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LAVAGEM E DESINFECÇÃO DAS MAOS

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MÃOS

LAVAGEM DE MÃOS Microorganismos e freqüência da lavagem de mãos Flora transitória Flora residente Quando lavar as mãos Lavagem ou anti-sepsia das mãos? Decisão Escala de Fulkerson Álcool Glicerinado e similares Produtos Apresentação Secagem das Mãos Mãos x Luvas x Cremes REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

LAVAGEM DE MÃOS

A lavagem de mãos é tradicionalmente o ato mais importante para a prevenção e o controle das infecções hospitalares . H merecido atenção das publicações clássicas mais importantes sobre infecções hospitalares. Semmelweiss, um dos pioneiro puerperais através da determinação de o ato de lavagem das mãos com solução germicida, após as necrópsias e antes do at volta

Microorganismos e freqüência da lavagem de mãos

Elaine Larson, em 1981, demonstrou que 21% dos profissionais de saúde pesquisados apresentavam colonização das mãos grupo controle, que eram pessoas que não trabalhavam em hospitais. Dentre as 22 espécies de bactérias gram-negativas enc

Pesquisa realizada no Hospital de Clínicas de Porto Alegre, pelo Serviço de Controle de Infecção, em 1990, para avaliar médicos e de enfermagem da unidade de Neonatologia, demonstrou que o número de vezes que os profissionais de enferma volta

Flora transitória das mãos

Microrganismos isolados ocasionalmente na pele que são rapidamente removidos pela lavagem ou anti-sepsia das mãos. Exe Flora residente

Microrganismos persistentemente isolados da pele da maioria das pessoas. Eles são de mais difícil remoção e é necessária a Staphylococcus coagulase-negativos, Corynebacterium sp, Acinetobacter sp, Propionibacterium e alguns membros da famíl volta

QUANDO LAVAR AS MÃOS O ato de lavar as mãos depende basicamente de cultura como: -antes de alimentar-se -após ir à "toillete" -após assoar o nariz -sensação desagradável de estar com as mãos sujas ou que tocaram umidade. O conforto também diz respeito à maior ou menor freqüência de lavar as mãos e depende: - da localização da pia - da higienização da pia - do tipo de sabão - da temperatura da água - da possibilidade de secagem

Embora o conforto seja importante e racionalmente induza a maior freqüência de lavagem de mãos, ainda não existem pesqu produto mais agradável [4]. volta

LAVAGEM X ANTISSEPSIA DE MÃOS LAVAGEM COMUM Remoção de sujidade e flora transitória ANTISSEPSIA Remoção e destruição de flora transitória

direto com pacientes. mas sem contato com pacientes(ex:papel) 4. poderá ser depois d . destruição da flora transitória e redução da flora permanente volta DECISÃO LAVAGEM OU ANTISSEPSIA DAS MÃOS? DEPENDE DE: Intensidade do contato com o paciente ou fômites O grau de contaminação Suscetibilidade do paciente Tipo de procedimento que será realizado Gradiente da escala de Fulkerson para contatos limpos a sujos do pessoal de enfermagem. objetos com secreções de pacientes 8. secreções. 9. material de cabeceira) 6. 11. 15. materiais não necessariamente limpos. boca. mas que não são necessariamente contaminados materiais intimamente 5. nariz. Sua utilização. materiais de contato com urina do paciente. 3. verificar pulso). pratos. urina. ao manusear esterilizados. 7. roupas. área genital etc. materiais de contato com fezes do paciente 10. ao tocar objetos limpos ou lavados. secreções ou excreções de local infectado. materiais com secreção ou excreção de local infectado. 14. contato com (móveis por exemplo) associados a pacientes.PREPARO CIRURGICO Remoção. mas não contaminados ( aventais.ANTISSEPSIA . considerando que a fricção das mãos c transitórios [5] este procedimento irá evitar a disseminação de microorganismos. fezes 13. 10. ferida cirúrgica etc. objetos de contato com pacientes. mas mínimo e limitado ( apertar mão. Escala Contato com: 1. 2. local infectado ( traqueostomia. portanto.) volta ÁLCOOL GLICERINADO E SIMILARES O uso de produtos como álcool glicerinado tem sido recomendado por alguns autores.

