Curiosidades da Harpa Cristã

Autores cegos: Fanny Jane Crosby George Matheson

A mais nova autora de hinos: Anna Louisa Walker Coghill, 18 anos. Escreveu o hino 388, CANTA Ó CRENTE, cujo título original é: WORK, FOR THE NIGHT IS COMING, em 1854. A mais idosa autora de hinos: Fanny Jane Crosby, 95 anos. - Um dia antes de morrer escreveu seu último hino para consolar sua vizinha que havia perdido um filho. A mais prolífica autora de hinos: Fanny Jane Crosby (Mais de 8.000 hinos) O mais prolífico tradutor de hinos: Paulo Leivas Macalão. Na Harpa Cristã encontramos pelo menos 244 hinos que levam suas iniciais. Foi também autor, compositor e músico atuante pelas igrejas por onde passou. Participou ativamente da compilação e elaboração dos hinos da Harpa Cristã. Melodias (música) que são hinos nacionais de países:

1) Hino Nacional Alemão O hino número 40, A cidade do bom Deus, tem a letra da canção alemã: Einigkeit und Recht und Freiheit/Für das Deutsche Vaterland" (Unidade e justiça e liberdade / Pela Pátria Alemã), que é Das Lied der Deutschen (A Canção dos Alemães) ou Deutschlandlied. A Melodia foi escrita por Josef Haydn, em 1797. 2) Hino Nacional Inglês Na Harpa Cristã encontramos o hino 185-INVOCAÇÃO E LOUVOR, que já fazia parte da 4ª Edição do Hinário Salmos e Hinos (1919), sob o número 509, com o mesmo título, e letra de A.H.S. (Alfredo Henrique da Silva). A melodia desse hino foi retirada do Hino Nacional Inglês "God Save the Queen".

3) Hino Nacional das Ilhas Fiji Meda Dau Doka ou God Bless Fiji é o hino nacional das Ilhas Fiji. A música resultou da adaptação de um hino de 1911, de Charles Austin Miles intitulado "Dwelling in Beulah Land", que é o hino 212 da Harpa Cristã: "OS GUERREIROS SE PREPARAM". A letra e a música resultante foram compostas por Michael Francis Alexander Prescott e adotadas após a independência, em 1970. A letra em inglês e em fijiano não são traduções mútuas, tendo, até, poucas semelhanças.

4) Hino Nacional Brasileiro É o hino número 638 da Harpa Cristã. O Hino Nacional Brasileiro tem letra de Joaquim Osório Duque Estrada (1870-1927) e música de Francisco Manuel da Silva 1795-1865). Foi oficializado em 1 de setembro de 1971. A música foi composta em 1822, por Francisco Manuel da Silva, chamada inicialmente de "Marcha Triunfal" para comemorar a Independência do país. Em 1906 foi realizado um concurso para a escolha da melhor letra que se adaptasse ao hino, e o poema declarado vencedor foi o de Joaquim Osório Duque Estrada, em 1909, que foi oficializado por Decreto do Presidente Epitácio Pessoa em 1922. Antes desta letra o Hino Nacional Brasileiro já teve outros dois textos. Melodias (música) que foram cânticos populares ou folclóricos: - Swanee River (036-O EXILADO) - My bonnie is over the ocean (205-GRAÇA, GRAÇA) - Battle Hymn of the Republic (525-VENCENDO VEM JESUS)

Hinos cantados em cerimônias de casamento e funerais importantes: - CASTELO FORTE - VENCENDO VEM JESUS - MAIS PERTO, MEU DEUS DE TI - ROCHA ETERNA - TUDO EM CRISTO - SOSSEGAI! - MANSO E SUAVE Autor cuja história de vida impressiona pela sua natureza peculiar: - Daniel de Marbelle – (Dion de Marbelle) O autor e compositor do hino 206 - O CLARIM NOS ALERTA, nasceu no dia 4 de julho de 1818 na cidade de Sevilha, França. Faleceu no dia 18 de dezembro de 1903 em Elgin, Ilinois, onde se encontra enterrado no cemitéio de Bluff City. Trabalhou em navio baleeiro no início de 1800. Depois foi para o Corpo de Fuzileiros americanos e atuou como percussionista de uma Companhia durante a Guerra Civil Mexicana (1847). Também foi músico militar durante a Guerra Civil Americana, tendo participado da 6ª Unidade de Infantaria de Michigan. Em seguida, fez uma turnê pelos Estados Unidos atuando como músico e ator numa companhia de ópera. Mais tarde, organizou sua própria companhia teatral. Dizem até que quando foi convidado por Bailey (do grupo Barnum e Bailey), ele se tornou o palhaço número um do circo. Posteriormente, possuiu seu próprio circo, porém, veio a perder tudo durante um incêndio, quando realizava uma turnê pelo Canadá. Depois auxiliou Buffalo Bill na organização do seu famoso Wild West Show (Espetáculo do velho oeste). De Marbelle era muito habilidoso com os instrumentos, por isso, era capaz de executar quase todos os tipos de instrumentos, sendo, inclusive, autor de vários cânticos. Era ventríloquo, organizou uma banda de instrumentos metálicos e cantou no coral da igreja metodista de Elgin, Ilinois. Também atuou como locutor quando chamava os grupos de dança para apresentação. Ele afirmava ser capaz de fazer um discurso eloquente sobre qualquer assunto, de improviso! Os royalties das suas canções foram roubados e morreu na pobreza. Deixou uma frase que revela sua vida agitada e sua conversão: "Durante muitos anos estive tão ocupado que nunca tive tempo para Deus e de tão rico, achei que não precisava dEle. Deus teve que me fazer desacelerar e afastar de mim todo o sucesso, de tal maneira que Ele pudesse me falar sobre o lar celestial".

