Apostila

5

O p o r t u n i d a d e

n ã o

t e m

p r e ç o !

Apoio: Secretaria Municipal de Educação São José dos Campos

Apostila 5 Extensivo Noite

ÍNDICE
FÍSICA
Frente I
Estática...............................................................................................3

PORTUGUÊS
Frente I
Miséria e Fome no Brasil..............................................................264 Racismo e Discriminação Social..................................................267

Frente II
MHS...................................................................................................6

Frente II
Realismo/Naturalismo.....................................................................272 Parnasianismo................................................................................294 Simbolismo.....................................................................................298 Pré-Modernismo.............................................................................302

Frente III
Reflexão da Luz..............................................................................14

Frente IV
Leis de kirchoff...............................................................................27 Magnetismo....................................................................................28

Frente III
Morfossintaxe..................................................................................320 Análise Sintática.............................................................................321

BIOLOGIA
Frente I
Anfíbios e Répteis..........................................................................31 Aves.................................................................................................35 Mamíferos........................................................................................38 Sistema Tegumentar, Sistema Esquelético e Muscular...............41 Digestão..........................................................................................46

Frente IV
Memórias de um Sargento de Milícias..........................................326 A cidade e as serras......................................................................332

MATEMÁTICA
Frente I
Recomendações...........................................................................337 Sistemas Lineares.........................................................................338

Frente II
Divisão Celular – Mitose................................................................51 Divisão Celular – Meiose...............................................................55 Meiose – Gametogênese...............................................................59 1ª Lei de Mendel.............................................................................62

Frente II
Função Inversa..............................................................................360 Propriedades da Potenciação.......................................................368 Equações Exponenciais..............................................................373 Funções Exponenciais.................................................................374

Frente III
Briófitas...........................................................................................66 Pteridófitas......................................................................................69 Gminospermas...............................................................................74 Reprodução das Gminospermas.....................................................77 Angiospermas.................................................................................80 Reprodução das Angiospermas..................................................85

Frente III
Lugar Geométrico...........................................................................380

Frente V
Perpendicularidade.........................................................................382

HISTÓRIA
Frente I
A República Velha...........................................................................91 A Era Vargas...................................................................................128 Exercícios.......................................................................................148

QUÍMICA
Frente I
Ácidos e Bases.............................................................................390 Sais e Óxidos................................................................................409

Frente III
Reações Orgânicas......................................................................430

Frente II
A Revolução Francesa.................................................................154 A Era Napoleônica e o Congresso de Viena.............................161 Revoluções Liberais e Movimentos Nacionais.........................165 As Independências na América Espanhola...............................170 Liberalismo, Socialismo e Anarquismo......................................178 O Imperialismo do Século XIX....................................................182 A Primeira Guerra Mundial...........................................................188

AGRADECIMENTOS
O CASD Vestibulares agradece a todos que contribuíram para que essa apostila se tornasse real: Bruno Cunha (Diretor Executivo 2007) – T09, Danielle Aguiar de Araujo (Diretora de Ensino 2006) – T09, Bruno Ramos (Diretor de Ensino 2005) – T07, Rafael Cipriano Torres (Diretor de Ensino 2007) – T09, Guilherme “Lab” Pimentel – T06, Fábio Longo da Graça – T05, Jordan Lombardi – T07, Filipe Rodrigues “Balrog” de Souza Moreira – T07, Rodrigo Aguiar Pinheiro “Zigoto” – T09, Bruno Fraga – T04, Rodrigo Fulgêncio Mauro – T07, Sérgio “Homer” Ivo – T05, Christian Spanger – T07, Pedro “PP” Paulo – T07, Lysandra – T09, Fernando “Cão” Henrique – T07, Mateus – T09, Herbert – T09, Fabiano “Fiat” Casimiro – T06, Steven Meier – T06, Muriel Aline – T08, Kaori Giulianna A Caetano da Silva, Alex Cardoso Lopes – T08, Juliana Lisboa, Arthur Lima – T05, Andrei Carlos Nuernberg – T09, Haroldo de Souza Herszkowicz Junior – T09, Leandro Rojas Tamarozzi – T07, José Adenaldo “Macapá” Santos Bittencourt Junior – T09, Maria Cláudia Ferraz – T08, Alexandre Barbosa “Casas” de Menezes – T09, Cláudia Massei – T05, Kleiffer de Souza Cunha – T08, Daniele de Aquino dos Santos, Thiago Marques Esteves Póvoa – T10, Bruno Avena de Azevedo – T10, nossas secretárias Monique, Poliana e Flávia, e também a Secretaria Municipal de Educação de São José dos Campos, que tem impresso nossos materiais há muitos anos. Agradecimento especial a Guilherme “Negão” Testoni – T07, que sempre será lembrado pelos alunos e por toda a equipe do CASD Vestibulares. Agradecimento especial ainda para o aluno Elson Gabriel de Souza Santos, autor da capa que ilustra esta apostila. CASD Vestibulares 2007 Oportunidade não tem preço Índice 2

Frente III - Aprofundamento
Conquista do Oeste e Guerra de Secessão...............................193

GEOGRAFIA
Frente II
A Antiga Ordem Mundial..............................................................206 Globalização e Superávit Primário..............................................212 Parte I – Ásia Ocidental................................................................217 Parte II – Ásia Ocidental...............................................................220 Oriente Médio...............................................................................225 Israel – 50 anos de milagre.........................................................229

Frente III
Questão Agrária.............................................................................252

INGLÊS
Reported Speech..........................................................................257 Interpretação de Texto.................................................................260

CASD Vestibulares

Física Frente I

CAPÍTULO 6 - ESTÁTICA
INTRODUÇÃO
Estática é o ramo da Mecânica que se propõe a estudar corpos em equilíbrio estático. Do estudo das Leis de Newton, sabemos que, quando a resultante das forças que atuam num corpo é nula, ele pode estar em repouso (equilíbrio estático) ou em movimento retilíneo uniforme (equilíbrio dinâmico). A importância do estudo desta parte da Física pode ser facilmente avaliada quando se pensa, por exemplo, na construção de pontes, edifícios, casas. As estruturas de sustentação destas construções devem ser projetadas de modo que cada um de seus pontos permaneça em equilíbrio. Para satisfazer a essa condição, devemos analisar todas as forças que agem sobre ele. I-) Estática do Ponto Material Iniciamos nosso estudo tratando dos pontos materiais. Sabemos, das aulas de Cinemática, que pontos materiais são corpos de dimensões tão reduzidas em relação às demais dimensões envolvidas, de modo a nos permitir desprezar suas próprias dimensões, considerando-o um simples ponto. Neste caso, a condição suficiente para que o corpo esteja em equilíbrio estático é a de que a resultante das forças que nele atuam seja nula. A condição necessária para que um corpo não adquira movimento de rotação é que soma algébrica dos momentos em relação a qualquer ponto seja nula.

III-) Condições Gerais para Equilíbrio Estático de um Corpo Extenso Para garantirmos o equilíbrio estático de um corpo extenso, devemos assegurar que ele não possua movimento de translação nem de rotação. Assim, temos duas condições necessárias para que tal equilíbrio seja estabelecido.

EXERCÍCIOS DE SALA
1-) A figura representa uma viga homogênea de peso P = 1000N. Sendo Q = 200N, determine as reações RA e RB dos apoios A e B.

II-) Estática do Corpo Extenso Quando tratamos de corpos de dimensões não desprezíveis, com forças aplicadas em locais diferentes, a condição de resultante nula não é suficiente para garantir o equilíbrio do corpo. Neste caso, tais forças, apesar de se anularem, podem produzir no corpo movimento de rotação. Assim, faz-se necessário definir uma nova grandeza para se efetuar a análise. • Momento de uma Força (M) Definimos momento de uma força em relação a um ponto O da seguinte forma: M = ± F⋅b ⋅ onde b representa a distância da linha de ação da força ao ponto de referência e F a intensidade da força em questão.

2-) (UNICAMP) Uma escada homogênea de 40kg apóia-se sobre uma parede, no ponto P, e sobre o 2 chão, no ponto C. Adote g = 10m/s .

O momento de uma força em relação a um ponto O é a grandeza que nos revela a tendência desta força em fazer o corpo girar ao redor do ponto O. O sinal do momento é atribuído de acordo com o sentido da rotação (horário ou anti-horário) que a força tenta produzir no corpo.

a-) Desenhe as setas representativos das forças peso, normal e de atrito em seus respectivos pontos de aplicação. b-) É possível manter a escada estacionária, não havendo atrito em P? Neste caso, quais os valores das forças normal e de atrito em C?

Lista de Exercícios
1) (FUVEST) Na pesagem de um caminhão, no posto fiscal de uma estrada, são utilizadas três balanças. Sobre cada balança, são posicionadas todas as rodas

CASD Vestibulares

Estática

3

0 b) 2. Considere g = 10m/s .0kg d) 7.5kg c) 8. pelos fios 1 e 2 sobre o corpo. em equilíbrio. presos a paredes em A e B. As balanças indicaram 30000N.0kg 9) (PUC-SP) Podemos abrir uma porta aplicando uma força F em um ponto localizado próximo à dobradiça F em um ponto (figura 1) ou exercendo a mesma força localizado longe da dobradiça (figura 2). é necessário aplicar uma força de módulo: a) 100N b) 75N c) 50 2 N d) 50N e) 25N 6) (UNICAMP) Um homem. A figura da direita mostra. é correto afirmar que: a) a porta abre-se mais facilmente na situação da figura 1. 1 e 2. qual a força exercida sobre a alavanca no ponto de apoio? 7) (FUVEST) Um bloco.0 m. Sobre o descrito.0 c) 3. da maneira mostrada na figura.de um mesmo eixo. Para equilibrar o ponto. porque o momento da força F aplicada é menor. ao se pesar. 20000N e 10000N 5) (STA. da maneira mostrada na figura da esquerda.0 e 3.8 a) 9. respectivamente.0 4 P vale. como mostra a figura. em escala. as forças Se os fios e a roldana são ideais. a) Qual a maior massa que o homem consegue levantar usando a alavanca e o seu próprio peso? b) Neste caso. Com a pessoa em repouso. de 68kg. As intensidades (módulos) das forças que tensionam os fios P e Q são. F1 e F2 que equilibrem o peso P . vale: A partir desse procedimento. de peso P. vale: Dados: cos α = 0. pode-se concluir que o módulo (intensidade) do peso a) 0. formando entre 0 si um ângulo de 120 . exercidas. de massas desprezíveis. o faz apoiada em sua bengala como mostra a figura. de: a) 10N e 20 N b) 10N e 30N c) 30N e 10N d) 30N e 20N e) 30N e 30N 3) (UFRJ) Uma pessoa idosa. CASA-SP) Um ponto material está sob a ação de duas forcas de mesmo módulo 50N. o corpo A tem massa 12. quer levantar um objeto usando uma alavanca rígida e leve. b) Calcule o módulo da força que a balança exerce sobre a pessoa e determine a sua direção e o seu sentido. é suspenso por dois fios de massa desprezível. a) Supondo que a forca exercida pela bengala sobre a pessoa seja vertical. A partir destas informações.6 e sen α = 0. de massa m = 80kg. estão suspensos por dois fios.5kg e) 7. Pode-se afirmar que o módulo da forca que tensiona o fio preso em B. respectivamente. b) P 2 c) P d) 2 P e) 2P a) P / 2 8) (MACK-SP) No sistema abaixo.0kg. de massa m e de peso P .0 Estática CASD Vestibulares . 4) (VUNESP) Um corpo . é possível concluir que o peso do caminhão é de: a) 20000N d) 50000N b) 25000N e) 60000N c) 30000N 2) (VUNESP) Dois corpos. esta suspenso por dois fios. P e Q. a leitura da balança é de 2 650N. em newtons: d) 4.0kg b) 8.0 e) 5. de pesos 10N e 20N. calcule o seu módulo e determine o seu sentido. Os braços da alavanca têm 1. a massa do corpo B.

