André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.

com

1 Universidade Federal do Espírito Santo
HIDRÁULICA BÁSICA – 4ª edição
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS

Exercícios propostos do capítulo 2: 2.7, 2.10, 2.14, 2.16, 2.20, 2.21, 2.23, 2.34, 2.35, 2.36. (pg. 1)
Exercícios propostos do capítulo 3: 3.1, 3.7, 3.8, 3.10, 3.13. (pg. 7)
Exercícios propostos do capítulo 4: 4.1, 4.4, 4.7 e 4.9. (pg. 11)
Exercícios propostos do capítulo 5: 5.1, 5.2 5.4, 5.6, 5.8, 5.14. (pg. 16)
Exercícios propostos do capítulo 6: 6.1, 6.2, 6.6. (pg. 22)
Exercícios propostos do capítulo 8: 8.1, 8.2, 8.3, 84, 8.5, 8.6, 8.8, 8.10, 8.19, 8.20. (pg. 27)
Exercícios propostos do capítulo 9: 9.5, 9.6, 9.8. (pg. 33)
Exercícios propostos do capítulo 12: 12.7, 12.9, 12.13, 12.18. (pg. 35)

2.7 Água escoa em um tubo liso, ε εε ε = 0,0 mm, com um número de Reynolds igual a 10
6
.
Depois de vários anos de uso, observa-se que a metade da vazão original produz a mesma
perda de carga original. Estime o valor da rugosidade relativa ao tubo deteriorado.1
J → perda de carga onde
f → fator de atrito
V → velocidade média

Na situação final, J
0
(Q) = J(Q/2). Portanto:
( ) ( )
2 2
2 2
0 0
/ / 2
2 2 4
Q A Q A f f f Q f Q
D g D g A A
⋅ ⋅
⋅ = ⋅ ⇔ =
( ) ( )
2 2 5,4 5,4
6 0,9 6 0,9
0, 25 1 5, 74 5, 74
log 2log
3, 7 10 10
5, 74 5, 74
log log
3, 7
10 10
D
D
ε
ε
| |
∴ = ⇔ = + ⇔
|
\ ¹
( ( | | | |
( ( | |
+
( ( | |
\ ¹ \ ¹
¸ ¸ ¸ ¸

3
5
5,4 5,4 5,4
5, 74 5, 74 100 5, 74 2, 262 10
100 (1 100) 8, 370 10
3, 7 3, 7 27, 027 10 10 10 D D D
ε ε ε


− ⋅ | |
⇔ = + ⇔ = − ⇔ = = − ⋅
|
\ ¹


Resolvendo por um outro método, tem-se:
(antes)
2
1
1
4
V D
Q
π ⋅ ⋅
=

2
1
1 1
2
L V
H f
D g
∆ =

(depois)
2 1
1
2
V V =

2 2
2 1
2 1 2 1 2 1
4
2 2
L V L V
H H f f f f
D g D g
∆ = ∆ ⇒ ⋅ ⋅ = ⋅ ⋅ ⇔ =

Recentemente, Swamee apresentou uma equação geral para o cálculo do fator de atrito,
válida para os escoamentos laminar, turbulento liso, turbulento rugoso e de transmissão, na
forma:
0,125
16
8 6
0,9
64 5, 74 2500
9, 5 ln
Re 3, 7 Re Re
f
y D y y
ε

¦ ¹
(
| | | | | | ¦ ¦
( = + + −
´ ` | | |
( \ ¹ \ ¹ \ ¹ ¦ ¦
¸ ¸
¹ )

Pela equação de Swamee, aplicada no tubo liso:
2
0,9
0, 25
2
5, 74
log
3, 7 Re
f V
J f
D g
D y
ε
= =
( | |
+
( |
( \ ¹ ¸ ¸

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( ) ( ) ( )
0,125
16
8 6
5 5 3
6, 4 10 9,5 ln 2, 28 10 2, 5 10 0, 011597 f

− − −
¦ ¹
¦ ¦ (
= ⋅ + ⋅ − ⋅ =
´ `
(
¸ ¸
¦ ¦
¹ )
Assim:
2 1 2
4 0, 046388 f f f = ⇒ =

Pela equação do tubo rugoso:
1 1
2, 04log 1, 67 2, 04log 1, 67
2 0, 046338
R D
f ε ε
| |
= + ⇒ = + ⇔
|
\ ¹

4, 64298 2, 04 log log2 1, 67 1, 4573 log log2 log 1, 7584
D D D
ε ε ε
( | | | | | |
⇔ = − + ⇔ = − ⇔ = ⇔
| | | (
\ ¹ \ ¹ \ ¹ ¸ ¸

0,0174
D
ε
=

2.10 Em uma tubulação circular, a medida de velocidade do escoamento, a uma distância de
parede igual a 0,5 R, em que R é o raio da seção, é igual a 90% da velocidade na linha
central (velocidade máxima). Determine a relação entre a velocidade média V e a velocidade
central v
máx
, e a rugosidade relativa da tubulação. Sugestão: utilize o resultado do Exemplo
2.2 e as Equações 2.20 e 2.34.
Equação 2.20 ⇒
*
2,5ln
máx
v V R
u y

=
Equação 2.34 ⇒
1 3, 71
2log
D
f ε
| |
=
|
\ ¹

Do Exemplo 2.2,
*
4, 07 0, 765
máx máx
v V u V v = + → =
* *
*
0, 9
2,5ln 1, 733 0,1 1, 733 0,577
0,5
máx máx
máx máx
v v R
v u u v
u R
− | |
= = ⇔ = ⇔ =
|
\ ¹

Pela Equação 2.32
*
2,5ln 4,73
V R
u ε
(
= +
(
¸ ¸
, tem-se:
0, 765
2,5ln 4, 73 ln 3, 41 30, 30 0, 0165
0,577 2 2 2
máx
máx
v D D D
v D
ε
ε ε ε
= + ⇔ = ⇔ = ⇒ =

2.14 Em relação ao esquema de tubulações do exemplo 2.8, a partir de que vazão Q
B
,
solicitada pela rede de distribuição de água, o reservatório secundário, de sobras, passa a
ser também abastecedor?
Para aço soldado novo, C = 130 (Tabela 2.4).
Pela Tabela 2.3, determina-se β (β
1
= 1,345⋅10
3
)
No trecho AB:
D
1
= 6”, C = 130 e J
1
= 1,12 m/100 m → β
1
= 1,345⋅10
3

1,85 3 1,85
1 1 1 1 1
1,12 1, 345 10 0, 0216 J Q Q Q β = ∴ = ⋅ ∴ = m
3
/s

No trecho BC:
D
2
= 4”, C = 130, J
2
= 1,12 m/100 m, β
2
= 9,686⋅10
3

1,85 3 1,85
2 2 2 2 2
1,12 9, 686 10 0, 00745 J Q Q Q β = ∴ = ⋅ ∴ = m
3
/s
A diferença é consumida na rede:
Q
B
= 0,0216 – 0,00745 = 0,01415 m
3
/s = 14,2 l/s
A cota piezométrica em A é CP
A
= 812,0 m. Em B é a cota menos a perda:
CP
B
= CP
A
– ∆H
AB
= 812 – J
1
L
1
= 812 – 0,0112⋅650 = 804,72 m

A partir de que vazão Q
B
o reservatório de sobras também é utilizado?

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Neste caso, CP
B
< 800m
1
812 800
0, 0185
650
H
J
L
∆ −
= = = m/m
Aço soldado novo: C = 130 (tabela 2.4)
D
1
= 6”, C = 130, J
1
= 1,85 m/100 m, β
1
= 1,345⋅10
3

1,85 3 1,85
1 1 1 1 1
1,85 1, 345 10 0, 02836 J Q Q Q β = ∴ = ⋅ ⇔ = m
3
/s = 28,36 l/s
2
800 800
0
420
J

= =
Toda a vazão proveniente do reservatório superior é utilizada no abastecimento na
iminência. Para que o reservatório inferior entre em operação, Q
B
> 28,36 l/s.

2.16 Na tubulação da figura 2.10, de diâmetro 0,15 m, a carga de pressão disponível no
ponto A vale 25 mH
2
O. Qual deve ser a vazão para que a carga de pressão disponível no
ponto B seja 17 mH
2
O? A tubulação de aço soldado novo (C = 130) está no plano vertical.

Carga de pressão em CP
A
= 25 mH
2
O. Qual deve ser a vazão para que a carga de pressão em B
seja CP
B
= 17 mH
2
O?
25
A
P
γ
= m, 17
B
P
γ
= m, z
A
= 0, z
B
= 5 m
2 2
,
2 2
A A B B
A B
P V P V
z z H
g g γ γ
+ + = + + + ∆ v
A
= v
B
⇒ 25 = 17 + 5 +∆H ⇔ ∆H = 3 mH
2
O
Pela tabela 2.3, β = 1,345⋅10
3

3
0, 0191
157,1
H
J
L

= = = m/m = 1,91 m/100 m
1 1
1,85 1,85
1,85
3
1,91
28, 9
1,345 10
J
J Q Q β
β
| | | |
= ⇒ = = =
| |

\ ¹ \ ¹
l/s

2.20 Em uma adutora de 150 mm de diâmetro, em aço soldado novo (ε εε ε = 0,10 mm),
enterrada, está ocorrendo um vazamento. Um ensaio de campo para levantamento de vazão
e pressão foi feito em dois pontos, A e B, distanciados em 500 m. No ponto A, a cota
piezométrica é 657,58 m e a vazão, de 38,88 l/s, e no ponto B, 643, 43 m e 31,81 l/s. A que
distância do ponto A deverá estar localizado o vazamento? Repita o cálculo usando a
fórmula de Hazen-Williams.
D = 150 mm Q
A
= 38,88 l/s Q
B
= 31,81 l/s
ε = 0,10 mm CP
A
= 657, 58 m
L = 500 m CP
B
= 643,43 m

Fórmula universal da perda de carga:
2
;
2
L V
H f
D g
∆ =
2
;
2
fV
J
Dg
= H L J ∆ = ×
• A – C:
3
2
38,88 10
2, 20
0, 075
A
A
Q
v
A π


= = =

m/s; ƒ
A
= 0,0191;
2
0, 0191 2, 20
0, 0314
2 2 0,15 9,8
A A
A
f V
J
Dg

= = =
⋅ ⋅
m/m
• B – C:

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3
2
31,81 10
1,80
0, 075
B
B
Q
v
A π


= = =

m/s; ƒ
B
= 0,0193;
2
0, 0193 1,80
0, 0213
2 2 0,15 9,8
B B
B
f V
J
Dg

= = =
⋅ ⋅
m/m

Pela ideia de que a energia total se mantém constante, e como o escoamento é constante, pode-se
usar a equação
2 2
,
2 2
A A B B
A B
p V p V
z z H
g g γ γ
+ + = + + + ∆ onde .
n
n n
p
z CP
γ
+ = Colocando os valores
do problema, tem-se:
2 2
2, 20 1,80
657, 58 643, 43 657,83 643, 60 14, 23
2 9,8 2 9,8
H H H + = + + ∆ ⇔ = + ∆ ⇔ ∆ =
⋅ ⋅
m
Sabe-se que a perda de carga total é devida à perda de carga nos pontos A e B. Assim:
( ) 0, 0314 0, 0213 500 14, 23
A B A A B B A A
H H H J L J L L L ∆ = ∆ + ∆ = + = ⋅ + ⋅ − = ⇔
3,58
0, 0101 14, 23 10, 65 354, 45
0, 0101
A A
L L ⇔ ⋅ = − ⇔ = = m
Pela fórmula de Hazen-Williams:
J = βQ
1,85
, β
A
= β
B
= 1,345⋅10
3

J
A
= 1,345⋅10
3
(38,88⋅10
–3
)
1,85
→ J
A
= 3,309 m/100 m
J
B
= 1,345⋅10
3
(31,81⋅10
–3
)
1,85
→ J
B
= 2,283 m/100 m
Portanto:
∆H
A
+ ∆H
B
= ∆H ⇔ J
A
L
A
+ J
B
L
B
= ∆H ⇔ 0,0314L
A
+ 0,02283(500 – L
A
) = 14,2 ⇔

14, 23 500 0, 02283
274, 37
0, 03309 0, 02283
A
L
− ⋅
= =

m

2.21 Em uma tubulação horizontal de diâmetro igual a 150 mm, de ferro fundido em uso
com cimento centrifugado, foi instalada em uma seção A uma mangueira plástica
(piezômetro) e o nível d’água na mangueira alcançou a altura de 4,20 m. Em uma seção B,
120 m à jusante de A, o nível d’água em outro piezômetro alcançou a altura de 2,40 m.
Determine a vazão.
D = 150 mm = 0,15 m
C = 130
Tabela 2.3 → β = 1,345⋅10
3


1,85
J Q β = ⋅ e
H
J
L

=
1,85
3
4, 20 2, 40 1,5
100 0,0253
120,00 1,345 10
J Q Q
− (
= → = ⇒ =
(
⋅ ¸ ¸
m
3
/s = 25,3 l/s

Outro método:
D = 150 mm = 0,15 m
CP
A
= 4,20 m
CP
B
= 2,40 m
D
AB
= 120 m
V
A
= V
B
⇒ 4, 2 2, 4 1, 8 H H = + ∆ ⇔ ∆ = m
1,8
0, 015
120
H J L J ∆ = ⋅ ⇒ = =
1,85 1,85 4,37 1,85 4,37
1,85
1,85 4,37
0, 015 130 0,15
10, 65
10, 65 10, 65
Q J C D
J Q
C D
⋅ ⋅ ⋅ ⋅
= ⇒ = =

1,85 3
2,878 10 0, 0423 Q

⇔ = ⋅ = m
3
/s = 42,3 l/s


2 2 2 2
2 2 2 2
A A B B A B
A B A B
P V P V V V
z z H CP CP H
g g g g γ γ
+ + = + + + ∆ ⇔ + = + + ∆

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2.23 A ligação entre dois reservatórios, mantidos em níveis constantes, é feita por duas
tubulações em paralelo. A primeira, com 1500 m de comprimento, 300 mm de diâmetro,
com fator de atrito f = 0,032, transporta uma vazão de 0,056 m
3
/s de água. Determine a
vazão transportada pela segunda tubulação, com 3000 m de comprimento, 600 mm de
diâmetro, e fator de atrito f = 0,024.
A perda de carga é a mesma:
1 2
1 1 2 2 f f
h h J L J L = ⇔ =
2
2 5
8 f Q
J
g D π
= ⇒
2 2 5
2 2 1 1 2 2
1 2 2
2 4 2 4 5
1 2
8 8 0,032 600 1500
0,056 0, 259
0,024 300 3000
f Q f Q
L L Q
g D g D π π
⋅ ⋅
⋅ = ⋅ ⇒ = =
⋅ ⋅
m
3
/s

Por outro método:
1. L
1
= 1500 m 2. L
2
= 3000 m
D
1
= 300 mm = 0,3 m D
2
= 600 mm = 0,6 m
f
1
= 0,032 f
2
= 0,024
Q
1
= V
1
A
1
Q
2
= ?

2
1
1
0, 0707
4
D
A
π ⋅
= = m
2

2
2
2
0, 2827
4
D
A
π ⋅
= =

1
1
1
0, 7922
Q
V
A
= = m/s
2
2 2 2 2 2
2
3, 5368
Q
Q V A V Q
A
= ⋅ ⇔ = =

Tubulações em paralelo → ∆H
1
= ∆H
2

2 2 2 2 2 2
1 1 1 2 2 2 1 1 1 2 2 2
1 2 1 2
2 2 2 2
f V f L V f L V f L V f L V f L V
H J L H L
D g D g D g D g D D
| |
⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅
∆ = ⋅ ⇔ ∆ = = ∴ = ⇔ =
|
|
⋅ ⋅ ⋅ ⋅
\ ¹

2 2 2
2
0, 032 1500 0, 7922 0, 024 3000 3, 5368
0, 3 0, 6
Q ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅
⇒ = ⇒
2
2
2
2
0, 032 1500 0, 7922 0, 6
0, 25864
0, 3 0, 024 3000 3, 5368
Q
⋅ ⋅ ⋅
⇒ = =
⋅ ⋅ ⋅
m
3
/s = 258,64 l/s

2.34 Uma tubulação de 0,30 m de diâmetro e 3,2 km de comprimento desce, com inclinação
constante, de um reservatório cuja superfície está a uma altura de 150 m, para outro
reservatório cuja superfície livre está a uma altitude de 120 m, conectando-se aos
reservatórios em pontos situados 10 m abaixo de suas respectivas superfícies livres. A vazão
através da linha não é satisfatória e instala-se uma bomba na altitude 135 m a fim de
produzir o aumento de vazão desejado. Supondo que o fator de atrito da tubulação seja
constante e igual a f = 0,020 e que o rendimento da bomba seja 80%, determine:
a) a vazão original do sistema por gravidade;
b) a potência necessária à bomba para recalcar uma vazão de 0,15 m
3
/s;
c) as cargas de pressão imediatamente antes e depois da bomba, desprezando as perdas de
carga localizadas e considerando a carga cinética na adutora;
d) desenhe as linhas de energia e piezométrica após a instalação da bomba, nas condições do
item anterior.
(Sugestão: reveja a equação 1.36, observando os níveis d’água de montante e jusante.)
a) h
f
= J⋅L =150 – 120 = 30 m
2 2 2 5
2 5
2 5
8 9,81 0, 30
30 30 30 0,117
8 8 0, 020 3200
f Q g
L Q D Q
f L g D
π π
π
⋅ ⋅
⋅ ⋅ = ⇒ = = ⇒ =
⋅ ⋅ ⋅
m
3
/s
b) Pot = ? para Q = 0,15 m
3
/s ⇒ Q = V⋅A ⇔ 2,1221
Q
V
A
= = onde
2
0, 0707
4
D
A
π
= =

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9,8
B
Q H
Pot
η
⋅ ⋅
=
2
2
3
2 2
4 1 0, 020 3, 2 10 4 0,15 1
150 120
2 0, 3 2 9,8 0, 3
a b c B
L Q
z H z f H
D g D π π
| | ⋅ ⋅ ⋅ | |
+ = + ⇔ + = + ⇔
| |
⋅ ⋅ \ ¹
\ ¹

3 2 2
2 4
0, 020 3, 2 10 4 0,15
30 19, 01
0, 3 0, 3 2 9,8
B
H
π
⋅ ⋅ ⋅ ⋅
⇔ = − + =
⋅ ⋅ ⋅ ⋅

9,8 19, 01 0,15
34, 93
0,8
Pot
⋅ ⋅
∴ = = kW

c)
2 2
1 1
2 2
A A antes A antes
A B A B
p V p V p
z z H z z H
g g γ γ γ
+ + = + + + ∆ ⇔ = + + ∆
1
150 135
antes
p
H
γ
∴ = + + ∆
onde:
2 2
1
0, 02 533, 33 2,1221
8,17
2 2 9,8 0, 3
L V
H f
D g
⋅ ⋅
∆ = = =
⋅ ⋅

6,83
antes
p
γ
= mH
2
O
2 2
1
150 19, 01 135 8,17
2 2
depois depois
A A B
B A B
p p
p V V
H z z H
g g γ γ γ
+ + + = + + + ∆ ⇔ = + − − ⇔
25,84
depois
p
γ
⇔ = mH
2
O

2.35 Na figura 2.14 os pontos A e B estão conectados a um reservatório mantido em nível
constante e os pontos E e F conectados a outro reservatório também mantido em nível
constante e mais baixo que o primeiro. Se a vazão no trecho AC é igual a 10 l/s de água,
determine as vazões em todas as tubulações e o desnível H entre os reservatórios. A
instalação está em um plano horizontal e o coeficiente de rugosidade da fórmula de Hazen-
Willians, de todas as tubulações, vale C = 130. Despreze as perdas de carga localizadas e as
cargas cinéticas das tubulações.

AC BC
A B f f
CP CP h h = ⇒ =
1,85
( , )
Hazen Willians
J Q tabela D C β

= ⋅ →

1,85 1,85 3 1,85 3 1,858
100 100 9, 686 10 10 100 1, 345 10 100
AC AC AC BC BC BC BC
Q L Q L Q β β ⋅ ⋅ ⋅ = ⋅ ⋅ ⋅ ⇔ ⋅ ⋅ ⋅ = ⋅ ⋅ ⋅ ⇔
3 1,85
1,85
1,85
3
9, 686 10 10
509,83 29, 07
1, 345 10
BC
Q
⋅ ⋅
⇔ = = =

l/s

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7 Universidade Federal do Espírito Santo
29, 07 10 39, 07
CD BC AC
Q Q Q = + = + = l/s
DE
E F f f DF
CP CP h h = ⇒ =
( , ) ( , )
DE DF
DE DF
D C D C
β β
=
=

1,85 1,85 1,85 1,85 1,85
250
100 100
200
DF
DE DE DE DF DF DF DE DF DF
DE
L
Q L Q L Q Q Q
L
β β ⋅ ⋅ ⋅ = ⋅ ⋅ ⋅ ⇔ = = ⇔
( )
1,85
1,85 1,85
1, 25 1,128
DE DF DE DF
Q Q Q Q ⇔ = ⇒ =
Conservação da matéria ⇒ Q
DE
+ Q
DF
= Q
CD

39,1 1,128 39,1 18, 37
DE DF DF DF DF
Q Q Q Q Q ⇔ + = ⇔ + = ⇒ =

l/s ⇒ Q
DE
= 20,73 l/s

AC CD DE
A E f f f
H CP CP h h h = − = + + ⇔
1,85 1,85 1,85
1
100
AC AC AC CD CD CD DE DE DE
H Q L Q L Q L β β β
(
= ⋅ ⋅ + ⋅ ⋅ + ⋅ ⋅ ⇔
¸ ¸

3 1,85 2 1,85 3 1,85
1
9, 686 10 0, 01 100 3, 312 10 0, 0391 300 1, 345 10 0, 02073 200
100
H
(
⇔ = ⋅ ⋅ ⋅ + ⋅ ⋅ ⋅ + ⋅ ⋅ ⋅ ⇔
¸ ¸

6, 47 H ⇔ = m

2.36 Determine o valor da vazão Q
B
, e a carga de pressão no ponto B, sabendo que o
reservatório 1 abastece o reservatório 2 e que as perdas de carga unitárias nas duas
tubulações são iguais. Material: aço soldado revestido com cimento centrifugado. Despreze
as perdas localizadas e as cargas cinéticas.

810 800
0, 00758
860 460
AB BC
J J

= = =
+
m/m
Aço soldado revestido com cimento centrifugado.
C = 130
β
1
= 1,345⋅10
3
, β
2
= 9,686⋅10
3
1,85 3 1,85
0, 758 1, 345 10 0, 0175
AB AB AB AB
J Q Q Q β = ⋅ ⇒ = ⋅ ⋅ ⇒ = m
3
/s = 17,5 l/s
1,85 3 1,85
0, 758 9, 686 10 0, 00603
BC BC BC AB
J Q Q Q β = ⋅ ⇒ = ⋅ ⋅ ⇒ = m
3
/s = 6,03 l/s
Q
B
= Q
AB
– Q
BC
⇒ Q
B
= 11,47 l/s
Cota B = 810 – ∆H
AB
= 810 – J
AB
L
AB
= 810 – 0,00758⋅860 = 803,48 m
803, 48 780 23, 48
B
p
γ
= − =
mH
2
O

3.1 A instalação mostrada na Figura 3.17 tem diâmetro de 50 mm em ferro fundido com
leve oxidação. Os coeficientes de perdas localizadas SAP: entrada e saída da tubulação K =
1,0, cotovelo 90° K = 0,9, curvas de 45º K = 0,2 e registro de ângulo, aberto, K = 5,0.
Determine, usando a equação de Darcy-Weisbach:
a) a vazão transportada;
b) querendo-se reduzir a vazão para 1,96 l/s, pelo fechamento parcial do registro, calcule
qual deve ser a perda de carga localizada no registro e seu comprimento equivalente.

