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Universidade Federal do Espírito Santo

1

HIDRÁULICA BÁSICA – 4ª edição

EXERCÍCIOS RESOLVIDOS

Exercícios propostos do capítulo 2: 2.7, 2.10, 2.14, 2.16, 2.20, 2.21, 2.23, 2.34, 2.35, 2.36. (pg. 1) Exercícios propostos do capítulo 3: 3.1, 3.7, 3.8, 3.10, 3.13. (pg. 7) Exercícios propostos do capítulo 4: 4.1, 4.4, 4.7 e 4.9. (pg. 11) Exercícios propostos do capítulo 5: 5.1, 5.2 5.4, 5.6, 5.8, 5.14. (pg. 16) Exercícios propostos do capítulo 6: 6.1, 6.2, 6.6. (pg. 22) Exercícios propostos do capítulo 8: 8.1, 8.2, 8.3, 84, 8.5, 8.6, 8.8, 8.10, 8.19, 8.20. (pg. 27) Exercícios propostos do capítulo 9: 9.5, 9.6, 9.8. (pg. 33) Exercícios propostos do capítulo 12: 12.7, 12.9, 12.13, 12.18. (pg. 35)

2.7 Água escoa em um tubo liso, = 0,0 mm, com um número de Reynolds igual a 10 6 . Depois de vários anos de uso, observa-se que a metade da vazão original produz a mesma perda de carga original. Estime o valor da rugosidade relativa ao tubo deteriorado.1

J

perda de carga

 

onde

 

f

V

2

g

f

 

f

fator de atrito velocidade média

 

J

=

D

2

=

V

 

Na situação final, J 0 (Q) = J(Q/2). Portanto:

 

 

f

0

(

Q

/

A

)

2

=

f

(

Q

/ 2

A

)

2

D

 

2

g

D

2

g

 

0,25

 

=

 

1

 

log

 

2

 





 

+

5,74

 





log

 

5,74

3,7 D

(

 

6

0,9



(

10

6

)

0,9

5,74



 

5,74

10

)



5,74

 

100



 

 

=

100

 

 

+

 

=

 

10

5,4

(1

 

10

   
 

10

5,4

 

3,7D

 

5,4

 

 

3,7D

   
 

0,25

 
 

+

5,74



log

f

3,7 D

0

Q

2

=

Re y

0,9

f

Q

2



 

 

A

 

4

A

 

5,74

 

 

2

log

 

=

5,4

 

2log

 

+

3,7 D

 

10

 

 

=

2,262 10

3

100)

D

27,027

=

Resolvendo por um outro método, tem-se:

(antes)

Q

1

=

V

1

D

2

4

(depois)

V

=

1

2

=

1

V

2

H

2

H

1

f

2

H

L

D

1

=

f

1

2

V

2

2

g

L V

1

2

D 2

f

=

1

g

L

D

2

V

2 g

1

f

2

= 4

f

1

5,74

10

5,4

8,370 10

5

Recentemente, Swamee apresentou uma equação geral para o cálculo do fator de atrito, válida para os escoamentos laminar, turbulento liso, turbulento rugoso e de transmissão, na

forma:

f =





64

Re

y

8

+ 9,5 ln

5,74

3,7

D

Re y

0,9

+

2500

Re y

6

16

0,125

Pela equação de Swamee, aplicada no tubo liso:

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2

f

=

 

(

6,4 10

5

)

8

9,5

+

 

ln 2,28 10

(

5

)

(

2,5 10

3

)

6

 

f

2

Assim:

f

= 4 f

1

2

= 0,046388

Pela equação do tubo rugoso:

1

R

f
f

=

2,04log

 

+

1,67

D

4,64298

=

2,04 log

D

 

=

0,0174

 
1  D = 2,04log 0,046338   2  log 2  + 
1
D
=
2,04log
0,046338
 
2
log 2
+  
1,67
1,4573
=
 

16

 

0,125

+

1,67

log

 

D

 

0,011597

=

log 2

log

 

D =

 

1, 7584

2.10 Em uma tubulação circular, a medida de velocidade do escoamento, a uma distância de parede igual a 0,5 R, em que R é o raio da seção, é igual a 90% da velocidade na linha central (velocidade máxima). Determine a relação entre a velocidade média V e a velocidade central v máx , e a rugosidade relativa da tubulação. Sugestão: utilize o resultado do Exemplo 2.2 e as Equações 2.20 e 2.34.