volta PRODUTOS A SEREM UTILIZADOS: Os produtos a serem utilizados podem ser: SABÃO COMUM = não degermante barra. Além disto a pele lesada por sabão de má qualidade combinado ou não com anti-séptico pode colon . Em alguns locais. alguns autores ainda recomendem álcool glicerinado. volta APRESENTAÇÃO DOS PRODUTOS A pele representa papel importante na transmissão.o. líquido. pó Ação: destruição ou inibição da reprodução de m. líquido.O uso deste tipo de produto sem a lavagem de mãos é ainda bastante discutida em nosso meio. ou sejam utilizados "lenços"com ant lavagem das mãos. OBSERVAÇÃO: pó para as mãos indisponível no mercado brasileiro. muitos tem sido os novos trabalhos indicando este produto e provando sua efetividade. Embora durante alguns anos tenha sido indic comprovem a indicação preferencial. pela dificuldade de acesso à uma pia e/ou necessidade de uma higiene rápida das mão sugere que as mãos sejam lavadas com água e tensoativo (sabão) que ajuda a seqüestrar a sujidade. embora indicada no manual motivos de tal discussão é exemplificado em estudos como o feito na Noruega [6] onde ficou demonstrada que ainda existia c No entanto. Além disto no último Cong autoridades na área como Didier Pittet e Andrea Voss defenderam com sólidos argumentos o uso de álcool glicerinado mostra Embora. SABÃO DEGERMANTE = antimicrobiano barra. menos por descamação acompanhada de microorganismos coloniza lavadas impropriamente. pó A ação é mecânica pela remoção da sujidade e de microorganismos. como visto anteriormente. Dependerá do grau de Inativados por matéria orgânica em maior ou menor grau [9]. Não há preferência pelo sabão líquido em detrimento de sabão comum [9].

o dispensador deveria ser descartável ou higienizado Recipiente para produto líquido: Recipiente rígido. Após contaminação g .1%. como ficam grosseiramente contaminadas é bastante evidente no estudo Norueguês [6] citado anteriormente. isopropílico GLUCONATO DE CLOROHEXIDINA (0. Sendo sabão líquido. b) sistema de "pump". ou célula foto elétrica. Desde os primeiros estudos do Cente importância do recipiente que continha o produto. c) tipo "sachet" volta ANTI-SEPSIA DAS MÃOS MÃOS CONTAMINADAS E ANTI-SÉPTICOS CARACTERÍSTICAS DOS ANTI-SÉPTICOS ANTI-SEPSIA PRÉ OPERATÓRIA DAS MÃOS ÁLCOOL(60% A 90%): etílico.3%.2%) PARA-CLORO-META-XYLENOL MÃOS X LUVAS X CREMES MÃOS CONTAMINADAS E ANTISSÉPTICOS A questão do uso de anti-sépticos em áreas onde existem pacientes com maior risco de adquirir infecções hospitalares. higienizado e só então Recipiente para produto sólido. Recipiente tipo "sachet" descartável. 10%. o ideal é que seja cortado em pequenos pedaços. 2%. A higiene interna deste tipo de saboneteria não deve ser esquec Recipiente não descartável: limpeza sistemática antes de reencher. Deve haver rotina de limpeza sistemática. 2%) TRICLOSAN(0.5% c/álcool. Quando a opção é sabão líquido e os dispensadores não são descartáveis é necessária rotina para a manutenção das mesm As apresentações disponíveis no mercado nacional para sabonetes e anti-séptico em recipiente descartável são semelhantes a) acionado com o pé em sistema de bomba com pressão em frasco com vasos comunicantes. n-propílico. acionado com o pé ou acionado com a mão ou cotovelo.05%. descartável. acionado com a mão.. A saboneteira deve permitir drenagem resíduos. Deve ser esvaziado o recipiente.O tipo de produto utilizado é um ponto importante no que se refere à lavagem de mãos. A ponta damangueira é colo impulsionando ar.. 4%) IODO E IODÓFOROS (0. Quando a opção é utilizar para sabão de glicerina em barra.