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2 2
1 1 2 2
1 2
,
2 2
p V p V
z z perdas
g g γ γ
+ + = + + + onde p
1
= p
2
=p
atm

1 2
50 45 5
f
perdas z z h h ∴ = − = + ∆ = − = m
a) Fórmula de Darcy-Weisbach:
2 2 2 2
5, 0 5, 0
2 2 2 2
V L V V V L
JL K H f K f K
g D g g g D
(
+ ⋅ = ∆ ⇒ + ⋅ = ⇔ + = ∑ ∑ ∑
(
¸ ¸

Ferro fundido com leve oxidação: ε = 0,30 mm (Tabela 2.2)
( )
( )
2 2
2,0 13, 0 5,0 25, 0
5,0 2 1,0 0, 9 2 0, 2 5, 0 5, 0
2 2 9,81 0,05
V L V
f K f
g D
( + + +
(
+ = ⇔ + ⋅ + + ⋅ + = ⇔ ∑
(
(

¸ ¸
¸ ¸
( ) ( )
2
2
900 8, 3 5, 0 5, 0 48,87 0, 423 ,
19, 62
V
f f V ⇔ + = ⇔ = + 0, 30 ε = mm, D = 50 mm

( ) ( )
2 2
2
1 3, 71 1 1 1
2log
2log 3, 71 / 2log 3, 71 0,05/ 0,0003 2log618, 333
D
f
D f ε ε
( (
(
| |
= ⇔ = = = =
( (
| (

\ ¹ ( ( ¸ ¸
¸ ¸ ¸ ¸

2
1
5,58
(
=
(
¸ ¸
= 0,032
∴ 5,0 = 1,987V
2
⇔ V = 1,586 m/s ⇒ Q = V⋅A = 1,586⋅π⋅0,025
2
= 3,114⋅10
-3
m
3
/s

b) Q = 1,96 l/s ⇒
2 2
4 4 0, 00196
1, 0
0, 05
Q
V
D π π

= = =

m/s
2 2 2
5, 0
2 2 2
L V V V L
f K f K
D g g g D
(
+ = ⇔ + ∑ ∑
(
¸ ¸

ε = 0,30 mm, V = 1 m/s → f = 0,0341
( )
2
2, 0 13,0 5, 0 25,0
1,0
0,034 2 1,0 0,9 2 0, 2 5,0
2 9,81 0, 05
K
( + + +
∴ + + ⋅ + + ⋅ = ⇔
(

¸ ¸

30, 6 3, 3 98,1 64, 2 K K ⇔ + + = ⇒ =

2 2
1, 0
64, 2 3, 27
2 2 9,81
reg
V
h K
g
∆ = = =

m
2 2 2
1, 0
3, 27 3, 27 0, 034 3, 27
2 2 0, 05 2 9,81
eq eq
reg eq eq
L L
f V V
h JL L f
Dg D g
| |

∆ = ⇒ = ⇔ ⋅ = ⇔ ⋅ ⋅ = ⇔
|
|

\ ¹

94, 35
eq
L ≅ m

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3.7 A instalação hidráulica predial da figura está em um plano vertical e é toda em aço
galvanizado novo com diâmetro de 1”, e alimentada por uma vazão de 2,0 l/s de água. Os
cotovelos são de raio curto e os registros de gaveta. Determine qual deve ser o comprimento
x para que as vazões que saem pelas extremidades A e B sejam iguais.



Tabela 3.6 – Comprimentos equivalentes:
cotovelo 90°_raio curto
L
E
= 0,189 + 30,53D
registro_gaveta aberta
L
E
= 0,010 + 6,89D



Perdas de carga:
2, 0 1, 5 0, 3 3,80
AC
L = + + = m
( ) ( ) 2 0,189 30,53 0, 010 6,89 0, 388 67, 95 0, 025 2, 09
CA
E
L D D = + + + = + ⋅ = m
0,5 0, 3 (0,8 )
CB
L x x = + + = + m
( ) ( ) 2 0,189 30, 53 0, 010 1,89 2, 09
CB
E
L D D = + + + = m

Para que Q
A
= Q
B
, devemos ter:
( ) ( ) 1,5 3,80 2, 09 2, 09 0,80
A B
A T B T
z JL z JL J x J x + = + ⇔ + ⋅ + = + + + ⇔
( ) 3, 0 1, 50 J x x ⇔ − = −

Hazen-Williams:
1,85
1,85 1,17 2 2
4 4 0, 001
69,81 2, 04
0, 025
V Q
J V
C D D π π

= ⇒ = = =

m/s
C = 125 (Tabela 2.4)
1,85
1,85 1,17
2, 04
69,81 0, 2518
125 0, 025
J J = ⇒ = m/m
Logo:
0, 2802 0,8406 1, 50 1,83 x x x + = + ⇔ = m

3.8 Dois reservatórios, mantidos em níveis constantes, são interligados em linha reta através
de uma tubulação de 10 m de comprimento e diâmetro 50 mm, de P. V. C. rígido, como
mostra o esquema da Figura 3.23. Admitindo que a única perda de carga localizada seja
devido à presença de um registro de gaveta parcialmente fechado, cujo comprimento
equivalente é L
E
= 20,0 m, e usando a fórmula de Hazen-Williams, adotando C = 145,
determine:
a) a vazão de canalização supondo que o registro esteja colocado no ponto A;
b) idem, supondo o registro colocado no ponto B;
c) máxima e mínima carga de pressão na linha, em mH
2
O, nos casos a e b;
d) desenhe em escala as linhas piezométrica e de energia.

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Equação da continuidade:
2 2
2 2
A A B B
A B
p V p V
z z perdas
g g γ γ
+ + = + + +
• p
A
= p
B
(os dois reservatórios com NA = 1,0 m)
• v
A
= v
B
(vazão constante)
perdas = z
A
– z
B
= 3,0 m
( )
1,85 1,85
1,85 1,17 1,85 1,17
3, 0 6, 31 6, 31 10, 0 20, 0 3
145 0, 05
T
V V
JL L
C D
= = ⋅ ⇔ ⋅ + = ⇔
⋅ ⋅

1,85
4,397 2, 227 V V ⇔ = ⇒ = m/s
2
0, 05
2, 27 4, 37
4
Q VA
π ⋅
= = = l/s

a) A pressão é mínima no ponto mais alto e máxima no ponto mais baixo:
1,85 1,85
1,85 1,17 1,85 1,17
2, 227
6,81 6,81 0,1000
145 0, 05
V
J
C D
= = =
⋅ ⋅
m/m
1
2
3 4
4
A
B
z m
z z
z z z
=
=
= =


2 2 2
1 2 2
1 2 1 2
( )
2 2 2
A A A
E E
atm mín mín
p V p V p V
z z JL z z JL
g g g γ γ γ
| | | | | |
+ + = + + + ⇒ = − − − ⇔
| | |
\ ¹ \ ¹ \ ¹

2
2, 227
1, 0 0,1000 20,0 1, 25
2 9,81
A A
mín mín
p p
γ γ
| | | |
⇔ = − − ⋅ ⇔ = −
| |

\ ¹ \ ¹
m

2 2 2
1 4 4
1 4 1 4
( )
2 2 2
A A A
T T
atm máx mín
p V p V p V
z z JL z z JL
g g g γ γ γ
| | | | | |
+ + = + + + ⇒ = − − − ⇔
| | |
\ ¹ \ ¹ \ ¹

2
2, 227
4, 0 0,1000 30 0,75
2 9,81
A A
mín máx
p p
γ γ
| | | |
= − − ⋅ ⇔ =
| |

\ ¹ \ ¹
m

b) •
2 2 2 2
1 2 2
1 2 1 2
2, 227
( ) 1, 0
2 2 2 2 9,81
B B B
máx máx máx
p V p V p V
z z z z
g g g γ γ γ
| | | | | |
+ + = + + ⇔ = − − = − ⇔
| | |

\ ¹ \ ¹ \ ¹

0, 75
B
mín
p
γ
| |
⇔ =
|
\ ¹
m

2 2 2
1 3 2
1 3 1 3
( )
2 2 2
B B B
ATM máx máx
p V p V p V
z z JL z z
g g g γ γ γ
| | | | | |
+ + = + + + ⇔ = − − ⇔
| | |
\ ¹ \ ¹ \ ¹

2
2, 227
1,0 0,1000 10
2 9,81
B
máx
p
γ
| |
⇔ = − − ⋅
|

\ ¹
= 2,75 m
3.10 Uma tubulação retilínea de 360 m de comprimento e 100 mm de diâmetro é ligada a
um reservatório aberto para a atmosfera, com nível constante, mantido 15 m acima da saída
da tubulação. A tubulação está fechada na saída por uma válvula, cujo comprimento

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equivalente é de 7,5 m de comprimento da tubulação. Se a válvula é aberta
instantaneamente, com escoamento livre, determine o tempo necessário para que a
velocidade média atinja 98% da velocidade em condições de regime permanente. Assuma o
fator de atrito f = 0,020 e adote como coeficiente de perda de carga na entrada K = 0,5.
Sugestão: utilize a Equação 1.11 e a metodologia do problema 1.4.

Equação 1.11 →
2 2
1 1 2 2
1 2 12
2 2
p V p V L dV
z z H
g g g dt γ γ
+ + = + + + ∆ +
Comprimento equivalente na entrada:
Equação 3.16 →
e
L K
D f
= ⇒
0,5 0,1
2, 5
0, 02
e
K D
L
f
⋅ ⋅
= = = m
Equação 3.15 →
2
2
e
L V
H f
D g
∆ = ⇒
2 2
(7, 5 2, 5 360)
(0, 02) 74
0,1 2 2
V V
H
g g
+ +
∆ = =


Equação da energia para A e B:
2 2 2
2 2 2
2
2 2 2
A A
A A
p V p V L dV V L dV
z z H z H
g g g dt g g dt γ γ
+ + = + + + ∆ + ⇔ = + ∆ + ⇔
2 2
2
15 74 36, 7347 3,8265 36, 7347 15 0
2 2
V V dV dV
V
g g dt dt
⇔ = + + ⇔ + − =
Resolvendo-se a equação diferencial, encontramos V(t). A partir de V(t), calculamos t.

3.13 Sabendo-se que as cargas de pressão disponíveis em A e B são iguais e que as diferenças
entre as cargas de pressão em A e D é igual a 0,9 mH
2
O, determine o comprimento
equivalente do registro colocado na tubulação de diâmetro único, assentada com uma
inclinação de 2° em relação à horizontal, conforme a Figura 3.26.

2 2
0, 9
2 2
A D A D
A D D A A
p V p V p p
z z H z z H z H
g g γ γ γ γ
+ + = + + + ∆ ⇔ − = − + ∆ ⇔ = − + ∆
2 13, 96 0, 9 13, 96 14, 46
400
h
sen h H H ° = ⇔ = ∴ = − + ∆ ⇔ ∆ =
0
H JL ∆ = onde
6, 98
0, 0349 14,86 0, 0349 425, 79
200
J L L = = ∴ = ⇔ =
Como L
AD
= 400, L
e
= 25,79.

4.1 Um sistema de distribuição de água é feito por uma adutora com um trecho de 1500 m
de comprimento e 150 mm de diâmetro, seguido por outro trecho de 900 m de comprimento
e 100 mm de diâmetro, ambos com o mesmo fator de atrito f = 0,028. A vazão total que
entra no sistema é 0,025 m
3
/s e toda água é distribuída com uma taxa uniforme por unidade
de comprimento q (vazão de distribuição unitária) nos dois trechos, de modo que a vazão na
extremidade de jusante seja nula. Determine a perda de carga total na adutora,
desprezando as perdas localizadas ao longo da adutora.

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F = 0,028
D
1
= 0,15 m
L
1
= 1500 m
D
2
= 0,1 m
L
2
= 900 m
Q
m
= 0,025 m
3
/s
5
1 2
1, 042 10
Q
q
L L

= = ⋅
+
m
3
/ms
Para o trecho 1:
5 3 3
1
0, 025 1,042 10 1500 9, 375 10 /
j m j
Q Q q L Q m s
− −
= − ⋅ = − ⋅ ⋅ ⇔ = ⋅
0, 025 0, 009375
0, 0171875
2 2
m j
f f
Q Q
Q Q
+
+
= = ⇔ = m
3
/s
Pela equação universal:
2
2
3
1
5 5
0, 0827 0, 028 0, 0171875
0, 0827 9, 008 10
0,15
f
f Q
J J
D


⋅ ⋅
= = ⇒ = ⋅ m/m
Assim:
1 1 1 1
13,512 H J L H ∆ = ⋅ ⇒ ∆ = m
Para o trecho 2:
0
3
m
j f
Q
Q Q = → =
2 1
0, 01443
m J f
Q Q Q = ⇒ = m
3
/s

2
2
3
2
5 5
0, 0827 0, 028 0, 01443
0, 0827 6, 3528 10
0,15
f
Q
J f J
D

⋅ ⋅
= = ⇒ = ⋅ m/m
2 2 2 2
5, 717 H J L H ∆ = ⋅ ⇒ ∆ = m
Finalmente:
1 2
19, 229
T T
H H H H ∆ = ∆ + ∆ ⇔ ∆ = m

4.4 Quando água é bombeada através de uma tubulação A, com uma vazão de 0,20 m
3
/s, a
queda de pressão é de 60 kN/m
2
, e através de uma tubulação B, com uma vazão de 0,15 m
3
/s,
a queda de pressão é de 50 kN/m
2
. Determine a queda de pressão que ocorre quando 0,17
m
3
/s de água são bombeados através das duas tubulações, se elas são conectadas (a) em série
ou (b) em paralelo. Neste último caso, calcule as vazões em cada tubulação. Use a fórmula
de Darcy-Weisbach.
Tubulação A:
Q
A
= 0,20 m
3
/s
∆P = – 60 kN/m
2

2 2
1 1 2 2
1 2
2 2
V p V p
z z H
g g γ γ
+ + = + + + ∆
3
1 2
3
.
60 10 60
6,1224
. 9,8 9,8 10
A A A
V const
p p
H H H
z const γ γ


− = ∆ ⇔ = ∆ ⇔ ∆ = =


m
2 2 2
5 5 5
0, 0827 0, 0827 6,1224 1850,801
A A A A A A A A A
A A A
f L Q f L Q f L Q
H
D D D
∆ = ⇒ = ⇒ =

Tubulação B:
Q
B
= 0,15 m
3
/s
∆P = – 50 nK/m
2


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2 2
1 2
2 2
p V p V
z z H
g g γ γ
+ + = + + + ∆
.
50
. 9,8
A
V const
H
z const

∆ =


2
5 5
50
0, 0287 2741,927
9,8
B B B B B
B B
f L Q f L
D D
= ⇒ =

a) Em série
Q
A
= Q
B

∆H = ∆H
A
+ ∆H
B
→ ∆P = ∆P
A
+ ∆P
B
2
5
0, 0827
A A A
A
A
P f L
H Q
D γ
∆ ⋅
∆ = = ⋅ ⋅
2
0, 0827 1850,801 0, 27 9,8
A
P ∆ = ⋅ ⋅ ⋅
∆P
A
= 43,35 kN/m
2
2
5
0, 0827
B B B
B
B
P f L
H Q
D γ
∆ ⋅
∆ = = ⋅ ⋅
2
0, 0827 2741, 927 0,17 9,8
B
P ∆ = ⋅ ⋅ ⋅
∆P
B
= 64,22 kN/m
2

∆P = 43,35 + 64,22 = 107,57 kN/m
2

b) Em paralelo
Q
A
+ Q
B
= 0,17
2 2 2 2
A B
5 5
H H 0, 0827 0, 0827 1850,801 2741, 927
A B
A A B B A B
A B
L L
f Q f Q Q Q
D D
∆ = ∆ ⇔ ⋅ ⋅ ⋅ = ⋅ ⋅ ⋅ ⇔ = ⇔
43, 021 52, 363 1, 217
A B A B
Q Q Q Q ⇔ = ⇔ =
2, 217 0,17 0, 0767
B B
Q Q ∴ = ⇔ = m
3
/s ⇒ Q
A
= 1,217⋅0,0767 = 0,0933 m
3
/s

2
5
0, 0827 0, 0933 9,8 13, 06
A A
A A
A
P f L
H P H P P
D
γ
γ
∆ ⋅
∆ = ⇒ ∆ = ∆ ⋅ ⇔ ∆ = ⋅ ⋅ ⋅ ⇔ ∆ = kN/m
2


4.7 O sistema de distribuição de água mostrado na Figura 4.20 tem todas as tubulações do
mesmo material. A vazão que sai do reservatório I é de 20 l/s. Entre os pontos B e C, existe
uma distribuição em marcha com vazão por metro linear uniforme e igual a q = 0,01 l/(s.m).
Assumindo um fator de atrito constante para todas as tubulações, f = 0,020 e desprezando
as perdas localizadas e a carga cinética, determine:
a) a carga piezométrica no ponto B;
b) a carga de pressão disponível no ponto C, se a cota geométrica desse ponto é de 576,00 m;
c) a vazão na tubulação de 4” de diâmetro.


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Solução 1:

4” = 0,1 m (Caminho 1)
6” = 0,15 m (Caminho 2)

2 2
2 2
A B
A B
p V p V
z z H
g g γ γ
+ + = + + + ∆ onde
A
A A
p
CP z
γ
= + e
B
B B
p
CP z
γ
= +
590 590
A B B B
CP CP H CP H CP H ∴ = + ∆ ⇔ = + ∆ ⇔ = − ∆
Cálculo de ∆H:
2 2 2 1 2
1 2
5 5 5
1 2
0, 0827 0, 0827 0, 0827
f L f L f L
H Q Q Q
D D D
⋅ ⋅ ⋅
∆ = ⋅ ⋅ ⇒ ⋅ ⋅ = ⋅ ⋅ ⇔
2 2
1 2 1 2
5 5
800 750
0,3514
0,1 0,15
Q Q Q Q ⇔ ⋅ = ⋅ ⇔ =
Mas
1 2
20
A
Q Q Q + = = l/s
2 2
1, 3514 20 14, 799 Q Q ⇒ = ⇔ = l/s = 1,48⋅10
–2
m
3
/s
( )
2
2
5
0, 02 790
590 0,0827 1, 48 10 586, 42
0,15
B
CP


∴ = − ⋅ ⋅ = m
Solução 2:

Tubo de 6” = 0,15 m e 4” = 0,10 m
1,85 1,85
6 4
6 4 6 6 4 4
1,85 4,87 1,85 4,87
10, 65 750 10, 65 800
(0,15) (0,1)
Q Q
H H J L J L
C C
∆ = ∆ ⇔ ⋅ = ⋅ ⇔ ⋅ = ⋅ ⇔
⋅ ⋅

1,85 1,85
1,85 1,85 1,85 1,85 6 4
6 4 6 4
4,87 4,87
750 800
7.717.858,853 59.304.819, 31 7, 684
0,15 0,1
Q Q
Q Q Q Q ⇔ = ⇔ = ⇔ = ⇔
6 4
3, 011 Q Q ⇔ =
Do enunciado, tem-se que Q
4
+ Q
6
= 0,020. Portanto:
Q
4
= 4,986⋅10
–3
m
3
/s
Q
6
= 15,014⋅10
–3
m
3
/s
Para as respectivas vazões, tem-se:
6
6
2
6
0,8496
/ 4
Q
V
D π
= = m/s
6
4
2
4
0, 6348
/ 4
Q
V
D π
= = m/s
Na tubulação de 6” de diâmetro, tem-se:
2 2
750 0,8496
0, 02 3, 6827
2 0,15 2
AB AB
L V
H f H
D g g
∆ = = ⋅ ⋅ ⇒ ∆ = m
Equação da energia na superfície I e em B:
2 2
1 1
1
590 3, 6827 586, 3173
2 2
B B
B AB B B
p V p V
z z H CP CP
g g γ γ
+ + = + + + ∆ ⇔ = + ⇔ = m

b) 586, 42 576 10, 42
B C C C
B C
p p p p
z z H H H
γ γ γ γ
+ = + + ∆ ⇔ = + + ∆ ⇔ = − ∆

0, 02 0, 01
0, 015
2 2
BC
m j
F F
Q Q
Q Q
+
+
= = → = m
3
/s,

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2
5
0,02 1000
0, 0827 0,015 4,90
0,15
H

∴∆ = ⋅ ⋅ = m
10 42 4, 9 5, 52
C
p
γ
∴ = − − = mH
2
O

c) Da letra a, tem-se:
Q
1
= 0,3514Q
2
= 0,3514⋅1,48⋅10
–2
= 5,2⋅10
–3
m
3
/s

4.9 No sistema de abastecimento d’água mostrado na Figura 4.21 faz parte de um sistema de
distribuição de água em uma cidade, cuja rede se inicia no ponto B. Quando a carga de
pressão disponível no ponto B for de 20 mH
2
O, determine a vazão no trecho AB e verifique
se o reservatório II é abastecido ou abastecedor. Nesta situação, qual a vazão Q
B
que está
indo para a rede de distribuição? A partir de qual valor da carga de pressão em B a rede é
abastecida somente pelo reservatório I? Material das tubulações: aço rebitado novo.
Despreze as perdas localizadas e as cargas cinéticas e utilize a fórmula de Hazen-Williams.




Tabela 2.4 → C = 110
8” = 0,20 m
6” = 0,15 m


carga de pressão disponível no ponto B = 20 mH
2
O → 20
B
p
γ
= mH
2
O
740
B
B B
p
CP z
γ
= + = m → Em B a cota piezométrica é CP
B
= 740 m. Como este valor é maior
que a cota piezométrica do N. A. de II, este reservatório é abastecido.
Por Hazen-Williams:
1,85 1,85
1,85
1,85 4,87 1,85 4,87
10, 65 10, 65
4,516
110 0, 2
AB AB
AB
Q Q
J J Q
C D
⋅ ⋅
= = ⇒ =
⋅ ⋅

1,85 1,85
1050 4, 516 4741,83
AB AB AB AB AB
H L J H Q Q ∆ = ⋅ → ∆ = ⋅ =
Equação da energia na superfície do reservatório I e em B:
2 2
1 1
1
754 720 20 14
2 2
B B
B AB AB AB
p V p V
z z H H H
g g γ γ
+ + = + + + ∆ ⇔ = + + ∆ ⇒ ∆ = m
Assim:
1,85
1,85 3
14 4741,83 2.95244663 10 0, 04291
AB AB
Q Q

= ⋅ ⇒ = ⋅ = m
3
/s = 42,91 l/s
Como CP
B
> NA
II
, o reservatório II é abastecido, ou seja:
AB B BC
Q Q Q = +

C = 110, D = 6” ⇒ β = 1,831⋅10
3
(Tabela 2.3)
Portanto:
1,85 1,85
18, 31
BC BC
J Q J Q β = ⋅ → =
1,85 1,85
650 18, 31 11901, 5
BC BC
H L J H Q Q ∆ = ⋅ → ∆ = ⋅ ⋅ =
Equação da energia superfície do reservatório II e em B:
2 2
2 2
2 2
720 20 735
2 2
B B B
B AB B AB BC
p V p V p
z z H z z H H
g g γ γ γ
+ + = + + + ∆ ⇔ + = + ∆ ⇔ + = + ∆ ⇔
5
BC
H ⇔ ∆ = m

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Assim:
1,85 1,85
5 11.901, 5 14, 95
BC BC
Q Q = ⇒ = l/s
Finalmente:
42, 91 14, 95 27, 96
B AB BC B B
Q Q Q Q Q = − ⇔ = − ⇔ = l/s
Para a rede ser abastecida somente por I, a cota piezométrica em B deve ser igual ou
maior que NA de II. Portanto:
735 735 15
B B
B B
p p
CP z
γ γ
≥ ⇔ + ≥ ⇔ ≥ mH
2
O

5.1 As curvas características de duas bombas, para uma determinada rotação constante, são
mostradas na tabela a seguir. Uma dessas duas bombas deverá ser utilizada para bombear
água através de uma tubulação de 0,10 m de diâmetro, 21 m de comprimento, fator de atrito
f = 0,020 e altura geométrica de 3,2 m. Selecione a bomba mais indicada para o caso.
Justifique. Para a bomba selecionada, qual a potência requerida? Despreze as perdas
localizadas.
Q (m
3
/s) 0 0,006 0,012 0,018 0,024 0,030 0,036
Bba A H (m) 22,6 21,9 20,3 17,7 14,2 9,7 3,9
η ηη η (%) 0 32 74 86 85 66 28
Bba B H (m) 16,2 13,6 11,9 11,6 10,7 9,0 6,4
η ηη η (%) 0 14 34 60 80 80 60
Para a tubulação,
2
2
5
0, 0827
3, 2 3473, 4
g g
F Q
E H H H L E Q
D
| |
⋅ ⋅
= + ∆ = + ⇒ = +
|
|
\ ¹

Para as vazões marcadas,

( )
( )
3
/ 0, 0 0, 006 0, 012 0, 018 0, 024 0, 03 0, 036
3, 20 3, 32 3, 70 4, 32 5, 20 6, 33 7, 70
Q m s
E m

Então, no ponto de funcionamento de A,
Q
1
= 0,030 m
3
/s → η
1
= 66 %
Q
2
= 0,036 m
3
/s → η
2
= 28 %
Q
A
= 0,033 m
3
/s
Interpolando,
1 1
2 1 2 1
0,033 0, 03 66
47
0,036 0,03 28 66
A A A
A
Q Q
Q Q
η η η
η
η η
− − − −
= ⇒ = ∴ =
− − − −
%
Fazendo o mesmo para o ponto B, tem-se:
Q
1
= 0,030 m
3
/s → η
1
= 80 %
Q
2
= 0,036 m
3
/s → η
2
= 60 %
Q
A
= 0,035 m
3
/s
Interpolando, tem-se:
1 1
2 1 2 1
0, 035 0, 03 80
63, 33 %
0,036 0, 03 60 80
B B B
A
Q Q
Q Q
η η η
η
η η
− − − −
= ⇒ = ∴ =
− − − −


⇒ O melhor rendimento é o da bomba B.
Para encontrar a potência requerida, usaremos o ponto (Q
B
, H
B
) do funcionamento de B.
Pela equação de B, tem-se:
2
396,83 222, 62 15,536
B
H Q Q = − − +
Para Q = 0,035 m
3
/s, H
B
= 7,26 m. Com os valores de Q e H,
9800 0, 035 7, 26
3, 93
0, 6333
Q H
Pot
γ
η
⋅ ⋅ ⋅ ⋅
= = = kW



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5.2 O esquema de bombeamento mostrado na Figura 5.21 é constituído de tubulações de aço
com coeficiente de rugosidade da fórmula de Hazen-Williams C = 130. Da bomba até o
ponto B, existe uma distribuição de vazão em marcha com taxa de distribuição constante e
igual a q = 0,005 l/(SM). Para a curva característica da bomba, dada na figura, determine a
vazão que chega ao reservatório superior e a cota piezométrica no ponto B. Despreze as
perdas localizadas e a carga cinética.