História da Harpa Cristã
No início das atividades das atividades da Missão de Fé Apostólica, em 18 de junho de 1911, os missionários Gunnar Vingren e Daniel Berg não contavam com um hinário em português, que refletisse as posições doutrinárias da nova igreja. A influência do hinário Salmos e Hinos A exemplo de outras denominações, o hinário Salmos e Hinos foi adotado para ser utilizado nos cultos durante o canto congregacional. A coleção Salmos e Hinos, foi organizada pelo casal Dr. Robert Reid Kalley e Sarah Poulton Kalley, fundadores da Igreja Evangélica Congregacional, a primeira igreja evangélica em língua portuguesa no Brasil no ano de 1855. A primeira edição inglesa, data do ano de 1855, contava com 27 Títulos (10 Salmos e 17 Hinos) e foi editada em Londres. Já a primeira edição brasileira, de 1861, era composta por 50 Títulos (18 Salmos e 32 Hinos), foi usada pela primeira vez em 17 de novembro de 1861, seis anos depois de sua chegada ao Brasil. Esta coleção foi a primeira coletânea de hinos evangélicos em língua portuguesa organizada no Brasil. também foi primeiro hinário usado por diversas denominações. Hoje com aproximadamente 150 anos, e com mais de 500 hinos é considerada uma das mais belas coleções de hinos já produzida. Com relação a este hinário, cuja influência no cenário protestante no Brasil podem ser sentidos até os dias de hoje, faz-se necessário esclarecer que existem 3 edições de número 4, a saber: 1) 4ª Edição (Brasileira) de 1873 - Com 130 Títulos (25 Salmos e 105 Hinos); 2) 4ª Edição (Escocesa) de 1889 – Com 230 Títulos (25 Salmos e 205 Hinos) e a 3) 4ª Edição (Brasileira) de 1919 – Com 608 Hinos. Esta edição foi publicada sob a orientação de João Gomes da Rocha. Portanto, as edições de número 4, respectivamente, de 1873 e 1889, foram publicadas ainda sob a orientação de Sarah Poulton Kalley. Este esclarecimento é importante porque muitas vezes ouvimos alguém dizer que tal hino constava da 4ª edição do hinário Salmos e Hinos. Entretanto, não sabemos com certeza, qual edição realmente devemos procurar.

O Cantor Pentecostal Foi neste cenário que em 1921, em Belém do Pará, surge o Cantor Pentecostal, confeccionado sob a orientação editorial de Almeida Sobrinho, contando com 44 hinos e 10 corinhos, impresso pela tipografia Guajarina e distribuído pela Assembléia de Deus de Belém do Pará. Dois anos após a 4ª edição do hinário Salmos e Hinos editado por João Gomes da Rocha.

A primeira Harpa Cristã No ano seguinte, 1922, sob a orientação editorial do Pastor Adriano Nobre, surge a 1ª edição da Harpa Cristã, com uma tiragem de 1.000 exemplares que foram distribuídos para todo o Brasil pelo missionário Samuel Nyström. Em 1923, no Rio de Janeiro, sai a 2ª edição da Harpa Cristã, já contando com 300 hinos e impresso nas Oficinas Irmãos Pagenti.

O Psaltério Pentecostal Em Junho de 1931 foi lançado o PSALTÉRIO PENTECOSTAL, para suprir a escassez de Harpa Cristã, tendo como editor responsável: Gunnar Vingren. Este hinário foi impresso pelo Estabelecimento Gráfico Fernandes & Rohe, Rio de Janeiro, 1931. Na elaboração de nossos hinos, muito contribuiu o missionário Samuel Nyström. Como não tivesse perfeito conhecimento da língua portuguesa, ele traduziu, literalmente, diversas letras da riquíssima hinódia escandinava. Para que os poemas fossem adaptados às suas respectivas músicas, foi necessário que o Pastor Paulo Leivas Macalão empreendesse semelhante tarefa. Por isso, tornou-se o Pastor Macalão no principal elaborador e adaptador de nosso hinário oficial.

Harpa Cristã com 400 hinos Em 1932, a Harpa Cristã já contava com 400 hinos.

Harpa Cristã com música Em 1937, a Convenção Geral das Assembléias de Deus, reunida em São Paulo, nomeou uma comissão para editar e imprimir a primeira Harpa Cristã com música. Desta comissão faziam parte:

Emílio Conde

Samuel Nystrom

Paulo Leivas Macalão

John Sorhein

Nils Kastberg

Neste empreendimento, também tomou parte ativa o Dr. Carlos Brito.

