OPERADOR DE EMPILHADEIRA

Sumário

A empilhadeira ................................................................................................................................2 Classificação das empilhadeiras ...........................................................................................3 Classificação quanto as características..................................................................................3 O equilíbrio da empilhadeira..........................................................................................................4 Estabilidade lateral ...............................................................................................................8 Centro de gravidade ..............................................................................................................9 Componentes da empilhadeira ......................................................................................................12 Característica dos instrumentos do painel.............................................................................19 Manutenção .....................................................................................................................................27 Verificação diária ..................................................................................................................31 Tabela de observações diárias ..............................................................................................37 Normas de segurança....................................................................................................................... 38 Folha de operação .................................................................................................................44 Dimensionamento de espaços ........................................................................................................46

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OPERADOR DE EMPILHADEIRA

A Empilhadeira

A empilhadeira é um veículo automotor utilizado para transporte e movimentação de materiais. Dotada de garfos e outros dispositivos de sustentação de carga, a empilhadeira foi projetada de forma a permitir a movimentação e o deslocamento de materiais tanto no sentido horizontal com vertical. É utilizada para transportar, empilhar e desempilhar cargas, possuindo a capacidade de se autocarregar e descarregar, de acordo com as especificações dos fabricantes. É um veículo de grande utilidade, que substitui, com vantagens, talhas, pontes rolantes, monovias e também o próprio homem, pois realiza tarefas que ocupariam várias pessoas. Seu custo e manutenção são elevados. O operador tem em mãos, diariamente, um patrimônio inestimável.

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Classificação das Empilhadeiras

As empilhadeiras podem ser classificadas de duas maneiras: quanto ao abastecimento e quanto às características. Classificação quanto ao abastecimento. Neste casos temos os seguintes tipos:  a gasolina – é a empilhadeira que mais polui o ambiente;  a diesel – apresenta menor poluição que a anterior;

a álcool – apresenta menor poluição que a diesel; a eletricidade – não apresenta poluição por não haver combustão. Por essa razão é a mais usada nas empresas alimentícias, farmacêuticas e em espaços confinados. Neste tipo de empilhadeira existe maior possibilidade de incêndio que nas demais.

 a gás – é a que polui menos, por ser mais perfeita a queima do combustível;

Atualmente pode-se adaptar a qualquer dos primeiros tipos acima um dispositivo denominado oxicatalizador que economiza combustível e elimina os odores e o monóxido de carbono, reduzindo o índice de poluição.

Classificação quanto às características

Mecânica normal – possui câmbio com conversor de torque; Mecânica normal com acoplamento fluído – facilita as operações e diminui a quantidade de mudanças de marcha ao sair e ao parar. Hidramática normal – possui câmbio hidramático.

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O Equilíbrio da Empilhadeira

A empilhadeira é construída de maneira que o seu princípio de operação é o mesmo de uma gangorra. Assim sendo, a carga colocada nos garfos deverá ser equilibrada por um contrapeso igual ao peso da carga colocada no outro extremo, desde que o ponto de equilíbrio ou centro de apoio esteja bem no meio da gangorra.

Entretanto, podemos, com um mesmo contrapeso, empilhar uma carga mais pesada, bastando para isso deslocar o ponto de equilíbrio ou centro de apoio para mais próximo da carga.

Assim sendo, é muito importante saber qual a distância do centro das rodas até onde a carga é colocada.

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Toda empilhadeira tem a sua capacidade de carga especificada a um determinado centro de carga, isto em virtude de transportar sua carga fora da base dos seus eixos, ao contrário do que acontece com uma carga transportada por caminhão.

O centro de carga (D) é a medida tomada a partir da face anterior dos garfos até o centro da carga. Temse como norma especificar as empilhadeiras até 4.999Kg a 50 cm de centro de carga e, dessa capacidade em diante, 60 cm.

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com sérios prejuízos tanto para o operador quanto para o equipamento ou para a carga. Os fatores que influem no equilíbrio de uma gangorra são os pesos utilizados em seus extremos e as distâncias desses pesos em relação ao centro de apoio ou ponto de equilíbrio.OPERADOR DE EMPILHADEIRA Caso o peso da caga exceda a capacidade nominal da empilhadeira ou o centro de carga esteja além do especificado para ela. Como não se pode variar o peso próprio de uma empilhadeira. ficamos limitados a procurar o equilíbrio somente escolhendo dimensões e peso das carga e sua posição sobre os garfos. adequadamente as _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 6 . poderá ocorrer um desequilíbrio e conseqüente tombamento. nem a posição de seu centro de gravidade em ralação ao centro das rodas dianteiras.

sem obedecer a diminuição de peso relativa. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 7 . com o centro de carga maior que o especificado. é a Placa de identificação. A relação carga x distância obedece a tabela de carga abaixo: Se o operador tentar pegar a mercadoria. pode comprometer a estabilidade frontal da empilhadeira.OPERADOR DE EMPILHADEIRA As empilhadeiras têm uma tabela onde é especificada o centro de carga e a carga correspondente.

Para que haja estabilidade. Por exemplo: _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 8 . Estabilidade lateral Todo operador deve conhecer o que é estabilidade lateral. 75%.OPERADOR DE EMPILHADEIRA Para se manter as cargas bem firmes em cima dos garfos. ou seja. qualquer equipamento precisa ter uma base de apoio. como operar a máquina sem ocorrer o risco de que ela tombe para os lados. ou seja. o comprimento dos mesmos deve atingir pelo menos ¾ da profundidade da carga.

a base é feita em três pontos: dois deles estão na parte frontal da máquina. há um outro dado importante para a estabilidade lateral. fazendo com que as quatro rodas sempre estejam tocando o solo. que é formado por um pino montado no meio do eixo de direção e fixado ao chassi . O terceiro ponto é o de união entre o chassi e o eixo de direção. Este tipo de montagem permite que as rodas de direção acompanhem as irregularidades do terreno. Centro de gravidade Além da base. que é o centro de gravidade _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 9 . são as rodas da tração.OPERADOR DE EMPILHADEIRA Na Empilhadeira.

