SÍNDROMES HEMORRÁGICAS NO CICLO GRAVÍDICO-PUERPERAL

CONSIDERAÇÕES INICIAIS
 Durante o ciclo-gravídico-puerperal podem ocorrer hemorragias cujas causas são variadas;

 Podem estar presentes em qualquer altura da gestação, parto e pós-parto;
 São mais comuns no 1° trimestres e no 3° trimestre, corresponde ao período em que ocorre as principais complicações.

• Considerada como a 2° maior causa de mortalidade materna no Brasil; • Embora sua origem pode ser variada, deve-se diagnosticar a causa o mais rápido possível; • Causar riscos à gravidez e constituir um perigo à mãe e ao feto; • Incidência de 10 a 15% em todas as gestações;

SÍNDROMES HEMORRÁGICAS
Primeira metade Segunda metade

• Abortamento • Gestação ectópica • Doença Trofoblástica Gestacional

• Placenta prévia • Descolamento Prematuro de Placenta

SÍNDROMES HEMORRÁGICAS NA PRIMEIRA METADE DA GESTAÇÃO
• Complicações mais comuns;
• Cerca de 20% das gestações são abortadas antes de completarem 12 semanas; • 80% dessas hemorragias ocorrem no 1° trimestre;

• Essas hemorragias podem ser diagnosticadas como abortamento, gravidez ectópica ou mola hidatiforme;

• Se sangramentos intensos necessita de intervenção imediata.Câncer de colo uterino • Considerada urgência como uma situação de • Avaliar conforme a causa e volume.Sangramento cervical (presença de pólipos. . . . • Se for pequenas hemorragias necessitam de observação.• Outras causas de hemorragia pode em devido às doenças ginecológicas como: .Trauma.

pulso rápido e filiforme e hipotermia). diurese. volume da perda sanguínea. sudorese.  Observar sinais de palidez.  Garantir acesso calibroso. venoso periférico .CUIDADOS DE ENFERMAGEM EM QUALQUER HEMORRAGIA NA GRAVIDEZ  Verificação dos SSVV (hipotensão. alteração no nível de consciência.

amostras de  Preparar a paciente para cirurgia.  Controle dos batimento cardíacos fetais frequentemente .CUIDADOS DE ENFERMAGEM EM QUALQUER HEMORRAGIA NA GRAVIDEZ  Coletar e encaminhar sangue e hemograma.

ABORTAMENTO .

 Precoce .  Peso igual ou inferior a 500g.antes da 12 semana.  Tardio – entre 13 e 20-22 semana de gestação.  Comprimento igual ou inferior a 28 cm.  Idade gestacional igual ou inferior a 20 semanas. .CONCEITO Interrupção da gravidez antes do período de viabilidade fetal.

EPIDEMIOLOGIA • É a complicação mais comum da gravidez. . • 80% dos abortamentos ocorrem na primeiro trimestre da gestação. • Incidência total de aproximadamente 15% entre gravidezes clinicamente reconhecidas.

000 procedimentos. • Assistência por treinamento médico. indivíduos sem • Em operações com assistência médica a incidência é de 1.9% ( antes dos 3 meses) e de 12.000 procedimentos.• Nos países em que o aborto não é legalizado por lei. . a incidência de morte materna é de 100 em cada 100.5% (após o 3 meses) por 100.

000. • No Brasil.• Nos países onde o aborto é legalizado.  Gravidez resulta de violência sexual . a taxa de mortalidade entre as mulheres é de 9 em cada 100. a interrupção só é permitida em duas circunstâncias:  Em caso de risco de vida da gestante.

• Mais baixa em mulheres com história de filhos vivos e a termo. • A prevalência de abortamento espontâneo aumenta com a idade com a idade materna. • É mais elevada entre mulher com história prévia de perdas fetais. .• Taxas totais de abortamentos no mundo gira em torno de 36 a 53 milhões/ano.

