ROTINAS DE ENFERMAGEM SCMG

Diretoria Executiva: Prof. Sergio Antonio Machado – Diretor Geral Dr. Marcelo do Carmo Netto – Diretor Técnico Dr. Roberto Pedrosa – Diretor Clínico

Elaboração: Enf. Mara Helena J. B. H. Borges – Gerência de Enfermagem e Supervisão de Enfermagem Aprovação: Enf. Sorreylla Paula S. Vasconcelos – Coordenadora SCIH/CCIH

2011
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APRESENTAÇÃO
“O que se opõe ao descuido e ao descaso é o cuidado”. Cuidar é mais que um ato; é uma atitude. Portanto abrange mais que um momento de atenção, de zelo e desvelo. “Representa uma atitude de ocupação, preocupação de responsabilização e envolvimento afetivo com o outro.” Leonardo Boff

As atividades desenvolvidas pela equipe de enfermagem são compostas por um conjunto de ações administrativas e técnicas que tem como objetivo qualificar a assistência prestada ao cliente. A fim de que se obtenham resultados positivos em todo o processo que envolve o atendimento ao cliente por parte da equipe de enfermagem é necessário que haja uma rotina de trabalho que agilize e facilite o cumprimento das atividades de forma ordenada, e propicie a presença de uma equipe bem treinada e tecnicamente habilitada.

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SUMÁRIO:

I. II. III. IV. V. VI. VII. VIII. IX X XI XII XIII XIV XV XVI XVII XVIII XIX XX XXI XXII

Admissão de pacientes Solicitação de exames Transferência de pacientes Alta hospitalar Óbito Sinais vitais Administração de medicamentos Técnica para mensuração de glicemia capilar Administração de sangue ou hemoderivados Movimentação e transporte de pacientes Promoção de controle segurança do paciente Higienização do paciente Drenagem torácica Cuidados com ostomias Sondagem nasogástrica Sondagem nasoenteral Atendimento a parada cardiorespiratoria (PCR) Preparo de material para intracath Montagem de pressão venosa central (PVC) Aspiração oronasotraqueal Cuidados com pacientes traqueostomizados Atribuições dos enfermeiros supervisores
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05 06 07 09 10 13 25 43 44 45 51 57 64 66 68 70 72 79 81 83 85 87

Pediatria Rotina Operacional Posto 2E . Nefrologia e Ortopedia XXVIII Rotina Operacional Posto 2C – Unidade de Hematologia/ 110 Oncologia XXIX XXX XXXI XXXII XXXIII Rotina Operacional Posto 2D .UTR.XXIII XXIV XXV Atribuições Ideais dos Enfermeiros Atribuições dos Técnicos de enfermagem 89 90 Rotina Operacional Posto 1A – Enfermarias de Convênios e 92 Particular XXVI XXVII Rotina Operacional Posto 2A – Obstetrícia e Berçário 94 Rotina Operacional Posto 2B – Unidade de Transplante 99 Renal .Urologia 118 123 139 141 144 146 XXXIV Rotina Operacional Posto 3D – Clínica Cirúrgica XXXV Rotina Operacional Posto 3F – Apartamentos de Convênios 147 e Particulares XXXVI Rotina Operacional do Plantão Noturno XXXVII Bibliografia 147 148 4 .Cardiologia Rotina Operacional Posto 3A – Clínica Médica Rotina Operacional Posto 3B .Neurologia Rotina Operacional Posto 3C .

Recomendações importantes: Não admitir paciente clínico com paciente cirúrgico. O leito deverá passar por limpeza e desinfecção conforme recomendações básicas para limpeza. desinfecção de ambiente.  Procedimento: Receber o paciente na unidade de internação. 5 . Não admitir pacientes com ferida operatória infectada com pacientes cirúrgicos não infectados ou em pós-operatório imediato (POI). Verificar prescrição ou necessidade de isolamento. Encaminha-lo ao banho de aspersão ou realizar banho no leito.I. Caso o paciente necessite de isolamento seguir recomendações da Rotina de Biossegurança da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH). se necessário. Observar higiene do paciente. número do leito e registro hospitalar. Conferir o prontuário quanto ao nome completo do paciente. artigos e roupas da CCIH. ADMISSÃO DE PACIENTES: A admissão de pacientes somente será realizada mediante a liberação do leito por parte do (a) enfermeiro (a) supervisor (a) do setor. 1. Não admitir pacientes cirúrgicos com pacientes portadores de feridas infectadas.

6 . Em caso de paciente cirúrgico fazer o preparo pré-operatório indicado a cada procedimento. Organizar o prontuário para facilitar o manuseio pela própria enfermagem. quando solicitado.Oferecer pijama ou camisola da instituição. Observar e orientar o paciente quando necessário jejum ou outros preparos para o exame. Agendar os exames conforme solicitação e anotar data e hora no pedido. SOLICITAÇÕES DE EXAMES: Conferir a solicitação no pedido de exames devidamente preenchido e carimbado pela equipe médica. Verificar sinais vitais.  Se houverem pedidos de exames. II. leito e tipo de dieta. seguindo recomendações da Rotina de Controle de Infecção de Sítio Cirúrgico da CCIH. Conferir o preenchimento completo dos cabeçalhos dos impressos. encaminhá-los aos setores competentes. Comunicar ao serviço de nutrição e dietética sobre a internação informando o nome. Fazer admissão do paciente no prontuário com: horário da admissão. Orientar o paciente quanto as normas da instituição. estado do paciente. sinais vitais. Encaminhar o paciente ao setor de exames. motivo da internação. acompanhado pelo maqueiro.

na noite anterior ao exame. o pedido médico deve ser encaminhado ao serviço social para agendamento. devidamente identificado. juntamente com relatório médico justificando a necessidade da realização deste.  Exames de alto custo deverão ser autorizados pelo auditor do SUS. 7 .  O paciente deverá ser acompanhado por um técnico de enfermagem. 1. Em caso de exames laboratoriais solicitar a coleta ao setor de laboratório.  Preencher solicitação de transporte via internet. Observações:  Para realização de exames a serem feitos em outra instituição de pacientes do SUS.  Solicitar o maqueiro e encaminhar o paciente. 2. fornecer o pote coletor.Em caso de coleta de amostras de urina. orientando o paciente sobre os cuidados para coleta. e preenchimento de termo de responsabilidade médica autorizando a remoção do paciente . Encaminhamento de pacientes do SUS para exames externos:  Procedimento:  Conferir se o pedido médico está preenchido corretamente. fezes e/ou escarro.  Encaminhar o pedido ao Serviço Social para agendamento.  Solicitar relatório médico justificando o exame.  Confirmar data e horário do exame e necessidade de preparo do paciente.  Anotar na solicitação de transporte orientações sobre precauções adicionais para o paciente que será transportado.

Conferir se o novo leito já está pronto (limpo. Fazer a transferência do paciente no sistema da MV. Conferir o prontuário. Transferência para outras instituições: 8 . observando que roupas e qualquer artigo utilizado na assistência ao paciente deverão ser recolhidos pela equipe da enfermagem. Acionar o maqueiro e encaminhar o paciente para a outra unidade. exames e checagem de medicações anteriores. Informar à enfermeira da unidade solicitada as condições do paciente. Transferência Interna:  Procedimento: Entrar em contato com o (a) enfermeiro (a) da unidade de internação para solicitar a vaga. as anotações de enfermagem. Encaminhar para internação o formulário próprio para lançar no sistema da Prefeitura a transferência de leito. TRANSFERÊNCIAS DE PACIENTES 1. Arquivar na chefia de enfermagem o formulário com o recebido da internação. Observar orientações da Rotina de Biossegurança para Ambulância da CCIH. Anotar no livro de enfermagem a transferência do paciente. 2. III. Solicitar a desinfecção terminal do leito ao Serviço de Higienização e Limpeza (SHL). desinfetado e forrado). Comunicar ao serviço de nutrição e dietética sobre a transferência informando o nome e o número do novo leito.

Observar Fechar cuidados de Biossegurança durante o transporte. a limpeza terminal do leito. Solicitar o preenchimento de termo de responsabilidade médica autorizando a remoção do paciente. Procedimento: Verificar a solicitação de transferência no prontuário do paciente. IV. Arquivar na chefia de enfermagem o formulário com o recebido da internação. de acordo com a gravidade do paciente. Solicitar à central de vagas a transferência para que ela faça os devidos contatos e aguardar o retorno. o paciente na ambulância na presença de um familiar e de Transportar um profissional da enfermagem. ALTA HOSPITALAR  Procedimento:  Conferir se a alta hospitalar está assinada pelo médico assistente. As vagas somente são negociadas entre médicos. com assinatura do médico assistente e confirmação do contato de vagas entre os médicos de ambas as instituições. condições do paciente e acompanhamento familiar e de enfermagem. o prontuário do paciente verificando se está completo. para internação o formulário próprio para lançar no sistema Encaminhar MV e na Prefeitura a alta hospitalar por transferência. juntamente com o encaminhamento médico. 9 . Providenciar Anotar no livro de enfermagem a transferência do paciente. Anotar no prontuário do paciente: hora. Preencher solicitação de transporte via internet.

 Solicitar que o familiar ou responsável assine o aviso de alta.  Avisar aos familiares e/ou responsável sobre a alta e aguarda o seu comparecimento para liberar o paciente.  Solicitar a desinfecção terminal do leito ao Serviço de Higienização e Limpeza.  Encaminhar roupas e artigos usados na assistência ao paciente ao expurgo e hampers.  Retirar sondas e cateteres se houver.  Acompanhar o paciente até a saída.  Solicitar cobertura para óbitos na farmácia. Realizar evolução de enfermagem referente à alta do paciente.  Retirar a roupa do paciente.  Fazer tamponamento apenas dos orifícios que estiverem drenando secreções. deixar a 2º via com o mesmo e anexar a 1º via ao prontuário.  Solicitar que o funcionário do atendimento assine o aviso de alta e lance no sistema. V.  Colocar biombos se necessário.  Recolher e anotar no livro de enfermagem a alta do paciente. ÓBITO  Procedimento:  Providenciar declaração de óbito para ser preenchida pelo médico que assistiu ao óbito em 03 vias  Comunicar aos familiares.  Preencher o aviso de alta em duas vias. 10 .

 Arquivar a via branca na chefia de enfermagem para posteriormente ser encaminhadas para Secretaria Municipal de Saúde (SMS).  Lançar o óbito no livro de declaração de óbito. médico responsável. conforme orientações do “folder de óbitos”.  Orientar a família sobre os procedimentos para sepultamento.  Colocar o corpo na cobertura para óbitos e colocar nova etiqueta. junto com o formulário da Fundação Municipal de Desenvolvimento Comunitário (FUNDEC) para a pessoa responsável pelo corpo.  Alinhar o corpo do paciente.  O (a) enfermeiro (a) do setor deverá entregar a via amarela. unir as mãos e conter com ataduras. Lançar o óbito no sistema MV. Organizar os pertences do paciente e entregar à família. Trocar curativos se necessário. 11 . leito.  Colocar etiqueta na pele do paciente com: nome completo. e fixar a mandíbula com atadura se necessário. data e hora do óbito. Marcar o óbito no censo de controle e registro de enfermagem.      Solicitar maqueiro para transporte do corpo para o necrotério. Anotar o óbito no prontuário do paciente.  Solicitar a desinfecção terminal do leito.  Arquivar a via rosa dentro do prontuário do paciente para ser arquivada.  Anotar o óbito no prontuário do paciente.  Preencher a ficha de identificação de cadáver.  Encaminhar para internação o formulário próprio para lançar no sistema da Prefeitura e/ou Convênios a alta hospitalar por óbito.

 O responsável pela funerária assina a ficha de identificação do cadáver e o enfermeiro assina e recebe uma via da ficha da funerária. sendo: a ficha rosa da declaração de óbito.  O óbito deverá ser lançado na estatística da Comissão de Óbito pela secretária da enfermagem. caso não estejam no mesmo. O (a) enfermeiro (a) do setor deverá entregar o corpo no necrotério para a funerária. encaminhar o corpo ao Instituto Médico Legal (IML).  A ficha de identificação e a via da funerária deverão ser arquivadas no prontuário do paciente. Instituto Médico Legal – IML ou Serviço de Verificação de Óbito SVO  Em caso de IML ou SVO  Solicitar que o médico preencha o encaminhamento no formulário próprio do IML/SVO.  A secretária da enfermagem deverá conferir os papeis do óbito e arquivar no prontuário. Recomendações importantes:  Em caso de morte violenta. 12 . em caso de Feto Morto acima de 500gr e paciente sem diagnostico fechado (ex: menos de 24 horas de internação). encaminhar o corpo ao Serviço de Verificação de Óbitos (SVO). nestes casos o médico deverá preencher o encaminhamento ao IML ou SVO. 1. a ficha de identificação do cadáver e a ficha da funerária.

Registrar o óbito no livro de declaração de óbito da enfermagem.  Encaminhar a família ao distrito policial mais próximo à instituição juntamente com o encaminhamento médico para registrar a ocorrência. Observação: 13 .  Registrar o óbito no livro de declaração de óbito da enfermagem. após a devida identificação do mesmo.  Entregar o corpo ao SVO juntamente com a via branca do formulário. após a devida identificação do mesmo. A secretária de enfermagem deverá conferir e anexar no prontuário a ficha de identificação de cadáver e encaminhamento do IML/SVO e lançar o óbito na estatística da Comissão de Óbitos. Entregar o encaminhamento médico (via branca) à família em caso de IML.  Solicitar à família que leve uma das vias ao IML para recolhimento do corpo. Em caso de SVO.  Preencher a ficha de identificação de cadáver. não sendo necessário entregar nenhuma via do formulário para a família.  Solicitar que o responsável pela coleta do corpo assine a ficha de identificação de cadáver.  Solicitar que o responsável pela coleta do corpo assine a ficha de identificação de cadáver.  Entregar o corpo ao IML.  Preencher a ficha de identificação de cadáver. a enfermeira deverá ligar no Serviço de Verificação de Obito – telefone 3524-1970. e comunicar o óbito e solicitar a remoção do corpo.

 Fatores patológicos.  Processos inflamatórios e infecciosos. SINAIS VITAIS 1. VI. Horas de verificação: 08h00min. Há alguns fatores que alteram a temperatura:  Fatores fisiológicos. por evaporação pulmonar.  Idade. 14 . por evaporação do suor. durante o processo de respiração. pelas fezes e pela saliva. O calor é gerado por processo metabólico e é distribuído no organismo pelo sangue por meio dos vasos sanguíneos.  Se observada a necessidade. solicitar a desinfecção terminal do necrotério ao funcionário do SHL. O organismo perde calor por radiação e condutibilidade da pele. 06h00min e sempre que necessário. 14h00min. 18h00min. pela urina. A temperatura normal do corpo é mantida pelo equilíbrio entre a produção e eliminação de calor. Temperatura A temperatura indica o nível de calor a que chega o corpo. ou conforme prescrição médica. Não está autorizada a visita de familiares ao necrotério. 24h00min.

Variação de temperatura:  Hipotermia – menor ou igual a 35ºC  Temperatura Fisiológica – 35.3. Definição de febre: A febre é a modificação patológica da temperatura.0º a 39ºC  Pirexia-39.1. Observação:  Não é necessário o uso rotineiro de luvas de procedimentos para verificação de sinais vitais.1.40.2. esfigmomanômetro e termômetro. 1.  Usar um par de luvas de procedimentos para cada paciente.0º C  Febre – 38. exceto para pacientes em precauções de contato. desidratação ou tóxica.0º a 41º C 1. É uma reação do organismo diante de determinada agressão que pode ser de origem infecciosa. Classificação da febre: 15 . quando indicado  Para pacientes em precauções de contato individualizar estetoscópio.5º a 37ºC  Estado febril.0º a 40ºC  Hiperpirexia.5º a 38.37.  Retirar as luvas imediatamente após o uso e lavar as mãos em seguida e entre um paciente e outro.  Observar orientações da Rotina de Biossegurança da CCIH. neurogênica.

 Verificar se a coluna de mercúrio está abaixo de 35º em caso de termômetros não digitais.não há grandes oscilações diárias.4.alterna períodos de febre e sem febre. 1. Material necessário para verificação da temperatura: Bandeja contendo:  01 recipiente com algodão seco.  Enxugar a axila do paciente ou orienta-lo fazer.  01 recipiente para o algodão usado. 1. fraturas de membros superiores. 16 .  Caneta e papel para anotações.  Ondulante.5. Procedimento:  Orientar o paciente sobre o procedimento.manifesta-se geralmente às mesmas horas aparecendo e desaparecendo com intervalo de dias e semanas.  Remitente.  Intermitente. pacientes muito magros e lesões axilares. permanece em um mesmo nível. Contínua.  Colocar o termômetro na axila de forma que fique o bulbo em contato com a pele.  01 termômetro.há oscilação diária.  01 recipiente com álcool a 70%. Esses períodos variam de dois a três dias.1 Axilar Esta técnica é contra-indicada nas queimaduras de tórax.

Procedimento:  Verificar se a coluna de mercúrio está abaixo de 35º em caso de termômetros não digitais.  Desprezar o algodão sujo. firmando o termômetro no canto da boca.  Desprezar o algodão sujo.  Após cinco minutos retirar o termômetro. crianças. como: intervenções cirúrgicas na boca. 17 .  Após cinco minutos retirar o termômetro. Pedir para que o paciente comprima o braço de encontro ao corpo. pacientes inconscientes.2. inflamações na boca.  Pedir para que o paciente cerre os lábios. de preferência colocando a mão no ombro oposto.  Colocar o termômetro embaixo da língua do paciente.  Registrar no prontuário os resultados conforme os horários de rotina.  Anotar o valor da temperatura.  Fazer a leitura.5.  Fazer a leitura.  Abaixar a coluna de mercúrio para 35ºC.  Anotar o valor da temperatura. 1.  Limpar o termômetro com algodão embebido em álcool a 70% e guarda-lo junto aos artigos do paciente. Oral ou bucal Esta técnica somente é indicada quando os termômetros são individuais e quando não houver contra-indicação.  Desinfetar o termômetro com algodão embebido em álcool 70%.

perineal e inflamações no reto e ânus. O termômetro deve ser de uso individual.  Desprezar o algodão sujo.  Registrar no prontuário os resultados conforme os horários de rotina.  Fazer a leitura. Usado nos casos de impossibilidade de utilizar a técnica bucal e axilar. caso haja contra indicação nas regiões citadas anteriormente. Retal É o mais eficiente entre os métodos de verificação de temperatura. Registrar no prontuário os resultados conforme os horários de rotina.  Lubrificar a ponta do termômetro (ex: óleo mineral).  Passar álcool a 70% e guarda-lo junto aos artigos do paciente.5.  Introduzir a ponta do termômetro no reto. Procedimento:  Colocar o paciente na posição de Sims – decúbito lateral esquerdo com perna direita flexionada. 18 .  Lavar o termômetro com água e sabão.  Anotar o valor da temperatura.: a temperatura também pode ser verificada na região inguinal.  Após cinco minutos retirar o termômetro.sob o queixo e o joelho. É contra indicado em pacientes que sofreram cirurgia retal.3. Obs. 1.

femural. exercícios físicos. inguinal. Basta tocar nos pontos anatômicos corretos para verificar o pulso do paciente.pulso lento com menos de 60 batimentos por minuto. Alterações na freqüência cardíaca Bradiarritmia . Patológicos. Fisiológicos. pediosa e tibial posterior. como. cubital. Há fatores que afetam o pulso normal.1. braquial. poplítea. 2. As artérias mais comuns para verificar o pulso são a temporal facial. umeral.pulso rápido com mais de 120 batimentos por minuto 19 . carótida.febre. Pulso O pulso é verificado na artéria radial. Tabela de freqüência cardíaca Homem 60 a 70 batimentos por minuto Mulher 65 a 80 batimentos por minuto Criança 120 a 125 batimentos por minuto Lactentes 125 a 130 batimentos por minuto 2. pediosa.2. Taquiarritmia . radial.emoções. lipotimia que aumentam ou diminuem a freqüência cardíaca.2. temporal e carótida.

se o pulso verificado for radial.5. O ritmo do pulso pode ser: Regular – os batimentos cardíacos são uniformes. ritmo e volume de acordo com os horários indicados.  Apoiar o braço.  Colocar o dedo indicador e anelar no local e pressionar levemente. fácil de ser comprimida. Quando há alterações. 20 .2. Procedimento:  Manter o paciente em posição confortável. deitado ou sentado. Irregular – os batimentos cardíacos não uniformes. É caracterizado de acordo com a intensidade das contrações cardíacas.  Comunicar ao enfermeiro ou médico qualquer alteração no ritmo cardíaco. difícil de ser comprimida. pois sua pulsação poderá ser confundida com a do paciente. No pulso de tensão baixa a artéria é mole.4. 2. Tensão das artérias No pulso de tensão alta a artéria é dura. 2.3. ocorrem as arritmias cardíacas. Não usar o dedo polegar. Volume do pulso O volume do pulso pode variar entre amplo e cheio ou pequeno e vazio. sem comprimir o local.  Anotar a freqüência.  Contar o número de batimentos do pulso em um minuto. Ritmo cardíaco Ritmo cardíaco é uniforme e com intervalos iguais.

Espanopnéia – freqüência respiratória lenta e profunda. Oligopnéia ou hipopnéia – freqüência respiratória lenta e superficial. através da expiração que permite a saída do ar contido nos pulmões. Respiração É a troca de gazes entre o organismo e o meio ambiente que consiste basicamente na absorção de oxigênio. costal inferior (homem) e abdominal ou diafragmática (criança). e a eliminação de gás carbônico.3. pela inspiração que permite a entrada de oxigênio nos pulmões.3.2.1. 3. Hiperpinéia – freqüência respiratória aumentada e profunda. A respiração pode ser costal superior (mulher).freqüência respiratória rápida e superficial. Alteração na freqüência respiratória Taquipneia. Tabela de freqüência respiratória Homem 15 a 20 movimentos por minuto Mulher 18 a 20 movimentos por minuto Criança 20 a 25 movimentos por minuto Lactentes 30 a 40 movimentos por minuto 3. . 3. Ritmo 21 . Polipnéia – freqüência respiratória aumentada e superficial. Bradpnéia – freqüência respiratória lenta e com profundidade normal.

