronização da instituição. diurno par e diurno Impar) e 02 técnicos de enfermagem por turno. fisioterapia entre outros.1. exames e impressos. além de acadêmicos dos cursos de medicina. 2. A mesma conta com 04 enfermeiras supervisoras 12x36h uma em cada turno (noturno par. bem como assistência prestada por equipes de apoio como psicologia. enfermagem. noturno impar. Box enumerados de acordo com os leitos para guarda de kits de medicações. contendo um balcão com pia destinado principalmente para o preparo de medicações. O atendimento aos pacientes da clínica de neurologia acontece de forma multidisciplinar. fonoaudiologia. fisioterapia. sendo uma enfermaria masculina e outra feminina. possui ainda um balcão utilizado para realização de relatórios. bem como um isolamento com 2 leitos e uma enfermaria com 6 leitos desativada no momento. armários para guarda de materiais como enxovais.

 Observar nível de consciência.  Realizar massagem de conforto.  Promover hidratação corporal do paciente.  Solicitar atendimento psicológico sempre que detectar necessidade.  Administrar medicação prescrita com rigor.  Promover à mudança de decúbito de 2/2 horas e providenciar colchão caixa de ovo para evitar úlceras por pressão. 4.3.  Proporcionar ambiente calmo e tranqüilo. As internações são exclusivas do Sistema Único de Saúde (SUS). assim como a capacidade de deglutição. solicitar avaliação da fonoaudiologia.  Em casos de disfagia. CARACTERÍSTICAS DA INTERNAÇÃO São admitidos pacientes referenciados pelas unidades básicas de saúde e unidades de urgências após a liberação da Autorização de Internação Hospitalar (AIH) pela central de vagas municipal (controle e avaliação). Cuidados gerais com pacientes neurológicos clínicos  Avaliar o quadro geral do paciente.  Em casos de hemiparesia evitar punções venosas no lado afetado.  Avaliar liberar acompanhante familiar de acordo com o estado geral do paciente.  Realizar cuidados com nutrição enteral.  Supervisionar a aceitação da alimentação. principalmente em proeminências ósseas. 143 .

02 Proctologia e 02 Vasculares.Leito Cirúrgico/Proctologia.  Estimular o paciente quanto à auto-ajuda para executar as atividades de vida diárias (AVD´s)  Observar funcionamento intestinal. C02: 3042 – Leito Cirúrgico/Vascular.  Quando pacientes acamado. C04: 3049 a 3054 – 06 Leitos Cirúrgicos/Urologia. Enf. CUIDADOS NO PRÉ-OPERATÓRIO 144 . C05: 3055 a 3060 – 06 Leitos Cirúrgicos/02 Urologia. Enf. distribuídas em 20 leitos.UROLOGIA O posto da Urologia da Santa Casa de Misericórdia localiza-se no 3º andar. Enf.  Ouvir e tentar solucionar queixas.  Realizar cuidados na incontinência vesical (bexiga neurogênica) (Ver Rotina prevenção de infecção de vias urinárias). XXXIII. C03: 3043 a 3048 – 06 Leitos Cirúrgicos/Urologia.  Realizar a higiene oral. Aspirar secreções orais ou pela traqueostomia com técnica asséptica conforme necessidade (Rotina Prevenção de Pneumonia).  Manter o paciente limpo e seco. ROTINAS OPERACIONAIS DO POSTO 3 C . 2. debilitados. sendo: Enf. Ala A e compreende Enfermarias do SUS. C01: 3041 . proceder à higienização no leito ou banho de aspersão de acordo com o estado geral do paciente. Enf.

 Estar ciente do diagnóstico do paciente. 145 .  Observar irrigação.  Verificar sinais vitais e relatar no prontuário. queixas do paciente. aspecto da diurese.  Observar sondas. verificar sinais vitais e relatar no prontuário.  Encaminhar paciente ao Centro Cirúrgico. caso sangue presente. CUIDADOS NO PÓS-OPERATÓRIO  Receber o paciente tendo cuidado com drenos. relatando no prontuário o horário e quadro clínico do paciente. 3. suas limitações e seu estado físico e mental.  Orientar ingesta hídrica de acordo com prescrição.  Caso haja obstruções de sondas. Rotular o leito com placa de jejum e orientar o paciente. ferida operatória.  Posicionar paciente de acordo com prescrição médica.  Respeitar o paciente. orientando quanto à retirada de próteses e/ou adornos e também quanto ao esvaziamento vesical.  Encaminhar paciente ao banho de aspersão ou realizar banho no leito se necessário. drenos comunicar urgente à supervisão de enfermagem. bem como exames e procedimentos e se necessário avisar à supervisão de enfermagem.  Preparar o paciente para procedimento cirúrgico.

sala de procedimento com lavatório com porta sabão e porta papel e 01 isolamento. A enfermeira supervisora é responsável pelo posto 3D – clínica cirúrgica e também pelo posto 2C – unidade de Hematologia/Oncologia. fazendo 12x36hs  04 supervisoras de Enfermagem. fazendo 12x36hs  03 funcionários no plantão par. 146 . fazendo 12x36hs  03 funcionários no plantão par. 2. Possui 03 enfermarias do SUS com 06 leitos (3061 a 3079) com banheiro e lavatório para profissionais. INTRODUÇÃO O posto da Clínica Cirúrgica da Santa Cada de Misericórdia está localizado no 3º piso da Ala Júlia Miranda. 01 posto de enfermagem. Comunicar à supervisão de enfermagem caso haja procedimentos a serem realizados por enfermeiros. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. RECURSOS HUMANOS Diurno:  03 funcionários no plantão impar. XXXIV. fazendo 12x36hs Noturno:  03 funcionários no plantão impar. ROTINAS OPERACIONAIS DO POSTO 3 D – CLÍNICA CIRÚRGICA 1.

intermediário e auto-cuidado. 01 Posto para Prescrição Médica. 2. 1. XXXVI. científicos. sendo que a maior parte das atividades assistenciais é realizada até as 24hs. 01 DML. ROTINAS OPERACIONAIS DO PLANTÃO NOTURNO O trabalho é realizado no período das 19 as 07hs. ROTINAS OPERACIONAIS DO POSTO 3 F – APARTAMENTOS DE CONVÊNIOS E PARTICULARES O Posto 3F ou Apartamentos de Convênios e Particulares está localizado no 3º andar do Hospital Santa Casa de Misericórdia de Goiânia e atende a todas as especialidades clínicas e cirúrgicas em sistema de convênios e particular. 02 em cada plantão fazendo 12x36hs.  04 supervisoras de Enfermagem. 02 em cada plantão fazendo 12x36hs. em estado crítico. O enfermeiro exerce assistência de enfermagem dentro de princípios. encaminhados do Pronto Atendimento. clínicos e cirúrgicos. Unidade de Terapia Intensiva. Centro Cirúrgico. esta unidade possui 10 apartamentos de luxo com 02 leitos e 04 apartamentos de luxo com 01 leito e 01 sofá cama. semi-crítico. ESTRUTURA FÍSICA DO POSTO 3F       01 Posto de Enfermagem.  04 técnicos de Enfermagem no período noturno. 01 Expurgo. 01 Copa. 01 Banheiro para os funcionários. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. éticos e de humanização a pacientes adultos e pediátricos. a 147 . RECURSOS HUMANOS POSTO 3F Equipe composta de:  04 técnicos de Enfermagem no período diurno. Depois disto. O plantão noturno tem uma rotina própria.XXXV.

Em torno das 05 horas. Revinter. Normas básicas para Alojamento Conjunto. “Manual de Neonatologia “São Paulo. dentro dos limites éticos-legais. “Portaria MS/GM n° 1. BIBLIOGRAFIA BRASIL. 1-8. DOU N° 167 de 1/09/93. EMA. sendo que todos os encaminhamentos são realizados pela equipe de enfermagem da unidade. SEGRE. 17-19. Não há serviço de apoio disponível. Revinter. A ordem do local reflete o nosso compromisso com o bem estar de todos. Brasil: Ministério da Saúde Secretária de Gestão de Investimentos em Saúde. p.1993. Edital: Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da área de enfermagem. SEGRE. Estado do Mato Grosso. ou se julgar necessário para que se passe o caso para o supervisor tomar as devidas providências. MINISTERIO DA SAUDE. em caráter de urgência. são realizadas as avaliações e registros dos pacientes para o término do plantão às 07 horas. LD. CAM “ Alojamento Conjunto” In: DINIZ. Em situações de urgências/emergências o médico plantonista é acionado e aguardado para tomar as condutas médicas necessárias.1993. Quando houver algum problema. p. São coletadas amostras de sangue dos pacientes que estiverem hemodinamicamente instáveis.016. São administradas medicações de rotina as 02. 13066. deve-se identificar em qual plantão ocorreu o fato e qual o enfermeiro responsável para que se possa esclarecer e solucionar as dúvidas. 148 . seção I.   XXXVII. SANTORO JR. Brasília. 26 de agosto de 1993.M. “ Manual de Neonatologia” São Paulo. 2003. CAM. Em quanto isso a equipe de enfermagem presta assistência básica de urgência. EMA. “ Assistência Hospitalar a RecémNascidos: recomendações para padronização” In: DINIZ. 04 e 06 horas. CASANOVA.equipe de enfermagem fica a disposição para atender as solicitações dos pacientes e as intercorrências com os mesmos.

diagnóstico e tratamento.usp. que assistem pacientes com Acidente Vascular Cerebral. Smeltzer.br/dneuro/neurociencias/vol12_4/avc.P. Manfro. R.br/pdf/neurologia. 2004. Nefrologia: Rotinas.. Editora Rosa. Brunner e Suddarth. J.P. Bare. Trat.8. Rev.1028-29. 1998. Rotinas do Serviço de Higienização e Limpeza e do setor de internação do Transplante Renal da SCMG. U. CCIH. FUJIMA. S. 1994. São Paulo: Iátria. H.. ed.Barros. FONTES. P. F. Disponível em: =http://www. Acesso em: 16 de junho de 2008 CAMPUS. C. . Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Jotacê. Gonçalves. E. Paulina.. Acesso em: 18 de junho de 2008 NEVES. Porto Alegre: Artes Médicas. BG.com MOTA.V. REED. M. Neurologia: noções básicas sobre a especialidade. Disponível em: http://www. Ana Letícia Carnevalli. p. Bases Doutrinárias da Burocracia na Saúde. Ed. E. 2003. Normas. 1.fm.. rotinas e técnicas de enfermagem.pdf4free.M. 1999. necessitam de informação especializada. São Paulo: Ed. S. L. Internet: wttp://www. L. Diagnóstico e Tratamento. Administração em Enfermagem.F.pdf . FLÁVIA Hering e Srougi: Urologia.U. Neurociências. Profissionais da saúde. Santa Casa de Misericórdia de Goiânia realizou correção e sugestões da rotina. KURGANT.C. Q. et al. 149 .htm. Edição. Enfermagem Médica Cirúrgica. PRESOTO. Thomé.unifesp.

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