v V R máx Equação 2.20 ⇒ = 2,5ln u * y 1  3,71
v
V
R
máx
Equação 2.20 ⇒
= 2,5ln
u
* y
1
3,71
D
Equação 2.34 ⇒
= 2log
f
 
 
Do Exemplo 2.2,
v
=V +
4,07
u
V=
0,765
v
máx
*
máx
v
0,9
v
R
máx
máx
=
2,5ln
=
1,733
0,1
u
 
0,5
R
 
*
V
R
Pela Equação 2.32
=
2,5ln
+
4,73    , tem-se:
u
*

v

máx

=

1,733

u

*

u

=

*

0,765

v

máx

0,577

v

máx

=

2,5ln

D

2

+

4,73

ln

D

=

2

3,41

D =

2

30,30

D

=

0,0165

0,577

v

máx

2.14 Em relação ao esquema de tubulações do exemplo 2.8, a partir de que vazão Q B , solicitada pela rede de distribuição de água, o reservatório secundário, de sobras, passa a ser também abastecedor? Para aço soldado novo, C = 130 (Tabela 2.4). Pela Tabela 2.3, determina-se ( 1 = 1,34510 3 ) No trecho AB:

D 1 = 6”, C = 130 e J 1 = 1,12 m/100 m 1 = 1,34510 3

J

1

=

1

Q

1,85

1

1,12=

3

1,34510 Q

1,85

1

Q=

1

0,0216 m 3 /s

No trecho BC:

D 2 = 4”, C = 130, J 2 = 1,12 m/100 m, 2 = 9,68610 3

J

2

=

2

A diferença é consumida na rede:

Q

1,85

2

1,12=

9,68610 Q

2

3

1,85

Q=

2

0,00745 m 3 /s

Q B = 0,0216 – 0,00745 = 0,01415 m 3 /s = 14,2 l/s A cota piezométrica em A é CP A = 812,0 m. Em B é a cota menos a perda:

CP B = CP A H AB = 812 – J 1 L 1 = 812 – 0,0112650 = 804,72 m

A partir de que vazão Q B o reservatório de sobras também é utilizado?

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3

Neste caso, CP B < 800m

J

1

=

H

812

800

=

L 650

= 0,0185

m/m

Aço soldado novo: C = 130 (tabela 2.4) D 1 = 6”, C = 130, J 1 = 1,85 m/100 m, 1 = 1,34510 3

J

J

1

2

=

=

Q

800

1,85

1

1

1,85=

= 0

800

420

3

1,34510 Q

1,85

1

Q=

1

0,02836 m 3 /s = 28,36 l/s

Toda a vazão proveniente do reservatório superior é utilizada no abastecimento na

iminência. Para que o reservatório inferior entre em operação, Q B > 28,36 l/s.

2.16 Na tubulação da figura 2.10, de diâmetro 0,15 m, a carga de pressão disponível no

ponto A vale 25 mH 2 O. Qual deve ser a vazão para que a carga de pressão disponível no ponto B seja 17 mH 2 O? A tubulação de aço soldado novo (C = 130) está no plano vertical.

de aço soldado novo (C = 130) está no plano vertical. Carga de pressão em CP

Carga de pressão em CP A = 25 mH 2 O. Qual deve ser a vazão para que a carga de pressão em B seja CP B = 17 mH 2 O?

P

A

= 25

m,

P

B

= 17

m, z A = 0, z B = 5 m

z

A

+

P

A

+

2

A

V

2

g

=

z

B

+

P

B

+

2

V

B

2

g

+

H ,

v A = v B 25 = 17 + 5 + H

Pela tabela 2.3, = 1,34510 3

J =

J

=

H 3

=

L 157,1

Q

1,85

Q

= 0,0191

=

J

1

m/m = 1,91 m/100 m

=

1,91

1,345 10

3

1

1,85

1,85

= 28,9

l/s

H = 3 mH 2 O

2.20 Em uma adutora de 150 mm de diâmetro, em aço soldado novo ( = 0,10 mm),

enterrada, está ocorrendo um vazamento. Um ensaio de campo para levantamento de vazão e pressão foi feito em dois pontos, A e B, distanciados em 500 m. No ponto A, a cota piezométrica é 657,58 m e a vazão, de 38,88 l/s, e no ponto B, 643, 43 m e 31,81 l/s. A que distância do ponto A deverá estar localizado o vazamento? Repita o cálculo usando a fórmula de Hazen-Williams.