OPERADOR DE EMPILHADEIRA Vamos tomar como exemplo a famosa Torre de Pisa. porém o dia em que a inclinação for tanta que a ponta do prumo estiver fora da base ela não resistirá e cairá. mas não devemos esquecer que a carga também tem um centro de gravidade. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 10 . Neste caso surge um terceiro ponto que é o resultado da combinação dos dois primeiros e vai variar de acordo com a movimentação feita com a carga. Imaginemos que o possamos amarrar um fio de prumo de pedreiro no centro de gravidade da torre. Enquanto a ponta do prumo estiver dentro da base da torre ela não tombará. Numa empilhadeira o ponto central de gravidade está localizado em algum lugar na altura do motor.

_______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 11 . no momento em que a empilhadeira passar sobre uma pedra ou um buraco se a ponta do prumo cair fora da base. ela tombará. o centro de gravidade muda de posição. Considerando o fio de prumo no (CG).OPERADOR DE EMPILHADEIRA Quando elevamos ou inclinamos a carga.

As empilhadeiras que têm três rodas podem dar uma volta completa sem sair do lugar. geralmente em chapa de aço.OPERADOR DE EMPILHADEIRA Componentes da Empilhadeira Carcaça ou chassi É a estrutura metálica. Observe o desenho detalhado a seguir: _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 12 . evitando-se choques que possam danificá-lo. O volante deve ser mantido limpo. utilizá-lo como apoio para subir na empilhadeira. que serve de contrapeso para a carga e de proteção para vários componentes da empilhadeira Volante Dispositivo de controle de direção do veículo. Pode ser girado tanto para a direita como para a esquerda. por exemplo. bem como tração desnecessária como.

OPERADOR DE EMPILHADEIRA Contrapeso Construído de ferro fundido. com o objetivo de equilibrar a empilhadeira quando carregada. inclinando-se para frente e para trás. Movimentando-se no sentido vertical. Veja a seguir. situa-se na parte traseira. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 13 . Torre de Elevação Dispositivo utilizado na sustentação dos garfos.

 Acelerador: Serve para imprimir maior velocidade ao veículo. Localiza-se no assoalho.  Embreagem: serve para desligar o motor do câmbio. à direita do freio. transportar e empilhar materiais.OPERADOR DE EMPILHADEIRA Garfos São dispositivos utilizados para carregar. à direita da coluna de direção. Utilizado nas saídas. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 14 . Localiza-se no assoalho.  Freio: Serve para parar ou reduzir a velocidade. á esquerda da coluna de direção. Pedais Dispositivos que auxiliam o comando do veículo. mudanças de marchas e paradas. Localiza-se no assoalho. Podem ser deslocados manualmente no sentido horizontal e verticalmente pelos controles da empilhadeira.

que deve ser acionado em cruzamentos. visando alertar pedestres e outros veículos. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 15 . Buzina Sinal sonoro. entrada e saída de portas e locais de pouca visibilidade. O uso correto é dar três toques curtos. Motor É o conjunto de força motriz do veículo que também movimenta as bombas hidráulicas e o câmbio mecânico ou hidramático.OPERADOR DE EMPILHADEIRA Alavanca de Freio e Estacionamento Deve ser usada para estacionar a empilhadeira ou para substituir o pedal de freio em caso de uma eventual falha.

Qualquer avaria nesse sistema é indicado pelo amperímetro ou lâmpada piloto . alguns instrumentos do painel. Sistema Hidráulico Conjunto que movimenta o óleo com a pressão necessária para elevar e inclinar a torre. lâmpadas etc. velas platinado. A água e o óleo são elementos indispensáveis para o bom funcionamento do motor. Sistema de Alimentação É o conjunto de peças que serve para fornecer e dosar o combustível utilizado na alimentação do motor de combustão interna. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 16 . bateria.OPERADOR DE EMPILHADEIRA Sistema Elétrico É o conjunto formado pelo gerador.

Radiador Reservatório de água que refrigera o motor. que armazena e fornece energia elétrica á empilhadeira. Encontra-se na parte lateral da empilhadeira. Podem se maciços ou com câmaras. Situa-se na frente da hélice do motor. A pressão normal dos pneus é de 100 libras. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 17 . Pneus Componentes sobre os quais se apoia e movimenta a empilhadeira.OPERADOR DE EMPILHADEIRA Bateria Componente do sistema elétrico.

As direções em que a alavanca deve ser mudada sempre constam em plaquetas fixadas na empilhadeira. Filtro de ar Para o bom funcionamento do motor e para que este tenha maior durabilidade. e como acessório indispensável.OPERADOR DE EMPILHADEIRA Alavanca de Câmbio Dispositivo que serve para mudança de velocidade e sentido de direção do veículo. É conveniente não dirigir com velocidade máxima. Transmissão automática É o conjunto que permite a mudança automática das marchas de velocidade. Diferencial É o conjunto de engrenagens que faz as rodas girarem. permitindo que as rodas traseiras movimentem-se com velocidade diferentes uma das outras. a mangueira para o carburador. Nunca mude a alavanca para a ré se a empilhadeira (inclusive a elétrica) estiver em movimento. Sistema de filtros É o conjunto dos filtros de ar. levando carga perigosa no veículo ou quando tiver que fazer curvas bruscas e rápidas. que serve para mudar as velocidades e o sentido de movimento do veículo. é que usamos o filtro de ar. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 18 . combustível. lubrificante. hidráulico e suspiro. Caixa de Câmbio É o conjunto de engrenagens. e conserva o veículo em equilíbrio nas curvas. a partir do posicionamento que se dá a alavanca de câmbio.