A Harpa Cristã com 524 hinos Com o passar do tempo, outros hinos foram sendo acrescentados até que o nosso hinário oficial atingisse 524 hinos. Número esse que, durante várias décadas, caracterizou a Harpa Cristã. Até 1981, quase todos os hinos da Harpa Cristã já haviam sido revisados. Os mais altos foram transpostos para tons mais acessíveis ao cântico congregacional.

A Harpa Cristã Atualizada Em 1979, mediante proposta apresentada pelo Pastor Adilson Soares da Fonseca, o Conselho Administrativo da CPAD, cumprindo resolução da Assembléia Geral da CGADB reunida em Porto

Alegre, naquele ano, nomeou uma comissão para proceder a uma revisão geral da música e da letra da Harpa Cristã. A comissão era formada pelos seguintes Pastores: Paulo Leivas Macalão, Túlio Barros Ferreira, Nicodemos José Loureiro, Antonio Gilberto, e João Pereira. Nesta empreitada, também tomou parte ativa o Pastor e consagrado poeta Joanyr de Oliveira. Em termos técnicos, os trabalhos contaram com dois obreiros especializados: João Pereira, na correção e adaptação da música; e Gustavo Kessler, na revisão das letras. Lançada em 1992, a Harpa Cristã Atualizada foi aceita em muitas igrejas, mas a maioria optou por ficar com a Harpa Tradicional . De qualquer forma, a experiência serviu para rever a hinódia pentecostal, tonando-a mais viva e participativa em nossas reuniões. A Harpa Cristã Ampliada Tendo em vista as necessidades de nossa igreja, a CPAD, sob a direção executiva de Ronaldo Rodrigues de Souza, compreendeu ser urgente a ampliação da Harpa Cristã tradicional. E, assim, foram acrescentados mais 116 hinos a fim de atender a todas as exigências cerimoniais e litúrgicas da igreja. A Harpa Cristã Ampliada , lançada em 1999, representa mais um avanço da já riquíssima hinódia pentecostal.

Influência americana
As propostas avivalistas de John Wesley, que fizeram tanto sucesso na Inglaterra nos difíceis dias iniciais da Revolução Industrial, também foram retomadas pelo povo, nas colônias inglesas da América do Norte, nos anos anteriores e posteriores à Independência, durante o deslocamento das fronteiras em direção ao meio e ao distante oeste e nas décadas posteriores à Guerra da Secessão.

Nas décadas de 1730 e 1740, a ocorrência do Primeiro Grande Despertamento trouxe revitalização às igrejas protestantes, mas, ao mesmo tempo, produziu um tipo diferente de cristianismo, mais emocional, mais independente das antigas estruturas e tradições, mais desejoso de novas formas de experimentar o sagrado. Essas ênfases se intensificaram em muito com o surgimento do Segundo Grande Despertamento, ocorrido na região da fronteira oeste durante as primeiras décadas do século 19. Sob a influência de pregadores como Charles G. Finney (1792-1875), houve um progressivo questionamento da teologia reformada tradicional, com seu enfoque na soberania de Deus, e uma ênfase crescente na liberdade, iniciativa, capacidade de decisão e experiência pessoal, em sintonia com a nova cultura americana que então se consolidava. Desde então, o avivalismo, ou seja, atividade voltada para a promoção de uma vida espiritual mais intensa e fervorosa, se tornou uma característica permanente do cenário religioso norteamericano. Essa preocupação encontrou as suas expressões mais visíveis nos “camp meetings” (conferências de avivamento) das zonas rurais e nas grandes campanhas evangelísticas urbanas. Essa poderosa efervescência espiritual também resultou no surgimento de um sem número de novos movimentos religiosos, alguns dentro dos limites do protestantismo histórico e outros bastante distanciados do mesmo, como shakers, mórmons e testemunhas de Jeová. Os estudiosos têm adotado diferentes abordagens na busca de compreender a gênese do pentecostalismo. Em um artigo recente, Leonildo Silveira Campos privilegia o enfoque sociológico, destacando como as peculiaridades culturais e as transformações sociais e econômicas dos Estados Unidos no século 19 contribuíram para a ocorrência do fenômeno. Outros autores têm dado maior ênfase às matrizes teológicas do movimento, acentuando que, apesar de toda a sua especificidade, o pentecostalismo é fruto de desdobramentos doutrinários ocorridos durante quase um século no cenário protestante norte-americano. Dois personagens e lugares, duas datas e situações, que usualmente são apresentados como marcos inaugurais ou referências históricas do moderno movimento pentecostal: Charles Fox Parham e William Joseph Seymour; 1901 e 1906; Topeka (Kansas) e Los Angeles (Califórnia). Em 1898 Parham abriu um ministério, incluindo uma escola Bíblica, na cidade de Topeka, Kansas. Depois de estudar o livro de Atos, os alunos da escola começaram buscar o batismo no Espírito Santo, e, no dia 1° de janeiro de 1901, uma aluna, Agnes Ozman, recebeu o batismo, com a manifestação do dom de falar em línguas estranhas. Nos dias seguintes, outros alunos, e o próprio Parham, também receberam a experiência e falaram em línguas. Nesta época, as igrejas Holiness (Santidade), descendentes da Igreja Metodista, ensinaram que o batismo no Espírito Santo, a chamada "segunda benção", signficava uma santificação, e não uma