. • Gestantes com idade > 40 anos tem o risco 4 vezes maior de evoluírem para abortamento. comparada às gestantes com 20 anos. apresentam um percentual de 12% para abortamento espontâneo.FAIXA ETÁRIA: • Mulheres em torno dos 20 anos. • Percentual de 50% para mulheres com idade em torno dos 45 anos.

respectivamente taxas de 20% e 30% de recorrência. • Uma das principais questões de saúde pública pela sua alta incidência. inclusive na adolescência.• Mulheres com bom resultado anterior (4%) e primigestas (6%). perinatal • Mulheres com história de 2 ou 3 abortamentos anteriores apresentam. • A incidência diminui à medida que avança a idade gestacional. .

indicação de estudo genético do material embrionário. .ETIOLOGIA 1.Na ocorrência de 3 vezes ou mais abortos consecutivos. . Malformação do ovo ou zigoto: . .Causa mais comum de aborto espontâneo. sobrevindo sua morte e consequentemente sua expulsão.70% dos abortos do 1° trimestre são decorrentes de alterações no desenvolvimento embrionário.

Abortamentos sem anormalidades cromossômicas ocorre de 30 a 50% das perdas do 1° trimestres. Fatores ovulares e embrionários são as principais causas de aborto precoce. do concepto • • Mais comuns são as trissomias (30%). triploidias (15%). • . entre outras. monossomia do cromossomo X (40%).• • Falha de desenvolvimento caracteriza o ovo cego. Anormalidades cromossômicas respondem por 50% dos casos.

levando ao abortamento.Essas circunstâncias são responsáveis por reações imunológicas que ocasionam a morte do embrião. .O embrião implantado deve ser considerado em corpo estranho por possuir antígenos próprios. mas tem ligação direta com a produção aumenta de linfócitos natural killer (NK). . . não está claro. Fatores imunológicos: .2. dentre os quais os derivados do genoma paterno.O mecanismo mediante o qual isso ocorre.

.Umas das causas mais prováveis. Fatores Hormonais: .Afeta diretamente a função do corpo lúteo.O corpo lúteo é essencial para a produção de progesterona até a 12° semana. tornando deficiente ou incompletamente desenvolvido.3. . . ocasião em que a placenta assume esta função. mas incomum de abortamento precoce é a produção insuficiente de progesterona.

herpes genital. . essas causas são: . toxoplasmose.Infecções maternas: rubéola. sífilis. malformações uterinas. .4.Alterações do ambiente uterino: Leiomiomas gigantes e/ou múltiplos. endometrites. malária. entre outras. Fatores maternos: Nesse grupo causais estão os abortos resultantes de perda gestacional de embrião.

.Insuficiência istmocervical: caracteriza-se por dilatação e apagamento cervical indolores..Alterações hormonais: Hipo/hipertireoidismo. pode ocorrer após trauma cervical.Patologias maternas descompensadas: Diabetes. insuficiência do corpo lúteo (progesterona). geralmente ocorre no 2° trimestre. tem caráter recorrente. Lúpus eritematoso sistêmico. . .

mas a exposição pélvica geralmente utiliza doses muito inferiores.Radiação ionizante: em altas doses (>10 rads). tem efeito abortivo. . .Traumas físicos: podem desencadear risco para o abortamento.5. O consumo de 10 cigarros/dia eleva o risco de abortamento em 1. mas deve ser proscrito durante a gravidez em razão dos inúmeros comprovados com a abstinência.2 vez. . .Tabagismo: apresenta característica de dose-resposta. Hábitos de vida e Fatores ambientais: .Álcool: tem um papel indiscutível.

