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Professor:

Marcelo Vianello (MsC.)

AULA 1

Planejamento e Controle de Custos

Objetivo da Aula

Apresentar os conceitos gerais da Matemática Financeira e Juros Simples

Objetivo da Aula Apresentar os conceitos gerais da Matemática Financeira e Juros Simples
Objetivo da Aula Apresentar os conceitos gerais da Matemática Financeira e Juros Simples

Conteúdo Geral da Aula

1. Conceitos Iniciais

2. Juro

3. Taxas de Juro

4. Diagrama do Fluxo de Caixa

5. Critérios de Capitalização dos Juros

6. Capitalização Contínua e Descontínua

dos Juros 6. Capitalização Contínua e Descontínua 7. Fórmulas de Juros Simples 8. Exercícios 9.

7. Fórmulas de Juros Simples

8. Exercícios

9. Informações Complementares

1. CONCEITOS INICIAIS
1. CONCEITOS INICIAIS

Conceitos Iniciais

1. CONCEITOS INICIAIS – Matemática Financeira

A matemática financeira trata, em essência, do estudo do valor do dinheiro ao longo do tempo. O seu objetivo básico é o de efetuar comparações dos vários fluxos de entrada e saída de dinheiro de caixa verificados em diferentes momentos.

o de efetuar comparações dos vários fluxos de entrada e saída de dinheiro de caixa verificados

Conceitos Iniciais

1. CONCEITOS INICIAIS – Matemática Financeira

Receber uma quantia hoje ou no futuro não são evidentemente a mesma coisa. Em princípio, uma unidade monetária hoje é preferível à mesma unidade monetária disponível amanhã.

Postergar uma entrada de caixa (recebimento) por certo tempo envolve um sacrifício, o qual deve ser pago mediante uma recompensa, definida pelos juros.

Desta forma, são os juros que efetivamente induzem o adiamento do consumo, permitindo a formação de poupanças e de novos investimentos na economia.

efetivamente induzem o adiamento do consumo, permitindo a formação de poupanças e de novos investimentos na
efetivamente induzem o adiamento do consumo, permitindo a formação de poupanças e de novos investimentos na
2. JURO
2. JURO

JURO

2. JURO

O juro é a remuneração cobrada pelo empréstimo de dinheiro. É expresso como um percentual sobre o valor emprestado (taxa de juro) e pode ser calculado de duas formas: juros simples ou juros compostos.

O juro pode ser compreendido como uma espécie de "aluguel sobre o dinheiro". A taxa seria uma compensação paga pelo tomador do empréstimo para ter o direito de usar o dinheiro até o dia do pagamento. O credor, por outro lado, recebe uma compensação por não poder usar esse dinheiro até o dia do pagamento e por correr o risco de não receber o dinheiro de volta (risco de inadimplência).

esse dinheiro até o dia do pagamento e por correr o risco de não receber o
esse dinheiro até o dia do pagamento e por correr o risco de não receber o

JURO

2. JURO

Juros representam a remuneração do Capital empregado em alguma atividade produtiva.

“Juro é o valor que se paga pelo uso de dinheiro que se toma emprestado”

“Juro é o dinheiro produzido quando o capital é investido”

“Juro é a remuneração do capital emprestado, podendo ser entendido, de forma simplificada, como sendo o aluguel pago pelo uso do dinheiro” (SOBRINHO 2000, p.19).

JURO

2. JURO

As taxas de juros devem ser eficientes de maneira a remunerar:

a) O risco envolvido na operação (empréstimo ou aplicação), representado genéricamente pela incerteza com relação ao futuro;

b) A perda do poder de compra do capital motivada pela inflação. A inflação é um fenômeno que corrói o capital, determinando um volume cada vez menor de compra com o mesmo montante;

c) O capital emprestado/aplicado. Os juros devem gerar um lucro (ou ganho) ao proprietário do capital, como forma de compensar a sua privação por determinado período de tempo. Este ganho é estabelecido basicamente em função das diversas outras oportunidades de investimentos e definido por custo de oportunidade.

basicamente em função das diversas outras oportunidades de investimentos e definido por custo de oportunidade.
basicamente em função das diversas outras oportunidades de investimentos e definido por custo de oportunidade.
3. TAXAS DE JURO
3. TAXAS DE JURO

TAXAS DE JUROS

3. TAXAS DE JUROS

A taxa

de juro

é

o

“coeficiente que determina o

valor do juro”,

isto

é,

a

remuneração do fator capital utilizado durante certo período de tempo.