Procedimento  Manter o paciente sentado ou deitado no leito.  Observar quando o tórax sobe e desce. Pode ser repetida em intervalos regulares e irregulares. O paciente apresenta-se cianótico. pois pode causar-lhe ansiedade. Os movimentos respiratórios aumentam e diminuem. Biot – respiração periódica caracterizada pela presença de períodos de apnéia de duração variável de até 30 segundos. ou pode ser anormal. chamado eupnéia.O ritmo pode ser normal e uniforme. e após uma pausa o ciclo reinicia. o que pode alterar a freqüência. depois uma breve e queixosa expiração. Kusmaul – é a respiração profunda e ruidosa. 22 . Dispnéia – dificuldade de respirar.  Anotar o número de movimentos respiratórios por minuto. não deixando que o paciente perceba que sua respiração está sendo contada. como descrito a seguir: Apnéia – parada respiratória. bradpnéia e apnéia. seguida de pausa.  Ser natural. nos casos de indivíduos sadios. seguida de nova pausa. Cheyne-stoke – respiração que apresenta períodos de dispnéia. As fases de taquipnéia duram cerca de 30 segundos. ou os movimentos do abdômen e contar durante um minuto. com a pele em tom de cinza-azulado que se manifesta inicialmente em torno dos lábios e se estende para as extremidades de mãos e pés.  Comunicar ao enfermeiro ou médico qualquer alteração na freqüência e ritmo respiratório.

do sangue circulante. Elasticidade Resistência Quantidade Viscosidade Alguns fatores podem modificar a pressão arterial: Fisiológicos – idade. 4. das paredes arteriais. aumento da pressão intracraniana.4. postura. Os fatores que determinam o grau de tensão sobre os vasos são: Força de contração do músculo cardíaco. sexo. vascular periférica.5 mínima se aproximam) 23 mmHg .1. arteriosclerose. sanguínea. Patológicos – convulsões. Tabela de variação da pressão Pressão arterial normal ou 140 a 110 fisiológica sistólica Pressão arterial normal mmHg ou 90 a 70 fisiológica diastólica Pressão (hipertensão) Pressão (hipotensão) arterial arterial mmHg elevada 150X110 mmHg baixa 100X60 mmHg Pressão convergente (máxima e 120X90. Pressão arterial Definida como a pressão exercida nas paredes dos vasos sanguíneos pela força de contratibilidade do músculo cardíaco que bombeia o sangue. drogas. digestão. hemorragias.

Procedimento:     Orientar o paciente quanto ao procedimento. Esfigmomanômetro. Preparar o aparelho.2.  Desinfetar as olivas do estetoscópio com algodão embebido no álcool antes de colocar nos ouvidos. Locais para a verificação da pressão arterial: Braço – artéria braquial. Álcool a 70%. Colocar o paciente sentado. Coxa – artéria poplítea. Ajustar o manguito ao braço acima do cotovelo.    Apoiar sempre o braço aproximadamente na altura do coração. 24 . Testar o aparelho de PA. Perna – artéria pediosa. Sentir a pulsação da artéria braquial com as pontas dos dedos na parte anterior da articulação do cotovelo do paciente. deitado em posição confortável ou de acordo com orientação médica. Algodão embebido em álcool a 70%.  Material: Estetoscópio.Pressão divergente (máxima e 120X40 mínima se distanciam) mmHg 4.

 Nos casos de dúvidas. sem desperdício de recursos. INTRODUÇÃO A administração de medicamentos é um processo que envolve uma seqüência de ações a serem desenvolvidas pelo profissional de enfermagem. 1. e o segundo ruído – pressão diástole mínima. Desinfetar o diafragma com algodão embebido no álcool antes e após colocar no paciente. o manguito. Durante a fase de preparo o profissional de enfermagem deve ter muita atenção para evitar erros. verificar novamente. 1. verificar os sinais vitais informar o paciente sobre os valores e deixá-lo confortável. a fim de obter os melhores resultados junto ao paciente.  Colocar o diafragma do estetoscópio sobre a artéria braquial do paciente.  Comunicar ao enfermeiro ou ao médico qualquer alteração na avaliação fisiológica da pressão arterial.  Fechar a válvula de ar e insuflá-la rapidamente até que o movimento indique no manômetro 200mmHg aproximadamente.  Abrir lentamente a válvula e observar no manômetro o número correspondente ao primeiro ruído – pressão sistólica máxima. assegurando ao máximo que o paciente receba a medicação corretamente. Desprender Anotar Após os valores pressóricos verificados. ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS 1. VII. RECOMENDAÇÕES GERAIS: 25 .

26 . que podem aumentar a chance de cometer erros. podendo ser usado o próprio invólucro se não contaminado.  Proteger a seringa ou frasco com medicamento para evitar contaminação.  Utilizar bandeja devidamente limpa. número do leito. quando a situação estiver sob controle.  Fazer desinfecção das ampolas e ou dos frascos antes de quebrar e ou aspirar à medicação. via de administração e horário. Lavar sempre as mãos antes do preparo. e antes de administrá-la. nome da medicação.  Preparar o medicamento em ambiente com boa iluminação.  Concentrar a atenção no trabalho. aceitável faze-lo baseado apenas em orientação verbal. antes de colocar o medicamento no recipiente próprio para administração.  Observar o aspecto e as características da medicação antes de prepará-la.  Preparar somente quando tiver certeza do medicamento prescrito. Nesse caso. dosagem e via de administração. todas as medicações usadas devem ser prescritas pelo médico posteriormente. em casos de emergência.  Ler e conferir o rótulo da medicação três vezes – quando pegar o medicamento.  As medicações devem ser administradas sob prescrição médica. evitando atividades paralelas. sendo. e ao colocar o recipiente na prateleira ou desprezar o invólucro.  Identificar o medicamento preparado com o nome do paciente. distrações e interrupções. administração e logo após o procedimento.

utilizando álcool a 70% para desinfetar a bancada. nunca deixando-a sozinha junto ao paciente. Deixar o local de preparo de medicação sempre em ordem e limpo.  Manter a bandeja sempre a vista durante a administração. dentro da enfermaria do paciente.  Antes de administrar o medicamento.  Utilizar luvas de procedimentos para medicações via sonda gástrica ou nasogástrica. 27 . Convencionalmente em nosso meio.  As luvas de procedimentos e o algodão devem ser desprezados na lixeira com saco branco leitoso.  A administração do medicamento deve ser feita pelo profissional que o preparou. quando o medicamento não foi administrado por algum motivo.  Não se deve nunca esquecer de registrar o medicamento que o paciente tenha recebido (checar a medicação).  Nunca reencapar agulhas ou concitá-las da seringa para desprezar. conferir cuidadosamente a identidade do paciente.  Devolver no final do plantão os medicamentos não utilizados e em hipótese alguma acumular “sobras”.  Em caso de recusa do medicamento.  Permanecer junto ao paciente até que tome o medicamento. conforme Programa de Gerenciamento de Resíduos da CCIH. o horário correspondente é circundado. “bolado” à caneta e a justificativa anotada no prontuário do paciente. para lixo infectante. via retal e parenteral. o profissional de enfermagem deve relatar imediatamente o fato ao (a) enfermeiro (a) e/ou médico e anotá-la no prontuário.

VIAS DE ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS 2. 01 copinho.2. nome da medicação.Oral  Material:    01 bandeja.  Lavar as mãos. 28 . via de administração e dose.  Lavar as mãos. tornando difícil a leitura.  Levar a bandeja de medicação junto ao leito do paciente. Cuidados importantes:  Agitar o frasco de medicamento líquido antes de entorná-lo pelo lado oposto ao do rótulo.1.  Oferecer o medicamento.  Perguntar o nome do paciente sem sugestionar. 2.  Observar se o paciente ingeriu a medicação.  Diluir o medicamento se necessário. Identificar os copinhos com o nome do paciente. hora. Medicamento prescrito.  Checar na prescrição médica. evitando assim. Procedimento: Conferir a prescrição médica e medicação a ser administrada. horário e número do leito.1. 1. que o líquido escorra sobre ele. paciente.  Conferir novamente a medicação e prescrição médica verificando data.

 Segurar o recipiente graduado (copinho) e vidro ao nível dos olhos para despejar o líquido até a altura correspondente à dose. verificar sempre a data de validade e condições de armazenamento antes de administrálo ao paciente. a prática mais segura é a de usar recipientes separados. possibilitando a identificação segura dos medicamentos que efetivamente o paciente recebeu. até ser totalmente dissolvido.  O frascos multi-doses deverão ser diluídos quando abertos: Frascos multi-doses que ficam “estocados” no posto.  Colocar comprimidos. como sonda nasogástrica.  Se houver dificuldade na identificação do medicamento. não se devem oferecer líquidos com a medicação sublingual. Em casos de aceitação parcial ou perdas acidentais de uma parte deles. observar a colocação do medicamento sob a língua do paciente e orientá-lo para que deixe ali. controle hídrico.  Se um paciente recebe vários medicamentos simultaneamente. náuseas. será possível registrar adequadamente o ocorrido e ou repor a medicação perdida.  No caso de administração de medicação sublingual. não administrá-lo. além de fatores que influenciam a administração. condições relativas à deglutição. Se necessário trocar o frasco na farmácia. facilitando desse modo a colocação precisa do medicamento. vômitos. sem mastigá-lo ou engoli-lo. entre outros.  Observar se o paciente não está com indicação de jejum. 29 . Devolva-o à farmácia e solicite outro medicamento com identificação legível. drágeas ou cápsulas no recipiente sem tocá-las diretamente com a mão.

 Procedimento:  Explicar ao paciente o procedimento. Via retal As formulações destinadas para uso retal podem ser sólidas ou líquidas.  01 sonda retal. mas podem tardar até uma hora. Quando efetivo.  Formulação líquida – pode ser em grande quantidade. a fim de evitar obstrução da mesma. Dissolve-se em contato com a temperatura corporal e é indicado principalmente para a estimulação da peristalse para facilitar a defecação. 2. denominada lavagem intestinal (de 1000 a 2000ml) ou em pequena quantidade. não devendo ser partido. 30 .  Formulações sólidas – denominada supositório – possuem formato e consistência que facilita sua aplicação. chamada de clister (150 a 500ml). No uso de medicação via SNE ou SNGLavar( 10 a 20ml de água pela seringa sob pressão) logo após a administração da medicação. Geralmente são usadas na lavagem intestinal para a remoção das fezes em caso de fecaloma. os resultados manifestam-se dentro de 15 a 30 minutos.2. Material:  1 frasco de Clister ou Fleet Enema (conforme prescrição médica)  Papel higiênico.  01 par de luvas de procedimento.  01 comadre. preparo para procedimentos cirúrgicos ou exames (ex: colonoscopia).

para não expor o paciente. Observação: No caso de irrigação gota a gota acrescentar um equipo ao material. calçar luvas de procedimentos. 2.  Colocar o paciente em posição de Sims.  Lavar as mãos. Preparar o material. ou quando há interferência na assimilação 31 da droga pelo trato .  Introduzir a sonda retal lubrificada (ex: xilocaína gel ou óleo mineral) no ânus do paciente. deixando o papel higiênico à mão.  Afastar a prega interglútea e instilar o líquido.Via Parenteral A via parenteral é utilizada quando se deseja uma ação imediata da droga.  Colocar o paciente na comadre.  Limpar e organizar o material. deixando o sistema instalado até o final da solução.3.  Lavar as mãos. quando não há possibilidade de administração por via oral.  Colocar biombo.  Retirar as luvas de procedimentos.  Retirar o material usado.  Fazer a higiene intima. ou encaminha-lo ao banheiro. (decúbito lateral esquerdo e perna direita fletida).  Fazer anotação de enfermagem no prontuário. nos casos de pacientes dependentes.  Mornar quando for solução glicerinada ou soro fisiológico. procedendo a mesma forma de instalação.

gastrointestinal. A enfermagem utiliza comumente as seguintes formas de administração parenteral: intradérmica, subcutânea, intramuscular e endovenosa.

Observação: Observar recomendações de rotina de controle de infecção decorrente sanguínea de CCIH.

2.3.1.Preparo da Medicação:   Observar o prazo de validade, o aspecto da solução, bem como a integridade do frasco; Certificar que todo o medicamento está contido no corpo da ampola, pois o estreitamento do gargalo faz com que uma parte do medicamento muitas vezes , fique na sua parte superior;     O mesmo cuidado deve ser observado com o pó liofilizado no frasco ampola; Lavar as mãos com água e sabão; Observar a integridade dos invólucros que protegem a seringa e a agulha; Monte a seringa com a agulha respeitando a técnica asséptica; Desinfetar toda a ampola com algodão embebido em álcool a 70% destacando o gargalo, no caso do frasco ampola, levantar a tampa metálica e desinfetar a borracha;   Proteger o gargalo da ampola com algodão na hora de quebrá-lo; Aspirar ao diluente (no caso de frasco ampola) introduzi-lo dentro do frasco e deixe que a força da pressão interna do frasco, desloque o ar para o interior da seringa;  Homogeneizar o diluente com o pó liofilizado sem sacudir;

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Introduzir o ar da seringa para o interior do frasco. Este procedimento visa aumentar a pressão dentro do frasco, facilitando a retirada do medicamento, visto que os líquidos movem-se de uma área de maior pressão para a de menor pressão;

  

Manter o frasco invertido para baixo, enquanto aspira ao medicamento; Proteger a agulha com o protetor e o êmbolo da seringa com o próprio invólucro; Identificar o material com fita adesiva com o nome do paciente, número do leito, medicamento, horário, dose e via de administração;

2.4..Intradérmica É a introdução do medicamento na derme. É raramente usada para tratamento, porém incide na disseminação de vacinas.

2.4.1 Volumes máximos administrados – 0,1 a 1,0ml.

2.4.2. Locais de aplicação :  Face interna ou ventral do antebraço;  Região escapular (parte superior das costas);  Parte inferior do deltóide direito (exclusivamente para a vacina BCG);

Material:  01 bandeja;  01 seringa de 3ml ou 5ml;  01 agulha para injeção 03X07;
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 01 bola de algodão;  05ml de álcool;  Luvas de Procedimentos;  Medicamento prescrito;

Procedimento:
Lavar

as mãos; a medicação fazendo a desinfecção da ampola e, após a

Preparar

aspiração do medicamento, colocar o protetor na agulha;
Orientar Calçar

o paciente quanto ao procedimento;

luvas de procedimentos a agulha em ângulo de 15º em relação à superfície da pele;

Posicionar Introduzir Checar

a agulha com o bisel para cima para formar uma pápula;

na prescrição médica;

OBS.: Não fazer a anti-sepsia da região, o que causaria o desenvolvimento de reações falso-positivas em testes de

hipersensibilidade e a redução da atividade das vacinas administradas.

2.5. Via subcutânea É a introdução do medicamento na região subcutânea. É utilizada para drogas que não necessitem de absorção imediata e sim quando se deseja uma absorção continua. Podem ocorrer lesões inflamatórias locais, sendo de grande importância o rodízio da aplicação como um método profilático.

2.5.1. Volume máximo administrável – 3 ml.
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Faces externas. anterior e posterior dos braços. Região intermediária lateral das costas (próxima ao quadril direito e esquerdo).2. Calçar luvas de procedimentos.2. colocar o protetor na agulha. 05ml Medicamento Procedimento: Lavar as mãos. Orientar o paciente quanto ao procedimento. Material: 01 01 01 bandeja. Região abdominal – hipocôndrios direito e esquerdo. direita e esquerda. seringa de 1ml.Locais de aplicação: Parte superior externa dos braços. de procedimentos. Regiões glúteas. Regiões supra-escapular e infra-escapular. do álcool a 70%. Preparar a medicação fazendo a desinfecção da ampola e. prescrito. 35 . após a aspiração do medicamento.5. Luvas 02 bolas de algodão. Face lateral externa e frontal das coxas. exceto a região periumbilical. agulha 13X25.

Posicionar a agulha em ângulo de 90º em relação à superfície da pele.Via intramuscular É aplicada no tecido muscular através da pele. lentamente as soluções. Não friccionar o local após a aplicação.6.Volume máximo administrável – 3 ml. sem expô-lo desnecessariamente. Assegure Não hesitar em aplicar a injeção.6. 2.Fazer anti-sepsia da pele de cima para baixo.1.6. ventroglútea. uma pressão no local administrado com a extremidade dos dedos. Checar na prescrição medica. dorsoglútea. Introduzir a agulha com bisel para baixo. Retirar luvas e lavar mãos. escolher o local de aplicação. observe a condição do músculo. Injetar Fazer para auxiliar na absorção da droga.tendo a desvantagem de ser dolorosa pela introdução da agulha e absorção do medicamento. Checar na prescrição médica. a privacidade do paciente. 2. 36 . O desconforto da aplicação desse medicamento pode ser minimizado com os seguintes cuidados: Manter Ao a técnica asséptica durante todo o procedimento. 2.2.Locais para aplicação : Regiões Região Região deltoideanas.

Rodiziar o local de aplicação. administrar diclofenaco de sódio e penicilina benzatina na região deltóide.  Procedimento: Lavar as mãos. Medicamento prescrito.3. Priorizar Não a região vastolateral da coxa em crianças menores de 1 ano. após a aspiração do medicamento. 05ml do álcool a 70%. Nessas medicações só usar agulhas 30x8.Região anterolateral da coxa (músculo vastolateral). 2. colocar o protetor na agulha. 01 agulha 30X06. 02 bolas de algodão. 37 . em qualquer idade. Escolher a seringa de acordo com o volume a ser injetado. 30X07 ou 30X08. adultos excessivamente magros ou com mais de 60 anos.Recomendações importantes: Não administrar medicamentos por via intramuscular na região dorsoglútea em crianças de 0 a 2 anos. Luvas de procedimentos. 01 seringa de 3ml ou 5ml. Preparar a medicação fazendo a desinfecção da ampola e.6.  Material :        01 bandeja.

Aspirar antes de injetar o medicamento. Hematoma. Abscessos. verificando se algum vaso foi atingido. anti-sepsia inadequada no local da punção e material contaminado. Fazer anti-sepsia da pele de cima para baixo. Alguns acidentes podem acorrer na administração de medicamentos endovenosos: Esclerose da veia – aplicação sucessiva no mesmo local. Injetar lentamente o líquido. não oleosas e sem flocos em suspensão. As soluções administradas por essa via devem ser cristalinas. Posicionar a agulha em ângulo de 90º em relação à superfície da pele. 38 . Sua administração deve ser feita com muito cuidado. Fazer uma leve compressão no local após a administração. 2.extravasamento de sangue da veia no espaço intersticial por transfixação da veia. caso as recomendações preconizadas não sejam observadas. podendo ocasionar sérias complicações ao paciente. Via endovenosa: A via endovenosa é usada quando se deseja uma ação rápida do medicamento ou porque outras vias não são propícias. Checar na prescrição médica.administração de medicamentos fora da veia.Orientar o paciente quanto ao procedimento. Introduzir a agulha com bisel para baixo. Retirar luvas e lavar as mãos. Calçar luvas de procedimentos.7. considerando-se que a medicação entra direto na corrente sanguínea.

ansiedade.1. ou seja. pode ocorrer o estado de choque. safena magna e tibial anterior. choque anafilático devido à hipersensibilidade do paciente ao medicamento. substância produzida por bactéria.  Região temporossuperficial e regiões epicranianas.2.longa permanência de dispositivos endovenosos ou drogas irritantes.7. Pode se tratar do choque pirogênico que ocorre quando existe pirogênio no medicamento. 39 . produzindo reações como febre e alergias. vertigem.  Região dos membros inferiores: perna (face posterior do joelho). pé (rede do dorso do pé). vasodilatação geral. tremores.Flebite. Ocorre por deslocamento da agulha ou pela sua penetração na parede do vaso.passagem do líquido para o tecido subcutâneo. intermediária basílica. mediana e radial). palidez.  Região dos membros superiores: braço (cefálica e basílica). antebraço (intermediária cefálica. exceto nos casos em que a patologia contra-indique volumes elevados.quando se aplica determinado medicamento. Êmbolos – deslocamento de resíduos de medicamentos mal diluídos ou coágulos de sangue podem agir como êmbolos.Volume máximo administrável – não há limite.7.Locais de aplicação:  Região cefálica (crianças). Infiltração. Choque . 2. agitação. 2. cianose.  Ulnar  Mão: rede do dorso da mão.

40 . convém o paciente cerrar o punho durante a inspeção e a punção venosa.  01 pacote de gaze. acrescentando em caso de grande volume de medicação:  01 bandeja  01 Equipo.  Garrotear o braço aproximadamente 10 cm acima da veia escolhida.  30 cm de esparadrapo ou micropore.  Posicionar o paciente deitado ou sentado.  Fixar a veia e fazer a punção.  Fazer anti-sepsia da pele de cima para baixo. Procedimento:  Lavar as mãos. Material: Mesmo da injeção intramuscular.  Calçar luvas de procedimentos.  Medicamento.  Luvas de Procedimentos. após a aspiração do medicamento.  Orientar o paciente quanto ao procedimento.  Inspecionar as condições da veia e selecionar a mais apropriada.  01 cateter intravenoso (abocath ou jelco).  Preparar a medicação fazendo a desinfecção da ampola e. Para facilitar a visualização d veia na mão e braço. colocar o protetor na agulha.Obs: Observar orientações adicionais na Rotina de Prevenção de Infecção de Corrente Sanguínea da CCIH.

confortável ao paciente.Venóclise: Venóclise é a administração endovenosa de regular quantidade de líquido através de gotejamento controlado.  Evitar “tapinha” sobre o local a ser puncionado. pois permitem o rompimento da veia no momento da punção. Recomendações importantes:  Seguir Rotina de Controle de Infecção para acesso vascular para a manutenção da punção. Inserir o cateter ou agulha em um ângulo de 15º a 30º graus mantendo a pele esticada com o bisel voltado para cima. Nesses casos. já que muitos medicamentos podem produzir efeitos indesejáveis de imediato.  O local escolhido deve ser seguro. de fácil acesso.  Checar na prescrição médica. 2. 2. paresia. para ser infundido num 41 . facilitando a introdução.  Retirar o garrote.  Administrar lentamente o medicamento. evitando assim reações adversas.2. interrompa a aplicação e comunique o fato o(a) enfermeiro(a) ou médico.  Retirar o cateter ou agulha e comprimir o local.  Não puncionar membros com fístula arterio-venosa para hemodiálise.8.  O seguimento escolhido deve ser mais longo que a agulha. paralisia ou membro do mesmo lado em que foi feita uma mastectomia.  Evitar punção venosa de membros inferiores em pacientes adultos.7.  Retirar luvas e lavar as mãos.

 Retirar o dispositivo da punção e providenciar outra via de acesso venoso. contaminação. prevenindo infecção. devido a deficiência circulatória. registrando no rótulo: o nome do paciente. 2. caso houver. 42 . para facilitar manutenção da via e oferecer conforto ao paciente.1. mantendo todo o conjunto de punção limpo.9% e ringer simples. a fim de detectar precocemente a infiltração nos tecidos adjacentes. Recomendações importantes:  Atentar para a identificação. início e término.  Não puncionar veias esclerosadas (são veias com paredes espessas e endurecidas). É indicada principalmente para repor perdas de líquidos do organismo e administrar medicamentos. a solução a ser injetada. na presença de sinais de flebite (edema e hiperemia local). inclusive sua fixação. tempo em que a solução deverá ser infundida.  Realizar a punção com técnica asséptica.  Manter a observação constante no local.  Manter as conexões do sistema bem adaptadas evitando extravasamento de solução.  Estabelecer a punção venosa em local longe de articulações e de fácil acesso. número de gotas por minuto. As soluções mais utilizadas são a glicosada 5%. fisiológica 0. data e assinatura.8. os medicamentos e seus complementos do soro. refluxo sanguíneo e entrada de ar. Comunicar o caso o(a) enfermeiro(a).período de tempo pré-determinado.

coagulação sanguínea e obstrução do cateter. por meio de amostra de sangue capilar.  01 unidade de fita de glicoteste.  Não injetar medicamentos perfurando o frasco de soro ou deixar agulhar tipo “suspiro” para evitar contaminação do sistema. da quantidade de glicose presente na corrente sangüínea. Para isto. 43 .  Aparelho de HGT.  Evitar excesso de polifix ou tree-wall.  Orientar aos pacientes que deambulam manterem o frasco elevado para promover gotejamento contínuo.  Administração de medicações de horário pela “borrachinha” do equipo: fazer desinfecção do local antes da introdução da agulha. Registrar no local da punção data. VIII.  Orientar o paciente não abrir ou fechar o gotejamento. hora e assinatura do profissional responsável. Garantir a infusão do volume e dosagem dentro do tempo estabelecido. evitando refluxo.  Material. que não deve ser alterado em casos de atraso.TÉCNICA PARA MENSURAÇÃO DE GLICEMIA CAPILAR É a verificação. para evitar a sobrecarga cardíaca. deve-se controlar constantemente o gotejamento.

 01 pacote de gaze.  Anotar o resultado no prontuário.  Posicionar um dos dedos em que será realizado o teste.  Procedimento:  Preparar o material.  01 unidade de agulha 13x4.5(agulha de insulina)  Luvas de procedimentos.  Organizar o material.  Esperar a gota de sangue pingar sobre a fita – não esfregar o dedo na fita .  Calçar luvas de procedimentos.  Retirar as luvas.  Aguardar por 30 segundos aproximadamente. de maneira que a gota de sangue pingue na fita reagente conectada ao aparelho.  Realizar anti-sepsia do dedo com álcool 70%. 01 bola de algodão.  Comprimir o dedo acima do local a ser puncionado.  Limpar o dedo do paciente.  Fazer a leitura. Observação: 44 .  Orientar o paciente quanto ao procedimento.  Lavar as mãos.  Lavar as mãos.  Fazer um pequeno furo com agulha de insulina no dedo.

 Seguir orientações da Rotina de Controle de Infecção de Corrente Sanguínea da CCIH. solicitar o responsável técnico do banco de sangue e avisar ao médico. ADMINISTRAÇÃO DE SANGUE OU HEMODERIVADOS 1 Procedimentos de Enfermagem:  Avisar ao banco de sangue sobre a prescrição e anotar no pedido o horário e o nome do funcionário que o atendeu. IX.  Caso haja Intercorrências durante a transfusão. OBS. evitando a infiltração nos tecidos.  Observar anormalidades.  Observar o posicionamento da agulha. comunicar a enfermeira ou medico do paciente e medicar conforme prescrição médica e de acordo com o resultado do HGT.  Manter o gotejamento de acordo com a prescrição médica. não sendo permitido usar a mesma via do soro e medicações.  Encaminhar o pedido de administração de sangue ou hemoderivados para o setor . 45 .  Pacientes com difícil acesso venoso deverão ser avaliados pelo enfermeiro responsável e suspender as medicações. se for o caso.Qualquer alteração.  O técnico do Banco de Sangue deverá instalar punção venosa exclusiva para administração do sangue ou hemoderivados.: A instalação e a troca das bolsas de sangue ou hemoderivados é de responsabilidade do Banco de Sangue.

 Cefaléia.  X.CONDUTAS  Interromper a transfusão e avisar ao médico. 2.2.3.Reações Pirogênicas: 2.  Preencher notificação para Corisca.  Administrar medicamento conforme prescrição.OBJETIVOS:  Proporcionar conforto e segurança ao paciente.SINTOMAS  Calafrios súbitos e febre.  1.  Aliviar a pressão de determinada área (evitar escaras).2.  Evitar esforços desnecessários e lesões corporais.MOVIMENTAÇÃO E TRANSPORTE DE PACIENTE CONCEITO: É mover. e levantar ou transportar o paciente para um determinado local através da utilização de movimentos planejados.  Verificar a temperatura meia hora após o início dos calafrios. 46 .  Vermelhidão e taquicardia.

O primeiro fator importante ao se mover ou levantar o paciente, é o emprego de uma boa mecânica corporal por parte da enfermagem e de outra pessoa que ajude. Devem-se evitar esforços desnecessários, prevenindo danos para si e para o paciente. Os movimentos devem ser planejados. É bom fazer uma pequena contagem para todos agirem juntos, somando forças, empregando princípios de ergonomia. Por exemplo, contar 1 – 2 – 3 – já!

Procedimentos comuns:  Lavar as mãos antes e após qualquer procedimento;  Calçar luvas de procedimentos;  Orientar o paciente sobre o procedimento;  Registrar no prontuário todos os procedimentos realizados com o paciente;  Deixar a unidade em ordem;

DECÚBITO DORSAL PARA LATERAL DIREITO OU ESQUERDO

1.1.1-DUAS PESSOAS  Procedimento:  Dobrar em leque o sobrelençol até a altura dos pés;  As duas pessoas executantes devem colocar-se à esquerda do paciente;  1ª pessoa: colocar o braço direito sob o ombro do paciente, apoiando a cabeça. Em seguida colocar o braço esquerdo sob a região lombar;

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 2ª pessoa: colocar o braço direito sob a região lombar e o esquerdo sob o terço superior da coxa;  Colocar o braço esquerdo do paciente sobre o tórax, o direito semiflexionado e abduzido sobre o leito e flexionar o joelho esquerdo;  Colocar uma das mãos sobre o quadril do paciente e virá-lo delicadamente para o lado direito;  Colocar um travesseiro apoiando a cabeça, pescoço e ombro, outro amparando as costas e um terceiro entre os membros inferiores;  Colocar o braço esquerdo do paciente de modo que não pressione o tórax;  Cobrir o paciente;  Deixar a unidade em ordem.

OBS: Para as mudanças de decúbito inverso seguir os mesmos passos, mudando o posicionamento dos executantes e do paciente.

1.1.2-DUAS PESSOAS COM LENÇOL  Procedimento:  Dobrar em leque a colcha e o sobre lençol;  Ficar uma pessoa de cada lado do paciente;  Soltar o lençol móvel;  Enrolar as extremidades laterais do lençol bem próximo do paciente;  Executar a técnica da seguinte maneira: ambos seguram o lençol na altura do ombro e do terço superior da coxa;  Colocar o paciente para o lado esquerdo com movimentos

sincronizados;

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 Colocar o braço esquerdo do paciente sobre o tórax, deixando o outro semiflexionado e abduzido sobre o leito e flexionar o joelho esquerdo;  Colocar uma das mãos sobre o ombro e a outra sobre o quadril do paciente e virá-lo delicadamente para o lado direito;  Colocar um travesseiro apoiando a cabeça, pescoço e ombro, outro amparando as costas e outro entre os membros inferiores;  Colocar o braço esquerdo de modo que não pressione o tórax;  Prender o lençol;  Cobrir o paciente.

OBS: Para movimentar o paciente do decúbito dorsal para a lateral esquerda, seguir as mesmas regras, mudando o posicionamento do paciente;

2.MOVIMENTAÇÃO DO PACIENTE PARA A CABECEIRA

2.1- QUANDO O PACIENTE AUXILIA  Procedimento:  Dobrar em leque a colcha e sobre lençol até altura dos pés;  Proteger as grades de cabeceira com travesseiros;  Solicitar ao paciente, que flexione os joelhos, apoiando firmemente as pernas e pés no colchão;  Apoiar o ombro e a coxa do paciente com as mãos;  Orientar o paciente solicitando-o para dar um impulso com os pés no sentido da cabeceira;  Colocar o travesseiro e arrumar a cama;  Cobrir o paciente.
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Colocar o travesseiro e arrumar a cama. Ambas as pessoas devem segurar o lençol na altura do ombro e na região coxofemoral. Cobrir o paciente e deixar a unidade em ordem. SNE ou SVD. Proteger as grades da cabeceira com o travesseiro.2-QUANDO O PACIENTE NÃO AUXILIA (DUAS PESSOAS COM LENÇOL MÓVEL OU LENÇOL)  Procedimento: Dobrar em leque o sobrençol até a altura dos pés.TRANSPORTE DO PACIENTE DA CAMA PARA A MACA (QUATRO PESSOAS COM LENÇOL)  Procedimento:  Antes do procedimento.  Dobrar em leque o lençol e o cobertor até os pés.  Desprender as roupas de cama. 3. exames demorados abrir sonda enquanto aguarda. e SNG. Soltar o lençol móvel ou lençol. Enrolar as extremidades laterais do lençol bem próximos do paciente. Deslocar o paciente para a cabeceira da cama com movimentos sincronizados. fechar infusões venosas.  Em quatro pessoas. devem portar-se duas pessoas á direita e duas pessoas á esquerda do paciente. Ficar uma pessoa de cada lado do paciente.  No caso SVD. 50 .2.  Enrolar as extremidades laterais do lençol bem próximas ao paciente.

 Colocar a maca paralela ao leito. arrumar as roupas e levantar as grades laterais. Passar o paciente para a beira da cama com movimentos simultâneos. dietas. 51 . 4. etc. Agasalhar o paciente nos dias frios. Deixar a unidade em ordem. Deixar travada. Levantar a cabeceira e sentar o paciente na borda da cama observando sinais de vertigem. Transportar com movimentos sincronizados para a cadeira de rodas. 5. Enrolar as bordas laterais do lençol próximos do paciente.. próxima do pacientes. DA CAMA PARA A CADEIRA DE RODAS (DUAS PESSOAS COM LENÇOL)  Procedimento:  Colocar a cadeira de rodas próximas aos pés da cama. drenos. Cuidados com infusões. Puxar a cadeira de rodas pelas costas ao descer a rampa.  Transportar o paciente da cama para a maca num só movimento.  Colocar o lençol sobre o paciente. sondas.. Utilizar corretamente a mecânica corporal a fim de evitar lesões corporais e desgastes desnecessários. etc.  Afastar a maca da cama. palidez. CUIDADOS IMPORTANTES: Fazer a desinfecção concorrente da maca e da cadeira de rodas após cada transporte.  Deixar o paciente confortável e a unidade em ordem.

estado isento de ansiedade. físico.TIPOS DE CONFORTO: Espiritual.  Realizar exames físicos. como cotovelos. calcâneos. 1.  Tratamentos e cirurgias. de modo a facilitar a observação ao examinador e manter o conforto e a privacidade do paciente. dor ou inquietação. psicológico.   ROLO .2. 52 .XI.CONFORTO: Bem-estar físico e mental. com travesseiro ou cobertor.3.1. joelhos e região occipital). 1. PROMOÇÃO DE CONFORTO E SEGURANÇA DO PACIENTE 1. 1.POSIÇÕES DO CORPO FINALIDADES:  Proporcionar conforto. ARGOLAS DE ALGODÃO (diminuir a pressão de regiões com proeminências ósseas. a enfermagem deve ajudar o paciente a adotar posições específicas.  De acordo com a região a ser examinada.MÉTODOS PARA PROPORCIONAR CONFORTO FÍSICO.

 Recomenda-se usar: lençóis, campos, perneiras. E isolar o paciente com biombo se necessário.  O funcionário deverá lavar as mãos antes e pós o procedimento e calçar as luvas de procedimentos.

1.3.1.Decúbito Horizontal- ou decúbito dorsal  O paciente se deita de costas, com as extremidades inferiores em extensão ou ligeiramente flexionadas para permitir o relaxamento dos músculos abdominais.  Sob a cabeça colocam-se travesseiros (1 ou 2)  Os braços cruzam sobre o tórax ou estendidos.  Cobrir o paciente com lençol (solto do colchão).

Procedimento:

 Lavar as mãos;Explicar o procedimento e a finalidade ao paciente;  Colocar a mesa de exame ou o leito na posição horizontal;  Deitar o paciente horizontalmente de costas;  Manter os membros superiores ao longo do corpo em posição anatômica e os inferiores alinhados;  Manter o paciente protegido com o lençol, expondo apenas a área a ser examinada;  Deitar o paciente em posição confortável após exame;  Lavar as mãos;  Proceder às anotações no prontuário.

1.3.2.Posição de fowler.

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O paciente fica semi-sentado, com apoio nos joelhos e nos pés.

Indicada:  Descanso e conforto;  Exames;  Melhorar respiração (paciente cardíacos e pulmonares);  Evitar aspiração em pacientes com dietas por SNG ou SNE.

Existem duas variações da posição de fowler que podem ser classificadas como:

Semi – fowler: é uma elevação da cabeça de aproximadamente 30º, posição confortável para o paciente que deve ficar com a cabeça e o tórax ligeiramente elevados;

Posição usada em caso de pacientes com SNG ou SNE, para prevenir pneumonias aspirativas;

Fowler alta - É a posição totalmente sentada, ou seja, com a cabeceira da cama elevada a um ângulo de 90º.

Procedimento:

 Lavar as mãos;  Explicar ao paciente a finalidade e o procedimento;  Colocar o paciente em decúbito dorsal;  Elevar os pés da cama;  Elevar a cabeça e o tórax do paciente até formar um ângulo de 45º em relação ao nível normal do leito;  Proteger o paciente com lençol expondo a região a ser examinada;  Deitar o paciente em posição confortável após exame ou tratamento;
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 Lavar as mãos;  Fazer anotações no prontuário.

1.3.3.Decúbito Ventral ou Prona Paciente deitado sobre o abdome, com a cabeça voltada para o lado.

Indicação:  Exames da coluna vertebral.  Exames da região cervical.

Para conforto pode ser de: Curta duração: mãos pendentes, cabeça voltada para o lado, sem travesseiros, e os pés sobre a cama. Longa duração: os braços fletidos, voltados para cima ou ao longo do corpo. Os pés elevados com travesseiros, à cabeça para o lado com pequeno travesseiro em baixo.

1.3.4.Decúbito lateral ou SIMS Pode ser “direita” ou “esquerda” conforme deitado sobre o lado direito ou esquerdo.

Indicação: Lavagem intestinal, aplicação de medicamentos por via retal, verificação de temperatura retal e repouso.

Procedimento:

 Colocar biombo;  Lavar as mãos;
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 Os braços flexionados nos cotovelos.  Calçar as luvas de procedimentos.Ginecológica.  Procedimento:  Colocar biombo.  Lavar as mãos.  Colocar travesseiro sobre o tórax e cabeça do paciente. Indicação: exames ginecológicos.  Procedimento:  Colocar biombo. 1.  Deitar o paciente sobre o lado.5.3.Genupeitoral.6.  Flexionar as pernas: a direita em ângulo agudo (perto do paciente) e a esquerda menos flexionada.3. 56 .  Posicionar o paciente ajoelhado e com o peito apoiado na cama. Indicação: exames vaginais e retais. Calçar as luvas de procedimentos.  Cobrir o paciente com dois lençóis ou campo fenestrado.  Colocar braço esquerdo para trás do corpo e o braço direito em qualquer posição. colocar travesseiro pequeno para servir de apoio. 1.

57 .  Posicionar o paciente deitado de costas. Indicações:  Facilitar drenagem de secreções brônquicas.  Calçar as luvas de procedimentos.3. Lavar as mãos. 1.  Lavar as mãos. choque).  As nádegas devem ficar um pouco fora do colchão. com os ombros e a cabeça ligeiramente elevados As coxas bem afastadas são flexionadas sobre o abdome. hipotensão. É considerada uma modificação da ginecológica.3.  O Paciente é colocado em decúbito dorsal. Indicação:  Parto. vagina e bexiga.Tredelemburg. hemorragias. 1.  Procedimento:  Colocar biombo.  Operação ou exame de períneo.7.Litotômica. a planta dos pés sobre o colchão e os joelhos bem afastados um do outro.8.  Melhorar retorno venoso (varizes. com as pernas flexionadas sobre as coxas.  Calçar as luvas de procedimentos.

com declive de 30 a 45º.  Jarro. com a cabeça em plano mais baixo que o resto do corpo.  Material:  Bandeja contendo:  Bacia.BANHO DO PACIENTE ACAMADO Conceito É a higiene corporal do paciente acamado.  Procedimento: Posicionar o Paciente com o corpo inclinado.  Limpar e proteger a pele.  Cinco bolas de algodão ou pacotes de gases.  Proporcionar conforto e bem estar físico e mental. com dependência parcial ou total da enfermagem.HIGIENIZAÇÃO DO PACIENTE 1.  Estimular a circulação.  Cuba rim. Cirurgia de órgão pélvico. 58 . XII. para facilitar o procedimento.  Sabonete. Finalidades  Favorecer a manutenção das funções da pele. para descolar o intestino para o abdome.

 Papel toalha. Par de luvas de procedimento.  Trazer o hamper.  Pente.  Reunir o material.  Pano de limpeza.  Observar as condições do paciente.  Hidratante corporal ou óleo mineral.  Hamper. toalha de rosto e de banho. o álcool a 70% e o saco de lixo pequeno. se necessário.  Comadre forrada. pijama ou camisola.  Calçar as luvas de procedimentos.  Saco plástico pequeno  Uma pinça.  Roupa de cama.  Álcool a 70%.  Balde.  Biombo.  Limpar a mesa de cabeceira. 59 .  Procedimento:  Conversar com o paciente sobre o procedimento. a cuba com a solução. iniciando pela parte interna.  Preparar o ambiente:  Fechar a janela  Proteger o leito com biombo  Desocupar a mesa de cabeceira  Lavar as mãos. os panos de limpeza.

nunca no chão.  Soltar a roupa do leito. aos pés do leito. a comadre na cadeira.  Lavar as mãos do paciente na bacia.  Lavar e pentear os cabelos. encaminhando o material ao expurgo. iniciando pelo lado oposto. a camisola do paciente e travesseiros extras. lavar.  Retirar a colcha. descobrindo um lado de cada vez.  Lavar e enxugar os membros superiores. dando especial atenção à base dos seios e axilas. separadamente e enxugar bem.  Dobrar a roupa e colocar no espaldar da cadeira. se houverem.  Lavar os pés na bacia. 60 . iniciando pela parte distal do braço oposto.  Colocar a toalha sobre os membros inferiores e lavá-los separadamente. Passar a bandeja para a mesa de cabeceira.  Lavar e enxaguar o rosto do paciente. as roupas nos pés do leito e o balde sobre a toalha de papel no chão.  Colocar a toalha de rosto protegendo o tórax e descer o lençol protetor do paciente até a região pubiana. iniciando pela parte mais distal. se tiver condições.  Deixar o paciente confortável. massagear a região dorsal com a solução indicada (óleo glicerinado ou hidratante corporal). enxugar.  Desprezar as roupas usadas diretamente no hamper.  Lavar e enxugar o tronco anterior.  Trocar a roupa de cama procedendo à limpeza diária.  Organizar a unidade.  Levar o material para a unidade: colocar a bandeja na mesa de cabeceira.  Virar o paciente em decúbito lateral. deixando os pés por último. iniciando pelo oposto.  Trocar as luvas de procedimentos.

Observações:  Retirar bem o sabonete da pele a fim de evitar irritação.  Registrar no prontuário o procedimento.  Lavar as mãos. registrando-as  Observar as condições da pele e proeminências ósseas. bem como qualquer alteração observada na pele do paciente. 1.  Durante o banho observar rigorosamente as condições físicas e mentais do paciente. É hábito a escovação dos dentes pela manhã.  Em caso de paciente masculino fazer a barba. atentando para não deixar a sujidade dos fios de cabelos nos enxovais. Cuidar do material.  Organizar e realizar o corte de cabelos. A 61 .  Expor o paciente estritamente o necessário. quando houver necessidade.  Evitar cansar o paciente.  As unhas devem ser cortadas e limpas sempre que necessário. evitando a proliferação de bactérias.1. após as refeições e antes de se deitar (no mínimo 4 vezes ao dia). hidratar e massagear estas regiões a fim de evitar úlceras de decúbitos.  Retirar as luvas. 2. Higienização Oral A promoção e manutenção de boas condições de higiene da boca e dos dentes são fundamentais para saúde e conforto do paciente. referente à pacientes de longa permanência na unidade.

estomatites e outras infecções.  Solução anti-séptica ou solução bicarbonatada.  Conservar a boca livre de resíduos alimentares. das gengivas. pois tem risco aumentado para pneumonia. Prevenir a cárie dentária.  Copo com água . 62 . Material  Escova de dentes. bochechas.  Bandeja.higiene oral compreende: limpeza dos dentes. Finalidades  Evitar mau hálito. Toalha de rosto ou papel toalha. língua e lábios.  Cuba rim. O paciente que faz uso de prótese dentária (dentadura) também necessita de cuidados de higiene para manter a integridade da mucosa oral e conservar a prótese limpa.  Espátula com gazes ou escova de dente do paciente em bom aspecto.  Creme dental ou solução dentifrícia.  Manter a integridade da mucosa oral Proporcionar conforto e bem estar ao paciente. Observar orientações da Rotina de Prevenção de Pneumonia Hospitalar da CCIH. Paciente com dieta por SNG ou SNE e TOT necessitam higiene rigorosa.

o pessoal da enfermagem deve acompanhá-lo e supervisioná-lo.  Levar a bandeja e colocá-la sobre a mesa de cabeceira.  Em pacientes totalmente dependentes realizar a higiene oral por ele.  Lavar as mãos. aproximando a cuba-rim para escoar o líquido da boca.  Explicar para o paciente sobre o que vai ser feito. não só orientando-o numa boa higienização. gengivas e língua (usar sonda de guedel se necessário).  Retirar a cuba-rim e secar os lábios com a toalha.  Recolher a bandeja. lipotímia. tontura e calafrios.  Orientar e auxiliar o paciente sobre a maneira correta de fazer a escovação. Procedimento:  Lavar as mãos.  Sentar o paciente ou colocá-lo em Fowler  Proteger o pescoço e tórax com a toalha. escovando todos os dentes. umedecer a escova ou espátula com gazes com água.Banho de Aspersão É o banho de chuveiro.  Colocar cuba-rim sob o queixo do paciente.  Fazer anotações no prontuário. como também identificando anormalidades como dispnéia.  Secar a escova e guardá-la ou desprezar espátula com gazes. 63 . colocar o dentifrício e entregá-la. lavar e guardar o material.  Oferecer água para bochechar várias vezes. cansaço. 3. Quando o paciente tem condição de tomar banho de aspersão.