DIAGNÓSTICO . .Atraso menstrual.Realizado clinicamente e através de ultrasonografia. . DADOS CLÍNICOS: . .Perda sanguínea uterina.Presença de cólicas no hipogástrico.

com sonar Doppler a partir da 13ª semana.Realização da ausculta dos BCF. . . constatando-se a origem intrauterina do sangramento.Exame ultra-sonográfico dianóstico definitivo para avaliação da vitalidade do concepto..Importante a realização do exame genital.Exame especular permite a visualização do colo uterino.Pelo toque é possível a avaliação da permeabilidade do colo. presença de restos ovulares e da idade gestacional. . . .

Precoce: até a 12ª semana de gestação .Espontâneo: ocorre naturalmente. influência de agentes externos.Tardio: acima da 12ª semana de gestação 2. Quanto à idade gestacional .CLASSIFICAÇÃO 1. sem .Provocado: decorre da utilização de meios artificiais (uso de medicamentos ou métodos mecânicos) . Quanto ao fator causal .

 Abortamento incompleto.  Abortamento séptico  Abortamento retido .FORMAS CLÍNICAS  Ameaça de abortamento.  Abortamento inevitável.  Abortamento completo.

AMEAÇA DE ABORTAMENTO . .Tratamento de acordo com o diagnóstico rápido. insuficiente ocasionar o óbito do embrião. presença do embrião e sua vitalidade.Presença de cólicas. .1.O exame ginecológico mostra colo fechado. para . habitualmente estão ausentes ou são muito leves. . com útero apresentando tamanho compatível com a idade gestacional.Sangramento discreto.

o que poderia levar à morte do embrião..Evolução satisfatória.Indicação para repouso relativo. embora possibilidade desenvolver riscos para CIUR. para afastar a possibilidade de sangramento por flutuação do corpo lúteo. . oligodrâmnio e parto prematuro. abstinência sexual e acompanhamento ambulatorial. . . .Em alguns casos indicação do uso de progesterona natural.Avaliar causa do sangramento.Conduta de acordo com a ultra-sonografia. .

. . ABORTO INEVITÁVEL .Ao exame útero compatível com a idade gestacional. .Sangramento profuso e com presença de coágulo.2. perda de líquido amniótico nos casos de morte do embrião. . .Abortamento inevitável quando existe a presença de infecções intra-uterina ( aborto séptico) ou infecção ovular.Progressão da ameaça de aborto.Cólicas são mais intensas. com dilatação cervical possibilitando a protusão do saco gestacional.

• Tratamento de acordo com a evolução. na maioria das vezes produto conceptual é expulso levando à cessação das cólicas e sangramento. • Quando na ultra-sonografia revelar presença de restos ovulares dentro da cavidade uterina. indicaçãoo para curetagem ou aspiração manual intra-uterina (AMIU) .

. podendo por em risco a vida da paciente. . ABORTO INCOMPLETO .O tratamento deverá contemplar dois riscos fundamentais na retenção dos produtos conceptuais: Sangramento e a infecção. . dilatado. .Embrião expulso.3. .O exame revela útero menor do que a idade gestacional.Sangramento pode ser de leve à intenso.Colo entreaberto. mas parte do produto conceptual são retidos (tecidos placentários).

. . potencializando o risco de uma infecção uterina.Após diagnóstico.Mesmo negando. indicado o uso de antimicrobiano adequado. .Através da curetagem ou AMIU. a maioria dos casos de aborto incompleto são em decorrência da indução ao abortamento por meio de sonda. manipulação com instrumentos perfurocortantes. indicação de internação hospitalar.. .Se houver sugestão de infecção. ou drogas. para processo o esvaziamento do conteúdo uterino.

. Outras considerações: .Todo o produto da concepção for expulso. . ABORTO COMPLETO .Sangramento e dores em cólicas discretos ou ausentes. .4.Indicação de ultra-sonografia para avaliar e existem restos ovulares na cavidade uterina.Tratamento não é necessário. .Atentar a paciente para o aparecimento de febre.