As taxas de juros se referem sempre a uma unidade de tempo (mês, semestre, ano, e

etc

e podem ser representadas equivalentemente de duas maneiras: taxa

)

percentual e taxa unitária.

A taxa percentual refere-se aos “centos” do capital, ou seja, o valor dos juros para cada “centésima parte” do capital.

Por exemplo, um capital de R$ 1.000,00 aplicado a 20% ao ano rende de juros, ao final deste período:

Juro = (R$ 1.000,00 ÷ 100) x 20 = R$ 200,00

O Capital R$ 1.000,00 tem dez centos. Como cada um deles rende 20, a remuneração total da aplicação no período é, portanto, de R$ 200,00.

tem dez centos. Como cada um deles rende 20, a remuneração total da aplicação no período

TAXAS DE JUROS

3. TAXAS DE JUROS

A taxa unitária centra-se na unidade de capital. Reflete o rendimento de cada unidade de capital em certo período de tempo.

No exemplo anterior, a taxa percentual de 20% ao ano indica o rendimento de 0,20 (20% ÷ 100) por unidade de capital aplicada, ou seja:

Juro = R$ 1.000,00 x (20 ÷ 100) = R$ 200,00

A transformação da taxa percentual em unitária se processa simplesmente pela divisão da notação em percentual por 100. Para a transformação inversa, basta multiplicar a taxa unitária por 100.

TAXAS DE JUROS

3. TAXAS DE JUROS

Exemplos de transformação da taxa percentual em unitária

Exemplos de transformação da taxa percentual em unitária Observação: Nas fórmulas de matemática financeira,

Observação: Nas fórmulas de matemática financeira, todos os cálculos são efetuados utilizando-se a taxa unitária de juros. Os enunciados dos exercícios que serão apresentados neste curso, estão indicados em taxa percentual.

4. DIAGRAMA DO FLUXO DE CAIXA
4. DIAGRAMA DO FLUXO DE CAIXA

Diagrama do Fluxo de Caixa

4. DIAGRAMA DO FLUXO DE CAIXA

Conforme foi comentado, a matemática financeira se preocupa com o estudo das várias relações dos movimentos monetários que se estabelecem em distintos movimentos no tempo. Estes movimentos monetários são identificados temporamente através de um conjunto de entradas e saídas de caixa definido como fluxo de caixa. O fluxo de caixa é de grande utilidade para as operações da matemática financeira, permitindo que se visualize no tempo o que ocorre com o capital. Esquematicamente, pode ser representado da seguinte forma:

Entradas de Caixa (+)

Saídas de Caixa (-)

+ + + + + 0 1 2 3 4 5 6 (Tempo) - -
+
+
+
+
+
0
1
2
3
4
5
6 (Tempo)
-
-
Observação: A linha horizontal registra a escala do tempo, ou seja, o horizonte financeiro da

Observação: A linha horizontal registra a escala do tempo, ou seja, o horizonte financeiro da operação. O ponto “zero” indica o momento inicial, e os demais pontos representam os períodos de tempo (datas). As setas para cima refletem as entradas (ou recebimentos) de dinheiro, e as setas para baixo da linha indicam saídas (ou aplicações) de dinheiro.

as entradas (ou recebimentos) de dinheiro, e as setas para baixo da linha indicam saídas (ou
as entradas (ou recebimentos) de dinheiro, e as setas para baixo da linha indicam saídas (ou
5. CRITÉRIOS DE CAPITALIZAÇÃO DE JUROS
5. CRITÉRIOS DE CAPITALIZAÇÃO DE
JUROS