( )
2 2
A A C C
A C AC
C A AC AB AB BC BC
1,85 1,85
1 2
1,85 4,87 4,87
A B
A f A 1
B A AB A 2
1,85
A
1,85
P V P V
z E z H
2 2
E z z H E 5 J L J L
10, 65 Q Q
E 5 1000 800
130 0,1524 0,1016
Q Q
Q Q Q 0, 0025 Q
2
Q Q qL Q 0, 005 Q
Q 0, 0025
10, 65
E 5
130
+ + + = + + + ∆
γ γ
= − + ∆ ⇒ = + +
(
= + ⋅ + ⋅
(
¸ ¸
+
= = = − =
= − = − =

= +
( )
( ) ( )
1,85
A
4,87 4,87
1,85 1,85
A A
Q 0, 005
1000 800
0,1524 0,1016
5 12.457,12 Q 0, 0025 71.179, 3 Q 0, 005
(

( ⋅ + ⋅
(
¸ ¸
= + − + −

Q 5 10 15 20
H 20 17,5 12,5 5
E 5,2 10,4 23,1 42,3
Interpolando:
( ) ( )
C B A AB
17, 5 x 10, 4 x
12, 7 17,5 x 5 10, 4 x 222, 25 12, 7x 52 5x
17, 5 12, 5 10, 4 23,1
x 15, 7 m/ E H
10 y 17, 5 15, 7
10, y 1,8 y 11,8 Q
10 15 17,5 12, 5
Q Q Q qL 11,8 5 6,8 /s
− −
= ⇔ − − = − ⇔ − + = − ⇔
− −
⇔ = = =
− −
= ⇔ = − ⇔ = =
− −
= = − = − =



A cota piezométrica em B é:
2 2
A A B B
A B AB
1,85
B
1,85 4,87
F
B
P V P V
z E z H
2 2
10, 65 0, 0093
15, 7 CP 1000
130 0,1524
11,8 6,8
Q 9, 3
2
CP 15, 7 2, 2 13,5 m
+ + + = + + + ∆
γ γ
= + ⋅ ⋅
+
= =
= − =



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5.4 Deseja-se recalcar 10 ℓ/s de água por meio de um sistema de tubulações, com as
seguintes características: funcionamento contínuo 24 h, coeficiente de rugosidade da
fórmula de Hazen-Williams C = 90, coeficiente da fórmula de Bresse K = 1,5 diâmetro de
recalque igual ao diâmetro de sucção, comprimentos reais das tubulações de sucção e
recalque, respectivamente, de 6,0 m e 674,0 m, comprimentos equivalentes das peças
existentes nas tubulações de tubulação e recalque, respectivamente, de 43,40 m e 35,10 m,
altura geométrica de 20 m. Com a curva característica de uma bomba, indicada na Figura
5.22, determine:
a) Associando em paralelo duas destas bombas, obtém-se a vazão desejada?
b) Em caso afirmativo, qual a vazão em cada bomba?
c) Qual a vazão e a altura de elevação fornecidas por uma bomba isoladamente isolada no
sistema?
d) Que verificações devem ser feitas antes de escolher a bomba, de acordo com os pontos de
funcionamento obtidos?











( ) ( )
AB BC
2 2
A A C C
A C AC
AB T BC T
1,85 1,85
1,85
1,85 4,87 1,85 4,87
P V P V
z E z H
2 2
E 20 J L J L
10, 65 Q 10, 65 Q
E 20 6 43, 40 647 35,1 20 19.438Q
90 0,15 90 0,15
+ + + = + + + ∆
γ γ
= + +
= + + + + = +

Tabela para a bomba sozinha:
Q 0 2 4 6 7
H 30 28,5 26 22 18,5
E 20 20,2 20,7 21,5 22
Tabela para as bombas em paralelo:
Q 0 4 8 12
H 30 28,5 26 22
E 20 20,7 22,6 25,4

Interpolando:
( ) ( )
1,85 3
26 x 22, 6 x
2,8 2, 6 x 4 22, 6 x 72,8 2,8x 90, 4 4x
26 22 22, 6 25, 4
x 24 m E
24 20 19.438Q Q 0, 010 m /s (sim)
− −
= ⇔ − − = − ⇔ − + = − ⇔
− −
⇔ = =
∴ = + ⇔ =


b) 5 ℓ/s


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c)
( ) ( )
1,85
26 x 22 x 21,5 x
0,5 22 x 3, 5 21, 5 x 11 0, 5x 75, 25 3,5x
26 22 22 18,5 21, 5 22
x 21, 6 m H
21, 6 20 19.438Q Q 6, 2 /s (sim)
− − −
= ⇔ ⇔ − − = − ⇔ − + = − ⇔
− − −
⇔ = =
∴ = + ⇔ = ℓ

5.6 Considere um sistema de abastecimento de água por gravidade entre dois reservatórios
mantidos em níveis constantes e iguais a 812,00 m e 800,00 m, ligados por uma tubulação de
6” de diâmetro, 1025 m de comprimento e fator de atrito f = 0,025. Desejando-se aumentar
a capacidade de vazão do sistema, instalou-se, imediatamente na saída do reservatório
superior, uma bomba centrífuga cuja curva característica é dada na tabela a seguir.
Desprezando as perdas de carga localizadas e a perda de carga na sucção, determine a nova
vazão recalcada. Observe que, no caso, a altura geométrica da Equação 5.38 é negativa.
Q (m
3
/s) 0 0,006 0,012 0,018 0,024 0,030 0,036
H (m) 22,6 21,9 20,3 17,7 14,2 9,7 3,9
η (%) 0 32 74 86 85 66 28
2
2
5
Q
E 12 H 12 JL 12 1025 0, 0827f 12 25.777, 72Q
0,1524
= − + ∆ = − + = − + ⋅ = − +
Com uma equação para E chegamos à tabela:
Q (m
3
/s) 0 0,006 0,012 0,018 0,024 0,030 0,036
H (m) 22,6 21,9 20,3 17,7 14,2 9,7 3,9
E (m) –12 –11 –8,3 –3,6 2,8 11,2 21,4

Interpolando:
( ) ( )
2
14, 2 x 2,8 x
8, 4 14, 2 x 4,5 2,8 x 119, 28 8, 4x 12, 6 4, 5x
14, 2 9, 7 2,8 11, 2
x 10, 22 10, 22 12 25.777, 72Q Q 29, 3 / s
CP z E 812 10, 22 822, 22 m
− −
= ⇔ − − = − ⇔ − + = − ⇔
− −
⇔ = ⇒ = − + → =
= + = + =

Q 0,024 0,030
H 14,2 9,7
Η 8 66

Interpolando para o rendimento, vem:
14, 2 10, 22 85 y
0,88 9 85 y y 77, 08 %
14, 2 9, 7 85 66
− −
= ⇔ ⋅ = − ⇔ =
− −

Portanto:
3 3
HQ 9,8 10 10, 22 29, 3 10
Pot 3,8 kW
0, 7708

γ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅
= = =
η


5.8 Um sistema de bombeamento é constituído por duas bombas iguais instaladas em
paralelo e com sucções independentes, com curva característica e curva do N. P. S. H. dadas
na Figura 5.23. As tubulações de sucção e recalque tem diâmetro de 4”, fator de atrito f =
0,030 e os seguintes acessórios: na sucção, de 6,0 m de comprimento real, existe uma válvula
de pé com crivo e uma curva 90° R/D = 1. O nível d’água no poço de sucção varia com o
tempo, atingindo, no verão, uma cota máxima de 709,00 m e, no inverno, uma cota mínima
de 706,00 m. A cota de instalação do eixo da bomba vale 710,00 m. verifique o
comportamento do sistema no inverno e no verão, determinando os pontos de
funcionamento do sistema (Q e H), os valores do N. P. S. H. disponível nas duas estações e o
comportamento da bomba quanto à cavitação.. Assuma temperatura d’água, em média,
igual a 20°C.

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20 Universidade Federal do Espírito Santo

( )
( )
( )
( )
1
2
R
1 bomba: Q l/s 0 3 6 9 12 15 18
1 bomba: Q l/s 0 6 12 18 24 30 36
H m 24 22,5 20 17 13 7 0
NPSH m x 2,5 3,5 4, 5 5 4, 5 9

Válvula de pé com crivo →
1
L 0, 56 255, 48D = +
Curva 90° R/D = 1 →
2
L 0,115 15,53D = +
Válvula de retenção leve →
3
L 0, 247 79, 43D = +
Registro de globo →
4
L 0, 01 340, 27D = +

r
s
e 3 4 2
S
r
e 1 2
L L L 2L 46,563 m
L 6 m
D 4" 0,1 m
L 70 m
L L L 27, 776 m f 0, 030
T 20 C
= + + =
=
= =
=
= + = =
= °


( ) ( )
[ ]
s r
s r s e s r e r
2
2
5
H H H H L L J L L J
0, 0827Q
H 6 27, 776 70 45,563 H 37.051Q
D
∆ = ∆ + ∆ ⇔ ∆ = + + + ⇔
⇔ ∆ = + + + ⇔ ∆ =

Inverno:
2
i
E 13 37051Q = +
Verão:
2
i
E 10 37051Q = +
Q (l/s) 0 6 12 18 24 30 36
E
v
10 11,33 15,33 22 31,34 43,35 58,02
E
i
10 14,33 18,33 25 34,34 46,35 61,02
Verão:
( )
( )
( )
2 v
v v
v
Q l/s 12 Q 18
E m 15, 33 H 22
H m 20 H 17


Inverno:

v v
v
v v
v
15, 33 H 20 H
H 18, 55 m
15, 33 22 20 17
12 Q 20 H
Q 14, 9 l/s
12 18 20 17
− −
= ⇒ =
− −
− −
∴ = ⇒ =
− −
i i
i
i i
i
18, 33 H 20 H
H 19, 48 m
18, 33 25 20 17
12 Q 20 H
Q 13, 04 l/s
12 18 20 17
− −
= ⇒ =
− −
− −
∴ = ⇒ =
− −

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21 Universidade Federal do Espírito Santo
( )
( )
( )
2 i
v i
i
Q l/s 12 Q 18
E m 18, 33 H 25
H m 20 H 17


Temos que
a v
d s
p p
NPSH z H .

= − − ∆
γ
Pela tabela da página 158 – T = 20°C –
v
p
0, 24. =
γ
Portanto:
( ) ( ) ( )
s
2 2
d s e
5 5
Q Q
NPSH 9, 55 0, 24 z L L 0, 0827f 9, 31 z 6 27, 776 0, 0827 0, 03
D 0,1
= − − − + = − − + ⋅
Inverno:
i
2
d
NPSH 5, 31 8379,8Q = −
Verão:
v
2
d
NPSH 8, 31 8379,8Q = −
v
i
r
1
d
d
d
Q 0 3 6 9 12 15 18
NPSH 8, 31 8, 23 8, 01 7, 63 7,10 6, 42 5,59
NPSH 5, 31 5, 23 5, 01 4, 63 4,10 3, 42 2,59
NPSH x 2,5 3, 5 4,5 5 7, 5 9


Verão:
i
r
máx
d v
d v
Q 12 Q 15
NPSH 7,1 y 6, 42
NPSH 5 y 7,5


Inverno:
v
r
máx
d i
d i
Q 9 Q 12
NPSH 4, 63 y 4,10
NPSH 4,5 y 5


⇒ Há cavitação, já que
máx
v v
Q Q > e
máx
i i
Q Q . >

Calculando o NPSH
d
:
2
i i
2
v
v
NPSH 5, 31 8379,8Q Inverno: NPSH 3,88 m
Verão: NPSH 6, 45 m
NPSH 8, 31 8379,8Q
= − =

=
= −


5.14 Uma bomba centrífuga está montada em uma cota topográfica de 845,00 m, em uma
instalação de recalque cuja tubulação de sucção tem 3,5 m de comprimento, 4” de diâmetro,
em P. V. C. rígido, C = 150, constando de uma válvula de pé com crivo e um joelho 90°.
Para um recalque de água na temperatura de 20°C e uma curva do N. P. S. H. requerido
dada pala Figura 5.25, determine a máxima vazão a ser recalcada para a cavitação
incipiente. Se a vazão recalcada for igual a 15 l/s, qual a folga do NPSH disponível e do
NPSH requerido. Altura estática de sucção igual a 2,0 m e a bomba é não afogada.

v v
v
máx v
máx
7,1 y 5 y
y 6, 65 m
7,1 6, 42 5 7, 5
12 Q 5 y
Q 13, 98 l/s
12 15 5 7,5
− −
= ⇒ =
− −
− −
∴ = ⇒ =
− −
i i
i
máx i
máx
4, 63 y 4,5 y
y 4,57 m
4,5 4,10 4,5 5
9 Q 4,5 y
Q 9, 42 l/s
9 12 4,5 5
− −
= ⇒ =
− −
− −
∴ = ⇒ =
− −

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22 Universidade Federal do Espírito Santo
1
2
e
e
D 4” 0,1 m
C 1560
L 28, 6 m
L 4, 3 m
T 20°C
= =
=
=
=
=



( )
( )
1 2
1,85
e e e
1,85 4,87
1,85
1,85 4,87
1,85
Q 10, 65
H L L L
C D
Q 10, 65
H 3,5 28, 6 4, 3
150 0,1
H 2708, 2 Q

∆ = + +


∆ = + +

∆ = ⋅

a
a
2
p 760 0, 081h
13, 6
1000
h 845
p
9, 40 mH O
− (
=
(
γ
¸ ¸
↓ =
=
γ


1,85 a v v
d
v
1,85
d
p p p
NPSH z H 9, 40 2 2708, 2Q
Tabela da página 158
p
T 20 C 0, 24
NPSH 7,16 2708, 2Q

= − − ∆ = − − −
γ γ

= ° → =
γ
= −

Q (l/s) 0 5 10 15 20 25 30
NPSH
r
(m) 0 0,6 1,2 2,8 5,2 7,6 11,2
NPSH
d
(m) 7,16 7,01 6,62 6,02 5,21 4,22 3,04

A interseção de NPSH
r
e NPSH
d
é em Q = 20 l/s. ⇒ Q
máx
= 20 l/s. A folga para Q = 15 l/s
é:
Folga 6, 02 2,8 3, 22 = − =

6.1 O sistema de recalque mostrado na Figura 6.9 faz parte de um projeto de irrigação que
funciona 5 horas e meia por dia. O sistema possui as seguintes características:
a) tubulação de sucção com 2,5 m de comprimento, constando de uma válvula de pé com
crivo e uma curva 90º R/D = 1;
b) uma bomba que mantém uma altura total de elevação de 41,90 m, para a vazão
recalcada;
c) uma caixa de passagem, em nível constante, com NA = 26,91 m;
d) vazão de distribuição em marcha (vazão unitária de distribuição) constante a partir do
ponto A igual a q = 0,02 /(sm).
Determine:
a) os diâmetros de recalque e sucção (adotar o mesmo) usando a Equação 5.18 (ver a Seção
5.4.3);
b) a carga de pressão disponível imediatamente antes e depois da bomba;
c) os diâmetros dos trechos AB e BC, sendo o ponto C uma ponta seca, vazão nula.
Dimensione os diâmetros pelas vazões de montante de cada trecho;
d) a potência do motor elétrico comercial.
Dados:
a) rendimento da bomba: 65%;
b) material de todas as tubulações: ferro fundido novo (C=130);
c) utilize a equação de Hazen-Williams;
d) perdas de carga localizadas no recalque, desprezíveis.

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a) A vazão de sucção é:
3
(240 108) 9, 96 10 Q q

= + = ⋅ m
3
/s
Equação 5.18 →
3 4
( ) 1, 3 ( / ),
r
D m X Q m s = em que X é a fração do dia de funcionamento do
sistema.
5,5
0, 229
24
X = = e ( ) 0, 02 240 108 6, 96 Q = ⋅ + = l = 6,96⋅10
–3
m
3
/s
3
4
1, 3 0, 229 6, 96 10 0, 0750
r
D

∴ = ⋅ = m

b) Equação da energia em NA
I
e imediatamente antes de B:
2 2 2 2
1 1
1
0 0 1, 2
2 2 2 2
B B B B B B
B m B m m
p V p V p V p V
z z H z H H
g g g g γ γ γ γ
+ + = + + + ∆ ⇔ = + + + ∆ ⇔ = + + + ∆
3
2 3
6, 96 10
1,57
/ 4 4, 418 10
B B
r
Q
V V
D π



= = ⇒ =
⋅ ⋅
m/s
Tabela 3.6 →
1
2
( ) : 0,56 255, 48 19, 721
( ) : 0,115 15,53 1, 31975
e
e
i Crivo L D
ii Curva L D
= + =
= + =

( ) ( )
1 2
1,85
1,85 4,87
23,541 10, 65 0,945
m s e e m
Q
H L L L J H
C D
∆ = + + ⋅ = ⋅ ⋅ ⇔ ∆ = m
( )
2
1,57
0 1, 2 0, 945 2, 27
2 9,8
B B
antes
p p
γ γ
| |
∴ = + + + ⇒ = −
|

\ ¹
mH
2
O
Equação da energia em NA
I
e imediatamente depois de B:
( )
2 2 2
1 1
1
1,57
1, 2 0, 945
2 2 2 9,8
B B B
B m
p V p V p
H z z H H II
g g γ γ γ
+ + + = + + + ∆ ⇔ = + + +


Temos
_2.3 4
130
3, 932 10
0, 075
Tabela
C
D m
β
=
→ = ⋅
=

( )
1,85
4 3
1,85
3, 932 10 6, 96 10
350 14
100 100
j j j j j
Q
H L J L H
β

⋅ ⋅ ⋅

∆ = = = ⋅ ⇔ ∆ = m
Como (26, 91 0) 0, 945 14 41,855
j m m j
H z z H H = − + ∆ + ∆ = − + + = m, voltando a II,
temos:
2
1,57
41,855 1, 2 0, 945 39,58
2 9,8
B B
depois
p p
γ γ
| |
= + + + ⇔ =
|

\ ¹
mH
2
O

c) Em A,

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Q
A
= 6,96⋅10
–3
m
3
/s
Em B,
( ) ( )
3 5 3
6,96 10 2 10 240 2,16 10
B A AB B
Q Q q L Q
− − −
= − ⋅ = ⋅ − ⋅ ⋅ ⇒ = ⋅ m
3
/s
Pela Tabela 6.1, tem-se 6, 96
A
Q = l/s < 3,14 l/s ⇒ D
AB
= 0,125 m. Q
B
= 2,16 l/s < 3,14 l/s
⇒ D
BC
= 0,075 m

d) Equação da energia em B e no NA
II
,
2 2
2 2
2 2
2 2
B B B
B AB B AB
p V p V p
z z H z z H
g g γ γ γ
+ + = + + + ∆ ⇔ = + + ∆ ⇔
26, 91 16, 71
B
AB
p
H
γ
⇔ = + + ∆ (III)
Temos
_2.3 3
130
3, 267 10
0,125
Tabela
C
D m
β
=
→ = ⋅
=

( )
1,85
3 3
1,85
240 3, 267 10 2,16 10
0, 092
100 100
B
AB AB AB AB AB
Q
H L J L H
β

⋅ ⋅ ⋅ ⋅

∆ = ⋅ = ⋅ = ⇒ ∆ =

Voltando a III, temos:
26, 91 16, 71 0, 092 10,12
B B
p p
γ γ
= + + ⇔ = mH
2
O
e)
3
9,8 41,855 6, 96 10
4, 39
0, 65
H Q
Pot Pot
γ
η

⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅
= = ⇒ = kW
3 3 3
10 10 6, 96 10 41,855
5, 97
75 75 0, 65
H Q
Pot Pot
η

⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅
= = ⇒ =

cv

6.2 A rede de distribuição de água, representada na Figura 6.10, possui as seguintes
características:
a) os trechos BC, CE, EF, CD e EG têm uma vazão de distribuição em marcha constante e
igual a q= 0,010 l/(sm)
b) os pontos D, F e G são pontas secas;
c) as cotas topográficas dos pontos são:
( ) 6,0 7, 0 8,0 11, 0 8, 0 10, 0 6,0
Ponto A B C D E F G
Cota m

Determine a cota do nível de água no reservatório, para que a mínima carga de
pressão dinâmica na rede seja de 12 mH
2
O. Determine a máxima carga de pressão estática.
Material das tubulações tem C = 130.



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EXEMPLO 8.1
Estime o valor do fator de atrito f, do coeficiente de rugosidade C de Chézy e do coeficiente
de rugosidade n de Manning em um canal largo de 1,50 m de profundidade, no qual as
medidas de velocidades a 20 % e 80 % da altura d’água foram, respectivamente, v
0,20
= 0,80
m/s e v
0,80
= 1,20 m/s.
Assuma distribuição de velocidade logarítmica na vertical, escoamento turbulento rugoso
e que a altura d’água é igual ao raio hidráulico. A Equação 2.31
*
8, 48 2,5ln
v R
u ε
(
= +
(
¸ ¸
,
desenvolvida a partir da hipótese de perfil logarítmico, pode ser posta em forma mais conveniente
como:
*
29,84
5, 75log
v R
u ε
| |
=
|
\ ¹

Em que y é uma ordenada medida a partir do fundo e v, a velocidade pontual. Para y = 0,80h e y
= 0,20h, fica:
0,80
*
23,87
5, 75log
v
h
u ε
| |
=
|
\ ¹

0,20
*
5, 97
5, 75log
v
h
u ε
| |
=
|
\ ¹

Fazendo
0,80
0,20
v
X
v
= , dividindo uma equação pela outra e desenvolvendo, vem:
0, 776 1, 378
log
1
h X
X ε
− | |
=
|

\ ¹

Usando o conceito de diâmetro hidráulico, a velocidade média é dada pela equação 2.32
*
2, 5ln 4, 73
V R
u ε
(
= +
(
¸ ¸
, na forma:
*
2
5, 75log 4, 73 5, 75log 4, 73 5, 75log 4, 73 5, 75log 6, 46
2
h
V R D R h
u ε ε ε ε
= + = + = + = +
Pela equação 2.26
*
8 V
u f
(
=
(
¸ ¸
, que relaciona a velocidade média com o fator de atrito,
tem-se:
*
8 0, 776 1, 378 2 1, 464
6, 46
1 1
V X X
u f X X
− + | |
= = + =
|
− −
\ ¹

Para
1, 20
1,5,
0,80
X = = o fator de atrito vale f = 0,100 e da Equação 8.7
0 0
8 8
,
h h
g g
V R I V C R I C
f f
(
= ⇔ = ⇐ =
(
¸ ¸
8 78, 4
28
0,100
g
C
f
= = =
e, finalmente, como
h = R
h
= 1,50 m e
1/6
h
R
C
n
=
o coeficiente de rugosidade de Manning vale n = 0,038.

EXEMPLO 8.2
Determinar a altura d’água em uma galeria de águas pluviais, de concreto n = 0,013,
diâmetro igual a 0,80 m, declividade de fundo I
0
= 0,004 m/m, transportando uma vazão de
600 l/s em regime permanente e uniforme.
O coeficiente dinâmico vale:

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3/8
3/8
0
0, 013 0, 60
0, 456
0, 004
nQ
M
I
| |
| |

= = = |
|
|
\ ¹
\ ¹

Pela Equação 8.47
1
M
D
K
(
=
(
¸ ¸
:
1
1
0, 456
0,80 0,570 K
K
= ∴ =
Na Tabela 8.1, para K
1
= 0,570, determina-se o valor da lâmina d’água relativa, isto é, a
altura normal dividida pelo diâmetro. Para K
1
0,570, tira-se y
0
/D = 0,625, e daí y
0
= 0,50 m.

EXEMPLO 8.3
Qual a relação entre as vazões transportadas, em regime permanente e uniforme, em uma
galeria de águas pluviais, com lâmina d’água igual a 2/3 do diâmetro e a meia seção.
Na Tabela 8.1, para lâminas d’água iguais a y
0
/D = 0,666 e y
0
/D = 0,50 m, os coeficientes
K
1
valem, respectivamente, 0,588 e 0,498.
Pela Equação 8.47
3/8
1 0
, em que M= ,
M nQ
D
K I
(
| |
(
= |
|
(
\ ¹
¸ ¸
fórmula de Manning, como o
diâmetro é o mesmo, tem-se:
1 2 1
1 2 2
1,18
M M M
K K M
= ∴ =
e para a mesma declividade e rugosidade, fica:
3/8
1 1
2 2
1,18 1,56
Q Q
Q Q
| |
= ∴ =
|
\ ¹


EXEMPLO 8.4
Dimensione um canal trapezoidal dom taludes 2H:1V, declividade de fundo I
0
= 0,0010
m/m, revestimento dos taludes e fundo em alvenaria de pedra argamassada em condições
regulares, para transportar uma vazão Q = 6,5 m
3
/s. Utilize uma razão de aspecto m = b/y
0

= 4. Calcule a velocidade média e verifique se a seção encontrada é de mínimo perímetro
molhado.
Na Tabela 8.5, determina-se o coeficiente de rugosidade n = 0,025. Na Tabela 8.2,
determina-se o coeficiente de forma K, em função de m = 4 e Z = 2, e vale K = 1,796. O
coeficiente dinâmico vale:
3/8
3/8
0
0, 025 6, 5
1,847
0, 001
nQ
M
I
| |
| |

= = = |
|
|
\ ¹
\ ¹


Pela fórmula de Manning, Equação 8.39
3/8
0
0
, em que :
M nQ
y M
K I
(
| |
(
= = |
|
(
\ ¹
¸ ¸
0
1,847
1, 03
1, 796
M
y
K
= = = m
Então:
0
4 4,12
b
m b
y
= = ∴ = m (largura do fundo)
A área molhada vale:
( ) ( )
2 2
0
4 2 1, 03 6, 36 A m Z y = + = + ⋅ = m
2
.