antes de qualquer outra providência. é jogado contra o óleo. que registra ao principais pontos vitais dos componentes da empilhadeira. Painel de instrumentos No painel de leitura. O motor é prejudicado quando trabalha com sujeira. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 19 . o operador deve prestar muita atenção nesse painel. com todos os instrumentos apresentados com funcionamento. Características dos outros instrumentos do painel Manômetro de pressão do Óleo É um dispositivo que tem por finalidade indicar a pressão da bomba de óleo do motor. Por isso nunca deverá funcionar sem a mangueira do filtro de ar. o operador deve desligar imediatamente a chave de contato. o operador encontra um observador fiel. Componentes do painel  Manômetro de pressão de óleo  Lâmpada piloto de óleo  Lâmpada piloto de gerador  Chave de contato  Horímetro  Marcador de combustível  Marcador de temperatura  Afogador Ao constatar uma anormalidade grave. O painel de instrumentos deve ser conservado sempre limpo. e sai purificado para o carburador.OPERADOR DE EMPILHADEIRA O ar entra no filtro. Por isso.

Quando o motor entrar em funcionamento.5 a 4kg/cm2 Em caso de leitura estar fora do normal. a pressão normal será 1. deve-se desligar o motor e avisar a oficina de manutenção. Defeitos: lâmpada queimada falta de pressão _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 20 . o motor estará correndo o risco de ser danificado. a lâmpada acende. Funcionamento – ao ligar a chave de contato.OPERADOR DE EMPILHADEIRA Partes principais – ponteiro e mostrador com escala. Leitura – O ponteiro deverá marcar entre 20 e 60 libras/pol2 para acusar normal. Em algumas empilhadeiras o manômetro pode indicar em kg/cm2. Providência – sempre que o manômetro registrar uma pressão deficiente. a lâmpada deve apagar-se. Lâmpada piloto do óleo Utilidade – serve para verificar a pressão da bomba de óleo do motor. Neste caso.

Verificação: - lâmpada não acende ao ligar a chave – lâmpada queimada lâmpada sempre acesa – falta de pressão. Providências: para o motor e avisar a manutenção Lâmpada. a lâmpada acende. assim como a do óleo. ao acelerar.OPERADOR DE EMPILHADEIRA - excesso de temperatura Conseqüências – danificação do motor. Defeitos: lâmpada queimada gerador não produzindo carga regulador de voltagem defeituoso - Verificação: • • • lâmpada não acende ao ligar a chave – lâmpada queimada lâmpada sempre acesa – falta de carga lâmpada piscando – regulador de voltagem defeituoso Conseqüência: descarga de bateria queima do gerador queima do regulador de voltagem Providências – recolher o veículo a oficina de manutenção _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 21 .piloto do gerador Utilidade: indica se o gerador está produzindo carga Funcionamento – ao ligar a chave de contato. esta deverá apagar-se.

Nunca deixe a chave de contato na posição ligada para evitar danos na bobina de ignição. levar a empilhadeira à oficina de manutenção. Marcador de combustível É um dispositivo que acusa o nível de combustível no tanque. Serva para que a manutenção seja feita de acordo com as especificações do fabricante da máquina. devendo portanto. O funcionamento do horímetro é muito importante. Partes principais – ponteiro e mostrador com marcador. Em caso de não funcionamento.OPERADOR DE EMPILHADEIRA Chave de contato A chave de contato deve ser conservada sempre limpa. Um operador precavido. por questões de segurança deve conservar sempre a metade da capacidade do tanque de combustível. Á esquerda – frio Á direita – quente _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 22 . Horímetro É um relógio que indica quantas horas o motor trabalhou. pois desliga toda a parte elétrica da máquina. ser feita uma verificação constante. não deve ser forçada e o operador deve sempre lembrar que nela está uma das primeiras providências a ser tomada em caso de emergência. Partes principais – ponteiro e mostrador E = tanque vazio ½ = meio tanque F = tanque cheio Marcador de temperatura É um dispositivo que serve para verificar a temperatura da água do sistema de arrefecimento do motor.

O motor pode ser danificado pelo excesso de temperatura. número de alavancas e posições das mesmas. localizadas á direita do operador. Dependendo da marca da empilhadeira. Providências – recolher o veículo á oficina de manutenção. Comando da torre Alavancas que acionam o sistema hidráulico. Providências – parar. Empilhadeira Yale Possui uma alavanca de elevação e outra de inclinação. Afogador É um dispositivo que reduz a entrada de ar no carburador. Defeitos – cabo arrebentado ou borboleta solta.Empilhadeira Hyster Possui uma alavanca que eleva e inclina a torre. situada á direita do operador.OPERADOR DE EMPILHADEIRA Na metade – normal Lâmpada de piloto Acende com o sistema de arrefecimento superaquecido. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 23 . diferem na localização. desligar o motor do veículo e avisar a oficina de manutenção. - . movimentando a torre.

Alavanca de Câmbio _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 24 .Empilhadeira Clark Possui uma alavanca que eleva e inclina a torre. situada á direita da coluna de direção.OPERADOR DE EMPILHADEIRA .Empilhadeira Toyota Caixa de Câmbio É um conjunto de engrenagens que servem para mudar as velocidades e o sentido de movimento do veículo. Há empilhadeiras que possuem acionamento hidráulico dos garfos no sentido horizontal e movimento giratório de 360º (graus). .

Empilhadeira Yale Possui uma alavanca situada á direita do operador. reduzindo o esforço do motor nos dois sentidos. - Empilhadeira Toyota - Empilhadeira Hyster Possui uma alavanca de reversão (frente.OPERADOR DE EMPILHADEIRA Serve para mudar a velocidade. número de alavancas de marchas e posições destas. . Dependendo da marca da empilhadeira.ré) localizada á esquerda. na coluna de direção. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 25 . e outras de mudança de marchas á direita do operador. defere na localização.