experiência de capacitação de poder sobrenatural. Os dons do Espírito Santo, tais como falar em línguas estranhas, não fizeram parte da sua teologia do batismo no Espírito. A mensagem do Parham, porém, foi que o batismo no Espírito Santo deve ser acompanhado com o sinal miraculoso de falar em línguas. Parham, com seu pequeno grupo de alunos e obreiros, começou pregar sobre o batismo no Espírito Santo, e também iniciou um jornal chamado "The Apostolic Faith" ( Fé Apostólica). Em (A Janeiro de 1906 ele abriu uma outra escola Bíblica na cidade de Houstan, Texas. Um dos alunos esta escola foi o William J. Seymour. Nascido em 1870, filho de ex . ex-escravos, Seymour estava pastoreando uma pequena igreja Holiness na cidade, e já estava orando cinco horas por dia para poder receber a plentitude do Espírito Santo na sua vida. Espírito Seymour enfrentou as leis de segregação racial da época para poder frequentar a escola. Ele não foi autorizado ficar na sala de aula com os alunos brancos, sendo obrigado a assistir as aulas do corredor. Seymour também não pode orar nem receber oração com os outros alunos, e de nem consequentamente, não recebeu o batismo no Espírito Santo na escola, mesmo concordando com a mensagem. Uma pequena congregação Holiness da cidade de Los Angeles ouviu sobre Seymour e o chamou para ministrar na sua igreja. Mas quando ele chegou e pregou sobre o batismo no Espírito Santo e greja. o dom de línguas, Seymour logo foi excluído daquela congregação.

Sozinho na cidade de Los Angeles, sem sustento financeiro nem a passagem para poder voltar para Houston, Seymour foi hospedado por Edward Lee, um membro daquela igreja, e mais tarde, por Richard Asbery. Seymour ficou em oração, aumentando seu tempo diário de oração para sete horas por dia, pedindo que Deus o desse "aquilo que Parham pregou, o verdadeiro Espírito San Santo 1 e fogo, com línguas e o amor e o poder de Deus, como os apóstolos tiveram."

Uma reunião de oração começou na casa da família Asbery, na Rua Bonnie Brae, número 214. O grupo levantou uma oferta para poder trazer Lucy Farrow, amiga de Seymour que já tin tinha recebido o batismo no Espírito Santo, da cidade de Houston. Quando ela chegou, Farrow orou para Edward Lee, que caiu no chão e começou falar em línguas estranhas.

Naquela mesma noite, 9 de abril de 1906, o poder do Espírito Santo caiu na reunião de ora oração na Rua Bonnie Brae, e a maioria das pessoas presentes começaram falar em línguas. Jennie Moore, que mais tarde se casou com William Seymour, começou cantar e tocar o piano, apesar de nunca haver aprendido.

A partir dessa noite, a casa na Rua Bonnie ficou lotada com pessoas buscando o batismo no ficou Espírito Santo. Dentro de poucos dias, o próprio Seymour também recebeu o batismo e o dom de línguas. Uma testemunha das reuniões na Rua Bonnie Brae disse:

“Eles gritaram durante três dias e três noites. Era Páscoa. As pessoas vieram de todos os lugares. No dia seguinte foi impossível chegar perto da casa. Quando as pessoas entraram, elas cairam debaixo do poder de Deus; e a cidade inteira foi tocada. Eles gritaram lá até as fundações da casa cederem, mas ninguém foi ferido. Durante esses três dias havia muitas pessoas que receberam o batismo. Os doentes foram curados e os pecadores foram salvos assim que eles entravam.”

Sabendo que a casa na Rua Bonnie Brase estava ficando pequena demais para as multidões, Seymour e os outros procuravam um lugar para se reunir. Eles acharam um prédio, na Rua Azusa, número 312, que tinha sido uma igreja Metodista Episcopal, mas depois de ser danificado num incêndio, foi utilizado como estábulo e depósito. Depois de tirar os escombros, e construir um púlpito de duas caixas de madeira e bancos de tábuas, o primeiro culto foi realizado na Rua Azusa no dia 14 de abril de 1906. O avivamento da Rua Azusa durou apenas três anos, mas foi instrumental na criação do movimento Pentecostal, que é o maior segmento da igreja evangélica hoje. William H. Durham recebeu seu batismo no Espírito Santo em Azusa, foi um dos pregadores do avivamento pentecostal, organizou e liderou, em 1907, um movimento conhecido como North Avenue Street. Formou missionários na sua igreja em Chicago, como E. N. Bell (fundador da Assembléia de Deus dos EUA), Daniel Berg (fundador da Assembléia de Deus no Brasil) e Luigi Francescon (fundador da Congregação Cristã no Brasil).

A seguir apresentamos um Mapa Histórico que abrange o período compreendido entre o Séc. XVII (Igrejas da Reforma Protestante) e vai até praticamente os dias atuais. Para fins de entendimento do esboço ora apresentado, onde se pretende distribuir a criação (autoria) dos hinos de acordo com os períodos pre´-pentecostalismo, explosão do pentecostalismo e pós-pentecostalismo, dividimos o mapa histórico em duas fases: PréPentecostalismo e Pós-Pentecostalismo. Período Pré-Pentecostalismo
É importante enfatizar neste momento, que 55% dos hinos da Harpa Cristã pertencem ao período entre 1800 e 1900, isto é, durante o Segundo Grande Despertamento, que também abrange

o período do Movimento de Santidade entre Metodistas e Protestantes nos Estados Unidos (Holiness) compreendido entre 1840 e 1900. Antes de 1800, encontramos apenas, 8% dos hinos da Harpa Cristã. Período Pós-Pentecostalismo Por outro lado, o número de hinos que consta da Harpa Cristã, que foram produzidos a partir de 1900 atinge o índice de 37%, de acordo com a amostra acima referida, que representa 26,56% dos 640 hinos.
Mapa Histórico dividido em duas partes:

1) Pré-Pentecostalismo

2) Pós-Pentecostalismo:

FONTE: Revista USP, São Paulo, Nº67, p. 100-115, setembro/novembro 2005 - AS ORIGENS NORTE AMERICANAS DO PENTECOSTALISMO BRASILEIRO - Leonildo Silveira Campos

Influência italiana
Assemblea Cristiana di Chicago Hoje conhecida como Belmont Assembly of God. A cidade de Chicago, Ill., E.U.A., em razão do seu desenvolvimento econômico atraiu para si uma onda de imigrantes de vários países no final do século XIX. Dentre esses imigrantes, destacaram-se os italianos. Por isso, o evangelista Michele Nardi foi enviado para desempenhar um trabalho ministerial, com a finalidade de evangelizar os imigrantes italianos na América. Em março de 1892 foi organizada a Prima Chiesa Presbiteriana Italiana, formada, basicamente por um grupo de cristãos valdenses mais o grupo evangelizado por Nardi. O Pastor Filippo Grill (18741939), formado na Scuola Teológica Valdese di Firenze, foi enviado pelo Comitato di Evangelizzazione della Chiesa Valdese, para cuidar dos imigrantes. Em 1904, a pequena comunidade livre italiana já tinha adquirido um galpão, para servir de local de culto situado na W. Grand Avenue 1139, que, no início recebeu o nome de "A Missão" e posteriormente Assemblea Cristiana como foi denominada por seus membros, ou a Igreja dos Toscanos, como era jocosamente chamada pelos demais imigrantes italianos devido a origem da maioria de seus fiéis. A igreja tornou-se pentecostal quando este grupo recebeu o batismo no Espírito Santo durante os cultos que participaram na igreja de William Durham. O Reverendo Peter Menconi tornou-se o primeiro Pastor em Julho de 1907. Documentos históricos da igreja revelam que "A Missão" inciou as atividades de pelo menos treze igrejas pelos Estados Unidos, incluindo a Belmont Assembly of God. Outros foram para outros países, inclusive Itália e América do Sul. O Movimento Pentecostal Italiano teve sua origem em Chicago em 1907. Por sua vez, este movimento teve suas raízes num Movimento maior que já estava em andamento nos Estados Unidos desde 1900. No ano de 1906 o reavivamento pentecostal se espalhava por Chicago, sede dos crentes evangélicos de origem italiana, que na época formava um pequeno grupo que foi apresentado ao Movimento e que, em seguida, transmitiu aos demais. PIETRO OTTOLINI (1870-1962), Pastor da Assemblea Cristiana, convertido em 1900, foi conhecer a igreja pastoreada por William Durham, onde se pregava o recebimento da promessa do Espírito Santo conforme o livro de Atos. No dia 09 de setembro de 1907, Ottolini recebe o Batismo no Espírito Santo em sua casa e no dia seguinte o mesmo ocorre com sua esposa. O trabalho missionário de Pietro Ottolini nos Estados Unidos deu origem a Assemblea Cristiana. Foi missionário na Italia de 1910 a 1914, onde fundou as comunidades de Milão e Luserna S. Giovanni (Turim), também desenvolvendo seu ministério em Gissi (Chieti) e Ginosa (Taranto). Em 1917 retirou-se para a igreja de St. Louis, permanecendo como seu pastor até sua morte. MASSIMILIANO TOSETTO (1877 – 1948) Orfão de mãe, recebeu um convite de um professor que lhe havia dado aula quando ainda criança e verificou nele um talento artístico para mudar-se para Milão. Lutando contra as dificuldades financeiras conseguiu estudar no Istituto d’Arte. Converte-se aos vinte e dois anos na Igreja Batista de Milão. Emigra em 1901 para os EUA. Em 1904 é um dos membro da Assemblea Cristiana. Apesar de não ter um conhecimento profundo da língua inglesa é autorizado a frequentar as aulas abertas a todos

os interessados que eram ministradas pelo Dr. Ruben A. Torrey no Instituto Biblico Moody, adquirindo assim uma sã formação bíblica evangélica. Em 1907 retorna a sua cidade de origem, Campiglia dei Berici, onde desenvolve um trabalho de evangelização e de construção para a Igreja Evangélica naquela cidade, evento que devido a resistência do clero católico e da perseverança de Tosetto, entrou para a história religiosa daquela região. Quando de seu retorno em 1908 encontra a Assemblea Cristiana mudada pela experiência pentecostal, tendo ele também essa experiência. Por seus dotes artísticos, não apenas na área da pintura mas também da poesia e da música, usou-o na criação de hinos e cânticos cristãos em italiano. Em 1914 juntamente com Michel Palma e Luigi Terragnoli publica o primeiro hinário da igreja pentecostal italo-americana. Será também o editor do hinário produzido em 1928 e que foi utilizado pela igreja pentecostal na Italia até meados dos anos 80. Pode ser considerado o hinógrafo do movimento pentecostal italoamericano. O hinário INNI E SALMI SPIRITUALI foi editado pela primeira vez em 1914. A edição de 1928 foi organizada por Massimiliano Tosetto. Neste hinário encontramos vários hinos traduzidos do inglês para o italiano e muitos hinos escritos e compostos por italianos. Outro detalhe importante é que os autores não incluiam seus nomes junto ao hino. Em vez disso, faziam constar apenas: Assemblea Cristiana de Chicago, Illinois. Na parte inferior da página destes hinos havia uma observação interessante:
NOT COPYRIGHTED. LET NO ONE DO SO. MAY THIS SONG EVER BE FREE TO BE PUBLISHED FOR THE GLORY OF GOD.

Sem Copyright. Não deixe ninguém fazer isso. Que este cântico permaneça gratuito para ser publicado para a glória de Deus.

Muitos hinos da Harpa Cristã têm sua origem neste hinário. Alguns são traduções do inglês para o italiano, outros não constam os autores nem compositores, outros constam apenas os compositores e existem aqueles que constam apenas Assemblea Cristiana de Chicago.

Ainda falta muito para termos uma análise precisa da influência dos hinários em língua italiana, sobre a Harpa Cristã. Por exemplo, na edição de 1932 encontramos mais de 100 hinos que são comuns a estes dois hinários: Harpa Cristã e Salmi e Inni Spirituali. Um dos fatores que contribuiu para isso foi a proximidade dos idiomas italiano e português.

Influência escandinava
Não deve ser esquecida a contribuição da hinódia escandinava, principalmente dos hinos trazidos pelos missionários suecos que vieram para o Brasil. Mesmo assim, é importante lembrar que naquela época a própria hinódia sueca foi alvo de intensa influência americana, como podem ser verificados nos hinários SVENSKA SÖNDAGSSKOLSÅNGBOK1929 e SEGERTONER 1930, por exemplo. A título de ilustração, vejamos apenas alguns hinos que constam do índice do hinário sueco Segertoner 1930, onde podemos observar a presença de compositores ingleses e americanos, comprovando o que foi abordado acima.

Autores e compositores americanos como: Fanny J. Crosby, Philip Paul Bliss, Charles A. Miles, Chas. H. Gabriel, W. C. Martin, Mrs. C. H. Morris, Mrs. Frank A. Breck, Ada R. Habershon, entre outros. Compositores ingleses: Edward Perronet e Francis R. Havergal entre outros.

Charles Howard Smith, no seu livro Scandinavian Hymnody from the Reformation to the Present, publicado pela American Theological Library Association em 1987, confirma esta afirmação e acrescenta que: “no início de sua publicação, o Segertoner (Hinário sueco) continha muitos hinos oriundos do hinário MARAN ATA, de Thomas Ball Barratt (1862–1940), e um considerável número de hinos traduzidos da hinódia americana”. Mesmo assim, o Pastor Lewi Pethrus, como hinista que era, reuniu na edição de 1930 muitos hinos que realmente são de origem sueca e norueguesa entre outros, incluindo hinos de sua própria autoria. Teve a participação direta em pelo menos 17 hinos, seja como autor, compositor ou como tradutor. A edição de 1988 tem pelo menos 325 hinos que são comuns aos demais hinários suécos.

Influências internas
Apesar da absoluta falta de material e fonte de consulta confiável, alguns dados começam a ser tabulados, de forma a permitir uma visão mais clara dos hinos, sua história, a biografias dos s, as autores, compositores, tradutores e tantos outros detalhes Assim, lentamente, vislumbramos detalhes. alguma esperança de um dia compreender nossa hinódia, de maneira que possamos cantar, com entendimento, os belos hinos da nossa Harpa Cristã. Por falta de conhecimento, existe muita especulação que, não raro, torna torna-se uma afirmação totalmente infundada. Por exemplo: num determinado site da Internet existe um comentário que os hinos da Harpa Cristã são do século XV ou XVI. Isso não é verdade verdade. Vejamos, cientificamente, através de uma amostragem de 170 hinos, que corresponde a 26,56% dos hinos da Harpa Cristã, como estão divididos os hinos em termos de período de tempo. Para tanto dividimos em tanto, período anterior a 1800, entre 1800 e 1900 e posterior a 1900. É importante lembrar que o Cantor Pentecostal, com 44 hinos e 10 corinhos primeiro corinhos, hinário da Assembléia de Deus, foi publicado em 1921. Dos 170 hinos, colhidos aleatoriamente, do início ao final do hinário Harpa Cristã atual, com 640 hinos, constatamos que 55% (94 hinos) fo escrito entre 1800 e 1900, 8,23% (14 hinos) foi foi produzido antes de 1800 e 36,47% (62 hinos) foi escrito a partir de 1900 1900. Em 1932 a Harpa Cristã já contava com 400 hinos. Nestes 32 anos do século XX já havia pelo menos 35% dos hinos que cantamos até os dias de hoje. Portanto, para a época estes hinos faziam parte de um repertório relativamente novo. Mesmo que seja argumentado que os hinos atuais da Harpa Cristã não sejam os mesmos das edições antigas, não se pode negar que estes tã antigas, hinos foram inseridos no hinário. Por outro lado, verifica-se que apenas 8,23% (14 hinos) fo produzido antes de 1800. Realmente se foi um índice bem distante daquele que foi afirmado por pessoas que desconhecem a realidade. pessoas Outro dado que chama a atenção é o percentual dos hinos que foram escritos entre 1800 e 1900, 55,29%, compreendendo 94 hinos. Possivelmente, a ênfase do emprego dos hinos desta “safra”, isto é, entre 1800 e 1900, deve-se ao movimento ocorrido nos Estados Unidos. O grande despertamento espiritual e, sem dúvida, o mover do Espírito Santo trouxe resultados em todas as áreas das igrejas e do povo de Deus que viveu naquele tempo. Na hinódia não foi diferente. É por isso que sentimos sua influência até hoje. E ainda vai continuar, talvez, por um longo tempo, não obstante a corrente contrária, as mudanças litúrgicas, os ventos de doutrina, etc. Não deve ser esquecida a contribuição da hinódia escandinava, principalmente dos hinos trazidos pelos missionários suecos que vieram para o Brasil. Mesmo assim, é importante lembrar que naquela época a própria hinódia sueca foi alvo de intensa influência americana, pelos motivos acima comentados. i, Cristã. Até aqui, abordamos os “aspectos externos” que influenciaram a Harpa Cristã Devemos ter em mente que na elaboração dos hinos da Harpa Cristã, entra em cena a figura do “tradutor”. Este personagem, muitas vezes influenciado pela cultura regional, deixava se levar pelas circunstâncias deixava-se do momento e, por este motivo, dentre outros, deixava de ser fiel ao texto original. Surgia assim,

a adaptação. O famoso jeitinho brasileiro. Em muitos casos, a letra produzida, na verdade constituía um novo texto, em todos os sentidos, aproveitando-se, apenas, a melodia. Este novo texto, com uma mensagem totalmente diferente da original pode ser encontrado até os dias de hoje. Muito embora algumas melodias foram revistas e passaram pelo reconhecimento de alguns tradutores que procuraram ser fiéis ao texto original e, portanto, à mensagem inicial.

Neste gráfico vemos a distribuição de 50% dos hinos da Harpa Cristã, entre apenas três tradutores.

Se considerarmos que a Harpa Cristã atual, conta com 640 hinos, dos quais 244 são (em sua grande maioria) traduções feitas por P.L.M., poderemos constatar que seu trabalho corresponde a 38,12% dos 640 hinos. Na Harpa Cristã com 524 hinos, o percentual era de 46,56%, como podemos constatar nos gráficos abaixo:

Apesar de ainda não estar concluída a pesquisa de todos os hinos do pastor Paulo Leivas Macalão, existem atualmente 29 hinos (com as iniciais P.L.M.), que não foram esclarecidas as autorias. Entretanto, já se sabe que apenas dois ou três hinos, são realmente de sua autoria e composição (letra e música), a exemplo do hino 149-CANTO DO PESCADOR. Esta informação é recente, idônea e digna de todo crédito, porém não existem provas. Vamos apresentar um caso que pode ser encontrado também no site: http://harpacristafragmentos.blogspot.com/2008/09/hc135-o-nome-precioso.html, onde uma mesma música é utilizada para duas letras diferentes (o que é muito comum em diversos hinários). Trata-se do hino 135-O NOME PRECIOSO. Neste caso, a letra é do Pastor Paulo Leivas Macalão, que fez uma adaptação e utilizou a melodia de Leila N. Morris (Mrs. C. H. Morris), que escreveu tanto a

letra (original em inglês: Sweeter as the years go by) quanto a música em 1912. Esta mesma melodia é utilizada para o hino 512-O AMOR INESGOTÁVEL, traduzida por Paulo Leivas Macalão, em data desconhecida. O que chama a atenção, são detalhes como os que serão apresentados a seguir:

Existe uma versão em espanhol, feita por Vicente Mendoza (1875-1955), cujo título é: DEL SANTO AMOR DE CRISTO, porém é desconhecida a data. Pelo fato de haver extrema semelhança entre esta versão e a letra do hino 512, não se sabe qual surgiu primeiro. Seja como for, neste caso (assim como em outros) é evidente a utilização de um ou de outro para servir de base para tradução (versão). Compare: 512-O AMOR INESGOTÁVEL
Paulo Leivas Macalão 1 O santo amor de Cristo, que não terá igual; A Sua vera graça, sublime e eternal, E a misericórdia imensa como o mar, A qual ao céu atinge, com gozo, hei de cantar. Coro Como é inesgotável O amor de meu Jesus! Rico e Inefável; nada é comparável Ao amor de meu Jesus! 2 Jesus andou no mundo, e o povo O procurou, E todas as angústias, sim, aos Seus pés deixou; E Seu amor brotava, qual rio divinal. Pujante, forte, imenso, sanando todo o mal. 3 Também, nos olhos cegos pôs uma nova luz, A luz que nos dá vida, que já brilhou na cruz; E deu também às almas, a glória de Seu ser, Ao implantar Sua graça, e Seu real poder. 4 O amor de Jesus Cristo, no mundo, é um fanal, Que marca vitorioso a senda do ideal; Embora passem os anos, é sempre eficaz, Precioso é dar à alma incomparável paz.

DEL SANTO AMOR DE CRISTO
Traducido de inglès a español por Vicente Mendoza (1875-1955)

1 Del santo amor de Cristo que no tendrá igual, De su divina gracia, sublime y eternal; De su misericordia, inmensa como el mar, Y cual los cielos alta, con gozo he de cantar. Coro El amor de mi Señor, Grande y dulce es más y más; Rico e inefable, nada es comparable, Al amor de mi Jesús. 2 Cuando él vivió en el mundo la gente lo siguió, Y todas sus angustias en él depositó; Entonces, bondadoso, su amor brotó en raudal, Incontenible, inmenso, sanando todo mal. 3 El puso en los ojos del ciego nueva luz, La eterna luz de vida que brilla en la cruz; Y dio a las almas todas la gloria de su ser, Al impartir su gracia, su Espíritu y poder. 4 Su amor, por las edades, del mundo es el fanal, Que marca esplendoroso la senda del ideal; Y el paso de los anos la hará más dulce y más, Precioso al dar al alma su incomparable paz.

Há outros casos como este, inclusive com o idioma italiano.
Traduzir a letra de uma música de forma a manter a idéia original e, ao mesmo tempo, empregar termos que despertem no ouvinte ou cantor, os mesmos sentimentos que existem no idioma original é uma tarefa realmente digna de um artista. Trata-se de um empreendimento que está restrito aos domínios da arte. Em outras palavras, isto é um dom. Ainda existe muito estudo a ser desenvolvido para que possamos entender e analisar as variantes que compõem a hinódia inserida na Harpa Cristã. Inserido neste contexto, encontramos aspectos teológicos, doutrinários, políticos, sociais e culturais. O caminho é muito longo. Esperamos contribuir, cada um segundo o seu chamado, para o engrandecimento e fortalecimento do Reino de Deus aqui na Terra e, consequentemente, para a honra, glória e louvor do Nosso Senhor Jesus Cristo.

Fonte: 1) Revista Semestral de Estudos e Pesquisas em Religião, AnoXVIII, Nº 27, Dezembro de 2004, UMESP, “Salmos e Hinos”: uma análise da formação do primeiro hinário protestante produzido no Brasil Império – Douglas Nassif Cardoso . 2) As origens norte-americanas do pentecostalismo brasileiro: observações sobre uma revelação ainda pouco avaliada. - Leonildo Silveira Campos. 3) O Movimento Pentecostal: Reflexões a propósito do seu primeiro centenário - Alderi Souza de Matos 4) The Cyberhymnal – http://www.hymntime.com/tch/index.htm 5) http://pt.wikipedia.org 6) Casa Publicadora das Assembléia de Deus (CPAD)

Texto revisado em 13 de abril de 2009

Benaía Vieira de Melo
http://harpacrista-fragmentos.blogspot.com/ harpadigital@gmail.com

John Wesley tinha método para tudo. Definiu as seguintes regras que deveriam observadas durante o cântico: 1. Aprenda a melodia (música). 2. Cante exatamente como foi escrita. 3. Cante por inteiro. "Se isto for um sacrifício para você, assuma e receberá uma benção". 4. Cante com entusiasmo. 5. Cante com modéstia, não para se aparecer. 6. Cante no tempo certo. Não adiante nem atrase. 7. Acima de tudo, cante com o espírito. Tenha Deus em mente em cada palavra que pronunciar. Tenha como objetivo agradá-lo mais do que a você mesmo ou qualquer outra pessoa. Para tanto, concentre-se no sentido do que está cantando e observe que o seu coração não é conduzido pela melodia mas, sim, ofertado a Deus continuamente.

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