 Fazer anotações no prontuário das reações apresentadas durante o banho Observações: As técnicas de limpeza e desinfecção concorrente da unidade do paciente estão descritas nas “ Recomendações Básicas para Limpeza Desinfecção e Esterilização de Artigos.  Colocar uma cadeira para o paciente sentar. Roupas e Ambientes” da CCIH.  Proteger o paciente após o banho evitando que se resfrie.  Auxiliar o paciente no que for necessário. A pessoa que acompanhar o paciente deve observar as reações que ele pode apresentar durante o banho. fazendo a desinfecção concorrente. ferimentos e mesmo fraturas de membros. estimulação da circulação.  Fechar a porta sem trancar. aliviando fadiga e cansaço. enquanto o paciente está no banho. se necessário. favorecimento do bem estar.O banho tem várias finalidades como: limpeza da pele. evitando acontecimentos desagradáveis como quedas.  Procedimento:  Providenciar o material necessário. verificando as condições do banheiro.  Trocar o enxoval do leito do paciente. promoção do relaxamento muscular.  Lavar as mãos. XIII. DRENAGEM TORAXICA 64 .

restringindo a expansão pulmonar e reduzindo a troca gasosa.  Evitar compressão do tubo e extensão para não impedir a drenagem. a pressão da cavidade torácica é inferior á pressão atmosférica. Cuidados de Enfermagem:  O dreno poderá ficar fora do selo d´água. Para realização desta drenagem é necessária a implantação de um dreno no tórax do paciente que estará ligado ao sistema de drenagem. Observação: Este procedimento só deve ser realizado no Centro Cirúrgico. pus. líquido seroso. água ou sangue da cavidade.  Pneumotórax – presença de ar na cavidade. existe uma perda da pressão negativa o que resulta em colabamento do pulmão. O ar ou líquido (sangue.O mecanismo normal da respiração opera sob o principio da pressão negativa. Sempre que o tórax é aberto. 65 . é uma técnica de evacuação de ar. Também conhecido como drenagem em selo d’ água. suco gástrico) formam coleção no espaço interpleural. para que não entre ar nos pulmões. O dreno torácico implantado no sistema pleural é capaz de remover qualquer coisa do espaço pleural. ou seja.  Empiema – presença de secreção purulenta. fazendo com que o ar se desloque para dentro dos pulmões durante a inspiração. Utilizado quando há:  Hemotórax – presença de sangue na cavidade.

enxaguar o frasco com SF 0.  Colocar rótulo no frasco informando data da troca selo d’agua assinatura de quem realizou o procedimento.9% ou água destilada.  Se trocar ótimo  Se desprezar. mudança na ausculta pulmonar.  Observar o aspecto da drenagem (volume. sintomas de hemorragia. Ordenhar o dreno a cada 24h.  Colocar SF 0.  Realizar curativo no local de inserção do dreno uma vez ao dia.  Incentivar o paciente a inspirar profundamente e a tossir. enfisema subcutâneo.  Durante a troca do vidro trocar o vidro ou desprezar o conteúdo de drenagem pinçar o dreno. respiração rápida e superficial. cor e odor) e presença de sinais flogísticos e edema subcutâneo ao redor do dreno.Adulto: 500 ml . conforme orientações do Manual de Curativo da CCIH.9% ou água destilada conforme o paciente (adulto ou criança). pois aumenta a pressão intrapleural favorecendo a drenagem e fazendo o pulmão expandir.  Observar as condições do paciente: cianose.  Observar o selo d´água que deve ser: .  Para transportar o paciente manter o vidro de drenagem abaixo do nível do pulmão. sinais vitais.Infantil: 250 ml 66 .  Observar a flutuação do nível de líquido. pressão no tórax.

ou impossibilidade de restaurar a evacuação trans-retal.  01 Gaze estéril.  01 bolsa para colostomia (se necessário troca).9%.  Após avaliação. Tipos : Terminal : possui somente um estoma realizado em caráter definitivo. inexistindo a possibilidade de reconstrução do trânsito intestinal. Em dupla boca que pode ser: Próximas: Quando realizados em uma única colostomia ( as duas bocas) Afastadas : Quando duas bocas são realizadas em alça terminal em nível de flanco esquerdo. Definitiva ou permanentes: são realizados após a retirada da parte doente do intestino por amputação completa do órgão. ou o seu tratamento. se necessário. transverso ou descendente. 67 . lavar com água e sabão. CUIDADOS COM OSTOMIAS CONCEITO Colostomias: São realizadas para promover o restabelecimento ou a cicatrização da parte do intestino afetada pela doença. 1. Em alça: realizado em íleo ascendente.XIV.Limpeza Material  250 ml Soro fisiológico a 0.

2. a partir da parte inferior da bolsa plástica até que esteja segura. do dreno ou da ostomia.  Aplicar a placa com o aro sobre a região. de acordo com o diâmetro da fístula. soltando apenas o clamp que a fecha na parte inferior. Marcar na bolsa o círculo com um guia de corte. em posição cefalocaudal. para confirmar se ela se encontra devidamente encaixada.  Exercer uma leve pressão à roda. em movimentos circulares. Lavá-la com soro fisiológico a cada vez que se desprezar o conteúdo no vaso sanitário.  Retirar o adesivo. 1. solicitando ao paciente que enrijeça a região. 68 .  Secar a área ao redor com gaze estéril.Cuidados diários com Colostomia: Esvaziar a bolsa (no mínimo uma vez por plantão e sempre que necessário). Procedimento:  Limpar a região da colostomia com soro fisiológico a 0.  Recortar o orifício marcado.  Adaptar a bolsa plástica à parte inferior do aro na placa.  Retirar o protetor que recobre a face superior da placa.9%. ou grande demais facilitando o contato da secreção direta com a pele lesando-a.  Puxar suavemente a bolsa para baixo.  Observar para que o orifício não fique apertado demais garrotando a ostomia.

9%.. etc.  Proceder à limpeza ao redor da colostomia com gaze e soro fisiológico a 0. Registrar no prontuário: característica do débito de colostomia.. 2.  Retirar a bolsa de colostomia e desprezá-la.  Deixar a solução correr vagarosamente. volume. cor. observar na prescrição médica qual deles será irrigado.  Fechar a sonda quando terminar a solução evitando a entrada de ar.  Introduzir cerca de 15 a 20cm da sonda no estoma a ser irrigado. infusão de alimentos.  Após o efeito desejado proceder à limpeza ao redor da colostomia e secar a área com gaze. Observação: Em caso de dois estomas. Fixar nova bolsa de colostomia com placa protetora.  Deixar fluir o material fecal de 15 a 20 minutos.O clamp poderá ser reutilizado nas trocas do mesmo paciente. SONDAGEM NASOGÁSTRICA E a introdução de uma sonda via nasal ou oral no estômago do paciente com a finalidade de drenagem de líquidos. 69 . XV. medicamentos e hidratação de pacientes impossibilitados de deglutir.  Retirá-la. clampeando-a e puxando-a.Lavagem intestinal pela colostomia  Procedimento:  Lubrificar a sonda. odor.

 Proteger o paciente com a toalha. 70 .  01 toalha.  Lavar as mãos e calçar as luvas de procedimentos.  01 pacote de gaze.  Procedimento:  Explicar o procedimento para o paciente.  20 cm de esparadrapo. com a cabeça ligeiramente inclinada para frente.  01 seringa de 10 ml ou 20ml.  Medir a sonda da boca ao lobo inferior da orelha e deste até o estômago.  100 ml de água filtrada.  01 estetoscópio.  Preparar o material.  01 par de luvas de procedimento.  01 unidade de sonda nasogástrica.  Xilocaína gel.  Lubrificar a sonda com xilocaína gel. OBS: Verificar rotina da CCIH para Prevenção de Pneumonia Hospitalar.  01 unidade de bolsa coletora descartável ( em caso de drenagem).  Colocar o paciente em posição de fowler ou sentado.  01 equipo para dieta.Material  01 bandeja.

 Fixar a sonda em “T”.  Conectar bolsa coletora (em caso de NSG aberta).SONDAGEM NASOENTERAL É a introdução de uma sonda via nasal ou oral que passa pelo estomago e fica introduzida até o duodeno. respirando pela boca. proteger a base até a ponta do nariz com micropore ou outro material adesivo mais suave. 71 . aspecto da drenagem.  Verificar se a sonda está no estômago: aspirar com seringa o conteúdo gástrico. para evitar muito atrito e lesões nesta área . XVI. permitindo a infusão de dietas e medicamentos aos pacientes impossibilitados de deglutir.  Manter cabeceira elevada enquanto o paciente estiver sondado. e fixar a sonda sobre o material. preferir sempre as SNE por menor risco de bronco aspiração.  Organizar o material.  Retirar luvas de procedimentos. para facilitar a introdução da sonda. reações do paciente durante o procedimento.  Oferecer água ao paciente se necessário. Introduzir pela boca ou narina. pedindo para que o paciente degluta a sonda.  Lavar as mãos. testar com copo com água observando borbulhas na água e auscultar infusão de ar com seringa de 20 ml colocando o esteto na região gástrica. ou seja.  Anotar no prontuário tipo e número da sonda.  Instalar dieta se for o caso. Em paciente com terapia nutricional por sonda.

 01 equipo para dieta.  01 seringa de 20 ml.  20 cm de esparadrapo.  Medir a sonda da boca ao lobo inferior da orelha e deste até a região hipogástrica.  Colocar o paciente em posição de fowler ou sentado.  01 pacote de gaze. Material  01 bandeja.  100 ml de água filtrada.  Lavar as mãos e calçar as luvas de procedimentos.  Preparar o material.  01 estetoscópio.  Xilocaína gel. lubrifica-lo com xilocaina gel e introduzi-lo novamente.  01 unidade de sonda nasoenterica com fio guia. 72 .OBS: Verificar rotina da CCIH para Prevenção de Pneumonia Hospitalar.  Procedimento:  Explicar o procedimento para o paciente.  01 toalha.  01 par de luvas de procedimento. com a cabeça ligeiramente inclinada para frente.  Retirar o fio guia da sonda.  Proteger o paciente com a toalha.

injetando ar com a seringa e auscultando com o auxilio de um estetoscópio a região hipogástrica. aspecto da drenagem.  Introduzir a sonda pela narina com fio guia.  Retirar o fio guia. se o paciente estiver consciente solicitar a sua colaboração. XVII.  Organizar o material.  Lavar as mãos.  Verificar se a sonda está corretamente posicionada. Lubrificar a sonda com xilocaína gel. pedindo que degluta a sonda e respire pela boca. 73 .  Anotar no prontuário tipo e número da sonda.  Aguardar 03 horas para infundir a dieta. reações do paciente durante o procedimento.  Retirar luvas de procedimentos. e fixar a sonda sobre o material.  Fixar a sonda em “T”. ATENDIMENTO A PARADA CARDIORESPIRATORIA (PCR): Conceito de PCR: É a interrupção súbita e brusca da circulação sistêmica e da respiração.  Manter a cabeceira sempre elevada do paciente a fim de evitar bronco aspiração. ou seja. proteger a base até a ponta do nariz com micropore ou outro material adesivo mais suave. para evitar muito atrito e lesões nesta área.  Fazer Rx confirmatório.

3. antes mesmo da chegada de outras pessoas ou equipamentos adequados. realizando: 74 . assim como o reconhecimento da gravidade da situação é de fundamental importância.Medidas iniciais:  Verificar nível de consciência do paciente e confirmar se o paciente está em PCR    Solicitar ajuda.A constatação imediata da PCR. Verificar a respiração ( olhe/ ouça/sinta) Promover abertura das vias aéreas.Sinais clínicos de PCR  Inconsciência  Ausência de movimentos respiratórios  Ausência de pulsos em grandes artérias ou ausência de sinais de circulação. Qualquer profissional que constata uma PCR tem por obrigação iniciar as manobras de atendimento e solicitar ajuda 1. pois permite iniciar prontamente as manobras de reanimação.Sinais e sintomas que precedem PCR  Dor torácica  Sudorese  Tontura  Escurecimento visual  Perda de consciência  Alterações neurológicas 2.

avalia via aérea. .Técnica para reanimação cardiovascular Equipe 1 médico. promover com rotina descrita. providencia ventilação com ambu com O2. 2 técnicos de enfermagem. o Extensão do pescoço. 75 do paciente e solicitar acompanhamento médico do plantonista.T.I. 1 enfermeiro. ventilação e transferência do paciente. se necessário.  A enfermeira deverá acompanhar a transferência  Registra dados do atendimento no prontuário.  Orienta os técnicos de enfermagem na monitorização do paciente e obtenção do acesso venoso. aspirar vias aéreas superiores).  Solicita serviço de apoio. mantém via aérea aberta. carro de emergência e desfibrilador.  Checa pulso e avalia ritmo.   Solicitar carro emergência. e auxilia transferência. Oxigênio e veia).  Solicita médico.  Posiciona junto à cabeça do paciente (retirando prótese se houver. 4. MOV (Monitor. o Tração anterior da mandíbula.  Providencia vaga na U.  Em caso de óbito.o Alinhamento da cabeça com tronco. Enfermeira:  Avalia responsividade.  Auxilia o médico na intubação.

reanimado deve ser transferido acompanhado pelo maqueiro. Aspira vias aéreas.  Intuba o paciente.     Organiza aparelhagem usada.  Solicita verbalmente as medicações a serem administradas.  Reavalia periodicamente o paciente.  Inicia as compressões torácicas. checa a intubação.Médico:  Reavalia rapidamente paciente. Requisita medicações e materiais usados. se necessário. Técnico de enfermagem:  Abaixa a cabeceira posicionando o paciente. proceder com rotina de óbito.     Se não houver acesso venoso. enfermeiro e médico.  Ocorrendo melhora ou estabilidade do quadro.  Monitoriza com as pás e realiza o choque se indicado. 5. anotando no prontuário a ocorrência. providencia.  Caso evolua para óbito. Em caso de óbito. Repõem carinho de emergência. Paciente grave.COMPOSIÇAO DO CARRINHO DE EMERGÊNCIA PRODUTO 76 QTDE . Aspira e administra medicações solicitadas pelo médico. preencher a declaração de óbito e ou fazer relatório de encaminhamento para SVO. fazer a transferência e prescrever as medicações utilizadas.

0 Luva estéril n 8.Luva estéril n 7.5 Ambú adulto Eletrodos Fio guia Óculos Látex Umidificador Abocath n 18 Abocath n 20 Abocath n 22 Abocath n 24 Cânulas de guedel Lâmina de bisturi n 11 Fio mononylon 3.0 Laringo com laminas Vidro de aspirador Equipo para bomba Equipo macrogotas Frasco de gel Tábua Bird Conexão do Bird 02 02 01 02 10 02 02 03 02 02 02 02 02 02 02 02 01 02 03 02 01 01 01 02 PRODUTO Polifix SNG n 18 77 QTDE 02 01 .5 Luva estéril n 8.

9 % 500 ml Seringa 20 ml Seringa 10 ml Seringa 5ml Seringa 1 ml Agulha 40x12 Agulha 25x7 78 02 01 02 05 03 03 03 10 05 QTDE .Medicações Adrenalina Atropina Bic. Gluconato de cálcio Amiodarona Xilocaína sem vaso 2 % Glicose 50% 20 ml Lasix Dopamina Noradrenalina Fentanil 30 ml Xilocaína gel dobutamina 20 20 10 03 03 02 02 02 02 05 02 05 10 05 02 01 01 02 PRODUTO Soro Ringer 500 ml Soro glicosado 5 % 500 ml SF 0. De sódio Dormonid (midazolan) Fenergan Diazepan Flebocortid 500 mg Sulfato de mag.

79 .ORIENTAÇÕES GERAIS  O carrinho de emergência deverá ser revisado e completado pelos funcionários da enfermagem da unidade.0 Tubo orotraqueal n 8.Agulha 25x8 Tubo orotraqueal n 6.  O carro de urgência deverá ser prioridade.  A limpeza geral do carro de urgência deverá ser feita no primeiro dia útil de cada mês. portanto ele não poderá falhar no momento da urgência por não ter sido checado com antecedência. no início de cada plantão e imediatamente após o uso.5 Luva estéril n 7.0 Tubo orotraqueal n 7.  Conferir data de validade dos materiais estéreis (realizar troca quando necessário)  Conferir validade dos internos descartáveis (incluindo validade da esterilização)  Após atendimento de paciente em PCR: realizar desinfecção dos equipamentos utilizados com água e sabão e ficção de álcool a 70%.5 Tubo orotraqueal n 8.0 05 01 01 01 02 02 01 02 02 04 02 02 01 01 6.5 Sonda uretral n 8 Sonda uretral n 10 Sonda uretral n 12 Sonda uretral n 14 SNG n 18 Luva estéril n 6.5 Tubo orotraqueal n 7.0 Tubo orotraqueal n 6.

0 com agulha 2cm cortante. desembocando na veia cava superior para infusão de medicamentos e nutrição parenteral. infusão rápida de drogas ou controle de pressão venosa central. OBS: Verificar orientações de Rotina Prevenção de Infecção de Corrente de Sanguínea Material  01 bandeja de pequena cirurgia.5.  01 par de luvas estéril.XVIII.  01 intracath(Kit) para Subclávia nº16x12 adulto.  01 seringa de 20ml.  01 polifix (se não houver torneirinha de 3 vias). Essa via de acesso é viabilizada nos momentos em que o paciente não apresenta mais acesso venoso periférico.PREPARO DE MATERIAL PARA INTRACATH Para cateterização venosa central utiliza-se um dispositivo venoso profundo que é introduzido pela veia jugular interna ou subclávia.  01 agulha 30x7 ou 13x4. 80 .  01 fio de sutura mononylon 3.  01 lamina de 11 ou 15.  10 ml de xilocaína a 2% sem vasoconstritor. nos casos de pacientes que necessitem de um grande volume de soluções injetáveis.

2.Oferecer ao médico máscara.Pedir ao paciente que vire a cabeça para o lado para realização da punção.Abrir o soro.  50 ml PVPI 10%.Organizar o material. 11.  01 pacote de gaze. 15. 3. 16.9% 250 ml. conectar a solução fisiológica 0.Entregar o equipo ao medico para conexão com cateter. 81 . 01 equipo para infusão. 8.9% no equipo e polifix e retirar o ar do sistema.Levantar a cabeceira do leito.  01 frasco de solução fisiológica 0.Lavar as mãos. calçar luvas de procedimento.Fazer curativo local.  01 campo estéril  Procedimento 1.Tirar as luvas.Posicionar o paciente no leito em decúbito dorsal-horizontal.Aguardar o termino do procedimento (fixação do cateter). 13. 14. lavar as mãos. gorro.  01 capote estéril. 5. 10. 7. álcool 70% ou clorexidina  50 cm de micropore ou esparadrapo.Abaixar a cabeceira do leito se necessário. 6. 9. 12. conforme manual de curativos da CCIH.Orientar o paciente quanto ao procedimento. avental e luvas.Oferecer solução anti-séptica. 4.Organizar o material.Aguardar a punção. máscara.

 Promover ambiente limpo e protegido com biombo se necessário.  40 cm de fita adesiva. 82 .  01 frasco de soro de 500 ml. reto com cabeceira e pés do leito na mesma direção. Observação:  Preferir salas de procedimentos. XIX.Fazer anotações de enfermagem. Observação Já instalado cateter venoso central.  Procedimento:  Organizar o material  Colocar o material à beira do leito do paciente.Anotar gastos/ repor o material se necessário. MONTAGEM DE PRESSÃO VENOSA CENTRAL (PVC) Material  01 equipo com fita graduada para PVC.  01 suporte de soro.  01 régua de medida de PVC.  Colocar o paciente em decúbito dorsal.17. sem nenhuma inclinação para cima ou para baixo. 18.

fique posicionada para cima.  Instalar a via única do equipo (a mais comprida) no cateter central do paciente. sendo removido todo o ar. pois ele já estará preenchido com o soro fisiológico. de acordo como determinado pela medida da régua . mantendo-a em linha reta de modo que a ampola com água da régua de PVC se mantenha alinhada.a tampa da via dupla para medida e aguardar a descida da solução no equipo. (uma via ficará para instalação do soro fisiológico e a outra para a medida). 83 .  Fixar o equipo no suporte de modo que a via dupla. para baixo. Posicionar uma das extremidades da régua de PVC na linha do tórax anterior.  Abrir o acesso de passagem de solução do equipo de PVC para o paciente. o ponto zero da fita. para ser conectada ao cateter central.Passos para realizar a medida:  Pinçar a solução do equipo de PVC.  Retirar todo o ar do equipo de PVC com o soro fisiológico.  Fixar a fita graduada no suporte de soro com o zero da medida da linha entre o paciente e o suporte. 1. e a via única ( mais comprida). para destaque. apêndice xifóide.  Direcionar a outra extremidade ao suporte de soluções posicionado ao lado.  Marcar no suporte de soro com a fita adesiva o ponto zero para medida de PVC. ou na linha axilar media.  Circular com uma caneta vermelha. indicando precisão na medida. com a bolha de ar centralizada.  Fechar as vias de infusão de outras soluções.

 Pinçar o equipo.  Borracha látex.  Gorro e avental.  Valores normais: 7 a 12 cm de água OBS. 84 . Observar em qual ponto da fita graduada há oscilação da solução.  Vidro aspirador.  Soro fisiológico 0. seringa de 20 ml estéril.  Máscara.  Óculos. Material:  Luva estéril.9%.  Colocar máscara. APIRAÇAO ORONASOTRAQUEAL: 1.  Preencher novamente o equipo de PVC com o soro.  Fechar a via do equipo de PVC para o paciente e abrir a das outras soluções.  Tampar a ponta do equipo usada para a realização da medida.  Anotar na ficha de controle do paciente. XX. Verificar outras orientações da rotina de prevenção de infecção de corrente sanguínea da CCIH. 1.1. A técnica: Utilizar técnica asséptica na aspiração endotraqueal:  Lavar as mãos com água e sabão antes e após o procedimento.  Cateter de aspiração estéril com furos (sonda de aspiração ou sonda uretral). Datar e assinar o dia da troca.  Trocar equipo sempre que apresentar sangue em sua parede interna.  Trocar o equipo a cada 24 horas.  Marcar o ponto de oscilação o qual determina a medida do PVC.

 Calçar luvas. O cateter deverá ser desprezado.  Se o paciente estiver sob ventilação mecânica.  Aspirar na seguinte seqüência: traqueostomia ou cânula orotraqueal.  Retirar a máscara.vem). óculos e capote.  Segurar o látex e ligar o aspirador com mão esquerda.  Pegar o cateter com a mão direita enluvada.  Conectar o látex tendo cuidado para não contaminar a luva e o cateter. dentro de um saco coletor estéril. o procedimento deve ser rápido oxigenando o paciente a cada aspiração com O2 a 100% com auxílio de Ambu. gorro.  Desprezar a secreção do frasco coletor no final de cada aspiração no vaso sanitário. mantendo a mão direita sem contaminação. 85 . no expurgo.  Após o procedimento retirar as luvas.  Durante a aspiração realizar movimentos circulares com cateter (nunca em movimentos de vai .  Durante a aspiração instilar soro fisiológico em pequena quantidade para facilitar o desprendimento de secreções espessas.  Após o procedimento. pois é de uso único. irrigar ponta do cateter com soro fisiológico mantendo o aspirador ligado fazendo assim a limpeza do látex e também do cateter.  Lavar as mãos.  Deixar o látex devidamente protegido. nariz e boca.  Não introduzir o cateter sem antes dobrar o látex para evitar lesão de mucosa pela sucção.e .

2 Rotina de aspiração:  Aspiração oral – sempre que necessário.  Manter a região da traqueostomia sempre limpa. de acordo com a prescrição da enfermagem. O paciente com traqueostomia apresenta um risco de aquisição de Infecção Hospitalar entre 5 a 35% (em média).. 1. trocando as gazes todas as vezes que acumular secreção.O.S.  Trocar o látex e o vidro de aspiração a cada 24 horas.O.  Aspiração traqueal de 2/2h e S.  Usar um cateter para cada aspiração. CUIDADOS COM PACIENTES TRAQUEOSTOMIZADOS:  O paciente com traqueostomia apresenta um risco de aquisição de Infecção Hospitalar entre 5 a 35% (em média). ou S. Referindo a esquerda que deverá ficar de luva. Observação:  Quando se refere em manter a mão direita sem contaminação é. Trocar cadarço de fixação da cânula de traqueostomia diariamente. 86 .  A traqueostomia deve ser realizada com técnica asséptica. manter a que você tem maior destreza.S. lavar as mãos e usar luvas estéreis. XXI. para sua proteção.  A cada aspiração. Enxaguar o frasco.