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penetração de corpos estranhos. além de dirigir deve saber detectar defeitos e tomar as devidas providências antes que estes se tornem maiores ou perigosos. quebra da correia da bomba. trava da válvula acionada Conseqüências – possíveis acidentes Providências: . trava do rolamento da bomba. mangueiras ou retentores Gaxeta estragada Desgaste por fadiga Deficiência do material. diminuindo assim o custo e o tempo de parada da máquina.Notificar a chefia Levar a empilhadeira a oficina Completar o nível do óleo Volante Defeito Causas SENAI – DOURADOS/MS _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ 27 . trava da válvula principal de elevação ou de inclinação Desce devagar quando suspensa sem ser Desgaste de gaxeta. desgaste por fadiga Quebra do eixo da bomba.OPERADOR DE EMPILHADEIRA MANUTENÇÃO Um bom operador. Torre Defeitos Não atinge o limite máximo de elevação Tomba para a frente Quebra da corrente Quebra do rolete Não eleva e nem inclina Causas Falta de óleo devido a vazamentos em válvulas de comando.

Motor acelerado Molas soltas ou quebradas Conseqüências. quebra do terminal no pistão de direção Conseqüências – dificuldades para manobrar a empilhadeira. tubulação _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 28 . Pedais Embreagem Defeitos Com muita ou sem folga Disco gasto Rolamento gasto Causas desregulagem Uso excessivo/pedal sem folga. Acelerador Defeitos Causas Acionando o pedal do acelerador. Freios Defeitos Perda total dos freios Causas Vazamento de fluído na borrachinha do cilindro mestre ou borrachinha do cilindro de roda. dirigir com o pé apoiado no pedal Má lubrificação. rotação do motor.notificar a chefia e levar a empilhadeira na oficina. Nunca dirija descansando o pé no pedal da embreagem.OPERADOR DE EMPILHADEIRA Volante duro ao movimentar Desregulagem da válvula de pressão do óleo. Providências. não se altera a Quebra do terminal da haste. dirigir com o pé apoiado Conseqüências – dificuldades de engate das marchas dificuldades em saída. trava do rolamento da bomba. Providências.impossibilidades de trafegar com a empilhadeira.notificar a chefia e chamar o mecânico. quebra da correia da bomba.

Pneus Defeitos Cortados ou furados Com desgastes excessivos Vazamento na válvula Causas Choques contra obstáculos.OPERADOR DE EMPILHADEIRA Perda parcial dos freios Conseqüências. Levar a empilhadeira à oficina para calibragem ou toca de pneus. manobras em lugares apertados e impróprios para transitar. Abaixo da pressão ocasionarão maior esforço do motor. a direção ficará dura ao movimentar e acarretará uma diminuição na vida útil doa pneus. Bico torto. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 29 . sujeira na válvula. levar a empilhadeira à oficina e notificar a chefia. válvula solta.notificar a chefia e chamar o mecânico Freio de Mão Defeito Freio não trava as rodas Causa Quebra do cabo de aço. Providências: - Notificar a chefia.possíveis acidentes. Conseqüências: cortados ou desgastados implicarão em risco de acidentes. Lonas excessivamente gastas Providências.possíveis acidentes.horário: menor tensão no cabo quebra do cabo. Saídas e freadas bruscas: pneus abaixo da pressão. desregulagem Conseqüências. Providências: regular o freio através da porca situada na extremidade da alavanca girando no sentido: horário: maior tensão no cabo anti.

platinado danificado. Verificação Diária As empilhadeiras trabalham 24 horas ininterruptamenbte.não insistir no botão de partida. bateria descarregada.não armazenamento de energia. Providências. chamar o mecânico e notificar a chefia.OPERADOR DE EMPILHADEIRA - Nunca ande com a empilhadeira com o pneu furado ou sem a pressão correta. para a empilhadeira imediatamente . Notificar a chefia e chamar o mecânico. Descarregar a bateria. Baterias Defeitos Descarregada Causas Falta de água destilada. Falta de água destilada. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 30 . Conseqüências – fundir o motor. quebra da coreia que aciona o alternador. Placas grudadas Conseqüências. motor de partida danificado. falta de combustível. desgaste dos contatos do regulador de voltagem. entupimento de circuito de gás. alternador não carrega. Motor Defeitos Superaquecimento Motor não pega Causas Carburador entupido. Providências: Se tiver superaquecido. bobina queimada. velas desgastadas.

caso necessário Movimentar os cabos e verificar se estão soltos ou danificados Conservar os pólos da bateria untados com vaselina neutra ou graxa especial. Nível de óleo do cárter Retirar a vareta Limpar a vareta com pano limpo _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 31 . Completar o nível com água destilada.OPERADOR DE EMPILHADEIRA Para seu bom funcionamento. e para de que não haja interrupção durante a jornada de trabalho. é imprescindível que antes do início de cada turno se façam as seguintes verificações: Bateria – água e cabos Retirar as tampas - Verificar se a água cobre as placas.

comprimir o peda1l a verificar se a folga está entre 20 25 mm. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 32 . completar com óleo. Embreagem –folga . Óleo do Hidramático Verificar o nível de óleo pela vareta. e caso o nível esteja abaixo do traço inferior da vareta. completar com o óleo para transmissão hidramáticas. recomendado pelo fabricante. caso o nível esteja abaixo do traço inferior da vareta. se for vareta curta. a torre deve permanecer abaixada.OPERADOR DE EMPILHADEIRA - Introduzir até o fim no local de onde foi retirada Retirar novamente a vareta - Verificar se o nível do óleo encontra-se entre os dois traços da vareta Completar com óleo SAE-20-30-4-. Se necessário. Deixar a torre mais ou menos na vertical. Óleo do hidráulico – nível Proceder do mesmo modo que para o óleo do cárter.