e seja estudado este aspecto. dorso das mãos etc. A escolha de um anti-séptico é baseado na análise dos seguintes aspectos MODO DE AÇÃO ESPECTRO DE AÇÃO RAPIDEZ DE AÇÃO PERSISTÊNCIA SEGURANÇA E TOXICIDADE INATIVAÇÃO POR MATÉRIA ORGÂNICA DISPONIBILIDADE DO PRODUTO volta ANTI-SEPSIA PRÉ OPERATÓRIA DAS MÃOS Durante muitos anos a prática de utilizar escovas para o preparo pré operatório das mãos e complementação com produto iod descreviam qual o número de vezes que cada superfície dos dedos palmas . à semelhança de soluções desinfetantes para materiais e descontaminação dirigida espectro de ação seja importante.Embora as evidências científicas sejam escassas. . pois a preocupação com vírus e principalmente Staphylococc espectro de ação é importante para soluções anti-sépticas para as mãos e ainda recentemente tem merecido estudos a respe volta CARACTERÍSTICAS DOS ANTI-SÉPTICOS Os anti-sépticos podem ser usados como complementação após a higiene com sabão comum. À me A escovação deve restringir-se às unhas e espaços interdigitais.pirrolidona. friccionar os antebraços vigorosamente. A lavagem das mãos com tensoativo (sabão) e complementação com produto alcoólico com iodo metalóide está cada vez m Os produtos com iodo necessitam para agir com os microorganismos de percentual de iodo que é liberado gradativamente.sépticos em algumas situações especiais pode ser rec com imunossupressão por patologia (como leucêmicos) ou induzida por terapêutica como em uso de quimioterapia e/ou trans Por outro lado. deveria ser escovado. Não há necessidade de escovação de antebraços. As luvas cirúrgicas serão colocadas com técnica asséptica: A) Após a secagem com compressas esterilizadas. Um tensoativo (sabão) adicion brasileiro. A escovação da pele nestes locais sensíveis pode ocasionar microlesões colonizantes das camadas mais profundas da pele. a escolha de anti-sépticos. B) A pós a s alcoólico e secagem natural. é conveniente lembrar que não necessariamente um amplo Talvez estas questões não sejam fáceis de ser equacionadas.iodo é a opção mais utilizada e aceita atualmente Após a escovação das unhas e espaços interdigitais. O enxágües será realizado após o uso dos produto degermante com as mãos para cima deixando a água escorrer pelos an Poderá ser realizada complementação com produto alcoólico após a secagem das mãos com compressas esterilizadas. a utilização de anti. A utilização de degermante à base de clorohexidina e polivinil.

5% Clorohexidina pode ser utilizada como complementa . Aumenta o espectro com o aumento da exposição. fungos. Possui toxicidade por contato direto com ouvidos e olhos de recém nascidos. vírus (HBV. Ação contra Gram positivos. Relatados raramente sintomas respiratórios. No entanto 30seg = 5min Conhecida como clorohexidina degermante quando associada a tensoativo. É pouco irritante da pele. Ação rápida. bacilo da tuberculose. gram negativos. 7minutos confo Inativado por matéria orgânica. embora não inativado por quantidade mínima de sangue. isopropílico GLUCONATO DE CLOROHEXIDINA (0. 4%) Ruptura membbrana ocorrendo uma precipitação do conteúdo celular.semelhante à 70%) de álcool + 0. n-propílico. 10%.RSV).05%. n-propílico. 2%. 3minutos. A adição de glicerina a 2% parece minimizar o problema do ressecamento da pele.semelhante à 70%) de álcool + 0.A apresentação de 70% (ou 70º . gram negativos. 4%) IODO E IODÓFOROS (0.5% c/álcool. fungos. Possui açào residual de 6 horas. Com Glicerina a (2%). Não há recomendação de utilizar álcool puro como complementação à lavagem de mãos com degermante. A apresentaçào de 70% (ou 70º .. Causa ressecamento da pele. Atividade varia de 15 segundos para alguns gram negativos gradativamente a 1 minuto. Mínima toxicidade.2%) PARA-CLORO-META-XYLENOL volta ÁLCOOL(60% A 90%): etílico.5% Clorohexidina pode ser utilizada como complementaç A utilização de PVPI alcoólico como complementar pode causar dermatite de contato quando utilizado sob as luvas. vírus (HBV. volta GLUCONATO DE CLOROHEXIDINA (0. sendo que esporadicamente algumas pessoas podem apresentar suscetibilidade. Ação contra Gram positivos.HIV. isopropílico Características: Desnaturação das proteínas. 15 segundos. pois os compos não. boa reduçào de microorganismos mais frequentemente encontrados nas mãos. não esporicida.5% c/álcool. TIPOS DE ANTI-SÉPTICOS ÁLCOOL(60% A 90%): etílico.1%.3%..CMV. 2%) TRICLOSAN(0.INFLUENZA) Com o uso repetido seu espectro de iguala ao do álcool. bacilo da tuberculose. 4minutos. 2%. mas sem açào residual.HIV.

fungos. Inativado por matéria orgânica. 2%) Age por penetração e oxidaçàogrupo é o iodo + polivinilpirrolidona iodo (PVPI). Pouco afetado por matéria orgânica. vírus.. possui ação residua Pouco inativado por matéria orgânica volta PARA-CLORO-META-XYLENOL Ruptura da parede celular por inativação enzimática. mas inferior à da clorohexidina. À medida em que aumenta a solubilidade. Embora seja efetivo em concentrações inferiores pela disponibilidade de iodo a contaminação é mais provável por se r mais A concentrações indicadas são de 1a2mg/L de iodo livre. alergia e absorção pelo organismo. Rapidez intermediária.volta IODO E IODÓFOROS (0. volta volta SECAGEM DAS MÃOS . bacilo da tuberculose. 10%.1%. Desvantagens: irritação. Anti-séptico inferior a clorohexidina e PVPI. Possui ação residual. Rapidez intermediária. + EDTA (ác. esporos. volta TRICLOSAN(0.05%. ligação com os microorganismos.ethylenodiaminotetraaético) p/Pseudomonas ação contra G+ e G-(<) razoável p/FUNGOS e VÍRUS Pouco irritante. ação muito limitada contra vírus Absorvido. Ação contra Gram positivos e Gram negativos. au O produto mais utilizado deste da parede celular. Gram negativos.2%) Ruptura da parede celular.. Espectro de ação: Gram positivos. mas não mutagênico e não alergênico.3%. fungos.

A utilização de anti-séptico ou sabão comum pode levar a ressecamento da pele ou reações alérgicas. Semana científica do HCPA. Limited effectiveness of clorohexidine based hand disinfectants against methicilin. além de levanta Toalhas de papel. TRILLA . Secagem com ar quente. O papel pode ser reciclado apenas se garantida a Cuidar o local de colocação do suporte. William [2] LARSON E. 23: 251-69. Am J Infect Control.AJIC Am J Infect Control. 21:61-71.25:3-10.25:3-10. 1995. RÜDEN H. A qualidade é importante para que não solte partículas. JAROSH R. Hosp Infect. Apesar de menor número de microorganismos. BAYAS JM. [7] KAMPF G. Limited effectiveness of clorohexidine based hand disinfectants against methicilin. Handwashing with soap or alcoholic solutions? A randomized tria [6] KJOLEN. Guidelines for handwashing and hand antissepsis. GOMEZ J. Muitas publicações enfatizam que o uso de luvas não é superior à lavagem de mãos. JAROSH R. 1989. Hosp Infect. In: MAYHALL C G. Hand washing and hand disinfection. Utilizar compressas esterilizadas no preparo cirúrgico. Lavar as mãos após usar luvas. o processo é ruidoso e demorado. GOMEZ J. [3] HOEFEL H H K. [4] LARSON. 1992. KAMPF G. 1997. KJOLEN. A limpeza do suporte de toalha também deve ser sistemática. 23: 251-69. 1997. RÜDEN H. 1992. SALLÉS M. [5] ZARAGOZA M. O uso de luvas anti-alérgicas e/ou cremes minimiza os problemas de alergia. Guid 1995.resis 303. 1989. BAYAS JM. TRILLA .AJIC Am J Infect Control. Os cremes e loções devem ser despensados de forma a que não haja contaminação. Frequência da lavagem de mãos em uma unidade de neonatologia. LARSON. Semana científica do HCPA. bem como enfatizam os cuidados a sere Apenas a orientação para lavagem de mãos não é suficiente. Retirar as luvas imediatamente após o procedimento. LARSON E. de neonatologia. Handwashing with soap or alcoholic solutions? A randomized ZARAGOZA M. Hospital epidemiology and infection control. Não lavar mãos enluvadas [14].Não usar toalhas de tecido de rotina onde há atendimento a pacientes. 21:61-71. SALLÉS M. Deverá ser seguida uma orientação conjunta sobre lavagem de lavagem de mãos enluvadas também é contra-indicada pois é insuficiente para remover determinados microorganismos que p volta REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: [1] ROTTER M L.res . volta MÃOS X LUVAS X CREMES O uso de luvas serve para eivtar tocar matéria orgânica diretamente.

D. M. Little Brown . LARSON E.W. WALKER... M. A. NEAL TJ.M. Little Brown . 109: 394-98. HOUSTON.R. Removal of nosocomial pathogens from the contaminated glo 1988.J. Handwashing versus gloving. De abuse. [18] PATTERSON. 1998. Am J Infect Control.. Universal precautions. 1991.. 1991. CUMMINGS M J. 38: 283-95.91: 479-483.A. Association of contaminated gloves with tr [19] STANDAERT. VALENTINE.. ET AL.E. FAVERO M S.R. Am J Infec Control.D. 19 (5): 225-7. SMITH. 23: 251-69. Universal precautions [15] LYNCH P. SCHART. 1985. WIDMER A F.M.[8] VOSS A.sensitive and methicillin-reistant Staphylococcus aureus. PFALER. S. Handwashing versus gloving. E.R. A study of gloves in a large teaching hospital. WENZEL. Infec Control Hosp Epidemiol. Nosocomial transmission of Salmonella gastroenteritis to laundry wor [20] DOEBLING. No time for handwashing? Handwashing versus alcohoolic rub: can we afford 100% compliance? Infect Control Hosp Epid [9] LARSON E.. J & BRACHMAN P. 1995..E. SCHSFFNER.. 23: 251-69. [11] RHAME F S. Na assessment of triclosan susceptibility in methicillin.. KIRKIS.PANTELICK. J Hosp antiseptics? disinfectants against enveloped and non enveloped viruses. In: BENNETT J & BRACHMAN P.E. PATTERSON.M.. The action of three antiseptics? disinfectants against enveloped and non enveloped viruses. B .S. J. WALKER.. J. 1991.. Guidelines for handwashing and hand antissepsis. 19 (5): 225-7. 19 JACKSON.VECHIO.. B . Infect Contro handwashing and hospital environmental control. 1991. 1986. [12] WOOD A. 14: 223-50. VALENTINE. JACKSON. J.. Infect Control.VECHIO.HUTCHESON. A. Infec Control Hosp Epidemiol.. No time for handwashing? Handwashing versus alcohoolic rub: can we afford 100% compliance? I A F. Guid 1995.1986. DOEBLING. J Hosp Infect.. B.PANTELICK. Association of contaminated gloves with transmission of Acine Med. SCHART. Am J Infect Control. HOUSTON.R. Pandemonium over gloves: use and abuse. 1991. 1991.E. Nosocomial transmission of Salmonella gastroenteritis to laundry wo 26 STANDAERT.J.. The inanimate environment. [14] KIRKIS. 2 ed. STAMM W. Removal of nosocomial pathogens from the con . PAYNE D. J Hosp Infect.. E. Hospital Infections.A.J. SCHSFFNER. 10: 139-40 (letter). Infec Control Hosp Epidemiol. CDC Guideline for handwashing and hospital environmental control. PFALER. A study of gloves in a large teaching hospital. S..1986. WENZEL.S. [10] GARNER J S. 2 ed.. Am J Infec Control.HUTCHESON. [16] STRINGER.sensitive and methicillin-reistant Staphyloco Na assessment of triclosan susceptibility in methicillin. 7:231-5.W. 1985. 10: 706(letter). ET AL.M. 19: 233-6 [17] DeGROOT-KOSOLCHAROEN. Hospital Infections. [13] BAMBER AI.

2%. n-propílico. volta saúde pesquisados apresentavam colonização das mãos com bactérias gram-negativas.5% c/álcool. tais como Escherichia coli. 4%) Iodo e Iodóforos (0. isopropílico Glucanato de Clorohexidina (0. após as necrópsias e antes do atendimento a partos. Exemplos: alguns gram-negativos. . reduziu as taxas de infecções s com solução germicida.3%. Historicamente foi comprovada sua importância por Semmelweiss e re infecções hospitalares. 10%. Dentre as 22 espécies de bactérias gram-negativas encontradas..05%. quando comparados com 80% do ais. um dos pioneiros em controle de infecção hospitalar.2%) Para-Cloro-Meta-Xylenol a a prevenção e o controle das infecções hospitalares .1%. em 1990. 2%) Triclosan(0. Semmelweiss.MÃOS ANTI-SEPSIA DAS MÃOS Características dos Anti-Sépticos Anti-Sepsia Pré Operatória das Mãos Álcool(60% A 90%): etílico. para avaliar a freqüência e qualidade da lavagem das mãos por profissionais ou que o número de vezes que os profissionais de enfermagem tocavam nos recém nascidos era 6 vezes maior do que a volta ente removidos pela lavagem ou anti-sepsia das mãos. em 1848 [1]. 45% eram Acinetobacter e 39% eram Klebsiella- Serviço de Controle de Infecção..

var as mãos e depende: freqüência de lavagem de mãos.pessoas. Eles são de mais difícil remoção e é necessária a fricção vigorosa durante a lavagem das mãos. ainda não existem pesquisas que comprovem o impacto na freqüência pela troca de um volta . Propionibacterium e alguns membros da família Enterobacteriaceae. Exemplos: obacter sp. volta am umidade.

Sua utilização. portanto.ente volta volta por alguns autores. considerando que a fricção das mãos com germicida é capaz de eliminar a maioria dos microorganismos oorganismos. poderá ser depois de todos os contatos no laboratório de microbiologia e naqueles .

nte discutida em nosso meio. em álcool glicerinado. a alternativa pode ser prática. Além disto no último Congresso Brasileiro de Infecções e Epidemiologia Hospitalar. com sólidos argumentos o uso de álcool glicerinado mostrando a redução de carga bacteriana com este tipo de produto. Embora durante alguns anos tenha sido indicado preferencialmente o sabão líquido. tão logo possível se que ajuda a seqüestrar a sujidade. ou sejam utilizados "lenços"com anti-séptico é difícil aceitar este procedimento como substituto de uma pia e/ou necessidade de uma higiene rápida das mãos. comum [9]. Dependerá do grau de sujidade a ação do anti-séptico. No entanto. não existem estudos que o. Um dos na Noruega [6] onde ficou demonstrada que ainda existia crescimento de microorganismos de mãos contaminadas com 10 4 duto e provando sua efetividade. volta descamação acompanhada de microorganismos colonizantes transitoriamente do que pelas próprias mãos não lavadas ou á qualidade combinado ou não com anti-séptico pode colonizar facilmente com outros microorganismos além daqueles das . embora indicada no manual de lavagem de mãos do Ministério da Saúde do Brasil. já que os germicidas em geral são volta os.

Desde os primeiros estudos do Centers for Disease Control (CDC) publicados em 1985 foi enfatizada a uido. higienizado e só então preenchido. São encontrados três tipos: sco com vasos comunicantes. Sendo em barra era importante om a mão ou cotovelo. Deve ser esvaziado o recipiente. como Centros de Tratamento Intensivos (CTIs) e/ou quando as mãos Norueguês [6] citado anteriormente. a de limpeza sistemática. s e anti-séptico em recipiente descartável são semelhantes. ou célula foto elétrica. artáveis é necessária rotina para a manutenção das mesmas higienizadas da forma ideal. A ponta damangueira é colocada externamente em uma das extremidades do frasco volta s com maior risco de adquirir infecções hospitalares. er. Após contaminação grosseira das mãos com (104 ) microorganismos a lavagem de . é que seja cortado em pequenos pedaços. Deve haver rotina de limpeza sistemática.à lavagem de mãos. o dispensador deveria ser descartável ou higienizado regularmente antes de reencher. ene interna deste tipo de saboneteria não deve ser esquecida.

Aos rolidona. utilização de anti-séptico . higiene com sabão comum. mos de percentual de iodo que é liberado gradativamente.nti. [13]. dorso das mãos etc.sépticos em algumas situações especiais pode ser recomendada: no cuidado a recém nascidos. no cuidado a pacientes a por terapêutica como em uso de quimioterapia e/ou transplante e medula óssea. s antebraços vigorosamente. Um tensoativo (sabão) adicionado de anti-séptico é conhecido como degermante no mercado spectos é operatório das mãos e complementação com produto iodado e álcool foi uma recomendação aceita. e sendo da pele nestes locais sensíveis pode ocasionar microlesões que serão propícias para a multiplicação de microorganismos com produto alcoólico com iodo metalóide está cada vez mais em desuso embora ainda recomendado no território nacional.iodo é a opção mais utilizada e aceita atualmente. deveria ser escovado. O mãos e ainda recentemente tem merecido estudos a respeito buscando o anti-séptico ideal [12]. [7] . a recomendação es desinfetantes para materiais e descontaminação dirigida de ambientes deve considerar o espectro de ação. B) A pós a secagem com compressas esterilizadas. Além destas situações. Além disto os trabalhos s palmas . Embora o conveniente lembrar que não necessariamente um amplo espectro de ação é necessário para determinadas situações. Em a preocupação com vírus e principalmente Staphylococcus aureus meticilina-resistente (MRSA) é uma questão real . À medida em que os conhecimentos foram evoluindo. s a secagem das mãos com compressas esterilizadas. om as mãos para cima deixando a água escorrer pelos antebraços. pós a secagem com compressas esterilizadas. o que não tem sido comprovado pelos produtos citados.

RSV). .CMV. se. ção à lavagem de mãos com degermante.HIV. 0seg = 5min ensoativo. essoas podem apresentar suscetibilidade. 0. 4minutos. fungos. não esporicida.5% Clorohexidina pode ser utilizada como complementação da degermação com clorohexidina. ente encontrados nas mãos. pois os compostos à base de clorohexidina e PVPI contém ação residual e o álcool se. 7minutos conforme resistência dos microorganismos. dermatite de contato quando utilizado sob as luvas.INFLUENZA) m nascidos. vírus (HBV.HIV. ar o problema do ressecamento da pele. lular.0. fungos. ativamente a 1 minuto. 3minutos. ade mínima de sangue.5% Clorohexidina pode ser utilizada como complementação da degermação com clorohexidina. vírus (HBV.

bacilo da tuberculose.a iodo (PVPI). . O iodo livre é o respnsável pela dade de iodo a contaminação é mais provável por se r mais instável. À medida em que aumenta a solubilidade. esporos. o limitada contra vírus volta . aumenta o iodo livre disponível.

23: 251-69.[16]. O papel pode ser reciclado apenas se garantida a ausência de microorganismos pelo processo de tratamento. 1989. 1998. s de alergia. 1999. . o processo é ruidoso e demorado. dade de neonatologia. bem como enfatizam os cuidados a serem considerados quando do uso de luvas [15] . 1998. Am J Infect Control. 27: 258-61. ohexidine based hand disinfectants against methicilin. Hospital epidemiology and infection control. 38: 297- . 1999. [14]. avagem de mãos. 1996. 27: 258-61. Baltimore. Frequência da lavagem de mãos em uma unidade C Am J Infect Control. Williams & Wilkins. Além disto a ficiente para remover determinados microorganismos que podem ficar aderidos à borracha das luvas [20]. 38: 297orohexidine based hand disinfectants against methicilin. Embora a rá ser seguida uma orientação conjunta sobre lavagem de mãos . amento da pele ou reações alérgicas. Semana científica do HCPA. AJIC Am J Infect Control. 1054.25:3-10. artículas.entes. 21:61-71. haja contaminação. volta nte. J Hosp Infect. 1997. Guidelines for handwashing and hand antissepsis.resistant Staphylococcus aureus (MRSA). andwashing with soap or alcoholic solutions? A randomized trial of its effectivenes. nismos. washing with soap or alcoholic solutions? A randomized trial of its effectivenes. Am J Infect Control.69. além de levantar sujeira do piso.técnica asséptica e uso correto de luvas. 92.resistant Staphylococcus aureus (MRSA). J Hosp Infect. 1995. HOEFEL H H K. AJIC Am J Infect Control. ãos após usar luvas. LARSON E. volta LL C G.

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