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PROFESSOR SÉRGIO MINAS MELCONIAN

PROFESSOR SÉRGIO MINAS MELCONIAN M U L T I S I M A P L I

MULTISIM

APLICAÇÕES PRÁTICAS

PROFESSOR SÉRGIO MINAS MELCONIAN M U L T I S I M A P L I
PROFESSOR SÉRGIO MINAS MELCONIAN M U L T I S I M A P L I
1
1

ÍNDICE

INTRODUÇÃO AO NI MULTISIM

4

PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO

5

SELEÇÃO DAS PARTES

5

CAPTURA E SIMULAÇÃO

6

LAYOUT

 

6

VERIFICAÇÃO

6

INTERFACE

 

7

CONFIGURAÇÃO DA ÁREA DE

9

CIRCUIT

 

10

WORKSPACE

11

WIRING

 

12

FONT

13

PCB

 

14

VISIBILITY

 

15

BARRA DE FERRAMENTAS

16

CAPTURA E

 

23

EXEMPLO

0

CAPTURA DOS

23

EXEMPLO 1

29

EXEMPLO 2

33

EXEMPLO 3 OSCILOSCÓPIO E SINAIS ALTERNADOS

36

AJUSTE DA BASE DO TEMPO DE

40

EXEMPLO 4

42

EXEMPLO 5 DIODO

45

EXEMPLO 6 RETIFICADOR DE ONDA COMPLETA COM 2

47

EXEMPLO 7 RETIFICADOR DE ONDA COMPLETA EM

48

EXEMPLO 8 DIODO ZENER E ESTABILIZAÇÃO DO

50

EXEMPLO 9

 

52

PROJETO FONTE FIXA ESTÁVEL

55

ELEMENTOS

56

EXEMPLO 10 PORTAS LÓGICAS DIGITAIS

56

IMPLEMENTAÇÃO DAS PORTAS LÓGICAS COM CI

62

EXEMPLO 11 - FAMILIA TTL COM CI COMPLETO E PORTA LÓGICA INDIVIDUAL

63

EXEMPLO 12 - FAMILIA CMOS

66

EXEMPLO 13 DECODIFICADOR E DISPLAY 7

69

EXEMPLO

14

74

EXEMPLO 15 REGISTRADOR DE DESLOCAMENTO

77

EXEMPLO 16 CONTADORES E ANALISADOR LÓGICO

78

CONTADORES

78

CONTADORES SÍNCRONOS

78

ANALISADOR LÓGICO

79

EXEMPLO 17 MULTIVIBRADORES COM

82

CI 555 COMO MULTIVIBRADOR MONOESTÁVEL

82

CI 555 COMO MULTIVIBRADOR ASTÁVEL

84

EXEMPLO 18 FIO E NÓ

88

EXEMPLO 19 BARRAMENTOS

91

EXEMPLO 20

 

98

PROJETO RELÓGIO DIGITAL

102

REFERÊNCIAS

 

103

INTRODUÇÃO AO NI MULTISIM

O NI Multisim é um software para captura de esquemas, simulação e análise de circuitos eletrônicos. Com enfoque integrado para projetos eletrônicos de controle e potência, foi criado pela National Instruments para ajudar o profissional da área técnica a desenvolver de maneira rápida, simples e com menor custo projetos que englobam principalmente a eletrônica e o controle de automação.

Dentro

do

ambiente

de

trabalho,

a

preparação

simulação dos circuitos é simples e fácil.

A

simulação

é

interativa

e

animada,

o

que

para

montagem

e

possibilita

à

melhor

interpretação dos resultados obtidos e conseqüentemente uma aplicabilidade mais concisa do projeto.

Os instrumentos são virtuais, possibilitando a análise de gráficos e medidas de maneira fácil, barata e rápida.

O

NI

Multisim é

profissionais da área.

uma

ferramenta

extremamente

poderosa

para

os

A partir de agora entraremos no mundo da eletrônica e do controle de automação, aplicando os conceitos no NI Multisim 11.

PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO

Em desenvolvimento de projetos eletrônico, é comum seguir um fluxo para a criação e construção das idéias de um projeto. O NI Multisim se enquadra perfeitamente neste processo, pois segue os conceitos básicos de desenvolvimento.

pois segue os conceitos básicos de desenvolvimento. FLUXO DE DESENVOLVIMENTO  SELEÇÃO DAS PARTES Se da

FLUXO DE DESENVOLVIMENTO

SELEÇÃO DAS PARTES

Se

da

pela

seleção

dos

componentes

eletrônicos

envolvidos

e

a

confecção do esboço do esquema do projeto.

O NI Multisim oferece ao usuário uma série de bibliotecas com componentes reais que seguem as características de mercado, além de possibilitar a criação de bibliotecas com componentes criados pelo próprio usuário. Assim é possível esboçar diversos tipos de esquemas dos mais diversos ramos da eletrônica e automação.

CAPTURA E SIMULAÇÃO

É justamente neste ponto a principal aplicação do NI Multisim, pois é na captura do circuito e simulação que serão feitas as análises necessárias para o entendimento ou averiguação do funcionamento do circuito.

Nesta etapa o usuário pode utilizar os mais diversos recursos de análise para verificação do comportamento dos circuitos em situações reais.

O NI Multisim oferece mais de 20 ferramentas de análises, além de uma biblioteca com inúmeros instrumentos virtuais para captação de dados.

LAYOUT

Nesta etapa é necessário o auxilio do software NI Ultiboard, onde será feito o Layout da placa de circuito impresso.

É possível a partir da construção do esquema elétrico e simulação no NI Multisim, transportá-lo para no NI Ultiboard para a confecção da PCI.

VERIFICAÇÃO

Está é a etapa final do fluxo de desenvolvimento. É nela que será feita a verificação da PCI para a confecção do processo de manufatura.

INTERFACE.

A interface de trabalho do NI Multisim é simples, pois trabalha em sua grande maioria com representações gráficas dos elementos a serem utilizados, além de utilizar os mesmos conceitos dos softwares compatíveis ao sistema Windows.

de utilizar os mesmos conceitos dos softwares compatíveis ao sistema Windows. INTERFACE DE TRABALHO NI MULTISIM

INTERFACE DE TRABALHO NI MULTISIM 11

7

ÁREA DE TRABALHO

Utilizada para desenvolver o esquema elétrico do projeto.

BARRA DE FERRAMENTAS*

Auxilia no acesso rápido as listas de componentes e aos instrumentos virtuais ou de análises.

DESIGN TOOLBOX (CAIXA DE FERRAMENTAS DE

DESIGN)

Ajuda no gerenciamento dos projetos desenvolvidos no ambiente Multisim

SPREADSHEET VIEW (EXIBIÇÃO DE PLANILHA)

Permite a visualização avançada e edição de parâmetros como detalhe dos componentes, atributos e restrições do design. Proporciona uma visão ampla dos objetos.

* Basta clicar com o botão direito do mouse sobre a barra de ferramentas para habilitar ou desabilitar os elementos da barra.

CONFIGURAÇÃO DA ÁREA DE TRABALHO.

A área de trabalho é o local onde será construído e simulado o circuito desenvolvido. Para isso é importante que ela esteja configurada de modo a facilitar a leitura e interpretação do projeto.

Para configurar a área de trabalho, basta clicar com o botão direito

do mouse sobre a área de trabalho >> Properties.

com o botão direito do mouse sobre a área de trabalho >> Properties. PROPRIEDADES DA ÁREA

PROPRIEDADES DA ÁREA DE TRABALHO

CIRCUIT

Local onde são configuradas as cores da área de trabalho e do projeto, além das descrições que rotulam os componentes e os barramentos.

além das descrições que rotulam os componentes e os barramentos. PROPRIEDADES DA ÁREA DE TRABALHO –

PROPRIEDADES DA ÁREA DE TRABALHO CIRCUIT

WORKSPACE

Local onde são configuradas as propriedades do papel onde será feito o esquema elétrico do projeto.

do papel onde será feito o esquema elétrico do projeto. PROPRIEDADES DA ÁREA DE TRABALHO –

PROPRIEDADES DA ÁREA DE TRABALHO WORKSPACE

WIRING

Local onde são configuradas as opções dos barramentos.

 WIRING Local onde são configuradas as opções dos barramentos. PROPRIEDADES DA ÁREA DE TRABALHO –

PROPRIEDADES DA ÁREA DE TRABALHO WIRING

FONT

Local onde são ajustadas as características do texto quanto á tamanhos fonte e estilo.

ajustadas as características do texto quanto á tamanhos fonte e estilo. PROPRIEDADES DA ÁREA DE TRABALHO

PROPRIEDADES DA ÁREA DE TRABALHO FONT

PCB

Local onde é feito o set up das opções da Placa de Circuito Impresso que será transferida para o ULTIBOARD.

da Placa de Circuito Impresso que será transferida para o ULTIBOARD. PROPRIEDADES DA ÁREA DE TRABALHO

PROPRIEDADES DA ÁREA DE TRABALHO PCB

VISIBILITY

Local onde é feita a inserção dos LAYERS específicos para o projetista.

é feita a inserção dos LAYERS específicos para o projetista. PROPRIEDADES DA ÁREA DE TRABALHO –

PROPRIEDADES DA ÁREA DE TRABALHO VISIBILITY

BARRA DE FERRAMENTAS.

Para acessar a biblioteca de componentes do Multisim basta clicar em Place >> Component

a biblioteca de componentes do Multisim basta clicar em Place >> Component ACESSO A LISTA DE

ACESSO A LISTA DE COMPONENTES.

16

Na biblioteca de componentes há uma lista com aproximadamente 13.000 elementos dos mais diversos ramos da eletrônica e automação. Para selecionar os componentes da biblioteca basta clicar em Database e selecionar Master Database.

Feita a seleção da biblioteca basta clicar em Group e selecionar o grupo de componentes desejados. Após a seleção do grupo desejado acesse Family e selecione a família do componente do grupo anteriormente selecionado.

Family e selecione a família do componente do grupo anteriormente selecionado. JANELA PARA SELEÇÃO DE COMPONENTES.

JANELA PARA SELEÇÃO DE COMPONENTES.

Os botões para seleção de componentes e instrumentos da barra de ferramentas estão descritos a seguir.

Botões de componentes:

seleção de componentes e instrumentos da barra de ferramentas estão descritos a seguir.  Botões de
BOTÕES DOS COMPONENTES QUE COMPÕEM A BIBLIOTECA 19

BOTÕES DOS COMPONENTES QUE COMPÕEM A BIBLIOTECA

Botões de instrumentos:

 Botões de instrumentos: 20
21
BOTÕES DOS INSTRUMENTOS QUE COMPÕEM A BIBLIOTECA 22

BOTÕES DOS INSTRUMENTOS QUE COMPÕEM A BIBLIOTECA

CAPTURA E SIMULAÇÃO.

Nesta etapa, será mostrado como fazer a captura e simulação de circuitos relacionados à eletrônica analógica e eletricidade básica.

EXEMPLO 0 CAPTURA DOS ELEMENTOS.

eletricidade básica. EXEMPLO 0 – CAPTURA DOS ELEMENTOS. CIRCUITO EXEMPLO 0 – CAPTURA DOS ELEMENTOS Como

CIRCUITO EXEMPLO 0 CAPTURA DOS ELEMENTOS

Como já visto, para acessar a biblioteca de componentes basta clicar em Place >> Component

Já na biblioteca de componentes, basta selecionar o elemento desejado e ajustá-lo na área de trabalho. Esse processo será repetido quantas vezes forem necessárias para a inserção de todos os elementos do circuito.

INSERÇÃO DA FONTE DC INSERÇÃO DOS RESITORES 24

INSERÇÃO DA FONTE DC

INSERÇÃO DA FONTE DC INSERÇÃO DOS RESITORES 24

INSERÇÃO DOS RESITORES

24

Estando todos os elementos na área de trabalho, basta clicar em cima de um dos componentes com o mouse (BOTÃO ESQUERDO) e arrastá-lo para o local desejado.

mouse (BOTÃO ESQUERDO) e arrastá-lo para o local desejado. MOVIMENTAÇÃO DOS COMPONENTES PELA ÁREA DE TRABALHO

MOVIMENTAÇÃO DOS COMPONENTES PELA ÁREA DE TRABALHO

Caso o projetista entenda necessária a mudança de algumas características do componente quanto a propriedades, rotação, cor, fonte do texto, exclusão, substituição, entre outros. Basta clicar com o botão direito do mouse sobre o mesmo.

CARACTERÍSTICAS DO COMPONENTE Componentes selecionados e configurados basta conectá-los entre si. Para isso clique com

CARACTERÍSTICAS DO COMPONENTE

Componentes selecionados e configurados basta conectá-los entre si. Para isso clique com o mouse (botão esquerdo) no terminal de um dos componentes e arraste até o terminal do outro componente que se deseja conectar.

de um dos componentes e arraste até o terminal do outro componente que se deseja conectar.

CONECÇÃO DOS COMPONENTES

26

Passada todas as etapas de captura e construção do esquema elétrico. Será visto como inserir um instrumento virtual para análise dos sinais.

A principio será trabalhado o Multímetro Virtual.

Lembrando que para análise de tensão (Multímetro como Voltímetro), coloca-se o instrumento em paralelo com o circuito. Já para análise de corrente (Multímetro como Amperímetro), coloca-se o instrumento em série com o circuito.

coloca-se o instrumento em série com o circuito. CIRCUITO ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES COM VOLTIMETRO E

CIRCUITO ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES COM VOLTIMETRO E AMPERIMETRO

Para inserir um Multímetro no circuito, basta clicar em Simulate >> Instruments >> Multimeter.

Simulate >> Instruments >> Multimeter . INSERÇÃO DO MULTIMETRO VIRTUAL Para conectar o instrumento

INSERÇÃO DO MULTIMETRO VIRTUAL

Para

conectar

o

instrumento

ao

circuito,

mudar

suas

propriedades,

características, movimentá-lo, entre outras. Utiliza-se das mesmas técnicas aplicadas aos componentes eletrônicos.

28

Ao inserir o instrumento no circuito, é necessário ajustá-lo conforme necessidade e características do projeto. Para isso basta dar um duplo click com o mouse (botão esquerdo) em cima do instrumento.

click com o mouse (botão esquerdo) em cima do instrumento. AJUSTE DO MULTIMETRO EXEMPLO 1 –

AJUSTE DO MULTIMETRO

EXEMPLO 1 SIMULAÇÃO.

Após todas as etapas para inserção e configuração dos componentes e instrumentos. Será visto como simular o circuito projetado.

Para iniciar a simulação, basta clicar Simulate >> Run.

Para parar a simulação, basta clicar em Simulate >> Stop ou Pause.

INICIAR OU PARAR A SIMULAÇÃO Ao iniciar a simulação click duas vezes com o botão

INICIAR OU PARAR A SIMULAÇÃO

Ao iniciar a simulação click duas vezes com o botão esquerdo do mouse sobre os instrumentos. Abrirá uma janela indicando os valores medidos.

ATENÇÃO AS CONFIGURAÇÕES DOS INSTRUMENTOS e NUNCA SE ESQUEÇA DO TERRA, POIS SEM ELE O CIRCUITO NÃO FUNCIONA.

SE ESQUEÇA DO TERRA, POIS SEM ELE O CIRCUITO NÃO FUNCIONA. EXEMPLO 1 - SIMULAÇÃO DO

EXEMPLO 1 - SIMULAÇÃO DO CIRCUITO ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES

EXERCÍCIOS

A partir de agora você projetista colocará em prática os conhecimentos adquiridos neste EXEMPLO 1.

Ex 1. Dado o circuito a seguir, encontre os valores de tensão nos resistores R1, R2, R3, R4 e R5 e a corrente que passa pelos resistores R2, R4 e R5. Confirme os resultados aplicando os devidos cálculos.

e R5. Confirme os resultados aplicando os devidos cálculos. Ex 2. A partir do circuito dado,

Ex 2. A partir do circuito dado, encontre as tensões nos resistores R6, R9, R10, R11 e R12 e a corrente que passa por R6, R7, R8, R10 e R11, quando a chave estiver aberta. Repita a operação com a chave fechada.

Confirme os resultados aplicando os devidos cálculos.

a chave estiver aberta. Repita a operação com a chave fechada. Confirme os resultados aplicando os

DESAFIO 1

Monte e simule no Multisim o circuito a baixo, encontrando os valores de tensão e corrente nos resistores.

Justifique todos os valores aplicando os cálculos devidos.

os valores de tensão e corrente nos resistores. Justifique todos os valores aplicando os cálculos devidos.

EXEMPLO 2 WATTÍMETRO.

O

Wattímetro

é

um

instrumento

para

medir

o

Efeito

Joule

ou

simplesmente a Potência Elétrica do circuito ou elemento resistivo especifico.

O produto da tensão e da corrente gera a Potência Elétrica, para isso é necessário ligar o Wattímetro ao circuito como voltímetro e amperímetro simultaneamente, conforme figura a seguir.

e amperímetro simultaneamente, conforme figura a seguir. EXEMPLO 2 - CIRCUITO COM APLICAÇÃO DO WATTÍMETRO VIRTUAL

EXEMPLO 2 - CIRCUITO COM APLICAÇÃO DO WATTÍMETRO VIRTUAL

OBS: Todos os conceitos anteriores se aplicam ao Wattímetro.

Exercícios

Coloque em prática os conhecimentos adquiridos anteriormente.

Ex 1. Encontre a potência dissipada em cada resistor e a potência total

do

encontrados.

circuito.

Aplique

os

cálculos

necessários

para

justificar

os

valores

Aplique os cálculos necessários para justificar os valores Ex 2. Monte o circuito a seguir, encontre

Ex 2. Monte o circuito a seguir, encontre as potências descritas e justifique os valores com os devidos cálculos.

Ex 2. Monte o circuito a seguir, encontre as potências descritas e justifique os valores com

34

DESAFIO 2

Monte e simule no Multisim o circuito a baixo, encontrando os valores de potências nos resistores e a potência total do circuito.

Justifique todos os valores aplicando os cálculos devidos.

potências nos resistores e a potência total do circuito. Justifique todos os valores aplicando os cálculos

EXEMPLO 3 OSCILOSCÓPIO E SINAIS ALTERNADOS (AC).

Os conceitos vistos anteriormente foram implementados com sinais DC, porém neste exemplo serão estudados os sinais AC. Para isso serão abordados o Osciloscópio Virtual e o Gerador de Sinais.

Osciloscópio é um instrumento utilizado para análise de sinais elétricos, no qual é possível medir sinais AC, DC, Períodos, Freqüências e Defasagens.

Para inserir um Osciloscópio no circuito, basta clicar em Simulate >> Instruments >> Oscilloscope.

Para conectar o instrumento ao circuito, mudar suas propriedades, características, movimentá-lo, entre outras. Utiliza-se das mesmas técnicas aplicadas aos componentes eletrônicos.

Ao inserir o instrumento no circuito, é necessário ajustá-lo conforme necessidade e características do projeto. Para isso basta dar um duplo click com o mouse (botão esquerdo) em cima do instrumento.

Para isso basta dar um duplo click com o mouse (botão esquerdo) em cima do instrumento.

EXEMPLO 3 OSCILOSCÓPIO.

36

O Gerador de Sinais do Multisim é um instrumento virtual que proporciona ao projetista, sinais alternados tipo Senoidal, Triangular e Quadrado.

Para inserir um Gerador de sinal no circuito, basta clicar em Simulate >> Instruments >> Function Generation.

>> Instruments >> Function Generation . EXEMPLO 3 – GERADOR DE SINAIS AC. EXEMPLO 3 –

EXEMPLO 3 GERADOR DE SINAIS AC.

Function Generation . EXEMPLO 3 – GERADOR DE SINAIS AC. EXEMPLO 3 – GERADOR DE SINAIS

EXEMPLO 3 GERADOR DE SINAIS E OSCILOSCÓPIO COM 2 CANAIS

37

Exercícios

Coloque em prática os conhecimentos adquiridos anteriormente.

EX 1. Monte o circuito a seguir e complete a tabela. Aplicando os cálculos correspondentes. Deixe o Duty Cycle em 50% e Offset em 0V.

correspondentes. Deixe o Duty Cycle em 50% e Offset em 0V.   Sinal Senoidal   f
 

Sinal Senoidal

 

f

(Hz)

Amplitude (V)

T

(s)

Vp CH-A

Vp CH-B

Vpp CH-A

Vpp CH-B

 

60

100

         

200

156

         

500

250

         

750

300

         
 

1k

500

         
 

2k

1K

         
 

5k

2K

         
 

Sinal Triangular

 

f

(Hz)

Amplitude (V)

T

(s)

Vp CH-A

Vp CH-B

Vpp CH-A

Vpp CH-B

10m

10

         

25m

15

         

80m

25

         

120m

30

         
 

1

50

         
 

30

120

         

1,2k

150

         
 

Sinal Quadrado

 

f

(Hz)

Amplitude (V)

T

(s)

Vp CH-A

Vp CH-B

Vpp CH-A

Vpp CH-B

30m

1

         

600m

2

         
 

12

3

         

350

5

         

135k

6

         

530k

8

         
 

1M

10

         

DESAFIO 3

Repita o EX 1 porém, encontrando os valores instantâneos de tensão nos canais A e B para cada uma das situações citadas a seguir:

Sinal Senoidal

Tempo (s)

Canal A

Canal B

2m

10m

50m

100m

500m

1

5

Aplique a equação instantânea senoidal para confirmação dos valores.

Lembrando que o ângulo φ adotado será 0.

 

Sinal Triangular

Tempo (s)

Canal A

Canal B

2m

   

10m

   

50m

   

100m

   

500m

   

1

   

5

   
 

Sinal Quadrado

Tempo (s)

Canal A

Canal B

2m

   

10m

   

50m

   

100m

   

500m

   

1

   

5

   

AJUSTE DA BASE DO TEMPO DE SIMULAÇÃO.

O Multisim possibilita ao projetista configurar a base do tempo de simulação. Essa é uma ferramenta muito importante quando se trabalha com medidas onde o tempo é um dos elementos primordiais para o funcionamento ou para compreensão do projeto.

Os casos como análises de sinais no osciloscópio, circuitos digitais contadores, registradores de deslocamento entre outros. O tempo de simulação pode influenciar no funcionamento da simulação ou no tempo de leitura de uma determinada informação.

Para isso o projetista pode alterar as configurações de tempo do Multisim clicando em Simulate >> Interactive Simulation Settings.

Nesta janela basta seguir as seguintes configurações.

Simulation Settings . Nesta janela basta seguir as seguintes configurações. AJUSTE DO TEMPO DE SIMULAÇÃO 40

AJUSTE DO TEMPO DE SIMULAÇÃO

Ao iniciar uma simulação basta observar no canto inferior direito da área de trabalho uma barra que irá carregar e descarregar durante a simulação e no quanto rápido o tempo está variando.

e descarregar durante a simulação e no quanto rápido o tempo está variando. VARIAÇÃO DO TEMPO

VARIAÇÃO DO TEMPO DE SIMULAÇÃO

EXEMPLO 4 TRANSFORMADOR.

Transformador é um dispositivo baseado no principio da indução eletromagnética. Ele é basicamente formado por um par de enrolamentos que são enrolados em um núcleo de ferro, esses farão as conversões de energia elétrica em magnética e vice-versa.

Ao trabalhar com transformadores no Multisim é preciso ter cuidado na seleção dos mesmos, pois caso o transformador não esteja configurado ou inserido em sua correta aplicabilidade o circuito não funcionará.

Para inserir um Transformador no circuito, basta clicar em Place >>

Component

>> Group >> Basic >> Transformer *.

Group >> Basic >> Transformer * . INSERÇÃO DO TRANSFORMADOR * Atenção na escolha do

INSERÇÃO DO TRANSFORMADOR

* Atenção na escolha do transformador e nas suas configurações.

Como

exemplo

será

escolhido

um

transformador

de

potência

com

derivação central no secundário e relação 10:1.

de potência com derivação central no secundário e relação 10:1. EXEMPLO 4 – APLICAÇÃO DO TRANSFORMADOR

EXEMPLO 4 APLICAÇÃO DO TRANSFORMADOR

Exercícios

Coloque em prática os conhecimentos adquiridos anteriormente.

EX 1. Monte o circuito a seguir e meças os pontos descritos, com o Osciloscópio e depois com o Multímetro. Justifique os valores com os devidos cálculos.

Multímetro. Justifique os valores com os devidos cálculos. EX 2. Utilizando como base o EX 1.

EX 2.

Utilizando como base o EX 1. se for colocada uma carga de

1,5KΩ entre os pontos AC. Qual o valor da corrente que percorrerá a carga?

E se a mesma carga for colocada entre os pontos AB. Qual o valor da corrente?

DESAFIO 4

Considere o circuito a seguir:

valor da corrente? DESAFIO 4 Considere o circuito a seguir: a. Sabendo que o Np =

a. Sabendo que o Np = 1200 espiras. Qual o valor do Ns total?

b. Quanto vale Vrms pegando a derivação central como referência?

c. Se ligada uma carga de 2k2Ω no secundário total do transformador. Qual o valor da corrente no secundário?

d. Qual a potência do primário e secundário do transformador?

44

EXEMPLO 5 DIODO RETIFICADOR.

Os diodos são elementos semicondutores, ou seja, estão entre os materiais isolantes e condutores. Dentre os diodos utilizados hoje, o silício é o material de maior aplicabilidade na confecção deste que é um dos componentes mais importantes no mundo da eletrônica.

A primeira aplicação vista será aplicando o diodo como retificador de meia onda.

Para inserir um diodo no circuito, basta clicar em Place >> Component >> Group >> Diodes >> Diode.

clicar em Place >> Component >> Group >> Diodes >> Diode . INSERÇÃO DO DIODO 45

INSERÇÃO DO DIODO

No exemplo será utilizado o diodo retificador 1N4007.

No exemplo será utilizado o diodo retificador 1N4007. EXEMPLO 5 – APLICAÇÃO DO DIODO EM RETIFICADOR

EXEMPLO 5 APLICAÇÃO DO DIODO EM RETIFICADOR DE MEIA ONDA

Exercícios

Coloque em prática os conhecimentos adquiridos anteriormente.

EX 1. Monte o retificador de meia onda sem filtro conforme exemplo 5 e meça com o multímetro e com o osciloscópio as quedas de tensão no diodo e na carga. Represente graficamente.

Ex 2. Repita o procedimento do Ex 1, porém acrescente o filtro conforme exemplo 5.

DESAFIO 5

a. Justifique o ocorrido nos EX 1 e EX 2.

b. Ocorrerá algo diferente se a carga for de 10kΩ?

c. E se mantiver a carga de 10kΩ e colocar um capacitor de 2200μF?

EXEMPLO 6 RETIFICADOR DE ONDA COMPLETA COM 2

DIODOS.

Os retificadores de onda completa são mais eficientes do que os de meia onda, pois utilizam o semi-ciclo negativo da rede elétrica.

Como primeiro exemplo de retificadores de onda completa, será visto o com dois diodos ou simplesmente retificador com Center Tap.

Para inserir os elementos na área de trabalho, basta seguir os conceitos anteriores.

na área de trabalho, basta seguir os conceitos anteriores. EXEMPLO 6 – APLICAÇÃO DO DIODO EM

EXEMPLO 6 APLICAÇÃO DO DIODO EM RETIFICADOR DE ONDA COMPLETA COM CENTER TAP.

Exercícios

Coloque em prática os conhecimentos adquiridos anteriormente.

EX 1. Monte o retificador de onda completa com Center Tap sem filtro conforme exemplo 6 e meça com o multímetro e com o osciloscópio as quedas de tensão nos diodos e na carga. Represente graficamente.

Ex 2. Repita o procedimento do Ex 1, porém acrescente o filtro conforme exemplo 6.

DESAFIO 6

a. Justifique o ocorrido nos EX 1 e EX 2.

b. Ocorrerá algo diferente se a carga for de 10kΩ?

c. E se mantiver a carga de 10kΩ e colocar um capacitor de 2200μF?

47

EXEMPLO 7 RETIFICADOR DE ONDA COMPLETA EM

PONTE.

Os retificadores de onda completa em ponte não necessitam da derivação central, porém exigem a utilização de 4 diodos retificadores para um correto funcionamento.

Para inserir os elementos na área de trabalho, basta seguir os conceitos anteriores, mas com uma ressalva.

Na biblioteca do Multisim há uma série de retificadores em ponte prontos, não sendo necessária a configuração do mesmo manualmente. Para isso

basta clicar em Place >> Component

>> Group >> Diodes >> FWB.

em Place >> Component >> Group >> Diodes >> FWB . INSERÇÃO DA PONTE DE DIODOS

INSERÇÃO DA PONTE DE DIODOS

No exemplo será utilizada a ponte de diodo 3N246.

No exemplo será utilizada a ponte de diodo 3N246. EXEMPLO 7 – APLICAÇÃO DO DIODO EM

EXEMPLO 7 APLICAÇÃO DO DIODO EM RETIFICADOR DE ONDA COMPLETA EM PONTE.

Exercícios

Coloque em prática os conhecimentos adquiridos anteriormente.

EX 1. Monte o retificador de onda completa em ponte sem filtro conforme exemplo 7 e meça com o multímetro e com o osciloscópio as quedas de tensão nos diodos e na carga. Represente graficamente.

Ex 2. Repita o procedimento do Ex 1, porém acrescente o filtro conforme exemplo 7.

DESAFIO 7

a. Justifique o ocorrido nos EX 1 e EX 2.

b. Ocorrerá algo diferente se a carga for de 10kΩ?

c. E se mantiver a carga de 10kΩ e colocar um capacitor de 2200μF?

49

EXEMPLO 8 DIODO ZENER E ESTABILIZAÇÃO DO SINAL.

O diodo zener diferencia-se do diodo retificador, pois trabalha com a polarização reversa, mantendo uma tensão constante dentro de um intervalo de corrente. Por esse motivo sua principal aplicação é a regulação da tensão.

Para inserir o diodo zener basta clicar em Place >> Component Group >> Diodes >> Zener.

>>

Como exemplo será usado o diodo zener 1N4742A.

Zener . >> Como exemplo será usado o diodo zener 1N4742A. CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS DO DIODO ZENER
Zener . >> Como exemplo será usado o diodo zener 1N4742A. CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS DO DIODO ZENER

CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS DO DIODO ZENER

EXEMPLO 8 – DIODO ZENER E ESTABILIZAÇÃO DO SINAL. Exercícios Coloque em prática os conhecimentos

EXEMPLO 8 DIODO ZENER E ESTABILIZAÇÃO DO SINAL.

Exercícios

Coloque em prática os conhecimentos adquiridos anteriormente.

EX 1. Substitua o resistor Rs (100Ω) do exemplo 8, pelos resistores da tabela e complete os campos vazios.

Rs(Ω)

Iz(mA)

Vz(V)

50

   

100

   

500

   

1k

   

10k

   

EX 2. Repita o EX 1 porém substituindo o resistor de carga RL (1kΩ). Mantenha Rs em 100 Ω.

RL(Ω)

Iz(mA)

Vz(V)

50

   

100

   

500

   

1k

   

10k

   

DESAFIO 8

Dimensione Rs para um circuito estabilizador, alimentado com 15V ±10%, utilizando o diodo zener 1N4737A. Simule o circuito no Multisim e justifique o problema com os cálculos devidos.

EXEMPLO 9 TRANSISTOR.

Transistor é um componente eletrônico semicondutor, composto por três camadas. Basicamente ele é aplicado como chave eletrônica e amplificador de sinal. Hoje os transitores são base das estruturas microprocessadas.

Para inserir o transistor basta clicar em Place >> Component Group >> Transistors.

>>

basta clicar em Place >> Component Group >> Transistors . >> INSERÇÃO DO TRANSISTOR. 52

INSERÇÃO DO TRANSISTOR.

Como exemplo será usado o transistor BC337 - NPN.

Como exemplo será usado o transistor BC337 - NPN. EXEMPLO 9 – TRANSISTOR COMO CHAVE Exercícios

EXEMPLO 9 TRANSISTOR COMO CHAVE

Exercícios

Coloque em prática os conhecimentos adquiridos anteriormente.

EX 1. Varie o potenciômetro de 0 a 100% e complete a tabela a seguir.

POTEN. %

IB

IC

IE

VBE

VCE

0

10

20

30

40

50

60

70

80

90

100

EX 2. Repita o EX 1, porém meça a queda de tensão nos resistores e no led do circuito.

POTEN. %

VRB

VRC

VRE

POTEN

VLED

0

10

20

30

40

50

60

70

80

90

100

DESAFIO 9

a. Encontre o β do transistor BC337.

b. Substitua o transistor pelo BC 548 e repita os exercícios anteriores.

c. Explique o ocorrido, quando da substituição do BC337 pelo BC548.

PROJETO FONTE FIXA ESTÁVEL 12V/1A.

Projete e simule uma fonte fixa estável 12V/1A com transistor e diodo Zener e outra com regulador de tensão 78XX.

Lembrando que a tensão da rede elétrica será de 120V 60Hz e a tensão do secundário do transformador 12V.

ELEMENTOS DIGITAIS.

A partir do próximo exemplo você entrará no mundo da eletrônica digital.

Na eletrônica digital do Multisim há a possibilidade da trabalhar com elementos digitais virtuais ou reais do tipo TTL ou CMOS. Os dois últimos são baseados em códigos de circuitos integrados disponíveis no mercado, portanto para implementá-los é preciso conhecer comercialmente suas características.

EXEMPLO 10 PORTAS LÓGICAS DIGITAIS.

Neste primeiro exemplo digital será visto como implementar as portas lógicas digitais virtuais.

Para isso basta clicar em Place >> Component Digital >> TIL.

>> Group >> Misc

Component Digital >> TIL . >> Group >> Misc INSERÇÃO DE ELEMENTOS DIGITAIS VIRTUAIS. 56

INSERÇÃO DE ELEMENTOS DIGITAIS VIRTUAIS.

Na biblioteca Misc Digital - TIL todos os elementos digitais disponíveis são virtuais, ou seja, não podem ser transferidos para o Ultiboard, sendo aplicáveis apenas para simulação e desenvolvimento de esquemas no Multisim.

para simulação e desenvolvimento de esquemas no Multisim. EXEMPLO 10 – APLICAÇÃO DAS PORTAS LÓGICAS VIRTUAIS.

EXEMPLO 10 APLICAÇÃO DAS PORTAS LÓGICAS VIRTUAIS.

Para implementar as portas lógicas virtuais, já foi visto que deve-se acessar a biblioteca Misc Digital, porém há outros elementos a serem adicionados. Vejamos como inseri-los.

A fonte de alimentação pode ser implementada com característica TTL ou CMOS. No caso, o exemplo não utiliza nenhuma das tecnologias, porém será aplicada uma fonte do tipo TTL para simulação do circuito.

Para isso basta clicar em Place >> Component >> Power_Sources >> VCC.

>> Group >> Sources

Component >> Power_Sources >> VCC . >> Group >> Sources INSERÇÃO DA FONTE VCC. 58

INSERÇÃO DA FONTE VCC.

Para inserir as chaves on-off basta clicar em Place >> Component Group >> Basic >> Switch >> Dipsw1*.

>>

Basic >> Switch >> Dipsw1* . >> INSERÇÃO DAS CHAVES ON-OFF * No caso do exemplo

INSERÇÃO DAS CHAVES ON-OFF

* No caso do exemplo há três chaves, podendo ser aplicado também Dipsw 3, mas as observações referentes a inserção deste dispositivo serão vistas mais a diante.

Para inserir o indicador luminoso basta clicar em Place >> Component >> Group >> Indicators >> Probe >> Probe_Dig*.

Indicators >> Probe >> Probe_Dig* . INSERÇÃO DE INDICADORES LUMINOSOS * Qualquer um dos Probes

INSERÇÃO DE INDICADORES LUMINOSOS

* Qualquer um dos Probes Digitais escolhidos podem ser implementados, mas lembre-se que são apenas indicadores virtuais, não podendo ser transferidos para o ULTIBOARD.

Exercícios

Coloque em prática os conhecimentos adquiridos anteriormente.

EX 1. A partir das expressões lógicas. Monte os circuitos e simule-os no Multisim.

a.

b.

lógicas. Monte os circuitos e simule-os no Multisim. a. b. EX 2. Dada a tabela da

EX 2. Dada a tabela da verdade, encontre a máxima simplificação e simule o circuito no Multisim.

A

B

C

S1

S2

0

0

0

0

0

0

0

1

0

1

0

1

0

1

0

0

1

1

1

1

1

0

0

1

0

1

0

1

0

0

1

 

1 0

0

0

1

1 1

 

1

1

DESAFIO 10

Uma empresa de marketing possui quatro integrantes administrativos que votam os rumos da empresa em reuniões semanais. Com o intuito de acelerar as votações e manter o sigilo dos votos, você foi contratado para desenvolver um sistema de votação lógico no qual deve seguir a seguinte ordem de prioridade.

1. DIRETOR GERAL 1 VOTO (Minerva)

2. GERENTE 1 VOTO

3. TESOURARIA 1 VOTO

4. RECURSOS HUMANOS 1 VOTO

Quando a soma dos votos for maioria para aprovação de uma determinada decisão, uma lâmpada verde ligará confirmando a votação. Já quando a soma dos votos for minoria, uma lâmpada vermelha ficará ligada confirmando a reprovação.

No caso de empate (dois votos a favor e dois contra) o voto de minerva (desempate) é do DIRETOR GERAL.

Desenvolva

e

simule

acontecimentos.

no

Multisim

o

projeto

para

confirmar

os

IMPLEMENTAÇÃO DAS PORTAS LÓGICAS COM CI.

Como já visto anteriormente, o Multisim possui uma biblioteca com componentes virtuais que podem ser implementados para simulação, porém quando há a necessidade de transferir o esquema para o Ultiboard ou representá-lo com informações comerciais é necessário trabalhar com os componentes reais. No caso da eletrônica digital, podem ser utilizados os circuitos integrados (CIs) com tecnologia TTL ou CMOS.

Primeiramente será mostrado como trabalhar com CIs com tecnologia TTL.

Para isso basta clicar em Place >> Component

>> Group >> TTL.

basta clicar em Place >> Component >> Group >> TTL . SELEÇÃO E INSERÇÃO DE CIs

SELEÇÃO E INSERÇÃO DE CIs TTL

EXEMPLO 11 - FAMILIA TTL COM CI COMPLETO E PORTA

LÓGICA INDIVIDUAL.

11 - FAMILIA TTL COM CI COMPLETO E PORTA LÓGICA INDIVIDUAL. Ambas as maneiras podem ser

Ambas as maneiras podem ser utilizadas para simulação e transferência para o Ultiboard, mas só atenção a alimentação do CI Completo nos pinos VCC e GND.

Caso o projetista opte pelas portas lógicas individuais, é preciso ter a seguinte atenção.

Ao selecionar o CI desejado irá aparecer uma janela como a descrita a seguir:

desejado irá aparecer uma janela como a descrita a seguir: JANELA PARA SELEÇÃO DA PORTA LÓGICA

JANELA PARA SELEÇÃO DA PORTA LÓGICA INDIVIDUAL

Nesta janela deve ser escolhido um novo circuito integrado. No caso do exemplo o CI 74LS00D tem 8 pinos de entrada e 4 pinos de saída. Para cada novo CI escolhido até quatro portas NAND (exemplo) podem ser inseridas.

63

PORTAS LÓGICAS INSERIDAS POR CI Na figura anterior é possível observar que foram inseridas 2

PORTAS LÓGICAS INSERIDAS POR CI

Na figura anterior é possível observar que foram inseridas 2 portas NAND de 4 possível de um único circuito integrado.

Isso é muito importante ao transferir o esquema para o Ultiboard, pois caso fossem colocadas duas portas de integrados diferentes, na PCB teriam dois CIs 74LS00D e não apenas um como no exemplo.

Essa técnica também se aplica a outros dispositivos. A exemplo a chave Dipsw 3 citada no exemplo 10.

Exercícios

Coloque em prática os conhecimentos adquiridos anteriormente.

EX 1. A partir das expressões lógicas. Monte os circuitos e simule-os no Multisim utilizando CI Completo TTL e Porta Lógica TTL Individual.

a.

b.

CI Completo TTL e Porta Lógica TTL Individual. a. b. EX 2. Dada a tabela da
CI Completo TTL e Porta Lógica TTL Individual. a. b. EX 2. Dada a tabela da

EX 2. Dada a tabela da verdade, encontre a máxima simplificação e simule o circuito no Multisim utilizando CI Completo TTL e Porta Lógica TTL Individual.

A

B

C

S1

S2

0

0

0

1

0

0

0

1

0

0

0

1

0

1

0

0

1

1

1

1

1

0

0

1

0

1

0

1

1

1

1

1

0

0

0

1

1

1

0

1

DESAFIO 11

Um prédio de 10 andares possui dois reservatórios de água, sendo um no subsolo e outro na cobertura.

O reservatório inferior é abastecido pela empresa de saneamento básico e o controle da entrada da água se da por uma eletro-válvula que se mantém aberta até esse reservatório encher. Já o reservatório superior é abastecido por uma bomba hidráulica que bombeia a água do reservatório inferior.

Elabore o projeto lógico utilizando CIs TTL e outro com Portas Lógicas TTL Individuais. Indique onde ficarão e quantos sensores serão utilizados.

OBS: Quando Nível Lógico 0 Eletro-Válvula aberta, Bomba OFF, Sensor OFF;

Quando Nível Lógico 1 Eletro-Válvula fechada, Bomba ON, Sensor ON;

RESERVATÓRIO SUPERIOR RESERVATÓRIO INFERIOR
RESERVATÓRIO SUPERIOR
RESERVATÓRIO INFERIOR

ELETRO-VÁLVULA

BOMBA HIDRÁULICA

EXEMPLO 12 - FAMILIA CMOS.

As mesmas técnicas lógicas aplicadas à tecnologia TTL também se aplicam a tecnologia CMOS do Multisim, pois conceitualmente ambos são logicamente semelhantes. Porém eletronicamente falando TTL e CMOS se diferenciam.

Das diferenças entre uma tecnologia e outra uma das mais relevantes é a economia de energia que os integrados CMOS proporcionam em relação aos TTL, mas isso na prática é claro, pois no Multisim não há diferença.

Para inserir um elemento CMOS basta clicar em Place >> Component >> Group >> CMOS.

basta clicar em Place >> Component >> Group >> CMOS . SELEÇÃO E INSERÇÃO de CIs

SELEÇÃO E INSERÇÃO de CIs CMOS

Exercícios Coloque em prática os conhecimentos adquiridos anteriormente. EX 1. A partir do circuito lógico

Exercícios

Coloque em prática os conhecimentos adquiridos anteriormente.

EX 1. A partir do circuito lógico virtual, monte-o novamente utilizando portas lógicas CMOS.

anteriormente. EX 1. A partir do circuito lógico virtual, monte-o novamente utilizando portas lógicas CMOS. 67

67

EX 2. A partir do circuito lógico virtual do EX 1, monte-o novamente utilizando o mínimo de CIs CMOS.

DESAFIO 12

Um empresário decidiu implementar no escritório da empresa um sistema lógico de controle no qual as janelas e as luzes trabalham sem a intervenção humana. Para isso ele contratou você projetista para elaborar o projeto lógico de controle.

Você sendo um profissional gabaritado sabe que para implementar o sistema lógico é necessário colocar três elementos sensores para fazer a analise dos fatos descritos a seguir.

1. SENSOR DE PRESENÇA É a prioridade máxima, ele irá indicar se há alguém no escritório. No caso de presença (Nível Lógico = 1).

2. SENSOR DE CHUVA Indica se está chovendo. No caso de chuva (Nível Lógico = 1).

3. SENSOR DE LUMINOSIDADE - Indica se está dia ou noite. No caso de noite (Nível Lógico = 1).

As luzes do escritório acenderão quando houver alguém na sala e as janelas estiverem fechadas. (NÍVEL LÓGICO 1 = LUZ ACESA)

As janelas ficaram fechadas quando não houver ninguém no escritório e se estiver chovendo ou de noite. (NÍVEL LÓGICO 1 = JANELA ABERTA)

Lembre-se que o projeto deverá ser feito com CIs CMOS.

EXEMPLO 13 DECODIFICADOR E DISPLAY 7 SEGMENTOS.

Decodificador é um dispositivo eletrônico que converte uma informação em outra. No caso será aplicado um decodificador BCD 7 segmentos para representar uma informação binária que segue o código BCD 8421 em um display de 7 segmentos Catodo comum.

código BCD 8421 em um display de 7 segmentos Catodo comum. REPRESENTAÇÃO DO DECODIFICADOR E DISPLAY

REPRESENTAÇÃO DO DECODIFICADOR E DISPLAY 7 SEGMENTOS

No Multisim podem ser aplicados decodificadores virtuais ou reais. Como exemplo será aplicado um decodificador virtual.

Para isso basta clicar em Place >> Component Digital >> TIL.

>> Group >> Misc

Component Digital >> TIL . >> Group >> Misc INSERÇÃO DO DECODIFICADOR VIRTUAL 69

INSERÇÃO DO DECODIFICADOR VIRTUAL

O display utilizado será um 7 segmentos catodo comum.

Para isso

basta

clicar

em Place >>

lndicators >> Hex_Display.

Component

>>

Group

>>

Hex_Display . Component >> Group >> INSERÇÃO DO DISPLAY 7 SEGMENTOS CATODO COMUM O circuito

INSERÇÃO DO DISPLAY 7 SEGMENTOS CATODO COMUM

O circuito ficará da seguinte maneira:

7 SEGMENTOS CATODO COMUM O circuito ficará da seguinte maneira: CIRCUITO COM DECODIFICADOR E DISPLAY 7

CIRCUITO COM DECODIFICADOR E DISPLAY 7 SEGMENTOS

OBS: O TERRA PARA CIRCUITOS DIGITAIS DEVE SER O DGND, CONFORME REPRESENTAÇÃO ANTERIOR.

Para inserir o DGND basta clicar em Place >> Component >> Source >> Power_Source >> DGND.

>> Group

Power_Source >> DGND . >> Group INSERÇÃO DO TERRA DIGITAL As chaves seletoras podem ser

INSERÇÃO DO TERRA DIGITAL

As chaves seletoras podem ser associadas às teclas do computador, não sendo necessário clicar com o mouse na tela. Essa é uma ferramenta interativa e que facilita a simulação.

Para associar o nome da chave ao teclado do computador basta clicar com o botão direito do mouse sobre a chave desejada e selecionar properties.

Em seguida clique em value e selecione a tecla que será associada à chave em

Em seguida clique em value e selecione a tecla que será associada à chave em key for toggle.

e selecione a tecla que será associada à chave em key for toggle . ASSOCIANDO A

ASSOCIANDO A CHAVE DO MULTISIM AO TECLADO DO PC

Exercícios

Coloque em prática os conhecimentos adquiridos anteriormente.

EX 1. Monte um contador manual com decodificador de 7 segmentos de 0 a 9 conforme exemplo, utilizando um display 7 segmentos Anodo Comum.

EX 2. Faça um contador manual com decodificador de 7 segmentos de 0 a 9, utilizando um display 7 segmentos Catodo Comum e o CI 4511 CMOS como decodificador.

DESAFIO 13

Projete um decodificador para escrever a seqüência descrita em um display 7 segmentos catodo comum.

DESAFIO 13 Projete um decodificador para escrever a seqüência descrita em um display 7 segmentos catodo

EXEMPLO 14 FLIP-FLOP.

O Flip-Flop da inicio aos chamados circuitos seqüências, ou seja, são aqueles que dependem das variáveis de entrada e do seu próprio estado anterior para atualizar a saída. Geralmente necessitam de uma série de clocks para sincronizar as entradas com os estados de saída.

É possível trabalhar com quatro Flip-Flops diferentes:

Flip-Flop RS;

Flip-Flop JK;

Flip-Flop tipo T;

Flip-Flop tipo D.

Sendo que os Flip-Flips tipo T e D são derivados do Flip-Flop JK e o JK derivado do RS.

tipo T e D são derivados do Flip-Flop JK e o JK derivado do RS. REPRESENTAÇÃO

REPRESENTAÇÃO DOS FLIP-FLOPS RS, JK, T e D

74

Para inserir os Flip-Flops virtuais basta clicar em Place >> Component >> Group >> Misc Digital >> TIL.

Group >> Misc Digital >> TIL . INSERÇÃO DOS FLIP-FLOPS VIRTUAIS OBS : HÁ FLIP-FLOPS COM

INSERÇÃO DOS FLIP-FLOPS VIRTUAIS

OBS:

FLIP-FLOPS

COM

ENTRADAS

DE

PRESET

E

CLEAR

INVERTIDAS, PORTANTO ATENÇÃO AO ESCOLHÊ-LOS.

Exercícios

Coloque em prática os conhecimentos adquiridos anteriormente.

EX 1. Monte um circuito com FF_RS, um com FF_JK, um com FF_T e outro com FF_D. Comprove a tabela da verdade para cada um dos circuitos.

Considere Preset e Clear.

Utilize o clock manual.

EX 2. A partir do Flip-Flop JK - TTL 74LS109D. Monte um FF_T e outro FF_D. Utilize o clock manual.

74LS109D. Monte um FF_T e outro FF_D. Utilize o clock manual. DESAFIO 14 Monte e simule

DESAFIO 14

Monte e simule um Flip-Flop JK Mestre-Escravo.

EXEMPLO 15 REGISTRADOR DE DESLOCAMENTO.

Os registradores de deslocamento são Flip-Flops tipo D associados conforme figura a seguir.

são Flip-Flops tipo D associados conforme figura a seguir. REPRESENTAÇÃO REGISTRADOR DE DESLOCAMENTO COM FF_D Os

REPRESENTAÇÃO REGISTRADOR DE DESLOCAMENTO COM FF_D

Os registradores de deslocamento são capazes de armazenar mais de um bit, sendo o número de bits armazenados igual ao número de FF_D.

Exercícios

Coloque em prática os conhecimentos adquiridos anteriormente.

EX 1. Monte um registrador de deslocamento com FF_D que tenha a capacidade de deslocar e armazenar 1 Byte. Aplique a entrada serial 10011101 como teste. Utilize um clock manual e depois um gerador de sinais.

Dados os sinais de entrada, monte um registrador de

deslocamento de 10 bits com o mesmo Flip-Flop representado e atualize os sinais de saída a cada clock.

EX

2.

de deslocamento de 10 bits com o mesmo Flip-Flop representado e atualize os sinais de saída

77

DESAFIO 15

A partir do Flip-Flop JK - TTL 74LS109D. Monte e simule no Multisim um

registrador de deslocamento de 8 bits com entrada serial 01100110.

EXEMPLO 16 CONTADORES E ANALISADOR LÓGICO.

Contadores são elementos digitais formados internamente por Flip-Flops e que também dependem de um sinal de clock para trabalharem.

Os contadores estão separados em duas categorias:

- CONTADORES ASSÍNCRONOS;

- CONTADORES SÍNCRONOS.

CONTADORES ASSÍNCRONOS.

O

nome assíncrono vem de sem sincronismo, isso é. Os Flip-Flops

internos não têm o mesmo clock em comum.

é. Os Flip-Flops internos não têm o mesmo clock em comum. EXEMPLO DE CONTADOR ASSÍNCRONO COM

EXEMPLO DE CONTADOR ASSÍNCRONO COM FLIP-FLOP TIPO T

CONTADORES SÍNCRONOS.

Os contadores Síncronos possuem esse nome, pois a mesma fonte geradora de clock é comum a todos os Flip-Flops internos que compõem a sua estrutura.

No caso dos contadores Síncronos é preciso lembrar-se da importância em se utilizar o mapa de Veitch-Karnaugh como ferramenta para se obter as expressões simplificadas de J n e K n .

EXEMPLO DE UM CONTADOR DE DÉCADA SÍNCRONO  ANALISADOR LÓGICO. O analisador lógico é um

EXEMPLO DE UM CONTADOR DE DÉCADA SÍNCRONO

ANALISADOR LÓGICO.

O analisador lógico é um instrumento utilizado para análise de sinais lógicos provenientes de circuitos digitais.

Ele possui 16 entradas de sinais (0 a F) capazes de captar informações digitais, dois pinos de clock, sendo um deles entrada de sinal filtro do clock e um pino de trigger para combinação de palavras especificas.

Para

inserir

o

analisador

lógico

basta

clicar

em

Instruments >> Logic Analyzer.

lógico basta clicar em Instruments >> Logic Analyzer . Simulate >> INSERÇÃO DO ANALISADOR LÓGICO 79

Simulate

>>

INSERÇÃO DO ANALISADOR LÓGICO

79

EXEMPLO DO ANÁLISADOR LÓGICO LENDO DOIS SINAIS DIGITAIS FIG.1 FIG. 2 REPRESENTAÇÃO DAS JANELAS DE

EXEMPLO DO ANÁLISADOR LÓGICO LENDO DOIS SINAIS DIGITAIS

EXEMPLO DO ANÁLISADOR LÓGICO LENDO DOIS SINAIS DIGITAIS FIG.1 FIG. 2 REPRESENTAÇÃO DAS JANELAS DE CONFIGUAÇÃO

FIG.1

DO ANÁLISADOR LÓGICO LENDO DOIS SINAIS DIGITAIS FIG.1 FIG. 2 REPRESENTAÇÃO DAS JANELAS DE CONFIGUAÇÃO DO

FIG. 2

REPRESENTAÇÃO DAS JANELAS DE CONFIGUAÇÃO DO CLOCK (FIG.1) E DO TRIGGER (FIG.2)

80

Exercícios

Coloque em prática os conhecimentos adquiridos anteriormente.

EX 1. Projete um divisor de freqüência digital que faça a divisão da freqüência quadrada em 32 vezes. Utilize o analisador lógico para representar a divisão.

EX 2. Projete um contador síncrono que faça a contagem 0 3 6 9

0 Os casos não existentes considere como sendo irrelevantes.

DESAFIO 16

Projete um contador de 0 a 9 e represente a contagem em um display 7 segmentos.

EXEMPLO 17 MULTIVIBRADORES COM 555.

O circuito integrado 555 possibilita ao projetista diversas aplicações práticas quando conectado a componentes discretos externos. Os multivibradores são as aplicações mais simples a serem feitas.

são as aplicações mais simples a serem feitas. PINAGEM DO CIRCUITO INTEGRADO 555  CI 555

PINAGEM DO CIRCUITO INTEGRADO 555

CI 555 COMO MULTIVIBRADOR MONOESTÁVEL.

Configurado como Monoestável o CI 555 funciona com um estado ‘’quase estável’’ e outro estado estável.

Estado ‘’quase estável’’ ou instável quer dizer que, após um pulso na entrada de disparo, o circuito sai do seu estado estável (ou estado de repouso) e atinge o estado quase estável. O circuito permanece nesse estado por um período pré-determinado de tempo voltando ao seu estado estável automaticamente.

Estado estável

Estado quase estável

 Estado estável  Estado quase estável Tempo indeterminado Tempo pré-determinado (associado ao

Tempo indeterminado Tempo pré-determinado (associado ao

pino 2 de disparo) que depende dos componentes externos (resistor e

capacitor).

Para calcular o tempo do estado quase estável que é acionado pela chave de disparo ligada na porta 2 do CI é:

T = 1,1 x R1 x C1

Onde:

T = Tempo do estado quase estável ou instável (s segundos);

R1 = Resistor 1 (Ω – Ohms); C1 = Capacitor 1 (F Farad);

Esses circuitos podem ser aplicados em sistemas que exigem uma base de tempo (temporizadores) como alarmes e equipamentos de medidas de tempo ou freqüência.

REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DO PULSO DE DISPARO NO PINO 2 AO TEMPO DA TENSÃO DE SAÍDA

REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DO PULSO DE DISPARO NO PINO 2 AO TEMPO DA TENSÃO DE SAÍDA NO PINO 3.

GRÁFICA DO PULSO DE DISPARO NO PINO 2 AO TEMPO DA TENSÃO DE SAÍDA NO PINO

EXEMPLO DE UM CIRCUITO MONOESTÁVEL

83

CI 555 COMO MULTIVIBRADOR ASTÁVEL.

São circuitos que possuem os dois estados quase estáveis ou instáveis. O circuito fica oscilando entre os níveis lógicos, alto (1) e baixo (0) indefinidamente (clock).

Esses circuitos, assim como os monoestáveis, podem ser aplicados em sistemas que exigem uma base de tempo (temporizadores) como alarmes e equipamentos de medidas de tempo ou freqüência.

alarmes e equipamentos de medidas de tempo ou freqüência. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DO CLOCK GERADO PELO PINO

REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DO CLOCK GERADO PELO PINO 3 DE SAÍDA

Para calcular o tempo dos níveis lógicos é necessário utilizar as seguintes equações:

t1 = 0,693 x (R1 + R2) x C1

t2 = 0,693 x R2 x C1

T = 0,693 x (R1 + (2R2)) x C1

Sendo que T = t1 + t2

Onde:

T = Período (s segundos);

t1 = Tempo em nível 1 (s segundos);

t2 = Tempo em nível 0 (s segundos); R1 = Resistor 1 (Ω – Ohms); R2 = Resistor 2 (Ω – Ohms); C1 = Capacitor 1 (F Farad);

Para calcular a freqüência de oscilação, utiliza-se:

f = 1,44 / (R1 + (2R2)) x C1

Onde:

f = Freqüência de oscilação (Hz Hertz);

Para calcular o ciclo de trabalho (Duty Cicle), utiliza-se:

D

= (t1 / T) x 100%

D

= R1 / (R1+R2) x100%

O

ciclo de trabalho D, normalmente, é a relação entre o tempo em que a

saída fica em nível alto (t1) e o período T. Pode-se alterar o ciclo de trabalho por meio dos resistores R1 ou R2, no entanto, o período T muda e conseqüentemente também altera a freqüência de oscilação.

Se R1 = 9R2 tem-se D = 90% - saída em nível alto (VCC) durante 90% do período T e tem-se t1 > t2.

Se R2 = 4R1 tem-se D = 20% - saída em nível alto (VCC) durante 20% do período T e tem-se t1 < t2.

D = 20% - saída em nível alto (VCC) durante 20% do período T e tem-se

EXEMPLO DE UM CIRCUITO ASTÁVEL

85

Para inserir o CI 555 basta clicar em Place >> Component >> Mixed >> Timer.

>> Group

>> Mixed >> Timer . >> Group INSERÇÃO DO CIRCUITO INTEGRADO 555. Exercícios Coloque em

INSERÇÃO DO CIRCUITO INTEGRADO 555.

Exercícios

Coloque em prática os conhecimentos adquiridos anteriormente.

EX 1. Projete um circuito monoestável com CI 555 para trabalhar com tempo instável de 8s.

EX 2. Projete um circuito astável com CI 555 para trabalhar com T = 2s e ciclo de trabalho de 50%.

DESAFIO 17

Projete um sistema com CI 555 para automatizar uma escada rolante. Um sensor identificará quando alguém subir a escada e automaticamente acionará um motor para a escada funcionar. Após 25s (tempo suficiente para uma pessoa alcançar o topo) o motor desligará. Levar em consideração que se uma pessoa estiver em um ponto intermediário da subida e outra chegar à escada, o tempo deve iniciar novamente.

se uma pessoa estiver em um ponto intermediário da subida e outra chegar à escada, o

EXEMPLO 18 FIO E NÓ.

Em projetos eletro-eletrônicos os nós são elementos que dividem o fluxo de corrente em ‘’n’’ pontos no circuito. Esses nós são formados pela junção de dois ou mais fios ou terminais de componentes eletrônicos.

Já foram vistos vários exemplos de como trabalhar e associar os componentes ao circuito e talvez já tenha sido até necessária a utilização destas ferramentas, mas como já visto, é possível utilizá-las diretamente clicando nos terminais dos componentes. No entanto, fica como ferramenta no caso de aplicações onde sejam necessárias as suas utilizações.

Como exemplo será aplicado o recurso a seguir:

Como exemplo será aplicado o recurso a seguir: CIRCUITO ONDE SERÃO APLICADOS UM NÓ E UM

CIRCUITO ONDE SERÃO APLICADOS UM NÓ E UM FIO

Para inserir um nó no circuito basta clicar em Place >> Junction.

ONDE SERÃO APLICADOS UM NÓ E UM FIO Para inserir um nó no circuito basta clicar

88

Selecionada a função junction (nó) é só clicar no ponto onde se deseja inseri-lo.

(nó) é só clicar no ponto onde se deseja inseri-lo. INSERÇÃO DO NÓ EM UM PONTO

INSERÇÃO DO NÓ EM UM PONTO DO CIRCUITO

Para conectar um nó a outro, basta clicar com o botão esquerdo do mouse sobre o ponto inserido e arrastá-lo até o ponto desejado ou então clicar em Place >> Wire e repetir o procedimento.

inserido e arrastá-lo até o ponto desejado ou então clicar em Place >> Wire e repetir
INSERÇÃO DO FIO PARA CONECTAR DOIS NÓS Exercícios Coloque em prática os conhecimentos adquiridos anteriormente.

INSERÇÃO DO FIO PARA CONECTAR DOIS NÓS

Exercícios

Coloque em prática os conhecimentos adquiridos anteriormente.

EX 1. Dado o circuito de carga e descarga de capacitor. Coloque o capacitor em curto-circuito.

de capacitor. Coloque o capacitor em curto-circuito. EX 2. durante. Meça a carga e descarga do

EX 2.

durante.

Meça a carga e descarga do capacitor antes do curto-circuito e

DESAFIO 18

Coloque o resistor de 1KΩ em curto-circuito e meça a carga e descarga do capacitor. Justifique o ocorrido.

EXEMPLO 19 BARRAMENTOS (BUS).

Os Barramentos são implementados como linhas de comunicação reais. Eles servem de comunicação externa entre os elementos eletrônicos. Os barramentos externos podem ser expandidos para facilitar a conexão de dispositivos especiais. Um projeto eficiente de barramentos é crucial para a velocidade do sistema.

Eles ainda ajudam na visualização e montagem do layout do esquema elétrico, pois diminuem a poluição visual.

Para inserir um BUS no circuito basta clicar em Place >> BUS.

um BUS no circuito basta clicar em Place >> BUS . Feita a inserção do INSERÇÃO

Feita a inserção do

INSERÇÃO DO BUS

BUS é

só conectar os elementos de I/O a ele e

nomea-lôs conforme exemplo mais adiante.

OBS: PARA ADICIONAR O BUS, CLICK COM O BOTÃO ESQUERDO DO MOUSE NA ÁREA DE TRABALHO, ARRASTE O BUS ATÉ O PONTO DESEJADO, CLICK NOVAMENTE COM O BOTÃO ESQUERDO E EM SEGUIDA APERTE O BOTÃO DIREITO DO MOUSE.

CIRCUITO COM BARRAMENTO (BUS) CIRCUITO SEM BARRAMENTO (BUS) Vejamos agora como inserir e nomear um

CIRCUITO COM BARRAMENTO (BUS)

CIRCUITO COM BARRAMENTO (BUS) CIRCUITO SEM BARRAMENTO (BUS) Vejamos agora como inserir e nomear um BUS

CIRCUITO SEM BARRAMENTO (BUS)

Vejamos agora como inserir e nomear um BUS ao circuito exemplo.

agora como inserir e nomear um BUS ao circuito exemplo. PRIMEIRO – MONTE O CIRCUITO DESEJADO

PRIMEIRO MONTE O CIRCUITO DESEJADO

um BUS ao circuito exemplo. PRIMEIRO – MONTE O CIRCUITO DESEJADO SEGUNDO – INSIRA O BUS

SEGUNDO INSIRA O BUS (LINHA PRETA DA FIGURA)

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TERCEIRO – CONECTAR O PINO DE I/O AO BUS Ao conectar o pino de I/O

TERCEIRO CONECTAR O PINO DE I/O AO BUS

Ao conectar o pino de I/O ao barramento, uma janela se abrirá pedindo um nome. Esse nome será o mesmo utilizado para o outro pino de I/O que será associado a esta porta.

para o outro pino de I/O que será associado a esta porta. NOME DO PINO DE

NOME DO PINO DE I/O

Até a associação de todos os nomes dos pinos de I/O ao barramento a janela que associa o nome dos pinos ficará da seguinte maneira:

PINOS DE I/O ASSOCIADOS AO BARRAMENTO O circuito final ficará da seguinte maneira: CIRCUITO FINAL

PINOS DE I/O ASSOCIADOS AO BARRAMENTO

O circuito final ficará da seguinte maneira:

AO BARRAMENTO O circuito final ficará da seguinte maneira: CIRCUITO FINAL COM APLICAÇÃO DO BARRAMENTO (BUS)

CIRCUITO FINAL COM APLICAÇÃO DO BARRAMENTO (BUS)

Para adicionar dois ou mais barramentos com o mesmo nome e associá- los entre si basta dar um duplo click com o botão esquerdo do mouse sobre os barramentos e rotulá-los com os mesmos nomes.

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OPÇÕES PARA ASSOCIAR OS BARRAMENTOS EXEMPLO DE BARRAMENTOS ASSOCIADOS ENTRE SI 95

OPÇÕES PARA ASSOCIAR OS BARRAMENTOS

OPÇÕES PARA ASSOCIAR OS BARRAMENTOS EXEMPLO DE BARRAMENTOS ASSOCIADOS ENTRE SI 95

EXEMPLO DE BARRAMENTOS ASSOCIADOS ENTRE SI

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Exercícios

Coloque em prática os conhecimentos adquiridos anteriormente.

EX 1. Aplique um barramento de dados entre o circuito integrado 4518 (Contador) e o display DCD_HEX.

o circuito integrado 4518 (Contador) e o display DCD_HEX. EX 2. Utilizando o mesmo circuito do

EX 2. Utilizando o mesmo circuito do EX 1. Acrescente mais dois displays DCD_HEX e associe os barramentos com o já existente.

DESAFIO 19

Dado o circuito com decodificador CMOS 4511. Associe as chaves e os displays a barramentos de modo que a representação fique mais clara e legível.

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97

EXEMPLO 20 CONECTORES.

O Multisim disponibiliza ao projetista substituir alguns fios que compõem o circuito, por conectores que devidamente rotulados associam um ponto de um circuito a outro sem a utilização visual dos fios, mas realizando a mesma função de conexão.

Os conectores reduzem a poluição visual dos circuitos e melhoram o entendimento e a leitura das informações ali contidas.

Para inserir um conector no circuito basta clicar em Place >> Connectors.

no circuito basta clicar em Place >> Connectors . INSERÇÃO DOS CONECTORES  On-Page Connector –

INSERÇÃO DOS CONECTORES

On-Page Connector Conector que faz conexões virtuais em vários pontos de um circuito.

Global Connector Conector que faz conexões virtuais em múltiplas páginas.

HB/SC

Connector

hierárquicos e subcircuitos.

Conector

que

faz

conexões

de

blocos

Bus HB/SC Connector Conector que faz conexões de barramentos de blocos hierárquicos e subcircuitos.

Off-Page Connector Conector que faz conexões com páginas múltiplas.

Bus Off-Page Connector Conector que faz conexões de barramentos com páginas múltiplas.

Quando selecionar On-Page Connector ou Global Connector aparecerá uma janela, onde deve-ser colocado o nome do conector.

uma janela, onde deve-ser colocado o nome do conector. NOMEANDO UM CONECTOR ON-PAGE ou GLOBAL Os

NOMEANDO UM CONECTOR ON-PAGE ou GLOBAL

Os demais conectores aparecerá à janela a seguir para nomea-lô.

ON-PAGE ou GLOBAL Os demais conectores aparecerá à janela a seguir para nomea-lô. NOMEANDO OS DEMAIS

NOMEANDO OS DEMAIS CONECTORES

EXEMPLO DE UM CIRCUITO COM CONECTORES EXEMPLO DE CONECTORES EM SUB-CIRCUITOS 100

EXEMPLO DE UM CIRCUITO COM CONECTORES

EXEMPLO DE UM CIRCUITO COM CONECTORES EXEMPLO DE CONECTORES EM SUB-CIRCUITOS 100

EXEMPLO DE CONECTORES EM SUB-CIRCUITOS

Para inserir um sub-circuito, basta clicar em Place >> New Subcircuit.

basta clicar em Place >> New Subcircuit . Ao clicar em New Subcircuit uma janela solicitando

Ao clicar em New Subcircuit uma janela solicitando o nome dele irá aparecer. Basta nomea-lá e o novo sub-circuito será criado.

solicitando o nome dele irá aparecer. Basta nomea-lá e o novo sub-circuito será criado. INSERÇÃO DE

INSERÇÃO DE SUB-CIRCUITO

Exercícios

Coloque em prática os conhecimentos adquiridos anteriormente.

Repita

os

dois

conectores.

DESAFIO 20

exercícios

do

EXEMPLO

19,

mas

agora

utilizando

Pegando como base o Desafio 19, mescle conectores e barramentos de modo que a representação fique ainda mais legível, substitua os botões por contador (es) 4518 e utilize um astavél com CI 555 como gerador de clock, mas monte-o em um sub-circuito.

PROJETO RELÓGIO DIGITAL.

Baseado no conhecimento adquirido durante o curso projete e simule um relógio digital com representação de horas, minutos e segundos.

REFERÊNCIAS.

CAPUANO,

Francisco

G.;

MARINO,

Maria

A.

M.

Laboratório

de

Eletricidade e Eletrônica. 17.Ed. Érica, São Paulo, 2000.

IDOETA, Ivan V.; CAPUANO, Francisco G. Elementos de Eletrônica Digital. 32.Ed. Érica, São Paulo, 2001.

CIPELLI, Antonio M. V.; MARKUS, Otávio; SANDRINI, Waldir Teoria e Desenvolvimento de Projetos de Circuitos Eletrônicos. 18.Ed. Érica, São Paulo, 2001.

MALVINO, Albert P. Principios de Electrónica. 6.Ed. Mc Graw Hill, Madrid, 2000.

NATIONAL INSTRUMENTS ELECTRONICS WORKBENCH GROUP. NI Multisim User Manual. Texas, 2008.

NATIONAL INSTRUMENTS ELECTRONICS WORKBENCH GROUP. NI Multisim for Education. Texas, 2008.

TEXAS INSTRUMENTS. Digital Logic Pocket Data Book. Texas, 2003.

ON SEMICONDUCTORS. TVS/Zener Device Data. Denver, 2001.

TEXAS INSTRUMENTS.

Data Sheet

CD4002B, CD4025B Types. 1999.

CMOS NOR Gates CD4001B,