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A velocidade média é igual a
6,5
1, 02
6, 36
Q
V
A
= = = m/s.
Para que a seção dimensionada tenha o mínimo perímetro molhado, é necessário que seja
verificada a Equação 8.53, isto é:
( )
( )
2
2 1 2 1 4 2 0, 47 4 m Z Z = + − = + − = ≠
Conclusão: a seção não é de mínimo perímetro molhado.

8.1 Um canal de drenagem, em terra com vegetação rasteira nos taludes e fundo, com
taludes 2,5H:1V, declividade de fundo I
0
= 30 cm/km foi dimensionado para uma
determinada vazão de projeto Q
0
, tendo-se chegado a uma seção com largura de fundo b =
1,75 m e altura de água y
0
= 1,40 m.
a) Qual a vazão de projeto?
b) A vazão encontrada é de mínimo perímetro molhado?
c) Se o projeto deve ser refeito para uma vazão Q
1
= 6,0 m
3
/s e a seção é retangular, em
concreto, qual será a altura de água para uma largura de fundo igual ao dobro da anterior?
Taludes 2,5H:1V → Z = 2,5
Q
0
: vazão de projeto
I
0
= 30 cm/km = 0,0003 m/m
B= 1,75 m
y
0
= 1,4 m
a) Q
0
= ?
3/8
0
,
nQ
M
I
| |
= |
|
\ ¹
onde
0
1, 4 1, 423 1,9922 M y K M = ⋅ ⇔ = ⋅ =
3/8
4
3/8
3/8
4
4
0, 025 0, 025 1, 9922 3 10
1, 78 1, 9922 4, 35
0, 025 3 10
3 10
Q Q
Q



⋅ ⋅ | |
⇒ = ⇒ = ⇒ = =
|
⋅ \ ¹

m
3
/s
b)
( ) ( )
2 2
2 1 2 1 2,5 2,5 0, 3852 1, 25 m Z Z = + − = + − = ≠ ∴ não
c)
3
1
6, 0 m /

0, 014
' 2 3, 5
Q s
seção circular
concreto n
b b
¦
=
¦
¦
´
⇒ =
¦
¦
= =
¹

8/3
8/3 4
0
0, 014 6
0,1717
3,5 3 10
n Q
K K
b I

⋅ ⋅
= ⇒ = =


Pelo ábaco,
0
0
0, 29 0, 29 3,5 1,01
y
y
b
= ⇒ = ⋅ = m

8.2 Uma galeria de águas pluviais de 1,0 m de diâmetro, coeficiente de rugosidade de
Manning n = 0,013 e declividade de fundo I
0
= 2,5⋅ ⋅⋅ ⋅10
–3
m/m transporta, em condições de
regime permanente uniforme, uma vazão de 1,20 m
3
/s.
a) Determine a altura d’água e a velocidade média.
b) A tensão de cisalhamento média, no fundo, e a velocidade de atrito.
c) Qual seria a capacidade de vazão da galeria, se ela funciona na condição de máxima
vazão?
D = 1,0 m
N = 0,013
I
0
= 2,5⋅10
–3
m/m
Q = 1,2 m
3
/s
0
1, 75
1, 25
1, 4
b
m
y
= = =
0
? y =

André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.com

28 Universidade Federal do Espírito Santo
a) y
0
= ? e V
0
= ?
3/8
3/8
3
0
0, 013 1, 2
0, 646
2,5 10
nQ
M
I

| |
| |

| ⇒ = = = |
|
|

\ ¹
\ ¹

0, 646
0,646
1
M
K
D
= = =
0
0
0,85 0,82
y
m y
D
= = → = m
Pela Equação 8.58
2/3
2/3 1/2
0
1
1 ,
2, 52
sen
V D I
n
θ
θ
(
| |
= − (
|

\ ¹
(
¸ ¸
com
1 0
2
2cos 1 ,
y
D
θ

| |
= −
|
\ ¹
tem-
se:
1 1 0
2 2 0,82
2cos 1 2cos 1 259,58
1
y
D
θ
− −
⋅ | | | |
= − = − = °
| |
\ ¹ \ ¹
= 4,53 rad
( )
2/3
1/2
2/3 3
1 4,53
1 2,5 10 1 1,53 1,14 1,74
2,52 0,013 4,53
sen
V V

| |
= ⋅ − → = ⋅ =
|

\ ¹
m/s

b)
0
,
h
R I τ γ = onde
3
0
1
0, 304 9810 0, 304 2,5 10 7, 46
4
h
sen
D
R
θ
θ
τ

| |

|
\ ¹
= = ⇒ = ⋅ ⋅ ⋅ = Pa
*
0, 086
h
u gR I = = m/s

c) Pela Equação 8.59
( )
5/3
8/3 1/2
0
2/3
1
20, 2
sen
Q D I
n
θ θ
θ
(

( =
(
¸ ¸
, tem-se:
( )
5/3
3
2/3
5, 28 5, 28
1
2,5 10 1, 29
20, 2 5, 28
sen
Q
n


= ⋅ = m
3
/s

8.4 Um canal trapezoidal deve transportar, em regime uniforme, uma vazão de 3,25 m
3
/s,
com uma declividade de fundo I
0
= 0,0005 m/m trabalhando na seção de mínimo perímetro
molhado. A inclinação dos taludes é de 0,5H:1V e o revestimento será em alvenaria de pedra
argamassada em condições regulares. Determine a altura d’água, a largura de fundo e a
tensão média de cisalhamento no fundo do canal.
Trapézio: Q = 3,25 m
3
/s mínimo perímetro y
0
= ? n = 0,025
I
0
= 0,0005 m/m molhado b
0
= ?
z = 0,5 (MPM) τ = ?
3/8
3/8
0, 025 3, 25
1, 62
0, 0005
nQ
M
I
| |
⋅ | |
= = =
|
|
\ ¹
\ ¹

( )
2
0 0
1, 62
2 1 1, 5
1,1
1, 24
1,1
M M
y MPM m Z Z y
t t
m
t
= → = + − = = =
=
=
m
2 0
, onde R
2
1, 24 1, 9 m
1,5 1,5
9810 0, 0005 3, 7 N/m
2
h h
y
R I
b b
m b
y
τ γ
τ
= ⋅ ⋅ =
= ⇒ = ⇔ =
= ⋅ ⋅ =



André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.com

29 Universidade Federal do Espírito Santo
8.5 Dimensione um canal para irrigação, em terra, com vegetação rasteira no fundo e nos
taludes, para transportar uma vazão de 0,75 m
3
/s, com declividade de fundo I
0
= 0,0005
m/m, de modo que a velocidade média seja no máximo igual a 0,45 m/s. Inclinação dos
taludes 3H:1V.
n = 0,025
Q = 0,75 m
3
/s
I
0
= 0,0005 m/m
0, 45 m/s 3 V z ≤ =
Q
V
A
=
0
M
y
K
=
0
0, 94
nQ
M
I
| |
= = |
|
\ ¹

( )
0 0
2 A b y y = +
( )
2
2 1 3 3 0, 32 1,780 m K = + − = ⇒ =
0,75
0, 45 0, 45
Q
A A
≤ ⇔ ≤
0
0, 94
0,53
1, 78
y = = m
( ) ( )
0 0
1 1
2 2 3 0,53 0,53 0,53 0,8427
2 2
A b b Zy y b b b = + + = + + ⋅ ⋅ = +
Mas 1, 67 A ≥ m
2
∴0, 53 0,8427 1, 67 1, 56 b b + ≥ ⇔ ≥ m

8.6 Dimensione um canal trapezoidal, com taludes 2H:1V, declividade de fundo I
0
= 0,001
m/m, com taludes e fundo em alvenaria de pedra argamassada, em boas condições, para
transportar em regime uniforme uma vazão de 8,0 m
3
/s, sujeita às seguintes condições:
a) A máxima altura d’água deve ser de 1,15 m.
b) A máxima velocidade média deve ser de 1,30 m/s.
c) A máxima largura na superfície livre deve ser de 8,0 m.
Canal trapezoidal (alvenaria em pedra argamassada, em boas condições): n = 0,030
Q = 8,0 m
3
/s
I
0
= 0,001 m/m
y
0
< 1,15 m
v
máx
< 1,30 m/s
n < 8,0 m
0
1,15 1,15 1,6
M
y K
K
< ⇒ > ⇔ ≥ → da Tabela 8.2,
0
2,8
b
m
y
= =
8 8 1,3 6,15
máx
Q V A v A A A = ⋅ ⇒ = ⋅ ⇔ = ⇔ = m
2

Mas
( )
2 2
0 0 0
6,15 (2,8 2) 1,13 A m Z y y y = + → = + ⇒ = m
0
0
2,8 2,8 2,8 1,13 3,164
b
m b y
y
= = ⇒ = = ⋅ = m
0
2 3,164 2 2 1,13 7,684 B b Z y B = + ⋅ ⋅ → = + ⋅ ⋅ = m

8.8 Um trecho de um sistema de drenagem de esgotos sanitários é constituído por duas
canalizações em série, com as seguintes características:
Trecho 1 – Diâmetro: D
1
= 150 mm
Declividade: I
1
= 0,060 m/m
Trecho 2 – Diâmetro: D
2
= 200 mm
Declividade: I
2
= 0,007 m/m
Determine a máxima e a mínima vazões no trecho para que se verifiquem as
seguintes condições de norma:
a) Máxima lâmina d’água: y = 0,75D
b) Mínima lâmina d’água: y = 0,20D
c) Máxima velocidade: V = 4,0 m/s
3/8
3/8
0, 020 8
1,84
0, 001
nQ
M
I
| |
⋅ | |
= = =
|
|
\ ¹
\ ¹

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30 Universidade Federal do Espírito Santo
d) Mínima velocidade: V = 0,50 m/s
Coeficiente de rugosidade de Mannin, n = 0,013.
Canalizações em série n = 0,013
( )
1 0
2
2
2cos 1
8
y
D
D sen
A
θ
θ θ

| |
= −
|
\ ¹

=

1
1
1:
D 150 mm = 0,15 m
I 0, 060 m/m
Trecho
=
=

2
2
2:
200 mm = 0,2 m
I 0,007 m/m
Trecho
D =
=


0
0, 20 0, 75 D y D ≤ ≤

Q
máx
= ? e Q
mín
= ?



No caso de y
0
= 0,20D, temos:
0
0 1
0, 20 0, 20 0, 259
y
y D K
D
= ⇔ = → = ( )
1
2cos 1 2 0, 2 106, 26 1,855 rad θ

= − ⋅ = ° =


Em 1:
0,15 0, 03885
0, 259
M
M = ⇒ =
3/8
3/8
1
1
0, 013 0, 03885 0, 06
0, 03885 0, 0033
0, 013 0, 06
Q
Q
| |

= ⇒ = =
|
\ ¹
m
3
/s


Em 2:
3/8
3/8
3 2
2
0, 2 0, 0518
0, 259
0, 013 0, 0518 0, 007
0, 0518 0, 0024 m /s
0, 013 0, 007
M
M
Q
Q
= ⇔ =
| |

= ⇔ = =
|
\ ¹


Q
mín
em 1 ⇒ 0,0033 m
3
/s. Como a tubulação está em série, Q
mín
= 0,0033 m
3
/s.
Verificando se a vazão mínima atende ao intervalo de velocidade (0,5 m
3
/s ≤ V ≤ 4 m
3
/s),
temos:
2
0, 0033
0, 36
0, 00911
mín
mín
Q
Q
V
A
= = = m
3
/s

No caso y
0
= 0,75D, temos:
0
0 1
0,75 0,75 0,624
y
y D K
D
= ⇔ = → = ( )
1
2cos 1 2 0, 75 240 4,189 rad θ

= − ⋅ = ° =

Em 1:
3/8
1 0
Q V A
M nQ
D M
K I
= ⋅
| |
= = |
|
\ ¹
( )
2
3 3
2
0, 2 1,855 1,855
9,11 10 m /s
8
0, 0024
0, 26 m/s (ok!)
0, 00911
sen
A
v


= = ⋅
∴ = =
( )
2
3 3
1
0,15 1,855 1,855
2, 52 10 m /s
8
0, 0033
1, 31 m/s (ok!)
0, 00252
sen
A
v


= = ⋅
∴ = =

André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.com

31 Universidade Federal do Espírito Santo
0,15 0, 0936
0, 624
M
M = ⇒ =
3/8
3/8
3 1
1
0, 013 0, 0936 0, 06
0, 0936 0, 0083 m /s
0, 013 0, 06
Q
Q
| |

= ⇒ = =
|
\ ¹

( )
2 2
1 1
4,189 4,189 0, 0083
0,15 0, 01422 m 0, 58 m/s (ok!)
8 0, 01422
sen
A V

= = ⇒ = =
Em 2:
0, 2 0,1248
0, 624
M
M = ⇒ =

3/8
3/8
3 2
2
0, 013 0,1248 0, 007
0,1248 0, 0250 m /s
0, 013 0, 007
Q
Q
| |

= ⇒ = =
|
\ ¹

( )
2 2
2 1
4,189 4,189 0, 025
0, 2 0, 0253 m 0, 99 m/s (ok!)
8 0, 0253
sen
A V

= = ⇒ = =

( )
1
1
0
0 0
0, 025
1, 76 m/s (ok!)
0, 01422
1 cos
2
y 0, 094 m
2
0,035y 0,1125 (ok!)
máx
Q
V
A
D
y
θ
= = =

= =
≤ ≤


8.10 Determine a mínima declividade necessária para que um canal trapezoidal, taludes
4H:1V, transporte 6 m
3
/s de água, com uma velocidade média igual a 0,60 m/s. Coeficiente
de rugosidade, n = 0,025.
Z = 4
Q = 6 m
3
/s
V = 0,60 m/s
n = 0,025
0
?
mín
I =
Para que I
0
seja mínimo, a seção deve ser de mínimo perímetro molhado. Portanto:
( ) ( )
2 2
2 1 2 1 4 4 0, 246 m Z Z = + − = + − =
0
0
0, 246
b
m b y
y
= ⇒ =
Voltando a A, tem-se:
2
0 0
4, 246 10 1,53 m y y = ⇔ =
Da Tabela 8.2, interpolando, para m = 0,246, vem K = 1,4465. Assim:
0
1,53 1, 4465 2, 213145
M
y M
K
= ⇒ = ⋅ =
3/8
2
4
0
3/8
0
0, 025 6 0, 025 6
2, 213145 3, 25 10 m/m
2, 213145
I
I

| |
| |
⋅ ⋅
= ⇔ = = ⋅ |
|
|
\ ¹
\ ¹


8.19 Um trecho de coletor de esgotos de uma cidade cuja rede está sendo remanejada tem
100 m de comprimento e um desnível de 0,80 m. Verifique se o diâmetro atual, de 200 mm,
permite o escoamento de uma vazão de 18,6 ℓ/s. Em caso contrário, qual deve ser o novo
diâmetro desse trecho? Determine a lâmina líquida correspondente e a velocidade média.
3
0, 025 m /s
máx
Q =
2
6
10 m
0, 6
Q
Q V A A
V
= ⋅ ⇒ = = =
( ) ( )
( ) ( )
0 0 0
0 0 0 0
2
4 10
2 2
b B y b Z y y
A b Zy y b y y
+ + ⋅ ⋅
= = = + = + =

André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.com

32 Universidade Federal do Espírito Santo
Material das tubulações: manilha cerâmica, n = 0,013. Adote como lâmina d’água máxima
no coletor y
0
/D = 0,50.

Atualmente,
D = 200 mm
Q = 18,6⋅10
–3
m
3
/s
n = 0,013
A máxima lâmina de água:
y
0
= 0,5D ∴ y
0
= 0,1 m
Sendo
0
y
0,5,
D
= da Tabela 8.1, temos K
1
= 0,498

Sabemos que
( )
3/8 3/8
8/3
1 1
1 0 0 0
M nQ nQ nQ
D , onde M DK DK
K I I I
| | | |
= = ⇒ = ⇔ = | |
| |
\ ¹ \ ¹

Atribuindo valores:
( )
8/3
3
0, 008
Q 0, 2 0, 498 0, 01466 m /s 14, 67 l/s
0, 013
= × = =
Portanto, D = 200 mm não é suficiente para Q = 18,6 l/s. Então:
3/8 3/8
3
3
0
nQ 0, 013 18, 6 10
M 0,1088
I
8 10


| | | |
⋅ ⋅
= = = | |
| |

\ ¹ \ ¹

Como a relação y
0
/D não se altera, K
1
= 0,498. Logo:
1
M
D 0, 2186 m
K
= =
Como não existe esse diâmetro comercializado, D = 250 mm
0
0
y
0,5 y 0,108 m
D
= → =
Na seção circular:
( )
1 1 1 0
2y 2 0,108
2cos 1 2cos 1 2cos 0, 01189 3,18 rad
D 0, 2186
− − −
⋅ | | | |
θ = − = − = =
| |
\ ¹ \ ¹

( ) ( )
( )
2 2
3 2
0, 2186 3,18 3,18
5, 97 10 3, 22 0, 0192 m
8 8

− −
= = = ⋅ =
D sen sen
A
θ θ

Portanto:
3
Q 18, 6 10
V 0, 97 m/s
A 0, 0192


= = =

8.20 No projeto de um coletor de esgotos, verificou-se que, para atender à condição de
esgotamento dos lotes adjacentes, ele deveria ter uma declividade de 0,015 m/m. Sendo 20 l/s
a vazão de esgotos no fim do plano e 10 l/s a vazão atual (início de plano), determine:
a) o diâmetro do coletor e a velocidade de escoamento, para o final do plano;
b) a lâmina líquida atual e a correspondente velocidade média.
3
0
I 0,8 m/100 m 8 10 m/m

= = ⋅

André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.com

33 Universidade Federal do Espírito Santo

3 3
j
3 3
m
Q 20 l/s 20 10 m /s
Q 10 l/s 10 10 m /s


= = ⋅
= = ⋅

( )
1 1 0
2y
2cos 1 2cos 0 rad
D
− − | |
θ = − = = π
|
\ ¹

a) D = ? e V
j
= ?
1
M
D
K
=
3/8 3/8
3
2
0
nQ 0, 013 20 10
M 9, 5 10
I 0, 015


| | | |
⋅ ⋅
= = = ⋅ | |
| |
\ ¹ \ ¹

2
9, 95 10
D 0, 2 m 200 mm
0, 498


⇒ = = =
( ) ( )
2 2
2
0, 2
0, 0154 m
8 8
− −
= = =
D sen sen
A
θ θ π π

Com a área, temos a velocidade pela relação
j
j
Q
V :
A
=
3
j
j
Q
20 10
V 1, 29 m/s
A 0, 0154


= = =
b)
3
m
Q 0, 01 m /s =
3/8 3/8
3
0
nQ 0, 013 10 10
M 0, 077
I 0, 015

| | | |
⋅ ⋅
= = = | |
| |
\ ¹ \ ¹

1
M 0,077
D 0,155 m
K 0, 498
= = =
( ) ( )
1 0
0
D 1 cos /2 0,155 1 cos /2 2y
2cos 1 y 0, 0775 m
D 2 2

− θ − π
| |
θ = − → = = =
|
\ ¹

( ) ( )
2 2
3 2
0,155
9, 43 10 m
8 8

− −
= = = ⋅
D sen sen
A
θ θ π π

3
m
m
3
Q 10 10
V 1, 06 m/s
A 9, 43 10



= = =



9.5 Em um projeto de um sistema de drenagem de águas pluviais, determinou-se que, para
escoar uma vazão de 12 m
3
/s, era necessária uma galeria retangular em concreto,
rugosidade n = 0,018, declividade de fundo I
0
= 0,0022 m/m, com 3,0 m de largura, conforme
a figura. Por imposição do cálculo estrutural, foi necessário dividir a seção em duas células
de 1,5 m de largura com um septo no meio. Verifique se esta nova concepção estrutural tem
condições hidráulicas de escoar a vazão de projeto, em condições de escoamento livre.



0
I 0, 015m/m =
0
1
n 0, 013
y
0,5
D
K 0, 498
=
=
=
Seção original Seção modificada

André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.com

34 Universidade Federal do Espírito Santo

( )
T 1 2
2
h
2 ) Seção modificada
Q Q Q
n 0, 018
b 1, 5
m 0, 714
y 2,1
Área 1,5 2,1 3,15 m
P 1,5 2,1 2 6, 3
A 3,15
R 0,5 m
P 6, 3
°
= +
=
= = =
= ⋅ =
= + =
= = =


Manning:
2/3 2/3 3 1
h 1
0
nQ 0, 018 Q
A R 3,15 0,5 Q 5,17m /s
I 0, 0022

= ⋅ ⇒ = ⋅ ⇔ =

T 1 2 1
3
T
Q Q Q 2Q
Q 2 5,17 10,34m /s
= + =
= ⋅ =
Não tem condições. ⇒

9.6 Uma galeria de águas pluviais de seção retangular escoa uma certa vazão, em
escoamento uniforme, com uma largura de fundo igual a 0,90 m e altura d’água de 0,70 m.
Em uma determinada seção, deverá haver uma mudança na geometria, passando para uma
seção circular. Determine o diâmetro da seção circular para transportar a mesma vazão,
com a mesma altura d’água, rugosidade e declividade de fundo.
0 0
r c
Retangular Circular
b 0,9 m D ?
y 0,7 m y 0,7 m
I I
= ⇒ =
= =
=

1°)
0
0, 9
1, 29 0,874
0, 7
= ⇒ = = → =
b
m m K
y

0 0
3/8
0, 7 0,874 0, 61
0, 61
= ⇒ = ⋅ = ⋅ =
| |
= =
|
\ ¹
M
y M y K
K
nQ
M
I


2°)
2
D
A
4
π⋅
=
P D = π
2
h
A D D
R
P 4 D 4
π⋅
= = =
π


3°)
( )
2/3
2 2/3
8/3
2/3 2
h
2,67
nQ D D D
A R 0, 61 0, 27 0, 79D
4 4 2,52 I
D 0,86 D 0, 95 m
| |
π⋅ | |
= ⋅ ⇔ = ⋅ ⇔ = ⋅ ⇔
|
|
|
\ ¹
\ ¹
⇔ = ⇔ =

3
0
1 ) Seção original
Q 1 /s 2 m
n 0, 018
I 0, 0022 m/m
b 3m
y 2,1 m
°
=
=
=
=
=
0
3
1, 43
2,1
= ⇒ = =
b
m m
y

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35 Universidade Federal do Espírito Santo

9.8 Qual deve ser a declividade de fundo de um canal trapezoidal com taludes 2H:1V,
largura da base b = 3,0 m, para transportar uma vazão de 3,0 m
3
/s com velocidade média de
0,60 m/s. Coeficiente de rugosidade do fundo e taludes n = 0,018.
3
trapézio z 2
b 3 m
Q 3,0 m /s
V 0,6 m/s
n 0, 018
→ =
=
=
=
=

( )
( )
( )
2
2 2 2
2 2
3
Q V A A 5 m
0,6
A m Z y e A 2 1 Z Z y
5 2 1 2 2 y y 1, 42
= ⋅ → = =
= + = + −
∴ = + − ⇔ =




As principais partes constituintes de um vertedor são:
a) Crista ou soleira é a parte superior da parede em que há contato com a lâmina vertente. Se o
contato da lâmina se limitar, como nos orifícios de parede fina, a uma aresta biselada, o vertedor é
de parede delgada; já se o contato ocorrer em um comprimento apreciável da parede, o vertedor é
de parede espessa.

b) Carga sobre a soleira h é a diferença de cota entre o nível d’água a montante, em uma região
fora da curvatura da lâmina em que a distribuição de pressão é hidrostática, e o nível da soleira.
Em geral, a uma distância a montante do vertedor igual a seis vezes a carga, a depressão da
lâmina é desprezível.

c) Altura do vertedor P é a diferença de cotas entre a soleira e o fundo do canal de chegada.

d) Largura ou luz da soleira L é a dimensão da soleira através da qual há o escoamento.

12.7 Um vertedor retangular de parede fina com 1,0 m de largura, sem contrações laterais, é
colocado juntamente com um vertedor triangular de 90º em uma mesma seção, de modo que
o vértice do vertedor triangular esteja 0,15 m abaixo da soleira do vertedor retangular.
Determinar:
a) a carga no vertedor triangular quando as vazões em ambos os vertedores forem iguais;
b) a carga no vertedor triangular quando a diferença de vazão entre o vertedor retangular e
triangular for máxima.
Utilizar a fórmula de Thomson e Francis.
Fórmula de Francis → Q = 1,838bh
3/2
, onde
Q → vazão em m³/s.
b → largura do vertedor em metros.
h → altura da lâmina d’água sobre a
crista do vertedor em metros.
Fórmula de Thomson → Q = 1,40h
5/2

a)
1 2
1 vertedor retangular
, onde
2 triangular
Q Q
vertedor

=


Usando a fórmula de Thomson para o vertedor triangular e a fórmula de Francis para o
vertedor retangular, tem-se:
3/8
| |
=
|
\ ¹
nQ
M
I
0
=
M
y
K
3/8
3/8
0
5
0
b 3
m 2,11 K 1,5
y 1, 42
M y K 1, 42 1, 5 2,13
nQ 0, 018 3
M 2,13
I I
I 5,17 10 m/m

= = = ⇒ ≈
= ⋅ = ⋅ =
| |
⋅ | |
= ⇒ = |
|
|
\ ¹
\ ¹
∴ = ⋅

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36 Universidade Federal do Espírito Santo
2
5
3/2 5/2
1 2
3
5 3 2 3
1,838
1,838 1, 40
1, 4
0, 58 0, 45 0, 0675 3, 375 10 0
H
Q Q L h H
h
H H H H

| |
= ⇒ ⋅ ⋅ = ⋅ ⇔ = ⇔
|
\ ¹
⇔ − + − + ⋅ =


Observamos que a soma dos coeficientes é aproximadamente 1, o que nos leva a concluir
que existe uma raiz próxima a este valor. Por tentativa e erro:
H = 1,04 m

b) ( )
1 2
Q Q − é máxima
( )
( )
( )
3/2
3/2 5/2 5/2
1 2
1,838 1, 40 1,838 0,15 1, 40 0
máx
máx
d
Q Q L h H H H
dH
(
− = ⋅ ⋅ − ⋅ → − − = ⇔
(
¸ ¸

( ) ( )
1/2
3/2 2 3 2 3
2, 757 0,15 3,5 7, 6 0,15 3, 5 3, 5 7, 6 1,14 0 H H H H H H ⇔ − = ⇔ − = ⇔ − + = ⇔
H = 0,7 m

12.9 Um vertedor retangular de parede fina, sem contrações laterais, é colocado em um
canal retangular de 0,50 m de largura. No tempo t = 0, a carga H sobre a soleira é zero e,
com o passar do tempo, varia conforme a equação H = 20⋅ ⋅⋅ ⋅t, com H (m) e t (min).
Determinar o volume de água que passou pelo vertedor após 2 minutos.
VERTEDOR RETANGULAR DE PAREDE FINA SEM CONTRAÇÕES_
equação de Bernoulli: ( )
2 2 2
0 1 0
1
2
2 2 2
V V V
h h y V g y
g g g
| |
+ = − + ∴ = +
|
|
\ ¹

0,5 A h = ⋅
Volume vazão tempo velocidade área tempo = ⋅ = ⋅ ⋅


12.14 Se a equação básica para um vertedor retangular, de soleira fina, sem contrações
laterais, Equação 12.70, for usada para determinar a vazão por um vertedor de soleira
espessa, de igual largura, qual deve ser o coeficiente de vazão C
d
naquela equação?
Despreze a carga cinética de aproximação.
Vertedor retangular de parede fina sem contrações →
3/2
2
2
3
d
Q C g L h = ⋅ ⋅ ⋅ (Equação 12.70)
Vertedor de soleira espessa horizontal →
3/2
1, 704
d
Q C b h = ⋅ ⋅ ⋅ (Equação 12.94)
Igualando as duas equações, tem-se:
3/2 ' 3/2
2 2
2 1, 704 2 1, 704,
3 3
d d d
C g L h C b h C g ⋅ ⋅ ⋅ = ⋅ ⋅ ⋅ ⇔ ⋅ = admitindo
'
1
d
C =
2 1
2 1, 704 0,577
3 3
d d
C g C ⋅ = ⇒ = =


12.18 A captação de água para o abastecimento de uma cidade na qual o consumo é de 250
l/s (vazão de demanda) é feita num curso d’água onde a vazão mínima verificada (no
período de estiagem) é de 700 l/s e a vazão máxima verificada (no período das cheias) é de
3800 l/s. Em decorrência de problemas de nível d’água na linha de sucção da estação de
bombeamento, durante a época da estiagem, construiu-se à jusante do ponto de captação
uma pequena barragem cujo vertedor de 3 m de soleira tem a forma de um perfil padrão
WES, que foi desenhado para uma carga de projeto
h
d
=0,50 m. Para o bom funcionamento das bombas,
o nível mínimo d’água no ponto de captação deverá
estar na cota de 100,00 m, conforme a Figura 12.51.
Nestas condições, pergunta-se:
a) Em que cota estará a crista do vertedor-extravasor?

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37 Universidade Federal do Espírito Santo
b) Durante a época das enchentes, qual será a máxima cota do nível d’água?
3/2
0,148
0, 5 m
WES: 3, 0 m
2, 215
750 250 450 l/s
d
d
Q C L h
h
Vertedor L
h
C
Q
h
= ⋅ ⋅
= ¦
¦
∗ =
´
| |
=
¦ |
= − =
¹
\ ¹

Sendo h a carga de trabalho, então:
a)
0,148
0,148
3/2 3/2 1,648
0, 45 0,5
0, 45 2, 215 3 0,183
0,5 3 2, 215
h
Q C L h h h h
⋅ | |
= ⋅ ⋅ ⇒ = ⋅ ⋅ ⋅ ⇔ = ⇔ =
|

\ ¹
m
100 m N 99,817 m
crista crista
N h ∴ + = ⇔ =

b) Vazão = 3.800 l/s – 250 l/s = 3550 l/s
0,148
0,148
3/2 1,648
3, 55 0, 5
3, 55 2, 215 3 0, 642 m
0,5 3 2, 215
NA ' 99,817 0, 642 100, 459 m
máx c máx
h
h h h
N h NA
⋅ | |
= ⋅ ⋅ ⋅ ⇔ = ⇔ =
|

\ ¹
∴ = + = + ⇒ =













.

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2

  f =  6,4 ⋅ 10−5  

(

)

8

6  + 9,5  ln 2,28 ⋅ 10−5 − 2,5 ⋅ 10−3   

(

) (

)

−16 0,125

   

= 0,011597

Assim: f 2 = 4 f1 ⇒ f 2 = 0,046388 Pela equação do tubo rugoso: 1 R 1 D = 2,04log + 1,67 ⇒ = 2,04 log   + 1,67 ⇔ ε f 0,046338  2ε 
 D  D D ⇔ 4,64298 = 2,04  log   − log 2  + 1,67 ⇔ 1,4573 = log   − log 2 ⇔ log   = 1,7584 ⇔ ε  ε   ε    

ε
D

= 0,0174

2.10 Em uma tubulação circular, a medida de velocidade do escoamento, a uma distância de parede igual a 0,5 R, em que R é o raio da seção, é igual a 90% da velocidade na linha central (velocidade máxima). Determine a relação entre a velocidade média V e a velocidade central vmáx, e a rugosidade relativa da tubulação. Sugestão: utilize o resultado do Exemplo 2.2 e as Equações 2.20 e 2.34. v −V R Equação 2.20 ⇒ máx = 2,5ln u* y
Equação 2.34 ⇒
1  3,71D  = 2 log   f  ε 

Do Exemplo 2.2, vmáx = V + 4,07u* → V = 0,765vmáx vmáx − 0,9vmáx  R  = 2,5ln   = 1,733 ⇔ 0,1vmáx = 1,733u* ⇔ u* = 0,577vmáx u*  0,5R 

V  R Pela Equação 2.32  = 2,5ln + 4,73 , tem-se: ε  u*  0,765vmáx D D D ε = 2,5ln + 4,73 ⇔ ln = 3,41 ⇔ = 30,30 ⇒ = 0,0165 0,577vmáx 2ε 2ε 2ε D
2.14 Em relação ao esquema de tubulações do exemplo 2.8, a partir de que vazão QB, solicitada pela rede de distribuição de água, o reservatório secundário, de sobras, passa a ser também abastecedor? Para aço soldado novo, C = 130 (Tabela 2.4). Pela Tabela 2.3, determina-se β (β1 = 1,345⋅103) No trecho AB: D1 = 6”, C = 130 e J1 = 1,12 m/100 m → β1 = 1,345⋅103 1,85 1,85 J1 = β1Q1 ∴1,12 = 1,345 ⋅ 103 Q1 ∴Q1 = 0,0216 m3/s
No trecho BC: D2 = 4”, C = 130, J2 = 1,12 m/100 m, β2 = 9,686⋅103 1,85 1,85 J 2 = β 2Q2 ∴1,12 = 9,686 ⋅ 103 Q2 ∴Q2 = 0,00745 m3/s A diferença é consumida na rede: QB = 0,0216 – 0,00745 = 0,01415 m3/s = 14,2 l/s A cota piezométrica em A é CPA = 812,0 m. Em B é a cota menos a perda: CPB = CPA – ∆HAB = 812 – J1L1 = 812 – 0,0112⋅650 = 804,72 m A partir de que vazão QB o reservatório de sobras também é utilizado?

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3

Neste caso, CPB < 800m ∆H 812 − 800 J1 = = = 0,0185 m/m L 650 Aço soldado novo: C = 130 (tabela 2.4) D1 = 6”, C = 130, J1 = 1,85 m/100 m, β1 = 1,345⋅103 1,85 1,85 J1 = β1Q1 ∴1,85 = 1,345 ⋅ 103Q1 ⇔ Q1 = 0,02836 m3/s = 28,36 l/s 800 − 800 J2 = =0 420 Toda a vazão proveniente do reservatório superior é utilizada no abastecimento na iminência. Para que o reservatório inferior entre em operação, QB > 28,36 l/s. 2.16 Na tubulação da figura 2.10, de diâmetro 0,15 m, a carga de pressão disponível no ponto A vale 25 mH2O. Qual deve ser a vazão para que a carga de pressão disponível no ponto B seja 17 mH2O? A tubulação de aço soldado novo (C = 130) está no plano vertical.

Carga de pressão em CPA = 25 mH2O. Qual deve ser a vazão para que a carga de pressão em B seja CPB = 17 mH2O? PA P = 25 m, B = 17 m, zA = 0, zB = 5 m γ γ zA +
2 VA P V2 = z B + B + B + ∆H , vA = vB ⇒ 25 = 17 + 5 +∆H ⇔ ∆H = 3 mH2O γ 2g γ 2g Pela tabela 2.3, β = 1,345⋅103 ∆H 3 J= = = 0,0191 m/m = 1,91 m/100 m L 157,1

PA

+

 J 1,85  1,91 1,85 J = β Q1,85 ⇒ Q =   = = 28,9 l/s 3 β   1,345 ⋅ 10 
2.20 Em uma adutora de 150 mm de diâmetro, em aço soldado novo (ε = 0,10 mm), enterrada, está ocorrendo um vazamento. Um ensaio de campo para levantamento de vazão e pressão foi feito em dois pontos, A e B, distanciados em 500 m. No ponto A, a cota piezométrica é 657,58 m e a vazão, de 38,88 l/s, e no ponto B, 643, 43 m e 31,81 l/s. A que distância do ponto A deverá estar localizado o vazamento? Repita o cálculo usando a fórmula de Hazen-Williams. D = 150 mm QA = 38,88 l/s QB = 31,81 l/s ε = 0,10 mm CPA = 657, 58 m L = 500 m CPB = 643,43 m Fórmula universal da perda de carga: L V2 fV 2 ∆H = f ; J= ; ∆H = L × J D 2g 2 Dg • A – C: f V 0,0191 ⋅ 2,202 Q 38,88 ⋅ 10−3 = 0,0314 m/m vA = A = = 2, 20 m/s; ƒA = 0,0191; J A = A A = 2 Dg 2 ⋅ 0,15 ⋅ 9,8 A π ⋅ 0,0752 • B – C:

1

1

André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.com

Universidade Federal do Espírito Santo 4 vB = f V 0.40  3 J = 100   → Q = 1.15 m CPA = 4.43 + + ∆H ⇔ 657.345⋅103(31.85 → JB = 2.0193 ⋅ 1.23 − 500 ⋅ 0.15 m C = 130 Tabela 2. β A = βB = 1.37 0. onde n + zn = CPn .0314 ⋅ LA + 0. tem-se: 2.3 l/s  120. de ferro fundido em uso com cimento centrifugado.802 QB 31.5  4.88⋅10–3)1.8 2 ⋅ 9.85 1.85 e J = Outro método: D = 150 mm = 0.015 ⋅ 1301.20 m PA V2 P V2 V2 V2 CPB = 2.40 m.283 m/100 m Portanto: ∆HA + ∆HB = ∆H ⇔ JALA + JBLB = ∆H ⇔ 0.02283 ⇔ LA = = 274.345⋅103(38.2 = 2.85 2.03309 − 0.8 Sabe-se que a perda de carga total é devida à perda de carga nos pontos A e B.37 J = 10. Colocando os valores γ 2g γ 2g γ do problema. 45 m 0. pode-se p V2 p V2 p usar a equação A + z A + A = B + z B + B + ∆H .40 m + z A + A = B + z B + B + ∆H ⇔ CPA + A = CPB + B + ∆H DAB = 120 m γ 2g γ 2g 2g 2g VA = VB ⇒ 4. e como o escoamento é constante.345 ⋅ 103 ⇒ Q = 0. foi instalada em uma seção A uma mangueira plástica (piezômetro) e o nível d’água na mangueira alcançou a altura de 4.0752 Pela ideia de que a energia total se mantém constante.2 ⇔ 14.85 → JA = 3.309 m/100 m JB = 1. Determine a vazão.0423 m3/s = 42.15 ⋅ 9.0213 ⋅ ( 500 − LA ) = 14.345⋅103 ∆H L 1.8 m 1. 4 + ∆H ⇔ ∆H = 1.37 m 0. o nível d’água em outro piezômetro alcançou a altura de 2. ƒB = 0.20 − 2.37 ⇒ Q1.81⋅10–3)1.21 Em uma tubulação horizontal de diâmetro igual a 150 mm.3 → β = 1.85 ⋅ D 4.85 = = 10.23 ⇔ 3. D = 150 mm = 0. J B = B B = 2 Dg 2 ⋅ 0.154.85 4.015 120 Q1.02283(500 – LA) = 14. 120 m à jusante de A. 23 − 10.0101 ⋅ LA = 14.8 ∆H = J ⋅ L ⇒ J = = 0.878 ⋅ 10−3 = 0.00  J = β ⋅ Q1.65 10.802 657.23 m 2 ⋅ 9.202 1.65 C D ⇔ Q = 1.81 ⋅ 10−3 = 0.0253 m /s = 25. Em uma seção B.85.58 + = 643.0193.0314LA + 0.02283 ⇔ 0.65 1.58 = 354.0213 m/m = = 1.8 A π ⋅ 0.20 m.65 ⇔ LA = 2.85 ⋅ 0.345⋅103 JA = 1.3 l/s André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.60 + ∆H ⇔ ∆H = 14. Assim: ∆H = ∆H A + ∆H B = J A LA + J B LB = 0.85 J ⋅ C1.80 m/s.0101 Pela fórmula de Hazen-Williams: J = βQ1.83 = 643.com .

6 m f2 = 0.024 Q2 = ? 2 π ⋅ D2 A2 = = 0.305 D = 30 ⇒ Q = 0.024 ⋅ 3000 ⋅ 3. Supondo que o fator de atrito da tubulação seja constante e igual a f = 0. d) desenhe as linhas de energia e piezométrica após a instalação da bomba.15 m3/s. com 1500 m de comprimento.53682 2.6 2 ⇒ Q2 = 0. Determine a vazão transportada pela segunda tubulação.com . é feita por duas tubulações em paralelo. b) a potência necessária à bomba para recalcar uma vazão de 0.3 ⋅ 0.024 ⋅ 3005 ⋅ 3000 π 2 g D5 Por outro método: 1.032 ⋅ 1500 ⋅ 0. mantidos em níveis constantes. com 3000 m de comprimento. nas condições do item anterior.032.2827 4 Q Q2 = V2 ⋅ A2 ⇔ V2 = 2 = 3.032 Q1 = V1A1 2 π ⋅ D1 A1 = = 0.15 m3/s ⇒ Q = V⋅A ⇔ V = π D2 Q = 0.024.3 m f1 = 0.259 m3/s ⇒ 2 1 14 ⋅ L1 = 2 2 2 ⋅ L2 ⇒ Q2 = 4 π g D1 π g D2 0.36.34 Uma tubulação de 0.032 ⋅ 6005 ⋅ 1500 8 f Q2 2 0. 600 mm de diâmetro.024 ⋅ 3000 ⋅ 3. e fator de atrito f = 0. desprezando as perdas de carga localizadas e considerando a carga cinética na adutora.0707 m2 4 Q1 V1 = = 0.0562 = 0. conectando-se aos reservatórios em pontos situados 10 m abaixo de suas respectivas superfícies livres. L2 = 3000 m D2 = 600 mm = 0. L1 = 1500 m D1 = 300 mm = 0.23 A ligação entre dois reservatórios.Universidade Federal do Espírito Santo 5 2. transporta uma vazão de 0.2 km de comprimento desce.5368Q2 A2 Tubulações em paralelo → ∆H1 = ∆H2  f ⋅V 2  f ⋅ L ⋅V 2 f ⋅ L ⋅V 2 f ⋅ L ⋅V 2 f ⋅ L ⋅V 2 f ⋅ L ⋅V 2 ∆H = J ⋅ L ⇔ ∆H =  ∴ 1 1 1 = 2 2 2 ⇔ 1 1 1 = 2 2 2 L =  D ⋅ 2g  D ⋅ 2g D1 ⋅ 2 g D2 ⋅ 2 g D1 D2   2 0.25864 m3/s = 258.020 ⋅ 3200 π g D b) Pot = ? para Q = 0. determine: a) a vazão original do sistema por gravidade. A vazão através da linha não é satisfatória e instala-se uma bomba na altitude 135 m a fim de produzir o aumento de vazão desejado.1221 onde A = A 4 André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.30 m de diâmetro e 3.020 e que o rendimento da bomba seja 80%.6 = 0.7922 m/s A1 2.056 m3/s de água. observando os níveis d’água de montante e jusante.79222 ⋅ 0. com fator de atrito f = 0. A primeira.64 l/s 0.0707 = 2.53682 ⋅ Q2 ⇒ = ⇒ 0. 300 mm de diâmetro.032 ⋅ 1500 ⋅ 0.7922 2 0. para outro reservatório cuja superfície livre está a uma altitude de 120 m.81 ⋅ 0. c) as cargas de pressão imediatamente antes e depois da bomba. de um reservatório cuja superfície está a uma altura de 150 m. (Sugestão: reveja a equação 1.) a) hf = J⋅L =150 – 120 = 30 m 8 f Q2 π 2g 5 π 2 ⋅ 9. A perda de carga é a mesma: h f1 = h f 2 ⇔ J 1L1 = J 2 L2 J= 8 f Q2 8 f Q2 0. com inclinação constante.117 m3/s ⋅ 5 ⋅ L = 30 ⇒ Q 2 = 30 2 8f ⋅L 8 ⋅ 0.3 0.

17 ⇔ 2g γ 2g γ pdepois γ = 25.8 0.85 = 509.3  π ⋅ 0.85 → tabela ( D .020 ⋅ 3.85 ⋅ 100 = 1.345 ⋅ 103 André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.34 ⋅ 2 ⋅ 9. C ) 100 ⋅ β AC ⋅ Q1. A instalação está em um plano horizontal e o coeficiente de rugosidade da fórmula de HazenWillians.85 ⋅ LBC ⇔ 9.020 ⋅ 3.01 ⋅ 0. CPA = CPB ⇒ h f AC = h f BC Hazen − Willians J = β ⋅ Q1.35 Na figura 2.8 ⋅ Q ⋅ H B η L  4Q  1 0.15  1 ⇔ za + H b = zc + f    2 g ⇔ 150 + H B = 120 + 2 2 D πD  0.com .686 ⋅ 103 ⋅ 101.8 ⋅ 0.2 ⋅ 103  4 ⋅ 0.858 ⋅ 100 ⇔ AC BC BC ⇔ QBC = 1.07 l/s 1.93 kW 0.33 ⋅ 2.Universidade Federal do Espírito Santo 6 Pot = 9.3 ⋅ π 2 ⋅ 0.01 − 135 − 8.83 mH2O HB + ⇔ pA γ + zA + 2 pdepois V A pdepois V2 = + z B + B + ∆H1 ⇔ = 150 + 19.3 pantes + 135 + ∆H pantes γ = 6.02 ⋅ 533.3  2 ⋅ 9.85 9. 2 ⋅ 103 ⋅ 42 ⋅ 0. determine as vazões em todas as tubulações e o desnível H entre os reservatórios.8 ⇔ H B = −30 + 2 2 c) pA γ + zA + 2 V A pantes V2 p = + z B + A + ∆H1 ⇔ z A = antes + z B + ∆H1 2g γ 2g γ ∴150 = 1 γ onde: L V 2 0.345 ⋅ 103 ⋅ Q1.17 D 2g 2 ⋅ 9.84 mH2O 2.83 = 29. vale C = 130.85 ⋅ LAC = 100 ⋅ β BC ⋅ Q1. de todas as tubulações.686 ⋅ 103 ⋅ 101. Se a vazão no trecho AC é igual a 10 l/s de água.8 ⋅ 19.85 1.8 9.152 = 19.12212 ∆H1 = f = = 8.01 0. Despreze as perdas de carga localizadas e as cargas cinéticas das tubulações.15 ∴ Pot = = 34.14 os pontos A e B estão conectados a um reservatório mantido em nível constante e os pontos E e F conectados a outro reservatório também mantido em nível constante e mais baixo que o primeiro.

345 ⋅ 103 ⋅ Q1. C ) DF β DE = β DF LDF 1.48 m pB = 803.128QDF Conservação da matéria ⇒ QDE + QDF = QCD ⇔ QDE + Q DF = 39.85 ⋅ LAC + β CD ⋅ QCD ⋅ LCD + β DE ⋅ Q1. K = 5.37 l/s ⇒ QDE = 20. calcule qual deve ser a perda de carga localizada no registro e seu comprimento equivalente.85 ⋅ LDF ⇔ Q1.0175 m3/s = 17. cotovelo 90° K = 0. 810 − 800 = 0. C = 130 β1 = 1.25Q1.00758 m/m 860 + 460 Aço soldado revestido com cimento centrifugado.73 l/s H = CPA − CPE = h f AC + h fCD + h f DE ⇔ 1  1.85 DE DF ( ) 1.85 ⇒ Q AB = 0. β2 = 9.48 mH2O γ 3.758 = 1. curvas de 45º K = 0. André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.85 QDF = QDF ⇔ LDE 200 100 ⋅ β DE ⋅ Q1.85 ⋅ 200  ⇔   100 H= ⇔ H = 6.345 ⋅ 103 ⋅ 0.96 l/s.85 ⋅ 300 + 1.2 e registro de ângulo.Universidade Federal do Espírito Santo 7 QCD = QBC + Q AC = 29.0.011.85 ⇒ 0.00603 m3/s = 6. Determine. b) querendo-se reduzir a vazão para 1.85 β AC ⋅ Q1.312 ⋅ 102 ⋅ 0.00758⋅860 = 803.36 Determine o valor da vazão QB. Material: aço soldado revestido com cimento centrifugado.020731.1 ⇒ QDF = 18.1 ⇔ 1.128QDF + QDF = 39. pelo fechamento parcial do registro.85 ⋅ LDE = 100 ⋅ β DF ⋅ Q1.03 l/s BC BC QB = QAB – QBC ⇒ QB = 11.85 = DE DF DE ⇔ Q1. C ) DE = ( D.85 ⇒ Q AB = 0.17 tem diâmetro de 50 mm em ferro fundido com leve oxidação.758 = 9.07 l/s CPE = CPF ⇒ h f DE = h f DF ( D.03911.85 ⇒ 0. sabendo que o reservatório 1 abastece o reservatório 2 e que as perdas de carga unitárias nas duas tubulações são iguais.686 ⋅ 103 ⋅ 0.07 + 10 = 39.85 = 1.85 ⋅ 100 + 3.686⋅103 J AB = β ⋅ Q1.85 ⇒ QDE = 1. e a carga de pressão no ponto B.686 ⋅ 103 ⋅ Q1. 47 m 2.345⋅103. Os coeficientes de perdas localizadas SAP: entrada e saída da tubulação K = 1.com .85 250 1.1 A instalação mostrada na Figura 3.5 l/s AB AB J AB = J BC = J BC = β ⋅ Q1.47 l/s Cota B = 810 – ∆HAB = 810 – JABLAB = 810 – 0. aberto. Despreze as perdas localizadas e as cargas cinéticas. 48 − 780 = 23.9. usando a equação de Darcy-Weisbach: a) a vazão transportada.0.85 ⋅ LDE  ⇔ AC DE  100  1  ⇔H = 9.

423)V 2 .0 ⇔ f + ∑ K  = 5.333  = f ( )  ( )   ε        2 2 2  1  =  = 0.1 ⇒ K = 64.114⋅10-3 m3/s b) Q = 1.0 + 25.3 = 98.987V2 ⇔ V = 1.0 + 25.96 l/s ⇒ V = f 4Q 4 ⋅ 0.0 ⇔ + ( 2 ⋅1.0 + 13.0 ⇔ 1.9 + 2 ⋅ 0.0 ⇔ 5.0 ⇔ f  D 2g  2 ⋅ 9. 27 ⇔ 0.9 + 2 ⋅ 0.586 m/s ⇒ Q = V⋅A = 1.0341 ( 2. ε = 0.05  ⇔ 30.0003  =  2log618.05   2 V ⇔ ( 900 f + 8.0) + K + 2 ⋅1.3) = 5.30 mm (Tabela 2.87 f + 0.05 2 ⋅ 9.0 2g D 2g 2g 2g  D   Ferro fundido com leve oxidação: ε = 0.0 + 5.0 = ( 48.0 + 5. D = 50 mm 19. V = 1 m/s → f = 0.2 = 3.0252 = 3.00196 = = 1.62       1 1 1 1  3.30 mm.2 = 5.2 ∆hreg = K V2 1.81   Leq ≅ 94.71D / ε  =  2log 3.81  0.0 + 0.0 = 1.0 )  f + ∑ K  = 5.0 ⇔  f D + ∑K D 2g 2g 2g   ε = 0.com .2 + 5.034  2 ⋅ 9.27 m 2g 2 ⋅ 9.6 + K + 3. 27 =  = 3.58  ∴ 5.2)  V2  L V 2  ( 2.052 2 L V2 V2 V2  L  + ∑K = 5.35 m André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.Universidade Federal do Espírito Santo 8 V12 p V2 = z2 + 2 + 2 + perdas.0 ) = 5.71 ⋅ 0.30 mm.0 + 0.032  5.05 / 0.27 ⇔  Leq ⇔ f ⋅  2 Dg  D 2g 0.81  f ⋅V 2  Leq V 2 Leq 1.71D  = 2log   ⇔ f =  2log 3.02 ∆hreg = JLeq ⇒ 3.0 + 13.586⋅π⋅0.034 ⋅ ⋅ = 3.81  0.02 = 64.02  ∴ 0. onde p1 = p2 =patm γ 2g γ 2g ∴ perdas = z1 − z2 = h f + ∆h = 50 − 45 = 5 m z1 + p1 + a) Fórmula de Darcy-Weisbach: V2 L V2 V2 V2  L  JL + ∑ K ⋅ = ∆H ⇒ f + ∑K ⋅ = 5.0 m/s 2 πD π ⋅ 0.