Capitalização Simples e Compostos

5. CRITÉRIOS DE CAPITALIZAÇÃO DOS JUROS

Os critérios (ou regimes) de capitalização demonstram como os juros são formados e sucessivamente incorporados ao capital no decorrer do tempo. Nesta conceituação podem ser identificados dois (02) regimes de capitalização dos juros, são eles:

• Capitalização Simples (ou linear)

• Capitalização Compostos (ou exponencial)

dos juros , são eles: • Capitalização Simples (ou linear) • Capitalização Compostos (ou exponencial)
dos juros , são eles: • Capitalização Simples (ou linear) • Capitalização Compostos (ou exponencial)

Capitalização Simples e Compostos

5.1 CAPITALIZAÇÃO SIMPLES

O regime de capitalização simples comporta-se como se fosse uma progressão aritmética (PA), crescendo o juros de forma linear ao longo do tempo.

Neste critério, os juros somente incidem sobre o capital inicial da operação (aplicação ou empréstimo),
Neste critério, os juros somente incidem sobre o capital inicial da
operação (aplicação ou empréstimo), não se registrando juros sobre o
saldo dos juros acumulados.
inicial da operação (aplicação ou empréstimo), não se registrando juros sobre o saldo dos juros acumulados.
inicial da operação (aplicação ou empréstimo), não se registrando juros sobre o saldo dos juros acumulados.

Capitalização Simples e Compostos

5.1 CAPITALIZAÇÃO SIMPLES

Regime de capitalização simples, corresponde a uma progressão aritmética (PA), onde os juros crescem de forma linear ao longo do tempo, como mostra o gráfico abaixo, um capital de R$ 1.000 aplicado por dez meses a uma taxa de 10% a.m., acumula um montante de R$ 2.000 no final.

2200 2000 1800 1600 1400 1200 1000 800 0 1 2 3 4 5 6
2200
2000
1800
1600
1400
1200
1000
800
0
1
2
3
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6
7
8
9
10
Valores

Período

de R$ 2.000 no final . 2200 2000 1800 1600 1400 1200 1000 800 0 1
de R$ 2.000 no final . 2200 2000 1800 1600 1400 1200 1000 800 0 1

Capitalização Simples e Compostos

5.1 CAPITALIZAÇÃO SIMPLES

É aquele em que a taxa de juros incide somente sobre o capital inicial, ou seja, não incide sobre os juros acumulados. Neste regime, a taxa vária linearmente em função do tempo.

Exemplo 1:

Se R$ 1.000,00 aplicados a 10% ao período renderão sempre R$ 100,00 ao período, se for aplicado em 4 períodos teremos 4 x 100,00 = R$ 400,00

1.000,00

 

100,00 100,00 100,00 100,00

1 0 0 , 0 0 100,00 100,00 100,00
1 0 0 , 0 0 100,00 100,00 100,00
1 0 0 , 0 0 100,00 100,00 100,00
1 0 0 , 0 0 100,00 100,00 100,00

0

1

2

3

4

 

1.400,00

100,00 = R$ 400,00 1.000,00   1 0 0 , 0 0 100,00 100,00 100,00 0
100,00 = R$ 400,00 1.000,00   1 0 0 , 0 0 100,00 100,00 100,00 0

Capitalização Simples e Compostos

5.1 CAPITALIZAÇÃO SIMPLES

Exemplo 2:

Admita um empréstimo de R$ 1.000,00 pelo prazo de 5 anos, pagando-se juros à razão de 10% ao ano. O quadro abaixo ilustra a evolução desta operação ao período, indicando os vários resultados.

razão de 10% ao ano. O quadro abaixo ilustra a evolução desta operação ao período, indicando

Capitalização Simples e Compostos

5.2 CAPITALIZAÇÃO COMPOSTA

O regime de capitalização composta incorpora ao capital não somente os juros referentes a cada período, mas também os juros acumulados até o momento anterior.

É um comportamento equivalente a uma progressão geométrica (PG) no qual os juros incidem sobre
É um comportamento equivalente a uma progressão geométrica (PG)
no qual os juros incidem sobre o saldo apurado no início do período
correspondente ( e não unicamente sobre o capital inicial)
os juros incidem sobre o saldo apurado no início do período correspondente ( e não unicamente
os juros incidem sobre o saldo apurado no início do período correspondente ( e não unicamente

Capitalização Simples e Compostos

5.2 CAPITALIZAÇÃO COMPOSTA

Exemplo 1:

Admitindo o exemplo 2 anterior, que a dívida de R$ 1.000,00 dever ser paga a juros compostos à taxa de 10% ao ano, têm-se o resultado ilustrados no quadro a seguir.

de R$ 1.000,00 dever ser paga a juros compostos à taxa de 10% ao ano, têm-se

Capitalização Simples e Compostos

5.2 CAPITALIZAÇÃO COMPOSTA - ALGUNS COMENTÁRIOS

a) No critério composto, os juros não incidem unicamente sobre o capital inicial de R$ 1.000,00, mas sobre o saldo total existente no início de cada ano. Este saldo incorpora o capital emprestado mais os juros incorridos em períodos anteriores;

b) O crescimento dos juros se dá em progressão geométrica, evoluindo a forma exponencial ao longo do tempo.

b) O crescimento dos juros se dá em progressão geométrica , evoluindo a forma exponencial ao

Capitalização Simples e Compostos

5.3 JUROS SIMPLES (LINEAR) – JUROS COMPOSTOS (EXPONENCIAL)

Valor Futuro Juros simples maiores que compostos Juros compostos maiores que simples VP Tempo N
Valor Futuro
Juros simples maiores
que compostos
Juros compostos maiores
que simples
VP
Tempo
N = 1
6. CAPITALIZAÇÃO CONTÍNUA E DESCONTÍNUA
6. CAPITALIZAÇÃO CONTÍNUA E
DESCONTÍNUA

Capitalização Simples e Compostos

6. CAPITALIZAÇÃO CONTÍNUA E DESCONTÍNUA

Pelo que foi apresentado, pode-se compreender regime de capitalização como o processo em que os juros são formados e incorporados ao principal.

Podem ser identificados dois regimes de capitalização:

• Capitalização Contínua

• Capitalização Descontínua

Podem ser identificados dois regimes de capitalização: • Capitalização Contínua • Capitalização Descontínua
Podem ser identificados dois regimes de capitalização: • Capitalização Contínua • Capitalização Descontínua

Capitalização Simples e Compostos

6.1 CAPITALIZAÇÃO CONTÍNUA

A capitalização contínua é um regime que se processa em intervalos de tempo

bastante reduzidos – característicamente em intervalo de tempo infinitesimal – promovendo grande frequência de capitalização.

A capitalização contínua, na prática, pode ser entendida em todo o fluxo monetário distribuído ao longo do tempo e não somente num único instante.

Por exemplo:

• O faturamento de um supermercado;

• A formação de custos de fabricação no processamento fabril;

• A formação de depreciação de um equipamento e etc.

São capitalizações que se formam continuamente, e não somente ao final de um único período (mês, ano).

O regime de capitalização contínua encontra enormes dificuldades em aplicações práticas, sendo pouco utilizado.

Capitalização Simples e Compostos

6.2 CAPITALIZAÇÃO DESCONTÍNUA

Na capitalização descontínua os juros são formados somente no final de cada período de capitalização. A caderneta de poupança que paga juros unicamente ao final do período a que se refere sua taxa de juros (mês) é um exemplo de capitalização descontínua. Os rendimentos, neste caso, passam a ocorrer descontinuamente, somente um único momento do prazo da taxa (final do mês) e não distribuidamente pelo mês.

De conformidade com o comportamento dos juros, a capitalização descontínua pode ser identificada em juros simples e juros compostos, cujos conceitos já foram apresentados anteriormente.

A aplicação desse regime de capitalização é bastante generalizada e será totalmente adotada durante este curso.

A aplicação desse regime de capitalização é bastante generalizada e será totalmente adotada durante este curso.
A aplicação desse regime de capitalização é bastante generalizada e será totalmente adotada durante este curso.
7. FÓRMULAS DE JUROS SIMPLES
7. FÓRMULAS DE JUROS SIMPLES

Juros Simples

7. FÓRMULAS DE JUROS SIMPLES

O valor dos juros simples é calculado a partir da seguinte expressão:

onde:

J = C x i x n

J = valor dos juros expresso em unidades monetárias; C = capital. É o valor (em R$) representativo de determinado momento; i = taxa de juros, expressa em sua forma unitária; n = prazo.

Esta fórmula é básica tanto para o cálculo de juros como dos outros valores financeiros mediante simples dedução algébrica:

C = J ÷ (i x n)

Capital

i = J ÷ (C x n)

Taxa de Juros

n = J ÷ (C x i)

Prazo

Juros Simples

7. FÓRMULAS DE JUROS SIMPLES - EXEMPLO

Um capital de R$ 80.000,00 é aplicado a taxa de 2,5% ao mês durante um trimestre. Pede-se determinar o valor dos juros acumulados neste período.

Solução:

C = R$ 80.000,00

i = 2,5% ao mês (0,025)

n

= 3 meses

J

= ?

J

= C x i x n

J

= 80.000,00 x 0,025 x 3

J = R$ 6.000,00

8. EXERCÍCIOS DE JUROS SIMPLES
8. EXERCÍCIOS DE JUROS SIMPLES

Juros Simples

8. EXERCÍCIOS – JUROS SIMPLES

1. Um negociante tomou um empréstimo pagando uma taxa de juros simples de 6% ao mês durante nove meses. Ao final deste período, calculou em R$ 270.000,00 o total dos juros incorridos na operação. Determinar o valor do empréstimo.

2. Um capital de R$ 40.000,00 foi aplicado num fundo de poupança por 11 meses, produzindo um rendimento financeiro de R$ 9.680,00. Pede-se apurar a taxa de juros oferecida por esta operação.

3. Uma aplicação de R$ 250.000,00, rendendo uma taxa de juros de 1,8% ao mês produz, ao final de determinado período, juros no valor de R$ 27.000,00. Calcular o prazo da aplicação.

9. INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES
9. INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES

Juros Simples

9. INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES

Abreviaturas empregadas na notação das taxas:

Abreviatura

Significado

a.d.

ao dia

a.m.

ao mês

a.b.

ao bimestre

a.t.

ao trimestre

a.q.

ao quadrimestre

a.s.

ao semestre

a.a.

ao ano

Ano civil ou exato: formado por 365 ou 366 dias; Ano comercial: formado por 360 dias.

Juros Simples

9. INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES

Um ano comercial tem:

360 dias 12 meses

2 semestres

4 trimestres

3 quadrimestres

6 bimestres

E o mês comercial tem 30 dias

Juros Simples

8. EXERCÍCIOS – JUROS SIMPLES

4. Qual o valor dos juros correspondentes a um empréstimo de R$ 10.000,00, pelo

prazo de 15 meses, sabendo-se que a taxa cobrada é de 3% a m.

5. Um capital de R$ 25.000,00, aplicado durante 10 meses, rende juros de R$ 5.000,00. Determinar a taxa correspondente?

6. Uma aplicação de R$ 50.000,00 pelo prazo de 180 dias obteve um rendimento de

R$ 8.250,00. Indaga-se: Qual a taxa anual correspondente a essa aplicação?

7. Sabendo-se que os juros de R$ 12.000,00 foram obtidos, com as aplicação de R$

15.000,00, à taxa de juros de 8% ao trimestre, pede-se que calcule o prazo?

8. Qual o capital que, à taxa de 2,5% ao mês, rende juros de R$ 18.000,00

em 3 anos?

9. Um capital de R$ 70.000,00 foi aplicado num fundo de poupança por 12 meses,

produzindo um rendimento financeiro de R$ 9.680,00. Pede-se apurar a taxa de juros

oferecida por esta operação.

Juros Simples

8. EXERCÍCIOS – JUROS SIMPLES

10. Uma aplicação de R$ 150.000,00, rendendo uma taxa de juros de 2,8% ao mês

produz, ao final de determinado período, juros no valor de R$ 25.000,00. Calcular o prazo da aplicação.

11. Um capital de R$100,00 foi emprestado por 2 meses, à taxa de juros simples de

3% ao mês. Qual o valor dos juros recebidos?