porque o momento da força F aplicada é maior.0N c) R = 20. porque o momento da força 2. determine a reação no apoio e a distância do mesmo à extremidade A. 05.5m e) 3. de peso P permaneça em equilíbrio suportada pelo fio BC. um fixo (B) e outro móvel (A). O momento da força 15) (ITA-SP) Para que a haste AB. a relação ser: a) 3 7 3 5 1 3 1 2 a deve b e) 3 b) c) d) Assinale a(s) proposição(ões) VERDADEIRA(S). R = 70 N. em relação ao ponto O. é igual ao momento de força R em relação ao ponto O. F aplicada é menor. está apoiada no chão (em A) e em um suporte P. com peso de módulo 30 N e com 2m de comprimento. a) R = 14. pesa 50. 10) (FUVEST) Uma prancha rígida. O bloco D pesa 30. Sabendo que duas forcas de mesma direção e sentido. Para que a barra fique em equilíbrio. Está sobre um apoio. em relação ao ponto O. O momento da força Q em relação ao ponto O. 16) (ITA-SP) A barra AB é uniforme. a força de atrito em A deve ser: T . é S em relação ao ponto O.5m c) 2. 01. de 8m de comprimento. 03. pois o momento independe da distancia d entre o eixo de rotação e o ponto de aplicação da força. são penduradas cargas de peso 3P e P.5m b) 3. que tende a girar em torno do ponto O. a) P / 4 b) P / 2 c) P 2 / 2 d) P 2 / 4 e) de outro valor. F aplicada é maior. F c) a porta abre-se mais facilmente na situação da figura d) a porta abre-se mais facilmente na situação da figura e) não há diferença entre aplicarmos a força mais perto ou mais longe da dobradiça.3m 14) (AMAN-RJ) A barra rígida da figura tem um peso P .m. que pesa metade do peso da prancha. A barra não está em equilíbrio de rotação. Considere o comprimento da barra igual a 0.7m d) 4. 12) Uma barra de peso desprezível está apoiada no ponto C e encontra-se em equilíbrio. em suas extremidades. 04. O momento da força igual a zero. homogênea. Qual deverá ser a distancia mínima entre A e B para que a plataforma não vire? a) 3. como na figura. e a uma distância desse ponto aproximadamente igual a: a) 1.0m b) 1. O momento do peso da barra. é igual ao momento da força R em relação ao ponto O.0N d) R = 10. A distância entre os pontos de apoio da barra é AC = 7. apoiada sobre dois suportes.0m . 02. quando os pés dessa pessoa estiverem à direita de P. Uma pessoa. encontra-se uma pessoa de 70kg na sua ponta livre.48m 14) A 15) A 16) D 5 CASD Vestibulares Estática .b) a porta abre-se mais facilmente na situação da figura 1.0m c) 2.0m de A. estão aplicadas respectivamente às extremidades A e B da barra. tem módulo igual a 20 N.0N GABARITO 1) E 5) D 10) C 13) A 2) D 3) a) para cima – 30N 4) D b) para cima – 650N 6) a) 240kg 7) D 8) A 9) D b) 3200N 11) 01 e 06 12) Rc = 42 / Ac = 0.0 m e) 5.0N e dista 8.0m 11) (UFSC-modificada) A figura abaixo mostra as forças de módulos Q = 10 N.84m.0N e) R = 8. 06 O momento resultante em relação ao ponto O é nulo. começa a caminhar lentamente sobre ela.0N e tem 10. a partir de A. e. porque o momento da força 2.0m d) 2. S = 20 N e T = 40 N que atuam sobre uma barra homogênea.0N b) R = 7. de intensidades 18N e 24N. Calcule a reação na extremidade A. 13) (FEI-SP) Em uma plataforma homogênea de 6m de comprimento e 230kg de massa. Pode-se afirmar que a prancha desencostará do chão (em A).0m de comprimento.

Para pequenas amplitudes ( θ ≤ 5 º ). porém com a mesma trajetória para ambos sentidos. O movimento harmônico é sempre periódico. usando o Princípio da Equivalência. pois as funções senoidais ou cossenoidais são periódicas. Supondo que a mola seja perfeitamente elástica. suspenso por um fio de comprimento l. como mostra a figura. Veja figura abaixo: Afastamos então o bloco da posição de equilíbrio. preso a uma mola de constante elástica k. se desconsiderarmos atritos e perdas de energia. Oscilador Harmônico Considere um bloco de massa m em repouso num plano horizontal sem atrito. Unidade: hertz (Hz) 1Hz = 1/s. Posição x = A (máxima elongação) Posição x = . O ângulo θ é chamado de amplitude do pêndulo e é medido quando temos o alongamento máximo do fio com relação à vertical.A (máxima compressão) O movimento pendular é periódico. Movimento Harmônico: É um tipo de movimento cujas funções horárias . em torno de um ponto de equilíbrio. podemos concluir que o bloco executará um movimento oscilatório e periódico de amplitude A. entretanto a aceleração da gravidade deve ser substituída pela resultante vetorial das acelerações para a massa m do pêndulo. isto é um MHS. Movimento Periódico: É aquele no qual a posição. PÊNDULO SIMPLES O pêndulo simples é um dispositivo constituído de um peso de massa (m). v(t) e a(t) – são funções senoidais ou cossenoidais. pode-se 6 MHS CASD Vestibulares .4. Deslocando um pouco o pêndulo da sua posição de equilíbrio (posição vertical. Período (T): É o intervalo de tempo que é necessário para que o móvel complete um ciclo. Temos a seguinte relação entre período e freqüência: demonstrar que o período T de oscilação do pêndulo é dado por: T = 2π l g onde g é a aceleração da gravidade e l o comprimento do fio. Unidade: segundos s Freqüência (f): É o número de ciclos que são completos por unidade de tempo. Movimento Oscilatório: É aquele no qual há alternância de sentido. Vemos assim. a velocidade e a aceleração do móvel repetem-se em iguais inter-valos de tempo. deslocando-o para a direita até a posição x = A. não dependendo da massa m e nem da amplitude θ . Ex: movimento de um pêndulo. T = 1 f l T = 2π g´ onde g´ é a resultante das acelerações a que está sub-metida a massa do pêndulo. que o período do pêndulo só depende do comprimento l do fio e de g. na mesma direção de g ) ele começa a oscilar em torno deste ponto de equilíbrio indefinidamente.x(t). Veremos isso na seção 6. e o abandonamos aí. desprezando a influência do ar e atritos.Física Frente II M HS Introdução Todo Movimento harmônico Simples (MHS) é um movimento periódico e oscilatório. Em referenciais não-inerciais (referenciais acelerados) temos que o período de um pêndulo simples é dado pela mesma fórmula.

T = 2π m k Ec = 2 k . x 2 m . com a energia total sendo devida à energia cinética e à energia potencial gravitacional da massa. e é nula em x = 0. A2 m .Nesse movimento. temos: O oscilador harmônico é um sistema que conserva sua energia. será a força elástica da mola. Etotal = E pg + Ec Funções Horárias Como sabemos um MHS executa um movimento regido por funções senoidais ou cossenoidais. quando a velo-cidade é máxima. concluímos que a aceleração a de um oscilador harmônico é diretamente proporcional ao deslocamento x. A energia total desse oscilador é devida à velocidade da massa (Energia Cinética) e a deformação da mola (Energia Potencial Elástica). Aplicando a 2ª Lei de Newton para o sistema massamola. as energias cinética e potencial do sistema valem: temos: ma = −kx a=− kx m Ec = 0 . que será demonstrado na seção 6. as energias cinética. isto é está sempre em sentido oposto ao deslocamento x.v máx = 2 2 Para uma posição qualquer temos: Análise dos pontos principais de um Período (T) do Oscilador Harmônico E total k . se desprezarmos todas deformação da mola e a força resultante sobre o bloco as forças dissipativas. a energia mecânica se mantém constante ao longo do tempo. Assim E total = E pel + E c k . A2 = 2 R = Fel ou comparando as componentes escalares Na posição de elongação máxima (x = A). Em x = 0.x Lei de Hooke O sinal negativo indica que a força é restauradora. portanto. O período de oscilação de um oscilador harmônico.A). pois v = 0 e E pel Assim.v 2 = + 2 2 Podemos plotar em um gráfico só. A2 = 2 Como o sistema é conservativo. Esse CASD Vestibulares MHS 7 . a elongação será a própria MHS se repete a cada período. a energia potencial é nula e.4. confundida Vemos assim. potencial elástica e total: Para um pêndulo simples poderíamos fazer um gráfico semelhante. que a aceleração é máxima nos extremos (x = A e x = . pode ser dado por: Assim a energia total vale: E total k . onde a velocidade é nula. dada por: Análise Energética do Oscilador Harmônico F = −k . Existe uma relação entre o MHS e o movimento circular uniforme (MCU seguinte forma: “Enquanto uma partícula executa um MCU no sentido anti-horário de uma circunferência de raio R. pois não há atrito e outras perdas.

t + ϕ 0 ) O gráfico de v(t) é uma senóide. Veja figura abaixo: Da triângulo −a cos ϕ = ac projeção ortogonal P’. v c = ω . Para temos: ϕ0 = 0 Em um instante t temos que a Partícula P executa um MCU. portanto uma função horária de um MHS.com o ciclo trigonométrico. O gráfico de x(t) é uma cossenóide. Para . temos que a função horária da velocidade v(t) é dada por: Do triângulo cos ϕ = x R ϕ v ( t ) = −ω . onde a única aceleração é a aceleração centrípeta ac e a sua e sua projeção ortogonal P’.t . Isto ocorre porque a projeção do MCU na componente x (eixo dos cossenos no ciclo trigonométrico) é uma função cossenoidal (que é harmônica e periódica) e. Do estudo do MCU. temos que a função horária da posição ou da elongação x(t) é dada por: x ( t ) = A. cos( ω . A. estará em MHS com ∆OPP' da figura temos: a está com sinal negativo pois na figura a velocidade v(t) está diminuindo. no eixo x. a sua projeção perpendicular no eixo dos cossenos executa um MHS simultâneo”. ϕ0 = 0 temos: sabemos que: ϕ = ϕ 0 + ω .sen( ω .t Desse modo. onde ϕ0 é o ângulo ou fase inicial do MCU-MHS Desse modo. onde R = A O ângulo depende do tempo. no eixo x. Função Horária da Posição: x(t) A partícula P executa um MCU e sua projeção ortogonal P’. Veja figura abaixo: Função Horária da Velocidade: v(t) Em um instante t temos que a Partícula P executa um MCU com velocidade constante v c e a sua e sua velocidade v(t).R 8 MHS onde R = A e CASD Vestibulares . no eixo x. sabemos que: ac = ω 2 . estará em MHS.R ∆OPP' da figura temos: amplitude do MHS Do estudo do MCU. Do estudo do MCU. pois o movimento na figura é retrógrado.t + ϕ 0 ) Unidade: ω é medido em rad/s e ϕ Função Horária da Aceleração: a(t) em radianos. Em um instante t temos a seguinte configuração dos movimentos: Do triângulo sombreado da figura temos: sen ϕ = −v vc v está com sinal negativo. estará em MHS com aceleração a(t). sabemos que: onde R = A e ϕ = ϕ 0 + ω .

como resistores e capacitores. m k como na seção 6.ϕ = ϕ 0 + ω .t + ϕ 0 ) e 9 CASD Vestibulares MHS . onde provamos que a aceleração de um oscilador harmônico é dada por: a=− kx m Figuras de Lissajous Sobrepondo dois MHS´s cujas equações horárias são dadas no plano x-y podemos ter as mais diversas figuras. A fase inicial ϕ 0 deve ser determinada através da posição inicial trigonométrico. é composta de dois MHS’s cujas equações são: x( t ) = Acos( ω .t Desse modo.2. temos a seguinte igualdade k = m. keq é dada por: Comparando as equações x(t) e a(t).ω temos T = 2π . keq é dada por: a( t ) = −ω 2 .g / l . a circunferência.t + ϕ 0 ) O gráfico de a(t) é uma cossenóide.ω 2 velocidade angular ω é dado por: T = que o período de um MHS é dado por: Como o período de um movimento osci-latório de 2π . que são chamadas de Figuras de Lissajous. o que resulta na fórmula de período dada na seção 6. Os dois tipos básicos de associação são em paralelo e série. com constante k = m. Molas em Paralelo: mesma deformação A primeira figura. temos que a função horária da aceleração a(t) é dada por: Neste caso a constantee elástica equivalente. Para temos: keq = k1 + k 2 ϕ0 = 0 Molas em Série: mesma força elástica Neste caso a constante elástica equivalente. x0 do movimento no ciclo Associação de Molas Molas também podem ser associadas.3. Exemplos: Deste modo. A cos( ω . os quais combinados podem resultar nas mais diversas associações de molas. temos claramente que: 1 1 1 = + k k k a( t ) = −ω 2 .3 Obs: Um pêndulo simples também exe-cuta um MHS. x ( t ) Esse resultado concorda com o que vimos na seção 6.

freqüência 5 Hz e elongação inicial 0. Um pêndulo de g massa 200g gasta 1. b) a velocidade angular é 5 π /2 rad/s. Os gráficos de suas posições x em função do tempo estão indicados na figura: 2π m / k . que é a equação de voltada para cima. Este sistema é posto a oscilar sobre uma superfície plana sem atrito. 02) As duas molas do sistema b são equivalentes a uma única mola de constante elástica 2k. será: CASD Vestibulares 01) O movimento executado é harmônico simples e o maior valor de x é chamado de amplitude. 4 – FEI .Dois corpos A e B descrevem movimentos periódicos. 32) O período do movimento no caso c é maior que o da situação a. 16) O período do movimento no caso c é maior que o da situação b. ligadas a um bloco de massa m. a velocidade é máxima e no ponto de equilíbrio (x = 0). 02) A mola aplica à massa uma força de intensidade dada por kx. maior será o intervalo de tempo para uma oscilação. quanto maior a amplitude do movimento. O tempo que este pêndulo gastará. o que indica que. Supondo que não há atrito. e) a fase inicial é 3 π radianos. d) o período do movimento é 0. 6 – UFMG .Considere os sistemas representados nas figuras. apesar de as energias cinética e potencial elástica variarem.Um sistema massa-mola consiste de uma partícula de massa m presa a uma mola de constante elástica k. Considerando que o deslocamento x seja medido em relação à posição de equilíbrio é correto afirmar: 01) As duas molas do sistema a são equivalentes a uma única mola de constante elástica k/2.50 s.1 cos ( 2π t + π ) e) x = 2 cos  2π t +  2 4π   c) x = cos 10π t +  3   b) x = 0. É correto afirmar que: a) a amplitude do movimento é 10m. executando um movimento de vai-e-vem em torno de uma posição de equilíbrio.Um MHS (movimento harmônico simples) é descrito pela função horária x = 5 cos( π t/2 + 3 π /2). segue-se que a equação horária do movimento pode ser: a) x = cos 10π t +   π  3 d) x = 0. conforme figura abaixo.25 Hz.Em uma região onde a aceleração da gravidade é g.5 s para se deslocar de um extremo ao outro de sua trajetória. com x em metros e t em segundos. para ir de um extremo ao outro de sua trajetória. 32) O período de oscilação do sistema é dado por Exercícios Nível 1 1 – UNIMES . Sendo x a elongação em metros e t o tempo em segundos. 08) No ponto de maior valor de x. 04) As três molas do sistema c são equivalentes a uma única mola de constante elástica 3k/2. sempre orientada para a posição de equilíbrio. formados por molas idênticas de constantes elásticas k. analise as proposições e some as corretas: Podemos afirmar que o movimento de A tem: a) menor freqüência e mesma amplitude b) maior freqüência e mesma amplitude c) mesma freqüência e maior amplitude d) menor freqüência e menor amplitude e) maior freqüência e maior amplitude 3 – UFGO .5 cos  5π t +   π   π  3 5 – UNIOESTE . a energia potencial elástica é mínima. 10 MHS . 08) A freqüência do movimento da massa apresentada no caso a é a quarta parte da do caso b. o período T de um pêndulo simples de comprimento L é dado por: T = 2π l . c) a freqüência do movimento é 0.t + ϕ 0 ) que satisfazem x uma circunferência 2 + y2 = 16) O gráfico da energia potencial elástica em função da posição é um arco de parábola com concavidade A2 . a energia mecânica total se conserva.y( t ) = Asen( ω .Mantendo-se inalteradas as demais condições aumentasse a massa do pêndulo para 400 g. 04) Neste sistema.Um movimento harmônico simples tem amplitude 1m.5 m. 2 – FUVEST .

a) 0. Ela registra sobre uma fita de papel que se move com velocidade CASD Vestibulares L1 é um número inteiro. conforme ilustração abaixo. projeção de P sobre o eixo x? b) Para que valor (ou valores) de x a velocidade de Q tem intensidade máxima? 4 – ITA . As interações entre os dois tubos dão origem a uma força -9 restauradora representada no gráfico. b) O tubo oscilante é constituído de 90 átomos de carbono. com velocidade angular constante ω. Constata-se que a cada quatro ciclos do primeiro a situação inicial é restabelecida identicamente. Qual é a velocidade máxima desse tubo. a) Qual a equação horária do movimento do ponto Q. por meio do gráfico. L2 d) e) m1L1 = 2m2L2 5 – ITA . conforme a ilustração. sem massa e de constantes de elasticidade k1 e k2. representa o seu 3 – FUVEST . Na posição de equilíbrio. da direita para a esquerda.5kg preso a uma mola helicoidal de constante elástica k = 450 N/m. em hertz. L2 L1 é um número inteiro.75 s c) 1. respectiva-mente de massas m1 e m2 e comprimentos L1 e L2 são simultaneamente abandonados para pôr-se em oscilação. No ano passado. cujas paredes são malhas de átomos de carbono. Nessas condições. No instante t0 = 0 o ponto se encontra na posição A indicada na figura. No instante em que o corpo se encontra na posição A. sendo k1 < k2.Dois pêndulos simples. e)que depende da representa a curva do movimento da 0 corresponda à x = 0 e y = 0. pode-se afirmar necessariamente: a) O pêndulo 2 deve oscilar mais rapidamente que o pêndulo 1. 1 nN = 10 N.5 s d) 3 s de 10 cm/s.Um ponto P percorre uma circunferência de raio R. acham-se dependuradas no teto de uma sala.Os átomos de carbono têm a propriedade de se ligarem formando materiais muito distintos entre si. 11 MHS . Há alguns anos foi descoberto um novo arranjo para esses átomos: os nanotubos. Em suas extremidades livres penduram-se massas idênticas.Duas molas ideais. b) Qual a freqüência. sabendo-se que um átomo de carbono equivale a uma -26 massa de 2x10 kg. 2 . Nível 2 1 – Unicamp . como o diamante. a velocidade do corpo tem módulo: a) Determine a função y = f(x) que mostrada no gráfico. o grafite e os diversos polímeros. o gráfico representado na figura. c) 8 6 a) Encontre.25 s b) 0.FUVEST – Uma caneta move-se ao longo do eixo y com um movimento harmônico simples.MACKENZIE – Um oscilador harmônico é constituído de um corpo de massa igual a 0. foi possível montar um sistema no qual um “nanotubo de carbono” fechado nas pontas oscila no interior de um outro nanotubo de diâmetro maior e aberto nas extremidades. a)nulo b)1 m/s c)2 m/s d)3 m/s aceleração da gravidade local. o conjunto é abandonado e passa a oscilar livremente. situada 10cm abaixo da posição de equilíbrio. 7. a constante de mola desse oscilador. b) O pêndulo 2 deve oscilar mais lentamente que o pêndulo 1. O diâmetro desses tubos é de apenas alguns -9 nanômetros (1nm = 10 m). caneta? c) Supondo que o instante t = passagem da caneta pelo ponto determine a função y = f(t) que movimento.

 f02  d) Uma elipse percorrida no sentido horário.15s 7–ITA . Considerando R o raio da Terra.60L1 d) L2 = 0. Primeiro o a) αR αLR αR 2 astronauta mede a freqüência f0 de oscilação de um R 2h + R 2R + h sistema elástico de massa m0 conhecida. c) m = m0  2 − 1 f  e) Um segmento de reta. L o 4 3 4 3 c) 1. P1 e P2. b) 1.0 m/s . quando os sistemas oscilam verticalmente. de oscilação é 14 – ITA . A trajetória descrita 11 – ITA .77L1 -5 -1 c) L2 = 0.029s c) 0. f.66L1 b) L2 = 2.cos(ωt) e y = B.60 s. de uma reta. A trajetória da partícula é: 2 f 2 2 a) Uma circunferência percorrida no sentido anti-horário.Um relógio de pêndulo.0 cm de altura desse c) atrasa 13s por dia. e) uma reta pela origem de coeficiente angular igual a atinge o ponto − 2L no instante t2. nesse deslocamento é: b) 0. O tempo gasto 2 A/B.70 x 10 kg/m comprimento do pêndulo a 0°C e que o relógio e) Outro valor. a) m = m0 0 b)m= m0 f0 − f 2 b) Uma circunferência percorrida no sentido horário.21s Determine L2 em função de L1 para que a situação indicada se repita a cada 5 oscilações completas de P1 12 – ITA . a d) e) 2 massa desconhecida é adicionada a este sistema e αR α R+h uma nova medida da freqüência. Como podemos determinar a massa coordenadas são dadas pelas seguintes equações: X (t) desconhecida a partir dos dois valores de medida da = X0 cos(wt) e Y(t) = Y0 sen (w t + π/6). Considere d) A1 < A2 e E1 < E2 ângulos pequenos tanto antes quanto depois de atingir e) A1 < A2 e E1 > E2 o pino. podemos dizer que:  f 02  d) m = m0  2 − 2  f     f02  e) m = m0  2 + 1 f    ( ) ( ) ( ( ) ) ( )   12 MHS CASD Vestibulares . e c) uma elipse com centro na origem.Dois pêndulos simples. No instante t1 a partícula está no ponto b) uma elipse com foco na origem. material fez-se um cilindro de 10. 8 – ITA . certo atraso. foi era de 0.Uma partícula descreve um movimento cujas tomada.29s comprimentos L1 e L2.5 s b) 2. Indicando por A1 e A2 as amplitudes dos movimentos e por E1 e E2 as energias mecânicas dos sistemas (1) e (2) respectivamente. Observa-se que. estão indicados na figura. como mostrado na figura. d) atrasa 26s por dia. Qual é o valor da massa específica do calibrado a uma temperatura de 0°C para marcar um material? Sabe-se que a massa específica do mercúrio segundo exato ao pé de uma torre de altura h.Um pêndulo simples oscila com um período de 2.0 s d) 4. 4 3 é de 1.0 s. de a) 0.10 – ITA .021s e) 0.36 x 10 kg/m e que a aceleração da gravidade Elevando-se o relógio até o alto da torre observa-se um 2 local é de 10. Se cravarmos um pino a uma distância 3L/4 a) A1 > A2 e E1 = E2 do ponto de suspensão e na vertical que passa por b) A1 < A2 e E1 = E2 aquele ponto. movimento plano tal que x = A. d) 0. B e ω constantes e A ≠ B. com A.7 s c) 3. 2 d) uma circunferência. X0 e freqüência? Y0 são constantes positivas. a) 1. mesmo mantendo-se a temperatura 4 3 a) Faltam dados para calcular. material flutuar dentro do mercúrio mantendo o seu e) atrasa 52s por dia eixo perpendicular à superfície do líquido. permaneça ao pé da torre.0 s 6 – ITA . Após.Um relógio de pêndulo simples é montado no pátio de um laboratório em Novosibirsk na Sibéria.y) descreve um e) O período não se altera.Um ponto de coordenadas (x. então a temperatura para a qual obtém-se o mesmo atraso é dada pela relação: 9 – ITA .Uma partícula em pelo ponto é: movimento harmônico simples a) uma reta pela origem de coeficiente angular igual a oscila com freqüência de 10Hz entre os pontos L e –L B/A.Para se determinar a com a temperatura a -40°C. e 3 oscilações completas de P2: utilizando um fio de suspensão de coeficiente de a) L2 = 1.sen(ωt). verificou-se que o seu período material de coeficiente de dilatação linear α. qual será o c) A1 > A2 e E1 > E2 novo período do pêndulo? Desprezar atritos.72 x 10 kg/m d) 7. O pêndulo é calibrado para e) L2 = 15L1 marcar a hora certa em um bonito dia de verão de 20°C. 3L caminhando em direção a valores inferiores. b) adianta 26s por dia. o relógio: massa específica de um a) adianta 52s por dia. as massas atingem a mesma velocidade máxima.36L1 dilatação 1 x 10 °C . Em um dos menos agradáveis dias do inverno. f c) Uma elipse percorrida no sentido anti-horário. Posto a 13 – ITA . em que w. construído de um oscilar verticalmente.24 x 10 kg/m constante.Uma forma de medir a massa m de um objeto 2 2h h 2R + h R + h − LR em uma estação espacial com gravidade zero é usar b) c) um instrumento como mostrado na figura.

comprimindo 2. O período de oscilação de cada massa é: a) 0. cuja massa é m.A resistência do ar pode ser considerada desprezível. são ligados por uma mola de rigidez k. Calcule o período de oscilação deste pêndulo durante a decolagem do avião. etc. O elástico tem um comprimento de repouso L e uma força constante elástica k.d atrito. b) Qual a velocidade máxima atingida pelo espor-tista durante a primeira queda. partindo do repouso.a) k = 0.m2 2k ( m1 + m2 ) Nível 3 T = 2π T = 2π = l g + a + 2a. Os fios são queimados. sem que. CASD Vestibulares MHS kL + mg + 2mgkL + m 2 g 2 k mg 2 k c) b) v máx = 2gL + t=  2L m 2kL  tan −1  − +    g k mg   13 .O esportista é preso a uma das extremidades da corda. no entanto chegue a tocá-lo. sendo que seu tamanho pode ser desprezado quando comparado com as dimensões do sistema. numa direção que forma θ graus com a horizontal.7 .senθ 2 2 3– a) y 2 – Um pêndulo de comprimento l está fixado ao teto de um avião. . Determine a relação entre as velocidades Nível 2 máximas que ocorrem em cada caso.70s b) 0. .Um esportista pratica um esporte conhecido como bungee jumping.A corda segue à lei de Hooke. Responda às seguintes perguntas: a) Qual o valor da máxima distância y (a partir da ponte) que o esportista atinge na primeira queda após o salto. Uma vez liberado.05s d) 0. Determinar os períodos de oscilações dos blocos.x/2) b) f = 2.0cm da mola. guincho. lisa e horizontal.) pendurado na extremidade de uma corda elástica.Um sistema é composto por duas massas idênticas ligadas por uma mola de constante k.50s e) indeterminado. Use g como o valor da aceleração da gravidade local. Consideremos que o esportista. segundo as disposições mostradas na figura (a) e (b).15 – ITA . sabendo que na decolagem o avião tem uma aceleração constante.0cm/s numa determinada direção. que corres-ponde basicamente a saltar de um local (ponte. Assumindo que: . Gabarito 16 . A mola está comprimida com a ajuda de dois fios. salta de uma ponte sobre um rio. pois a constante da mola não é conhecida.g.Dois blocos. . As molas têm constante elástica k e peso Nível 1 desprezível. O bloco pode deslocar-se livremente sem 1 – c 2 – b 3 – 23 4 – a 5 – 19 6 – c.5 hz c) f(t) = 2 sem (5π.A queda é vertical.IME – Um bloco de peso W é ligado a duas molas iguais. c) Qual é o tempo de queda do esportista até atingir a distância y (determinada no item (a)).t) 3 . de massa m1 e m2.35s c) 1. como mostra a figura abaixo. Uma das massas é então aproximada da outra.A massa da corda é desprezível. 1 .a) π  x = R cos  ω t +  4  b) x = 0 4 – c 5 – c 6 – c 7 – b 8 – b 9 – c 10 – a 11 – b 12 – b 13 – b 14 – c 15 – b (a) (b) 16 – Nível 3 1 . o sistema inicia um movimento com o seu centro de massa deslocando com velocidade de 18. e repousa sobre uma superfície plana. 1- vb =2 va m1 .05 N/m b) v = 5000 m/s 2 – a) f(x) = 2 sen(π. 3 – IPHO . .

Raio de Luz: Reta orientada associada à direção e ao sentido de propagação da Luz. A Lua. Feixe de Luz: Conjunto de raios de Luz provenientes do mesmo ponto. transpa-rente e homogêneo. a reta normal no ponto de incidência (IN) e o raio de luz refletida (R2) pertencem ao mesmo plano. Princípio da Independência dos Raios de Luz “Quando dois raios se cruzam num ponto. Seja R1 um raio de luz incidente. a especular e a difusa: Reflexão Especular: Ocorre quando o feixe incidente encontra uma superfície lisa. Opaco (não permite a propagação da luz através de si). ou seja. delimitando dois meios 1 e 2.” Princípio da Reversibilidade dos Raios de Luz 14 O ângulo i que o raio incidente forma com a normal é chamado de ângulo de incidência O ângulo r que o raio refletido forma com a normal denomina-se ângulo de reflexão. provindo do meio 1. 1 Lei da Reflexão: O raio de luz incidente (R1). Transparente (que permite uma visão nítida dos objetos). Exemplos: ar (transparente). Ex: reflexão no mar ondulado. 2 Lei da Reflexão: O ângulo de reflexão r é igual ao ângulo de incidência i.” Leis da Reflexão Consideremos uma fronteira (plana ou curva). que veremos mais adiante.” Este fato serve de base para as leis da reflexão e refração. depois do cruzamento. Admita-mos que a luz. R2 o correspondente raio de luz refletido e IN uma reta normal à fronteira no ponto I. os seguintes princípios fundamentam a base teórica da Óptica Geométrica: Princípio da Propagação Retilínea da Luz “Nos meios transparentes e homogêneos a luz propaga-se em linha reta”. O Sol. Ex: reflexão nos espelhos. Meios de Propagação: Existem três tipos de meios de propagação da luz. Podemos ter dois tipos de reflexão. as mesmas propriedades que teriam se não tivesse havido o cruzamento. “A trajetória dos raios de luz é reversível. atinja a fronteira. polida. de tal forma que o feixe refletido é bem-definido. continuam a ter. Feixe Divergente Feixe Convergente Feixe Paralelo (P no infinito) Fonte de Luz: É qualquer objeto que produ-za luz (fontes primárias) ou esteja refletindo luz (fontes secundárias).Física Frente III CAPÍTULO 6 – REFLEXÃO DA LUZ Aulas 19 à 22 Princípios da Ótica Geométrica A ótica geométrica é a parte da física que se preocupa em descrever os fenôme-nos luminosos de forma geométrica. I o ponto de incidência da luz. Reflexão CASD Vestibulares . a luz acaba sendo espalhada para várias direções. Translúcido (não permite uma visão nítida). a luz percorre o caminho de menor tempo. lâmpadas e fogo são fontes primárias. Princípio de Fermat “Para se deslocar entre dois pontos distintos. a a Reflexão Difusa: Ocorre em superfícies rugosas (cheias de irregularidades). Além das Leis da Refração e Reflexão. Aqui a forma do pincel de luz é destruída depois da reflexão. sem considerar o caráter ondulatório da luz. vidro (translúcido) e parede (opaco). o Christian e o quadro-negro são fontes secundárias.

Qual é a altura da vareta N? Note que para conjugar a imagem são necessários apenas 2 raios. Ao se deslocar o espelho após ser refletida pelo espelho plano. através de um meio. Campo visual Campo Visual é a região do espaço que determinado observador pode enxergar por reflexão. A figura abaixo mostra alguns raios luminosos incidentes no espelho. quando se propaga plano do espelho e eqüidistantes deste. Em um meio material. a velocidade da luz é menor do que no vácuo. Posição da Imagem Em um espelho plano. Entretanto. separados pelo Sabemos hoje que a luz. onde a velocidade de propagação 8 é máxima. sua imagem girará de um ângulo igual a 2α. No vácuo. a luz. de um ângulo α. temos v = 3x10 m/s. Dada a posição do observador O. Duas varetas M e N estão fixadas verticalmente ao solo. a imagem se CASD Vestibulares Reflexão 15 . bem como os raios refletidos. Assim. diverge como se por uma distância d. por ser conjugada pelos prolonga-mentos dos raios refletidos é uma imagem virtual. a imagem é simétrica do objeto em relação ao espelho. os prolongamentos destes Um deslocamento do espelho em dire-ção ao objeto raios passam todos pelo mesmo ponto I. A altura da vareta M é 30cm. A demarcação do campo pode ser feita de forma simples. como se representa na figura abaixo. situado atrás do espelho. o faz com determinada velocidade constante. * Rotação de um Espelho Plano Se um espelho plano for girado em torno de um eixo paralelo à sua superfície. respectivamente. como será visto no capítulo de Refração. Essa imagem. Verificamos que esses raios refletidos formam um Translação de um Espelho Plano feixe divergente. sempre de acordo com as leis da reflexão. Velocidade da Luz Exercício de Sala 01. um observa-dor em frente ao espelho vê uma imagem desse objeto. A luz que sai do objeto e incide no espelho é refletida. suas sombras medem. desloca a posição da imagem. na direção do objeto.estivesse sendo emitida do ponto I. que reflete do espaço visível por reflexão é determinada ligando-se o ponto O’ às extremidades do espelho. Em uma determinada hora do dia. Objeto e Imagem estão sob a mesma perpendicular ao espelho. exatamente no ponto I. Considere um objeto O colocado em frente a um espelho plano. 20cm e 60cm. especularmente a luz é denominada espelho plano. Desse modo. A região Uma superfície lisa e plana. determina-se Espelhos Planos a posição simétrica O’ em relação ao espelho.

um espelho plano E e o olho de um observador O. poderemos obter Exercícios Resolvidos múltiplas imagens a partir de um único objeto. Exercício de Sala 01. Imagens Múltiplas Quando usamos mais de um espelho plano para formar a imagem de um objeto. O raio refletido vai atingir E2 com ângulo de incidência de? Resolução: x 5−x = ⇒ 3 x = 10 − 2 x ⇒ x = 2m 2 3 16 Reflexão CASD Vestibulares . Como os dois triângulos retângulos mostrados na figura 02. A figura abaixo mostra dois espelhos planos E1 e E2. Desse modo. Construa o trajeto de um raio de luz que permite ao observador em O ver o ponto P por reflexão no espelho E.desloca por uma distância 2d. Um raio de luz i incide sobre E1 com ângulo de incidência de 40°. Considere na figura abaixo um ponto luminoso P. formando o mesmo ângulo α com o espelho. se o espelho estiver se deslocando as imagens de quais objetos numerados? com velocidade v constante. após refletir-se no espelho plano. Resolução: Resolução: Poderíamos resolver esse problema da maneira convencional. como feito no Exercício de Sala 01. pois MN é um obstáculo que impede a luz de A incidir diretamente em B. o observador O vê objeto. também na direção do 03. temos: que formam entre si um ângulo de 60°. Olhando para o espelho plano E. Mostre na figura a trajetória do raio que parte de a e 360 N= −1 atinge B e determine o ângulo que este raio incide no α espelho. antes e depois da reflexão. O número de imagens depende do ângulo entre os espelhos e é 01. a imagem estará se Resolução: deslocando com velocida-de 2v. entretanto não acharíamos o ângulo por meios matemáticos. Na figura abaixo mostramos a trajetória do raio luminoso emitido por A e que chega em B. Na figura deste problema. são semelhantes. teríamos que medi-lo. A é uma fonte de luz e B dada por: é um ponto que deve ser iluminado por luz proveniente de A.

1 . que reflete construção de imagens. Ao vértice desse feixe refletido damos o nome Foco Principal (F) Por esse motivo. cujos raios refletidos já são previamente conhecidos. A medida do segmento FV é denominada distância focal (f) e é igual à metade do raio de curvatura do espelho. o ângulo de incidência do raio no espelho é: ⇒ Qualquer raio que incida em um espelho esférico sofrerá reflexão segundo as Leis da Reflexão. Se a luz principais. no Espelhos Esféricos entanto.O raio de luz que incide na direção do centro de dizemos que o espelho é convexo curvatura reflete-se sobre si mesmo. dizemos que o espelho é côncavo e se ocorrer na superfície externa. de forma esférica. Podemos.Assim: tan α = 2 = 1 ⇒ α = 45º 2 Raios Principais f = R 2 Portanto. β = 45º Espelho Côncavo Espelho Convexo Elementos Principais • Vértice do Espelho (V) • Centro de Curvatura (C): é o centro da esfera de onde se originou a calota • Raio de Curvatura (R): é o raio da esfera de onde se originou a calota • Eixo Principal: determinado por C e V • Foco Principal: quando em um espelho esférico incide um feixe paralelo. quando o espelho é convexo. CASD Vestibulares Reflexão 17 . dê preferência aos raios especularmente a luz. considerar alguns raios principais. na Uma superfície lisa. Assim. observa-se que o feixe refletido 2 – O raio de luz que atinge o vértice do espelho reflete-se é convergente quando o espelho é côncavo e divergente simetricamente ao eixo principal. é um espelho esférico. estiver refletindo na superfície interna. dizemos que o espelho esférico côncavo é um sistema óptico conver-gente enquanto que o espelho esférico com-vexo é um sistema óptico divergente.

Já o espelho convexo conjuga sempre o mesmo tipo de imagem. Dependendo da posição do objeto.O raio de luz incidente paralelo ao eixo principal reflete-se na direção do foco principal. Para tanto são necessários dois raios principais.3 . para cada ponto. Veja: 1) Objeto entre o Foco e o Vértice Imagem: Virtual.O raio de luz que incide na direção do foco principal reflete-se paralelamente ao eixo principal Imagem: Imprópria 3) Objeto entre o Foco e o Centro de Curvatura Imagem: Real. Maior. Invertida 4) Objeto sobre o Centro de Curvatura Construção de Imagens Para construirmos imagens de objetos extensos devemos construir a imagem de cada um de seus pontos. 18 Reflexão CASD Vestibulares . Maior e Direita 2) Objeto sobre o Foco 4 . o espelho côncavo conjuga diferentes imagens.

A imagem de um objeto forma-se a 40cm de um espelho côncavo com distância focal de 30cm. a imagem. pela equação. Trace raios a partir do objeto e localize sua imagem. O raio de curvatura do espelho é R = 40cm. invertida e tem 3. Mesmo Tamanho. se A é positivo. foco positivo: f > 0 foco negativo: f < 0 abscissa positiva Reflexão 19 . Exercícios de Sala 01.Imagem: Real. a) Determine a posição do objeto. b) Construa o esquema referente à questão. as equações só são válidas se as condições de nitidez de Gauss forem satisfeitas (espelhos com pequeno ângulo de abertura e grande raio de curvatura). a imagem é maior do que o objeto. Na figura deste exercício.0cm de altura. invertida. Invertida Consideramos imagem real como aquela formada pelo cruzamento dos raios refletidos e imagem virtual pelo cruzamento dos prolongamentos dos raios refletidos. Além disso. Espelho Convexo: qualquer posição do objeto A expressão aumento deve ser entendi-da como ampliação ou como redução. Direita Equação dos Espelhos Esféricos Estudaremos agora um conjunto de equações que nos permitirão obter a posição e o tamanho da imagem de um objeto gerada por um espelho esférico. A é negativo. o objeto e o eixo principal. se. 03. representando o objeto. Normalmente elas são. encontra-se a 20cm de um espelho convexo. Menor. pelo contrário. sobre seu eixo principal. Simbologia e Convenção de Sinais do : abscissa do objeto = distância do objeto ao Vértice di : abscissa da imagem = distância da imagem ao Vértice f : abscissa do foco = distância focal o : ordenada do objeto = altura do objeto i : ordenada da imagem = altura da imagem Importante: Espelho Côncavo Espelho Convexo Elementos Reais CASD Vestibulares 02. Além disso. o aumento linear trans-versal e faça um desenho da situação. sempre. Utilizando raios principais. Se A > 1. Para que essas equações possam nos levar a resultados coerentes. temos uma imagem invertida em relação ao objeto. Imagem invertida é aquela que parece estar de “cabeça para baixo”. Resolução: Imagem: Virtual. o espelho e os raios utilizados. reconsti-tua o espelho em questão e determine geometricamente seu foco. que uma imagem virtual é sempre direita e uma imagem real. Um objeto luminoso. devemos estabelecer antes algumas convenções. Menor. vértice e centro de curvatura. Imagem direita é aquela que não está invertida. i e o têm o mesmo sinal e a imagem é direita em relação ao objeto. Uma fonte luminosa pontual se encontra sobre o eixo principal e dista 60 cm do vértice de um espelho côncavo de distância focal igual a 20 cm. Observamos também. é real. Determine as carac-terísticas da imagem. a imagem é menor do que o objeto. Invertida 5) Objeto além do Centro de Curvatura Elementos Virtuais abscissa negativa Equação dos Pontos Conjugados 1 1 1 = + f d i do Equação do Aumento Linear Transversal A= i −d i = o do Imagem: Real. A imagem formada situa-se sobre o eixo principal do espelho. temos apenas desenhados a imagem. de 10cm de altura. em relação ao objeto. se A < 1. Exercícios Resolvidos 01. c) Determine a altura do objeto.

se esta cair não venha a atingi-los. A partir dessa informação. Determine: a) a posição da imagem do objeto em função do tempo b) o tamanho da imagem do objeto em função do tempo c) a partir de que instante tv a imagem do objeto tornase virtual Resolução a) Como a distância inicial do objeto ao espe-lho é d e a velocidade v é constante e em direção ao espelho.5 m de altura. sem nuvens. obtemos o tamanho da imagem em cada instante de tempo: A= i −d i o. c) somente as estrelas. b) somente a Lua. Assim. obtemos: ⇒ di ( t ) = f ( d − vt ) d − vt − f b) A partir da equação do aumento linear transversal. hf d − vt − f c) A imagem se tornará virtual imediatamente após o objeto passar pelo foco. sua luz deixasse de ser emitida. um eventual sobrevivente. sobre o eixo principal do espelho. irá obrigatoriamente refletir sobre a imagem e portanto estará determinado. d) uma completa escuridão. 1 1 1 = + f d i do Resolução Como o objeto é pontual e está sobre o eixo principal. e) somente os planetas do sistema solar. temos que resolver esse exercício de outra maneira. Por segurança. Vinte e quatro horas após esse evento. todos os raios principais se tornam o mesmo (que incide e reflete sobre o eixo principal). veria: a) a Lua e estrelas. Aproveitando o dia ensolarado. (FEEQ-CE) Um grupo de escoteiros deseja construir um acampamento em torno de uma árvore. qualquer raio que parta do objeto e incida no espelho. (FEI) Um dos métodos para medir o diâmetro do Sol consiste em determinar o diâmetro de sua imagem nítida. produzida sobre um anteparo. Portanto. CASD Vestibulares 02. um objeto de altura h encontra-se a uma distância d do vértice de um espelho côncavo de distância focal f (d > f). (FUVEST) Admita que o Sol subitamente “morresse”.d i ( t ) = ⇒ i( t ) = − o do do ( t ) Usando a equação (I) e o resultado do item a) e substituindo acima. 02. olhando para o céu. obtemos: 1 1 1 1 1 1 = + ⇒ = + f d i do 20 d i 60 ⇒ i( t ) = − ⇒ d i = 30 cm Agora podemos traçar alguns raios e obter a imagem graficamente. O objeto desloca-se em direção ao espelho com uma velocidade constante v. da equação (I). eles devem colocar as barracas a uma distância tal da árvore que. ou seja. No instante t = 0. temos que a posição do objeto para qualquer instante (antes do objeto atingir o espelho) é dada por 20 Reflexão .0m e 1. os comprimentos das sombras da árvore e de um deles. os valores encontrados foram 6. por um orifício pequeno feito em um cartão paralelo a este anteparo. temos que: d o ( tV ) = f ⇒ d − vtV = f Portanto: ⇒ tV = d −f v Exercícios Nível 1 01. Iremos usar como artifício a equação dos pontos conjugados e obter a posição da imagem.d o ( t ) = d − vt (I) Substituindo o resultado (I) na equação dos pontos conjugados. A distância mínima de cada barraca à árvore deve ser de: a) 6m b) 5m c) 4m d) 3m e) 2m 03. ao mesmo tempo.8m respectivamente. eles mediram. que tem 1.

e cinco observadores em posições distintas.0 m. (UECE) No esquema abaixo. c) um fio aquecido ao rubro.0 m/s 12. vertical. O. cuja planta é um triangulo eqüilátero de lado igual a 6.10 m 8 c) 2. B. 06.50m b) 1m c) 1. e de costas para uma árvore P. (Vunesp-SP) Um observador O encontra-se no vértice P de uma sala. D e E. (Cesgranrio-RJ) Sentado na cadeira da barbearia. com velocidade escalar de 2. uma pessoa se afasta perpendicular-mente dela.0 m/s c) 4.8m d) 1. Num dos cantos da sala existe um espelho vertical de 3.0 m de largura ligando os pontos médios das paredes PQ e QR.1m 07. Um raio de luz incide em E1 e. o diâmetro do Sol medido por este método? a) 30 0 b) 40 0 c) 50 0 d) 60 0 e) 70 0 08. (ITA) Dos objetos citados a seguir.0 mm II – distância do orifício até a imagem = 1. C.0 m 11 III – distância do Sol à Terra = 1.35.5 . a única da qual o observador poderá ver a imagem I é a posição: a) A b) B c) C d) D e) E 10.7. A velocidade escalar com que a pessoa se afasta de sua imagem é de: a) 1.10 m 8 04. Em um experimento realizado por este método foram obtidos os seguintes dados: I – diâmetro da imagem = 9. As dimensões relevantes são dadas na figura. um objeto.0 m/s. de altura igual a 4. Qual deverá ser o comprimento mínimo do espelho para que o homem possa ver nele a imagem completa da árvore? a) 1.5m b) 1. a: a) 40m b) 70m c) 90 m d) 100m e) 140m 11.5m d) 2m e) 2. (UNIFOR-CE) A figura abaixo representa dois espelhos planos.0 m/s b) 2.5. I.10 m 9 e) 1. após se refletir. (VUNESP) A figura representa um espelho plano. b) qualquer superfície de cor clara. em pé atrás dele. assinale aquele que seria visível em uma sala perfeita-mente escura: a) um espelho. e) um gato preto.0 m/s d) 6.10 m 9 d) 1. é mostrado um homem de frente para um espelho plano S. Entre as posições indicadas. (PUC-SP) Um objeto está a 20 cm de um espelho plano. vai incidir em E2 com um ângulo de incidência de: CASD Vestibulares Reflexão 21 . um rapaz olha no espelho a imagem do barbeiro. Um observador que se encontra diretamente atrás do objeto e a 50 cm do espelho vê a imagem do objeto distante de si.conforme ilustra a figura.8m e) 2. (UFRRJ) Numa sala com uma parede espelhada. E1 e E2.35.0 m. A que distância (horizontal) dos olhos do rapaz fica a imagem do barbeiro? a) 0. que formam entre si um 0 ângulo de 100 .3m c) 0. d) uma lâmpada desligada. (PUC-SP) Um ano-luz tem dimensão de: a) um tempo b) um comprimento c) uma velocidade d) uma aceleração e) uma intensidade luminosa 05. a) 0.5m 09. A.10 m 8 b) 1. 10 m Qual é aproximadamente. sua imagem.5.

supermercados. Notamos que. este produz uma imagem virtual a 1. 18. invertida e menor que o objeto 22 espelho. localizada no foco b) real e de mesmo tamanho do objeto c) real. cuja altura é Quando aproxi-mamos o objeto. b) côncavo de distância focal 1. c) um terço de PR e um terço de PQ. olhando através do espelho. Reflexão CASD Vestibulares . d) convexo de 40 cm de raio de curvatura. centro de curvatura de um espelho esférico côncavo. Pode-se afirmar que o espelho é: a) côncavo de 40 cm de distância focal. (UCS) Um espelho esférico conjuga a um objeto real. 13. c) convexos e fornecem imagem real de um objeto real.0 m. O ângulo entre os espelhos vale: 0 0 0 0 0 a) 10 b) 25 c) 30 d) 45 e) 60 15. as imagens serão sempre: a) reais e invertidas b) reais e diretas c) reais ou virtuais d) virtuais e invertidas e) virtuais e diretas 21. O farol funciona bem quando o espelho é: a) côncavo e o filamento está no centro do espelho. b) côncavo de 40 cm de raio de curvatura. e) convexo e o filamento está no ponto médio entre o foco e o centro do espelho. (PUC-RJ) Um objeto cularmente ao eixo principal convexo.4m e) 3. no caso de objetos reais.8m d) 2. podemos concluir que os espelhos formam um ângulo de: 0 0 0 0 0 a) 10 b) 25 c) 30 d) 36 e) 45 14. invertida e se afasta do espelho. (VUNESP) Um pequeno prego se encontra diante de um espelho côncavo. d) virtual. a 40 cm do seu vértice. antes de o objeto atingir o foco. sendo i1 < i2 b) se aproxima do espelho. a imagem desse objeto será: a) real. de raio 3.6m 24. de distância focal 4/3 m. sendo i1 > i2 c) se aproxima do espelho. invertida e maior que o objeto 19. d) planos e fornecem imagem virtual de um objeto real. d) convexo e o filamento está no foco do espelho. um diretor de cinema consegue uma cena onde são vistas no máximo 24 bailarinas. 17. nesse é i1 . (CEFET-PR) Dois espelhos planos fornecem 11 (onze) imagens de um objeto. de modo a aumentar o campo de visão. Em seguida. Esses espelhos são: a) côncavos e fornecem imagem virtual de um objeto real. em geral são colocados espelhos que permitem a visão de grande parte do ambiente. e) real. Logo. e) convexo de 40 cm como distância entre o objeto e a imagem. perpendicular-mente ao eixo óptico principal. a imagem: a) se aproxima do espelho. Se o raio de curvatura desse espelho é de 2. (MACK) Diante de um espelho esférico côncavo coloca-se um objeto real no ponto médio do segmento definido pelo foco principal e pelo centro de curvatura.c) real. O citado espelho é: a) convexo. b) virtual. invertida e menor que o objeto b) virtual. (UNIFOR) De um objeto que está a 3. uma imagem direta e duas vezes menor. c) convexo de 40 cm de módulo de distância focal. é: a) real. invertida. e) PR inteira e metade de QR. direta e se afasta do espelho. b) um terço de PR e metade de QR. direta e menor que o objeto d) virtual.4 m.0 m de um espelho esférico. b) côncavo e o filamento está no foco do espelho. o observador vê (no plano horizontal que passa pelos seus olhos): a) metade de cada parede da sala. (UFJF) Em lojas.0 m do seu vértice. 22. invertida e se aproxima do espelho. c) real. a altura da imagem objeto é aproximado do Nessas condições. entre o foco e o espelho. de raio 8/3 m. (CESGRANRIO) Um objeto de altura O é colocado perpendicularmente ao eixo principal de um espelho esférico côncavo. menor do que o tamanho do objeto 16. direta e maior que o objeto e) real. é aproximado vagarosamente do mesmo. Estando o objeto no infinito. Estando o objeto colocado perpendi-cularmente ao eixo principal. maior do que o tamanho do objeto d) virtual e de mesmo tamanho do objeto e) virtual. d) metade de QR e metade de PR. (CESGRANRIO) Um objeto colocado muito além de C.5 m. o mesmo é colocado perpendide um espelho esférico caso. sendo i1 = i2 i2 . Espelhos dessa natureza costumam ser colocados também nos retrovisores de motos e carros. etc. c) convexo e o filamento está no centro do espelho. b) convexos e fornecem imagem virtual de um objeto real. 20. 23.2m c) 1.. (FAAP) Com três bailarinas colocadas entre dois espelhos planos fixos. (UFF) Quando se coloca um espelho esférico côncavo a uma distância maior do que a focal. a imagem do objeto conjugada por este espelho. A imagem do prego será a) real. (PUC-SP) Em um farol de automóvel tem-se um refletor constituído por um espelho esférico e um filamento pequeno que pode emitir luz. e) planos e fornecem imagem real de um objeto virtual. ônibus. a distância entre o objeto e sua imagem conjugada é de: a) 0.60m b) 1. c) convexo. formando uma nova imagem. invertida e se afasta do espelho. fixa num ponto qualquer. d) côncavo.

IV) Júpiter era visível à meia-noite.0 m o tamanho do objeto (sistema moto-piloto) e 4. uma vara vertical de 2. III) Marte era visível ao entardecer. situa-se sempre. Determine se o espelho deve ser côncavo ou convexo e calcule a sua distancia focal. (ITA) Um edifício iluminado pelos raios solares projeta uma sombra de comprimento L = 72. (ME = Mercúrio. O sentido de rotação da Terra está indicado na figura.0m. resolve comprar um espelho esférico que aumente duas vezes a imagem do seu rosto quando ele se coloca a 50 cm dele. julgue as afirmativas como falsas ou verdadeiras. para um observador fora do Sistema. qual a distância focal do retrovisor? 29. à meia distancia entre eles. (UFF) Dois espelhos. I)Marte e Júpiter eram visíveis à meia-noite. de onde um dos olhos do observador vê. para um observador terrestre não muito distante do Equador. Determine: a) a natureza do espelho. também. Sendo 2. (Unesp) A figura representa um espelho plano E e uma linha CD a sua frente. a imagem de um motoqueiro. a posição relativa dos corpos celestes do Sistema Solar era. TE = Terra. a) Determine o valor de xA. após múltiplas reflexões da luz nos dois espelhos. II) Mercúrio e Vênus eram visíveis à meia noite. Um objeto pontual é colocado sobre o mesmo eixo. a razão entre a distância da imagem obtida ao espelho e o tamanho da imagem? 27.0m b) 86. b) A seguir. 04. a linha em toda a sua extensão e ocupando o espelho todo.0m CASD Vestibulares 02. com raio de curvatura igual a 24 cm. b) Identifique o tipo do espelho E2. por reflexão. Que tipo de espelho ele deve usar e qual o raio de curvatura? a) Convexo com r = 50 cm b) Côncavo com r = 2. 30. a meia distância. o espelho será utilizado a 2. MA = Marte. (UFSC) Um espelho esférico convexo tem 20 cm de raio de curvatura. 2). a mostrada na figura. a) Determine a posição da primeira imagem do objeto formada apenas pelo espelho E1. desloca-se o espelho 10 cm para baixo.0 m c) Côncavo com r = 33 cm d) Convexo com r = 67 cm e) Um espelho diferente dos mencionados 26. Nível 2 . que não está em escala. (UFRJ) Um técnico de laboratório deseja produzir um pequeno espelho esférico de ampliação para uso odontológico. entre os dois espelhos. 28. JU = Júpiter). 1) e em um retrovisor plano (Fig. Determine as coordenadas xB e yB do ponto onde deve estar o olho do observador para que ele possa ver a linha CD ocupando todo o espelho. Simultaneamente. qual será. Reflexão 23 . (UFSCAR) Num anteparo situado a 30 cm de vértice de um espelho esférico forma-se a imagem nítida de um objeto real situado a 10 cm do espelho.0 cm do dente a ser observado e fornecerá uma imagem direta e duas vezes ampliada. são alinhados de modo que têm eixo óptico comum e estão com suas faces refletoras voltadas uma para a outra e separadas por 32 cm. que consiste de um espelho esférico convexo. sendo 25. em módulo. Há um ponto xA no eixo x. VE = Vênus. Do diagrama apresentado. (UFU) O motorista de um carro observa no seu retrovisor.Aprofundamento 01. b) a distancia focal e o raio de curvatura do espelho. (UNICAMP) Em alguns carros é comum que o espelho retrovisor modifique a altura aparente do carro que vem atrás. As imagens abaixo são vistas pelo motorista em um retrovisor curvo (Fig.50m de altura colocada ao lado do edifício projeta uma sombra de comprimento l = 3. Qual é a altura do edifício? a) 90. (ITA) Numa certa data. paralelamente ao eixo y. 03.00m.i1 > i2 e) se afasta do espelho. Observa-se que sua imagem final. sendo i1 < i2 d) se afasta do espelho. Se um objeto com 5. O espelho E1 é côncavo.0 cm o tamanho da imagem obtida quando o objeto encontrase à 50 m do espelho. (ITA) Um jovem estudante para fazer a barba mais eficientemente.0m d) 45. E1 e E2.0m c) 60.0 cm de altura estiver colocado a 15 cm do vértice do espelho.

(ITA) Determinar graficamente a imagem de um objeto OA colocado diante de um espelho côncavo. e limite E.0cm? Considere que a altura real do carro seja de 1. ele a mantém na posição horizontal. c) virtual e três vezes mais alta que o objeto. verticalmente. b) R’ é paralelo a R qualquer que seja α. Construa a solução. b) Indique a natureza da imagem P’ (se é real ou virtual. 10. 05. A imagem é: 24 Reflexão CASD Vestibulares . 1? b) A que distância o carro detrás se encontra. à sua esquerda). Segurando uma régua longa. cuja altura é de 4. à sua direita. o sentido de percurso da luz. a altura deste deve ser de no mínimo 2h/3. II – Se um espelho plano girar de um ângulo α em torno de um eixo fixo perpendicular à direção de incidência da luz. pela abertura de uma porta. a) No esquema da folha de respostas. (ITA) Seja E um espelho côncavo cujo raio de curvatura é 60. (ITA) Considere as seguintes afirmações e julgue se são verdadeiras ou falsas: I – Se um espelho plano transladar de uma distância d ao longo da direção perpendicular a seu plano. (FUVEST) A figura mostra um ponto objeto P e um ponto imagem P’. conforme a figura abaixo e o esquema da folha de respostas. trace os raios que. atingem os olhos do observador O. a imagem real de um objeto fixo transladará de 2d. d) real. (FUVEST) Um observador O olha-se em um espelho plano vertical. 07. 06. em metros. com uma flecha. invertida e de tamanho igual ao do objeto. (ITA) Considere a figura onde E1 e E2 são dois espelhos planos que formam entre si um ângulo de 135°.a) Qual é (qualitativamente) a curvatura do retrovisor da Fig.0cm do vértice de E? a) virtual e reduzida a 1/3 do tamanho do objeto. de raio R. paralela ao espelho e na altura dos ombros. c) R’ nunca é paralelo a R. A distância do centro de curvatura C ao objeto é igual a 2R/3.0cm.6 m e que o teto do carro. 2). Indique. Um raio luminoso R incide com um ângulo α em E1 e outro R’ (não mostrado) emerge de E2. a) Transcreva esta figura para o quadro correspondente da folha de respostas e localize graficamente o espelho côncavo. o olho do motorista (situado a 50 cm do retrovisor) e o topo da imagem no espelho estejam alinhados horizontalmente. 08. utilizando linhas cheias para indicar esses raios e linhas tracejadas para prolongamentos de raios ou outras linhas auxiliares. III – Para que uma pessoa de altura h possa observar seu corpo inteiro em um espelho plano. paralela ao espelho.50cm de altura. Para 0 < α < π/4. a 20. b) Identifique D e E no esquema. o raio refletido girará de um ângulo 2α. com 1 m de largura. conjugados por um espelho côncavo de eixo O1O2. para avaliar os limites da região que consegue enxergar através do (limite D. quando a sua imagem vista pelo motorista ocupa todo o espelho plano (Fig. d) R’ só é paralelo a R se o sistema estiver no vácuo. esférico. partindo dos limites D e E da região visível da régua. e) R’ será paralelo a R qualquer que seja o ângulo entre os espelhos. espelho b) real e colocada a 60. e) nda. direta ou invertida) 09. a distância L entre esses dois pontos da régua. estimando. conclui-se que: a) R’ pode ser paralelo a R dependendo de α. Qual tipo de imagem obteremos se colocarmos um objeto real de 7.0cm da frente do espelho.

como ilustrado na figura a seguir. A distância focal do espelho é denotada por f. aproximando-se ao mesmo. localiza-se sobre o eixo principal de um espelho esférico côncavo. distância D do vértice V do espelho. Um objeto puntiforme se desloca na vertical também com velocidade constante v e. no instante t = 0. sobre a própria fonte A. perpendicular-mente ao eixo principal. determine: c) a distância-imagem d) o aumento linear transversal e) a natureza da imagem (se real. c) real. Considere que D > b) Considere agora o caso em que θ = 90º. b) real. determine: a) As componentes vertical e horizontal da velocidade da imagem do objeto refletida no espelho. (OBF) A figura a seguir ilustra uma pessoa de altura H. Um ponto luminoso move-se.75 R. direita ou invertida) 15. direta e maior que o objeto. A distância entre os olhos da pessoa e o espelho é denotada por d. Uma fonte luminosa A.14. Para quais distâncias do ponto ao espelho. uma imagem real da mesma. (Desafio) Um espelho plano. onde R é o raio de curvatura do espelho? 13. A dis-tância d do espelho plano até o centro do espelho côncavo é. L e D. direta e menor que o objeto. 11. calcule a distância entre a extremidade inferior b) Considere a situação particular em que f = 20 cm e L = 30 cm. de comprimento L. medidas ao longo do eixo principal de um espelho esférico. b) O instante α em que o objeto e o espelho se chocam. Determine: a) virtual. Considerando que no instante t = α ocorre o choque do objeto com o espelho. Calcule as coordenadas das extremidades A e do espelho e a superfície horizontal. é mostrada abaixo. a) 20cm b) 30cm c) 40cm d) 45cm e) 50cm 12. emite raios que se refletem sucessivamente sobre os dois espelhos e formam. Sabendo f. então: a) a distância focal do espelho b) o tipo de espelho (se côncavo ou convexo) Se a distância-objeto for igual a 5 cm. que está inclinado de um ângulo θ em relação à superfície horizontal. a fim de CASD Vestibulares Reflexão 25 . direta e maior que o objeto. em função da distância-objeto. invertida e maior que o objeto. O raio de curvatura do espe-lho é 40cm e a distân-cia do centro da fonte A até o espelho esféri-co é de 30cm. invertida e menor que o objeto. as posições do espelho e do objeto estão em conformidade com a figura. que o espelho tem o menor comprimen-to necessário a) Calcule o comprimento da imagem da haste em para a pessoa visualizar a imagem de todo o seu função de f. (Desafio) Uma haste retilínea AB. virtual. pelo eixo de um espelho côncavo. de superfície infinita. 16. centrada no eixo principal entre os dois espelhos. B e as posições de suas respectivas imagens. (ITA) Um espelho plano está colocado em frente de um espelho côncavo. desloca-se na horizontal com velocidade constante v. corpo. localizada em frente a um espelho plano. Sabe-se a) Calcule o comprimento mínimo L do espelho a fim de que a extremidade B da haste encontra-se a uma que a pessoa possa ver a imagem de todo o seu corpo. Despreze a distância existente entre os olhos e o topo da cabeça da pessoa. d) real. e) virtual. i. (OBF) Parte do gráfico da distância-imagem. a distância entre o ponto e sua imagem no espelho será igual a 0.

b 10. b 17. a) vx = ( 3 +3 ) e vy = −v 2 ( 3 −1 ) Reflexão CASD Vestibulares 26 . a) Li = ( D − f )( D + L − f ) b) α= ( ) b) xA = 60 cm.5 cm e R = 15 cm Nível 2 1.75 R 13. xB = 30 cm. c 6. b) Côncavo.30 cm 4. d2 = 0. Côncavo com f = 4. c 8. d 19. a) f = 10 cm. b) d = 19.02 m 29.0 cm 28. b 20. c 6. a) 48 cm de E1. d1 = 1. d 12. c 2. Gabarito Nível 1 1.25 R. xA’ = 30 cm. xB’ = 60 cm As posições das extremidades e de suas imagens encontram-se invertidas. c 24. b) f = 7. a) xA = 100 cm b) xB = 100 cm e yB = . a) L= dH sen θ 2d + Hcos θ v 2 b) h = H/2 14. a 21. d 4. d 15. a) Figura b) Real. b 3. b) Plano 30. a 16. Comente os resultados obtidos. a 22. 3 27. c 23. d3 = 0. c 14. a) b) L = 1. c 2.5 m 8. a) Côncavo. Invertida.que a imagem da haste fique superposta sobre si mesma. III e IV verdadeiras 3. Menor 9. e 7. d 3− 3 v 2 Lf 2 16. d 9.5 m 5. c 12. c) i = -10 cm d) A = 2 e) Virtual. 1. b 11. c 10. Direita 15.5 R. a) Convexo. I e II são verdadeiras 7. d 13. b 5. a 25. c 18. b 26. e 11.

Como os pontos inicial e final são o mesmo. Anote os exemplos dados em sala! UAB = (R1 + R2 + R3 + R4)i . em qualquer nó.Física Frente IV CAPÍTULO 8 – LEIS DE KIRCHOFF INTRODUÇÃO Os tópicos já estudados são suficientes para solucionarmos circuitos simples. Daí. Percorrendo qualquer malha em sentido arbitrário. receptores e resistências. aplicando a Lei de Ohm Generalizada.E1 + E2 LEIS DE KIRCHOFF 1. o seu ponto inicial é o mesmo do final. a corrente tem sinal negativo. Em um ramo de circuito AB. LEI DE OHM GENERALIZADA A lei de Ohm generalizada permite calcular a ddp entre os pontos extremos de um ramo qualquer de circuito contendo geradores. a soma das correntes que chegam é igual à soma das correntes que saem. a soma das ddp’s encontradas é nula. Lei dos Nós Num circuito. As ddps encontradas são somadas de acordo com os seguintes critérios: • • Se a corrente elétrica local for contrária ao sentido escolhido. essa lei nos diz que UAB = i ∑Resistências + ∑ fcems . ou seja. obtemos a segunda Lei de Kirchoff: CASD Vestibulares Reflexão 27 . Esta lei deve ser assimilada pelo uso. Lei das Malhas Malha é um ramo fechado de circuito. a ddp anotada é a fem/fcem e o sinal é o do primeiro pólo tocado. 2. Ao encontrar um gerador ou receptor. a ddp entre eles é zero. Para os casos mais complicados necessitamos de ferramentas analíticas mais poderosas que as já estudadas.∑ fems No circuito abaixo: .

MAGNETISMO INTRODUÇÃO O Homem. e assim pode-se dizer que o monopolo magnético não existe. a força é inversamente proporcional ao quadrado da distância de separação entre os dois pólos. que coincide com aproximadamente a direção norte-sul geográfica. ao separarmos os pólos magnéticos de um ímã. podemos afirmar que existe um campo magnético. podem. O vetor indução magnética ( B ) é tangente às linhas de indução magnética. ele tende a se alinhar com o campo magnético da terra.Física Frente IV CAPÍTULO 9 . ou seja. similarmente ao campo elétrico ( E ) em relação às linhas de campo elétrico. em contato com limalha de ferro. E assim sucessivamente se tentarmos com os dois ímãs obtidos separar os seus pólos magnéticos. onde verifica-se que ele manifesta a sua ação. A figura abaixo representa graficamente as linhas de indução magnética e o vetor campo magnético. Este campo magnético é descrito através do vetor indução magnética unidade no SI é dada em tesla (T). denominados processos de imantação. Estes materiais foram denominados imãs naturais. níquel. tornar-se ímãs e são denominados imãs artificiais. 28 Magnetismo CASD Vestibulares . após processos artificiais. Aqui há que se notar que essa atração ou repulsão se dá similarmente à Lei de Coulomb. observamos que a limalha adere somente nas suas extremidades. IV-) Experimentos mostram que não é possível separar os pólos magnéticos de um ímã. desde a Pré-História observou a existência de materiais que naturalmente atraíam pedaços de ferro. Os fenômenos magnéticos que merecem destaque são: I-) quando colocamos um ímã em forma de barra. surgem dois novos ímãs com seus pólos norte e sul. Entretanto. estas extremidades denominam-se pólos do ímã. III-) Pólos magnéticos de mesmo nome se repelem enquanto pólos de nomes diferentes se atraem. não é possível obter-se um pólo norte magnético separado de um sul magnético. cuja ( B) Observa-se que as linhas de indução magnética orientam-se do pólo norte magnético para o pólo sul magnético. O campo magnético Nas proximidades de um ímã. OBS: Esta propriedade é uma importante diferença entre cargas elétricas e ímãs. corpos de materiais como cobalto. A extremidade do ímã que aponta para o norte geográfico recebe o nome de Pólo Norte (N) do ímã e a extremidade que aponta para o sul geográfico recebe o nome de Pólo Sul (S). Isto acontece até escalas microscópicas ou até mesmo subatômicos. Enquanto é possível obter-se cargas positivas separadas de cargas negativas. ferro e outras ligas. Orientação do vetor indução magnética ( B ) . Portanto. A figura abaixo mostra o fenômeno: II-) quando suspendemos um ímã pelo seu centro de gravidade.

Pela fig. ou seja. Inicialmente consideremos o caso em que a velocidade é perpendicular ao vetor indução magnética. direção e sentido é igual em todos os pontos e as linhas de indução magnética são retas paralelas entre si. 11. indicada por pequenas cruzes: É importante salientar que todo ímã. veremos somente um ponto. da sua velocidade. quando a carga se desloca em uma direção tal que forma um ângulo q com o vetor indução B . conforme a figura 08: Carga com vetor velocidade em uma direção qualquer não paralela a B Neste caso. igualmente orientadas. observa-se que somente a componente perpendicular a B da velocidade influencia na intensidade da força magnética. Observa-se ainda que esta intensidade tal como dito anteriormente é proporcional a q. quando ele “sai” do plano do papel. é aquele campo onde a sua intensidade. podemos verificar que esta componente é igual a v senθ . o vetor indução “entre” no plano do papel. Tal que o seu Pólo Norte magnético aponta no mesmo sentido do vetor indução magnética.Caso. CASD Vestibulares Magnetismo 29 . como o campo magnético gerado pelo ímã é muito mais intenso em suas proximidades do que o campo da terra. ou seja. v e B. em presença de um campo magnético. da intensidade do campo e do ângulo que a velocidade faz com o vetor indução. No caso de uma carga que se mova em uma direção tal que não seja a mesma do campo. Imaginando que o vetor indução seja uma flecha. Interação entre o campo magnético e as cargas elétricas A primeira consideração a este respeito é eminentemente experimental. tão importante quanto a primeira. A segunda consideração. O campo magnético uniforme O campo magnético uniforme é definido de forma similar ao campo elétrico uniforme. agora nos interessa o que se passa fora do plano de papel. veremos o “rabicho” da flecha. já que iremos trabalhar com três dimensões. teríamos que obter o vetor indução magnética resultante. Veremos agora. observase experimentalmente que ela fica sujeita a uma força de origem magnética que depende da carga elétrica. pois sendo a indução magnética de natureza vetorial. OBS: No caso da figura acima é importante ressaltar que o campo magnético terrestre foi considerado desprezível. Fm = qvB Aqui é importante que se defina uma convenção para o vetor indução magnética. tende a se alinhar com o vetor indução magnética naquele ponto. nos diz que: O campo magnético não age sobre cargas que se movimentam na mesma direção deste campo. podemos considerá-lo desprezível. a qual nos diz que: O campo magnético não age sobre cargas em repouso. a ação campo magnético sobre cargas elétricas. Assim. Carga com vetor velocidade perpendicular ao vetor indução Observa-se experimentalmente que a força magnética que surge quando a carga se desloca perpendicularmente ao vetor ( B ) é perpendicular ao plano formado pelos vetores v e B .

senθ . utilizando-se das expressões para o cálculo da velocidade angular. já foi visto que a força magnética que age sobre a carga é nula já que Caso o ângulo θ seja igual a 90º.q 2π 2. Mas como determinar a sua direção e sentido? A resposta é fácil. a carga elétrica executará um movimento circular uniforme. O raio da parte circular do movimento é dado por: R= m.v. ( B) e o polegar na direção da velocidade v .π .q B. B.q OBS: Podemos observar que a velocidade angular. o período e a frequência não dependem da velocidade escalar.sen90 = ⇒R= R B. podemos decompô-la em uma componente perpendicular v2 ( vsenθ ) e uma na mesma direção do campo v2 ( v cos θ ) e o movimento resultante é do tipo helicoidal e uniforme (MHU). A figura 12 nos mostra a utilização da regra da mão direita. 1 1 B.q. Com a mão direita espalmada. 30 T= 2π ω = E finalmente a freqüência pode ser facilmente calculada: f = θ = 0o ou θ = 180o . dependem somente da intensidade do vetor indução magnética corpo (q/m).senθ Portanto. temos de maneira geral que: Podemos observar que força magnética exerce o papel de força centrípeta e assim podemos escrever que: Fm = Fcp A partir da expressão acima. a força magnética é então perpendicular a palma da mão se a carga for positiva ou perpendicular as costas da mão se a carga for negativa. tem-se: ω= v.π .v.q = = m.v.q Se o movimento é circular e uniforme.m 2. do período e da freqüência.senθ v.Fm = B.v. Carga deslocando-se em um campo magnético uniforme Para os casos em que a carga se movimente paralelamente ao campo.v ⇒ B. pois: Um caso importante de estudo é quando a carga se movimenta em um campo magnético uniforme.m = B. da velocidade módulo não variará.q = = T 2. o vetor velocidade e o vetor indução perpendiculares entre si.π . Direção e sentido da força magnética: A regra da mão direita A regra da mão direita é de utilização bastante simples e prática.q m O período T também pode ser igualmente calculado. de sentido oposto a força que age sobre a carga positiva.q. ou seja. ou seja. pode-se então determinar o módulo da força magnética que age sobre uma carga que se move dentro de um campo magnético.senθ B. colocam-se os dedos apontando na direção de mv 2 m. podemos fazê-lo através da regra da mão direita. B e da relação carga/massa do Magnetismo CASD Vestibulares . pois como a força magnética é perpendicular à velocidade.m B.q Caso a velocidade não seja exatamente perpendicular ao campo.senθ R m B.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful