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ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

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ÍNDICE

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A. Serviços Preliminares B. Fundação e Estrutura C. Arquitetura e Elementos de Urbanismo D. Instalações Hidráulicas e Sanitárias E. Instalações de Prevenção e Combate a Incêndio F. Serviços Complementares

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A. SERVIÇOS PRELIMINARES ÍNDICE

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01. CANTEIRO DE OBRA 1.1. Construções Provisórias 1.1.1. Escritórios, Depósitos, Refeitórios, Vestiários e demais m² 1.2. Ligações Provisórias 1.2.1. Água, Energia, Telefone, Esgoto e demais vb 1.3. Acessos Provisórios vb 1.4. Proteção e Sinalização 1.4.1. Tapumes, Placas, Portões, Muros e demais m² 02. LOCAÇÃO DE OBRAS 2.1. De Edificações m² 03. TERRAPLENAGEM 3.1. Limpeza e Preparo da Área 3.1.1. Capina e roçado m² 3.2. Cortes (Escavação) 3.2.1. em material de 1ª categoria 3.3. Aterro Compactado m³ 3.4. Transporte, Lançamento e Espalhamento de Material Escavado 3.4.1. a distância superior a 1 km m³ x km

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01. CANTEIRO DE OBRA

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Correrão exclusivamente por conta da CONTRATADA todas as despesas com relação à construção, manutenção e administração dos canteiros de obra e acampamento. A CONTRATADA providenciará às suas expensas e manterá até a entrega definitiva da obra, em condições e local indicado pela FISCALIZAÇÃO, placa de construção em chapa galvanizada, conforme normas e modelo fornecido. A CONTRATADA será responsável pela manutenção da ordem nas áreas de sua responsabilidade, mantendo serviço de vigilância no canteiro de obra, até a conclusão do contrato. Em hipótese alguma a CONTRATANTE responderá por eventuais danos ou perdas de materiais e equipamentos da CONTRATADA que venham a ocorrer no canteiro de obra.

1.1. Construções Provisórias 1.1.1. Escritórios, Depósitos, Refeitórios, Vestiários e demais m² Caberá à CONTRATADA providenciar as suas instalações adequadas à execução da obra, abrangendo barracões para escritório, alojamento para operários, Almoxarifado de materiais, refeitórios, vestiários etc.

1.2. Ligações Provisórias 1.2.1. Água, Energia, Telefone, Esgoto e demais vb Ficarão a cargo da CONTRATADA a execução das instalações de água, esgoto e energia elétrica necessárias à execução da obra, ficando sob sua responsabilidade os aspectos sanitários perante os órgãos competentes, sendo que:

caso a rede d’água do serviço público não atenda às necessidades da obra , caberá à CONTRATADA providenciar por sua conta, o abastecimento da mesma, por meio de carro-pipa ou poço para captação de água

subterrânea; • no caso de impossibilidade de atendimento de energia pública, a CONTRATADA deverá providenciar, às elétrica pela rede suas expensas, o

suprimento de energia elétrica por meio de gerador próprio. 1.3. Acessos Provisórios vb Os portões serão executados com chapas de madeira, ou com tábuas novas e inteiras de Pinho

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sendo a CONTRATADA responsável exclusiva por quaisquer erros de nivelamento e/ou alinhamento.ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 00. tornado no prolongamento da parede média da edificação.1.1. meio-fio nas ruas. • Quando não informado pela CONTRATANTE. a cota mínima será de 0. PLACAS DE OBRA Será de responsabilidade da CONTRATADA providenciar a afixação das placas de obra dos arquitetos e projetistas.30m acima do nível da rua. ou com tábuas novas e inteiras de Pinho do Paraná.4. Tapumes. Geral Cliente: UNIVASF N° Doc: SE1_00 GERAL_ESP_0 Subestação Data: 12/12/06 Revisão: 00 1. deverá ser consultado a Univasf para esclarecimento e solução.4. da FISCALIZAÇÃO e dos responsáveis técnicos pela execução. a área do barracão para escritório e almoxarifado será prevista no custo indireto de execução da obra e de acordo com a NR-18. obedecidas.Discriminação de Serviços Técnicos para Construção de Edifícios. Caso haja qualquer dúvida em cumprir esta norma. A cota da primeira soleira será no mínimo. Página 5 00. 02. Muros e demais m² Os tapumes serão executados com chapas de madeira. Não havendo. Placas.30m acima do meio-fio da rua. igual a 0. NBR 7678 . de acordo com as exigências do CREA . rigorosamente. LOCAÇÃO DE OBRAS 2. NBR 12722 . GERAL . A obra deverá ser locada rigorosamente de acordo com o projeto. em decorrência do levantamento executado. Portões. em local visível.Segurança na Execução de Obras e Serviços de Construção.Cadastro de Acidentes. correndo por sua conta a demolição e reconstrução dos serviços considerados imperfeitos pela FISCALIZAÇÃO. NORMAS PERTINENTES NBR 12284 – Áreas de Vivência dos Canteiros de Obras. Proteção e Sinalização 1. De Edificações m² A implantação da edificação no terreno seguirá rigorosamente a planta de locação fornecida pela Univasf. as exigências da municipalidade local e da FISCALIZAÇÃO. NBR (NB-18) .

GERAL . pois os projetos deverá ser apresentados antes do início dos serviços.0 m em relação a projeção da área de construção. Cortes (Escavação) 3. As despesas com os trabalhos topográficos necessários à locação das diversas unidades da obra correrão por conta da CONTRATADA.2.1. Uma vez feita a locação da obra. O serviço de locação dos pontos com transferência da marcação dos pontos da locação para gabarito lateral (Pt) terá as seguintes considerações: para ampliações de construção coladas ao bloco e/ou sala existentes considerar apenas 01 (um) ponto locado e transferido para cada bloco ou sala.ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 00. 3. A CONTRATANTE deverá apresentar os projetos que se dizem indispensáveis a execução da obra (projeto estrutural) desde que o projeto sistemático necessite. para fazer comparação com o projeto.1. as projeções dos referidos eixos das colunas ou pilares sejam assinaladas e numeradas. A marcação das fundações será feita pelo eixo das paredes. em material de 1ª categoria Página 6 00. TERRAPLENAGEM 3. colunas. deverão ser esclarecidas e resolvidas pela FISCALIZAÇÃO. usando-se quadros. será prevista a demolição da mesma. deverá ser feita a limpeza do terreno e removida a camada orgânica no local da obra. Caso haja construção no local. pilares. em conseqüência de diferença de dimensões no terreno ou outras causas. Deverão ser tomadas todas as providências relativas à extinção de formigueiros e focos de cupins porventura existentes no canteiro de obra. NORMAS PERTINENTES NBR 13133 – Execução de Levantamento Topográfico.1. no perímetro do terreno e/ou em torno da obra.2. de tal forma que. será solicitada a presença do Engenheiro Fiscal. Capina e roçado m² Antes de iniciada a construção propriamente dita. Limpeza e Preparo da Área 3. e para ampliações ou construções soltas (separadas da construção existente) considerar 02 (dois) pontos locados e transferidos.1. OBSERVAÇÃO: O serviço de locação da obra (m2) terá a banqueta numa distância mínima de 1. Quaisquer dúvidas que surjam na locação. Qualquer trabalho iniciado sem esta verificação estará sujeito à rejeição. Geral Cliente: UNIVASF N° Doc: SE1_00 GERAL_ESP_0 Subestação Data: 12/12/06 Revisão: 00 A locação será executada com instrumentos devendo ficar registrada. em banquetas de madeira. 03.

a ocorrência de quaisquer perturbações oriundas das escavações.15m. com base nos elementos constantes da Ordem de Serviço correspondente. e.ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 00.15m para a colocação de “colchão” (ou “berço”) de areia. xistos. Página 7 00. devidamente compactado. ao máximo. poderá ser substituído por areia ou outro material adequado. As camadas não deverão ter mais de 20cm nem menos de 10cm de espessura após a compactação adequada. objetivando-se sempre o máximo rendimento e economia. As cavas deverão ser abertas em caixão com as dimensões horizontais das fundações. na ausência deste. Só serão considerados nas medições volumes realmente escavados. Após a escavação atingir a cota prevista. seixos e pedras com diâmetro inferior a 0. o solo de fundação. a fim de melhorar as condições de suporte do terreno natural. edificações ou logradouros adjacentes. sua topografia.10 a 0. de materiais argilosos expansivos e de materiais de baixo suporte. argila. Sempre que houver necessidade. deverão ser empregados métodos de trabalho que evitem ou reduzam. a fim de possibilitar a execução de escoramento ou ensecadeira. enxadeco ou picareta). dimensões e volume da escavação. Essas dimensões poderão ser aumentadas. dando-se preferência a utilização de areia ou de solos preponderantemente arenosos. cascalhos soltos. a critério da FISCALIZAÇÃO. Geral Cliente: UNIVASF N° Doc: SE1_00 GERAL_ESP_0 Subestação Data: 12/12/06 Revisão: 00 O processo a ser adotado na escavação dependerá da natureza do terreno. será efetuado o esgotamento através de bombeamento. abrangendo entre outros. O reaterro de escavações provisórias e o enchimento junto as fundações serão executados com todos os cuidados necessários. Aterro Compactado m³ O lançamento do material do aterro será executado em camadas com espessuras não superiores a 30cm de material solto medidas rigorosamente por meio de pontaletes.20m. grés mole. os materiais escavados serão grupados em 3 categorias: 1ª categoria . Não será considerado pela FISCALIZAÇÃO. Quando necessário. 3. GERAL . vias públicas ou servidões. Os materiais a serem utilizados nos aterros deverão atender as especificações do projeto de terraplanagem. piçarro e rochas em adiantado estado de decomposição. bem como o livre trabalho dentro da CAVA. com ferramentas (enxada. isentos de material orgânico.3.materiais que podem ser escavados. os locais escavados deverão ser adequadamente escorados. pá. Compreende os materiais vulgarmente denominados “terra” e “moledo”. areia. de modo a garantir a segurança aos operários. Para efeitos de classificação. Nas escavações efetuadas nas proximidades de prédios e edifícios. de modo a impedir deslocamentos que afetem a própria estrutura. sem uso de explosivos. tubos de drenagem ou outro método adequado. terra em geral. convenientemente adensado. pó de pedra ou outro material arenoso de boa qualidade. deverão ser convenientemente escolhidos. A escavação em pedra solta ou rocha terá sua profundidade acrescida de 0. ou com trator com lâmina e equipamento escavo-transportador. acrescidas de 0. a critério da FISCALIZAÇÃO. qualquer excesso de escavação fora dos limites tolerados pela mesma.

executando-se nesses casos camadas com espessuras de 10cm. os materiais a serem empregados e o controle de qualidade a ser efetuado. umedecimento. NORMAS PERTINENTES NBR 5681 .Determinação do Limite de Liquidez. seja qual for a distância média e o volume considerado. NBR 6459 .Solo . e compactados até ser atingido o grau de compactação especificado no projeto. admitindo-se um mínimo de 97% em pontos isolados. a CONTRATADA apresentará à FISCALIZAÇÃO. Geral Cliente: UNIVASF N° Doc: SE1_00 GERAL_ESP_0 Subestação Data: 12/12/06 Revisão: 00 Os materiais serão convenientemente espalhados. Lançamento e Espalhamento de Material Escavado 3.4.Projeto de Terraplanagem – Rodovias. NBR 7180 .03 e MT 02. um plano de execução indicando o número de camadas.Controle Tecnológico da Execução de Aterros em Obras de Edificações.Escavação a céu aberto NBR 9732 .Solo .4.Análise Granulométrica. escavações e aterros. Nos aterros de pequenas dimensões deverão ser utilizados compactadores manuais de pequeno porte. Na ausência de especificação deverá ser adotado o grau de compactação médio de 100% da energia do “Proctor Normal”. os equipamentos que serão utilizados no espalhamento. a distância superior a 1 km m³ x kmCanteiro de Obra Ficam a cargo da CONTRATADA as despesas com os transportes decorrentes da execução dos serviços de preparo do terreno. Antes do início dos aterros de grande porte.Índice de Suporte Califórnia. homogeneizados. NBR 9895 . NBR 9061 . Página 8 00. 3. umedecidos.ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 00. Transporte.1. GERAL . com materiais adequados e devidamente preparada conforme descritos nos itens MT 02. homogenização e compactação.Solo . O controle tecnológico de aterro será efetuado de acordo com a NBR-5681.Solo .04.Determinação do Limite de Plasticidade. NBR 7181 .

1.1.1.1.3.4. Concreto Dosado em Central 2.3. Cintas e Radier 02. Sapatas isoladas ou condinuas 1. Lajes – “Cabacinha” 03.ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 00. Formas e Escoramento 2.1. Geral B.2. Lastros de concreto m³ 1. FUNDAÇÕES 1. FUNDAÇÕES E ESTRUTURA Cliente: UNIVASF N° Doc: SE1_00 GERAL_ESP_0 Subestação Data: 12/12/06 Revisão: 00 ÍNDICE 01.3. Descontínuo de madeira m² 1.3. Estrutura de Madeira Completa m³ Página 9 00. ESTRUTURAS DE CONCRETO 2.5. GERAL .2.2.1.2.3. Armaduras 2. Escoramento 1.3. ESTRUTURAS DE MADEIRA 3.1. Manual m³ 1. Embasamento. Escavação de Valas 1. Produção de Concreto 2. Fundações Diretas 1.

etc. Lastros de concreto m³ Sobre o fundo da cava de fundação devidamente compactado deverá ser executada uma camada de regularização de concreto simples com resistência à compressão maior ou igual a 11 MPa.1.1. serviço este que correrá por conta da CONTRATADA.3. as sondagens do subsolo e o respectivo parecer técnico. Manual m³ As cavas terão dimensões compatíveis com as fundações a serem executadas obedecendo as cotas estabelecidas nos projetos. tais como: madeiras. Caberá à CONTRATADA investigar a ocorrência de águas agressivas no subsolo e em caso de sua constatação comunicar à FISCALIZAÇÃO e apresentar solução adequada visando garantir a durabilidade e a vida útil prevista para o concreto. Os serviços só podem ser iniciados após a correta locação do elemento estrutural da fundação e a aprovação pela FISCALIZAÇÃO. Sapatas isoladas ou contínuas As sapatas de fundação isoladas ou contínuas (corridas) serão executadas de acordo com o projeto estrutural de fundações. GERAL . Fundações Diretas 1. Considerar para escavação da cava da fundação da sapata isolada folga de 30 cm de cada lado.3.1. Geral 01. Página 10 00.3. Escoramento 1.2. 1. isentas de quaisquer materiais que sejam nocivos ao concreto. Escavação de Valas 1.2.2. As águas subterrâneas ou pluviais porventura presentes nas cavas. 1. com espessura igual ou superior a 5 cm e superfície plana e nivelada. atendendo à resistência característica ou a exigências particulares segundo os critérios das NBR 12655 e NBR 6118. não sendo permitido o lançamento do concreto antes desta providência. Antes do lançamento do concreto de regularização as cavas deverão ser cuidadosamente limpas. sapata corrida folga de 20cm de cada lado e cinta folga de 20 cm de cada lado. Descontínuo de madeira m² Deverá obedecer ao projeto especifico 1.1. Quaisquer modificações nos projetos de fundações devem ser previamente autorizadas pela FISCALIZAÇÃO e consignadas como alteração do projeto no livro de ocorrências da obra. deverão ser esgotadas. FUNDAÇÕES Cliente: UNIVASF N° Doc: SE1_00 GERAL_ESP_0 Subestação Data: 12/12/06 Revisão: 00 As fundações devem ser executadas de acordo com o seu projeto estrutural.1. Em nenhuma hipótese os elementos estruturais serão concretados usando-se o solo das faces laterais das cavas como forma para o concreto. 1.ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 00. solos carreados por chuvas.

10m ou de acordo com o projeto.Projeto e Execução de Fundações. NORMAS PERTINENTES NBR 5681. NBR 8036 . Embasamento. NBR 6122 . NBR 6484 . até atingir o grau de compactação especificado no projeto.5 cm. NBR 6118 .3. NBR 7250 . NBR 9061 . devidamente impermeabilizadas e com altura de 0. As armaduras utilizadas obedecerão ao especificado na execução de estrutura de concreto e deverá ser assegurado o seu cobrimento mínimo pelo concreto estrutural exigido pelo projeto e pelas normas vigentes. devidamente umedecido e compactado em camadas de espessura máxima de 0.3. Geral Cliente: UNIVASF N° Doc: SE1_00 GERAL_ESP_0 Subestação Data: 12/12/06 Revisão: 00 A execução do concreto estrutural obedecerá a execução de estrutura de concreto destas Especificações. Cintas e Radier Os embasamentos serão executados em alvenaria de uma vez com tijolos cerâmicos de 1ª qualidade de 6 furos assentados com argamassa de cimento e areia no traço 1:4.Escavação a céu aberto.ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 00. 1. niveladas e com amarrações perfeitas. a critério da FISCALIZAÇÃO. embasamento em alvenaria de tijolos cerâmicos maciços de 1ª qualidade assentados com argamassa de cimento. Poderá usar. GERAL . argiloso expansivo ou de baixo suporte. isento de todo e qualquer material orgânico. Página 11 00.Execução de Sondagens para Simples Reconhecimento dos Solos. Sobre todo o embasamento deverão ser executadas cintas de concreto (radier) com a largura igual a espessura da alvenaria que será suportada. NBR 6489 . contornando o aterro do “caixão” e sua altura deve ser tal que a última fiada de tijolo fique 10cm abaixo do piso acabado.Prova de Carga Direta sobre o Terreno de Fundação.Controle Tecnológico da Execução de Aterros em Obras de Edificações. areia e cal hidratada no traço 1:2:8. As cintas de fundação serão executadas em concreto armado de acordo com as dimensões e especificações previstas no projeto estrutural e conforme o especificado no subitem execução de estrutura de concreto destas Especificações.Identificação e Descrição de Amostras de Solos.20 m.Projeto e Execução de Obras de Concreto armado. O reaterro das cavas de fundação e o aterro do “caixão” serão executados com material predominantemente arenoso.Levantamento Geotécnico. As fiadas deverão ficar aprumadas. também. NBR 6497 . Os embasamentos deverão ser construídos sobre as cintas de fundação. Na sua execução os tijolos serão previamente molhados e as juntas terão espessura constante de no máximo 1.Programação das Sondagens de Simples Reconhecimento de Solos para Fundações de Edifícios.

02. A execução de qualquer parte da estrutura. ESTRUTURAS DE CONCRETO A estrutura em concreto armado deverá ser executada em estrita obediência aos projetos arquitetônicos. Para as lajes e excepcionalmente para as vigas. O uso de qualquer tipo de aditivo. o fator água/cimento em função da resistência mecânica da durabilidade ( vida útil ) desejadas. Geral NBR 9603 . A dosagem não experimental somente será permitida a critério da FISCALIZAÇÃO. a composição granulométrica e os índices físicos ( massa unitária. não previsto nas especificações da obra. massa específica. agregadas. unidade crítica e coeficiente de enchimento) dos agregados. Os traços de concreto devem ser determinados através de dosagem experimental. e da trabalhabilidade requerida. de acordo com a NBR 12655 e NBR 6118. mesmo quando não previstos no Projeto Estrutural serão vencidos por vigas de concreto armado (vergas) em apoio de no mínimo 20cm na alvenaria. lançamento. implicará na total responsabilidade da CONTRATADA por sua resistência. ( NBR 7223 ).Estacas a Prova de Carga Estática . Cliente: UNIVASF N° Doc: SE1_00 GERAL_ESP_0 Subestação Data: 12/12/06 Revisão: 00 NBR 12131 . adensamento e a cura do concreto. em função da resistência característica à compressão (fck) e da vida útil (durabilidade). providenciados os reforços por ele indicados e aprovados pela FISCALIZAÇÃO. Todas as dosagens de concreto deverão especificar em sua apresentação: • • • • • • • a resistência característica (fck) e a resistência média de dosagem aos 28 dias (fc28). os processos que serão utilizados para a mistura. e de acordo com a NBR 12655. o tipo e a classe de resistência do cimento. As fundações para passagem de tubulações através de elementos estruturais. Todos os materiais constituintes do concreto deverão atender às Normas e Especificações Brasileiras referentes a cimento. estará condicionado à previa autorização de FISCALIZAÇÃO. as furações serão previstas na forma. Controle e Recebimento do Concreto .Preparo. NBR 12655 . GERAL . estabilidade e durabilidade. quando inevitáveis. a consistência medida pelo ensaio de abatimento. estrutural é às normas da ABNT. estabelecidas pelo calculista.Procedimento.Sondagens a Trado. aditivos e adições minerais. a condição específica de execução de cada obra e o tipo de controle de qualidade a que será submetido o concreto. água.ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 00. desde que atenda às seguintes exigências: Página 12 00. Todos os vão de portas e janelas. transporte. de acordo com as autorizações do Projetista. a dimensão máxima característica do agregado em função da divisão mínima das peças a serem concretadas e do respectivo espaçamento da armadura.Método de Ensaio. deverão ser evitadas.

a proporção de agregado miúdo no volume total de agregados deve estar entre 30% e 50%. sem acarretar ônus algum para a CONTRATANTE A critério da FISCALIZAÇÃO. a fim de evitar a deformação e deslocamento das mesmas. também ao aspecto da durabilidade das peças em função do meio ambiente de exposição. a fim de evitar defeitos de execução nessas partes a serem envolvidas pelo concreto. Geral • • • Cliente: UNIVASF N° Doc: SE1_00 GERAL_ESP_0 Subestação Data: 12/12/06 Revisão: 00 consumo de cimento por m3 de concreto. deverão ser colocados vergalhões com espaçamento de 50cm e salientes no mínimo. 30cm da face da estrutura. a quantidade de água será a mínima compatível com a trabalhabilidade necessária.ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 00. Durante a concretagem. Qualquer modificação julgada necessária no plano de trabalho. bem como de outro elementos. Antes da concretagem deverá ser estocado no canteiro de serviço. o concreto for encharcado. Plano de Trabalho: deverá a CONTRATADA apresentar. não inferior a 300Kg. o serviço ficará sujeito a uma total demolição e a nova execução. Página 13 00. escoramentos e armaduras. previamente à FISCALIZAÇÃO um plano de trabalho detalhado para a execução da concretagem. A concretagem somente pode ser iniciada após a autorização prévia da FICALIZAÇÃO. A resistência de dosagem deverá atender ao previsto na NBR 12655. não será permitida a concretagem durante a noite ou sob fortes chuvas. Produção de Concreto Equipamento: para execução das estruturas de concreto armado a CONTRATADA deverá dispor no canteiro de obras dos equipamentos e ferramentas necessárias à mistura. serão verificados pelos instaladores e pela FISCALIZAÇÃO. assim como se encontrar na obra o equipamento mínimo exigido pela FISCALIZAÇÃO. este deverá ser removido inteiramente. transporte. 2. as posições e vedação dos eletrodutos e caixas. o cimento (devidamente abrigado e estocado em pilhas inferiores a 10 sacos) e os agregados necessários à mesma. bem como estarem esgotadas as cavas de fundação. que procederá as devidas verificações das formas. adensamento e cura do concreto em perfeitas condições de utilização. Antes de qualquer concretagem será procedida a limpeza das formas e armaduras. das tubulações e peças de água e esgoto. por ocasião de chuvas. além da resistência de dosagem. só poderá ser efetuada depois de aprovada pela FISCALIZAÇÃO.1. A fim de permitir a amarração da estrutura com a alvenaria de fechamento. Os caminhos e plataformas de serviços para a concretagem não deverão se apoiar nas armaduras. preferencialmente com ar comprimido e/ou lavagem com água. GERAL . lançamento. A fixação do fator água-cimento na dosagem do concreto deverá atender. se. sem a qual. Antes da concretagem. demonstrando que os tipos e quantidades de equipamentos e ferramentas disponíveis são compatíveis com a metodologia execução e com o cronograma previsto para a obra.

serão tomadas as precauções necessárias para o esgotamento do local. sendo sobre ela distribuída a brita. A mistura areia-cimento será espalhada na plataforma. procedendo o revolvimento dos materiais até que se obtenha uma massa de aspecto homogêneo. a exemplo dos retardadores de pega e dos plastificantes e redutores de água. Não será permitido amassar manualmente. para corrigir a umidade ou consistência do concreto. O lançamento do concreto deverá ser feito em trechos de camadas horizontais. só serão permitidas quando autorizados pela FISCALIZAÇÃO. Não será permitido o emprego de concreto remisturado e nem a mistura deste com concreto fresco. a areia e o cimento. serem tomadas as necessárias providências para impedir deformações ou deslocamentos. O enchimento das forma deverá ser acompanhado de adensamento mecânico. Página 14 00. poderá ser permitido o adensamento manual. Para o caso de peças com mais de 2. de cada vez. este será feito sobre plataforma impermeável. carrinhos de mão com roda de pneu.ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 00. O tempo de mistura deverá ser suficiente para a obtenção de um concreto homogêneo. bem como de adições minerais. um volume de concreto superior ao correspondente a um consumo de 100kg de cimento. convenientemente distribuídas. o intervalo de tempo máximo recomendado é de 30 (trinta) minutos tolerando-se até 60 (sessenta) minutos do preparo até o fim do adensamento. A FISCALIZAÇÃO deverá rejeitar para o uso na obra. a FISCALIZAÇÃO autorizar o amassamento manual do concreto. a fim de. sendo no mínimo de 60s. Não será permitida a utilização de frações de 01 (um) saco de cimento.00m. Não será permitida a remoção do concreto de um lugar para outro no interior das formas. Poderão ser utilizados para o transporte do concreto. até adquirirem uma coloração uniforme. caçambas e pás mecânicas. e a critério exclusivo da FISCALIZAÇÃO. O transporte do concreto deverá ser efetuado por métodos e equipamentos que não provoquem segregação nem perdas de seus materiais componentes por vazamentos ou sensível evaporação. evitando-se assim que o concreto seja ‘lavado’. No adensamento mecânico serão empregados vibradores adequados. ou agregado seco e remistura. Quando em casos especiais. Não será permitido o uso de carrinhos com rodas metálicas ou de borracha maciça. Nos lançamentos que devem ser feitos abaixo do nível d’água.00m de altura. não sendo permitido adições de água. antes de iniciar a pega. Neste caso deverão ser utilizadas calhas. A altura máxima permitida para lançamento de concreto será de 2. Inicialmente serão misturados a seco. se preciso. que a seu critério não se enquadre nestas Especificações. GERAL . deverá se lançar mão do uso de janelas laterais nas formas. o concreto já preparado. galeotas. o volume de concreto amassado destinar-se-á a emprego imediato e será lançado ainda fresco. sendo vedado o emprego de concreto que apresente vestígios de pega ou endurecimento. Em qualquer caso. O uso de aditivos. trombas ou mangotes. Entre o preparo da mistura e o seu lançamento na forma. Geral Cliente: UNIVASF N° Doc: SE1_00 GERAL_ESP_0 Subestação Data: 12/12/06 Revisão: 00 A mistura do concreto será feita em betoneiras com capacidade mínima para produzir um ‘traço’ correspondente a 01 (um) saco de cimento de 50 kg. A seguir adiciona-se a água necessária. tornando-se as precauções necessárias para evitar engaiolamento do agregado graúdo e falhas ou vazios nas peças (‘ninhos’ de concretagem). Durante essa operação deverá ser observado o modo como se comporta o escoramento. Em concreto não estrutural.

com o possível emprego de barras de transmissão em aço ou adesivo estrutural a base de resina epóxica. Sempre que possível. tais como : • molhagem contínua das superfícies expostas do concreto ou proteção por tecidos de aniagem. até se formar uma ligeira camada de argamassa na superfície do concreto e cessar quase completamente o desprendimento de bolhas de ar. Este deverá implicar em cuidados especiais. e as superfícies deverão ser tratadas. ao máximo. deverá ser dado tratamento especial a essa junta. mantidos úmidos. A retirada dos escoramentos está condicionada aos prazos mínimos. atingindo todos os recantos da forma. a superfície deverá ser limpa com escova de aço. ou procurar localizá-las nos pontos de esforços mínimos. previstos nas normas da ABNT: faces laterais . ou ainda por qualquer outro método apropriado. a fim de evitar o surgimento de possíveis pontos fracos na estrutura. aplicando-se posteriormente uma camada de argamassa (no mesmo traço do concreto utilizado) com 10cm de espessura. evitar solicitações (carregamentos na peça). Excepcionalmente no adensamento manual as camadas não devem exceder 20cm. antes de se recomeçar a concretagem. Geral Cliente: UNIVASF N° Doc: SE1_00 GERAL_ESP_0 Subestação Data: 12/12/06 Revisão: 00 O adensamento deverá ser executado de tal maneira que não altere a posição da ferragem e que o concreto envolva a armadura. quando tais interrupções se tornarem inevitáveis. assegurando um rápido escoamento. A critério da FISCALIZAÇÃO. a espessura da camada não deve ser superior a ¾ do comprimento da agulha.14 dias faces inferiores com retirada total . dando-se depois seqüência à concretagem. GERAL . Quando se utilizam vibradores de imersão.72 horas faces inferiores deixando-se pontaletes . cuja concretagem se reinicie após 24 horas de paralisação. as juntas deverão ser bastante irregulares. Deve-se procurar vibrar por períodos curtos em pontos próximos ao invés de períodos longos num único ponto ou em pontos distantes. A distância entre os pontos de aplicação do vibrador serão da ordem de 6 a 10 vezes o diâmetro da agulha.21 dias • • • • • • Página 15 00. quando se vai continuar a concretagem. evitar acúmulo d’água. Nas bases das colunas. deve-se fazer coincidir as juntas de concretagem com as juntas já previstas em projeto. Os vibradores deverão ser aplicados verticalmente em um ponto.ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 00. O período de cura deve ser iniciado logo após a pega e mantido durante 7 a 14 dias. Deverão ser evitadas. em peças de maior responsabilidade estrutural. as interrupções na concretagem em elementos intimamente ligados. lavadas e cobertas com uma camada de argamassa em traço igual ao do concreto. As juntas de retração deverão ser executadas onde forem indicadas nos desenhos do projeto e de acordo com as determinações específicas para o caso.

Quando houver dúvidas sobre a resistência de uma ou mais partes da estrutura poderá a FISCALIZAÇÂO exigir. provas de carga com programa determinado pela FISCALIZAÇÃO em cada caso particular. devendo ser tomados cuidados especiais a fim de recobrir todo e qualquer ferro que tenha ficado aparente. • verificação da consistência prevista para o concreto. as falhas de concretagem porventura existentes. devendo essas provas serem executadas. Página 16 00. lançamento. Controle Tecnológico do Concreto: visa garantir e comprovar o nível de qualidade e as especificações previstas para o concreto estrutural. as correções nas quantidades de areia úmida e de água em função do teor de umidade da areia visando a constância da relação água/cimento. ultra-som. abrange as fases de: • • • • escolha a seleção dos materiais constituintes de concreto.ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 00. etc. A estrutura somente será aceita pela FISCALIZAÇÃO. brocagem de corpos de prova e execução de provas de carga. GERAL . cura e ruptura de corpos de prova para verificação da resistência é compressão de acordo com o plano de amostragem previsto na NBR 12655. tendo em vista as dúvidas que se queiram dirimir. deverão ser preparadas a ponteiro e recobertas com argamassa de cimento e areia no traço 1:2 em volume. • moldagens. adensamento e cura do concreto. • verificação das etapas de mistura. estudos de dosagens experimentais. pelos ensaios de abatimento de acordo com a NBR 12655. com ônus para a CONTRATADA: • verificação da resistência do concreto por ensaio não destrutivo. por meio de ensaios não destrutivos. • controle estatístico de resistência do concreto de acordo com os estimadores previstos na NBR 12655. se atendidas às condições do Capítulo 16 da NBR 6118. no mínimo 45 (quarenta e cinco) dias após o endurecimento do concreto. verificação das quantidades dos materiais a serem colocadas na betoneira inclusive. Geral Cliente: UNIVASF N° Doc: SE1_00 GERAL_ESP_0 Subestação Data: 12/12/06 Revisão: 00 Após o descimbramento. ensaios de recepção dos materiais no canteiro de obras . • • • extração de corpos-de-prova e respectivos ensaios à ruptura. tipo esclerometria. • eventuais verificações e análises da resistência do concreto endurecido e da estabilidade da estrutura. transporte. coleta de amostra e reconstituição do traço do concreto.

podem alterar os tempos de transporte e de descarga acima referidos. GERAL . que o abatimento após a correção seja menor ou igual ao limite máximo especificado. Concreto Dosado em Central Cliente: UNIVASF N° Doc: SE1_00 GERAL_ESP_0 Subestação Data: 12/12/06 Revisão: 00 O concreto dosado em central (pré-misturado. Os trechos a serem percorridos pelos caminhões – betoneiras na obra. devem estar livres. Página 17 00. Devem ser obedecidas as mesmas prescrições referentes ao lançamento.adição de água aos materiais até o inicio da descarga não seja inferior a 15 (quinze) minutos. • o uso de aditivos retardadores e condições especiais de temperatura. propriedades do cimento.PRODUÇÃO DO CONCRETO. deve satisfazer as condições de resistência e vida útil (durabilidade) estabelecidas no Projeto estrutural e outras porventura especificadas para o concreto e deve obedecer a NBR 7212. para que possa ser autorizadas qualquer alteração. limpos e em terreno firme. Deve ser verificado o dimensionamento das quantidades dos equipamentos de transporte. A adição suplementar de água. Geral 2. que esta correção não aumente o abatimento em mais de 25mm. lançamento e dos vibradores para o prazer de concretagem previsto de acordo com a capacidade do caminhão – betoneira. etc. antes do início da descarga só se admite desde que: • • • antes da adição o abatimento seja igual ou maior a 10mm . para veículos não dotados de equipamento de agitação. para veículo dotados de equipamento de agitação.adição de água até a entrega do concreto deve ser: • fixado de forma que o fim do adensamento não ocorra após a pega do concreto lançado. • que o tempo entre a 1ª. A adição suplementar de água mantém a responsabilidade do fornecedor pelas propriedades do concreto e deve ser autorizada por representantes das partes e obrigatoriamente registrada no documento de entrega. o que deverá ser comprovado por experiências e ensaios e submetidas á aprovação da FISCALIZAÇÃO. • inferior a 90 (noventa) minutos e que até o fim da descarga seja no máximo 150 minutos.02 . • inferior a 40 (quarenta) minutos e até o fim da descarga no máximo 60 (sessenta) minutos. O tempo decorrido entre o inicio da mistura a partir do momento da 1ª.2. adensamento e cura constantes do item anterior SE 02. fornecido por concreteiras). umidade relativa do ar.ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 00.

A FISCALIZAÇÃO poderá exigir o acompanhamento topográfico em todas as fases de concretagem. As emendas de topo das formas chapuzes devidamente apoiados. GERAL . de modo a torná-lo o mais compacto possível. de modo a deixar aparente a brita. ou das próprias formas por fatores ambientais. com posterior lavagem. deve obedecer ao plano de amostragem da norma NBR 12655 e deve ser efetuada no terço médio da descarga retirando-se uma quantidade 50% maior que o volume necessário e nunca menor que 50l. no mínimo. O diâmetro interno do tubo deve ser. principalmente. folhas de compensado e chapas metálicas irregulares ou empenadas.5m3 de concreto. Ao se realizar juntas de concretagem deve-se remover toda a nata de cimento. segundo as prescrições constantes do item SE-02. As formas deverão ser executadas rigorosamente de acordo com as dimensões indicadas no projeto e terem a resistência necessária para não se deformarem sob a ação do conjunto de peso próprio. devendo ainda a madeira ser isenta de ‘nós’ prejudiciais. As formas poderão ser reutilizadas quantas vezes possível.3. Não deverão ser utilizadas tábuas. ou pelo adensamento do concreto. peso e pressão do concreto fresco. A cura será efetuada conforme o subitem SE 02. As formas poderão ser confeccionadas com tábuas de pinho de 3a qualidade (12” x 1”). de maneira a evitar possíveis deformações do solo. Página 18 00. deve-se iniciar imediatamente o adensamento vibratório. As formas serão confeccionadas ou montadas de forma que permitam a retirada dos diversos elementos com facilidade e. para que haja uma melhor aderência com o concreto a ser lançado. peso das armaduras.ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 00. Geral Cliente: UNIVASF N° Doc: SE1_00 GERAL_ESP_0 Subestação Data: 12/12/06 Revisão: 00 Para todo caminhão – betoneira será efetuado o ensaio de abatimento. Formas e Escoramentos As formas e os escoramentos serão dimensionados obedecendo aos critérios da ABNT (NBR 5118 e NBR 7190). e das cargas acidentais e esforços provenientes da concretagem e sob à ação das variações de temperatura e umidade. deverá existir um dispositivo especial na saída do tubo para evitar a segregação. 2. por jateamento de material abrasivo ou por apicoamento. sem choques. coletandose para tal um volume aproximado de 30 (trinta) litros após o descarregamento de cerca de 0. As formas deverão ser suficientemente estanques de madeira a impedir a fuga da nata ou pasta de cimento. A retirada de amostras para moldagem de corpos-de-prova para verificação da resistência mecânica. desde que os danos sofridos nas concretagens não comprometam o acabamento das superfícies concretadas. impedindo o aparecimento de ondulações. Após o lançamento do concreto nas formas. No lançamento por bombeamento do concreto. deverão repousar sobre ‘costelas’ ou A amarração das formas deverá garantir o perfeito alinhamento e paralelismo. com folhas de compensado de espessura adequada ao fim desejado ou ainda serem metálicas. 3 (três) vezes o diâmetro máximo do agregado graúdo utilizado.31.

consoante plano elaborado. Para fixação das formas. a fim de garantir o perfeito encaixe e fixação de suas peças componentes. As formas e os escoramentos devem ser revistos periodicamente prevendo-se a troca de elementos (braçadeiras. e os esforços provenientes da concretagem. uma emenda. Os escoramentos ou cimbramentos deverão ser efetuados de modo a suportarem o peso próprio das formas e da estrutura. deverão ser amarradas entre si. com 4 (quatro) chapuzes pregados lateralmente. deve-se deixar aberturas próximas ao fundo. • as formas absorventes deverão ser moldadas até a saturação. • proceder a limpeza do interior das formas e a vedação das juntas. Os escoramentos deverão se apoiar em apropriados. cuidados especiais deverão ser tomados. paredes e vigas estritas e altas. os pontaletes e escoras deverão ser encimados por ‘costelas’ apoiadas nos mesmos através de encaixe tipo ‘orelha’. com as tolerâncias previstas na NBR 6118. fazendo-se furos para o escoamento da água em excesso. as costelas situadas num mesmo plano transversal. Nos escoramentos metálicos. etc. com ‘rondantes’ de arame ou ferro. afim de assegurar que a geometria da estrutura corresponde ao projeto. de modo a evitar a fuga da pasta. devendo as faces das emendas serem rigorosamente planas. escoramentos. as mesmas deverão ser limpas e protegidas com agentes de desforma. • no caso em que as superfícies das formas sejam tratadas com produtos antiaderente.) que não ofereçam condições de uso a critério da FISCALIZAÇÃO. dos eixos Página 19 00.00m. Nas vigas de altura superior a 1. simetricamente em todos os vãos. O descimbramento e a retirada das formas deverá ser procedido cuidadosamente. Nas formas de pilares. Essa emenda deverá ser de topo. espaçadores. para a limpeza. Antes do lançamento do concreto deverão ser adotadas as seguintes precauções: • conferência das medidas e das posições das formas. Deverá ser efetuado o necessário enrijecimento dos escoramentos por meio de contraventamentos longitudinal e transversal. no máximo. Não será permitido o uso de óleo queimado ou de outros produtos que venham a prejudicar a uniformidade de coloração ou aparência da pintura ou de outros materiais de acabamento. segundo uma seção normal do eixo longitudinal da peça. mãos francesa. No caso de estruturas especiais os escoramentos deverão ser objeto de projeto específico. sendo ajustados por meio de cunhas. Geral Cliente: UNIVASF N° Doc: SE1_00 GERAL_ESP_0 Subestação Data: 12/12/06 Revisão: 00 No reaproveitamento de formas. situada fora do seu terço médio. sem choques. GERAL . pranchas ou outros dispositivos Os pontaletes e escoras poderão ter. esse tratamento deve ser executado antes da colocação da armadura. parafusos.ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 00. destinadas a facilitar a desmoldagem. Os pontaletes e escoras não deverão se apoiar em peças que trabalhem à flexão.

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 00. Será permitido para esse fim. A armadura deverá ser calçada junto às formas com paralelepípedos de concreto de espessura igual a do cobrimento previsto no projeto (“cocadas”). a amarração de arame deverá ficar voltada para o interior da peça e não para a face da forma. Para aceitação dos lotes de aço poderão ser exigidos os ensaios de tração e de dobramento de acordo com as NBR 7480. no momento de seu emprego. manchas de óleo. estas deverão ser confeccionadas com argamassa mais rica do que o concreto que a envolverá (mínimo 1:3). O contato direto das armaduras com a forma deverá ser impedido através dos dispositivos afastadores de armadura do tipo ‘clips’ plásticos ou pastilhas de argamassa (‘cocada’). Nas lajes deverá haver a amarração dos ferros em todos os cruzamentos. anão ser com autorização prévia da FISCALIZAÇÃO. O desempeno e dobramento das barras serão feitos a frio erá feito a frio. com espessura prevista para o cobrimento da armação (ver norma NBR 6118 em revisão). devendo as mesmas se apoiarem sobre vigas ou toras de madeira. no tocante ás formas e ao escoroamento 2. Usando-se pastilhas de argamassa. faces inferiores deixando-se pontaletes: 14 dias. não sendo aceitas aquelas cujo estado de oxidação prejudique a sua seção teórica. devendo ser isentas de quaisquer materiais prejudiciais à sua aderência com o concreto. NBR 6158 e NBR 6153. bem como as formas. As emendas deverão obedecer as prescrições da NBR 7480 e da NBR 6118. As armadura serão colocadas no interior das formas na posição indicada no projeto com o espaçamento nele previsto. GERAL da categoria ou seção de aço. • • • faces laterais: 72 horas. A CONTRATADA deverá evitar que as barras de aço e as armaduras fiquem em contato com o terreno. não sendo admitidas emendas de barras não previstas no Projeto. se . retirando-se as crostas de barro. Além das determinações contidas neste capítulo. deverão estar perfeitamente limpas. o emprego de arame preto no 18 e tarugos de aço. graxas. Armaduras As armaduras. Página 20 00. e de modo a se manter indeslocável durante o lançamento do concreto. As barras de aço. O prazo de retirada das formas e escoramento deverá atender às exigências da NBR-6118. retirada total: 21 dias. deverão ser obedecidas as recomendações feitas pelo calculista. barras e fios de aço deverão obedecer às determinações da NBR 7480 e da NBR 6118 e às condições estabelecidas no cálculo estrutural. e das extremidades para os apoios nos vãos em balanço. Somente será permitida a substituição autorizada pelo calculista e pela FISCALIZAÇÃO. e quando posicionados.4. Geral Cliente: UNIVASF N° Doc: SE1_00 GERAL_ESP_0 Subestação Data: 12/12/06 Revisão: 00 para os apoios nos vãos centrais.

A estrutura de madeira será executada de acordo com as normas da ABNT. Toda peça será serrada. Projeto e Execução de Estruturas de Concreto Pré-moldado. Lajes tipo “Cabacinha” Deverá obedecer os projetos específicos 03.80m. Projeto e Execução de Obras de Concreto Armado. a cada 33cm no máximo. ESTRUTURAS DE MADEIRA (Coberta) 3.5. Jatobá ou Madeira de Lei escura.50m. será de 3. A medição da coberta será feita sempre na projeção horizontal NORMAS PERTINENTES NBR NBR NBR NBR NBR 5712 6118 6119 6120 9062 Bloco Vazado Modular de Concreto. sem empenos ou defeitos como rachaduras ou nós. bem seca. aparelhada se especificado. GERAL . o espaçamento máximo entre terças será de 1.50m. através de firmas especializadas e com certificado de garantia de 1 (um) ano após aplicação. Cargas para o Cálculo de Estruturas de Edificações. em particular a NBR 7140 – Cálculo e Execução de Estruturas de Madeira e conforme projeto elaborado por calculistas/firmas especializadas A madeira deverá ser Massaranduba. caibros de 2”x 11/2”. Página 21 00.80m. será de 2. Estrutura de Madeira Completa Toda mudança de telhas por outro tipo diferente do existente deverá ser considerada à mudança de empena.80m.ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 00. Cálculo e Execução de Lajes Mistas. vão máximo para terças inclinadas de 3”x 4” a cada 1. Geral Cliente: UNIVASF N° Doc: SE1_00 GERAL_ESP_0 Subestação Data: 12/12/06 Revisão: 00 Toda peça concretada sem a conferência e a aprovação prévia da armadura por parte da FISCALIZAÇÂO estará sujeita a demolição total sem nenhum ônus adicional para o CONTRATANTE 2. Receberão ainda tratamento prévio contra a ação de cupins e outras pragas. As emendas serão sempre evitadas e motivo de detalhes em projeto. vão máximo para terças inclinadas de 3”x 6” a cada 1. três por telha.1. Na ausência de projeto da estrutura de madeira para coberta este deverá ser providenciado pela utilizados: • • • • • • ripas de 2”x 1/2”. de peso específico elevado (maior que 1000Kg/m3) e já de uso consagrado. O nome popular e/ou o científico deverá ficar registrado no Diário de Obras.

1.4.4.1.4.2.2.1.1.2. 1. 1.1.3.4.1.3.3.4.ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 00. ARQUITETURA E ELEMENTOS DE URBANISMO Cliente: UNIVASF N° Doc: SE1_00 GERAL_ESP_0 Subestação Data: 12/12/06 Revisão: 00 ÍNDICE 1.4. 1. 1.3.1. GERAL .4.3. 1.4. 1.4.2.2. ARQUITETURA 1.2.4.2. Paredes 1. Pinturas 1.1.1. Rufos m 1.1.3.3.3.2.3.4. Calhas m 1. Cimentados m2 de elementos intertravados m2 Contrapiso e regularização da base m2 1.1.5.3. Geral C. de alvenaria de tijolos furados cerâmico m2 1.3. Revestimentos de paredes 1. Impermeabilizações 1. 1.3.2.1. Esquadrias 1.4.4.4.4.4. Esquadria metálicas m2 1.2.5. Telhas de fibro-cimento m2 1. de alvenaria de elementos vazados de concreto m2 1. RevestimentoS 1.5.1.2. Revestimentos de pisos 1.1. Multimembranas asfálticas m2 1. Cobertura e Fechamento Lateral 1.2.3.3. Massa corrida m² com tinta a base de esmalte m2 com tinta acrílica m2 com tinta texturizada m2 1. Tratamento de juntas dm³ Página 22 00. Chapisco m2 Emboço m2 Reboco m2 1. Peças complementares de fibro-cimento m 1.

em cada andar. Página 23 00. Paredes 1. evitando-se com rigor coincidências de juntas verticais em camadas consecutivas. será suspensa a uma distância de 20 cm da face inferior de vigas ou lajes. Em todos os encontros de paredes deverão ser feitas amarrações de alvenaria. areia e brita). O fechamento das paredes será feito em tijolos maciços inclinados e bem apertados. serão no máximo 1:8 nos embasamentos e 1:10 nas alvenarias de elevação. e por meio de fios de prumo. As argamassas de assentamento serão de cimento e areia . janelas.00 m entre as alturas levantadas em vãos contínuos. sobre camada de argamassa de 1.ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 00. alternadamente. vãos de portas. Os cantos das paredes deverão ser feitos com tijolos inteiros. a execução de alvenaria nas paredes. Antes do início da execução da alvenaria. Todas as juntas horizontais e verticais serão preenchidas com argamassa. Os traços em volume. no sentido de uma e outra parede. os alinhamentos das paredes. GERAL . niveladas. superior aos tijolos. Esse fechamento somente poderá ser feito após 3 dias de execução da referida parede. por meio de cordões ou fios de arame esticados sobre cavaletes. nas estruturas em concreto armado. No enchimento dos vãos. Sobre os vãos das esquadrias. etc. As paredes a serem construídas em alvenaria de tijolos cerâmicos serão indicadas no projeto arquitetônico. As argamassas serão preparadas de acordo destas especificações. os trechos de paredes perfeitas condições de verticalidade. e obedecerão as normas NBR 7170 e NBR 7171.5 cm de espessura com juntas alternadas de modo a se obter boa amarração. Os tijolos deverão ser molhados antes do assentamento. devendo ser executadas de acordo com as dimensões do projeto. deverão ser dispostas vigas ou vergas de concreto armado. evitando-se a absorção de água das argamassas aplicadas. ou seja. será o bastante para a FISCALIZAÇÃO poder determinar sua total ou parcial demolição sem nenhum ônus para a CONTRATANTE. Geral Cliente: UNIVASF N° Doc: SE1_00 GERAL_ESP_0 Subestação Data: 12/12/06 Revisão: 00 1. assentados. cimento cal e areia ou adesivas e deverão apresentar resistência à compreensão. deverão ser marcados.1. ARQUITETURA 1. Qualquer desaprumo ou falta de alinhamento entre as diversas fiadas de tijolos.1. executadas em traço volumétrico de 1:3:5 (cimento. As paredes que repousam sobre vigas contínuas deverão ser levantadas simultaneamente. não sendo permitidas diferenças superiores a 1. de alvenaria de tijolos cerâmico m2 Todas as alvenarias deverão ser executados com tijolos de fabricação mecânica de 1ª qualidade. todas as saliências. As diversas fiadas deverão ficar perfeitamente alinhadas e apresentando. Todas as alvenarias deverão ser convenientemente amarradas aos pilares e vigas por meio de pontas de vergalhões deixadas na estrutura de concreto armado. não poderão apresentar trincaduras ou outros defeitos que possam comprometer sua resistência e durabilidade. Os tijolos deverão ser assentados em fiadas horizontais.1.

1. vãos de portas. Antes do início da execução do painéis de elemento vazado. Os painéis de mais de 6m de altura ou de 14 m2 de superfície serão reforçados com armadura constituída por vergalhão de ferro. os alinhamentos das paredes. em meia-cana. e alisadas de modo a apresentarem sulcos contínuos. todas as saliências.ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 00. nem sinuosidades. A fim de prevenir dificuldades de limpeza ou danificação de peças.30m para cada apoio. sendo 0. onde convenientes. serão no máximo 1:4. sendo solidamente fixados na alvenaria ou concreto que enquadram os painéis Página 24 00. as juntas serão preenchidas com argamassa de cimento e areia no traço 1:4 ligeiramente rebaixadas ou alegradas com ferro de rejuntar curvo.60m. antes de seu enrijecimento. GERAL . mástique betuminoso. etc. fiquem expostas e vivas as arestas dos elementos vazados. lã de vidro ou neoprene. Geral Cliente: UNIVASF N° Doc: SE1_00 GERAL_ESP_0 Subestação Data: 12/12/06 Revisão: 00 excedendo as larguras dos respectivos vãos com um mínimo de 0. deverá apresentar resistência à compreensão superior ao mesmo. em cada 3 a 5 fiadas. nas juntas verticais e horizontais. não poderão apresentar trincaduras ou outros defeitos que possam comprometer sua resistência e durabilidade. falhas ou outros defeitos que possam comprometer a sua resistência e durabilidade. inclusive peças estruturais ( pilares. toda a argamassa que venha a salpicar a superfície dos elementos vazados ou venha a extravasar das juntas. de alvenaria de elementos vazados de concreto m2 Todas as vedações com elementos vazados deverão ser executados com cobogós de fabricação mecânica de 1ª qualidade. Os vergalhões correrão escondidos na espessura das juntas. antes da pega da argamassa e em profundidade suficiente para que.2. ou seja. Cuidados especiais deverão ser tomados quando do assentamento. por profissionais qualificados nesse serviço. por meio de cordões ou fios de arame esticados sobre cavaletes. 1. As juntas serão cavadas à ponta de colher ou com ferro especial. aplicando-se aos mesmos as prescrições da NBR 7173. Deverão ser descontados das alvenarias executadas todos os vãos de porta e cobogó que façam parte do plano da mesma. e obedecerão as normas em vigor. e por meio de fios de prumo. devendo ser executado de acordo com as dimensões do projeto. com vista à distribuição uniforme dos elementos vazados no vão a fechar. Não será tolerada qualquer torção. Qualquer desaprumo ou falta de alinhamento entre as diversas fiadas dos painéis de elemento vazado. de pequena profundidade. janelas. Posteriormente. depois do rejuntamento. serão preenchidas com asfalto. A execução dos painéis de elementos vazados será realizada com particular cuidado e perfeição. desnível ou desaprumo dos elementos vazados. vigas. Os cobogós deverão ter acabamento uniforme sendo vedado o emprego dos que apresentarem trincaduras. A argamassa de assentamento dos elementos vazados será de cimento e areia média. deverão ser marcados. Os cobogós deverão ser fabricados nas dimensões e formatos indicados no projeto. As juntas de dilatação. será o bastante para a FISCALIZAÇÃO poder determinar sua total ou parcial demolição sem nenhum ônus para a CONTRATANTE. cuidar-se-á de remover. conforme posição ou dimensões do painel. Os traços em volume. sapatas corridas e isoladas.

1. A quantidade de madeira de lei que estiver sendo utilizada deverá constar no DIARIO DE OBRA. excedendo as larguras dos respectivos vãos com um mínimo de 0. sendo a junção garantida por meio de argamassa de cimento. executadas em traço volumétrico de 1:3:5 (cimento. 1. um ferro de 6.ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 00. quando não indicadas no projeto estrutural. de preferência com argamassa pré-fabricada.3.obedecera ao(s) desenho(s) e detalhes constantes.3.30m para cada apoio.2. cal e areia no traço volumétrico de 1:0. cada 10cm distribuído pelo perímetro de calha longitudinalmente disposto e estribados.60m.1. Calhas m De concreto obedecerão rigorosamente aos perfis indicados nos desenhos de detalhes da estrutura. Geral Cliente: UNIVASF N° Doc: SE1_00 GERAL_ESP_0 Subestação Data: 12/12/06 Revisão: 00 Sobre os vãos das esquadrias. Rufos m Todas as concordâncias de telhados com paredes serão guarnecidas por rufos de alumínio ou por cordões de concreto armado. deverão ser dispostas vigas ou vergas de concreto armado. Telhas de fibro-cimento m2 O projeto de cobertura e telhamento obedecerá as NBR 12825 e NBR 12800. GERAL . do Projeto executivo de coberta previamente aprovado pela FISCALIZAÇÃO.35mm.2. sendo 0. A armadura das calhas de águas pluviais.estrutura e telhamento .25:4 ou.3.3. Página 25 00. não se aceitando simplesmente pintura de emulsão asfáltica A execução da cobertura . Cobertura Toda a laje de cobertura a céu aberto deverá ser impermeabilizada. terá no mínimo. 1. 1. previstas no projeto.3. O projeto de cobertura e telhamento obedecerá as NBR 12825 e NBR 12800.3. 1. No caso de calhas de concreto armado ou alvenaria armada. JATOBÁ ou similar. areia e brita).4. não se aceitando simplesmente pintura de emulsão asfáltica. colocadas com a convexidade para cima. Esquadrias 1. os quais já deverão levar em conta as espessuras necessárias à impermeabilização. Peças complementares de fibro-cimento m As cumeeiras e os espigões serão feitos com o mesmo material das telhas. será exigida impermeabilização. à guisa de pingadeira. O madeiramento a ser usado para tal serviço deverá ser de MAÇARANDUBA.

com 6cm ou 10cm de espessura. 1. utilização de rufos de concreto. Contrapiso e regularização da base m2 Deverá ser em argamassa de areia e cimento no traço de 1:3 NORMAS PERTINENTES NBR 06137 .Peças de Concreto para Pavimentação.1. O aterro interno do “caixão” será executado com areia ou material arenoso aprovado pela FISCALIZAÇÃO. Revestimentos de pisos Os pisos e pavimentos previstos deverão ser executados de acordo com os Projetos Arquitetônicos e de pavimentação. Revestimentos 1.50m com espessura mínima de 8cm.Pisos para Revestimento de Pavimentos. e só será lançado após o nivelamento do aterro compactado e a coloração das canalizações que devam passar sob o piso.4.1.4. NBR 9781 .1. 1. A execução dos pisos só poderá ser iniciada após a conclusão dos revestimentos das paredes e será concluída antes das pinturas.4.5% já definido na execução do lastro ou contrapiso. A declividade deve ser dada no lastro ou em alguns casos. Geral Cliente: UNIVASF N° Doc: SE1_00 GERAL_ESP_0 Subestação Data: 12/12/06 Revisão: 00 Nos dois casos os rufos terão a largura mínima de 0. Este lastro será de concreto simples no traço 1:4:8 (cimento:areia:brita). este será devidamente 1.2.4. devendo ser utilizado vegetação nativa conforme projeto de paisagismo.1%) de modo a permitir o fácil escoamento das águas de chuva em direção as grelhas. no próprio piso. As calçadas do contorno (proteção) não existirão. limpos de tintas ou manchas. conforme orientação da FISCALIZAÇÃO. Na execução do lastro aplicam-se as disposições da NBR 12190. Estes pisos deverão ser entregues sem nenhum trincadura. de elementos intertravados m2 As calçadas de acesso de pedestres serão em intertravados. As superfícies terão caimento mínimo de 0. soleiras ou portas externas. sendo já observadas os desníveis. Na hipótese da impermeabilizado. Os pisos sobre o aterro interno e externo serão assentos sobre uma camada regularizadora e impermeabilizantes (lastro). indicados em Projeto bem como os rebaixos para áreas molhadas. quando a dimensão do ambiente o permitir.1.50 x 0. Página 26 00.30m com inclinação compatível com a coberta. Esta execução deverá ser contínua. nas dimensões de 0.ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 00. GERAL . bem compactado em camadas de espessura no máximo 20cm por soquete manual ou por meio de compactadores de baixa energia. Os pisos serão executados com pequeno declive (mínimo de 0.

e de modo a recobrir toda a superfície a ser revestida.ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 00. Deverão ser feitas arestas arredondadas até uma altura de 1. Chapisco m2 Todas as superfícies de concreto. As superfícies revestidas dadas como prontas. alvenaria de tijolos. lançado a colher.2. com vista a aumentar a resistência das mesmas. Quando da confecção das arestas arredondadas deverá ser polvilhado cimento. forros de estuque e prémoldados.2. externamente. eletricidade e telefone. GERAL . e serem isentos de rachaduras. falhas. deverão apresentar paramentos perfeitamente planos. As paredes conforme indicadas em projeto receberão um revestimento com argamassa de cimento. alinhados. devendo-se tomar cuidado com o aparecimento de trincas provenientes de sua secagem rápida. da Fiscalização poderá ser utilizada argamassa industrialmente Antes da aplicação da argamassa deverão as superfícies a revestir serem molhadas. Massa Única Deverá ser efetuado revestimento em massa única nas partes indicadas no Projeto Arquitetônico. areia e saibro ao traço volumétrico de 1:4:4. Revestimentos de paredes 1.50m do piso. ficando o restante em quina viva. NBR 12190 . A critério preparada. e reproduzindo as formas determinadas no Projeto.5cm de espessura. A camada de massa única não deverá ultrapassar 1. Geral NBR 11801 . devendo-se obter uma superfície lisa e bem acabada com suas arestas vivas. com força suficiente a permitir uma perfeita aderência ao substrato em camada homogênea áspera. O chapisco só deverá ser aplicado após a completa pega de argamassa das alvenarias e do embutimento das canalizações de água.1. receberão um chapisco constituído de argamassa de cimento e areia ao traço volumétrico de 1:3. antes de qualquer revestimento. Cliente: UNIVASF N° Doc: SE1_00 GERAL_ESP_0 Subestação Data: 12/12/06 Revisão: 00 1.4. desempenados.Seleção da Impermeabilização.4. bem como instalados os marcos. Página 27 00. As paredes voltadas ao vento. com argamassa de cimento e areia ao traço 1:2 em volume. depressões e quaisquer outros defeitos ou deformações. lisos.2. A regularização da superfície deverá ser feita à régua de alumínio e o acabamento com desempoladeira de borracha. Os revestimentos em gesso não necessitam de chapisco. aprumados. aduelas e tubulações a embutir. e sua espessura será de 2 cm. nivelados. A argamassa deverá ser preparada de acordo com o item PP 08 destas especificações. arestas e cantos perfeitamente alinhados e em concordâncias perfeitas. O revestimento só poderá ser aplicado após a pega e o endurecimento do chapisco de aderência.4. deverão ser chapiscadas. esgoto. 1.2.Argamassa de Alta Resistência Mecânica para Pisos.

• Reboco Interno: cal e areia fina ao traço 1:4 em volume. desempenados e reproduzindo as formas determinadas no Projeto. quatro de areia e quatro de saibro.5 cm. aprumados. falhas. nivelados. devendo as superfícies serem previamente molhadas. Os emboços só serão aplicados depois de completada a pega e o endurecimento das argamassas de alvenaria e do chapisco de aderência. deverão apresentar paramentos planos. GERAL . ou deformações. depressões ou saliências superiores a 1 milímetro. aderância e acabamento obtidos através de amostras preparadas com dosagens diversas. devendo obedecerem a NBR 7200. aduelas e todas as tubulações que forem embutidas já deverão estar instalados antes da colocação do emboço. não sendo aceitas ondulações. A proporção areia-saibro será determinada pela FISCALIZAÇÃO consoante a retração. Deverão ser feitas arestas arredondadas até uma altura de 1. ficando o restante em quina viva. Emboço / Reboco m2 Será constituído das seguintes camadas: o emboço aplicado sobre a superfície a revestir (previamente chapiscada) e o reboco aplicado sobre o emboço. A critério da FISCALIZAÇÃO poderá ser utilizada argamassa industrialmente preparada. Os marcos.4. a fim de dar aderência para a aplicação do reboco. depressões e quaisquer outros defeitos. o qual deverá ter uma espessura mínima de 1. arestas e cantos perfeitamente alinhados e em concordâncias perfeitas e serem isentas de rachaduras. alinhados. A espessura dos rebocos deverá ser de 5 milímetros. que deverá ser regularizado à régua de alumínio e acabado com desempoladeira.50m de piso.2. sendo uma de cimento . Os rebocos só serão aplicados após completa pega e endurecimento do emboço e assentamento de peitoris e marcos antes da colocação de alizares e rodapés. Após a aplicação da massa. lisos. Geral Cliente: UNIVASF N° Doc: SE1_00 GERAL_ESP_0 Subestação Data: 12/12/06 Revisão: 00 1.3. com vista a aumentar a resistência das mesmas.ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 00. As superfícies revestidas. areia e saibro ao traço 1:4:4 em volume. ou cal e areia fina ao traço 1:2. cal e areia fina ao traço 1:2:4 em volume. a superfície será regularizada com régua de alumínio e acabada com desempoladeira. • Reboco Externo: cimento. dadas como prontas. Será efetuado esse tipo de revestimento nas partes indicadas no Projeto. Página 28 00. que poderá ser feita mecanicamente ou a colher. Os emboços serão comprimidos fortemente contra as superfícies. ficando com paramentos ásperos ou entrecortados por sulcos. Quando da confecção das arestas deverá ser polvilhado cimento. As argamassas a serem empregadas serão as seguintes: • Emboço: cimento. As superfícies a rebocar deverão ser umedecidas antes do lançamento do reboco.

Pinturas As pinturas serão executadas com acabamento impecável de acordo com o tipo e cor indicados no projeto ou nos casos omissos. NBR 9287 . NBR 5718 .Argamassa de Assentamento para Alvenaria de Bloco de Concreto – Determinação da Retenção de Água.Bloco Cerâmico para Alvenaria . Os trabalhos de pintura em locais imperfeitamente abrigados serão suspensos em tempo de chuva. salvo especificação em contrário.Tijolo Maciço Cerâmicas para Alvenaria. conforme indicação da FISCALIZAÇÃO. Igual cuidado haverá entre as demãos de tinta e de massa.Alvenaria Modular.Tijolo Modular de Barro Cozido. 1.4. nas cores e embalagens originais de fábrica.Execução de Alvenaria sem Função Estrutural de Tijolos e Blocos Cerâmicos. Aplicação e Manutenção. Geral Cliente: UNIVASF N° Doc: SE1_00 GERAL_ESP_0 Subestação Data: 12/12/06 Revisão: 00 NORMAS PERTINENTES NBR 8545 .ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 00.3. As superfícies a pintar serão cuidadosamente limpas e convenientemente preparadas para o tipo de pintura a que se destinem.Revestimento de Paredes e tetos com Argamassas Materiais – Preparo. As tintas. Cada demão de tinta só poderá ser aplicada quando a precedente estiver completamente seca. salvo especificação em contrário.Blocos vazados de Concreto Simples para Alvenaria sem Função Estrutural. vernizes e os solventes a serem empregados deverão ser de primeira qualidade. massas. GERAL . NBR 7200 . tomando-se precauções especiais contra o levantamento de pó durante os trabalhos. A eliminação da poeira deverá ser completa.Revestimentos. observando-se um intervalo mínimo de 24 horas entre demãos sucessivas. após cada demão de massa. NBR 7171 . As tintas e vernizes Página 29 00. observando-se um intervalo mínimo de 48 horas. até que as tintas sequem inteiramente. As superfícies só poderão ser pintadas quando perfeitamente enxutas. As superfícies a serem pintadas serão examinadas e corrigidas de quaisquer defeito de revestimentos antes do início dos serviços. NBR 7170 . NBR 5711 . NBR 5712 . NBR 5719 . NBR 7173 .Bloco Vazado Modular de Concreto.

3. Geral Cliente: UNIVASF N° Doc: SE1_00 GERAL_ESP_0 Subestação Data: 12/12/06 Revisão: 00 deverão ter pigmentação uniforme e serem isentas de borras e quaisquer outras impurezas. aplicada a trincha ou pincel. etc. oportunamente. Deverão ser evitados escorrimentos ou respingos de tinta nas superfícies não destinadas a pintura.3. Os respingos que não puderem ser evitados. serão observadas rigorosamente as instruções do fabricante.4. com tinta a base de esmalte m2 Em estrutura de Ferro Deverá ser adotado o seguinte procedimento: • limpeza da superfície com lixa. No caso de uso de tintas e vernizes já preparados. até aparecer a superfície lisa e brilhante do metal. A indicação exata dos locais a receber os diversos tipos de pintura e respectivas cores será. Massa corrida m² 1. no que concerne à aplicação. Deverão ser dadas tantas demãos quantas forem necessárias. O ‘primer’ e as massas destinadas ao tratamento ou acabamento das superfícies a serem pintadas. ferragens aparelhos de iluminação. Esse protetor deverá ser incolor de modo a manter as tonalidades originais da superfície pintada. para a eliminação de toda a ferrugem existente e toda pintura aplicada pelos serralheiros. 00. O protetor a base de silicone a ser usado sobre a pintura de PVA ou peças de concreto aparente externas. 1. aplicação de tinta anti-corrosiva. determinada em desenhos. sendo uniformemente distribuída em toda a superfície a ser pintada. tipo e quantidade de solvente sendo absolutamente vedada a adição de qualquer produto estranho às especificações do fabricante. fita celulose ou materiais equivalentes. lambris que serão lustrados. pela FISCALIZAÇÃO. até que se obtenha a coloração uniforme desejada.1.2. palha ou escova de aço. principalmente no caso de pintura a pistola. em uma demão. partindo de tons mais claros para os mais escuros. A pintura a óleo ou verniz poderá ser aplicada a pincel ou pistola. devendo obedecer as especificações da EB-29 a 39 da ABNT. deverá ser quimicamente compatível e ter aderência perfeita. que serão utilizados. à pintura ou superfícies onde será aplicado. A pintura de paredes poderá ser aplicada com brochas ou rolos. da parte superior para a inferior. cromato de zinco. Quando aconselhável. devendo ser feita verticalmente. devendo ser distribuída uniformemente em toda a superfície a pintar. deverão protegidos com papel.4. ou pessoalmente. A massa aplicada para fixação dos vidros deverá ser pintada a duas demãos com tinta de cor utilizada nas respectivas esquadrias.ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 00. tais como tijolos aparentes. deverão ser removidos com solvente adequado enquanto a tinta estiver fresca. deverão ser os indicados pelo fabricante das tintas ou vernizes. As tintas serão preparadas em ambiente fechado e sob as vistas da FISCALIZAÇÃO. GERAL • Página 30 .

Aplica-se então a primeira demão de tinta. onde necessário. Nesse sentido. quer nos fios. obrigados ao uso de máscaras especiais. que depois de seca. 1. subsolo. NORMAS PERTINENTES NBR 11702 – Tintas para Edificações não Industriais – Classificação.ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 00.4. GERAL . Durante a realização da impermeabilização. quer nas lâmpadas. A critério da FISCALIZAÇÃO. será estritamente vedada a passagem. será lixada. esse ‘primer’. por pessoal especializado. quando da execução de trabalhos de impermeabilização betuminosa ou de elastômetros. sanitários de pequenas dimensões. com tinta acrílica m2 Antes da aplicação da pintura as superfícies deverão ser tratadas com ‘primer` indicado pelo fabricante da tinta.º 0. as normas NBR 12190 e NBR 09575.3. será terminantemente proibido o uso de tamancos ou sapatos de sola grossa. além de aparelhamento. será o pessoal. os quais obedecerão rigorosamente. devendo assegurar-se ventilação suficiente e prevenir-se a aproximação de chamas. em tais condições. Cliente: UNIVASF N° Doc: SE1_00 GERAL_ESP_0 Subestação Data: 12/12/06 Revisão: 00 duas demãos de tinta de acabamento.3. bem como ao emprego exclusivo de equipamento elétrico garantido contra centelhas. Nas impermeabilizações com asfalto ou elastômetros. Serão adotadas medidas especiais de segurança contra o perigo de intoxicação ou inflamação de gases. Página 31 00. brasa de cigarro.4. lixamento a seco com lixa n. deverá ter características de impermeabilização. poderá a limpeza das superfícies ser procedida com jateamento de areia.5..3. Impermeabilizações Os serviços terão primorosa execução. etc. procedendo-se os retoques. etc. Após seca será procedida a correção final com massa e lixamento. que ofereça garantia dos trabalhos a realizar.4. Nas superfícies externas voltadas ao vento dominante. com tinta texturizada m2 Deverá obedecer as especificações do projeto e fabrcante 1. aguarda-se o tempo técnico necessário e indicado pelo fabricante para aplicação da 2 demãos. no recinto dos trabalhos de pessoas ou operários estranhos aqueles serviços. procedendo-se então a pintura final. Geral • • • uma demão de massa corrida. 1. aplicadas a pincel ou pistola. em ambientes confinados como caixa d'água. Em seguida será aplicada uma demão de massa corrida. NBR 12554 – Tintas para Edificações não Industriais – Terminologia.

As impermeabilizações serão executadas por pessoal habilitado cabendo a CONTRATADA fazer a prova. . GERAL .5 a 2. antes do seu lançamento.Sempre que possível. por toda a área a impermeabilizar. constituída por imprimação e membrana.600 Kg/m2 por demão. desse fato. seca ao tato. aguardando-se cerca de 30 minutos para que a manta se acomode à superfície. . perante a FISCALIZAÇÃO. . . de 0. apresentando ângulos e cantos arredondados. porém na diluição de uma parte de água para quatro partes de emulsão.A imprimação será constituída por emulsão asfáltica.700 Kg/m3 o peso específico da argamassa 1:3 (segundo Zeno Pirondi). IMPERMEABILIZAÇÃO (EXECUÇÃO) . com água abundante. na proporção de 50%.Terraços e Lajes de coberta .Sobre a camada-berço.Quando completamente curada a fôrma de caimento.Nessa argamassa não será admitido o emprego de hidrófugo de massa. com carga.A espessura mínima da fôrma de caimento será de 2cm e. haverá a remoção de todas as incrustações e de eventuais resíduos de madeira. Geral Cliente: UNIVASF N° Doc: SE1_00 GERAL_ESP_0 Subestação Data: 12/12/06 Revisão: 00 As impermeabilizações do tipo colado ou análogas só poderão ser aplicadas à superfícies resistentes. .A membrana será constituída pela mesma emulsão asfáltica. 1. esse fato deverá ser analisado previamente pela FISCALIZAÇÃO para aprovação das modificações julgadas necessárias. será efetuada a lavagem enérgica. diluída em água. registrando-se que é de 1.5.ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 00. . da superfície do concreto. será executada a fôrma de caimento para suporte da impermeabilização.5%. .A fôrma de caimento será constituída por argamassa de cimento e areia. em volume. no traço volumétrico de 1:3. Quando as circunstâncias ou as condições locais tornarem aconselhável o emprego de sistema diverso do previsto nas especificações. Consumo: 0.A camada-berço não será aplicada nos paramentos verticais de ancoragem da manta butílica. . . Página 32 00. .O acabamento da superfície da fôrma de caimento não poderá ser do tipo alisado a colher ou a desempenadeira de aço.8mm de espessura.1. precedendo o lançamento e após a remoção de incrustações e resíduos. .inclusive com respeito a declividade ótima de 1. será estendida a manta butílica.O acabamento da superfície da fôrma de caimento será obtido com desempenadeira de madeira e.Na hipótese de a regularização da superfície não haver sido obtida com o desempeno do próprio concreto. a camada-berço mergulhará por sob as peças de soleiras. especialmente os inseridos na massa do concreto. mediante atestado fornecido pelos fabricantes dos produtos especificados para cada tipo ou sistema.Será objeto de particular atenção a sobrecarga na estrutura decorrente dessa fôrma de caimento. será aplicada a camadaberço. unidas e secas. .

com vistas a evitar o deslocamento da manta de polietileno extrudado. . com fita de caldeação e adesivo auto-vulcanizante.ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 00.As ligações das mantas butílicas . a CONTRATADA iniciará o tratamento térmico. utilizando-se para tal fim.nos sentidos transversal e longitudinal. são aplicadas duas demãos de adesivo autovulcanizante. aplicando-se nova demão de adesivo auto-vulcanizante.Ao colocar a fita para caldeação. um pano seco. no início e no término de todas as mudanças de plano.sem emprego de adesivo. Geral Cliente: UNIVASF N° Doc: SE1_00 GERAL_ESP_0 Subestação Data: 12/12/06 Revisão: 00 . . ou seja . • Nas tubulações emergentes e nos ralos.Antes de executar a proteção da manta butílica. com emprego de fita para caldeação semi-vulcanizada e adesivo auto-vulcanizante.com o cuidado de deixar 10cm de sobreposição.Essa ancoragem é procedida. . a ancoragem da manta butílica será efetuada. 40 milímetros. . Página 33 00. . remover o talco de proteção com que ela vem impregnada.A camada de amortecimento será constituída por manta de polietileno extrudado. fixando-se a manta.A ancoragem da manta butílica será efetuada na periferia . nos elementos emergentes e nos ralos. será efetuada uma prova de carga da impermeabilização. . GERAL . sobre a fita de caldeação é aplicada nova demão de adesivo auto-vulcanizante.Logo que completada a execução da camada de amortecimento. antes da aplicação do adesivo. nas superfícies verticais da periferia. também . nas tubulações. .A largura da sobreposição será a largura da fita. após a secagem dessas duas demão. é indispensável. com 2mm de espessura.Aplica-se a manta desenrolando a bobina sobre a impermeabilização. na seguinte forma: • • sobre o substrato regularizado.serão executadas pelo método de sobreposição das extremidades. . são fixadas fitas de caldeação.

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 00. .SISTEMAS DE ÁGUAS PLUVIAIS 2. INSTALÇÕES HIDRÁULICAS E SAINTÁRIAS Cliente: UNIVASF N° Doc: SE1_00 GERAL_ESP_0 Subestação Data: 12/12/06 Revisão: 00 ÍNDICE 2.2.1. . Geral D. GERAL . INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS ( HS ) 2.NORMAS PERTINENTES Página 34 00.

sarjetas e galerias. 1. de acordo com o projeto de drenagem a ser apresentado juntamente com o projeto hidrosanitário pela CONTRATADA. . descendo por meio de condutores verticais e horizontais até as galerias. .Referem-se ao o sistema de águas pluviais prediais e dos pátios e ruas da universidade.ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 00. NBR 10844 .Tubos de PVC Rígido para Instalações Prediais de Água Pluviais. .Instalações Prediais de Águas Pluviais.Colocar as caixas cheias com seixos rolados embaixo das descidas de água pluviais ( calha ).1.. INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS ( HS ) Os serviços serão executados de acordo com o Projeto Hidro-sanitário atendendo as normas vigentes da ABNT e dos órgãos públicos com jurisdição sobre o assunto depois de aprovado pelo órgão fiscalizador.SISTEMAS DE ÁGUAS PLUVIAIS . NORMAS PERTINENTES NBR 5680 . GERAL . NBR 10843 . do tipo fio continuo e obedecerão uma seção definida no projeto.Tubo de PVC Rigído – Dimensões.As águas pluviais dos prédios serão coletadas na coberta através de calha. .As calhas serão de preferência de fibras de vidro.A captação das águas superficiais será feita por intermédio de canaletas. Página 35 00. Geral Cliente: UNIVASF N° Doc: SE1_00 GERAL_ESP_0 Subestação Data: 12/12/06 Revisão: 00 1. tudo de acordo com o projeto.

INSTALAÇÕES DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO Cliente: UNIVASF N° Doc: SE1_00 GERAL_ESP_0 Subestação Data: 12/12/06 Revisão: 00 ÍNDICE 1..ESPECIFICAÇÕES GERAIS PROTEÇÃO POR EXTINTOR 1.ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA Página 36 00. Geral E.1. GERAL ..2.ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 00. PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO 1.

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 00.Será garantida por meio de luminárias alimentadas por baterias individuais. RECEBIMENTO Será procedida cuidadosa vistoria dos serviços executados e verificação da conformidade dos mesmos em relação ao código de prevenção contra incêndios vigente no estado do Bahia.ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA . GERAL . com relação ao presente caderno. Qualquer dúvida. de acordo com o projeto de incêndio aprovado pelo Corpo de Bombeiros. Geral Cliente: UNIVASF N° Doc: SE1_00 GERAL_ESP_0 Subestação Data: 12/12/06 Revisão: 00 1. acionadas automaticamente quando faltar energia. PROTEÇÃO POR EXTINTOR Serão instalados nos locais indicados em projeto em conformidade com o código de prevenção contra incêndios 1.. com diâmetro de 38mm.A lâmpada terá o mínimo de 10W e a bateria deverá ter autonomia para no mínimo uma hora sem diminuição do nível de iluminação.2. As mangueiras terão comprimento de 15. e serão do tipo registro globo angular..ESPECIFICAÇÕES GERAIS As tubulações serão em ferro galvanizado.NORMAS PERTINENTES Página 37 00.1. deverá ser consultada a fiscalização da UNIVASF . O esguicho será do tipo tronco cônico. revestidos internamente de borracha. água pressurizada e gás carbônico. instalados conforme projeto de incêndio aprovado pelo Corpo de Bombeiros. Os extintores serão com pó químico. Os hidrantes serão colocados em cada hall. . SEGURANÇA E COMBATE A INCÊNDIO 1.

CMDO/CB. NBR 12615 . GERAL .3. SERVIÇOS DIVERSOS 1. SERVIÇOS DIVERSOS ÍNDICE 1. RECEBIMENTO DA OBRA 1.Sistema de Proteção por Extintores de Incêndio.1. LIGAÇÕES DEFINITIVAS 1.Sistema de combate a Incêndio por Espuma. F. LIMPEZA DE OBRAS vb 1. COMO CONSTRUÍDO (“AS BUILT”) vb 1.2. Provisório Página 38 00. (regulamenta a aplicação das exigências dos sistemas de Prevenção e Combate a Incêndios).5. NT 006/86 CCB: Sistema de Detecção e Alarme de Incêndio (S > 2000m2). Norma Técnica de Incêndios N°002/86 CCB (regula a aplicação das exigências da NT 005/86 CCB: Iluminação de Emergência.ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 00. BR 9441 .4. EMPREGO DOS MATERIAIS 1.5. NBR 12693 .1. Geral Portaria Administrativa N° 018/86 . Cliente: UNIVASF N° Doc: SE1_00 GERAL_ESP_0 Subestação Data: 12/12/06 Revisão: 00 (regula a aplicação das exigências do Sistema de Prevenção e Combate a Incêndios por Extintores Portáteis e sobre Rodas).Execução de Sistemas Detecção e Alarme de Incêndio. Norma Técnica de Incêndios N° 001/86 CCB.

a qualquer tempo. a verificação de sua perfeita correspondência aos materiais fornecidos ou já empregados. previamente aprovada pela Fiscalização. Geral 1. EMPREGO DOS MATERIAIS Todos os materiais a empregar na obra serão novos.2. comprovadamente de primeira qualidade e satisfarão rigorosamente às condições estipuladas neste documento. GERAL . Definitivo Cliente: UNIVASF N° Doc: SE1_00 GERAL_ESP_0 Subestação Data: 12/12/06 Revisão: 00 1.5. Cada lote ou partida de material deverá .ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 00. depois de convenientemente autenticadas por esta e pela CONTRATADA. As amostras de materiais aprovadas pela FISCALIZAÇÃO.além de outras averiguações . Página 39 00. sendo expressamente proibido manter no recinto das obras quaisquer materiais que não satisfaçam a estas especificações.1. Obrigar-se-á a CONTRATADA a retirar do recinto das obras os materiais porventura impugnados pela FISCALIZAÇÃO.ser confrontado com a respectiva amostra. serão cuidadosamente conservadas no canteiro da obra até o fim dos trabalhos. de forma a facultar.

ficando a distinção entre equivalência e semelhança subordinada ao descrito acima. GERAL . o Proprietário ou a CONTRATADA. O critério de analogia ou equivalência será estabelecido. ou seja Proprietário e CONTRATADA. ou seja. Dois materiais ou equipamentos apresentam analogia total ou equivalência. se desempenham idêntica função construtiva e apresentam as mesmas características exigidas nas Especificações que a eles se refiram. mas não apresentam as mesmas características exigidas nas Especificações que a eles se refiram. a substituição se processará sem haver compensação financeira para as partes. obedecer rigorosamente às: Normas da ABNT. A consulta sobre analogia ou equivalência . que dita consulta sirva para justificar o não cumprimento dos prazos estabelecidos nas Instruções de Licitação. Na hipótese de verificar-se uma semelhança. a substituição se processará com a correspondente compensação financeira para uma das partes. quando existem graduações de qualidade de um mesmo produto. não admitindo o Proprietário. Neste documento. A referida substituição será regulada pelo critério de analogia ou equivalência. em tempo oportuno. o pagamento correspondente será objeto do disposto sobre o assunto no item “Acréscimos e Modificações” das Instruções de Licitação. na caracterização de uma analogia ou equivalência. a identificação de materiais e/ou equipamentos por determinada marca implica. Qualquer substituição de material especificado deverá merecer autorização prévia da Fiscalização.ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 00.será efetuada. Estas Especificações Técnicas Especificações e recomendações dos fabricantes. Página 40 00. e só poderá ser efetuada mediante expressa autorização. Indica. nas presentes especificações. pela CONTRATADA. Na eventualidade de uma equivalência. dos Autores dos Projetos e da FISCALIZAÇÃO. Geral Cliente: UNIVASF N° Doc: SE1_00 GERAL_ESP_0 Subestação Data: 12/12/06 Revisão: 00 A substituição de alguns dos materiais a serem utilizados na obra. o sentido que lhe é dado usualmente no comércio. a graduação de qualidade superior. desde que ouvido(s) o(s) autor(es) do projeto. pela Fiscalização. Os materiais a serem empregados na obra e os serviços a serem executados deverão. A expressão de primeira qualidade tem. por outros diferentes dos especificados neste documento deverá obedecer ao disposto a seguir. Na eventualidade de uma semelhança. apenas. por escrito. em cada caso. em nenhuma hipótese. Dois materiais ou equipamentos apresentam analogia parcial ou semelhança se desempenham idêntica função construtiva.envolvendo equivalência ou semelhança . além de ser de primeira qualidade.

LIMPEZA DE OBRAS Cliente: UNIVASF N° Doc: SE1_00 GERAL_ESP_0 Subestação Data: 12/12/06 Revisão: 00 Deverá ser removido todo o entulho. a CONTRATADA deverá providenciar as ligações definitivas de água. aparelhos. azulejos. abundante e cuidadosamente lavados. as perfeitas condições de funcionamento e segurança de todas as instalações. proceder limpeza e organização diárias que possibilitem o funcionamento normal da Unidade. ladrilhos. A limpeza será feita por lavagem. de modo a não danificar outras partes da obra por estes serviços de limpeza. Os metais e ferragens serão entregues sem vestígios de tintas e arranhões. Remover quaisquer detritos ou salpicos de argamassa ou tinta endurecida das superfícies. serão limpos. sanitários. etc. Para tal todas as providências legais e técnicas deverão ser tomadas com a devida antecedência pela CONTRATADA. energia elétrica. Página 41 00. instalações elétricas.3. de água. polimento. O recebimento definitivo só se dará após sanadas todas as falhas apontadas pela FISCALIZAÇÃO. vidros. Será removido todo entulho do terreno . sendo cuidadosamente limpos e varridos os acessos.. No caso de reformas/adaptações em Unidades que permaneçam em atividades. Todas as manchas e salpicos de tinta serão cuidadosamente removidos.2. Para a entrega da obra. COMO CONSTRUÍDO (“AS BUILT”) vb Nenhuma alteração de projeto será executada sem autorização prévia do Contratante ou da fiscalização. Geral 1. lustração ou outro meio recomendável. serão verificadas pela FISCALIZAÇÃO. GERAL . telefone. cimentados. etc. pedras. 1. 1. equipamentos diversos. esgoto e quaisquer outras que se fizerem necessárias.4. sendo cuidadosamente limpas e varridas as áreas onde foram executados os serviços. revestimentos. de acordo com o material de cada superfície. Todas as pavimentações. esgoto. LIGAÇÕES DEFINITIVAS Após o término da obra ou serviço. aparelhos sanitários. dando-se especial atenção à perfeita limpeza de vidros e ferragens.ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 00. ferragens.

2o . compatibilizando-as às alterações introduzidas nas plantas. o “as built” consistirá em expressar todas as modificações. a alteração e respectiva data). acréscimos ou reduções havidas durante a construção. e cujos procedimentos tenham sido de acordo com o previsto pelas Disposições Gerais deste Caderno de Encargos.5. prejudicar o andamento normal dos serviços e implicar em acréscimo nos prazos de obra. não deverá em hipótese alguma. não se justificando em hipótese alguma custos adicionais para o Contratante. GERAL . 1.caderno contendo as retificações e complementações das Descriminações Técnicas do presente Caderno de Encargos. acima do selo de cada prancha.representação sobre as plantas dos diversos projetos. elétrico. representante da Construtora. a CONTRATADA deverá apresentar o respectivo ”as built’. deverá ser consultado o CONTRATANTE para que estude novas alternativas. sendo que a sua elaboração deverá obedecer ao seguinte roteiro: 1º . Caso sejam aprovados os dados de projetos ou redimensionamento mecânico. Geral Cliente: UNIVASF N° Doc: SE1_00 GERAL_ESP_0 Subestação Data: 12/12/06 Revisão: 00 Sempre que for sugerida pelo Contratado qualquer modificação de projeto. NOME DA EMPRESA CONTRATADA. Se na execução do projeto forem encontrados obstáculos estruturais ou de qualquer outra natureza. devidamente autorizadas pela FISCALIZAÇÃO. A execução de modificações dos projetos. estrutural. que impossibilite a solução apresentado em planta. Não será admitida nenhuma modificação nos desenhos originais dos projetos. Cada projeto (eletricidade.ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 00. (As retificações dos projetos deverão ser feitas sobre cópias sépia dos originais. etc) deverá estar em arquivos separados. devendo constar. estrutural ou arquitetônico e todos os desenhos necessários ocorrerão por conta do Contratado. Serão entregues também os projetos arquitetônicos e complementares devidamente atualizados e identificados: nome do PV. bem como nas suas Descriminações Técnicas. esta deverá ser acompanhada por um orçamento correspondente a respectiva justificativa técnica. RECEBIMENTO DA OBRA Página 42 00. TÍTULO DO PROJETO. NOME DOS ARQUIVOS no formato DWG para autoCad versão R14. Desta forma. Ao final da obra. denotando como os serviços resultaram após a sua execução. antes da sua entrega provisória. NOTA: Deverão ser entregues 01 cópia de cada projeto arquitetônico e complementares com as atualizações e assinadas pelo responsável técnico (execução).

será feita uma vistoria minuciosa dos trabalhos executados por técnicos da Contratante. poderá ser feita. caso existam. 1. será elaborado e assinado pela Comissão de Recepção um Termo de Recebimento Provisório. caso existam. Quando houver interesse do CONTRATANTE.ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 00.5.1. Geral 1. se tiverem sido atendidas todas as exigências da Comissão de Recebimento de Obras. fornecedores de materiais e prestadores de serviços. Após. da Fiscalização e do Contratado. referentes a defeitos ou imperfeições que venham a ser verificadas e se tiverem sido satisfeitas todas as reclamações porventura feitas quanto à falta de pagamento a operários.5. a ocupação parcial ou total de alguma área. Definitivo O Termo de Recebimento Definitivo das obras será lavrado após o término do prazo de garantia estipulado no item prazo de garantia da obra e dos Procedimentos e Condições Gerais destas Especificações Técnicas. Página 43 00. GERAL . desde que seja elaborado um Termo Parcial de Recebimento nos mesmos moldes do descrito no parágrafo anterior. Provisório Cliente: UNIVASF N° Doc: SE1_00 GERAL_ESP_0 Subestação Data: 12/12/06 Revisão: 00 Quando as obras estiverem concluídas. no menor prazo possível. O recebimento provisório só poderá ocorrer após terem sido realizadas as medições e apropriações referentes a acréscimos e modificações.2. ficando o Contratado obrigado a corrigir as anomalias apresentadas. então.

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