1. Orientações para a limpeza da cânula: 1.1 Material :  Cuba pequena estéril  Soro fisiológico  Gase  Luva estéril A.  Retirar a cânula da solução.  Aspirar a cânula externa enquanto a cânula interna esta em solução. secando com gaze.  Secar com compressa estéril  Fazer a limpeza em volta da cânula com soro fisiológico.  Preparar o material  Desconectar o circuito de umidificação.  Realizar aspiração sempre que necessário para evitar obstrução e diminuição da luz na cânula.  Registrar o procedimento no prontuário. mantendo a cânula fixa. instilar soro para auxiliar a retirada de resíduos e crostas de sua parede. usando técnica asséptica. caso o paciente esteja recebendo oxigênio. remover qualquer resíduo de secreção da mesma . Verificar que não tenham permanecido partículas estranhas. 87 . Quando a cânula externa de traqueostomia necessitar ser trocada.  Imergir a cânula em solução filológica. pois a manobra pode desencadear forte acesso de tosse.  Calçar as luvas.  Aspirar o paciente pela técnica preconizada. deverá ser substituída por outra esterilizada. Se necessário.  Remover suavemente a cânula. como linhas de fibra de gazes. Cânula interna (macho):  Lavar as mãos.  Se necessário trocar o cadarço. tendo-se o cuidado de seguir a curva da mesma.  Reinserir a endocânula fixando-a no ponto indicado.

 Planejar. é imprescindível que o supervisor possua capacidade de ouvir. em presença de secreção ressecada com risco de obstrução da mesma. de ensino (acompanhamento do processo de ensino-aprendizagem. 88 . e participação para intervenção na realidade). ATRIBUIÇÕES DOS ENFERMEIROS SUPERVISORES  O ENFERMEIRO SUPERVISOR A supervisão de enfermagem é uma das atividades desenvolvidas no cotidiano hospitalar.  Determinar a escala diária dos leitos. em geral pelo profissional enfermeiro que responde pela organização técnico-administrativo do trabalho. bem como instrumentalizar suas próprias ações.  Cumprir e fazer cumprir regulamentos da instituição. sendo orientações. retificação.  Prever e solicitar materiais necessários para o funcionamento do serviço. XXII. estimulação.  Distribuir os funcionários de acordo com a necessidade do serviço.B. Observação: Seguir demais orientações quanto a prevenção de pneumonia Hospitalar. priorizando-os. para realização de diagnósticos e intervenção na realidade. compreender as necessidades dos outros. propondo soluções. rotinas. participar e estimular a equipe a participar de cursos trabalhos e pesquisas realizadas na própria clínica ou em outras instituições. seguindo técnica asséptica. orientação e treinamento) e de controle (conferencia. para avaliação dos mesmos. portarias.  Receber o plantão na chefia de enfermagem observando as principais ocorrências e pendências para serem concluídas. aconselhamento e motivação. Utiliza técnicas psicológicas. Para que haja efetivo desenvolvimento das pessoas. A supervisão é compreendida como um instrumento que contribui para a identificação de problemas. circulares e outras instituições. Cânula externa:  A troca deve ser realizada pelo medico.

 Avaliar os pacientes graves e solicitar a avaliação do plantonista geral quando necessário.  Passar sonda Nasoenterica. além de captar as necessidades de sua equipe de trabalho. 89 .  Evoluir pacientes graves.  Elaborar manual de normas.  Encaminhar pacientes graves a UTI.  Prescrever cuidados de enfermagem.  Emitir parecer técnico na compra ou locação de materiais ou equipamentos.  Observar o funcionamento dos equipamentos e materiais existentes na unidade.  Puncionar jugular se necessário.  Desobstruir sondas vesicais de demora com irrigação.  Prestar assistência a Parada Cardiorrespiratória junto com a equipe médica.  Estabelecer sistemas e fazer orientação contínua quanto à prevenção de riscos ocupacionais.  Encaminhar materiais hospitalares danificados para manutenção. na ficha de equipe multidisciplinar.  Puncionar Port-a-Cath. rotinas e procedimentos do seu setor e deixar disponível a toda equipe no local de trabalho. acompanhar transferência do paciente até a UTI.  Realizar Curativos de grande porte de CDL ou Intracth. supervisionar e executar.  Fazer escala de serviço dos técnicos de enfermagem.  Zelar pela conservação de equipamentos hospitalares.  Verificar prontuários.  Definir tipos de isolamentos.  Passar Sonda Vesical de Alivio.  Avaliar as infusões de medicações em pacientes mais graves e monitorar sua infusão nos casos de quimioterapias e drogas vasoativas.  Passar sonda Nasogástrica.  Realizar visitas aos pacientes. sendo revisado periodicamente.  Passar Sonda Vesical de Demora. Liderar. solicitar manutenção quando detectado algum problema. exames e preparo do paciente para cirurgias e exames.  Instalar PVC.

 Providenciar transporte e solicitar o técnico de enfermagem para acompanhar nos exames extras hospitalares. Implementar programas de educação continua e aperfeiçoamento para os técnicos de enfermagem. mamadeiras ou outros alimentos.  Supervisionar.  Avaliar a necessidade de acompanhamento para pacientes e autorizar sua permanência no hospital. repondo corretamente.  Acompanhar e assistir o plantonista nos casos de óbitos. como parecer psicológicos.  Checar o carrinho de emergência e solicitar novos materiais.  Avaliar resultados de exames e comunicar o plantonista ou ao médico assistente. esclarecer as duvida dos técnicos de enfermagem. IML ou SVO.  Encaminhar o paciente para exames fora quando não são realizados na Instituição.  Realizar eletrocardiograma.  Esclarecer duvida de pacientes sobre cuidados após cirurgias e altas. entregar a declaração de óbito.  Realizar treinamento periódico dos funcionários sob sua supervisão. parecer da nutrição. quando possível.  Orientar a mãe quanto à importância de amamentar o recémnascido para não oferecer chupetas.  Receber o familiar no horário de visita orientar e se necessário permitir a entrada de mais de duas pessoas ou o deslocamento do paciente para contato com filhos e netos menores. parecer de serviço social.  Entregar o corpo a funerária. e orientar quanto ao registro do mesmo.  Orientar a mãe sobre o perigo da amamentação cruzada.  Orientar acompanhante quanto às normas do hospital. 90 .  Comunicar parecer médico a outras especialidades.  Elaborar projetos científicos. detectar problemas e oferecer soluções para o bom andamento do serviço.  Lançar alta por óbito no sistema de imediato no horário correto e encaminhar para setor de internação o memorando comunicando o óbito para ser lançado no sistema na Prefeitura e Convênios.  Avaliar o desempenho da equipe.  Avaliar as necessidades do paciente não observada pelo médico e interceder por ele junto à equipe.

físicos e orçamentários necessários ao desenvolvimento das atividades de enfermagem. solicitação de vaga extra-hospitalar e transporte.  Estabelecimento.  Planejamento.  Orientação com avaliação dos funcionários durante a execução das atividades.  Manutenção de um sistema de informações eficientes. Na enfermagem.  Elaboração.  Identificação das necessidades de orientação e treinamento dos funcionários. proteção.  Identificação das necessidades de assistência de enfermagem. XXIII. recuperação da saúde e reabilitação das pessoas. ATRIBUIÇÕES IDEAIS DO ENFERMEIRO A enfermagem é uma profissão comprometida com a saúde do ser humano e da coletividade. rotinas e manual dos serviços de enfermagem.  Promoção de integração do pessoal de enfermagem e manutenção de estratégias para sua motivação.  Previsão e provimento de recursos humanos. materiais. utilização e avaliação de métodos de trabalho. Atua na promoção. execução e avaliação de programas de desenvolvimento de pessoal. procedimentos.  Prevenção de situações problemáticas. XXIV. como exames não rotineiros. transferência interna e externa de pacientes.  Caracterização da clientela atendida.  Atender e anotar as solicitações da Gerência. o elemento supervisor desenvolve junto aos funcionários atividades diversificado como:  Discussão dos valores e objetivos de serviços de enfermagem.  Avaliação da qualidade da assistência de enfermagem prestada.  Planejamento e desenvolvimento das ações de enfermagem segundo os critérios e as prioridades definidas. implantação e avaliação de normas. respeitando os preceitos éticos e legais. Atuar junto aos residentes orientandos e auxiliando nos procedimentos e protocolos. ATRIBUIÇÕES DOS TÉCNICOS DE ENFERMAGEM 91 .

ECG.  Comunicar com o laboratório exames de rotina e de urgências.. máscaras.  Comunicar ao banco de sangue as hemotransfusão. 92 .. horários de visitas.  Medir débito da sonda Vesical de Demora e dreno de tórax. nasogástrica.  Preparar e administrar as medicações. USG. comunicar a chefia caso necessite de manutenção ou substituição. realizar banho no leito nos mais graves e acamados.  Trocar o selo d´agua do dreno tórax. levando-o até seu leito e apresentando-o para os demais da enfermarias.  Proporcionar e zelar pelo conforto e organização do posto e das enfermarias deixando ambiente limpo e tranqüilo. com SSVV e intercorrências.  Chamar plantonista da Instituição em caso de parada Cardio Respiratória e intercorrências. álcool. nasoenteral e drenos conforme prescrição medica.  Receber o material permanente do posto e zelar pelas suas perfeitas condições de uso.  Marcar exames como EDA.  Promover organização do posto.  Verificar prescrição médica e buscar os medicamentos na farmácia quantas vezes for necessário. etc.  Realizar enteróclise e pequenos curativos.  Fazer previsão e requisitar material de consumo dos postos como luvas.  Atender a equipe médica quando solicitada..  Entrar em contato com a supervisão em caso de dúvida em relação a medicações. TC. Receber o plantão dos colegas nas enfermarias para estar ciente do estado de cada paciente. ECO.  Retirar sonda vesical de demora.  Instalar oxigênio para o paciente conforme prescrição médica. e materiais estéreis. orientar quanto as normas do hospital.  Realizar o relatório de enfermagem completo e coerente com o estado geral do paciente.  Aferir e anotar SSVV no prontuário e em caso de alteração comunicar a supervisora. etc. exames e pacientes graves.  Solicitar coleta de gasometria. anotando aspecto e volume.  Realizar trocas de leitos encaminhando os pacientes ao banho.  Observar e puncionar acesso venoso para administrar soro e medicamentos. EEG.  Receber o paciente no momento da admissão.

 Perceber complicações em pacientes graves e comunicar a chefia.  Comunicar a chefia em casos de exames e pareceres avisados ou não.  Arquivar a via assinada pela internação no prontuário do paciente.  Orientar o paciente na alta hospitalar e comunicar a família. XXV. ROTINA OPERACIONAL POSTO 1A – ENFERMARIAS DE CONVÊNIOS E PARTICULAR O Posto I-A ou Enfermarias de Convênios e Particular está localizado no 1º andar desta Instituição e atende a todas as especialidades clínicas e cirúrgicas em sistema de convênios e particular. exames e procedimentos dos pacientes sob seus cuidados. respeitar o paciente e suas limitações. 1.  Orientar.  Chamar maqueiro e auxiliar o mesmo em todas as remoções de pacientes. RECURSOS HUMANOS POSTO 1A Equipe composta de: 93 . esta unidade possui 13 enfermarias de 02 leitos e 01 enfermaria de 03 leitos. Fazer admissão no prontuário.  Entregar uma via do papel da alta para a internação lançar no sistema da MV e da Prefeitura e ou Convênios. não denegrir sua imagem.  Acompanhar o paciente até a portaria com a chegada da família e pegar a assinatura dos responsável no papel da alta. preparar e encaminhar o paciente no horário correto para exames. procurando transmitir segurança durante o tratamento. procedimentos e cirurgias. no livro de admissão e na lista de pacientes do posto.  Ser ético. medicação. nos casos graves chamar a chefia.  Manter-se informado do quadro clínico.  Preparar material e auxiliar nos procedimentos médicos e de enfermagem.  Ouvir o paciente nas solicitações.  Registrar a alta do paciente no prontuário e no livro do posto de enfermagem.

urocultura. ESPECIFICAÇÕES NECESSÁRIAS SOBRE O SETOR: Rotina para exames: Devem ser agendados pelo funcionário do setor Tipos:  Exames laboratoriais: Devem ser colocados na caixa de exames do posto de enfermagem.  Exames de imagem: Ultra-sonografia e Ecocardiograma: Avisar no setor USG quando solicitado o exame e aguardar marcação no período vespertino pela secretária do setor. proteinúria 24h.  04 supervisoras de Enfermagem. fezes. 04 em cada plantão fazendo 12x36hs. aguardar rotina. Eletroencefalograma e Tomografia Computadorizada: Avisar nos respectivos setores assim que solicitados e já agendar data e horário. 08 técnicos de Enfermagem no período noturno. swab e etc. sendo 03 no plantão diurno e 04 no outro plantão fazendo 12x36hs. 94  E INFORMAÇÕES . Cateterismo Arterial : Atentar para guias autorizadas(se convênio) e avisar funcionário da hemodinâmica. CARACTERÍSTICAS. Endoscopia: Avisar na sala de endoscopia no período vespertino e aguardar resposta da secretária do setor. 07 técnicos de Enfermagem no período diurno. ESTRUTURA FÍSICA DO POSTO 1A 01 Posto de Enfermagem  Uma copa  01 Banheiro para os funcionários 3. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. Seguir técnica de coleta descrita pelo laboratório para coleta de exames efetuados pela enfermagem: EAS. 2. Avisar imediatamente o laboratório quando os exames forem de urgência. escarros. caso não sejam.

sendo 13 de 02 leitos e 01 de 03 leitos. salvo emergências (em pacientes acamados e graves esses exames são feitos no leito. XXVI.G enfermeiros). se RX técnico em radiologia. O setor dispõe-se de 25 leitos dos quais admitem pacientes cirurgiados da ginecologia. RX e Eletrocardiograma: seguem rotina própria dos setores de origem e são recolhidos e encaminhados pelos maqueiros. se o paciente precisar de ambulância o hospital disponibiliza de acordo com a rotina do setor de serviços (via Intranet ) e um técnico de enfermagem tem que acompanhá-lo). *OBS: Em casos de exames não realizados na instituição o enfermeiro deverá tomar todas as providências relacionadas ao mesmo: agendamento e transporte (para sair da instituição o médico responsável pelo paciente tem que preencher termo de autorização liberando-o sair do hospital e descrever qual tipo de transporte o paciente pode utilizar.Para todos: Anotar no prontuário data. preparo se necessário e nome do funcionário que agendou.3 leitos / obstetrícia ENF 2A 05 – 2018 A 2020 . A enfermaria de Convênios e Particulares possui 14 enfermarias.C. conhecida com Ala Madre Paulina e admite pacientes do SUS. obstetrícia e otorrinolaringologia. ROTINA OPERACIONAL POSTO 2A – OBSTETRÍCIA E BERÇARIO 1. Os leitos dispõem-se da seguinte maneira: ENF 2A 01 – 2000 A 2004 – 5 leitos / obstetrícia ENF 2A 02 – 2005 A 2009 – 5 leitos / obstetrícia ENF 2A 03 – 2010 A 2014 .5 leitos / obstetrícia ENF 2A 04 – 2015 A 2017 . CARACTERÍSTICA DA CLÍNICA O posto da obstetrícia e Berçário da Santa Casa de Goiânia localiza-se no 2º andar. se E. horário.3 leitos / ginecologia 95 .

após 06 horas para parto normal e após 24 horas para parto cesariana. das unhas. pois a mãe geralmente está exausta após o parto.  Proporcionar sono e repouso adequado.  Estimular a deambulação precoce.  Orientar a realização da higiene corporal e íntima. 02 em cada plantão fazendo 12x36hs. em caso de cesariana. 4.  Observar aspecto da ferida operatória. 02 em cada plantão fazendo 12x36hs. jejum e outros.  Estar atento com drenos. incisão cirúrgica e involução uterina. após micção e evacuação. CUIDADOS NO PÓS-OPERATÓRIO (Especifico para pacientes da Ginecologia Obstetrícia)  Orientar o paciente a permanecer em decúbito dorsal.  Observar a micção. episiorrafia. tipos de dieta. 3. 01 em cada plantão fazendo 12x36hs.  02 técnicos de Enfermagem no período noturno. 01 em cada plantão fazendo 12x36hs. RECURSOS HUMANOS DA OBSTETRÍCIA POSTO 2A Equipe composta de:  04 técnicos de Enfermagem no período diurno. 96 . E trocar os absorventes quantas vezes forem necessário.4 leitos / ginecologia 2. sem interrupção. pois pode haver retenção urinária. várias vezes ao dia. RECURSOS HUMANOS DO BERÇÁRIO  02 técnicos de Enfermagem no período diurno. sondas. 04 técnicos de Enfermagem no período noturno. nas primeiras horas após o parto.  Orientar higiene das mamas e mamilos antes e após as mamadas. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs.ENF 2A 06 – 2021 A 2024 .  Observar sangramentos.  04 supervisoras de Enfermagem. mantendo-os secos e protegidos. usando água morna e sabão.

 Observar atentamente o nível de oxigenação do RN.  Lavar as mãos antes e depois de tocar no RN. Verificar demais orientações na Rotina para controle de Infecção em Recém Nascidos: Berçário e Alojamento Conjunto.  Anotar corretamente os procedimentos executados e as alterações observadas. até a alta 97 . se em barra.  Manter o RN aquecido e em decúbito lateral.  Observar aspecto das fezes. sabonete individual.  Registrar no relatório todas as intercorrências. RN NO BERÇÁRIO  Devem-se usar luvas de procedimentos nos primeiros 12h e se sangue ou secreção e aventa ( devem ser trocados entre o cuidado de um RN e outro).  Observar eliminação urinaria e anotar seu aspecto. 6. durante a manipulação do RN. para evitar riscos de hipotermia e bronco aspiração.  Checar o preenchimento correto dos papéis. 7.  Usar Máscara desvartáveis. Seguir orientações da Rotina de Prevenção do Sítio Cirúrgico da CCIH. Orientar a puérpera para que quando as mamas estiverem ingurgitadas fazer aplicações de compressas quentes.  Usar sabonete de glicerina para dar banho no RN e retirar o vermix cavernoso das dobras da pele delicadamente. OBS.  Manter Alcool gel glicerinado para anti-sepsia das mãos após lavagem.  Aspirar secreções das vias aéreas superiores se necessário. lembrando que sua coloração normal é verde-escura e pastosa. OBS.  Aferir e anotar temperatura. quantidade e freqüência. ALOJAMENTO CONJUNTO Alojamento conjunto é o sistema hospitalar em que o recémnascido sadio permanece com a mãe 24 horas por dia. e comunicar a supervisora.

higiene.  Esclarecer sobre as rotinas gerais da unidade de modo a situá-la melhor no ambiente.  Proporcionar condições para que a mãe possa reconhecer seu filho. medicações. incentivando a mãe a participar deste acompanhamento com o objetivo de que ela se sinta capaz de conhecer e avaliar seu filho. Observar rotina para parto na Rotina da CCIH e Rotina para Controle de Infecção em Recém Nascidos. com dietas. de modo que haja integração de suas experiências anteriores e expectativas.  Registrar nos prontuários da mãe e do RN as condições evidenciadas e condutas tomadas de modo a fornecer informações necessárias para ações de outros profissionais da equipe. e orientar a mãe. Colocam-se em 98 .hospitalar. RN EM INCUBADORA O RN poderá ser colocado em berço comum. medidas de higiene com o coto umbilical e avaliação de temperatura.  Curativo do Cordão Umbilical com álcool a 70% descoberto. dependendo de suas condições.  Preparar alta da mãe e do RN. deambulações.  Trazer o RN para junto da mãe. mostrando-se disponível para auxiliá-la na amamentação ou situações que lhe pareçam difícil.  Avaliar as condições físicas e emocionais do RN. berço aquecido. 8.  Realizar os primeiros cuidados com o RN. fornecendo todas as orientações necessárias.  Supervisionar os cuidados prestados pela mãe.  Esclarecer cuidados específicos.  Dar oportunidade ao pai participar nos encontros com a mãe nas enfermarias. incentivando o cuidar do filho. como troca de roupa. associando sempre estas orientações com hábitos da mãe.  Acompanhar a evolução diária do RN. OBS. reconhecendo assim. fornecendo a mãe informações precisas sobre as condições de seu filho no momento de sua admissão na unidade. também situações que necessitem ajuda de outros profissionais da saúde. ou em uma incubadora. Este sistema possibilita à prestação de todos os cuidados assistenciais a mãe e ao filho.

sendo fundamental o uso de fraldas para proteção do períneo e das gônadas.  Orientar a mãe a lavar as mãos antes de tocar o RN. para evitar infecção cruzada.  Manter as lâmpadas a 50 cm do RN. observando posição correta do Hood.  Lavar as mãos e antebraço com água e sabão e álcool a 70% glicerinado toda vez que manusear o RN. prematuro ou com qualquer outra alteração.  Manter a higiene rigorosa da incubadora. para evitar queimadura.  A incubadora deverá ser mantida ligada.  Veja Cuidados com incubadora na Rotina de Prevenção de Infecção em RN da CCIH.  Lembrar que o RN não será ouvido quando estiver dentro da incubadora. mesmo em desuso para receber urgências. A fototerapia é usada nos casos de icterícia neonatal. para o mesmo não resfriar. Cuidados de enfermagem  Controlar o tempo de permanência da lâmpada fluorescente ligado com anotação da data e números de horas/dia. 9.  Observar atentamente prescrição médica. CUIDADOS COM RN EM FOTOTERAPIA Fototerapia é o tratamento a base de luz visando à retirada da bilirrubina impregnada na pele do RN.  A temperatura ideal da incubadora é de 36 a 37° graus.  Estar atento a punção venosa pra prevenir flebites.  O RN deverá estar despido. pouco peso. o que necessitará atenção constante da equipe de enfermagem para observar suas condições.  Abrir as janelas da incubadora somente quando for manusear o RN.  O RN poderá estar em berço ou em incubadora. devido à ação do calor.incubadora os recém-nascidos com problemas respiratórios. hipotérmico.  Cuidado ao administrar oxigênio ao RN. 99 .

pois pode ocorrer um hiper aquecimento pela ação do calor da lâmpada.  Retirada do RN da fototerapia para a amamentação. pois pode ocorrer desidratação devida a sudorese pela ação do calor. aos hospitais e médicos. com diminuição na filtração glomerular. Manfro.  Controlar o estado de hidratação do RN. Proteção ocular para impedir o ressecamento da córnea. substancia rica em potássio e líquidos. 100 . OBJETIVO GERAL Esta rotina visa proporcionar conhecimento técnico. A IRC é um estado clínico que requer controle dietético rigoroso.84). possibilitaram uma nova alternativa terapêutica a estes pacientes. ROTINA OPERACIONAL POSTO 2B – UNIDADE DE TRANSPLANTE RENAL – UTR. 1994 pg.  Controlar rigorosamente a temperatura corporal. 2. XXVII. com restrições de proteínas. delimitando seu espaço à sua região. porém restritiva ao paciente. DPA) e hemodiálise). CONCEITO Insuficiência Renal Crônica (IRC) se caracteriza pela a perda progressiva e irreversível da função renal.  A fototerapia pode ser intermediaria ou contínua de acordo com a prescrição medica.e a aplicação das diferentes formas de diálise (peritoneal (CAPD. desinfecção semanal e quando tiver alta com álcool a 70%. NEFROLOGIA E ORTOPEDIA 1. evitando assim lesões graves por ação da luz.científico para equipe de enfermagem. permitindo uma sobrevida maior.  Limpeza freqüente do berço. Thomé. essa doença era fatal.  Proporcionar mudança de decúbito para que a desempregnação seja uniforme. Na ausência de material próprio manter os óculos com papel escuro e gazes. antes da introdução da diálise. Gonçalves. melhorando a qualidade no atendimento com o transplantado renal. mesmo que a prescrição médica seja continua.  Retirar o RN da fototerapia 15 minutos antes do banho para que seu corpo não sinta diferença de temperatura. levando a uremia (Barros.

