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16. Movimento no Plano de corpos Rígidos:

Forças e Acelerações

16.1 Introdução

Movimento plano de corpos rígidos

cada partícula do corpo permanece a uma distância constante de um plano de referência fixo.

Corpos planos e simétricos em relação ao plano de referência

16.2 Equações de movimento para um corpo rígido

16.2 Equações de movimento para um corpo rígido t = dL/dt Torque = M G =
16.2 Equações de movimento para um corpo rígido t = dL/dt Torque = M G =
16.2 Equações de movimento para um corpo rígido t = dL/dt Torque = M G =
16.2 Equações de movimento para um corpo rígido t = dL/dt Torque = M G =

t =dL/dt

Torque = M G = t Momento angular = H G = L

16.3 Quantidade de Movimento Angular de um corpo rígido em movimento plano

de Movimento Angular de um corpo rígido em movimento plano Sendo o momento angular dado por

Sendo o momento angular dado por

rígido em movimento plano Sendo o momento angular dado por l = r x p =

l

= r x p = r x v.m

l

=

r x vm = r x w x r.m

Substituindo v i ’ = w x r i fica:

x r .m Substituindo v i ’ = w x r i ’ fica: Usando a

Usando a definição de Momento de inércia ( I ):

fica: Usando a definição de Momento de inércia ( I ): l = r 2 m

l = r 2 m.w = I.w

Derivando no tempo:

de Momento de inércia ( I ): l = r 2 m . w = I

dl/dt = I.dw/dt =I.a

16.4 Movimento plano de um corpo rígido: Princípio de D’Alembert

Considere uma placa rígida de massa m sujeita a várias forças externas

As equações fundamentais do movimento são:

G
G
externas As equações fundamentais do movimento são: G O movimento da placa é completamente definido pelas

O movimento da placa é completamente definido pelas forças e momento resultante em relação ao centro de massa G gerado pelas forças externas.

ao centro de massa G gerado pelas forças externas. As forças externas que atuam sobre um
ao centro de massa G gerado pelas forças externas. As forças externas que atuam sobre um

As forças externas que atuam sobre um corpo rígido são equivalente às

forças efetivas das várias partículas que formam o corpo.

16.4 Movimento plano de um corpo rígido: Princípio de D’Alembert Translação

16.4 Movimento plano de um corpo rígido: Princípio de D’Alembert Translação exemplo
16.4 Movimento plano de um corpo rígido: Princípio de D’Alembert Translação exemplo
16.4 Movimento plano de um corpo rígido: Princípio de D’Alembert Translação exemplo
16.4 Movimento plano de um corpo rígido: Princípio de D’Alembert Translação exemplo

exemplo

16.4 Movimento plano de um corpo rígido: Princípio de D’Alembert Translação exemplo
16.4 Movimento plano de um corpo rígido: Princípio de D’Alembert Translação exemplo
16.4 Movimento plano de um corpo rígido: Princípio de D’Alembert Translação exemplo
16.4 Movimento plano de um corpo rígido: Princípio de D’Alembert Translação exemplo
16.4 Movimento plano de um corpo rígido: Princípio de D’Alembert Translação exemplo

Rotação

Rotação Rotação em relação ao centro de massa Rotação em relação ao pino O (para eliminar
Rotação Rotação em relação ao centro de massa Rotação em relação ao pino O (para eliminar

Rotação em relação ao centro de massa

Rotação Rotação em relação ao centro de massa Rotação em relação ao pino O (para eliminar
Rotação Rotação em relação ao centro de massa Rotação em relação ao pino O (para eliminar

Rotação em relação ao pino O (para eliminar F O )

Rotação Rotação em relação ao centro de massa Rotação em relação ao pino O (para eliminar
Rotação Rotação em relação ao centro de massa Rotação em relação ao pino O (para eliminar
Rotação Rotação em relação ao centro de massa Rotação em relação ao pino O (para eliminar

usando

Rotação Rotação em relação ao centro de massa Rotação em relação ao pino O (para eliminar
Rotação Rotação em relação ao centro de massa Rotação em relação ao pino O (para eliminar
No centro de massa Fora do centro de massa Equilíbrio Dinâmico
No centro de massa Fora do centro de massa Equilíbrio Dinâmico
No centro de massa Fora do centro de massa Equilíbrio Dinâmico

No centro de massa

No centro de massa Fora do centro de massa Equilíbrio Dinâmico

Fora do centro de massa

Equilíbrio Dinâmico

No centro de massa Fora do centro de massa Equilíbrio Dinâmico

17. Movimento Plano de corpos Rígidos: Métodos

de Energia

17.1 Introdução

Determinar como forças e torque realizam trabalho

Aplicar o princípio de trabalho energia para solução de problemas de dinâmica

Mostrar como a conservação de energia pode ser usada na resolução de problemas

17.4 Energia Cinética de um corpo rígido em movimento no plano

de energia pode ser usada na resolução de problemas 17.4 Energia Cinética de um corpo rígido
de energia pode ser usada na resolução de problemas 17.4 Energia Cinética de um corpo rígido
de energia pode ser usada na resolução de problemas 17.4 Energia Cinética de um corpo rígido
de energia pode ser usada na resolução de problemas 17.4 Energia Cinética de um corpo rígido
de energia pode ser usada na resolução de problemas 17.4 Energia Cinética de um corpo rígido
de energia pode ser usada na resolução de problemas 17.4 Energia Cinética de um corpo rígido
de energia pode ser usada na resolução de problemas 17.4 Energia Cinética de um corpo rígido

17.3 Trabalho de forças que agem sobre um corpo

17.3 Trabalho de forças que agem sobre um corpo
17.3 Trabalho de forças que agem sobre um corpo
17.3 Trabalho de forças que agem sobre um corpo

17.3 Trabalho de forças que agem sobre um corpo

17.3 Trabalho de forças que agem sobre um corpo
17.3 Trabalho de forças que agem sobre um corpo
17.3 Trabalho de forças que agem sobre um corpo
17.3 Trabalho de forças que agem sobre um corpo
17.3 Trabalho de forças que agem sobre um corpo
17.3 Trabalho de forças que agem sobre um corpo

17.2 Princípio de Trabalho e Energia para um corpo Rígido 17.5 Sistemas de corpos rígidos

17.2 Princípio de Trabalho e Energia para um corpo Rígido 17.5 Sistemas de corpos rígidos
17.2 Princípio de Trabalho e Energia para um corpo Rígido 17.5 Sistemas de corpos rígidos

17.6 Conservação de Energia

17.6 Conservação de Energia
17.6 Conservação de Energia
17.6 Conservação de Energia
Potência
Potência

A potência é um grandeza escalar que corresponde

à taxa temporal da realização de um trabalho. Ela

mede a rapidez com a qual se realiza um trabalho.

P = lim

t 0

W

t

dW = F .dx

dW

dt

P =

P = F .

dx

dt

Unidade no S.I.: J/s = W (watt) 1kWh = 3,6.10 6 J = 3,6MJ (energia)

P =

dE

dt

P =

F v

.

1HP=746W

17.7 Potência

17.7 Potência Potência transferida por um eixo Torque realizado por uma força Velocidade no ponto de

Potência transferida por um eixo

Torque realizado por uma força Velocidade no ponto de aplicação da força Logo obtemos para
Torque realizado por uma força
Velocidade no ponto de aplicação da força
Logo obtemos para Potência
por um eixo Torque realizado por uma força Velocidade no ponto de aplicação da força Logo