8 Dois reservatórios.85 1.010 + 1.8 + x ) m LECB = 2 ( 0.3 = 3. Tabela 3. c) máxima e mínima carga de pressão na linha. e alimentada por uma vazão de 2.0 m. V.0 − x ) = x − 1.001 V 1.09 m LCB = 0.53D ) + ( 0.09 + 0.85 J = 69.Universidade Federal do Espírito Santo 9 3.53D ) + ( 0.4) 2.85 ⇒ J = 0.50 Para que QA = QB. em mH2O.81 1. e usando a fórmula de Hazen-Williams.388 + 67. 2802 x + x = 0.010 + 6. Determine qual deve ser o comprimento x para que as vazões que saem pelas extremidades A e B sejam iguais. mantidos em níveis constantes. supondo o registro colocado no ponto B.04 m/s J = 69.50 ⇔ x = 1. são interligados em linha reta através de uma tubulação de 10 m de comprimento e diâmetro 50 mm. adotando C = 145. 2518 m/m 125 0.17 Logo: 0.0252 C = 125 (Tabela 2.0 + 1.85 = = 2.89 D ) = 2. determine: a) a vazão de canalização supondo que o registro esteja colocado no ponto A. devemos ter: z A + JLTA = z B + JLTB ⇔ 1.80 + 2.09 m ⇔ J ( 3.23.0 l/s de água.3 = (0.17 ⇒ V = 2 C D πD π ⋅ 0. d) desenhe em escala as linhas piezométrica e de energia.189 + 30.81 1.5 + J ⋅ ( 3. Admitindo que a única perda de carga localizada seja devido à presença de um registro de gaveta parcialmente fechado. nos casos a e b. Os cotovelos são de raio curto e os registros de gaveta. C.89 D ) = 0.83 m 3.7 A instalação hidráulica predial da figura está em um plano vertical e é toda em aço galvanizado novo com diâmetro de 1”.09 ) = x + J ( 2.com .5 + x + 0.80 m LECA = 2 ( 0.010 + 6.95 ⋅ 0.189 + 30.6 – Comprimentos equivalentes: cotovelo 90°_raio curto LE = 0.53D registro_gaveta aberta LE = 0.8406 + 1. rígido. cujo comprimento equivalente é LE = 20.5 + 0. b) idem.041. de P.0251. André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.89D LAC Perdas de carga: = 2. como mostra o esquema da Figura 3.189 + 30.80 + x ) ⇔ Hazen-Williams: 4Q 4 ⋅ 0.025 = 2.

75 m 2 ⋅ 9. cujo comprimento André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.0 m) • vA = vB (vazão constante) perdas = zA – zB = 3.0 m V 1. mantido 15 m acima da saída da tubulação.85 1.85 2.1000 ⋅ 10 = 2.0 ) = 3 ⇔ C ⋅D 1451.17 z3 = z 4 = z B p  p  p  V2 V2 V2 • z1 +  A  + 1 = z2 +  A  + 2 + JLE ⇒  A  = ( z1 − z2 ) − 2 − JLE ⇔ 2g  γ atm 2 g  γ mín 2 g  γ mín p  p  2.85 ⋅ 0.75 m   = 4.1000 m/m C ⋅D 145 ⋅ 0.81  γ mín  γ mín p  p  p  V2 V2 V2 + 4 + JLT ⇒  A  = ( z1 − z4 ) − 4 − JLT ⇔ • z1 +  A  + 1 = z4 +  A  2g  γ atm 2 g  γ máx 2 g  γ mín  pA  p  2.27 π ⋅ 0.052 4 = 4.Universidade Federal do Espírito Santo 10 Equação da continuidade: p V2 p V2 z A + A + A = z B + B + B + perdas γ 2g γ 2g • pA = pB (os dois reservatórios com NA = 1. A tubulação está fechada na saída por uma válvula.0 ⇔  A  = −1.051.17 = 6.81 1.37 l/s a) A pressão é mínima no ponto mais alto e máxima no ponto mais baixo: z1 = 4m V 1.0 + 20.81 1.10 Uma tubulação retilínea de 360 m de comprimento e 100 mm de diâmetro é ligada a um reservatório aberto para a atmosfera.31 ⋅ (10.0 − ⇔ b) • z1 +  B  2g 2 ⋅ 9.com .0 = JL = 6.0 − 2 ⋅ 9.85 3.2272 ⇔  A  = 1.85 = 4.1000 ⋅ 20.85 z2 = z A J = 6.2272 + 1 = z2 +  B  + 2 ⇔ B  = ( z1 − z2 ) − 2 = 1.25 m 2 ⋅ 9.81  γ máx 3.227 m/s Q = VA = 2.17 LT ⇔ 6.75 m  γ mín p  p  p  V2 V2 V2 + 1 = z3 +  B  + 3 + JL ⇔  B  = ( z1 − z3 ) − 2 ⇔ • z1 +  B  2g  γ  ATM 2 g  γ máx 2 g  γ máx p  2.1000 ⋅ 30 ⇔  A  = 0.81  γ máx 2 g  γ máx 2 g  γ máx p  ⇔  B  = 0.85 = 0.31 ⋅ 1.051.2271.227 2 ⇔ B  = 1.0 − − 0.85 V 1.397 ⇒ V = 2.17 ⇔ V 1.81  γ mín  γ máx p  p  p  V2 V2 V2 2.2272 − 0.85 1.0 − − 0. com nível constante.

assentada com uma inclinação de 2° em relação à horizontal.11 e a metodologia do problema 1. Sugestão: utilize a Equação 1. A partir de V(t).5 ⋅ 0. seguido por outro trecho de 900 m de comprimento e 100 mm de diâmetro.1 Um sistema de distribuição de água é feito por uma adutora com um trecho de 1500 m de comprimento e 150 mm de diâmetro.Universidade Federal do Espírito Santo 11 equivalente é de 7. Determine a perda de carga total na adutora.15 → ∆H = f Le V 2 V 2 (7. pA + zA + 4. com escoamento livre.98 ∆H 0 = JL onde J = = 0.8265V 2 + 36.9 mH2O. ambos com o mesmo fator de atrito f = 0.1 ⋅ 2 g 2g Equação da energia para A e B: p V2 p V2 L dV V2 L dV z A + A + A = z2 + 2 + 2 + ∆H + ⇔ z A = 2 + ∆H + ⇔ γ 2g γ 2g g dt 2g g dt V2 V2 dV dV + 74 + 36.11 → p1 + z1 + Equação 3. desprezando as perdas localizadas ao longo da adutora.025 m3/s e toda água é distribuída com uma taxa uniforme por unidade de comprimento q (vazão de distribuição unitária) nos dois trechos. encontramos V(t).5 m de comprimento da tubulação.028. 46 400 6.020 e adote como coeficiente de perda de carga na entrada K = 0. ⇔ 15 = 3. determine o tempo necessário para que a velocidade média atinja 98% da velocidade em condições de regime permanente. calculamos t. V12 p2 V2 L dV = + z2 + 2 + ∆H12 + γ 2g γ 2g g dt Comprimento equivalente na entrada: L K K ⋅ D 0.26. Le = 25.com .86 = 0.5 + 2. A vazão total que entra no sistema é 0. Assuma o fator de atrito f = 0. V 2 pD V2 p p = + zD + + ∆H ⇔ A − D = z D − z A + ∆H ⇔ 0.4. conforme a Figura 3.5 + 360) V2 ⇒ ∆H = (0.02 f Equação 1.96 ∴ 0.79.1 Equação 3.96 + ∆H ⇔ ∆H = 14. Se a válvula é aberta instantaneamente.16 → e = ⇒ Le = = = 2.79 200 Como LAD = 400. André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.7347 ⇔ 3. determine o comprimento equivalente do registro colocado na tubulação de diâmetro único.9 = −13.0349 ∴14.9 = − z A + ∆H γ 2g γ 2g γ γ h sen 2° = ⇔ h = 13.02) = 74 D 2g 0.5 m D f 0. de modo que a vazão na extremidade de jusante seja nula.13 Sabendo-se que as cargas de pressão disponíveis em A e B são iguais e que as diferenças entre as cargas de pressão em A e D é igual a 0.7347 − 15 = 0 2g 2g dt dt Resolvendo-se a equação diferencial.5.0349 L ⇔ L = 425.

025 − 1.1224 ⇒ A A A = 1850.028 ⋅ 0.8 ⋅ 10 ∆H = 0.1 m L2 = 900 m Qm = 0. se elas são conectadas (a) em série ou (b) em paralelo.20 m3/s ∆P = – 60 kN/m2 V12 p V2 p + z1 + 1 = 2 + z2 + 2 + ∆H 2g γ 2g γ V → const.15 m L1 = 1500 m D2 = 0.8 9.15 m3/s ∆P = – 50 nK/m2 André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.17 m3/s de água são bombeados através das duas tubulações.0827 2 f A LAQ A f L Q2 f L Q2 ⇒ 0.042 ⋅10−5 ⋅ 1500 ⇔ Q j = 9.0827 = ⇒ J1 = 9.20 m3/s. Tubulação A: QA = 0.0827 ⋅ 0.15 ∆H 2 = J 2 ⋅ L 2 ⇒ ∆H 2 = 5. p1 p 2 60 ⋅ 103 60 − = ∆H A ⇔ = ∆H A ⇔ ∆H A = = 6. γ γ 9.014432 ⇒ J 2 = 6.717 m Finalmente: ∆H T = ∆H1 + ∆H 2 ⇔ ∆H T = 19.042 ⋅ 10−5 m3/ms L1 + L2 Para o trecho 1: Q j = Qm − q ⋅ L1 = 0.4 Quando água é bombeada através de uma tubulação A. Determine a queda de pressão que ocorre quando 0.3528 ⋅ 10−3 m/m 5 5 D 0.028 D1 = 0.025 m3/s Q = 1.0827 ⋅ 0. com uma vazão de 0.0827 f = Q2 f Qm + Q j 4.0171875 m3/s 2 2 Pela equação universal: f ⋅ Q 2 0.01443 m3/s Qf = = 0. e através de uma tubulação B. 229 m J = 0. Neste último caso.801 5 5 5 DA DA DA Tubulação B: QB = 0. a queda de pressão é de 50 kN/m2.025 + 0.028 ⋅ 0.512 m Para o trecho 2: Q Qj = 0 → Qf = m 3 Qm2 = QJ1 ⇒ Q f = 0. com uma vazão de 0. Use a fórmula de Darcy-Weisbach. calcule as vazões em cada tubulação.008 ⋅ 10−3 m/m 5 D 0.375 ⋅ 10−3 m3 / s q= 0.009375 ⇔ Q f = 0.01718752 f J = 0.1224 m 3 z → const.155 Assim: ∆H1 = J1 ⋅ L1 ⇒ ∆H1 = 13.com .Universidade Federal do Espírito Santo 12 F = 0.0827 A A A = 6.15 m3/s. a queda de pressão é de 60 kN/m2.

50 ∆H A = z → const.021Q A = 52.020 e desprezando as perdas localizadas e a carga cinética.17 ⇔ QB = 0.35 + 64.8 p1 + z+ 0.0827 ⋅ f A ⋅ A ⋅ Q A = 0. Assumindo um fator de atrito constante para todas as tubulações.0827 ⋅ f A ⋅ LA 2 ⋅Q D5 A ∆PA = 0. existe uma distribuição em marcha com vazão por metro linear uniforme e igual a q = 0.09332 ⋅ 9.8 ∆PB = 64. A vazão que sai do reservatório I é de 20 l/s.0827 ⋅ f A ⋅ LA ⋅ 0.172 ⋅ 9. b) a carga de pressão disponível no ponto C. determine: a) a carga piezométrica no ponto B.927 5 9.801Q A = 2741.801 ⋅ 0.57 kN/m2 b) Em paralelo QA + QB = 0. f = 0.com .0287 2 f B LBQB 50 f L = ⇒ B 5 B = 2741.0827 ⋅ f B ⋅ B ⋅ QB ⇔ 1850.927 ⋅ 0.22 kN/m2 ∆P = 43.20 tem todas as tubulações do mesmo material.35 kN/m2 ∆P f ⋅L ∆H B = B = 0.272 ⋅ 9.8 DB DB a) Em série QA = QB ∆H = ∆HA + ∆HB → ∆P = ∆PA + ∆PB ∆H A = ∆PA γ = 0. c) a vazão na tubulação de 4” de diâmetro.217Q B = 0. 217QB ∴ 2. 9. se a cota geométrica desse ponto é de 576.8 ∆PA = 43.0767 m3/s ⇒ QA = 1. Entre os pontos B e C.0827 ⋅ 1850.17 L L 2 2 2 2 ∆H A = ∆H B ⇔ 0.927QB ⇔ 5 5 DA DB ⇔ 43.363QB ⇔ Q A = 1.0827 ⋅ 2741.8 ⇔ ∆P = 13.06 kN/m2 D5 A γ 4. André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.217⋅0.22 = 107.00 m.0827 ⋅ B 5 B ⋅ Q 2 γ DB ∆PB = 0.0767 = 0.01 l/(s.7 O sistema de distribuição de água mostrado na Figura 4.m).Universidade Federal do Espírito Santo 13 V 2 p2 V2 = +z+ + ∆H γ 2g γ 2g V → const.0933 m3/s ∆H A = ∆P ⇒ ∆P = ∆H A ⋅ γ ⇔ ∆P = 0.

tem-se que Q4 + Q6 = 0. Portanto: Q4 = 4.15 m e 4” = 0.87 0.1 0.3514Q2 = 20 ⇔ Q2 = 14.02 ⋅ 790 ∴ CPB = 590 − 0.0827 ⋅ 5 ⋅ Q 2 ⇒ 0.85 ⋅ 750 = 10.42 m 0.819.87 C ⋅ (0.8496 m/s 2 π D6 / 4 V4 = Q6 = 0.87 ⋅ 800 ⇔ C1.304.85 1.42 − ∆H b) γ γ γ γ QFBC = Qm + Q j 2 = 0.3514Q2 5 5 0.6827 m D 2g 0.6348 m/s 2 π D4 / 4 Na tubulação de 6” de diâmetro.986⋅10–3 m3/s Q6 = 15.Universidade Federal do Espírito Santo 14 Solução 1: 4” = 0.10 m ∆H 6 = ∆H 4 ⇔ J 6 ⋅ L6 = J 4 ⋅ L4 ⇔ 10.31Q4 ⇔ Q6 = 7.0827 ⋅ 5 1 ⋅ Q1 = 0.6827 ⇔ CPB = 586.0827 ⋅ 1.85 4 4.717.015 m3/s.1 m (Caminho 1) 6” = 0.3173 m γ 2g γ 2g pB + zB = pC + zC + ∆H ⇔ 586.85 1.799 l/s = 1.684Q4 ⇔ 0.48⋅10–2 m3/s 2 0.85 ⋅ (0.01 → QF = 0.1) 1.15 Mas Q1 + Q2 = Q A = 20 l/s ⇒ 1.15) 4. tem-se: L V2 750 0.87 ⇔ Q6 = 3.com .0827 ⋅ ⋅ Q2 ⇔ 5 D D1 D2 pA + zA + 800 2 750 2 ⋅ Q1 = ⋅ Q2 ⇔ Q1 = 0.014⋅10–3 m3/s Para as respectivas vazões.011Q4 Do enunciado.154.02 ⋅ ⋅ ⇒ ∆H AB = 3.02 + 0.15 2g Equação da energia na superfície I e em B: p V2 p V2 z1 + 1 + 1 = z B + B + B + ∆H AB ⇔ 590 = CPB + 3.85 1.85 1.65 ⇔ 1.65 1.42 = pC + 576 + ∆H ⇔ pC = 10.853Q6 = 59.85 = ⇔ 7.858.14.85 Q6 Q1.48 ⋅ 10−2 = 586.15 m (Caminho 2) V 2 pB V2 p p = + zB + + ∆H onde CPA = A + z A e CPB = B + z B γ 2g γ 2g γ γ ∴ CPA = CPB + ∆H ⇔ 590 = CPB + ∆H ⇔ CPB = 590 − ∆H Cálculo de ∆H: f ⋅L f ⋅L f ⋅ L2 2 2 ∆H = 0. 2 André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.85 750Q6 800Q4 1.020. tem-se: Q6 V6 = = 0.84962 ∆H AB = f = 0.155 Solução 2: ⇔ ( ) Tubo de 6” = 0.

85 4. este reservatório é abastecido.85 ⇒ Q AB = 2.85 → J = 18.20 m 6” = 0. Despreze as perdas localizadas e as cargas cinéticas e utilize a fórmula de Hazen-Williams.65 ⋅ Q1.85 AB AB = ⇒ J = 4.3514Q2 = 0.48⋅10–2 = 5.85 C = 110.85 = 4741.85 AB 1.516Q1.02 ⋅ 1000 ⋅ 0. 2 ∆H AB = LAB ⋅ J → ∆H AB = 1050 ⋅ 4.2⋅10–3 m3/s 4.com . de II.831⋅103 (Tabela 2.9 No sistema de abastecimento d’água mostrado na Figura 4.0152 = 4. Quando a carga de pressão disponível no ponto B for de 20 mH2O.83Q1. determine a vazão no trecho AB e verifique se o reservatório II é abastecido ou abastecedor.85 10. Como este valor é maior γ que a cota piezométrica do N.4 → C = 110 8” = 0.3514⋅1. qual a vazão QB que está indo para a rede de distribuição? A partir de qual valor da carga de pressão em B a rede é abastecida somente pelo reservatório I? Material das tubulações: aço rebitado novo.5Q1. ou seja: Q AB = QB + QBC 1.87 1.3) Portanto: J = β ⋅ Q1.52 mH2O c) Da letra a.87 C ⋅D 110 ⋅ 0.83 ⋅ Q1.31 ⋅ Q1. Tabela 2. cuja rede se inicia no ponto B. tem-se: Q1 = 0.9 = 5.516Q1. Por Hazen-Williams: J= 10. A. o reservatório II é abastecido.95244663 ⋅ 10−3 = 0.85 4.85 AB AB Equação da energia na superfície do reservatório I e em B: p V2 p V2 z1 + 1 + 1 = zB + B + B + ∆H AB ⇔ 754 = 720 + 20 + ∆H AB ⇒ ∆H AB = 14 m γ 2g γ 2g Assim: 14 = 4741.Universidade Federal do Espírito Santo 15 ∴∆H = 0.90 m 0.31Q1.15 m carga de pressão disponível no ponto B = 20 mH2O → CPB = pB pB γ = 20 mH2O + z B = 740 m → Em B a cota piezométrica é CPB = 740 m.91 l/s AB Como CPB > NAII. D = 6” ⇒ β = 1.85 = 11901.0827 ⋅ ∴ pC 0.85 BC BC Equação da energia superfície do reservatório II e em B: p V2 p V2 p z B + B + B = z2 + 2 + 2 + ∆H AB ⇔ z B + B = z2 + ∆H AB ⇔ 720 + 20 = 735 + ∆H BC ⇔ γ 2g γ 2g γ ⇔ ∆H BC = 5 m André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.155 γ = 10 − 42 − 4.65 ⋅ Q1. Nesta situação.21 faz parte de um sistema de distribuição de água em uma cidade.04291 m3/s = 42.85 BC BC ∆H = L ⋅ J → ∆H = 650 ⋅ 18.

Para encontrar a potência requerida. Uma dessas duas bombas deverá ser utilizada para bombear água através de uma tubulação de 0.93 kW η 0.3 17. qual a potência requerida? Despreze as perdas localizadas.036 m3/s → η2 = 60 % QA = 0. usaremos o ponto (QB.70 Então. E = H g + ∆H = H g + L   ⇒ E = 3.033 − 0.2 13.85 = 14.036 Bba A H (m) 22.024 0. fator de atrito f = 0. 2 + 3473. HB) do funcionamento de B.33 % Q2 − Q1 η2 − η1 0. 21 m de comprimento.024 0.6 21.0827 ⋅ F ⋅ Q 2 Para a tubulação.012 0.5Q1. tem-se: QB − Q1 ηB − η1 0.020 e altura geométrica de 3. Para a bomba selecionada.7 14.035 ⋅ 7.95 l/s BC BC Finalmente: QB = Q AB − QBC ⇔ QB = 42.1 As curvas características de duas bombas. Q1 = 0.20 0.030 m3/s → η1 = 66 % Q2 = 0.Universidade Federal do Espírito Santo 16 Assim: 5 = 11.20 6.7 3.901.03 ηB − 80 = ⇒ = ∴η A = 63.03 60 − 80 ⇒ O melhor rendimento é o da bomba B.018 0.03 η A − 66 = ⇒ = ∴η A = 47 % Q2 − Q1 η2 − η1 0. Q m3 / s E (m) ( ) 0.036 m3/s → η2 = 28 % QA = 0.26 m.0 6. Justifique.62Q + 15.035 m3/s Interpolando.036 − 0. no ponto de funcionamento de A. para uma determinada rotação constante. 26 Pot = = = 3.95 ⇔ QB = 27. 4Q 5   D   Para as vazões marcadas.0 3.035 − 0.03 28 − 66 Fazendo o mesmo para o ponto B. Selecione a bomba mais indicada para o caso.6 11.7 9.10 m de diâmetro. Portanto: p p CPB ≥ 735 ⇔ z B + B ≥ 735 ⇔ B ≥ 15 mH2O γ γ 5.030 m3/s → η1 = 80 % Q2 = 0. Com os valores de Q e H.com .9 11.32 3.9 0 32 74 86 85 66 28 η (%) Bba B H (m) 16. tem-se: Q1 = 0.33 7. Q A − Q1 η A − η1 0.91 − 14.6 10. HB = 7.012 0. Pela equação de B.9 20.6333 André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.018 0.006 0.2 9.036 − 0. γ ⋅ Q ⋅ H 9800 ⋅ 0.83Q 2 − 222. são mostradas na tabela a seguir.036 3.035 m3/s.4 0 14 34 60 80 80 60 η (%) 2  0.70 4.85 ⇒ Q1.2 m.030 0.033 m3/s Interpolando. a cota piezométrica em B deve ser igual ou maior que NA de II.32 5.03 0. Q (m3/s) 0 0.96 l/s Para a rede ser abastecida somente por I.536 Para Q = 0.006 0. tem-se: H B = −396.