. . não sensibilizadas.Em pacientes Rh-negativas.Nesse caso procurar imediatamente médico obstetra. a imunoprofixalia da isoimunização pelo fator Rh deverá ser realizada.Retorno do sangramento dias após. . o que pode denotar a presença de restos ovulares não visualizados. em todos os casos de abortamento. .

com febre baixa. . ABORTO SÉPTICO . .Caracteriza-se por apresentar repercussões sistêmicas. .Também existe possibilidade de infecção nos casos de abortos espontâneo incompleto.Quando ocorre infecção na cavidade uterina. em decorrência da manipulação intra-uterina nos abortos provocados. . toxemiada.5. sangramento escasso e dor no hipogástrico.Paciente mostra-se enferma.

.Expulsão de restos fétidos ou presença de secreção vaginal fétida.Deve-se pensar em aborto séptico sempre que estiver presente umas das seguintes situações: .Febre a qualquer evolução. taquicardia. hipotermia. hipotensão. . momento durante a .Presença de sinais clínicos e laboratoriais de sepse ( febre.Antecedentes de manobras abortivas. . leucocitose e alterações na coagulação).

Deve-se aguardar de 6 a 12 horas para alcançar o nível terapêutico..Tratamento consiste me internação hospitalar. . caracterizado por infecções por bactérias gram-positias. .Endometrite é o achado mais frequente.Infecções mais graves causados por bactérias gram-negativas e Clostridium. podendo evoluir par choque endotóxico. coleta de sangue para hemocultura. secreção vaginal para cultura e antibioticoterapia endovenosa. . .

.Doses poderam ainda ser ajustadas de acordo com a resposta da paciente. .. com uma cureta romba.Os fármacos mais utilizados são a associação de Gentamicina (3mg/kg/dia ou 240mg/dia) e Clindamicina (600mg a cada 6 horas) apresentando resposta satisfatória em 95% a 98% dos casos. .Em seguida procede-se a esvaziamento da cavidade uterina. pois o útero encontra-se friável e risco de perfuração é grande.Procedimento deverá ser realizado om cuidado. .

. . ou se houver piora do quadro a HISTERECTOMIA está indicada.No casos em que não houver melhora clínica da paciente em 48 horas de antibioticoterapia adequada. ..Todas as paciente com quadro de hemorragia e choque séptico devem ser manejadas em Unidades de Terapia Intensiva (UTI).Outros fármacos de segunda linha também poderão ser utilizados como: Penicilina G e metronidazol.

Paciente queixa-se de pequenos episódios de sangramento. e refere desaparecer os sintomas de gravidez (náuseas. ingurgitamento mamário.) .Ocorre quando o embrião morre e não é expulso do interior do útero. entre a 8ª e a 12ª semana. o que em alguns casos pode levar semanas ou meses. etc. .6. ABORTO RETIDO . vômitos.Diagnóstico estabelecido através da ultrasonografia. .

.O tratamento consiste em esvaziar a cavidade uterina mediante curetagem uterina ou AMIU. deve-se proceder ao amadurecimento do colo com Misoprostol. aguardar as contrações e efetuar a limpeza da cavidade após expulsão do feto.Nos casos em que o diagnóstico é feito de forma acidental (consulta de rotina) a paciente deverá ser atendida psicologicamente. . .Quando o feto encontra-se grande e com ossificação já delineada. .

que incluem riscos de morte materna ou defeitos no feto. . umas cureta ou um aspirador à vácuo. • Quando previsto utilizados são: em lei.Dilatação e curetagem: é feita a dilatação uterina e o produto da concepção é retirado com uma pinça em anel.ABORTO INDUZIDO Os abortamentos desse tipo podem ter razões terapêuticas. os métodos . ou ainda razões legais como estrupo e outros motivos previsto em lei.

atentando-se para o aparecimento de sangramento e febre. • Nesses casos a administração de anestesia dos nervos uterinos e de analgésicos é indicada. sem que seja feita a dilatação do colo útero e o conteúdo uterino é sugado. . que pode ser liberada no mesmo dia..Dilatação e extração (sucção): introdução de uma cânula. • É necessário internar a paciente. • Paciente deverá retornar para avaliação em 2 semanas.

CURETAGEM: intervenção cirúrgica para o esvaziamento uterino. . onde após a administração o feto morre e em 48 horas ocorre o trabalho de parto. indicam-se: .Histerectomia: incisão cirúrgica do útero por meio do abdômen.Instilação intra-amniótica de ureia: procedimento realizado em hospital. sob anestesia. realizado em centro cirúrgico.. . No segundo trimestre.

.Ocorre na maioria das vezes em decorrência de uma interrupção criminosa. ou ainda por tentativa própria da mulher. provocada por más técnicas e higiênicas.ABORTO INFECTADO .Em geral. os causadores da infecção são da própria flora do sistema genital ou intestinal .

Presença de dores discretas e contínuas.Sangramento não muito acentuado.Infecção limita-se ao conteúdo da cavidade uterina. . . . .Temperatura corporal elevada (cerca de 38°C). à decídua e ao miométrio. . intercaladas por cólica.Pode ser classificado em:  TIPO 1: é o mais comum.

Temperatura cerca de 39°C. . . sinais de desidratação.Presença de taquicardia. colo encontra-se semi-aberto . o paramétrio e anexos e comprometo todo o peritônio pélvico.Dores constantes e mais intensas. . com . TIPO 2: a infecção progride um pouco mais. anemia e paresia intestinal.Ao exame.Presença de sangue mesclado secreção purulenta e fétido. inclui todo o miométrio. .

anemia e icterícia . . devido à infecção generalizada. . TIPO 3: forma extremamente grave. em caso de peritonite realizar drenagem dos abcessos .Pode progredir ao choque séptico.Exames realizados são cultura do material cervical e do sangue.Tratamento consiste em esvaziamento uterino precoce. vômitos. .Pulso rápido e filiforme.Temperatura elevada e superior a 39° C. hipotensão arterial. . desidratação acentuada. antibioticoterapia. reposição de sangue e eletrólitos. abdômen distendido.

QUADRO CLÍNICO .

AMEAÇA DE ABORTO SANGRAMENTO ABORTO INEVITÁVEL AUMENTADO ABORTO INCOMPLETO PODE SER INTENSO PEQUENA QUANTIDADE DOR DISCRETA PERSISTENTE INTENSO E CONTÍNUO MENOR QUE A IG PÉRVIO AUSENTE SE NÃO TIVER INFECTADO VOLUME UTERINO COLO UTERINO FEBRE PROPORCIONAL À IG IMPÉRVIO AUSENTE PROPORCIONAL À IG PÉRVIO AUSENTE CONDUTA EXPECTANTE ESVAZIAMENTO ESVAZIAMENTO UTERINO UTERINO .

COMPLETO SANGRAMENTO RETIDO CORRIMENTO ESCURO INFECTADO CORRIMENTO ODOR FÉTIDO AUSENTE OU ESCASSO DOR AUSENTE OU DISCRETA PEQ. UTERINO CONDUTA EXPECTANTE . P/ À IG ABERTO OU FECHADO AUSENTE AUSENTE CONTÍNUA PODENDO SER INTENSA VARIÁVEL VOLUME UTERINO COLO UTERINO FEBRE MENOR P/ À IG IMPÉRVIO ENTREABERTO AUSENTE SE NÃO TIVER INFECTADO ESVAZIAMENTO UTERINO GERALMENTE PRESENTE ATB E ESVAZ.

veia  Verificar e registrar SSVV.  Orientar sobre os cuidados pós-aborto .  No caso de internação: punciona calibrosa para reposição de perdas.  Providenciar exames solicitados.  Ministrar medicação prescrita.  Atentar para sinais de choque hipovolêmico.  Oferecer apoio emocional e conforto físico.ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM  Encaminhar para atendimento médico de urgência.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful