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Exercícios resolvidos - Hidráulica básica

Exercícios resolvidos - Hidráulica básica

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André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.

com

1 Universidade Federal do Espírito Santo
HIDRÁULICA BÁSICA – 4ª edição
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS

Exercícios propostos do capítulo 2: 2.7, 2.10, 2.14, 2.16, 2.20, 2.21, 2.23, 2.34, 2.35, 2.36. (pg. 1)
Exercícios propostos do capítulo 3: 3.1, 3.7, 3.8, 3.10, 3.13. (pg. 7)
Exercícios propostos do capítulo 4: 4.1, 4.4, 4.7 e 4.9. (pg. 11)
Exercícios propostos do capítulo 5: 5.1, 5.2 5.4, 5.6, 5.8, 5.14. (pg. 16)
Exercícios propostos do capítulo 6: 6.1, 6.2, 6.6. (pg. 22)
Exercícios propostos do capítulo 8: 8.1, 8.2, 8.3, 84, 8.5, 8.6, 8.8, 8.10, 8.19, 8.20. (pg. 27)
Exercícios propostos do capítulo 9: 9.5, 9.6, 9.8. (pg. 33)
Exercícios propostos do capítulo 12: 12.7, 12.9, 12.13, 12.18. (pg. 35)

2.7 Água escoa em um tubo liso, ε εε ε = 0,0 mm, com um número de Reynolds igual a 10
6
.
Depois de vários anos de uso, observa-se que a metade da vazão original produz a mesma
perda de carga original. Estime o valor da rugosidade relativa ao tubo deteriorado.1
J → perda de carga onde
f → fator de atrito
V → velocidade média

Na situação final, J
0
(Q) = J(Q/2). Portanto:
( ) ( )
2 2
2 2
0 0
/ / 2
2 2 4
Q A Q A f f f Q f Q
D g D g A A
⋅ ⋅
⋅ = ⋅ ⇔ =
( ) ( )
2 2 5,4 5,4
6 0,9 6 0,9
0, 25 1 5, 74 5, 74
log 2log
3, 7 10 10
5, 74 5, 74
log log
3, 7
10 10
D
D
ε
ε
| |
∴ = ⇔ = + ⇔
|
\ ¹
( ( | | | |
( ( | |
+
( ( | |
\ ¹ \ ¹
¸ ¸ ¸ ¸

3
5
5,4 5,4 5,4
5, 74 5, 74 100 5, 74 2, 262 10
100 (1 100) 8, 370 10
3, 7 3, 7 27, 027 10 10 10 D D D
ε ε ε


− ⋅ | |
⇔ = + ⇔ = − ⇔ = = − ⋅
|
\ ¹


Resolvendo por um outro método, tem-se:
(antes)
2
1
1
4
V D
Q
π ⋅ ⋅
=

2
1
1 1
2
L V
H f
D g
∆ =

(depois)
2 1
1
2
V V =

2 2
2 1
2 1 2 1 2 1
4
2 2
L V L V
H H f f f f
D g D g
∆ = ∆ ⇒ ⋅ ⋅ = ⋅ ⋅ ⇔ =

Recentemente, Swamee apresentou uma equação geral para o cálculo do fator de atrito,
válida para os escoamentos laminar, turbulento liso, turbulento rugoso e de transmissão, na
forma:
0,125
16
8 6
0,9
64 5, 74 2500
9, 5 ln
Re 3, 7 Re Re
f
y D y y
ε

¦ ¹
(
| | | | | | ¦ ¦
( = + + −
´ ` | | |
( \ ¹ \ ¹ \ ¹ ¦ ¦
¸ ¸
¹ )

Pela equação de Swamee, aplicada no tubo liso:
2
0,9
0, 25
2
5, 74
log
3, 7 Re
f V
J f
D g
D y
ε
= =
( | |
+
( |
( \ ¹ ¸ ¸

André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.com

2 Universidade Federal do Espírito Santo
( ) ( ) ( )
0,125
16
8 6
5 5 3
6, 4 10 9,5 ln 2, 28 10 2, 5 10 0, 011597 f

− − −
¦ ¹
¦ ¦ (
= ⋅ + ⋅ − ⋅ =
´ `
(
¸ ¸
¦ ¦
¹ )
Assim:
2 1 2
4 0, 046388 f f f = ⇒ =

Pela equação do tubo rugoso:
1 1
2, 04log 1, 67 2, 04log 1, 67
2 0, 046338
R D
f ε ε
| |
= + ⇒ = + ⇔
|
\ ¹

4, 64298 2, 04 log log2 1, 67 1, 4573 log log2 log 1, 7584
D D D
ε ε ε
( | | | | | |
⇔ = − + ⇔ = − ⇔ = ⇔
| | | (
\ ¹ \ ¹ \ ¹ ¸ ¸

0,0174
D
ε
=

2.10 Em uma tubulação circular, a medida de velocidade do escoamento, a uma distância de
parede igual a 0,5 R, em que R é o raio da seção, é igual a 90% da velocidade na linha
central (velocidade máxima). Determine a relação entre a velocidade média V e a velocidade
central v
máx
, e a rugosidade relativa da tubulação. Sugestão: utilize o resultado do Exemplo
2.2 e as Equações 2.20 e 2.34.
Equação 2.20 ⇒
*
2,5ln
máx
v V R
u y

=
Equação 2.34 ⇒
1 3, 71
2log
D
f ε
| |
=
|
\ ¹

Do Exemplo 2.2,
*
4, 07 0, 765
máx máx
v V u V v = + → =
* *
*
0, 9
2,5ln 1, 733 0,1 1, 733 0,577
0,5
máx máx
máx máx
v v R
v u u v
u R
− | |
= = ⇔ = ⇔ =
|
\ ¹

Pela Equação 2.32
*
2,5ln 4,73
V R
u ε
(
= +
(
¸ ¸
, tem-se:
0, 765
2,5ln 4, 73 ln 3, 41 30, 30 0, 0165
0,577 2 2 2
máx
máx
v D D D
v D
ε
ε ε ε
= + ⇔ = ⇔ = ⇒ =

2.14 Em relação ao esquema de tubulações do exemplo 2.8, a partir de que vazão Q
B
,
solicitada pela rede de distribuição de água, o reservatório secundário, de sobras, passa a
ser também abastecedor?
Para aço soldado novo, C = 130 (Tabela 2.4).
Pela Tabela 2.3, determina-se β (β
1
= 1,345⋅10
3
)
No trecho AB:
D
1
= 6”, C = 130 e J
1
= 1,12 m/100 m → β
1
= 1,345⋅10
3

1,85 3 1,85
1 1 1 1 1
1,12 1, 345 10 0, 0216 J Q Q Q β = ∴ = ⋅ ∴ = m
3
/s

No trecho BC:
D
2
= 4”, C = 130, J
2
= 1,12 m/100 m, β
2
= 9,686⋅10
3

1,85 3 1,85
2 2 2 2 2
1,12 9, 686 10 0, 00745 J Q Q Q β = ∴ = ⋅ ∴ = m
3
/s
A diferença é consumida na rede:
Q
B
= 0,0216 – 0,00745 = 0,01415 m
3
/s = 14,2 l/s
A cota piezométrica em A é CP
A
= 812,0 m. Em B é a cota menos a perda:
CP
B
= CP
A
– ∆H
AB
= 812 – J
1
L
1
= 812 – 0,0112⋅650 = 804,72 m

A partir de que vazão Q
B
o reservatório de sobras também é utilizado?

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3 Universidade Federal do Espírito Santo
Neste caso, CP
B
< 800m
1
812 800
0, 0185
650
H
J
L
∆ −
= = = m/m
Aço soldado novo: C = 130 (tabela 2.4)
D
1
= 6”, C = 130, J
1
= 1,85 m/100 m, β
1
= 1,345⋅10
3

1,85 3 1,85
1 1 1 1 1
1,85 1, 345 10 0, 02836 J Q Q Q β = ∴ = ⋅ ⇔ = m
3
/s = 28,36 l/s
2
800 800
0
420
J

= =
Toda a vazão proveniente do reservatório superior é utilizada no abastecimento na
iminência. Para que o reservatório inferior entre em operação, Q
B
> 28,36 l/s.

2.16 Na tubulação da figura 2.10, de diâmetro 0,15 m, a carga de pressão disponível no
ponto A vale 25 mH
2
O. Qual deve ser a vazão para que a carga de pressão disponível no
ponto B seja 17 mH
2
O? A tubulação de aço soldado novo (C = 130) está no plano vertical.

Carga de pressão em CP
A
= 25 mH
2
O. Qual deve ser a vazão para que a carga de pressão em B
seja CP
B
= 17 mH
2
O?
25
A
P
γ
= m, 17
B
P
γ
= m, z
A
= 0, z
B
= 5 m
2 2
,
2 2
A A B B
A B
P V P V
z z H
g g γ γ
+ + = + + + ∆ v
A
= v
B
⇒ 25 = 17 + 5 +∆H ⇔ ∆H = 3 mH
2
O
Pela tabela 2.3, β = 1,345⋅10
3

3
0, 0191
157,1
H
J
L

= = = m/m = 1,91 m/100 m
1 1
1,85 1,85
1,85
3
1,91
28, 9
1,345 10
J
J Q Q β
β
| | | |
= ⇒ = = =
| |

\ ¹ \ ¹
l/s

2.20 Em uma adutora de 150 mm de diâmetro, em aço soldado novo (ε εε ε = 0,10 mm),
enterrada, está ocorrendo um vazamento. Um ensaio de campo para levantamento de vazão
e pressão foi feito em dois pontos, A e B, distanciados em 500 m. No ponto A, a cota
piezométrica é 657,58 m e a vazão, de 38,88 l/s, e no ponto B, 643, 43 m e 31,81 l/s. A que
distância do ponto A deverá estar localizado o vazamento? Repita o cálculo usando a
fórmula de Hazen-Williams.
D = 150 mm Q
A
= 38,88 l/s Q
B
= 31,81 l/s
ε = 0,10 mm CP
A
= 657, 58 m
L = 500 m CP
B
= 643,43 m

Fórmula universal da perda de carga:
2
;
2
L V
H f
D g
∆ =
2
;
2
fV
J
Dg
= H L J ∆ = ×
• A – C:
3
2
38,88 10
2, 20
0, 075
A
A
Q
v
A π


= = =

m/s; ƒ
A
= 0,0191;
2
0, 0191 2, 20
0, 0314
2 2 0,15 9,8
A A
A
f V
J
Dg

= = =
⋅ ⋅
m/m
• B – C:

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4 Universidade Federal do Espírito Santo
3
2
31,81 10
1,80
0, 075
B
B
Q
v
A π


= = =

m/s; ƒ
B
= 0,0193;
2
0, 0193 1,80
0, 0213
2 2 0,15 9,8
B B
B
f V
J
Dg

= = =
⋅ ⋅
m/m

Pela ideia de que a energia total se mantém constante, e como o escoamento é constante, pode-se
usar a equação
2 2
,
2 2
A A B B
A B
p V p V
z z H
g g γ γ
+ + = + + + ∆ onde .
n
n n
p
z CP
γ
+ = Colocando os valores
do problema, tem-se:
2 2
2, 20 1,80
657, 58 643, 43 657,83 643, 60 14, 23
2 9,8 2 9,8
H H H + = + + ∆ ⇔ = + ∆ ⇔ ∆ =
⋅ ⋅
m
Sabe-se que a perda de carga total é devida à perda de carga nos pontos A e B. Assim:
( ) 0, 0314 0, 0213 500 14, 23
A B A A B B A A
H H H J L J L L L ∆ = ∆ + ∆ = + = ⋅ + ⋅ − = ⇔
3,58
0, 0101 14, 23 10, 65 354, 45
0, 0101
A A
L L ⇔ ⋅ = − ⇔ = = m
Pela fórmula de Hazen-Williams:
J = βQ
1,85
, β
A
= β
B
= 1,345⋅10
3

J
A
= 1,345⋅10
3
(38,88⋅10
–3
)
1,85
→ J
A
= 3,309 m/100 m
J
B
= 1,345⋅10
3
(31,81⋅10
–3
)
1,85
→ J
B
= 2,283 m/100 m
Portanto:
∆H
A
+ ∆H
B
= ∆H ⇔ J
A
L
A
+ J
B
L
B
= ∆H ⇔ 0,0314L
A
+ 0,02283(500 – L
A
) = 14,2 ⇔

14, 23 500 0, 02283
274, 37
0, 03309 0, 02283
A
L
− ⋅
= =

m

2.21 Em uma tubulação horizontal de diâmetro igual a 150 mm, de ferro fundido em uso
com cimento centrifugado, foi instalada em uma seção A uma mangueira plástica
(piezômetro) e o nível d’água na mangueira alcançou a altura de 4,20 m. Em uma seção B,
120 m à jusante de A, o nível d’água em outro piezômetro alcançou a altura de 2,40 m.
Determine a vazão.
D = 150 mm = 0,15 m
C = 130
Tabela 2.3 → β = 1,345⋅10
3


1,85
J Q β = ⋅ e
H
J
L

=
1,85
3
4, 20 2, 40 1,5
100 0,0253
120,00 1,345 10
J Q Q
− (
= → = ⇒ =
(
⋅ ¸ ¸
m
3
/s = 25,3 l/s

Outro método:
D = 150 mm = 0,15 m
CP
A
= 4,20 m
CP
B
= 2,40 m
D
AB
= 120 m
V
A
= V
B
⇒ 4, 2 2, 4 1, 8 H H = + ∆ ⇔ ∆ = m
1,8
0, 015
120
H J L J ∆ = ⋅ ⇒ = =
1,85 1,85 4,37 1,85 4,37
1,85
1,85 4,37
0, 015 130 0,15
10, 65
10, 65 10, 65
Q J C D
J Q
C D
⋅ ⋅ ⋅ ⋅
= ⇒ = =

1,85 3
2,878 10 0, 0423 Q

⇔ = ⋅ = m
3
/s = 42,3 l/s


2 2 2 2
2 2 2 2
A A B B A B
A B A B
P V P V V V
z z H CP CP H
g g g g γ γ
+ + = + + + ∆ ⇔ + = + + ∆

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5 Universidade Federal do Espírito Santo
2.23 A ligação entre dois reservatórios, mantidos em níveis constantes, é feita por duas
tubulações em paralelo. A primeira, com 1500 m de comprimento, 300 mm de diâmetro,
com fator de atrito f = 0,032, transporta uma vazão de 0,056 m
3
/s de água. Determine a
vazão transportada pela segunda tubulação, com 3000 m de comprimento, 600 mm de
diâmetro, e fator de atrito f = 0,024.
A perda de carga é a mesma:
1 2
1 1 2 2 f f
h h J L J L = ⇔ =
2
2 5
8 f Q
J
g D π
= ⇒
2 2 5
2 2 1 1 2 2
1 2 2
2 4 2 4 5
1 2
8 8 0,032 600 1500
0,056 0, 259
0,024 300 3000
f Q f Q
L L Q
g D g D π π
⋅ ⋅
⋅ = ⋅ ⇒ = =
⋅ ⋅
m
3
/s

Por outro método:
1. L
1
= 1500 m 2. L
2
= 3000 m
D
1
= 300 mm = 0,3 m D
2
= 600 mm = 0,6 m
f
1
= 0,032 f
2
= 0,024
Q
1
= V
1
A
1
Q
2
= ?

2
1
1
0, 0707
4
D
A
π ⋅
= = m
2

2
2
2
0, 2827
4
D
A
π ⋅
= =

1
1
1
0, 7922
Q
V
A
= = m/s
2
2 2 2 2 2
2
3, 5368
Q
Q V A V Q
A
= ⋅ ⇔ = =

Tubulações em paralelo → ∆H
1
= ∆H
2

2 2 2 2 2 2
1 1 1 2 2 2 1 1 1 2 2 2
1 2 1 2
2 2 2 2
f V f L V f L V f L V f L V f L V
H J L H L
D g D g D g D g D D
| |
⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅
∆ = ⋅ ⇔ ∆ = = ∴ = ⇔ =
|
|
⋅ ⋅ ⋅ ⋅
\ ¹

2 2 2
2
0, 032 1500 0, 7922 0, 024 3000 3, 5368
0, 3 0, 6
Q ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅
⇒ = ⇒
2
2
2
2
0, 032 1500 0, 7922 0, 6
0, 25864
0, 3 0, 024 3000 3, 5368
Q
⋅ ⋅ ⋅
⇒ = =
⋅ ⋅ ⋅
m
3
/s = 258,64 l/s

2.34 Uma tubulação de 0,30 m de diâmetro e 3,2 km de comprimento desce, com inclinação
constante, de um reservatório cuja superfície está a uma altura de 150 m, para outro
reservatório cuja superfície livre está a uma altitude de 120 m, conectando-se aos
reservatórios em pontos situados 10 m abaixo de suas respectivas superfícies livres. A vazão
através da linha não é satisfatória e instala-se uma bomba na altitude 135 m a fim de
produzir o aumento de vazão desejado. Supondo que o fator de atrito da tubulação seja
constante e igual a f = 0,020 e que o rendimento da bomba seja 80%, determine:
a) a vazão original do sistema por gravidade;
b) a potência necessária à bomba para recalcar uma vazão de 0,15 m
3
/s;
c) as cargas de pressão imediatamente antes e depois da bomba, desprezando as perdas de
carga localizadas e considerando a carga cinética na adutora;
d) desenhe as linhas de energia e piezométrica após a instalação da bomba, nas condições do
item anterior.
(Sugestão: reveja a equação 1.36, observando os níveis d’água de montante e jusante.)
a) h
f
= J⋅L =150 – 120 = 30 m
2 2 2 5
2 5
2 5
8 9,81 0, 30
30 30 30 0,117
8 8 0, 020 3200
f Q g
L Q D Q
f L g D
π π
π
⋅ ⋅
⋅ ⋅ = ⇒ = = ⇒ =
⋅ ⋅ ⋅
m
3
/s
b) Pot = ? para Q = 0,15 m
3
/s ⇒ Q = V⋅A ⇔ 2,1221
Q
V
A
= = onde
2
0, 0707
4
D
A
π
= =

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6 Universidade Federal do Espírito Santo

9,8
B
Q H
Pot
η
⋅ ⋅
=
2
2
3
2 2
4 1 0, 020 3, 2 10 4 0,15 1
150 120
2 0, 3 2 9,8 0, 3
a b c B
L Q
z H z f H
D g D π π
| | ⋅ ⋅ ⋅ | |
+ = + ⇔ + = + ⇔
| |
⋅ ⋅ \ ¹
\ ¹

3 2 2
2 4
0, 020 3, 2 10 4 0,15
30 19, 01
0, 3 0, 3 2 9,8
B
H
π
⋅ ⋅ ⋅ ⋅
⇔ = − + =
⋅ ⋅ ⋅ ⋅

9,8 19, 01 0,15
34, 93
0,8
Pot
⋅ ⋅
∴ = = kW

c)
2 2
1 1
2 2
A A antes A antes
A B A B
p V p V p
z z H z z H
g g γ γ γ
+ + = + + + ∆ ⇔ = + + ∆
1
150 135
antes
p
H
γ
∴ = + + ∆
onde:
2 2
1
0, 02 533, 33 2,1221
8,17
2 2 9,8 0, 3
L V
H f
D g
⋅ ⋅
∆ = = =
⋅ ⋅

6,83
antes
p
γ
= mH
2
O
2 2
1
150 19, 01 135 8,17
2 2
depois depois
A A B
B A B
p p
p V V
H z z H
g g γ γ γ
+ + + = + + + ∆ ⇔ = + − − ⇔
25,84
depois
p
γ
⇔ = mH
2
O

2.35 Na figura 2.14 os pontos A e B estão conectados a um reservatório mantido em nível
constante e os pontos E e F conectados a outro reservatório também mantido em nível
constante e mais baixo que o primeiro. Se a vazão no trecho AC é igual a 10 l/s de água,
determine as vazões em todas as tubulações e o desnível H entre os reservatórios. A
instalação está em um plano horizontal e o coeficiente de rugosidade da fórmula de Hazen-
Willians, de todas as tubulações, vale C = 130. Despreze as perdas de carga localizadas e as
cargas cinéticas das tubulações.

AC BC
A B f f
CP CP h h = ⇒ =
1,85
( , )
Hazen Willians
J Q tabela D C β

= ⋅ →

1,85 1,85 3 1,85 3 1,858
100 100 9, 686 10 10 100 1, 345 10 100
AC AC AC BC BC BC BC
Q L Q L Q β β ⋅ ⋅ ⋅ = ⋅ ⋅ ⋅ ⇔ ⋅ ⋅ ⋅ = ⋅ ⋅ ⋅ ⇔
3 1,85
1,85
1,85
3
9, 686 10 10
509,83 29, 07
1, 345 10
BC
Q
⋅ ⋅
⇔ = = =

l/s

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7 Universidade Federal do Espírito Santo
29, 07 10 39, 07
CD BC AC
Q Q Q = + = + = l/s
DE
E F f f DF
CP CP h h = ⇒ =
( , ) ( , )
DE DF
DE DF
D C D C
β β
=
=

1,85 1,85 1,85 1,85 1,85
250
100 100
200
DF
DE DE DE DF DF DF DE DF DF
DE
L
Q L Q L Q Q Q
L
β β ⋅ ⋅ ⋅ = ⋅ ⋅ ⋅ ⇔ = = ⇔
( )
1,85
1,85 1,85
1, 25 1,128
DE DF DE DF
Q Q Q Q ⇔ = ⇒ =
Conservação da matéria ⇒ Q
DE
+ Q
DF
= Q
CD

39,1 1,128 39,1 18, 37
DE DF DF DF DF
Q Q Q Q Q ⇔ + = ⇔ + = ⇒ =

l/s ⇒ Q
DE
= 20,73 l/s

AC CD DE
A E f f f
H CP CP h h h = − = + + ⇔
1,85 1,85 1,85
1
100
AC AC AC CD CD CD DE DE DE
H Q L Q L Q L β β β
(
= ⋅ ⋅ + ⋅ ⋅ + ⋅ ⋅ ⇔
¸ ¸

3 1,85 2 1,85 3 1,85
1
9, 686 10 0, 01 100 3, 312 10 0, 0391 300 1, 345 10 0, 02073 200
100
H
(
⇔ = ⋅ ⋅ ⋅ + ⋅ ⋅ ⋅ + ⋅ ⋅ ⋅ ⇔
¸ ¸

6, 47 H ⇔ = m

2.36 Determine o valor da vazão Q
B
, e a carga de pressão no ponto B, sabendo que o
reservatório 1 abastece o reservatório 2 e que as perdas de carga unitárias nas duas
tubulações são iguais. Material: aço soldado revestido com cimento centrifugado. Despreze
as perdas localizadas e as cargas cinéticas.

810 800
0, 00758
860 460
AB BC
J J

= = =
+
m/m
Aço soldado revestido com cimento centrifugado.
C = 130
β
1
= 1,345⋅10
3
, β
2
= 9,686⋅10
3
1,85 3 1,85
0, 758 1, 345 10 0, 0175
AB AB AB AB
J Q Q Q β = ⋅ ⇒ = ⋅ ⋅ ⇒ = m
3
/s = 17,5 l/s
1,85 3 1,85
0, 758 9, 686 10 0, 00603
BC BC BC AB
J Q Q Q β = ⋅ ⇒ = ⋅ ⋅ ⇒ = m
3
/s = 6,03 l/s
Q
B
= Q
AB
– Q
BC
⇒ Q
B
= 11,47 l/s
Cota B = 810 – ∆H
AB
= 810 – J
AB
L
AB
= 810 – 0,00758⋅860 = 803,48 m
803, 48 780 23, 48
B
p
γ
= − =
mH
2
O

3.1 A instalação mostrada na Figura 3.17 tem diâmetro de 50 mm em ferro fundido com
leve oxidação. Os coeficientes de perdas localizadas SAP: entrada e saída da tubulação K =
1,0, cotovelo 90° K = 0,9, curvas de 45º K = 0,2 e registro de ângulo, aberto, K = 5,0.
Determine, usando a equação de Darcy-Weisbach:
a) a vazão transportada;
b) querendo-se reduzir a vazão para 1,96 l/s, pelo fechamento parcial do registro, calcule
qual deve ser a perda de carga localizada no registro e seu comprimento equivalente.

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2 2
1 1 2 2
1 2
,
2 2
p V p V
z z perdas
g g γ γ
+ + = + + + onde p
1
= p
2
=p
atm

1 2
50 45 5
f
perdas z z h h ∴ = − = + ∆ = − = m
a) Fórmula de Darcy-Weisbach:
2 2 2 2
5, 0 5, 0
2 2 2 2
V L V V V L
JL K H f K f K
g D g g g D
(
+ ⋅ = ∆ ⇒ + ⋅ = ⇔ + = ∑ ∑ ∑
(
¸ ¸

Ferro fundido com leve oxidação: ε = 0,30 mm (Tabela 2.2)
( )
( )
2 2
2,0 13, 0 5,0 25, 0
5,0 2 1,0 0, 9 2 0, 2 5, 0 5, 0
2 2 9,81 0,05
V L V
f K f
g D
( + + +
(
+ = ⇔ + ⋅ + + ⋅ + = ⇔ ∑
(
(

¸ ¸
¸ ¸
( ) ( )
2
2
900 8, 3 5, 0 5, 0 48,87 0, 423 ,
19, 62
V
f f V ⇔ + = ⇔ = + 0, 30 ε = mm, D = 50 mm

( ) ( )
2 2
2
1 3, 71 1 1 1
2log
2log 3, 71 / 2log 3, 71 0,05/ 0,0003 2log618, 333
D
f
D f ε ε
( (
(
| |
= ⇔ = = = =
( (
| (

\ ¹ ( ( ¸ ¸
¸ ¸ ¸ ¸

2
1
5,58
(
=
(
¸ ¸
= 0,032
∴ 5,0 = 1,987V
2
⇔ V = 1,586 m/s ⇒ Q = V⋅A = 1,586⋅π⋅0,025
2
= 3,114⋅10
-3
m
3
/s

b) Q = 1,96 l/s ⇒
2 2
4 4 0, 00196
1, 0
0, 05
Q
V
D π π

= = =

m/s
2 2 2
5, 0
2 2 2
L V V V L
f K f K
D g g g D
(
+ = ⇔ + ∑ ∑
(
¸ ¸

ε = 0,30 mm, V = 1 m/s → f = 0,0341
( )
2
2, 0 13,0 5, 0 25,0
1,0
0,034 2 1,0 0,9 2 0, 2 5,0
2 9,81 0, 05
K
( + + +
∴ + + ⋅ + + ⋅ = ⇔
(

¸ ¸

30, 6 3, 3 98,1 64, 2 K K ⇔ + + = ⇒ =

2 2
1, 0
64, 2 3, 27
2 2 9,81
reg
V
h K
g
∆ = = =

m
2 2 2
1, 0
3, 27 3, 27 0, 034 3, 27
2 2 0, 05 2 9,81
eq eq
reg eq eq
L L
f V V
h JL L f
Dg D g
| |

∆ = ⇒ = ⇔ ⋅ = ⇔ ⋅ ⋅ = ⇔
|
|

\ ¹

94, 35
eq
L ≅ m

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3.7 A instalação hidráulica predial da figura está em um plano vertical e é toda em aço
galvanizado novo com diâmetro de 1”, e alimentada por uma vazão de 2,0 l/s de água. Os
cotovelos são de raio curto e os registros de gaveta. Determine qual deve ser o comprimento
x para que as vazões que saem pelas extremidades A e B sejam iguais.



Tabela 3.6 – Comprimentos equivalentes:
cotovelo 90°_raio curto
L
E
= 0,189 + 30,53D
registro_gaveta aberta
L
E
= 0,010 + 6,89D



Perdas de carga:
2, 0 1, 5 0, 3 3,80
AC
L = + + = m
( ) ( ) 2 0,189 30,53 0, 010 6,89 0, 388 67, 95 0, 025 2, 09
CA
E
L D D = + + + = + ⋅ = m
0,5 0, 3 (0,8 )
CB
L x x = + + = + m
( ) ( ) 2 0,189 30, 53 0, 010 1,89 2, 09
CB
E
L D D = + + + = m

Para que Q
A
= Q
B
, devemos ter:
( ) ( ) 1,5 3,80 2, 09 2, 09 0,80
A B
A T B T
z JL z JL J x J x + = + ⇔ + ⋅ + = + + + ⇔
( ) 3, 0 1, 50 J x x ⇔ − = −

Hazen-Williams:
1,85
1,85 1,17 2 2
4 4 0, 001
69,81 2, 04
0, 025
V Q
J V
C D D π π

= ⇒ = = =

m/s
C = 125 (Tabela 2.4)
1,85
1,85 1,17
2, 04
69,81 0, 2518
125 0, 025
J J = ⇒ = m/m
Logo:
0, 2802 0,8406 1, 50 1,83 x x x + = + ⇔ = m

3.8 Dois reservatórios, mantidos em níveis constantes, são interligados em linha reta através
de uma tubulação de 10 m de comprimento e diâmetro 50 mm, de P. V. C. rígido, como
mostra o esquema da Figura 3.23. Admitindo que a única perda de carga localizada seja
devido à presença de um registro de gaveta parcialmente fechado, cujo comprimento
equivalente é L
E
= 20,0 m, e usando a fórmula de Hazen-Williams, adotando C = 145,
determine:
a) a vazão de canalização supondo que o registro esteja colocado no ponto A;
b) idem, supondo o registro colocado no ponto B;
c) máxima e mínima carga de pressão na linha, em mH
2
O, nos casos a e b;
d) desenhe em escala as linhas piezométrica e de energia.

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Equação da continuidade:
2 2
2 2
A A B B
A B
p V p V
z z perdas
g g γ γ
+ + = + + +
• p
A
= p
B
(os dois reservatórios com NA = 1,0 m)
• v
A
= v
B
(vazão constante)
perdas = z
A
– z
B
= 3,0 m
( )
1,85 1,85
1,85 1,17 1,85 1,17
3, 0 6, 31 6, 31 10, 0 20, 0 3
145 0, 05
T
V V
JL L
C D
= = ⋅ ⇔ ⋅ + = ⇔
⋅ ⋅

1,85
4,397 2, 227 V V ⇔ = ⇒ = m/s
2
0, 05
2, 27 4, 37
4
Q VA
π ⋅
= = = l/s

a) A pressão é mínima no ponto mais alto e máxima no ponto mais baixo:
1,85 1,85
1,85 1,17 1,85 1,17
2, 227
6,81 6,81 0,1000
145 0, 05
V
J
C D
= = =
⋅ ⋅
m/m
1
2
3 4
4
A
B
z m
z z
z z z
=
=
= =


2 2 2
1 2 2
1 2 1 2
( )
2 2 2
A A A
E E
atm mín mín
p V p V p V
z z JL z z JL
g g g γ γ γ
| | | | | |
+ + = + + + ⇒ = − − − ⇔
| | |
\ ¹ \ ¹ \ ¹

2
2, 227
1, 0 0,1000 20,0 1, 25
2 9,81
A A
mín mín
p p
γ γ
| | | |
⇔ = − − ⋅ ⇔ = −
| |

\ ¹ \ ¹
m

2 2 2
1 4 4
1 4 1 4
( )
2 2 2
A A A
T T
atm máx mín
p V p V p V
z z JL z z JL
g g g γ γ γ
| | | | | |
+ + = + + + ⇒ = − − − ⇔
| | |
\ ¹ \ ¹ \ ¹

2
2, 227
4, 0 0,1000 30 0,75
2 9,81
A A
mín máx
p p
γ γ
| | | |
= − − ⋅ ⇔ =
| |

\ ¹ \ ¹
m

b) •
2 2 2 2
1 2 2
1 2 1 2
2, 227
( ) 1, 0
2 2 2 2 9,81
B B B
máx máx máx
p V p V p V
z z z z
g g g γ γ γ
| | | | | |
+ + = + + ⇔ = − − = − ⇔
| | |

\ ¹ \ ¹ \ ¹

0, 75
B
mín
p
γ
| |
⇔ =
|
\ ¹
m

2 2 2
1 3 2
1 3 1 3
( )
2 2 2
B B B
ATM máx máx
p V p V p V
z z JL z z
g g g γ γ γ
| | | | | |
+ + = + + + ⇔ = − − ⇔
| | |
\ ¹ \ ¹ \ ¹

2
2, 227
1,0 0,1000 10
2 9,81
B
máx
p
γ
| |
⇔ = − − ⋅
|

\ ¹
= 2,75 m
3.10 Uma tubulação retilínea de 360 m de comprimento e 100 mm de diâmetro é ligada a
um reservatório aberto para a atmosfera, com nível constante, mantido 15 m acima da saída
da tubulação. A tubulação está fechada na saída por uma válvula, cujo comprimento

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equivalente é de 7,5 m de comprimento da tubulação. Se a válvula é aberta
instantaneamente, com escoamento livre, determine o tempo necessário para que a
velocidade média atinja 98% da velocidade em condições de regime permanente. Assuma o
fator de atrito f = 0,020 e adote como coeficiente de perda de carga na entrada K = 0,5.
Sugestão: utilize a Equação 1.11 e a metodologia do problema 1.4.

Equação 1.11 →
2 2
1 1 2 2
1 2 12
2 2
p V p V L dV
z z H
g g g dt γ γ
+ + = + + + ∆ +
Comprimento equivalente na entrada:
Equação 3.16 →
e
L K
D f
= ⇒
0,5 0,1
2, 5
0, 02
e
K D
L
f
⋅ ⋅
= = = m
Equação 3.15 →
2
2
e
L V
H f
D g
∆ = ⇒
2 2
(7, 5 2, 5 360)
(0, 02) 74
0,1 2 2
V V
H
g g
+ +
∆ = =


Equação da energia para A e B:
2 2 2
2 2 2
2
2 2 2
A A
A A
p V p V L dV V L dV
z z H z H
g g g dt g g dt γ γ
+ + = + + + ∆ + ⇔ = + ∆ + ⇔
2 2
2
15 74 36, 7347 3,8265 36, 7347 15 0
2 2
V V dV dV
V
g g dt dt
⇔ = + + ⇔ + − =
Resolvendo-se a equação diferencial, encontramos V(t). A partir de V(t), calculamos t.

3.13 Sabendo-se que as cargas de pressão disponíveis em A e B são iguais e que as diferenças
entre as cargas de pressão em A e D é igual a 0,9 mH
2
O, determine o comprimento
equivalente do registro colocado na tubulação de diâmetro único, assentada com uma
inclinação de 2° em relação à horizontal, conforme a Figura 3.26.

2 2
0, 9
2 2
A D A D
A D D A A
p V p V p p
z z H z z H z H
g g γ γ γ γ
+ + = + + + ∆ ⇔ − = − + ∆ ⇔ = − + ∆
2 13, 96 0, 9 13, 96 14, 46
400
h
sen h H H ° = ⇔ = ∴ = − + ∆ ⇔ ∆ =
0
H JL ∆ = onde
6, 98
0, 0349 14,86 0, 0349 425, 79
200
J L L = = ∴ = ⇔ =
Como L
AD
= 400, L
e
= 25,79.

4.1 Um sistema de distribuição de água é feito por uma adutora com um trecho de 1500 m
de comprimento e 150 mm de diâmetro, seguido por outro trecho de 900 m de comprimento
e 100 mm de diâmetro, ambos com o mesmo fator de atrito f = 0,028. A vazão total que
entra no sistema é 0,025 m
3
/s e toda água é distribuída com uma taxa uniforme por unidade
de comprimento q (vazão de distribuição unitária) nos dois trechos, de modo que a vazão na
extremidade de jusante seja nula. Determine a perda de carga total na adutora,
desprezando as perdas localizadas ao longo da adutora.

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F = 0,028
D
1
= 0,15 m
L
1
= 1500 m
D
2
= 0,1 m
L
2
= 900 m
Q
m
= 0,025 m
3
/s
5
1 2
1, 042 10
Q
q
L L

= = ⋅
+
m
3
/ms
Para o trecho 1:
5 3 3
1
0, 025 1,042 10 1500 9, 375 10 /
j m j
Q Q q L Q m s
− −
= − ⋅ = − ⋅ ⋅ ⇔ = ⋅
0, 025 0, 009375
0, 0171875
2 2
m j
f f
Q Q
Q Q
+
+
= = ⇔ = m
3
/s
Pela equação universal:
2
2
3
1
5 5
0, 0827 0, 028 0, 0171875
0, 0827 9, 008 10
0,15
f
f Q
J J
D


⋅ ⋅
= = ⇒ = ⋅ m/m
Assim:
1 1 1 1
13,512 H J L H ∆ = ⋅ ⇒ ∆ = m
Para o trecho 2:
0
3
m
j f
Q
Q Q = → =
2 1
0, 01443
m J f
Q Q Q = ⇒ = m
3
/s

2
2
3
2
5 5
0, 0827 0, 028 0, 01443
0, 0827 6, 3528 10
0,15
f
Q
J f J
D

⋅ ⋅
= = ⇒ = ⋅ m/m
2 2 2 2
5, 717 H J L H ∆ = ⋅ ⇒ ∆ = m
Finalmente:
1 2
19, 229
T T
H H H H ∆ = ∆ + ∆ ⇔ ∆ = m

4.4 Quando água é bombeada através de uma tubulação A, com uma vazão de 0,20 m
3
/s, a
queda de pressão é de 60 kN/m
2
, e através de uma tubulação B, com uma vazão de 0,15 m
3
/s,
a queda de pressão é de 50 kN/m
2
. Determine a queda de pressão que ocorre quando 0,17
m
3
/s de água são bombeados através das duas tubulações, se elas são conectadas (a) em série
ou (b) em paralelo. Neste último caso, calcule as vazões em cada tubulação. Use a fórmula
de Darcy-Weisbach.
Tubulação A:
Q
A
= 0,20 m
3
/s
∆P = – 60 kN/m
2

2 2
1 1 2 2
1 2
2 2
V p V p
z z H
g g γ γ
+ + = + + + ∆
3
1 2
3
.
60 10 60
6,1224
. 9,8 9,8 10
A A A
V const
p p
H H H
z const γ γ


− = ∆ ⇔ = ∆ ⇔ ∆ = =


m
2 2 2
5 5 5
0, 0827 0, 0827 6,1224 1850,801
A A A A A A A A A
A A A
f L Q f L Q f L Q
H
D D D
∆ = ⇒ = ⇒ =

Tubulação B:
Q
B
= 0,15 m
3
/s
∆P = – 50 nK/m
2


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2 2
1 2
2 2
p V p V
z z H
g g γ γ
+ + = + + + ∆
.
50
. 9,8
A
V const
H
z const

∆ =


2
5 5
50
0, 0287 2741,927
9,8
B B B B B
B B
f L Q f L
D D
= ⇒ =

a) Em série
Q
A
= Q
B

∆H = ∆H
A
+ ∆H
B
→ ∆P = ∆P
A
+ ∆P
B
2
5
0, 0827
A A A
A
A
P f L
H Q
D γ
∆ ⋅
∆ = = ⋅ ⋅
2
0, 0827 1850,801 0, 27 9,8
A
P ∆ = ⋅ ⋅ ⋅
∆P
A
= 43,35 kN/m
2
2
5
0, 0827
B B B
B
B
P f L
H Q
D γ
∆ ⋅
∆ = = ⋅ ⋅
2
0, 0827 2741, 927 0,17 9,8
B
P ∆ = ⋅ ⋅ ⋅
∆P
B
= 64,22 kN/m
2

∆P = 43,35 + 64,22 = 107,57 kN/m
2

b) Em paralelo
Q
A
+ Q
B
= 0,17
2 2 2 2
A B
5 5
H H 0, 0827 0, 0827 1850,801 2741, 927
A B
A A B B A B
A B
L L
f Q f Q Q Q
D D
∆ = ∆ ⇔ ⋅ ⋅ ⋅ = ⋅ ⋅ ⋅ ⇔ = ⇔
43, 021 52, 363 1, 217
A B A B
Q Q Q Q ⇔ = ⇔ =
2, 217 0,17 0, 0767
B B
Q Q ∴ = ⇔ = m
3
/s ⇒ Q
A
= 1,217⋅0,0767 = 0,0933 m
3
/s

2
5
0, 0827 0, 0933 9,8 13, 06
A A
A A
A
P f L
H P H P P
D
γ
γ
∆ ⋅
∆ = ⇒ ∆ = ∆ ⋅ ⇔ ∆ = ⋅ ⋅ ⋅ ⇔ ∆ = kN/m
2


4.7 O sistema de distribuição de água mostrado na Figura 4.20 tem todas as tubulações do
mesmo material. A vazão que sai do reservatório I é de 20 l/s. Entre os pontos B e C, existe
uma distribuição em marcha com vazão por metro linear uniforme e igual a q = 0,01 l/(s.m).
Assumindo um fator de atrito constante para todas as tubulações, f = 0,020 e desprezando
as perdas localizadas e a carga cinética, determine:
a) a carga piezométrica no ponto B;
b) a carga de pressão disponível no ponto C, se a cota geométrica desse ponto é de 576,00 m;
c) a vazão na tubulação de 4” de diâmetro.


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Solução 1:

4” = 0,1 m (Caminho 1)
6” = 0,15 m (Caminho 2)

2 2
2 2
A B
A B
p V p V
z z H
g g γ γ
+ + = + + + ∆ onde
A
A A
p
CP z
γ
= + e
B
B B
p
CP z
γ
= +
590 590
A B B B
CP CP H CP H CP H ∴ = + ∆ ⇔ = + ∆ ⇔ = − ∆
Cálculo de ∆H:
2 2 2 1 2
1 2
5 5 5
1 2
0, 0827 0, 0827 0, 0827
f L f L f L
H Q Q Q
D D D
⋅ ⋅ ⋅
∆ = ⋅ ⋅ ⇒ ⋅ ⋅ = ⋅ ⋅ ⇔
2 2
1 2 1 2
5 5
800 750
0,3514
0,1 0,15
Q Q Q Q ⇔ ⋅ = ⋅ ⇔ =
Mas
1 2
20
A
Q Q Q + = = l/s
2 2
1, 3514 20 14, 799 Q Q ⇒ = ⇔ = l/s = 1,48⋅10
–2
m
3
/s
( )
2
2
5
0, 02 790
590 0,0827 1, 48 10 586, 42
0,15
B
CP


∴ = − ⋅ ⋅ = m
Solução 2:

Tubo de 6” = 0,15 m e 4” = 0,10 m
1,85 1,85
6 4
6 4 6 6 4 4
1,85 4,87 1,85 4,87
10, 65 750 10, 65 800
(0,15) (0,1)
Q Q
H H J L J L
C C
∆ = ∆ ⇔ ⋅ = ⋅ ⇔ ⋅ = ⋅ ⇔
⋅ ⋅

1,85 1,85
1,85 1,85 1,85 1,85 6 4
6 4 6 4
4,87 4,87
750 800
7.717.858,853 59.304.819, 31 7, 684
0,15 0,1
Q Q
Q Q Q Q ⇔ = ⇔ = ⇔ = ⇔
6 4
3, 011 Q Q ⇔ =
Do enunciado, tem-se que Q
4
+ Q
6
= 0,020. Portanto:
Q
4
= 4,986⋅10
–3
m
3
/s
Q
6
= 15,014⋅10
–3
m
3
/s
Para as respectivas vazões, tem-se:
6
6
2
6
0,8496
/ 4
Q
V
D π
= = m/s
6
4
2
4
0, 6348
/ 4
Q
V
D π
= = m/s
Na tubulação de 6” de diâmetro, tem-se:
2 2
750 0,8496
0, 02 3, 6827
2 0,15 2
AB AB
L V
H f H
D g g
∆ = = ⋅ ⋅ ⇒ ∆ = m
Equação da energia na superfície I e em B:
2 2
1 1
1
590 3, 6827 586, 3173
2 2
B B
B AB B B
p V p V
z z H CP CP
g g γ γ
+ + = + + + ∆ ⇔ = + ⇔ = m

b) 586, 42 576 10, 42
B C C C
B C
p p p p
z z H H H
γ γ γ γ
+ = + + ∆ ⇔ = + + ∆ ⇔ = − ∆

0, 02 0, 01
0, 015
2 2
BC
m j
F F
Q Q
Q Q
+
+
= = → = m
3
/s,

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2
5
0,02 1000
0, 0827 0,015 4,90
0,15
H

∴∆ = ⋅ ⋅ = m
10 42 4, 9 5, 52
C
p
γ
∴ = − − = mH
2
O

c) Da letra a, tem-se:
Q
1
= 0,3514Q
2
= 0,3514⋅1,48⋅10
–2
= 5,2⋅10
–3
m
3
/s

4.9 No sistema de abastecimento d’água mostrado na Figura 4.21 faz parte de um sistema de
distribuição de água em uma cidade, cuja rede se inicia no ponto B. Quando a carga de
pressão disponível no ponto B for de 20 mH
2
O, determine a vazão no trecho AB e verifique
se o reservatório II é abastecido ou abastecedor. Nesta situação, qual a vazão Q
B
que está
indo para a rede de distribuição? A partir de qual valor da carga de pressão em B a rede é
abastecida somente pelo reservatório I? Material das tubulações: aço rebitado novo.
Despreze as perdas localizadas e as cargas cinéticas e utilize a fórmula de Hazen-Williams.




Tabela 2.4 → C = 110
8” = 0,20 m
6” = 0,15 m


carga de pressão disponível no ponto B = 20 mH
2
O → 20
B
p
γ
= mH
2
O
740
B
B B
p
CP z
γ
= + = m → Em B a cota piezométrica é CP
B
= 740 m. Como este valor é maior
que a cota piezométrica do N. A. de II, este reservatório é abastecido.
Por Hazen-Williams:
1,85 1,85
1,85
1,85 4,87 1,85 4,87
10, 65 10, 65
4,516
110 0, 2
AB AB
AB
Q Q
J J Q
C D
⋅ ⋅
= = ⇒ =
⋅ ⋅

1,85 1,85
1050 4, 516 4741,83
AB AB AB AB AB
H L J H Q Q ∆ = ⋅ → ∆ = ⋅ =
Equação da energia na superfície do reservatório I e em B:
2 2
1 1
1
754 720 20 14
2 2
B B
B AB AB AB
p V p V
z z H H H
g g γ γ
+ + = + + + ∆ ⇔ = + + ∆ ⇒ ∆ = m
Assim:
1,85
1,85 3
14 4741,83 2.95244663 10 0, 04291
AB AB
Q Q

= ⋅ ⇒ = ⋅ = m
3
/s = 42,91 l/s
Como CP
B
> NA
II
, o reservatório II é abastecido, ou seja:
AB B BC
Q Q Q = +

C = 110, D = 6” ⇒ β = 1,831⋅10
3
(Tabela 2.3)
Portanto:
1,85 1,85
18, 31
BC BC
J Q J Q β = ⋅ → =
1,85 1,85
650 18, 31 11901, 5
BC BC
H L J H Q Q ∆ = ⋅ → ∆ = ⋅ ⋅ =
Equação da energia superfície do reservatório II e em B:
2 2
2 2
2 2
720 20 735
2 2
B B B
B AB B AB BC
p V p V p
z z H z z H H
g g γ γ γ
+ + = + + + ∆ ⇔ + = + ∆ ⇔ + = + ∆ ⇔
5
BC
H ⇔ ∆ = m

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Assim:
1,85 1,85
5 11.901, 5 14, 95
BC BC
Q Q = ⇒ = l/s
Finalmente:
42, 91 14, 95 27, 96
B AB BC B B
Q Q Q Q Q = − ⇔ = − ⇔ = l/s
Para a rede ser abastecida somente por I, a cota piezométrica em B deve ser igual ou
maior que NA de II. Portanto:
735 735 15
B B
B B
p p
CP z
γ γ
≥ ⇔ + ≥ ⇔ ≥ mH
2
O

5.1 As curvas características de duas bombas, para uma determinada rotação constante, são
mostradas na tabela a seguir. Uma dessas duas bombas deverá ser utilizada para bombear
água através de uma tubulação de 0,10 m de diâmetro, 21 m de comprimento, fator de atrito
f = 0,020 e altura geométrica de 3,2 m. Selecione a bomba mais indicada para o caso.
Justifique. Para a bomba selecionada, qual a potência requerida? Despreze as perdas
localizadas.
Q (m
3
/s) 0 0,006 0,012 0,018 0,024 0,030 0,036
Bba A H (m) 22,6 21,9 20,3 17,7 14,2 9,7 3,9
η ηη η (%) 0 32 74 86 85 66 28
Bba B H (m) 16,2 13,6 11,9 11,6 10,7 9,0 6,4
η ηη η (%) 0 14 34 60 80 80 60
Para a tubulação,
2
2
5
0, 0827
3, 2 3473, 4
g g
F Q
E H H H L E Q
D
| |
⋅ ⋅
= + ∆ = + ⇒ = +
|
|
\ ¹

Para as vazões marcadas,

( )
( )
3
/ 0, 0 0, 006 0, 012 0, 018 0, 024 0, 03 0, 036
3, 20 3, 32 3, 70 4, 32 5, 20 6, 33 7, 70
Q m s
E m

Então, no ponto de funcionamento de A,
Q
1
= 0,030 m
3
/s → η
1
= 66 %
Q
2
= 0,036 m
3
/s → η
2
= 28 %
Q
A
= 0,033 m
3
/s
Interpolando,
1 1
2 1 2 1
0,033 0, 03 66
47
0,036 0,03 28 66
A A A
A
Q Q
Q Q
η η η
η
η η
− − − −
= ⇒ = ∴ =
− − − −
%
Fazendo o mesmo para o ponto B, tem-se:
Q
1
= 0,030 m
3
/s → η
1
= 80 %
Q
2
= 0,036 m
3
/s → η
2
= 60 %
Q
A
= 0,035 m
3
/s
Interpolando, tem-se:
1 1
2 1 2 1
0, 035 0, 03 80
63, 33 %
0,036 0, 03 60 80
B B B
A
Q Q
Q Q
η η η
η
η η
− − − −
= ⇒ = ∴ =
− − − −


⇒ O melhor rendimento é o da bomba B.
Para encontrar a potência requerida, usaremos o ponto (Q
B
, H
B
) do funcionamento de B.
Pela equação de B, tem-se:
2
396,83 222, 62 15,536
B
H Q Q = − − +
Para Q = 0,035 m
3
/s, H
B
= 7,26 m. Com os valores de Q e H,
9800 0, 035 7, 26
3, 93
0, 6333
Q H
Pot
γ
η
⋅ ⋅ ⋅ ⋅
= = = kW



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5.2 O esquema de bombeamento mostrado na Figura 5.21 é constituído de tubulações de aço
com coeficiente de rugosidade da fórmula de Hazen-Williams C = 130. Da bomba até o
ponto B, existe uma distribuição de vazão em marcha com taxa de distribuição constante e
igual a q = 0,005 l/(SM). Para a curva característica da bomba, dada na figura, determine a
vazão que chega ao reservatório superior e a cota piezométrica no ponto B. Despreze as
perdas localizadas e a carga cinética.


( )
2 2
A A C C
A C AC
C A AC AB AB BC BC
1,85 1,85
1 2
1,85 4,87 4,87
A B
A f A 1
B A AB A 2
1,85
A
1,85
P V P V
z E z H
2 2
E z z H E 5 J L J L
10, 65 Q Q
E 5 1000 800
130 0,1524 0,1016
Q Q
Q Q Q 0, 0025 Q
2
Q Q qL Q 0, 005 Q
Q 0, 0025
10, 65
E 5
130
+ + + = + + + ∆
γ γ
= − + ∆ ⇒ = + +
(
= + ⋅ + ⋅
(
¸ ¸
+
= = = − =
= − = − =

= +
( )
( ) ( )
1,85
A
4,87 4,87
1,85 1,85
A A
Q 0, 005
1000 800
0,1524 0,1016
5 12.457,12 Q 0, 0025 71.179, 3 Q 0, 005
(

( ⋅ + ⋅
(
¸ ¸
= + − + −

Q 5 10 15 20
H 20 17,5 12,5 5
E 5,2 10,4 23,1 42,3
Interpolando:
( ) ( )
C B A AB
17, 5 x 10, 4 x
12, 7 17,5 x 5 10, 4 x 222, 25 12, 7x 52 5x
17, 5 12, 5 10, 4 23,1
x 15, 7 m/ E H
10 y 17, 5 15, 7
10, y 1,8 y 11,8 Q
10 15 17,5 12, 5
Q Q Q qL 11,8 5 6,8 /s
− −
= ⇔ − − = − ⇔ − + = − ⇔
− −
⇔ = = =
− −
= ⇔ = − ⇔ = =
− −
= = − = − =



A cota piezométrica em B é:
2 2
A A B B
A B AB
1,85
B
1,85 4,87
F
B
P V P V
z E z H
2 2
10, 65 0, 0093
15, 7 CP 1000
130 0,1524
11,8 6,8
Q 9, 3
2
CP 15, 7 2, 2 13,5 m
+ + + = + + + ∆
γ γ
= + ⋅ ⋅
+
= =
= − =



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5.4 Deseja-se recalcar 10 ℓ/s de água por meio de um sistema de tubulações, com as
seguintes características: funcionamento contínuo 24 h, coeficiente de rugosidade da
fórmula de Hazen-Williams C = 90, coeficiente da fórmula de Bresse K = 1,5 diâmetro de
recalque igual ao diâmetro de sucção, comprimentos reais das tubulações de sucção e
recalque, respectivamente, de 6,0 m e 674,0 m, comprimentos equivalentes das peças
existentes nas tubulações de tubulação e recalque, respectivamente, de 43,40 m e 35,10 m,
altura geométrica de 20 m. Com a curva característica de uma bomba, indicada na Figura
5.22, determine:
a) Associando em paralelo duas destas bombas, obtém-se a vazão desejada?
b) Em caso afirmativo, qual a vazão em cada bomba?
c) Qual a vazão e a altura de elevação fornecidas por uma bomba isoladamente isolada no
sistema?
d) Que verificações devem ser feitas antes de escolher a bomba, de acordo com os pontos de
funcionamento obtidos?











( ) ( )
AB BC
2 2
A A C C
A C AC
AB T BC T
1,85 1,85
1,85
1,85 4,87 1,85 4,87
P V P V
z E z H
2 2
E 20 J L J L
10, 65 Q 10, 65 Q
E 20 6 43, 40 647 35,1 20 19.438Q
90 0,15 90 0,15
+ + + = + + + ∆
γ γ
= + +
= + + + + = +

Tabela para a bomba sozinha:
Q 0 2 4 6 7
H 30 28,5 26 22 18,5
E 20 20,2 20,7 21,5 22
Tabela para as bombas em paralelo:
Q 0 4 8 12
H 30 28,5 26 22
E 20 20,7 22,6 25,4

Interpolando:
( ) ( )
1,85 3
26 x 22, 6 x
2,8 2, 6 x 4 22, 6 x 72,8 2,8x 90, 4 4x
26 22 22, 6 25, 4
x 24 m E
24 20 19.438Q Q 0, 010 m /s (sim)
− −
= ⇔ − − = − ⇔ − + = − ⇔
− −
⇔ = =
∴ = + ⇔ =


b) 5 ℓ/s


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c)
( ) ( )
1,85
26 x 22 x 21,5 x
0,5 22 x 3, 5 21, 5 x 11 0, 5x 75, 25 3,5x
26 22 22 18,5 21, 5 22
x 21, 6 m H
21, 6 20 19.438Q Q 6, 2 /s (sim)
− − −
= ⇔ ⇔ − − = − ⇔ − + = − ⇔
− − −
⇔ = =
∴ = + ⇔ = ℓ

5.6 Considere um sistema de abastecimento de água por gravidade entre dois reservatórios
mantidos em níveis constantes e iguais a 812,00 m e 800,00 m, ligados por uma tubulação de
6” de diâmetro, 1025 m de comprimento e fator de atrito f = 0,025. Desejando-se aumentar
a capacidade de vazão do sistema, instalou-se, imediatamente na saída do reservatório
superior, uma bomba centrífuga cuja curva característica é dada na tabela a seguir.
Desprezando as perdas de carga localizadas e a perda de carga na sucção, determine a nova
vazão recalcada. Observe que, no caso, a altura geométrica da Equação 5.38 é negativa.
Q (m
3
/s) 0 0,006 0,012 0,018 0,024 0,030 0,036
H (m) 22,6 21,9 20,3 17,7 14,2 9,7 3,9
η (%) 0 32 74 86 85 66 28
2
2
5
Q
E 12 H 12 JL 12 1025 0, 0827f 12 25.777, 72Q
0,1524
= − + ∆ = − + = − + ⋅ = − +
Com uma equação para E chegamos à tabela:
Q (m
3
/s) 0 0,006 0,012 0,018 0,024 0,030 0,036
H (m) 22,6 21,9 20,3 17,7 14,2 9,7 3,9
E (m) –12 –11 –8,3 –3,6 2,8 11,2 21,4

Interpolando:
( ) ( )
2
14, 2 x 2,8 x
8, 4 14, 2 x 4,5 2,8 x 119, 28 8, 4x 12, 6 4, 5x
14, 2 9, 7 2,8 11, 2
x 10, 22 10, 22 12 25.777, 72Q Q 29, 3 / s
CP z E 812 10, 22 822, 22 m
− −
= ⇔ − − = − ⇔ − + = − ⇔
− −
⇔ = ⇒ = − + → =
= + = + =

Q 0,024 0,030
H 14,2 9,7
Η 8 66

Interpolando para o rendimento, vem:
14, 2 10, 22 85 y
0,88 9 85 y y 77, 08 %
14, 2 9, 7 85 66
− −
= ⇔ ⋅ = − ⇔ =
− −

Portanto:
3 3
HQ 9,8 10 10, 22 29, 3 10
Pot 3,8 kW
0, 7708

γ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅
= = =
η


5.8 Um sistema de bombeamento é constituído por duas bombas iguais instaladas em
paralelo e com sucções independentes, com curva característica e curva do N. P. S. H. dadas
na Figura 5.23. As tubulações de sucção e recalque tem diâmetro de 4”, fator de atrito f =
0,030 e os seguintes acessórios: na sucção, de 6,0 m de comprimento real, existe uma válvula
de pé com crivo e uma curva 90° R/D = 1. O nível d’água no poço de sucção varia com o
tempo, atingindo, no verão, uma cota máxima de 709,00 m e, no inverno, uma cota mínima
de 706,00 m. A cota de instalação do eixo da bomba vale 710,00 m. verifique o
comportamento do sistema no inverno e no verão, determinando os pontos de
funcionamento do sistema (Q e H), os valores do N. P. S. H. disponível nas duas estações e o
comportamento da bomba quanto à cavitação.. Assuma temperatura d’água, em média,
igual a 20°C.

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20 Universidade Federal do Espírito Santo

( )
( )
( )
( )
1
2
R
1 bomba: Q l/s 0 3 6 9 12 15 18
1 bomba: Q l/s 0 6 12 18 24 30 36
H m 24 22,5 20 17 13 7 0
NPSH m x 2,5 3,5 4, 5 5 4, 5 9

Válvula de pé com crivo →
1
L 0, 56 255, 48D = +
Curva 90° R/D = 1 →
2
L 0,115 15,53D = +
Válvula de retenção leve →
3
L 0, 247 79, 43D = +
Registro de globo →
4
L 0, 01 340, 27D = +

r
s
e 3 4 2
S
r
e 1 2
L L L 2L 46,563 m
L 6 m
D 4" 0,1 m
L 70 m
L L L 27, 776 m f 0, 030
T 20 C
= + + =
=
= =
=
= + = =
= °


( ) ( )
[ ]
s r
s r s e s r e r
2
2
5
H H H H L L J L L J
0, 0827Q
H 6 27, 776 70 45,563 H 37.051Q
D
∆ = ∆ + ∆ ⇔ ∆ = + + + ⇔
⇔ ∆ = + + + ⇔ ∆ =

Inverno:
2
i
E 13 37051Q = +
Verão:
2
i
E 10 37051Q = +
Q (l/s) 0 6 12 18 24 30 36
E
v
10 11,33 15,33 22 31,34 43,35 58,02
E
i
10 14,33 18,33 25 34,34 46,35 61,02
Verão:
( )
( )
( )
2 v
v v
v
Q l/s 12 Q 18
E m 15, 33 H 22
H m 20 H 17


Inverno:

v v
v
v v
v
15, 33 H 20 H
H 18, 55 m
15, 33 22 20 17
12 Q 20 H
Q 14, 9 l/s
12 18 20 17
− −
= ⇒ =
− −
− −
∴ = ⇒ =
− −
i i
i
i i
i
18, 33 H 20 H
H 19, 48 m
18, 33 25 20 17
12 Q 20 H
Q 13, 04 l/s
12 18 20 17
− −
= ⇒ =
− −
− −
∴ = ⇒ =
− −

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21 Universidade Federal do Espírito Santo
( )
( )
( )
2 i
v i
i
Q l/s 12 Q 18
E m 18, 33 H 25
H m 20 H 17


Temos que
a v
d s
p p
NPSH z H .

= − − ∆
γ
Pela tabela da página 158 – T = 20°C –
v
p
0, 24. =
γ
Portanto:
( ) ( ) ( )
s
2 2
d s e
5 5
Q Q
NPSH 9, 55 0, 24 z L L 0, 0827f 9, 31 z 6 27, 776 0, 0827 0, 03
D 0,1
= − − − + = − − + ⋅
Inverno:
i
2
d
NPSH 5, 31 8379,8Q = −
Verão:
v
2
d
NPSH 8, 31 8379,8Q = −
v
i
r
1
d
d
d
Q 0 3 6 9 12 15 18
NPSH 8, 31 8, 23 8, 01 7, 63 7,10 6, 42 5,59
NPSH 5, 31 5, 23 5, 01 4, 63 4,10 3, 42 2,59
NPSH x 2,5 3, 5 4,5 5 7, 5 9


Verão:
i
r
máx
d v
d v
Q 12 Q 15
NPSH 7,1 y 6, 42
NPSH 5 y 7,5


Inverno:
v
r
máx
d i
d i
Q 9 Q 12
NPSH 4, 63 y 4,10
NPSH 4,5 y 5


⇒ Há cavitação, já que
máx
v v
Q Q > e
máx
i i
Q Q . >

Calculando o NPSH
d
:
2
i i
2
v
v
NPSH 5, 31 8379,8Q Inverno: NPSH 3,88 m
Verão: NPSH 6, 45 m
NPSH 8, 31 8379,8Q
= − =

=
= −


5.14 Uma bomba centrífuga está montada em uma cota topográfica de 845,00 m, em uma
instalação de recalque cuja tubulação de sucção tem 3,5 m de comprimento, 4” de diâmetro,
em P. V. C. rígido, C = 150, constando de uma válvula de pé com crivo e um joelho 90°.
Para um recalque de água na temperatura de 20°C e uma curva do N. P. S. H. requerido
dada pala Figura 5.25, determine a máxima vazão a ser recalcada para a cavitação
incipiente. Se a vazão recalcada for igual a 15 l/s, qual a folga do NPSH disponível e do
NPSH requerido. Altura estática de sucção igual a 2,0 m e a bomba é não afogada.

v v
v
máx v
máx
7,1 y 5 y
y 6, 65 m
7,1 6, 42 5 7, 5
12 Q 5 y
Q 13, 98 l/s
12 15 5 7,5
− −
= ⇒ =
− −
− −
∴ = ⇒ =
− −
i i
i
máx i
máx
4, 63 y 4,5 y
y 4,57 m
4,5 4,10 4,5 5
9 Q 4,5 y
Q 9, 42 l/s
9 12 4,5 5
− −
= ⇒ =
− −
− −
∴ = ⇒ =
− −

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22 Universidade Federal do Espírito Santo
1
2
e
e
D 4” 0,1 m
C 1560
L 28, 6 m
L 4, 3 m
T 20°C
= =
=
=
=
=



( )
( )
1 2
1,85
e e e
1,85 4,87
1,85
1,85 4,87
1,85
Q 10, 65
H L L L
C D
Q 10, 65
H 3,5 28, 6 4, 3
150 0,1
H 2708, 2 Q

∆ = + +


∆ = + +

∆ = ⋅

a
a
2
p 760 0, 081h
13, 6
1000
h 845
p
9, 40 mH O
− (
=
(
γ
¸ ¸
↓ =
=
γ


1,85 a v v
d
v
1,85
d
p p p
NPSH z H 9, 40 2 2708, 2Q
Tabela da página 158
p
T 20 C 0, 24
NPSH 7,16 2708, 2Q

= − − ∆ = − − −
γ γ

= ° → =
γ
= −

Q (l/s) 0 5 10 15 20 25 30
NPSH
r
(m) 0 0,6 1,2 2,8 5,2 7,6 11,2
NPSH
d
(m) 7,16 7,01 6,62 6,02 5,21 4,22 3,04

A interseção de NPSH
r
e NPSH
d
é em Q = 20 l/s. ⇒ Q
máx
= 20 l/s. A folga para Q = 15 l/s
é:
Folga 6, 02 2,8 3, 22 = − =

6.1 O sistema de recalque mostrado na Figura 6.9 faz parte de um projeto de irrigação que
funciona 5 horas e meia por dia. O sistema possui as seguintes características:
a) tubulação de sucção com 2,5 m de comprimento, constando de uma válvula de pé com
crivo e uma curva 90º R/D = 1;
b) uma bomba que mantém uma altura total de elevação de 41,90 m, para a vazão
recalcada;
c) uma caixa de passagem, em nível constante, com NA = 26,91 m;
d) vazão de distribuição em marcha (vazão unitária de distribuição) constante a partir do
ponto A igual a q = 0,02 /(sm).
Determine:
a) os diâmetros de recalque e sucção (adotar o mesmo) usando a Equação 5.18 (ver a Seção
5.4.3);
b) a carga de pressão disponível imediatamente antes e depois da bomba;
c) os diâmetros dos trechos AB e BC, sendo o ponto C uma ponta seca, vazão nula.
Dimensione os diâmetros pelas vazões de montante de cada trecho;
d) a potência do motor elétrico comercial.
Dados:
a) rendimento da bomba: 65%;
b) material de todas as tubulações: ferro fundido novo (C=130);
c) utilize a equação de Hazen-Williams;
d) perdas de carga localizadas no recalque, desprezíveis.

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a) A vazão de sucção é:
3
(240 108) 9, 96 10 Q q

= + = ⋅ m
3
/s
Equação 5.18 →
3 4
( ) 1, 3 ( / ),
r
D m X Q m s = em que X é a fração do dia de funcionamento do
sistema.
5,5
0, 229
24
X = = e ( ) 0, 02 240 108 6, 96 Q = ⋅ + = l = 6,96⋅10
–3
m
3
/s
3
4
1, 3 0, 229 6, 96 10 0, 0750
r
D

∴ = ⋅ = m

b) Equação da energia em NA
I
e imediatamente antes de B:
2 2 2 2
1 1
1
0 0 1, 2
2 2 2 2
B B B B B B
B m B m m
p V p V p V p V
z z H z H H
g g g g γ γ γ γ
+ + = + + + ∆ ⇔ = + + + ∆ ⇔ = + + + ∆
3
2 3
6, 96 10
1,57
/ 4 4, 418 10
B B
r
Q
V V
D π



= = ⇒ =
⋅ ⋅
m/s
Tabela 3.6 →
1
2
( ) : 0,56 255, 48 19, 721
( ) : 0,115 15,53 1, 31975
e
e
i Crivo L D
ii Curva L D
= + =
= + =

( ) ( )
1 2
1,85
1,85 4,87
23,541 10, 65 0,945
m s e e m
Q
H L L L J H
C D
∆ = + + ⋅ = ⋅ ⋅ ⇔ ∆ = m
( )
2
1,57
0 1, 2 0, 945 2, 27
2 9,8
B B
antes
p p
γ γ
| |
∴ = + + + ⇒ = −
|

\ ¹
mH
2
O
Equação da energia em NA
I
e imediatamente depois de B:
( )
2 2 2
1 1
1
1,57
1, 2 0, 945
2 2 2 9,8
B B B
B m
p V p V p
H z z H H II
g g γ γ γ
+ + + = + + + ∆ ⇔ = + + +


Temos
_2.3 4
130
3, 932 10
0, 075
Tabela
C
D m
β
=
→ = ⋅
=

( )
1,85
4 3
1,85
3, 932 10 6, 96 10
350 14
100 100
j j j j j
Q
H L J L H
β

⋅ ⋅ ⋅

∆ = = = ⋅ ⇔ ∆ = m
Como (26, 91 0) 0, 945 14 41,855
j m m j
H z z H H = − + ∆ + ∆ = − + + = m, voltando a II,
temos:
2
1,57
41,855 1, 2 0, 945 39,58
2 9,8
B B
depois
p p
γ γ
| |
= + + + ⇔ =
|

\ ¹
mH
2
O

c) Em A,

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Q
A
= 6,96⋅10
–3
m
3
/s
Em B,
( ) ( )
3 5 3
6,96 10 2 10 240 2,16 10
B A AB B
Q Q q L Q
− − −
= − ⋅ = ⋅ − ⋅ ⋅ ⇒ = ⋅ m
3
/s
Pela Tabela 6.1, tem-se 6, 96
A
Q = l/s < 3,14 l/s ⇒ D
AB
= 0,125 m. Q
B
= 2,16 l/s < 3,14 l/s
⇒ D
BC
= 0,075 m

d) Equação da energia em B e no NA
II
,
2 2
2 2
2 2
2 2
B B B
B AB B AB
p V p V p
z z H z z H
g g γ γ γ
+ + = + + + ∆ ⇔ = + + ∆ ⇔
26, 91 16, 71
B
AB
p
H
γ
⇔ = + + ∆ (III)
Temos
_2.3 3
130
3, 267 10
0,125
Tabela
C
D m
β
=
→ = ⋅
=

( )
1,85
3 3
1,85
240 3, 267 10 2,16 10
0, 092
100 100
B
AB AB AB AB AB
Q
H L J L H
β

⋅ ⋅ ⋅ ⋅

∆ = ⋅ = ⋅ = ⇒ ∆ =

Voltando a III, temos:
26, 91 16, 71 0, 092 10,12
B B
p p
γ γ
= + + ⇔ = mH
2
O
e)
3
9,8 41,855 6, 96 10
4, 39
0, 65
H Q
Pot Pot
γ
η

⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅
= = ⇒ = kW
3 3 3
10 10 6, 96 10 41,855
5, 97
75 75 0, 65
H Q
Pot Pot
η

⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅
= = ⇒ =

cv

6.2 A rede de distribuição de água, representada na Figura 6.10, possui as seguintes
características:
a) os trechos BC, CE, EF, CD e EG têm uma vazão de distribuição em marcha constante e
igual a q= 0,010 l/(sm)
b) os pontos D, F e G são pontas secas;
c) as cotas topográficas dos pontos são:
( ) 6,0 7, 0 8,0 11, 0 8, 0 10, 0 6,0
Ponto A B C D E F G
Cota m

Determine a cota do nível de água no reservatório, para que a mínima carga de
pressão dinâmica na rede seja de 12 mH
2
O. Determine a máxima carga de pressão estática.
Material das tubulações tem C = 130.



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EXEMPLO 8.1
Estime o valor do fator de atrito f, do coeficiente de rugosidade C de Chézy e do coeficiente
de rugosidade n de Manning em um canal largo de 1,50 m de profundidade, no qual as
medidas de velocidades a 20 % e 80 % da altura d’água foram, respectivamente, v
0,20
= 0,80
m/s e v
0,80
= 1,20 m/s.
Assuma distribuição de velocidade logarítmica na vertical, escoamento turbulento rugoso
e que a altura d’água é igual ao raio hidráulico. A Equação 2.31
*
8, 48 2,5ln
v R
u ε
(
= +
(
¸ ¸
,
desenvolvida a partir da hipótese de perfil logarítmico, pode ser posta em forma mais conveniente
como:
*
29,84
5, 75log
v R
u ε
| |
=
|
\ ¹

Em que y é uma ordenada medida a partir do fundo e v, a velocidade pontual. Para y = 0,80h e y
= 0,20h, fica:
0,80
*
23,87
5, 75log
v
h
u ε
| |
=
|
\ ¹

0,20
*
5, 97
5, 75log
v
h
u ε
| |
=
|
\ ¹

Fazendo
0,80
0,20
v
X
v
= , dividindo uma equação pela outra e desenvolvendo, vem:
0, 776 1, 378
log
1
h X
X ε
− | |
=
|

\ ¹

Usando o conceito de diâmetro hidráulico, a velocidade média é dada pela equação 2.32
*
2, 5ln 4, 73
V R
u ε
(
= +
(
¸ ¸
, na forma:
*
2
5, 75log 4, 73 5, 75log 4, 73 5, 75log 4, 73 5, 75log 6, 46
2
h
V R D R h
u ε ε ε ε
= + = + = + = +
Pela equação 2.26
*
8 V
u f
(
=
(
¸ ¸
, que relaciona a velocidade média com o fator de atrito,
tem-se:
*
8 0, 776 1, 378 2 1, 464
6, 46
1 1
V X X
u f X X
− + | |
= = + =
|
− −
\ ¹

Para
1, 20
1,5,
0,80
X = = o fator de atrito vale f = 0,100 e da Equação 8.7
0 0
8 8
,
h h
g g
V R I V C R I C
f f
(
= ⇔ = ⇐ =
(
¸ ¸
8 78, 4
28
0,100
g
C
f
= = =
e, finalmente, como
h = R
h
= 1,50 m e
1/6
h
R
C
n
=
o coeficiente de rugosidade de Manning vale n = 0,038.

EXEMPLO 8.2
Determinar a altura d’água em uma galeria de águas pluviais, de concreto n = 0,013,
diâmetro igual a 0,80 m, declividade de fundo I
0
= 0,004 m/m, transportando uma vazão de
600 l/s em regime permanente e uniforme.
O coeficiente dinâmico vale:

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3/8
3/8
0
0, 013 0, 60
0, 456
0, 004
nQ
M
I
| |
| |

= = = |
|
|
\ ¹
\ ¹

Pela Equação 8.47
1
M
D
K
(
=
(
¸ ¸
:
1
1
0, 456
0,80 0,570 K
K
= ∴ =
Na Tabela 8.1, para K
1
= 0,570, determina-se o valor da lâmina d’água relativa, isto é, a
altura normal dividida pelo diâmetro. Para K
1
0,570, tira-se y
0
/D = 0,625, e daí y
0
= 0,50 m.

EXEMPLO 8.3
Qual a relação entre as vazões transportadas, em regime permanente e uniforme, em uma
galeria de águas pluviais, com lâmina d’água igual a 2/3 do diâmetro e a meia seção.
Na Tabela 8.1, para lâminas d’água iguais a y
0
/D = 0,666 e y
0
/D = 0,50 m, os coeficientes
K
1
valem, respectivamente, 0,588 e 0,498.
Pela Equação 8.47
3/8
1 0
, em que M= ,
M nQ
D
K I
(
| |
(
= |
|
(
\ ¹
¸ ¸
fórmula de Manning, como o
diâmetro é o mesmo, tem-se:
1 2 1
1 2 2
1,18
M M M
K K M
= ∴ =
e para a mesma declividade e rugosidade, fica:
3/8
1 1
2 2
1,18 1,56
Q Q
Q Q
| |
= ∴ =
|
\ ¹


EXEMPLO 8.4
Dimensione um canal trapezoidal dom taludes 2H:1V, declividade de fundo I
0
= 0,0010
m/m, revestimento dos taludes e fundo em alvenaria de pedra argamassada em condições
regulares, para transportar uma vazão Q = 6,5 m
3
/s. Utilize uma razão de aspecto m = b/y
0

= 4. Calcule a velocidade média e verifique se a seção encontrada é de mínimo perímetro
molhado.
Na Tabela 8.5, determina-se o coeficiente de rugosidade n = 0,025. Na Tabela 8.2,
determina-se o coeficiente de forma K, em função de m = 4 e Z = 2, e vale K = 1,796. O
coeficiente dinâmico vale:
3/8
3/8
0
0, 025 6, 5
1,847
0, 001
nQ
M
I
| |
| |

= = = |
|
|
\ ¹
\ ¹


Pela fórmula de Manning, Equação 8.39
3/8
0
0
, em que :
M nQ
y M
K I
(
| |
(
= = |
|
(
\ ¹
¸ ¸
0
1,847
1, 03
1, 796
M
y
K
= = = m
Então:
0
4 4,12
b
m b
y
= = ∴ = m (largura do fundo)
A área molhada vale:
( ) ( )
2 2
0
4 2 1, 03 6, 36 A m Z y = + = + ⋅ = m
2
.

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A velocidade média é igual a
6,5
1, 02
6, 36
Q
V
A
= = = m/s.
Para que a seção dimensionada tenha o mínimo perímetro molhado, é necessário que seja
verificada a Equação 8.53, isto é:
( )
( )
2
2 1 2 1 4 2 0, 47 4 m Z Z = + − = + − = ≠
Conclusão: a seção não é de mínimo perímetro molhado.

8.1 Um canal de drenagem, em terra com vegetação rasteira nos taludes e fundo, com
taludes 2,5H:1V, declividade de fundo I
0
= 30 cm/km foi dimensionado para uma
determinada vazão de projeto Q
0
, tendo-se chegado a uma seção com largura de fundo b =
1,75 m e altura de água y
0
= 1,40 m.
a) Qual a vazão de projeto?
b) A vazão encontrada é de mínimo perímetro molhado?
c) Se o projeto deve ser refeito para uma vazão Q
1
= 6,0 m
3
/s e a seção é retangular, em
concreto, qual será a altura de água para uma largura de fundo igual ao dobro da anterior?
Taludes 2,5H:1V → Z = 2,5
Q
0
: vazão de projeto
I
0
= 30 cm/km = 0,0003 m/m
B= 1,75 m
y
0
= 1,4 m
a) Q
0
= ?
3/8
0
,
nQ
M
I
| |
= |
|
\ ¹
onde
0
1, 4 1, 423 1,9922 M y K M = ⋅ ⇔ = ⋅ =
3/8
4
3/8
3/8
4
4
0, 025 0, 025 1, 9922 3 10
1, 78 1, 9922 4, 35
0, 025 3 10
3 10
Q Q
Q



⋅ ⋅ | |
⇒ = ⇒ = ⇒ = =
|
⋅ \ ¹

m
3
/s
b)
( ) ( )
2 2
2 1 2 1 2,5 2,5 0, 3852 1, 25 m Z Z = + − = + − = ≠ ∴ não
c)
3
1
6, 0 m /

0, 014
' 2 3, 5
Q s
seção circular
concreto n
b b
¦
=
¦
¦
´
⇒ =
¦
¦
= =
¹

8/3
8/3 4
0
0, 014 6
0,1717
3,5 3 10
n Q
K K
b I

⋅ ⋅
= ⇒ = =


Pelo ábaco,
0
0
0, 29 0, 29 3,5 1,01
y
y
b
= ⇒ = ⋅ = m

8.2 Uma galeria de águas pluviais de 1,0 m de diâmetro, coeficiente de rugosidade de
Manning n = 0,013 e declividade de fundo I
0
= 2,5⋅ ⋅⋅ ⋅10
–3
m/m transporta, em condições de
regime permanente uniforme, uma vazão de 1,20 m
3
/s.
a) Determine a altura d’água e a velocidade média.
b) A tensão de cisalhamento média, no fundo, e a velocidade de atrito.
c) Qual seria a capacidade de vazão da galeria, se ela funciona na condição de máxima
vazão?
D = 1,0 m
N = 0,013
I
0
= 2,5⋅10
–3
m/m
Q = 1,2 m
3
/s
0
1, 75
1, 25
1, 4
b
m
y
= = =
0
? y =

André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.com

28 Universidade Federal do Espírito Santo
a) y
0
= ? e V
0
= ?
3/8
3/8
3
0
0, 013 1, 2
0, 646
2,5 10
nQ
M
I

| |
| |

| ⇒ = = = |
|
|

\ ¹
\ ¹

0, 646
0,646
1
M
K
D
= = =
0
0
0,85 0,82
y
m y
D
= = → = m
Pela Equação 8.58
2/3
2/3 1/2
0
1
1 ,
2, 52
sen
V D I
n
θ
θ
(
| |
= − (
|

\ ¹
(
¸ ¸
com
1 0
2
2cos 1 ,
y
D
θ

| |
= −
|
\ ¹
tem-
se:
1 1 0
2 2 0,82
2cos 1 2cos 1 259,58
1
y
D
θ
− −
⋅ | | | |
= − = − = °
| |
\ ¹ \ ¹
= 4,53 rad
( )
2/3
1/2
2/3 3
1 4,53
1 2,5 10 1 1,53 1,14 1,74
2,52 0,013 4,53
sen
V V

| |
= ⋅ − → = ⋅ =
|

\ ¹
m/s

b)
0
,
h
R I τ γ = onde
3
0
1
0, 304 9810 0, 304 2,5 10 7, 46
4
h
sen
D
R
θ
θ
τ

| |

|
\ ¹
= = ⇒ = ⋅ ⋅ ⋅ = Pa
*
0, 086
h
u gR I = = m/s

c) Pela Equação 8.59
( )
5/3
8/3 1/2
0
2/3
1
20, 2
sen
Q D I
n
θ θ
θ
(

( =
(
¸ ¸
, tem-se:
( )
5/3
3
2/3
5, 28 5, 28
1
2,5 10 1, 29
20, 2 5, 28
sen
Q
n


= ⋅ = m
3
/s

8.4 Um canal trapezoidal deve transportar, em regime uniforme, uma vazão de 3,25 m
3
/s,
com uma declividade de fundo I
0
= 0,0005 m/m trabalhando na seção de mínimo perímetro
molhado. A inclinação dos taludes é de 0,5H:1V e o revestimento será em alvenaria de pedra
argamassada em condições regulares. Determine a altura d’água, a largura de fundo e a
tensão média de cisalhamento no fundo do canal.
Trapézio: Q = 3,25 m
3
/s mínimo perímetro y
0
= ? n = 0,025
I
0
= 0,0005 m/m molhado b
0
= ?
z = 0,5 (MPM) τ = ?
3/8
3/8
0, 025 3, 25
1, 62
0, 0005
nQ
M
I
| |
⋅ | |
= = =
|
|
\ ¹
\ ¹

( )
2
0 0
1, 62
2 1 1, 5
1,1
1, 24
1,1
M M
y MPM m Z Z y
t t
m
t
= → = + − = = =
=
=
m
2 0
, onde R
2
1, 24 1, 9 m
1,5 1,5
9810 0, 0005 3, 7 N/m
2
h h
y
R I
b b
m b
y
τ γ
τ
= ⋅ ⋅ =
= ⇒ = ⇔ =
= ⋅ ⋅ =



André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.com

29 Universidade Federal do Espírito Santo
8.5 Dimensione um canal para irrigação, em terra, com vegetação rasteira no fundo e nos
taludes, para transportar uma vazão de 0,75 m
3
/s, com declividade de fundo I
0
= 0,0005
m/m, de modo que a velocidade média seja no máximo igual a 0,45 m/s. Inclinação dos
taludes 3H:1V.
n = 0,025
Q = 0,75 m
3
/s
I
0
= 0,0005 m/m
0, 45 m/s 3 V z ≤ =
Q
V
A
=
0
M
y
K
=
0
0, 94
nQ
M
I
| |
= = |
|
\ ¹

( )
0 0
2 A b y y = +
( )
2
2 1 3 3 0, 32 1,780 m K = + − = ⇒ =
0,75
0, 45 0, 45
Q
A A
≤ ⇔ ≤
0
0, 94
0,53
1, 78
y = = m
( ) ( )
0 0
1 1
2 2 3 0,53 0,53 0,53 0,8427
2 2
A b b Zy y b b b = + + = + + ⋅ ⋅ = +
Mas 1, 67 A ≥ m
2
∴0, 53 0,8427 1, 67 1, 56 b b + ≥ ⇔ ≥ m

8.6 Dimensione um canal trapezoidal, com taludes 2H:1V, declividade de fundo I
0
= 0,001
m/m, com taludes e fundo em alvenaria de pedra argamassada, em boas condições, para
transportar em regime uniforme uma vazão de 8,0 m
3
/s, sujeita às seguintes condições:
a) A máxima altura d’água deve ser de 1,15 m.
b) A máxima velocidade média deve ser de 1,30 m/s.
c) A máxima largura na superfície livre deve ser de 8,0 m.
Canal trapezoidal (alvenaria em pedra argamassada, em boas condições): n = 0,030
Q = 8,0 m
3
/s
I
0
= 0,001 m/m
y
0
< 1,15 m
v
máx
< 1,30 m/s
n < 8,0 m
0
1,15 1,15 1,6
M
y K
K
< ⇒ > ⇔ ≥ → da Tabela 8.2,
0
2,8
b
m
y
= =
8 8 1,3 6,15
máx
Q V A v A A A = ⋅ ⇒ = ⋅ ⇔ = ⇔ = m
2

Mas
( )
2 2
0 0 0
6,15 (2,8 2) 1,13 A m Z y y y = + → = + ⇒ = m
0
0
2,8 2,8 2,8 1,13 3,164
b
m b y
y
= = ⇒ = = ⋅ = m
0
2 3,164 2 2 1,13 7,684 B b Z y B = + ⋅ ⋅ → = + ⋅ ⋅ = m

8.8 Um trecho de um sistema de drenagem de esgotos sanitários é constituído por duas
canalizações em série, com as seguintes características:
Trecho 1 – Diâmetro: D
1
= 150 mm
Declividade: I
1
= 0,060 m/m
Trecho 2 – Diâmetro: D
2
= 200 mm
Declividade: I
2
= 0,007 m/m
Determine a máxima e a mínima vazões no trecho para que se verifiquem as
seguintes condições de norma:
a) Máxima lâmina d’água: y = 0,75D
b) Mínima lâmina d’água: y = 0,20D
c) Máxima velocidade: V = 4,0 m/s
3/8
3/8
0, 020 8
1,84
0, 001
nQ
M
I
| |
⋅ | |
= = =
|
|
\ ¹
\ ¹

André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.com

30 Universidade Federal do Espírito Santo
d) Mínima velocidade: V = 0,50 m/s
Coeficiente de rugosidade de Mannin, n = 0,013.
Canalizações em série n = 0,013
( )
1 0
2
2
2cos 1
8
y
D
D sen
A
θ
θ θ

| |
= −
|
\ ¹

=

1
1
1:
D 150 mm = 0,15 m
I 0, 060 m/m
Trecho
=
=

2
2
2:
200 mm = 0,2 m
I 0,007 m/m
Trecho
D =
=


0
0, 20 0, 75 D y D ≤ ≤

Q
máx
= ? e Q
mín
= ?



No caso de y
0
= 0,20D, temos:
0
0 1
0, 20 0, 20 0, 259
y
y D K
D
= ⇔ = → = ( )
1
2cos 1 2 0, 2 106, 26 1,855 rad θ

= − ⋅ = ° =


Em 1:
0,15 0, 03885
0, 259
M
M = ⇒ =
3/8
3/8
1
1
0, 013 0, 03885 0, 06
0, 03885 0, 0033
0, 013 0, 06
Q
Q
| |

= ⇒ = =
|
\ ¹
m
3
/s


Em 2:
3/8
3/8
3 2
2
0, 2 0, 0518
0, 259
0, 013 0, 0518 0, 007
0, 0518 0, 0024 m /s
0, 013 0, 007
M
M
Q
Q
= ⇔ =
| |

= ⇔ = =
|
\ ¹


Q
mín
em 1 ⇒ 0,0033 m
3
/s. Como a tubulação está em série, Q
mín
= 0,0033 m
3
/s.
Verificando se a vazão mínima atende ao intervalo de velocidade (0,5 m
3
/s ≤ V ≤ 4 m
3
/s),
temos:
2
0, 0033
0, 36
0, 00911
mín
mín
Q
Q
V
A
= = = m
3
/s

No caso y
0
= 0,75D, temos:
0
0 1
0,75 0,75 0,624
y
y D K
D
= ⇔ = → = ( )
1
2cos 1 2 0, 75 240 4,189 rad θ

= − ⋅ = ° =

Em 1:
3/8
1 0
Q V A
M nQ
D M
K I
= ⋅
| |
= = |
|
\ ¹
( )
2
3 3
2
0, 2 1,855 1,855
9,11 10 m /s
8
0, 0024
0, 26 m/s (ok!)
0, 00911
sen
A
v


= = ⋅
∴ = =
( )
2
3 3
1
0,15 1,855 1,855
2, 52 10 m /s
8
0, 0033
1, 31 m/s (ok!)
0, 00252
sen
A
v


= = ⋅
∴ = =

André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.com

31 Universidade Federal do Espírito Santo
0,15 0, 0936
0, 624
M
M = ⇒ =
3/8
3/8
3 1
1
0, 013 0, 0936 0, 06
0, 0936 0, 0083 m /s
0, 013 0, 06
Q
Q
| |

= ⇒ = =
|
\ ¹

( )
2 2
1 1
4,189 4,189 0, 0083
0,15 0, 01422 m 0, 58 m/s (ok!)
8 0, 01422
sen
A V

= = ⇒ = =
Em 2:
0, 2 0,1248
0, 624
M
M = ⇒ =

3/8
3/8
3 2
2
0, 013 0,1248 0, 007
0,1248 0, 0250 m /s
0, 013 0, 007
Q
Q
| |

= ⇒ = =
|
\ ¹

( )
2 2
2 1
4,189 4,189 0, 025
0, 2 0, 0253 m 0, 99 m/s (ok!)
8 0, 0253
sen
A V

= = ⇒ = =

( )
1
1
0
0 0
0, 025
1, 76 m/s (ok!)
0, 01422
1 cos
2
y 0, 094 m
2
0,035y 0,1125 (ok!)
máx
Q
V
A
D
y
θ
= = =

= =
≤ ≤


8.10 Determine a mínima declividade necessária para que um canal trapezoidal, taludes
4H:1V, transporte 6 m
3
/s de água, com uma velocidade média igual a 0,60 m/s. Coeficiente
de rugosidade, n = 0,025.
Z = 4
Q = 6 m
3
/s
V = 0,60 m/s
n = 0,025
0
?
mín
I =
Para que I
0
seja mínimo, a seção deve ser de mínimo perímetro molhado. Portanto:
( ) ( )
2 2
2 1 2 1 4 4 0, 246 m Z Z = + − = + − =
0
0
0, 246
b
m b y
y
= ⇒ =
Voltando a A, tem-se:
2
0 0
4, 246 10 1,53 m y y = ⇔ =
Da Tabela 8.2, interpolando, para m = 0,246, vem K = 1,4465. Assim:
0
1,53 1, 4465 2, 213145
M
y M
K
= ⇒ = ⋅ =
3/8
2
4
0
3/8
0
0, 025 6 0, 025 6
2, 213145 3, 25 10 m/m
2, 213145
I
I

| |
| |
⋅ ⋅
= ⇔ = = ⋅ |
|
|
\ ¹
\ ¹


8.19 Um trecho de coletor de esgotos de uma cidade cuja rede está sendo remanejada tem
100 m de comprimento e um desnível de 0,80 m. Verifique se o diâmetro atual, de 200 mm,
permite o escoamento de uma vazão de 18,6 ℓ/s. Em caso contrário, qual deve ser o novo
diâmetro desse trecho? Determine a lâmina líquida correspondente e a velocidade média.
3
0, 025 m /s
máx
Q =
2
6
10 m
0, 6
Q
Q V A A
V
= ⋅ ⇒ = = =
( ) ( )
( ) ( )
0 0 0
0 0 0 0
2
4 10
2 2
b B y b Z y y
A b Zy y b y y
+ + ⋅ ⋅
= = = + = + =

André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.com

32 Universidade Federal do Espírito Santo
Material das tubulações: manilha cerâmica, n = 0,013. Adote como lâmina d’água máxima
no coletor y
0
/D = 0,50.

Atualmente,
D = 200 mm
Q = 18,6⋅10
–3
m
3
/s
n = 0,013
A máxima lâmina de água:
y
0
= 0,5D ∴ y
0
= 0,1 m
Sendo
0
y
0,5,
D
= da Tabela 8.1, temos K
1
= 0,498

Sabemos que
( )
3/8 3/8
8/3
1 1
1 0 0 0
M nQ nQ nQ
D , onde M DK DK
K I I I
| | | |
= = ⇒ = ⇔ = | |
| |
\ ¹ \ ¹

Atribuindo valores:
( )
8/3
3
0, 008
Q 0, 2 0, 498 0, 01466 m /s 14, 67 l/s
0, 013
= × = =
Portanto, D = 200 mm não é suficiente para Q = 18,6 l/s. Então:
3/8 3/8
3
3
0
nQ 0, 013 18, 6 10
M 0,1088
I
8 10


| | | |
⋅ ⋅
= = = | |
| |

\ ¹ \ ¹

Como a relação y
0
/D não se altera, K
1
= 0,498. Logo:
1
M
D 0, 2186 m
K
= =
Como não existe esse diâmetro comercializado, D = 250 mm
0
0
y
0,5 y 0,108 m
D
= → =
Na seção circular:
( )
1 1 1 0
2y 2 0,108
2cos 1 2cos 1 2cos 0, 01189 3,18 rad
D 0, 2186
− − −
⋅ | | | |
θ = − = − = =
| |
\ ¹ \ ¹

( ) ( )
( )
2 2
3 2
0, 2186 3,18 3,18
5, 97 10 3, 22 0, 0192 m
8 8

− −
= = = ⋅ =
D sen sen
A
θ θ

Portanto:
3
Q 18, 6 10
V 0, 97 m/s
A 0, 0192


= = =

8.20 No projeto de um coletor de esgotos, verificou-se que, para atender à condição de
esgotamento dos lotes adjacentes, ele deveria ter uma declividade de 0,015 m/m. Sendo 20 l/s
a vazão de esgotos no fim do plano e 10 l/s a vazão atual (início de plano), determine:
a) o diâmetro do coletor e a velocidade de escoamento, para o final do plano;
b) a lâmina líquida atual e a correspondente velocidade média.
3
0
I 0,8 m/100 m 8 10 m/m

= = ⋅

André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.com

33 Universidade Federal do Espírito Santo

3 3
j
3 3
m
Q 20 l/s 20 10 m /s
Q 10 l/s 10 10 m /s


= = ⋅
= = ⋅

( )
1 1 0
2y
2cos 1 2cos 0 rad
D
− − | |
θ = − = = π
|
\ ¹

a) D = ? e V
j
= ?
1
M
D
K
=
3/8 3/8
3
2
0
nQ 0, 013 20 10
M 9, 5 10
I 0, 015


| | | |
⋅ ⋅
= = = ⋅ | |
| |
\ ¹ \ ¹

2
9, 95 10
D 0, 2 m 200 mm
0, 498


⇒ = = =
( ) ( )
2 2
2
0, 2
0, 0154 m
8 8
− −
= = =
D sen sen
A
θ θ π π

Com a área, temos a velocidade pela relação
j
j
Q
V :
A
=
3
j
j
Q
20 10
V 1, 29 m/s
A 0, 0154


= = =
b)
3
m
Q 0, 01 m /s =
3/8 3/8
3
0
nQ 0, 013 10 10
M 0, 077
I 0, 015

| | | |
⋅ ⋅
= = = | |
| |
\ ¹ \ ¹

1
M 0,077
D 0,155 m
K 0, 498
= = =
( ) ( )
1 0
0
D 1 cos /2 0,155 1 cos /2 2y
2cos 1 y 0, 0775 m
D 2 2

− θ − π
| |
θ = − → = = =
|
\ ¹

( ) ( )
2 2
3 2
0,155
9, 43 10 m
8 8

− −
= = = ⋅
D sen sen
A
θ θ π π

3
m
m
3
Q 10 10
V 1, 06 m/s
A 9, 43 10



= = =



9.5 Em um projeto de um sistema de drenagem de águas pluviais, determinou-se que, para
escoar uma vazão de 12 m
3
/s, era necessária uma galeria retangular em concreto,
rugosidade n = 0,018, declividade de fundo I
0
= 0,0022 m/m, com 3,0 m de largura, conforme
a figura. Por imposição do cálculo estrutural, foi necessário dividir a seção em duas células
de 1,5 m de largura com um septo no meio. Verifique se esta nova concepção estrutural tem
condições hidráulicas de escoar a vazão de projeto, em condições de escoamento livre.



0
I 0, 015m/m =
0
1
n 0, 013
y
0,5
D
K 0, 498
=
=
=
Seção original Seção modificada

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34 Universidade Federal do Espírito Santo

( )
T 1 2
2
h
2 ) Seção modificada
Q Q Q
n 0, 018
b 1, 5
m 0, 714
y 2,1
Área 1,5 2,1 3,15 m
P 1,5 2,1 2 6, 3
A 3,15
R 0,5 m
P 6, 3
°
= +
=
= = =
= ⋅ =
= + =
= = =


Manning:
2/3 2/3 3 1
h 1
0
nQ 0, 018 Q
A R 3,15 0,5 Q 5,17m /s
I 0, 0022

= ⋅ ⇒ = ⋅ ⇔ =

T 1 2 1
3
T
Q Q Q 2Q
Q 2 5,17 10,34m /s
= + =
= ⋅ =
Não tem condições. ⇒

9.6 Uma galeria de águas pluviais de seção retangular escoa uma certa vazão, em
escoamento uniforme, com uma largura de fundo igual a 0,90 m e altura d’água de 0,70 m.
Em uma determinada seção, deverá haver uma mudança na geometria, passando para uma
seção circular. Determine o diâmetro da seção circular para transportar a mesma vazão,
com a mesma altura d’água, rugosidade e declividade de fundo.
0 0
r c
Retangular Circular
b 0,9 m D ?
y 0,7 m y 0,7 m
I I
= ⇒ =
= =
=

1°)
0
0, 9
1, 29 0,874
0, 7
= ⇒ = = → =
b
m m K
y

0 0
3/8
0, 7 0,874 0, 61
0, 61
= ⇒ = ⋅ = ⋅ =
| |
= =
|
\ ¹
M
y M y K
K
nQ
M
I


2°)
2
D
A
4
π⋅
=
P D = π
2
h
A D D
R
P 4 D 4
π⋅
= = =
π


3°)
( )
2/3
2 2/3
8/3
2/3 2
h
2,67
nQ D D D
A R 0, 61 0, 27 0, 79D
4 4 2,52 I
D 0,86 D 0, 95 m
| |
π⋅ | |
= ⋅ ⇔ = ⋅ ⇔ = ⋅ ⇔
|
|
|
\ ¹
\ ¹
⇔ = ⇔ =

3
0
1 ) Seção original
Q 1 /s 2 m
n 0, 018
I 0, 0022 m/m
b 3m
y 2,1 m
°
=
=
=
=
=
0
3
1, 43
2,1
= ⇒ = =
b
m m
y

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35 Universidade Federal do Espírito Santo

9.8 Qual deve ser a declividade de fundo de um canal trapezoidal com taludes 2H:1V,
largura da base b = 3,0 m, para transportar uma vazão de 3,0 m
3
/s com velocidade média de
0,60 m/s. Coeficiente de rugosidade do fundo e taludes n = 0,018.
3
trapézio z 2
b 3 m
Q 3,0 m /s
V 0,6 m/s
n 0, 018
→ =
=
=
=
=

( )
( )
( )
2
2 2 2
2 2
3
Q V A A 5 m
0,6
A m Z y e A 2 1 Z Z y
5 2 1 2 2 y y 1, 42
= ⋅ → = =
= + = + −
∴ = + − ⇔ =




As principais partes constituintes de um vertedor são:
a) Crista ou soleira é a parte superior da parede em que há contato com a lâmina vertente. Se o
contato da lâmina se limitar, como nos orifícios de parede fina, a uma aresta biselada, o vertedor é
de parede delgada; já se o contato ocorrer em um comprimento apreciável da parede, o vertedor é
de parede espessa.

b) Carga sobre a soleira h é a diferença de cota entre o nível d’água a montante, em uma região
fora da curvatura da lâmina em que a distribuição de pressão é hidrostática, e o nível da soleira.
Em geral, a uma distância a montante do vertedor igual a seis vezes a carga, a depressão da
lâmina é desprezível.

c) Altura do vertedor P é a diferença de cotas entre a soleira e o fundo do canal de chegada.

d) Largura ou luz da soleira L é a dimensão da soleira através da qual há o escoamento.

12.7 Um vertedor retangular de parede fina com 1,0 m de largura, sem contrações laterais, é
colocado juntamente com um vertedor triangular de 90º em uma mesma seção, de modo que
o vértice do vertedor triangular esteja 0,15 m abaixo da soleira do vertedor retangular.
Determinar:
a) a carga no vertedor triangular quando as vazões em ambos os vertedores forem iguais;
b) a carga no vertedor triangular quando a diferença de vazão entre o vertedor retangular e
triangular for máxima.
Utilizar a fórmula de Thomson e Francis.
Fórmula de Francis → Q = 1,838bh
3/2
, onde
Q → vazão em m³/s.
b → largura do vertedor em metros.
h → altura da lâmina d’água sobre a
crista do vertedor em metros.
Fórmula de Thomson → Q = 1,40h
5/2

a)
1 2
1 vertedor retangular
, onde
2 triangular
Q Q
vertedor

=


Usando a fórmula de Thomson para o vertedor triangular e a fórmula de Francis para o
vertedor retangular, tem-se:
3/8
| |
=
|
\ ¹
nQ
M
I
0
=
M
y
K
3/8
3/8
0
5
0
b 3
m 2,11 K 1,5
y 1, 42
M y K 1, 42 1, 5 2,13
nQ 0, 018 3
M 2,13
I I
I 5,17 10 m/m

= = = ⇒ ≈
= ⋅ = ⋅ =
| |
⋅ | |
= ⇒ = |
|
|
\ ¹
\ ¹
∴ = ⋅

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36 Universidade Federal do Espírito Santo
2
5
3/2 5/2
1 2
3
5 3 2 3
1,838
1,838 1, 40
1, 4
0, 58 0, 45 0, 0675 3, 375 10 0
H
Q Q L h H
h
H H H H

| |
= ⇒ ⋅ ⋅ = ⋅ ⇔ = ⇔
|
\ ¹
⇔ − + − + ⋅ =


Observamos que a soma dos coeficientes é aproximadamente 1, o que nos leva a concluir
que existe uma raiz próxima a este valor. Por tentativa e erro:
H = 1,04 m

b) ( )
1 2
Q Q − é máxima
( )
( )
( )
3/2
3/2 5/2 5/2
1 2
1,838 1, 40 1,838 0,15 1, 40 0
máx
máx
d
Q Q L h H H H
dH
(
− = ⋅ ⋅ − ⋅ → − − = ⇔
(
¸ ¸

( ) ( )
1/2
3/2 2 3 2 3
2, 757 0,15 3,5 7, 6 0,15 3, 5 3, 5 7, 6 1,14 0 H H H H H H ⇔ − = ⇔ − = ⇔ − + = ⇔
H = 0,7 m

12.9 Um vertedor retangular de parede fina, sem contrações laterais, é colocado em um
canal retangular de 0,50 m de largura. No tempo t = 0, a carga H sobre a soleira é zero e,
com o passar do tempo, varia conforme a equação H = 20⋅ ⋅⋅ ⋅t, com H (m) e t (min).
Determinar o volume de água que passou pelo vertedor após 2 minutos.
VERTEDOR RETANGULAR DE PAREDE FINA SEM CONTRAÇÕES_
equação de Bernoulli: ( )
2 2 2
0 1 0
1
2
2 2 2
V V V
h h y V g y
g g g
| |
+ = − + ∴ = +
|
|
\ ¹

0,5 A h = ⋅
Volume vazão tempo velocidade área tempo = ⋅ = ⋅ ⋅


12.14 Se a equação básica para um vertedor retangular, de soleira fina, sem contrações
laterais, Equação 12.70, for usada para determinar a vazão por um vertedor de soleira
espessa, de igual largura, qual deve ser o coeficiente de vazão C
d
naquela equação?
Despreze a carga cinética de aproximação.
Vertedor retangular de parede fina sem contrações →
3/2
2
2
3
d
Q C g L h = ⋅ ⋅ ⋅ (Equação 12.70)
Vertedor de soleira espessa horizontal →
3/2
1, 704
d
Q C b h = ⋅ ⋅ ⋅ (Equação 12.94)
Igualando as duas equações, tem-se:
3/2 ' 3/2
2 2
2 1, 704 2 1, 704,
3 3
d d d
C g L h C b h C g ⋅ ⋅ ⋅ = ⋅ ⋅ ⋅ ⇔ ⋅ = admitindo
'
1
d
C =
2 1
2 1, 704 0,577
3 3
d d
C g C ⋅ = ⇒ = =


12.18 A captação de água para o abastecimento de uma cidade na qual o consumo é de 250
l/s (vazão de demanda) é feita num curso d’água onde a vazão mínima verificada (no
período de estiagem) é de 700 l/s e a vazão máxima verificada (no período das cheias) é de
3800 l/s. Em decorrência de problemas de nível d’água na linha de sucção da estação de
bombeamento, durante a época da estiagem, construiu-se à jusante do ponto de captação
uma pequena barragem cujo vertedor de 3 m de soleira tem a forma de um perfil padrão
WES, que foi desenhado para uma carga de projeto
h
d
=0,50 m. Para o bom funcionamento das bombas,
o nível mínimo d’água no ponto de captação deverá
estar na cota de 100,00 m, conforme a Figura 12.51.
Nestas condições, pergunta-se:
a) Em que cota estará a crista do vertedor-extravasor?

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37 Universidade Federal do Espírito Santo
b) Durante a época das enchentes, qual será a máxima cota do nível d’água?
3/2
0,148
0, 5 m
WES: 3, 0 m
2, 215
750 250 450 l/s
d
d
Q C L h
h
Vertedor L
h
C
Q
h
= ⋅ ⋅
= ¦
¦
∗ =
´
| |
=
¦ |
= − =
¹
\ ¹

Sendo h a carga de trabalho, então:
a)
0,148
0,148
3/2 3/2 1,648
0, 45 0,5
0, 45 2, 215 3 0,183
0,5 3 2, 215
h
Q C L h h h h
⋅ | |
= ⋅ ⋅ ⇒ = ⋅ ⋅ ⋅ ⇔ = ⇔ =
|

\ ¹
m
100 m N 99,817 m
crista crista
N h ∴ + = ⇔ =

b) Vazão = 3.800 l/s – 250 l/s = 3550 l/s
0,148
0,148
3/2 1,648
3, 55 0, 5
3, 55 2, 215 3 0, 642 m
0,5 3 2, 215
NA ' 99,817 0, 642 100, 459 m
máx c máx
h
h h h
N h NA
⋅ | |
= ⋅ ⋅ ⋅ ⇔ = ⇔ =
|

\ ¹
∴ = + = + ⇒ =













.

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2

  f =  6,4 ⋅ 10−5  

(

)

8

6  + 9,5  ln 2,28 ⋅ 10−5 − 2,5 ⋅ 10−3   

(

) (

)

−16 0,125

   

= 0,011597

Assim: f 2 = 4 f1 ⇒ f 2 = 0,046388 Pela equação do tubo rugoso: 1 R 1 D = 2,04log + 1,67 ⇒ = 2,04 log   + 1,67 ⇔ ε f 0,046338  2ε 
 D  D D ⇔ 4,64298 = 2,04  log   − log 2  + 1,67 ⇔ 1,4573 = log   − log 2 ⇔ log   = 1,7584 ⇔ ε  ε   ε    

ε
D

= 0,0174

2.10 Em uma tubulação circular, a medida de velocidade do escoamento, a uma distância de parede igual a 0,5 R, em que R é o raio da seção, é igual a 90% da velocidade na linha central (velocidade máxima). Determine a relação entre a velocidade média V e a velocidade central vmáx, e a rugosidade relativa da tubulação. Sugestão: utilize o resultado do Exemplo 2.2 e as Equações 2.20 e 2.34. v −V R Equação 2.20 ⇒ máx = 2,5ln u* y
Equação 2.34 ⇒
1  3,71D  = 2 log   f  ε 

Do Exemplo 2.2, vmáx = V + 4,07u* → V = 0,765vmáx vmáx − 0,9vmáx  R  = 2,5ln   = 1,733 ⇔ 0,1vmáx = 1,733u* ⇔ u* = 0,577vmáx u*  0,5R 

V  R Pela Equação 2.32  = 2,5ln + 4,73 , tem-se: ε  u*  0,765vmáx D D D ε = 2,5ln + 4,73 ⇔ ln = 3,41 ⇔ = 30,30 ⇒ = 0,0165 0,577vmáx 2ε 2ε 2ε D
2.14 Em relação ao esquema de tubulações do exemplo 2.8, a partir de que vazão QB, solicitada pela rede de distribuição de água, o reservatório secundário, de sobras, passa a ser também abastecedor? Para aço soldado novo, C = 130 (Tabela 2.4). Pela Tabela 2.3, determina-se β (β1 = 1,345⋅103) No trecho AB: D1 = 6”, C = 130 e J1 = 1,12 m/100 m → β1 = 1,345⋅103 1,85 1,85 J1 = β1Q1 ∴1,12 = 1,345 ⋅ 103 Q1 ∴Q1 = 0,0216 m3/s
No trecho BC: D2 = 4”, C = 130, J2 = 1,12 m/100 m, β2 = 9,686⋅103 1,85 1,85 J 2 = β 2Q2 ∴1,12 = 9,686 ⋅ 103 Q2 ∴Q2 = 0,00745 m3/s A diferença é consumida na rede: QB = 0,0216 – 0,00745 = 0,01415 m3/s = 14,2 l/s A cota piezométrica em A é CPA = 812,0 m. Em B é a cota menos a perda: CPB = CPA – ∆HAB = 812 – J1L1 = 812 – 0,0112⋅650 = 804,72 m A partir de que vazão QB o reservatório de sobras também é utilizado?

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3

Neste caso, CPB < 800m ∆H 812 − 800 J1 = = = 0,0185 m/m L 650 Aço soldado novo: C = 130 (tabela 2.4) D1 = 6”, C = 130, J1 = 1,85 m/100 m, β1 = 1,345⋅103 1,85 1,85 J1 = β1Q1 ∴1,85 = 1,345 ⋅ 103Q1 ⇔ Q1 = 0,02836 m3/s = 28,36 l/s 800 − 800 J2 = =0 420 Toda a vazão proveniente do reservatório superior é utilizada no abastecimento na iminência. Para que o reservatório inferior entre em operação, QB > 28,36 l/s. 2.16 Na tubulação da figura 2.10, de diâmetro 0,15 m, a carga de pressão disponível no ponto A vale 25 mH2O. Qual deve ser a vazão para que a carga de pressão disponível no ponto B seja 17 mH2O? A tubulação de aço soldado novo (C = 130) está no plano vertical.

Carga de pressão em CPA = 25 mH2O. Qual deve ser a vazão para que a carga de pressão em B seja CPB = 17 mH2O? PA P = 25 m, B = 17 m, zA = 0, zB = 5 m γ γ zA +
2 VA P V2 = z B + B + B + ∆H , vA = vB ⇒ 25 = 17 + 5 +∆H ⇔ ∆H = 3 mH2O γ 2g γ 2g Pela tabela 2.3, β = 1,345⋅103 ∆H 3 J= = = 0,0191 m/m = 1,91 m/100 m L 157,1

PA

+

 J 1,85  1,91 1,85 J = β Q1,85 ⇒ Q =   = = 28,9 l/s 3 β   1,345 ⋅ 10 
2.20 Em uma adutora de 150 mm de diâmetro, em aço soldado novo (ε = 0,10 mm), enterrada, está ocorrendo um vazamento. Um ensaio de campo para levantamento de vazão e pressão foi feito em dois pontos, A e B, distanciados em 500 m. No ponto A, a cota piezométrica é 657,58 m e a vazão, de 38,88 l/s, e no ponto B, 643, 43 m e 31,81 l/s. A que distância do ponto A deverá estar localizado o vazamento? Repita o cálculo usando a fórmula de Hazen-Williams. D = 150 mm QA = 38,88 l/s QB = 31,81 l/s ε = 0,10 mm CPA = 657, 58 m L = 500 m CPB = 643,43 m Fórmula universal da perda de carga: L V2 fV 2 ∆H = f ; J= ; ∆H = L × J D 2g 2 Dg • A – C: f V 0,0191 ⋅ 2,202 Q 38,88 ⋅ 10−3 = 0,0314 m/m vA = A = = 2, 20 m/s; ƒA = 0,0191; J A = A A = 2 Dg 2 ⋅ 0,15 ⋅ 9,8 A π ⋅ 0,0752 • B – C:

1

1

André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.com

015 ⋅ 1301.85 → JA = 3. Determine a vazão.8 ∆H = J ⋅ L ⇒ J = = 0.85 2. de ferro fundido em uso com cimento centrifugado.65 10.8 m 1. o nível d’água em outro piezômetro alcançou a altura de 2.37 J = 10.0314 ⋅ LA + 0.com .154.0193.23 ⇔ 3.40 m + z A + A = B + z B + B + ∆H ⇔ CPA + A = CPB + B + ∆H DAB = 120 m γ 2g γ 2g 2g 2g VA = VB ⇒ 4.88⋅10–3)1.0213 ⋅ ( 500 − LA ) = 14.345⋅103(31.03309 − 0.0101 Pela fórmula de Hazen-Williams: J = βQ1. ƒB = 0.0101 ⋅ LA = 14.80 m/s.85 4.02283(500 – LA) = 14.21 Em uma tubulação horizontal de diâmetro igual a 150 mm.20 m PA V2 P V2 V2 V2 CPB = 2.8 Sabe-se que a perda de carga total é devida à perda de carga nos pontos A e B.283 m/100 m Portanto: ∆HA + ∆HB = ∆H ⇔ JALA + JBLB = ∆H ⇔ 0.85 J ⋅ C1.015 120 Q1. tem-se: 2. onde n + zn = CPn . 120 m à jusante de A.65 C D ⇔ Q = 1.37 0. 45 m 0.0752 Pela ideia de que a energia total se mantém constante.5  4.15 m C = 130 Tabela 2.3 l/s  120.15 m CPA = 4.15 ⋅ 9. pode-se p V2 p V2 p usar a equação A + z A + A = B + z B + B + ∆H . Assim: ∆H = ∆H A + ∆H B = J A LA + J B LB = 0.345⋅103 JA = 1.0193 ⋅ 1.40  3 J = 100   → Q = 1.85 → JB = 2. Em uma seção B.0253 m /s = 25.02283 ⇔ 0.58 + = 643.60 + ∆H ⇔ ∆H = 14.81 ⋅ 10−3 = 0.345⋅103(38.345⋅103 ∆H L 1.40 m.345 ⋅ 103 ⇒ Q = 0.37 ⇒ Q1.23 m 2 ⋅ 9.37 m 0. Colocando os valores γ 2g γ 2g γ do problema.2 ⇔ 14.202 1. β A = βB = 1.0213 m/m = = 1.0423 m3/s = 42.85.8 2 ⋅ 9.65 1.8 A π ⋅ 0.878 ⋅ 10−3 = 0.58 = 354. 4 + ∆H ⇔ ∆H = 1.3 → β = 1. 23 − 10.85 = = 10. foi instalada em uma seção A uma mangueira plástica (piezômetro) e o nível d’água na mangueira alcançou a altura de 4.81⋅10–3)1.85 ⋅ 0.43 + + ∆H ⇔ 657.02283 ⇔ LA = = 274.2 = 2.00  J = β ⋅ Q1.802 QB 31.0314LA + 0.802 657.85 ⋅ D 4.309 m/100 m JB = 1. D = 150 mm = 0.20 − 2. e como o escoamento é constante.23 − 500 ⋅ 0.65 ⇔ LA = 2.83 = 643.Universidade Federal do Espírito Santo 4 vB = f V 0.20 m. J B = B B = 2 Dg 2 ⋅ 0.85 1.85 e J = Outro método: D = 150 mm = 0.3 l/s André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.

259 m3/s ⇒ 2 1 14 ⋅ L1 = 2 2 2 ⋅ L2 ⇒ Q2 = 4 π g D1 π g D2 0.032 ⋅ 6005 ⋅ 1500 8 f Q2 2 0.64 l/s 0. determine: a) a vazão original do sistema por gravidade.032 ⋅ 1500 ⋅ 0.79222 ⋅ 0.6 2 ⇒ Q2 = 0.056 m3/s de água. A vazão através da linha não é satisfatória e instala-se uma bomba na altitude 135 m a fim de produzir o aumento de vazão desejado.3 ⋅ 0.7922 2 0.7922 m/s A1 2.6 = 0.024 ⋅ 3000 ⋅ 3. desprezando as perdas de carga localizadas e considerando a carga cinética na adutora. é feita por duas tubulações em paralelo.305 D = 30 ⇒ Q = 0. com 3000 m de comprimento.15 m3/s.024 ⋅ 3000 ⋅ 3.34 Uma tubulação de 0.032 ⋅ 1500 ⋅ 0.0707 = 2. A perda de carga é a mesma: h f1 = h f 2 ⇔ J 1L1 = J 2 L2 J= 8 f Q2 8 f Q2 0. L1 = 1500 m D1 = 300 mm = 0.) a) hf = J⋅L =150 – 120 = 30 m 8 f Q2 π 2g 5 π 2 ⋅ 9. (Sugestão: reveja a equação 1. para outro reservatório cuja superfície livre está a uma altitude de 120 m. b) a potência necessária à bomba para recalcar uma vazão de 0. 300 mm de diâmetro.2 km de comprimento desce. e fator de atrito f = 0.23 A ligação entre dois reservatórios.2827 4 Q Q2 = V2 ⋅ A2 ⇔ V2 = 2 = 3.117 m3/s ⋅ 5 ⋅ L = 30 ⇒ Q 2 = 30 2 8f ⋅L 8 ⋅ 0.020 ⋅ 3200 π g D b) Pot = ? para Q = 0.0707 m2 4 Q1 V1 = = 0.1221 onde A = A 4 André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.30 m de diâmetro e 3. mantidos em níveis constantes.53682 ⋅ Q2 ⇒ = ⇒ 0. d) desenhe as linhas de energia e piezométrica após a instalação da bomba. nas condições do item anterior.6 m f2 = 0.024 ⋅ 3005 ⋅ 3000 π 2 g D5 Por outro método: 1. com 1500 m de comprimento. L2 = 3000 m D2 = 600 mm = 0. transporta uma vazão de 0.com .15 m3/s ⇒ Q = V⋅A ⇔ V = π D2 Q = 0.032.032 Q1 = V1A1 2 π ⋅ D1 A1 = = 0.0562 = 0. com fator de atrito f = 0. c) as cargas de pressão imediatamente antes e depois da bomba. 600 mm de diâmetro. conectando-se aos reservatórios em pontos situados 10 m abaixo de suas respectivas superfícies livres.81 ⋅ 0. Supondo que o fator de atrito da tubulação seja constante e igual a f = 0.25864 m3/s = 258. com inclinação constante. Determine a vazão transportada pela segunda tubulação. de um reservatório cuja superfície está a uma altura de 150 m. observando os níveis d’água de montante e jusante.020 e que o rendimento da bomba seja 80%.Universidade Federal do Espírito Santo 5 2.36.024 Q2 = ? 2 π ⋅ D2 A2 = = 0.3 m f1 = 0.024. A primeira.53682 2.3 0.5368Q2 A2 Tubulações em paralelo → ∆H1 = ∆H2  f ⋅V 2  f ⋅ L ⋅V 2 f ⋅ L ⋅V 2 f ⋅ L ⋅V 2 f ⋅ L ⋅V 2 f ⋅ L ⋅V 2 ∆H = J ⋅ L ⇔ ∆H =  ∴ 1 1 1 = 2 2 2 ⇔ 1 1 1 = 2 2 2 L =  D ⋅ 2g  D ⋅ 2g D1 ⋅ 2 g D2 ⋅ 2 g D1 D2   2 0.

15  1 ⇔ za + H b = zc + f    2 g ⇔ 150 + H B = 120 + 2 2 D πD  0. Se a vazão no trecho AC é igual a 10 l/s de água.8 ⇔ H B = −30 + 2 2 c) pA γ + zA + 2 V A pantes V2 p = + z B + A + ∆H1 ⇔ z A = antes + z B + ∆H1 2g γ 2g γ ∴150 = 1 γ onde: L V 2 0.686 ⋅ 103 ⋅ 101.85 = 509.85 9.8 ⋅ 0.17 D 2g 2 ⋅ 9.01 − 135 − 8.15 ∴ Pot = = 34.345 ⋅ 103 André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.83 = 29.3  π ⋅ 0.8 ⋅ Q ⋅ H B η L  4Q  1 0.85 1.84 mH2O 2.020 ⋅ 3. 2 ⋅ 103 ⋅ 42 ⋅ 0.01 0.Universidade Federal do Espírito Santo 6 Pot = 9.85 → tabela ( D .com .858 ⋅ 100 ⇔ AC BC BC ⇔ QBC = 1.8 ⋅ 19.35 Na figura 2.02 ⋅ 533.14 os pontos A e B estão conectados a um reservatório mantido em nível constante e os pontos E e F conectados a outro reservatório também mantido em nível constante e mais baixo que o primeiro.01 ⋅ 0. determine as vazões em todas as tubulações e o desnível H entre os reservatórios.07 l/s 1.93 kW 0. vale C = 130.2 ⋅ 103  4 ⋅ 0.686 ⋅ 103 ⋅ 101. C ) 100 ⋅ β AC ⋅ Q1.020 ⋅ 3.34 ⋅ 2 ⋅ 9.8 0. A instalação está em um plano horizontal e o coeficiente de rugosidade da fórmula de HazenWillians.17 ⇔ 2g γ 2g γ pdepois γ = 25. Despreze as perdas de carga localizadas e as cargas cinéticas das tubulações.33 ⋅ 2.3 pantes + 135 + ∆H pantes γ = 6.152 = 19.12212 ∆H1 = f = = 8.85 ⋅ 100 = 1. CPA = CPB ⇒ h f AC = h f BC Hazen − Willians J = β ⋅ Q1.345 ⋅ 103 ⋅ Q1.3  2 ⋅ 9.85 ⋅ LAC = 100 ⋅ β BC ⋅ Q1. de todas as tubulações.85 ⋅ LBC ⇔ 9.8 9.3 ⋅ π 2 ⋅ 0.83 mH2O HB + ⇔ pA γ + zA + 2 pdepois V A pdepois V2 = + z B + B + ∆H1 ⇔ = 150 + 19.

07 l/s CPE = CPF ⇒ h f DE = h f DF ( D.Universidade Federal do Espírito Santo 7 QCD = QBC + Q AC = 29.85 ⋅ LAC + β CD ⋅ QCD ⋅ LCD + β DE ⋅ Q1.758 = 9. Material: aço soldado revestido com cimento centrifugado.85 250 1. curvas de 45º K = 0.03911.07 + 10 = 39.85 ⇒ QDE = 1.00758 m/m 860 + 460 Aço soldado revestido com cimento centrifugado.686⋅103 J AB = β ⋅ Q1.0175 m3/s = 17.85 ⇒ 0.85 ⋅ 100 + 3. Despreze as perdas localizadas e as cargas cinéticas.00758⋅860 = 803.48 mH2O γ 3.5 l/s AB AB J AB = J BC = J BC = β ⋅ Q1. C ) DE = ( D.96 l/s.00603 m3/s = 6.85 ⋅ 300 + 1.0.686 ⋅ 103 ⋅ Q1. 47 m 2.312 ⋅ 102 ⋅ 0.36 Determine o valor da vazão QB.85 ⋅ 200  ⇔   100 H= ⇔ H = 6.17 tem diâmetro de 50 mm em ferro fundido com leve oxidação.85 ⋅ LDF ⇔ Q1.85 = DE DF DE ⇔ Q1. e a carga de pressão no ponto B.0.345⋅103.686 ⋅ 103 ⋅ 0. Os coeficientes de perdas localizadas SAP: entrada e saída da tubulação K = 1. b) querendo-se reduzir a vazão para 1. cotovelo 90° K = 0.758 = 1.1 A instalação mostrada na Figura 3.25Q1. Determine.03 l/s BC BC QB = QAB – QBC ⇒ QB = 11.1 ⇔ 1.345 ⋅ 103 ⋅ 0.85 ⋅ LDE = 100 ⋅ β DF ⋅ Q1. pelo fechamento parcial do registro.85 = 1. usando a equação de Darcy-Weisbach: a) a vazão transportada.9.47 l/s Cota B = 810 – ∆HAB = 810 – JABLAB = 810 – 0.85 ⇒ Q AB = 0. β2 = 9.020731.37 l/s ⇒ QDE = 20.73 l/s H = CPA − CPE = h f AC + h fCD + h f DE ⇔ 1  1.1 ⇒ QDF = 18. C ) DF β DE = β DF LDF 1.85 ⋅ LDE  ⇔ AC DE  100  1  ⇔H = 9. calcule qual deve ser a perda de carga localizada no registro e seu comprimento equivalente. C = 130 β1 = 1. sabendo que o reservatório 1 abastece o reservatório 2 e que as perdas de carga unitárias nas duas tubulações são iguais. K = 5. André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.011. aberto.128QDF + QDF = 39.128QDF Conservação da matéria ⇒ QDE + QDF = QCD ⇔ QDE + Q DF = 39.345 ⋅ 103 ⋅ Q1.2 e registro de ângulo.85 DE DF ( ) 1.com .48 m pB = 803.85 β AC ⋅ Q1.85 ⇒ Q AB = 0. 48 − 780 = 23. 810 − 800 = 0.85 ⇒ 0.85 QDF = QDF ⇔ LDE 200 100 ⋅ β DE ⋅ Q1.

0 ⇔ f  D 2g  2 ⋅ 9.05 / 0.71D  = 2log   ⇔ f =  2log 3.333  = f ( )  ( )   ε        2 2 2  1  =  = 0.81  0.0 2g D 2g 2g 2g  D   Ferro fundido com leve oxidação: ε = 0.02 = 64.05  ⇔ 30.81  0.0 m/s 2 πD π ⋅ 0.9 + 2 ⋅ 0.2 = 3.586⋅π⋅0.05   2 V ⇔ ( 900 f + 8.2 + 5.586 m/s ⇒ Q = V⋅A = 1.0 = 1.0 + 13.0) + K + 2 ⋅1.2)  V2  L V 2  ( 2.05 2 ⋅ 9.032  5.0 ⇔ + ( 2 ⋅1.6 + K + 3.987V2 ⇔ V = 1.0 + 13.96 l/s ⇒ V = f 4Q 4 ⋅ 0.2 = 5.02 ∆hreg = JLeq ⇒ 3.0341 ( 2.30 mm.0003  =  2log618.30 mm.0 ⇔  f D + ∑K D 2g 2g 2g   ε = 0.052 2 L V2 V2 V2  L  + ∑K = 5.30 mm (Tabela 2. ε = 0.034 ⋅ ⋅ = 3.034  2 ⋅ 9.3) = 5.02  ∴ 0.Universidade Federal do Espírito Santo 8 V12 p V2 = z2 + 2 + 2 + perdas.71D / ε  =  2log 3.81  f ⋅V 2  Leq V 2 Leq 1.3 = 98.114⋅10-3 m3/s b) Q = 1.423)V 2 .0 + 0. 27 =  = 3.0 = ( 48.62       1 1 1 1  3.00196 = = 1.0 + 0.0 ⇔ 1.0 + 5. 27 ⇔ 0.0 ⇔ 5.0 + 5.com .27 ⇔  Leq ⇔ f ⋅  2 Dg  D 2g 0.0 ) = 5.9 + 2 ⋅ 0.0252 = 3.71 ⋅ 0. onde p1 = p2 =patm γ 2g γ 2g ∴ perdas = z1 − z2 = h f + ∆h = 50 − 45 = 5 m z1 + p1 + a) Fórmula de Darcy-Weisbach: V2 L V2 V2 V2  L  JL + ∑ K ⋅ = ∆H ⇒ f + ∑K ⋅ = 5. D = 50 mm 19.0 + 25.35 m André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.27 m 2g 2 ⋅ 9.2 ∆hreg = K V2 1.1 ⇒ K = 64.81   Leq ≅ 94.58  ∴ 5.0 + 25.87 f + 0.0 )  f + ∑ K  = 5.0 ⇔ f + ∑ K  = 5. V = 1 m/s → f = 0.

53D registro_gaveta aberta LE = 0.8 Dois reservatórios. c) máxima e mínima carga de pressão na linha. adotando C = 145.3 = (0.81 1.80 + 2. Determine qual deve ser o comprimento x para que as vazões que saem pelas extremidades A e B sejam iguais.04 m/s J = 69.Universidade Federal do Espírito Santo 9 3.001 V 1.83 m 3.0 m.09 m ⇔ J ( 3.025 = 2.80 + x ) ⇔ Hazen-Williams: 4Q 4 ⋅ 0. mantidos em níveis constantes. V.50 ⇔ x = 1.17 Logo: 0.0 l/s de água.8 + x ) m LECB = 2 ( 0.189 + 30.85 ⇒ J = 0. 2802 x + x = 0. 2518 m/m 125 0.09 ) = x + J ( 2.3 = 3.5 + J ⋅ ( 3.0251. C.0 − x ) = x − 1. são interligados em linha reta através de uma tubulação de 10 m de comprimento e diâmetro 50 mm. Admitindo que a única perda de carga localizada seja devido à presença de um registro de gaveta parcialmente fechado. Tabela 3.4) 2. nos casos a e b. em mH2O.50 Para que QA = QB. d) desenhe em escala as linhas piezométrica e de energia.010 + 6.6 – Comprimentos equivalentes: cotovelo 90°_raio curto LE = 0.85 J = 69.5 + 0.81 1. Os cotovelos são de raio curto e os registros de gaveta.95 ⋅ 0. André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail. b) idem. e alimentada por uma vazão de 2.5 + x + 0.com . e usando a fórmula de Hazen-Williams.53D ) + ( 0.85 = = 2.0252 C = 125 (Tabela 2.09 m LCB = 0.010 + 1.89D LAC Perdas de carga: = 2.8406 + 1.388 + 67.189 + 30. como mostra o esquema da Figura 3.09 + 0.010 + 6.23.89 D ) = 2. supondo o registro colocado no ponto B.0 + 1.53D ) + ( 0. devemos ter: z A + JLTA = z B + JLTB ⇔ 1.041.89 D ) = 0.80 m LECA = 2 ( 0.85 1. determine: a) a vazão de canalização supondo que o registro esteja colocado no ponto A. cujo comprimento equivalente é LE = 20. rígido.7 A instalação hidráulica predial da figura está em um plano vertical e é toda em aço galvanizado novo com diâmetro de 1”. de P.189 + 30.17 ⇒ V = 2 C D πD π ⋅ 0.

2271.0 − 2 ⋅ 9.1000 ⋅ 30 ⇔  A  = 0.0 ⇔  A  = −1.81  γ mín  γ mín p  p  p  V2 V2 V2 + 4 + JLT ⇒  A  = ( z1 − z4 ) − 4 − JLT ⇔ • z1 +  A  + 1 = z4 +  A  2g  γ atm 2 g  γ máx 2 g  γ mín  pA  p  2.0 + 20.85 3.397 ⇒ V = 2.75 m   = 4.1000 ⋅ 20.0 ) = 3 ⇔ C ⋅D 1451.17 LT ⇔ 6. mantido 15 m acima da saída da tubulação. A tubulação está fechada na saída por uma válvula.81  γ máx 3.227 m/s Q = VA = 2.2272 ⇔  A  = 1. com nível constante.85 1.051.0 − − 0.17 z3 = z 4 = z B p  p  p  V2 V2 V2 • z1 +  A  + 1 = z2 +  A  + 2 + JLE ⇒  A  = ( z1 − z2 ) − 2 − JLE ⇔ 2g  γ atm 2 g  γ mín 2 g  γ mín p  p  2.0 − ⇔ b) • z1 +  B  2g 2 ⋅ 9.85 = 4.227 2 ⇔ B  = 1.1000 ⋅ 10 = 2.0 = JL = 6.052 4 = 4.85 V 1.0 − − 0.85 = 0.81  γ mín  γ máx p  p  p  V2 V2 V2 2.27 π ⋅ 0.1000 m/m C ⋅D 145 ⋅ 0.85 2.0 m V 1.17 = 6.31 ⋅ (10.31 ⋅ 1.10 Uma tubulação retilínea de 360 m de comprimento e 100 mm de diâmetro é ligada a um reservatório aberto para a atmosfera.75 m  γ mín p  p  p  V2 V2 V2 + 1 = z3 +  B  + 3 + JL ⇔  B  = ( z1 − z3 ) − 2 ⇔ • z1 +  B  2g  γ  ATM 2 g  γ máx 2 g  γ máx p  2.81  γ máx 2 g  γ máx 2 g  γ máx p  ⇔  B  = 0.37 l/s a) A pressão é mínima no ponto mais alto e máxima no ponto mais baixo: z1 = 4m V 1.81 1.85 ⋅ 0.85 1.2272 + 1 = z2 +  B  + 2 ⇔ B  = ( z1 − z2 ) − 2 = 1.051.75 m 2 ⋅ 9.Universidade Federal do Espírito Santo 10 Equação da continuidade: p V2 p V2 z A + A + A = z B + B + B + perdas γ 2g γ 2g • pA = pB (os dois reservatórios com NA = 1.2272 − 0.0 m) • vA = vB (vazão constante) perdas = zA – zB = 3.85 z2 = z A J = 6.25 m 2 ⋅ 9. cujo comprimento André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.81 1.com .17 ⇔ V 1.

9 = −13.5 + 2.025 m3/s e toda água é distribuída com uma taxa uniforme por unidade de comprimento q (vazão de distribuição unitária) nos dois trechos.7347 − 15 = 0 2g 2g dt dt Resolvendo-se a equação diferencial.Universidade Federal do Espírito Santo 11 equivalente é de 7.79.1 Equação 3. A vazão total que entra no sistema é 0. de modo que a vazão na extremidade de jusante seja nula.9 mH2O.9 = − z A + ∆H γ 2g γ 2g γ γ h sen 2° = ⇔ h = 13.16 → e = ⇒ Le = = = 2.11 → p1 + z1 + Equação 3.5 + 360) V2 ⇒ ∆H = (0. encontramos V(t).15 → ∆H = f Le V 2 V 2 (7. determine o comprimento equivalente do registro colocado na tubulação de diâmetro único. Le = 25.028.5 m de comprimento da tubulação. Determine a perda de carga total na adutora.020 e adote como coeficiente de perda de carga na entrada K = 0.11 e a metodologia do problema 1.com . A partir de V(t).0349 L ⇔ L = 425.96 + ∆H ⇔ ∆H = 14. 46 400 6.02) = 74 D 2g 0.79 200 Como LAD = 400.8265V 2 + 36. ambos com o mesmo fator de atrito f = 0. Assuma o fator de atrito f = 0.5.1 ⋅ 2 g 2g Equação da energia para A e B: p V2 p V2 L dV V2 L dV z A + A + A = z2 + 2 + 2 + ∆H + ⇔ z A = 2 + ∆H + ⇔ γ 2g γ 2g g dt 2g g dt V2 V2 dV dV + 74 + 36. seguido por outro trecho de 900 m de comprimento e 100 mm de diâmetro. assentada com uma inclinação de 2° em relação à horizontal.96 ∴ 0.86 = 0. pA + zA + 4. Sugestão: utilize a Equação 1.98 ∆H 0 = JL onde J = = 0.5 ⋅ 0. Se a válvula é aberta instantaneamente. desprezando as perdas localizadas ao longo da adutora. V 2 pD V2 p p = + zD + + ∆H ⇔ A − D = z D − z A + ∆H ⇔ 0.13 Sabendo-se que as cargas de pressão disponíveis em A e B são iguais e que as diferenças entre as cargas de pressão em A e D é igual a 0. com escoamento livre.4. conforme a Figura 3. determine o tempo necessário para que a velocidade média atinja 98% da velocidade em condições de regime permanente. V12 p2 V2 L dV = + z2 + 2 + ∆H12 + γ 2g γ 2g g dt Comprimento equivalente na entrada: L K K ⋅ D 0.7347 ⇔ 3.0349 ∴14. ⇔ 15 = 3.5 m D f 0.1 Um sistema de distribuição de água é feito por uma adutora com um trecho de 1500 m de comprimento e 150 mm de diâmetro. calculamos t.26. André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.02 f Equação 1.

15 m L1 = 1500 m D2 = 0.512 m Para o trecho 2: Q Qj = 0 → Qf = m 3 Qm2 = QJ1 ⇒ Q f = 0.1224 ⇒ A A A = 1850.717 m Finalmente: ∆H T = ∆H1 + ∆H 2 ⇔ ∆H T = 19.375 ⋅ 10−3 m3 / s q= 0.20 m3/s.0827 ⋅ 0.3528 ⋅ 10−3 m/m 5 5 D 0.1224 m 3 z → const.20 m3/s ∆P = – 60 kN/m2 V12 p V2 p + z1 + 1 = 2 + z2 + 2 + ∆H 2g γ 2g γ V → const.042 ⋅ 10−5 m3/ms L1 + L2 Para o trecho 1: Q j = Qm − q ⋅ L1 = 0.01718752 f J = 0.Universidade Federal do Espírito Santo 12 F = 0. Use a fórmula de Darcy-Weisbach. γ γ 9.8 ⋅ 10 ∆H = 0. com uma vazão de 0. se elas são conectadas (a) em série ou (b) em paralelo.042 ⋅10−5 ⋅ 1500 ⇔ Q j = 9.8 9.0827 f = Q2 f Qm + Q j 4.025 m3/s Q = 1. 229 m J = 0.com . a queda de pressão é de 60 kN/m2.15 m3/s ∆P = – 50 nK/m2 André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.4 Quando água é bombeada através de uma tubulação A. p1 p 2 60 ⋅ 103 60 − = ∆H A ⇔ = ∆H A ⇔ ∆H A = = 6.0827 = ⇒ J1 = 9.028 ⋅ 0.0827 A A A = 6.025 + 0.0827 2 f A LAQ A f L Q2 f L Q2 ⇒ 0.801 5 5 5 DA DA DA Tubulação B: QB = 0. Tubulação A: QA = 0.028 ⋅ 0.1 m L2 = 900 m Qm = 0.008 ⋅ 10−3 m/m 5 D 0. a queda de pressão é de 50 kN/m2. calcule as vazões em cada tubulação.0827 ⋅ 0. e através de uma tubulação B.155 Assim: ∆H1 = J1 ⋅ L1 ⇒ ∆H1 = 13. com uma vazão de 0. Determine a queda de pressão que ocorre quando 0.01443 m3/s Qf = = 0.17 m3/s de água são bombeados através das duas tubulações.014432 ⇒ J 2 = 6. Neste último caso.0171875 m3/s 2 2 Pela equação universal: f ⋅ Q 2 0.15 m3/s.028 D1 = 0.025 − 1.009375 ⇔ Q f = 0.15 ∆H 2 = J 2 ⋅ L 2 ⇒ ∆H 2 = 5.

Entre os pontos B e C. c) a vazão na tubulação de 4” de diâmetro.m).217⋅0.17 L L 2 2 2 2 ∆H A = ∆H B ⇔ 0.09332 ⋅ 9. b) a carga de pressão disponível no ponto C.0933 m3/s ∆H A = ∆P ⇒ ∆P = ∆H A ⋅ γ ⇔ ∆P = 0.8 DB DB a) Em série QA = QB ∆H = ∆HA + ∆HB → ∆P = ∆PA + ∆PB ∆H A = ∆PA γ = 0.17 ⇔ QB = 0.0827 ⋅ 2741.35 + 64.172 ⋅ 9.0827 ⋅ f A ⋅ LA 2 ⋅Q D5 A ∆PA = 0.0767 = 0.0827 ⋅ f B ⋅ B ⋅ QB ⇔ 1850.272 ⋅ 9.22 kN/m2 ∆P = 43.0827 ⋅ f A ⋅ LA ⋅ 0.363QB ⇔ Q A = 1.8 p1 + z+ 0.8 ∆PB = 64.927 ⋅ 0.0827 ⋅ 1850.35 kN/m2 ∆P f ⋅L ∆H B = B = 0.8 ∆PA = 43. André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail. existe uma distribuição em marcha com vazão por metro linear uniforme e igual a q = 0.801 ⋅ 0.01 l/(s.021Q A = 52. A vazão que sai do reservatório I é de 20 l/s.0767 m3/s ⇒ QA = 1.20 tem todas as tubulações do mesmo material.020 e desprezando as perdas localizadas e a carga cinética.8 ⇔ ∆P = 13. Assumindo um fator de atrito constante para todas as tubulações.0827 ⋅ B 5 B ⋅ Q 2 γ DB ∆PB = 0. 217QB ∴ 2.57 kN/m2 b) Em paralelo QA + QB = 0.927QB ⇔ 5 5 DA DB ⇔ 43.22 = 107.00 m.Universidade Federal do Espírito Santo 13 V 2 p2 V2 = +z+ + ∆H γ 2g γ 2g V → const.927 5 9. determine: a) a carga piezométrica no ponto B.217Q B = 0.801Q A = 2741. 50 ∆H A = z → const. 9. se a cota geométrica desse ponto é de 576.06 kN/m2 D5 A γ 4.com .0827 ⋅ f A ⋅ A ⋅ Q A = 0.0287 2 f B LBQB 50 f L = ⇒ B 5 B = 2741. f = 0.7 O sistema de distribuição de água mostrado na Figura 4.

2 André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.87 ⇔ Q6 = 3. tem-se: L V2 750 0.48⋅10–2 m3/s 2 0.1 m (Caminho 1) 6” = 0.986⋅10–3 m3/s Q6 = 15.011Q4 Do enunciado.154.020.85 ⋅ 750 = 10.42 = pC + 576 + ∆H ⇔ pC = 10.15 m (Caminho 2) V 2 pB V2 p p = + zB + + ∆H onde CPA = A + z A e CPB = B + z B γ 2g γ 2g γ γ ∴ CPA = CPB + ∆H ⇔ 590 = CPB + ∆H ⇔ CPB = 590 − ∆H Cálculo de ∆H: f ⋅L f ⋅L f ⋅ L2 2 2 ∆H = 0.0827 ⋅ 5 1 ⋅ Q1 = 0.0827 ⋅ ⋅ Q2 ⇔ 5 D D1 D2 pA + zA + 800 2 750 2 ⋅ Q1 = ⋅ Q2 ⇔ Q1 = 0.85 4 4.87 C ⋅ (0.01 → QF = 0.65 1.6348 m/s 2 π D4 / 4 Na tubulação de 6” de diâmetro.02 + 0. tem-se: Q6 V6 = = 0.3514Q2 = 20 ⇔ Q2 = 14.0827 ⋅ 5 ⋅ Q 2 ⇒ 0.15 m e 4” = 0.65 ⇔ 1.8496 m/s 2 π D6 / 4 V4 = Q6 = 0.15 Mas Q1 + Q2 = Q A = 20 l/s ⇒ 1.85 1.85 1.85 1.42 m 0.684Q4 ⇔ 0.42 − ∆H b) γ γ γ γ QFBC = Qm + Q j 2 = 0.48 ⋅ 10−2 = 586.02 ⋅ 790 ∴ CPB = 590 − 0.02 ⋅ ⋅ ⇒ ∆H AB = 3.85 ⋅ (0.155 Solução 2: ⇔ ( ) Tubo de 6” = 0. tem-se que Q4 + Q6 = 0.3514Q2 5 5 0.84962 ∆H AB = f = 0.819.799 l/s = 1.87 ⋅ 800 ⇔ C1.1) 1.com .Universidade Federal do Espírito Santo 14 Solução 1: 4” = 0.85 = ⇔ 7.717.15) 4. Portanto: Q4 = 4.14.304.87 0.85 Q6 Q1.31Q4 ⇔ Q6 = 7.1 0.853Q6 = 59.858.10 m ∆H 6 = ∆H 4 ⇔ J 6 ⋅ L6 = J 4 ⋅ L4 ⇔ 10.85 1.3173 m γ 2g γ 2g pB + zB = pC + zC + ∆H ⇔ 586.015 m3/s.6827 ⇔ CPB = 586.0827 ⋅ 1.014⋅10–3 m3/s Para as respectivas vazões.85 750Q6 800Q4 1.15 2g Equação da energia na superfície I e em B: p V2 p V2 z1 + 1 + 1 = z B + B + B + ∆H AB ⇔ 590 = CPB + 3.6827 m D 2g 0.

65 ⋅ Q1.85 ⇒ Q AB = 2.21 faz parte de um sistema de distribuição de água em uma cidade. 2 ∆H AB = LAB ⋅ J → ∆H AB = 1050 ⋅ 4.4 → C = 110 8” = 0.91 l/s AB Como CPB > NAII. Despreze as perdas localizadas e as cargas cinéticas e utilize a fórmula de Hazen-Williams.85 AB 1.90 m 0. Por Hazen-Williams: J= 10.516Q1.85 4. A.0152 = 4.87 C ⋅D 110 ⋅ 0.52 mH2O c) Da letra a.02 ⋅ 1000 ⋅ 0.com .155 γ = 10 − 42 − 4.20 m 6” = 0.31Q1.516Q1. este reservatório é abastecido.85 10.83Q1.31 ⋅ Q1.2⋅10–3 m3/s 4. o reservatório II é abastecido.95244663 ⋅ 10−3 = 0.48⋅10–2 = 5.3) Portanto: J = β ⋅ Q1. Como este valor é maior γ que a cota piezométrica do N. qual a vazão QB que está indo para a rede de distribuição? A partir de qual valor da carga de pressão em B a rede é abastecida somente pelo reservatório I? Material das tubulações: aço rebitado novo.9 = 5.04291 m3/s = 42.85 BC BC ∆H = L ⋅ J → ∆H = 650 ⋅ 18.85 BC BC Equação da energia superfície do reservatório II e em B: p V2 p V2 p z B + B + B = z2 + 2 + 2 + ∆H AB ⇔ z B + B = z2 + ∆H AB ⇔ 720 + 20 = 735 + ∆H BC ⇔ γ 2g γ 2g γ ⇔ ∆H BC = 5 m André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail. Quando a carga de pressão disponível no ponto B for de 20 mH2O.87 1.3514Q2 = 0.85 = 4741.65 ⋅ Q1. D = 6” ⇒ β = 1. ou seja: Q AB = QB + QBC 1.85 = 11901.85 AB AB Equação da energia na superfície do reservatório I e em B: p V2 p V2 z1 + 1 + 1 = zB + B + B + ∆H AB ⇔ 754 = 720 + 20 + ∆H AB ⇒ ∆H AB = 14 m γ 2g γ 2g Assim: 14 = 4741.85 C = 110.9 No sistema de abastecimento d’água mostrado na Figura 4. determine a vazão no trecho AB e verifique se o reservatório II é abastecido ou abastecedor.3514⋅1.0827 ⋅ ∴ pC 0.5Q1. cuja rede se inicia no ponto B.83 ⋅ Q1.831⋅103 (Tabela 2. Nesta situação.Universidade Federal do Espírito Santo 15 ∴∆H = 0.85 AB AB = ⇒ J = 4.85 → J = 18.85 4. tem-se: Q1 = 0.15 m carga de pressão disponível no ponto B = 20 mH2O → CPB = pB pB γ = 20 mH2O + z B = 740 m → Em B a cota piezométrica é CPB = 740 m. Tabela 2. de II.

HB = 7.030 m3/s → η1 = 66 % Q2 = 0. Para encontrar a potência requerida.0827 ⋅ F ⋅ Q 2 Para a tubulação.035 m3/s Interpolando.33 7.95 l/s BC BC Finalmente: QB = Q AB − QBC ⇔ QB = 42.020 e altura geométrica de 3.7 9.036 m3/s → η2 = 28 % QA = 0.32 3.2 13.6 21. 4Q 5   D   Para as vazões marcadas.9 11.0 6.70 Então.012 0. qual a potência requerida? Despreze as perdas localizadas.7 14.901.036 3.10 m de diâmetro. Q m3 / s E (m) ( ) 0.93 kW η 0.95 ⇔ QB = 27.5Q1. Q1 = 0. E = H g + ∆H = H g + L   ⇒ E = 3. tem-se: Q1 = 0.035 ⋅ 7.4 0 14 34 60 80 80 60 η (%) 2  0.036 Bba A H (m) 22. 21 m de comprimento.036 m3/s → η2 = 60 % QA = 0.012 0.62Q + 15.20 6.035 m3/s.32 5.036 − 0.7 3. tem-se: H B = −396.006 0.035 − 0.033 − 0. γ ⋅ Q ⋅ H 9800 ⋅ 0. Uma dessas duas bombas deverá ser utilizada para bombear água através de uma tubulação de 0.6333 André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.030 0.Universidade Federal do Espírito Santo 16 Assim: 5 = 11. Para a bomba selecionada.024 0.9 0 32 74 86 85 66 28 η (%) Bba B H (m) 16.83Q 2 − 222. para uma determinada rotação constante.036 − 0.85 = 14.70 4.006 0.2 9.03 28 − 66 Fazendo o mesmo para o ponto B.91 − 14.03 0.536 Para Q = 0.2 m. tem-se: QB − Q1 ηB − η1 0.9 20.6 10.20 0. Q A − Q1 η A − η1 0. Selecione a bomba mais indicada para o caso. 2 + 3473. 26 Pot = = = 3.1 As curvas características de duas bombas.018 0.03 η A − 66 = ⇒ = ∴η A = 47 % Q2 − Q1 η2 − η1 0. Q (m3/s) 0 0.85 ⇒ Q1.03 ηB − 80 = ⇒ = ∴η A = 63. Justifique. HB) do funcionamento de B. usaremos o ponto (QB.96 l/s Para a rede ser abastecida somente por I.03 60 − 80 ⇒ O melhor rendimento é o da bomba B.024 0.26 m.030 m3/s → η1 = 80 % Q2 = 0.33 % Q2 − Q1 η2 − η1 0. no ponto de funcionamento de A. Portanto: p p CPB ≥ 735 ⇔ z B + B ≥ 735 ⇔ B ≥ 15 mH2O γ γ 5.018 0. são mostradas na tabela a seguir.com .3 17. a cota piezométrica em B deve ser igual ou maior que NA de II.0 3.033 m3/s Interpolando. Pela equação de B. fator de atrito f = 0. Com os valores de Q e H.6 11.

85 ⋅ 800 10.2 10.8 ℓ /s A cota piezométrica em B é: P V2 P V2 z A + A + A + E = z B + B + B + ∆H AB γ 2 γ 2 15.87 11.25 + 12.005) Q 5 10 15 20 H 20 17. Para a curva característica da bomba.3 ( Q A − 0.5 − x ) = 5 (10.7 (17.65  Q1.1524 4.005)1.005 l/(SM).1 ⇔ x = 15.5 QC = Q B = QA − qL AB = 11.0025) + 71.0025 = Q1 2 Q B = Q A − qL AB = Q A − 0.15244.8 − 5 = 6.8 + 6.8 ℓ = Q 10 − 15 17.87  QA + QB = Q A − 0.7x = 52 − 5x ⇔ 17.85 1 2 ⋅ 1000 + ⋅ 800  1301.00931. existe uma distribuição de vazão em marcha com taxa de distribuição constante e igual a q = 0.5 m André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.85 0.5 − 12.5 10.com .10164.4 − x = ⇔ −12.7 m/ = E = H 10 − y 17.65 0.5 12.2 = 13.85 ( Q − 0.87 0.4 23.Universidade Federal do Espírito Santo 17 5.4 − x ) ⇔ −222.179.5 − 15.0025)   ⋅ 1000 + A 1301.10164.85 Q1.005 = Q 2 Q A = Qf = E = 5+ 1.85 = 5 + 12.7 − 2.12 ( Q A − 0.8 QF = = 9.85  0.85 1.1 42.87    1.5 − x 10. determine a vazão que chega ao reservatório superior e a cota piezométrica no ponto B. y = −1. Da bomba até o ponto B.2 O esquema de bombeamento mostrado na Figura 5.65  ( Q A − 0.3 2 CPB = 15.3 Interpolando: 17.7 = ⇔ 10.5 5 E 5.21 é constituído de tubulações de aço com coeficiente de rugosidade da fórmula de Hazen-Williams C = 130.85 ⋅ ⋅ 1000 1301.15244. Despreze as perdas localizadas e a carga cinética.4 − 23.7 = CP B + 10.457.8 ⇔ y = 11. dada na figura.5 − 12.87 0. 2 PA VA P V2 + + E = z C + C + C + ∆H AC γ 2 γ 2 E = z C − z A + ∆H AC ⇒ E = 5 + J ABL AB + J BC L BC zA + E = 5+  10.85  0.

8 ( 2.com .15 Tabela para a bomba sozinha: 2 4 6 7 28. obtém-se a vazão desejada? b) Em caso afirmativo.8 + 2.85 10. de 43.5 26 22 20. com as seguintes características: funcionamento contínuo 24 h. comprimentos equivalentes das peças existentes nas tubulações de tubulação e recalque.65 Q1.87 ( 90 0.8x = 90. qual a vazão em cada bomba? c) Qual a vazão e a altura de elevação fornecidas por uma bomba isoladamente isolada no sistema? d) Que verificações devem ser feitas antes de escolher a bomba.4 ⇔ x = 24 m = E ∴ 24 = 20 + 19.6 − 25. coeficiente da fórmula de Bresse K = 1. indicada na Figura 5.1) = 20 + 19.7 22.6 − x = ⇔ −2.85 647 + 35. respectivamente.5 22 Tabela para as bombas em paralelo: 4 8 12 28.85 1.0 m.5 diâmetro de recalque igual ao diâmetro de sucção. Com a curva característica de uma bomba.5 26 22 18.6 25.7 21. respectivamente.87 4.22.85 ⇔ Q = 0. de acordo com os pontos de funcionamento obtidos? 2 PA VA P V2 + + E = z C + C + C + ∆H AC γ 2 γ 2 E = 20 + J AB LTAB + J BC LTBC zA + E = 20 + Q H E Q H E 0 30 20 0 30 20 10.85 ( 6 + 43.6 − x ) = 4 ( 22. determine: a) Associando em paralelo duas destas bombas.2 20.6 − x ) ⇔ −72. comprimentos reais das tubulações de sucção e recalque.40 ) + 1.010 m3 /s (sim) b) 5 ℓ/s André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.438Q1.65 Q1.5 20.4 Deseja-se recalcar 10 ℓ/s de água por meio de um sistema de tubulações. coeficiente de rugosidade da fórmula de Hazen-Williams C = 90.4 Interpolando: 26 − x 22.40 m e 35.85 4.15 90 0. de 6.10 m.438Q1.0 m e 674.Universidade Federal do Espírito Santo 18 5. altura geométrica de 20 m.4 − 4x ⇔ 26 − 22 22.

6 21.006 0.6 − 4.030 0.7708 5.6 = 20 + 19.Universidade Federal do Espírito Santo 19 c) 26 − x 22 − x 21.018 0.. O nível d’água no poço de sucção varia com o tempo.22 m Q 0.88 ⋅ 9 = 85 − y ⇔ y = 77. em média.030 e os seguintes acessórios: na sucção. Observe que.8 11. igual a 20°C.018 0. uma cota máxima de 709.85 ⇔ Q = 6.5 ( 2.030 0.0 m de comprimento real.438Q1.5x = 75.024 0.2 − 9.22 85 − y = ⇔ 0. dadas na Figura 5. S. As tubulações de sucção e recalque tem diâmetro de 4”.030 H 14. vem: 14.2 9.22 = −12 + 25.22 ⇒ 10. A cota de instalação do eixo da bomba vale 710. Q (m3/s) 0 0.5x ⇔ 26 − 22 22 − 18.8 Um sistema de bombeamento é constituído por duas bombas iguais instaladas em paralelo e com sucções independentes. no caso.5 − 22 ⇔ x = 21.4x = 12.2 ⇔ x = 10. verifique o comportamento do sistema no inverno e no verão. determine a nova vazão recalcada.9 20.8 − x = ⇔ −8.777.22 ⋅ 29.2 9.5 ( 21.3 –3.7 2.8 − 11. André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.006 0.012 0. imediatamente na saída do reservatório superior. H.2 − x ) = 4.6 2.00 m. 1025 m de comprimento e fator de atrito f = 0.5 − x = ⇔ ⇔ −0.7 3.com . 2 − 10.6 m = H ∴ 21. H.5 21.00 m e.23.4 (14.3 17.72Q 2 → Q = 29. no inverno.036 H (m) 22.00 m.5 ( 22 − x ) = 3.012 0. Desprezando as perdas de carga localizadas e a perda de carga na sucção.2 − x 2. fator de atrito f = 0. instalou-se.72Q 2 E = −12 + ∆H = −12 + JL = −12 + 1025 ⋅ 0. no verão.5 − x ) ⇔ −11 + 0.024 0. com curva característica e curva do N.5x ⇔ 14.036 H (m) 22. determinando os pontos de funcionamento do sistema (Q e H).777.7 Η 8 66 Interpolando para o rendimento.00 m e 800. S.22 = 822.25 − 3.6 Considere um sistema de abastecimento de água por gravidade entre dois reservatórios mantidos em níveis constantes e iguais a 812.024 0. a altura geométrica da Equação 5.08 % 14.28 + 8.2 21. ligados por uma tubulação de 6” de diâmetro.3 ⋅ 10−3 Pot = = = 3.2 ℓ /s (sim) 5.3 17. de 6.6 21.7 14.8 ⋅ 103 ⋅ 10. atingindo. Desejando-se aumentar a capacidade de vazão do sistema.15245 Com uma equação para E chegamos à tabela: Q (m3/s) 0 0. P.8 − x ) ⇔ −119.025.7 3.7 14. uma bomba centrífuga cuja curva característica é dada na tabela a seguir.7 85 − 66 Portanto: γHQ 9.3 ℓ / s CP = z + E = 812 + 10.0827f 0. os valores do N.9 E (m) –12 –11 –8.00 m.4 Interpolando: 14. uma cota mínima de 706.9 η (%) 0 32 74 86 85 66 28 2 Q = −12 + 25. disponível nas duas estações e o comportamento da bomba quanto à cavitação.38 é negativa. existe uma válvula de pé com crivo e uma curva 90° R/D = 1.2 − 9.2 9.8 kW η 0. P.9 20. Assuma temperatura d’água.

33 25 34.33 H v 22 12 − Q v 20 − H v ∴ = ⇒ Q v = 14.9 l/s H ( m) 20 H v 17 12 − 18 20 − 17 Inverno: 18.5 4. 48D Curva 90° R/D = 1 → L 2 = 0.776 + 70 + 45.48 m 18.33 − H v 20 − H v = ⇒ H v = 18.34 43.53D Válvula de retenção leve → L3 = 0.01 + 340.02 Ei 10 14.33 − 25 20 − 17 12 − Qi 20 − H i ∴ = ⇒ Qi = 13.02 Verão: 15.55 m Q 2 ( l/s ) 12 Q v 18 15.33 18.5 20 17 13 7 0 NPSH R ( m ) x 2.33 − H i 20 − H i = ⇒ H i = 19. 247 + 79.56 + 255.34 46.33 22 31.563 m D = 4" = 0.030 T = 20°C ∆H = ∆ H s + ∆H r ⇔ ∆H = L s + L e s J s + L r + L e r J r ⇔ 0.563] ⇔ ∆H = 37.051Q2 D5 Inverno: E i = 13 + 37051Q 2 ⇔ ∆H = ( ) ( ) Verão: Ei = 10 + 37051Q 2 Q (l/s) 0 6 12 18 24 30 36 Ev 10 11.35 58.04 l/s 12 andrepoetta@hotmail.33 15.35 61.com André Barcellos Ferreira – − 18 20 − 17 . 43D Registro de globo → L 4 = 0.33 − 22 20 − 17 E v ( m ) 15.776 m f = 0. 27D Le r = L3 + L 4 + 2L 2 = 46.1 m LS = 6 m L r = 70 m Les = L1 + L2 = 27.5 5 4.0827Q 2 [6 + 27.5 3.115 + 15.5 9 Válvula de pé com crivo → L1 = 0.Universidade Federal do Espírito Santo 20 1 bomba: 1 bomba: Q1 ( l/s ) 0 3 6 9 12 15 18 Q2 ( l/s ) 0 6 12 18 24 30 36 H (m) 24 22.

59 x 2.31 − z − ( 6 + 27.88 m ⇒ 2 Verão: NPSH v = 6.31 − 8379.42 5.0827f ( ) Q2 Q2 = 9.5 − yi ∴ = ⇒ Q máx = 9.5 5 7.59 5. P.42 5 − 7. V.com .5 4.42 7.5 − yi = ⇒ y i = 4.23 5.03) 5 D5 0.8Q 5.5 4.24.0827 ( 0.31 − 8379.5 7.42 l/s 9 − 12 4. rígido.45 m NPSH v = 8.5 12 − Q máx 5 − y v ∴ = ⇒ Q máx = 13. constando de uma válvula de pé com crivo e um joelho 90°. requerido dada pala Figura 5.65 m 7. S.5 − 4.42 2.14 Uma bomba centrífuga está montada em uma cota topográfica de 845.5 yi 12 4.98 l/s 12 − 15 5 − 7. 4” de diâmetro.8Q2 Q1 NPSH d v NPSH d i NPSH d r Verão: Q 0 3 6 9 12 15 18 8. Para um recalque de água na temperatura de 20°C e uma curva do N.24 − z − Ls + Les 0. determine a máxima vazão a ser recalcada para a cavitação incipiente.5 3.00 m.10 5 ⇒ Há cavitação.10 6. em uma instalação de recalque cuja tubulação de sucção tem 3. já que Q v > Q v máx e Qi > Qimáx .57 m 4. Se a vazão recalcada for igual a 15 l/s.10 4.0 m e a bomba é não afogada. Portanto: NPSH d = 9. H. André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.63 − y i 4. qual a folga do NPSH disponível e do NPSH requerido. C.31 − 8379.31 − 8379.Universidade Federal do Espírito Santo Q 2 ( l/s ) 12 Qi 18 E v ( m ) 18.25.63 7.31 8.5 m de comprimento. em P.63 yi 4.5 − 5 NPSH d v NPSH d r 9 Qmáx 4.1 − y v 5 − yv = ⇒ y v = 6.8Q2 Inverno: NPSH i = 3. Pela tabela da página 158 – T = 20°C – γ 21 Temos que NPSH d = pv γ = 0.5 9 NPSH d i NPSH d r Inverno: Q 12 Q máx 7.1 y v 5 yv 15 6.8Q2 Verão: NPSH d v = 8.776 ) ⋅ 0.01 4.01 7.55 − 0.10 3.31 5. Altura estática de sucção igual a 2.1 Inverno: NPSH d i = 5.33 H i 25 H ( m) 20 H i 17 pa − p v − z − ∆H s .5 − 5 9 − Q máx 4. C = 150.23 8. Calculando o NPSHd: NPSH i = 5.1 − 6.63 4.

2 ⋅ Q1.85 ⋅ 0. para a vazão recalcada.2 7. ⇒ Qmáx = 20 l/s.5 m de comprimento.14. 40 mH 2O γ ∆H = ( 3.40 − v − 2 − 2708. c) utilize a equação de Hazen-Williams.90 m.2 3. d) perdas de carga localizadas no recalque.6 m Le2 = 4. sendo o ponto C uma ponta seca.24 γ NPSH d = 7. d) vazão de distribuição em marcha (vazão unitária de distribuição) constante a partir do ponto A igual a q = 0.91 m.87 pa  760 − 0.com . b) uma bomba que mantém uma altura total de elevação de 41. desprezíveis. Dados: a) rendimento da bomba: 65%.8 5.65 C1.6 + 4.22 30 11. O sistema possui as seguintes características: a) tubulação de sucção com 2.87 Q1.02 − 2.02 /(sm). c) uma caixa de passagem.3) ∆H = 2708. Determine: a) os diâmetros de recalque e sucção (adotar o mesmo) usando a Equação 5.3).85 NPSH d = pa − p v p − z − ∆H = 9.16 − 2708.8 = 3. c) os diâmetros dos trechos AB e BC.1 O sistema de recalque mostrado na Figura 6.18 (ver a Seção 5. A folga para Q = 15 l/s é: Folg a = 6.85 ⋅ D 4. com NA = 26.6 1.85 γ γ Tabela da página 158 ↓ T = 20°C → p v = 0.4.04 Q (l/s) NPSHr (m) NPSHd (m) A interseção de NPSHr e NPSHd é em Q = 20 l/s.3 m T = 20°C ∆H = Le + Le1 + Le2 ( ) Q1.Universidade Federal do Espírito Santo 22 D = 4” = 0.6 4. em nível constante. b) a carga de pressão disponível imediatamente antes e depois da bomba.02 5.85 ⋅ 10.65 1501. constando de uma válvula de pé com crivo e uma curva 90º R/D = 1. vazão nula.85 0 5 10 15 20 0 0.22 6. André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.1 m C = 1560 Le1 = 28.2Q1. b) material de todas as tubulações: ferro fundido novo (C=130).2 2.6   1000 γ   ↓ h = 845 pa = 9.21 25 7.5 + 28.081h  = 13. Dimensione os diâmetros pelas vazões de montante de cada trecho.62 6.9 faz parte de um projeto de irrigação que funciona 5 horas e meia por dia.16 7.01 6. d) a potência do motor elétrico comercial.2Q1.85 ⋅ 10.

85 γ c) Em A.34 0.8 C = 130 Tabela _ 2.48 D = 19.855 m.87 = −2.2 + B + B + ∆H m 2g 2g 2g γ 2g γ γ γ Q 6.945 m C1.96 ⋅ 10−3 = 0.58 mH2O 2 ⋅ 9.2 + B + + 0.18 → Dr ( m ) = 1.56 + 255.53D = 1.541) ⋅ 10.721 Tabela 3.229 e Q = 0.572 H + z1 + 1 + 1 = z B + B + B + ∆H m ⇔ H = 1.96 ⋅ 10−3 = ⇒ VB = 1. em que X é a fração do dia de funcionamento do sistema.96 ⋅ 10−3 m3/s Equação 5.2 + pB ( ) Q1.com .945 ⇒  pB  + ∆H j = L j J j = L j temos: 41.31975 VB = ∆H m = Ls + Le1 + Le2 ⋅ J = ( 23. 5. André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.8  γ depois β ⋅Q 1.115 + 15.855 = 1.945 + 14 = 41.572 + 0.3  β = 3.229 6.57 m/s 2 π ⋅ Dr / 4 4.91 − 0) + 0.65 ⋅ ∴ 0 = 1.27 mH2O  γ  2 ⋅ 9.418 ⋅ 10−3 (i )Crivo : Le1 = 0.932 ⋅ 104 → Temos D = 0.932 ⋅ 104 ⋅ 6.2 + = 350 ⋅ ⇔ ∆H j = 14 m 100 100 Como H = z j − zm + ∆H m + ∆H j = (26.02 ⋅ ( 240 + 108 ) = 6. pB + p  1.075m γ (1.945 ⇔  B  = 39.85 ⇔ ∆H m = 0. voltando a II.34 X Q ( m 3 / s ).Universidade Federal do Espírito Santo 23 a) A vazão de sucção é: Q = q(240 + 108) = 9.96 ⋅ 10−3 ( ) 1.6 → (ii )Curva : Le2 = 0.85 3.96 l = 6.5 X= = 0.85 D 4.8  antes Equação da energia em NAI e imediatamente depois de B: p V2 p V2 p 1.57 )2 + 0.96⋅10–3 m3/s 24 ∴ Dr = 1.0750 m b) Equação da energia em NAI e imediatamente antes de B: p V2 p V2 p V2 p V2 z1 + 1 + 1 = zB + B + B + ∆H m ⇔ 0 = z B + B + B + ∆H m ⇔ 0 = 1.945 ( II ) γ 2g γ 2g γ 2 ⋅ 9.

EF.125m = 100 100 Voltando a III. Material das tubulações tem C = 130.0 6.com .0 10.14 l/s ⇒ DBC = 0. QB = Q A − q ⋅ LAB = 6. CE.267 ⋅ 103 ⋅ 2.65 103 ⋅ H ⋅ Q 103 ⋅ 6.125 m.0 Determine a cota do nível de água no reservatório.010 l/(sm) b) os pontos D. temos: p p 26.1. F e G são pontas secas. representada na Figura 6.71 + B + 0. possui as seguintes características: a) os trechos BC.092 ⇔ B = 10.96⋅10–3 m3/s Em B.075 m d) Equação da energia em B e no NAII.12 mH2O γ γ e) Pot = Pot = ∆H AB = LAB ⋅ J AB = LAB ⋅ ( ) ( ) β ⋅ Q1.092 γ ⋅ H ⋅ Q 9.85 B 240 ⋅ 3.2 A rede de distribuição de água.71 + B + ∆H AB (III) γ C = 130 Tabela _ 2.14 l/s ⇒ DAB = 0. André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail. QB = 2.39 kW η 0. tem-se Q A = 6.3  β = 3. c) as cotas topográficas dos pontos são: Ponto A B C D E F G Cota ( m) 6.Universidade Federal do Espírito Santo 24 QA = 6.267 ⋅ 103 → Temos D = 0.85 ⇒ ∆H AB = 0.855 ⋅ 6.0 11.855 = ⇒ Pot = 5.96 ⋅ 10−3 = ⇒ Pot = 4.16 l/s < 3.16 ⋅ 10−3 m3/s Pela Tabela 6. CD e EG têm uma vazão de distribuição em marcha constante e igual a q= 0.0 7.96 ⋅ 10−3 − 2 ⋅ 10−5 ⋅ 240 ⇒ QB = 2.65 6.96 l/s < 3.91 = 16.0 8.16 ⋅ 10−3 ( ) 1.91 = 16. para que a mínima carga de pressão dinâmica na rede seja de 12 mH2O.0 8.8 ⋅ 41.10.96 ⋅ 10−3 ⋅ 41. p V2 p V2 p z2 + 2 + 2 = zB + B + B + ∆H AB ⇔ z2 = zB + B + ∆H AB ⇔ γ 2g γ 2g γ p ⇔ 26.97 cv 75η 75 ⋅ 0. Determine a máxima carga de pressão estática.

C = f f  f 0.75log + 6.75log h + 4. fica: v0. a velocidade média é dada pela equação 2. de concreto n = 0. respectivamente.75log   u*  ε  v0.87h  = 5.84 R  = 5.Universidade Federal do Espírito Santo 25 EXEMPLO 8. ε  u* desenvolvida a partir da hipótese de perfil logarítmico.com .80  23.378 log   = 1− X ε  Usando o conceito de diâmetro hidráulico.5ln  .20h.46 = u* f  1− X X −1  1.378  2 X + 1.776 X − 1.46 ε 2ε ε ε u* V Pela equação 2. f  tem-se: V 8  0. no qual as medidas de velocidades a 20 % e 80 % da altura d’água foram. a velocidade pontual. escoamento turbulento rugoso v R e que a altura d’água é igual ao raio hidráulico.004 m/m. que relaciona a velocidade média com o fator de atrito.73 = 5. 20 Para X = = 1.73 = 5.20 m/s. 48 + 2.7 0.80 = 1.5.20  5.100  e. v0. Assuma distribuição de velocidade logarítmica na vertical.73 . finalmente.50 m de profundidade. declividade de fundo I0 = 0.80 .50 m e C = h n o coeficiente de rugosidade de Manning vale n = 0.80 m. 4 Rh I 0 ⇔ V = C Rh I 0 ⇐ C = = = 28 V = .013.31  = 8.2 Determinar a altura d’água em uma galeria de águas pluviais. do coeficiente de rugosidade C de Chézy e do coeficiente de rugosidade n de Manning em um canal largo de 1.5ln ε + 4. dividindo uma equação pela outra e desenvolvendo. o fator de atrito vale f = 0.75log + 4.75log   u*  ε  v Fazendo X = 0. diâmetro igual a 0.80h e y = 0. EXEMPLO 8. vem: v0.26  =  u* 8  .1 Estime o valor do fator de atrito f. como R1/6 h = Rh = 1.776 X − 1.32 V  R  u = 2.20  h  0.75log + 4. Para y = 0.100 e da Equação 8. transportando uma vazão de 600 l/s em regime permanente e uniforme.038. A Equação 2.75log   u*  ε  Em que y é uma ordenada medida a partir do fundo e v.80  8g 8g  8g 78. O coeficiente dinâmico vale: André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.20 = 0.73 = 5. pode ser posta em forma mais conveniente como: v  29. na forma:  *  V R D 2R h = 5.464 = =  + 6.97h  = 5.80 m/s e v0.

determina-se o valor da lâmina d’água relativa. declividade de fundo I0 = 0. André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail. em função de m = 4 e Z = 2.456 0.625.025.588 e 0. Na Tabela 8.39 0    K  I0     M 1.47  D = : K1    0.18 ∴ Q1 = 1. Equação 8.1. a altura normal dividida pelo diâmetro. em que M=  nQ   .004   3/8 = 0.36 m2.80 = ∴ K1 = 0. Para K1 0. em uma galeria de águas pluviais.50 m.498.com .847 3/8      y = M . e vale K = 1. Utilize uma razão de aspecto m = b/y0 = 4. para K1 = 0. fica:  Q1     Q2  3/8 = 1. Calcule a velocidade média e verifique se a seção encontrada é de mínimo perímetro molhado.50 m.47    K1  I0     diâmetro é o mesmo. como o Pela Equação 8. para transportar uma vazão Q = 6. revestimento dos taludes e fundo em alvenaria de pedra argamassada em condições regulares. em que M =  nQ   : Pela fórmula de Manning.Universidade Federal do Espírito Santo 26  nQ  M =   I   0 3/8  0.4 Dimensione um canal trapezoidal dom taludes 2H:1V.570 K1 Na Tabela 8. e daí y0 = 0.001  3/8 = 1. tem-se: M1 M 2 M1 = ∴ = 1.570. fórmula de Manning.666 e y0/D = 0.456  M Pela Equação 8. O coeficiente dinâmico vale:  nQ  M =   I   0 3/8  0. para lâminas d’água iguais a y0/D = 0.570.5  =   0. os coeficientes K1 valem.03 m K 1. com lâmina d’água igual a 2/3 do diâmetro e a meia seção.2.56 Q2 EXEMPLO 8.796 Então: b m= = 4 ∴ b = 4.0010 m/m. isto é.18 K1 K 2 M 2 e para a mesma declividade e rugosidade.847 y0 = = = 1. 0. determina-se o coeficiente de rugosidade n = 0.013 ⋅ 0.5. Na Tabela 8.1. EXEMPLO 8. respectivamente.025 ⋅ 6. tira-se y0/D = 0.60  =  0.796. em regime permanente e uniforme.032 = 6.5 m3/s. 3/8      D = M . Na Tabela 8.12 m (largura do fundo) y0 A área molhada vale: 2 A = ( m + Z ) y0 = ( 4 + 2 ) ⋅ 1.3 Qual a relação entre as vazões transportadas. determina-se o coeficiente de forma K.

53.40 m. em terra com vegetação rasteira nos taludes e fundo.25 ∴ não y0 = ? 3 ⋅ 10−4 = 4.com .025 Q1 = 6.9922 ( 1 + Z − Z ) = 2 ( 1 + 2. a) Determine a altura d’água e a velocidade média.5 3 ⋅ 10−4 Pelo ábaco. coeficiente de rugosidade de Manning n = 0.0003 m/m y0 1.75 m= = = 1.1717 8/3 b I0 3.5 = = 1. onde M = y0 ⋅ K ⇔ M = 1. y0 = 0.1 Um canal de drenagem.014 b ' = 2b = 3.78 =    3 ⋅ 10−4  b) m = 2 2 ⇒ 0. c) Qual seria a capacidade de vazão da galeria.35 m3/s 0. b) A tensão de cisalhamento média.2 m3/s André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail. em concreto.5H:1V. 8.5 − 2.75 m e altura de água y0 = 1. tendo-se chegado a uma seção com largura de fundo b = 1.0 m N = 0.025 ⋅ Q  ⇒ 1.36 Para que a seção dimensionada tenha o mínimo perímetro molhado. em condições de regime permanente uniforme.2 Uma galeria de águas pluviais de 1. a) Qual a vazão de projeto? b) A vazão encontrada é de mínimo perímetro molhado? c) Se o projeto deve ser refeito para uma vazão Q1 = 6.5H:1V → Z = 2.9922 3/8  0.20 m3/s.0 m3 / s   seção circular c)  concreto ⇒ n = 0. no fundo. isto é: A velocidade média é igual a V = m=2 ( 1 + Z − Z ) = 2 ( 1 + 4 − 2) = 0.01 m b 8. qual será a altura de água para uma largura de fundo igual ao dobro da anterior? Taludes 2.5) = 0.5⋅10–3 m/m transporta.47 ≠ 4 2 Conclusão: a seção não é de mínimo perímetro molhado.025Q 3 ⋅ 10−4 2 = 3/8 1.29 ⋅ 3.423 = 1. é necessário que seja verificada a Equação 8. A 6. uma vazão de 1.014 ⋅ 6 ⇒K= = 0.5  K= 8/3 n ⋅Q 0. e a velocidade de atrito.013 e declividade de fundo I0 = 2.75 m y0 = 1. se ela funciona na condição de máxima vazão? D = 1.Universidade Federal do Espírito Santo 27 Q 6. com taludes 2.02 m/s. declividade de fundo I0 = 30 cm/km foi dimensionado para uma determinada vazão de projeto Q0.4 ⋅ 1.4 m a) Q0 = ?  nQ  M =   I   0 3/8 .4 B= 1.9922 ⇒ Q = 3/8 1. 25 I0 = 30 cm/km = 0.5 = 1.5⋅10–3 m/m Q = 1.29 ⇒ y0 = 0.5 Q0: vazão de projeto b 1.0 m de diâmetro.0 m3/s e a seção é retangular.013 I0 = 2.3852 ≠ 1.

646 D 1 y m = 0 = 0.5 ⋅ 10−3 20.82 m D 2/3  senθ   1 2 y0  1/2  −1  Pela Equação 8. temθ   2.7 N/m2 2 André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.5H:1V e o revestimento será em alvenaria de pedra argamassada em condições regulares. com θ = 2 cos  1 − D  .086 m/s 5/3   1 1/2 (θ − senθ )  .2n 5.53 rad D  1    3/8 3/8 1 12/3 2.5 τ = γ ⋅ Rh ⋅ I .53   1 − 4.013 ⋅ 1.025 ⋅ 3.29 m3/s 8.646 ⇒M =  =    2. em regime uniforme.0005 = 3.5 (MPM) τ=?  nQ  M =   I  3/8  0. com uma declividade de fundo I0 = 0. onde R h = τ = 9810 ⋅ y 2 1. A inclinação dos taludes é de 0.82  θ = 2cos −1  1 − 0  = 2cos −1  1 −  = 259.1 m= b b ⇒ 1.58 V = D 2/3 I 0  1 −   .74 m/s senθ   D 1 −  θ  b) τ 0 = γ Rh I .14 = 1. Trapézio: Q = 3.85 → y0 = 0.62 2 y0 = M t MPM → m = 2 ( 1+ Z − Z ) y0 = M 1.28) 1 Q= 2.24 t = 1.646 K= = = 0.46 Pa 4 u* = gRh I = 0.53 ⋅ 1.62 = = 1.2   nQ   = 0.1 m = 1.52 ⋅ 0.4 Um canal trapezoidal deve transportar.5 m t 1.5 ⋅ 0. onde Rh =  = 0.28 − sen5.25 m3/s mínimo perímetro y0 = ? n = 0. uma vazão de 3.Universidade Federal do Espírito Santo 28 a) y0 = ? e V0 = ?  0.0005 m/m trabalhando na seção de mínimo perímetro molhado. tem-se: c) Pela Equação 8.24 = ⇔ b = 1. a largura de fundo e a tensão média de cisalhamento no fundo do canal. Determine a altura d’água.025 I0 = 0.com .25 m3/s.0005 m/m molhado b0 = ? z = 0.53    2/3 → V = 1.5 ⋅ 10−3 = 7.304 ⋅ 2.59 Q = D 8/3 I 0 20.2n θ 2/3     ( 5. 25  =   0.52 ⋅ n       se:  2y   2 ⋅ 0.013 ( ) 1/2  sen4.9 m y0 1.0005  3/8 = 1.5 ⋅ 10−3 V= 2.58° = 4.304 ⇒ τ 0 = 9810 ⋅ 0.5 ⋅ 10−3   I0    M 0.282/3 5/3 = 1.

para transportar uma vazão de 0.007 m/m Determine a máxima e a mínima vazões no trecho para que se verifiquem as seguintes condições de norma: a) Máxima lâmina d’água: y = 0.13 = 7. sujeita às seguintes condições: a) A máxima altura d’água deve ser de 1.56 m 8.0 m3/s.53 m 1.6 → da Tabela 8.30 m/s.15 > ⇔ K ≥ 1. em terra. para transportar em regime uniforme uma vazão de 8.30 m/s 0. b) A máxima velocidade média deve ser de 1.0 m3/s I0 = 0.94  I   0 Q 0.67 ⇔ b ≥ 1. de modo que a velocidade média seja no máximo igual a 0.5 Dimensione um canal para irrigação.8 ⋅ 1.15 m2 Mas 2 2 A = ( m + Z ) y0 → 6.060 m/m Trecho 2 – Diâmetro: D2 = 200 mm Declividade: I2 = 0.com .3 A ⇔ A = 6.75 m3/s.0005 m/m V ≤ 0.45 m/s.67 m2 ∴ 0. com taludes e fundo em alvenaria de pedra argamassada. m = = 2.15 m  0.15 m.780 2  nQ  M =  = 0.0 m.0 m/s André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.53b + 0.53b + 0. com as seguintes características: Trecho 1 – Diâmetro: D1 = 150 mm Declividade: I1 = 0. em boas condições): n = 0.75 m3/s I0 = 0.8 K y0 Q = V ⋅ A ⇒ 8 = vmáx ⋅ A ⇔ 8 = 1.8 y0 = 2.32 ⇒ K = 1.84  vmáx < 1.684 m 8. declividade de fundo I0 = 0.53) 0.13 = 3.164 m y0 B = b + 2 ⋅ Z ⋅ y0 → B = 3.025 Q = 0.2.20D c) Máxima velocidade: V = 4.8 Um trecho de um sistema de drenagem de esgotos sanitários é constituído por duas canalizações em série.001   I   n < 8.020 ⋅ 8   nQ  M = =  = 1.8 + 2) y0 ⇒ y0 = 1. c) A máxima largura na superfície livre deve ser de 8.45 ⇔ ≤ 0.15 ⇒ 1.45 y0 = = 0. com taludes 2H:1V.001 m/m 3/8 3/8 y0 < 1.13 m b m= = 2.75D b) Mínima lâmina d’água: y = 0. com declividade de fundo I0 = 0.0005 m/m. com vegetação rasteira no fundo e nos taludes.8427 ≥ 1. Canal trapezoidal (alvenaria em pedra argamassada. em boas condições.6 Dimensione um canal trapezoidal. n = 0.8 ⇒ b = 2.15 = (2.030 Q = 8.78 A A 1 1 A = ( b + b + 2 Zy0 ) y0 = ( b + b + 2 ⋅ 3 ⋅ 0.164 + 2 ⋅ 2 ⋅1.0 m M b y0 < 1.53 = 0. Inclinação dos taludes 3H:1V.8427 2 2 Mas A ≥ 1.75 0.94 ≤ 0.45 m/s z = 3 V= Q A y0 = M K A = ( b + 2 y0 ) y0 m=2 ( 1 + 3 − 3) = 0.001 m/m.Universidade Federal do Espírito Santo 29 8.

855) 8 ∴v = = 9.75D Qmáx = ? e Qmín = ? Q =V ⋅ A M D= K1  nQ  M =   I   0 3/8 No caso de y0 = 0. 26 m/s (ok!) 0.20D.75) = 240° = 4.0518 =  2   0.855 rad 0.0033 VQmín = mín = = 0. temos: Q 0.15 = ⇒ M = 0.013  0.013 0.2 = ⇔ M = 0.03885 =  1   0.5 m3/s ≤ V ≤ 4 m3/s).75D ⇔ 0 = 0. 26° = 1.2 2 (1.0518 0.20D ⇔ 0 = 0.50 m/s Coeficiente de rugosidade de Mannin.75 → K1 = 0.007  3/8 ⇔ Q2 = 3/8 0.0024 = 0.2 m I 2 = 0. Qmín = 0. Verificando se a vazão mínima atende ao intervalo de velocidade (0.31 m/s (ok!) 0. temos: y y0 = 0. Como a tubulação está em série.06  3/8 A1 = = 2.03885 0.013 A=   2 y0   D  Trecho 1: D1 = 150 mm = 0.0033 m3/s.15 m I1 = 0.060 m/m D 2 (θ − senθ ) 8 Trecho 2: D2 = 200 mm = 0.20 D ≤ y0 ≤ 0.00911 Qmín em 1 ⇒ 0.152 (1.52 ⋅ 10−3 m 3 /s ⇒ Q1 = 3/8 0.013 = 0.013  0.189 rad .com θ = 2cos −1 (1 − 2 ⋅ 0.0033 m3/s Em 2: M 0.259  Q ⋅ 0.0024 m3 /s 0.06 0.03885 0.0033 m3/s.20 → K1 = 0. 2 ) = 106.007 = 0.855 − sen1. n = 0. θ = 2 cos−1  1 − Canalizações em série n = 0.00252 0.0033 = 1.36 m3/s A2 0.855 − sen1.11 ⋅ 10−3 m 3 /s  Q ⋅ 0.007 m/m 0. temos: y y0 = 0.013.Universidade Federal do Espírito Santo 30 d) Mínima velocidade: V = 0.0518 0.75D.624 D Em 1: André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.259 D θ = 2 cos −1 (1 − 2 ⋅ 0.855) 8 ∴v = Em 1: M 0.259 A2 = 0.00911 No caso y0 = 0.

0250 m 3 /s  ⇒ Q2 = 0. com uma velocidade média igual a 0. 25 ⋅ 10 m/m 3/8 2.189 − sen4.246 y0 = 10 ⇔ y0 = 1.60 m/s ( b + B ) y0 = ( b + 2 ⋅ Z ⋅ y0 ) y0 = b + Zy y = b + 4 y y = 10 n = 0. permite o escoamento de uma vazão de 18.06  Q ⋅ 0.1248 =  2 = 0. Z=4 Q 6 Q =V ⋅ A⇒ A = = = 10 m 2 Q = 6 m3/s V 0.213145   2 8.624 3/8 3/8 0.213145 K m=  0. Em caso contrário.53 m Da Tabela 8.com .6 V = 0.025.10 Determine a mínima declividade necessária para que um canal trapezoidal.60 m/s.4465 = 2. a seção deve ser de mínimo perímetro molhado.189 ) = 0.246 y0 y0 Voltando a A.6 ℓ/s.53 ⋅ 1.0936 0.189 ) = 0.013  0.19 Um trecho de coletor de esgotos de uma cidade cuja rede está sendo remanejada tem 100 m de comprimento e um desnível de 0.01422 m2 ⇒ V = 0. interpolando.0083 = 0.013 0.1248 0.035y0 ≤ y0 ≤ 0.0936 =  1 = 0.1248 0. de 200 mm.152 1 8 0. n = 0.1125 (ok!) y0 = D 1 − cos θ ( 2 = 0.58 m/s (ok!) A1 = 0.246. taludes 4H:1V.15 = M ⇒ M = 0.013 0. Portanto: 2 −Z =2 ) ( 1 + 4 − 4) = 0.80 m.01422 Em 2: M 0. vem K = 1. tem-se: 2 4.0936 0. 2 = ⇒ M = 0.094 m ) 8.99 m/s (ok!) A2 = 0.624 3/8 0.025 = 1.007  Q ⋅ 0.0083 m 3 /s  ⇒ Q1 = 0.213145 =     I0   3/8  0.0253 m2 ⇒ V = 0. Assim: M y0 = ⇒ M = 1. para m = 0.025 A= ( 0) 0 ( 0) 0 2 2 I0 = ? mín m=2 ( 1+ Z Para que I0 seja mínimo.Universidade Federal do Espírito Santo 31 0.013  0.007   ( 4. Coeficiente de rugosidade.189 − sen 4.06   ( 4.2. Verifique se o diâmetro atual.025 ⋅ 6  −4 ⇔ I0 =   = 3. André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.246 2 b ⇒ b = 0.025 = 0.76 m/s (ok!) V1 = máx = Qmáx = 0.01422 A1 3/8 2 0.025 m 3 /s 0.4465.0253 Q 0. transporte 6 m3/s de água.025 ⋅ 6  2.22 1 8 0. qual deve ser o novo diâmetro desse trecho? Determine a lâmina líquida correspondente e a velocidade média.

015 m/m.2 × 0.01189 ) = 3. verificou-se que.1. para atender à condição de esgotamento dos lotes adjacentes. André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.50.008 Q = ( 0.013 Portanto.2186    8 8 Portanto: Q 18.013 ⋅ 18.6 ⋅ 10−3 V= = = 0. b) a lâmina líquida atual e a correspondente velocidade média.com .5D ∴ y0 = 0. Adote como lâmina d’água máxima no coletor y0/D = 0. D = 200 mm Q = 18.5.013 A máxima lâmina de água: y0 = 0.108 m D Na seção circular:  2 ⋅ 0.6⋅10–3 m3/s n = 0. 21862 ( 3. ele deveria ter uma declividade de 0.22 ) = 0. K1 = 0. determine: a) o diâmetro do coletor e a velocidade de escoamento.18 − sen 3.8 m/100 m = 8 ⋅ 10−3 m/m Atualmente.498.18 ) = 5. para o final do plano.498 D Sabemos que  nQ   nQ  M nQ 8/3 D= .6 l/s.Universidade Federal do Espírito Santo 32 Material das tubulações: manilha cerâmica. I0 = 0.97 m/s A 0.498 ) = 0. D = 250 mm y0 = 0. Sendo 20 l/s a vazão de esgotos no fim do plano e 10 l/s a vazão atual (início de plano). Então:  nQ   0.5 → y 0 = 0.1 m y Sendo 0 = 0.97 ⋅ 10−3 ( 3.20 No projeto de um coletor de esgotos. da Tabela 8.0192 A= D 2 (θ − senθ ) = 0. temos K1 = 0.108   2y  −1 θ = 2 cos −1  1 − 0  = 2cos −1  1 −  = 2cos ( 0. Logo: M D= = 0.2186 m K1 Como não existe esse diâmetro comercializado.0192 m 2 3/8 3/8 3/8 3/8 8. D = 200 mm não é suficiente para Q = 18. n = 0.6 ⋅ 10−3  M=  =  = 0.01466 m3 /s = 14. onde M =  = ( DK1 )  ⇒ DK1 =   ⇔  I   I  K1 I0  0  0 Atribuindo valores: 8/3 0.013.1088     8 ⋅ 10−3    I0  Como a relação y0/D não se altera.18 rad D  0.67 l/s 0.

015m/m Q j = 20 l/s = 20 ⋅ 10−3 m3 /s Q m = 10 l/s = 10 ⋅ 10−3 m3 /s  2y  θ = 2cos−1  1 − 0  = 2cos−1 ( 0 ) = π rad D   a) D = ? e Vj = ? M D= K1 ⇒D= A= n = 0. para escoar uma vazão de 12 m3/s.43 ⋅ 10−3 9.95 ⋅ 10−2 = 0.013 ⋅ 10 ⋅ 10−3  M=  =     I  0.0154 3/8 3/8 Qj A : b) Q m = 0. Seção original Seção modificada André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.013 ⋅ 20 ⋅ 10−3  =    0.2 m = 200 mm 0.5 Em um projeto de um sistema de drenagem de águas pluviais. foi necessário dividir a seção em duas células de 1.Universidade Federal do Espírito Santo 33 I 0 = 0.1552 (π − senπ ) A= = = 9.5 D K1 = 0. em condições de escoamento livre. declividade de fundo I0 = 0.5 ⋅ 10−2 9.5 m de largura com um septo no meio.498 8 = 0.498 = 0.155 (1 − cos π /2 )  2y  θ = 2 cos−1  1 − 0  → y0 = = = 0. determinou-se que. 43 ⋅ 10−3 m 2 8 8 Q 10 ⋅ 10−3 = 1.077 D= = = 0.013 y0 = 0.01 m3 /s  nQ   0.015   = 9.018.015    0 M 0. temos a velocidade pela relação Vj = Vj = Qj A = 20 ⋅ 10−3 = 1. Por imposição do cálculo estrutural. conforme a figura.0775 m D  2 2  D 2 (θ − senθ ) 0. com 3. Verifique se esta nova concepção estrutural tem condições hidráulicas de escoar a vazão de projeto.077 D (1 − cos θ/2 ) 0.0022 m/m. 2 2 (π − senπ ) 8 = 0.0154 m 2 D 2 (θ − senθ ) Com a área.com .06 m/s Vm = m = A 9.29 m/s 0.498 3/8  nQ  M=   I   0 3/8  0. rugosidade n = 0. era necessária uma galeria retangular em concreto.155 m K1 0.0 m de largura.

61 K 3/8  nQ  M =   I 2°) A= = 0.70 m.1 I0 = 0.61 π ⋅ D2 4 P = πD A π ⋅ D2 D Rh = = = P 4 πD 4 3°) 2/3 2 nQ D2/3 8/3  π ⋅ D   D  = A ⋅ R 2/3 ⇔ ( 0.29 → K = 0. 9.5 ⋅ 2.7 m y0 = 0.61) =  ⋅   ⇔ 0. com a mesma altura d’água.43 y0 2.3 m= b 3 ⇒m= = 1.79D2 ⋅ ⇔ h  4  4  2.34m3 /s ⇒ Não tem condições.15 ⋅ 0.52/3 ⇔ Q1 = 5.com .5 = = 0.5 + 2. com uma largura de fundo igual a 0.3 Rh = A 3.714 y 2.6 Uma galeria de águas pluviais de seção retangular escoa uma certa vazão.7 m Ir = Ic 1°) m= b 0. Determine o diâmetro da seção circular para transportar a mesma vazão.9 ⇒m= = 1.9 m y0 = 0.7 ⋅ 0.90 m e altura d’água de 0. Em uma determinada seção.95 m André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.7 M y0 = ⇒ M = y0 ⋅ K = 0.1 = 3. em escoamento uniforme.5 m P 6. Retangular Circular ⇒ D=? b = 0. deverá haver uma mudança na geometria.52 I   ⇔ D2.86 ⇔ D = 0.Universidade Federal do Espírito Santo 34 1°) Seção original Q = 12 m /s n = 0.018 m= b 1.17m 3 /s h I0 0.1 Manning: nQ 0. passando para uma seção circular.018 3 2°) Seção modificada QT = Q1 + Q2 n = 0.1) 2 = 6.27 = 0.874 y0 0.874 = 0.67 = 0.018 ⋅ Q1 = A ⋅ R 2/3 ⇒ = 3.15 m2 P = (1.1 m Área = 1.0022 m/m b = 3m y = 2. rugosidade e declividade de fundo.0022 QT = Q1 + Q2 = 2Q1 QT = 2 ⋅ 5.15 = = 0.17 = 10.

3/2 Fórmula de Francis → Q = 1. 3/8 trapézio → z = 2 M  nQ  y0 = M =  b=3m K  I Q = 3.6 m/s n = 0.40h a) Q1 = Q2 . sem contrações laterais.838bh . de modo que o vértice do vertedor triangular esteja 0. como nos orifícios de parede fina. a uma aresta biselada. já se o contato ocorrer em um comprimento apreciável da parede. onde 12.42 ⋅ 1.13 =     I0   3/8 ∴ I0 = 5.0 m 3 /s V = 0.018.11 ⇒ K ≈ 1.13  nQ  M=   I 3/8  0. largura da base b = 3. b → largura do vertedor em metros.5 y 1.018 Q = V⋅A → A = 3 = 5 m2 0. b) Carga sobre a soleira h é a diferença de cota entre o nível d’água a montante. e o nível da soleira.17 ⋅ 10−5 m/m As principais partes constituintes de um vertedor são: a) Crista ou soleira é a parte superior da parede em que há contato com a lâmina vertente. o vertedor é de parede espessa. h → altura da lâmina d’água sobre a crista do vertedor em metros.0 m3/s com velocidade média de 0. Se o contato da lâmina se limitar.42 M = y ⋅ K = 1. Em geral. o vertedor é de parede delgada.42 2 2 ( ) ( ) b 3 = = 2.Universidade Federal do Espírito Santo 35 9. em uma região fora da curvatura da lâmina em que a distribuição de pressão é hidrostática.6 m= A = ( m + Z ) y 2 e A = 2 1 + Z2 − Z y 2 ∴ 5 = 2 1 + 2 − 2 y ⇔ y = 1.7 Um vertedor retangular de parede fina com 1.0 m de largura.5 = 2. a depressão da lâmina é desprezível. para transportar uma vazão de 3.15 m abaixo da soleira do vertedor retangular. c) Altura do vertedor P é a diferença de cotas entre a soleira e o fundo do canal de chegada. Q → vazão em m³/s. b) a carga no vertedor triangular quando a diferença de vazão entre o vertedor retangular e triangular for máxima.com . Utilizar a fórmula de Thomson e Francis.8 Qual deve ser a declividade de fundo de um canal trapezoidal com taludes 2H:1V. Coeficiente de rugosidade do fundo e taludes n = 0.0 m. Determinar: a) a carga no vertedor triangular quando as vazões em ambos os vertedores forem iguais. tem-se: André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.018 ⋅ 3  ⇒ 2. a uma distância a montante do vertedor igual a seis vezes a carga. onde 1 → vertedor retangular 2 → vertedor triangular Usando a fórmula de Thomson para o vertedor triangular e a fórmula de Francis para o vertedor retangular. d) Largura ou luz da soleira L é a dimensão da soleira através da qual há o escoamento. 5/2 Fórmula de Thomson → Q = 1.60 m/s. é colocado juntamente com um vertedor triangular de 90º em uma mesma seção.

838 ⋅ L ⋅ h 3/2 = 1.70. de soleira fina.40 ⋅ H 5/2 )máx → ⇔ 2. sem contrações laterais. o que nos leva a concluir que existe uma raiz próxima a este valor.com . 2 Vertedor retangular de parede fina sem contrações → Q = ⋅ Cd 2 g ⋅ L ⋅ h 3/2 (Equação 12. VERTEDOR RETANGULAR DE PAREDE FINA SEM CONTRAÇÕES_ equação de Bernoulli: h +  V02 V2 V2  = ( h − y ) + 1 ∴V1 = 2 g  y + 0    2g 2g 2g   A = 0. Nestas condições. conforme a Figura 12.40 H  = 0 ⇔   dH = 3.375 ⋅ 10−3 = 0 Observamos que a soma dos coeficientes é aproximadamente 1. No tempo t = 0. construiu-se à jusante do ponto de captação uma pequena barragem cujo vertedor de 3 m de soleira tem a forma de um perfil padrão WES. que foi desenhado para uma carga de projeto hd =0.94) Igualando as duas equações.5 ⋅ h Volume = vazão ⋅ tempo = velocidade ⋅ área ⋅ tempo 12. o nível mínimo d’água no ponto de captação deverá estar na cota de 100.14 Se a equação básica para um vertedor retangular.838 ⋅ L ⋅ h3/2 − 1. é colocado em um canal retangular de 0.52 H 3 ⇔ 3.58H 5 − H 3 + 0.04 m b) ( Q1 − Q2 ) é máxima (Q1 − Q2 )máx = (1.704 ⇒ Cd = 0.52 H 3 − 7. com o passar do tempo.838 ( H − 0. a carga H sobre a soleira é zero e.6 H + 1.577 = 3 3 12.15) H = 0.757 ( H − 0. for usada para determinar a vazão por um vertedor de soleira espessa. varia conforme a equação H = 20⋅t. pergunta-se: a) Em que cota estará a crista do vertedor-extravasor? André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.Universidade Federal do Espírito Santo 36 Q1 = Q2 ⇒ 1.838  ⇔ = 3 ⇔  h  1.704 ⋅ b ⋅ h 3/2 ⇔ ⋅ Cd 2 g = 1. durante a época da estiagem.4  2 ⇔ 0.14 = 0 ⇔ 12.0675H + 3.15) − 1.18 A captação de água para o abastecimento de uma cidade na qual o consumo é de 250 l/s (vazão de demanda) é feita num curso d’água onde a vazão mínima verificada (no período de estiagem) é de 700 l/s e a vazão máxima verificada (no período das cheias) é de 3800 l/s.704 ⋅ b ⋅ h 3/2 (Equação 12. ⋅ Determinar o volume de água que passou pelo vertedor após 2 minutos. de igual largura. qual deve ser o coeficiente de vazão Cd naquela equação? Despreze a carga cinética de aproximação.50 m.50 m de largura.7 m 1/2 d  3/2 5/2  1.00 m.15) = 3. com H (m) e t (min). Equação 12.40 ⋅ H 5/2 H5  1.704.6 ( H − 0. sem contrações laterais.70) 3 Vertedor de soleira espessa horizontal → Q = Cd ⋅ 1.9 Um vertedor retangular de parede fina. tem-se: 2 2 ' ' ⋅ Cd 2 g ⋅ L ⋅ h 3/2 = Cd ⋅ 1.51.5H 3/2 ⇔ 7. Para o bom funcionamento das bombas. Por tentativa e erro: H = 1. Em decorrência de problemas de nível d’água na linha de sucção da estação de bombeamento. admitindo Cd = 1 3 3 2 1 ⋅ Cd 2 g = 1.45H 2 − 0.

817 m 3/2 0.5  3 ⋅ 2.148  h  ⋅ 3 ⋅ h 3/2 ⇔ = h1.648 ⇔ h = 0.800 l/s – 250 l/s = 3550 l/s 3.45 = 2.Universidade Federal do Espírito Santo 37 b) Durante a época das enchentes.148 b) Vazão = 3.com .55 = 2.5 m  0.215 ⋅  ⋅ 3 ⋅ h 3/2 ⇔ = h1. qual será a máxima cota do nível d’água? Q = C ⋅ L ⋅ h 3/2 hd = 0.642 m  3 ⋅ 2.648 ⇔ h = 0.45 ⋅ 0.459 m 0.215     hd  Sendo h a carga de trabalho.5  ∴ NA máx = N c + h ' = 99. André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.148  h  3.55 ⋅ 0.50.817 + 0.148 . então: 0.148 ∗ Vertedor WES:  L = 3.215  ∴ N crista + h = 100 m ⇔ N crista = 99.0 m  h  Q = 750 − 250 = 450 l/s C = 2.50.215 ⋅   0.215  0.183 m a) Q = C ⋅ L ⋅ h ⇒ 0.642 ⇒ NAmáx = 100.

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