se necessário. Painel – Funcionamento Verificar se todos os instrumentos do painel estão funcionando normalmente. Filtro de Ar Verificar o nível de óleo. - Recomenda-se a colocação de botijão reserva (GLP). O pedal nunca deve encostar no assoalho da empilhadeira. Com a máquina em funcionamento. ver se está freando bem. com o motor ligado. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 33 .OPERADOR DE EMPILHADEIRA Freio –Folga Comprimir o pedal e constatar se este encontra resistaa6encia e se a folga está entre 15 e 25 mm. Freio de mão (de estacionamento) – Verificar se está com boa pressão na alavanca. Combustível. os entupimentos ou mangueira soltas.Quantidade Verificar se a quantidade é suficiente através dos marcadores.

para a máquina.OPERADOR DE EMPILHADEIRA Pneus – pressão e condições Retirar a tampa da válvula do pneu. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ - SENAI – DOURADOS/MS 34 . Quanto à calibragem. se a pressão estiver abaixo de 100 libras. Verificar se os pneus encontram-se cortados ou excessivamente gastos. Sempre que se observar vazamento. pode ocasionar incêndio na empilhadeira. caso a pressão seja superior a 100 libras. Pressionar o bico do calibrador contra o bico da válvula do pneu. Fazer a leitura tomando como referência a borda do corpo. Vazamento da bomba de gasolina e do carburador O vazamento da bomba de gasolina ou do carburador. observar especificação do fabricante. Radiador. além da perda de combustível.Colméia e água Usar luvas para retirar a tampa. - Completar. Esvaziar.

Extintor de Incêndio Examinar o lacre ou a pressão do relógio. passar ar comprimido. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 35 . Buzina Verificar se está funcionado. desligar o veículo e chamar a manutenção. Rolamento do encosto Lubrificar com graxa. A seguir você verá um modelo de tabela de observações diárias. Se o motor estiver superaquecido.OPERADOR DE EMPILHADEIRA - Abrir a tampa até o primeiro estágio a fim de aliviar a pressão. - Completar o nível com o motor em funcionamento. se estiver quente. que deverá ser preenchido após cada 8 horas de operação. Verificar se a colméia está suja. acionando-a (apertando-a). Retirar a tampa e verificar o nível sem colocar o dedo. se necessário .

OPERADOR DE EMPILHADEIRA _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 36 .

OPERADOR DE EMPILHADEIRA NORMAS DE SEGURANÇA Segurança é um fator básico quando se opera com a empilhadeira. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 37 . Sempre que a máquina for colocada em movimento. o operador deve estar preparado para os imprevistos. As empilhadeiras não devem ser dirigidas por pessoas que não estejam habilitadas ou autorizadas para isso.

A segurança é um fator básico quando se opera uma empilhadeira. que todo bom operador deve seguir: 1. Deslizamento das rodas e frenagens violentas são perigosas e prejudiciais ao veículo e à carga. verifique sempre se a marcha está desengatada. Ao ligar a empilhadeira. Na troca de marchas.OPERADOR DE EMPILHADEIRA Ao colocar a empilhadeira em movimento. o operador deve estar atento ao sentido de deslocamento (direção) dos veículos. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 38 . O operador deve dirigir com cuidado nos locais onde existem outras empilhadeiras. As empilhadeiras devem ser freadas suavemente. pois este mostra irregularidades da máquina. 2. Qualquer pessoa pode aprender a dirigir uma empilhadeira. Verificar se o freio de mão está desengatado. Movimentar a alavanca de marcha: se for para a frente. o operador deve ter cuidado. O operador deve estar sempre atento ao painel. 4. As partidas rápidas prejudicam a máquina. 3. estas 100 (cem) Normas de Segurança. Transitar sempre com os garfos um pouco acima do chão (15 a 20cm). o operador deve fazê-lo com cuidado. sem arranhar. mas poucas podem realizá-lo com segurança. pisando na embreagem até o fim. A habilidade de um operador em evitar acidentes é uma indicação de sua perícia. Nessas condições. agora. Deve observar o ambiente. pois uma avaria na caixa de câmbio leva bastante tempo para ser consertada e conseqüentemente haverá prejuízos em dinheiro e tempo para a Empresa. Veja. colocá-la para trás. colocá-la para a frente. se for àré.

21. 11. para não provocar colisões da máquina ou da carga com o que estiver no caminho. pessoas e obstáculos que estiverem nas proximidades. Baixar os garfos somente até a altura suficiente para que os mesmos entrem embaixo do que vai ser levantado. Quando estiver transportando tambores. 15. 13. conservar a empilhadeira na posição horizontal e a torre na vertical. Não fazer curvas em alta velocidade. 17. 25. buzinar sempre. andar na menor velocidade possível. Posicionar a empilhadeira frontalmente (ou perpendicularmente) à carga até que esta encoste na torre. evitando assustá-las. pois uma parada brusca pode causar movimento dos mesmos. 8. Inclinar a torre para o lado do motorista (para trás). 9. 24. Tomar o cuidado de levantar e abaixar os garfos sempre que tiver de ultrapassar obstáculos. puxando algum carrinho. 10. O suficiente para evitar lombadas. Fazer as manobras necessárias. Se for andar para a frente: olhar sempre com cuidado para o piso e para pessoas à sua frente. Diminuir a marcha quando o piso tiver ondulações ou estiver molhado. para evitar a queda da mesma. Dirigir com cuidado pelos caminhos. 22. Evitar as manobras muito difíceis. 6. ocasionando a sua queda. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 39 . Se for andar em marcha à ré: olhar com cuidado o piso. Tirar o pé do freio e acelerar devagar para a saída. 14. Buzinar regularmente (pelo menos três vezes) sempre que se aproximar de pessoas que estejam andando. Avaliar bem o local por onde irá passar. Deslocar de ré a empilhadeira até que a mesma tenha saído do lugar onde se encontrava. 19. ou carregando algo. 23.OPERADOR DE EMPILHADEIRA 5. e levantar os garfos. Os tambores devem sempre ser amarrados entre si. Procurar sempre os caminhos mais fáceis e mais seguros de serem percorridos. para evitar colisões e acidentes. 7. evitar parar ao ultrapassar os obstáculos. com cordas ou correntes. Para carregar. Quando estiver transportando carga delicada. Levantar os garfos o mínimo possível para o transporte. 18. 12. sempre tomando cuidado com o que está às suas costas e de ambos os lados. 16. Em cruzamentos ou passagens sem visão. sempre que tiver carga. 20.