7 (17.87  QA + QB = Q A − 0.7 = CP B + 10. determine a vazão que chega ao reservatório superior e a cota piezométrica no ponto B.1524 4.5 5 E 5.179.87 11.85 1 2 ⋅ 1000 + ⋅ 800  1301.1 ⇔ x = 15.85 0.2 O esquema de bombeamento mostrado na Figura 5.7x = 52 − 5x ⇔ 17.85 ⋅ ⋅ 1000 1301.8 − 5 = 6.5 12.15244. existe uma distribuição de vazão em marcha com taxa de distribuição constante e igual a q = 0.3 ( Q A − 0.3 2 CPB = 15.8 ℓ /s A cota piezométrica em B é: P V2 P V2 z A + A + A + E = z B + B + B + ∆H AB γ 2 γ 2 15.85  0.005)1.005) Q 5 10 15 20 H 20 17.5 m André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.4 − 23.5 − x 10.21 é constituído de tubulações de aço com coeficiente de rugosidade da fórmula de Hazen-Williams C = 130.5 − 15.0025)   ⋅ 1000 + A 1301.65 0.85 ⋅ 800 10.4 23.3 Interpolando: 17.85 = 5 + 12.0025 = Q1 2 Q B = Q A − qL AB = Q A − 0.7 = ⇔ 10.8 QF = = 9.4 − x = ⇔ −12.5 10.65  ( Q A − 0. Despreze as perdas localizadas e a carga cinética. 2 PA VA P V2 + + E = z C + C + C + ∆H AC γ 2 γ 2 E = z C − z A + ∆H AC ⇒ E = 5 + J ABL AB + J BC L BC zA + E = 5+  10.10164. dada na figura. Para a curva característica da bomba.005 = Q 2 Q A = Qf = E = 5+ 1.85 ( Q − 0.7 − 2.8 ℓ = Q 10 − 15 17.85 1.12 ( Q A − 0.5 − x ) = 5 (10.10164.com .5 − 12.5 QC = Q B = QA − qL AB = 11.4 − x ) ⇔ −222.457.005 l/(SM). Da bomba até o ponto B.00931.15244.0025) + 71.85 Q1.7 m/ = E = H 10 − y 17.25 + 12.1 42.2 = 13.87 0.5 − 12.85  0.87 0. y = −1.87    1.8 + 6.2 10.8 ⇔ y = 11.65  Q1.Universidade Federal do Espírito Santo 17 5.

qual a vazão em cada bomba? c) Qual a vazão e a altura de elevação fornecidas por uma bomba isoladamente isolada no sistema? d) Que verificações devem ser feitas antes de escolher a bomba.40 ) + 1. altura geométrica de 20 m.5 26 22 20. respectivamente.4 Deseja-se recalcar 10 ℓ/s de água por meio de um sistema de tubulações.10 m. Com a curva característica de uma bomba.6 − x ) ⇔ −72.5 diâmetro de recalque igual ao diâmetro de sucção.22. obtém-se a vazão desejada? b) Em caso afirmativo. de acordo com os pontos de funcionamento obtidos? 2 PA VA P V2 + + E = z C + C + C + ∆H AC γ 2 γ 2 E = 20 + J AB LTAB + J BC LTBC zA + E = 20 + Q H E Q H E 0 30 20 0 30 20 10.65 Q1.7 22. determine: a) Associando em paralelo duas destas bombas.87 4.4 Interpolando: 26 − x 22.1) = 20 + 19. coeficiente de rugosidade da fórmula de Hazen-Williams C = 90.15 Tabela para a bomba sozinha: 2 4 6 7 28. comprimentos reais das tubulações de sucção e recalque.0 m.8x = 90.85 1.5 20.85 10.85 647 + 35.87 ( 90 0.4 − 4x ⇔ 26 − 22 22. com as seguintes características: funcionamento contínuo 24 h. respectivamente.6 − 25.5 26 22 18.0 m e 674.2 20.6 − x ) = 4 ( 22.438Q1.65 Q1.15 90 0.85 ( 6 + 43.6 − x = ⇔ −2.8 + 2. comprimentos equivalentes das peças existentes nas tubulações de tubulação e recalque.5 22 Tabela para as bombas em paralelo: 4 8 12 28. de 43.85 ⇔ Q = 0.85 4.com .4 ⇔ x = 24 m = E ∴ 24 = 20 + 19.40 m e 35.7 21.8 ( 2. coeficiente da fórmula de Bresse K = 1. indicada na Figura 5. de 6.438Q1.010 m3 /s (sim) b) 5 ℓ/s André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.Universidade Federal do Espírito Santo 18 5.6 25.

com curva característica e curva do N. H. fator de atrito f = 0. de 6.4x = 12.8 11.00 m e 800.22 = −12 + 25.7 Η 8 66 Interpolando para o rendimento.88 ⋅ 9 = 85 − y ⇔ y = 77.22 ⋅ 29. P. no inverno. 1025 m de comprimento e fator de atrito f = 0.018 0.012 0. uma cota máxima de 709.5 ( 2.2 − 9. dadas na Figura 5. a altura geométrica da Equação 5.8 kW η 0. H. S. Desprezando as perdas de carga localizadas e a perda de carga na sucção.0827f 0.5 − x ) ⇔ −11 + 0.3 ⋅ 10−3 Pot = = = 3.6 = 20 + 19.006 0.036 H (m) 22.030 H 14.9 20. verifique o comportamento do sistema no inverno e no verão.030 e os seguintes acessórios: na sucção.22 ⇒ 10. Desejando-se aumentar a capacidade de vazão do sistema. determinando os pontos de funcionamento do sistema (Q e H).6 m = H ∴ 21.22 m Q 0. os valores do N.7 14.2 9.025. atingindo. As tubulações de sucção e recalque tem diâmetro de 4”.5 ( 21. S.7 14.030 0.2 − x ) = 4.5x ⇔ 14.7 3.3 –3.22 85 − y = ⇔ 0.2 ℓ /s (sim) 5. igual a 20°C.Universidade Federal do Espírito Santo 19 c) 26 − x 22 − x 21..006 0.2 21.2 ⇔ x = 10.2 − 9.777. 2 − 10.0 m de comprimento real.777.5 − 22 ⇔ x = 21.00 m. instalou-se.024 0.00 m e.012 0. imediatamente na saída do reservatório superior.00 m.9 η (%) 0 32 74 86 85 66 28 2 Q = −12 + 25.com .7 3. em média.8 ⋅ 103 ⋅ 10. André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.72Q 2 → Q = 29. no caso.7 85 − 66 Portanto: γHQ 9. Observe que.8 − 11.85 ⇔ Q = 6.08 % 14. ligados por uma tubulação de 6” de diâmetro.6 − 4.2 9.3 ℓ / s CP = z + E = 812 + 10.8 − x = ⇔ −8.024 0.5 21.438Q1.6 21.38 é negativa.030 0.3 17.4 Interpolando: 14.23.25 − 3. O nível d’água no poço de sucção varia com o tempo. uma cota mínima de 706. A cota de instalação do eixo da bomba vale 710.9 E (m) –12 –11 –8.7708 5.024 0.036 H (m) 22.7 2.6 2. Assuma temperatura d’água.2 − x 2.72Q 2 E = −12 + ∆H = −12 + JL = −12 + 1025 ⋅ 0.28 + 8.018 0.5 ( 22 − x ) = 3.5x ⇔ 26 − 22 22 − 18.8 Um sistema de bombeamento é constituído por duas bombas iguais instaladas em paralelo e com sucções independentes.6 Considere um sistema de abastecimento de água por gravidade entre dois reservatórios mantidos em níveis constantes e iguais a 812. determine a nova vazão recalcada.8 − x ) ⇔ −119. existe uma válvula de pé com crivo e uma curva 90° R/D = 1. uma bomba centrífuga cuja curva característica é dada na tabela a seguir.6 21. no verão. P.2 9.4 (14. disponível nas duas estações e o comportamento da bomba quanto à cavitação. vem: 14.9 20.00 m.3 17.15245 Com uma equação para E chegamos à tabela: Q (m3/s) 0 0.22 = 822.5 − x = ⇔ ⇔ −0. Q (m3/s) 0 0.5x = 75.

030 T = 20°C ∆H = ∆ H s + ∆H r ⇔ ∆H = L s + L e s J s + L r + L e r J r ⇔ 0. 48D Curva 90° R/D = 1 → L 2 = 0. 27D Le r = L3 + L 4 + 2L 2 = 46.0827Q 2 [6 + 27.563] ⇔ ∆H = 37.051Q2 D5 Inverno: E i = 13 + 37051Q 2 ⇔ ∆H = ( ) ( ) Verão: Ei = 10 + 37051Q 2 Q (l/s) 0 6 12 18 24 30 36 Ev 10 11.com André Barcellos Ferreira – − 18 20 − 17 .02 Ei 10 14.01 + 340.33 H v 22 12 − Q v 20 − H v ∴ = ⇒ Q v = 14. 43D Registro de globo → L 4 = 0.5 4.33 25 34.115 + 15.776 m f = 0.776 + 70 + 45. 247 + 79.1 m LS = 6 m L r = 70 m Les = L1 + L2 = 27.35 58.5 9 Válvula de pé com crivo → L1 = 0.04 l/s 12 andrepoetta@hotmail.563 m D = 4" = 0.35 61.33 15.34 43.55 m Q 2 ( l/s ) 12 Q v 18 15.48 m 18.Universidade Federal do Espírito Santo 20 1 bomba: 1 bomba: Q1 ( l/s ) 0 3 6 9 12 15 18 Q2 ( l/s ) 0 6 12 18 24 30 36 H (m) 24 22.5 5 4.33 − H v 20 − H v = ⇒ H v = 18.9 l/s H ( m) 20 H v 17 12 − 18 20 − 17 Inverno: 18.02 Verão: 15.56 + 255.33 18.5 20 17 13 7 0 NPSH R ( m ) x 2.33 − 25 20 − 17 12 − Qi 20 − H i ∴ = ⇒ Qi = 13.5 3.33 22 31.33 − H i 20 − H i = ⇒ H i = 19.53D Válvula de retenção leve → L3 = 0.34 46.33 − 22 20 − 17 E v ( m ) 15.

4” de diâmetro.5 4.55 − 0.98 l/s 12 − 15 5 − 7. Pela tabela da página 158 – T = 20°C – γ 21 Temos que NPSH d = pv γ = 0.88 m ⇒ 2 Verão: NPSH v = 6.63 yi 4.5 − yi ∴ = ⇒ Q máx = 9.0827f ( ) Q2 Q2 = 9.57 m 4.1 − y v 5 − yv = ⇒ y v = 6.10 3. André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.42 7.5 − 5 NPSH d v NPSH d r 9 Qmáx 4.00 m. Altura estática de sucção igual a 2. já que Q v > Q v máx e Qi > Qimáx . requerido dada pala Figura 5.5 yi 12 4.5 9 NPSH d i NPSH d r Inverno: Q 12 Q máx 7.5 3.14 Uma bomba centrífuga está montada em uma cota topográfica de 845.42 l/s 9 − 12 4. rígido.31 8.8Q2 Verão: NPSH d v = 8.5 m de comprimento.42 5 − 7.8Q 5.1 Inverno: NPSH d i = 5.45 m NPSH v = 8.5 − 4.33 H i 25 H ( m) 20 H i 17 pa − p v − z − ∆H s . Se a vazão recalcada for igual a 15 l/s.5 5 7.31 − z − ( 6 + 27.63 4.com .5 7. C = 150.1 y v 5 yv 15 6. V.0827 ( 0. qual a folga do NPSH disponível e do NPSH requerido.8Q2 Inverno: NPSH i = 3.63 7.23 8.24.5 − yi = ⇒ y i = 4. Portanto: NPSH d = 9.31 − 8379. C.01 4. Para um recalque de água na temperatura de 20°C e uma curva do N.5 4.776 ) ⋅ 0. em uma instalação de recalque cuja tubulação de sucção tem 3.Universidade Federal do Espírito Santo Q 2 ( l/s ) 12 Qi 18 E v ( m ) 18. determine a máxima vazão a ser recalcada para a cavitação incipiente.03) 5 D5 0.01 7. em P.1 − 6. Calculando o NPSHd: NPSH i = 5. H.31 5.31 − 8379. S.59 x 2.10 4.31 − 8379.42 5. constando de uma válvula de pé com crivo e um joelho 90°.31 − 8379.8Q2 Q1 NPSH d v NPSH d i NPSH d r Verão: Q 0 3 6 9 12 15 18 8.23 5.5 − 5 9 − Q máx 4.59 5.5 12 − Q máx 5 − y v ∴ = ⇒ Q máx = 13.63 − y i 4.42 2.10 6.0 m e a bomba é não afogada. P.25.65 m 7.10 5 ⇒ Há cavitação.24 − z − Ls + Les 0.

Dimensione os diâmetros pelas vazões de montante de cada trecho.6 4. 40 mH 2O γ ∆H = ( 3. André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail. 2 ⋅ Q1.85 γ γ Tabela da página 158 ↓ T = 20°C → p v = 0. b) material de todas as tubulações: ferro fundido novo (C=130).9 faz parte de um projeto de irrigação que funciona 5 horas e meia por dia.85 0 5 10 15 20 0 0.02 5. A folga para Q = 15 l/s é: Folg a = 6. c) uma caixa de passagem.081h  = 13.2 7. desprezíveis. O sistema possui as seguintes características: a) tubulação de sucção com 2.8 5. sendo o ponto C uma ponta seca.85 NPSH d = pa − p v p − z − ∆H = 9.62 6.2Q1.Universidade Federal do Espírito Santo 22 D = 4” = 0. ⇒ Qmáx = 20 l/s. c) os diâmetros dos trechos AB e BC.6 1.2 3.01 6.3) ∆H = 2708.85 ⋅ 10.02 − 2.14.1 m C = 1560 Le1 = 28.5 + 28.5 m de comprimento.65 C1. Dados: a) rendimento da bomba: 65%.21 25 7.6 + 4. com NA = 26.2Q1.02 /(sm).91 m. c) utilize a equação de Hazen-Williams.85 ⋅ D 4. b) a carga de pressão disponível imediatamente antes e depois da bomba. d) a potência do motor elétrico comercial.com .22 30 11. para a vazão recalcada.1 O sistema de recalque mostrado na Figura 6. b) uma bomba que mantém uma altura total de elevação de 41. d) perdas de carga localizadas no recalque.3). d) vazão de distribuição em marcha (vazão unitária de distribuição) constante a partir do ponto A igual a q = 0. em nível constante.04 Q (l/s) NPSHr (m) NPSHd (m) A interseção de NPSHr e NPSHd é em Q = 20 l/s. vazão nula.18 (ver a Seção 5.22 6. constando de uma válvula de pé com crivo e uma curva 90º R/D = 1.87 pa  760 − 0.85 ⋅ 0.40 − v − 2 − 2708.3 m T = 20°C ∆H = Le + Le1 + Le2 ( ) Q1.16 − 2708.90 m.8 = 3.87 Q1.4. Determine: a) os diâmetros de recalque e sucção (adotar o mesmo) usando a Equação 5.6 m Le2 = 4.2 2.65 1501.24 γ NPSH d = 7.85 ⋅ 10.16 7.6   1000 γ   ↓ h = 845 pa = 9.

96 l = 6.58 mH2O 2 ⋅ 9.541) ⋅ 10.85 γ c) Em A.572 + 0.27 mH2O  γ  2 ⋅ 9.31975 VB = ∆H m = Ls + Le1 + Le2 ⋅ J = ( 23.85 3.229 e Q = 0.96 ⋅ 10−3 = ⇒ VB = 1.85 ⇔ ∆H m = 0.0750 m b) Equação da energia em NAI e imediatamente antes de B: p V2 p V2 p V2 p V2 z1 + 1 + 1 = zB + B + B + ∆H m ⇔ 0 = z B + B + B + ∆H m ⇔ 0 = 1. pB + p  1.2 + = 350 ⋅ ⇔ ∆H j = 14 m 100 100 Como H = z j − zm + ∆H m + ∆H j = (26.18 → Dr ( m ) = 1.96 ⋅ 10−3 = 0.34 0.Universidade Federal do Espírito Santo 23 a) A vazão de sucção é: Q = q(240 + 108) = 9.57 )2 + 0.572 H + z1 + 1 + 1 = z B + B + B + ∆H m ⇔ H = 1.855 m.57 m/s 2 π ⋅ Dr / 4 4.85 D 4.932 ⋅ 104 ⋅ 6.91 − 0) + 0.3  β = 3.945 ⇒  pB  + ∆H j = L j J j = L j temos: 41.075m γ (1.02 ⋅ ( 240 + 108 ) = 6. em que X é a fração do dia de funcionamento do sistema. André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.8  γ depois β ⋅Q 1.56 + 255.53D = 1. 5.945 m C1.96⋅10–3 m3/s 24 ∴ Dr = 1.945 + 14 = 41.65 ⋅ ∴ 0 = 1.8 C = 130 Tabela _ 2.721 Tabela 3.87 = −2.115 + 15.945 ⇔  B  = 39.34 X Q ( m 3 / s ).96 ⋅ 10−3 ( ) 1.8  antes Equação da energia em NAI e imediatamente depois de B: p V2 p V2 p 1.2 + B + + 0.5 X= = 0.6 → (ii )Curva : Le2 = 0.2 + pB ( ) Q1.96 ⋅ 10−3 m3/s Equação 5.945 ( II ) γ 2g γ 2g γ 2 ⋅ 9.932 ⋅ 104 → Temos D = 0.418 ⋅ 10−3 (i )Crivo : Le1 = 0.855 = 1.229 6.2 + B + B + ∆H m 2g 2g 2g γ 2g γ γ γ Q 6.48 D = 19.com . voltando a II.

CE.com .96 ⋅ 10−3 = ⇒ Pot = 4.91 = 16. Material das tubulações tem C = 130.855 ⋅ 6.10. p V2 p V2 p z2 + 2 + 2 = zB + B + B + ∆H AB ⇔ z2 = zB + B + ∆H AB ⇔ γ 2g γ 2g γ p ⇔ 26.96 l/s < 3.267 ⋅ 103 ⋅ 2.0 7.075 m d) Equação da energia em B e no NAII.092 ⇔ B = 10.85 B 240 ⋅ 3. para que a mínima carga de pressão dinâmica na rede seja de 12 mH2O.8 ⋅ 41.Universidade Federal do Espírito Santo 24 QA = 6.14 l/s ⇒ DBC = 0. QB = 2.71 + B + ∆H AB (III) γ C = 130 Tabela _ 2.85 ⇒ ∆H AB = 0.125m = 100 100 Voltando a III. c) as cotas topográficas dos pontos são: Ponto A B C D E F G Cota ( m) 6.267 ⋅ 103 → Temos D = 0.0 8. temos: p p 26.0 8. possui as seguintes características: a) os trechos BC.16 ⋅ 10−3 m3/s Pela Tabela 6. CD e EG têm uma vazão de distribuição em marcha constante e igual a q= 0. EF. representada na Figura 6.092 γ ⋅ H ⋅ Q 9.96⋅10–3 m3/s Em B.125 m.0 11. tem-se Q A = 6.16 ⋅ 10−3 ( ) 1.71 + B + 0. Determine a máxima carga de pressão estática.0 6.14 l/s ⇒ DAB = 0. André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.010 l/(sm) b) os pontos D.65 103 ⋅ H ⋅ Q 103 ⋅ 6.39 kW η 0.16 l/s < 3.12 mH2O γ γ e) Pot = Pot = ∆H AB = LAB ⋅ J AB = LAB ⋅ ( ) ( ) β ⋅ Q1. QB = Q A − q ⋅ LAB = 6.96 ⋅ 10−3 ⋅ 41.0 Determine a cota do nível de água no reservatório.97 cv 75η 75 ⋅ 0. F e G são pontas secas.65 6.0 10.3  β = 3.96 ⋅ 10−3 − 2 ⋅ 10−5 ⋅ 240 ⇒ QB = 2.2 A rede de distribuição de água.1.91 = 16.855 = ⇒ Pot = 5.

75log + 6.378  2 X + 1.75log h + 4. do coeficiente de rugosidade C de Chézy e do coeficiente de rugosidade n de Manning em um canal largo de 1. que relaciona a velocidade média com o fator de atrito.80 = 1.80 . O coeficiente dinâmico vale: André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail. no qual as medidas de velocidades a 20 % e 80 % da altura d’água foram.97h  = 5.5ln ε + 4.46 = u* f  1− X X −1  1.80 m.80h e y = 0.Universidade Federal do Espírito Santo 25 EXEMPLO 8.378 log   = 1− X ε  Usando o conceito de diâmetro hidráulico.20  h  0.5.75log + 4.50 m de profundidade.75log   u*  ε  Em que y é uma ordenada medida a partir do fundo e v.80  8g 8g  8g 78.100  e. transportando uma vazão de 600 l/s em regime permanente e uniforme. 4 Rh I 0 ⇔ V = C Rh I 0 ⇐ C = = = 28 V = .776 X − 1. a velocidade média é dada pela equação 2.776 X − 1. f  tem-se: V 8  0.80  23. como R1/6 h = Rh = 1.20 = 0. EXEMPLO 8.004 m/m. C = f f  f 0. 20 Para X = = 1. Assuma distribuição de velocidade logarítmica na vertical.038.26  =  u* 8  .73 = 5.87h  = 5. ε  u* desenvolvida a partir da hipótese de perfil logarítmico. escoamento turbulento rugoso v R e que a altura d’água é igual ao raio hidráulico.20  5.73 . v0. Para y = 0. 48 + 2.75log   u*  ε  v0. o fator de atrito vale f = 0.5ln  .7 0.32 V  R  u = 2. A Equação 2.73 = 5.75log + 4.1 Estime o valor do fator de atrito f. na forma:  *  V R D 2R h = 5.013.464 = =  + 6. declividade de fundo I0 = 0. diâmetro igual a 0.20h. fica: v0. a velocidade pontual. dividindo uma equação pela outra e desenvolvendo.2 Determinar a altura d’água em uma galeria de águas pluviais.84 R  = 5. vem: v0. finalmente. pode ser posta em forma mais conveniente como: v  29.46 ε 2ε ε ε u* V Pela equação 2.20 m/s.75log   u*  ε  v Fazendo X = 0.31  = 8.50 m e C = h n o coeficiente de rugosidade de Manning vale n = 0.100 e da Equação 8. respectivamente.80 m/s e v0.com . de concreto n = 0.73 = 5.

456 0. e vale K = 1.03 m K 1.847 y0 = = = 1.47    K1  I0     diâmetro é o mesmo. Na Tabela 8. tira-se y0/D = 0.60  =  0. André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.5 m3/s. como o Pela Equação 8. 0.0010 m/m. isto é.Universidade Federal do Espírito Santo 26  nQ  M =   I   0 3/8  0. Na Tabela 8.1.796 Então: b m= = 4 ∴ b = 4.36 m2. Para K1 0.1.013 ⋅ 0.570 K1 Na Tabela 8. Equação 8. a altura normal dividida pelo diâmetro.847 3/8      y = M .625.5.4 Dimensione um canal trapezoidal dom taludes 2H:1V.2.5  =   0. em regime permanente e uniforme.18 K1 K 2 M 2 e para a mesma declividade e rugosidade.796. O coeficiente dinâmico vale:  nQ  M =   I   0 3/8  0.588 e 0.001  3/8 = 1. em que M =  nQ   : Pela fórmula de Manning.3 Qual a relação entre as vazões transportadas. tem-se: M1 M 2 M1 = ∴ = 1. em que M=  nQ   .56 Q2 EXEMPLO 8. Na Tabela 8. Utilize uma razão de aspecto m = b/y0 = 4.025 ⋅ 6. os coeficientes K1 valem.456  M Pela Equação 8.666 e y0/D = 0. para lâminas d’água iguais a y0/D = 0.50 m. para K1 = 0. respectivamente. EXEMPLO 8. para transportar uma vazão Q = 6. fórmula de Manning. fica:  Q1     Q2  3/8 = 1. determina-se o coeficiente de forma K.50 m.570. em função de m = 4 e Z = 2. em uma galeria de águas pluviais.12 m (largura do fundo) y0 A área molhada vale: 2 A = ( m + Z ) y0 = ( 4 + 2 ) ⋅ 1. determina-se o coeficiente de rugosidade n = 0. 3/8      D = M . determina-se o valor da lâmina d’água relativa.47  D = : K1    0. revestimento dos taludes e fundo em alvenaria de pedra argamassada em condições regulares.004   3/8 = 0. e daí y0 = 0. Calcule a velocidade média e verifique se a seção encontrada é de mínimo perímetro molhado.498.570.025.18 ∴ Q1 = 1.com . declividade de fundo I0 = 0.032 = 6.80 = ∴ K1 = 0. com lâmina d’água igual a 2/3 do diâmetro e a meia seção.39 0    K  I0     M 1.