D = 150 mm

Q A = 38,88 l/s

Q B = 31,81 l/s

= 0,10 mm L = 500 m

CP A = 657, 58 m CP B = 643,43 m

Fórmula universal da perda de carga:

H

=

L V

2

f D

2

g

;

J =

fV

2

2 Dg

;

H=

L

J

A – C:

Q

A

=

38,88 10

3

=

A

B – C:

v A

0,075

2

= 2,20

m/s; A = 0,0191;

J

A

– C: v A ◊ 0,075 2 = 2,20 m/s; A = 0,0191; J A =

=

0,0191 2,20

A

V

A

=

f

2

2

Dg

2 0,15 9,8

= 0,0314 m/m

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4

v

=

Q

B

=

31,81 10

 

3

= 1,80

B

A

 

0,075

2

m/s; B = 0,0193;

J

B

=

0,0193 1,80

B

V

B

=

f

2

2

Dg

2 0,15 9,8

= 0,0213 m/m

Pela ideia de que a energia total se mantém constante, e como o escoamento é constante, pode-se

usar a equação

p

A

+

z A

+

2

A

V

2

g

=

p

B

+

z

B

+

do problema, tem-se:

657,58

+

2,20

2

2 9,8

=

643,43

+

1,80

2

2 9,8

+ H

2

V

B

2

g

+

H ,

657,83

=

onde

p

n

+

z

n

=

643,60

+

H

CP .

n

=H

Colocando os valores

14,23 m

H=

Sabe-se que a perda de carga total é devida à perda de carga nos pontos A e B. Assim:

H+

H=

B

J

A

L+

A

J

B

L=

B

0,0314

L+

A

0,0213

(500

)

L =

A

A

14,23

0,0101

L

A

=

14,23

10,65

L=

A

3,58

=

0,0101

354,45

m

Pela fórmula de Hazen-Williams:

J = Q 1,85 , A = B = 1,34510 3

J A = 1,34510 3 (38,8810 3 ) 1,85

J B = 1,34510 3 (31,8110 3 ) 1,85 Portanto:

H A + H B = H

J A = 3,309 m/100 m J B = 2,283 m/100 m

J A L A + J B L B =

H 0,0314L A + 0,02283(500 – L A ) = 14,2

m

L

A

=

14,23

14,23 ◊ 500 0,02283

500 0,02283

0,03309

0,02283

= 274,37

2.21 Em uma tubulação horizontal de diâmetro igual a 150 mm, de ferro fundido em uso com cimento centrifugado, foi instalada em uma seção A uma mangueira plástica (piezômetro) e o nível d’água na mangueira alcançou a altura de 4,20 m. Em uma seção B, 120 m à jusante de A, o nível d’água em outro piezômetro alcançou a altura de 2,40 m. Determine a vazão.

D

= 150 mm = 0,15 m

C

= 130

 

Tabela 2.3

= 1,34510 3

J

=

Q

1,85

e

J =

H

   

L

= ◊ Q 1,85 e J = H     L J = 100  4,20

J

= 100

4,20

2,40

120,00

  

Outro método:

D = 150 mm = 0,15 m

CP A = 4,20 m

CP B = 2,40 m

D

AB = 120 m

Q

=

P

A

1,5 1,85 ⇒ 3 1,345 10 ◊ 2 V P A B + + =
1,5
1,85
3
1,345 10
2
V
P
A
B
+
+
=
+
z A
2
g

V A = V B 4,2 = 2,4 + H

H=

1,8 m

Q

z

B

=

+

0,0253

2

V

B

2

g

+

m 3 /s = 25,3 l/s

H

CP

+

A

2

A

V

=

2

g

CP

+

B

2

V

B

+

2

g

H

H=

JL J =

1,8

120

= 0,015

J

=

10,65

Q

1,85

C

1,85

D

4,37

Q

1,85

=

J

C

1,85

D

4,37

10,65

=

0,015 130

1,85

0,15

4,37

10,65

Q

=

3 2,878 10 ◊
3
2,878 10

1,85

=

0,0423

m 3 /s = 42,3 l/s

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5

2.23 A ligação entre dois reservatórios, mantidos em níveis constantes, é feita por duas

tubulações em paralelo. A primeira, com 1500 m de comprimento, 300 mm de diâmetro, com fator de atrito f = 0,032, transporta uma vazão de 0,056 m 3 /s de água. Determine a vazão transportada pela segunda tubulação, com 3000 m de comprimento, 600 mm de diâmetro, e fator de atrito f = 0,024. A perda de carga é a mesma:

h

f

1

= h

f

2

J =

8 f

Q

2

J L =

1

1

J

2

L

2

8

f

1

Q

1

2

g D

L

1

2 2

2

4

2

4

1

=

8

f

2

Q

2

g D

5

2

g D

L

2

Q

2

2

=

0,032 600

5

1500

0,024 300

5

3000

Por outro método:

1. L 1 = 1500 m D 1 = 300 mm = 0,3 m f 1 = 0,032 Q 1 = V 1 A 1

A

1

V

1

=

=

D

2

1

4

= 0,0707

Q

1

A

1

= 0,7922

m/s

m

2

2. L 2 = 3000 m D 2 = 600 mm = 0,6 m f 2 = 0,024 Q 2 = ?

D

2

2

A

2

=

4

= 0,2827

Q

2

=

V

2

A

2

V

2

=

Q

2

A

2

= 3,5368

Q

0,056

2

2

=

0,259

m

3 /s

Tubulações em paralelo

H

=

J

L

H

=

 

f

V

2

D

2

g

 

=

L

H 1 = H 2

f

L V

g

2

2

f

1

L

1

2

V = ◊

g

1

f

2

L

2

V

2

2

g

2

D

D

1

2

D

2

0,032 1500 0,7922

2

0,3

=

0,024 3000 3,5368

2

2

Q

2

0,6

Q

2

2

=

0,032 1500 0,7922

2 0,6

0,3 0,024 3000 3,5368

2

=

0,25864

m 3 /s = 258,64 l/s

2

= V

f

1

L

1

1

D

1

f

2

L

2

2

V

2

D

2

2.34 Uma tubulação de 0,30 m de diâmetro e 3,2 km de comprimento desce, com inclinação

constante, de um reservatório cuja superfície está a uma altura de 150 m, para outro reservatório cuja superfície livre está a uma altitude de 120 m, conectando-se aos

reservatórios em pontos situados 10 m abaixo de suas respectivas superfícies livres. A vazão através da linha não é satisfatória e instala-se uma bomba na altitude 135 m a fim de produzir o aumento de vazão desejado. Supondo que o fator de atrito da tubulação seja constante e igual a f = 0,020 e que o rendimento da bomba seja 80%, determine:

a) a vazão original do sistema por gravidade;

b) a potência necessária à bomba para recalcar uma vazão de 0,15 m 3 /s;

c) as cargas de pressão imediatamente antes e depois da bomba, desprezando as perdas de

carga localizadas e considerando a carga cinética na adutora;

d) desenhe as linhas de energia e piezométrica após a instalação da bomba, nas condições do

item anterior. (Sugestão: reveja a equação 1.36, observando os níveis d’água de montante e jusante.)

a)

h f = JL =150 – 120 = 30 m

8

f

Q

2

2

g

D

5

L

30

=

Q

2

=

30

2

g

8

f

L

D

5

=

30

2

9,81 0,30

5

8 0,020 3200

Q

=

0,117

m

3 /s

b) Pot = ? para Q = 0,15 m 3 /s Q = VA

V =

Q

A

= 2,1221

onde

A =

D

2

4

= 0,0707

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6

Universidade Federal do Espírito Santo 6 9,8 ◊ Q ◊ H B Pot = 2 2
9,8 ◊ Q ◊ H B Pot = 2 2 3 L  4 Q
9,8 ◊
Q
H
B
Pot =
2
2
3
L
4
Q
1
0,020 3,2 10
4 0,15
1
z
+
H
=
z
+
f
150 +
H
=
120 +
a
b
c
B
2
2
D
 
D
 
2
g
0,3
◊ 0,3
2 9,8
3
2
2
0,020 3,2 10
4
0,15
H
=
30
+
=
19,01
B
2
4
0,3
0,3
2 9,8
9,8 ◊ 19,01 ◊ 0,15
Pot
=
=
34,93
kW
0,8
2
2
p
V
p
V
p
A
A
antes
A
antes
c)
+
z
+
=
+
z
+
+
H
z
=
+
z
+
H
A
B
1
A
B
1
2
g
2
g
p
antes
150
=
+
135
+
H
1
onde:
2
2
L V
0,02 ◊ 533,33 ◊ 2,1221
H
=
f
=
=
8,17
1
D
2
g
2
9,8 0,3
p
antes
=
6,83
mH 2 O
2
2
p
V
p
V
p
depois
depois
A
A
B
H
+
+
z
+
=
+
z
+
+
H
=
150
+
19,01
135
8,17
B
A
B
1 €
2
g
2
g
p
depois
=
25,84
mH 2 O

2.35 Na figura 2.14 os pontos A e B estão conectados a um reservatório mantido em nível constante e os pontos E e F conectados a outro reservatório também mantido em nível constante e mais baixo que o primeiro. Se a vazão no trecho AC é igual a 10 l/s de água, determine as vazões em todas as tubulações e o desnível H entre os reservatórios. A instalação está em um plano horizontal e o coeficiente de rugosidade da fórmula de Hazen- Willians, de todas as tubulações, vale C = 130. Despreze as perdas de carga localizadas e as cargas cinéticas das tubulações.

carga localizadas e as cargas cinéticas das tubulações. CP = CP ⇒ h = h A
CP = CP ⇒ h = h A B f f AC BC 1,85 100
CP
= CP
⇒ h
= h
A
B
f
f
AC
BC
1,85
100 ◊
◊Q
L◊
=
100
AC
AC
AC
BC
3
1,85
9,686 10
10
=
1,85
=
Q BC
3
1,345 10
1,85 Q◊ L ◊ BC BC 1,85 509,83 =
1,85
Q◊
L ◊
BC
BC
1,85
509,83
=

Willians

Hazen

J

=

Q

9,686 10

3

1,85

10

1,85

tabela D C

,

100

=

)

(

1,345 10

29,07

l/s

3

Q

1,858

BC

100

André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.com

Universidade Federal do Espírito Santo

7

Q

CD

CP

E

= Q

BC

= CP

F

+ Q

AC

h

f

DE

=

29,07

= h

f DF

+

10

=

39,07

l/s

100

DE

Q

1,85

DE

L

DE

100 =

DF

1,85

Q

DF

L

DF

1,85

Q

DE

(

Q

1,85

DE

=

1,25

Q

1,85

DF

)

1,85

Q

DE

=

1,128

Q

DF

Conservação da matéria Q DE + Q DF = Q CD

Q

DE

+

Q

DF

=

39,1

1,128

Q

+

DF

Q

=

DF

39,1

Q

(

D C

,

)

=

DE

DF

1,85

DF

=

DE

L DF

=

L DE

Q

DF

=

18,37

(

D C

,

)

DF

250

=

200

Q

1,85

DF

l/s Q DE = 20,73 l/s

H = CP

A

H

=

1

100

 

CP =

E

AC

Q

h

f

AC

+

h

f

CD

+

1,85

AC

L

AC

+

h

f

DE

CD

Q

1,85

CD

H

=

1

100

 

9,686 10

3

0,01

1,85

100

H = 6,47 m

L

CD

+

DE

+ 3,312 10

2

1,85

Q

DE

0,0391

L

DE

1,85

 

300

3

1,345 + 10

0,02073

1,85

200  

2.36 Determine o valor da vazão Q B , e a carga de pressão no ponto B, sabendo que o reservatório 1 abastece o reservatório 2 e que as perdas de carga unitárias nas duas tubulações são iguais. Material: aço soldado revestido com cimento centrifugado. Despreze as perdas localizadas e as cargas cinéticas.

Despreze as perdas localizadas e as cargas cinéticas. J AB = J BC = 810 800

J

AB

=

J

BC

=

810

800

= 0,00758

m/m

860

+

460

Aço soldado revestido com cimento centrifugado. C = 130 1 = 1,34510 3 , 2 = 9,68610 3

J

J

AB

BC

=

=

Q

Q

1,85

AB

1,85

BC

0,758

0,758

=

=

1,345 10

3

9,686 10

3

Q

1,85

AB

Q

1,85

BC

Q

AB

Q

AB

=

0,0175

m 3 /s = 17,5 l/s

=

0,00603

m 3 /s = 6,03 l/s

Q B = Q AB – Q BC Q B = 11,47 l/s Cota B = 810 – H AB = 810 – J AB L AB = 810 – 0,00758860 = 803,48 m

p

B

=

803,48

780

=

23,48

mH 2 O

3.1 A instalação mostrada na Figura 3.17 tem diâmetro de 50 mm em ferro fundido com leve oxidação. Os coeficientes de perdas localizadas SAP: entrada e saída da tubulação K = 1,0, cotovelo 90° K = 0,9, curvas de 45º K = 0,2 e registro de ângulo, aberto, K = 5,0. Determine, usando a equação de Darcy-Weisbach:

a) a vazão transportada;

b) querendo-se reduzir a vazão para 1,96 l/s, pelo fechamento parcial do registro, calcule

qual deve ser a perda de carga localizada no registro e seu comprimento equivalente.

André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.com

Universidade Federal do Espírito Santo

8

Universidade Federal do Espírito Santo 8 z 1 + p 1 + 2 V 1 2

z

1

+

p

1

+

2

V

1

2

g

=

z

2

+

p

2

+

2

V

2

2

g

+

perdas ,

onde p 1 = p 2 =p atm

perdas=

h+

f

=h

50

a) Fórmula de Darcy-Weisbach:

z

1

z=

2

45

=

5

m

JL

+ K

2

V

2

g

=

H

f

L V

2

D

2

g

+

K

2

V

2

g

= 5,0

V

2

2

g

 

f

L

D

+

K

 

=

5,0

Ferro fundido com leve oxidação: = 0,30 mm (Tabela 2.2)

2 V  L  f + ∑ K = 5,0 € 2 g 
2
V
L
f
+ ∑
K
=
5,0
2 g
 
D
 
2
V
(
900
f +
8,3
)
=
19,62
1
3,71
D 
=
2log
f
 
 
2
1
= 0,032
= 
5,58
 

V

2

2 9,81

f

5,0

5,0

=

(

2,0

+

13,0

+

5,0

+

25,0

+

)

0,05

(

2 1,0

+

0,9

+

2 0,2

+

(

48,87

f+

0,423

)

V

2

,

= 0,30 mm, D = 50 mm

5,0

)

=

5,0

f =


1

(

2log 3,71

D

/

)

 

2

=

 

1

2log 3,71 0,05 / 0,0003

(

)

 

2

=

 

1

2log618,333

 

2

=

5,0 = 1,987V 2 V = 1,586 m/s Q = VA = 1,586 0,025 2 = 3,11410 -3 m 3 /s

4

Q

4 0,00196

=

V

2

2

g

f = 0,0341

13,0

+

5,0

+

25,0

b) Q = 1,96 l/s

f

L V

2

2

+

K

V

2

2

V

=

D

2

 

0,05

f

L

+

D

2

K

)

+

 

K

+

= 1,0

m/s

= €

5,0

D = 0,30 mm, V = 1 m/s

g

g

1,0

2

2 9,81

0,034

(

2,0

+

2 1,0

0,05

+

0,9

+

30,6+ K+ 3,3= 98,1 K = 64,2

h

reg

h

reg

L

eq

=

K

V

2

=

2

g

=

JL

eq

94,35

m

64,2

3,27

1,0

2

=

2 9,81

=

f

V

2

2

Dg

Dg

3,27 m

L

eq

L

eq

V

D

2

f

2

g

=

3,27

2 0,2

=

5,0

0,034

L

eq

1,0

2

0,05

2 9,81

= 3,27

André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.com

Universidade Federal do Espírito Santo

9

3.7 A instalação hidráulica predial da figura está em um plano vertical e é toda em aço

galvanizado novo com diâmetro de 1”, e alimentada por uma vazão de 2,0 l/s de água. Os cotovelos são de raio curto e os registros de gaveta. Determine qual deve ser o comprimento x para que as vazões que saem pelas extremidades A e B sejam iguais.

Tabela 3.6 – Comprimentos equivalentes:

cotovelo 90°_raio curto L E = 0,189 + 30,53D registro_gaveta aberta L E = 0,010 + 6,89D

Perdas de carga:

aberta L E = 0,010 + 6,89D Perdas de carga: L AC L E CA L

L

AC

L

E

CA

L

CB

L E

CB

=

2,0

+

1,5

+

0,3

=

3,80

m

=

2(0,189

+

30,53

D

)

+

(0,010

+

6,89

D

)

=

0,388

+

67,95 0,025

=

0,5

+ x +

0,3

=

(0,8

+ x

)

m

=

2(0,189

+

30,53

D

)

+

(0,010

+

1,89

D

)

= 2,09

m

 

=

2,09

m

Para que Q A = Q B , devemos ter:

+ JL

z

J

A

T

A

(3,0

= z

B

x=)

+ JL

x

T

B

1,50

1,5

+

J

(3,80

+

2,09)

= x + J

(2,09

+

0,80

+ x

)

Hazen-Williams:

J

=

69,81

V

1,85

C

1,85

D

1,17

V

C = 125 (Tabela 2.4)

J =

2,04

1,85

69,81

125

Logo:

1,85

0,025

1,17

=

4

Q

4 0,001

=

D

2

0,025

2

J =

0,2518

m/m

=

2,04