39. limpar o volante. a não ser que ela pare e seja avisada. tirar o óleo do piso. Olhar sempre para trás na hora de dar marcha à ré. deixar a máquina em lugar plano. usar sempre o pé direito para o freio e acelerador. Tomar cuidados especiais com determinados materiais a serem transportados. após a descarga. olhando para trás pelo lado direito. 32. 48. 45. 27. Considerar sempre o tipo de material a ser transportado. Usar sapatões apropriados. a não ser quando tiver que acionar dispositivos de comando. Durante as descargas. 43. 36. Não assustar propositalmente os colegas. 49. limpar as partes fixas da empilhadeira. Verificar sempre o peso e o volume da carga. 28. andar sempre de frente. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 40 . descer rampas em marcha à ré. 30. 46. Nao andar em grande velocidade. Não admitir brincadeiras em volta da empilhadeira. Para verificação dos níveis de óleo. Não fumar enquanto estiver ao volante ou abastecendo a empilhadeira. Não mexer no motor e acessórios da empilhadeira. 47. Quando estiver dirigindo de marcha à ré. 51. amperagem. nunca deixar de observar: pressão de óleo. 38. Verificar a maneira mais fácil de carregar e descarregar o material. Com a empilhadeira descarregada. Encher o tanque de combustível sempre antes de iniciar o serviço. 33. 41. Nunca fazer reversão (para frente ou para trás) com a máquina em movimento. 42. 31. dirigir a máquina em marcha à ré. Com a empilhadeira carregada. 29. Segurar sempre o volante com as duas mãos. ao Supervisor ou à Manutenção. Quando estiver operando a empilhadeira. não permitir pessoas em volta da empilhadeira. usar o pé direito para acelerar. 44. 50. 34. qualquer defeito verificado na empilhadeira. e o pé esquerdo para frear (hidramático). Sempre que não tiver visão de frente. Comunicar imediatamente. Andando para a frente. Quando estiver seguindo outra empilhadeira. 37. não ultrapassá-la. limpar a máquina por fora. Não provocar situações embaraçosas e perigosas. Ao iniciar o serviço. 35.OPERADOR DE EMPILHADEIRA 26. 40.

Verificar o lacre do extintor de incêndio. Certificar-se de que as rodas e as extremidades da carroceria do caminhão estejam devidamente calçadas. qualquer que seja o objeto. sempre que possível. quando operando forad~ propriedade da Empresa. em cima da empilhadeira. utilizando a faixa de segurança. Tambores somente devem ser transportados em estrados. Tomar cuidado ao passar embaixo de pontes rolantes. 56. Nunca transportar pessoas na empilhadeira. para mexer na carga. Não utilizar o acelerador como buzina. 55. Não utilizar garfos para empurrar. panos ou resíduos de óleo e graxa. 67. 71. Observar rigorosamente todos os regulamentos e sinalizações de trânsito interno estabelecido pela Empresa. 53. 77. 60. 69. Ao transportar tubos de oxigênio ou acetileno. 58. 62. 65. antes de nela entrar com a empilhadeira. Não dirija com as mãos molhadas ou sujas de graxa. pois há possibilidade de tombamento. Não deixar estopas. 61. 74. Cargas colocadas de um lado da carroceria do caminhão devem ser carregadas e descarregadas por _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 41 . Nunca ajustar a carga introduzindo o braço pela coluna. usando encerados para proteção da carga. 52. use capa ao trafegar em pátio aberto. Usar luvas. Usar somente macaco do tipo “jacaré” para trocar os pneus da empilhadeira. 64. 59. Nos dias chuvosos. Observar os regulamentos de trânsito. 75. 70. Nunca soltar os garfos totalmente no chão para chamar a atenção de pedestres. o que pode ocasionar incêndios. Iniciar o carregamento dos caminhões da frente da carroceria para trás. 68. Pessoas não autorizadas ou não treinadas não devem dirigir empilhadeira. Nenhuma carga deverá ser levantada ou transportada numa só lança do garfo da empi1 hadeira. 57. 72. qualquer que seja o local e o motivo alegado. 76. 63. devem ser evitados choques violentos e contatos da válvula com substâncias graxas. 66. 73. Usar macacão ou outra indumentária especificada ao dirigir empilhadeira. Não dirigir a empilhadeira com a perna esquerda para fora. 54. Não efetuar meia volta em rampa ou plano inclinado. Não transportar líquidos inflamáveis ou corrosivos. Nunca colocar ou deixar a máquina em movimento estando fora dela.OPERADOR DE EMPILHADEIRA temperatura e nível de combustível. a não ser em recipientes especiais.

observar que a pilha não fique inclinada por má arrumação destes. no máximo. Empilhamento de amarrados de chapas devem ser feitos até o limite máximo de dois metros de altura. Entre as camadas. 88. coloque luvas de prolongamento nos garfos. Transportar no máximo duas latas. dois por vez. poiso equilíbrio da máquina e da pilha se tornam bastante instáveis. 79. ao levantar. 91. 81. verifique se o estrado tem fundo fechado. a queda da carga. Observar sempre o alinhamento da pilha. Quando for empilhar estrados com sacos. Observar 5 camadas de sacos por estrado. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 42 . na horizontal e na vertical. recomenda-se utilizar chapas de madeira. 80. 93. Observar sempre uma distância de aproximadamente 5cm entre as pilhas. Dirija-se sempre perpendicularmente à carroceria do caminhão. você pode danificar o material e também a si mesmo. Pilhas de tambores devem ser feitas até o limite máximo de três camadas. Não transportar latas empilhadas. 83. 89. 84. 78. 92. 85. Ao estacionar a empilhadeira.OPERADOR DE EMPILHADEIRA este mesmo lado. 94. o operador deve redobrara atenção. Se não tiver. 87. no máximo. pois é uma carga muito instável. dispostas uma ao lado da outra. Nunca deixar alguém embaixo de uma carga suspensa. Ao empilhar estrados carregados com sacos. Se for pegar estrados no sentido longitudina (lado maior). pots somente o garfo não atinge o lado posterior da palheta e isto provocará. não empilhe. Em se tratando de empilhamento a partir de 2 metros de altura. 95. Nenhum equipamento deve ser colocado de forma a obstruir os corredores de circulação. fácil de cair nos garfos ao menor solavanco. 82. Evitar marchas à ré bruscas. 96. verificar se o local é plano e se não obstrui extintor de incêndio ou passagem de pessoas ou equipamentos. principalmente se estiver transportando cargas. Colocar o equipamento de forma que possa ser removido por uma empilhadeira e que permita o acesso aos demais equipamentos. 86. 90. Deve-se empilhar somente materiais iguais. Não se atirar contra as cargas. Fardos de alumínio devem ser transportados.

103. verificar sempre a tabela “Observações 101.OPERADOR DE EMPILHADEIRA 97. se houver descuido quando da elevação da carga. procurar um ajudante para auxiliar. Nunca puxar ou empurrar carros. Convém lembrar que qualquer empilhadeira pode ser tombada. Permanecer a uma distância razoável de outros veículos. caminhões. e sempre. Ao subir uma rampa com carga. 99. o operador deve observar se o peso dessa carga está dentro da capacidade do veiculo. Folha de Informação A capacidade nominal de uma empilhadeira geralmente é válida somente quando a máquina está no plano com a coluna vertical. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 43 . Não utilizar a empilhadeira como elevador de pessoas. 102. Antes de iniciar o serviço com a empilhadeira. empilhadeiras ou outros veículos com a empilhadeira. Antes de tentar elevar uma carga. Em ultrapassagem de portas verificar antes. sem ter visão à frente. a altura e largura das mesmas. Utilizar sempre na empilhadeira o “protetor do operador” e o “protetor de carga Diárias” deixada pelo outro operador. No mínimo uma distância equivalente a três empilhadeiras. deve ser de 5 KmIh. 98. 104. 100. A velocidade máxima de segurança para deslocamento em linha de produção. a não ser com a gaiola acoplada.

22). barris. tambores) incline os garfos ligeiramente para a frente. que estejam deitados (por exemplo. Quando a carga tiver sido elevada até a altura desejada. 23). podem ser transportados mais facilmente. de modo que as pontas dos garfos deslizem no chão e penetrem sob tais objetos (fig. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 44 . com prática. Este procedimento reduzirá os esforços no motor e freios. tambores e objetos semelhantes. com o mínimo de fadiga para ele e para a empilhadeira. Embora uma carga possa ser removida ou colocada sobre uma pilha usando-se o sistema de elevação. Rolos. estar sempre atento às operações que exigem cuidados e obter o máximo rendimento de trabalho.OPERADOR DE EMPILHADEIRA Quando apanhar objetos de forma cilíndrica. que possuem bordas ou arestas. prendendo-os lateralmente com ambos os garfos (fig. leve a alavanca para a posição neutra e aproxime o veículo até a base da pilha sobre a qual a carga será colocada. inclinando-se os garfos para frente ou para trás. Procurar elevar a carga somente quando a máquina estiver perto da pilha. Ao operador compete estudar o problema de movimentação de cargas. o operador descobrirá que. as cargas podem ser colocadas e removidas inteiramente.

desde a recepção. o operador deverá efetuar uma cuidada inspeção antes de ter acesso a eles com a empilhadeira. até a expedição. Planta leiaute convencional _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 45 . DIMENSIONAMENTO DE ESPAÇOS O problema de dimensionamento de espaços envolve toda a instalação de um indústria. passando pela produção.OPERADOR DE EMPILHADEIRA Sempre que houver dúvidas sobre a resistência de pisos (de instalações ou de outros veículos).

raio de giro. estantes e área externa. etc. varejo. o espaçamento das colunas. Antes de se efetuar um planejamento do espaço. o espaçamento entre dois pallets. o espaçamento do pallet nos porta-pallets. segurança. capacidade. tais como: máximo estoque estoque médio política de reposição unidades de estocagem volume recebido/expedido por período de tempo tipo de área de estocagem (disponível ou sendo planejada): granel. Leiaute No projeto do leiaute há diversos itens que merecem considerações cuidadosas. Métodos de movimentação atuais ou planejados Capacidade do equipamento disponível ou proposto: tipo. equiapmento mecânico a ser usado (empilhadeira para corredor estreito Vs e empilhadeira contrabalanceada). _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 46 . é necessário obter um grande quantia de dados detalhados. porta-pallets. tamanho. tamanho do pallet. prateleiras. informações sem as quais o leiaute se torna simples previsão sem base. razão entre a largura do corredor e o tamanho do pallet. reservada. tais como: • • • • • • • tamanho do produto. refrigeração. partindo de um conhecimento bastante aproximado das tendências do material estocado e das eventuais flutuações da demanda.OPERADOR DE EMPILHADEIRA Um leiaute de armazenagem leva em conta as exigências de estocagem de curto e longo prazo.

Espaçamento entre colunas Este espaçamento é importantíssimo no projeto de um bom armazém. sua localização e tamanho desejados. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 47 . Devem ser localizados de forma a manter um bom acesso ao estoque.OPERADOR DE EMPILHADEIRA • • • • formato e tamanho da edificação. recebimento e expedição. Todos os fatores com seus inter-relacionamentos devem ser estudados para se conseguir otimização no uso do espaço. localização das paredes corta-fogo. Corredores O arranjo e dimensionamento dos corredores é uma das chaves se conseguir a máxima eficiência do armazém. tamanho. Eles são os caminhos de passagem dentro e entre as áreas de estocagem. capacidade. equipamentos de movimentação( tipo. tamanho dos itens estocados. aos equipamentos de carga e descarga. raio de giro. capacidade de carga do piso. área de serviço requerida. etc). que por sua vez influenciará no espaçãmento das colunas. localização dos corredores. distância e acessibilidade às portas e às áreas de carregamento e descarregamento. Alguns dos fatores que afetam a distribuição e a largura dos corredores são: • • • • • • • tipo de estrutura de armazenagem. Ele determinará as dimensões da estrutura porta-lets. tamanho dos lotes estocados. e às áreas de serviços auxiliares. localização desejada do recebimento e expedição. e é difícil a sua determinação.

Há diversos tipos de corredores. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 48 . etc. . os mais comuns são: • corredores de trabalho São aqueles através dos quais o material é colocado ou retirado na estocagem: . geralmente conduzindo ás portas opostos do armazém.Corredores auxiliares Necessários para acesso a fontes de utilidades. facilidade de acesso desejado. . na medida do possível serem demarcados. Se extendem através do todo o prédio e permitem tráfego nos dois sentidos. . Devem.Corredores de transporte principal.Corredores de pessoal São aqueles utilizados somente por pessoas para acesso à áreas especiais ou interiores de edificação.OPERADOR DE EMPILHADEIRA • • localização de elevadores e rampas.Corretores de cruzamento. Se extendem através de todo o prédio. equipamentos anti-incêndios.

raio de giro interno. plano horizontal de empilhamento.Os corredores devem ser suficeientemente largos para permitir uma operação eficiente. 8. ângulo reto de empilhamento. deve incluir o comprimento da carga no sentido de deslocamento.Todos os itens estocados devem ser conveniente acessíveis.Os corredores devem ser retilíneos (o máximo possível). Determinação do espaço de manobra para empilhadeira No momento de escolher o tipo de veículo mais conveniente para os operações de movimentação de materiais.As colunas podem ser utilizadas frequentemente como linhas de fronteira. • • • ser suficiente para empilhadeiras possam se colocar na perpendicular ao corredor.Os corredores devem ser identificados por um alinha de largura de 8 a 10cm demarcada no piso. incluir uma folga.OPERADOR DE EMPILHADEIRA Abaixo estão relacionados algumas sugestões úteis para dimensionamento do corredores. menos os corredores de transporte principais. devem ser consideradas as seguintes dimensões: • • • • • raio de giro externo.As interseções devem ser minimizadas. empilhamento.Não devem ser obstruidos. 2. SENAI – DOURADOS/MS _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ 49 .Todos os corredores devem Ter mão única de direção. 9. plano vertical de empilhamento. para possibilitar manobras mais rápidas e seguras. como um dos fatores mais importantes de decisões. para depósito. 7. 6. desempilhamento de materiais e produtos. remoção. 5. o corredor da operação deve condicionar a largura livre necessária para o equipamento num giro de 90º. A largura desses corredores depende de três elementos em prioridade fundamental. obtidos da prática: 1.Devem conduzir às portas quando possível. 3. Na determinação de mínimo espaço necessário á manobras das empilhadeiras. 4.

Mínima largura do corredor para empilhamento em ângulo reto A largura do corredor para o empilhamento em ângulo reto. A folga adequada para empilhamento entre as cargas usadas para se calcular a largura mínima do corredor necessária para empilhamento em ângulo reto. mais o fator (C). a fim de depositar um material na lateral de um corredor. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 50 . distância entre a linha central do eixo dianteiro (tracionário) e frente do suporte dos garfos. significa a largura necessária do corredor para girar uma empilhadeira em 90º.OPERADOR DE EMPILHADEIRA • mínima intercessão de corredores. comprimento da carga. três fatores são envolvidos para determinar esta dimensão: • • • raio de giro.

considera-se a dimensão da largura do corredor para empilhamento ou a largura entre os suportes verticais das prateleiras. à medida que aumenta a folga entre as cargas. é aconselhável adicionar 150 a 300mm á largura do corredor para empilhadeiras de pequeno porte (1000 a 4000kg de capacidade) e até 800mm ou mais quando trata-se de empilhadeiras de maior porte. a largura necessária do corredor torna-se menor. as dimensões do corredor para empilhamento em ângulo reto são determinadas sob condições ideais de operação. Quando a recomendação dessa dimensão é importante. Como as especificações do raio de giro. Desse modo.OPERADOR DE EMPILHADEIRA Conforme mostra a figura acima. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 51 . Isso permitirá ao operador efetuar giros mais suaves e velocidade normal de operação sem preocupar-se com a precisão da aproximação na área de empilhamento.

OPERADOR DE EMPILHADEIRA _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 52 .

OPERADOR DE EMPILHADEIRA _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 53 .

OPERADOR DE EMPILHADEIRA _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 54 .

OPERADOR DE EMPILHADEIRA _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 55 .

OPERADOR DE EMPILHADEIRA _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 56 .

OPERADOR DE EMPILHADEIRA _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 57 .

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