5  K= 8/3 n ⋅Q 0.78 =    3 ⋅ 10−4  b) m = 2 2 ⇒ 0.35 m3/s 0.013 I0 = 2.47 ≠ 4 2 Conclusão: a seção não é de mínimo perímetro molhado.014 b ' = 2b = 3. 25 I0 = 30 cm/km = 0.Universidade Federal do Espírito Santo 27 Q 6.29 ⇒ y0 = 0. isto é: A velocidade média é igual a V = m=2 ( 1 + Z − Z ) = 2 ( 1 + 4 − 2) = 0.5 = 1.01 m b 8.75 m= = = 1.25 ∴ não y0 = ? 3 ⋅ 10−4 = 4.20 m3/s. declividade de fundo I0 = 30 cm/km foi dimensionado para uma determinada vazão de projeto Q0.0 m de diâmetro.5 = = 1.40 m.1 Um canal de drenagem. onde M = y0 ⋅ K ⇔ M = 1. em concreto. c) Qual seria a capacidade de vazão da galeria.5) = 0. a) Determine a altura d’água e a velocidade média. no fundo.014 ⋅ 6 ⇒K= = 0. se ela funciona na condição de máxima vazão? D = 1.5 3 ⋅ 10−4 Pelo ábaco.4 B= 1.025 Q1 = 6.025Q 3 ⋅ 10−4 2 = 3/8 1.0 m N = 0.5 Q0: vazão de projeto b 1.5⋅10–3 m/m Q = 1.36 Para que a seção dimensionada tenha o mínimo perímetro molhado.02 m/s.5H:1V → Z = 2.9922 ⇒ Q = 3/8 1. 8.3852 ≠ 1.013 e declividade de fundo I0 = 2. a) Qual a vazão de projeto? b) A vazão encontrada é de mínimo perímetro molhado? c) Se o projeto deve ser refeito para uma vazão Q1 = 6.5H:1V.423 = 1.5 − 2.9922 3/8  0. com taludes 2. y0 = 0. e a velocidade de atrito.2 Uma galeria de águas pluviais de 1.0 m3 / s   seção circular c)  concreto ⇒ n = 0. uma vazão de 1.5⋅10–3 m/m transporta. coeficiente de rugosidade de Manning n = 0. tendo-se chegado a uma seção com largura de fundo b = 1.29 ⋅ 3.9922 ( 1 + Z − Z ) = 2 ( 1 + 2. b) A tensão de cisalhamento média. em terra com vegetação rasteira nos taludes e fundo.2 m3/s André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.0003 m/m y0 1.1717 8/3 b I0 3.4 m a) Q0 = ?  nQ  M =   I   0 3/8 .75 m y0 = 1. qual será a altura de água para uma largura de fundo igual ao dobro da anterior? Taludes 2. é necessário que seja verificada a Equação 8.53.com .75 m e altura de água y0 = 1.025 ⋅ Q  ⇒ 1.0 m3/s e a seção é retangular.4 ⋅ 1. em condições de regime permanente uniforme. A 6.

onde R h = τ = 9810 ⋅ y 2 1.com .2n 5.53 rad D  1    3/8 3/8 1 12/3 2. a largura de fundo e a tensão média de cisalhamento no fundo do canal.24 = ⇔ b = 1.304 ⇒ τ 0 = 9810 ⋅ 0.025 ⋅ 3.62 = = 1.Universidade Federal do Espírito Santo 28 a) y0 = ? e V0 = ?  0.53 ⋅ 1. A inclinação dos taludes é de 0.646 K= = = 0.28) 1 Q= 2. em regime uniforme.4 Um canal trapezoidal deve transportar.28 − sen5.53    2/3 → V = 1.7 N/m2 2 André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.62 2 y0 = M t MPM → m = 2 ( 1+ Z − Z ) y0 = M 1.5 ⋅ 10−3 V= 2.5 (MPM) τ=?  nQ  M =   I  3/8  0.5 ⋅ 10−3   I0    M 0.646 ⇒M =  =    2.29 m3/s 8. Trapézio: Q = 3.304 ⋅ 2.5 m t 1.0005  3/8 = 1.58 V = D 2/3 I 0  1 −   .52 ⋅ n       se:  2y   2 ⋅ 0.0005 m/m trabalhando na seção de mínimo perímetro molhado.086 m/s 5/3   1 1/2 (θ − senθ )  .46 Pa 4 u* = gRh I = 0. Determine a altura d’água.2   nQ   = 0.9 m y0 1.82 m D 2/3  senθ   1 2 y0  1/2  −1  Pela Equação 8.85 → y0 = 0.5 ⋅ 0. tem-se: c) Pela Equação 8.74 m/s senθ   D 1 −  θ  b) τ 0 = γ Rh I . uma vazão de 3. onde Rh =  = 0.59 Q = D 8/3 I 0 20.646 D 1 y m = 0 = 0. com θ = 2 cos  1 − D  .2n θ 2/3     ( 5. com uma declividade de fundo I0 = 0.14 = 1.025 I0 = 0.52 ⋅ 0.82  θ = 2cos −1  1 − 0  = 2cos −1  1 −  = 259.1 m= b b ⇒ 1.53   1 − 4.5 ⋅ 10−3 20.013 ( ) 1/2  sen4.25 m3/s mínimo perímetro y0 = ? n = 0.013 ⋅ 1.5 τ = γ ⋅ Rh ⋅ I .0005 m/m molhado b0 = ? z = 0.25 m3/s.0005 = 3.24 t = 1. 25  =   0.5 ⋅ 10−3 = 7. temθ   2.5H:1V e o revestimento será em alvenaria de pedra argamassada em condições regulares.1 m = 1.58° = 4.282/3 5/3 = 1.

com .Universidade Federal do Espírito Santo 29 8.75 m3/s.56 m 8.0 m. Inclinação dos taludes 3H:1V.15 m.45 ⇔ ≤ 0.13 = 3.001   I   n < 8. para transportar uma vazão de 0.15 m2 Mas 2 2 A = ( m + Z ) y0 → 6. com vegetação rasteira no fundo e nos taludes.53b + 0. com as seguintes características: Trecho 1 – Diâmetro: D1 = 150 mm Declividade: I1 = 0.20D c) Máxima velocidade: V = 4.020 ⋅ 8   nQ  M = =  = 1.94  I   0 Q 0.32 ⇒ K = 1. com declividade de fundo I0 = 0.3 A ⇔ A = 6.0 m3/s.8 Um trecho de um sistema de drenagem de esgotos sanitários é constituído por duas canalizações em série. com taludes 2H:1V.0 m M b y0 < 1.8 ⋅ 1.0 m/s André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail. b) A máxima velocidade média deve ser de 1.684 m 8.53 m 1.15 ⇒ 1.001 m/m 3/8 3/8 y0 < 1. com taludes e fundo em alvenaria de pedra argamassada.0 m3/s I0 = 0.30 m/s 0.060 m/m Trecho 2 – Diâmetro: D2 = 200 mm Declividade: I2 = 0.13 m b m= = 2. de modo que a velocidade média seja no máximo igual a 0.2.8427 2 2 Mas A ≥ 1.75 m3/s I0 = 0. em terra.67 ⇔ b ≥ 1.0005 m/m V ≤ 0.8 ⇒ b = 2.8 + 2) y0 ⇒ y0 = 1. m = = 2. Canal trapezoidal (alvenaria em pedra argamassada.8427 ≥ 1.67 m2 ∴ 0.007 m/m Determine a máxima e a mínima vazões no trecho para que se verifiquem as seguintes condições de norma: a) Máxima lâmina d’água: y = 0.164 m y0 B = b + 2 ⋅ Z ⋅ y0 → B = 3.75 0.030 Q = 8.0005 m/m.45 m/s.53 = 0.45 m/s z = 3 V= Q A y0 = M K A = ( b + 2 y0 ) y0 m=2 ( 1 + 3 − 3) = 0.75D b) Mínima lâmina d’água: y = 0. n = 0.001 m/m.53b + 0. em boas condições. declividade de fundo I0 = 0. sujeita às seguintes condições: a) A máxima altura d’água deve ser de 1.84  vmáx < 1.8 K y0 Q = V ⋅ A ⇒ 8 = vmáx ⋅ A ⇔ 8 = 1.164 + 2 ⋅ 2 ⋅1.45 y0 = = 0.15 > ⇔ K ≥ 1.025 Q = 0. em boas condições): n = 0.53) 0.30 m/s.13 = 7.6 → da Tabela 8.780 2  nQ  M =  = 0.8 y0 = 2. c) A máxima largura na superfície livre deve ser de 8.6 Dimensione um canal trapezoidal. para transportar em regime uniforme uma vazão de 8.94 ≤ 0.78 A A 1 1 A = ( b + b + 2 Zy0 ) y0 = ( b + b + 2 ⋅ 3 ⋅ 0.5 Dimensione um canal para irrigação.15 m  0.15 = (2.

15 = ⇒ M = 0.0024 m3 /s 0.0033 m3/s.5 m3/s ≤ V ≤ 4 m3/s).15 m I1 = 0.0518 =  2   0.03885 0. temos: Q 0.013 A=   2 y0   D  Trecho 1: D1 = 150 mm = 0.20 → K1 = 0.03885 =  1   0.013.855 rad 0. Verificando se a vazão mínima atende ao intervalo de velocidade (0.259  Q ⋅ 0.855) 8 ∴v = = 9. Qmín = 0.259 A2 = 0.2 2 (1.06 0.75) = 240° = 4.007 m/m 0.50 m/s Coeficiente de rugosidade de Mannin.007 = 0.20 D ≤ y0 ≤ 0.013 = 0.03885 0.75D ⇔ 0 = 0.00252 0.013  0.0033 VQmín = mín = = 0.20D ⇔ 0 = 0.2 = ⇔ M = 0.152 (1.31 m/s (ok!) 0.11 ⋅ 10−3 m 3 /s  Q ⋅ 0.189 rad .20D.52 ⋅ 10−3 m 3 /s ⇒ Q1 = 3/8 0.0033 m3/s Em 2: M 0. 26 m/s (ok!) 0. 26° = 1.0033 m3/s.013  0.855) 8 ∴v = Em 1: M 0.0033 = 1. temos: y y0 = 0.75D Qmáx = ? e Qmín = ? Q =V ⋅ A M D= K1  nQ  M =   I   0 3/8 No caso de y0 = 0.013 0.Universidade Federal do Espírito Santo 30 d) Mínima velocidade: V = 0.624 D Em 1: André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.007  3/8 ⇔ Q2 = 3/8 0.0518 0.36 m3/s A2 0.0518 0. n = 0.00911 Qmín em 1 ⇒ 0.com θ = 2cos −1 (1 − 2 ⋅ 0. Como a tubulação está em série.060 m/m D 2 (θ − senθ ) 8 Trecho 2: D2 = 200 mm = 0. temos: y y0 = 0.75D. 2 ) = 106.00911 No caso y0 = 0.06  3/8 A1 = = 2.259 D θ = 2 cos −1 (1 − 2 ⋅ 0.0024 = 0. θ = 2 cos−1  1 − Canalizações em série n = 0.855 − sen1.75 → K1 = 0.855 − sen1.2 m I 2 = 0.

Em caso contrário.213145   2 8.246 y0 = 10 ⇔ y0 = 1.0250 m 3 /s  ⇒ Q2 = 0.01422 m2 ⇒ V = 0.189 ) = 0.624 3/8 3/8 0.246 2 b ⇒ b = 0.213145 K m=  0.76 m/s (ok!) V1 = máx = Qmáx = 0.0083 = 0.4465. transporte 6 m3/s de água.com .Universidade Federal do Espírito Santo 31 0.0253 m2 ⇒ V = 0.1248 0.152 1 8 0.013  0. tem-se: 2 4.189 − sen4.624 3/8 0.10 Determine a mínima declividade necessária para que um canal trapezoidal.189 − sen 4.0936 0. 25 ⋅ 10 m/m 3/8 2.025 = 1. Coeficiente de rugosidade.013 0.0936 0.53 m Da Tabela 8.213145 =     I0   3/8  0.2. qual deve ser o novo diâmetro desse trecho? Determine a lâmina líquida correspondente e a velocidade média.0253 Q 0.007  Q ⋅ 0. interpolando.1248 =  2 = 0. de 200 mm.06   ( 4. Assim: M y0 = ⇒ M = 1.094 m ) 8.60 m/s. 2 = ⇒ M = 0.53 ⋅ 1.1125 (ok!) y0 = D 1 − cos θ ( 2 = 0.4465 = 2.246 y0 y0 Voltando a A. taludes 4H:1V.15 = M ⇒ M = 0.246.01422 Em 2: M 0.025.60 m/s ( b + B ) y0 = ( b + 2 ⋅ Z ⋅ y0 ) y0 = b + Zy y = b + 4 y y = 10 n = 0.80 m. André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail. Portanto: 2 −Z =2 ) ( 1 + 4 − 4) = 0.06  Q ⋅ 0. vem K = 1.035y0 ≤ y0 ≤ 0.025 = 0. com uma velocidade média igual a 0. n = 0.025 ⋅ 6  −4 ⇔ I0 =   = 3. Z=4 Q 6 Q =V ⋅ A⇒ A = = = 10 m 2 Q = 6 m3/s V 0.58 m/s (ok!) A1 = 0.189 ) = 0.007   ( 4.19 Um trecho de coletor de esgotos de uma cidade cuja rede está sendo remanejada tem 100 m de comprimento e um desnível de 0.013  0.22 1 8 0.01422 A1 3/8 2 0. para m = 0.025 m 3 /s 0.0936 =  1 = 0.6 ℓ/s. permite o escoamento de uma vazão de 18. a seção deve ser de mínimo perímetro molhado.025 ⋅ 6  2.99 m/s (ok!) A2 = 0.025 A= ( 0) 0 ( 0) 0 2 2 I0 = ? mín m=2 ( 1+ Z Para que I0 seja mínimo.1248 0.013 0. Verifique se o diâmetro atual.6 V = 0.0083 m 3 /s  ⇒ Q1 = 0.

D = 200 mm Q = 18.67 l/s 0.013 Portanto.com .2186 m K1 Como não existe esse diâmetro comercializado.Universidade Federal do Espírito Santo 32 Material das tubulações: manilha cerâmica. Então:  nQ   0.22 ) = 0.97 ⋅ 10−3 ( 3. Sendo 20 l/s a vazão de esgotos no fim do plano e 10 l/s a vazão atual (início de plano).6 ⋅ 10−3 V= = = 0. determine: a) o diâmetro do coletor e a velocidade de escoamento. verificou-se que.97 m/s A 0. temos K1 = 0.18 rad D  0. Adote como lâmina d’água máxima no coletor y0/D = 0. I0 = 0.108 m D Na seção circular:  2 ⋅ 0. da Tabela 8.108   2y  −1 θ = 2 cos −1  1 − 0  = 2cos −1  1 −  = 2cos ( 0.01466 m3 /s = 14.1 m y Sendo 0 = 0.50.8 m/100 m = 8 ⋅ 10−3 m/m Atualmente.0192 m 2 3/8 3/8 3/8 3/8 8. onde M =  = ( DK1 )  ⇒ DK1 =   ⇔  I   I  K1 I0  0  0 Atribuindo valores: 8/3 0.498 ) = 0.498.015 m/m.1088     8 ⋅ 10−3    I0  Como a relação y0/D não se altera.6 l/s.18 − sen 3.01189 ) = 3.013 A máxima lâmina de água: y0 = 0. Logo: M D= = 0.2 × 0.0192 A= D 2 (θ − senθ ) = 0. André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail. ele deveria ter uma declividade de 0. D = 200 mm não é suficiente para Q = 18.20 No projeto de um coletor de esgotos.5 → y 0 = 0. 21862 ( 3. n = 0.6⋅10–3 m3/s n = 0.18 ) = 5. D = 250 mm y0 = 0. b) a lâmina líquida atual e a correspondente velocidade média.498 D Sabemos que  nQ   nQ  M nQ 8/3 D= .008 Q = ( 0.2186    8 8 Portanto: Q 18. para atender à condição de esgotamento dos lotes adjacentes.6 ⋅ 10−3  M=  =  = 0.5D ∴ y0 = 0.013. K1 = 0.1. para o final do plano.013 ⋅ 18.5.

em condições de escoamento livre.077 D (1 − cos θ/2 ) 0.155 m K1 0.498 3/8  nQ  M=   I   0 3/8  0.018.5 Em um projeto de um sistema de drenagem de águas pluviais. com 3.0775 m D  2 2  D 2 (θ − senθ ) 0.29 m/s 0.0154 m 2 D 2 (θ − senθ ) Com a área.155 (1 − cos π /2 )  2y  θ = 2 cos−1  1 − 0  → y0 = = = 0.5 D K1 = 0.1552 (π − senπ ) A= = = 9.498 = 0.013 ⋅ 20 ⋅ 10−3  =    0.01 m3 /s  nQ   0. Por imposição do cálculo estrutural. para escoar uma vazão de 12 m3/s. declividade de fundo I0 = 0. Verifique se esta nova concepção estrutural tem condições hidráulicas de escoar a vazão de projeto. rugosidade n = 0.43 ⋅ 10−3 9.015m/m Q j = 20 l/s = 20 ⋅ 10−3 m3 /s Q m = 10 l/s = 10 ⋅ 10−3 m3 /s  2y  θ = 2cos−1  1 − 0  = 2cos−1 ( 0 ) = π rad D   a) D = ? e Vj = ? M D= K1 ⇒D= A= n = 0.013 ⋅ 10 ⋅ 10−3  M=  =     I  0. 43 ⋅ 10−3 m 2 8 8 Q 10 ⋅ 10−3 = 1.015   = 9. Seção original Seção modificada André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.com .Universidade Federal do Espírito Santo 33 I 0 = 0.95 ⋅ 10−2 = 0. determinou-se que.498 8 = 0.015    0 M 0.2 m = 200 mm 0.0 m de largura.5 ⋅ 10−2 9.06 m/s Vm = m = A 9. temos a velocidade pela relação Vj = Vj = Qj A = 20 ⋅ 10−3 = 1.013 y0 = 0. 2 2 (π − senπ ) 8 = 0.0022 m/m. foi necessário dividir a seção em duas células de 1. conforme a figura.077 D= = = 0. era necessária uma galeria retangular em concreto.0154 3/8 3/8 Qj A : b) Q m = 0.5 m de largura com um septo no meio.

deverá haver uma mudança na geometria.5 m P 6.61) =  ⋅   ⇔ 0.018 3 2°) Seção modificada QT = Q1 + Q2 n = 0.17m 3 /s h I0 0.0022 QT = Q1 + Q2 = 2Q1 QT = 2 ⋅ 5.018 m= b 1.61 K 3/8  nQ  M =   I 2°) A= = 0.90 m e altura d’água de 0.874 = 0.874 y0 0.1) 2 = 6.15 m2 P = (1.com .1 Manning: nQ 0.95 m André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.86 ⇔ D = 0.27 = 0.018 ⋅ Q1 = A ⋅ R 2/3 ⇒ = 3.7 M y0 = ⇒ M = y0 ⋅ K = 0.5 = = 0.1 I0 = 0. Retangular Circular ⇒ D=? b = 0.714 y 2.6 Uma galeria de águas pluviais de seção retangular escoa uma certa vazão.Universidade Federal do Espírito Santo 34 1°) Seção original Q = 12 m /s n = 0.1 m Área = 1.9 ⇒m= = 1.0022 m/m b = 3m y = 2.1 = 3.5 + 2.43 y0 2.17 = 10.7 ⋅ 0. Determine o diâmetro da seção circular para transportar a mesma vazão. passando para uma seção circular.52/3 ⇔ Q1 = 5. com a mesma altura d’água.79D2 ⋅ ⇔ h  4  4  2.7 m y0 = 0.15 ⋅ 0.15 = = 0.61 π ⋅ D2 4 P = πD A π ⋅ D2 D Rh = = = P 4 πD 4 3°) 2/3 2 nQ D2/3 8/3  π ⋅ D   D  = A ⋅ R 2/3 ⇔ ( 0.3 m= b 3 ⇒m= = 1.52 I   ⇔ D2. 9.67 = 0.7 m Ir = Ic 1°) m= b 0.29 → K = 0. rugosidade e declividade de fundo.5 ⋅ 2. em escoamento uniforme.34m3 /s ⇒ Não tem condições. com uma largura de fundo igual a 0.3 Rh = A 3. Em uma determinada seção.9 m y0 = 0.70 m.

3/8 trapézio → z = 2 M  nQ  y0 = M =  b=3m K  I Q = 3. 5/2 Fórmula de Thomson → Q = 1. b) a carga no vertedor triangular quando a diferença de vazão entre o vertedor retangular e triangular for máxima. é colocado juntamente com um vertedor triangular de 90º em uma mesma seção. Q → vazão em m³/s. em uma região fora da curvatura da lâmina em que a distribuição de pressão é hidrostática.17 ⋅ 10−5 m/m As principais partes constituintes de um vertedor são: a) Crista ou soleira é a parte superior da parede em que há contato com a lâmina vertente. tem-se: André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail. c) Altura do vertedor P é a diferença de cotas entre a soleira e o fundo do canal de chegada. a uma aresta biselada. a uma distância a montante do vertedor igual a seis vezes a carga.13  nQ  M=   I 3/8  0.11 ⇒ K ≈ 1. para transportar uma vazão de 3. onde 1 → vertedor retangular 2 → vertedor triangular Usando a fórmula de Thomson para o vertedor triangular e a fórmula de Francis para o vertedor retangular. onde 12.0 m de largura.40h a) Q1 = Q2 . a depressão da lâmina é desprezível.0 m3/s com velocidade média de 0. largura da base b = 3.Universidade Federal do Espírito Santo 35 9. como nos orifícios de parede fina.42 ⋅ 1. Determinar: a) a carga no vertedor triangular quando as vazões em ambos os vertedores forem iguais.018 Q = V⋅A → A = 3 = 5 m2 0. Se o contato da lâmina se limitar.6 m/s n = 0.13 =     I0   3/8 ∴ I0 = 5.0 m 3 /s V = 0. b) Carga sobre a soleira h é a diferença de cota entre o nível d’água a montante.838bh .42 2 2 ( ) ( ) b 3 = = 2. Em geral. h → altura da lâmina d’água sobre a crista do vertedor em metros. 3/2 Fórmula de Francis → Q = 1.com . já se o contato ocorrer em um comprimento apreciável da parede. sem contrações laterais.6 m= A = ( m + Z ) y 2 e A = 2 1 + Z2 − Z y 2 ∴ 5 = 2 1 + 2 − 2 y ⇔ y = 1.018.15 m abaixo da soleira do vertedor retangular. d) Largura ou luz da soleira L é a dimensão da soleira através da qual há o escoamento. Utilizar a fórmula de Thomson e Francis.5 = 2.018 ⋅ 3  ⇒ 2. o vertedor é de parede espessa. o vertedor é de parede delgada. b → largura do vertedor em metros. e o nível da soleira.7 Um vertedor retangular de parede fina com 1. Coeficiente de rugosidade do fundo e taludes n = 0.60 m/s. de modo que o vértice do vertedor triangular esteja 0.0 m.8 Qual deve ser a declividade de fundo de um canal trapezoidal com taludes 2H:1V.42 M = y ⋅ K = 1.5 y 1.

0675H + 3. sem contrações laterais. Por tentativa e erro: H = 1. Em decorrência de problemas de nível d’água na linha de sucção da estação de bombeamento.704 ⇒ Cd = 0. 2 Vertedor retangular de parede fina sem contrações → Q = ⋅ Cd 2 g ⋅ L ⋅ h 3/2 (Equação 12.18 A captação de água para o abastecimento de uma cidade na qual o consumo é de 250 l/s (vazão de demanda) é feita num curso d’água onde a vazão mínima verificada (no período de estiagem) é de 700 l/s e a vazão máxima verificada (no período das cheias) é de 3800 l/s. que foi desenhado para uma carga de projeto hd =0.838 ⋅ L ⋅ h 3/2 = 1.51.838 ( H − 0.40 ⋅ H 5/2 )máx → ⇔ 2. o nível mínimo d’água no ponto de captação deverá estar na cota de 100.04 m b) ( Q1 − Q2 ) é máxima (Q1 − Q2 )máx = (1. pergunta-se: a) Em que cota estará a crista do vertedor-extravasor? André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.52 H 3 ⇔ 3.6 H + 1. conforme a Figura 12.4  2 ⇔ 0. ⋅ Determinar o volume de água que passou pelo vertedor após 2 minutos.838 ⋅ L ⋅ h3/2 − 1. Nestas condições.94) Igualando as duas equações.7 m 1/2 d  3/2 5/2  1.757 ( H − 0.15) − 1.6 ( H − 0.com .00 m. o que nos leva a concluir que existe uma raiz próxima a este valor.375 ⋅ 10−3 = 0 Observamos que a soma dos coeficientes é aproximadamente 1.838  ⇔ = 3 ⇔  h  1. com H (m) e t (min). admitindo Cd = 1 3 3 2 1 ⋅ Cd 2 g = 1.Universidade Federal do Espírito Santo 36 Q1 = Q2 ⇒ 1.704. sem contrações laterais. a carga H sobre a soleira é zero e.14 = 0 ⇔ 12. Para o bom funcionamento das bombas.9 Um vertedor retangular de parede fina. for usada para determinar a vazão por um vertedor de soleira espessa. com o passar do tempo.58H 5 − H 3 + 0. qual deve ser o coeficiente de vazão Cd naquela equação? Despreze a carga cinética de aproximação.5H 3/2 ⇔ 7.70) 3 Vertedor de soleira espessa horizontal → Q = Cd ⋅ 1. varia conforme a equação H = 20⋅t. Equação 12. de igual largura.40 H  = 0 ⇔   dH = 3.14 Se a equação básica para um vertedor retangular. de soleira fina.15) H = 0.704 ⋅ b ⋅ h 3/2 ⇔ ⋅ Cd 2 g = 1. No tempo t = 0.50 m.45H 2 − 0.577 = 3 3 12. tem-se: 2 2 ' ' ⋅ Cd 2 g ⋅ L ⋅ h 3/2 = Cd ⋅ 1.70.15) = 3.5 ⋅ h Volume = vazão ⋅ tempo = velocidade ⋅ área ⋅ tempo 12. durante a época da estiagem. é colocado em um canal retangular de 0. VERTEDOR RETANGULAR DE PAREDE FINA SEM CONTRAÇÕES_ equação de Bernoulli: h +  V02 V2 V2  = ( h − y ) + 1 ∴V1 = 2 g  y + 0    2g 2g 2g   A = 0. construiu-se à jusante do ponto de captação uma pequena barragem cujo vertedor de 3 m de soleira tem a forma de um perfil padrão WES.50 m de largura.52 H 3 − 7.40 ⋅ H 5/2 H5  1.704 ⋅ b ⋅ h 3/2 (Equação 12.

Universidade Federal do Espírito Santo 37 b) Durante a época das enchentes.817 m 3/2 0.0 m  h  Q = 750 − 250 = 450 l/s C = 2.148 b) Vazão = 3.55 = 2. André Barcellos Ferreira – andrepoetta@hotmail.50.com .148  h  3.148  h  ⋅ 3 ⋅ h 3/2 ⇔ = h1.648 ⇔ h = 0.183 m a) Q = C ⋅ L ⋅ h ⇒ 0.148 .55 ⋅ 0.5 m  0.215 ⋅  ⋅ 3 ⋅ h 3/2 ⇔ = h1.215     hd  Sendo h a carga de trabalho.215 ⋅   0.642 m  3 ⋅ 2.50.459 m 0.45 ⋅ 0.45 = 2.215  0.5  ∴ NA máx = N c + h ' = 99. qual será a máxima cota do nível d’água? Q = C ⋅ L ⋅ h 3/2 hd = 0.148 ∗ Vertedor WES:  L = 3.5  3 ⋅ 2.648 ⇔ h = 0. então: 0.215  ∴ N crista + h = 100 m ⇔ N crista = 99.800 l/s – 250 l/s = 3550 l/s 3.817 + 0.642 ⇒ NAmáx = 100.

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