4.O transplante renal é um método terapêutico para o paciente com IRC. 2003). 3. são reto peritoneais. anúria. Artéria renal é um ramo da aorta abdominal.BREVE HISTÓRICO Dos vários programas substitutivos da função renal no tratamento da insuficiência renal crônica (IRC). onde há sua irrigação. ANATOMIA Os rins são órgãos pares situados em cada lado da coluna vertebral. com a introdução do esquema clássico de imunossupressão. ESTRUTURA FÍSICA DA UNIDADE 101 . TRANSPLANTE RENAL . passando pela pelve renal e ureter até a bexiga. hematúria. recuperando a função renal e permitindo a reintegração social total do paciente. visando à substituição do órgão doente. envolvendo o rim de um doador vivo ou cadáver humano. para um receptor com a doença renal. oligúria. penetrando no rim através do hilo renal. Foi estabelecida como terapêutica adequada para a insuficiência renal crônica no início da década de 60. A fisiopatologia da IRC o rim quase sempre está atrofiado havendo perda da função filtrativa dos glomérulos causando proteinúria. A urina é drenada para os cálices menores e destes os cálices maiores. que é a associação de azatioprina e prednisona ( Manual Pratico de Diagnóstico e Tratamento – Atualização Terapêutica. 2006). 5. o transplante renal é o mais efetivo para reabilitação socioeconômica do paciente urêmico (Pereira et al.

9. fazendo 12x36hs Noturno:  04 funcionários no plantão impar. fazendo 12x36hs  04 funcionários no plantão par. pacientes com fratura. ar comprimido e vácuo.  Pacientes com insuficiência renal aguda e crônica.  01 isolamento com 02 leitos que constituem a Unidade Fechada do Transplante Renal.  Falta de imunossupressores. CARACTERÍSTICA DA INTERNAÇÃO  Pacientes para transplante renal. TIPOS DE PACIENTE  Transplantados  Renal Crônico  Renal Agudo  Ortopédicos Cirúrgicos  Buco-maxilo 8. 6. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs.  01 expurgo.  01 banheiro para funcionários. fazendo 12x36hs  04 supervisoras de Enfermagem. RECURSOS HUMANOS DO POSTO 2B Diurno:  04 funcionários no plantão impar. 7.OPERATÓRIOS 102 . cada leito com entrada canalizada de O2. (UTR)  Cada enfermaria é composta por 01 banheiro. fazendo 12x36hs  04 funcionários no plantão par. CUIDADOS PRÉ.  Complicações de transplante realizados na SCMG. 08 enfermarias com 03 leitos cada sendo o total de 25 leitos.

preparo da pele (higiene corporal). PA. 15. juntamente com todos os exames. 1. retirada de prótese dentária.Encaminhar paciente para hemodiálise um dia antes da cirurgia e solicitar que traga seu capilar para o hospital no final da sessão e o paciente que realizar diálise peritonial. 4-Preparo pré-operatório como: jejum. a avaliação física e continuidade do tratamento. comunicar ao médico nefrologista e à enfermeira responsável do horário. R) no prontuário. 2.Pesar o paciente.Averiguar e anotar diurese ( se presente).Receber o paciente na unidade do transplante. reunir pertences e entregar a família.Encaminhá-lo ao banho. CME.Checar acesso dialítico (se FAV presença de frêmito e CDL se limpo). T. para encaminhar o paciente. através de orientações sobre o que vem a ser o transplante renal e a melhora da qualidade de vida.Quando necessário. 9. ao qual o paciente será submetido.Preparar e aguardar para encaminhar paciente para hemodiálise. 103 . 3. 10. laboratório). providenciar local adequado para realizar as trocas. centro cirúrgico. sinais vitais ( P. solicitar laboratório para coletar exames e fazer reserva no banco de sangue.Comunicar os setores da instituição envolvidos no processo do transplante ( banco de sangue.Assim que paciente internar em seu leito. checar a administração dos mesmos e caso ocorra qualquer intercorrências ou falta de medicações ( principalmente imunossupressores e antibióticos). bijuterias.Manter dieta zero de 8 a 12 horas antes da cirurgia. oferecendo a roupa do hospital. 18. retirada de esmalte. 5.Aguardar chamada do centro cirúrgico. realizar a medicação já prescrita pelo médico nefrologista.Internar paciente se for doador vivo 1 dias antes do transplante para exames complementares e se for doador cadáver aguardar o mesmo chegar. eliminações.Preparar psicologicamente o paciente e sua família. 12. 13. 14.Comunicar a supervisora qualquer intercorrência e relatar no prontuário. hemodiálise. 7. minimizando ansiedade. 16. 8.Avaliar presença de infecção. 17.É o preparo bio-psico-sócio-espiritual e emocional do paciente e familiares para enfrentar o trauma anestésico/cirúrgico. 6. 11.Realizar relatório de encaminhamento ao centro cirúrgico.

: A monitorização das complicações pós-transplante renal é prioritária e depende de uma grande parcela dos cuidados e observações da enfermagem. T. Portanto. 2.Instalar oxigênio quando necessário. temos que ter uma equipe bem treinada e comprometida com o serviço e com o paciente transplantado renal.Conferir limpeza terminal da unidade e providenciar desinfecção do mobiliário da UTR. a equipe de enfermagem deve ter conhecimento prévio da história do paciente. 6. soroterapia para reposição volêmica e bandeja para sinais vitais). 3. aspiração de vias aéreas superiores.Trocar lençóis e roupas do paciente provindo do centro cirúrgico. reposição volêmica. enfocando a ocorrência de complicações no intra-operatório. Por isso. Pós Operatório Imediato. reposição de líquidos.Conferir e providenciar material necessário para receber o paciente no POI ( preparar cama de operado.POI 1.OPERATÓRIOS A avaliação da enfermagem neste período. OBS.Avaliar paciente ao recebê-lo na UTR quanto aos sinais vitais (PA. 4. Os cuidados pré-operatórios são similares aos realizados com os pacientes cirúrgicos de médio porte. montar kit para oxigenoterapia. 10.19. 5.Avaliar estado de hidratação do paciente: condições clínicas. visa detectar e intervir precocemente nas possíveis complicações pós-operatórias do Transplante Renal. conforme prescrição médica. alterações na recuperação pós-operatória. controle da dor. testar os equipamentos necessários para o recebimento do paciente.Ter conhecimento de como foi o procedimento cirúrgico. R) e verificação dos mesmos de hora em hora. CUIDADOS PÓS. 20. limpeza geral do ambiente. 104 . P. O período das primeiras 24h do pós-operatório do transplante renal está associado à instabilidade hemodinâmica e a necessidade de reposição parenteral de grande quantidade de líquidos. cuidados na prevenção de infecções. manutenção e estímulo da deambulação precoce.Preparar o ambiente da Unidade Fechada do transplante renal (UTR). medicações utilizadas no ato cirúrgico. com ênfase na monitorização do balanço hidro eletrolítico.

Registrar em prontuário todas intercorrências. 22.Manter paciente em decúbito dorsal.Medir diurese de 1/1 hora e realizar reposição hídrica. trocando sempre que necessário. 15. conforme prescrição médica. 18. drenos. data e horário. 23.Administrar medicação conforme prescrição médica. sondas.Manejo do controle da dor. 2-Aferir sinais vitais de 2/2 horas. evitando prevenção de complicações vasculares.Observar acesso venoso.Cuidados com acessos vasculares (FAV).Avaliar Ferida Operatória (FO) com relação a presença de hemorragias e hematomas ( solicitar enfermeira ou equipe médica quanto a qualquer anormalidade).Realizar banho no leito.Estimular deambulação o mais precoce possível (conforme orientação médica). 105 . utilizando técnica asséptica. 10.Aferir SSVV de 1/1 hora. úlceras de decúbito (dentro da UTR). 9. 4-Realizar curativo se houver dreno manter oclusivo. 12.Manter curativo oclusivo no 1º PO somente em local do dreno. terá acesso à mesma. 16.Realizar balanço hídrico rigoroso.Observar manutenção e funcionamento da sonda vesical de demora (principalmente obstrução). 21. incisão cirúrgica aberta (só manter oclusivo quando houver sangramento).POM 1-Encaminhar paciente ao banho de aspersão após liberação médica. 24. 20. só a equipe multidisciplinar. 17. 19. o mesmo deverá utilizar máscara de proteção. Em caso de incisão cirúrgica manter aberta no 1º PO. pulmonares. 13.Troca do curativo sempre que necessário pela enfermeira responsável. e o doador (a) quando na sua alta. 3-Medir diurese de 1/1 hora. 8. evitando infecções. 25.Quando o paciente necessitar de realização de exames ou hemodiálise (fora da UTR). 14.Avaliar função renal: controle de diurese de hora em hora. lavando com água e sabão. 11.Durante o período na UTR (até 5º PO).7. Pós Operatório Mediato. conforme prescrição médica. realizando reposição hídrica conforme prescrição médica.Agendar exames. se funcionante.

Devido à terapêutica 106 . 7-Estimular a deambulação. Justificativa do cuidado . realizar higiene oral adequada e avaliação da cavidade oral (monilíase oral).ao aparecimento de sinais de infecção: observar condições clínicas do receptor e doador. A demora no funcionamento do enxerto é definida como a necessidade de diálise durante os primeiros sete dias após o transplante. cor. viroses. OBS. diarréia. densidade. técnica cirúrgica). 11. presença de doenças sistêmicas. 2 – Infecção: Cuidados de Enfermagem – monitorar a evolução da temperatura. realizar controle de diurese. Ver outras Orientações na Rotina de Controle de Infecção de Sítio Cirúrgico da CCIH. etc.: Os funcionários que trabalham na unidade de Transplante Renal deverão se afastar se apresentarem qualquer reação infecciosa como gripe. alterações da defesa imunológica (utilização de imunossupressores. se necessário. calor na ferida operatória. presença de sedimentos. 9-Educar o paciente sobre os cuidados domiciliares. com enfoque nas alterações de suas características (volume. hematúria. edema. vômitos. observar presença de rubor. COMPLICAÇÕES E CUIDADOS DE ENFERMAGEM 1 – Disfunção Precoce do Enxerto:  Cuidados de Enfermagem – Realizar balanço hídrico rigoroso e avaliar o resultado. 6-Administrar medicação de urgência. entre outros). avaliar condições das inserções de cateteres e drenos. tosse dificuldade respiratória e diarréia.5-Administrar medicação imunossupressora de horário conforme prescrição médica. investigar queixas de mal-estar. OBS. quando necessária com prescrição médica.  Justificativa do cuidado – a função renal no período pós-operatório imediato está relacionada com a formação de urina (24-48hs) e normalização da creatinina e uréia sérica. enquanto ocorre a regeneração das células tubulares. resfriados. avaliar a evolução da cicatrização. odor. ardência ao urinar. 8-Encaminhar paciente para hemodiálise.

principalmente de membros inferiores e peri-incisão cirúrgica. Este paciente fará uso de várias medicações. Se a obstrução persistir. realizar lavagem da sonda conforme orientação médica. Se não fizer uso. avaliar a presença de dor na FO. hematúria. presença de sedimentos. as mais importantes são: Azatioprina. rejeição aguda ou ureter.  Justificativa do cuidado – a obstrução pode ocorrer devido presença de coágulos e torção das vias urinárias. evitando. compressão externa por edema. 3 – Obstrução do trato-urinário: Cuidados de enfermagem – realizar controle de diurese com enfoque nas alterações de suas características (volume. e outros). a febre poderá ser mascarada. hematoma ou linfa. a bexiga pode tornarse hiperestendida e ocorrer um rompimento da anastomose ureterovesical. avaliar presença de evolução de edema. o rim será rejeitado pelo organismo e o paciente retornará à diálise. avaliar presença de edema ou abaulamentos próximos à incisão cirúrgica. hematúria. trações ou obstruções por coágulos. Se a obstrução ocorrer. odor. densidade. monitorar presença de secreção purulenta ou sinais de infecção em incisão . 12. ao longo do tempo. retenção urinária. Nas primeiras semanas em doses mais altas. CUIDADOS DE ENFERMAGEM COM AS DROGAS MAIS UTILIZADAS O transplantado renal terá que fazer uso dos medicamentos par toda à vida. a dose irá diminuindo. presença de sedimentos. Prednisona e Ciclosporina. A negligência em tomar estas drogas pode causar rejeição ao rim ou torná-lo doente. medicamentosa. portanto a rejeição (o organismo reagirá contra o rim tentando destruí-lo). odor. manter sonda vesical pérvia observar a ocorrência de dobras na extensão. depois. densidade. 4 – Linfocele:  Cuidados de enfermagem – realizar controle de diurese com enfoque nas alterações de suas características (volume. extravasamentos de urina. o volume urinário diminui. 107 . cor. por este motivo esta não pode ser o único parâmetro de avaliação. e o paciente poderá referir desconforto abdominal. E estas drogas deverão ser ministradas conforme prescrição médica e em horários determinados rigorosamente. cor. entre outros).

podendo levar a hipertensão e desencadear diabetes. 3-Ciclosporina ou Sadimun – É ingerida 02 vezes ao dia a cada 12 horas. com uma anamnese rigorosa 2. As drogas mais utilizadas são: 1-Prednisona ou meticorten – É um corticóide. crescimento de pêlos. Iniciar antibioticoterapia criteriosamente e horário. Efeitos Colaterais: Pode causar problemas no fígado (icterícia) e diminuição dos leucócitos.Estas drogas têm doses variadas de acordo com o peso e suas condições clínicas. aumento das gengivas. e da quantidade de gordura no rosto e nas costas. geralmente em cápsula Efeitos Colaterais: Pode associar-se a hipertensão dependendo da dose. Caso suspeita ou comprovação da infecção. administrado pela manhã. 6-Rapamune ou Rapamicina – Pode associar. 108 . 3. conforme prescrição médica. REINTERNAÇÃO POR INTERCORRÊNCIA Se o paciente necessitar reinternar por alguma complicação ou infecção. Avaliar indícios de infecção. 2. com associação de três tipos de medicamentos. Realizar admissão do paciente. aumento do colesterol e às vezes desencadeando diabetes. é necessário uma avaliação minuciosa: 1. 4.se ao aumento de gorduras no sangue ( colesterol e triglicérides). acne. encaminhar o paciente para o isolamento. Efeitos Colaterais: Aumento do apetite. 13.Azatioprina – Geralmente ingerida a noite. Efeitos Colaterais: Poderá associar. 5-Prograf ou Tacrolins – Geralmente a administração é pela manhã.se a hipertensão. 4-Cellcecpt ou Micofenolato de Mofetil – Poderá provocar diarréia ou vômitos e também ocasionar a queda de leucócitos e anemia.

) devem ser agendados pela supervisão e quando não realizados na Instituição. 5.14. horário. Agulha 40/ 12. 01 pacote de compressa. escarro. 13. 12. caso não seja. fezes. TC.. Quando exame de alto custo encaminhar relatório médico com justificativa para o Serviço Social e aguardar resposta data. Esparadrapo. Exames de imagem (USG. 4. 7. Seguir técnica de coleta descrita pelo laboratório para exames colhidos pela enfermagem (EAS. local e horário da realização do exame. 2pacotes de gazes. Rotina para Biópsia Renal Percutânea Preparar o material necessário: 1. aguarde sua passagem nos postos. Devem ser colocados na caixa de exames do setor. 6.. Peso (saco de areia). Avisar imediatamente o laboratório quando o exame for de urgência. material necessário e nome do funcionário que agendou o exame. . 9. Anotar data. Recipiente com formol. 02 agulhas semi-automáticas para biópsia renal.) 4. 6. 5. Bandeja de pequena cirurgia. 8. Polvidine tópico. Xilocaína injetável sem vasoconstricção. preparo prescrito pelo médico. ROTINA PARA ENCAMINHAMENTO DE EXAMES E BIÓPSIA RENAL Rotina para exames Quando exames Laboratoriais: 1. 2. 3. 10. Agulha 25/ 7. 2. 11. Seringa 20 ml. encaminhar para o serviço social para ser autorizado junto à diretoria. Procedimentos: 109 . Lâmina de bisturi nº 11 ou 15. ECO. 3.

Auxiliar médico assistente durante o procedimento. ..Orientar o paciente quanto ao repouso absoluto por 4 horas e manutenção do peso sobre o local da punção. . . . 1. sendo seis enfermarias com três leitos e um isolamento.Promover a desinfecção do leito para biópsia e arrumá-lo. CUIDADOS GERAIS PARA PACIENTES DA UNIDADE DE ONCOLOGIA E HEMATOLOGIA 1. após verificar de 30 em 30 minutos até completar 4 horas.Observar aspecto da diurese. .Após o término arrumar o quarto.Anotar e comunicar intercorrências. aferir P. . .Transportar o paciente para o leito em maca.Deixar preenchido o formulário da sala. TOXICIDADE GASTRINTESTINAL Os efeitos colaterais mais comumente encontrados na maioria dos pacientes sob quimioterapia são as náuseas e os vômitos. Os clientes ao serem admitidos na unidade deverão ser verificados os sinais vitais e observados a solicitação de exames.la. Alguns fatores 110 . para clientes da oncologia e hematologia. XXVIII. quantidade e anota.Aferir SSVV de 15 em 15 minutos na 1ª hora. A comunicar se alteração. . .1. .Recolher material utilizado. Dispõem de equipe qualificada sendo uma enfermeira especialista em oncologia e técnicos em enfermagem capacitados para manipulação e administração de fármacos. ROTINA OPERACIONAL POSTO 2C – UNIDADE DE HEMATOLOGIA/ONCOLOGIA A Santa Casa de Misericórdia de Goiânia oferece assistência humanizada a clientes que necessitam de tratamento oncológico e hematológico.Encaminhar material ao laboratório de anatomia patológica. Na instituição são destinados dezenove leitos. sendo que a enfermagem deverá solicitar o serviço do laboratório para realização do mesmo. como hemocultura e hemograma.Preparar o paciente. .

1. a dose . condimentos. MUCOSITE (ESTOMATITE) É o termo genérico usado para designar a inflamação da mucosa. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM 111 . Estomatite refere-se especificamente a mucosa oral.  Encorajar o paciente a evitar gorduras. Aplicar lubrificante labial (ex. em decorrência da alteração do paladar. alimentos muitos salgados ou com odores fortes.1. ANOREXIA É a perda do apetite ocorrendo principalmente em pacientes em usos de quimioterapia.1SINAIS CLÍNICOS DA MUCOSITE Hiperemia. 1.2. 1.2. 1. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM  Administrar o antieméticos antes das refeições. a via de administração . dor na região da garganta e epigástrio. taquicardia. sudorese. perspiração. dor. 1.2.3. manteiga de cacau).influem na ocorrência de náuseas e vômitos. tontura. Bochechos com solução salina (SF 0. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM     Inspecionar cavidade oral. ulceração.2. sensação de fraqueza. SINAIS CLÍNICOS  Palidez cutânea. Orientar a escovação dos dentes com escova macia.3.1.9%).  Estimular a ingestão de pequenas porções de alimentos a intervalos menores. 1. edema. hemorragia e infecção secundária. salivação excessiva. a velocidade de aplicação e a combinação dos fármacos.1. 1. 1.2. sialorréia.

 Orientar o paciente sobre a importância de a ingestão alimentar mesmo durante o quadro de inapetência.5. vômitos e desequilíbrio eletrolítico.  Promover o contado com o serviço de nutrição sempre que necessário.1.  Avaliar ruídos hidroaéreos.  Casos mais graves devem ser avaliados quanto à necessidade de medidas alternativas. 1. 1. nutrição parenteral. mais ou menos liquida. DIARRÉIA Definida como liberação anormal e freqüente de matéria fecal. principalmente dos quimioterápicos do grupo dos alcalóides da vinca.1. 112 .5. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM  Questionar ao paciente sobre sua função intestinal. como o uso de suplementos nutritivos que ofereçam complementação dietética de grande valor. pelo intestino.4. A não correção do estado obstipativo pode levar a náuseas. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM  Avaliar o padrão intestinal habitual do paciente  Pesar em intervalos regulares  Orientar quanto à importância da manutenção da ingestão hídrica adequada. 1.4. Acontece em decorrência da neuro toxicidade. alimentação por sonda.  Estimular a ingestão de alimentos ricos em proteínas e calorias.  Instruir o paciente da importância da ingestão de fibras.  Informar ao médico sobre a evolução da obstipação. acompanhada ou não de cólicas abdominais.  Hidratação adequada. 1.  Avaliar turgor cutâneo e umidade das mucosas. OBSTIPAÇÃO A obstipação consiste na dificuldade e diminuição da evacuação.

NEUROTOXICIDADE Alguns fármacos quimioterápicos apresentam uma maior incidência no que se refere aos sintomas provocados no SNC. cólica abdominal e impotência.  Informa sobre a transitoriedade da obstipação. depressão e sonolência. TIPOS DE ALTERAÇÃO Alterações mentais confusão. vômitos.1. 1. 1.  Instituir medidas preventivas contra a obstipação. rigidez da nuca. sensações de queimação. tontura e raramente. fraqueza muscular. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM  Orientar o paciente e familiar para ficarem atentos quanto aos sinais e sintomas da neuro toxicidade para pacientes internados.1. sudorese.7.  Neuropatia periférica: Parestesias em mãos e pés. bronco-espasmo. 113 . vômitos. 1. febre.  Neuropatia craniana: toxicidade. tosse dispnéia. nistagmo e vertigem. Orientar na pratica de exercícios físicos diários e da deambulação. REAÇÕES ALÉRGICAS E ANAFILAXIA É um tipo de reação orgânica imunológica e passageira que se caracteriza por contração da musculatura lisa e vaso dilatação periférica devido à liberação de substancias farmacologicamente ativas iniciadas pela ligação do antígeno ao anticorpo.  Alertar sobe o perigo da obstipação. ataxia. perda do paladar.6. cefaléia. prurido.6. 1. 1.  Aracnóide e irritação meninge: náuseas. dormência nas extremidades dos membros superiores e inferiores. paralisias e encefalopatia.  Ataxia cerebral: dismetria. obstipação. urticária e hipotensão.2.6. neurorretinite óptica. SINAIS E SINTOMAS Exantema cutâneo maculopapular. edema periorbitário.7. formigamento e dormência mialgias. fala pastosa.

7.  Administrar oxigênio 02 l/m por cateter nasal ou máscara aos dispnéicos. 2.1. hiperpigmentação e outras. 2. Já a toxicidade sistêmica inclui os seguintes sinais e sintomas: alopecia. 114 . Extravasamento – é o escape ou infiltração de drogas do vaso sanguíneo para os tecidos vizinhos.1.9% ou SG 5%. descoloração venosa e necrose tecidual pos-extravasamento.  Interromper imediatamente a infusão. desconforto respiratório e edema. CUIDADOS DE ENFERMAGEM IMEDIATOS DURANTE A REAÇÃO ALÉRGICA  Comunicar o médico imediatamente. DEFINIÇÕES 2. urticária. eritema.  Aumentar o fluxo de soro.  Realizar a técnica de reanimação cardiopulmonar.  Alerta especial quando da administração do medicamento ao primeiro indicio de reação.1.7. urticária.  Manter a via venosa com SG 0.1. dor.2.  Monitorar sinais vitais e cada 5 minutos. 1. TOXICIDADE DERMATOLÓGICA DAS DROGAS Toxicidade local ocorre quando a droga atinge os tecidos vizinhos ao local primário da inoculação da mesma e apresenta sinais e sintomas variados: flebites.  Manter acesso venoso permeável.  Proceder a atendimento de emergência conforme critérios médicos. principalmente em casos de hipotensão. foto sensibilidade.3. principalmente quando o paciente apresentar cianose.  Obter sinais vitais pré-quimioterapia. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM  Manter em mãos agentes farmacológicos e equipamentos de emergências.  Ajudar o paciente a controlar a ansiedade.

3.2. calor.  Localização inadequada da punção. rubor e edema) e não há dificuldade de retorno venoso. Com drogas vesicantes a lesão geralmente aparece gradualmente.  Pacientes que tenham recebido radioterapia na área da punção. Drogas irritantes – são aquelas que causam reação cutânea menos intensa quando extravasadas.  Administração dos quimioterápicos por pessoa sem o devido treinamento. dor. podendo necrosar o tecido e comprometer tendões e articulações.1.2. A ulceração pode aumentar por 02 ou 03 meses.  Escolha de equipo ou scalps inadequados. CARACTERÍSTICA DA LESÃO TECIDUAL O tempo de duração de lesão tecidual depois do extravasamento de medicamento é variável. Pode estar presente sinal de inflamação (dor. Inicialmente o agente tóxico causa dor durante o extravasamento e após 7 a 10 dias aprecem eritemas.  Pacientes idosos devido à maior fragilidade capilar. desconforto e eritema. PREVENÇÃO DO EXTRAVASAMENTO 115 .  Pacientes com infusão contínua durante longo período de tempo. 2.2. 2.2.2. Drogas vesicantes – são aquelas que causam irritação severa com formação de vesículas e destruição tecidual quando infiltrados fora do vaso sanguíneo. diabetes. síndrome de Reynaud. calor.2. seguidos por uma ulceração progressiva. As reações imediatas de extravasamento são: queimação. FATORES DE RISCO QUE CONTRIBUEM PARA O EXTRAVASAMENTO DE QUIMIOTERÁPICOS  Pacientes com enfermidades vasculares periféricas. Os sintomas são: prurido em ausência de dor e dificuldade do retorno venoso. 2. 2.  Pacientes que estão incapacitados de se comunicar sobre as sensações de dor que ocorrem durante o extravasamento.1.1. Pode haver dor e queimação sem necrose tecidual ou formação de vesículas.

acarretam comprometimento articular.  Fixar o scalp com adesivo transparente. 1. correspondentes a mastoidectomia. nervos. ocasionando prejuízo funcional do membro (contratura. que cause o menor prejuízo anatômico e funcional e que ofereça melhores condições cirúrgicas caso ocorra extravasamento. por serem mais calibrosas. com lesão ou metástases. 116 . Pois no local existem estruturas importantes (artérias. ruptura e espasmo. 2 .Testar o retorno venoso.  Evitar punção de membros inferiores. submetidos à irradiação. moveis e distantes de articulações. são mais adequadas às veias do antebraço.Observar queixa do edema e hiperemia que indiquem aos sinais de extravasamento. vesicantes antes dos não-vesicantes. Evitar jelco porque pode retardar a percepção de pequenos extravasamentos. de preferência com scalp.  Puncionar com cuidado a veia escolhida. mesmo que apresentem bom retorno venoso. Não administrar fármaco vesicante em infusão continua prolongado através de veia periférica puncionada com scalp ou jelco. submetidos a cirurgia. dor. assegurando a imobilização da agulha dentro do vaso e o reconhecimento imediato de reações locais de infiltração do fármaco. Solicitar ao paciente a manutenção da mão ou do membro imóvel durante a aplicação do fármaco. edemaciados. por ser difícil mobilização e fixação.  Escolher a via que ofereça à melhor proteção as articulações tendões e nervos. apesar de ter as veias mais calibrosas e acessíveis.  Em geral recomenda-se a aplicação dos quimioterápicos. menos susceptível a lesões.Observar as queixas do paciente.  Evitar o uso de veias puncionadas há mais de 24 horas. portanto.Administrar inicialmente apenas o soro fisiológico.  A fossa ante cubital deve ser evitada ao máximo. e agulha comum. menos tortuosa. 4. 3 . tendões) que quando lesados.  Certifica-se do posicionamento correto do scalp ou Jelco antes de administrar o quimioterápico por meio das seguintes manobras. imobilidade) freqüentemente irreparável. queimação e aguilhadas são os sintomas de extravasamento. de difícil correção. Neste sentido. com distúrbios motores ou sensoriais e excessivamente puncionados. pois a veia esta mais estável e menos irritada no inicio do tratamento e.

 Sempre que possível. O uso do antídoto deve ser prescrito pelo medico assistente e autorizado por protocolo definido pela Instituição.  Evitar exercer pressão sobre o local do acidente.3.  Conectar uma seringa ao scalp para aspirar a medicação residual existente. 2. A técnica mais adequada consiste na menos irritante ao endotélio venoso.  Notificar o médico do paciente e registrar a ocorrência em prontuário ou outro impresso específico. local.2.  Instruir o paciente para relatar imediatamente qualquer anormalidade. deve ser feita em push (em bolus) (administram-se dois ml e esperam-se 15 segundos e assim sucessivamente).  Após aplicação do fármaco.  O retorno venoso deve ser checado pelo menos a cada 2 ml de fármaco administrado.000/mm podem receber a dose total prevista. concomitante a infusão do soro de manutenção. A neutropenia é caracterizada por valores de 117 . especialmente ao tratar-se de fármaco vesicante. conforme recomendado. formigamento. mas sempre. sinais e sintomas apresentados.  Aplicar o antídoto ou compressas frias e/ou quentes. sendo importante registrar data e hora. como dor. fármaco administrado e seqüência. 3.  Remover o scalp e elevar o membro acima do nível do coração. NEUTROPENIA Pacientes que recebem quimioterapia devem ser cuidadosamente monitorados para determinar a ocorrência e a duração da mielossupressão.  Manter a área puncionada sob observação constante durante o período de infusão do antineoplásico. prurido ou agulhada. MEDIDAS DE ENFERMAGEM IMEDIATAS EM EXTRAVASAMENTOS  Parar imediatamente a infusão e manter a agulha no local. quantidade extravasada. Paciente com contagem maior ou igual a 4.000/mm até menor ou igual a 2. a infusão dos quimioterápicos. especialmente dos vesicantes. queimação. tratamento realizado e assinatura do enfermeiro responsável. lavar a veia com pelo menos 20 ml de soro ou água destilada antes de retirar o scalp. tipo de agulha e calibre.

ar comprimido e vácuo. 01 banheiro para funcionários. banheiro com uso exclusivo dos funcionários. RECURSOS HUMANOS DO POSTO 2C Diurno:  03 funcionários no plantão impar. Conforme idade da criança é colocada em berços ou camas. respectivamente. fazendo 12x36hs  03 funcionários no plantão par. fazendo 12x36hs Noturno:  03 funcionários no plantão impar.  A clínica também possui uma sala com maca para procedimento (punção venosa). 01 expurgo. sendo composta por: 04 enfermarias com 05 leitos cada sendo o total de 20 leitos. cada leito com entrada canalizada de O2. fazendo 12x36hs  04 supervisoras de Enfermagem. podendo sofrer ajustes ou mesmo suspensão. possui também uma sala para preparo de medicação. o que dependerá do quadro clinico do paciente.500/mm. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. armário com chave para guardar medicamentos. Cada enfermaria é composta por 01 banheiro.neutrófilos inferiores a 1. 118 . uma para tratamento cirúrgico. A ocorrência de febre na vigência de neutropenia carcteriza uma emergência oncologica. ROTINA OPERACIONAL POSTO 2D – PEDIATRIA 1.00/mm e 500 /mm definem neutropenia moderada e severa. ESTRUTURA FÍSICA DO POSTO 2-D       A pediatria está localizada no 2º andar. a dose deve ser revista pelo medico antes de ser liberada. fazendo 12x36hs  03 funcionários no plantão par. com material de emergência. XXIX. 4. Das quatros enfermarias. Valores menores ou iguais a 1. Nesses casos. três são destinadas para tratamento clínico.

fazendo 12x36hs. 01 televisão com vídeo cassete. Noturno:  02 funcionários no plantão impar. fazendo 12x36hs. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs.  02 funcionários no plantão par.  Oferecer roupa limpa. fazendo 12x36hs. proceder ao curativo com álcool a 70% conforme recomendado.  04 supervisoras de Enfermagem. 01 bebedouro.  Oferecer e orientar quanto ao uso do sabonete neutro.  Realizar a troca de lençol do leito. e um armário para guarda dos brinquedos. nariz e ouvido.  Encaminhar para higienização corporal no chuveiro quando a criança tiver acima de 1 ano.  02 funcionários no plantão par.  No espaço comum do posto. existem mesas infantis com cadeiras para as crianças. soros e cobertores. RECURSOS HUMANOS DO POSTO 2D Diurno:  02 funcionários no plantão impar. 3. fazendo 12x36hs. HIGIENIZAÇÃO  Oferecer bacia estéril quando for RN até 06 meses.  Orientar a mãe quanto à higienização genitália.pia com bancada e um armário para guardar roupas. 2.  Observar a pele do bebê.  Observar coto umbilical.  Auxiliar a mãe conforme necessidade. 119 .

 Aos lactentes serão oferecidas mamadeiras conforme prescrição. 5. NEBULIZAÇÃO  Preparar a medicação conforme prescrição. 120 .  Auxiliar laboratório na coleta de sangue levando a criança e a mãe para a sala de procedimentos.  Identificar o material coletado com o nome do paciente e registro.  Incentivar aleitamento materno de acordo com a idade da criança.  Encaminhar o material junto com o pedido do exame para o laboratório. 4.  Auxiliar a mãe na alimentação conforme necessidade.  Oferecer a máscara e aerosol com a medicação para a mãe.  Observar a aceitação das dietas.  Incentivar a alimentação quando estiver inapetente.  Orientar o paciente e a mãe quanto ao procedimento e ajustar a máscara nas vias aéreas superiores. 6.  Oferecer recipientes para coleta de exames de fezes e urina. Solicitar que mãe ou acompanhante realize os banhos das crianças abaixo de 01 ano com observação da enfermagem. PREPARO PARA EXAMES  Orientar a mãe quanto á necessidade do jejum para exames. ALIMENTAÇÃO  A alimentação será fornecida pelo serviço de nutrição para criança e a mãe ou acompanhante.

POI .  Administrar medicação conforme prescrição.CIRURGIAS UROLÓGICAS  Observar curativos e proceder à troca conforme necessidade e prescrição médica.  Posicioná-la no leito conforme cirurgia. Ligar o ar comprimido.  Orientar a criança e a mãe quanto à importância da deambulação e repouso. CUIDADOS PARA PACIENTES CIRÚRGICO  Receber a criança e passá-la da maca para o leito. Seguir rotina conforme Manual do Curativo 7.  Encaminhar material para o CME para limpeza e desinfecção. 7. aspecto e odor.  Abrir venóclise e controlar o gotejamento. 121 . na bolsa coletora.1.  Realizar troca de curativos conforme necessidade e se houver prescrição.  Abrir sondas e drenos se houver.  Orientar a mãe quanto à importância do repouso e continuidade de jejum. Seguir rotina conforme Manual do Curativo  Observar cor e aspecto da diurese.  Observar drenagem de curativos.  Retirar o material da unidade.  Aguardar o tempo da nebulização. observando cor.  Manter o leito limpo e seco.  Observar nível de consciência da criança.  Anotar diurese conforme prescrição.

Realizar troca de curativo conforme prescrição. Observar local do curativo. passando-o da maca para leito em decúbito dorsal.O.    Manter o leito limpo e seco. Administrar medicação conforme prescrição.ABLAÇÃO  Receber o paciente.CIRURGIAS DA OTORRINO      Receber a criança posicioná-la no leito de acordo com a cirurgia. Seguir rotina conforme Manual do Curativo. Manter repouso no leito até 1º P.  Orientar a mãe quanto à necessidade da sonda vesical de demora. Apalpar artéria pediosa.    Orientar o paciente para não fletir o membro do procedimento. e observar cianose de extremidades. Aferir sinais vitais e anotar no prontuário. 7.O. POI. POI .CIRURGIAS ORTOPÉDICAS   Manter criança de repouso conforme prescrição.4.I. Aferir sinais vitais e anotar no prontuário. Realizar troca de curativo conforme prescrição. Manter talas de gesso em posição anatômica de acordo com prescrição médica.2. 122 . 7.  Administrar medicação conforme prescrição para dor. 7. P. Observar eliminações fisiológicas e anotar. náuseas e vômitos e registrar em prontuário.3.

Há um pequeno hall com cadeiras e uma TV 29 polegadas que foi doação de um paciente para entretenimento no final da tarde com horários estipulados de ligar e desligar a televisão. ROTINA OPERACIONAL POSTO 2E – CARDIOLOGIA 1. ablação e cirurgia cardíaca. estudo eletrofisiológico. angioplastia. mesinha com gavetas para guardar aparelhos de pressão arterial.      Manter a criança de repouso conforme prescrição. Manter o leito limpo e seco. Administrar com rigor anticoagulante conforme prescrição médica. material de emergência (monitor cardíaco. com um total de 09 enfermarias de 03 leitos e 04 enfermarias de 02 leitos. materiais para curativos. Realizar troca de curativo conforme prescrição. 08 leitos masculinos. impressos e a guarda de papeletas de alta hospitalar. enxovais e pijamas para os pacientes. é reservado para prescrição médica com balcão formicado e mesa de granito. CARACTERISTICA DA CLÍNICA No posto de enfermagem e realizado o preparo dos medicamentos e a guarda dos materiais como bandejas. Revisar o curativo compressivo. cateterismo cardíaco. estetoscópio.passo. de acomodações simples. XXX. látex. 08 leitos femininos e os restantes destinados aos pacientes clínicos. desfibrilador. etc. As roupas sujas 123 . Há também um pequeno expurgo para guardar materiais contaminados como comadres. No posto ao lado. possui 37 leitos. 2. ESTRUTURA FÍSICA O posto da cardiologia está situado no 2º piso. escaninho para papeletas. Os atendimentos realizados no setor são: clínicos. compadres. sendo denominado posto 2E. desfibrilador e um foco portátil). sendo que 16 leitos são destinados a pacientes cirúrgicos. implante de marca. Administrar medicação conforme prescrição. luvas.

 Observar com rigor sangramentos orais.  Cianose de extremidades. 4. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. aspecto e odor. fazendo 12x36hs  04 funcionários no plantão par. 124 . hematomas. fazendo 12x36hs  04 supervisoras de Enfermagem.  Estado geral do paciente: unhas. dispnéia.são acondicionadas em hampers que estão localizados entre as enfermarias. pele e cabelo. RECURSOS HUMANOS DO POSTO 2E Diurno:  04 funcionários no plantão impar. CUIDADOS COM PACIENTES CLÍNICOS QUANDO ADMITIDOS Após admissão observar conforme rotina:  Edema. quando o paciente recebe anticoagulantes orais ou parenterais. fazendo 12x36hs  04 funcionários no plantão par.  Orientar e mantê-lo em repouso no leito: membros inferiores elevados. fazendo 12x36hs Noturno:  04 funcionários no plantão impar. 3.  Administrar medicação prescrita com rigor.  Oferecer coletor de diurese para aferir e anotar diurese: observando cor.

 Observar funcionamento intestinal. conforme prescrição médica. para passar no paciente.  Providenciar emolientes / hidratantes para pele. dersani ou trigliceril.  Manter o paciente limpo e seco. debilitado.  Ouvir e tentar solucionar queixas.  Proceder à mudança de decúbito de 2/2 horas. para evitar úlceras por pressão.  Solicitar atendimento psicológico sempre que detectar necessidade.  Quando paciente acamado. Administrar oxigênio úmido sob cateter nasal ou máscara de macronebulação. edema MMII.  Proporcionar ambiente calmo e tranqüilo.  Realizar  massagem de conforto.  Aspirar secreções orais ou pela tranqueostomia com técnica asséptica conforme necessidade (ver rotina de prevenção de Pneumonia da CCCIH).  Liberar acompanhante familiar de acordo com o estado geral do paciente.  Proporcionar terapias no leito em estados graves de ICC com uso de drogas vaso ativa em bomba de infusão. principalmente em proeminências ósseas.  Observar nível de consciência. proceder à higienização no leito ou chuveiro de acordo com o estado geral do paciente. Hidratar a pele do paciente com óleo de girassol. nos casos de rachaduras. 125 .

atividades manuais. Colocar o paciente em posição de fawler mais oxigênio terapia conforme prescrição. Observar cianose de extremidades. Administrar medicação conforme prescrição do médico.  Proporcionar terapias.     Administrar medicação S. 4. Solicitar dieta livre para nutrição e observar aceitação. Observar com rigor temperatura da água quando encaminhado para higienização corporal. conforme estado geral do paciente.   Restringir número de visitas. CATETERISMO CARDÍACO 126 . Proporcionar sono/repouso/ambiente calmo e tranqüilo.  Orientar familiares quanto à necessidade de visitas regulares. Retirá-lo do quarto para o banho de sol e socializá-lo com outros pacientes. CUIDADOS COM O PACIENTE COM INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO:      Mantê-lo em repouso absoluto no leito. Verificar e anotar os sinais vitais de 1/1 hora.O S em caso de precordialgia. Autorizar acompanhante familiar conforme estado do paciente. 5. livros. TV.

 Revisar o curativo compressivo. Sua indicação é para mostrar obstruções das artérias que irrigam a musculatura do coração (coronárias). 4.  Retirar roupa íntima prótese dentária e guardar no armário de pertences. ANGIOPLASTIA Desobstrução de artérias coronária ou ponte de safena que estejam comprometidas por uma placa de gordura ou um coágulo. 5.  Orientá-lo quanto jejum. P.I DE CATETERISMO CARDÍACO  Preparar leito do paciente.1.  Apalpar artéria pediosa.  Receber o paciente. Preparo para Cateterismo Cardíaco  Encaminhar paciente para higienização corporal e oral. orientá-lo para não fletir o membro do procedimento.  Aferir a anotar sinais vitais. passando-o da maca para leito em decúbito dorsal.  Solicitar maqueiro para encaminhar paciente com os exames para hemodinâmica.Exame cardiológico evasivo feito para diagnosticar ou corrigir problemas cardiovasculares. É feito 127 .O. e observar cianose de extremidades. como a visualização de um estreitamento geralmente formado por uma placa de gordura na artéria coronária. oferecendo roupa do hospital. principalmente PA e pulso.

2.  Receber o paciente.X). principalmente PA e pulso.I DE ANGIOPLASTIA  Preparar leito do paciente. com a finalidade de detectar e avaliar uma arritmia cardíaca. restabelece circulação sanguínea local.O. P.  Retirar roupa íntima prótese dentária e guardar no armário de pertences.  Apalpar artéria pediosa. PREPARO PARA ANGIOPLASTIA  Encaminhar paciente para higienização corporal e oral.  Aferir a anotar sinais vitais. 5.  Orientá-lo quanto jejum. passando-o da maca para leito em decúbito dorsal. orientá-lo para não fletir o membro do procedimento. P.usando-se um balão que. ESTUDO ELETROFISIOLÓGICO É um exame realizado por meio de introdução de cateteres que chegam até o coração e são guiados por imagem radiológica (R.I DE ESTUDO ELETROFISIOLÓGICO 128 .  Administrar com rigor anticoagulante conforme prescrição médica. e observar cianose de extremidades.  Revisar o curativo compressivo. posicionado e inflado no ponto que está obstruído.1. 5. 6. oferecer roupas (pijamas) do hospital.  Solicitar maqueiro para encaminhar paciente com os exames para hemodinâmica.1. 6.O.

ORIENTAÇOES PARA ALTA  Manter repouso em casa por 24h. não dobra o membro do procedimento.  Verificar e anotar sinais-vitais.  Medicação conforme prescrição médica.1º P.  Manter ambiente calmo tranqüilo para repouso no leito.  Encaminhar paciente para higienização corporal e oral. 6.3.  Administrar medicação conforme prescrição médica. ABLAÇÃO Tratamento utilizado para acabar com as arritmias cardíacas.O DE ESTUDO ELETROFISIOLÓGICO  Verificar Sinais Vitais.  Fazer troca de curativo. Receber paciente cordialmente chamando-o pelo nome. 7.  Observar queixas e solicitar avaliação médica.  Fazer troca de curativo compressivo conforme prescrição médica. jugular e femoral. que usa a energia de radiofreqüência aplicada diretamente nos focos das 129 .  Passar da maca para leito. 6.2.  Observar local da punção.  Orientar paciente quanto repouso no leito. mantendo curativo oclusivo.  Retorno ambulatorial conforme orientação médica.  Oferecer dieta conforme prescrição.

 Encaminhar paciente par higienização corporal e oral.  Retorno ambulatorial conforme orientação médica. livrando inclusive o paciente do uso de medicamentos. 130 . não dobrou o membro do procedimento.  Observar local da punção. 7. mantendo curativo oclusivo.O.I DE ABLAÇÃO  Receber paciente cordialmente chamando-o pelo nome. 7. jugular e femoral.  Manter ambiente calmo tranqüilo para repouso no leito. 7.2. ORIENTAÇÕES PARA ALTA  Manter repouso em casa por 24h.  Passar da marca para leito.  Fazer troca de curativo compressivo conforme prescrição médica.  Verificar e anotar sinais-vitais.O DE ABLAÇÃO  Verificar Sinais Vitais.3.1.  Oferecer dieta conforme prescrição.  Observar queixas e medicações.1º P.  Orientar paciente quanto repouso no leito.arritmias.  Fazer troca de curativo. com índice de cura hoje em torno de 95 a 98%.  Medicação conforme prescrição médica. P.

 Orientá-lo quanto ao repouso no leito. 131 . MARCA-PASSO Aparelho implantável no paciente com peso de mais ou menos 14 gramas no tecido subcutâneo. PRÉ OPERATÓRIO DE IMPLANTE DE MARCA-PASSO  Aferir pulso e encaminhá-lo para higienização corporal com auxílio. 8.  Oferecer camisola ou pijama limpo.  Solicitar acompanhamento familiar de acordo com o estado do paciente.8.  Observar sangramento no local.O. 8.  Orientá-lo para não dobrar o membro superior do lado da ferida operatória. fios muito finos que transportam estímulo elétrico até o coração. com a finalidade de estimular o coração através de eletrodos. quando este não funciona de forma adequada. principalmente P.I DE MARCA-PASSO  Preparar o leito do paciente.  Retirar prótese e roupa íntima. P.1.  Receber o paciente.A e Pulso.  Aferir e anotar sinais vitais. passando-o da maca para o leito em decúbito dorsal.  Solicitar maqueiro para encaminhar pacientes mais exames para centro cirúrgico de maca ou cadeira de rodas.2. fazendo o trabalho do marca-passo natural.

 Cuidados com a ferida operatória.  Não passar em porta giratória de banco.3.9% o Secar o Ocluir o Manter aberto após 24h 8.O DE MARCA-PASSO  Encaminhar o paciente para higienização corporal e oral com auxilio  Oferecer o desjejum e observar aceitação.  Orientar quanto à importância da data e hora do retorno ambulatório. ORIENTAÇÕES PARA ALTA DE MARCA PASSO  Não usar colchão magnético.  Orientar o paciente e a família quanto à importância de administrar a medicação correta.  Uso restrito do celular.4.1º P.  Realizar a troca de curativo na ferida operatória. 0.8. DESFIBRILADOR IMPLANTÁVEL 132 .F. 9.  Orientar a família e o paciente caso observe hiperemia e ou drenagem pela ferida operatória retornar. observando: o Hiperemia o Exsudado local o Alergia do esparadrapo o Edema Curativo o Lavar com S.

 Orientá-lo quanto ao repouso no leito.A e Pulso.  Solicitar maqueiro para encaminhar paciente e os exames para centro cirúrgico de maca ou cadeira de rodas.O. salvando a vida do paciente.1.  Receber o paciente.  Orientá-lo para não dobrar o membro superior do lado da ferida operatória. e também reverter uma arritmia.Aparelho implantável com peso de mais ou menos 14 gramas é implantado na altura do tórax. provocando uma descarga elétrica.  Oferecer camisola ou pijama limpo.2. que tem como função estimular o coração a bater de forma sincronizada. PRÉ OPERATÓRIO DE IMPLANTE DE DESFIBRILADOR IMPLANTÁVEL  Aferir pulso e encaminhá-lo para higienização corporal com auxílio. 133 . P.  Aferir e anotar sinais vitais.  Solicitar acompanhamento familiar de acordo com o estado do paciente.I DE DESFIBRILADOR IMPLANTÁVEL  Preparar o leito do paciente. passando-o da maca para o leito em decúbito dorsal.  Observar sangramento no local. 9. 9. principalmente P.  Retirar prótese e roupa íntima.

 Realizar a troca de curativo na ferida operatória. ORIENTAÇÕES PARA ALTA DE DESFIBRILADOR IMPLANTÁVEL  Não usar colchão magnético.4.9% o Secar o Ocluir o Manter ocluido nas primeiras 24h 9.3.  Orientar quanto à importância da data e hora do retorno ambulatório. 134 . 9.OBS: Caso haja descargas continuas do gerador (choque) comunicar com o cardiologista e colocar imã no local do aparelho. observando: o Hiperemia o Exsudato local o Alergia do esparadrapo o Edema Curativo o Lavar com S.  Não passar em porta giratória de banco.1º P.  Orientar o paciente e a família quanto à importância de administrar a medicação correta.O DE DESFIBRILADOR IMPLANTÁVEL  Encaminhar o paciente para higienização corporal e oral com auxilio.  Oferecer o desjejum e observar aceitação.F. 0.

 Rever exames já realizados como: o Hemograma Completo o E. CUIDADOS PARA CIRURGIAS  Orientar o paciente sobre a hora e data ao da cirurgia. Neste período que são realizados todos os exames pré-operatórios. 10.  Uso restrito do celular.  Cabelos e couro cabeludo. PRÉ-OPERATÓRIA MEDIATO É o período em que o paciente aguarda procedimento cirúrgico.1. vai desde o momento da internação até 24 horas antes da cirurgia.  Orientar a família e o paciente caso observe hiperemia e ou drenagem pela ferida operatória retornar.C. 10.  Observar:  Presença de feridas na pele  Estado de conservação dos dentes e mucosa oral.  Ouvir a tentar solucionar dúvidas e queixas do paciente. Cuidados com a ferida operatória. 135 .G o Bioquímica o Eletrocardiograma o Ecodopler o Cateterismo Cardíaco o Raios-X de Tórax  Orientar paciente quanto a dieta.

 Orientar paciente sobre dieta zero de acordo com horário da cirurgia.  Aferir e anotar medidas antropométricas.  Administrar medicação conforme prescrição médica: . PRÉ-OPERATÓRIO IMEDIATO É o período em que o paciente aguarda procedimento cirúrgico.  Retirar próteses / roupas íntimas/ adornos do paciente. oferecendo camisola e pijama limpos. 12.Ansiolítico leve.  Solicitar maqueiros e encaminhar e encaminhar o paciente com os exames para o centro cirúrgico. PÓS-OPERATÓRIO DE PACIENTES ENCAMINHADOS DA UTI  Preparar o leito do paciente  Receber paciente passando-o da maca para o leito em decúbito dorsal  Observar o nível de consciência e colocá-lo em posição de Fowler  Colocar roupa do hospital.  Aferir e anotar sinais vitais. rotular e guardar.  Conferir com o paciente todos o pertences. camisola/pijama limpos.Antibioticoterapia profilática na indução anestésica .  Informar o horário correto do procedimento cirúrgico. vai desde o momento da internação até 24h antes da cirurgia.11. 136 .  Encaminhar paciente para higienização corporal com clorexidina e oral.

ORIENTAÇÕES GERAIS PARA O PACIENTE  Observar e comunicar caso tenha drenagem de líquidos pelo orifício dreno.V. abrir o dreno. náuseas e vômitos.  Orientar quanto à prevenção de dor. CURATIVOS CIRÚRGICOS (Conforme manual de Curativos)  Lavar as mãos. incluído prótese dentaria.  Levar o material até a unidade do paciente. 13. abrir a sonda.  Orientar o paciente quanto a importância da deambulação e repouso.  Ouvir e tentar solucionar queixas. 14.  Entregar todos os pertences. aspecto e volume  Observar a presença de S.  Orientar quanto à importância da aceitação das dietas oferecida.  Solicitar acompanhamento familiar. Observar o paciente quanto: o Cianose de extremidades o Dispnéia o Náuseas/ Vômitos o Aspecto da ferida operatória  Observar a presença de drenos fechados.D. observando cor.  Orientar quanto à importância da higienização oral e corporal.  Orientar quanto à importância da deambulação.  Aferir e anotar sinais vitais. 137 .

 Retirar pontos de acordo com a cicatrização (10 dias após cirurgia).C.1.  Orientar paciente quanto ao retorno e medicação. ORIENTAÇÕES PARA ALTA 15.  Usar máscara. F.  Observar aspecto do curativo se há presença de hiperemia.  Qualquer intercorrência solicitar avaliação do plantonista. Ecodopler e demais exames). Solicitar os acompanhamentos para se retirarem do quarto. drenagem e edema local. conforme a técnica asséptica.  Encaminhar o paciente para deambulação assistida. PACIENTE CIRÚRGICO  Observar ferida operatória.  Abrir pacote de curativo.  Retirar curativo sujo conforme a técnica asséptica. caso intercorrências procurar sempre orientação do médico assistente.  Recolher material de curativo. 0.  Proceder ao curativo (Conforme manual de Curativos).  Orientar paciente.G.  Orientar pacientes quanto aos exames externos para controle: ( Raio-X. se não tiver presença de secreção deixar aberto após primeiras 24h. E. 15.  Limpar o leito da ferida com S. Bioquímica.9% secar com gaze estéril.  Ocluir ferida operatória se houver drenagem . 138 .  Calçar luvas.

 Quando solicitar paciente de alta na recepção. a enfermagem encaminha o paciente de cadeira de rodas até a portaria e entregao para os familiares. XXXI. cama. PACIENTES CLÍNICOS  Comunicar ao paciente sobre sua alta. com Hipócrates. A Clínica Médica.2. compreendendo a história da doença que leva o doente a procurar o médico. Retornar com urgência ao hospital para avaliação e conduta. 15.  Orientá-lo sobre o retorno. e o exame físico do paciente em 139 . há 2. Médico se dizia Iatrós.500 anos. na Grécia. nasceu na Ilha de Kós. que significa leito. tal como a conceituamos hoje. já agendado.  Família assina alta do paciente.  A internação lança alta no sistema.  Aguardar chegada dos familiares na recepção de internação.  Comunicar familiares por telefone sobre a alta do paciente. então Klinikós era o médico que atendia os doentes acamados.  Solicitar orientação de nutricionista. ROTINA OPERACIONAL POSTO 3A – CLÍNICA MÉDICA A palavra Clínica vem do grego klíne.  Orientá-lo sobre medicação.  Auxiliar o paciente a se vestir se houver necessidade. Com ele nasceu a observação clínica. Foi ele o introdutor da anamnese como etapa inicial do exame médico.Orientar o paciente que se houver deiscência da ferida operatória após alta.

entre outros. nas diferentes cardiologia. possui ainda um balcão utilizado para realização de relatórios. bombas de infusão. a qual possui um leito equipado com monitor cardíaco. que vêm somar qualidade e interdisciplinaridade ao cuidado dos pacientes. soluções. contendo um balcão com pia destinado principalmente para o preparo de medicações. dermatologia e gastroenterologia. A Unidade de Clínica Médica é destinada ao tratamento de patologias eminentemente clínicas nefrologia. armários para guarda de materiais como enxovais. respirador carrinho de emergência com materiais e mecânico (BIRD MARK 7). suporte para guarda de prontuários. Box enumerados de acordo com os leitos para guarda de kits de medicações. materiais estéreis. psicologia e fisioterapia entre outras. enfermagem. pesquisa oferecem um cuidar diferenciado. especialidades: reumatologia. totalizando 21 leitos clínicos. em busca de dados para a elaboração do diagnóstico e do prognóstico (REZENDE. A Clínica Médica da Santa Casa de Misericórdia de Goiânia está situada no 3º andar. identificada como posto 3 A. pneumologia. nutrição. tendo ainda um isolamento com 2 leitos e uma enfermaria para atendimento ao paciente grave. evoluções e prescrição médica. 2002). ensino. discentes. exames e impressos. e 1 enfermaria feminina também com 6 leitos. fonoaudiologia. oxímetro de pulso. Na Clínica o cuidado dos pacientes envolve docentes. moléstias infecciosas e parasitárias entre outras. Possui 2 enfermarias masculinas com 6 leitos cada. e profissionais das áreas de medicina. endocrinologia. O posto de enfermagem da clínica segue a padronização da instituição.seus menores detalhes. 140 . medicamentos. que dentro da proposta de interação entre assistência.

além da equipe médica composta por Stafs e residentes. bem como de seus envoltórios (que são as meninges). 141 . dentre outros profissionais que dão apoio ao atendimento aos pacientes. diurno par e diurno Impar) e 03 técnicos de enfermagem por plantão. órgão ou sistema). bioquímico (alteração de uma proteína ou enzima responsável pelas reações químicas que mantêm as funções dos tecidos. ROTINAS OPERACIONAIS DO POSTO 3 B . as quais devem ser interpretadas (REED. Os leitos oferecidos pelo setor estão disponibilizados em enfermarias masculinas e femininas. visando atender pacientes clínicos referenciados pelas unidades básicas e unidades de urgências após a liberação da Autorização de Internação Hospitalar (AIH) pela central de vagas municipal (controle e avaliação). existe uma alteração neuroanatômica ou neurofisiológica que produz manifestações clínicas. XXXII. noturno impar. 2008). órgãos ou sistemas) ou tecidual (alteração da natureza histológica ou morfológica própria de cada tecido.NEUROLOGIA A Neurologia é a especialidade da Medicina que estuda as doenças estruturais do Sistema Nervoso Central (composto pelo encéfalo e pela medula espinhal) e do Sistema Nervoso Periférico (composto pelos nervos e músculos).A estrutura organizacional da clínica no que se refere a recursos humanos. Doença estrutural significa que há uma lesão identificável em nível genético-molecular (mutação do material genético DNA). conta com: 04 enfermeiras supervisoras 12x36h uma em cada turno (noturno par. Em outras palavras. As internações são exclusivamente custeadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

fisioterapia. servindo de repouso para enfermagem. noturno impar. evoluções e prescrição médica. 142 . fonoaudiologia. contendo um balcão com pia destinado principalmente para o preparo de medicações. CARACTERÍSTICAS DA CLÍNICA DA NEUROLOGIA A clínica de neurologia é destinada ao tratamento clínico de pacientes com patologias da especialidade.1. possui ainda um balcão utilizado para realização de relatórios. O atendimento aos pacientes da clínica de neurologia acontece de forma multidisciplinar. enfermagem. exames e impressos. noturno impar. nutrição. soluções. diurno par e diurno Impar) com 06 leitos cada. armários para guarda de materiais como enxovais. bem como assistência prestada por equipes de apoio como psicologia. contando ainda com 04 enfermeiras supervisoras 12x36h uma em cada turno (noturno par. materiais estéreis. além de acadêmicos dos cursos de medicina. diurno par e diurno Impar) e 02 técnicos de enfermagem por turno. sendo uma enfermaria masculina e outra feminina. A mesma conta com 04 enfermeiras supervisoras 12x36h uma em cada turno (noturno par. bem como um isolamento com 2 leitos e uma enfermaria com 6 leitos desativada no momento. Box enumerados de acordo com os leitos para guarda de kits de medicações. entre outros. TIPOS DE LEITO Leitos masculinos e femininos para pacientes em tratamento de distúrbios neurológicos eminentemente clínicos. O posto de enfermagem da clínica segue a padronização da instituição. ocorrendo assistência por meio de médicos stafs e residentes. 2. fisioterapia entre outros. suporte para guarda de prontuários.

 Solicitar atendimento psicológico sempre que detectar necessidade.  Em casos de disfagia. Cuidados gerais com pacientes neurológicos clínicos  Avaliar o quadro geral do paciente. CARACTERÍSTICAS DA INTERNAÇÃO São admitidos pacientes referenciados pelas unidades básicas de saúde e unidades de urgências após a liberação da Autorização de Internação Hospitalar (AIH) pela central de vagas municipal (controle e avaliação).  Promover hidratação corporal do paciente.  Promover à mudança de decúbito de 2/2 horas e providenciar colchão caixa de ovo para evitar úlceras por pressão. As internações são exclusivas do Sistema Único de Saúde (SUS). 143 .  Realizar massagem de conforto.  Administrar medicação prescrita com rigor. 4. principalmente em proeminências ósseas.  Em casos de hemiparesia evitar punções venosas no lado afetado. solicitar avaliação da fonoaudiologia.  Supervisionar a aceitação da alimentação.  Proporcionar ambiente calmo e tranqüilo.  Observar nível de consciência.3.  Realizar cuidados com nutrição enteral. assim como a capacidade de deglutição.  Avaliar liberar acompanhante familiar de acordo com o estado geral do paciente.

Leito Cirúrgico/Proctologia.  Manter o paciente limpo e seco. distribuídas em 20 leitos. Enf.  Realizar a higiene oral. proceder à higienização no leito ou banho de aspersão de acordo com o estado geral do paciente. C01: 3041 .  Realizar cuidados na incontinência vesical (bexiga neurogênica) (Ver Rotina prevenção de infecção de vias urinárias).UROLOGIA O posto da Urologia da Santa Casa de Misericórdia localiza-se no 3º andar. Ala A e compreende Enfermarias do SUS. 02 Proctologia e 02 Vasculares. C05: 3055 a 3060 – 06 Leitos Cirúrgicos/02 Urologia. C02: 3042 – Leito Cirúrgico/Vascular. debilitados. C03: 3043 a 3048 – 06 Leitos Cirúrgicos/Urologia.  Ouvir e tentar solucionar queixas. Enf. ROTINAS OPERACIONAIS DO POSTO 3 C . XXXIII.  Quando pacientes acamado. C04: 3049 a 3054 – 06 Leitos Cirúrgicos/Urologia. CUIDADOS NO PRÉ-OPERATÓRIO 144 . 2. Enf. Enf. Aspirar secreções orais ou pela traqueostomia com técnica asséptica conforme necessidade (Rotina Prevenção de Pneumonia).  Estimular o paciente quanto à auto-ajuda para executar as atividades de vida diárias (AVD´s)  Observar funcionamento intestinal. sendo: Enf.

ferida operatória. verificar sinais vitais e relatar no prontuário.  Observar sondas.  Respeitar o paciente.  Verificar sinais vitais e relatar no prontuário. orientando quanto à retirada de próteses e/ou adornos e também quanto ao esvaziamento vesical. caso sangue presente. relatando no prontuário o horário e quadro clínico do paciente. 145 . CUIDADOS NO PÓS-OPERATÓRIO  Receber o paciente tendo cuidado com drenos. suas limitações e seu estado físico e mental.  Encaminhar paciente ao Centro Cirúrgico.  Encaminhar paciente ao banho de aspersão ou realizar banho no leito se necessário.  Caso haja obstruções de sondas.  Preparar o paciente para procedimento cirúrgico.  Orientar ingesta hídrica de acordo com prescrição. queixas do paciente.  Estar ciente do diagnóstico do paciente. Rotular o leito com placa de jejum e orientar o paciente.  Posicionar paciente de acordo com prescrição médica. drenos comunicar urgente à supervisão de enfermagem. bem como exames e procedimentos e se necessário avisar à supervisão de enfermagem. 3.  Observar irrigação. aspecto da diurese.

fazendo 12x36hs  03 funcionários no plantão par. fazendo 12x36hs Noturno:  03 funcionários no plantão impar. Possui 03 enfermarias do SUS com 06 leitos (3061 a 3079) com banheiro e lavatório para profissionais. 146 . A enfermeira supervisora é responsável pelo posto 3D – clínica cirúrgica e também pelo posto 2C – unidade de Hematologia/Oncologia. sala de procedimento com lavatório com porta sabão e porta papel e 01 isolamento. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. RECURSOS HUMANOS Diurno:  03 funcionários no plantão impar. fazendo 12x36hs  04 supervisoras de Enfermagem. INTRODUÇÃO O posto da Clínica Cirúrgica da Santa Cada de Misericórdia está localizado no 3º piso da Ala Júlia Miranda. 2. Comunicar à supervisão de enfermagem caso haja procedimentos a serem realizados por enfermeiros. ROTINAS OPERACIONAIS DO POSTO 3 D – CLÍNICA CIRÚRGICA 1. fazendo 12x36hs  03 funcionários no plantão par. 01 posto de enfermagem. XXXIV.

ROTINAS OPERACIONAIS DO PLANTÃO NOTURNO O trabalho é realizado no período das 19 as 07hs. Depois disto. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. XXXVI. 2. Unidade de Terapia Intensiva. clínicos e cirúrgicos. 1. intermediário e auto-cuidado. semi-crítico. a 147 . O enfermeiro exerce assistência de enfermagem dentro de princípios. 01 Posto para Prescrição Médica. 02 em cada plantão fazendo 12x36hs.  04 técnicos de Enfermagem no período noturno.  04 supervisoras de Enfermagem. ESTRUTURA FÍSICA DO POSTO 3F       01 Posto de Enfermagem. Centro Cirúrgico. éticos e de humanização a pacientes adultos e pediátricos. 01 Banheiro para os funcionários. ROTINAS OPERACIONAIS DO POSTO 3 F – APARTAMENTOS DE CONVÊNIOS E PARTICULARES O Posto 3F ou Apartamentos de Convênios e Particulares está localizado no 3º andar do Hospital Santa Casa de Misericórdia de Goiânia e atende a todas as especialidades clínicas e cirúrgicas em sistema de convênios e particular. esta unidade possui 10 apartamentos de luxo com 02 leitos e 04 apartamentos de luxo com 01 leito e 01 sofá cama. em estado crítico. sendo que a maior parte das atividades assistenciais é realizada até as 24hs. 01 DML. 02 em cada plantão fazendo 12x36hs. RECURSOS HUMANOS POSTO 3F Equipe composta de:  04 técnicos de Enfermagem no período diurno. encaminhados do Pronto Atendimento. 01 Copa. 01 Expurgo.XXXV. O plantão noturno tem uma rotina própria. científicos.

BIBLIOGRAFIA BRASIL. Revinter. são realizadas as avaliações e registros dos pacientes para o término do plantão às 07 horas. “ Assistência Hospitalar a RecémNascidos: recomendações para padronização” In: DINIZ.1993. A ordem do local reflete o nosso compromisso com o bem estar de todos. 1-8. SEGRE. SEGRE. MINISTERIO DA SAUDE. CAM “ Alojamento Conjunto” In: DINIZ. sendo que todos os encaminhamentos são realizados pela equipe de enfermagem da unidade. Em situações de urgências/emergências o médico plantonista é acionado e aguardado para tomar as condutas médicas necessárias. 2003. p. deve-se identificar em qual plantão ocorreu o fato e qual o enfermeiro responsável para que se possa esclarecer e solucionar as dúvidas. seção I. CASANOVA. Brasil: Ministério da Saúde Secretária de Gestão de Investimentos em Saúde.   XXXVII. 148 . p.016. Brasília. Edital: Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da área de enfermagem. 04 e 06 horas. São coletadas amostras de sangue dos pacientes que estiverem hemodinamicamente instáveis. SANTORO JR. Quando houver algum problema. 13066. Não há serviço de apoio disponível. Em quanto isso a equipe de enfermagem presta assistência básica de urgência. em caráter de urgência. EMA. Estado do Mato Grosso. “Portaria MS/GM n° 1.M. Em torno das 05 horas. “Manual de Neonatologia “São Paulo. São administradas medicações de rotina as 02. EMA. 26 de agosto de 1993. dentro dos limites éticos-legais.equipe de enfermagem fica a disposição para atender as solicitações dos pacientes e as intercorrências com os mesmos. ou se julgar necessário para que se passe o caso para o supervisor tomar as devidas providências. Revinter. LD. 17-19. Normas básicas para Alojamento Conjunto. CAM. “ Manual de Neonatologia” São Paulo.1993. DOU N° 167 de 1/09/93.

São Paulo: Ed. Ana Letícia Carnevalli. São Paulo: Iátria. 1998. Jotacê. FONTES. diagnóstico e tratamento.. necessitam de informação especializada.M. Editora Rosa.com MOTA.F. . p. Rev. S... Rotinas do Serviço de Higienização e Limpeza e do setor de internação do Transplante Renal da SCMG.usp. Profissionais da saúde.Barros. L. Disponível em: http://www. KURGANT. E. Acesso em: 18 de junho de 2008 NEVES. Gonçalves.unifesp. PRESOTO.C. P.P. Paulina. 149 . Enfermagem Médica Cirúrgica.. Bare. rotinas e técnicas de enfermagem. Bases Doutrinárias da Burocracia na Saúde. 1. R. F. ed. Administração em Enfermagem.htm. Neurociências. REED. Nefrologia: Rotinas. Normas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. U. Edição. Porto Alegre: Artes Médicas. que assistem pacientes com Acidente Vascular Cerebral.P. S.br/pdf/neurologia. 1999. H. M. Thomé. et al. Internet: wttp://www. E.1028-29. FLÁVIA Hering e Srougi: Urologia. FUJIMA.fm.pdf . Trat. Acesso em: 16 de junho de 2008 CAMPUS. BG. Q.pdf4free.V. CCIH.br/dneuro/neurociencias/vol12_4/avc.8.U. Manfro. Brunner e Suddarth. 2004. J. Disponível em: =http://www. Neurologia: noções básicas sobre a especialidade. C. 1994. L. 2003. Ed. Santa Casa de Misericórdia de Goiânia realizou correção e sugestões da rotina. Smeltzer. Diagnóstico e Tratamento.